Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02190


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Full Text
.
ANNO DR 1836. SEXTA FEIRA
I
29 DE JANEIRO N. 23.
DIARIO DE PERNAMMJCO.
Prr-.avh.jco, mTvf.mM.? .ie F*ri*- IH-6
OAS DASBMANA.
5 Sesuda Convoco .lo S Panlo. Ap A. do. Jl. do C. de m. e del
es da Tbezouraria Publica. Chae, do f ,
ft %* S.JooCh. B. da lRrej, M. da Tbeaouraria Pub.
98 *Om S- Cyrilta B. S- Kei de n, aud. do J. do C. de m.
S Fraoclo de Sitie. B. ~. da The*. P. aud. do J. de O-
*, Sobado S- Jacta* Uel. de m.e aud. do V. Ger,l de I. em
31 SSs SeptOiW*lm S. Pedro Nola>co
Tu.lo acor depende .le n* me.mo.. .la iin.a arOSCMta. uu.de
racAo! e e'oera.a' con................O.. ,.nm:.|.........; .. a-
peinado om admirado enire a NaeOe. anua canas.
fr..r,im..ca I fSMmMH O*""' ',0 "''
Snh.crere-* l<>"<> nWW Pf" adianlndns neata Tv poRra-
Ba ^.Tprac da Indeu.....I.M.C. N. Atlll e re.-ebem
ti. lendo .10 praptiMMriffMMMM, e indo sMifMoa.
PARTIDA DOS COK.REOS.
Olm.la_To.lo o* diasan meio dia. _.. P.
Colana, AH.andra. Pamba. Villa .lo Conde- MW, ""
lar Keal d- S Joib. Braja d'Arcia. Katnha, Po.nbal. Nova d.
S Ja (Ib ade do Natal. Villas d Goiann.nbu. t"**%
*a: Cidade da Parale*., Villa, do Anuir. .Monte WWM
Ara.-atv. CMCavel, (ann.d. (Iranja lu.peraln*. Bern-rdoo
S. JoSodo Principe. Sobrar. Nova dRHev. JcO.OS. Ml***
arho.lo .anpue. Sanio Antonia do Jardn, ^.erainob.n., e Par,
naiha-Segunda Sexta feirai ao meto *
auto Anio- Todas as niiarta* leiras no^n da.
Garantan, e Honito-nos da* 9 e do me. ao nwod.a.
Kl..re-ndb. 13 de cada me:ao meto da. nortM
Serinhaem. Kio Formo>*o, e Liineiran-Segundas, Uuartav
Sextas feira. ao uieic da.__________
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SFNAD'UB3.
Sest&o de i3 d Oulubro.
Presidencia do Snr. Benlo Barroso Pereira.
A- hora do costme, berta a sessSo coni 26 Se-
nsores, feu-ae o approvou-se a acta da sessio ante-
"o" niimeii o Secretario deo corita do seguinte expe-
diente. .
Ollicio do Mini.stro do Imperio, remetiendo de
ordrin da Regencia em nonie do Imperador, copia
do d.-crelo pelo qual a mesaa Regenria, altnideiido
oque llie repre.entou D. Anua Josefina Pereira
Finio de Mendonca, "uva do 'Pnente Coronel,
graduada Coronel, Francisco Samuel da Pas Fui la-
do de Mendonca, sobre a remuneacaS dos servicos
Orete prestados nacaS, com sel-, actividad*, e
honra : houve por hem conceder supphcante, jun-
tamente com > fillia que delle lhe hc-rao, .enea
animal de cento e Tinte mil res Remetteu-se
9 CominUsSes reunidas de Fasenda, Matinlia e
Cuerra. ,
Outro do tnesmo Ministro, acompanhandn copia
do decreto pelo qual a Regencia em nome lo Impe-
rador liouve por hem conceder a LuiZ Joaquim dos
Sanios Maocos, e.n con^deracaS aiw b..t aeru-
cos por elle prelados na ReparticaS da Bihliothcca
desU Corte, a pensa annual de quinhentos mil
reil para se tci ificar em sua molher Dona Amia
Mara de Souza Maocos. A' Coinnissa5 de Fa-
' Outro do mesmo Ministro, em retposta ao' que de
parte do Senado lhe f.-i di.igido, participando que
a Regencia etn nome do Imperador, ficoii scienle
de seter procedido em Asamblea G-ral aporac;i5
da lUla do* Collegio E'eiloraes para Regente do
Imperio, sahindo eleto O Eim.Snr. Diogo Antonio
Fei), o qual no dia i2 do coi rente, pelas onre ho-
ras da nianh, tinlia de tomar poase ejmmenlo. Fi-
i'ou 9 Cmara inteirada.
O M.i que?, de Ca avclla mandn mesa oseguin
te prujeetu que fundamentoii :
A Asseuil>lea Geral Legislativa denet :
u O Juis de Oaos da Coria e'seu Municipio
perceber o ordenado de hum cont e seiscenlos mil
veis. ,.
Ai, a. FcaS revogadas as Uis ououtrasdispo-
nice.s em contrario.
a Pjo do Senado etc.
Foi a imprimir por se adiar assignado, na forma
do 1 gimenlo, pelo numero de membro necenos
para se julgar apoiado.
Passou^e aexirahir por sorte a Depulacao que
deve receber o Ministro da Fasenda, convidado a a*-
Hslir discussa do orcanieuto, e fora designados
o Sms. J" Antonio Rodrigues de Carvalho, e Mar-
.n.ese de Jacarepagu, a de Palm..
O Snr Paula SoOa leu os seguintes pareceres por
pane daCamnrssa defienda: o i. sobre o re-
qnerimento de Pedro Perca Corroa Sena, no
,ial pede a cnlinuaca do pagamento da diaria de
i-aOO reis qneobleee pela Caita Patente de de A-
gsto de .808, desde que dexou de s,t pago, 0.11
o fundamento deque esta' qatia Ihefol arlntrada
em remunernca da AeBCobertd que tez da ve.ua-
deira quina ,^ Provincia de MilUka (,eraes, etc. 5 a
CommiwaO depois de analUroa documento do wp-
plicante, era de opiniaS que conv.nt.a remelte.-se
,0 Gove. no o requerimento do recor.enle, e ludo que
lhe he relativo, para fazer examinar, se a Juntada
Fasndade Minas Geraes deix..u de pagar ao sup-
plican.e a Uima porc5 de quina q lhe aprsenlo..
em i8l3 pr m8 haver mais ne.ess.dade della, de-
fe. indo-lhe como paree r de j-.stica, no cuso d, se ve-
rificr a recusa. Mandou-se imprimir.
0-> sobre o lequerimenl. do (Senador Manoel
Ferr.lra da Cmara, pedindo a remuneracau de seus
9 rvicos a favor de nove netos ; a Cmm.ssao em re-
sultado do sen exame apresenlou huma resolucao,
pprovando a p nsa annual de hum cnto e o.tenta
id r- K Concedida ao rete, ido Senador, para ser ve-
rificada com sobrevivencia em favor ieaeU nove ne-
^Sguruio'serii'to.l. leu hum out.o pTW-M
Commsa ,le Fazend., sobre a resolucao v-nda da
outra Cmara, queapprova ap^aode I.400#ie.a
concedida aoBara de llaph u.-M.nm com sobre-
viven, ia reparlidemente por huas Les hias \ a Com-
missa era de opiniao que entr.s-e em d.scossao por
estar nos termos de merecer approvagao.^ 01 aira-
P"p'el!s il horas sendo annunc.da a chegada do
MinatrO 4a Fasenda, foi introduzido con. as eti-
quetas do estilo, e tomou asento na mesa a di.e.la
do Presidente, e em sua presenta continuo., asegun-
da discu-saS do orcamenlo no 7 art. 9 do titulo
segundo. ,.
