Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02212


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Full Text
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\NNO DE 1836. SEGUNDA FEIRA
~c
-'7
' ^-....,...,
I. DE FEVEREIRO N. 25.
DIARIO DE PERIMilBUCO.
PraiiAMBoc, liTvr.DiM. F de Fama. 1836;
DAS da suma na.
I Secunda 8. Ignacio B. M.jrjum A. dos Js. do C. de.m. u dct
ses. da Thezouraria Publica. Chae, de t*
S Terca >gc Purificara de N. S.
3 Quarta S. Braz B. M. ses. da Thezouraria Pub.
4 Quinta S- Andr Corarno Re. de m. aud. do J. do C. de m.
eHe t.
5 Sexta S. Atenida V. M. ses. da Thcz. P. aud. do J. de O-
del.
0 Sahhado As fluyas de C. Re. de m.e aud. do V. Geral det. em
< Huida.
7 Domingo Seicagessima S. Romualdo Ab.
Tudo agora depende de nos m'esmns. da nosia prudencia, no.ie-
racao. e energa: continuemoscum principiamos, e seremos a>
pontadoscom adiniraco entre as Naces mais cultas.
Praclantafio da Jtiemblea Uerol de Bratil
Subscreve-sea 1000 rs. menaaes pagos adiantados nesta Typoera-
fia. e na Praca da Independencia N. 37 e 38 onde se reeebem
correspondenciaslesalisaas. e anntinoios; iiseriiid.te estes era.
lis sendo dos propriosassigiiautes, e viudo signados.
PARTIDA DOSCORREIOS.
Olinda_Todososdiasao meio da,
(ioiaua. All.andra, Paraiba, Villa do Conde. Mamanru.pe. P/.
lar. Real de S. Joao. Brejo d'Areia, Rainha, Poml.al No, d.
JT?; Cascavel, (an.nde Granja. Fmperatriz. S. Bernardo*
S. Joao do Principe, Sobrar. N.va dElRey, Ico. S. M atheus.
acho do sangue. Santo Antonio do Jardim." O-exeramobim, e Par.
naiba- Retundas e Sextas feiras ao meio a>
Sanio A ntao- Todas as quartas feiras a mio da
aranlmiis, e Bonito-nos dias 9 e 33 do mez ao meio ia.
Moresno da 13 de cada mez ao meio dia.
Nsmihaem. Rio Formozo. e Limeiras-Segundai. Quartas.
Sextas feiras ao meio dia. guaras.
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
Ministerio do Imperio,
JLLIm. e Exm. Snr.O Regente em Nome perador oSnr. D. Pedro Segundo, Estando conven-
cido deque a conservado de V. Exc. na Presiden-
cia dessa Provincia no,he de>ejada pelos Povos,
vista das Represenlacdes que tem subido sita Pr-
senes, j da Assembla Legislativa Provincial, ja de
diversas Cmaras Muoicipaes, e Cidadios gratos,
mas tambera que muitu contribuir para continuar
manter-se ahi a forca das Leis, e o respeito s Au*-
thoridades, e.rao he esencialmente necessario ao
bem balar e prosperidade da mesma Provincia, Ten-
loal.'m disto na maior consideraca os servcs que
V. Exc. acaba de prestar para reduzir obediencia
a lacead anrquica, quena Provincia do Para e in-
flu gio contra os principios da liberdade, e da civi-
JiS4Ca : Manda declarar a V. Exc, que nao pode em
taes circunstancias entrar nos clculos da Poltica do
Coveruo a mudenca de hura Empreg-ido, que pelo
acert e energa dos actos da sua administiacad, tem
sabido conciliar rom a aOTeica dos Povos a confi-
anza do niesmo Governo.
eos Guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro
em 11 de Dezembro de 1835.Antonio Paulino Lira-
iw 4*iCv3**
po de Abreu. Sur. Jor. Martiniano d
Illra. e Extn. Snr.Esta Provincia fica tranquilla.
Embarcados he ach o qua trocen tos Soldados que se
destinad Provincia do Para, e por estes dous ou
tres dias se fara vella os Navios que os transpor-
tad.
V. Exc. se dignar de informar destas noticias ao
Regente, em Nome de Sua Magestade o Snr. D. Pe-
dro Segundo.
Dos Cuardea V. Exc. inultos annos Cidadedo
Recife de Pemambuco a3 deNovembro de 1835.
Illui. e Him. Sur. Joaqun) Vieira da Silva eSousa.
Fraucisco de Paula Cavalcauti de Albuquerque,
Presideute.
Illra. e Exm. Snr.O Regente, em Nome do Im-
pelador o Snr. D. Pedro S gundo, a Quem foi pre-
note o Offirio de V. Exc. de a3 do mez pasudo,
Picando sciente de se adiar esaa Provincia em tran-
quilidade; e de haverera ja embarcado quatrocen-
los Soldados que se destinad a coadjuvar os defenso-
les da legalidade na Provincia do Pai: Manda lou-
var a V. Exc. pelo zelo e patriotismo cora que se
tem esorcado por occorrer aquella desolada pro-
vincia.
Dos Guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro
em i i de Dezembro de i835 -Antonio Paulino Lim-
po de Abreu.--Snr. Presidente da Provincia de Per-
nambuco.
Illra. e Exm. Sr. O' Regente, em Nome
do Imperador o Senhor D. Pedro II, a quem foi
preseulo o seu OIHcio de i5 de Setembro passado,
em que participa que teodo-se recusado publica-
ca5 de hura Decreto da Asamblea Legislativa dessa
forViacia, S'jsperjdendo'ao Juit de Paz d i." Dis-
tricto dessa Cidade Jos de Mello e Vasconcellos,
cora o fundamento de que a expressa Magistra-
dos de que u->a o Artipo 11 7. do Acto Addi-
cional, nao he comprehensiva dos Jnizesde Paz, sub-
mettida esta duvida ao Poder Legislativo Geral, n*
forma do Arligo 25 do mesmo Acto Addicional :
Manda responder a V. Ex. que, ni Ihe parecendo
atlendivel a duvida oerecida por V. Ex., por isso
mesmo que a p.lavra Magistrados nao s na
sua accepes jurdica, como lambert na que .-e acha
adoptada em dirirsasLeis Patrias, nao admtle no
seu sentido obvio e natural a retricca5 que V. Ex.
pretende dar-lhe ; cumpria a V. Ex. mandar pu-
blicar o Decreto de que se trata, nao sendo o pi imei-
ro a suscitar, era objeclos t6 claros, questSes que
nao podera dexar de produs- resultados poucocon-
senteos com o bem do.> Povos, e coro a utilidad do
Servico, que sempre se resentera de laes conflictos, e
falla de harmona ; prevenindo a V. Ex. de que o
seu mencionado OIHcio vai, com os Documentos que
o acompanharaS, ser dirigido Assembla Geral,
para toma-lo, qnando reunida for, na consideraca
que merecer.
