Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02213


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Full Text
ANNO DR 18.36. QUARTA FEIRA
3 DE FEVEREIRO N. 26.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PKN*MBcro, mTfP.inM. F de Farm. 1836;
u
oas dasrmana.
1 Secunda 8. Ignacio B. M.jejnm A. los Ja, do C. de ra. e det
ses. da Tbexouraria Polilica. Chaoc. de f
9 Terca tft Purificacao de N. S.
S Ojiarla S. Bra7 B. M. en. da Thezouraria Pub.
4 Quinta S. Andr Cursino Re. de m. and. do J. do C. de m.
5 Sexta S. Agnida V. M. ses. da Thez. P. aud. do J. de ()
de i.
6 Saltlm.lo As Chagas de C- Re. de m.e aud. du V. Geral det. em
"linda.
7 Domingo Sexagsima S. Romualdo Ab.
Tmlo agora depende de nc memot. da nossa prudencia, mode
raci). e energa: continuemos com principiamos, e eremos a-
puntadocora adinira<;ao entre a N'acoet maiscultai.
Proclamufo da Ji$mbteo Qtral d* Bratil
Snbcrere-te a 1000r. menaaea pago* adiantada nenia Tpogra-
fia. e na Praca da Independencia N. 37 .18 : onde ie recebein
correspondencias le^-alisailas. e annunoios t nseriiidn-*e Mltl gra-
til iendo don pro|iriotaRsignante8, e f iudo aisiguadot.
PARTIR DOSCORRKIOS.
(ioiaua. Alhandra, Paraiha, Villa do Conde. Mamanguape, Pi-
lar. Real de S. Joao, Rrejo d'Areia. Rainha, Ponina', Nov d-
Siviza. Cidade do Natal. Vi Mas de Goianninha, e Nova d Prinea,
aa Cidade da Fortaleza, Villas do Anuir. Monte mor noro
Aracatv, Cascavfl, Canind, Granja, Imperatrix, S. Bernardoo
S. Joo do Principe, Sobrar. Novad KIHpy, Ico, S. M atheut.
acbo do sangue. Santo Amonio do Jardim, U*cxeraraobim, e Par
unida Segundas e Sextas Oirs ao meio d*
Santo Anio Todas as tillarlas (Viras n n,io dia.
Garanbiins, e Bonitonos das c S ito niei aoiaeio ia.
Floresno dia 1.1 de cada axer. ao meio dia.
Serinliaeui, Rio Fonnozo, e Limeira Segunda*, Quarlas,
Sextas le i ras ao meio dia. .
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
CARTAS DE LE.
O
Regente, em Nume do Imperador o Snr. D.
Pedro Segundo, Fz saber a todos os Subditos do Im-
perio, que a Ashemblea Geral Legislativa Decretou,
e EUeSauecioriou a Lei seguinte.
Art. i." A Senhora Dona Mara Segunda, Rainha
de Portugal, tem perdido o direito Successa da
Coroa do Inipetio do Brasil.
Art. a.* ASenhora Dona Jan ta ria, Filha Legitima
do Sur. D. Pedio i.", ser reennhecida Prinoesta Im-
perial, na forma do Art. i5 3. da Conslituice,
- da Lei de 16 do Throno doBrail, depois deSua Magestade o Im-
perador o Snr. Dom Pedro Segundo, e d< Sua legi-
tima Descendencia.
Manda por tanto a todas as Autboridades, a qnem
o conliecimento, e execuca da referida Lei perten-
cer, queacumpra, eaca cumpiir, e guardar ta5
iiiteimmente, romo nella se conten. O Secretario
de Estado dos Negocios do Imperio a faca imprimir,
publicar, e correr. Dada no Palacio do Rio de Ja-
neiio em 30 deOulubrode i855, dcimo quario da
Independencia e do Imperio.Diogu Antonio Ftij.
Antonio Paulino Limpn de Abieo.
O Regente, em Nume do Imperador o Senhor
D. Pedro Srgundo, H* por bem Sanccioriar e Mandar
que seexecute a Resoluca seguinle da Assemblea Ge-
ral Legislativa.
Art. i." Os Estudantes Hraileiios que antes da
creaca das Eco|as de Medicina no Imperio, fora
irequentar as Universidades da Europa, e nellas obli-
\ei ,i o titulo de Mdicos, nao esla comprehendidos
na di.spos ca5 do Arligo quatorze da Lei de 3 de Ou-
tubro de i832; epuJem exercer a *ua profissiin-
lependenie de txatue e de pagamento de qualquer
propina.
Art. a." Fica revogadas as disposices em con-
trario.
Antonio Paulino Limpo de Abreo, Ministro e
Secretario de Estado dos Negocios da Justica, encar-
legado iuterinaineote do do Imperio, assim o teuha
entendido, e faca executar com os despachos neres-
aario*. Palacio do Rio de Janeiro em 37 de Outuhro
de 1835, dcimo quarto da I11 lependenna e do Im-
perio.Diogo Amonio Feij.Antonio Paulino Lim-
po de Abieo.
Ministerio da Justica.
Expediente do dia 27 de Novembro.
.f\.Vizo 10 Hispo de Pernambuco, acompanhindo
o icqueriinenios de Joaquim JoZe dos Santos Ara-
ujo, eBento Lopes Guimares Jnior, a fim de infor-
mar com o seo parecer, se ba necessidadu de ^Sacer-
dotes no d:to Rispado, eseosSupplicantes esta pron-
tos a servir qualquer emprrgo Ecclesiaslico para que
. ....,^..1,
Circular aos Presidentes das Provincias, para or-
denaren) aes respectivos Juizes de Direito, que as
telacG s que tem de remetter a esta Secretaria de
Estado, dos reos sentenciados pelo Jury, emitta a
sua opinia motivada, a resprilo da justica ou injus-
tica das decisSe proferidas sobre cada hum dos reos.
Oficio da Cmara Municipal da Villa de Valenca,
na Provincia de Piauhy, de iO deJuiho de>te anuo,
em que pondera : I.*, sealgum dosquatro Cidadlos
juramentados para servirem de Juiz de Paz, nao es-
tando em effectivo exercifi'i, sahindo.no numero dos
60 Jurados, deve ser considerado Magistrado, e co-
mo tal impedido, ou se he chamado para Membro do
Jury : a -e recahindo votos para Vereador em al-
gum dos ditos quatro Cidadlos, pode este, quando
tam bem na6 esleja em efectito exercicio de Juizde
Pa, servir de Vereador, ou de Supplente as func-
ccs da Cmara.
CMARA DOS SENADORES.
Extracto da Sesso de 14 de Outuhro.
Presidencia do Snr. Bento Barroso Pereira.
J\_ hora do costme, aberta a tsalo com 30 Se-
nadores, leu-se e approvou-se a acta da tsalo tnte-
nor.
O primeiro Secretario deo conta do expediente.
Ministerio da Fazenda.
Expediente do dia 4 de Dezembro.
