Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02218


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Full Text
\NNO DK 1836. TERC/V FRIRA
9 DE FEVEREIRO N. 31.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Pbrhambuco, Tvf.oiJI.F de Farm. IH36-
DS DASKMANA-
8 Secunda 8. Joao da Matta A. do Js. do C. de m. e det
M|i da Thezouraria Publica. Chae, de V
g Terra S. Apolonia V. M. Re- tle ui. aud. do Jniz de O. de t.
10 Qiiarta S. Escolstica V. ses. da Thezouraria Pub.
11 Quinta S. Lzaro B. Kel. de ni. aud. do J. do C. de m.
e de t.
12 Sexta S. Bulara V. M. sea. da Thez. P. aud. do J. de O-
det.
1.1 Salitrada S- Gregorio 2. P Re. de m.e aud. do V. Geral det. em
< linda.
14 Domingo Quinquageasima S. Valentn M-
Tildo agora depende de ila meamos, da nnasa prudencia, inode-
racao. e energa: contiiiueiiioa coma principiamos, e seremoa -
poutadotcoiu aiiiiiirucao entre as N'acoei maiscultas.
Praclama*;a o da Jurmblia Orral dv Bratil
Sulisorere-sr a 1000ra. menaaea pagoa adiantadoa neata Tipogra-
fa, e na Praca da Independencia S. 37 e .18 j onde ae receben!
correspondencia), legalizadas, e aiinuneios inaerindo tic sendo dos pro|>riosassignaiite8, t findo assiguado.
PARTIDA DOSCORREIOs.
PARTE OFFICIAL.
Fi
RIO DE JANEIRO.
Cmara nos dePoauos.
Extracto da Sesso de 15 de Outubro.
Presidencia do Sr. Araujo Lima.
Eita a chamada pelas iO hora* da manhi, e fichan-
do se presentes 5a Deputados, o presidente declarou
aberta a sessaS, elida a acta da'antecedente, foi ap-
provada.
O primen o Secretario deo tonta do expediente.
ORDEM DO DI A.
Continuou a discussa adiada da resolucao que
roufere huma pensa de 6:000$ reis ao Stir. Biiga-
lleiro Francisco de Lima e Silva, e emenda apoia-
daa.
O Snr. Cornelo Franca enrelou o eu discurso,
declarando que primeramente se dt-via Iratar daques-
ta se acaso pe teme Assenbea Geral iniciar pen-
ses: que se lean pois propalado con*tanteiuenle pe-
la maioria da Cmara que Assemblea Geral nao
compete tal obje.to, ese admita va agora ao ver que
da parte da maioria, dehum memoro sen, tera ap-
parendo a idea deque esta pensa a pode dar a As-
sejnblea Ceral!.. inda que elle Diputado eniende
que a Assemblea Geral pode inicial' pensos. O il-
lustre orador tocou em alga mas attiibuices queex-
-lusivamente competem arada humados poderes po-
lilicos, segundo a Constituica do Imperio ; e conti-
nuou dizeudo que anda havia nutra buestad a tratar,
e vinha a ser se acaso a actual Caraa) dos Deputa-
dos era a competente para discutir a pensa de que
se trata : que eslava persuadido que o nao era, e se
notasse bem, como he que se quera d*r boma pensa
por esta Cmara que be toda comporta deeraprega-
dos pblicos dos quaes muitos fora en.pregados por
*aa mesma Regencia que *e pretende recompensar !..
Que era pois preciso que a Cmara procedase com
madqresa ueste negocio ; que sim se deveria dar hu-
ma pensa, e, a ser posMvel boma pensa anda
maiar, mas que esta pensa deveia virantes decre-
tada pelo Governo, porque esta va certoque seassim
tivf**! vindona teria soTVido tanta opposica ; que
immente a resolucao nao deve ser discutida, deve
fiear aoiadn, porm se fr discutid, deve ser regei-
tadn. O Hostia Ueputado depois de ter respondi-
do sos argumentos de alguns Deputados, conciuio
declarando que lem de votar contra a resolucao j mas
que a ella pausar, votar enia pellas emendas do
Senhor Vasconcellos e do Senhor Maciel Moniei-
ro.
OSnr. Bodrigues Torres respondau a algumas
observacea do Sur. Coinelio Franca, cuja respos-
ta foi contestada por .ste Diputado,
OSnr. Alvares Machadodemonstrou que se pre-
tenda alongar a discussa, continuando se desta ma-
neira, ale que ebegue do Senado o ornamento, e logo
t|U eilv'chvgue, pedir se a urgencia para se tratar
delle, e nao se volar sobre esta resolucao; que leudo
pois tomado alguns apontamentos e pedido a pala
vra para responder s observaces que se tem feilo,
elle Deputado renunciava da palavra que havia pe-
dido s para que esta discussa se nao abmgasse
mais, emesmo porque quera votar pela resolucao, e
pedia aos seus companheiros que nao res'pondessTn s
objecces que *se fizesseui, afm de se votar sobre a
mateiia.
Tosa a resolucao de Snr. Odorico Mendes vo-
taga ale! as palavras-pensa annual,foi sppro-
vada.
Asegunda parte da resolucao nao passoo.
A emenda do Senhor Figueira de Mello, para que
a pensa seja de dona cotilos de reis, foi regeitu-
da.
A emenda do Snr. Paula Araujo que declara que
a pensio do Snr. Lima seja de quatro contos, foi ap-
provada por 38 votos contra a6.
As emendas dosSnrs. Barboza Cordeiro e Fernn-
des da Silvejra fora piejudicadas ; e foi rrgei (aria
a emenda do Seuhor Vasconcellos, bem como huma
emenda do Snr. Carnero Lea, sendo approvada
outra deste mesmo Senhor Deputado que autorisa
o Governo a conceder ao ex Begente o Senhor Joze
da Costa Carvalho a Gram Cruz da Ordem do Cru-
zeiro.
Dando se por concluida a discussa, o Snr. Sehas-
tia do Reg propoz que sobra a adopca bouves.se
votaran nominal, e as*im se vencen.
A Resolucao passou Commissa de Redact com
a emenda approvada.
O Sur. Srlwslia doBpgo mandou mesa huma
declaraca de voto, de ha ver votado contra a reso-
lucao, e todas as emendas.
O Snr. Francisco do Bego pedio a urgencia para
que se lesse huma resolucao sua autorisando o Go-
verno a conceder adiara de500 reis s viuvas dos
que morrerauu fora mutilados na guerra de Pa-
nelas, Jacuipe, etc. cuja\ urgencia sendo apoiada e
discutida foi approvada; em consequenca julgou-se
objecto de deliberaca a resolucao.
O Presidente deu para ordem do da i8aconti-
nuaca da materia dada as sesses anteriores, e le-
vautou a de boje pelas duas horas da tarde.
INTERIOR.
ARTIGO COMMNICADO.
