Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02199


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Full Text

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Subacreve-M mena [n me MS40 n
ne te rcMbeiu o.Hii'^.niilenci.i?,
I *ati tema osa propnot umciiuih e. '9ut*i ,v
runa i*aaaaiwaw>aBhi.
^iud(is. mh TiOOB;r..6
f ilimdii da puru larB
<:>->; estol inairi i
iio : asignado.
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Tudo uff.ru defcu>r de no* neJo* da i>wa ) rude.
dfcHc" ( Volinut-mo >tn-'' prindjpi,!* e-
acontados coi -f "" >' < 's Ai"* "*ais -' "i",
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9|mpjcej508 cu ^cniamtwcaW Jp Stctonno De ain u
*
DAS daSEVANA.
3.* A'. Francisco- Re.(ir m.. e uud do J. de
Urfns tic t. P. as h.6m. da t.
4.*-.V. Barbara-Svsso da Thex. uWica. Pr. a 4
h. 54 ti. il.i t. \
&j*-& &4nfca&Mo- fiel. m de m.. And. dos*'.' do C
de m. r de t., < Cli Pr. as 5 lf 4-2 m.j* t.
t.'-S' Ge/VfiAu-Scs. da Thez. P. d-.^ ^Aud. do
J 'di* Orlaos ilrl Pr as O I) f> m/<4%>.'
Sbbado-5. mbrozio Rl de m. f ai lo Vi'j,
G de r. D
Domingo S.
rhi i.
i is fi h. 5
i m. da
Tua
> 'a.
Preamar
I
l.. 42 m/
C1 0*o o nnwo llespeitavel Cottega, Reda* tor do
> ,i! ipucciro, difna de no*a opintio a cerca da
aniiiiMi.rconcedida aoi Cabanos desta Provincia, jus-
to he que resjMlndamusso seo. artigo inserto U0 Diario
da Administrado N. 1*3, repetindo quasi as *
mas raz6es, que ja exposemos. ConoordamQJ ('um a
mor parle s propoatcocs do nosso Collfcfr; eonhec*mos'mui judiciosas. Est amorre ja ha vemos
dito que a revolta de Pane Has he mais consequencu
do desejo de rouhar e viver cusa alheia, do que re-
sultado de convicio poltica, favoravel ao ex Impera-
dor em cujo nome roublo. e assasainSo seoscompro- (
viuoianos. Supomu, no corado di laes perversos o reconUe.cimento ptm
fierdan ootorgudo. Reconhecemos o perifO, que na I
na exist ncia de taes monstros na SocU ?' l' ^x~
ampio ilc continuadas amnista. Todas estas rn6es j
coutra efla reconhecemos porem pasarlo mais *'**
nosso jui/.o as que descubrimos em sen favor 1 im
a continua mortandade, que duinan OOMM tronn*. l
ppeusa de>piv.a queenlisica noasai cofre, a d.fitui-
dade de desalojar os .i'.teador*s das hrenia.. em ((.?'
ocuilao t! julgam <> ser memr mal ao&ar impuTes
la s maivaii>. -lo que Ver cu unir ;i roorrer nossos
soldados cor ..-, u|as va nao lem ?;nin.|.uaiio
roi'i .. dos M que eaabon morro em maior nu-
mero i dta neiihuma javm ; i"o .ue v. ^;^to lid im-
proiluclivamenl" nossos diniei'os deque se pode fa-
7-ei mellior uzo ; da,qu' v^rfem ofiimia su>l
perifio <>s h^^WKfliqu^S aontoi-os, <-ohi*a
a Pj>rucia d '.jdtncia d sol/er em >i un psirtidoeiji
4 que se nomea mttaufidor, e ni<
hr.
le grande
coiilem e c^t_
sa id< prov.nl.- lo oftcio do Comni, da
J'ori^'Uo ladoda R'.viiic m %bffoas em yv"
.i.eao Presiden" u.t iiiMUMi Aije !i s';'.; \ i-
ifttssas tropas nt 2 ele Noj vnbrfi 606 f
'es uluuio "i-i < "' "'
iie |nluL' llasi!\
te apnretem os constrangidos ..(idos e pane
salt*adorea, e a re^eitem -.. a e csC>"frs, que
deramparados na paralo caro sua 4enaii
domes, que a aceite' todos; felo ,im opones; n
Wewi ;i guerra, poupo-*je asvsdas, e o d nheiru pu
Blco, < pode O Governo tomar medidas lm+ que mi-
hra vez se nao possao to fcilmente reunir as faceio-
fsos, fpie entretanto llvez sobejos motivos dem paja
> que d^y-do pgar seu> crimts. E quai o resultado
, nao ser ella concedida, .mi ;. mi. Fa >pii i l' var a guerra ao fii..;r*fn,d-*4e ^' 'l4tt*t
porquebe duridosooseu exito^ ,' .idocc.iae-
.gnid' le o. p. i yeutur eilts, a nio si en ortoru
combate, peior sorte, do que com a amnista .-icf
i-, niara, nena o uosso Coega, que re*
cnnhe sa1. ..o. e PuL'T!.e, que nossos Concidad-
os, alias mui patviolas, temo em proteger os malva
do, por quem M Ibes pede, ou que tem com elles al-
gumVrrlaclo de parentesco, amisnde ice &cVf*^(r*
rao pok ventura castigados Pinto Madeira, Cabam'
mor do Imperio? .Tolo BaptisH da Barra Grande i
Fulano Mallo de Una ? E se-lo-hao os^acioagaje ]
cilio,, e rXaneila* oaaosejo eapluradnsT-lUas dejreiu
ser: faca o Govern > eom que o sej Dir-nos-lilo^.
edizemos tamben no* j mus r. i- passa de bons di
moa iwwaoi e do proprio Goveruo, que nestc3 caso
he qasi Entidade nulla. 5i pois hio-df fi ar impu-
nes depoisde muitos esfor^os, despez e perda- de
vidas para os aniquilar, e capturar, fquem-nn desde
a e cesse lio desaslrosa guerra. Ets as rasoes, qne
nos rt-volvrrao a nos, que desaprovamas amnista, c
que muio desejamos ver castigarlos os criminnos, ao-
1>ip tn'o relaur.'u..ivs. u ajirovar a de que tratamos,
, baca oos para aue coliga ella o fim, que se pro
potarlo tomos Legisladores-
ICIO
C
i
Oho por c Art. 87-$. k2. do>Codigo
>imioal, ou auihorUado a solicitar a prH
he se ao
Acre-'-e iso. -, 'x. "'* e
e numero de pe oa a quena ojem r
r|;i de iaVm entregar, <
punido dos r mu i osos j vqueiro aV.S: que
de mandar prender, e reeoMier a Cadaia desta Gida
di, de onde (orlo sltoa no da A do corre h
ma rdem derHabeas Corpuspaflaada por o Jm
Municipal o Dontof Henrique Fclix de
RaoaFr n eo Xavier das Cbngas, e mi /v.oc;.,>,u
Mar i J t do* Prnreres, pronuncia '< e j-
tramentov"im*sumarioun V.S. pra ior^
u. da i sendo \ ira -:.-.e fue as maiores ligedlas,
i,,.i Pian 'e sjrvieo ahumaudaJt, ca uza
vn. que im, diosamente i < V'u
;;,.:'. >'"h'> >:< '* ^ajbj^*-
il>;,. i d' )a, \ IS divr Si i (>.f-ef0V H
aosquae, iarr os sigo r Josmt moa 9
,,.. s. ,>pjV'se' A c* *