Depois de algumas observacoes deu-se por d.scu-
S. 8. Os livros pagar os meamos direitosque
paga as mecad-rias importadas de paises eatreogei
r.,s, cando abolidas as disposcSes en. co.ilrar.o.
DeU-s'-por discutido.
S 9 as Locas dos bens de rais por oulros bens
de ra.z, cob. ar-se-ha somente desdo ja a aisa da d.l-
ferenca dos valores permutados.,,
Fora a elle ..Iferecidas duas emendas que lorao a-
poiadas, e a final dense por discutido.
S 10 O subsidio h Itera rio, e os cinco rea em
libra ue carne verde no Municipio do Rio de Janeiro
ser cobrado por cabeeas, na raza5 de don md res
peloga.lo vacum, qual rcenlos res pelos carneros,
e oitocen'os reis pelos poicos, entrada para o con-
sumo publico. Deu-se por discutido.
Discussa do artigo jO. No pagamento dos d.-
retos de imporlacjaS e exportacaS, sose permiltnao
assignados, quandu a importancia dos direitos deca-
da despacho com meto por cento de expediente, tor
superior a duzentos mil res,,,
O Snr. Paula Souza offereceu aseguinle emenda:
' S.ipprimaS-se as palavias-cm meio por ceniode
expedente.,, Foi apoiada e enlrou em discussa. A
final deu-se por dis.utido.
* Art. II. FiccS perlencendo a Renda bernl do
Imperio desdo'o]i. deJ." i83G em diante, as aeguiiile
roposiS5es: 1. Oireitos de quinxe por cento de im-
portagaG-, 2. ditos dequinze por cento addicionaes
ao cha 3. dito de cincuenta por cenlo de importa-
ra da plvora; 4. ditoadedois por cento de bal-
deaca e reexportarlo ; 5. ditos de hum e me.o por
cenlo de expediente das Alf.ndegas ; b. d.tes de cinco
por cenio de exportacaS; 7. ancoragem e armaze-
iiapeni: 8 foros do lerren-s de Maiiuha ; 9. impos-
to de cinco por cento sobre a mineracaS do ouro;
1O. ditos de vinte e cinco por cenlo dem ; 11. di-
7iiua da Chancellara; 11. novo e velhos direito ;
iS. meio suido das patente militares ; 14. J dw-
Cruzeiro ; 15. mestrado das Ordens Militares ; e trea
qoartos das tencas; 16. qnnae por cento da venda
de embarcacSes estrange.as; i7. me.o por cento de
premio dos assignados; 18. muletas por infraccoeu
do r.pula.i.enlodasAlfandegas; i9. bracagem do
f.brco das moedas de ouro e piala ; 20. matricula
dos Cursos Jurdicos e escolas de medicina; 21. laxa
do Correio Geral; 2a. sizas dos bens de rais; aa.
rendimento daTypographia Nacional; 4. venda
do pao b.asil, ede oulros gneros de prop ledade na-
cional sujeitos AdminislracaS Geral, e dos proprio.
nacionae; a5. bens dosdefuntos e ausenle; (>.
vinte por cento nos cornos (na Provincia de b. rt-
d.oV 27. renda Diamantina; a, agmdo-woauta.de
ouro* e prata 29. alcances de recebedores e rhesou- (
reros; 30. reposi^es e restituieSe ; 31. donsgra-,
H.iios i%. juro de apolices do empreslimos e-
ti anceiros; 33. rendimerUos dos Arsenaes e dos pro-
prios nacionaes; 34. cobranca da divida activa ante-
rior aoi. deJulbo de 1856; 35. emolumentos do
Supieino Tiibunal-de Justca j 36. saldo da receitu
geral. ..
No Municipio do Rio de Janeiro.
37 Donativos e tercas parte de officios ; 38. sel-
lo de herancas e legados ; 59. emolumento da Po-
licia: 40. decima dos predios urbano; 41. diurnoa;
4a. imposto as casas de leilio e modas; 43. vmte
por cento no consumo da agurdenle da trra ; 44.
o imposto sobre o gado de consumo, de que trata o
10 do art. 9f 55- meia csa dos escravo ; 46 ren-
uimento do evento. ,
Com app'icacao especial.
5- Imposto sobre lojasabertas; 48- dito sobre
as seRes 5 5'9. ditos de cinco por cene na venda de
embarcacSes nacionaes, 50. ditos do sello dos papis;
5i. laxa dos escravo; 52. prem.o dos deposito p-
blicos ; 53. producto dos contractos com as novas
ron.panbias de mineracaS ; 54. al.enacao de Capel-
las vagas; 55. Dcima U.bana al buma legoa a-
lem da Cidade (Rio); 56. segunda Dcima dasCor-
poracesdeMa...Morta; 57. duelos de Chancellara
5a. mesmas; 58. hum quarto por cento pela reforma
das apolices.,, ,
Depois do Snr. Paula Sousa faser alguma. obser-
vacoes, mandn a mesa huma emenda sufct.tuitiva
do'artigo que foi apoiado e enlrou em discussaS, fi-
cando a final adiada por dar a hora.
Retirando se o Ministro oom *%**!?
que lora recebido, posto votacao o S 7 do. ti. 9,
foi approvado, bem como 08.; o $ 9. foi approva-
do tal qual, desp.esado-se as emendas; o $ l<> fo.
aPCta foi approvado com a emenda do Snr.
P 'p^ledeclarou que a ordem do di. para-
seg..iu.eSes6aS>an.esd.s^hoia,(er..m.ter..d.


DIARIO DE PF.RNAMBUCO

-*~*7
orean enfo, e levantou a sess& pelas tres horas menos
Uum quartoa tarde.
% NOMB DVSARTISSIMa, B 1XD1VISlKL TRISOiDTS.
^9 Vlageslade o Imperador do Brazil, represen-
tando pela Regencia estubelecida em virtude da Cons-
W cio do imperio, e S. M. o Imperador d'Austria,
animado-. wmpre do desojo de segurar a seus subditos
i-s ffaxilMens de lium- Commeirio recipioeo, e facili-
tar I be- ao rae. roo tempoa troca dos producios respec-
tivo* dos seus paites, ten do era vistas <|te o tratado de
C tnmercio e N*v*gacio concluido em Vienua, em 16
deJutiho de i827, amba de expirar, convierio em
regular os objectos mais ssenciats das suas relaces
romraercises por hum novo ti atado de Commercio e
Navegacio. Para este lim* nomeiio por .eus Pleni-
potenciarios, a saber :
. S. M. otlnperador do Brasil, representado pela
R gencia estabelecida era virtude da Comtituicio do
impeli, ao|ll.m,e Ex.m# Snr. Manoel AlveaBianco,
do ( onselliode S. M. Imperial, Ministro e Secretario
delatado dos Negocios da Justica, enea' regado inte-
rinamenfc da Rt-pai tieso dos Negocios Estrangeiro?,
e ac Sur. Biii 1 o Ja Silva Lisboa, do Conselho deS.