JLFO Jornal do Commercio n.# a, que transcreve
hum artigo do Continenttsta, peridico exaltado do
Rio Grande doSul, se copia o seguinteparagrapho :
Rio-Grandenses livres, he preciso preparar-vos pa-
ra, unidos e firmes, sustentardes a grande ofjra que
haveis corajosamente comecado no dia 2o de Setem-
bro : vede que o Gabinetedo Rio de Janeiro j envi-
ou com mania para presidir-vos huma creatura sua,
que deve vir munida de ordens crueis e sanguinarias,
e bem como leaft furibundo, s anhela empossar-.,e
da cadeira presidencial para arremecar-se tobre os pa-
triotas que empreheudra a gloriosa revoluca de
2o de Setembro, e dilacera-los com suas garras e
denles ; e bem longe de consentir-des na posse desse
homem, que o Gabinetedo Rio de Janeiro escolheu
para vi* pe seguir, como he consUnte, reun-vas ao
MUTILADO
Ol.nda^Todo.oadiaaaomeio di.
C.o ana. Alhandra. Paraiba. Villa d C a
r. Real de S. Ja. Brej d'Arei. n?*? MI?,KPe. Pl-
......,,. wi,iii,ir,i. rara ia VIIh a., n
ar. Real de S. Joao. Brejo dAeia u^f t""*"*.
Souza Cidade do Natal, ViHa de G.'.i "'"' Pombal- N >-
"">'* v-iaaaeno ata, ViHa de f.. ron">al, Hoin d.
a: Cidade da Fortaleza. V," as do"'.""'n^' N'0* < PriiM.
Aracau Clavel. Cani.id. Gra,,ia ?"''"' Mnt* mor no<
S. Joao do Principe, Sobrar. N.vaRilt P ,lrii' S* B"nardoa
achodoaaiiKue. Santo An.o, 2" j.J' J,^'0. I M atbeu,.
contrario aos benemritos Coronis Bento Goncalves
Bento Manoel. Ol.veira O. tiz, e mais patriotas nue
vos conduzra ao campo da honra, os qu Revena
desconfiar de quaesquer prome.tmenlos daT.arllZ
traidor Gabinete do Bio de Janeiro, fendo emvLtao
engao e tra.ca praticados com pinlo IVIadlk. de
prximo com Vinagre no Pa. : e com o Tforo
coragem que devem animar os peitos de Ame ka no
hvres, s^.va, vossas pes,oas, vossas familas^vosso,
bens, vossas propr,edades, e vossa pat.a firando
convencidos queso tendes douS caminL a'segu r, a
da gloria eo da escravid. : Escolhei. *
noeam7de KkT^ Cons,it"c"' desmoro,
no em 7 de Abril, obre su*s ruinas, e amulando-
se os ft-agmemos d alguns ^ ^ J *
hum ?TTr .bMRtv-6 a r**1*iiar> Projectou-se
hum novo edifico Nacional sob o titulo do, .no*, l
pittmesoo de Mon^a Federaba: ^anTque
orh h',amT Tf na *"li*a> e "a "rJu-
j'Bcf, easas complicada org.nisaca poltica. O
Bra.il, que apenas podia arremedear as nstitaices
menos compras da Inglalerra, e da Franca! Erl
gueo-se o momento t.abalbado pressa mas nao
pode tomar nunca a devida prespectiva, e o que
rnaishe ,,em firmar-se sobre huma base duradoura.
k, ou Tosse ir.egularidade das partes componeiitea,
ou b-se impropnedade do terreno, descobrio-se a
necessid.de de hum novo retoque, cobeceo-se a pre-
cisadetornarasimpl.ficaromodello por causada
confusa archUetura, que o desfigura: mas duvida
muitos ceder da sua parte da obra, e nenhumquec
consentir em decepar-se o peda?o da construcca,
extica, que Ihe pe, i en ce. Urge po.em o eminente
perigo, e o collosso mal-seguro, ameaca desmoronar,
se, eesmigalhardechofrenas osarchiletos, como
tambemos espectadores: oarj parece ferido pelos
balancea do edificio ; parece, que j ressa o baque,
a semehanca do estampido dos eu.os j ludo anuncia
prestes a fatal queda. Os planistas, e obreiros pre-
tendere com frgil ma soster o monumento, questi-
onandoao roesmo lempo entre si, sobre quem deve
reeair a responsab.I.dade dos erros peanle o Mundo
civil.sa.to. Bece inteira sobre todos nos: recae nos
que t6 desassizadamenle o comtruira, como nos
que reconhec-ndo desde muito, que se erra va, que o
capnxo, e a fantasa presedias medidas adoptadas,
consenlira calados, e quedos, que se eleva-ae o pe-
rigoso collosso sobre suas cabecas.
Notem todos quantos leem : na he isto huma
proposica areamente avancada, he doulrina cr-
tenle n. peridicos do partido do Governo, os do
mesmo Governo, taescomoo Correio Oficial, o Flu-
minense, a Aurora, o novo Pharol Paulialino, o Jor-
nal do Commei ci &c. &c, lodos sao unnimes em
dizer-nos, que as instiluices dadas ao Brasil exor-
bita sua forca poltica. Mas se as instituiees, co-
mo demonstraem voz unissona os melhores Escripto-
res do Partido arbitro dos destinos patrios, esta em
grao sublimado^ coropleica do Brasil, nao se pode
perdoar aos Directores d-sse Partido, nem ha com
que desculpal-os, pela sua indiscreta, e at covarde
condescendencia com o Partido republico-TUsgueiro;
pois que estas instituiees incomportaveis, nao fora
maisem seu principio, do que transigencias anti-
constitucionaes, com esse Partido ineflectido, desor-
garusarJor, e anti- Bfasileit). E como inculcar

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DIARIO DR PERNAMIiUCO

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contrario? Pois ser agora o Brasil diverso lo
que era lia dous anuos e precisara que os Tartos com-
provassem, o qu. a ufl xa devia sobre os dd. s lo-
cis irr previno ? Era preciso, que o Rio Grande, e
o Para, lizessem evidente, por sernas de lndibt jo e de
li.uior, por inei.) do arcabuz e de plnnloadas,
(oh infamia !) que a amplitude exigida para as
acuidades Provinciaes, na5ea mais, do que huiil
degio, liutna p.-rt. para entrar se na absoluta emnn-
tioacodas i'iovinrias ? Nada disto s descnnheria,
nfm po lia ser oculto ; qnalquer Micp o presenta ;
mas no intuito Je amaciar hum pitiJo, pouro rea-
pillador das regias do decente, t.i ambu io-o, romo
perlinaz, comprometieras a inl.g idade do Imperio.
