Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02189


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Full Text
ANNO DE 1830. QUINTA FE1RA
28 DE JANEIRO N. 22.
DIARIO DE PERNAMBLCO.
Paftaavimco, Tvr.na M. F de P*m. I8S6-
OAS DARMAN*,.
45 Segunda Conversar de S, Paulo Ap A. dos-Js. do C. de m. e det
yes. da ThczonMria Pulihea. Cliliic. de *>
06 Tere. S. j'oiioiirpu II. M. Uel- de ni- aud. 7 Quarta S. Joio Cfi. B. D. da Igrejo ses. da Thezourarin Pu*.
>
'tH Quinta S. C.vrilto B. S- Uel. de m. aud. do J. do C. de m.
9 Si-xtaiS. Francisco de Salles B. es. da TUest. P. aud. d<> J. de O-
de i.
W SaMi.eln S. Jacinllia Uel. de m.e aud. d. V. Geral de t. crn
Olinaa.
81 Dominico Se|ituascssima 5. Pedro Nolasco.
PARTE OFFICIAL.
Tuijn agnra-dejieude de lid inesmos. da nossa prudencia, moda-
rafa, energa: continuemoscoma prncipiainos. e sereino a
uoqladoicum udiniruqao eaiie as Nacux maiscultai.
Proclamado da tiemblen titral do Srim1
8nlicrevcse a 1000 r. mensnes pago" adiantailo* nesta Tvpngra-
la. e na l'raqa da Independencia N. S7e.lH; onde se rereliem
correspondeiif.iasleialiMittas. e aiiniiueiH inserindo-se estes gra-
tis irado dos proiiriosassignanten, e viudo assignailo.
PARTIDA DOS COKKKIOS.
Olinda_To Qoiana, Alhamlra. Parailia, Villa do Conde. Mamanguape, Pi-
lar, Iteal de S. Joan. orejo d'Areia. Uainha, Poinl>al. Novn d-
Son IB, Cidade do Natal. Villas de Ooianninha. e Novada Prinee,
na; Ciitadc da Fortaleza, Villas do Aqu ras. Monje mor novo,
Ararat. Cascarel, Canind, Granja, linperalriz. S- Bernardo^
S. Joo do Principe. Sobrar. Novad KlHev. Ico. S. M atheus.
ai'lu ilii anup, Sanio Antonio do Jardiui. U-exeraiuoliim. e Par.
imilla Secundas e Sextas reirs ao meio d1
Santo A ntiio Todas as (piarlas reirn na ioio rlia.
(laraiiliuns. e Bonito nos das Floresno dia 13 dcada mes ao meio dia.
Serinhaeni. llio Ponnoxo, e Limeas Segunda, Quarta,
Sextas letra ao uieiu dia.
sT^.raanEaaBaraCTfflMnaiaKttie
>a
RIO DE JANEIRO.
ASSF.NBL.KA GERAL LP.GiSlATIVA.
iu:i'kia6 ue ambas as cmaras,
Sessu den deOuiubro.
Presidencia do 5r. Bento Barroco Pei/eira.
Ja EUs dej horas e hura qu,rt0 da manhi, adian-
do se pie-entes (JO Depulad0 e a6 Stnadorvs, Toi
pelo Presidente declarada abei ta a sessa, e I da a
uta da ultima reuna da mesilla As embica (9 do
crrente), foj approvada.
A'a onzelimas ijjenos ^ura qnarlo, o Presidente
aniuncluu acbar-se na ante Cmara oR-gente eleifo,
que litila pres'ar o devino juramento, e nomeou pa-
ta membros da Deptitacno do ?u reeebimenlo os se-
gujiita Sur*.: J-jir Ignacio Borge*. Ma-quez de Ca-
lavrllas, J'i/.e Beoto JLeile Ferieir'a de Me|b>, Conde
deLages. Marque/, de Jn ran ib" pe, J"y Antonio
Rodrigues de CarvyHio, Joze Custodio Das, Joe
Mara Piol Pext, A.ntouio Correia Sera, Joze
Tliomaz Nal)i;no d^Aiaujo, Joze Joaquim v Si/va, Francisco de Hanla ianjo, Candido J,,ze
de draujo Vianna, Manoel Oilorico Mendes, Benlo
de Oiiveira f)i'Mft J"6 de Sania R.nbara, joze Jn-
aquiui Vii-ir.i Sonto, Moura Magallfei, Ceiqueira
Leite, Or. Doarle Silva, e Limpo de Abreu. A De-
pulaca passuu a rec- ber o Recente ei.-iio, que f"i
inlroJuzido ua fala rom as formalidudas do esti-
lo.
O l'.xni. Repona tomn assento nn mesa dircila
i do Presiden le, e podro depol pondo.se de joelhos,
piesloii nas mos 'lo PieiirlwnU? do Senado, sobre o
luro tos Sanio- Mvani'i llius, o seguinttf Juramenlo
|ue f >i lido pelo prjincido ecrei..rio, e repelido
d>-piis pelo Regente u'eito plira-e por phrase :
i Juro maillera Regip CalboJica Apostlica Ro-
I.ijiih, a nir^nd.id.r indivi-ibilidade do Imperio,
KstTvar e fuer observar a Constituica5 Poli lira da
IMaira Bivsileira niais leis do Imperio, e prover ao
Ikiii geiat dj Est ido qnatfto ein mim eoulier. Juro
iidelidade ay Jinptrador oSeujior I). Pedro Segundo,
e de entregar o Govltuo a quem pela Coin>lituica5
eoiupeiir.
Asi;nou ent.-6 o termo de jurann nto o Snr. Re-
C")i'e cura o Sur. Beulo Barroso Pereira, Pre>ideute
loSeiiaoM, eo-Snrs. Beiiuido Beltsano Soares de
ftuji/.a, IMai)"fl p.iraijlios da Silva Velloso, Conde
deValenca, Lme J >/.e tje Oliveira, Secretario-.
I.en enla o Presidente da Asseoiblea Ge al a pro-
flauucoQ que j publjcamos ein sess...>5 de 9 do cor-
lente; en-liioii-se o I.xin. Regcnle pelas II horas
meti*6 minutos, cun as mesiuas etiquetas coiu que
( O Pie-iilenle deciaiou estar concluido o acto para
que i>e Ijavia i^uiiida a Assembl-a Geral: e leudo a
acta da pi eaent re-s sidente declarada levantada a sisiio; era c 3 minutos.
CMARA DOS SENADORES.
Sesso de 12 de Outubro.' ^
Presidencia do Snr. BentoBarrozo Pereira.
^\^ hora do cosime, a berta a sesso com 2o Se-
naaor'S, leu-se e approvou-se a acta, da sessio de lO
do correte.
O primeiro S cretario deo c.onta do eguiute expe-
diente.
Olfi< io c?o Ministro da Fazenda, salisfazeiido re-
quisicaS do Senado datada ein a do crrente, que a-
companhou o leuuerimenio de Ma noel AI ves de Mi-
ran la eCoinpaiib.ia, infoi inando que nao juljjava
prematura a pretencao dosSupplicantes, como pre-
judipial i Fazenda publica pelas ras5es de-envolvj-
tl da.