VJrcuIar. Vlanoel do Nascimento Castro e Silva,
Presidente doTiibunal do Thesomo Publico Na-
cional : convencido deque muito deve diminuir o ex-
pediente das Thesourorias, quando fi seu cargo a gesta das Rendas Gemes, mediante as
providencias Legislativas, com q-ie, na forma do
Artigo addicional ConstituicaS do Imperio, as res-
pectivas A'sembleas Provinoiaes tem de prover boa
arrecadaca, e administraca daa Rendas Provinciaes
designadas no Art. isdaLei de 3i He Outuhro ul-
timo ; Ordena que o Inspector da Thesouraria da
Provincia de. informe com urgencia, qual o nu-
mero de Empregados, e IUH classes, quesera neces-
aario conservar para o regular andamento dos ne-
gocios geraes, que ficao a cargo da mesma Thesoti-
raria. Oque cumprir, motivando-o em parecer,
e especificando os encargos das Repartices sujeitas
sua inspeccio.
Thesouro Publico Nacional em i de Dezembro de
i835Manoel do Nascimento Castro e Silva.
Aas Presidentes.-Illm. e Exm. Snr.--V. Exc.
transmitir Thesouraria dessa Provincia a inclusa
Oidera desta data, sob n....., e informal, com o
zelo edescripcaS que IheaaS proprios, a resposta que
por seu intermedio dever remetter o Inspector da
mesma Thesouraria, sob e o pessoal indispensavel
para o expediente das Repartices da Administraca
Geral.E porque muito urge extremar-se a admi-
nistraca, arrecadaca, eappliraca das Rendas Ge-
raes e Provinciaes, classiPicadas pela Lei de3t de
Oulubro ultimo, V. Exc. requisitar da respectiva
Assemblea Provincial as necessarias providencias, a
rtspeito dcst.i.s ultimas.
Dos Guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro
em 4 de Dezembro de 1835.--Illm. eExm. Senhor
Presidente da Provincia de... .-Manoel do Nasci-
meuto Castro e Silva.
(Do Correio Oflicial.)
ORDRM DO DU.
Entrou em priraeira discuss a resoIacaS rinda da
outra Cmara, conjunctarnente, eom o parecer daa
Commisses respertivas, reintegrando no poato do
Gapita de Mar e Guei ra a Matheut Welsch.
O Snr. Borges requereu e pedissem informacea
ao Governo a respeito do negocio em discusaa, o que
foi apoiado, ea final approvado.
Fui approvada em primeira e segunda discusia a
resoluca que approva a pensad de l:4oo) reis con- '
cedida ao Bara de Itapicur -Merim, com sobrevi-
vencia reparadamente em sua tres filha.
Foi approvada em primeira e segunda discant
a resoluca que appmva a tenca de 52oj)ooo reis,
e bem asim a pensa de-58o^JJooo ria conce-
dida ao Brigadeiro Francisco de Albuquerque o
Mello.
Foi approvada em primeira e segunda discusta
a resoluca que declara n estarem compiehendi-
dos na disposica do artigo \.\ da lei de 3 de Oulubro
de 183a, os estudantes Drasileiros, que, antes da cre-
cao de escdas de Medicina no Imperio, fora fre-
quf utar as Universidades da Europa, e nellas obtive-
ra n titulo de Mdicos, pudendo exercer a -ua pro-
fissa indtpendente deexarne, e de pagamento de
qualquer propina.
Pelas on/e horas e hum quarto sendo arinuneiada
a chegada do Ministro da FaZenda, foi receido com
as formalidades do estilo, e em la presenca continu-
ou a discussa do oicamento no artigo onzedo titu-
lo segundo, com a emenda apoiada na antecedente
gessa.
O Snr. acaula Souza requereu que juntamente en-
trasse em discussa o 6 do art. 9 que se achava adia-
do, oqneloi approvado, e entrou igualmente em
discussa.
Emenda ao artigo onze, Merecida pelo Senhor
Paula Souza na antecedente sessa, e nella apoia-
da :
Que a armaz.enagem forme rubrica separada de
ancoragem.
No 13 se accrescentee contribuica do Monte
Po Militar.
k No 16, diga-se, i5 por cento das embarcace et-
trangeiras que passiaser nacionaes.
*' No 3a, suppiima-se aspalavras -dos empretti-
mos estrangeiros : supprima se o 36.
Addirione-se hum Decima dos Predice Urba-
nos e a passar isto, supprima-^essse que he o lo,
na lista dos impo>tos do Municipio.
" No 41 accrescente-sede exportaca.
*' Que os imposto destinados para a caixa da a-
mortisaca seja tirados do lugar em que esta, ese
colloquem na lista dos impostos geraes.
44 Onde se diz-com a applicaca eapecal--accre-


8
DIARIO DE PKRNAMBUC
I
~J
ei-n!e..separa objectos nao contemplados as des-
pozas.
Quefinda'a terceira discussoseorce, e ponlia na
lea importancia orgda das rendas tatito geraescomo
a Commisssfo de redargo se retina a de Fazenda.
O Sur. Borges mandona mesa a segu u te emenda :
t No sexto do artigo 9 suppi ima-seelevados a 5
por cento : ai ligo adc:otial para ser Culloctdo depoia
dtsle, ou sonde ronvier.
Os diziroos ein todo o Imperio ficSo perteurendo
s Rendas Ptovipciaes, deduzindo-se quatro decimos,
que entrarS na renda getal. 06 to m ligo n,sup-
prma-se, e substituas peloseguinle : Quatr>> de-
cimos dcduzidos dos dizitnos quepassaiS Renda
Provincial.
Foi apoi.ida ssim romo a Sfguinte do Snr. Paula
*"Sou*a. 6. Os dons por cento de exporlacio dos
gneros de producto I3iablega fico elevados a 7 por
cento, abaten Jo se cinco addirionaes us que paga-
rem de dizimos os que os pagio na exportacao, e ex-
tensivos aos de origem esttangeira, cessando qualquer
utra imposigio sobre a exportago, a excepeo dos
dizimos. Salva a redaceo.
Artigo addilivo. O Governo fica autorisado des-
de j, a reformar o.-vswma de administragao e ar-
recadaco da dcima urbana no Municipio da Corte,
e da segunda decima das corporacesde mo mora etn
todo o Imperio.
Pedio para retirar, a parle da sua antiga emenda
relativas decima dos predios ui baos, efo-lhe con-
cedida.
Oepuis.de longo dbale o Senhor Borges pedio
para retirara sua emenda, (o que Ihe oi concedido)
subs'itoiudo-a pelaseguinte: O 6 do artigo 9sup-
pt ima-se: u 6 do artigo n substilua-se pela addi-
cipdous porcenjto de xpoilacio. No mesmo arti-
go ii addicione-se ham novo mencionando osdi-
ziuvs coma, renda ge ral, com declaracio de que a
ny.'Ude da sua impotencia arrecadada,, licar perten-
cendo Renda Provincial. Foiap.dada.
., Pepoisde alguma disenssio, dando a hora; ficou
inda a materia adiada ; retirndose o Ministro pela
manen a quefora recebido, o Presidente declarou que
a ordena dodia era a materia em discusso, e a desig-
nada de anteriores; e levantla presente pelas, Irez
horas menos vinte minutos.
i
. i .i

. PERNAMBCQ:
GOVERNO da PROVINCIA.
