Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02184


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Full Text
_
lili .....II
ANNO DR 1836. SEXTA FEIRA
22 DE JANEIRO N. 17.
5-
DIARIO DE PEfeNAMBUCO:
00
a Tvr.DlM. F de Paria. 1836!
OAS DASRMANA-
18 tata* Cadeira de S. P. era eraR. A. do. Js. do C. de m. del
sea. da The/.ouraria Pulilica. Chae, do f
19 Terca S. Conuto. Re- de m. aud. do Juu de O. da t.
'20 Qnarta S. Sebastiio M. se. daTheao.rarla Pub.
81 Quinta S. IgneiV.M-Rel.de m. aud. do J. do C. den,.
S sA Vicente M. e* da Thes. Public. aad. do J. de O-
93 Sabado O. De.po.orio. de N. S. Re. de m. e aud. do V. Ge-
ral de t era >|nda.
S4 Domingo N-S. daPa.
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLBA GERAL LEGISLATIVA.
REimiA DE AMBAS AS CMARAS.
Extracto da Sess&o de 7 de Outubro.
esdenciado Sr. Bento Barrozo Pereira.
,. Eita a chuada pelas 10 hora e 1 quarto da raa-
uha, echndose prsenles 28 Senadores-, e 51 Le.
puladoa, o Presidente derlarou aberla a sessaS, e li-
a a acia da aiUecedente, foi appi ovada.
Proceden a abe I ara das acias dos Collegios elei-
loraea para a purac.a& do Regente.
Goiaz.
Colltgios : da Villa de Sania Cruz ; Cidade de Gbi-
azj B-a-vsta; Meia Ponte ;-N. S. do Pilar; Villa
deCavalcanti ; Natividade.
Total dos votos: Snrs. Feij la9, r. de Lima e
Silva 4a, Costa Carvalho 21. Joaquina Al ves de Oli-
vara 17, Visconde de Congonhas i5, Hollanda Ca-
alcanti 5, Paes de Andrade5, Joa BaplUta Macha-
do Corumb 5, Francisco Antonio Cardo*" 4, Fran-
cisco de Paula Souia Mello 5, B. P. de Vasconcel-
los 3, Marque de Palma a, Limpo de Abren a, Jo-
s Rodrigues Jardioa a, Feliciano Joze Leal 2, Mr-
quez de ltanhaeni a, Arrehispo da Baha, Verguei.o,
j ,11 Caetano Fet reir de Aguiar, Joze Bonifacio,
Mariim Francisco, Vicenle Aires da Si va, Mauoel
Rodrigues Jardiin, Luiz Gouzaga Camargo 1.
Mato Grosso.
Collegios: da Cidade; Pocote; Villa Diamantina
do Alto Paraguahy ; Cidade d* nato grosso.
Total dos votos: Snrs. Feij 34, Bi-po de Cuy
t> 18, B. P. de Vasconcellos I7, F. de Lima e Silva
11, Mrquez de Palma 1O, pae*de Andrade 9, Brau-
lio Moniz 7, Araujo Lima 4, Hollanda Cavalcanti 3,
Carneiio de Campos 3, Marque de Itanhaem a, Jo-
ze Bonifacio, loaquim de Almeida Falco, Aureliano
de Souza, Visconde de congonhas, Mrquez de B-r-
barena, Luo, F. de Paula Souza Mello 1
Espirito Santo.
Collegios: da Villa de Benevenle; Cidade da Vc-
Total dosvolos: Snrs. Feij 3a, Hollanda Caval-
ranti a9, r. dos Santos Finio a3, Araujo Lima 16,
padre M-icalino Pinto Bibeiro Doaite 15, Paes de
Andrade3, i-reilas Magalhies 2, loo Climaco, F. de
Lima e Silva, Mariim Francisco, B. P. de Vasconcel-
los 1.
Alagoas.
Collegios: da Villa de Anadia ; Cidade das Alago-
as; S. Miguel; Marey; Assemblea; Villa do Pe-
nedo; Itaip; Atalaia. V
Tctal dos votos: Sor. Hollanda Cafalcanli 161,
Tildo agora depende de nsmesirios. da nossa prudencia, raoda-
racao, e energa: conlinuemo conw principiamos, e seremos a-
puntados coui adiniraco enire a Naque oais culta.
Proclamacio da Jtitmblta Otra! de BratH
Subscreve.se a 1000re. mensaes pago adianlados netaTpo;ra-
correspondencia lee;alsa.sas. e aiinnneins : iisermdo.se estes gra-
tis sendo do proprio.assignantes. e indo assiguados.
Araujo Lima 1OI, F i 97. Lima eSilva 85, Paes
deAndrade55. Fernaodes de Barros 46 Chichorro
da Gama 15, F. M. Marlin*Ramos i3, Joze Boni-
facio la, Assi* Ba.be.za 6, F. J. Gorrea 6. Barata
4, Padre Caldas 4. Vasconcellos 5, Bordes 3, CayrU
, Manoel Veira Dantas a, Miranda Henriques a,
Antonio Lui de Antas, Carneiro de Campos, Ignacio
Arcliili de Vasconcellos, Alencar, M. deCaravetlas,
D. Nono, Costa Carvalho. Bamiaio, Manoel Rodri-
gue do Monte, Manoel de Sequen-a e Silva, Mano-
el Mondes 1.
Rio Grande do Norte.
Collegios: da Cidade do Natal; prnceza ; Porto
Alegre. .
Total dos votos: Sois. Feiio 66, Francisco de
Brlo Guerra 4o, Hollanda Cavah-anti a7, Manoel
do Nasciraento Castro eSilva 18, Cypriano Joze Ba-
rata de Almeida i4, Araujo Lima 9, Silva e Souza 8,
Moraes Navarro 7. BasilioQuaresma Trrelo 4.^ An-
reliano de Souza 4, Lima e Silva 3, Alencar 5, V.
He Paula Barros a, Thomaz Xavier 2, Antonio de
Hollanda Cavalcanli a, M. de Caravellas, J. L Bor-
ges, Joze Xavier Garcia, Araujo Vianna, Pe* de
Andiale, Antonio Joaquina de Moma, Jlo Candido
de Dos e Silva 1.
Sergipe.
Collegios: de Ilabaiana; Propia; cidade de S.