Out'o do Mini-tro da Mamila em t-atisraca6s ir>-
foimaces que por parle do Senado lije loiaO exijji-
da> commuuicando, primeiro, que nonrcamenlo da
reptolio.' a sen cargo para o auno fi naneen o de
lo36, a J837 na O fura 5 incluidos os Guardas Mari-
nbas e Aspirailt'es de menoiidade, por is-o que elles
nao vciicra snid, em virtude do di-posto no ai ligo
7 dalei de i5 de PJovembro de ;83i : segundo, que
fora6 contemplados mais quatorze contrainesties no
dito orgamenio, porque quando este U ve logar, j os
niesmos se acliavaS nonieados, ese faser^ necessatios,
tanto para os navios armados e transportes, como
para os desarmados, a Arsenal de Maiinba : ficou so-
bre a mesa para ser tomado em cotisiderac.aS na |.er-
ceira d.is.cussaQ do orcamento.
O.utro do piimeiro Secretario da Cmara d->s De-
potados acompanhando huma p op s cao daqnella
Cmara,, nao compreliendendo na disposica do arj,
14 da lei tle 4 de Ou'ubro de i83a os escudantes Bra-
ziJeiros que for. formar-se em Medicina na Fiiro-
pa, antes de creadas as Fculas de Medicina no Im-
perio! Foi a imprimir.
Outro do M,ini-tiodo Imperio acompanhando huip
plano para attrabir e eslabelecer Colonias l'.stian
gejras no Brazil, qoe lraexigdo por aquella Se-
cretaria Can na dos Senadores, por aviso de i5 de ,
Junbo de iu33. Foi maudado esliluir Secretaria
do Senado.
F"i recebida coro erado huma f-liciiagaSda As-
seniblea Legislativa Provincial de Valo G/osso, pe-
Ja presente leunj.iS da Assemblea Geral Legis]^lir
va.
O Snr. Paula Souza ublendo a patarra pela ordeno
leu liuin parecer das Comnii-s-s espeii es, encar-
regadas pelas Cmaras dos Senadores e D pillados pa-
i xaminarein reunidas o Cdigo do Goinin r,
ci; no qual depois de algomas obs-ervai5es sobre a
materia sugijla, as Co(Dmis$ed declaravo, que pos-
to que tenlio lerininado osseusttabdli", uo po-
duiu anda submelte los djscusso e approfaco do
Corpo Legislativo, por na caber no curto espaco
que resta das seaaOdS de.-le anno o apromptarem-se as
copias uecessarias, o que filio logo que prowp'as
estejo, eservatidp-se para emiltir o seu parecer a-
ceica do methodo que julgo preferivel para a dis-
cus-ao do Cdigo, yfferecendo o projecto de lei p<-
t a a sua approvaco ; e em conclaso as Coromisses
con fes avio que os Snrs. CUmenle. Pereira, Lou-
renco Westin, membros da Commissio que orgarfi'-
S'ii o mismo Cdigo, convidados a a-si-tirem s cbn-
feencias das i'ommisses, prestarlo se de muito boinj
grado, etc. Fui a imprimir.
ordbm -no DA.
Entrou em ultima discusso efoi nella approvada
para subir s-meco a resolucao relativa aos ter-
renos do Cubalio na Provincia de Santa Caihari-
ia.
Por se achar a hora adiantada passou a 'er lupar a
rontimiaco da Si'gmda disetnsio do projecto do
I i do ore miento, no 1. doart. y do capitulo r.
do titulo segundo, adiada pela hora na aessao ante-
rior.
O Snr. Paula Sou/a majjdou mesa a segnlnte e-
menda substituitiva do primeiro do artigo no-
ve,
O impo-lo da ancoragero estabelpeido pelo Y,
doaitigo 5i dalei de 5 deNuvembro de 1.85| fica
elevado a aO reis por tonelada, Picando abolido os di-
reitos de farol, e todas qaaesquer outras irpposices
ou emolumentos, que antes se pagavfo, excepto as
cuntihu'cdes de misericordia, onda as bouver. Es-
te mesmo imposto fca extensivo ;s embarcaves da
cal)"! ig-tn de bajra f.ra na razio de 1.0 reis porto*
nelada deliaixo das bjcmiijs i igras, nas Ifo somenli
at de/, das.,,
Foi apoiada, e e'ntrando em discusso, depois de
algumas observat5es,0audo-se a maleiia por discu-
tida, posta votacao a materia do salva a emenda,
foi approvada come igualmente a emeuda offereci-
da.
Fntrou ein discusso oC ?'. "A di/.ima da Chan-
cellara fica subsiiiuida por ii>.us por cento do valor
de quae- quer cousas demandadas em Ju^o.,, Foi
approvado.
" 3. As laxas do Correio Geral serio regulada
sobre as seguinles bases: .
" i. O porte das cartas ser elevado ao dobro do
esl,ihelec:du pelo regulanieuto de 5 de Marco da
l8a9.
'* l) mnimo porte por cada huma caria ser yin-
te rs.
" 3- Osjornaesou qualquer iinpresso, os autos e
irais papis do foi o, pagsro a quarta parte do porte
das carias, Picando isentas deste pagamento as gave-
tas e publicacSes peridicas daqueilas uafes quo
comedeiem igual iseucio sdoBrazil.,,
Foi approvado com a illituinaco das palavras
ou qualquer impressopioposta pelo Conde de La-
gPS.
" 4. A taxa do sejlo arrejeadar-se ha na rasfo
dupla, ficando del la is ni os todos os papis expedidos
pelas eslac-s 6-raes, excepto poi em o caso de seren
ajuizados.,, Foi approvado.
" 5. A taxi auiayal dps escrayos fca reduzida
a mil rei- por cada escravo de qual quer sexo ou ida de, possuidos nas cidades e Villas.,,
O Sur. Paula Souza nffertccu a seguinta emenda r
" e-ciavos dasGidades maritimas pagarlo dpus
mil reis, eos das interiores mil reis.,,
Seudo apoiada e entrando em discusso, seu no-
bre autor a n tirn com consentimetiio da Cmara,
mib.-tiluindo-a por esla nutra ; "Nas Cidades da Haba,
Peinambuco, .Vlaranhao, e Rio de Janeiro dois
mil reis, e nas outras Cidades e villas mil
ni-.
MUTILADO


DIARIO DE PF.RNAMHUCO
a


I
Fui apoiada bem como aseguinte do Sr. Borges:
11 Salva a reddciti. Diga -se que a imposic o com pre-
bende smente os moradores comprehendidos na dis-
posicio da dcima urbana.
Foi tambera apoiada a segninte do Marquez-de Ca-
a vellas : Suppiimio-se as palavras as villas e
cidadese diga-se em pregados era servico do-
mestico.
Dando-se a final a materia per discutida, foi ap-
provado o 1-1 e qual, e reprovadas seniendas.
6. Os dou por cento de expoYlaco dos g-
neros de prodcelo Brazileira fico elevados a cinco
por cento, e extensivos a os de origem estrangeira,
cessando qualquer outra impo.icSo sobre a exporta-
oio.
O Snr. Paula Souza propz oadiamento deslo a
fina de ser tratado depois de passar oartigon. Foi
apoiado oadiamento proposto, ea final foi approva-
do.