Porque: ou os.direitos Muges'uticos saS 'rero, eos
elementos Federares rao tomando o incremento do
i'ar, do Rio Grande, ou do No; le America; ou
ce ver.-a, quando soore o 'J'hrono luim braco varo-
nil manejar o septro. De todas as forma* foi com-
prometiera diguidade Brasilea, cxpoudu lepelidas
tempestades a Lei fundamental da Naca. S.<6 agras
de oirvir eslas verdades, mas rumpro dZe-ls, para
que os T vos reoonbees sem s atavos da lisonja o
quadro funesto de sua posicao. Lenge e,,j e.te dis-
curso de menos ahar o Acto Adirci mal-, pPlo contra-
rio: entends-nos, quem nos le: as noasaTReferlmas,
na8 obelante seus reconheridos defeilos ganhawa
consisten, ia, tomaiia buin carcter de e-tab'-lidade
sefossem mais huma rerdadeira precisan politca, do
que huma cpneepca o Partido deniocrat,# fomo to-
dos saber, e vira. Elle aIcanSou% n.,5 paraiaen.
tificar-se cornea porca MortarcIijM; que ahi resta,
nas sim para por ineio das Ref0rmas camm|,ai. aoSPU
fia: nunca elle foi hypocnta, lllJnra occu|,u MIM
intencoes: na5 sem custo o "untivera, a despeito
da sus doutunade = ;ae ja. Alcancen o triunfo
dessa poltica, que so cura rio, nPgoo09 do momen.
to, eso ve a su per fice dos objectos entretanto elle
tem aberlo sus.ceijeira no Par8t no RIo Grai|(1. e
, a escalfe nso pode limitar-*. ,es do|18 |os Q
proselyH^o, que tena g.nh0 as nutras Provincia.
os movimentos revoluciona. 0ij aquellas, romprva6
esta assercao j comprob, que meis meddas em
poltica sao leinqdtos pal.a:ivos de nenmjm V(l[(o
Nmguem duv.dara (diz o e, udit0 SthmsUe PinJieUo
a respeito (Jesle ob,ec_to) qUe corre mals ^
sa publ.ee nasdopcao de huma m ,rfo,ma, do que
nauecisao, lacilmente reii.etarel do ., =
' cuaciavei, ae que se se nao
pi ecisa de rejoi ina.....#
Ora ja o Bras-1 v con, espanl0) e ;nirRnaC83 s8n.
Clonada pela Assemble. legislativa doR. G. do Sul,
aviolacao da Le Fundamental, n. rasosta qua en-
deresson ao Vice P,eS,dente sobre os anarqu,
, eessos do da %Q> deSet,,mb,.0 p. p. e dps(a flr, n
e tipiando a venficar-se. o vaticinio apncadoda Fian-
ca dequeoeStr.nguUr.5, assim como a elU, plu-
ralid.de da, Assemb|e8!l, Siro, 0 proreder d ]U
Assembleao verifica P,|a deu ,,um Wntido positivo
aeXpressao do V,ce Presidente, qe a respeilo do
GovcrnoCentral furmava nicamente huma hvpo-
lh.se/ Quanto sen. moslrou superior em espirito
subversivo Aainda mais : aquella Assemb'ea acS..
gtira su.r piotefa5, tuas meddas a favor de lo(Jo<
os individuos, que em consequencia da Le, deves-
sem recelar por su, seguranca.-foss^m qnaes fossem
asopimoes v faqtJt, que Ibes pnssaS ser atlribui-
dos -Lio quer dZer : Sern plenamente, seguros
protegidos, e.nv.ulaveis, osMroes, os verdugos das
vergajhadd, os assaeinoa, que no meio da revoluco
saenficarao nssa8 victima,!!; Annivelaiio-se aos
horrores do 'lenorismo Francs! Nao h mais. que
. desejar, nein que exceden : e^premeo-se sobre o p-
i, Ma a esponja moldada o fel da anarqua He
rio Pan, edo R.. doSul, duas Provincias lmitro-
fesdaLx Amrica Hespanbola, que avanca so cen-
tro do Imperioadevastaco, a ili-soluco, eamm-te.
Seo grito marcial beSeparadoG. ande Dos f Que
ie,ta ao Brasil ? H- lempo, he lempo de uuirem-ae
todos os bons, todos os que lem, que perder, para
reduzr a p.bita dos seu* deve.es, e posices soci-
n aes, os malfoitore os turbulentos... (mxima de hum
nosso lllustre Escriptor.)
O perjurio do Re Constuico da Nato, exi-
ge ns.stencia da Naci. Principio de eterna
verdade consagrado pelo Fundador do imperio, em
huma sua proclamacio : Esse que assim ine-mo fize-
rio auspeito deattentar contra a Consliluico, e per-
deo a aura Nacional .' E qual ser o sorte daquelles,
que no Para. uoR.G., em todo o Brazil maisou me-
nos, apunbajio, assa-.sino repel.las vezes a Consti
luicio, anidadedo Imperio, a Religio, oThron,
honra, propriedade, a vida dos Cidados, nao
respailando nein a innocencia, nem o S.inctoario ?
Que sorte ..s espera? HUMA AMNISTA. Segun-
do se It- nos Jornaes ja fui huma para oR. G., e se
tambero nao foi decretada para o Para, pomos mei-
o e tein posto para o chamar urden, que vale o
ouesmo, on he pior. Entretanto, habilitados os ini-
migos da Unio a tirar vanlagem pelo engodo da sna
grande, e perniciosa arma, que %e # anivelamenlo
social, a iidependenci. das Provincias, Ac adquirem
asuperioridade do nanjero, ib? que todo o hornera
sensato no fundo doseucoraqo receia, e treme.
Cabe aqui o dito do Ulustie Deputt.lo H. Cavalcan-
ti :Nunca nos vimos em maior ronfutio
Nolavel coincidencia na linguagem de Eduardo
Ang-lim, e do Redactor do Ccmtiiienlista Cerneas
a hvpocrisii de BentoGongalves, edo Vinagre! Quem
ignora hoje em dia e mnita revolucionaria, quem
cr-, que se liento Goncalyea nfio. estivesse concorde
nossentim. ntos do Continenlista, este, que be ua
crealura, e eu apol.gsla> nSo ou.aria pro. lmar a
independencia da Provtnria, a de,peilo da opfnio
doLhee a RevoluciorMle preciso pois combate.- a
(ouiin.a do Continentisla, nao como o desejo atro-
aaor d.hum anarq,la js0|adOi P sem influenci,
, i# '"orno bum orgo, como o vdela do parli-
1090. Tassenios pois a refular o rharlatio cm
OUJ; Palavras. '
A Fedcracio, (diz elle) islo hp, o Gverno Fed-
ralivo, lie o nico capaz de fazer a felicidade da
t rnvincia do Rio Grn;le. assim como lem feilo a
do Norte America Src. Ve &c.
UExemplo dos Estados Unido* he o arenmento
mimoso dos desordeiros de toda America ; mas no5
advertem, que cxrmplos, s6, pela mor parte mui
engaosos argumentos, ou antes, sophisraa*. que na-
da proveo. Os Americanos do Norte era6 Inglezes
bem educado.*, com bonscnslumes, simples, p-ibr?4,
a mieos do trabalho, indilTerentes s honraras da
coi te, .'em Inxo, e desde a sua origem, livre*. ave-
zados s formas da liberdade, e sobre ludo unidos en-
tre si; de sorte que a sua Independencia da Metrpo-
li foi somente huma revolugaS de facto, eom o pe-
queo adminiculo de nnvos principios ; tinhi entre
os seus chefes verdad'r* sabios, e bons mililarcs :
ser esse o caso do pobre Rio Grande do Sul ? Nin-
guemodirA. Desenganai-vns, Pvos faccinads por
doutrjnas subvercivas, e snperficae.s, huma revolu-
C,o de principios pode proceder de hum espirito
publico Iluminado, dos resultados de homa con ve
niente educaca, e tendo por base a justa necessida-
de. Ser este (tornamos a repetti.) o caso do a tdo Rio Grande, do roubad e assassinsdo Para ?