Chi-istovin ; Villa da Estancia ; Snto Amaro ; Villa
Nova do Rio de S. Francisco ; Lagarto.
Total dosvolos: Snrs. Hollanda ovsWnli a88,
Lima e Silva i06, carneiro de Campos 6, r.sla car-
valho48, Arcebispo da Bahia 2*, Barata 24, M. de
cravellas 17, Joze Bonifacio 7. Feij 15, J-ze Nunea
Barboza 14, Manoel Joze da Silva Porto 8, Manoel
Joaquim de Barros 6, Araoio Lima 4. M.noel La-
dislao Aranba* Dantas 4, B. P. de Vasconcelos 4,
Braulio 3, Barboza Madureira 3, Marcelino de Brito
3, Fernandes*da Silveira a, Matta Baccellar 2, Vi-
cente Luiz de Freitas a, Joze de Barros Pntente! a,
V. deCayr, Cactroe Silva, Paes de \ndrade, Ger-.
miniano, Mariim Francisco, Botto, M. de Barbace-
na, Manoel Joaquim de Souza Brito, Francisco Bar-
reto Vasconcelloa 1.
Babia.
Collegios: da Capital ; Cacboeira ; S. Amaro,- S.
Francisco da Barra ; Villa de Caravellas Inharobu-
pe; Jogoahv; Jacobina; Villa dos llh-os; Cayru;
Itapicu. de Cima; Villa da Birra j Cael; S. Jo-
ze dcCariohan ; V.lla do Joazeiro ; Rio das Coritas;
Contituiclo ; Pono Seguro ; Camama; Villa Nova
da Rainha ; Grvala.
Tolal dos votos: Snrs. Costa Carvalho <* >6, Hol*
Ianda435, Feij aao, Paes de Andrade 105, C-ra*
vellas 103, Barata 95, Joze Bonifacio 49, Calmon t.i,
Araujo Lima 3., Arrehispo da Babia 3, Sanios Va-
lasque8a6, Carneiro de Campos a5, Augusto da
Silva 18, Souza Martina 1 Lima e Silva 13, Vas-
concellos i2, Araujo Baatna iO, M. Kerrei.a da C-
mara 1O, Visconde da Pedia Branca 8, Paim 8, A.
Fe. reir Franca 7 V. de Cay 7, A. C R. de An-
drada 6. J- J- P- d Vaaconcellua 5. L. F. Franca
5 V. da Torre 5. Antonio da Silva Telles 4, M. d
Itkbaem 4, V. do Rio Vermelho 3, F. de Paula Hol-
landa Cavalcanli3, Francisco Gomas Montezume 3,
Alencar 3, Luiz da Guara Morara 3, Manoel Auto-
PARTIDA DOS C0RRK10S.
Olinda_Tndosos diasao meio da.
0diana. Alhandra, Paraiba. Villm do Conde. Mamangaape, Pi-
lar. Real de S. Joao. Brejo d'Areia. Rainha, Pnmbal. or A-
Soma. Cidade di Natal. ViMasde Goianninha, e Novada Prioeo.
an: Cidade da Fortaleza. Villa do A unir.-, Monte mor noo*
Aracat^ Cascavel. Canind. Cranja. Imperatrix. S- Bernardo*
S. Joa do Principe, Sobrar. Nva d'KlRer. Ico. S. M atheas,
aulio do smitriie. Santo Antonio do Jardiin. Uaextramobim, Pan
uailia- Sejfiinda e Sextas feiras ao meio i>
Santo AnioTodas as quarias frira no roiO dia.
Garanliuus. > Bonito nos dia 9 e z.i do mea ao meio dia,
Floresno dia 13 de cada niez ao meio dia.
Serinliaem. Hio Formoxo, e LimeirasSeguadu, Quartaa,
Sextas feiras ao meio dia.____________________
nio Cal vio 9., Martm Francisco a, A. L. Pereira da
Cunha a, Joze Ribeiro Soares da Rocha a, Paulo
Joze de Mello 2, Joaquim Ignacio da Costa Pereira a(
Goncalves Martina a, manoel atessas de Lelo a,_ u.
de Barbacena, V. de B*rbacena, Paula Araujo, Silva
Velho, A. D. Feij, Hollanda Cavalcanti, Podrigea
Bandeira, Pereira Reboucas, S >ua Paraizo, Anto-
nia de Bitancourt, B. de Jacafahi, B. dajParnabiba,
Mello e Maltn, Clemente Pereira, Joze da Silva Lis-
boa, Chicorro, Joaquim de Lima, Borges de Figue-
redo. Castro mascarenhas, Braulio, J. ijrancisco da
Almeida, Almeida Torres i.
O Presidente declarou que a ordem do dia da se-
gunde vjelo era a continuado dos votos para Regente
e levantou a se.-sio pelas daas horas e quarenta mi
nulos da tarde.
PERNAMBUCOs
GOVEUNO da PROVINCIA-
Cntinuacad do Expediente do dia i9.
ML.m., e Exm. Sr. O Commandant do Bri
gue de Guerra de S. M. Fidehssima denominado *
Gonie de Villa Flor entregar a desposicao* de
V. Ex. mil bailas de Artilbaria, era conseq^encia
da ique-iea de V. Ex. em offciode a8 de Novem-
l)i o do auno pascado, para municiamento das For-
cas legaes existente na Provincia do Para, cujni ca-
libren sao de 3 a 18, faltando o calibre i por nao exis-
tir nos Ananaes d'esta Provincia. 0 mesmo Com-
maudante tu5 bem entregar a desposicaS de V. Ex.
cem arrobas de chumbo em barra requesitado por V.
Ex. em outro cilicio da mesma data para o mestnd
fira.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
naubuco 16 de Janeiro de 1836. Illm. e Exm.
Sr. Antonio Pedro da Costa Ferreira, Presidente da
Provincia de Maranba. Fiancisco de Paula Ca
valtauti de Albuquerque.
Oll'u o; Ao Commandante Superior da G.
Nacional d'eite Municipio, para, a vista do offcio do
Commandante Geral do Coi po Policial, dar as neces-
sarias providencias para que os Conselbos que tem do
julgar os individuos do mesmo Coi po que a meses se
acham przos na5 deiaem roais de se reunirem pela
falla de Officiaes da Guarda Nacional.