Dos Guarde a V. Ex. Palacio do Rio de Janeiro
era l4de Deccmhro de i835." Antonio Paulino
Liropo de Abreo. Sr. Presidente da Provincia
de Matto Orosao.
Illm- e Exm. Sr. O Regente, em Nome do
Imperador o Senhor D. Pedro II, a quem foraS pre-
sentes as Representac.de* que a Assembla Legislativa
dessa Provincia dirigi, com a data de'4 de Setembro
passado, aos Poderes Legislativos e Executivo, sobre
ofartode terse recusado V. Ex. publicacad de
hura Decreto da mesma Assembla, que suspenda
doexerciciode suas funcedes o Juiz de Paz do I.
Disti cto dessa Cidade Jom de Mello e Vasconcellos :
Manda responder V. Ex., para o faier constar de-
bidamente, que, tendo indicado a V. Ex. o que
julgou conveniente sobre este objecto, em Aviso da-
tado de hoje, levar ao conhecimento da Assembla
Geral a Representacad que Ihe he submettida, para
toma-la, qnando reunida for, na consideraca que
merecer: e Ha por bem, que V. Ex. responda so-
bre a arguigad que se Ihe faz, de ter pretendido, com
odesenvolvimeulo de hura apparato formidavel e as-
sutador, e reclamando jia sua Expozicad de ao de
Agosto, mudancas extraordinarias, inculcando a Pio-
vinca ameacada de huma violenta crise, e por era
coaccd a Assembla Legislativa Provincial, quando
disculia a materia do Decreto que V. Ex. recusou
mandar publicar ; remetiendo se-lhe para este fira,
por copia, o artigo da Representacad q-ie trata deste
assumpto.
Dos Guarde a V. Ex. Palacio do Rio- de Janeiro
em 14 de .Dezembro de i835. Antonio Paulino
Lirapo de Abieo. Sr. Presidente da Provincia de
Matto Grosso.
ti va poca em que deve principiar o ordenado dos
Presidentes das Provincias ; o mesmo Regente Man-
da declarar-lhe que, vista da lilteral dispozicad dos
Artigos 3 e 4 da citada Lei, claramente se deduz que
os ditos Presidentes s tem dreito ao vencimento do
ordenado respectivo, desde a data da poste, como
regularmente acontece com os mais Empregados.
( Ministerio da Justiea
Expediente do dia 7 de ezembro.
/mViso ao Juiz de paz do 3." Dstrcto da Freguezia
de S. Joze, declarando, em resposta ao seu OfScio
de 4, que, nd estando no caso de ser approvada pe-
la Cmara Municipal a pessoa proposta para Inspec-
tor do 1." Quarteirad do seu Districto, por perten-
cer ao servico activo da Guarda Nacional, deve pro-
por outra, com as precisas qualidades, sendo esta
a providencia que o Governo pode indicar-lbe, es-
perando quehaja pessoa que nad se recuse ao ser-
vico ^publico, onde tantas ha interessadas naconser
vacad da ordera, e da tranquillidade daquelle Dis-
tricto.
(Do Correio Quicial.)
F.
CAMA.RA DOS DEPOTADOS.
Sesso de i3 de Outubfo.}
Presidencia do Sr. Araujo Lima.
Eita a chamada pelas iO horas da manhi, e logo
que se reuni numero sufficiente de Deputsdos, o
Presidente declarou aborta a sessad, e lida a acta da
antecedente, foi approvada.
O primen o Secretario deo conta do expediente.
ORDEM DO DIA.
Expediente do dia 11 de Dezembro.
Aviso ao Presidente da Provincia de Santa Catha-
rina, particpando-lhe que sendo prsenle ao Re-
gente, em Nome do ImperadoV, o seu'OHico de 12
do mes passado, dirigido ao Ministerio da Fazenda,
e acompaado deoutro do Inspector da Thesoura-
nada mesma Provincia, que pede csclarecimentos
sobre a Lei de 5 de Oalnbro de i83., os parte rela-
Continuou a discussad adiada da sessio anterior so-
bre o are 4- e seus paragraphos do projecto, em
que se autoi isa o Governo a conceder a huma oa
mais companhiasquefizerem huma estrada de ferro
da Capital do Rio de Janeiro para as de Minas, Rio
Grande doSul, e Babia, Carta de privilegio exclusi-
vo por espaco de 40 nnos, ate.; e emendas apoa-
das desupressad dos 1 e a do ai t. 4.
Depos de discutida a materia, as emendas de aup-
pressad forad regeitadas, e todos os do art. 4 ap-
provados.
Deu-se por concluida a discussad, ea resoluca
foi adoptada, e passou Commissad de redaccad.
Pelas 11 horas e meia da manh, annunciou-se a-
char na sala immediata o Ministro da Justica, o
*qual foi introduzido com as formalidades do estilo, e
oceupou o competente lugar. m*
Eutrou em discussad a proposta do Governo, e pa-
recer da Commissad de Justica Criminal sobre emen-
das ao Cdigo do Processo Criminal.
O primeiro artigo da Proposta, e o da emende, fo-
rad approvados, bem como o a. da mesma Proposta,
e da emenda.I


.'
s
diario Mtwmune
-a
Entrando em discussa o artigo 3. o Sur. Carnet-
ro Lea propoz o adiamento desla materia, dando
por motivo o nao estar anda orgnsado o Ministerio,
e nao se saber se S. Exc. o actual Ministro da Justina
continuar na admnistraca, ou ser substituido
poroutro quetalvez na5 julgue til a medida apre-
sentada na proposta etc.
O adiamento proposto fui apoiado, e depois de al-
guma discussa sobre elle, fui approvado.
OSnr. Ministro daJustica retirou-se cono a mes-
ma formalidade cum que entrou.
Entrou em di*rus>a huma resolucao que approva
a pensa de 800$000 rs. annuaes concedida ao Snr.
Bento Barroco Fereira por servicos fritos por seu
irma, etc.
Depois de discutida, fui approvada e adoptada, e
passou Cominissa de redarca.
O Snr Carneiro Lea propoz a urgencia para que
se discutiese a resolucao-apresentada pelo Snr. Odo-
rico Mendes sobre a pensa ao Sur. Francisco de Li-
ma e Silva, cuja urgencia foi apoiada, e entrou em
discussa.
OSnr. Vasconrellos oppoc-se a esta urgencia em
consequencia de ella nao poder ter lug.ir, pelo mo-
tivo de nao haver Decreto do Governo que conceda
a pensa, e porque nao pertence Assemblca Geral
a iniciativa de taes objectos ; que estimara pois que
se des-e a pensa ao individuo de que .se trata, poi-
que elle Deputado nao era mesquinho mas que a
vutar-se por esta pensad, tambem proporia que se
desse igualmente huma pensa ao Snr. Joze da Cos-
ta Carvalho, e ao her.ieiro do Sur. lulo Braulio
Mons. (Apoiado-) O Ilustre Deputado depois de ter
expendido mais algumas reflexes, concluio votan-
do contra a urgencia deste negocio.