Miseria I Estas sedieces exs'em com os seu* meibs,
por que sao cnmmettidas no Rrar.il. onde o Governo
nao tem forca. Ouvi p(r ultimo a Ro-sean, ao mes-
tredasrevolueea Que faieis, insensatas ? (dizia
aos Polacos) Queris ser b'vres, e queris ser indepen-
denles, quando eslaes taS mal preparado* para o
ser ?
Nao pode ser, nemoR. G., nem o P.r podem
P'Ogredir as intences, que inculca desorientados
escrevinhadores: os Asse'a* da nsurreicaO, s5 vam-
piros, que ligeiroa seuir6 a sorte dos Marchis, dos
Vinagres, eoutros de redicula raomnrlatura. He
hum curso de anarqua, cujo periodo nao pode ser
extenso ; mas he preciso e-tar alerta, e aprecalado :
< He lempo de unirem se todos os bon*. lodos o que
lem que perder, pra redutir rbita dos seuS
deveres, e posones sociaes, os malfeitore.*, ostur-
blenlos. pertndho.
DIVERSBS REPARTICOENS-.
I.
PROMOTORIA.
Li..** Snr. Queira V. S. partecipar-me qnaes os
motivos, que leve para nio fasar a revisio da lista dos
Jurados no da i." de Janeiro conforme manda a Lci
massim no da 25 ; eprovar-me enlo o nio ter ha-
vido ommisso e negligencia da sua paite. Sei por
ver a lisia com data de 25 no Diario N.B a8.
Dos Guarde a V. S. por mui tos anuos. Recife 6
de Fevereiro i836. Ao III." Snr. Jui de Paz do
3. Dislricto da Madre Dos. Dr. Elias Coelho Cin-
tra, Promotor Publico.
Illm. Sr. Tendo-se-me dito que V. S.
officiar no da 5 do coi rente aos Juizes de paz orde-
nando-Ihes a prsa de lodos os Carpinteros, exijo
a hem do Servico Publico, que V. S. me partecipe
qual a causa, e a legalidadfl de tal ordem.
Dos Guarde a V. S. por mu tos annos. Recife 8
de Fevereiro de i83G. Ilbn. Sr. Dontor Jui/.de
ii cito Chefe de Polica.
? Dr. Elias CUio Cintra,
Promotor Publico.
jlizo'de PAZ do I.* DKSTRICTO docolcf.oio.
MLl.- e Ex.-" Snr. N* ronda, que ontem a nou- .
te liz, desle Districto ; prend, e n colhi no quai tel
Vd Polica paraattniUieni praca,, a Marros Ferreirn
p.irdo so!tero e a Joze Cyriaco bianc tambem sol-
teiro: conhego a.vsas este ultimo ; j foi soldado do
Corpo de Arlilheria desta rrovincia ; d^ qual dando
baixa nio sei porque, em vez de dar-se a algum gene-
ro de trabi de quem neuhum c;no in, vite em conlinuos pago-
des, e seienalos, e de j'ogar nos boteqnins aoude mo-
ra, e de fazer lalvez colisas peores; pelo que parece-
me que ninguetn melhor do querll.- est nos termos de
ser recrutadopara n Pai.
Dos Guarde a V. Ex. i. Districto de Paz do
CollegioS deFeveieiio i836. III." e Ex."0 Sur.
Francisco de Paula Caval.onti de Albuqucrque, Fre-
zidenteda Pioyincia. Joze Tava.esGomes da Fon-
cera, Jliis de Pa/ do Colle^io.
II.'." Sur. Tendo decomecar o alistainento
dos G. N. desta Preguesia, deque trata o Art. 16 da
Ley de 18 de Agoto de 183 i; convido a V. S. ; orno
Eleitor mais votado della pararoinpor oCouselho de
quliiicaciodc que tracla o Art. %\ da mesma Lev, o
qual se hade inotauraf no (lia iO do wrrente por as 4
horas da l..rde, na casa da Cmara Mimickial desta
Cidade. E espero do reconheeido patriotismo de V,
S. ; que nfo deixar de roncorrer mais e-la vez para
o servido pub'ico, que sempre tem sido objecto dos -
seus desvelos.
Dos Guarde a V. S. i > Dislricto do Collegio 5
de Fevereiro 1836. III."0 Snr. Antonio Joaquini
de Mello. Joze Tarare* Gomes da Fonseca, Juis
de Paz do i.* Dist rielo do Collegio.
De igual tlieor a os do mais E.'eilores.
EDITA ES.
A Cmara Municipal deba Cidade do Recife em vir-
tude da Ley.
M. Ac saber a quem b conhecimeiito desle pertencer,
que segundo as iuformacoeiis colindas sobre o pre-so
porque act ualmeu'e se est vendendo a agoardenle fa-
bricada no Paiz, t'-nho laxado o de 3ao rs. por cana-
da, para sobre esla bate poder-se arrecadar os direitoi
de ao por cento daquella que se consom no mesmo,
na forma do Reglamelo actualmente em vigor. Da-
do e passado oesta Cidade do Recife em A de Fevereiro
de 1836. Fu Jnze T*vares Guies da Fouceca, Se-
cietario o escrevi.
Thomaz Joze da Silva G osmio. P.
Antonio Luiz de Souza.
F.ancisc vlamede de Almeida.
Antonio Gomes Pessoa.
Joaquim J*>ze de Miranda.
Antonio Joio da Ressurreiro Silva.
ML AnTiciPO a quem convier, que neuhum despa-
cho relativo a obj.-cios d'Academia dart-i na casa de
minhs residencia ; porem sim na Secretaria da mesma
emeonformidade dos Estatutos Ar'. 3. do Cap. ao ; e
ease;. despachos tero lugar en; todas os dias ulei.
O'.tro sim todos os Reqnerimenios, e papis, que di-
gao ns(,eito a Academia, serio laucados na Caixa, que
exisle na mesma Sectetaria.
Secreta, ia d'AcS/irmia Jurdica de Olinda 5 de Fe-
rertftbde 1836. >
Minel do Sacramento Lopes Gama.
Director Interino.
1"1 A vendo espira Jo a 3l do mez p. p. o prazo do
Concurso para r Si/listituigo da Cadeira de Latim do
Colegio das Artes ; participo a quem convier, queem
vii lude dos Estados Art. i." c. 3.* Cap. 2.0 tenho mar-
cado o dia 20 do corrente para osexames do Concur-
so, que principiarn s 9 huas da manb na sala dos
Actos da Academia1. Epara que chegue ao conheci-
mento de todos fiz rste, que mandei afxar nos luga-
res docostiiuie, elimp. imn- as Folhs Publicas.
Secretaria d'Aoademia Jurdica de'Olinda 6 de Fe-
vereiro de 185G.
Miguel do Sacramento Lopes Gama.
Director Interino.
Jernimo Joz. Fen. ira Juiz de Paz do i. Destriclo
do pilar, Freguezia de Sao Pedro Gonsalves do
Recife &c.
JF A z saber que no da 11 do corrente mez lera prin-
cipio o Conselho de qualilicaca na Cpela do Sr. Bom
Jezus das Portas, as pessoas que liverem de requerer
ao mesmo ConselhlocomparefaS no lugar indicado as
9 horas do dia.