7. Os'direitosdeimportacodocbestrangei-
ro, fico elevados a trinta por cento. Ficou adia-
do pela hora.
O Presidente declarou que a ordem do dia para a
seguinte sessio, era a mesma dada para boje, com a
a.-sistencia do Ministro da Fazenda s 11 horas, e le-
vantan a essio s doas horas.
Parecer da Cammisso de Constituidlo da C. doa Se-
\ nadores, sobre o tratado de Commercio entre os lm-
\ perios do Brazil, e d'Austria, fido na sessio de iO
\ de Oulubi o pelo Mrquez de Inhambupe.
LjEnDO presente Commisslo de Constituico e
diplomacia oProjecto de resolucio, rindo da Cmara
4os Deputado.", pela qual he approvado nos termos
em que he concebido o tratado celebrado pelos Pleni-
Sotenciarios do Brazil e de Austria, com a data de 27
e Junh deste anno ; e recoohecendo a Commissio
depois do maisreflectido exame, que elle est funda-
do nos meamos principios de reciproco inlere.-se que
aerVirSo de base ao tratado de commercio e navegacio
effritnadoaos 16 de Junhode 1827, entre S. M. I. o
Imperador do Brasil, eS.M. I. e Real Apostlica o
Imperador de Austria, eque ahi se nao encontrio
' clausulas que se opponhio ao direito publico universal
patrio, merecendo por taes aapproraco do Podar
Legislarivo para ser ratificado, nio lde todava a
Commissio comprebender a razio porque no artigo
7. do mesmo tratado se alterou huma igual e seme-
Ihacte disposicio da antecedente convenci, eslabele-
cendo-se ogora a clausula de que os officiaes da Al-
fandega enca regados da percepcio dos direitos, quan-
do acharem grande erro na avaliacio dos gneros im-
portados, tmente teriio a faculdade de os tomar por
ana conla, no caso em que o dono das mercadorias
; nio preferase sugeitar-se ao juizo de arbitros impar-
i ara Horneados por huma e outra (parle. E como
seja natural que os Plenipotenciarios tivessem motivos
ponderosos que os induziss a alterar huma regra
geialmente observada as Alfandegss do Imperio ; he
por tanto a Commissio de parecer que seja este projec-
lu discutido, e que se convide o Ex.mo Ministro e Se-
cretario de tado dos Negocios Estrangeros para as-
sistir a essa disrus-o, e poder o Senado, vista de
suas razdes, deliberar oque lr mais conforme aos
interesses da Naci.
Paco do Senado, 10 deOutubro de i835. Mr-
quez de Iubambupe. Mrquez de Caravellas.
PERNAMBUCO.
GOVEHNO da PROVINCIA.
Connuaco do Expediente, do dia 26.
\_PFficio ; Ao Inspector da Thezourara para man-
dar satisfazer quatro diaa de v< menlo a patrulha
queconduziu reclutas do Cabo.
Ao mesmo, para mandar abonar igual venci-
mento a outra patrulha que conduziu recrutas de Pao
d'Alho.
Portara i AoCommandan te do Registrado Por-
to, a firn de nio deixar sabir para fora da barra lancha
algoma pitencente a navies da Naci Hespanhola,
que estejam a vlla ou ancorados no Lameirio, sem
que o respectivo Commandante, ou nutro qualquer
competente official aprsente urna declaracio do Vice
Cnsul respectivo, com que prove haver-se-lhe apre-
zentado em conlormidade das Ordenanzas Martimas
da meaina Naci.
Officio; ANuno Mara deSexas, Vice Cnsul
deS. M. Calholira, rommunicandp-lhe o cootheudo
da precedente Portara, expedida em consequencia da
reqoesico que o mesmo Vice Cnsul fez.
DIVERSBS REPARTICOENS.
EOITAL.
Dom Joio da Purificacio Marques Perdigio, por Gra-
ca de Dos, e da Santa S Appostolica, Bispo de
Pernambuco, do Conaelho deS. M. I. eC. &.
Fi
Azemos saber, que se acha vaga a Substituidlo das
Cdeiras Theologicas do Seminario Episcopal de Olin-
da ; e sendo necessario provl-a : pelo presente Edita!,
na forma do Capitulo 19 dos Estatutos do mesmo Se-
minario, Tomos em Concurso arefferida Sublitui-
cio-
Todo o Reverendo Sacerdote pois, ou Clrigo, que
queira faser opposicio, apresente-se com oa seus^ pa-
pis promptot, ecorrentes para serem admettidos,
lasen do termo de opposicio dentro do prozo de trula
das, findos os quaesse far o Concurso, na forma do
refferido Cap. 19 dos Estatutos.
Dado em Olinda sob o sello da Nossa Chancella-
ra, e Signal do N. R."* Governador do Bspado a os
28 de Janeiro de 1836. E eu o P.# Joaquina d'As-
sumpcio, EscrivSo da Cmara Episcopal o sobscre-
v.
O P.' Francisco Jote Tavares da Gama.
CMARA MUNICIPAL DO RECITE.
%
6.* Sessa ordinaria do dia 20 de Janeiro de 1836.
Presidencia do Snr.Cusmio.
%jOmparecerio os Senhores Mamede, Souza, Pe?
soa, Silva, Menna, e Miranda, faltando com causa
osSnrs. Cunha, Calanho.
Aborta a sessio e lida a acta da antecedente foi
sancionada por estar conforme.
O Secretario declarou nio ha ver expediente.
Estando presentes os Juizes de Pas do 1.* Districto
do Colegio, 3." do Carmo, e 5." das cinco pontas, e o
representante do Vigario, fesse a apuracio das peaso-
as ali tadas este anno para Juizes de Facto enjos no-
mes passario ao lirio respectivo-
Tendo comparecido o Cidadio Joio Balista Branco
chamado para servir de Vereador Supplente, recebto
juramento etomou posse do referido cargo. E por
ser dada a hora alevantou-se a sessaS. Eu Joze Ta-
vares Gomes da Fonceca, Secretario a escrevi. Gus-
maproP.; Pe.aoa, Souza, Menna, Mamede, Mi-
randa, Silva.
Cmara Municipal d'Onda.
i0.* Sesfhd ordinaiia de 8 de Agosto de 1835.
I
Presidencia do Sr. Barros Falca .
Berta a sessa comparecers os Sis. Doulor Cha-
gas, Costa, Feireira, eGuedes, faltando com caliza
os Sis. Araujn, Azevedo, Farias, e Peixoto por se a-
xar findo o t mpo de sua licenca.
O Snr. Dr. Chagas propoz, que o Secretario avis-
ta das contasdo annonnanceiro de i8a9a i830 dadas
pelo Procurador aprezentasse huma Certidio dos no-
mes doa Vereadores, que ordenario cada huma das
despezas, que forio glozadas pelo extincto Concelho
Geral da Provincia, e que se exigisse do Procurador a
causa porque nio fes efectiva a cobranca das quautias
glosadas : resolvido a favor da proposta.
O Secretario representou, que nio poda passar
semelharite Certidio ; porque os nomes doa Vereado-
res, que a ni horisaro ditas despezas glosadas nio exis-
tem ueste Archivo ; por isso que estando as linhas de
Mandados das coritas daquelles annos, cujas linhas de
Mandados tendo remettidas ao Concelho Geral, como
era costume naquelle lempo, que acompanhavio,
lindo o Concelho nio voltario ditas linhas de Manda-
dos, apenas das deligencias para isso feilas como cons-
ta va dos odiaos que existiio arespeto; pelo que o
Sur. Vereador da proposta ficou salisfeito.