Ao Inspector da Thezouraria, para enviar
Secretaria do Governo as informagoens exigida na
ordem do Thezooro Publico de iS de Novembrodo
auno prximo passado, a fim de terem o devidoef-
feilo.
Ao mesmo, remetlendo-lbe a ordem do The-
zooro Publico marcada com o n. i4y sobre o pesso-
al indespensavel para o Expediente das Reparticoena
da Admiuistraca Geral para o mesmo Inspector res-
ponder, e remetter a resposta ao Governo, que a
* isla d'ella tem de informar, tomo lite foi ordenna-
do.
Ao mesmo, remettendo-lhe, para execolaf
as ordena do Thezouro Publico de n. ~ i59 l4a#
de 144 >*6> ede 148.
Ao Dezembarftdor Belmoute, marcando-Ib



DIARIO DE PFRNAMP.UCO
o da 21 do coi rente para ps Ao Commandaudante das Armas, afim lie mandar
aviroros V.oga es. Militares para q Jynta de Justina no
dia 2 1 do ron en le. .
- A* Ihs|) por a desposica do Tenente Coronel Francisco da
Rocha Paes Brrelo os Indios de Dai reros todas as
tezesque lli'osrequisitar.
Dia 20.
Olioiot; Ao Inspector da Thezouraia, remel-
lendo-lbe ug>* Porlaiia do TUceouro Publico Naci*
iidlhob9 ii9.
Portara ; Ao Inspecti r do Arsenal deMaii-
idft,. Capila Tenente Jaciutbo Al ves Branco Muniz
tfe"t'. para f.zer entrega do mesmo Arsenal ao Ca-
t.i'Pnente Antonio Pedio de Carvafhe, que por
Deceto Imperial de 6 de NoteAhio d< anno p: p:
foi Norneddo para o substituir, e que j pre.-tou o ne-
cesario j ramelo para entrar no xrci o de seu
Empiezo.
Ao Administrador do Correio pira recoremen-
dar os Agentes domesmo eni Serinhatnn e Rio For-
mosoquesatisfacam ao queem um offico, que o I he
emetteti, requisita o Juiz deDireto.Chefe de Polica
interino.
.* o^---------
Delles con/, eprlicu!arfn<|rte dos documentos
N'9, 10. e JI, qrfe o acensado Antonio Moreira da
Cosa, foi qOero rrceb> o importe de alguroas latirs
falsas. o que #he consta por ua propra confissio pe-
queni, e porque motivo. E mas qneira tambero n
foi mar-mese ja fes a Revisan da li-ta dos Jurados, 01
mo o dvia faser emndia i. de Janeiro, segundo fl
disposira do i-tgo 25 do Cdigo dif'Jfcoce.iao' Cihni-
rante o Jftft de Paz flo segundo deshielo deste bairroT, 'i e' nio-q-awfa raao porque .nao lena f'eito.
s***
DIVERSBS REPARTICOENS.

CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
*
i.* Sessa ordinaria do dia i5 de Janeiro de 1836.
Presidencia do Snr.Gusmio.
^iOmparecerao os Senhores Mena, Sou/a," Miran-
da, e Silva, fallando co>n causa os Snrs. Drutnoiid,
Cunta, Catando, e Bernardo de Miranda.
Aberta a ses.so e lida a arta da antecedente fui
sancionada por estar conforme. Receherao Juramen-
to e lomarlo asiento os Veriadori s Supplentes Antonio
Gomes Pessoa, e Francisco Mamede de AlmeiJa. O
Secretario dando conta do expediente mencionnos
seguintes officios. Hum do Juiz de Paz do i." Ds-
triclo do Collegiopara que se juramentaste a quem o
substituste na vara;/ visto estarem doenles os seus
comnanheros: inteirada.
Outro de Francisco Xavier Camello Pe>soa dando
as rasoens porque nao podia tomar juramento, e pos-
se do cargo de Vereador Supplente : que se i hama.-se
a quem compelisse.
Outro de Francisco Ludgero da Paz 1' sendo ver
os motivos porque nao podia tomar corda do cargo de
Juiz de Par do 1." Deslricto do Collegio : que se cha-
inasse o mediato em votos.
Outro de Joze Mai a Geraldes dando as rasoens
porque nao podia por ora tomar conta da Vara de
Juiz de Paz do i.* Deslricto do Collegio para que fo-
t% chamado: que se chamasse o immediato.
Foi approvado-o parecer dado pelo Snr. Miranda
robre ascontas do Procurador do ultimo quarlel do
- passado anno financeiro. E por ser dada a hora ale-
vantou-se a sesso. Joze Tavares Gomes da Fonce-
c* a escrevi. Gusmo Pro P. Souza, Mianda,
e mais que fora o abonador de Francisco Bandeira de
Fai a, qiie.com nome sipposlo recebeo o importe de
oulras. Aocrr-'cemais contra oarcusado, a declara-
ro jurada m citado Bandeira no Juizo de Paz do se-
gundo destrelo, d que pfcir seo mandado, fora este,
enlo seoenixeiro, apresentar-se ao Thesouro, com
0 n/)me de Kt-noel Francisca da Silva, a ftvoivde^nicm
erfb afumas lertra, cufo importe reeehfra', e.-rnfre-
gara ao dito acensado ; e lfelle entrado para bThe-
sotiro rom avalladas sommas no mesmn mez de Se-
tembro, e das seguintes aos dos recehirnentos das let-
tras, oqueatheli nao fizera, pelo que eslava mu al-
cancado. De ludo isto se conclue mamistamente ser
elle o defraudador do Tbesonro Nacional, pelo que ral
t incurso nos artigos 167, 168, e 257 do Cod. Cri-
mina'. Pelo que respeila o segundo acrusado oex-
r-agador Joo Liie Ferreira da Silva, consta dos do-
cumentos N.0' 9, c 10, que a elle dirigir o primeiro
Recusado huma carta por Francisco Bandeira de Faria,
o mesmo q ie receheo o impoitedas le I ras com o no]
me supposto de Manoel Francisco da Silva, carta cu -
jo conleudo se ignora, e' nao aparece, mas que diz o
citado Bandeira, ter sido sobre o negocio das lettra :
e mais que fora o aecu-ado quem indicara aos officaes
da repailico, para se Ibes passar guias, o supposto
Manoel Francisco da Silva, e Francisco Bandeira de
Faria Jnior, abonando os como proprios.