Recife i." Deslriito do Pillar 8 de Fevereiro de
1836.
Jernimo Joze Ftireira.
MUTILADO



I
"1
DIARIO DE PKRNA.NHiUCO.
.
Rendiroento da Meza de Diversas Rendas do roe* de
Janeiro de 1836 : a saber.
.IPlzrrao doassucor desta Provincia 4a:^7,U38o
Dito do Algodada Jila......... n:o59Ui49
Dito de miuca*. ............... 5a5Ua5
Meiopor % dos A-signados.....----- 5i6U8a5
Sello os documentos dos Passapor-
tes e Despachos............... a8U96o
Dii cilos de 2o por % da Agoai denle
do Consumo.................. 4U48u
Dito de a por "/ de Kxportaca. ... i3:i5i L'267
Imposto de 5o m. por romo....... ia7U8oo
Dito de 6 > rs. por mnneas e peio
das sacras de Algoda.......... i9lU5ao
('outribuieeO de loo is. por sacra de
dito......................... 147Uaoo
, Dilo de 20 rs. por couro evuque-
la.......................... 1 8U4a.
Impostoaoniil d. CuntribiiteaS de i,5oo rs. por des-
carga dos Navios.............. 3lU5oo
Auceragem.................... i'386Ul lo
Farol.......................... 398C9i5
Impo .tu da Sao d............... fUooo
Emolumentos de dita............ ao5Uooo
JJireitos depositados, que cxceder*o
il'anno...................... 21U740
Recita de Diversas Provincias.
Dilimo do A.-sucar das Alagoas. ... i 1:66aUo64
Dito meio por "/ dos Asignados do
dito......................... 9C558
Di/imo do Algod5 da Paraiba..... 37oU4*7
Dito do Rio Grande do Norte...... 3aU74a
Mein por % dos Assi^nados de dilo. 5U368
Dizimo do Ali'oda do Oar...... 3o3U7g4
' 75:42GUa97
O Administrador
Miguel Arcan jo Monteiro.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paula he a mesma do N.' 23.
COHRKIO.
O
BiigQ Espirito Sanio Especulador sai para Lis-
boa no dia 15 do coi oen te.
.....________
EXTERIOR.
MADRID 16 DE NOVrMBRO.
Scss&o Real.
E:
jS'ii: iiilii essante cli.i, fui hum dos de maior alegra
e satisfaga", de que teta gozado esta Capital. A Rai-
nha goveruadora, os Miembros do du* Estamentos, eo
povo, tudos dedo ve/.iveia deosonstraces de conteii-
tamenlo.
Logo pela manhi, adentradas pai a M, galleras da
Cmara dos Piocuradores, estavio cheias de homens,
no maior as.-cio, e de Smhoras da primeira 01 dem, to-
dos anciozos por ubler logar, a (im de verem che:ara
Ranilla; porcm as galleras sendo pquenas, rouii...s
pessoas foro obrigadas a rtlirar-se por falta de lo-
gar.
Asriiasproximasao Palacio do Estamento dos P\-
curadores, sendo das prncipaes desta Capital, ata-
vo magnficamente decoradas, para a ) -assagern da
Raiuha. As a oras da tarde, S. M. sabio do P-.lacio,
em hum magnitico coxe, puehado por oito snberfcqs
cavallos blancos pintados, e ricamente ajaezados, pre
cedida pelo Infante D. Francisco, e sua espua, a In-
fanta D. Carlota, e seguida do coi tejo uz^do em se-
nielhatites occazies, e a competente goardi &c. O
tempo eslava excellente, posto que f. io. T das as ja-
ne I hs das roas por onde passou ocortejo,estavio a pi-
ntadas de Senhoras. O cortejo marebava de vagar.
Huma salva Real de ai tiros, ha vendo anunciado a sua
sahida do Palacio, >rand< alioowi se fnanifeston no
Eslamento dos Procuradores. Os Diplmateos to-
inaio a'osento na Tiihuiw que Ihes eslava destnala.
OEmhaixador Francs, <> sua e-poza e filba ; o Ea>-
haixador Iuglez; e Ministro d- s Estados Uni-los, VJ".
Vannes osdefcuecia, Dinamarca, Portugal, Bl-
gica, tiobem estavio prezentes. Os membros do Esta-
mento do* Proceres, ostavio asentados nos bancos
direita do Throno, e os Procuradores a esquerda. Ca-
da huma das Cmaras nomeario huma Deputacio de
12 membros, para hirem receber a Rainho. As 2
horas e roeia cnlrou na Salla S. M., e foi recebda
rom grandes appfauzos, v r<-pi 1 idos vivas; e ha vendo
l Real Caza, e doa & us Miniados, S. M. ordenon aos
Proceres, e Procuradorea, qne >esentassem. O pri-
meiio Minino. oSni. Mendicabal, pos as mios de
S. M. a R'-. ra fccguinle.
Illusires procens, c Snrs. Piocurodwies do Rei-
no. A v-s.a reuniio ero Cortes, hesempre cara ao
%jeu cora cao: deJIa espero, que, d* ocordo eom o Co-
vernodc minha Augusleillha, deliberis aobre nego-
cios do mais alto interesse para a Nacao, e para o Es-
tado, e que abiois huma nova era de patriotismo, e
de n-< om i.-ili.. O meu cor.uao se ene he de prjiwr
rpiard contempla na lealdade, e bom aenso do p >vo
Hespanhol, eronrebe por uso bem fundadas,e.spe an-
cas, deque finalizars em breve tempo, pelos sacre-
fi< i< s dcsla grande Nago, a calamiiiade* da guerra
civil. E11 ici.hogiande.sati-facao ftu agraderervos ns
bous sentimeoios. que ten des manifestado Mai del-
r.ih- a.*, e Riinha Govcrnadora de Hespanba.
Eu terho depozitodo a minha confia ruja nosVeus
Minisl'os; o- (|oa>s ten tiobem merecido a confian-
za .i Naci. ? os Representantes da Monarchia Hes-
panhola, que nesie momento cerco o Throno de mi-
nba querida filba, coadjuvarem o Governo. Eu es-
pero, &em ovo* im prestimos, 011 augmento de im-
posto*, ter mi filien l es recursos, mo to para terminar
a guerra com os faceiozos, mas tiobem para prover
suiicienti mente a ootras i>hrig^5cS do Estado, mi-
Ihorar a surte dos credmea Nacioiiaes, e Eslrangeiroi,
e firmar o endito publico em bases solidas.