Conti-iuaca do Expediente do dia 29.
<3&' Cantara do Brejo, diiendo-llte que o Goveino
appcqva interinamente que os Artigos 3, e 11 das
Postures d* m*ma Cmara sejam snbslituidos pelos
que acompanharam ooflicio que ella enderecou era
13 do .conlente, o que ludo .*e: prsenle a As L.
Rrovincial para definitiva approvaca.
Ao Tenente Coronel F. H. de M. Ancora,
para satisfacer o que requer o Procurador Fiscal a
cerca das obras de que preciza a Igreja Matriz de S.
Amato J..boalao.
__ Ao mesmo, dizendo-lbe que o Governo con-
ven! em que se tspere iv.ais irinla dias pela Con va les-
ee nga de Tbom Pereira Lagos encat regado de levan-
lar as plantas das Fs'radas do Sul, visto asseverar elle
em seu officio que no fin d'esSe tempo estar em es-
tado de ret'otnecar os Irabilhos.
Ao Chele de Polica d'esla Cidade, para reroet-
temer.com urgencia a Secretaaia do Governo um cir-
cunstanciado Relaiorio do estado dos Negocios P.u-
blicusdaCnmiiiarca, e das providencias de que ella
mais pieriza p.nn seu melhoramentw, a fin de as re-
clamar em l^mpo competente da Astemblea Legisla-
tiva PfOVillcidl.
Oficio* d'< theur do precedente se euderecarara
aos befes de Polica de Gnianna, Nazareth, Limo-
ciro, S, AntaS, Bonito, Brejo, Flores, Rio For-
uiozo.
Ao Commandante Superior da G. N. d'este
Municipio, alim de expedir as convenientes oidcns
para que ira Nota dos Cornetas du 2." BalatalhaS da.
primeia LeguQ se faga a declaraga que em seu of-
ficio exige o Inspector da Thezoui aria, com a qual
d#ej*caca de ver voilar para enta se abrireni os
necessai os assentos.

D1VFRSBS REPARTigOENS.
CAMMIA MUNICIPAL DO ReCIFE.
7/ Sessaf ordinaria do dia 20 de Janeiro de. 1836.
t Presidencia do iJnr.Gusmio.
V^Ompareceio os Sentares Pessoa, Branco, Ma-
>*''
mede, Souza, e Silva, fallando com causa os Snrs.
Miranda, e Menna.
Alerta asessfio e lid.- a acta da antecedente foi
sancionada por estar conforme.
O Secretario dando conta do expediente mencio-
nou ossigninies offieios :
Hum do Juiz de Paz do i. Oeslrcto do Sacramen-
to da Boa vista convidando Presidente para h poras lo bi ras da msnh ser prsenle a apuragaS
em sua cafa dos Cidadaos que esta5 ras circunstan-
cias de serem Juizes (fe tacto: inteirada.
. O.u.lro Je Luis Joze deSampaio, dizendo que ape-
nas rhelhorasse de sua queixa vera tomar juramento
e posse do cargo de Venador para que fura chamado :
inleireda.
Outro do Inspector da Thesouraria, para que se
Ibe informasse sobre os requerimentos de Joze Vidal
Nunes, que sobre files se ouvsse o Procurador a
quero, se devia remetter.
Outro do Juiz de Paz do 2.0 Destricto do Sacra-
mento de Santo Antonio, dizendo que temi elle en-
trado oomo Juiz a servir depois do dia 7 do correte
e na5 tendo adiado feito o ai rolanento dos CidadaS*,
que finliaS adquirido as qualidades para Jurados, nao
poda remelter o mesmo ; porem que apenas elle ap-
promptasse envi.uia : inteirada.
Outro de Canuto Joze Vellozo da Silveira, Juiz de
Paz dos AITogados, remetiendo a lisia dos Cidadao.s
que ad'|uerira as qualidades para Jurados nesle anuo
que se convidaste o mesmo e ao Paracho especlivo,
para aapuiaga na Cmara 110 da 26 do crtente
per as 11 horas da manh.
Outro de Domingos de Souza LeaS, dizendo que
morando elle no 3.a Destrjcto de JaboalaS nao podia
servir como Juiz de Paz do a. Destrictu qae se cha-
masseo immedialo.
Outro de Joze Maximiano Peivira Vianna, dando
os motivos por que nao podia tomar juramenlo e pos-
he do Cargo de Juiz de Paz do a." Destricto de Jaboa-
taS que *e chamasse o immedialo.
Oulro de Justino Tereira de Faria, fazendo ver
com alte-lado de Facultativo que tslava (cente epor
isso na impossibeddile de exercer as fungoensde
Juiz de Paz do 1. Destricto do Collegio para o que
foia ehamado que se chamasse o immedialo.
Recebera juramento e tomaran posse do cargo de
Juiz de Paz do dito Destricto os Cdadas nl.lnii te chamados para isso assim como Francisco Ignacio
de Alhaidedo i. Destricto da Boavista. J por ser
dada a hora alevanlou-se a sessaS. Eu J. ze Tavares
Gomes da Foncera, Secretario a esereyL -p- GusmaS
P. P.| Pessoa, Branco, Mamede, Souza- e Silva.
1
COIIPO POLICIAL.
Ll."" e Ex.mo Snr. Na noile do dia -x4 do, cor-
renle que lecrutava o'Pnente Ftancisco Gongalves
d'Arrudit no lugar do Caxang, em orazn qn^sele-
bravovs veznbos a festa doSanto d'aquella Povoa-
go, com lugos arleficiaes, cui iozidade de muilos Cidados a hirem ver, a< lia ca-
va- se entre o povo a paizana o Soldado da 3.* Compa-
nhia do Coi po de meo Commando Joze Themolio de
Mallos, e chegando a elle o Tente deu-!be ordern
para que se niete-se entre aslileiras que reci ulava,
e dizendo-lbe o Soldado, que era Soldado do Corpo
de Polica, sem mais oulra caliza e motivo levaniou
da espada e deo-lhe em publico auditorio huma foi le
pranxada e o meleo as fileiras, qu sendo aprezenla-
do ao Tenente Coronel PiancisCO da Rocha Paes Bar-
reto u mandn soltar logo que ricoiiheceo ser Solda-
do do Corpo Policial ; e porque o castigo que deo o
referido Tenente ao Soldado em pranxa-lo, nao est
at lie lio je dezi^nado pelas Leis do Goveino'em Nome
de S. M. Imperial, pata os individuos do Corpo de
meo Commando, c tio punco elle o tnereceo, be o
Tenente infractor das Leis estabelecidas p.-ra o Corpo
de Polica, ou por eo-inirn; de um 1 11 de despotismo,
ou por ogeriza natural que tenha ao Corpo queCotn
mando; espero pois que V. Ex. tomando etn conoide
raga o o que levo dilo face sentir aquelle Olicial o ar-
bitrario, e ilegal castigo, que deo ao Soldado, para
saplisfagio da Lei ofendida.