Os Surs. Carneiro Lea e Ferreira da Veiga vo-
tara pela urgencia, b.jm como o Snr. Alvares Ma-
chado, queenumerou os servicos prestados pelo Snr.
Francisco de Lima e Silva, assm como o Sr. Odori-
co Mendes quesu.-tentou a urgencia.
Votara contra a urgencia o Snr. Maciel Montei-
ro, Figurira de Mello, eMoura Magalhies; e a favor
o Senhor Francisco do Reg, Ramiro, eSouca Mar-
Cins.
Dando-se por discutida a urgencia, foi approvada
com grande maoria.
Entrou em discussa a resolucao.
Foi apoiada huma emenda do Snr. Paula Araujo,
para que a pensa seja de 4:000$, etc.
Foi apoiada huma emenda do Snr. Barbosa Cor-
deiro para que se autorise o Governo a promover o
Brigadeiro Francisco de Lima e Silva ao posto de
Marechal com o sold correspondente.
Foi apoiada outra emenda do Snr. Fernandes da
Silveira, para que se autorise o Governo a promover
o'Brigadeiro Francisco de Lima e Silva ao posto de
Tvnente General, etc.
O Sur. Vasconcellos declarou que quera mandar
mesa huma emenda para que s- desse tambem hu-
ma pensa ao Snr. Joze da Costa Carvalho, eaofilho
do Snr. Joio Braulio Monis, etc.
Depois de ter fallado a favor da reaolucSo o Snr.
Carneiro Lea, ficou a discussa adiada pela hora, e
o Presidente deu para ordem do dia i4, diferentes
resoluce, e levantou osessa depois das duas horas
da tarde.
PERNAMBUCO.
GOVERNO da PROVINCIA
Expediente do dia 20*.
VjOmo Joaquim da Fonceca Soares de Figueredo,
eThoro Pereira Lagos encarregados de levantar
plantas para o melhoramento das Entradas, tenham
deixado de dar parle mensal do estado do< traba.'hos,
como lhes foi ordenado, V. S. Ibea nao dar attesta-
do para receberem os respectivos vencimentos que
ficaS suspensos.
E como o 1 efrrido Lagos se yhe doente, e inca-
pas de continuar em semelhantes trabalhos, V. S.
nropor pessoa 'idnea que o substitua. Entretanto
fec bem em despedir os trabalhadores que se acha
com o dito Lagos. Tenho d'esta maneira respondi-
do o seu officio de 26 do con ente.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
nanibuco28de Janeiro de i836. Francisco de
Paula Cavalcant d'Albquerque. Se Tenenle
Coronel Fermino Herculauo de Moraes Ancora.
Offico; AoTenente Coronel F. H. de M.
Ancora, eiigmdo-Ihe a planta e orsaim-nlo da estra-
da de S. Anta aj as reas, obra tanto lempo co-
niecada.
Ao Inspector da Thecouraria, enviando Ihe a
ordem do Thezouro, que reenva a carta Precatoria
para ser citado Joa Evangelista Amercoda Gama.
Ao Cummandante Superior da G. N. d'este
Municipio, dicendo, para ser punido quem culpado
for, e para que nao se repila a mesma falta ; que a
guarda Principal no dia 27 nao teve Offi< al que a
lommandasse.
Portai ia ; Ao Commandanle do Paquete 1. de
Abril, para deregir-se a Thezouraria, e receber do
respectivo Inspector 4 caixotes que conten) calimbos
eSedulas para seren entregeseos Exms. Pieziden-
tes das Pro\ indas do Norte.
Ao Inspector do Arsenal de Marinha, para
indemnizar o Commandante da Escuna Fluminence
de 84 racoqns que abonou escolta que conduziu pa-
ra o Rio Formozo, ea outras [iracas que d'alli troxe
a seu bordo.
Da 29.
Offieio ; Ao Exm. Prezidente do Cear, re-
mettendo-Ihe o processo do Cabo Joa Francisco do
Rocario, julgado pela Junta dejustica.
Ao Commandante das Armas, dizendo-Ihe que
Antonio Joze Peixoto nao tem direito a venciriiento
algumajomo Olficial do Exercilo, vito afirmar o
mesmo Commandante das Armas que elle nao tem
Patente, nem outro algum Deploma.
Ao mesmo, enviando-lhe por copia, para sua
scienria, eexecuca, a Provisado Couselho Supre-
mo Militar de 7 de Dezembro p: p: sobre a vantagem
do lempo de ser vico de todos os Militares.
Ao mesmo, remettendo-lhe julgados pela Jun-
ta de Juslica o.' procesaos dos Reos Capitn Fernando
da Costa, Cadete Joa Marinho Paes Brrelo, e .Sol-
dado Antonio Francisco Pereira.
Ao mesmo, participando para sua inteligencia
que o Regente em Nome do Imperador concedeu pas
sageui para a guarnica d'esla Provincia ao Major de
primeira Lnha Trajano Cezar Builamaque.
Ao Inspector do Arsenal de Maiiuha, autlmri-
sando-oa fina denomear uto Encarregado para a Es-
cuna Pelotas, cujo Commandante deu parte de se
arhai doente o que sema.
Ao mesmo, communicando Ihe que o Regente
em Nome do Imperador nao Houve por bem deferir
a prelenca de Joze Alvesde Souza Rangel, em pre-
gado no Farol da Barra.
Ao Inspector da Thezouraria, para expedirs
mais terminantes ordens as Estacoens respectivas, a
i ni de que se cump a a Portara expedida p lo Prn-
denle do Tribunal do Themuro Publico em i3de
Norembro p: p:
Ao mesmo, para mandar entregar ao Coro-
mandante Ceral do Gorpo Policial a quantia de
2.784J)ooo rs. em sedulas ou bilhetes da Alfandega
vencidos, a 6m de pagar 58 selius que chegaram
de Inglaterra para a Companha montada do mesmo
Corpo. '
A'CamaradeS. Anta, dizendo Ihe que pa-
ra o Governo poder approvar os pontos da reunido
das Juntas de Paz respectiva-, convem que a mesma
Cmara envi urna copia authentica da divza do
Termo em Destrictos.
Continuarse- d.
O
DIVERSBS REPARTICOENS.
THESOURARIA DA FAZENDA D\ PROVINCIA.
Inspector da Thesouraria desla Provincia, em
i-umprimento ao Arf. 16 da Carta de Le de 3i de
Outubro ultimo, ordena que do Io de Feterero
prximo futuro em diante todos os Em pregados da
mesma provincia que recebem ordenados a quirteis
vencidos, seja pagos mensalmenle da mesma sorle
depois de vencidos. O que participa ao Sv. The-
soureiro dos ordenados para sua inlelligenca e exe-
cuca.
