Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02215


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Full Text

ANNO DE 18.36. SEXTA FKIRA

5 DE FEVEREIRO N. 28.
DE PERNAMBUCO.
Pernamrdco, Tvp. i M. F de Farm. 1836.
DAS DA SRMAN'A-
I Seronda 8. Ignacio B. M. jejum A. dos Js. do C. de m. e dct
mm. iia Thezouraria PHlinoa. Chae, de f
t Terca ff Purifieacao de t. S
8 Quarta S. Braz B. M. ses. da Thezouraria Pul.
4 Quinta S. Andr Corsino Re. de m. aud. do J. do C. de m.
5 Sexta S. Agnida V. M. ses. da Thez. P. aud. do J. de O-
6 Sal.Va.lo As Chavas de C Re. de m.e aud. do V. Gcral det. cm
oiinda.
7 Domingo Sexagsima S. Romualdo AI.
Tildo agora depende de nos mesmos. da nossa prudencia, mode-
radlo, e energa i continuemos com principiamos, e arenlo*
poiiladuscum admiragito entre as Naqoes niaiscultas.
Proclamarn da Aucmblea Gcral do Bra%il
SuliscreTC-se a lOOOrs. mensaes pagos adiantados nesta Tipogra-
fa, e na Prac da Independencia N. 37eS8t onde e recebem
correspondencias legalisartas. e annuncioi; insirindii-se estes gra-
tis sendo dos propriosassignantes, e viudo assignados.
Pl-
PARTIDA DOS CORRBIOS.
Olinda_Tndosos diasao nreio dia.
(oiaua. Alliandra. Caraiba, Villa do Conde. Mamanguape,
lar, lleal de S. Juan, Brejo d'Areia, Rainlia, Pombal. Nove d.
Souza. Cidade do Natal, Villas de Goianninha, e Nora da Prinee,
za: Cidade da Fortaleza. Villas do Aquirs. Monte mor doto*
Aracatv. Cascavel, Caniud, Granja, Imperatriz, S. Bernardoo
S. Joo do Principe, Sobrar. Nova d'ElHey. Ico, M atheus,
aclio do saiigue, Santo Antonio do Jardm, Ctuexerainobim, e Par.
naibaSegundas e Sextas feiras ao meio d>
Santo Antao Todas as quartus feiras aSmciO dia.
Garanhmis, c Bonito nos dias 9 e -'.i do mea ao uieio ia.
Floresno dia 13 dcada mez aotaeio dia.
Serinliaem, Kio Formyxo, e Limeiras Segundas, Quartas,
Sextas feiras ao meio dia.
.....! 1
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUCO.
GOVERNO da PROVINCIA.
Cont. do Expediente do dia 30.
_ OrtaRIA ; AoCirurgiaencarregadoda Vaccina
para fazer appromptar laminas le pus vaccinieo.
i Aome-tno, para ir a Fortaleza do Btuin, e
abordo da E-.cnna Vitoria e vaccinar os reciutas, e
Mai inlieirosque >e acham na mencionada Fortaleza,
t- Escuna.
Dia i.
== IllAI. e Exm. Snr.Constando-roe que a bexiga
faz grande moitandade ii'e-sa Provincia, e a bordo
dos Navios da Equadra al estacionados, torrn-i a te-
solucio de reinellera V. Exc, como ora fco, buma
porco de p-i vacinico que nao pode deixar de ser a-
.-a proficuo, e de sumla ulilidade, IiicIiibos n'estes
achai V. Exc. 20 laminas de tal pus; l5 pstulas, e
a4 ponas de marfm com o mesmo : algum extrae
do ii'esta Cidade, oulro viudo de Inglaterra.
Dos Guarde a V. Exc. Palacio rio Governo de Per-
nambuco i. de Fevereiro de i836. Illm. e Exm.
Sor. Piesidente do ParaFrancisco de paula Caval-
Canlod'A Ibuquerque.
S. Exc. o Snr. presidente a quem 6z prsenle o
seu ufficio participando ter sido recrutado Manoel de
Jess Gomes oficial de pedreiro que trabalha tas 0-
bras Publicas me autoriza para responder a V. S. d-
zeii crutamento o mencionado oficial de pedreiro.
Dos Guarde a V. S. Secreiaria da Provincia i.de
Fevereiro de 1836Illm. Snr. Amaro Francisco de
Moura Administrador Fiscal das obras publicasVi-
cente Thomaz de Figueredo Camargo Secretario da
Provincia.
OlL'cio, tiobem assignado pelo Secretario e diri-
gido ao Inspector da riiezouraria reroetlendu-lbe um
oficio do Inspector do Arsenal de Marinha, icquisi-
tandouiu Esciiturariodaexlincta Intendencia, e mais
dousde alguma outra Repartico lobem exliucta, pa-
ja o mesmo luspecturda Thesouraria informar se pode
ler lugar o aaliafaser-se esta requt&ico.
Dia 3.
Tendosido indeferido por esle Governo o Re-
querimento doaofficiaes pertencentes Expedicio que
da Corte marcha para pacificar a Provincia do Grao
Para, que V. S. me apresentou com seo oficio de
31 de Janeiro p. p. assim o communico a V. S. pata
lser constar aos referidos offiiaes.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Pernam-
buco' 3 de Fevereiro de i836 Francisco de Paula
Cavalcan.e d'Albuquerqu*Snr. rrederico Mariatt
Capilo de Fragata.
Enve V. Me. a esta Secretaria o oficio de-loa-
quim da Fonceca Soares de l-'igueiredo, que deixou
iearompanhr o seu do i. do corrente mez, para
esta Presidencia poder responder a este avista d'aquel-
11.
Dos Guarde a V. Me. Palacio do Governo de Fer-
nn buco 3 de Fevereiro de 13?6 = Francisco de Paula
Cavalcanti de Albuqueique = Snr. Tente Coronel
Fumino Herculanode Moris Ancora Inspector ceral
das obras Publicas.
cedet na forma da lei. Recife 3 de Fevereiro l83(>.
Com hum Documento.
MARANIIAO'.
ARTIGO D'OFFICIO.
I
_LL.mo e Ex.-9 Snr. Tenho honra deaecusar a
recepcio do ollicio, que V. Ex. me lirio em dala de
3 do con ente; communicando-me que no dia 2g de
Novembio p. [). saira dessu Ptovinca para o Para u-
oma Expedicio de 500 homens. Tenho a informar a
V. Ex. que Emharcacio ebegada hoje do para d noti-
cia de ter encontrado a soVedita Expedicio no dia 11
deste mez no lugar das Salinas, j proxemo a entrar.
Dos Guarde a V. Ex. Mranhio 29 de Dezem-
bro i835. II. e Ex.0" Snr. Presidente da Pro-
vincia de Pernambnco, Fratcisco de paula Cavalcan-
li d'Albuquerque. Antonio Pedro da Costa Ferrei-
ra.
DIVERSBS REPARTICOENS.
FROMOTORIA.
Denuncias.
JL Erante V. S. Snr. Juiz de Paz Suplente do3.a
Deslricio de S. Amarinho da Fregnezia da Varna de-
nuncia o Promoeor Publico Dr. Elias Coelho Cintra do
Juiz de Paz actual e o motivo da denuncia he o s^guin-
te:
Que tendo o denunciado prendido o pardo Joze
Francisco com huma faca de pona, e Francisco Tho-
m com a cvalos furtados, deixou dos processar, e
toinou a dar ao 1 a dita faca de ponfa, e soltou a
ambos. O que se pi ova com as cinco trstemunhaa a-
baixo declaradas. Pelo que est o denunciado encur-
so no art. ia9 5 do Cdigo Clminal. E V. S. au-
toada ela e prestado o Juramento proceder na for-
ma da Le, Recife 29 de Janeiro de i836.