A Cmara ordenou que visto se nio ter arremata-
do os contractos nos das aprazados, que de novo se
apiazasse a Sessio de 12 do corrente para serem arre-
matados ; e que isto mesmo se anunciasse pelr folha
publica.
O Snr. Costa requereo 9 mezes de licenca para
tratar de sua saude, eque esta bastava, que Jbecor-
rease do dia 12 do correte, e que no entanto se xa-
inasse o mediato, que era oCidadfo Pedro Cavalcan-
tid'AlbuquerqueLins, iemetendo-e-lhe acopiada
prezenle rezolucio, e copia da apuracio dos votos at
o seo numero: a Cmara assim o mandou.
Houveriovarios requerimentoa departes, e por
ser dada a hora o Sor. Prezidente bou ve a SessaS por
leixada. Eeu Manoel da Motta Silveira, Secretario
da Cmara a escrevi. Barros FalcaS, P. ; Dootor
Chagas; Costa; Feireira; Guedes.
JUIZO D'oRFA6s DE PRSQIIEIRA.
J.Ll.-* Snr. Ha seguramente 3 mezes quereque-
aitei a V. S. o mappa da populacio do seu Dcstncto,
e nio posso deixar denotara falta que V. S. teracom-
mettido em nio me o enviar falta esta que tiobein
obre mim ja vai acairelando responsabelidade, por
quanto sou obligado, avista doa mappas do Snr. Ju-
is de Paz, formar um mappa geral da populacio des-
te Termo, e rrmeltello ao Ex."0 Presidente da Pro-
vincia, e ja lempo de fazer essa lemessa : cumple
por tanto que V. S. apromptequento antes ojeu map-
pa, eme fassa delle entrega. Oulro.Mm, consta-me
que V. S. ainda nio deu principio a revisio da lista
dos Jurados, entretanto que a Lei o obriga arevella
logo no dia 1. de Janeiro ; MM cunipi imenlo pois da
obrigacio que me impoero o 9 do ai t. 46 do Cod. do
Proc. tenho de adveitir a V. S. que nio jios caliendo
dispensar na Lei, pormsomenle seguir arisca suas
disposices deve V. S. dar j principio rriti, ob-
servando em ludo o, que dispoem os Art.,24, 25, e
26 do mesmo Cod. do Proc. Criminal, eoArt.2a
das Inslruccoens do mesmo Cdigo, do qual sem du-
vida se ha de valer pela falta de Padres neste Ter-
mo.
Dos Guarde a V. S. Pesqueir 4 de Janeiro de
i836. 111." Snr. Jutzde Paz de Siinbr*-s. -- Joze
Bandeira de Mello, Juiz de Orillos, e de Direito In-
terino.
Outro do mesmo theor foi dirigido ao Juiz de
Paz de Perperi.
III." Snr. Neste momento chega a meu co-
nhecimento que o Juiz de Paz da Villa de Cimbres
fazendo entrega da vara ao elleilo para servir no 4 o
anno, este fizera entrega a outro pretextando ja ter
informado a Illnstre Cmara do seu impedimento, es-
te outro acceifando a vara depois a recusaia enviando-
aao mesmo, que a entregara, este finalmente nio a
queracceitar; e assim est o Destricto sem Juiz de
Paz, e em prejuizo do servico publico consla-me que
estes Cidadioscontestio entre si sobre quera deva ser-
vir este anno, entretanto que dcvio recorrer a Au-
loridade competente para resolver suas duvidas: sen-
do do meu mais rigoroso dever obviar estes males ro-
go a V. S. baja de me informar quem deve servir es-
teanno, quaes os Juizes de Paz que ja lena servido,
ese este, a quem seattrihue ser o Juiz de Paz deste
anno, com eft'eito mostrou-se impossibilitado, deven-
do, se assim V. S. cuidar em juramentar outro Ci-
dadio com a maior brevidade.
, Dos Guarde a V. S. ror amitos annos. Pesquei-
ra 9 de Janeiro de 1836. IH."0 Sur. Pantalii de
Siqueira Cavalcanti, Presidente da Cmara de Cim-
bres. Joze Bandeira de Mello, Juiz de Oifios, e de
Direito I uterino.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N.* 18.
conREo.
cV. Sumaca Conceicio Flor do mar, recebe a malla,
para o Aracaly no dia 29 do correte, as 9 horas da
manbi.
Continuado do n.* antecedente
VARIEDADES.
A REVOLUCA FRANCEZA EXAMINADA FELO VIScON-
DE CHATEAUBRIAND
A toas les ccem s bien ns que
la Patrie est cheie.
MNsTALARAO-se em Franca, em cumprimento da
Lei de 21 de Selembro de i793, sobre os suspeitos
maia de cincuenta mil sociedades revolucionarias.
MUTILADO


DIARIO DT PERNAMBUCO.
3
Segundo o calculo de Cambon, Menibro da Conven-
cao, fczia animalmente de despeca quinhelos e no-
venta'e ura roillies que Ihes eslava assignalados.
Cada Metnbro destas sociedades recebia trez francos
diariamente, e seu numero, chegava a qmnhentas e
qoarenta mil : isto quinhentos e quarenta mil ac-
cuzadorestinha direilode condemnar morte. S
em Pariz se cotila va sessenta sociedades revolucio-
narias, ecada urna linha o seu carcere para deler os
suspeitos.
Dizeis que tnicamente os No b res, os Clrigos, os
Religiosos figura nos reguos mortuarios ? Que fal-
sidade Perecra dezoto mil no vece titos e tinte e
tres individuos de diversos estados nao nobres ; dnas
mil duzentase Irintae nma Mulheres de Lavradores
ou artistas; dois mil meninos guilhotinados, afola-
dos, e fazilados ; e em Brdeos guilhotinava por
crime de negociantismo. Ateas Mulheics! Sal>eis
que exista algn Paiz, alguma Naca do Mundo, al-
gorra poca, alguma pro-cripca poltica em que
nao tenba sido livres do verdugo as Mulheres, se
excepturonos alguns fictos zulados no te tupo dos
Imperadores, ern Inglaterra no de Henrique VIII.,
da Rainha Mara, e de Jacob II? S o terror apre-
zenteu ao Universo o infame e desapiedado espectculo
doassassino juridico das Mulheres, e Meninos em
massa.