no iue
Pub!,-
os di
-rer aos
W lerv


J>
ardr a i. Uccfe 7 le Deziabode
ScHq .; i V?.i deo Dtricto.da-i
;> Pbntefc Joz.e G '-.'v de Fa- Jo/i Tarares
Gomes da Fonceca, Rromolor Pulmco.
-.>% % **%%% *

RE POND.ACIS
Ti I
>/jr il'dac'o

> mj .er Jtnz em cauza propria, *^/cor
..!nda u n 'f *< i huma
un* ... que bein deseje i esquitar-mr \ po-
\ a cfrzji que a isso me forc, por rao ler
''abalho de re*po.ider com \ in -
. ., i |j livaracteriza s seis pergunfl
\ 267. He que serveVn as
empre mete* de a1* Iludir i
Quia ,' / Nf- in,r jtro fie i i int? Ora hemji
ilgiini jii os G. N", da Legiao deste Mu
nictpid n Parad i 6 do coiyente em hontfi do'i
un.S nhor Presidenta Francisco de Paula Almei-
por lia .ir? .'.anidas sei.i aze
roer o iuero enfanda* rn*i-, yuu
esta, bin [n'appnlzrA quaejo vo
c.ovi o. .oliv- iI a vista da l-^'f^T, mai lio, qu
aonde falla a la i euutuere.
I
'H
se
h u
le ca
ao.
Estinviei que p< v u m por -.
O G. IV. Candela.