A circunstancia de ter o citado Bendeir represen
tado perante o aecusado dons papis, j de caixetro de
Antonio Moreira da Costa, levando-he caita deste,
ja dono da lettra para o fater assignar no Th eso uro,
unida outras, induz crminalfdade no acensado,. e o
demonstra participante no ciime, pelo que'est in-
curso nos artigos 167, 168, el70doCod. CrimioaF.
Oterceiro aecusado Francisco Bandeira d Faria .'j
segundo sua p.opra confisso noJirizodePaz do se-
gundo deslricto deste bafrro, osoppoto Manoel Fran-
cisco da Silva, que por ordero, e co n abono dos pr-
rneuo. e segundo acensados, sssignou oa Ivtos da
rhesouraria, e recebeo o importe "das leltras fdsas,
Dos Guarde a V. S. por'muilos annos. Reef,,
20 de Janeiro de i836. Ao I'l."* Snr. Juiz de PHZ
do 1. Distrito da Boa-vista. Dr. Elias Colho Cin.
Ira, Promotor Pub'iro.
!
lTAE.
Sdva, Mena, Pessoa, Mamede.
*|
PROJIOTORI A.
Denuncia.
ERANTE V. S. Sur. Juiz de Paz do primeiro ds-
triclo do Collegio, denuncia o Promotor Publico Io-
teiiuo Agostinbo da Silva Ni-vcs, de Antonio Moreira
da Costa, ex-colleclor dasdiversss rendas do Bairro
lo Recite, do ex-pagador Joo Luiz Ferreira da Silva,
deiFrancisco Bandeira de Faria, do esciipturario da
contadura Antonio Vital de Oliveira, e dos ca tora-
1 ioi Manoel Joaquim Pereira L0I10, e Antonio Joa-
quina de Lima, e o motivo de sua denunria oseguin-
te:
Que tendo-sena Tbesouraria desla Provincia pro-
cedido exame as cantas das deSpezas doacampa-
mento de Gdianhuns reqnisico do Tenente-Coro-
nel Lourenco Bezerra Cavalcauti de Alliuquerque, se
vei no conhecimento d ter sido a Fazendo Nacional
defraudada da quantia de sete coritos, quinlientos, e
incenla nove niilitis por meio de ledras falsas a-
presentadas, e-pagas noThesouro; lettras estas que
tendosido guardadas, como decostome, entre 011-
troo documentos de despezas, (irlo depois lurladas,
aim deque por meio deilas seno vies.se no cohheci-
nxmlo dos'compiehendidos no finio; e ludo isio cons-
ta des documentos de N." 1 25 que esta ocompa-
nhfo. I
pelo que esta incurco nos artigos i67, 168, e 257 do
Cod. Criminal.
Contra o acensado AntonioVital de Olirdrn, cons-
ta d..s documentos N." 23, e 24, ser elle usado a con-
versar por longo tempo nos corredores da Tbesoura-
r.a rom o primeiro aecusado, e isto do mez deS. Joo
em diante, tempo ern que comecando-se a sttspeitar o
turto, se deve suppor o procarassem enrobrir oscom-
prehendidoa nelle, e fosse o acensado o oceulto, e in-
terno agente do desaparecimento dos documentos
a suspeitoza communicaco com o principal daquel-
les; peloqiieestcompreheiididonoarligoi67, ter-
ceiro periodo, do Cod. Criminal.
Cuanto aos aecusados Manoel Joaquim Pereira Lo-
bo, e Antonio Joaquim de Lima, alem da falta de
papescommettidos sua guarda, que todo lempo
deviaoentu-g.r, ou responder por elles, tem ronlra
si o primeiro aecusado, ter entregue ao segundo, os
rmanos, gavelas &c. onde se guardio papis, sem
chaves, eeixaduras, e ter sido visto o segundo na r-
part.cao tora das horas do servico diario, o que oa lor-
nasuspeitos, sena. d participaco directa no furto
dos documentos, dedesleixoe negligencia que Ihedes-
se lugar, Lm qua'quer das bypoibeses. esto elles in-
cu.sos no artigo 129 8., segundo periodo, terceiro
memoro Nao dizem conti do Cdigo Crimi-
nal. "
He claro lodas as vistas, que o primeiro acensa-
do foi grande agento, e reeebedor do importare
furto eilo a Fazenda Nacional, e que para elle con-
cn eo o leareiro prestando a sua asignatura, ese
contra os outros nao ha provas maleriaes convenien-
te, h pelo menos probabilidade moral de terem ma-
is,-ou metaos concn ido, j para o fui lo, j para a
suppresbo dos documenlos, e *e se prestar toda at-
tenco aos dados apresenlado, e forem disentidos etfi
juizo com a madureza que a importancia do caso exige,
he de esperar sejio descubertos, e convencidos- todos
os agentes de t nefandoatfenlado, e recaa sobre el-
les a espada da Justica. V. S., prestado o juramen*
to do estillo, queira seguir as formalidades da le.
Recife j5 de Janeiro de 1836.
jfgostinlio da Silva Neves.
Promotor Pnblico Interino.
Com 22 Documentos.
Oficio.
' I
Queira V. S. a bem do Servico Publico man-
dar-meo Processo, em que foi'prnunciado'nena Jui-
zo prizio, e livrametiio pelo orime do armas deezai
o preto Jio Guilherme de Azevedo; 'inTormar-roe,
seo dito pronunciado foi sollo por sua oroVm, ou de
|X stndo nos Armazens desta Alfandi ga hum an
noduzenl-se doze barricas com feriaba de trigo em
mau estado, se avisa ao seu l'roprielario para que n0
prefixoternio de Irinta das contados de boje as venha
de-p.cbar, sob pena de serem arrematadas em h..sta
publica por cunta de quem perlencereio, ou de te
darer a con-ummo se nao bouverem Licitantes.
Alfandegade Pernaiiiburo 2i dt Janeiro de j 836.
O In pretor interino
Jacorn Geraldo Maa Lumachi d Mllu.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
;
A paula he a mesma do N.' 6.