Rivuffe, preso com Vergnanx, Madama Rolland,
e cora outios amigos na Consiergei ie, refere o seguin-
tenas suas Memorias d'um prezo As Mulheres roa-
is lindas, de idade mais lema, e as triis interessantts
eahia confundidas neste abysmo, donde salua para
irs duzias innundar de sangue o cadafalso. ,,
Dir-se-ia que o Governo eslava em ma* de
Jiomens, que n< contentes com insultar o seo da
formuzura com seus momlruozos apetites ainda Ibe
professava odio imp]acavel. Que rapai igas pejadas,
raparigas que recentemenle tinlia parido, e que per-
manecia ainda naquelle estado de debilidade e pali-
dez, consequencia do extraordinario padecimenlo da
Na tu reza que at os povos mais selvagens re.-pela,
raparigas em cujas veas de repente se su-pendra o
curso do primeiro alimento do fructo d'um casto a-
mor, por-cauza dos mos tratos, ou por se Ihes lerem
arrebatado va filhos do seu seio, chora vao dia e noite
sepultadas neste abysmo! Derastos era conducidas
de calabouco a calabouco, atadas suas debis mas
com indignos ferros, e algumas se via com argolas ao
pescoco. Urnas chegava de-matada--, e em bracos
dos criados dos carcereiros que d'ellas ge ru.5 ; e
ou tras estupefactas, e quazi n'um estado de imbecili-
dade. Principalmente no* ltimos mezes (antes de
9 'iVrmidoi) reinava aqu orna actividade infernal :
gemiad noite e dia os ferrolhos : de tarde chegava
sessenta pessoas para povoar o cadafalso, suhstiluin-
do-as mais cero no ou tro da as qnais agutrd;iva de-
pois a mesina norte. ,
Quatorze lindas Donzellas de Verdnn deeandti-
n sem igual, e que tinha todas as manchas de vir-
gens consagradas a urna fesla publica suhira a um
lempo ao patbulo. Desapparecra d'uma vez, e
fora sacrificadas em sua Pfimaveira : o patio onda
jazia5 apre/.enla ,a no dia immediato ao da sua morte
o aspecto de um jardim despojado de suas flores pela
tormenta. Nunca ohservei em nos desesperaca -
gual queexcitou est.. barbaridade.
Tambera perecra juntamente vinte mulheres
de Poitou, maiir parte pobres: paiece-me ver
oinda estas d#sgracads victimas ; parece-me velas
estendidas no patio da Consiergerie, prostradas pelo
cancaQo por caneada grande jornada, e doimindo
sobre as pedias------ No momento de sahirem para
o supplicio arrancrs dos bracos d'uma tiestas des-
ditozas ura menino que alimentaba, e que naquelle
ga com pas^o grave e firme a encontrar seu destino
trinta Negociantes, vinte e cinco dos quais, que em
Sedan commerciava em pannos, lamentava, apro-
xim.indo-se ao seu fim, de/, mil jornlenos que dei~
xi'va sem pao. V esse Baysserr tenor dos rebel-
des de La Vende, e o mais bello Soldado que a Fri-
ca jamis teve ; vi todos es-es Generaes a quem a vi-
ctoria nrahava de cobrir de lomos, trocidos estes de
repente em ramos de Cipreste ; vi por fim tantos Mi-
litares, Mancebos nao menos aguerridos que vigoro-
zos.....cammbava5 em silencio.... sabia ni-
camente morr*r ,,
Eis a mane^a como Prudhomroe completa eslequa-
dro.
,, A missa ^e ^e ^on aOS Departamentos que le-
mita o Norte Poae compararle apparicn dessas
negras furias ta temidas nos tempos do Paganismo.,,
,. Nos das He regoziio collocava-se a orchestra ao
lado do cadafals"- ''* Bon dizia as Donzellas que al-
liseachva,. Segui a voz da Natureza, en'regai-
vos. hanfona-voS os bracos de vossos Amantes.
., Os Meninos quem tinha corrompido compu-
nha a sua guard, eeraaespia d seus Pais. T-
nha alguma* pequeas guilhotinas com as quaesse
acostomava a dar a morte aos passarinbos e aos ratos.
Sabemos que Le Bon depnis de ter abuzado He uns
Mulher, que ceder para salvar seu Marido, ssassi-
nou este infeliz ante osolhosda desventurada Fspnza,
qual ficnn nicamente o horror de seu sacrificio. ,,
Atrocidarle ta rommnm era estaque Prudhomme
diz que n poda contar o seu numero.
,, Canfer dislinguio-se em Nanles. Quazi oiten-
ta mulheres tiradas do depozito, e conduzidas ao
sitio da carnicera fora alli fuziladas : despnjra-
nas depois, e seus cor pos mis permanecern dissemi-
nados por espaco de trez das. ,,
,, Cnnduzrsao mesmo lempo para fuzilar qui-
nhentos meninos d'ambosos sexos, dos mises os msi-
ore apenas tocava quatorze anno. Nunca houve
espectculo mais terno e horrorozo : a pequenez dos
CorpOS poza tiinilf s ao abripo dos tiros : desalmas
vendas, cspalh' a-se pelos balalhes de sen* verdu-
gos uscando nfucioem suas perna., as quaes forte-
mente e ahr^cra, levantando para os olhar o ros-
to, onde estava pintada a innocencia eo horror. Na-
da cauzou impresss em seus assassinos que os sacri-
ficar a a seus oes. .,
Os fogados em Nantes.
instante bebia o lete, cujo manancial o verdugo ia
secar. Oh que penetrantes e agudos gr-tosdoamor
maternal .'------gritos sem effeito !____algumas Mu-
.....-Igu
meres moi rerso na carreta, e seus cadveres fora
guilhotinados. Quintos individuos do sexo da for-
momra conduzidos morte !____Esa estes os ho-
niens, os Francezes de quem seus mais eloquentes
Philozophos tem exaltado por espaco de sessenta an-
uos a hunianidadee a tolerancia ?
,1 Ja tinba profundado na Praca de Santo Anto-
nio umaquedurto immenso por onde devia correr o
sangue. E' precizo dize-lo por mais horrorozo que
'eja : punha todos os dias em cubas o sangue huma-
no, e no momento da execuca occupava-se quatro
homensem vaza-Ias neate iqueducto.
ti Descia o Tribunal s trez horas da tarde eslas
longas proc8-e8 de victimas, e lentamente atraves-
sara debaixo de e.-pacozas abobedas, por meiodos
prezos quesedispunha em filein com inexplicavel
dezejode as ver passar. Vi caminbar para a morte
com a mesma tranquillidade, com que n'outro lem-
po caminhava para as ceremonias publicas, quaren-
ta e cinco Magistrados do Parlamento de Pariz, e Irin-
tae trez do Parlamento de Toloxa : vi que sediri- Oladnqueme espera u extremidade d'um"bov
,, Pozera a bordo das gabarras (barcos chatos,
construidos para esse fim) umitas mulheres. a maior
parte dellas pejadas, e outras com seus filhos nos
bracos. .,
,, As innocentes caricias, o sorrtzo destas lernas
victimas excitan n'alma de suas afflictss mfis um sen-
timenloque acaba de despedacar suas entranhas :
corresponden! com viveza a ta sensives rarinhos
conven' idas de que pela derradeira vez Urna des-
tas acaba va de ara luz ilmfilhona praia. e seus ver-
dugos apenas Ibe concedra o lempo necessarin para
terminar este doloroso trance da natnrera, A''ianl-
ra-se os assassinos amontoea as em a gabarra, e
depois de as lerem despido luz do da, Ihes atra
as mios s costas Resoava por todas as partes os gri-
tos mais penetrantes, as m^is amarga* reprehenses
destas desgraciadas miis contra .eos assassinos : Fou-
quet. Robn, e Lambeily Ibes respondia com golpes
de sabr, e a tmida belleza, j orcupada em occnllar
sua nudez aos monstros que a ultrajava, volve-se
tremendo a con.-iderar a sua companbeira desfigura-
da pelo sangue, e que j vacilante entre a morte e
a vida arranca o ultimo suspiro a seus p<. D-se o
tremendo signal : os carpinteiros descarrega os ma-
chados, tiraas torneiras, e para sempre as submer-
gem no mar.
