Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02188


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Full Text

ANNO DR 1836. QUARTA FEIRA
***r
27 DE JANEIRO N. 91.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
das da srmana.
5 tagarnia Conversao lt- S, Pnnlo Ap A. do* Jf. do C. de m. e dct
es. ,i.i Thusnnmria PuWica. Chae, t i-
2rt TeH fc PoKearp B. M. Re- de au.i. do Juiz de O. de i.
27 Quarta S. Joo Ch. B. D. da Ijrrejo ses. daThezouraria Pul.
28 Quinta S. Cvritlo B. S- Hel. de m. aud. do J. do C. de m.
o Sexta S. Francisco de Salles B. *cs. da Thez. P. and. do J. de O-
le i.
3)Salladn S. Jar.intlia Re. de m.e and. do V. Geral de t. em
Olinda.
31 Domingo Se|ituagesima 9, Pedro Nolasco.
Pkhuambuco, ha Tvr.iiR M. F de Paria. 1836-
Tildo agora depende de iir mesinn*. Ha noisa prudencia, nioile
ra^iio. e energa: continuemosOR* principiamos, e seremo a-
puntado* com adtlliracao entre aa Nacoei maisculta*.
Proclnmufio da Aittmhtea Qtral de flrmi
Sulicree-e a 1000 r. nirnaen papo adiantado* neata Typopra-
fia, e na Praca da luilrpcnde ncia N. 37 e 38 i onde e rece.hein
cnrrepondeneiaslenliaila. e aiiiiuncios; nseriuilo-te eles Rra.
tu endo ilo proprioass|rnaiites, e viudo ansiguado*.
mmmm*
KtflXi
SSCUSI
PARTE OFFICIAL.
F.
RIO DE JANEIRO.
i
CMARA nOS DP.PUTAO.
Sesso de 10 de Outubro.
presidencia do Sr. Araujo Lima.
. Eita a chamada pelas iO horas da manh, e a-
haudo-se reunido nnnieroaufficit-ritede Deputados, o
Pi sidetile de< larou aberta a aessa, e lida it uc'a da
antecedente, foi approvada.
O piimeiri Seorttario dando conta do expedanle,
leu Iiuim offieio do Ministro da Guerra, remetiendo
o un Olgrafo da lei sobre o recrutamento, que a Re-
gencia saurcionot : remedido para o Archivo.
Outro do Ministro rimento do Almoxarife da tercena sesso to Almo-
Xatifado de Marinha, Bernardo Boielho deSiqneira,
com as iuLrmaces sohre o mesmo, dadas pelo In-
tendente e Contador da Marinha ; e liem assim o
parecer do Procurador da Coroa, Soberana e Fa-
/.'tiJa Nacional: a Commiisa de Ma inha e Guer-
ra.
Outro do Mini tro do Imperio, remmettendo a
copia do Decreto pelo qual se concede a D. There-
ta ellina Rita de Lemos e Amaral, a pensad an-
nual de I retentos mil res, pela morte de en mari-
do o Doutor Mariano Joze do Amaral, Lente Pro-
pietario de huma das cadeiras das escolas de Me-
dicina desta Corte : Comtnissade pens. e orde-
nados.
Outro do Ministro da lustica, enviando o decreto
pelo qual a Resent. em nome do Imperador houve
por 1) -m concvVr a D. Odilia Constanza, viuva do
Uesembaigador Joo Ricardo da Costa Drumond,
huma teuc.t aunual de sescentos mil r-., pelos moti-
vos no mesmo decreto mencionados: Couirnissa de
penses e ordenados.
Otilio do mesmo Ministro, pela Repartica dos
Negocios Estrngeiros, lemettendo, em satUfaca ao
que Ihe fot reqnisitado por esta Cmara, a copirdo
. oll'n io do Encarregado tos N-gocios do Brazil em
Lisboa, relativo ao pagamento que Portugal exige
pelas agoa ardentes do Brazil, e bem assim a nota
que passou o Cnsul Geral Bi/.ileit o naquelle Reino
ao Ministro dos Negocios E trangeiros, represen-
tando contra os diicilos detrinta por cento que se
reo b.io pela Alfndega de Lisboa sobre as ditas
agu.ui ardentes: ao Deputado que fez a requisi-
C,a5.
Outro do Secietario do Senado, participando que
o momo Senado adoptou, afui de dirigir saneca
Imperial, a resoluto utorisando o Director do Cur-
so d s Scieiirias JutJicas eSociaes deS. Paulo, para
adtuitlii', na forma dos estatutos, a Pantalea J-
le da Silva a fazer exame das materias que temfie-
quentado no mestuo Curto: licou a Cmara intei
rada.
Outro do mesmo Secretario, remellen lo a emenda
do Senado rtsoluca dota Cmara, sobre a cotices-
Mi do uso dos armazens denominados da Armaca,
situados na Cidade de Nicthcroy, capital da Provin-
cia do Rio de Janeiro: ao Governo da mestna Pro
vinria. ,
O Sur. Belsono pdio a dispensa da impressa da
emenda, e propor. a urgencia para que entrarse em
discussa depois do expediente. A urgencia foi _apo-
ada, e depois He disentida pprovou-se.
Continuoii o primeiro Ser reta rio dando conta do
expediente, leudo outro odicio do' me*mo Secretario
enviando huma proposica em que se autorisa o Go-
verno a comprehender as disposices dos artigos
95 e9 da lei de 4 deOutubio de i83i, ao Con-e-
llieiro Luiz Motilinho de Lima Alvares e Sdva, e ao
Conselheiro Ernesto ^rederico de W. rna Magalbes
Couliuho, etc.
O Snr. Maciel Monleiro pedio a dispensa da im-
pressa desta proposica, e pnpoz a urgencia, a
qual sendo apoiada e discutida nao se approvoit, ea
proposica foi a imprimir.
Leti-se eapprovna-se a redacc^ dt re-olnca que
appiova a pensa de i:400.^ reia ao 15arao de Ilapi-
cut -Mirim.
Entrn em discus que se vences-e a urgencia, cuja emenda he a se-
gitinte: Depois da palavra Nidheroy, accres-
' cente-se quefora pedidos pelo Goreruo da Pro-
vincia.
Esta emenda depois de di.calida foi po.-ta i vota-
Cao eapprovada, e sendo adoptada pa>son a Com-
missa de Redacco.
Lera-sH paiecetea de Comroi ses que tivera o
conveniente destino, centre elles oseguinte:
As conta* do Mrquez de B.irbarena t examinada pela Contadoria de fievisi, e decididas
pelo Presidente do Tribunal do Thesouro, fora re-
mettidas a eta augusta Cmara pelo actual Ministro
da Faeenda para se decidir, sedevem ou nao ser a-
bonadas as quaniias que seu antecessor mandara abo-
nar por huma disposica dada no dia de sita de-
missa.
a A C'-romiSa tendo f m vista que o exame e o
julgamen o de conta. he privativo da Contadoria Ge-
ral de Revisa, e do tiibunal do Thesouro, e que
ta valido he odespai lio do Ministro no primeiro,
como no ultimo dia do seu exercicio, entende que
todos estes papis e enntas devem follar ao Thesouro
para terem o competente destino. Paco da Cainara
dos Deputados, O de Outubro de 1835 F. Alvares
Machado.M. Odorico Meudes.Joze Juaquim Fer-
nandes Torres.