' *%"**
DIARIO DEPERNAMBCJCO.

Sagrada Esc plora as suas sublimes alegoras,
diz : Que/ha hum iucto, que he doce ao paladar, a
amargoso ao ventre : esle fructo be a lisonja. E
com elb:ito : nada p le ser mais ptrigoso aos com-
plicados interesaos d'hum povo, do que o veneno as>
sucaradoda lisonja. Se he hum dever de prudencia,
de patriotismo, e de honra, Tallar ao Povo com^ga.
peilo, diguidade, e precisan ; nao lie menos iM|
de, que no meio de o-cilaces, quando enoawtiad>s
raciociniosacul5 as paix5es, eapapa o liaocinio dos
erros, embainba, sem o pensar, o punbal do dema
pogismo, que a todos fere, e at ao proprio ajgoi ;
para intervir, dizemo, na niorganisaca5 do espirito
publico em taes apuros, be mais prejudicial semdu-
vida a docura da lisonja, do que a sispide da stira.
Phocion, o amigo, o conselheiro, o defensor, e vi-
ctima da ingrata Alhenas, nunca Ihe falln de geito
elogiando-a : por isso Alhenas seguindo os fogosos,
e insensatosconselhos dos Sophistaa, perdeu a sua li-
lieniade, e existencia.
Algunas pessoas (dizem por ahi) lem de'appro*a-
do o tom satrico, e hum lano acrimonioso, rom
que redigimos o artigo do n. i3 sobre o nosso mao
(e muito mo) estado policial, o oulios objeclos bem
com mu os, vistos, e experimentados ruanamente por
lodos : na6 sabemos po s como contentar. E a quem
magomos n< inju-tamente para que nos -caba hu-
ma censura? Se por ventura 1 i vessem os tricado
huuiaenumraQaS de lisidades, cei tameule o proc-
dimento seia outro, e nao admoeslacous, e.conso-
Ihos de pax vbis. O* niales inveterados ronsequenteniente de Pernamhuco, em cre-cimenl"
allenuaiile, exigem medicamentos touniuos : na5 po-
diimos u'hum Irt limitado disiuisoser maisconcisos;
e que seria se tocassemos as materias de alto colhur-
110!? Su-dessemos hum passeio, v. g. pelo Thesuuro
Publico, onde despeito da prohidade, e intereza
asss jeconhecidas de todos os seus Empregados, p-
dtra6 n*a5s assassinas, por indirectos meios, extor-
quir na5 pequea soma Se inlenlassemos audacio-
sos, erguer huma pona ao denso veo, que envolve o
sumario crime da aprcbenca'dos famosos barr* de*
moeda de cubre alcatroada ; cojo abandono acordoli
j a solicitude do Gobern (Central, recommendando
a pronta decepaca deste ngordio Se emprenhedes-
semos hum exame analylico da famosa, eainda, por
muitos desejada, campanha de panellas Abi sim,
ahile, que seria indecoroso o reaecher ; e latra-
bailioso como querer sondar todo o leilo do Amazo-
nas. Em fim, no outro tempo (isto he, antea do
sete de Abril, e depois da Independencia) na-havia
receio de pesquizar o andamento e estado das Esta- J
ces P ubllcas, dos Ti ihunaea, do Gabinete, e do
ThrOno : boje isso se fia mais delicado ; ou seja pelo .
-roa influencia d'algum Cometa de cauda, e un has ;
ou que, a patritica beneficencia entre patiicios (sen-
do do mesmo partido) dispeuca, prescinde, esl por
ludo, destas cousas d'ante tad pieciosas Hberd.de
de imprensa nad se oonsenle boje de bom grado a
vulgarizacaS, d'alguna isteriol: e .pois que, diz o
velho Pernnmburano : a mudauc dos hiumeijs lae:
UUVI V I I



DIARIO E PKRNAMliUCO.
.hiim circulo vicioso em poltica ; isto lie dizer
ijj sua mesma phrase : o Brasil quer ser be.ni ad-
miitishalo, nao desoja a reintegraca de funcin-
Atrios demitlidos, por nullidada, prevaricaca,
cimes de todo o genero, &c. Ergo o Brasil
no entender do Vellyj, nao obstante tributos dos
seus liOTOS funcionarios estao na ine-ma esleir
dosantigos, *i;=5 quer p e esl mirto bin servido Ora pois, deixaremos,
por boje, os patricios no pozo tranquillo dos sena
mpiegos, eni remuneraca de liavc-rem profligado
a anarqua. Como a euiro peitence defender o Di-
ario das arguieoens do V. Peruaniburano, nos s
Cobeadoiiiar, que fo.s^e buril, velbo conh.ecedor, e
que pena tris cousas do Rra-.il, quem nsetase os ar-
gumento de analoga I> typta beb o Velbo, e nao
se olvide, que lodos nos conhecemos, e estamos ao
fado da historia do nosso paiz, e da biographia dos
h> mens pblicos. Q' se nao engfiie, k confundindo
coni a Naci intera (felismente ni fui partida : ) es-
as o. minuta coalisad W homens recrulados para os
empresos. % e pf vel-os contentes, e nedios, ju'igue o
todo t>ela fiarte Este calculo he milito falivcl, e tal
vkz suuetior cogitaca d'lium velho. l'eidoe-se-
nos a digres-a ella foi taaZada ao nosso discurso,
que rio5 podemos omittir o episodio.
Para que alguero se nao persuada, vr-lhoc, mi mo-
cos, <|ue o Diario se li col loando no exti em d'algum
paitdo, quando he bem conbecido o si-u credo, e
teiti-S mais le huma ni designado onde he Q nos-o
P' slo : como o Diario tenlia por divisa a inipa/ciali-
dade entre os partido, entro os hoim-ns, eorazoa-
vel nos principios, dando o competente recomi, on
o quinao, a quem devidamente o merecer ; trans-
crevemosaqui o discurso de M.' de Bioglie Presi-
dente do Conselho de Ministros ero Franca, que inul-
to quadra em refutaca as declmalo* dos <*xultados :
conhecemos muito bem o injusto caracterstico dos
partidos e como j damos huma porca, que n5
era a ultima, i gente^da governansa ; oiica os ou-
fi
tros "
'M.' DE BKOGLIE.