Dos Guarde a V. Ex. Quartel do Corpo Poli-
cial 30 de Janeiro de 1836. 111. e Ex.ra0 Snr. Joze
da Costa Rebello Reg Monleiro, Commaudatile das
Ai mas da Provincia. F> ancisco Antonio de S Bar-
reto, Commandantes Geial.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N.' 23.
CORREI0.
Ora
1 a a Bal
de.
qucte Inglez Nightencale, receba as mallas pa-
a e Rio de Janeiro, (3) pelas 5 horas da lar-
*,^****
%v %**v
EXTERIOR.
As intrigas e manejos com que, Valgam lempo
a esta parle, se procura derribar as Inslituigoes fede-
raes do Mxico, se v-5 rpidamente 'desenvoivendo.
SaS diversas as opinies acerca do resuliado provavel
de taes manobras. Ha quera iu^gueviia ser o.esla-
Ixlecimento do celralismo, nao falta porm, quem
sustente q,ue o projecto se n. 6 limita a isso somente,
mas sim que o objecto ulterior he a njonarchisaga.
O Congresso foi convoeado exlraordinariamenle para
15 de Julho, a fira de deliberar sobie a sorte fu-
tura da Naca. Enlrelanto reinava a maior con-
ftisa em Tejas, Estado limilrophe ao territorio do
Norte America, eque est povoado principalmente
de colonos Anglo-Americanos. Estes bavia expul-
sado a tropa Mexicana que guarneca hum dos For-
tes, e morlo taln m, o Cbefe de huma partida en-
carregada de prevenir o contrabando. Por esta oc-
C8sia5 se eslava apromplando na C--pit. digaS comp' sla de tres mil homens que devia mar-
char, aoCommando do General Cos, contra os T-
janos. Penta-se que e*ta lula podet ler iir.poi lantes
resultados, ltenla a qnstaS poltica que se agila no
Paiz. O Sr. Zavala, Ministro que foi da Repbli-
ca do Mxico, junio Gorte de Franca, se achava
em Tejas: e como sua determinaya pela conserva-
cao dosystema federal o tem arredado da Adroinistra-
caS actual, julgava se que elle tomaiia huma parte
activa nossuccessos que se preparava.
Noticias do'Mxico al la de Agosto, tem sido
lecebidas na Nova Orleaus. A Cidade de Toluca to-
ma a iniciativa do movimen'o contra-revolucionario,
que tende a \:r huma Cora sobre a cabeca de Sania
nna. Le-se na Ahelha.
O Brgue Crawford, clugando liontem de Vera
Cruz em 9 dias, nos Irouxe folhas daquella Cidade
at 1 a deste mez, por oude.se v que huma mudan-
ca radical he invocada pela massa do povo.
He Toluca, huma das maioifs Cidades do Mexic",
que tem dado nascmento a ele projecto. e que por
i^so he intitulado o plano de Toluca. Todas as ou-
Iras Cidades do Mxico, mesmo Zacatecas, parecem
approvar estas innovagSes, que ha mulo tempo tem
sido discutidas e approvsdas pelo Governo. Nos na5
duvidamos que este projecto seja adoptado. Ab E
talvez no estado de desorganisaga, anarchia e dgsor-
dero em que se acha o Mxico, na successa de re-
volla, que devastan este infeliz paiz, este plano ser
o nico, que poder restituir a tranquillidade, e fa-
zer prosperar o commercio, fazendo elevar aos olhos
do mundo o carcter Mexicano.
Segundo este plano, o Mxico he proclamado Go-
verno Representativo, e Central, e o Ceneral Santa
Anua noineado Presdeme e Chefe da NacaS ; em
outros termos o Governo federal nao existe mais, e
o Mexco he reduzido a huma Monarchia Constituci-
onal, governada por Santa Anua.
N^ damos aqu este docuroenio que he intitulado
Expoziga e plano da Cidade de Toluca para esta-
blecer no paiz hum sysiema de Governo Popular,
Representativo, e Central.
A Cidade de Toluca, como todas as Cidades do
Mxico, instruida por huma longa e cruel experien-
cia, chegot em fin a convencer-se dos vicios de sua
organisagaS social. Logo que o Mxico sacudindoo
jugo de Hespanha, proclamou sua independencia,
era preciso adoptar huma nova forma de Governo :
foi preciso improvisar huma Consttuca6 ; e nesle
caso jnlgouse mais simples copiar a dos Estados (J-
nidos, sera ningnem se inqul< tar-se] esta Conslitui-
caS, que convinha fletima yank.ee, huma NagaS
esclarecida, que muilp tempo mesmo antes do seu
divorcio com a Inglaterra gozava d< huma grande
partilha de Liberdade civil e religio-a,, podia tam-
bem convr a sua Patria. Os legisladores Mexicanos
tem coromettido hum erro capital, em arreditarem
que as niesmas insiiluicSts podiaG reger hum outro
povo, cuja massa ahaixa a cabeca diante do habito
negro de hura frade, cuja massa vegeta anda na mais
craca ignorancia, e que apenas desembaracada do
jugo de ferro, etn que a Hespanha a tinli ha seculos,
poderia supporlar huma IransicaS taS- sbita. He
por tanto de accordo.
Primo. Que conforme ao voto geral da Naca, ma-
nifestado | de huma maneira solemne, a forma de
Governo, que se tem recoohecido ser a mais propria
a segurar a felicdade do paiz, o Governo Popular,
Representativo, e Central seja adoptado.
____.


DIARIO DE PfiBNAMUUC-O.
' S'dundo. Que na Conslituica, que se (leve ado-
ptar para este ell'eilo, deve declarar-se, que a Reli-
gia exclusiva do paiz, he a Religia Catholica Apos-
tlica Romana ; e aliii disso, lhe devem servir de
ba-es, as condices de Independencia Nacional, a
nlei;rdade do seu territorio, ea Liberdade da Im-
prensa.
Tercio. Que em consideraca dos sacrificios he-
roicas, e dvoca Liberdade da Patria do Ilustre
e digno General D. Antonio Lopes de Santa Anna,
He seja mantido na Dignidade de Presidente e Chefe
Supremo da Nac.<, e declarado protector pilos seus
vot06 livremente exprimidos.
(Journal do Habr.)
(Do Coi re;o Official.)