Dr. Elias Coeibo Cintra
Promotor Publico.
-* Peanlo V. S. Snr. Juiz de Paz do 1. Distrio-
to do Collegio denuncia o Promotor Publico Dr. Elias
Coelho Cintra de Miguel primo Villar, escrivio do
Juiz de Paz do [\.% Dalricto da Ribeira, e o moiivo da
denuncia he o s<-guinte :
Que e.-tando preso o cidado Francisco Vicente
Vellim, o denunciado servio-sedo sen emprego para
exigir do mesmo a quantia de cincoenta mil res alle-
gando ser a dita quantia para pagamento de seu tra-
balho, cerlidoens, Juises Louvados &c. Pelo que
est o denunciado encurso no crime de Goncus-o,
expresso no art. i35 5 do Cdigo Criminal, prova-
do pelo documento junto, que he huma Puhlica-forma
da car'a, em que o denuncia pede ao dito preso 18$
ra. declarando ja ler recebido 5a^ rs.
Dirijo a V. S. esta Denuncia, por ser odestrictode
V. S. o lugar onde se cometen o dililo Cdigo do Pro-
cessoCriminal, ait. i603.
E V. S. autoada Ita, e prestado o jararriento pi-
Dr. Elias Coelho Cintra
Promotor Publico.
LNta dos Jurados que em conformidade dos Artigo*
2.5 e 26 do Cdigo do Processo JoraO aparados no
3.' Districto do Recife.
xVNtonio Joze de Oliveira Braga, Caetano da Silva
Azevedo, Francisco Xavier Martins Bastos, Concallo
Jote da Costa e S, Joze Francisco Belem, Joa5 Ba-
plisla dos Guimaraens Peixoto, Joa5 Ferreira dos
Sanios, Joze Gonqalves Torres, Joaquim Pereira
Penna, Joaquim Bernardo, Joa Antonio Goncalvcs
Maduro, Mannel Joze Cabial, Miguel da Costa Dou-
rado, Manoel Ignacio da Silva, Manoel Joxe Tava-
res, Padre Primo Feliciano, Simplicio Xavier da
Fonceca, Sebastia Francisco Belem, Joa Antonio,
HeSiqueira, .lojte da Cunha, Joze Pereira Vianna,>
Francisco Joze Sitveira, Gaspar de Menezes Vascon-
cellosde Drtimond, Nano Mara de Seixas, Antonio
Joze Pe eir de S, Antonio Joaquim Ferreira de
Sampaio, Joze Antonio da Silva Grillo, Antonio Al-
ves Barboza, Manoel Duarle Rodrigues, Joaquim
Ferreira da Costa Souto Maior, Joze Antonio de A-
zevedo Santos, Luis Rodrigues Sette, Antonio Joze
de Souza Meireles, Antonio Alves de Souza Carva-
Iho, Manoel Joaquim Ramos e Silva, Joze Francisco
Marq-ies, Sabino Joze Vianna, Manoel Joze da Silva
Braga, J ze Xavier Carneiro da Cunha, Joaquim
Antonio Ribeiro, Manoel Joaqujm do Paraizo, Joa
Marinho de Souza Lea, Manoel do Reg Barros, Pa-
dre Fiancisro Rodrigues Machado, Joaquim Joze de
Figueredo, Nicomedes Maria Freir, Antonio Annes
Jacome Pires, Simad Machado Bilancurt Mello, Ma-
noel Ignacio de Oliveira Lobo, Joze Antonio Louren-
co. Manoel Figueira de Faria.
5." Deshielo do Recife 25 de Janeiro de i836.
Francisco Cavalcanti de Mello,
Juiz de Pac.
Francisco Ferreira Brrelo.
Vgario le S, Frei Pedro Goncal ves do R.*
Antonio Anes Jacome Pires.
MEZA DAS -DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesrna do N.' 23.
INTERIOR.
X Emos di'o em hum outro numero qua as doutri-
nas, e principios expendidos imprudentemente entro
o nosso Povo, o tem feito persuadir que elle s tem
direitos a exigir, e nao deveres acumpiir. Convem,
pois, esclarecer o que he o homem em Sociedade.
Supeifluo seria acairelar aqui todos os argumentos
que prova concludentemenle que oHomem nas-
ceu para viverem Sociedade; basta verse de nossa
propria organisac.i que se assim nao fora cHe teria



DIARIO DE PERNAMBUCO
-=4
sido dotado dos orgfos proprios, e das qnalidades suf-
finen te.< para ler hura genero de vida solado. A
n.rl-r 'parte" das facilidades do Homem, suas incli-
naidr.-. "naturaes, ba flaqueza, suas prerses mien-
s-s, s.'outros Untos argumentos incombalvc's de
hamo i al rdeos da natureza, e lal he o effeilo de sua
constituica orgnica que, fora da Sociedade, elle nao
.-ab.i l, nem podevia conse var sua existencia ; nio
lhe cena dado desenvolver, e aperfeicoar Ma razao,
nem procurar-se huma solida e verdad, ira lelicidade.
? O que ver aserohomm recemnascido, se elle
naf.-sse premunido dos soccorros, que o ajudao a
cresrer e*a viver ? Elle moireiia infallivelmc-nle, se
cuidados assiduoa e numerosos, nao \ essem em soc-
corro de sua vida; seu estado de flaqueza exige mes-
mo queesses cuidad seje, longos e continuados.
Em TVrlade : sigamos a especie humana, desde o
momento em que o enibria remeca a respirar, des-
embaraCado do depozito msterno, emque seusorgos
:.efrora: naoob.-er vamos enta mais do que hu-
ma materialidade completa : huma falta quasi abso-
iuia, daquelle instincto, que faz q"ue a mor parte dos
.ut.os animaes nasca marchando, saltando, e pro-
curando cu/no por si mesmo, os meios de se fortificar
e manler sua iiovajexislencia ; como estes, os homens
*5 destituidos deccrlos apparelhos orgnicos, que
parecen servir h go para repellir a aggressa dos
oulros animaes : as enfermidades, a dor, e os incom-
modos sao seus prineiros companheiros ; o choro,
os gritos lamentaveis .-o a ex presea 5 continuada de
sua miseria. Leia-se Sneca, de benefics, e ver-
se-ha o quadro tocante da imb cilidade infantil do
Homem.