Mln>tVtt\\V
-V
5rc/\ lledactoi;.
CO.no estoja en moda n* perguntas, que at entra
'o ramo pira adornar as Gamentas, e eu nodes-
gste Umbem, aii.du que reino, ou l)astantemente
vil de andar na moda, (nao a gamenha) tendo
a meu favos para concluir rom o meu dese|o asua bo-
nomia, ou paciencia, fai i me por tanto o favor de me
diz.tr. Pnint ir ., oqut l< m ouviclo diser sobre a ns-
tala cao dfi Socicdade Militar Pernambuoana ? Secun-
do si sabe a razio yprque > Redactor do Diario d Ad-
ministra > | ubi i can do ai la la instalaran desta So-
0 foi em i I >tn heViava sempro em bum Paiz ciedade, d'i* (ad a na oceasio da instalacio, a-sim
|,-(, u iiba Dio de ser dispertad rr c.no o: tal c Picando de publicar o resto da
dos Ooveunks, r *im de rjue aos governados se mes7; Jfincao si o \ as a^signatu.-as dos Socios d tal So-
*> uzurirm i palias i garantas ajue Ibes sao devi- .:J**,-iedad{ at*'m>je na > cumprio com o prometido? Ter-
liavermos marchado prra a Boa- j ceira i ua cimento, ou por que nao que-
da e Alt a "ii qui i si .> ttk no todo, ao menos
ittxn >, mu dfi que. aos p
un 01
\\i '.b
, -tu (lum em n gada estava) houve o cuidado de nos
U em sombra; e acabado o corteio, p|o l'nmos, co-
mo no da *2. para o lerreiro de S Frennrisep. Diz.
o antifto rito, que para bum boni entendedor pou-
cas palavras basto, e ,c nao vi intto eumpridas as t)
jJei{'Iu..uidia.. lite fiz., pe. menos diurna juz.i
se lez de bom, estimando muito que o resto n*j Pique
noesquecimento, principalmt.il. as4 es vtUnhasde
cebo de cn^omp*"iula (proprias de G. N. Oandeie).
Ora, tendo sempte em minba lembranea o Palriotis-
np doSenhor Tenentc tioronel Antonio (.nrueiro Ma-
chado Hios, c suas filantrpicas ideias, ao ler o scu
Diario, jue recolhia em arcano as laea sew pergui
. dissera jue para o futuro ainda o bivia fcser
ista lie iasendo marchar a Legt&o prre a Sol*
:i..dt Santo Amaro, Apipucos &c. &c. Fai nao afirmo
v racidad< desta respost ; porem o Srnhor H... .
, tem muita amisade com o S nhor Carneiro da
B vista assim o assererou diant de ntiitageitte bo,
e que em tal obrando, nada se Un- poda liz.er, alten-
pi%loou Lu*i do Reg e Antiro (lire-<
ci.i'.lhaiites delegados do Poder) Tudo
esta muito bem, A.\ hjm he 8 nhor do seu jariz ;
ni| luade, ik'ftrepobilo, paso peiuado, ri-
i !ia llia ; isso nao; quabdo Inl prelemleste obrar
.o .e e> duvi(l. pe.'o conb.i lo pe rio) feria
o des* .slo, de nao ver 'Xerut zenfanem>e que oG. (irruiros, q' ce^a-
ente oi>edei*o a arbitrarla n (ieseuschePes, o
rm lo principaUnente pe ser : rmUel o perico tal
ul s.encara. Petieulum <.- .; i.tlr. ijuale /><>-
%^idgjstntnatui. Tem .i-, dov G. M. de S.
AiJ9Tto r^ofieiaes, e nr parada ir dh '2 s(' s< apre-
seitlaro 9 i'.c!u-ive oCommanda te de maneiraque
o j. ploto foi commandado pud.nte.
le destaca ^siumn ver bum l.ihll 'aiwleia,
ausentes, semn c.i -, srf mu/i-
ncor rentes p ,r. la. S<-r tii H-.r-