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
X Endo promettido publicar ludo, quanto sei sobre
a *dminstraca5 do Padre A!eucar, eu passo a cum-
prir a promessa, eome<;ando por aquillo, que t m
minha Coinrnarca se pa sm. epois que para So-
biiilse relirou doTermo de Villa Nova, para onde
u nti.i ido, o Alferes Joaquim Gregorio Piulo cora
orden*as mais absolutas do Padre Alcncar paia pren-
der a toito, e a direito os Moiroens sem mandado de
Justina, eaera que igualmente as Authoridades Judi-
cia*rias fossern sabedoras des-as prisoen-, por quanto,
.ieg undo a vontade do Pddre Has devia ser fetas
militarmente, como se anda eslivrssemos no tempo
dos CapiaensGeneraes, foi no mesmo dia, em que
aqu ella Villa chegou, varejarcom toda a Ibiga deseo
Coramando a Fasenda, denominada Cedro, do Te-
nente Coronel Diogo Gomes Prente, s por que li-
nha ouvido dizer, que ali seaoliava alguns dos Moi-
roens; chegando porem esse facto ao meoconhec-
meiito, li/. lili? ver pessoalmente ; que todo oseo
procedimento era Ilegal, e que se deva abster de
semellianies altenUdos, mas qual nao foi a mirilla
surpres, quando uvi esse audaz Official dizer-
roe, que por ora nada tinha corn as Ai.tlioridades,
e que tudo pod;a obiar independente de formalida-
des de Lei, por que o Presidente da Provincia assim
lhe tinba ordenado ? Entretanto, Senhores Redact-
les, eu m me podia persuadir, que o despotismo
do Padre Alencar chegasse a tanto, porm hem de-
pressaconvenci-me, que elle assim o tinha determi-
nado, nas poique o Alferes conlinuou cnm as suas,
arbitrariedades^ ceicando, e dando busca as caas
dos Cidad 6* ua vontadej e quando, de noite ; co-
mo porque dando eu prte ao Presidente da conducta
criminosa desse Official, dirigindo-lhe o oflicio, que
abaixo ral transcripto, respondeo-me simplesmenle,
que tinha recebido o meo oflicio, ** pas-ava a repre-
bende-lo ; e qual foi a epreliensa ? Do officio, que
tabem abaixo vai transcripto, ver o Publico a qua-
lidade della, que longe de o cohibir, anda se tornou
maisintolcravel ; e quando memo o Padre o repre-
hendesse, eslava com isso punido de seos erimes esse
Official? Ninguem o dir. Convcm agora fazer al-
gumas reflexuens sobre o oflicio desse Despot, eujo
perverso coraca so respira vinganca, e mesmo
mugue. Diz elle ao Official, instrumento d<- suaa
paixoens desregradas, que nao corra as cazas dos C-
dadas, mormente de noite, semas formalidades da
Lei. Todos sabem, que de noile nao se pode entrar
por forma alguma ras cazas dos Cidadas, salvo nos
casos declarados na-Le% e que somenle de dia he,
que isso tem lugar, precedendo o competente man-
dado de busca, contenfio as solemnidades legaes, mas
da palavra mormente do Despota Alcncar, de que
u-a em seo officio, te pode bera deduzir, que de dia
Vem lugar yarejar-sequalquer caza sem essas solemni-
dades. Die mais, que em cazos extraordinarios, co-
mo succede com os Moiroens, se deve prescindir al-
guma couza da Lei, e que cerca delles, o Official
executea oidera, que tem delle Presidente, baseada
sobre o da Regencia. Aqui o Padre mostra nas
que be Despota, mas tabem calumniador, por quan-
to riem o cazo era extraordinario, que somentese de-
ve entender, (fiando periga a segujanca e tranquili-
dade publica, e neni a Regencia ordenou, que se
prescindir da Lei para serem prezos os Moiroens,
*s por via de bum Avizo do Ministro competente
de Setembro de 1833, que em meo poder esteve,
remetlido era Maio do auno prximo passado pelo
Padre, maudou, que o Presidente do Cear eropre-
gasse os meios legaes para serem capturado--, proces-
sados, e punidos segundo as Lea Penses os nicos
filhosdo Capita Alexandre da Silva Moura, vindo
os nomes delles declarado no referido Avizo ; como
o Padre, calcando ao* ps as Leis, que boje tanto ga-
rantem os direitos dos C dadnos, se atreve a ordenar
por si s, sem fazer cazo do Chefe de Polica, e das
mais Authoiidades Judiciarias, a prisa de lodos,
quanlos f< ssero da familia dos Moiroens 7 E quando
mesmo a ordtin do Padre fo-se somenle para prender
os cinco recommendo?, poder-se-hia prescindir da
Lei ? De cerlo que nSo, porque quando ella deler-
na, que pos-o ser pre-os sem culpa formada os in-
dividcs em ciimes que nao admiiem fianza, r>5o
exceptuou os Moiroens, salvo se o Padre Alencar
assim o entende, e mesmo para elles serem pre.-os,
ra preciso mandado m>n, como Cbefe de Polica,
ou do Jniz de Paz respectivo, mas nada disso houve
xopiincpio, porque o Padre assentou, que basta-
va urna simples ordem delle, e so depois demuitos
.tentados doofficial, foi, que me reroelteo o Avi-
zo com os documentos elle junto, ordenando-me
que ix pedase as nce-sarias oirlcns depri.-Io, oque
logo fiz, e nlo foi, (pie cnmecou a imperar a Le ;
logo tudo, quanto ate ali houve, foi legal, eaibi-
trarfo, eo Padre hadeem algum lempo responder
por tudo, assim como os executorcs de laes or-
dens. E o que re-ullou di-so ? ChegaS dois officia-
es noTeruMi de Villa Nova, e com todo o seu des-
potismo IVfiTitar esptica5 mulbcres, meninos, va-
queiros, esciavos dessa familia, e segundo a voz pu-
blica, o Alfere-- Pinto prenda, e depois sollava por
dinbeiro, che^ando o caso a tal ponto, que un dos
Mtmbros dessa familia o Snr. Francisco Paulino
Calvad, Membro da Assemblea Provinc:al, vio-se
ohrigadp, a pesa r de ser inimigo do Padre, adirigir-
Ihe urna queixa rontia aquelles officiaes, da qual
nehum caso elle fez. Nao parou anda aqui os lei-
tos ciimino-os desses officiaes, pojs que depois de
ludo kso prendera5 a ordem da Regencia, pois era,
com (pie atterrava os habitantes daquelle Termo,
e assim Ibes ordena va o Padre, ao Tenenle Coronel
Luiz Lopes Teixeira cidado pacifico, e de intei-
ra prnbidade, a um seu irmo, homem tarabem
manco, ao CapitSo Alexandre da Silva Momio so
pelo f.clo de ser pa daquelles recomendados no
Aviso, e o que para mais admirar, ao Juiz de Paz
da Villa de Piranha, Provincia do Piauhy, sendo
de-la maneira formalmente atacada a Independen-
cia do Poder Judiciario entrando todos no dia A de
.limbo do auno passado em Sobral den'ro de urna
grande escolta, como se fosse um bando de facino-
rosos, e sendo-me entiegues pe'o sargento, os re-
colbi a casa da Cam ra Municipal, obtendo por
obsequio de seu Presidente as chaves, e passados
poucos dias, nquerera5-me, que lhe mandasse pas-
sar urna ordem de Habeas Corpus para serem
em virtude dclla relaxados da pozao, assim o fi,
cump indo em ludo a Lei a respeito, e a final forao
postos em liberdade. Partecipei circunstanciada-
mente todo o acontecido ao Padie presidente, reme-
tendo-lhe em original o Processo respectivo para elle
ver, e icar cerlo, posto que elle jaosabia, deludo
quanto e tinha pausado, qua^s as pr'>videncas por
elle ernpregadas contra cs-es Officiaes ? Nenhumas,
poique isso, senio directas ao menos indirectamen-
te era por elle determinado, mandando a final ren-
der o Tenenle J<>se Felis Bandeira por ser mais raso-
aveldoque oAlfens Pinto, e por ler obrado de-ta
maneira pn- ignorancia, e se persuadir, que o Pa-
dre podia dar Ues ordens, como o mesmo 'feriente
me dice, arrepindido do que tinha fiito, e que o
padre o tinha encanado, entretanto o oulro se con-
serva anida n<> Gsmm^ndo do Destacamento, con-
tinuando a cometter violencias, disendo publica-
mente, como muilas veses a mira mesmo dice, que
ha de execular as ordens do Padre Presidente, se-
jo ellas, quaes forem. Snrs. Redactores, lanas
violencias, lanos erimes, U.5 grande pcrsiguiga
injusta s se podia pralicar deLiiixo d < admuislia-
cio do padre Alencar. Note se, que loda essa per-
seguicao contra a familia dos Moroens, /'o be se
nao, porque os Editores de Villa Nova, que qua-
si todos efo Prenles ma, ou menos chegados del-
les nio presta os seus sulTraglos em pessoas que
sejo patentes do padre, e dos Castro, e o que mais
o escandalisoB, fui ver, que na eleico paia Depn-
lados a Assemblea Provincial, un e outrog naquel-
le Colegio poucos volos obliver5, e anda ma-es-
candalisddo (icou, quando, procedendo-se a eleico
em Fevereiro do anno passado para um Deputado
Assemblea Geral, porhavero Manoei doNascimen-
to acceitado a Pasta da Fasenda, soube, que elle
ali somenie oblivera trez volos, eeu o creio, por-
que antes dessas duas reunies Eieiloraes, o Padre
nada tinh.i obrado contra os Moiroen-, e ale me
consta valha a verdade, que se dirigira cartas ao
Snr. Francisco Paulino (alvio, disendo-lhe, que
se aquello Collegio volasse ras chapas inclusjs ras
me mas cartas, nada se obrara contra elles, mas
quedo contrario marchara urna forsa contra elles
para os perseguir.