De que depende, por conseguinte *, donde provem
nossa seguranca, a continuaca de nossa existencia,
sena dos servicos mutuos, que nos presta a Socie-
dade ? Salva dos males que cei cao nossa vida, e que
t-.dos se coospira para destrui-la quasi momenta-
ament, he somente pelocommercio da beneficen-
. que ella semantem, ese torna comraoda e sup-
;tavel. Qual seria a sorte do genero humano se
* i ente vivtsse separada e independeutemente P
' s seria outras tantas presas, outras tantas vic-
U dos outros animaes, porque s pelo desenvol-
vi de sua rasa ; pelos meios que nos offerece a
. edade, he que elle se pode por a abrigo de tantas
niva6e, de tantos insultos, que de lodos os ladosac-
tommeitem sua existencia fsica. Os animaes, a
quem a rasa falta, sao dolados, pela ma da natu-
i e/.a, das forcas suflicient.s para se defenderem ; a-
quelles que sedestioa a percorrer as hrenhas sola-
dos, cuja'ferocidade os afasia de viverem em ban-
do, nascem, para assim dizer, armados: as armas
? p rm, as forcas que falla ao boroem da natureza,
qu'-ndo s elle encontra na Siciedade, ligando-se a
seus sem- 'ante.s. A raza, pois, a ideia de sociabi-
lida'e, sa5 propriamente, ondules que constituera a
.uperioridade sbreos oulros animaes. Sim; he a
S-cielade que lhe d o imperio sobre os oulros ani-
maes ; a Sociedade laz que elle procure, al fora do
lugar emque nasceo, osmcios de passar a vida cora-
moda e seguramente ; a Sociedade o faz resistir con-
ira os mais fortes agentes, que o cercad, e que con-
tinuamente tendeen a rouhar-lhe a existencia; he a
uoiaS social que lhe f..mere o remedio em suas
enfermidades, que lhe d os soccorros no invern da
vida, e que lhe presta allivio em lodos os seus raa-
,eS- r C LJ!
Entre os argumentos man -orles, em favor fia 48-
poMcaS social do Homem, nao se deve esquecer a
mi* :enca imitaca; facuJdade esta que uestes
iill" -l mpos, lem ociupado a relexa dos physi-
>>>, e-obre a qual convem meditar mais seria-
ra, t,I* do qe al aqui se lem frito; he hum me-
r-hi.>mo maravilhoso; be hum modo de sensihil-
daae" pa tcular, que faz que as paixes e todas as ni-
pres-es da alma se communiquem fcil, e rap da-
tnute do syslema nervoso, do cerebro de hum ho-
mem, paiaosysiema nervoso, para o ceiebro de
outro homem: he lalvez esse mi.teiio das propri-
edades vilaes; he esse phenomeno. como eutros mul-
los, incomprehensivel, be essa feliz sy.npalha que
ta'vez consli'ua ogerimn da humana lelicidade.
< -ia que o homem parees abTectado de hum movi-
, il'ahiia qualquer, para aneciara outro homem:
.!gue se aproxima a nos coin a alegra pintada
-.i, Liante, desenvolvese em nos immedialamen-
. oaenlmienlo de alegra, as lagrimas de hum indi-
iuo, rom quem, tnuiUs vezes, na5 I eraos a menor
. a, m-at-ca com vivacidade, antes rae>rao de
3(-rmos dfoimados da eauaa de sua atlecca ; os gri-
tos de hum infeliz, que com nosco existe somente
-hjixo dacuii'licad da humanidade, nos fazem vo-
*v emeu soccoiro, esquteendo os pirigos que nos
r,., e por hum movimenlo como maquinal, que
e e, mesmo, a qualquer deliberacao.
.\ naturtta, deroais, partilhou e distribuio as fa-
cuidaJts laleni s Mitra os homens de modo tal, que
den a hnnsa ppiidso Je fuer ruip teraar ni'*1
como impossiveis a oulros, em qoant que esl'o"-
iros sSo apios para certo genero de industria deque
pquelles saoincapaees, o que prova que quiz que iis
dependessem de oulros para sati-faZerem-^e rnntu-
menle mas necessidades, e se darem reciproramenle
oscommodos da vida: esta dependencia os liga, *
une cada vez mais: sa6 outros tantos indicios mani-
fejilos do destino do Homem para a Sociedade.
Dedu?. se destas verdades de intuicaS que toda a
bnse da Sociedade Humana est erecta sobre este
principio peral e simples-Eu quero ser feliz; mas
viro com oulros homens, que como eu desejaS ser
tainbem felices ; procuremos os meios de ha ver nos-
sa felicidade, tendo em vista taro! pro a dos oulros ;
ou t,*I menos, So Ibes sesmos nunca prejndiciaes.
-~Fte dctame esta gravado em o rorac8 do Homem,
sede boma parle a ma5 da Natnrera gravnu em nos
o amor de nos mesmos, on deseio do melhor bem. de
ontra mprimio-nos hum sentimenlo debenevolen-
ci* para com nossos semelhanles ; esles doussenli-
menlos parece ohrarem de concert, e ajudarem-se
hum so outro. Tal he o principio geral de toda a
Moral, e da Sociedade Civil, do qnal decorre esta
retara indispensave) para a harmona e normaldnde
da" assoeiacaS humana, isla he,.O bem rommum
deve ser o norte de nossa conducta, e nos na5 deve
moc, amis, hir apoz de nosas vant^gens paiticu-
lares ; rom o prejuizo da commodidade dos oulros, e
do Bem Publico.-
Invoca-se rontinnamente a Le natural da igual-
dade entre todos os homens e pooros se lerobra
que essa mesma Le ordena que nao queiramos ser
injustos para com os outros, a fina de na5 -oTrermos
omesmodamno. Eis aqui, por tanio, esiabelecidos
os alieerces das convenc5es sncaes em direilos. e de-
veres hlaterass. Mas he assim que se entendem tae*
doHtrinas entre as nossas classes menos Iluminadas ?
Tem-sefeilosaber estes principios gerae, e sagrados,
huma e umitas vezes ao nosso Povo ? Seguramente
'que na5; he d'ahi que provem; he da ignorancia
lestes preliminares quf emana a ideia que se tem
inlroduzido na mullida de que todos os direitos se
Ihes deve, sem que esteja mutuamente obn'eadas a
deveres. Tal Povo, por exemplo, soffre de hura
Presidente, ou de ontra qualquer authoridade, esta
ou aquella oppressa5; huma ou outra injostca : cla-
ma-se logo pelos direitos, e oiga se immediatamen-
te que em troco da transgresiar) delles pode se fallar
a todos os deveres a quenosachamos ligados : pertur-
ba-se a ordem publica ; incule-se o terror; fazem-se
damnos i-n.uneiaveis a outros innumeraveis conso-
cios ; calca se o Paella fundamental; esquecem-se
as I.eis mais sagradas, esampre nvocando-se os di-
reilos, a Constituica5, as Leis Ningnem s lem-
bra que a (erida na Le se cura pela mc-ma Le, que
quaesquer que seja os motivos que o execut'-r dessa
Lei possa dar, ningnem he nuthorisado a fallar-lhe
com os deveres, e a fazer males aos oulros para re-
mediar os abusos que hum homem lemcommetlido.
Foi a desiiileiligencia destes principios ; foi a mali-
cia de huns, e a ambician de oulros, que flZeraS es-
voacar sobre o infeliz Para a mor'e, seguida de to-
dos os horrores da anarehia. Oxahj que vissemns to.
dos os escii'ptoies, que se fizera cargo de dirigir
opinia, e firmar a Raza Publica, empenhados a re-
pisar doulrinas ta santa< ; e nao a desmornlsarem,
e corromperem a Moral Universal, excitando antes
as paixes, cloque acalmando osexcessos, e arreba-
ta mentos que provem da ignorancia.
O que observamos nos todos os das .' Tal Presiden-
te, tal Ministro nao preenche seus deveres: em vez
de se aconselhar aos Povos que se queixem legalmen-
le ; que rerorra sos meios da Le, conc'ta-se re-
helia ; cbama-se em socorro a discordia ; clama-se
que--a paciencia dos Povos lem seus limitese n'hu-
ma palavra afrouxa5-se os lacos sociaes, ocrimeap-
parere, e elle be justificado, porque se diz quea-
quelle Presidente era hum malvadoque tere o pre-
mio de seus desvarioschama-se o Povobrioso,
porque sabio fora do circulo de seus deveres socia-
es, e finalmente aquelle que caudilhou os mais hor-
rendos al tentados temos envido chamarHroe!