Thecourara da Fasenda de Pernambuco a5 de
Janeiro de i856. Joa Goncalves da Silva.
que meacredita na qoalidade de seu Enviado Ex-
traordinario e Ministro plenpot' ncai o junto de Vos-
sa Mageslade. Acha-fe juntas a estas Cartas, na
formado costume, as que teimina a Missa que
meu predecessor oceupava nesta Corle ; assim com
a Carta particular, que o Sr. Conde de S. Priest
tem a honra de dirigir nesta occasia a Vossa Mages-
lade. ,
O favor rom que me honra a benevolencia do meu
Augusto Soberano, me he precioso por mais de hum
titulo : elle be huma nova piova do grande valor que
o Rei dos Franceces da s suas relaces com o Impe-
rio : dar mais peso e authoridade s minhas pala-
vras, quando tiver de Vos exprimir, Senhor, os sen-
timenlos,queoRe consagra a Vossa mageslade, dos
quaes boje mais do que em nenhuma outra occasia,
me felicito de ser interpetre : em fim, filando huma
mais longa residencia ueste paiz, me permiltir ser
a feliz teslemunha dos progressos, que nao pode dei-
xar de facer a prosperidade publica, debaixo da ad-
ministracafirm; eesclarcida do i ilustre Regente,
quem esta confiados os dtslinos do Imperior
__ Acaba de descobrir-se huma fabrica de Sedu-
las falsas, estabelecida nesta Corle por hum Francs
Ivthographo ; entre a ra do Ouvidor e a do Gano,
na ra dos Ourves. Denunciada polica,'esta
proredeo de tal forma, que o criminoso foi apanha-
decom todas as provas do seu crime. Hum desconhe-
cido se Ihe apresentou para negociar 80 conlos de res
de Sedulas falsas por 6400$ rs., nao faltara caute-
las a esle ajuste ; o fabricante conducio o comprador,
em hora dada, do Pas>eo Publico, ponto piimera-
menledado, aos ranos da Carioca, onde se effeilon
a troca do dinheiro falso pelo verdadero, e logo que
irlo se concluio, deilou a fugir pelo mallo. Foi se-
guido pelo Offical de permanentes encarregado da
prisa, ea hum tiro de pistola disparado por hum
soldado desse Corpo, dsfarcado em pagem do com-
prador, acudra outros soldados que se havia des-
tacado para a emprf 8.1 concertada. O pequeo, maa
astuto e disfarcado pigem, lomou a diauleira do Fri-
cez em sua precipitada fuga, avancou-se a elle com
denodo, filando-se ao pesroco, e dando a.-sim lempo
a queosseus Camaradas o prendessem. Neste con-
flicto o Francec arrojou para longe de si os 6:4.00$
rs. quehava recebido; e porque fossem airan jados
m diversos massetes, roto o papel que os embrejha-
va, espalda rao se de forma, que se ua encontraras
todos primeira busca : mas depois appareira sciu
faltar hum s.
E senta do Cnsul Fraucec, deo busca na c-sa do esta-
belecmento Lithographico, e ah se encontrra maia
alguns contos de ris em Sedulas falsas, e as pedras,
as assignaturas que as devia aroropanhar no giro.
Ha mais genle implicada neste negocio, mas por ho-
ra nada se sabe mais do que o que fica dito.
,,v meoaww
Hum Jornal refere, por informaces de cor-
respondencias de Alhenas, hum fado assac cmico.
O Brigue Svlphide encarregado de conducir Grecia
a Cora e o Sceptro do Rei Olbon, tendo-se demo-
lado ena chegando no dia da Coroaga, poc-se na
cabeca do Soberano huma coroa de papela.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N.' 23.
ARTIGOS NAO' OFFICIAES.
"
Discurso que o Sr. C. de Pontois pronunciou no da
2 de Dezembro, quando apresentou a sua Creden-
cial de Enviado Estraordinario e Ministro Plenipo-
tenciario de S. M. El-Rei dos Francezes.
SENHOR. Tenho a Innra de entregar a Vossa
Magestadeas Cirtas de S. M. El-Rei dos Franceses,
Ministerio de Guerra e Marinha. -.- Montevideo 13
Outubro de i835.
Constando ao Governo que alguns Navios com
Bandoira Nacional negocio as Costas da frica em
o commeicio de escravos, garantidos cam caitas de
navegaca, cuja llegalidade, ou conlravencio in-
contesiavelmente manifest, e em opozicio as or-
dens, que para corla* pela raz este ominoso trafico
tem expendido o mesmo Governo: considerando
que nenhuma Embarracio pode, nem deve em pre-
ga r-se em tal negocio, logo que anullados, ou recn-
didos os primitivos, e nicos Tratados que permi-
tio a importaco de um oerto numero de Africanos
no territorio da Repblica, ficara sem effeito to-
das e quae^quer autorisaces, que em virlude de
taes actos houverem de receber as Embarcaces em-
pregadas ero taes operaces ; e altendendo finalmen-
te, ao abuzo que se tem feito dos papis que autho-
riaio aquella franquesa, e que se poden faser em
detrimento da dignidade, e das leis do Estado, sea
lempo se nio adoptarem medidas capases de previnir
as consequencias que urna lio criminosa pralica
pode trazer : o Poder Execulivo declara.
E'nulla, ede nenhum valor loda|a Patente, ou
carta de navegado pela qual se baja de permitir, ou


DIARIO DE PF.RNAMIJUCO.
8
se conceda efTecl trmente aos-Navios da Repblica,
e a outroa de qualquer Naci Estrangera o tranco
de esclavos, e a imporlacio para o territorio, e
pontos sujeitos ao seu dominio, seja em qualda-
de Ui, seja cun a denominaco de Colonos Afri-
canos.
a. Com mi ique-se, e publique se por trinta das
no pe indico Universal, e Regisle-se. = O ibe.
Pedro Lenguas.
(Do Correio OITicial.)
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
IjOmoSiii'. Mnjor Joze da Costa Rabelo inse-
rio noseu Diario N. 16 as duas Senlenca.s que con-
tra iniui alcancou como um dos administradores da
casa da vua de Carvalho R.jpost> & Comp.
sobre a letra que contra elle juisei como ja o linha
'ffilo contra os outros admini tradores na irrefieclida
suposicio de poder desacred'tar urna decalo do
Juiao Contencioso sobie um ponto de direito em que
alias divergi o Sr. Doutor Lima que nao o me-
nos entendido no oficio de julgar forcoso que
leve a considerado do Publico s razes em que
fundei a minha apelarlo para a vista d'lla o mesmo
Publico ajuizar da justica, ou injustica, do acordao
da Relacio que julgou-me cncer de arelo sem
destruir com ludo muso dos diveisos fundamentos
de diratos que deduti. Q.ieiro por tanto faserem-me
o obtequio deinserila ,,o seu Diaiio, que com Uto
milito obligaran ao seu
I Muito Venerador e Cria'lo.
Gervasio Pires Ferreira.
Razes de j4ppelac5es.