M. Imperial, Commendapor dardem deClnisto e
Oficial Klaibi' da Secretaria de Catado dos Negocios Es-
II ng- il'i'S.
b 6. M. Imperador d'Austria, ao Snr. Leopol-
', Uairo de I). 'aSr penal de Leopoldo de Austria, Commendador da
Unieni Cciisianliiiiaia de S..Jorge de Parma, Caval-
leiro da Orden Militar de He.-se, da de 3. Joze de
Toscaua, e das de S. Mauricio e Lacaro de Sardenha,
e eu Enea negad o de Negocios junto da CV te Imperi-
al do Brazil. <
Os quaes depoi de terera aposentado os seus ple-
nos podt res, que foiio reconhecidos sufficientes, a-
justaiio os artigos seguintes :
Art. i.* Todos os-por tos e ancoradonros, per-
te tcenles $ duas potencias contrectauaes, que se a-
cho abortos s emba cae oes de qualquer naci es-
tiangeira, -o .serio tambis rsped i va me n re paia as
emburraedea Brazileiras e Austracas ; e os subditos
. das duus potencias gozn de huma l.heidade de na-
vegacio e deioinroercio completa e reciproca em to-
dosiesses lugares.
iqArt. 2.# Os,subditos das duas altas partes con-
graciantes, podea, en con-equeocia de sa liberda-
de reciproca de commercio e de navegacio, entrar
.oiii oSeiufionii lodos a pullos, bahas, eiise-
ailas, ancoi adouros e nos dos lt rritorio periemeuies
', a cada huma de lias; desean egar todo bu parte de seus
tarirgajuenlos ; cari egar e eex portar na forma dos
regulsmeotos cfAlandega em vigor.
Podei' tambein residir, lugar casas c ai mazeos,
viajai, vouimeiciar, abrir lojas, transportar merca-
: ilona?, metaes e diuht iro, e administrar o^seus ne-
gocios, por si,*ou por heus agentes ou caixeiros, sem
atrera para ese fim obrigadoa a empregar Corretores
u'quaesquer outras pessoas, ou pagar-Ibes remune-
ra t>j ou salaiio, excepto se os einpiegarem volunta-
mente. E em lodos os casos os vendedores ou coin-
piadores, terio pleca liberdade de ajustar ou luar,
segundo meibor Ihesconvier, o p ec,o de quaesquer
mercadorias ou genero--, importados ou exportados
do lernloi ios de ambas as a tas partes contrantantes.
Art. 3." Convencionou-se porem de excep'u*'* '
i. Os objtctos de contiabindo de guerra, "o ca-
so em que huma .das duas partes contractaiile esteja
em gueri a, picando a oulra neutra.
o< Os obj ctos reservados ou que o puderem ser
para o luiuio, privativamente para a Cora das duas
altas p i'iea.cooliectaniee.
3.* O Commercio costeo, consistindp em pro-
ductos do naz ou estrangeiros, j despachados para
rouaumo, em quanlo este Commercio tur feito exclu-
sivamente em emlwrcacoes uacionaes, ficando livre
oiu ludo ao Subditos de ambas as partes contrae tan -
te cari egar seus effeiios e mercadorias as ditas em-
b.ticacea, pagando huns e outros osmesmos direi-
Coe: ui-.m-i
Art. 4o Os Na-ios e.Embarcaces dos Subditos
de ambas asaltas partes contractan.es, assim como as
suas tripulaces, nao sera sugeitos nos por tos e anco-
1 adouros da outra, debaixo do titulo de farol, tonne-
Ueem, porlo-pilolagem, quarentena, ou outros di-
1 rvUof semelbantes ou anlogos, de qualquer denomi-
nacio que seja, a nenhum iireito di len -nte ou mais
ppsndot doqueaquelles a que esli ou fuiem sugeitos
nos meamos pm ios, na sua entrada, durante a sua
e-tada, e sabida, os dos nacionaes.
Aet. 5.# Tara determinara nacionalidade dos Na-
vios Brasileiros e Austracos, as duas altas paites con- -j
rctant sooeordo, emque* jioconsiderados tomo
Navios Brazeiios, todos aquelles que slo de propri-
edade dos subditos Brazilein s, sendo construidos,
registaihjs e navegados, na coiifojmidade das leis e re-
gularoentos do Brai.il : e que do mesmo modo sejio
considerados romo Navios Ausliiacos, todos os me sio
de propiiedade dos subditos Austracos, sendo cons-
truidos, legislad" se navegado.-, na conformidade das
leis e 1 egu la me 111 os d'Au-fria.
Ait. 6.* O Governo do Imperio do Brasil se obli-
ga a nao fazer pagar em todos os partos do Brazil os
direilos de eutiadr e de sabida, e os impostos de qual-
quer especie, senio na proporcio concedida aos uaci-
onaes :
I.* A todos os gneros, mercadorias, e quaequer
rticos, (|ue forem da produccio, manufactura, ou
industria dos subditos e territorios de S. M. o Impe-
rador d'Austria, sera agencio a nacionalidade do Na-
vio em que os sobredilos objeclos forera transportados
dos porlos Austracos para os do Braeil.
a.* A todas e quaetqueru ercador'as sem dstinc-
cio de origem, que forem transportadas para o Bra-
sil em Navios Austracos, quer dos poitosdo Imperio
d'Au.-ti ia, quer dos poitos das naces favorecidas nos
porlos do Brazil, no seu commercio directo ; asim
como as mercadorias exportadas do Brazil em Navios
Austracos, quer para os portosdo Imperio d'Austria,
quer para os porlos das nacts favorecidas no Brazil
por tratados de Commercio.
Art. 7.* Se acontecer que ss mercadorias e t btc-
tos de commercio, mencionados nos art'gos pi ereden-
les, tio teiihio valor determinado na Pauta Ibazilei-
ra ( u Austiiaca, o importador de taes artigos, ter a
liberdade de faser huma dectaracio do seu valor, a lim
de seren despachados na Alfandega i.- ta dcsla deca
ricio. No caso poim em que os olliciaes da Alfan-
dega, enca regados da percepcio dos diieitos, ju'ga-
rem que ha grande erro na avaliacio, tei So a faculdade
de tomar por sua corita os objectos assim avahados,
pagando no prazo de i5 das, contados do da da ap-
prehensio, dez porcento sobre a somma dsavaliicio,
e restituindo todos os direilos j pagos, huma vez que
o dono du mercadoria nao prelira sugeitar-se ao juizo
de ai biti os imparciaes, nomeados por huma e outra
parte.
Art. 8. Em leriprocidade dos artigos precedentes,
todos os gneros, mercadorias e quaesquer artigos do
producto das manufacturas ou da industria dossuhdi-
tos e tei rilnos de S. M. o Imperador do Brasil, im-
portados directa 00 indirectamente para consummo
nos poitos d'Austria, nio psgai nenhum outiodi-
leito, senio os que pagio ou vierem a pagar os mea-
mos artigos importados da mesma maneira, pelos sub-
ditos de S. M. Imperial e Real Apostlica.
Art. 9. Nosras-'S em que, na eonformidsde das
esilpulaees dos arligos set.-nv, o oitava o peseme
tratado, u mercadoria depender da nacionalidade do
navio e do lugar do ca riega ment, es papis da navio
ai hados em regia, e os manifeslos asignados ptlas au-
toridades locaes competentes, bastar para demons-
trar as piovas. Fira porem convencionado, que, se
no lugar em que se espedirem csses papis houver
hum Consulado, ou Agente Consular do Governo,
pan cujo le ritorio se ue-tinar a mercadoria, estes pa-
pis devero ter o visto dos ditos Consulados. Mas,
se a applicacio das estipulacSes 'dos artigos si timo e
oilava, mercadoria importada,depender da sua pro-
pria nacionalidade, oeste caso ella deve ser prvida
pelos cei licados da origem, feitos segundo as formu-
las preecrplas pelas lei do lugar da expedicio.