Este Parecer foi approvado.
A ret|uerimeiito do Snr. Paranhos foi dispensada
da impressa, eapprovada a urgencia para se di>cu%
tir huma resoluca, que autorisa o Director de Scien-
cias Jaridicas e Sociaes de O'inda para admitlir, na
forma dos estatutos, a matricula e exame das ma-
terias do quarto anuo, a Antonio Joze ATonsoGui-
maraes Jnior, levando-Ihe em cotila a bequen-
cia que te ni do mesmo anno na dita Academia,
etc.
E-ta resoluca depois de discutida foi appro-
vada e adoptada, e passou Comtnissa de redac-
ca.
ORDEM DO DIA.
Entrn em dcus:io a seguinte rcso!i>9o :
PARTIDA DOS CORKBIOS.
Olmda_TodoRos HiHkao meio dia.
Goiana. Alhandra. I'arailia. Villa do Conde. Maman-uape. Pi-
lar, Iteal de S. Joao. Rrejo d'Areia. Rainha, Pomhal. No d-
Soaza, Ciliado do Natal. Vil'a de (ioianninha. e Novada Prinee.
ai Cidade da-Fortaleza. Villa do Aqnirt. Monte mor noo
Aracat. Cascavel. Canind. Granja. Imperatri. S. Hernardoo
S. Joao do Principe. Sobrar, Navad'BIKe.v. Ico. S. M atheni.
aclio do anfue. Santo Antonio ilo Jardim." W-exeraraobim, e Par
nailiaSejriiiidnk t Sextas feiras ao meio d*
Santo Amito Todas as ipiartas (Viras ao iciO dia.
(taranlnins. e Ronito nos dia 9 e 23 do mea ao meio dia.
Floresno dia 13 dcada oiez ao meio dia.
Seriiiliaem. Rio Forinoz.o. e LimeirasSegundas, Quarta,
Sextas l'eira ao meio dia.
n A Assemblea Geral Legislativa resol ve :
Art. nico. Antonio Julio de Almeida, Escr-
va da Matricula dos navios mercantes, tem direito
a ha ver nao s o ordenado do lugar, mas ainda hu-
ma qtiautia igual aos emolumentos que percebia,
ao lempo da promulgaca doalvar de 4' deFeverei-
rodel8t0, como indemnsaca dos vencimentoa
quenerdeu pelo disposto na Ie de O de Setetnbru
de i 8.50; e para esto efleito fica revogadas nuaes
quer det<-rminaces em contrario.
** Paco da Cmara dos Deputados, 30 de Maio de
1835.Manuel Odorico Mendes.Alvares Machado
Fernandes Torres.,,
Esta Resoluca depois de disentida foi regei-
Uda.
F.ntrou em discussa o seguinte:
" A Assemblea Geral Legislativa resolve:
" Att. nico. O Governo fica autorisado a igua-
lar os \eocimento* do Ajudante doTlieeouretro Ge-
ral, que serve de Thesoureiro da Provincia do Rio de
Janeiro, aos vtmcitnentes que percebem os Thesou-
r.iros ta Bahia, Pernambuco e Maranhio, -mquan
lo se nao decidir sobre a transferencia da Thesoura-
ria do Rio de Janeiro para fra do Municipio da
Corte; lirando revogadas as leis e disposices em
contrario.
" Paco da Cmara dos Deputados, 28 de Agosto
de t835. -Rodtigues Torres.,,
D pois desejulgar discutida, foi posta votacar
e licou regeilada.
Entrn m discussa o parecer da CommissaS Ec*
clesiaslica sobre a represen taca enviada a esta Ce
mar pelo Padre Lua Joze Dias Custodio, Vigario
Collado da Freguezia de N. S. do Pillar da Villa de
S. Joa d'El-Rei, no Bispado de Marianna e Pro-
vincia de Minas Geraes, acerca do esbulho que sof-
freti o stipplicanle do exercicio de Parocho da sobre-
dita Freguezia, ole.
O Senhor Joze Pedro de Carvalho propoz que
entrasse em discussa o parecer n. til, impresso o
anuo passado, acerca dente mesmo objecto.
O Sur. Baptista Caetano propoz o adiamenlo da
materia, sendo dopinia que este objecto competid
As-emblea Legislativa Provincial, e nao a Assenr-
blea Geral.
O adiamenlo proposto foi apoiado, e entrn em
discus-o, e depois dealgum debate, o seu illu.-tre au-
tor pedio liceuca Cmara para relira-lo, e foi-Ihe
comedido.
Continuou por consequencia a discussa sobre o pa*
recer.
Foi apoiada huma emenda do Snr. Santa Barbara,
que declara: Recorra o Suplicante aosTribnnaea
competentes.
Depois detenga discus-Su sobre a materia, o Snr.
Sania Barbara ret ron f. sua emenda com consenti-
mento da Comarca, e oifereceu hum projecto ceu co-
mo emend*.
O Sur. Climaco requereu oadiamento da materia,
e sendo apoiado e discutido, foi a final approvado,
voliatido o negocio Gommissio por emenda doSnr.
Pain.
O Snr. Baptista Caetano propoz urgencia para
que entrasse em discussa o projecto que autorisa o
Goienio a contratar com o Snr. Antonio Fernandea



DIARIO DE PERNAMIIUCO
daSilveira, Deputado pela Provincia"#de Sergipe, so-
bre a organisaco de huma companhia de colonisa-
co, agricultura, &c. ; eontro"proiecto sobre huma
estrada de ferro da capital do Rio de Janeiro para as de
Minas, Rio grande do Sul, Bdhia, &c. que j se
chiva impreso e distribuido na Cas;i.
A urgencia pi opdsta foi apoiada, e depois de discu-
tida approvou-se.
Entrou porfcnnsequencia em dscus>o o projecto
sobre a estrada de ferro, ai-signado pelos Stns. Vas-
concelos, Parauhos, e Figueiredo Rocha.
O primeiro artigo da resoluco foi approvado, o
. secundo regatado e substituido por hum rio Snr. Vi-
anna, e-obe o lerceiro propz o adiamento o Sur.
Vanna, o qual.depois deapuiado nao foiapprovado;
e <> tnoeiio do projecto approvou-se a hnal.
Eutiou em discusso o aitigo qnarto e seus para-
graphos, cuja discusso ficou adiada pela hora.
'!? O Presidente deu para ordeni do da 13differen-
les projectos,. e levantou 9 sesso depois das duas bo-
ro* da tarde.
O
PERNAMBUCO;
GOVERNO da PROVINCIA
Continuaco do Expediente do dia 23.
_JFficio ; A o Secretario da Asamblea Legislati-
-va Provincial, remetiendo lhe unsofficios das Cama-
ras de Sirobres e Serenhaera, por conterem objectos
cujo conhecimento perlence a A. L. P. j&fy
Ao mesmo, remettendo-lhe, ero consequencia
da requesica feita ero Junho do anno p: p:, os es-
clarecimentos relativos a crcaca da Villa da Escada,
para serem prezentesa A. L. P.