de Sant\t Antonio anda ir- Ar
que eslt iJal.'Ino toi mi amorfo>H o
o se*Wre nefav!, Viajar Jo/e
O F iiju:^- ..d'-ia dado a *stc
. ritregar-se
h vend
rer, que o publico saiba de quem se compon seme-
lhante Sociedade ? Qu ota fin lmenle por que nao sen-
lo o Re I 11 ,i do Da; i > referido, Judeo, [iromclc
cousas nnra faltar a afta prnmesiM pois bem sc:ente
estera do proverbio Portugus, pundo dizqu*m
engaa aeaifrem, le Juleo se Umbem nloseieiit-
bra do que di/ii > \. itun;.i. que proverbios antigos,
f.-o a b'-j*ri lo F-van-r!li.< i'
Scnb ir i* laclor,. fica esperando pela re>posta este
seo obi igado.
O Ounzwtcai.
Snr. Hedaclov.
Dz.-se que os Guardas Naciorraes nao se querem
prestar ao servico. F como s' qurr exigir uso d'
lies deixindo-.se tudo o mais em abandono ? Eu pe-
la minba par pi 'esto ao Fxov Snr. Presidente da
Prorincia, eaosmeosCompanbeiros, (pie*nao beido
fazer senrico algnm em quantO S l'.xe., o o sen Con-
seibo nao deciairem a qneixa, que perajite o mesrrto
Conselho existe contra o meo Commandahte Francisco
Carneiro Machado Hios. pela desobediencia que com-
i)ij''i... Setemhro docor* an, nao merendf .rmar
O Hatdl\,i( para aser o cortejo ao F.xm Senlinr Hispo,
como Ibe foi mandado icio Kxm. Pi f.idenle da Pro-
vincia, pois qoe se o meo Commandanfe pode faser
que quiser, tobem o de quem como eu simples-
mente ,.
(m. y. dn Ritalli de S. Antonio
v>
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PER(!> tAS.
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O Senhor M caienha^, .fui/ le Taz >
Puco da Panelh em que Codi;ro encontrno
a Jc), que) autoriza pira ler pi /.'- em um car-
ere ir 'ado, que exist- em Apepacos, n i->to ">or es- ,
. 'o i.r irez, ijoatro dtxs, (e niesSno ;" como mm-
icj i p( r motivos particulares, i'^n o me:ui' d lt-
i n s \ cente de tai (O poinmcncal- de Vn-ent? Fer-
.-----------------.---------. -
' i l. (i* -ntou ,traca rir na
__ >.-
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(
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O ao '".i.*- v quit. !)a(ii-j'.
^E 'r'^'W1 f lu, ,l' rutanfcutoj
2.a *v<). t^Ojjginfnkna ,ontn.
Paixac de>JizusVCta isto,Toust peJoM&
leste mi, to, aje S. S^ po^^SWo d
"'Ho Dcfminflos, E|ho de Ktjsaj^ de tal m<
ll li
Jf /
U?
ezo par* rr-i
i M t
i.
'raorlc
wOjtfs V, Vfem leil.ii
\ a>P*)a> 10 ho ni^pliS
mp.}
m c; su 'e b ii t"*i*Jcnna.fii d
ff
..-
na Cru* dWlraas,
do p. p. mez, por cKl ido com urna Uca delp&ito.
w ijjuaes motivo-., v i mrsma
^iedade com Joz> ta Svjw^i-t. nte na cs-Jj
(rada do Mnnteiro, mezo para re< robesi ar-f
madu ac de pona) pelas -r.i koi ih **> d
21 do ni7 pretrito, pelo Guarda Na
Bardes, Pitombeira "**
4.4 Pergunta se tambero no Sur. Promotor linda, se S >. ignora le a Le the impjem o onifi
de denunciar esta, c oatras tnalvercacoeus dos Em-
preados Public
le o O Cubo cu .do Monte o.
^JCJ" Pergunta-se p Tmz de Paz,