Art. 10. Todos 01 gneros, mercadorias manu-
facturas comprebendidas nos artigos seito e oitnvo do
presente tratado, e em geral todos Os objectos trans-
poi lados em navios Brasileiros para ospoi los Austra-
cos, assim como em navios Austracos para os porlos
do Brasil, para entreposto ou reexportacio, niopaga-
ra reciprocamente nenhum outro diveiso direito,
in 111 mais pesado do que os que se achioeatabel cidos,
ou para o futuro se estabelecerem uestes meamos ca-
sos paia os Nacionaes nos dousImperio.".
Os pi ralos, reembolsos de direilos, ou outras van-
tagens desta naturesa, concedidas em hum dos psizes
a imporlacio ou exportacio em navios de qualquer
outra naci, serio da mesma maneira concedidos,
quandoa importacio ou exportacio se fizer em navios
de nutro paiz.
Art. 11. As duas altas partes contractautes cencor-
dio em que os seus subditos gotera nos seus territorios
e estados respectivos, de todas e cada huma das fran-
quesas, privilegios e isencesque loiern concedidos ao
commercio e navegacio de qualquer outra naci; fi-
cando entendido que estas condic5es favoraveis serio
logo e de direito reciprocamente concedidas, indepen-
dentemente de qualquer oulra estipulacio, cono se
fossem expressamente declaradas no presente tractado.
Art. 12. Em tudo que he relativo ao carrega-
mento e descarregamento dos navios, e segranos
daspropriedades, merca-lorias e effeitos dos Subditos
dcada huma das duas altas partes ron trata 11 tes, os
subditos respectivos gozaio da proleccio, seguranca
favores, e isences tundidas aos nacionaes.
Poder disj r livremente das suas pi opredades,
por venda, troca, doa^io, testamento ou de qualquer
outro modo, sem que se Ihes ponha obstculo, ou
impedimento algum. Suas casas, propriedades e *f.
feitos serio protegidos e respeiados, e nao serio to-
mados contra a sua vontade por nenhuma aulhorida-
de, sem prejuiso porem da mareba Igal ds justica.
Serlo isentos de todo o sei vico militar de trra e mar,
de empiestimos forcados, e de impastos ou requs-
ces militares, enio ficarS sugeilos a pagar imposi.
Co a'guma ordinaria mais pesada do que a que pagio
ou vierem a pagar ossubditos dos Soberanos, em cojo
estado resdem. Outro sim ni ficar lujeitus s vi
sitase bucasarbitrarias nem a examealgum, ou in-
vesligacio dos seus livros ou papis, debaixo de qual-
quer preteito que seja. Fica entend lo, que, no ca-
so de alta traicao, contrabando ou cutio ciirue, de
que fasem menci ae leis dos repectvos paies, os
Cnsules respictivos serio informados, rom a mais
breve demora possivi I, dos n.olivos e do andamento
do proresso. As embarcaeSes respectivas nosoffie-
r embargo, nem serio empegadas para ser vico pu-
blico, nem dos particulares, sem se dar conveniente
indemnisacioaos interessados.
Art. 13. Cada huma da duas altas parts con-
trae tantes tei o direito de noiriear Cnsules Genes,
Cnsules e Vice-Consules, que residra nos portos
ou Estados da outra, para protegerem o commercio ;
mfc:s antes de exerreiem as suas funrcSes, dever
sel admiltidoseaprovados, segundo as formalidades
do cosume, pelo Governo junto do qual residirein.
Ellos continuars aguzar era hum e outro paht,
tirito para suas pessoas, como para o exei cicio das suas
funeceseprotecco, que devein aos seus compatrio-
tas, dos meamos direilos e facilidades, d que tem al
agora gozado, e forem concedidos aos Cnsules de
qualquer oulra-naci.
Art. 14> s subditos das duasaltas partes contra-
ctantes goza5 as Alfandegas dos dous Imperioade
todos os favores concedidos aos nacionaes, pelas leis e
reglamentos existentes, ou que se promulgaren!.
Art. i5. O presente Tratado de Commercio e
Navegacio, estar ero pleno e inteiro vigor, duianteo
piaio de oilo annos, contados desde a data da troca das
ralificaces, e alera deste prazo, at que huma ou ou-
lra das duas altas partes coutraclanles annuncie a in-
tencio de le mna-lo, no qual caso s estar em rigor,
hura auno contado' do dia em que o annunciofr ir*ti-
mado ao outro Governo.
Art. 6." As'atificacoes do presente Tratado seri
trocadas no Ro de Janeiro, no espaco de dez meie,
ou mais depiessa se fr possivel, cuiilado do dia da as-
oiniialm a.
Em le do que os Plenipotenciarios respectivos as-
signarioe puzerio o sello das suas armas no presente
Tratado, que (o expedido em niplicata, a saber : as
linguas Portugueza, AMemi e Frannza, ticando a-
justado, que no caso deduida, o teiio''Francezservi-
r de guia e norma, visto ter sido toda a negociacio
dirigida nesta mesma lingua.
Feito 11a Cidade do Rio de Janeii o aos vinte sete d-
as do mez de Junho do anuo do' Nascimento de Noaso
Seuhor Jess Chrsto de mil oitoctiilos e trila e cinco.
Manoel Airea estico. Benloda Silva Lisboa.
Da ser.
PERNAMBUCO:
(iOVEUN da PROVINCIA.
Expediente do dia 27.
I.
_LL."*Snr. Pode V. S. expedirs precisasordens
para que seja abolido o Hospital existente no Ponto
d'Agoa Preta, onde como V. S. lembra, dever ficr
urna pequea enlermaria, e urna ambulancia o cargo
de un (Jinngio Ajudanle ; o quanto aos medica-
mentos pertencenles a Botica d'aquelle Hospital con-
ten que depois de toa Jos os que forera necessarios pa-
ra formar a referida ambulancia, o restante seja arre-
matado por venda em basla punica ; e quando se nio
consiga vendel-os por esse modo devero ser remetli-
dos para esta Cidade. 'esta forma tenho respondido
o seu ollicio desta data.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
nam buco 27 de Janeiro de 1836. Francisco de Pau-
la Cavalcanti d'A|buquerque. Snr. Commaudanta
das Armas Joze da Cosa Rebello Reg Montero.
lficio ; Ao Conimandante do Corpo Policial,
para mandar postar diariamente na Ribeira da Boa-
vista ma Palrulha oomposta de um Cabo, e tres Sol-
dados, a fim de evitar que all bajara desordena, -e se
practiquem actos imnioraes.
Ao Dr. B. 3; de M. Heariques Chefe de Poli' cw


DA H10 1>E PEHNAMItUttO.
Interino, commtinicando-lhe ocontheudo do prece-
dente omuio, expedido em consequencia da requesi-
tia que Tez o Jais de Pas do 2.* Deslricto da Boa vi*,
CDTada ao Governo pelo dito Chefe de Polica.
__ Ao Inspector da Thezouraria, para mandar sa-
tsf'-'zer 4 da vencmento a duas Palmillas j una
que i'dtuu remitas deS. Antio, e oulra doenge-
ub.< Noruega.
__Ao Adminstrador Fiscal das las Publicas,
para fWneier aos prc-los captivos denominado Cala-
no emprendo nos trabalhos publico, altm da da
lia de SO i ., /T.np iijti?l a que se Foruece aos prezos
quees'^ ii/j-prind-j Sinttica.