Vede o objeclo de vosao* hymnos Milhares de
execuces em menos de trez annos, e em virtude
d'uma Le que privara os aecuzado* de testemunhas,
de defensores e de appellaca Esquecesleis que a
memoria d'uma nica sen tenga injusta, i de Scra-
tes, deshonra ha vinte seculos seus juiaes e seus ver-
dugos ? Para entoar cnticos de triunfo era pelo me-
nos necessario que esperaaseis a morte dos pais, das
miis, das espozas, dos filhos, dos irmos e das irmls
das vctimas. Porm ainda povoa a Franca Mu-
lheres, cidadas, commerciantes, magistrado*, pai-
zanos, soldados, generaes, immensa porga de ple-
beos que foslis victimas do terror, queris prestar
novos materiaes a eue extraordinario espectculo ?
Ditera (inexacta comparaca) que urna revoluca
urna baUlha. Nesta se recebe a morte dando-a :
ambos os partidos lera as armas na ma. O algoz
combate seu pe igo^ lanpa a corda ou empunha o
ferro, e Ibe entrega o inimigo manietado. Nao sei
que posa dar-se o nome de combate ao que se passoa
entre Luis XVI., a Dontella de Verdn, Bally. An-
dr Chenier, e o ancia Malesherbet, e o verdugo.
que aventura pelo menos sua vida contra a mnha ;
porm o revolucionario que depois dse ter vendido
ora Corlo, ora ao partido republicano, enva mes-
mo do centro dos lugares de devassida os carros ebei-
os de mulheres praca onde est o Cadafalso, que
risco corre, com ta f< acos adversarios ? ,,
Os prodigios dos nossos Soldados ns fora obra do
terror : o espirito milur dos Fiancezes, que sempre
s desper'r a som daTrombela, os produzio. Nao
'oraos Commisssros da Convenya, e as guilhoti-
nas, em consequencia das victorias, que restabelect -
rao a disciplina not exercitos, porm ce exercitos
restabelecra a ordem em Franca.
A impossibilidadedese repetirem ta malfadados
tempos, prora de que nada tinha de superior que
pode?se renascer. Os tmulos, as nutancas popu-
lares pertencem a todos os seculos, e a todos os pai/.es;
porm urna organizado completa de assassinio* ha-
mados legaes, de tribunaes sententando roerte em
todas as Cidades, de sicarios associadoa despojando su-
as victimas, e conduzindo->as quazi sem guarda ao
patbulo, nunca ter* iguat Agora ezisliria* o*
Cidadas um a um, cada qual se defendera em sua
caza, no campo, no carcere, e it no cadafalso^ O
terror nao foi nrenca de gigantes : nada mais foi
do que urna enfermidade moral, urna peste. Um
Medico cheio d'enthuziasmo, e interese pela sua irte
exclamava possuido de regozijo ., encontramos o re-
medio da lepra nao podemos diaer outro tanto do
terror. Nao ensinemos ao roro a %mar os cr.mes :
nao queiramos passar por urna Nacao de Ogias (i)
que lambe com delicia, como o Lea, suas ensan-
guentadas qneixadas. O systema do terror levado
o excesso m outn coeza mais do que conquiste
conseguida com o exterminio j pois nao e possivcl
consumir lamis todos os holocaustos com tanja pres-
teza, que o horror q' in*Pra nao subleve e indigne o
mesmos que sopra ss fogueiras.
A mesma Vlmiraga que concebem ao terror a pro-
digalizaaos terroristas eom igual sem raaao. Quem
os communicou da perto sabe que a ma!or parte era
uns mizeraveis, cuja capacidade mental eslava c.n-
gida a limites mui circunscriploa: hroea do medo
que assassinava com o temor de ser ississinados. (
Bemlonge de ter formado eases dezignios proiondoa
que boje se Ihes attribuc, ciminhiva sem saber pa-
ra onde se dirigia, como brincos de sus embriaguez
e dos acontecimentos. Deo-se o nome de inteligen-
cia ios instinctos materiaes; forjou-se a theona de-
pois da ortica : do Poema se dedutlo Potica. &
alguns destes Demonios estpidos mistoVarao ao acato
certas prendas com seus vicios, parecia-sc estes don*
esteris com os frnctos que se solta do ramo P0d.re-
cendo junto da arrore que os deo. U veroadeiro ,
terrorista o hornera mutilado, disiituido como o .
Eunuco da faculdade de amar, e de reproduiir-se ;
e pertendera que fosse obra do engenho, a que era
obra de'sua impotencia. ,
Que durante a febre revolucionaria se deparasse
com atrozes demagogos e calumniadores nutridos com
sangue como ssas imitiundas aramantigas que pu a
as vala*; que feiticeins mais abscenas que as de
Macbet bailassem em torno das caldeiras onde tervi-
a os memores decepados da Franca, de esperar ;
porm que se achem hoje homens que tTuma Socie-
dade pacifica e bem ordenada se constiluao os raaiores
apologistas dessas brutaes Orgias j homens que in-
censa e omacom flores a cuba onde cshiao as ca-
becascomcora ou com gorro vermelho; homens
que ensina a lgica do homicidio, que se tazem mes-
tres na arte dos assassinatos como ba professores de
esgrima, o que fcilmente se nao eniende.
Desafiemos esse movimento do sroor propnoque
nos faz acreditar a superioridade de nosso espirito, a
fortaleza di nossi alma, inda que elhemos de san-
gue fro as mais espantozas catastrophes. O verdugo
maneja os troncos palpitantes das victimas sem com-
mover-se : prova isto acaso a firmesa do seu car-
cter, e a sublimidade de sus intelligencia ? Quando
o mais vil de todos os Poros, quando os Romanos no
tem podo Imperio corriaao espectculo dos Gladia-
dores ; quando vinte mil prizioneiros se degolava
para divertir um ero cercado de nuas prostitutas,
nao estar alli o terror sobre urna grande escala?
Trocar a palavra a natureza do facto ? Ser necessa-
rio acbar horrivel em nome da tyrannia, o que acha-
va-mos admiravel em nome da liberdade?
Conti*uar-s*-d.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
\jOmo Vms. tem dadoprovas da sua solcitude pelo
(1) Monstro imaginario que na suppozics d'al-
guns devonvi as ere atura.


DIARIO DE PERNAMBUCO.

I

I
Ix-m puilno na prnrnptidio, e hum gradorom que se
tnn prestado a Inserir qualqucr artigo que lite he ron-
reruen'e^ por isso me atrevo a rogar-lbe a insercao
noseuJoin.il, da tradcelo que ajpii vai^unta, eque
. i e-parece de intei esse aos Agricultores do Algodao.