O; Soberanos qu% aao'nario o tratado da quadrupla
allianca, rontinuio a dar-me repetidas provas de sua
adherencia aos principios que o meu governo julgou
proprios para sustentar e defender a sagrada eauza
ero que estamos empenbado*. Em consequencia do
ditotratado, minha Augusta filba hedevednr de ro-
pioza asistencia em armas e municSes, para sustentar
osen Throno, aom-u Augusto ailiadooRei daGram
Bretauha ; <> qnal authoi tzou os seos Subditos a pegar
em armas em defeca da me-ma. I^ual considerado
memereceS. [VI. o Rei dos Franceses, meu Augusto
To, oqualauthorisou a remossio das coalas d'Afrira
para a Catalunba, da LegiloEtlrangeira, a qual t prestado a nov-a cauza mu relevantes servico-, Eu
epero igual resultado da coneorrenciados 10:000 Por-
tiquetes, segundo a convencifeita com S. M. F. ,
minha muito querida Prima, cujas tropas, em con-
sequeniia da dita convenci, ja com cario a entrar no
nosso ten it; ri<>. S. \I. o Imperador do Brai, os Re
i.s de Dinamarca, de Suecia. da Blgica, e da Grecia,
e a Repubhr.idos Estados Unidosd'America do Norte,
prezerveiio na i e-mu uniio e amizade, que nos lio
bem Ihe profe-samos. As nossas relacSes com ns de
inaiM l'otenrias, lo conformes com a linha de poltica
de sensGove no*, digoidade, e independencia da Na-
ci llespanbolo.
A fedrtidade dovalenteExarcito da minha Augusta
Giba, esi suficent-merite provada as alternativas da
cruel guerra no norte, ea sua constante adherencia
cauza da Nado, he bem conhecida ; e ba tara dizer,
que elle tem >u-lentado o renome do Exercito Ilespa-
lihul..... A urgente nece-sidade de acabar promp-
ta mente a gea civil, he cauza d'elle s-r aumentado
alm dos seus hmiles ordinarios; acojo augmento,
ajuotandoa* f-reas auxiliares Estrangeiras, cojo va-
lor e i)e>cipna est assai provado; nos dio bem fun-
da as persogas, que ella nio ser de l< nga duia-
c.....
A continuado da falla, que anda ha, assaz longa,
conte'm d versos regulanienlos e planos, de peculiar
interesse do Reino &o.
(The Times.)
rublicaces pedido.
J.Llm. Sis, Accusoa receppaS do Officio que
Vt. S, me dirijirsS com dacta de 18 do corrente ao
dual acv:ompanhou a quantia de setenta e tres mil tre-
Mntos e oitenia reis era moeda da prata pelo valor
por que recebida as EstacSes Publicas; cominua-
favor das de-gracadas victimas da anarchia na Pro-
vincia do Para.
Dos Guarde a Vv. Ss. Thesouraria de Pernam-
buco2*de Janeiro de 1836. lilas. Srs. Mem
oros do Corrimissa Encarregada de Promover a
pbscrcaft na Cidade d'Olinda a fiVor dos deagracados
Paraenses. Domingo* Affbnco Neri Ferreira.
_ Iilm. Sr. O Sr. Jote dos Santos Pinheiro,
que de muito grado qui encarregar-se da arrecada*
ca6 dasass'gnluras, que os Membros da CoramissaS
abaivo assiguadoH tcm podido oblar nejta Cidade, a
1 8

seo Termo beneficio das Familias Paraenses redu-
cidas indigencia pela anarqua, vai por parte da
mesma CotamssaS entregar a V. S. o producto do
resto das assignatiras constantes da reiaca inclusa,
s quites se referir a mesma Commissaa em sea offi-
cio de 81 de Novembro'do nno prximo passado i|
V. S. euderessado, eque pelo valor corrente da mo-
edadep.ata, em qe fors pagua., importa'8 em
Mfyvfn rs. Se Iguma consa m dar, a Commissad n.. se descuidar de fazer a com-
petente remessa.
Deus Guarde a V. 5. rouilo.s anuos. Oloda ig
de Janeiro de 1836. Ilhn. Sr. Domingos Al-
fonso Neri Ferreira, Thesoureii o da Sociedade Be-
neficente. Doutor Lourenco Trigo de Loureiro,
Dontoi Piedio Autran da Malta e Albuquerque, Dou-
tor Jai-8 Capristano Bandeira de Mello.
Matioel da Molla Slveira.....,........ ^$000
Joze Justino Fernandes Souza........... $000
Conego Ignacio Las de Mello........... 4$000
Padre Joab Machado Freir............ 4$000
Luis J-j*e Goncaga.................... i^OOO
Joze Ignacio Xavier................... 6^400
Conego Joze Rebello Pereira Torres..... 6&400
Jote Candido Gomes da Silva Berfort.. ... G^iOOO
Monoel Joaquim de Mendonca.......... 20^000
A. I. A. S. J....................... 6$000
Casimiro Jote de Moraes............... 5^760
J. J. Serpa......................... 7&i00
Joze^Manoel da Vasconcellos........... $960
Manuel Pereira Brandad................ I$ Francisco de Paula Nuncs......,....... $320
Caetano Duarle Pereira..............:. 1$000
Boaventura de Mello Castello Kranco..... *i0$000
Joaquim Joze Pereira................. $960
Alexandre Joze Dornellas..... i........ i$000
Joze Antonio Do mellas............... $800
-^
Rs. 89$240 ,
O
AVJZOS PAKTICULARES.
O Estudanle Bertdq. coaapanlieiro do Lenta de
Geometra do Collegio das Artes da Cidade de Olinda,
tem agranda satisfado da annunciar ae respeitavei
publico, que tem deseoberto um'novo methodo de ex-
plicar Arithmetca, e Geometra lio nteligivelmente,
que gs pessoas de alguma habilidad'- podem facer ex-
ame da dita materia depois da 20 Iic6es; e mesmo
se propoa apromptar para exame em 00 mez aquel-
las pessoas, que se deaejio 'matricular, por isso fas o
presente annoncio; quem se qwiser aproveitar do seo
prestimo dirja-sea casa dosobredito Lente.
*ry Oabaixo assignado vendo em o Diario de
Sal>bado6do correnta o lOSOOavien de Mara Joaqui-
na de Moura em que declara que nio podemos ven*
der o predio que nos tocou em partilha por falesci-
mento de meu sogro Francisco Vicente Vallim, por
ter pedido vista para emb>rgos partilha em que se
queixa ser urna njustiea ter-nos tocodo o dilo pre-
dio, teubo a dizer-lha que jamis podia uzar desemi-
ihanfe fiaze, ou pretexto,porque una manifesta ca-
lumnia, paraassroabncanhar a honra e prohidade do
Illm. Snr. Juiz de Orfios e uiiicipnl, que jamis se
deixa illudir pureinpenhus, ou utitra qualquercousa,
que nioseja a le, e nio para 6C quexar que foi in-
juslica, porque a partilha foi feita com igualdade, e
foi ouvida e convencida, nio foi prejudicada era sua
meado, foi injustica .- porque queria aquelle pre-
dio, e como Os partidores entenderio que nio deviio
ficar tres herdeiros em um s predio, tendo o cazal
dois : ella pedio que queria lodos os escravos, ouro
prata, cora tudo 6oou, e tamb. m com ontro predio
anda de maior valor para a sua moradia, (cando o
menor com um cont e dozenlosmil reis no dito pre-
dio ; ella como tutora simque se queixa de iojueti-
eaa pois tenho a direr-lhe que quando escrever para
o publico que se funde em mais solidos principios pa-
ra eolio se que xar de injuaticas, mais tinha que Iba
diser em quanio aos bens do faleseido meu sogro, po-
rom 00 tribunal competente di-putare o meu direiso
em quanto a venda do predio de novo anuuncio quao
vendo de commum acord com outroherdeico, -
rantindoa vende emtudoe por ludo firme valiosa,
ficando os dois herdeiros re*po*saveis por qualquar
aedo que a dita iuventariaole tente por em pratica.-
Aaionio Joze Pereira do Lago.
y& Precisa-se da urna prela forra, ou ascrava
para o servioo de urna casa ; aa loja de marcineiro
junto a Igrejadfa Cmaeidudos latares.
yy Precisa-se de 4 pessoaa para trabalharem em
um sitio peitodapraca, cativas ou forras; a* pessoas-
que os ti ver. m, equiserem allugai, ou quem estiver
nestas circunstancias dirija-se a rus do collejji.o IX ^
qae Ibe dir qSem f>s perlende.