Ao mesmo, remetlendo-lhe em virtude de uro
Avizo Imperial, para ser prezenteja A. L. P., para
tomar na consideraca que merecer a Reprezentaca
do Mrquez do Recife, e mais papis relativos a Ad-
miniatiaca do Hospital de Nossa Senhora do Paraizo.
Dia 25.
Approvo a Tabella que'acompanhou o'ollicio de
V. S. de antes de houtem, do valor da Etapes,
Forragens para a Tropa d'esla Provincia no semestre
do primeiro do correte ao ultimo de Junho prximo
futuro.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de per-
nambuco a5 de Jaueiro de i836 Francisco de Pau-
la Cavalcanli d'Albuque/qne. Snr. Inspector da
Thezouraria Joo Gon>alves da Silva.
Remello a V. S. por copia a inclusa Tabella do
valor das Etapes, e Forragens para a Tropa d'esta
provincia no semestre do i. do corrente ao ultimo de
junho prximo futuro, coja tabella foi approvada
por esta presidencia.
Dos Guarde a V. S. Palaoio do Governo de Per-
nsir.baco *5 de Janeiro i836. -i- Eranoisco de Paula
Cavalcanli d'Albuquerqoe. Sr. Sargento MorCom-
rnandonte das Armas Joze da Cosa Rebello Reg Mon-
teiro.
II.0 Snr. S. Ex. o Snr. Presidente manda
remetter a V. S. para ser presen'e a Asamblea Le-
gislativa provincial o Aviso incluso por copia acom-
panhando a consutta do Tribunal da Junta do Comer-
rio, Agricultura, Fabricas, e Na'vegaco d'esie Im-
perio sobre o requerimeuto da Sociedade deuominada
Harriugton, ellaw, em que pedero a ixeropeo de
Direitos das materias primas que consom a sua Fa-
brica de Fundico e Ferrara estal)elecida n'estt pro-
vincia, afim deque a mesma Asamblea atme na
cinsidertco que merecer.
Dos Guarde a V. S. Secretaria do Governc de
Pernambuca 25 de Janeiro de i856. IU.m0 Snr.
Launntino AntonioMoreira deCarvalho, Secretario
da Assembl-a Legislativa Provincial. Vicente Tho-
ms Pires de Figueredo Camargo, Secretario da Pro-
vincia.
DIVERSBS RPARTICOENS.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.^
4.* Stssa ordinaria do da i9 de Janeiro de 1836.
Presidencia do Snr.GusmSo.
wjOmparerer'Q os Senhore* Maraede, Souza, Pes-
soa, Silva, Merina, e Miranda, fallando coro causa
os Snrs. Cunha, Catanho. t
Aberta a ses.o e lida a acta da antecedente fui
sancionada por estar conforme.
O Secretario dando conta do expediente mencio-
nou os seguinles oflicios:
Um de Joze Bernardo da Gama partecipando a sua
molestia para que se chamaste outro para servir de Ju-
iz de Pas do u Destricto doaac amento da Boa-vista
que se cbamass quem competisse e'como os Cila-
dios Praxedes^da Fonceca Coutinho e Francisco Igna-
cio de Athaide tivessem igual numero de votos, les-se
oque delertoina a Le e a sor le designou o Gidado
Francisco Ignacio de Atbaide, a quem se ofiiciou pa-
ra vir tomar possee juramento do dito rugar.
Outro do Fiscal da Boa-vista para que se Iheman-
dasse pagar a quantia de 5,680 rs. em que importaio
o lampio novo, e corcerto do velho para a Cadeia,
que se passasse mandado.
Oulro de Joz Peres Campelo dando as rasoens por
que nao podia tir tomar corita do cargo de Vereador ;
que se chamarse o irhmediato.
Foi approvado o parecer da.commisso dad sobre
o pioposta deE-crivo dePas para o i.c Deshielo da
Boa-vista.
Leo-se hurn officio do Ju;s de Paz do 1. Destricto
do Colegio acompanbado da lista dos Cidados que ad-
queririo qualidade para Jurados nfstenno; que se
convidasse ao mesmo Juis e o do 5. Destricto das
cinco Ponas para com o Vigario respectivo virem
amanh assistir a apuracio porasonze horsa da ma-
nila.
O Snr. Presidente nomeou para a oommisso que
hade examinar se ha denfro do Municipio algum lu-
gar notavcl cujos predios dcvSo ser collectados os Srs.
Pessoa, e Silva.
Para a que hade exminar o preco porque est no
mercado a agoardente do Paiz o Sur. Souz.
E para seencarregar do relatorio para Assemble
Provincial o Snr. Menna-
Mandou-se pagar aoFical da Boa-vista 5,680 rs.
de compra e concert dos lampioenspara a cadeia.
Sendo necessario chamar-se tres Cidados para
prestarem juramento e tomarem -posse do cargo de
Juis de Pas do primeiro Destricto doCollegio vio-se
da acta respetiva que tinho igual numero ci votos os
Cidados Joze Maria Geraldes, Joze Tavares Gomes
da Fonceca, e Justino Pereira de Farias pel^.ue pr
cizo era tir r se soit s para s ber q.1 del les d. va ser-
vir este anno e qual ser chamado primeiro p. plente e tendo-se feito o determinado por a Lei asorte
designou ao Cidado Joze Tavares Gomes da Fonceca
para servir este anno e Justino Pereira de Eana para
ser Supp'enle em primeiro lugar aos'quaes s" ollicou
convidando a virem tornar juramento e posse. E por
ser dada a hora alevantou-se a sessa. Eu Joze Ta-
vares Gomes da Foncrca, Secretario a escrevi. Gus-
maoproP.; Pessoa, Souza, Menna, Mamede, Mi-
randa, Silva.
Cmara Municipal d'Onda.
8.* Sessa ordinal ia de 3 de Agoslo de 1835.
Presidencia do Sr. Barros Falca.
<&Bfi{ta a sessa comparecers es Sis. Ooulor (.'ba-
gas, Costa, Parias, Barata, e Araujo, fallando cau-
caiiza os Sis. Cnedes, Ferreira, eAzeyedo.
O Sr. Presidente aprezentou es officios segtnntes.
Hum do Advogado Joze Vellea de Goivra parte-
cipando nao poder aceitar o cargo de Promotor Pu-
blico : a Cmara nao ju'gou motivo de escusa os que
lepresentava em seo officic ; por tanto que fosse con-
templado na lista triplite 5 e que disso mesmo fosse
participado.
Outro do CidadoTrajano Alipio Chacn deOlan-
da Cavaicanli e Albuquerque, partecipando que acei-
tava dito cargo, pelo que io^e contemplado na diu
lisia.
Resol veo que o Fiscal da Freguezia de S. Pedro
Mrtir qjianto antes ruvesse de faserorsar porPeiitos
o concert da cadeia desta Cidade em virtude do Ai t.