<1js(t. N. dos A;'i '.-l tionsal]
e elle tem poder na Companbia das (i.1
lugar : para man lar urna nrdem por esi
toda dita Comnanbin ordenando-Ihe
apitao
rvina,
iucIIi
rariSar-
a hum G. A que so axava pr-/o - i! > t,n
mandante "da mencionada Cmpuinia
Sur. ex Capitao eex lu/ de Paz veja que asar
'< da ref la Companbia nao ignorante co no ..
coclciM Capitao que agora Comanda nao t^-oi a
slan liada como o tem m perg i
sabe.
O O. y. candeia dos Afo^


i i
f'jV^ taroaca nota, que pega <. JftlM
Je ny*|car#a por nm con
to* i do nrtimo ros '
ra ; coco: na ra d.> Que,
> pre-
iO:i pa-
idds h-

-v********
,~
'f Pi
' idadb d>
mrO da 12 do rorrete pelas bei Lw se liada arrematar na ra d Vigiriocasa n \\
quy -; residencia do faleacid i Crurgio Joze Pi
netda, Subdito de S. M. Ful issima espii-
do mesmo falcicido, que coi isteem roupasddu-
ao, movis, laica, livros, live intromentos de
1 rurgU, urna porco de praia vel i e liversos'outres
artiffos^ come mrlhor a pojder rer lo inventario a
que se procodeu, e (pie si i;' pat< ii no (;to de Leilao,
; n\ como *- condici i d'arrem lo. Vee-Consu-
iado tU Portugal em Peroamb uc* 7 de Dczcm-
i de 1833.
Joaquii iplista ifoteii
"%^- Meias barrreas de farTnba^npta
barris de potassa Americana de supo iltae,
^.J serte, todo desemt rcado
sa f.'ui Oldbam &: MQ|Minhi
tr^"*" \ iotas, e guitai n de to<
ntadas de varios tamanhol suspensorii
la, ludo ehegado iproxiowmenti de Lisboa:
-.'rtoi tia Unio loja de'niide/nb n.
Rixas le su per. P
u .monte do Porto : na P* 'fro '-*
r Um sitio na Praia JeS. ftancilco \& C'm
Olinda tintes: urna Casad ..
, pule de \u dra cal, e e tantos pos de eociiuj'iros
ma boa cacirba no meio do sitio, frita de p dr*.
ecal rpmi a bebe/, e plantado, por prco c^J
modo: afall no mesmo com Malaquias Jote.
f.-3? Uln moleque de 18 a 10 aune- oftieio
,ves- le Aduor na ra Nova
de Validares a follar com fn/.<- Ribeil 9
srjr ." -rinha de mandioca moito fina I |ada l-
timamente de Rio de Janeiro na ra d i Senzalla n.'
4\).
>^c- i mejoa de wHa mujto grande, a dinbeiro
;n roa 'i Cn do 'a O. 2.
ry Rp Princeaf^oovoa 256N l i ditHoito
da naUi as li Btavas, fc bisason i eiro
rl alibr 1600, dito perbk ou nperial a
tinta de-es r a lO^a garrafa i uUBjameilU
pgadaa arande> por preco commodi Praecda
Un i le i O. *
3 \o molato ES i pagara
I na ra a Do,
^3- Un vit.ll.:. e quai
doBangcl sobrado da 1 -- A 'e,ro
iu < al Santa I sa d


*%%^v.\%A'
ftmso0 do Co-.ccto.