Snrs. Redactores, ate oulra vez, pois agora ja
tenho sido bastante extenso.
Seu venerador.
Brnardo Rebello da Silra Pereira.
Illm. eExm. Snr-----No dia G do coi ren-
te lorio recolhidos a Cadeia desta Villa dois trim-
nosos Jos Pereira de Brilo e Manoei Correia do
Nascimento condusidos pelo Alferes e Comndame
do Destacamento de i.* Linba Joaquim Giegorio
Pinto, e no mediato reerbi delle um officio. que
incluso remeto a V. Ex. ; eu a vista de semelhan-
le desparale, respond-lhe em termos enrgicos, e
como convinha dignidade do cargo, queoecupo
e na noile des e mesmo dia achando-me em ra-a de
orna pes-oa de roinha amisade com o dito Alferes
fasendo-lhe ver, emeonsequencia de haver sido por
elle no dia anlecedenle corrida a Fasenda denomi-
nada Cedro, do Tenente Coronel Diogo Gomes P-
renle, que se nao podia varejar casa de Cidado al-
gum sem que primeramente se prehenchessein
as formalidades legaes, respondeo-me, que se acha-
va authorisado para isso por V. Ex., e ale com or-
dens U ampias, que por ora tudo podia obrar, ao
que lhe di.e, que elle nfio era exalo, Uto que
nao era verdico, o que avansava, porque V. Ex.
nao poda dar laes ordens, tendo em esposla, que
se eu coulinuasse, prender-me-hia a ordem de V.
Ez., o quena verdade me cauzou riso, disendo-lhe
afinai, que elle aqui na6 pa>sava de um Official,
encarregado de cumprir asminhas ordens e requi-
sic,5es legaes, e das mais authoridades, terminando
ahi a polmica, pois ja nao eslava psra ouvir tanta
parvoice. Mas quando eu esperava asua corrucio,
foi com loda a loica de seu commando dar va rejo
em casa de um cidado de pois pela alia noite va-
rejn oulra, vagando soldados aunados pelas ras
da Villa sem ordem alguma superior, inquietando
assim o socego da mesma, de maneira que a ex-
pressa e terminante desposicio do 7.* do artigo
i 79 da Conslituica Poltica do Imperio, e do arti-
go rq7 do Cdigo do Processo Criminal para elle
nada. Exm. Snr. a Socedade muiloganha coito
a pi iso e punicio dos criminosos, e quem de co-
raca confesso ser muilo avesso, mas tambem mili-
to ganha ella com a restricta observancia da.-leis,
e eu, como piimeia animidad desta Comarca,
nao posso ver de hom grailo um official execular
desordena pralicar atlentados semelhantes, e de V.
Ex. espero as providencia-, cohibindo a conduela
lio reprehensivel, quanto criminosa desse indivi-,
do, e riem debalde eu asseverei em meu ultimo
ollicio a V. Ex., que esse official pensa ser ludol
neslAlugar. Comino prevenindo a V. Ex. que ja-
so nao proveniente de intriga, pois que com elle-
nunca teve indisposicio alguma, e tanto qne pou-
cos dias antes da sua primeira saida desla villa esteve
em minha casa, e conferenciamos reciprocamente
sobre objectos do publico ser vico, mais porque
ellefcuda somente ou por si, ou por imtigaces de
ouiras pessoas de menoscabar as autoridades.
Dos Guarde a V. Ex. Sobral 8 de Maio de i835
Illm. eExm. Sor. Jos Maitniano de Alencar,
Presidente desta Provincia. Bernardo Rabello da
Silva Pereira, Juiz de Direiro Chefe de Polica.
Ni" corra as cazas dos Gidadios, mormente de-
noite sem as formalidades da Ley. O Jus de Direito,
e o Juis de Paz se me queixario de Vm. cumpre pois
que s em cazos extraordinarios, como sucedeo com
os Moroens no Termo de Villa Nova, se prescinda al-
guma canta da Lei. Por tanto espero, que>ro Jus de
Direito fassa acompanhar a Ti opa por Officiaes de Jus-
tica, que levem m.mdados de prizo contra os reos,"
para ( nlo Vm. <>s prender ; mais acerca dos Moroens
eXecute a ordem que t?m desta Presidencia baziada
sobre a da Regencia. Ao Juis de Direilo tenho expe-
dido ordens neste sentido, ese elle nio o muir dos
Officiaes, e dos Mandados de pi isa o contra os crimino
Zos, d-me parle
Dos Guarde a Vm. Palacio do Governo do Cea-
r 25 de Maio d' i835. JoZe Martirio de Aleudar.
Snr. Alfrez Joaquim Gregorio Pinto, Comandan-
ledo Destacamento de Sobral.
Eslava reconhecido.