57 da Lei 4o primeiro de Outubro de 1828, eoffcio
do Governo da provincia de 27 de luido p. p. eque
feito dito orcamento mediatamente se afixas-em Edi-
taes para serem arrematados ditos colicortos, por quem
menos faca.
Entrou em discusso a proprola adiada na Scs-o
prxima passada de 29- de Jullio a respeito do Procura-
dor desta Cmara. OSr. Prazidentc levanloua Ses-
sa por encommodado, e pela hora ; e fiz esta acta,
em que assignara. Fu Manoel da Motta Silveira,
Secretario da Cmara a escrevi. Barros Falca,
P.; Doutor Chagas; Araujo; Farias j Buala ; Cos-
ta.
q.* Sessi) ordinal ia de 5 de Agosto-de i835.
Presidencia do Snr. Birros Falcfo.
A.Berta a ses-So, compareceio os Snrs. Doutor
Cbagao, Costa, Ferreira, Farias, Barata, e Araujo, fui-
lando eom causa os Snrs. Azevedo, e Guedes. Nes-
ta sesso o Snr. Barata requisilou 8 mezes de licenca
para entrar em uso de remedios,** depois viajar ao
Sertio, queJhe muHo preciso. Foi resolvido, qu,e
se lbe concede.se 6 mezes.de brenca, e que se xamas-
se o immediato em'votos,'que era o Snr. Peixolo,
que se acba licenciado, visto otar fiudo o lempo de
sua lirenca. A Cmara ordenou que O Porteiro exi-
gise do Procurador o necessario para dous pon talle-
tes, q-ie preciso melter uojlravejamenlo do teoto da
casa da Cmara para reparo, emqoanto se nao faz o
concert necessario, visto haver urgencia pelo peri-
go, qua ameacar eser este diuiinulo." O Sur. Dou-
tor Chagas, eo Snr. Cosj levantaio se declarando
encomodados. O Snr. Barata propoz, que se efec-
tu o dito concert por haver diuheiro. O Sur. Fa-
rias indicou, que visto o Snr. Vereador da proposta
declarar que havia dinheiro prova-se, onde, era que
exista quantia bastante para se fazer semelhanteo-
bra, que lhe parcela nao ser de ponca monta. Pelo
que o Snr. Vereador da proposla declarou, que a sua
proposta se enlendia 110 sentido, de que se acliva.-se
ao Procurador para faser as arrecadac5.'s da Cmara,
eque havendoarrecadaco j havera dinheiro, pois a
mesma Cmara tinha sufBi'.ieiite patrimonio. A C-
mara rtsolveo que se fisesse o orcamento. A Cmara
resolveo, que o Procurador di-sse ao Fiscal .da Fre-
guezia da ^ 40^000 res para Qnalisar o concert di
Bica do Rosaiio. Ilouvero varios re(|ueiimef)tos de
partes, e por dar a hora o Sr. Presidente houve a
sessio por feixada, e Gz esta acta. Eu Manoel da Mol-
la Silveira/ Secretario d'a Cmara [a'escicvi.Barros
Fabo Presidente, Aiaujo, Faiias, Barata, FeneiiM.
MEZA DAS DIVERSAS, RENDAS.
A pauta he a mesma do N.' 18.
CORRF.IO.
A
_ Sumaca Theoliuda recebe a mala para o Rio
Giande do Sul, 110 dia 28, do corrente as 9 horas da
manda.
^rjr O Pataxo Bonifim recebe a mala para Ango-
la, boje 27 as 5 horas da tarde.
fcj*' O Brigoe Poriuguez Joiea de que e" Capilo,
BernardoJ01e.de Araujo Soarts, sai para Angola no
dia 4 de Fevereiro.
I
rublicaces pedido.
^Ll.""1 Snr. Apenas recebi boje o oficio de V. S.,
em que mediz, que fcava a disposico djeste Juiso o
p eso Paizano, Antonio J< ze Hemique, recrutado
por oCapitaoLeal, porem regeilado por infertilida-
des, nn padece provenientes da continua cmbriaguer.,
a que por yadio se lem dado, niandei fazer, na cadeya
desta Cidade, os assentamentos necessai ios para pro-
cedan- contra elle como osse de direilo ; esab-ndo por
esta o'tasio, que o mesmo j della tirina sahido por
ordem do Dr. Juiz de Direito uiteiino, Antonio Af-
foiiso Ferreira-, o communico a V. S. para sua in-
teligencia.
Dos Guarde a V. S. Districto do Collegio a3 de
Janeirode i836. *r 111." Snr. Dr. Benlo Jo Miranda Henrqu>, J's de Direito e Chefe de Poli-
ca interino. Jo;Tavares Gomes da Fonceca, Ju-
is de Paz do Collegio.
Tendo sido o R. Francisco da Paz dos Santos
pionunciado pelo crime de tentativa de homicidio, o
que pelo Art. 34 do Cod. Crim. est imposta as duas
terqas partes das penas marcadas pelo. Art. 195 ou i93;
e dispondu o Art. 144 d Cod. do Proc. ; que o Juis
formador da culpa obligue o indiciado delinquente a
prizo todas as vezes, que esta tiver lugar, impondo-
Iheassimo rigoroso dever de obligar lio somenle a
livramento ordinario, quando ao imputado delicto nao
esliver imposta pena de pi iso, foi legalissimo o despa-
jo a fl.., d que recorreo o Reo, e como tal nao po-
da ser mandado reformar pelo Snr. Dr. Juis de Di-
reito, que nao tendo arbitrio em semelhanle materia,
apenas podia prover o R. no recurso interposto, seo
dlicto imputado fosse da naturesa dquelles a que, a
ley tem imposto pena diferente da pi iso. Portanto,
sendo o despajos l.. inteiraraente contrario a literal
disposir;o do citado Art. i44 do Cod. do Proc. e
como tal inexequivel avista do Art. i42 do Cod. Cri-
minal, mando que subsista a pronuncia a l.. apesar
do despaxoa fl.. que roandou desonerar o Reo da
prio a que foi obi igado. Primeiro Districto de
P.s do Collegio aa de Janeiro de i836. Joze Tava-
res Gomes da Fonceca.

,
.%%**%*'**
/


DIARIO DE PKRNAMIiUro,
3
&
VARIEDADES.
A REVOLU9\6 FRANCEzA EXAMINADA fELO VISCOS-
DR CHATEAUBRIAND
A tous les cceurs bien n$ que
la Patrie est chei e.
A OS LEITORRS.
O
pequeo esboco que sabe luz intereasanlissi-
wo por diversas razSes, que urnas mitras se sobre-
pujas. O lime do Escti'or sea maior elogio, eos
Trop< te que pertendesse servr-mc para o exaltar
.ifi fu ;i avullar mus ;ios ollis da humanidade
leconherida. ,
Qual ser o h*mem sensivl. aqoelle em cujo co-
rac.i miperem as doces mocees da Natureza, que
iirf I s'rtmeca leudo as leeDfl trgicas q'se repcezen-
IJraS nu mais bella e Ilustrada Momrchid da Euro-
pa ? Ros de sangue inundra6-te bello ><5!i> ; devas-
tacSes, iijcri'i ", fcrtMtaatO'S, devacidaS. eni fim,
;.s di-seiiscs civis rom todo o seu medonho cortejo
dera los. Ab I Que bem p.demos exclamar rom flora-
ci.r'virtitf re rrlor romper na gegoirte aposlbropbe. O' vos!