Eser desl'arte que gozaremos dos bens que nos
promeite a Sociedade ? Ser assim que teremos se-
guranca individual, e de propriedsde ? Ser assim que
havemos ser respetados, se nos nao respetarnos os
outros? Ser assim finalmente, que o Brasil poder
vir a ter hum lugar distincto no meio das Nacdes c-
vilisadas?
E miseravel do Governo Supremo se desenvolve
hum pouco mais de energa, para obturar os diques
da desorden! He malvado ; be indigno de gover-
nai Brasileiros livres ; est despolisando ; deve ser
desaforado das regalas de membro da Sociedade ; na5
he mais com posto de homens, esm de feras sobre as
quaes se devem dirigir os tiros das paixes as mais ca-
lorosas, e desordenadas. Nafi ces^emna, n'huma
' palavra, de repetir aos nossos Cpncidadas que o con-
tracto formal, ou lacito que liga oa Homens em So-
ciedade ronlm ra com sigo mesmo, e'para com os oulros Homens
que eases de veres sa5 bilateraes sto he que
devemos fazerjaos outros,'aquillo que* queremos que
os outros nos faca que tal he a ReligiaS polilica
e natural, com que todos^nos devemos, cordealmanla
abracar.
(DoCorreiVOflicial.)
w*
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Um Artigo do Velho Pernambucano n. 42 ndu-
ziu-nosa expender no i.# numero) d'este Diario al-
gumas r flexoens sobre sua doutrina : be vei dade
que rom essas r* flexoens lapsamos a luva at seu Illus-
trado Autor; mas mostremos-lhe um* campo limpo
para o combate, e armando-nos nicamente da ra-
za, espera vamos que nos resistisse com armas iguaes;
pinera gro-seiramente nos engaamos: em res-
posta aos nossos termos pulidos, proprios do homem
bem educado, fomos laxado de areivozo, lalto de boa
f e vergonha, instrumento de paixoens albeas, em
Hm lomos m^mosiado com todos esses epithelos de
quealguns lancam ma, quandocarecero de razoena
suficientes, ede jnslica para a cauza que advogam.
Esta tatica sedica, com que se pretende amordacar
os homens, arredando-os de um combate honesto em
que someute a raia be arma poderosa, para arrjal-
os no immundo Jamaca! dos doeslos, nao nos far
descorocoar em nosso intento, e menos faltar o res-
peloa pessoa do cscriptor cuja oppinia cora balemos,
.robora Elle com osen numero 46 lenha perdido at
mesmo aquelles foros que se devem respeilar no ag-
gies.-or Ilustrado : tolerancia bastante temos para
desculpar os rasgos de urna penna apaixonada ; oque
nos aflige Ve pelas nossas oceupacoens fallar-nos tem-
po para escrever. Continuamos pois, e continuare-
moa em quanto pnder-mos empunbar a dbil penna,
a expender nossa a inda que Iraca, com ludo fianca
oppinia, sem dar-mos resposta, ou, como vulgar-
mente se diz, cvaco por doestos, insultos, calumas,
e ludo quanto ja estamos desposto a lee mpresso con-
tra nos : goslozo sacrificamos no Aliar Nacional nos-
so justo recentimento, e mu feliz" nos consideiare-
mos, si nossos debis exforcos cooperaiem, anda
que mu pouco, para restituir Naca a verddeiia
e eslave! liberdade quejheffoi [arrancada pelos Patri-
adas demagogos. i
Aquellas reflexoens que tantos mproperios nos
troxeram, accontecceu sahiiem ta mal mprasai,
que a maior parle dos exemplares nao se poderam
ler : e com<> quer que nao accon'ecesse o mesmo ao
Velho n.* 46, oqual sahiu opiimamente mpresso
alem d'isso, doeslando-nos em vea de argumentar,
"inculca que somos ceg instrumento de paixoens a-
lheias eque as mesroas reflexoens, cujos defetos re-
conhecemos, (basta ser obre|nossa)|sa produga de
outrem ; por sso agora as fazem os reimpremir, tan-
to para que se possam ler, (visto odefeito da prime*-
ra mpressa) como para que os leilores impace iaes,
comb nando o t-stylo e fiazeado d'ellas, com o maia
que temos mal escripto, tanto n'este como no extra-
cto Diario da AdmimairacjB, dicidam ai aa, ou na5
nossas, como inculca, ou quaze afiirma, o Illustra-
do Sr. Esc plor do Velh",
Jirflexoens ao primeiio Aitgo do felho Peinam-
bucanoN.'Ai, teimptessas do Dialio nS i de
i do pastado Jane'uo.
J^lAsaJosjomaes do Ro dej Janeiao, e alguna
d'esja Provincia os nicos que gritara em coro ar-
rependimento regresso &c. &c, grita o Brazil j
cansado desofrer o vexame que nunca sofreu (coin
aceiba magoa o confessamos !) nem mesmo quando
era colonia! __.
Nao he, como diz o Ilustrado Sr. E^cnplor do
Velho, um partidosaudoio dos gozos passados, ca-
peado depois do memoravel (A E bem memora-
vel!) 7 de Abril de l83i, que a todoeusto quer ga-
nhar a perdida influencia, que inculca o regresso de
certos Funcionarios Pblicos como necessidade Naci-
onal ; he sim a grande maioria do Brazil, que jusli-
ceira quer verfnos Empregos, nao tudo quanto foi
demittidodepos;do7, por que'utna boa parte, assim
como quazi lodos que os subslituiram, e se empolei-
raram nunca deve iam ter sido empregados ; mss
sim aquelles ridadafi-, que tendo sempee sido zelozos
servidores do Estado foram ( injusca)expuos deseos Empregos por serem hon-
rados, por nao serem pe juros ou, fallando sem re-
buco, por fazerem sombra s nolabilidade surgidas
depois do memoravel; notabilidades que anda mes-
mo elle-vades no simo do mando semppa sofraram,
L_



DIARIO DB PER.NAMHL'CO.
e anda sofrem, a sombra que llies fazem esses expul-!
sos, |
N5 he pregabas alaran retrogrsdaca de todas
quantas reformas se tem feito as Eslacoens Publicas
o intento dos escrptores que o Ilustrado Sr. Escri-
ptor do Velho chama da epposica vice versa,
eonclue-se de seosescriptos que elles o que <5 pre-
tenden!, be por dique a essa torrente, que sob o ti-
tulo de reforma, ludo pretende arrasar.
Nao he o absolutismo poltico o ponto que se bus-
ca ; pelo contrario a verdadeira liherdade, que con-
siste na segu-anca de pessoa, bens, e direitos legti-
mamente ad(|ueridos, he o ponto procurado, o qual
em balde trahalharemos para arhal-o na confutad,
na desmoralzalo, na in-ubordinaca, e, sobre lu-
do, na rrelegiao e 1'ia-cai ia a que o estado vertigino-
so tem arrojado urna grande parte da populaca. E
nao bastar a terrvel eiperiencia adquerida de l8ai
a i8i4, e de84i at hoje, em que proclamando-se
liherdade s se tf m encontrado despotismo e morte ?