Em verificauio do proverbio onntis liabent
sua sidere litiz ouvio o suplicante de f. 4i v, com
que o MenlisMoio Juiz a quo estriou a Currara da
Magistratura: quanto, p0,em, ella seja ref.nmavel,
por ofleu iva das isp .sices mais alimentares do
Direito Comercial, o que em pitucas palabras file-
nos ver, nao a vista das leis existentes, como
dos Cdigos do Comercio de Franca, Espanba, e
Portugal, que pe|u Alv. de 18 de Agosto de i769,
servem de Le Patria subsidiario nos Contractos en
t.eoshomens de negocio : levando ao mesmo tem-
po a considrelo deste Tribunal, como parte in-
tegrante do presente Perurs, para evitar repel
ces ociosas, as razes-ex p-uddas a f. i7 e f. 33.
Dous slo os fundamentos da Sentenca a f. 41 v,
que julgou o Sup. sem acelo alguma, pela letra de
f. Ib, contra o Supurado, em sua qualidade de
administrador da casa Viuva de Carvalho Raposo &
C. o primeiro, de que estes nlo se pudendo con-
siderar originarios devedoret aceitantes, poique
urna vez sacada a letra contra os s Manoel Penei-
ra Guiarles & C., e p uto estes a palavra
Aceitamos ate 8o 9e rafcw a si, e a os scus so
cos, como costume, e pralica nvariavel n.stas,
e mais pracas Comerciaes, mais nunca a terrenos,
e diversas pessoas, como a da Viuva de Ca; valho
Raposo & C. : o segundo deque nao sendo estes os
originarios devedores aceitantes, e somente indo-
cantes, ou garantes dessa letra, e nio tendo o S .p.
tirado o protesto difinitivo, e notificado-o aos Su-
plicadosnos temos do Alv. de 19 de Oulubro de
1789, tinhdd perdido o direito de regresso contra a
casa de Ca valho Raposo & C.
Sera refleciir couza alguma sobre a razio dada
niquela sentenca da nica referencia, que poda ter
a palavra Aceitamos posta na letra de f. 6,
por fundada no costume e pratica nvariavel nes-
ta, e mais pracas Commerciaes, que alias nem foi
alegada, e nem provada pelo Suplicado nestes au-
tos, em contrario a Od. do L. 3 tt. 66; e menos
sobre o conhecimento particular do Meretissimo
Juiz a quo do costume, e pitica nvariavel nesta,
e mais pracas Comerciaes sobre as letras do Cam-
bio, e nem a sua conformidade com as disposices
de direito, restringir nos-emos a essencia dos dous
fundamentos apresentsdos, eem poucas palavras fa-
remos ver os eros jurdicos, em que laborad.
Era quanto ao primeiro fundamento vejamos, 1.
avista dos Cdigos das naces iluminadas da Eu-
ropa como se verefica a aceitacio de urna letra ;
a., se a palavra Aceitamos estando no plural
abrange, ou nao todas as firmas, que se acha reuni-
das debaxo dla ; e 3., se afirma do aceitante de
urna letra pode, ou nio ser reforcada com mais urna,
ou duas firmas, e se estas se considerlo, ou nio co-
mo aceitantes.
Era quanto ao primeiro quisito diz o arl. 122 do
L." i.doCod. do Com. de Franca.
L'acceptalion d'une Letre de changa do.'t e'.re-
n sigace, et exprim par le mot aceiple
Diz o art. 456 do Cod. do Com. de Espanba.
La aceiplacion de las letras de Cambio deve fir-
mar-se por el acptame y c'oncebirse necessa-
riamente com la formula deacepto acep-
tamos.
Diz o 336 art. 16 do Cod. do Com. de Por-
tugal.
O aceito desuna letra de Cambio deve ser cla-
lamenteexpreco, escriplo, c asignado na inesma
Letra.
A vista dcstas terminantes dispozices, evi-
dente, que a aceitacio deumi Letra se verifica,
quando ella se acha firmada com a palavra ex-
pressaaceito, nu aceitamos ; e avista da Le-
tra a f. 6 que ella se acha nestas circunstancia?,
por se adiar firmada por Manoel Pereira Guima-
riesz G. e a Viuva de Ca valho Rapozo & C.,
com a palavra expressa aceitamos.
Eu quanto ao segundo quesito, estando as firmas
de Guimaraes eCarvalho postas naquella letra, de-
baixo da palavra aceitamos sera interrucio,
interlinha, 011 outia qualquer palavra, que duvi-
da faca ; e estando aquella palavra no plural, e por
tanto abrangendo todas as firmas sugeitas a sua com-
prehenslo, so, com erro se pode diser que ella se
1 efe re ta somente a primeira firma de Gui maraes
& C. por esta casualmente ser colectiva, e por isso
tambera no numero plural; por quanto abrangendo
a palavra aceitamos na sua generalidade, todos
os que a subscreveiio, como tas procuraces, con-
cordatas, & assignadas pormuilos, ainda que esriji-
tas las por na .o so por 11 ma excepcio gratuita
e referida a uso, e pratica Commercial, que nunca
se alegou, poderia o-Juiz a quo t-stahelccer tal dstin-
cio.
Tanto mais que em quanto ao terceiro quesito de-
terminando o Alv. de (j de Selembro.de 1790 no
4 elativamente as letras da Caza dajlndia
No caso de se entender, que sejdeve exigir
i maior seguranca, mandario reforcar a aceitacio
com mais urna, ou duas firmas de negociantes abo-
fe nado, ficando todos colectivamente obrigados co-
k 1110 aceitantes.
He evidente por analoga alem do expendido a f.
17 e f. 33 que a firma do Sacado aceitante de urna Le-
tra pode ser reforcada por urna, ou mais firmas, e
que todas estas ficio obligadas Colectivamente como
Aceitantes.
Dest s pi ncipios de direito poz tvo Commercial,
e Paliio a respeilo, segue-se mais claro que a luz do
dia que
1." que a palavra aceitamos niquela Letra
compivbende a todos, que a sub^creverio.
>.." que a firma deGarvalbo Rapozo & C. n'aquel
Letra com a palavra expreca aceitamos verifica
a sua aceitacio.
3. que pudendo a firma de Manoel Perera Guima-
ries & C. sactfdo aceitante d'aquela Letra, ser re-
forcada por urna, ou mais firmas; tendo a Viuva
deCarvallio Rapozo & C. rtf.ircadoaquele aceite com
a tud firma, esi considerada peia ,eij|como Acei-
tante e por tanto, que como aceitantes nlo avia
precilo de prole.-tos para ser obrigado oseo paga-
mento nos lemos do ai t. 121 L.l.doCod. do Com.
deFrunc, do art. 42 do L. 2. do Cod. Com. de Es-
panba e do art. 45 do Cod. do Com. de P01 tugal em
conformidade da Leide 28 de Nove-nbro 1746.
Suponliamos purera por um instante, que a firma
de Ca valho Ripozo & C. posta n'aquela Letra, s se
deve conciderar como indossante, ou garante, como,
com viiivel confuzlo de termos tio diferentes, o di?, o
Meritissimo Juiz a quo, seguindo apista o advogado
adverso e que p0r nao ter sido ela protestada diliui-
tivamente, tuiha o Apellante perdido a a?o regre-r
civa.