THEATRO- t
jf\.Manhi Quinta feirl 4 do correnle Ur rxecu-
ci o grande expeclaculo que Madama Luiza Leopol-
dina Fidanze tem a honra deapresentar ao respeita-
vel publico desta Capital ; principiando por urna
excelente preseritacio da brilhante Peca denominada = O Jo-
ven ea fra as e rematando cora agractosa Farca a
= Creada Rethorira A Peca ser ornada de Mu-
zica blica, e loda a mais decoraco que pede seu
author. Os Camarotes e bilhele se lem vendido
e continuad a vender pelas duas uoiles dos experta-
culos. Madama convida p dade-, ea seus benemritos patricios e mais concilla-


r
DIARIO DB PRBNAMALCO.
dios a quem ja deaulemo <:<< julga llovedora do mes-
ido afecto quetan(o a penhoTuu na L'.uroipa. O l'.v-
peclaculo pi inciparas horas do coslume.
Publicaco Litetaiia.
\^ Ahia a luz a Reforma da ComttiiicaS Bra-ileii a,
analizada por Silvestre Pinheiio Fereira: o ule*
rotat que ete sabio tem lomado pelas n^iitouTieH
lo uosso paiz, que de certo seria mais feiiz se tiv.s-
se seguido eus dicliunes torna esta obra de grande
inerecimcnlo, priticipalmenie por a experiencia ter
demonstrado nao ter elle enganado-se. Venrte-se na
Praca tl Uuiio luja de lirios N. 37, e 58, pelo pie-
,codei8o.
Roga-sn a.puhlicaco do seguale
ELOGIO
AO IllM. S.MR. CAriTAS-TENRNTB JvCIWTO A'TES
Branco Vlimz Bakretto.
r^QcvK-iB o mrito onde quer que e*.ta :
Muiida-o a gralido, a 'honra o exi^,
A rasio secompraz, a historia adopta.
He nobie emprego de srncivers eme'.
Prestadlo, brioso, franco,honesto,
T titulo* sin, vocabulosqoe expiimeui
A ideas mais justas de virttfde :
Msas deMuniz Barrelto^o Nome inc-rlca
DIaior complexo de brilhantes dotes;
l^o uriie'o, mas raro ein seu carcter,
Honra far. ao Brasil, fathonra ao Mundo,
Pois quea tirtitde. he mais do quea .ciencia
Comospolita do Universo todo !
la (piando i Moja qu,e preside os 'fastos,
Filtrar da intrigaos fastos Brasileo*,
Ufana'hadeapontai=Munu Barrelto.
I Ileso vencedor de insidias torpes,
Mesmo quando volgichos pi econceitoa
ftegavio pasto amaig,,. a uMunstio ignobil.
Contando effl cada subdito hum amigo,
Sem que o illaquea-ae a vil lisonja
Todos as ordena suca, seus deveres %
Na,da mais.yip que o resumo stiicto :
Nasua vpz o maudo era agradavel,
.lo gojso do poder, odios na* teve :
Ar'! SeeuV mer.ito nio uniro, mas raro,
PVz o lie, sem desfalque do imperto,
* Porque Ihe nrg.o ia rVrnanjbuco
Co.rjgenito gr'alidjo, hurn elogio?
loven Munz Barreno"! AcoHhe, a'-eira,
Nao solado tcsteiuunho doble
De af icio parcial ; mas si m os voltos
Jj'hvm Povo, entre q al dexas com espanto,
Saudade gialidao, estima,''* gloria.
ALIZOS PAKOULARIW.
O
. Snr. Manoel 'Joaquim Bapliila qut ira eir.ou
mandar na rua-do Crespo D. 5 1 ii*ar r.crber
urna-Carta viuda-do Aiacal.
y Mamtl-Alves Lima fai scienle a-a senhores
Collectoies.davAguai denles que da datadle, deixa
de vender dito genero em seo botequitn, e para que
fiquem sciente de nao o ccletlaie.u, laz o pieseule
annunejo.
yy Precisa-se de dusentos mil reis a uros .apo-
teca em predio livre e desembaracado por ponto
lempo : na Luje de couco* miudesas do largo do
mmenlo I). I .i.
ajrjp O abaixo assignado avisa a lodos os Sms.
queestaS edificando casas, que se ha-de comprar
canoas com arcia dwitWMdhia, ea lie/, patacas
mtei mandeni cmslantemaiite 3 a 4 carra vos com
grande tinasp nova ruina de caroco, a puico d*-
cuheita na Caroboa da Ponleainha do Manguind t
o salgado adjacente, a Jim deque nao *>]* Sur.
Tiomaz Antonia Maciel Mouteno seu de-f utador ;
e venha por este roeio a l.r todos arria de grca,
oomo constantemente leui ldo dito Sur. monl-iro;
e deta aorte se faca o dito cei tu de quando usti.ui vem
a trra lod.a pariecipa.
O fmmigo dos sovinas. e ambiciosos
yy Qnein auunciou n Diario de Sbado 30 de
Janeiro ao coi rente atino n." 24 querer comprar
om l>oni cvalo Esquipador e com todos os andares
baixos por poco cmodo e tst listante gordo, diri
ra-se ru nova no arma/om de lra>t-S U. 34-
yp Ni ra do Nofueia, caza D. b, ha nina nut-
llter branca, (eseoueitce pata ama de caza.
Na mesma casa vende--eoti troca-se por urna
pela sem vicio, um bom moleque coznheiro, sem
vicio e nem achaques.
^ry> Piecisa >e de una pesson que tenha boa le-
tra para escrever em um escritorio, das duas horas
e nieva ate as t-eis da tarde ; quem ?eliver nealas cir-
cunstancias aounmie.
%3r Quem anunciou querer urna ama q' saiha en-
P'-in-r, e co*er, dirija-se a Olinda rila de Malinas
Le reir II. 4o.
WP" Aluga-se on Iroca-se a moradia de um ci-
lio per I o da Praca com a de urna casa de sobrado na
ra Direita : na Praca da Ind-pendencia luja n. 3j,
e38.
HM Piecisa-se de um Europeo para feitor de t-
rtrica de algoda, anda que dis-lo n5 perciba: na
Soli'lade sitio de Antonio Machad^ junto ao Fajado
do Pispo.
^C"T Quem Ihe faltar urna collier de prata de fa-
queiro, que fui adiada a poucos das, procure ua ra
do Queimado, loja deoutives, D. 8.
COM PAS.
I>
'0i. preo fficaes de tanneiro; no principio do
atierro dos Affogados ai-masera de couro>.
VKNDAS.
U
_ M cavallo pieto gordo bom paiseiro carregador
' esquipador : na ruaestreita do Rosario venda U. 33.
nr Um globo de vidro com 10 pcx d'agoa do-
ce, lodos dedferenie-i cores, proprios pa<-a urna salla
de recreio, vndos nliimaroenle da Europa por preco
-commodo : na praca da Independencia n. 20.