A populacho do Brasil hesim, como diz o Velho,
vida de garantas, eenthu-iasta dos principios Iihe-
raes; p que nao ha exeinplo em muitos pavos, nao poda
deiiar de enibusasmar-se por urna nova ordem de
romas, cuja posse llie afirmara m era o nico gnran-
te de suas pessoas, bens, e da apreriavel pac. Esta
urdem, estes principios, urna vez espalhados, como
forain, anda boje sei iam um ohjecto do culto e affei-
ea publica, e se lerium tornado com efleifu nina
necessidade social, s a N-c visse teali/ad. o que
se Ihe pe inciten ; mas nlelzmente as theori.n tem
talludo, e urna dura sobre doloroso experiencia h
desengaado o povo nimiamente lineal o, e boro, que
elle he constantemente a prea dos expertos, e que as
to preconizadas ideas liberaes, mui ionge de melho-
rarern, c<>mo podiam e se esperava com muito fun-
damento,' a sua soi te ; mui longe de o aliviaren!
dos excesses do Poder, (n'aquelle lempo exagerado,
para melhor se trahir os incautos, e sinceros, que .6
aspiram socego, e seguranra) pelocontiario tem dea-
car regado sobre .s o mais odioso dos despotismos.
Maso Ilustrado Sr. Escriptor do Velho falla de
regreso; lalla de arrependimenlo : este termos a-
brangein tantas deas !!.'... A nos-a popularan vive
,ta6degostoza... O governo absoluto be-no ta
horroroso ... Em liin na noasa Constituido,
i>'ess.se Paladio com (|ue nos cub. iu o Grande ron-
dador do Imperio, descolorimos tantas vanlagen*, que
foca d'Ella n.io encontramos remedio para nosssos
males. NVete conflicto de ideas, poder-se-lia for-
mar juico sem pie ellas se combinem ? Que regresso
pois convern ao Brazii; quai he o arrependimenlo de
que se falla? Ei* sobre o que anda nada podemos
alucinar ; todava reflexionemos um ponen.
Que regresso deve aspirar o Cidada laborioso,
que tendo na.-rdo na abundancia, e entre a clare
meda da Nco6, cedeu de bom grado de muitas das
prerogativas que gozava em beneficio da clare qne
Ihe era inferior, persuadido que n'isto faria a ftlici-
dade de sua Nacao, e que boje v burladas todas suas
esperancas, tendo, alem d'isto, o desprazer de se
ver sugeito ao mais infame despotismo, qti'c at de
algumque j foi seu escrafo, eui cojas mas aja va
revolucionariadepositou o poder? Que regresso de -
r.ejai a magna clace do Estado os tilsimos, huma-
dos, e nobres ag cultures, que as cegas seguirn as
pzadas dos revolucionarios, per.-uadindo-se que me-
lhorariam de sorte livrando-se dos excessna e vexa-
mes practicados por um General, por uro Coi rege -
dor, por um Capita Mortic. 4rc, que, como quer
que fossem sempre haviam recebido urna educaca
tal e qual, vendo se agora obrigada a sofrer o mais iu-
toleravel dos despotismos, nao platicado por aquel-
las pessoas, cujas circunstancias unida- a urna educa-
cs.5 nao vulgarsima faziam menos dolorosos alguna
exeessos ; mas sim de centenares Je desp las arran-
cados, permita-se-nos a expressa, do n da pela ma-
rulbadora ma dos revolucionarios 7 Que regresso
em fin asprala o povo, o sincero e innocente pdvo
do Brasil, vendo-se trahido, curvado sob o mais in-
fame despotismo, perdido o sagrado direito da segu-
ranza de suas pessoas, falto de Juizes que Ihe facam
juslica, e a cada passo observando que seus Concida-
dads sao condemnados a morte pela simples ordem
vocal de seus novos tyranos 7
Quahdo, quando no tempo chamado do despotis-
mo emportaya a piiza5 a pena de morte ? Euta pas-
sava como axioma : um prezo he sagrado ;
hoje que se diz vivemos no seclo das luzes, no lempo
da liherdade ser prezo, e o ter sen tenca de morte he
quace urna, e a mesroa couza! Que horror Que
factos horrorosos todos os dias se ourem pinto
Madeira jurdicamente assassinado no Sear, no in-
feliz Sear que boje geme sob o sanguinolento gover-
no Alencartino : o innocente e joven (i 5 annos de i-
dade ) fillio do Sr. Capta Mor Torres Galindo es.
pingardeado em Panfilas por refero vocal de um Mi-
litar, por que nao se tinha declarado contra seo pro-
prio Pai! No Norte de noasa Provincia sentenciados
a mor le, e ejecutados um pardo, e outro, mui cri-
minosos sim, mas sem forma alguma de Juizo le-
gal? A vista d'isto, a vita do muito que clamo*,
e que o povo sabe, e prudente anda sofre que regres -
so aspirar o Brasil para ter p--z e seguranca ? Di-
gam os que sofrem, diga a Nacab ultrajada e (cabida :
sim digo a Naca que jurou e quer vive e morier
Christi Apostlica Romana, e que horrisada ve no
Sent o da ReprezentacaS Nacional, na Cmara dos
Sis. Deputados Quem dicera atacarse de fren-
te a Santa Religia5 de JezusChristo, propondo-se que
desobedecimos e nos separemos da Sarita S, do Vi-
ga rio de Ch: isto S esta consideraca nos arrepiaas
carnes, e de hoiroii-ado nos poem prepleto Mas
A Bom'ade suma, O nosso Dos Misericordioso des-
prrz.mdo a propo-t* do herege, nao desamparar,o
Sen predilecto Brazii. assim como permeltiu que na&
tvesse voga a ni-( li.-istan abolica do celibato Cle-
rical, advogada palo, actual Exm. Sr. Regente Fei-
j, Ia5 bem da tne*nt torta permittir que ejatn re-
ducidas a p todas as t< (ilativas dos bereges, inimigos
da Sagrada e nica verdadeira Religiao da nossot
Paes.