'
Vida' poltica tem seus dias de paz e
seus das de guerra tem seus tempes de repou-
20 e seus lempos de agitacao, sob hum gover-
no orno o nosso, a Opposica esi preparada pra
qualquer aconteciuiento Estamos nos em plena pal
por exinplo? Gozamos por grande accaso dealgum
desses c'o'i'tos, de algum desses raros instantes de tr-
goas que as farces deia a sociedade ? Se o Gover-
no entn se esfo^a por introduzir as Iris algons prin
cipios de ordeme de futuro, alguna principias desu-
bordnaca e de jerarchia ; se reclama simplesmente
esses meos de vigilancia que nenhum Estabelecimen-
to poltico pode dispensar, enta5, vos o sabis, o ru-
mor he grande, o Governo de-confia do paiz, 0G0
verno fu* offeiisa ao paiz, 0 Govet no paga rom ingra-
lida osbo'is sentimenlos do paiz. He o qne so vos
dizia anda nuO ha dois niezes quaudo discutamos
a qtnsta dos fundos secretos.
Velo contrario, ronca a tempestad* ? E-t o ho-
ri> .me c negado de tormentas ? rercebem-se ao Ion-
te >toaesP*l'cursures das grandes catastropbes ? Se
p Governo se afadiga para desvia-la'1, se o Governo
chfjma a si os poderes pblicos, se reclama dos mus
agentes alUmas.meoNdas 4 rigor e d vigilancia;
= o Governo P'Za os ps a Con-tituica do paiz.
Nada de precau?es, nada de medidas preventivas:
a Constiluica nao authoriza a prevenir os erii
Em iim loma a sedca o carcter da guerra ci-
vil, entiincbe|ra-9e as cazas, ha se de mister em-
pregar o canh. 5 para desaloja-la 7=0 Governo fez
meiralhar os cidadas inc.flVusivos ; reina t sobra
i uinase sobre cadveres ; chega-se ao ponto de cri-
minado, porque n* prodigalizou o sangue dos sol-
dados, afim de poupar algnma paicd.es.
E sto nao he ludo. Quando a insurreica fo
vencida, quando a forca para, quando a espada en-
trpu na bainh'a, tema juslica a sua ve/.. Aqu tam-
bem, qualquer partido que siga o Governo, nao
ha para elle salvaca. Depois de Junho, sobre a.fe
do p.iss.olo, sobre a de precedentes numerozos,
rcenles, iiicoutestados, invoca o soccorro das juris-
dices militares, d bunal prpnunciou que tsses precedentes nh tem for-
ca ; i.-duvin ,s Ministros sao reos d'estado que devem
perder .cabeca no cadalalso. Depois de Abril, re-
coire a jurisdica poceiite e circun-pecla do tribunal
dos pares. Accu/a-o, porque i.niba da liberdade
daspe-soas, porque entrega os i>s aos horrores da
priz preientia. Em fim se nos accontece pensar
qe o prrda deve ser o.preco da suhroissa e ilmr-
"pendinieiilo, naosa'aiio da arrogancia; senos
accontece pensar que n. se deve alirar o perda
cabeca de furiozo <(' e o rejeiU com o punho cer-
rado e os arneac" na boca ; n-- sontos entes feozts,
ebutres esfaimados sobie a pieza, respirando apenas
odio e vinganca.
I-lo, eu ciierordo por necessidade da discussa,
sem me sui prere.nd r e em qneixar-me : temos en-
Mlnei-idona vida publica, estamos aguerridos sobre
M injuslicas dos homens, estamos alleiios linguagem
das iacc'S : be natural que acerca dos adversarios
natos o necessaiios destas, acerca dos defensores da
ordem, dos defensores do Poder, encontremos a ca-
da untante no caminb", alguma des-as aecusaces
geraes, algiirita dessas crituiiaies banaes que diri-
giodo se iudistiacta e invariavelmente a todos os M-
nistius, quaesqner (jue el'es seja, j nao recabem
sobre ele mais do que sobre aquelle ; quereprodu-
zindo se indistiucla e invariavebnente em todas as
circunstancias da Riesma mlmeza, nao se dirig-m a
tal medid mais de que a outra qualquer. Mas bom
he que ninguem se deixe engaar, que os homens
sensatos saibi como llu-s compre haveremse, os ho nens'graves e serios accriiem essa moeda tor-
rente dos Governos reprezeu'ativos, lo pelo que va-
le e nada mais.
(Da Aurora)
EXTERIOR.
Noticias do Chile, do Per, e da Colombia.
Buenos-Ayres 3 de Outubro.
i.....Hhi I T 1 !
tema que o pode tomar feliz. Todo aquelle quede-
zeja o bem geral, deve cooperar eficazmente -.-
to sagrado Iim.
Os negocios do Pe ti complcSo-se 'cada vez u;a,.
e delles nao se pode formar pino alguma.
O General Andi Santa Cruz foi reeleito Prtiidep.
teda Repblica de Rolivia.
As fre Repblicas de que s compuuba oulr'ora
a Repblica de Columbia parecem acbar-e no mais
lastimoso estado. O General Vargas que succedeoao
General Paer. eomo Presidente de Veneeuela, bavia
ido deposto ; declarif o os revoltosos que qaariio
restabelecer oantgo regiiiem, is'o he; huma Rep-
blica nica e indisivel flum eorpo de tropn, eom-
mandado pelo Coronel Ovando, hia uiarcliai de 'Pato
contra Quito.
(Do Jo mal de Comniercio.)
PublieacaS pedido.
MiA.V* Ex.-0 Snr. Por veres lenboofBciado a V.