Qi*sosFai; &.po*i Arn-mie, F.lho, IrmaS ; al,.
tendea I* Rridaa que '"da go^j6 P-ngne: comvo.v
co se cnla para em ve/, de cicai.ua-1**, as ab-irdes :
reo'Hi de'se-ses falsos apostlos de doutr.nas Uteii
e agradareis na apparencia, mas pernic.oias e des-
truidoras da ordeno social e.n verdade; sede c.ulos,
eslaiseropre alerta.',, Ajada.-n gothico', para d'pois reedeluarmos em vosso pro-
vto ., eis o brado com que vos illudem ; porm re-
plicaihes,, Falsarios; bem os coiiheCemos ; vos-
sas obras comp-m a vossaa apologa : ,'j deari nis,
porm nunca'rcedeficais : apropriais-vos sera titulo
dos despojos da ruina ; eis a vossa obra.
A
Franca de realista e aristocrtica' que era se
converteo em republicana, eplcbpa. A Monarcbia ra-
liio : contemplamos em trra o abatido colosso, kum
c hamos suas proporces differeules das que parerin
ter quando eslava levantado. Collocados n'outro
panto da perspectiva tomamos por um progresso do
espirito humano o simples rezultado dos aropJeci-
mcntos, a desordena, ou a falta dos objectos. O vi-
ajante qne piza as ruinas de Tbebas o Egypcio que
parava n'uma das cero portas de Phara ?
Deso eveo a revolucaS anliga, e a moderna es'
1.ale.ido vninba porta : em Vi6 Ihe grito : ,j e.-pe-
;ii iue ja voii : ,, passa ao ruido da artillieria, e
b la corasigo trez geiacQes de Iteis.
i Mjsincens.'G a revolucaS, e em t->5 criticas 'cir-
stfcti< i- c perigozo offerecer verdds em vez de
d Fucelei roinba carreira pulitica com a rea-
e com ella a termino : a-sentado sobre as
l" ni. .o, o oadas da minha patria aponln aos rami-
nua-ie- qu me sgoi'm o camnho da destruic5, em
q.ia iin uniros e afaJigaS delineando o aprazivel, e
li uliado.
Q.iando os discpulos careeem, como succede com
frequeticia, do talento de seus me-lres, jutgaS exce-
de-losem meriio exaggerando seus principios. Ap-
parecco urna pequea seita de Iheoristas do terror cu-
jo nico al*o justificar os excessos dos revoluciona-
rios : especie d'archilectos que aproveitaS o esquele-
t.< e cabeca d'um mor o, como se encontraras em
Roma. Apenas o> a-saisinatos sao produccoes cheias
d'engenho, logo se torna em dramas terriveis, cuja
g. adeza encobre sua crueldade sanguinoza. Trans-
formas os acontecimenlos em personagens : naS vos
dizm ,, admirai Marat,, porm sim ,, admira! su-
as obras. O homicida naS digno de elogio-', mas
o homicidio sobre-humano. Embora fossem assas-
sios pblicos os m^mbros das sociedades revolucio-
narias, poiero seus assafsiuios sao sublimes exami-
nados os grandes rezultadoa que produzi a&. Os he-
mens nada sao, as coicas ludo, e estas na5 devem
culparse. N'outro lempo diciamos ,, delestai <>
crmiee perdoai ao crimino/o ,, e se dermos crdito
aus p-'iifg) ristas de MM. Thiers e Mignet, a mx-
ma exp.essada savessas, e cumpre dizer ., deles-
tai o criminlo, e perdoai...... perdoai! Que di-
go aroai, venerai o crirae !
E'uece&aarioque o historiador, segundo este sys-
tema, narre as ra ores atrocidades' sena indirnaca,
e falle das rnais elevadas virtudes sera affecto ; que
laucando ollios ndiFerentes considere a sociedade
conVo S!baieUda*a certas Iis iirriilTvcisdasoileque
cada coiza aconteca como deve inevitarelmenlea '
contecer. Morra o innocente, ou o hornero de talen-
to, naS porque seja innocente, ou hornero de talento,
mas porquera morle necessaria, e porque siia vi-
da serve do obstculos a uro feito geral collocado na
serie dos rohteci'mentos. A orle noste razonada
: um accidente mais ou menos pathelico : era pre-
cizo que este individuo desapparecesse para o pi ogres
so d'um obyecto, para o cumprimenio d urna verda-
de.
Nesle sysletna se arhab mil erros delestaveis.
Introduiindo a f.tadade ns acontecunentos bu-
mapos careceriamos da vanlagpm de pi" Para a
historia o inleresse da fatadade trgica, guando na
scena urna personacem < victim" de seu ioxoravel
destino; qnando perene apezar de suas virhides, re-
zulta un, naSsei que de terrivel desU mola posta em
movin.ento pelo pneta. M se leorezentamos a so-
ciedade corno nma especie de m; china que cegamen-
tesemoveemvi.tndedelt.is SsicM ocrultas ; sedi-
zemos que urna revolucaS se verifica W porque deve
veii6car-se; que debato da rodas de seu coto, co-
mo debaixodas rodas do carro do lo'o indiano, ti-
ran redolidos a p inn'-ont" e culpados; queain-
dirTnea ou a piedade |aS mna m^ina coiza aosolhos
do vicio e da firtode ; esia nitadade do objedo, ta
impa.ciadade do hornera, ra8 ser trgica, mas ej-
fejo do errbrutecimento. S'milbante niw histri-
co, em vfi de manifestar vigor -6 desrob.e a impo-
tencia do que o em prega n.OI fartos, e atrevo-me a as-
severar que os do;s historiadores que der^o 01 igem a
orieem a la d. t^siave.is mulos, eraS mui superiores
opininia, eujo germen se julgou encentrar em su-
as obras. ,
Na5 : se das er6 s hum mas separarnos a veidade
moral, falla a regra para ajuiz-r destasaCres ; se das
verdades politiras separamos as verdades rooraes ra-
recem estas de findamento, e naS ha raza alguroa
para preferir a liherda.de e.srravidaS, a ordern aa-
narchia. O m"u interesse responderis. QL'en?
vos d E se amo o poder simultanea de tantos rev'luciona-
rios? Ser meu interesse se limito meus dezejos; po-
rm se naS me contento com ser um CidadaS pobre
e obscuro, em nnme de ene .ei me obrigareis a cur-
var me deb'ixo do jugo de vossas ideas ? Era ri-
me da forca E sendo en mais forte ? Destruin-
do a verdade moral me re-tilnis ao estado da nature-
la : ludo me permillido; e vos rontradiieis a vos
mesmos quando com o ohjecto de conter-me rae fal-
lis de certas nedessidadesq' naS conheco. A mmha
lei o raen braco: desen-adeaste-lo, e farei uzo delle
para roubar ou ferir conforme meu capricho e von-
tade. .