Clama o Illustrado S Esniptor do Velho, quan-
do responde ao Artigo que arbamos de reimprimir,
dizendoque j nao se Fas -oim utr guerra ao Governo i
qne aecuzam-se abeitameiue nossas instituicoens, a
que por tanto, prira nao ceraigu do decolposa indife-
renc^, Ihe currpre prOcorai com incinsavel tenacida-
de por dique a este frcin tica pioseletsmo; d pon o
Velho a eiiieiider que os ep, e.sivos atacara a Con-ti-
tuico. qoereui i.bol I-a, ou quando muito tornal-a
letra mora; cumpre-n<>s liobem para arredar denos
igual argoicio, que alce moa a vos, e que, aacrican-
do-nos pelo triunfo da eauza que seguimos, (que be a
causa da Patria) uio trepidemos um momento em re-
pellr com vigor urna argoicio tanto mais injusta,
quanto ella leude a uianxar a conducta sempre patri-
tica e verdaderamente livie dos homensque mais se
tem sacrificado, e que um s instante nunca hesitaram
emeiporem-se pela cauza da Independencia, e por
E-SS mesina Con si i tu icio qu os homen* do progirsso
que re m destruir. Os regresivos nao pretende m, nem
lli.s con vi ni pretender, aniquilara Magna Carta Coas-
titoconal; Brazileiros pela maior parte mais nleres-
sados na maiiutencio da ordem, do que os do P' ogres
so revolucionario; Brazileiros qoe muito tem que
perder, jamis quererlo ver exposta su honra, da,
e bens aocaprixo de um homem, cuja vontade seja
Le : queiem porem por dique a essa torrante impe-
tuoza qne, ja quaze Iraaboidada, esob o facticio, ti-
tulo de progiessu, est prestes a demolir o nosso ede-
ficio social. Os regressivos pos qoerem conservar
peifeitaa Constituico: si'>Monaichistas, porque to
Conatiiucionae: querem n conservacio da mui til
Nohceza transinissivel ou hereditaria, porque aste
principio lie. da Cousttuicio: nde/>*iaiu aabolicio do Juizo por
Jurados ; mas pirtrntm que elle se limite, e que a
pcopoi ci que o nossso Povo se ibr a mas! cando na su-
blime, edficit sciencia dejulgar, que emveidadede
niu he a que se api ende as leudas nfchanicas, se Ihe
vio amplianilo. auas atr.-buic-'ens; e si desejam este
regresso polilico, h" porque elle he authorisado pela
Coustiluico, eadmisivfil pelo meios marrados no
8 da Ai t.# 15 da mes.na t onsfituiei-'. Si finalmente
ha muito* que sao de oppinifu m a Guarda Nacional
se tilinga, he pirq-ie a v on-lituieio nio quer que to-
da a Naci seja ni i litar j ou sin urn rerto N.# cha-
mado Ei.-i i to : principio este que se v consagrado
no Cap. 8 do Titulo 5." da Constiluioio. Nos porem
uio nos conformamos com esta oppinio, e anda que
recoohegsmos que oantigo sistema das Malicias, qua
faziaio pa. te do Exercito, saja o mais vantajoso (prin-*
cpalioeute f .ra das Cidades) ao servieo Publico, e que
com effeito a Cousttuicio nio exige que mais dedoil
tecvo-i da Naci sejam Militares como estio sendo ero
consequencia cluimos que sefa ntijozo, nem regressar para o an-
tigo seiterua d- virrias, e nem abolir a G. N.: de-
em-lheiuia L i que a conduza ao fim para que ae
sustenta tropa, q a grandes resultados se consegui-
rlo.
Sim Diario de Pern.unbueo pensa, (como diz o
Velho) enimb nf aiaoienrado, que a cauza do re-
gresso est nodescc/iteutaiiiento da Naci, porque
Ella v com dor oabuos repetrem-se sucessivamen-
te, o despolisin ser oiiio nunca, eso mesmo tempo
os Inmens do pcogiesso gi itarem-lhe T afio s
fivre quando a verdade he, qoe muitos da pobres
em breve lempo tornaram-se ricos, a a Naci ((eme, e
nio tem diuheiro. Tobem em Franca (leam-se os
4 nmeros precedentes d'este Diario) grita va ni os ho-
rneas do progresso aos Franceses Vos suis lvres
no momento em que innocentes enancas, ternas Mi-
d, formosas virgenasiibraaa a cadafaTco, por nio
terem satiafeito eabalmente horrendas e tornes pre
tencoens dos progressivos Franceses. Aguacdai-viw
6 Braaileirosdo progresso; vede que o seu poradeiro
he o mesmo que o da entio infeliz Franca, a o n.esmo
de qua tem sido victimas que ja cancadoa de t-ofrer de
bomgiadeaesugeiteo ao (erren jugo de qua'qoer a-
venlureiio, cuja espada Ihe garanta a pasque v 3oan-
nos peideram. Nio reside por tanto, eomo flirma
o Velho, a cauza do ivgreaso no desgostodealgmn a-
ventureiio, e menos no odio votado sos htaMfli do
progresso, que, dii o Velho, esto enearregados d
eontinuar a obra da rtgeneraein, naa aem declarar
nem quem os encsrregou, a nem da que regenrracfo
falla; talvez que anda eateja en volta no veo de subli-
me politice pi ogressiva : ludo pode ser.
O Brasil regenemu-se desde que, sacudindo o a-
viltante jugo Por logues, vio em observancia de tue
l.e fundamental abrir scem i8a6a Awemblea Legis-
lativa: n'este momento raneluiu agrande nlira de
sua regenerado, fionsoldado seu sitema tic Gover-
no, posta como est em regular movimenlo a maquina
social; Naci livre e Indepandeate; regida por Leis,
* que sio a < xpressio de sua propria vontade, nio quer,
a nem precisa iegeserar-se ; por quanto a nma r nei8c,io nio podedeixar de proceder o aniqnilamento
do que se regenera, ou torne a naaeer. Deque icge-
neracao pois falle o Velho esperemos de sos bondade
qua nos instrna.
Diz o Velho: que nsaleivoMBeateapoiitanW
a o Ex."a Snr. Regente Diogo Antonio Feijtf como
a defensor do casamente dos Clrigos, s com o fim
c de tisnarmos de psssagem a reputacio de S. F.i., o
a que cabalmente equivale (soTelho) a um appel-
< lo para as nossas populafoeas fanalicas ronti a o ac-
tual Regente o Candidato do Brasil, o homem (no
sentir do Velho) a quem a Naci renfiou os seus
destinos. Obriga-nos po<- tanta o Velho a provar
que nao foinos aleivozo, que sendo verdade o que
diremos, claro est que nio intentamos desconceituar,
S. Ex. sobre quem depassagem e por vir a paho ca-
sualmente fallamos, quando tralavamos dq horrendo
perjurio, e sacrilega proposta do Sai. Rafael do Car-
valho; proposta a que o Mostrado Snr. Escriptor do
Velho com toda a simplicidade propria de urna Alma)
iunoeente ecandida, apenas chama imprudente*, ao
mesmo tempo que emaivecido nos impropera, cha-
ma nio- non aleivozo, sem vergonha, ceg instruir ente.
de paixoeus alheias fre cr., s poique deeinos o-
ma verdade que nio Ihe agradoo, isto he, queoFs.*
Snr. Regente Feij advogou e estamento dos Padres,
Sim nos nio fomosaleivozo, e tanto nio fomqu*
i, -o aimpleanienle dicemos que a Ex.1** Snr. Feij
ha via sido o Advogado do celibato clerical, qmtndo
S. Ex. foi mais alguma coosa dnqueadvogadn. S.
Ex. na Cmara dos Snre. Deputados, om vez de, co-
mo Ministro do Dos Vivo, propugnar pela restricta
observancia da Disciplina da Igteja de Jess Christe,
pelo contrario, foi aquella mesmo que trahalhoa pare
queda Assemblea Geral do Brasil sahisse urna Lei, a
qual sem duvida, introduzindo por suas circunstan-
cias um aisma noC!irisiani-a mo Povo Brasiloro,
authorisasse o caza ment dos Padrea: narremos u lac-
lo cujes circunstancias somos forsada a publicar ata
defesa de nosse reputacio.
Em urna das sesaoens da primera Legislatura do
Brasil o Snr. Deputado Franca fez a seguale ludiea-
cio ndico que o Clero do Brazii teja cazado, e
queosFiades, e Freirs seeX'ingain entren.
Pseo da Cmara 6rc Seo. Deputado Fe reir
Franca. Esta Indieociodepoisde lida, ejocosa-
mente sustentada por seu author, foi remet ido ne for-
ma do Regiment da Cmara dos Snrs. Deputados a
Commissio Ecclesisstiea de que era Membro o Ex."*
Snr. Regente Diogo Antonio Feij ; mas eomo quer
que os outros Snrs. Meinbros d'este Commissio ries-
eordassem entio das deas do Sor. Padre Feij, hoje
Ex."* Regente do Imperio, S. Ex. como Membro do
Commissio adrede deu o seu vota em separado, sus-
tentando que os f adres deviam casar; e nio sai afeito
com este Parecer, que foi impresso e destribuido pe-
los Snrs Deputados, 5. s. publicou um asaripto asa
formato de folhioba, sustentando os meamos princi-
pios expendidos no seu citado Pareaer. E alo ser
isto advogar o casamento Clerical ? Responda a Ve-
Iho.