ITJp Um escravn de naci, robusto para o s> rvico
de Engenho, ou silt"; e memo para a praca : urna
escrava de naci de idade, poiem de boa figura, urna
ilas milhores laeadeiras, e vaccas boas de leite, pari-
das, pi enlies, novilhas, eci ias, ao todo 30 cabi-vascom
pequea d-ffirenca : no atierro dos Afolado*, casa
terrea pegado ao arma-em do ^al denuminado Ji*ni-
nha, b-Tii delronte do sobrado doviveirode Muniz.
ayy Um moleque de 18 anuos, bonita figura, para
tora dProvincia : na ra do Logo 11.
fcJrU-n pieto proprio para todo o servido de
campo, e urna mojalinha de 17 anuos, bonita figura,
talie engomar, coser, ecosinhai, propna para tomar
conta de urna casa deifamilia : na mesma casa cima.
J3F Um pelo robusto, e moco, proprio para
qualqucr servigo : na ra do Vigari n. 16.
*? Carne do Rio Grande milito boa e nova, em
porcoens de arroba a 9.35720, e a n-talho a 1^880, e
lambem se vende por dirbeiro Irsla li.-a a 3^200 : na
ra do coilvgio armasem D. 0, adiante da ca.-a do Sr.
Maimel de CarvalllO.
yy-llnin canoa de 5 calas de amarello e pronta,
e um netio rom piincjpi>>s de socar aaaucar : no largo
dol.i.-pital 11. .21.
^cy* Urna pela crila de i4 '6 anuos, she rosi-
nhar liem, coCC liso, e Vende na na, muito ladina, e
propna para todoairaiijo de uma casa; ad veri iodo
que m'i se vende para Lo a d< sla Provincia : ua Praga do
Com-nierro por sima do Belequim de Antonio Lopes,
no 2.aii ai.
Hf* Um escravo dogenlio de Angola, de i9 a n
anno>, proprio para todo sei vico, tanto da Praca como
do uwtl" : na mesma casa cima.
P3P* Urna tenda com poneos fundos, e com co-
modos p<>ra ter familia em Fora de porta.- D. 18:
fale a Anlonio Leal de Barros na ra da Mocil.1 un-
to a cazada Borboa ou no anna/.em de AnLuinoda
Sv Magalha-S ra do Vigario D. 10,
^CJ Cim oenla mil reis em cobre marcada por
cincuenta c cinco em piala, ousedulas: no pateo do
Ca m' venda de Narciso Joze da Costa.
frjn Urna venda c>m poneos fundos e rommodos
para familia, em Fora de portas 18: esperten-
den'el procurem a Antonio L al de Barros ua 1 ua da
Moeda ou no Ai mazem de Beis e Magalbics ra do
VigaioD. 10.
iy Uma prea de 20 a 2a anuos, sahs cosinhar,
coser, engomar, renda, e lodo o mais se rvico de caza:
na ra do Cabug loja de miudesas ao pe da do Ban-
de-a.
ty Um cvalo de estribada, slazio cardio, mui-
to g 'i-lo, e s>'in achaque al;um, carregadur de pas-
M ale esquinado, com os competentes arreios ricos,
porem a inania de pino, por preco cmodo ; na ca-
si do e>ciiv 1 de Pal do secundo Disirido das 5
P .nt. s.
yy Junco da Indi*: em etaa de llenriqne Forsler
4: C-'iiij. na mada StfnZatla tena.
napa Dois mastros de Sapucaia muito bons,
proprios para Sumaca, qu.m osquiser ver podefa-
zello 110 terreno emediata ao estaleiro do finado Jos
pinto : na ra da cruz casa n.i7.
ajry Carne de vacca em barriz, recentemente im-
portada : na mesma cima.
Hy Superior vinho de Lisboa por mil reis a ca-
n-ida : na praca do Corpo Santo Botequim de Anto-
nio Lopes. 1
IKjr Um selim Inglez em bom uio: na ruado
I.ivr.munto venda D. 1.
fcy Uro cavallo bom, castanho escuro : no atier-
ro da Boa-vista na casa pegada a do Harcineiro Joo
Bapti-ta.
Qj~ Folinhas de porta, de Algibeira, e
de Padre, para o presente auno de 1836,
por pse^o commodo, na Praca da Inde-
pendencia, loja de Livros N. 37 e 38, e
na ra da Madre de Dos venan que foi
do Rezende.
ty' Contiuua-se a vender por toda a moeda de
cobre tanto Imperial como de LX e XX, e de 20 re,
as imcomo pela carimbada e baiana, o seguinle: ra-
p princesa, dito da Babia,, e Baiano, cha hisson da
primeira soite, perol.1, e aljfar, tinta de escrever, s-
menles de orlalicc de todas as qualidades, pirlas da
familia, e frascos com 1 no, e o competente folheto, e
tojas as nitudezas, e bixas do Porto grandes e pe-
queas : na preca da Independencia loja o.
ESCRAYOS FGIDOS.
IV.
O dia 27 do pp. fugio uma prela de nome m.h a,
btixa, pez cambado?, peitos grandes, levou saia de
chita azul da fabrica camisa de algodio : os api e-
hendedores levem-na a ra do Queimado Loge 0.
17.
ey Mara Joaquina de- nacSo angola, ebeia do
corpo, 1) ia altura, bwn parecida, com falta de den-
les na fenle, representa ter 3o annos pouco mais
ou menos ; fgida no ultimo de Marco doanno pas-
sado, levou >aia de lila e pao preto novo e vislidos
hrancos e de chita : os aprehendedores levem-a a ra
do queimado D. II, que recebera 5o$ rs. de gra-
t fi.acao.
yy Fugio uma presa crila, ja de idade, cara
romp-ida meia fula, com falla de algn* denles,
levou visiido de chita roxa, eponno da Co>ta ja ve-
llio, camisa de raanap jijo com b*b lista, levou um tax<>: Oh aprehendedorea leveiu-a
ao TemerUe Jos Fraucisco dos Sanios moa-ador
na roa das Flores D. 1 5.
ty Ago.siinbo, cabra escuro, estatura ordinaria,
cabello carrapiuha e crescido, urna cicatriz na te-u e
outra na liarlo, mos e ps compridos, hemo ofici-
al depedreiro, fgido 110 %. do cor rente mes, cota
ter estado na cidade de Olinda u matador era cwrn-
panhiade um carniceiro por nome Anlonio tOMrgSV
quem o aprehender o poder levar ao sitio- ou a casa
lo medico Brito no atierro da Boa vista, que lera
2Q$ reis de grarficaco.
NOTICIAS MARITIKAS.
Taboas das mores cheias no Porto de Pernamibuco-
a
-o
Tarda,
Navios entrados no dia SO.
AnGOLLA : r9das; B. Portugu* i deulho.
Cap. Gregorio Jo/.e de J>-zus : lastro : Joaqufm tgua-
cioRibeiro: eie Brigue entrou arribado por vic com
agoa aberta.
Sahidos no mesmo dia.
B<
_J0ST0N B. Amr. Cambrian, Cap. J. W. Welck.*
a>sucar, e couros: este Brigue ja haviasaido no da ao,
e no mesmo dia entrou arribado por ter tido no La-
meirio uma alracacio com ulru que eslava fundiado
e como snfreu a varia tornou a entrar; #
BIO GRANDE DOSUL; B. Dos te Guarde e*p^
Henrique Joze de Medeiros : sal, e alguus gneros.
Pern. na'Typ. do Diario 18.30.
j.


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