O mal be lia evidente que eit nao tnmarei o sea'
lempo com commenlos sobre elle, mesmo ixnque
Vros. mais hbilmente po lero xpeiidr suas udir-
zaa reflx-es a rrspeito, e chamar, oom pn baliilida-
de de bom eito,.-aaltencio das especlivas anthori-
dadesSubre o degradante abnso do doloz<>, e viciado
eitsucamenlo do algodo ; abuso que se vai tornando
muilo sei<> cerno o podem provar quase 'todos os ne-
geciantes d'c-U praca, eque mais r'ui se tornai
se iiu-ior atrillado com toda a'promptidio, e ener-
ga.
Eu disse que ente objecto he de interesse aos \ gi -
cultores do algodio, e passarei a mostea- lo. Com
excepco do Algodao do Mxico, e do Brasil, .todo O;
dos mais paiz* goza no principal mercado da Eu-
i opa, que he Liverpool, do crdito de ser geuuiua-
mente eusaccado, e por ii-so he negociado sem keceio,
com a coniaiMjaque inspira a boa l, eo trato licito.
Sase tolerar o abuzo a que ja ulludi, esta oiifiauca,
e boa le ser totalmente perdida pira o Algodao dos
'.luis mencionados paizes, e dalii necessariomeule e se-
guir huma gratule depreciado doseu valor-pela re*-
pugnaiicia com que elle aera procurado por causado
reveio que naturalmente todos tem de uegociur cOin
hun genero que lein oS'.igma de dolo, e fraude. Ac-
cnesceque em <| uarito o uosso e.lado de di-smorulisa-
cao nos leva a viciar, e desacreditar o pi oduclo do n na-
so prop 10 Slo ouir'ora exportado em toda aanaoii-
ginal, e-naiiva pureza; os Americanos doNoite vio
proseimiudo na sua cultura com toda a as-id uid.de, e
a sall'ia Uo-anno pava lo, de. 1:400,000 saccas,de mni-
lo-m.iior peso do que as do Brasil; inutia bum aux-
ilenlo de 100,000 sobre a do auno auleijor. lite
augmento, menino prescindinjo da probafcdidade da
suu contiuuacio animal, j be soilicienle para sup-ir
o deslalque que por ventura poderiio t>otfrer os mer-
cados da Europa, com especiehdade o de Li-verpool,
pela Lila do algodo d<> Kr.i7.il, e este Cabido em dea-
tiaca, eiedusido a lunn valor malamente nominal,
nao o 11 crecer a ao l>uviador remuueracao alguma pelo
tiabalho, e fadigas di soa cultura a ijual por couse-
quencia sera descontinuada,, e. calii; era prileila la-
xido, e apalhia, o que inljlvelraenle liar couisigo
a demiuuieo do Cometcio, e das Reudas da Provin-*
ca.. I
Creio Snri. Redactores sgi em esUs as. consequeu-
ciasquesedevofuesper.il- do pioges-n) de tul abuzo,
* aera para *].< r qoe 0 Ag jculioresdo Ahmdio por
t neu iulr|-se indi vidual pieslem estas n.flexes a
j.iamis na alteneo.
SiuU ans. -Redactores
-i SvU Ib'.speitador.
llum asignante.
H.
Liverpool Times ai de Novembio.
.UiD mol-ivo degrand es queixas que presentemen-
te existe nos circulo-, coiiimeniaes, e-Fabrioaiit- s (i'es-
ta vi/.mliaii;.t, lie o fraudulento eiisacanieulo do al
f.'.odo. E (e m.11 tein-n-; neni|ire ex pe intentado, pos
lo que so at certogio, poiera dentro dos ulliiuo
Irez ou qu.iiro auntoa tem cte^cido g'andeiueute
durante o presente Uem cbegido a huma maguilude
tal que impreteriveliivente exige a adopco de medi-
das a uiais enrgicas paia Ine i.or termo. Ao prin-
< i pi o objecto da queixi apennas se liindava a orca-
siuual d'-s. (iberia de unta porco de cu rucos, < .ilgtnua |u:dra, no interior de liunvi on duas sacras de
lliiHl coowuVravol iole; porem ora a raude tem
..asumido ]iu.i forma infilanieiile maior. Prcvalei-e
peci.lmenle uo.s Igode- eortados do ('.olio do
M.aico, .- bem que j lambem vai sendo muitp fn--
qouiite nos do Ur . oun'a- no que clois lotes iut iios, Jiun d.-200, eou-
iro de i uo s*cca lorio regeitaoVu ao Vendedor em
o'ijsequeiicia del la. Os .x.-m jilos de desgoslo, en-
,-omodo, r disputas a ij/ie taes liaulesdo or geni vo
quazi iiiiiumer.iveis: assegui"-nos que c-JIes sao la o
ti eq uente* que merecem ser t-ouuderailo como bu tu
inte'u, e sysicinalii'-o plano de engao, e roub O
alto preco do iljgodo ha lium uu doi aunos tem pro-
\ iselnianje coocorrido a auguieular a < Olltlliuacio da
Iraude eui iaso do lucro ojleieccr maior teutica ;
porem qu.dqu.-r que seja a ctusa, uenliuma (kivida
ha sobre o f* to, neui lo puucuso'Vea urgencia de
lliednlis pai a lie j or termo.
Temos pus Mtislacao em saber que a imleria lera
sido tomad, ero codiideracao pela Associaco dos coi'
reciore^ de A'g do em Liverpool, e q ie elle* v.a-
pi-eseiilar naquelU (.'idade hura memorial sob.ee-lla
hs >mai#s de (-omroeicio da Am.iica, e do Ibasil.
U j eu.e.lio di ve neretMi uva uiestr appliiido non p..i-
Z's aonde se planta o Algodo, epata isle fin arlw-
riamos niiio neces-ai o chamar a coi poracio do Tri-
bunal do Coiiun icio ctrja. representaces por roeio
dos dm.-ule- Britnicos levars com sigo maior pezo,
e prnvavelmenle serio mas brevemente altendula,
do que aquellas dos Negociantes paiticularrs.
N6 nao nos ulgamos habis para apontar quaes de-
ven ser ai arjai.jos melhores, e que <>flerecio mas
proiecvo : <> establesclmeiilo, pelos legisladores dos
li tado da Unio Americana que nrodu/.em Igodo,
de algum sy-tina de in-pecciosebred seuensacamen-
to talvz "nao ceja mu i fcil praticar s' : corr ludo
porem ne doseu d ver legislar algum castigo si.Eficien-
te o fe nca do eiis-c.i.iiH uto IraudoIeuU), exi^indo
dos agricultores o nscreverem seos nomes, e resi-
dencias nassaceas, e dando toda a possivel foilidade
aos proeessos judiciaes para a d-branca de qualquer
prejuizo quese piove ter sido resultado defraude
piaticada no ensaca ment. Iguaes arranjos di-vem ser
l>-itos c .ni as Auilioi idades lirasileias das torras que
produzem Algodio. Tem se conhprdo'ser obvio que
< s nos-lis ccn-umidoies nSo tem suilciente seguranca
na lioneslidade dos plantadores de A'g- do, e por
trtiilhe preciso procurar huma outi'a seguranca ad-
dicional que os torne plenamente responsaveis por
taesraudeS.
Manchettei Guardian.