__ Ao Juta de P* de Pora de Poitas remetiendo-
||,. ,l. lassas tiradas u Ilha de Femando pilas
m<>rtr ta-- vie.i-doB Cipriano Gomes nos Santo, e
Aototvo Domingo! a fim de Ibes dar o destino era
ptenle.
\,. <.. nmandante das Arma, para ordenar ao
C*mr "!' do Poni de Agua Pieta, que em lempo
opportuno (i q !**-.ii quantia pieriza para pagamen-
te, i. ; q..e rr-mpoein o Destacamento do mesmo
Pomo, ri vmdo a icijue i,io ser f*-ita com tal ant-ce-
dencia, que sendo as prscas pagas de dez em dez dias,
nada se llie fique dependo quando, lindando o fea
lempo, serecolbeiem do destacamento suas htbita-
coent.
DIVBRSBS REPARTICOENS.
JUIZO DE PAZ DO I." DEsTRICTO DO COLCF.GIO.
MLl.* Snr. Dr. Juis de Direito. Agora que rece-
bo o despacho supra de V. S. passo u dar-lhe o devalo
cumplimento. Tendo-se procedido neste Jalao pe-
las sedipoens de Janeiro e Marco de 1835, foi o Sup-
plicante pronunciado, rifo s por cumplicidaile em ta-
esdelctos, tomo tambero por baver tentado matar o
maruj" Joze Antoniodespaiando-lhe huma granadeira,
que o ferio grvente, na occasiio, em que eslava de
sentinel'a ai Palacio do Governo.fliifelisinenle porem
para a Sentenca desappareceo se sumario, enque-
,. Supplicanle (Francisco da Paes dos Sontos)
I] b Gcrpo aor. Juiz Municipal e de Diieito
I maoriou este, que o meu antecessor proce-
d .". novo antes de relxalo da priso. N rio toruou oSupplicantd ser pronunciado
I v de homicidio. Requereo elle segunda
,r m de Habeas-Corpus ao dito Juiz Mn-
uici;",o indou notamente informar ao meu an-
lereaxor. i di-se, que u Supplcanteainda nioli-
nha silo wdoj masque o seria, talrez riV
qoell m> (12 de Janeiro), eislo porque as
te->m" "'"' l''1'*0 j'do inquirida, e havo denos-
t roui un.valanle cintra elle, Como ver V. S. do
Procedo. N-> se dio, lie verdade, Curador a'dlitem
Suppticaiiti- porque elle nao he menor como diz ;
4 uto -iui. que *'" Abril de i83a foi apieziouado
p..r o Teiienle Coronel Tone Galind na Villa deS.
Auti" oin o Capillo Feliciano Joaquim dos Santos, o
T' nenie JozeLuiz Rtlliio Mavignier, eoutros por ler
mar hado cunt a aquella Villa como Soldado que hora
do irpo Municipal onde nlo se poda alistar com me-
nos te 18 anuos, comodespoem o Decreto Regulamen-
Ui d'aquelleGorp. He quan'o tenho a informar a
V. S. que sob sua responsabelidade mandai o que
entender de Justica. Priin-iro Distiicto de Paz do
Ccltegio in de Janeiro de 1836. JozeTavarea Go-
me.. d Fonceca, Juis de Paz.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
. ..auiA Im a, misima 4 -*" '8- O dlgodo
pasiOtia 7.^,000.
CORtlO.
i\ > wn-a Retiir de que he Me.tre J e Jojqnim
A'v >, ai para o A caca ti, uodia 6 de Feverciio p o-
xi idouro.
\ SumaOI Feliz Americana de que he Mestre
J.guA t n G,m-. saipita o A^ nodia 8 de Fe-
verei *'' "iuduuro.
O
ARCES AL DE MARINHA.
. Arcenal de Marinha tem precisio da doze Car-
pinteiroa, e doie Calafates para os t rabal los das respec-
tivas Officina : quem qiser prestarse aos mesmos
trabalhoa pode comparecer no mesmo Arcenal as seis
horas da uiaoliido da a^do corrente.
O mesmo Arcenal precisa cawprar com bievida-
de teta alqueire de feijio, pela nota medida, ceiu
liuguado, urna agulha de manar, e quarenta pipas
para aguada : a quera convier a venda de semelhan-
tes objertos pode cemparecer na casa da Inspeccio do
mesmo Arcenal para tratar do ajuste com o respecti-
vo Inspector. Arcenl de Marinha 28 de Janeiro de
1836.
Alejandre Rodrigues dos Anjos
Secrttai iod-i Arsenal.
VARIEDADES.
A REVOLU5A6 FR'wNCEZA RXAMINAA LO VlScON-
DE CHATEAUBRIAND
A tous les cana s j,ien s que
la Patrie est cheie.
Continuado don. antecedente
VOlloc \n a fatalidade na historia desembaraear-
se do liabalho de pensar, lvrar-se do eslorvo de in-
dagar a cauta do acontecimentos. Mais difficil 5
demonstrar como o eslravio do principios da moral,
e da justica produzir desgracas, e como estes infor-
tumos originaladliherdadesem vez da" moral e da
julica. Hasem dvida nislo mais diffieuldadesdo
queem p a Sociedade debaixo das pezadas mios do
almfar/, que reduzem a massa ou a p as cnuzas. e
os humeni: tLlta soltar o dique as paix6e, e prin-
cipiaras as roaos do almofariz a levanar-se, e a tor-
nar a cahir. Em quanto a roim, nenhum enlhuzi-
asmo smto por um cutello. Vi cravar as cabecas na
pona d'um pique, e insisto em que similhante espe-
ctculo hurrorozo. Encontrei alguns dess vastos
talentos que assim passeavaS com as rabecas espeta-
das, e posso dizei que nada ha mais !mlado do que
elles: o Mundo os diriga, e julgava diriga o Mun-
do. Conbecj um dos ma famozn revolucionarios,
h-.memsupeificial, fallador, de pouco tlenlo, e que
carecendo de valor a lodo o trance, careca omito
mais delle nos perigos. Na5 me ntimidaS o devo-
radores de carne humana : sem effeilo me dira8 que
de sua fbricas de p e sangue lraS excelentes in-
gradientes dos esqueletos moids com rte. Obreiro
de cadveres, por mais que pulvprzei a morte nun-
ca f-reis sahr um germen de liberdade, um peque-
no principio de virtude, urna falsea d- engenho.
Guardem pois >s theorsta* do tenor, ondeque-
ra5, o seu fanatismo pelo Ferro, que Ihessnggere du-
a ou tre p.davras iu'ex plica veis, necessidaJe, mo-
vimento, ejorca progiosiva debaixo- das quaes oc-
eulu a variedade de seus pensamentos : na5 os lor
narei a le ; mas Icrei urna e mil vezes os dois histo-
riadores a quero tomra5 com tanto desacert por
guias, e cujo talento rtte far esqutr.fr seusdesprezi-
veise selvagens imitadores.
Em fim, Mr. Benjamim Constant Pomb;iteo antes
de mimos panegyristas do terror. E' rti ce-sario ler
tod", ero suas miscelneas de litteratura e ppliticaaj o
arliuo de que roa copiar urna pa.'s-igein, O terror
n*d produzto liero algum. A seu lado existi o que
era necessarioa lodo o Governo, oqueteiia sem elle
existido, o que por sua mistura corrompen, e eu-
veneuou. ,,
^ Ete rgimen abomnavel n,i6 preparou, como
diitm, o povo para a civil! -.si-a ; preparou-o a sof-
fier quilquer jugo : curvou as cabecas, degradando
o espirito, ab*tendo os c >rac&Vs : f-i til durante sua
existencia aos amigos daanarcha. ,,
Nao rp'rddaziri ta6 funestas memorias se nao
tvesse pensado que mteressava Franca qualquer
que seja para o futuro seu de-tino. ,,
,, Distingu poisciiidadozjineoie as pocas e osa
dos; deprim oqi:e semofe ser cu!pavel j nao re-
corris a una Methafizica abstia^ta e subtil para al-
i" gir po- deseolua das maldad- uuu inezisiivel fata-
li loda a aulhoridade, nemas vo-sas homenageiis todo
o valor.