Orrlo'Fcrrestn d AgoiPreta puf'- bo
meiodia, coriduzinde as orrespon
t Serinbei Rjo f zo.
,5a OCorreiojf. I'.tjHi
.icio dia contfiind! respondetiei
Villa de ioianna, : Rio (irano do Norte
&* OBiifjue liocl ti)- a malla :
'i-. raiieiro i-' o>as ';t tai il
JC^ OCorTfio tre efe inhuns
l'-icm^^e par' inhS (I I io dia.
I. O ai *" Inb 1 ra, an
BaaMMMMea
MOeda i a 6S or cento: na
Lii ra 'a > beco<4e !?*d:<' l>
- t. -i, >rulado easa terrjii 1 "
Miada que n-.ex'c ,:nado beco doca ttaj oT au 1 "i"^ '
la oa D. 3.
j Um 1 1 rinha des?-
Vt3" Qwilro e meia ati
1.-1 i)'.- iila D; *
\Ltuga-? s era sotao n
,^ las, V>ito i|un c 1
oseu prop'etam) na n< |0i
Lrd( Qtjtc^fo.



i)
furto.
/
se | a
uin
e da Magdalena

A 2* de Outufcro p-oxjmo passado fu^ou V. F.
di M una escrava- pard; de v,hp Mar i,
'; de lft -unos, da Povoacc. labahiana Pi
da Paralaba to por cr>ni.lit'>s'^( un Sur.
n'sUrdor, cu noqie. h-*\ri, rrioeda-
Feiao pido se nao *^pare.er brevemente a < a ... farei ypr tu Jo mais, que '.rm prati ,..', es i.;
a t)i>or- ci i d'annos, ella he baixa upi
grossa, caj* >r*tos, e eres pos, testa peq'*?na
riz chato, 1*. *os rozos, denles de sima abertos artiB
cialnaeote, tem os pritos qu^zi pula otes, bracos {','
sos, o ^tirmeti.*. ~abelU dos; ocorpo hedireito, e
litux 1' nado : co*eo ordinario, fax b:iti rend e ra-
ta soimelaaeote : kem um simtriz antiga n"um tos )a-
"tos (('^acvco ao p da orelha, que reparando-se ben
parece, r- mai escura, ru a rr docorpo; tem or!
tra*r*n\* redonda, e pequea na ponta de um eolo-
eU" ; e levou alem de ouiras misan, um par de ro-
zelas de ouro coreado, 5 cabeedes finos, chales de
chita do assento azul; pe teme ao Tuja de Par da Po
voaeao cima i"ze Btut iMeira de Vasconcellos $ qu
a'd;nu:>u: ou aapreij nu*r tem 1 premio d<- 100
vis
ST?> '.og? -se a quem for offereci !o ama porcao de
orn azul, baja de a tomar, e trazar na ra do Ca-
ug oja D. o. que ser bem recompe ido.
3* 'm dias do mez de Setembro do correle zn-
rtaro da lgreja Matriz da Cidade da'Alagoas.
uuauora de ouro, da Scnhora da Conceicao, Qragc
S mesm Matriz. O Administrador do seo Potri-no-
nio, Joaquina Barboza da Rocha, offerere (prenla
mi! res de premio ao desrobridor dessu furto
i
t ssar a p
nuncio.
fi ^a se (i Snr ln iuim 'a Costa r;je leve
orne i o .. Uiioe.-ri i i q'.i sua vezes f ea queira
ler a bnnd* de v ^ ber na sue carta q' do Rio |de
Jane ro veio pira V*' ser r r jui para o mesmo Sr.
rece I < qui ci.fi iu; itia da mo de outro Sr. oqual
-e n. i (a. di soiieivio de tai entrega, nos 4 Cantos
da Roa-vista casa <' l unpio.
fc^P* O ahaixo a/.si nado tehdo de retirai -se de..!
Pro', incia, pava "orle do Imperio, e nao podehdo
pessotlinente desdedir s de seoscompanheiros, e ami-
;os 'az por este anuncio $ declarando ao mesmo
lempo, que sent nao ter ezprecoens suficientes para
radecer 009 I mrados h.hilantes da Provincia o bam
ncclhmento, e eattoia, que Ibe dcr'odesde Janeiro de.
I30, al i prezeote poca.
Joo Antonio do Amarml.
^H^ C. J. Wvlep aviza ao reap'ttavl Publico que
0 r. ais sen ra ierro Elizi b'o da Silva.