I
'ublicaces pdidy-
Lt.m. Snr.Como o paisano Antonio Jo/e Henri-
que, que se acha preso na cadeia desla Cidade media-
sesse qu era ni-rador nesM i. dlslricto nlio-o a disposicio de V. S, nata s< r piocessaco por
vadio, segundo as o dens do F.xm. Presidente trans-
mi'lidasa este Jui/.o por o Juiz deDneito Cheje de Po
lici.i, em K'us i fli-ios de 23. e 26 do coi rule, os
quaes remello a V. S.; que do mencionado prezo po-
de mandar lomar conta. Dos guarde a V. S. Pr-
mrjro Dist-ricloidi- vt. dodillg'o *7 de Janeiro de
1836.Illm. Snr. Joiz de9 Paz do i. DUlrT tn do
PilarJos Tava es da '"onceca Juizde Paz do C'oile-
g.o.
Illm. S'ir.= E>tava com fleito no quart 1 di
Polica o paisano AntonioJoze Hcnrique, <-omo V. S.
iifRiuiou em seu of) o de ontem, qu-d fir.i recolhi-
do a cadeia de--la Cidade; porem como me elle de-
cUras-e, que hera morador no 1.* Oistrido do P!|ar
onde l.i.- bem canbecido. pu-lo a di-posicio do Jui/.
dePaz do irtesmo Di^cricio, a-quem remelti os d< us
ollicios com 'fa'-ta de 9.3 e a6 do crtenle, que de V.
S rei'ebi a vep'-ito, para c|HB o refordo Juiz poce-
des-e contra o pre*o, i.'omo V. S, d<*t*Tinn iva. Dos
guaid-aV.S. 1." l)i-tricto d i-oll. gm 9.7 de Janeiro
de tH3b. .-Iflm Sur. Dtnitor Rento Joaquim de Mi-
randa Henriqie Juu de Di eito et'hefe de Policia Jo-
y.e Tu vares Gomes daFoneeca Juiz de Paz do Collegio.
O
Consulado Dinamniqufz em Re nambuco.
Kriiie Dinamarquez Uranos Capitn C. G. Dres-
cln-r que pe leinU* seguir brevemente para Trieste
comcog deass iciir pnci*a da qiiantia de dous a lr conlOs de ri-is a 1 i.scos inarilimo* soloe o casco e qoi-
Ihas. Quem o quiser imurf-lae dirija os seus 1 *K
tecimeiHos em earia f ixada ao Consulado Dinamar-
qus al o da 30 do enrente as 10 horas da uiaiiha.
v.
AYIZOS PAIM l( ULA1,S.
1
He-isa .-e de mil fcitor forlugnet, para umaOl-
lai ia.ua Boa vista; quem estiver em circun-laiieias,
diiija-se i 1 ua de b. Guncalo, easa 11. 10, para tratar
do ajuste.
Jty Preca-se de uui ciix--iro para urna vt-oda,
sendo l'ortuguez pequeo: na B a-vista ra \ellia u,
IQpP A p-ssoa pie annuiM-iou querer comprar a
obra de Pascual Jos de Mello, dirija-se a ra Nova
L). 5e 6.
\ty* Quem aniiutuiou u>> Diario de '2(i do crten-
te alugar nina a-sciaia pna todo o servieo de casa,
p eje dii'igii-sea ra da Florentina casasde JoioZ'ir*
ri< k, pin u junto ao lampio, achara com quem -
justar.
^r^r* Aliiyi-sie urna preta para fiervico decaa, e
vender l'rucia : pieui a liver auuuncie.
icjr Ouei'-se l'retac para um porto da Europa um
navio Esti augiro do lote de 150 at ano Tonel 1 idas,
e quera o livor o quiser tratar dirijt-se a mi da ciuz
n. (0.
Precsa-se de urna escrava para alugar que
euteuda do diario dcM'W casa de pouca familia, inda
niesmo sendo forra ese sugeite ao mesmo servico, e
d fiador a sua conducta : quem estiver. nesta* cir-
cunstancias dirija ^e a venda da 1 ua Nova esquina que
v ir para a ra das Ti incheii as que l se dir quem
pertende.
^3T Qiiero anntincou ter urna escrava para alugar
que sabe fa.-er o servico de urna jcasa de familia, de
losinhar, leaat, e engomar Scc pode dirigir-se a
ra da Senzaila velha n. yQ, a casa de Patricio por si-
ma do mestre de muzica.
#3f" Pieciza-se de um sobrado de dous andares,
em qualquer das 1 lias dn Bairro de S. Antonio, nu
sendo lieco ; quem o live, e quier ullugar annun-
ci.
NAVIOS A CARGA.
Para o Porto.
kjEgue viagern com muita brevidade o R rgintm
Hdilii^ueZ l'lonle Beiris, Capitio Joa Silva: quem m-lle quiser carregar, ou irtle passagem
para o que tem excelentes ce modos pode dirigir-se ao
mesmo Capito.

COMPRAS.
_ Artanica, e mesmo penle3 velhos, uteiro, 011
quebrados: na casa de larlarugueiro na ra d'Agoas
verd'-s junto a S Pdro D. 4-
tf^ Dois catorros d.e filia, ou alravessados, que
sejio piquenos : na ra do crespo D. 12.
en
YENDAS.
U
M bom escravo para servico de Engerido ; a fallar
com Antorra Joaquina de Mag.1lh.1ens uo seo sitio ao
p da Igreja da Estancia.
j3 A venda da ra do Padre Fioriano esquina que
a olla para os Assouguinhos com p-.ucos fundos, e
bum commodo pare familia : na mestna venda D. i5.
W" Urna prela de naci da costa, moco, bonita
figurca, aera vicio avista do comprador se dir isa*
bibdades: quema perteiiderdi ija-se a ra de S. Golt-
calo defruile dn oilo da Igreja D. i7, ou lH.
tTJ^ Urna esci'ava crila de idade de ao a 22 an-
uos, cosinha o diario de urna casa, e cose liso, engo-
ma, e faz renda de to las as qualidades : delraz da
Mairizda Boa vist* D. 7. .
j-y* Un seliui ni oi-io Ufo, por prego cmodo t
na roa do Liviaiueillo, vouda D. 1.
(p- Folinhas tle porta, de Algibeira, e
de Padre, para o prsenle anuo de 1836,
por pret;o commodo, na Pratja da Inde-
pendencia, luja de Livros N. p 37 e .'38, e
na rna da Madre de Dos venaa qfie foi
do Rezeiule.
NOTICIAS MAKITIMAS.
Taboas das mares vheias no Pono de Pernambuco'
7 Segunda i Oh. 50 m
8 -T:----- | I-18 .
9 -Q: 2- 6 a
10 -Q:----- ^ a54 \T.irde.
3

-o
r.
m
a
3-4-2
it ~S:
,t _a:. s 4 30
13 -D: 5- 42
Navio entrado no dia I7.
R.I0 DF. J ANEIROV *** ; B. Escuna de Giiei
1 a Dos de Malo, ('oai. > 1." T- nenie Manuel Francisco
C. su Peteira. Passag iros q-
Salud no mesmo dia.
1\I0 1 OmUOZO; 8. S. Joze Viajante, u. Henri-
que Cariieiro de Almeida : lesrio.
Observac5es.
J^ f.z se de relia a Crvela de Cucrra Inglesa que se
achava lundiada no Laiji iro.
Per*, na l'yp. do Diario 1830.


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