(iracas ao Ten N8 crio que um crime se|a
nunca til ; q-ieurna injustica jamis sejanecessana.
Nao dizemosque se as revolucSes um homem lono-
centeou iMnsir", contrario por espirito a estas mes-
mas revoluces na5 tivesse perecido, teria paralizado
sen curso, e que o todo n8 deve sacrificar-se parte.
vSemdvids, esse homem de talento teria potlido a-
morlecer o movimento'; pore'm a injuetica ou o cri-
roe exrcularlosem sua psoa retardad mil vezes mais
este movimento. A lemhranc dos excessos revolu-
cionarios tem sido, e anda tculo ao reinado da verdadeira liberdade.
Se dpois de passar em silencio os bens que a civili-
r.acaS produzio, os privilegios que anuulou, eas l-
brdades a que deo origem em Franga, iraeamos a
historia da revolucaS por sena crimes em juntar li-
ma spalavra, nma so refl>xa8 o texto, expressan-
do nicamente do principio ao fim os horrores pro-
pagados eeommettid-'S em Par/., e as provincias
por espacodequatro annos, esta eabeca de Meduza
far retroceder de seculo a secu'o o genero humano
ateo ultimo ponto de escravidaS, e aterrado o pensa-
roento naS/poder acreditar que oestes atlentados se
occultasse o menor vislumbre de bem. Erro l8 es-
tranho este pois, como o de exaltar simhantes en-
raes para fazer amar similhante revolucaS. Do an-
no de I793 e seus exeessos naS rezultou liberdade al-
guma : desle lempo d'anarchia s procedeo o Despo-
tismo Militar 5 Despotismo que ainda durara se a-
quelle que fizera da gloria seu cumpliee tivessepa-
tenleado moderagaS no gozo da victoria. O Cdigo
das Ois sahio das entranhas do anno de 1789: de-
nois de grandes desvos chegmos extremidade do
caroinho ; porm quantos viajantes liveraS que de-
ter-se neile !
Todo qnanto poud fazer a violencia o teria podi-
do executar a Lei : o poto, que tem forca para pros-
crever, tenfuga para obrigar obediencia seno pros-
crever. Se alguma vez permillido fallar a justi-
cia debaixo do pretexto do bem pblico, vede a que
ella vos conduz : boje sois os mais fortes, e pelejais
pela liberdadi, pela igualdades pla tolerancia : -
manb seris os mais fracos, e eoromeller-vos-baS
m noroe da esrrav'da, da deaignaldde, do fa-
natismo. Que responderis ? Servi s de f.hp'u'-
ao que .-e pe. tenda : foi mresaii' f .
parecer : fatal necessidade, sam duvida, o .
era necessidade : estes ssS os voseos primipu. j
fre sua consequencia. Mario derrama vrt singue
nmada Aristocracia. Partero justo a Le)i'i.. ,,.
tonio, e Augusto, decepar as cahcas que naS odiavnS
a Liberdade Romana. N 01 que figurraS no dia de S. Ba#holomeo : viao-
seobrigados (semdiivida contra sua volitada) a obrar
assim para conseeuirem seus fins.
Sement pererraS seis mil victimas, (dizem) por
ordem dos Tribunaes Revolucionarios. E pouco ?
'I'omemor.conheciment das eeieas desde a s.ori-
gem.
O primeiro mmeodo Boletim das Leis conten o
Decreto peloqoalse instifuio o Tiibunal revolucio-
na, io. Conserva se este Decreto no rosto des'a Col-
leccaS, naS p-ira fazer uso della (-upponho), em
lempo nem occaziaS alguma, poi.n omo inscripcaS
lerrivel gravada no fronlespicio do Templo das Leis
para aterrero Legislador, a inspirar-Ihe horror a in-
justica. Declara'este Decreto que o nico castigo ap
plicado pelo Tribunal revolucionario I a pena de
inorte. O artigo'aulhoriza lodo o CidadaS para
prender e conducir ante os Magistrados os Conspira-
dores, e os Conlra-revolucionaiios j o artigo 15.
dispensa de provas de testemunbas, e o a. ligo j6."
priva de defensar os Conspiradores. F te Tribunal
leve sua appellaeaS.
Eis aqu a grande baze sobre que deve estribar-sa
nossa admiracaS : honra equidade revoluciona, ia .'
honra justica das Cavernas.' Examinemos agora
os actos emanados desta justica. O Republicano Pru-
dhomme que na8 dele^-tava a revolucaS, e que escre-
veo quando o singue inda na8 tinha perdido o sea
calor, e fumegava, nos deixou seis voluraes de par-
ticularidades. Doisdestes volumessaS destinados a um
Diccionario onde se acha inscripto cada crimino/o
por ordem alphabelca, com seu nome, apellido, i-
dade, patria, qualidade, domicilio, profissaS, data
ecauza de sua senlenca, dia e sitio da execucaS. En-
contraS-se entre os guilhoiinadoe 18:615 viciimaa
classeficadas deste modo :
Nobi es.......................
Senbras...................'..
Mu Hieres de L.ivradores e Artistas.
Religioias....................
Clrigos......................
Plebeos de diiTerentes estados....
I:73
750
i:7
USO
1.135
3:653
Total
..... 18:61*
Mulheres moras em consequencia de a-
boi tos................-.......... 8:400
Mulheres grvidas e em parlo......... 34
Mulheres moras ero La Vende....... 15:000
Meninos ideo.................... aa:000
Morios em La Vende................ 900.000
Victimas no Proconsulado de Carrier em
Nantcs.......................... 3a:00O
Meninos fusilado!...........:........ 500
Idrna afogados.................... i:500
Mulberes fu-.ihdas.................. 264
dem afogadas.................... 500
Clrigos fuzilados................... 500
dem afogados................... 460
Nobrea af.'gados.................... 1:400
Artistas idem...................... 5:300
Victimas de LeaS................... Si:000
NaS comprehendemos neste numero as assissinatna
aleivozos de Versalbes, com os Carmelitas, os da Ab-
badia, os de AvinhaS, oa fuzilados de Touion, e
Marselba depois dos sitios de ambas as Cdades, nem
a matanea na pequea Cidadede Bedoin, na Fru-ven-
ca, cuja povoaeaS toda pereceo.
Gontimuars*-.
AVIZOS PARTICULAnES.
O
w Snr. Honorato Joze d'Oliveira Figoei edo, reoaa-
temente chegado de Portugal queira por tsla illia
annunciar sua morada, para se Ibe entregar urna car-
ta vinda de Portugal, e traclar-ae de negocio de seu
interesse relativo a mesrna carta.
yy Proeura-se um andar, qu um sobrado de um
andar no Dai.ro de Santo Antonio em urna das ra
boaaou mesmo na Boa-vista, ou Hospicio, nlo aeolha
ao aluguel: quera liverpara tingar annuneie ou di-
riia-sea ruado Qaeimado D. 4. fabrica de chapeos.
yy Quem precisar de urna ama para o sarvifio
de dentro de casa ; dirija se a ra do Nogueira D. 6-
U Avissseasenbora I. B. de M. venha dfaem
penhar o seu ouro que a 36 nieics empenbou. e no"
praso de 8 dia- improrogaveis, o qual j ao ebrf pa-


IU '
DIA510 DE PRUNA MfiU'CO.