Temos pois provado que nio fumas slei voso ; por-
que citamos um facto que todo o Brasil sabe, fseto
Dlo quel justa e Christanmenle S. Santidsde tean ne-
gado as Bullas ao Ex.~* Snr. Bispo Nomcado do Rio de
Janeiro, que em outre Sessio tiobem como Depatado
a Membro da Commissio Ecclesiastrea foi de opinl
iguala do Ex." Snr. Regente Feij. 5 oVellio no
obrigar, publicaremoi os documentos em a^as nos
fandsrno.


DIARIO OB* PRUNAMOCCO*
3B-5

^
O
COrVREWONDFiVClA.
Stirs. Heladores.
'*Snr. Miguel Primo Villarldo*/)' "Barbota, dete-
jan dir a quantia te incenla mil leisomo Cortas do pro-'
ce.No Crime conii a 6ebasliao-Joie dCarvfihot, e-ueste'
jinteiin dis>e no ewenpfc, que por PuMe* f.-rmn, a-
baixo-vai Irans ripio, quejpederii ao lll.mo Sur. D'.
Antonio AIKmcoKerreira para que provece no dito
recurso-* mencionad S bistio. Este Magistrado
qu s tero ein visas Le* iiliiii io <> recurro d< s-
,peRndipmpenho9, que pai'a-eH liada valem, qu.ap-
dosi"Conlia a Ley.
Goa a publicaco descamarla muito obrgr5
ap:
Venera-dor e Criado
I Assignate
Francisco Vicente Valim.
, Amigo e Senior Sen portador o resto daquantia (que Vi< para prefazer o*
cwicnenta mil res) que boesito mi e oito ceios,
que he justamente o que me vm a caber do met lotdl
trabalho, pois oqueln-i recebido tem sido apenas su-
ficiente para pagaras certides, olliciaev Lou-
yalos &c. espero que nao me deixe pata dos ltimos,
isto he para depon la Festa a soltura : escrevi ao Afon-
so com quem tenho arr.isade disse que de manbi'di fe-
rjaoiequer^nentocoa) dala de boje j-oi est-rj na'
rna: nao receie pois do bom xito do negocio anida
que con alguma pequeua demora. Seu Amigo e o-
brigado. O Miguel. Releve o papel que.nio lia a-
qui (.liezoura.
3CT
CORRKIO.
\J HiatftS. Antonio Flor do Brasil recebe a mala pa-
rs* oQfpihojeK^) as 5horas da larde.
financeho, do 8 a i5 do con-otileme*^ na rasa da ua
residencia na ra doBange D. to.
ypp- QrtWn vi ver-una preta que saifca ro-er, en-
gomar annuncie por este Diario para ser procurado.
%ry Quero annunciou no Diario de 5 do corren-
te' querer umA pessoa, que Urina boa letra, para ecre-
ver fin um escriptoiio, qiierendo um rapaz branco
del 5 a 16 ann*, de boa conduita, dirija-sea ruado
Ndgueir- O. i9, lado do sol, onde se dir quem .
j3P Troca-seo sitio, que foi doTalescid Joze An-
tonio de Soora na entrada que vai para o Giqui com
boa casi de rivemla assoalliada e toda envitlracada, co-
zinba fora, estribara para ravallo por urna morada
de rasa nos tf-z Baiiros do Recite, pit frrndo-se no
Bairro de Sanio Antonio: quem pertender dii ija-se
a ra do Rangel D. 23, ou a Gaudino Ago.-lintio de
Barros por detrs do Corpo Santo, adverte-se que os
chaos sao foreiiosao Engenho'Giqui.
NAVIOS A CARGA.
Para Lisboa.
OEge vagrm por todo o corrente mez o Brgue
port'uguez Delfim de ronstmco Biazif-'ra, frtado
de rebre, e da milhor marcha : qi em netle qniser
carregar, ou ir de passHg'-ni para o que tem boiisn m-
rr.odos, Fallebn ao Capillo ra Praca, ou com# o consig-
natario Tliomaz d'Aquino Fonceca.
Para Sanios.
fc^ OBrigue Commeicio, a sabir impretei vel-
meiite -t ^o do corrente ; que-n no mesmo quiz- r
ca irgar ou ir de pass gem. dilija se ao Forte do
Millos, a Fallar com Machado & Santos, ou Com o Ca-
p lio m noel Mariano F- rreir.
COMPRAS.
AVIZOS PARTICULAR F.
\J Gollertor da Decima do Bairio de-Santo Anlo-
nibaviza aos seus collectados para compare"ereni a
pagar a Decima vencida-, eque nao oflendo pas--
i-a linares executivbs.
***< Quein aiknunriou perciscf tle urna peiToa
pirae^SJMiverdaaduas horas en dianle : iirnuKiea
sua morada para ser procurada.
yy Alluga-se una preta p-ra todo o servico He
wyt,pequea familia : qjm a tiver di.ija-se a ra
d'Agua verde D. 38, ou annuncie.
|f Quem annunciau pieier dar 800$ ie,'s a
juros sob e hipoteca ein predio livie, ou feo'in'bo^a
firmas, dirija se a ra do Liframeslo !oja dP qjjud^.
zasD.13
yy Quem diz percisar de urna pessoa piir, e,c ,e
ver er um escritorio d1**- 2 horai ai as 6 da tard-, di-"'
rija-se a casa D. 33 na rna esliila do Rosa lio. Q ,
liver um sitiaperto da pra^a e do riocapibarjlie que..
' q queira arrendar dirija se a m> sma asa cima.
yy A qoem Ihe' faltar a x,apr6--il de auian-llo nuV
foso achadtis na enxtMi'e da inard, dinja-se aos Alo-,
g|os junto a pone do Molocoloin', que dando a..
sua arca Ihe ser entregue.
ijay Os herdeiros do ftllescido Carlos Jote da Ro-
cha convido a lodos os credores do roe>mo para que
co'mprecio no da 9 do corrente as 9 horas em casa
do Sor. Rodolfo J.'o Barata deAlmeida fe'fin de abi
se ajastaiviq e liquiearero todas as cuita*.
tqp Da se 700^5 res a premio de dois por cenjo
aom; sobre firmas a contento ; na ra larga do Ro-
zario Botica D. 10, se dir quem os d'.,
^ry O Sur. Jaaquim d'*S.nlos Silva queira an-
nUHciar a sjja morada parase \pe tallar sobre uegocio
deseo inleresse. '
|iy Frea-se'?nma Emoarcaci" que pegue em o
peko, equivalente a du is mil arioba : quem liver di-
tiji sea ra dd#Vig"to D. i2.
yy A pessoa que aiuiuiiciou (ueier urna pessoa
que livesae boa letra, dirij se a ra db'Liv.rajnenlo
A qiem coovieiiJtroc,at a casa que lora do ,i
u.
Ma escrava Josa que shi cosinhar o diario de
una casa : na roa eslreit do Rosario D. 33.