Em verdade lie precizo ser fmais seg, que una
topen-a para nio ver o proptesto de f. i9, eneleacer-
tidio do Escrivio de telo intimado a todos os responga-
veisna mesma Letra, nos termos do Alv. de 19deOu-
tubrode I789.
J o Advogado adverso, quando enlendendo, que
a firmada Viuva de Car valho Rapozo & C. s poda
ser considerada como endocante, ou garante, e que
nao vio o proposto, clamou pela falla do protesto in-
terino porter a viuva falidoem 2 de Agosto de 185o,
como a f. 1 a y. vendo porem^ojprotesto a f. 19 cla-
mou, e o Meretissimo Juiz a quo o acompanhou, pela
falta da protesto difinitivo. Em que Cdigo porem
deste mundo sublemar achou o Advogado adverso a di-
vizo dos protestos das Letras de Cambio, em interi-
nos, e ditntivus, para classiticar na ordem dospri-
meiros o protesto de f. i9 por o Escrivio com erro as-
sim o ter denominado ; e julgar prejudicado o direito
do Appelante pela falta do segundo? Isto he oque
nio fez, e que j mais mostrar, mormente sendo os
protestos das Letras devididos por lodos os Cdigos co-
nbecidos lo somente em protestos por falta de aceita-
cio, por la I ti de pagamento, ou por perdida, como
o dizem a Od. do Com. de Fianca L. 1. |j, 8 a
Ord. do Com. de Espanha L. 2. II. 9. e'oGod de
Com. de Port. L. 2 tt. 7.
Vejamos agora avista das Leis citadas de que o Me-
retissimo Juiz nio fez cazo, se lendo faldo a Viuva de
Ca vallioJHapozo & ('. em 2 de Acost de i83o, esen-
do o p. olesto de f. iy feito em 25 de Setembro do mes-
mo armo antes do vencimentoem razio daquebra dos
aceitantes, lem, ou nao o Apellante prehenxido oseo
dever, como portador da Letra para a conservado do
seo dreno deiegresso, ou seotem perdido.
Diz o segundo merohro do arl. 163 Q 11 Secc 1
tt. 3. do L.o I. da Ord. do Com. de Franca.
Dans le cas de failtete de IVcepteur avant 1'
echcance, le porteur peni faire prolester ttexercer
son recourn.
Disoart.525secc.9ci. 9 L. 1* da Ord. do Com
de Espanha
Puede protestar se la letra por falta de pagoanle
de su vencimenlo, se el pagador se constituye en
quebra, y desde que as suceda tiene el portador su
direchoeped.to contra los queTsean responsablis a
las rezultas de la lelra. 1
Diz o Cod. do Com. de Port. no N." 3"6 secc. 5 ti
7doL.2.
* A lelra de cambio julga-se vencida desde o mo-
ment, que quebra aqueie sobre quem fora sacada,
e o portador pode desde logo protesta-la.
Avista destas lio tei minantes, econcentaneas des-
posicSes de Direito Commercial, he vidente, que
(forcozo he a repelilo do que se diste a f. 85.
i. Que com quanto o portador de urna Lelra, no
cazo de quebra do aceitante; antes do venoimentn,
nao seja obi gado a tirar o protesto de nio paga, co-
mo o Appelante o dissera a f. 18 com ludo o pode tirar
desde logo, eexeicer todcs as outros recursos; por
isso que as Letras ejulgao vencidas, quaudo falidos
os seos aceitantes.
2. Que, tendose declarados falidos a a de Agosto
de 1830 a Viuva de Carvalho Rapozo Se C. desde
es.e da o Appelante podia tirar o protesto de nlo paga
da Letra a f. 6, e intimados aos n'ellas obrigados.
5. Que, avista da Certdlo a f. 19 fora a Lelra de
f. 6 protestada, como vencida, pelo faumento d'aque-
les Viuva de Carvalho Rapozo & C. e Manoel Peiei-
ra Guimailes & C. eo seu protesto intimado aos
mesmos nos termo do Alv. de i9 de Oulubro 1789.
E portanto, que ainda mesmo quando se considere
a Viuva de Carvalho Rapozo como indocanle, ou ga-
rante, e nio aceitante da Letra a f. 6, anda assim he
manifesta a sua r< sponcabelidade, por ter sido ela pro-
testada pelojApelante, antes mesmo do vencimento,
como Ihe era permetido fazer pelas sobreditas Leis e
Ur sido nliinadu a Viuva de Carvalho Rapozo o res-
pectivo protesto, nos lemos dosobredito Alv.de 19 de
Oulubro, como da Certdioa f. i9. Clamen embo-
ra o Appelado e o Juiz a quo [protesto de f. i9, inte-
rino, 011 difinitivo, ou como miibor Ihesconvier el-
le be, e sempre ser o protesto por falta de pagamen
'o, feito antes do vencimento, em razio da quebra do
aceitante que qnanto basta ao Appellante, nio s pa-
ia conservarlo do direito do regresso, como para po-
der prossegu ir nos seos recursos como Ihepermitera
as Leis citadas. De mais, que outro protesto seria ne-
cessario, quando a Lei alias o nio exige, eseria a lo-
das as vi>tas ociozo, depois do protesto por falla de
pagamento, em razio da quebra do aceitante ?
Suponhamos anda mais, alias contra provado, que
afirma de-C'arvallio Rapozo <$ C. n'aquela Letra sq
podia ser considerada como garante, e que nio tinha
avidoo proWsto de f. i9, que deiii o Meretissimo Ju-
iz a quo, se tivesse examinodo os autos nos termos da
Ord. L. 3. tt. 66, e visse que oAppellado muito pos-
teriormente ao vencimento da Letra de f. 6 avia re-
conhecido o Appelante como Credor de sua impor-
tancia no balanco, aprezentado aos Credores da Caza
falida dos sobreditosCarvalho SfG., como daCerti-
do a f. 20 ?
Dira por ventura, que a falta de protesto anula-
ra esta conficio posterior. N.16, diiia, pelo con-
trario, que este reronhecimento supria a falta de
protesto, assim como a compaiico do R. em Juizo
supre a falla de Citarlo, assim como o reconheci-
ryento de urna divida interrompe a sua priscricio
&c. &c. ? Dira, dii ia se tivesse lido os autos.
Se o fim dos protestos sientificar aos respon-
laveis em urna Letra da falla do seu pagameulo pe-
lo aceitante, para providenciaren! osseus inleres-
ses a respeilo, aquelle reconbecimeulo nio prehen-
xe o fim do Alv. de 19 de Oulubro qnanda nio 1-
vesse vido o protesto de f. 19?
Ainda mais quejdina o iMeretissimo juiz a quo,
quando visse a lace da Certidio a f. ai, que sendo
lr<- os adinini-tradores da caza falida, e sendo dous
delles a maiuia, Citados para a Consiliacio no Jui-
zo de Paz do seo Destiicto, coiifessarad a divida
para ser paga nos termos da concordata, e que nesla
< oiificlo lora julgada por Sentenca, e que esta passou


f
DIARIO DB PF.RNAMJLCO.