*
1
'
ra prinpal e iima,.poMestes sd, fora o principal im-
portio rn 36$OOO.reia, quando u nao ven ha venar
uo telendo pivso ser tendido paia suu pagamtnto,
empresenta de trez tasterouitha rom pape! pinado
,|>or ellas as ignado, e a mesina fj, ai* Migeita o resto,
eamesma icaodiieilo salvo de ir haver d< lia em
qualquer lempo o principal e juros at 23 de Janeiro
de i836, impoitafm 8450QO,r*is, para que se nao
vtame a ignoianua fz-e o presente aniitun i<..
Is^r* Quem a un uncin no.Diaiio de Terca ftira
iG do crtente,vender um molequee uro itegio que
r*ndo vender s o moleuue dirija-se ra Nova D.
20.
Q lalquer senhora branca, ou parda solteira,
desempedida, e-.j de idade, que qniser ser ama de
casa d'um rapaz solteiro em Onda, coui a obrigacio
rnenle de engomar-Ihe a roupa, e cuzela, e lomar
sentido ii casa, sendo paga por mez, ou por semana
conforme o ajuste, dirija-se a rala Drreiia casa do Sur.
Joao Lu/. Rangel, D. 25, primeiro andar, ou unnou-
ie.
Quem piecisar.deum caixeiro guarda livros,
<|ue eniende^'rancez, e Ingles, e livre de praca, de-
xeoseu uome e morada na la Nva 5 e 6, aflu
de ser procurado-
^-9~ Quem auniiricioii no Diario de segunda feira
->.5 do coi rente IVr una escrava, e um escravo para a-
l'igar pode dirigir se alraz da Matriz de Santo Amo-
nio D. 3.
V9"-Oab.ixo assignado fox oriente ao respeilavel
publico, que quero liver doi^ bilheles de MM linna
ii Ai da quantia de triada, e out o decincoenia mil re.,
pag-iveiseindinheiiode piala rom o cambio cnente,
liaja de us apre>en I,ir dentro no.piav.o de uito (lias
para seren pagos, pus o annuociaple, do pi aso, dcste
m diaute nao se re.-ponsabilisa mais peloi ditos bi-
Hieles, por ter levado descaniiuh, oa ir pagar a
qrtfOl de |ta niu os lecebeo.
Manuel Antonio da Silva.
Precisa-se de nin ieitor para um sitio perto
ac : na ra do Vigaiio'n, 6.
Alluga-se um sitio, que neja pento da praca ;
quem o ti ver e quiser arrendar, dirija-se a rua l)i-
eita entrando pelo Livramenlo da parte direta jia-
saiidu obeco que va para S. Pedro segundo obrado
no a!" andar que ;; chai coin <) > i < m a justar.
CP" l'recisa-se de urna ama 'cora boutleite: as
5 Tontas sobrado da esquina do fVixotoT). o0.#
W9* 'Quera a'riiiuriciu pelo Di? rio de leics feira
u6 do coi rente ter una mulata para allugar dirija-ae
a iiiesnn caza acuita para tratar do ajuste.
WP" Pieeiza-se de um sobrado de dous andares,
tan qualquer 'das ritas do R.ii ro le S. Antonio, nao
s. ndo leco ; qeniottve, e quuer allugar unuuu-
cie.
-------- i* mu i -------
NAVIOS A CAJIGA.
Para o A.
a*jt''Hue viagem at o dia 2 de r'evereiro a Escuna
l,'>m eu.au : quera nella quiner canegar ou ir de Das-
rageroduija-.se a bordo a tallar tout o mesmo doiiu, na
.Voita do Por (o d. mallos, ou a iua da cruz n. 3j.
com u as.
l_a Sera vos, *endo mocos, robusto, esatli-s; no pa-
leo d* Sania Cruz sobrado de dois andaies que fica
defionle dooitio dalgrej.
HJJf Algons passaros bous cantadores; em casa de
Francisco Hodrigues de .M.uir.i na rua da Aleara das
IJ bolas da inauha as 9 horas', e do me o dia as 4 da tar-
da.
jTjjr Um ou dos cazurros de fila1, ou alravccsdos
gi andes, ou p ijuenos : na oiesuit Cfta.
VJP' I ni oratoi io j tizado que nao *> ja muilo
>ianHe : na misma casa.
fjr3" Algunaquarlos, e ravallos de sella, por pre>
e,os commodos : na ine-ma casa.
t#3r \s obras de I .obao, e Pascoal Jote de Mello :
na niesma casa.
*jy Una morada de casa t.-ri es, (|iie ufo OXCed
de 60$ res, sendo livre, e des-eniped da, em qual-
qmr dos dois DairYol de Santo Antonio, ou Moa visti,
nio se olba a rua : quema ti ver annuncip.
j.y Psrr.ivo (leamb s os sexos de deis a vinte
c.tfosfi'ios: na rua do Fogo, D. i I.
VENDAS.
T
JL Rea pianos de minio bom gosto, e de diversos pre-
cos commodos, com muito boas vozes: na rua do
Queiroado fabrica de chapeos D. 4
|t^ Um selim m muito bom um rom os seus
peMriu-e.- : na pi-aca da Boa-vista BoticaD. io.
V*f~ Poses Parisienses purgativos, anti-syphilili-
cos, anti-darlrosos, e unir biliosos. E-tts poes obte-
rio urna grande celebridade em toda a Europa, eos se-
os successos maravilhosos de cada dia Ibes inerecem
urna appiov. pieparatio gosa de propritdades tio eminentemente
depurativas.
Os poses parisienses fo t> verdadeiro especifico as
tnoleslissegredas, recentes (u inveteradas. Como
depurativos dosangueso da maior efficacia em todas
as molestiasenlielidas por um virus qualquer,quaes as
inf-unidades A* pefle, as i mpigens, as sarnas antigs
ou repercutidas; as dores rliumatistnavs, asa ff.icoetis
escorbticase escrol'(losas, t-rofim em toda aciimonia
dosangueannunciada por comicbpens, calores, nodo-
as aiuarellase vermelh^s, hemoroi''as, pregos, pnstu-
las no rosto, pilles, ulceras na boca ou dentro da
.Caganla, cor livida do rosto, olhos avern.elhados,
flores, branco-, humor melanclico, plidas coi es,
alUqnes de ervos, idadeetlica das mulhere-. 0 u-
zo permaueme destts poses enltetem a fre.'cura do
rosto, ea liherdade do venlre. V se segundo o ex-
posto que acbanos de faser que estes poses sao utilis-
simos em militas allecces acrimoniosas, dslas que
iiulem um c>ract< r supecto, e de mas sio recouhe-
ridoi como um dos mais poderosos arti-bilioso-. Ven-
dse na risa d. Cidabouco verti U. i o, por Giris,
tfjr P'ma preta crila moca, C-inlia, lav., engo-
ma, cosecbio, opiima pava o >ei vico depoitas a den
do,rom um tilbo de auno v meio de idade, ou sem
elle : no attei ro dos AfTogadok I). z5.