Jjrjp* A Adminstv cao das Obras publicas tero de
comprar una pono de m'di-ia para o concert do
Tr-api\eda AJlandejja das Kazendas; as pense-asquea
quiseieut vender podein dirigir se a casa da dita \ minislratio no dia 8 do corrente pelas ft horas do dia.
jura, tratar lo seu ajuste; e poilera enles do dia a-
piasado hir a sobreiiita c.-a para lomar as dimenses,
e mais circunstancias da r< h-riila ruadeira aiim de po-
der calcular os. preoos aotesdo dia .pra/.ado.
^JP" l'ma luja (lerooros que. tenha piucos fundos:
quem a liver annuncie por esta l'olha.
Un (.'.omielio- Sepot. {>. um Saluslio.V os luez
tonuis de Virgilio com as n .l lia ra do QueiiBado I). 13.
Quem liver livios Ita'ianos principalmente
px ti' os paia vender, queira aunonciar a sua mcNada
p.ra ser procurado.
tjy I'.iboailo o'amarello para 1-r>*> d'Fmba'c-
Co;. <]uem.ot|ver dinj^-he a bordo lo Pataxo ero,
ou a Joatjii iu Jo/.u de l'igueredo, nu Forte do M'llo-.
V*F,NI>AS.
-
leacido nastre de Muzica Joo Paulo de Lira Flor*-*,
citanoMni/uiriho, com Om bom quintal, etravjada
pata dorado, por outra'casa no Burrp de, Santo An-
toAioprocure a Viuv do niesmo falescido lia riu por
detraida.doi Martirios para felisar. o. negocio pro-
uosto.
yy 0"CoHector das Di ver-as Rendas publicas do
Deitiicto doRecifefaz publico aos collectados na ta-
peccio do consumo das aguas-ardenle* a que venbo
o .jar o que devem do sim- Mi e, do coi afnle apuo
Ma rama, i.ma commoda,, urna meza para jantar,
du;i- bancas, um par de mangas de ideo, tiez cadi-
ra-. de palhmhas Francesa, Um tocador,. 7 quadios, u-
ili'as Lnagens de rnai fin, ludo em bom e-tado : a fal-
lar na 1 ua dos 'Panoeiros u'< m-tsem de socar a-sucar n.
5 q^ue achara com quem Iractar..
?ty Na ra estreila do Rosaiio h urna po eslrume quase corlido, eutna poicode tijollos parti-
dos, e d se* por pouca cousa.
^3^* 4.'partsde axilhos de vidraca de janellas, e
dois dito de alcova com s coinpclenle> Dan kras%e
u ni 1 oama de coudur ludo novo: na loja de Mar-
ciueiro na ra de V iracio.
,^y 30:000 tijollos. hegados recenlemenle.d'Ho-
landa, ra do Vigtrio D. ia, onde se vende mui boas
, liugias secas,.e graix.a, e cebo em rama, e a bordo.da
Sumaca Atbulpa, carne ae Monlsvideo por preco
coimnoduu
4Jp!' Una prela de naco muito sabia, sabe cosinhar.
o di-'i i'o le uma casa, e lavar do sabio : no beco do pvi-
t sobrado I). I1. .'.'.,
y^ Sp ri .oes licores de lodas as qjialida.les de
preco-de ::Au, 3-i >, 4jo; e i8 : na ru do Faguu-
des h -.bi.nio ). Ii deTi'oritirvqo priuieiro "Ci inlo
I..R b
Polasa Russfana: na rna do VigVrlb D. 19,
O Diccionario das Scieruias .Medicas em 60
volumes-' na ra da cruz 5.
tqp Um oculo de ver ao longe : na ra do Que-
mado loja dp ferragero n. 30.
%Q^ Um braco de batanea grande proprio para
pezar csixss de assucar, e pesos de ferro de % arb. para
bixoeem temos de 8 c\ libras, masos le ppela.
de todos os nmeros, eurna porco de era amar/ella f
na ra do Queimado I-ja de Ferraeem 11. 30.
i boas vosese preco commodo: na ra da Roda- D.
15.
|py Um .-ilio nasCurcuisnas com 200 a 300 pez
deroqueitos, por preco commodo : na ruadeManoel
Couco sobrado D. 4.
fCJT- 100 p:paspara aguada de navio: na ra da
cruz n. 53.
JQy Urna preta crila qup sabe cosinhar, faser do-
ces, engomar liso, e lavar de sabio: na entrada da
ua do R.rige 1 D. 3l, primi iro andar.
(t^ Folinhas de porta, de Algibeira, e
de Padre, para o presente a/ino de I36,
por prec.o commodo, na Praca da Inde-
pendencia, loja de Livro- N. 37 e 38, e
na rna da Madre de 'Leos venoa que foi
do Rezende.
ALUGUKIS.
fUhiga-sfc o >.." andar das casas da rna do Quei-
mado D. 5 por cima da roja de Eozebio piulo & Comp.
SCItAVOS FGIDOS
&
kNtonio, naci Angola de meia ahora, fulo, rosto
cumprido, e acangulailo, e (ubem cambaleia com o
cwrpo no anda; d.sapareceo no di 3 de Fevereiro
com calca de estopa grossa de fardo por cima de urna
calca de biiui em margas de camisa : os aprehende-
dore#levem-a a praciuha do Oivramento D. 26 que se-
rio gratificados geneosainenle do seo frabalho.
W Fugio no dia 2-do corrente um preto por li-
me Manuel, de nac,io Rebollo, Made pouco- mais ou
menos 46 annos, baixo, groco do corpo, cara larga,
pez Grandes, e largos, e bastante barbado : os apre-
hemiedores levem-no ao atierro da lioa-vi-.ta sobrado
1). 16, que seiio geiM'ro?amente lecompcnsados.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Pono de Pernambucor
14 Segunda 5h.|l m
< 5-T: - s n - 4-30 a.
a 16.-Q:----- t a. - 5 4-2 a
- - (i-30
r Q .8-S:. 9. -S:---- -2 " 7-18 a- p
2i).~Ds---- 3 m 98
pe
l\ b ira'; 'o ule anibem 1 teiicele a Troco..'
Pr.le.
/
Navios entrados no dia 3.
JIAJIIA ; 13 das;. R. E c. Dois Amigo. M. Ma-
l .'el Pereica de sal : vaiio gneros. Ton. i50. Pa-
sageiros M-noel Joaquim Alexandrino de Andrade,
Daniel Luiz Reza, Claudio Joze de Souza, Antonio-
Fe' 'eir de Alni-id, e Mano-l Goncalves.
KF.LDF-RCOM : 58 dia^ ; Galiota Hollandeza Jo-
nhciioina Mara, M. Jaiiklaaseus : queijus, e outios-
g nelos : Nuno Mara de Seixa.s. Ton. 145.
Sabidos no mesmo dia.
J^IVERPOOL ; Gal. Diara.. Dryopey M. Robsfhv
mi'lon : varo* gneros.
UNNA ; S. Beija Flor, M. Francisco Xavier Pat-
delha- : U>li o.
TRIESTE; B.Tng. Cioul, M. Robeit Ooflork.
assucar.
AMSTERDAM ; Gal. Dinamr. Alevine, Cap. X.
C. Malhicsem.
LISBOA ; B. Port. Ventura Fejiz, Cap. F. ancis-
co Angosto de Sales : varios g-11 ros. Pa>8igeiros 9.--
MVERPOQL; Barca Ing. Thomas Maller, .Cap.
IluUclieson : a.-sucar. Pajsageiro um Ingles.
*
RrnTna Typ. do Wiwto l36. l

Ji


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