" J.MiadJ com d neim. eertidfo a f. 24, s*m
opos.cw .4gu,na. Di,.tt> que ^ Scnt|,n
Vou?, oprotestu da Letra, que o moti-
Nio di.ia peloeontrio, que a codicio do dous
Admin.stiado.es, a maioria dos roeml.ros d'aquella
UdWAisttatfo, supria a-falla de prelealo, quando
>a Itvease vido;.; mormen.e sendo aquella confieso
rbaseada no proprio balanco da asa Edida, aaign*dn
Jgudmente pelo AppeUdo como Ce. ti.li.. a f. aO ?
Uina, dina se i i vase lido os autos, e os nao iulgas-
ae com lauta p.ecipitaci...
E| por arito evidente a menor luz, que a Casa
da \,uva de Carvalho R^oso & C. est reso-
savelaoAppelanlepela importan, ia da Letra a f. 6,
*eja afar/ua nella posta, con,iderada como aceitante,
oncoino garante; por isso que ainda nesle vaso, e
de na., ler ando o p.otes.o de f. i9, a obrigacio
. proveante d'.quella L-lra se acha reconhecida pelos
administradora d'aquella Casa, de que o Appelado
eum delles, no m.smo balanco ap-esentado ao,
Credores, muito^poslerior ao seu vencimenlo : e
coiiiesaada pelos outros dous adminslredores, jul-
,-gaddi por Senlenca, e esta-p.,ss,da em julgado.
A vista doespusto ,e do que se disse a f. 17 e 33
espera o Appelante das Circunspecs.-, e Jurispru-
dencia doeAbi.* Magistrado,, que tem de dieidir
aprsente quesea vista das diapos.cea de Deito
Lornerc.al, eCml, que a rrgula, qe a feoten-
.pelada de f. 4, seja reformada, ,,,5 so pur ser
leu, e contra o alegado, e frovado nos autos,
como ,por ser ofensiva das leis a reapeito condem-
nadoo Appelado na qoaulia pedid-, juros da Lei,
e cusas the final embolco max ex supl.
Jos Narcizo C.uiulo.
conforme o ajuste, dirija-se a roa Direita casa do Sur.
Joao Lujz Rangel, D. a5, primero andar, ou anun-
cie.
* Precisa-se fallar c>,n um senhor que mora
em Olmila e lern um rnuleqm- alugado no botequim a-
l-az d Matrtc de Santo Antonio D. 3, a negocio de
seo inieri'sse.
** >l-cisa-se de uro rai^eiro para tomar conla
(le urna venda, p.estando fiador a Ma conducta, a
quem sepromele bom ordenado ; na ra da Somalia
vtlliaverida da esquina do lampio.
f>- Queui tiver para a lugar urna escrava, que
sa.ba lser o servico ordinario de urna casa : anun
ce.
ALUGUEIS.
*\Llugio-c dois pretos bons carniceiros, e milito
fiis, a fallarcomJoaq.rim Pereira Xavier d'OIiveira
em a ra da praia em a serrara que fui de Antonio
Kibeiro, ou em o alterro dos Afogados sobrado con-
fronte a casa do vvero do muniz.
ESCRAVOS FGIDOS.
NAVIOS A CARGA.
' Para Hamburgo.
Ai em poneos dias o Brigue Inglez Gipsy, e tem
mu expelientes commodos para passage.ros: quem
quiser lur dirjase os consignatarios na ruadosB-r-
oenos n. 8 uu-Recife.
.
COMPRAS.
D
OORRBIO.
*%P Brigue Ventura Feliz, recebe a malla para o
Porto no da i. deFevere.ro ao meio da.
Macabra (bixo) boa leteira,sendo por proco c-
modo : quem a tiver annuucie a sua inorada ser pro-
curada. r
.
VENDAS.
A VIZOS PA RTIC U L A RES.
i Recza-se de um rapaz Europeo que t. nha preti-
c de venda para lomar cun'a de urna por balanco,
nao se duvdando dar interese na mesina, ou na falta
.reste taurbein se quer outro qualquer mesrno novato
na Provincia ; na venda defronte da Ribera da Boa-
"viila D. a8.
t^Q.iem quiser urna ama p*ra casa procure na
. roa daGloria no casa D. i5, pois ftr todo negocio
que .be fr conveniente.
*fr* Quem .precisar ,de una ama f .ra para o eer-
CO interno de urna casa de homem solteiro, dirija-se a
1 ta por delraz do quintal-de S.'Fian, isco, ultima casa,
que lem lampio.
*^ OflVrece-se para ensinar aos fi'hoa de quaU
quer seuhor de Engenbo,ou peoa do mito un ra-
paz, bem educado, que sabuiloib^m escrever ler
gramtica poi'loguexa, L.lini, F.ancez, e Geomtria!
ajx^soa, que-qu.-er, anuuneie o lugai de sua mora-
da para ser procurado.
*y Oabanxt>as8gna.lofazscienle ao publico que
teta mudado oseo nome para o de. Francisco AHiino
de B.-.to e como te.11 passado hlguus recibos por o Sr.
'Elia.t'Balista da Silva desde o o frsenle annuncio p.ra conlr cimento do publico.
Francisco Antonio de B.ito da Circu.cizo.
Alluga-se um mul.que 0.1 urna negra para
serviremu.na casa de pequt-ua familia, daudo-se llie
a^O reis diarios, e o sustento : quem liver dirija se a
1 ua do Fogo sobrado de dois andares que faz e*qui-
ua para o beco do p.ixe fiilo.
^Cy.'i'roca se urna casa de sobrado na.CidaJede
'Ond* em uina das principaes ruis, em.Hto perlo
da Academia, cuj prppriedade tem bastantes com-
miulo-, muito aastada, excelente vista, e da' de alu-
g.iel ao seu proprielario I6JJJ. rs. mensaes, por una
boa casa lerrea no bai.ro de i. Antonio, ou boa-vi3ia
e lambein por um sitio, que teulia de distancia at
legOa -fora da praca, co.n casa de vi venda anda que
iiaosejaiiiiu boa, lando drto sitio boas baixas para
planl-vo dectfpim : qem quer que seja o peden-
I, irte de tal negocio poder se dirjgir a rita da Flo-
rintina, quem va. 'para as casas do falescido Joo
{Sun4k D. -5, onde auhai com quem Halar qualquer
dos dois negocios, ,-qese p ope.