Devecousolar-uos um pensamento. O rgimen do
terror nad renascer, nao s poique ninguem e sub
melteria a elle, como disse, mas tamhem porque
des a parecer as cautas e as circunstancia que o pro-
duzra. Fcil conhecer como um systema de
morte applicado como urna alavanca demolicade
um monumento collossal pode dar a forca necessara
aos espiritos perversos. Mas agora ludo est por
trra. Dequese trata hoje ? De urna forma polti-
ca, de abolir ou decretar certas Leis, de substituir
certos humen-, por ouiros. E por ta superficiaes
resultado, a que nao te oppSam rezistencia alguma
eollectira, resultado que n5 atacad classe alg mu
particular da Sociedade, ser necessario rrrtrodut*r
em urna Naca o asKassiuio era ordem ? Na5 se p
suafle o terror a priori. O terror na6 fo o iczuli. i-
de um plano combinado, eannunciado de antenuS :
veio pouco a pouco com os acontecimentos j princi-
piou pe. s nssas-inios particulares e desordenados em
1780, i790, e i79a para ch'gar aos assassinios p-
blicos e regulares de 1793. Os terroristas nao sabi-
so antis que era terroristas. 0< nossos terroristas
theoricos nos griteo : ,, escutai, nos somos terroi is-
las barbados ou inebeibes; nos.... Vamos estabe-
lecer um terror extraordinario Vinde, e vos coi ta-
remos a garganta. Somos enrgicos. ... !Ns....
O engenho o nosso foi te ,, Este t roa do res do ter-
ror, estes terroristas de melodrama, capaze sem d-
vida de nos assassinar, se os desafiamos, em prova a
honra disso que disem adorar, nao puderuS conser-
var tret dias em suas roads o instrumento da mor,
que viriu a cabir sol) re ana ca becas.
FIM--------- .
ANALYSE
Do Projecto do Deputadq Rafael de Carvalho, so-
bre separa cao da I ge ja Br asilara da Santa S'
de Apostlica.
Coninuado do nS i4.
SU. Inglaterra tinha siJo Catliolici pelo espaco de
mais de 900 annos, em cujo lempo se liuha tornado,
de barbara, civilisada ; todas estas iustituicoes quee-
logia Ba< kstone em sen comentarios, apeaar de ser o
mais decidido apologista da rtforma protestante, fo-
ia criadas em lempo do Catbolicismo x a Cari Ma-
gna, devida em grande parte aos aforeos de bum
Bispo Calbolico, o Processo por. Jurados, Justica de
Paz, Sberiffs, Condestaves, fcc, tinlia comedido
naquelles tempos dilosos, que, apesar da ignorancia
de toda u Europa, havia produsido raros talentos, co-
mo os de Fortescue, I yt 1 letn, e outros doste porte.'
Henrique 8.* comecon o seu Reinado debaixo do
melhores auspicios, por que seu Pae tinha deixado
o paiz tranquillo, rico, cabundante, eo casamento
comCatbaiina Ibe proporcionava urna alianca veuta-
josa rom um dos Monarcas mais poderosos daquelle
lempo. Nooitavo auno do seu Reinado, apareceoo
refoi mador Luthero, porem ella ama va ainda sua
mulher, e nao s se opoc a iniroduca da nova dou-
irina, como taaibem a combateo, em urna obra, que
escreveoem i5ai, pela qual mereceo do Papa Let|&
X urna bulla em que Ihe confera por este eminente
ser vico feito Igreja Romana (contra quem e dirig
a as mximas de Luthero) o titulo de Defensor da
F; titulo que elle despejadamente conserven depois
da sua separacad, e que anda boje ftiserva o* Re
Protestantes de Inglaterra. Entre lauto o espirito da
novidade tinha acbado paslo nos Povos de Aieznanba.
e progredia par os Povos do Norte, de tal aorie que
a Inglaterra foi logo invadida pela nova doutrins ;
porem Heniique que.se tiuba proposto ser autor*
Rey, nad s a combata com pena como com a es-
pada, pera-guindo os novadores, e protestantes como
a hereges e scismatico ; por cujas boas ob/a, si po-
de merecer tal oome o perseguirse alguem por acto
de conciencia, leve em ras posta de Luthero os ep-
tetos de Porco, huiro, roca de vbora, basilisco,
.1 lobo mentiroso, tolo daado com huma boca espn-
h mos, e bu* cara de meretriz, Rey estpido
sacrilego, Ve. ice. e outro dito semelhantes.
NafCalholica,*dequefoi o accerrimo Defenor#
peisislio Henrique durante 17 anno do seu 1.- ma-
trimonio, e foi s depois dos sena amores com Anua
Bolena, e anda depois que o Papa se negou ao di-
vorcio de Catharin, que aquella Deapota mudou
deopinia6, e abracou a doutrina, que elle lioba
combalido j CBUsapohe bem elara, vejamos a-
gora os meios. Um simples acto do Pailarat>oto n.16
bastara par ligar as corrcieoc de todo hum Povo,
si nafthouvesseoulro acto exterior, que obrigssea
prestar-se aos artigas da nova f, cuja primeira m-
xima era a Primaaia do Rey como cabeca d Igreja
Angitcana ; eis origeffldo famoso juramento cbams*
do de allgeance. Negar a Primstia do Rey Foi de-
clarado crmede alta traic-5 } e recusar dr jrs-
mento, rtconliecendo esta sua Primasia, foi reputa-
do eomo si a negasse. Thom More, Lord Cban-
celler, c Fisher Bispo de floebeeter, os homen mais
eminente de Inglaterra pela sua sabedor,; justica,
e piedade, e pelos grandes servico prestado ao Pae
de Henrique .*, foraS sem embargo levados ao pa-
tbulo por se terem negado quelle juramento. To
davia, isto s na6 era suficiente para dar iocremeoto
nova doutrina, visto que, se tinha de vencer opo-
sicaS de ambos os Clero, que era poderosos em In-
glaterra, sobre tudo o regular ; e comecou-sepor
suprimir por aclo do Parlamento todos os Corretitoa
menores, cujosbensfora adjudicados ao R>y esev


DI AH O
PERNAM3CO.