Ex. sobre urgentes precizes deste Municipio, de
novo falto de providencias, e erobaracado na Admi-
nistracio da Justica me dirijo a V. Ex. a quem eahp
velar na segu anca, e piosperidode da Provincia, e
que em seu disvelo se nao esquecer do decadente,
abandonado Termo de Iguarass. No tenho forca
publica para prender os acinorosos, que a seu saleo
vagueio at meu Termo-, aG. fs. nao se presta, n|o
obstante os exforcos de seu digno Chefe, e he muito
quando requesitando 10, eu 50 homens, seaprezen-
to 2, ou 3 sem armas; se com estes consigo alguma
captura, o prezo foge no da srguinte, porque nfio ha
aqu prizio segara, poneos dias ha, fugiu-me hum
assassino de 4, ou 5 victimas, qua (inbe onseguido
segurar, e que se pode logo vadir. Vio ha tambem
caza para se abrir a Sesso le Jurados, falta mob
paradla, papel, tinta &c. 4tc. poique a Cmara nao
tem renda alguma, nestas cirduostanciai impossivel
be gurantir osocego publico, e fazen- areichar recia,
e firme a administracfo da Justica. Si* atas, quea-
ponto necessidades publicas urgentes, queeonvem re-
mediar, eeu anda tenhoesperancas, deque V. E*.
d as providencias, que se ho miste/.
Approveito a opportunidad paro reiterar osmets
protestos, de cousideracto eraspeito apessoadeV.
Ex. a quem Dos Guarda por mmton aenos. Villa de
Iguarass 18 de Janeiro i886. IH."* e Ex.,w Snr.
Francisco de Paula Cavalcanti fTAlbuquerque, Presi-
dente da Provincia de Pernambuoo. Cemente Jze
Ferreira da Costa, Juiz d'Orfos e de Direto interi-
no e Chefe de Polica do Termo de lgusmaV
icao
compre espera
iraes
--losantes de luptni-los. Mujtosd'en
tre vos, Srs., "ao lera esipiecido ; he esta a lin-
guagem que se leve insta tribuna, discutindo-se a le
sobr as associacO^s. i.
Vero o mal por pouco que o deixemo, elle nao
se demora vm insurreica, vm a guerra civil,
vm os at tentados de lodo o genero, entaQa these mu-
da : estes ottentados logo einfallivelmente foi o Go-
verno quem osprovocou ; he o Governo que pre-
parou de longe a insurreica de Lea, que excitou de
pertoa insuneica de Pariz ; he a Polica que dco
o tiro de pistola de Pont foyal. Nao se nos diz ain-
da claramente que fo elle quem langoii fogo machi-
na infernal... raciencia ; nao tardar.
Mas tudoisto he nada. Quando a insurreica
catninha com a frente erguida, quando deita fta a
mascara, e desee com arma ra, he uecessaiio de
certo repellir a forca com a forca. Em (leoria todos
concorda 5 mas de fado, qualquer medida que o
Governo adopte ; pode estar seguro de que nao teve
rasaft, Se procura dissipar os ajunlamenlos, sem
recorrer violencia, se quer insinuar nos gruppos
bom. ns desarmados, afira de la maniereis a ordem,
saespancadoresque arregimenta para esmagarem a
populaca limida. Recorre o ajuntamento aos J^iros,
s pedradas, obliga a cruzar contra elle a baoncla ?
Enta o Cuierno lie avdq de sangue, sao seenas de
parnage, he a mortandad* da ponte deAr!e.
ll F.cebemos hnnlem pela mala do Chile jornaes
daquella Repblica at a2 deulho. O Mercurio de
Valparaso diz, que os departamentos do Per se hi-
vio todos declarado a favor do General S.ilaveny,
a ex.cpcao do do Arequipa, onde resida o Presiden-
te Orbego o. O General Sdlavcrry hia peiseguindo
o General Nielo, cujas Tropas, comtnaudadas por
suballernos, se b uidearo com oexe> cito de Salaver-
ry. Moia gente havia sirio expulsada do Pena; o
General Nicochea recebeo oidem de embarcar-s,
mas parece que ficou ao depois suspensa cssa ordem,
e que o Governo Ihe prometteo o re tiluil-o no seu
pi.'imriro cargo. O (ieneral Slavei y, corno Chefe
da Repubca do Peni, pobcou hmn decreto, assig-
nado em Lima a 3 de Junho 'de i835, mostrando a
necessidade de proteger a industria do paiz, e pro-
hibindo para este fim, a imporlaco no Peri, de
roupa cita, calcados, selins, movis, hijouteria,
plvora, muuices, espadas, espingardas, etc. etc.
Deve este decreto ser posto em execuca 8 niezes de-
pois da sua dala, para todos os navios viudos de alem
da lmiia ; quatro inezes para os navios que vem do
Brasil e do centro da America ; e2 meses para os na-
vios do Chile, Nova Granada, e do Equador. -
Outro decreto, em data de 4 de Junho, convoca
huma AssembU-a Nacional que se de vera reunir na
cidade de Jauja no da i de Outuhio.
Do outro lado, o Presidente Orbegoso, o General
Gamaira, e o Governo de Boliva se bao ligado para
derrubar o General Sala verry, e para estabelecer hu-
ma nova forma de Governo no Peiii, debaixo do sys-
tema deFederaca. Dizia-se que o Congresso hia-se
reunir em Oruro (Boliviu) para decidir a questo de
intervenido da parle deBolivia; ju'gava-se que es-
ta questa seria resolvida allirmativamente. O Ce-
era! Gainarra entrn noi'eiu, fenle de.algumas
tropas, e dirigi aos Peruanos huma proclamaco que
finalisa deste modo :
a federacio he o de-sejo do povo, e o nico sys-
CORRESrONDEUCIA.
Srs. Redactores.
lll \ tenlio a mais tempo vindo bater-lhe a porta,
por ter estado a gozar os bons banhosque nosoffere-
cc o ameno Capiharibe, porm como o interesse pu-
blico me chama novameute nao posso deisar de apa-
recer em campo, nlo para responder ou entrar era
polmicas com individuos destituidos por seos hor-
rendos costumes da Sociedad ; mas sim pira milhor
clariar o que disse em o N.* 257 do seu Diario de 4 de
Descubro do armo passado ; he eom o tal Inspec-
loizi'nlio Portuguez e ltimamente (intitulado por
elle nipsmo) Brazileiro Francisco Vieira da Silva Gui-
mares, e vamos a elle.