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DIARIO OB PRRNAMBCO.

Precsa-se de um hom m para trabalhador
de um silio : que* estiver nei8 firounatancias di-*
rija-se a piaca da Boa-vis Botica D. 10.
^ Na ra di Guia D. 10 aelia.se urna -caria ,pa-
aoSnr. Joio Alemao Gisueiro, vinda do Kngenho
.apierna.
Jga** Pieeisa-se fallar aoSnr. Jos Justino d- Sou-
za Pimentel.para negocio de seo interesse : n* fuj di.
cre.-po D/8.
fcj"*' Alluga-se ompreto, ou prela para o ser vico
de urna rata de pequena/l'aoiilia : na na e.-lreita do
Rosario I). 18 defronte do beco do jneatno nome.
j3P>* Troca se. 80$ leis de cobre marcado, por
prata, ou iodo junto,-ou os pata< 5e, e cora o porta-
dor se fai a o ajuste na roa Dinila venda que fui de
Joze da Penha.
%9 A viuva Luiza Maila da Conceicio rog* ao
Snr. Doutor Juiz doCivel Navarro, que pelo bem da
humanidade (na conrlmio que Ihe for os autos de Li-
belJo civel que Iraz 5. Jos remandes da Ci ui) h^ja
de Itie Pomar couhecimento das firmas que eti-tiern
nos documentos de dito Lib-llo, visto ter a m-sma
viuva de requerer um exacto name perahle o mesuto
Sr. Doulor, tanto de anas firmas, como da firma do
'fabricante,... que nao s as-iguou por si, como por
mais testen has.
frjT Na ma da Aurora, $'.andar do sobrado N-*
10, preciza se d'uma ama Coiu innato e lieui leite,
ii ra ou cativa.
*
pipa, por pieco commodo : no porto das canoas ven-
da dt Imnie do telheiio n. 22.
^av" Vestidos de lil de Jinho do ultimo gusto, e
juntamente pesiocinhos, e meios, lencos de trrz pon-
tas, turto muo superior, e preco commodo : no
Forledo Mallos em casa da Senhora Mara Espanhol.
%^" Assucar branco fino a I 5)9*0 a arroba, e
mesnio em Ibrasa 60 reis, e tamhein se vende assucar
em lascas : na venda da esquinada ra do Rosario D.
i5.
y Uma escrava crila, ja de idade, sabe fazer*
todo servico ifemn* casa, e lava bem de sabio: na
la das Flores D. i5.
^CW Mel de abelha desuperior qualidade, garrafa
440, e cenada 3$aoo : na ra Direita venda D. 29
junio a Joze Leurenco.
HV Um mol. que de 16 a 18 annos, bom co.-i-
nheiro: no paleo de N. S. do Terco venda D. 6.
19 Urna escrava. que lava, engoma, e cosiuha o
diario de uma c, muito fiel, tero vicios, e nem a-
haques: na ra Direita casa n. 55, e na ocaso do
ajuste se dii a rao porqoese vende.
tr^P* Urna preta de i4 a 16 annos, sabe cosinhar
bem, coser liso, e vende na ra, muito ladina e pro-
pria para todo arranjo de urna casa : na Praca do com-
mercio por cima do Botequim de Antonio Lopes, 2.0
anclar.
IVc
FURTO.
Odia 5i de Janeiro p- p. fjurfarlo de urna estri-
bara no Caxang um cavado rajtanho escuro muito
faca, bonita figura bom esquipador, (enfi eia bem, os
dois pez calcados, e (" re se as mos qliando esquina
com algumas reladuras nosquadriz, e nio eslava mu- '
to gordo : quemo pegare troucer a pracnha do Li-
vramento loja D. 20, ter 20$ res de gra ti Reacio.
COMPRAS.
Um felogio de* banca, desconcertado, e'vindn falto
de ulgumas pecas: na Praca da Iudapendencia loja u.
37,:eft8.
%& Umaduzia de cadeiras, eurn canap em bom
Usb, e de gosto sufr vel : annuncie.
roca : u* ra do Viga rio, D. T2, ou annuncie.
XtirJto.
N<
IO armasem de Jos Luiz Gunculves, fu da G>u-
ceicioda Ponte faz-se leilo de 400 raiza de sba<>
por cunta de quem pertencer, no da ri do Correrte.
' yp^ Manoel Joaquim Pedro da Gosta faz leiJio por
corita e risco de quem perienrer de 100 ai 1 oln.- de Ho-
tim da ludia de boa qualidade, no armas 111 do Gaii-
. calo no.pateo d'Alfandega Sabbado 13 do to rente.
J,
VENDAS.
Um eseravo do gento de Angola de 20 a 22
annos, proprio para todo ser vico, tanto na praca, co-
mo no matto: na mesma casa cima.
W*" Um mofeque i4a 15 annos, proprio para
qualquer um ofli. o, ou para ser vico de casa por ter
milita pra 1 ica : na praca da Independencia I ja n. 20.
fca** Urna negra moca, bonita fijara, sem vicios e
nem molestias, cosnha o ordinario, e ensaboa : na
loja decaldereirona ra Nova na esquina que volta
para a emboa do Carino.
kW Uma-preta de naci, sabe cnsnhar o diario
de uma casa e lavar de sabio : em casa de Anacleto Lo-
pes de Santa Anna.
**7 Um globo de vidro para meio de salla, e uma
bal/iiirinhacom caixa eseu competente marco, todo
com pouco uso e plr mdico preco : no paleo da J-
greja de N. S. do T. reo i. andar do sobrado D. 2,
com entrada-pel-boro do Lobato.
W*"-Uina negra de 22 anuos, perfeita engomadei-
r*i cozinha o diario d'uma asa. ecotechi; eoufia
de ao anuos,-qu coze. e cozinha berri, e engoma li-
zo.: no Rectfe, ra da Cruz, N.54.
%^" Partida maior, ou menor de botijoens d'oleo
delmliaca, e tijo||,s maioies do que osdetapam-nto,
chegadosreeenlemented'H llanda: na ra do Vina-
rio, O.12. 9
A.
pe 111
D.3.
lll eseravo homfsirpatero, ecos'fiKero, e proprio
para todo o -ervico : na cidade de Ulinda ra da Boa-
ora rasa n. 30.
IfW Pipas d'Agoardenle de superior qualidade, e
grao : na ra-a D. 3 ao lado da cadeia.
V9* elementos d'AsIronomia para uro da Jovcn-
lude : na praca da Independencia loja 11. 5? e 38.