%3P~ A possedeuns xo.s com ura pequeo alieer-
ce e o oitao de urna casa que devide ero o nSesmo, no
atierro dos A'11! gados do lado da Dar pequea de-
fronle do sobrado que fui do Administrador da Meza
das Diveras lleudas : na mesroa casa cima D. a5.
\KW -Um negio.crio!o, robusto, bom pata l-'do o
servico de casa : na rua Nova D. 5, defionle docal-
de retro.
^5* Compendio HeDoulrina ChristSpara nzo das
Aulas, por Salvador Heuriciue de Albuquerque: na
luja de Encadernadnr i na Praca da Independencia la-
do d.t rua dosQiisi teis I). a(i.
^TJT* Pro i iv II,, i na > sujo, novo e muito raautiu-
do, e crregador, com aneios, ou sem elles : na
na do Livi amento.v.-nda de Caidial f)t i, das 8 bo-
las da manh aleas 4 da tarde.
&9* Ouas escravas, HU, e filha do genlio de An-
gola, a primeira j de idade, porem rob.i-ta, e de lo-
do o nervino de casa, 'rua, e asegunda de idade de
15 aunos, (rvicjde casa: na rua da Santa Cruz do Bairro da
Boa-vista, lado direiin, rasa n. '2.
%9* Uin|roxixo, ejnni can-rio do Imperio mes'i-
co, ambos muito cantadores : nesta Tipografa.
fcj^Folinlms lie parta, de Algibeim, e
de Padre, para o prsenle anuo de 1836,
por preco commodo, na Pra<;a da Inde-
pendencia, loja de Livros N. 37 e .'38,
na rua da Madre de Dos venaa que fui
do Rezende.
Vy Um molato bom para p;igem, de a t annns,
s*ni ataque algum, com olcio de Sapaieiro : na
caza de Cosme 4 o vende.
V4F Rolaxa inglesa em sacas de mili b<>aqual no arm.isein de Joao Carroll ua rua da Cruz n.
41.
ffW* Para lora da Ierra, urna negra raossa, qu- ea-
be lavar, engomar, e ozinbar : na rua do Rozaiio
estrella, sobrado D. aa.
%t^ Urna negia mossa, que sabe cozinhar, rozer
cha, w perfeilamenleciigoiuar : ua rua da Cruz, bo-
tica franeeM W. 54.
ESCItA VOS FGIDOS.
V.
PER DAS.
l'i leu-sp no dia 25 do crrente da rua do Quei-
mad.ialo IManguinbo una jaquala de pao azul cla-
ro', gollade velludo, e forrada de seda amarella : ro-
ga-se. pessoa que a acliou queira entregar na loja de
ferrageip da rua do Quetimdon. a, que serbemre-
compensada do acbaac
M
Aooel, cabra, 36-annos poueo mais, ou menos,
estatura alta, cheio do corpo, cabeca x.na, testa pe-
quena, cabellos b< m ronxegados ao casco, urna ar-
ga na otelha, tal vez j a tenha tirado, para se nao
conhecer, bem espadaudo, denles curtos, Um al-
giimas marcas de feridas pelas castas, e panos, talvea
provenientes de pancadas, que levaase no lempo do
antigo senbor ; fgido no dia :>.i do correte, levan-
do camesa e simula dealgodio, e mais ouira dita d'am-
burgo muito curta, e sapeo de palba ; e bem assim
um cavallo castaubo cora cangalha : i a ib i encontra-
do no dia sabbado 23 do cormnte em Iguarass, *com
calsapieta, jaqueta de riscodo verde, e uina baeta
azul; o dito cabra j moru por esses rertoeus, mu
lacilmente ter ido para esses mearnos lugares:
muilo regrUta, e pode rouito bem fin{ir-sc de forro
para passar sua vida : os aprehendedores levem-o a
rua das Flores D. 6, ou era a casa Forle, que sirio
generosamente recompensados.
fcy* Fugira no dia 2 do corrente ,um caza I de
esclavos sendo a escrava por norae Humana, estatu-
ra baixa, e cheia do corpo, nteia fula, ciila; o es-
cravo por uome Antonio, abura ordinaria, nio mui-
to gordo, bistante velho, nm dedo da mao aleijado,
e multo reg ata; quera o encontrar o poder levar
h rua da Madiede Dos loja deJoze Joaquiut da Cos-
a Leite quesera recompensado.
3^* Qiierino, crilo, 25 anuos, oficial depe-
dreiro, bastante preto, tem urna gafeira no caugote
qu-- parece calor de ligo, tem as sombiancelha urna
costura de urna estocada, cara redonda, e altura ordi-
naria ; fgido no dia 13 do corrente, do Engonbo A-
raiipede liaixo : rua da Gloria sobrado IJ. 38, ou
ao dito Engenho, que ser generosamente recompen-
sado.
T3r Agoslinho, rabea escuro, estatura ordinaria^
cabello carapuha e crescido, una cicatriz na testa e
outra ua barba, roaos e ps compridos, be mo oftici-
al de pedreiro, fgido no i." do correte mez, Con>tA
ter estado na cidade de Uliuda to matador era cum-
panhia de um carniceiro por nome Antonio congo :
quem o aprehender o poder levar ao sitio ou a caa
do Medico liiilo no atierro da Boa-vista, que ler.
20$ res de gcatilicaeo.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Pono de Pernambuco'
3
V
-o
7Segunda - Ol. 50 m )
8 -T:r ti - 1-18 a.
9-Q:~* -2-6
10-Q:f - a-54 a
x i -S: 4 - 3 -42
i* S:<* tfl - 4-30 N
13~D:-sa O - 5- 42 a
Tardo,
R
Navio entrado na dia 24.
IO DRJANGinO; a4dias; Escuna de Guerra
Nacional Pe Iotas, Com. o.** 'Pnente da Armada
Fiancisco Feneia dos Sanies.
*
Dia a5,
1?AI1I\-, lodias; B Arar. Rozalva, Cap. Rcbt
Rae: varios gneros : Joio Mi t heos. Ton. 160.
Navios sahittvs no dia 24.
Il.HA D\ TRINDADE; Pat. I,.g. Olivia, Cap.
James lUnoboi il : lastro.
SV.NT0S; S. l.aiireuiina Brazilira, M. Joaquim)
Joze dos- Sutos : aal.
BOSION ; B. Arar. Fiader, Csp. Ephrain Alleni:
assucar, e con ros.
RIO FORMGZO; S. S. Joze Viajante, M. Henri-
ques Carneico (CAliueida: lastro. |l'assag iros um*
inulher, e dois eacravos.

ERRATAS.
LW O Diario fie boritem no 2.*annuueio dos aviso
particulares, lin. i3 onde djz QU'* nelle se tratara
(fallando do Congresao de TcopHts) leia-se que nelle
nao se tratara. Ma 5.* linba antes oe lindar o mesmo-
animacio, ond-' diz esto muilo ao fado dos planoa
da A llanca, leia se Santa Aliianca.
fan. na Typ. do Diario 1836.


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