O
surce'0rfo quelhepa.e
ess>, e-fosee doservico ie Dos, honra e po*, o
do Reino. Forero ficara os Convenios na .orea, as
rirHt Abada*, que linha d'baixo da influencia grnde nnmeiu de foreiro, e alo e.* un
manantial de recc-ios para os sellarlos da P. imana
lual. Orcorre.a p->r t.-nio nova tctica: anii-
actvt-itt, provocava-so, e at se pi"oceaa*a aus T'e
na6 qiieii-. ceder voluntariamente wu* Con nica
? minios lora estrangulad.*, enhocados, e quema-
dos por nao cedereni as inatigaces dus agentes do
PmJr, ai que obvio., se o paseo com miHo acto do
Parlamento (ii, Henrque-S, cap. li) dndo a I
sRey, seos Herdeiros, e Pro postas, tolos os Moslei-
ms sequestrados, e todos outros MosUuos, ajuntau-
dolLes todcs os llospitars, e Colegios.
fartfurmarmoi jusm idea, do que sofrena o pau
por esta .biliaria e vilenla urdida, basta due.-,
que naqnelU poca existia en. IoglaLara u,.> ftlos-
teircfl, QcCol-gios, no Hoapitaee, e a374 lg'J?
eErmidas e ludo foi aeqoeslrado, p.lh.do, e a...-
quitado, at niesmo os edificios, tnuito. dos (pues
for.6 iipiessanunlearrasados por meio da plvora;
destes bVns di/poz el Rey para m e para aeuaapani-
uuados, alguns dos qu.es ohegara6 a ser extremamcn-
te ricos cominea despojos. He evitte que ow-
A*iienvsedeixaroub..r impunemente, e que liouverae
pusicoes, maisoum-nos vigorosas, para nao de.xar
levara presa la6 barata ; para obsta 1 as, se jabele,
eco p..r L. i o crime de inconfidencia no qual tora
incmsos todos os qoe nao se presta.ao voluntaria-
mente ao conflaco dos be.isdIg.e,a, vtWaS ero ron-
sequenria ^squartejados. e qoeimalos mn.tos Aba-
des, Priores, e P.opsitos, (*) e Buitoa secutares,
qoe tinh* ricas propriedades. que devao agrega.-M
as dos Moslcirose grujas, litlo de se negaren, a
preMar o fkinoso-ju. amento, como suceden a deagra-
JadaCondecade Salirbury, Mae do C ar virtuosa Matrona de dade de fo anuos (prenla do
Rev, porquecreaullinadaraca Plai.lag -neta) qe
foi Icvlda ao cepo J onde se pra.icocom .41. o ac O
maisatrot, que jamis se MO entre Chr.s.ao. : o al-
Wz deo-lbe hum golpe no peecoco con o culell--,
'Veta como n-6 o decepasse logo, ella .,,,. pek.
adafalso com os seus brumos rabel los Sollos, ale que,
reiterados os golpes, dalaS os pobres, e mendigos dalagwtova, onde eraO
d'esconhecidos al enta. .
Como Henriqwe lifesse om filbo de JoannaS.y-
nJ.r (que d,Pois f..i KdMPo 6."), declaro* dea-
^or.locomoseu Parlamento que as oes duas f. ha,
Mari*, e Isabel, era5 b.stVd.s ; e en. rato d* fallar
osucessor legilio*, nue o R"' Pod" *T ca! a ,,<'
aa, ontealaii.enod*ra.co.oaa qu^m bem ilie pa-
' ferUf ; para coplelar a obra, o 48 anno o ,en
Reinaflo decretou, q-e a pruclan.aco.-s do Bey I.i.ho
a mesmafo.ca, e val.dade, como se fo-sem a. tus do
Parlamento .< por t.l.t> a- Ga. t.^ Magua *h. dea-
parecido pela vo.tade e a.biir.o daq, elle MbnMW
de d^scabeca,. como Iba th-u>a WlaitAfT. O la-
n,o.,o acto le Tvluardo X" que asegura*, o I ovo
.cet.aas-acMsacesmal lundadas de Cianea de a la
tr.k-.i, fi.oi.dt nenhum efeiUa, -p-.r qnefo a5 de-
Clarados lae. mvriias C.*a que ..urna Imbao S.dure.
pntad*. crin^ de ..enhorna e,pece. O, p.oceo,
La feitosporcap.ixo, e n.UIt.l vetes er.o postea
de na. tes. eos acusados co..d,,.ados a murta sen se-
re.n onvidos, e al .se... saben m por. que nam-U-
\- AaVnJim- de lauta iniqtfdade f.rao quaei
*,npred,cl^s.mis ilustre, por que asswn dfM
,er -os butnena ...a *i*umm e.vo o- mai. lemi.e
..... ci.cun.ta.K-ia. semelban-e,; de.tes o ctelo de.lou
aba xomui.asc.becas, pa.a o que nao se re.pe.tou
.exonem.dade. Chef verse rom espanto ... .s
Sr.erea" e outras priiea do Ks.aOo, fio mil p-soas
"r ico nlid-ncia, das quaes os que nao c...aoa..b ->
^.^edoA.goz, ,.,e.aqueem.g.ar, y* n-o.re.aO
"'8l"h6es- Continuar-sed.
Ccnsidato Ihnamiiquez em Pe.nambuCo.
Ofirg"" DinamarquetUrauusCapi.aoC. G. Dres-
M Os Abades de Reding, Odcl.ertcr e Glaalotn-
. ( lol... lloufbl...i l'-i-r da Cbrater en. I..,..-
fe.'Jr.a^rvlo e KUtow; mudos paren.es
T 1 I Pule, .nutres ...ui.os e. les.asHcs e se-
^te e n.8 be po,vel menconar ...,.e opu;-
Xlo poe.n .ecomend,mos a todos aquel.es q e
' i...;.- *e na cernea escandalosai II loi-
Jo. M-t-os Irland : Cohlutt, hM. da refor-
X.O-t-..eemlng: e 1 landa : I aune, H,po
rlicr que pertende seguir brevemente para Trieste
ron. caiga deassi-ca. pMMM da qmhltl de dous a lr.
conloadenis a liacos marilitoossob.e o casco e qui-
II.h. Qiiem o> qniser impre.Mar dirija OS seos H---
u> un ..lose... caria feixada ao Consulado m.mar-
quet al o dio 30 do cnente as 10 horas da manir.
AVIZOS PAIITICULARKS.
Ppacisa-sede 800g) reis a premio .le 1 por cento,
pur.spacodeun. anno, dando-se h-poleca en. urna
casa : quem quise.- dar mtuncia por esla toll.a.
tey Jo/c Beroardino de Sena avisa anaseus Dw-
cipuJoade qoe pretende abrir aula no da 4 do p. exi-
mo F' vereiro. ,
^^- Sigunda vez'avisa Firmo Antonio de K.gue.e-
doa aquella. peaoa* que se quiserera otibaa. do seu
presumo para tirar ocheiroda caxaQa em pipas ou
barril, pnr raodieo preco, ou mesmoalguma -6-, ou
a40 r.u.n. que algoma pipa (lie d.ixar, com brevi-
da.leape.leicoara de modo que ufte coaheca: aun-
de laub. m vende licores de varios precos a saber desde
aoo ale 5.-0 re, ou mai superiores conforme o per-
tendente encomendar; na ruada Roda .5, lado do
-y () Substituto deRbelorica, e Geogianh 'o
Co'leg'oda.AitesdoCu.rso^u.idicod'Oliudaiai pu-
blico, que acbamlo-se ere pedido O P roprwUl lu da ca-
dei.a de Jibe torica e Poetina, eomeea a matricula r
nesta Aula a -8 do crlente me/., em to.los os das u
leja, das 9 al as .a horas da manhl, em lasa de sua
re.-d'.cia, ra de Malina. Ferreira n. 4i.
Joze F.anei co de P-iva Jnior.
^9- Qualqoer aenhorab.anca, ou parda soiteira,
deemp.dida, ei de idade, que quiser ser ama de
casa d'un rapaz solteiro em Ol.nda, en. a obrigacao
someted engomar lbe a .oupa, e cuzela, e lomar
helido a rasa, .eudo paga por me/., ou por .emana
,oi,f..rnieoaju>le, dirija-sea ra Direita casa do S>*r.
jo Lui/Ratigel, D.v.5, p.imeuo andar, ou anun-
cie. ...