W Uma espingarda de dois canos, feixes de espo-
leta, edoas camas, uma de vento coro armaco dean-
gico, eoutra demadeira condurtodaembutiila, pro-
pria para casal, e ludo com muilo pouco u-o : na
iprlia do collegio armasem de carne a I".llar com Joze
J7erfeira Ramos, -'que esle dir quem Vende.
fcjjl Sal de Lisboa at 2000 alqueires, medida ve-
!lia : em casa de Viuva Costa & Filbos.
%t^-UmaeScrava de naci |Aog<>lla, idade de 50
annos: na ra do'Amoiim t). a9, de manh al as 9
horas, e de tarde d'uma as 3.
%& Uma escrava de Angola, de 18 a 19 annos,
costaieir, engoma, ensaboa, e cosinlia o diario de
uma casa : em Pora de HurtasD. i72 da paite direita.
fSST* Smenles de Nabos, e couv.-, e de varias orla-
Jices chegadas prximamente de Lisboa, sag da 1 e
2."sorte, e tapioca do Mar.niliio : noamuseindo Ma-
chado ra do Vigarjo n. i4.
Vy -'Trez toriios' em cinco] lvros 'das Ordenaces
do Reino por 16$ reis, 4 tomos do Reporloro das
Oidenatoes i2J) reis,"Paiva e Poma de rplian !< gia
3^ reis, viatica criminal 3$200, collecvio de Leg s-
laco antiga e moderna /f 1 i's, Instituigio de Uirei- t ts.
lo criminal-1 $ res, Traciado das deci oes de Fe'bo
l^reis Tratado das derizes do Senado de Lisboa
tiJ) rea, um Atalas geral em Inglez 4#2J r*i\ 7 voln-
mes de DireKo todos om bdm uzo que sp dio gratis a
quem comprar* os cima na leja de Joze E-leves Van*
Jia na esquina do beco da Congregelo D. 21.
W" Um cavallo castanho|novo, com muito bons
andares : na run da cruz n. 5.
Dois pares de cauteiroj que arrumau joaia
{f3=- Fcrlinhas de porla, de AlgibeflH, e
de Padre, para o prsenle auno de 1836,
por preco commodo, na Praca da Inde-
pendencia, l na roa da Madre de Dos venoa que foi
do'Rezen'de.
ESCRAVOS FGIDOS.
JF Rancisca, naco Angola, porem ntlula-se crila,
estatura baiza, fula, rosto redondo, grossura do cor-
po proporcionada, pe ras giocas, pes largos, moca,
idade de vinle al vinte dois annos; levou vestido de
xila czul j uzado : fgida no da 7 de Fevereiio pe-
las 9 horas da manbi : os aprebendedores levem-na a
ra da cruz por del az do coi po Sanio n. 34.
|r^ Mara Bengulla, idade 18 annos, alta, esees
docorpo, prela bastante, e denles alvos, e largos, pez
grandes; ugio no da i/ de Janeiro de^le crrente
anni-, levando vestido de rucado astil j usado, e pa-
o da oosta, c cuntas asues no pescoco com um cora-
Cio branco, a qual j foi apu hendida em Paratibe pe-
lo Inspector Antonio Alves.Bandeira Campillo, mais
diz eslesugeito que Ihe tornara a fugir pelo que avi-
sa-se ao publico que pessoa algurua negocie dita es-
crava com quem a offencer, e antes pelo contrario
aprehenda, e levem a seo senbor Joaquim Cavalcanle
de Albuqueifiue na ra de Santa Theresa D. 9, ou ao
Eugenho da Torre silio do Zumb, e se protesta usar
dos meios legaes contra quera quer que a ocultar,
pois se sifpoem furtada.
V9~ Fugo o da 6 de'Selembro do auno passado
de um sit no lugar de Sania Auna um negro por no-
me Joaquim Pires, naci angola, reprsenla ler40e
tantos annos, com os signaes seguinles: bailo e ma-
gro, quimdo falla assoviando, leui urna das pernas
tortas dojoelhopara baixo, muito ladino, ejulga-se
ter ido para Serinhaem, p..s foi eseravo de um Eri-
genlio do falesciodo Joaquim pires Pendra, e foi
vendido por f.lescimento do dlo Ferrera, e confn
andar com uma sexta vendendo miudezas, e o mesmo
casado com una negra p..r nome Mara Rasario, e-
inda e\ile no mesmo sitio cima : os aprehendedorea
leveni-iio a pracinha do Liviamento luja D. 19, que
terio 20^000 rtis de gratiticacio.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chotas no Pono de Pernambuco'
ARRI MATA CAO.
\.RttF.wATA IB nos das da Le, qu.m mais der, a
Galera S. .loio apt,(a, novamente ai aliada pela
qnsntia de4 914^.00, e arrematacio se. frita por
oJuiao doCivel da segunda vara, E%crivio Almeida.
3
1
m
Q
21 Segunda u a - <)b .42 m
22 ~T: S 10- -30 a.
23 24 4- a 0..- 11-12- -18 6
2;> -S:---- < - 0 5
26 -8:---- a - 1 - 42 H
2T- -0:. 0 2- 30 M
Tarde.
Maulif.
ALUGUICIS.
Llug\-8K um soto com cmodos bastantes para
pequeua familia : atrs da Matriz de Santo Antonio,
PERDAS.
Navios entrados no da' 7.
RIESTE; 7odias; B. Austraco Amo, Cap M.
Seglim: gen-ros do paiz : N. O. B. ber. Ton. 32.r>.
BUENOS AYRES; 27dias; Gal. Ing. B. asi lan,
Cap. John Gallowy : lastro. Ton. a50.
H\LIFAX; 35; B. big. Imlus, Cap. R bs Bur-
nell : bacalbo: ame. Calmout & Comp. Ton. 227.
c
Saludas no mesmo da.
M. Erdeo-se n Boa-vista, na note de 7 do rorrete,
uuicaxorro deca-sa Inlez, muito novo, de cabello
lizo, cor vermelho escuro com piulas branca : a pes-
soa que o achar e restituir no sobrado do Snr. Jo>e
ou na casa n. 9
0^*5 res de alvica-
..__ -,.^ ,,. V, IVJHMIII lili SHIII'i
Carlos Marinck, ra do Hospicio,
ra d'Alfandega velha, icccbera 10
Q
AGUADOS.
Uem pardeo tima argola de diamante dando os
agu.es certos llie ser entregue: na ra da Cadeia
do Rei-ife I >ja n. 48.
EARA';Hiale. S. Antonio Flor do Brasil, m. An
tonio Francisco Nones: varios gneros. P#ss.geroa,
Antonio Cabial de Mello, o L)eputMdo Doulor Jos da
Costa Pinbeiro, Jos Simoens do Reg, Manoel Anlo-
nio B.hia, e Jj|e Con a de Mello.
KIODE JANEIRO; B. Mn-quez, Cap. Antonio,
Gregorio da Silva Pestaa : varios gneros. Paasa-
geii os 4.
ASSU'jS. Feliz Americana, M. Joio Antonio Go-
mes : lastro. ,
BARCELONA ; Pol. Esp. N. S. das Dores, M. A,
gostinho Colonos : algodo.
ma.
No da 8 nio entrou nem sabiu Embai-caca5 algn-
Htm. na Typ. do Diario 1836.
v


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