VJP" Aluga-se .luna ..pre'ta que sirva para todo o
.s.rv.co de uina casa, qoem a tiver dirija-se a ra
dasagas verds D. 3*.
|CJ^ Qualquer senliorab anca, ou parda solteira,
desempedida, ej de idade, que quiser ser ama de
'casa dura iap..z sulteiro em Oiiuda, com a ob.igacao
.-"mente de engomar-llie a roupa, e cuzela, e tomar
<_ ,lido a rJlsa, sendo paga por mez, ou por semana '
IM negr de idadede4o annos, aerrente de pe-
de.ro no.q..al ifflico ganl.a diariamente 400 rs
tmbeme canoe.ro; ou roca.se pur-unu, negra
que lenha ge.to de cosinha e aaib. comprar na
roa na Boa-v.sta venda defronte da R i boira D.
arj.
r Superior tinta para uzo das Tipografas, em
barril ea retalho : a loja franceza^la esquina da ra
do (.abnga. ^
WT Um cavallo bom. castanho escuro : no atier-
ro da-Boa-vista na casa pegada a do Marcneiro Joio
Haptl-ta.
r-7TPmD .Cama de Ven, ,,e ar9o feita na
GMl.de da Baha, td. de Jacaranda, obr. muito
be... feita, anda nova sem le uzo algum, e anda
se at-ha 1.0 memoestado em que veio ; propria pa-
ra aKU.nes.udan.e do Cur-oj na ra dos Martirios
casa I). 8 lado daigreja.
* Elementos de A tronomia adotados para uso
da Juvenlu-le, cometido urna Estampa com o Sfi-
te.na Solar: na loja de livro na Pra9. da InJe-^
pendencia, pivco 060 rs.
Wr Rap Princesa da Babia em porefo, chegado
prximamente, m.tito fresco, e de boa qualidade : na
Paga da '-Independencia loja n. 1.
9-Elueidafo do direito com que procede.
o* Parorh-s, que, nos imntdimenlos de auzencia,
nao qui gues.as aos seos coadjutores; poiem sim a outros
sacerdotes, que 0ordenarlo aprovar para esse fin
na Praca da UniioN. 37, e38.
y U.n si^lim l.iglez em bom uzo: na ra do
Liv.amento venda D. 1.
tur*-'Urna parle da propriedade denominada A-
goa-lna, sita ao lado'esque.do da estrada que s-gue
da Cruz de Almas para Belrirrbe: no sitio denomi-'
nado Jaqueira na eS|,ada d Airaia'l a fallar com
a propnelaiia, herdeira dofJescido Pedro Jorge de
Souza 6
|L. yS.perior vinho de Lisboa por mil res a ca-
ada : na praca do Corpo Santo Botequim de Anto-
nio Lopes.
JOP Fulhinbal deporta para o presente anno de
183b: na ra do Cabag loja de miudezas junta as
do Snr. Bandeira.
lfmAnoel, cabra, 36 annos pouco mais, ou meno,
estatura alta, cheio do corpo, cabeca xata, testa pe-
quena, cabellos bem conxegados ao casco, urna .r-
golanaorelba, lalvezja ten ha tirado, para se nao
conhecer, bem espadaudo, dentea curtos, tem al-
gnmas narcaf de feridas pelas cortas, e panos, talve
provenieniesde pancadas, que levasse o lempo do
antigo aenhor ; fgido no da aa do correnle, levan-
do carnea e siroula dealgoda"o, e mais oolra dita d'aro-
burgo muilo curta, e xapeo de plha ; e bem assirn
um cavallo rasianbo com cangalha : j foi encontra-
do no da sabbado 23 do correnle em Iguarass, ''com
calsap.eta, jaqueta de rscodo verde, e urna baela
MU; o dito cabra j morou por esses certens, mu
fcilmente ter ido para es^es meamos lugares-
muiio regrsta,e pode muito hem 6.,gr-sc de fon,
para passar sua vida : os aprehendedores levem-o a
ra das Flores D. 6, 00 em a casa Forte, que serio
generosamente recompensados.
**" f g"nho, cabra escuro, estaluraordinarr.'
cabello carapinha eaescido, urna cicatriz na evU e
oulra na barba, mfos e ps compridos, he mo ofli. i-
al depedreno, fgido no i. do correnle mez, con,t
ler estado na ridade de Olinda no malador em com-
panhia de um camceiro por nome Antonio congo :
quem o aprehender o poder levar ao sitio ou a casa
do Medico B.ito no atierro da Boa-vista, que ter*
20$ res de grat.fiei.cSo. *
*9- Mana, Naco Camondogo, 35 annoa de ida-
de pouco mais ou menos, estatura alta, cara ebeia
boca grande, dois denles na frente abertos, gordu*
ra proporcionada, muito cerrada da falla, fgida no,
da i9 do correnle, levando vlido de chilla azul
ve camisa de algodlosinho, com um flandes e dua
medidas de leite que lodos os das venda atrs do
Corpo Sanio: qualquer Capilio de Campo que a
pgar, a leva. a este mesmo lugar casa N. 67
quesera bem recompensado do seu trabalbo.
|qp- Manoel, Naci Costa, nao lem talhos nca-
ra, corpo grosso e baixo, tem o nariz grosso e xato.
as mios g.uc-a tem oa pea um tanto cambados para,
dentro com cravosem todos ellcs, algu.ua couca bar-
bado e muiin gago na talar : os apreeudedores levem-
o a ra do Rosario ua padaria 5, que sero bem
recompenssados.
NOTICIA8 martimas.

Taboas das mares chelas no Pone dePernambueat
3
v
"O
14Segunda j
i5-T:
16-Q:
I7-Q:-
,8-S:-
19 8:9
20 -D:--;
m
o
s
e
3I..42 m
4-30 ..
5-42
630 h
7 18 a
8- 6
9- 8 a /
Tarde.
(3- Folinha8.de porta, de Algibeira, e
de Padre, fiara o presente anno de 1836,
por preco comnjodo, na Pra9a da Inde-
pendencia, loja de Livros N. 37 e 38 e
na rna da Madre de Dos venaa que fui
do Rezende.
R.
Navios entrados nm da 29*
Hi
AMAS DE LEITE.
..jLlug4.se urna ama de muito e bom leite, e de
rau.ios Iont cosumes : em casa de Joio Mara Seve
na 1 cu da Conceicio da Ponte.
10 DE JANEIRO; 16 das; Barca Francesa In-
dustria : condux o Capilio de Fragata Frederico Ma-
riateCominandiiteda Divi>fo estacionaria no Para
e differentes Offiaesde Marnha, edoExercito, thl
pa e Marmhagem, tudo para o Para.
PARAHIBA; 4 dias; Hiale Flor do Mar, m. Joo
Joze Cesar : varios geueros: Francisco Xavier oV
Miranda.
Saludos no mesmo dia.
RACTY; S. Conceicio Flor do Mar, M. J. Ro-
drigues Pinheiro: varios gneros. Passageiros 16,
ANGOLA; Palaxo Bomfim, Cap. Antonio Joa-
q.nm Leite : varios gneros.
CAMARAGIBE; Hiate Conceicio, M. Joae Akea.
Ma.tins: baralhu. '
UNNA; Hiate S. Goucalo, m. Luir Azevedo do.
Santos: lastro.
"m. na Typ. do Diario 1836,
.


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