^"3T Dezeja-se allar com "Sor. Nicolao Marques
Vianna 'ai ^ negocio de seu p-prio inlercsse, por is-
so ped n mesmo Sr. quetra anunciar a sua mora-
da ne-^rrca.
.-%.* V%% Vfc
?">-% **
G
*Wfea particulares
Eorge Breskiehnrst 5: Companhia m^io auu-
pessoas em cajo pucer ezislirem Bilhrles d:. A
bodega j vencidos hajo de os mandar rece'vcr qoan-
io hntes, aiias passao a entrar com a sua importancia
:.t l)e|X)Sto Geral depois do dia 20 do frrente.
fc'o>~- Pede-se encarecidamente ao Snr. Comman-
oattte das Armas haja de mandar proceder primeiro,
os conselhos de Guerra daqu' lies Omciaes que se a-
cho prezes a mais de a.ap, bem como Padilha, Bi>-
nadicto, Anacleto, Joo Francisco, Mira, Pro gana,
Hadureir, e outros, e nsnde parar com s dos Offi-
ces Francisco J ao .im. Paula, Roxa, Lm Ser^
. ul que se axo p ezos i pouea lempo a vista dos".1
pr n:i o>. e pode\j of-er mais al ;um/i demora.
t5C7_- n... d'Almeida Costa,. Viuva do filese.do
Jce hraneisce da Cos* toado e s>;(|o o motivo, (Jue
relardou aco-ivjcaci dos rs. ,eus credor-s, os con-
/ida para cooiparecerennquart (eir II do crente
aezde ezembro, na ra da Ciu/ ri. 36 pelas ) ho-
IS. di manjia.
s<* Pcrcisa-se de 500$ rea por quiten nrm ,
rcmio e npoteca^e 3 earravba mossos de 10 a 20 an-
uos, pur. seguranca : anuncie.
SCy* Qi'cm quizer al tugar todas as tarros putas,
pretps, ou nleques par: vendriem / ite dt; m-
ra|o pagarlo-se 32o rei.por taada ; dir ;a->
DireU;- V
V^" i-sc de .-.n Oleiro de o r*> fina par
ra 'II ..i umu Oir:'j?.i ne o desta 1 a?a : q-i >n e .-
"' ""' un iinv\ -: ou r a ua morada por
'M (o ( !.-,
^ l'tia i'juma casa >em q
n
Cccrfvo futriDo.
F,KF.r:i ro, naro B\< 1 i une. 20 1 22 annos, li-
mo ter i da em imi (U'dn ce p, e oais fciidaS
de vsnu mesmo f"'*; na t'te do da 5 do
con 'nte ra da A uro:,1 V. II, ou na ru di '>'-
deia rriba no escriptorio ih .loaquun da Silva I^o-
^TS^ Se veri no, crlo,.8l anuos, cara liza, e -om
una sic..-/. il.t parle esquerda, estatura regular, 0>>
llio> vivos, e W desnmcada't Fgido .10 dia 15 de
Novembro p p. da Cidrde da Parahiba, c lupe-se
estar em S. LourenfO da Matta, levou camisa, o sir-
la de algodo Cidade da Parahiba ra do Boque-
rao nseusenhor Domingos .Ion- Figue'ii 1
NO'l CIAS MARiriiSfAS.
1 1 eiitraab no ctid 7.
PARAHIBA; 2 iioras 5 Hiale l'mztr&.s l'nmhv
baos-, M Joo Daniel : varios jciiC'-s.
Dia 8.
ARACATI vrlg ASSU; 28 das 5 8. Desengao
Feliz, M. Manoel do Sacramento: sal. e fkeitv. Pas-
sageiros 4, ealgun renscatesda Povooco doAssil.
-: AVJSIEHD.V, OS das; Galicia Olanla 4zu-
s -:; (;,ip. Stereo I varios gneros : C V.
VVv!e|>. Passgeira S. Huedekaper.
HAVRE DE GRACK; 37dias| O. Fraiieeza Ca-
moeru. Cap Vctord I "don : varios gerteros : ))u
boureo.
BOSTON; .15 da,, B. Ar r. Stauhmai Cap. .N.
B. Mans6cld : var gneros: a Fcircua 8c IVIiis*-
f. Id.
RACA TI; ( n & f< >r do riar. M J-
B.oilrigucs Pin -eiro: varios gneros. Pasea?
>s II.
I0 6EJANEII B. Impoi */' Fai C o^
.Ivs dd Silva \ o > Passag. ros 5.
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8.
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