^y O ..baixo a.signado fu/, iceilte ao p blico, que
sendo i-roprietario de'duas moradas de casas terreas,
rita, nina na roa d'Agoas verdes, nuda no Aria! do
p,.rta da cincu Puntas dtf.unte da Ga.meleira, que lem
por noticia, que umapeasoa d'eat waca, vabudo-se
de tirar-lbe sua-firma, t. ....pasarlo papel da venda
fl.,s ditas caaaa; o abiixaasignadodeclara desdeja,
qqa contracto algum ha finio con Uespredma, e que
fica sem effeilo quabmer negocio que apareja ; por w-
M, que o abaixo asignado vai chamar a Jul7-o a d.ta
pessoa p ira Ct.lJB testemunlius Ihe mo.str-r o laico con-
tracto que aprsenla.
Vicente de Soura.
^y Quem annunciou no U.a.iode 25 do ror-
rete terVuinprel >e urna, preta, para alugar, dirija-
wafl bec da B-mba I). 4, ou ailBuuc| a sua morada
na.a s-r pri.cu.ada.
Precisa .filiar comoP- curador d ladre
DomingosMarqu Vieira, para maznen, do aeu inte-
res-e, im lj d.. esquina da ra do ees&0que vira pa-
ra a do Q'iein.ad..
^y lil-se iur..s com premio de _? por eento ao
me/.sobu mas .vgu.as, pnhores d'.mr, onprata,
ou bypptecs em lien, de raia a quautia de 700*9 r-M
e,u moedaco.re..te : quem quise.-, dirija-sea ra d a-
gna verde, venda do C-pdu Zacaras ., que ah se
dii quem o. lem.
;y- Pierna sede um bou. cosinhe.ro ate de mS-
SHS- ,....... esliver nesta circunslaocias dilija >e a lio-
lira de rWrlholomeu, que lase dir quem preciW.
y PreetHk.se de ...H caixeiro que d fiador a sua
conducta, sendo Portiguea, a...da que ..lo levaba pra-
tira de v-nd.. : na Vend UutO ao llos.no da Ba-
vi,lal). .>0.
NAVIOS A CARGA.
Pdia Lisboa.
Spbuc vaajem con 11 mai.r b.evidade pcsivel o
P,,m B.asileira Santa Rila : quem nelU qniser carrs>
.,.. .r de pasaagem, pan. o qoe ten excellentea
ummodoa, falla mmiJon Amonio GoneaJumor, ou
0ltm9 Capillo da mean, turna da crui n. ...
COM PAS.
fiObri velho,em qualquer por.;o o mesmo en.
Janeiro d.an. h ...: no atierro do, AH .gados del.ou-
'"S'cTnV-. ,," ntfi,,,a *1,,8'9e u0>ne*,
naea anda mossopara lodooaernico de urna esa :
i.a ra Soca L). o.
VENDAS.
[nI molrquc padeiro emosso: os pertendentc.an-
llUl),i..,.suas moradas para|Serem procuradas.
^ ion libras de banda de porco, RIO sal: quem
perlender aununcie.
tjry F,[. m.ntos da Gramtica* Ingle/.a, extrah.dos
dosinelho.es AiUrbore por Jonalba. Abbott: na luja
doSnr. Figotoana praca damio.
irs- Un. negro cilo ..busto, propno para todo
c se. vico de urna casa : na ra Nova I). 5, ddronte do
oahleireiro. .
^9 Urna esc.ava de .5 a .6 anuos, a. be engomar
e cosinbar beOl : na ua e Ireita do Rosar.oJ loja de
%ry Um temo de medidas de pAu, novas, por afe-
rr : na roa dos Qua.li. venda de Manuel Borget.
*y Urna venda com pouc s fundos na Roa-vista
ra do A.agio junto a rasa de Joao Francisco com
ca^a para familia, quintal mili grande e murado, com
sabida por d. Ira! e rancho para matulos: adverte-se
que tan.bem se vende a venda sendo pessoa so tena
que nao queira a casa : a fallar na n.esma roo dono
5- U.ocavallo de est.iba.ia, carrega baixo at |a.g'o,e principia a equipar, e muito novo : ua ra
do Nogneira sobrado 6.
^ Urna emoda de Jacaranda Je m 7 palmos e
meio de comm ido, ora oratorio de 5 palmos de alto
e banqueta, con sepulcro do menino Dos, e algoma
Imagena : na venda ouet.m arco noatle.ro da Roa-
v.sia H, dcJ oTeixei.adeSouia.
^y Duaainoradle de casas com o travejametito
do |;- andar e v.r.os n.ate.UeS citas no pateo do Hos-
pital do Paraso : na ida do Collegio a fallar com Jaoo
'"* Folinhas de porta, de Algibeira, e
de Padre, para o prevente anno de I836,
|H>r preco commodo, na Pra^a da Inde-
pendencia, loja de Livros N. c 37 e 38, e
na ra ta Madre de LM venaa que toi
do Rezende.
BSCRAVOS FGIDOS.
A
.NtonodeN.cio Songo, estaturajregular, .dade
20 anuos. gr..sso do crpo, Lem parecido, cor preta,
as palpebraaum tanto volu.no-/.as de carne, lem ser-
vido de l'age: lugo no dia u5 do cor. ente, levando
vestido camisa de algodl..inho, e cal>a de nscad.nho
a/.ul con .sen encamados: roga-se as pesso.s que
d'elle soubere.n o prendan, eo leve.n a roa do CoIe-
gio ou no Mondego casa do Com.nandantedas Armas
que serio generosamente reconpnaadoa. |
? Domingos, de paci Angola, .dade ao an-
noapooco mai ou menos, alio, chcio docorpu, cara
I aras nari. chalo, te... urna costura no cantodo olho
e-merd,, buse.mlo a sob.ancelha, urna dita grande no
braco es.,..,..lo do sangrador para o hombro, peinas
eruas.se s onlasonxada., e ...na costura em sima
do peiio do p direito, e o mfe.mp pe mas grosso } la-
gi.lnnodialft d.. correte, com ca.n.sa de estopa
de meia g.,. e airaiiM curia do tnesu.o nano, h..stan-
suia- o', aprehendedo.es levem-noaos 4 canto, da ct-
dadadeOliuda -obrado D. 2., que serio bem racom-
PeM.ria naci Benguella, idade i8a20annos,
luT eecadocorpo, bastante p.vja, denles alvo., a
honila figura; sabio om um .-bole.ro a vender lu-
hamesm. dia A do correle, e hvou vesl.do de n>-
cadoaaulioaado, pao da coala, e urnas cuntas ./.u-
es con. Uin coracio b. aneo. Supoese e-lar recolh.da
e, ,l.omac..s, de candad.-, e por car.dade se pede a
nuem a tiver que venha entrega-la sua .enhora M
ri,a de Santa Tl.e.esa D. 9. alias se lor desrober.a nao
se ha de ponp r dinheiro, nem pastadas pa se pe.-
MCiir a quem a tiver ocm todo o rigor da le, e quem
della der noticia, ceita, ou irocer aomea.no senl.o.,
ser gemrosamente recompensado.
NOTICIAS MAHITIMVS.
rnoa. dm mares cheias no Pono de Pemambuco-
3
T5
nSegunda 8 -T:----. Itt-Qs ,.-S: re
13 -0.---- c
Oh.50 m
t-i8
2 6
9. 54 >
3 42
4 30
6- 42
T.rde.
*W na 'iyp.do Diario 1836.


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