Em o seu Diario N. 3.17 manifestei ao publino por
huma correspondencia minha a horrivcl noetaque go-
za e tal Inspector Guimaraes, assim como sensui'ei o
Juiz por fazer tal nomeacao nao s para se conherer
de pe to este eanibal como para servir de Norte all-
lu.-tre Cmara Municipal, e mais Authoridades Supe-
riores : tendo em o seu N. J36 aparecido hum aviso
assignado o Amante do socego publico sensuran-
do ao mesmoJuiz directa eao tal Guimarlesindireo
mente, he quando apaieee em o seu N.* 538 outro a-
visoassignado se Ihe tocar em cata ora cora to-
das estas polmicas, fiquei e tenciona va continuar a S-
car observando o tal Inspector sem encornudar mais o
publico com meus escriptos, porem ja mais medev-
xare ficar neutral avista da correspondencia do tal
Guimaraes inserta em o N.* 244 em que se assigna o
Brazileiro Francisco Vieira da Silva Guimaraens, e
principiarei analisando e refutando a doutrina da val
correspondencia.
Tenho em prmeiro logara declarar aoSnr. Gui-
maraes que as.signando-me en o Espreitedor d
Mundo Novo ni o conheco e rren sei quem heo Sr.
Amante do socego publico e por isso nossose' *
criptas sao diferentes, ainda que os peniamentos pa^.
t'ecem iguaes, porm como elle nos envolve em siw|.
18888^ lh


DIARIO DE PEANAMBCO.
en
correspondencia, todava direi o que entender a ta
espeUo lomando parte na difcza d> Snr. Amante do
socego publico: dii o Snr. Guimares refutando < a-
iiUncio desle que sencuravajao Jniz de Paz do 4-* Dis-
tricto da Rilieira por ter nomeado para Inspector a um
homem demos cosiunvs, &r. fie..... ; otw
que avista da accuzecio que perante o publico Ihf fa-
lla o Snr. Amante do soreg publico, en tandeo fala-
lava coin elle, qoe por sso rogou ao indicado an-
nimo eni o N. S38 houvesse de declarar seu nonie, e
rom qiiem se devia entender dito avizo, e que com
ffeito declarou com quem se entenda ante* dr ser pu-
blicado seu aviso &r. ; responderei pelo Snr. amante
que o Snr. Guimares nesta primeira asserco confes-
t>a toda a arguicio que Ihe faz o Sur. amante do socego
publico, porque nao tendoeste Snr. declarado em seu
aviso entender-se com o tal Snr.GuimaiSes, mas sim
rom o Jniz |or ler nomeado huro bomem despresivel
Ate. &c. Coni'esaa elle mui pozitivamente que iten-
deo fallava com elle, logo ajuslou-lhe bero a carapti-
ca que Ihetalhou o author do tal aviso, e a sua affirma-
tiva nos niodeixa em duvida.
Passarei a segunda asercio era que o Sr. Guima-
res se dirige directamente a mim ; diz elle ler um ta-
ino na ra do Bangel, eque nio ha Ley que prohiba
a nomeacio de Inspectores aosque possuem lalhni c.
&r. ; cora solwjas razes aensurei ao Sr. Juiz nio por
nomear para Inspector a um individuo que tem talho,
roas sim por nomeiar a um homem de pessms costu-
mes, que devendo vellar e cuidar no bem publico,
tem sido o proprio a pertubar a boa ordem ; era quan-
to ao assassino concorda o Sr. Guimares que eteve
preso, poim que foi imputacio (alca que Ihe fizeiio?
e que dev a elle dizer ? que fui vardade : de cei lo que
nao ? porin perguniarei, e em quem foi feilo ease
assassino, ai doi ? ai cru-ldade e ingratidio ? a pru-
na nie cai da mi ao publiral-o ? ? foi na pes*oa de seu
ogro ; e precitava o Brail que este canbal aportarse
aasuaspraias; nio sahorrorisa este monslro em a-
parecer entre bomens ? E sena pouco escandaloso o
Sr. Guimares avanear publicamente com um ponhal
para o Snr. Reis, chamando em seu favor outror ejus-
dem-furfuris, e destribuindr.-lhes as armas da Naci
(queo Inspector nes*e lempo Ihe tinha consentido ter
m sua caza) e com ellas mandando que alii assem no
Sr. Reis; acrescentando mais direi, <|ue ainda eal
impune por um dilicto de nao pequea moma, em
qoe aroeacou a seguranco individual, urna das maio-
es garauliasjdo tidadio, ecomohera, e he amigo do
Sr. Juiz de Paz, e do Inspector desse lempo licou em
nada, e domine ? ?...
Em qiianto ao mais jnlgo roe ni<> dever occupar
em refutar, s sim aconselho ao Sr. Guimares, que
i morando rom quera falla ero|publico nao se adiante
m atacar com brutaes palavras ao seu contendor, se
quizerJer algum diforco nada mais uatuial que cha-
mar-rnea esponsabelivade, porque pronto me ai ha -
. r para prova tudo quantu tenho dito, faltando-me
ainda niiiito mais que dizer dos seu* horrorosos rrimes
cometidos depoisque ellesahiu na Gidade da Pornhi-
Jja de caza deseo generoso Thio o Sr. Virtoiino Joze
Pereira Maia atheaolnspectorado do 4 Desluci da
Bibeira.
Rogo-1 he S> m. Redactores, deem ao prelo estas
mal trabadas linhas^pira ver se abreosolhos des bous
para infundir ao raaos
0 E-pr itapor do Mundo Novo.
AVIZOS PARTICULARES.
Ejgunta-scao Snr. Fiscal da Boa-vista se S. M<\
pasta oh nao pela ra d'Aleg ia, e se passa se nao \o
o uionluro que. se acha no mru daquelU i ua feito por
alguna de-eus moradores, principalmente p->r ir-z
Sois, da ra. que alravessa d Jegr ia com lino de seos cavallos.
Pergunta s? mais se o Snr. Fiscal nao sabe que pe
Jas postuias Municipaes ficou prohibida a criarn de
.poiuosdeni iodos povoadospara consentir que exista
na roa da Gloiia a maisdedois anuos um porqueiro,
que com 6, 8, e mais poicos torna a roa u'Alegria, e
ua F iaiuhaticas quase nlrauzitaveis. Isto deeja sa-
bir
O Perguntador.
^ Quem lier para alugar urna e erara, que
^aiba, faser o ser tico ordinario de urna caa, eumu-
/ravo, que sirva para o servico de ai masera de cou-
ro: aunuiciepoi esta lilha.
a/9 Preciw-sede 800$ reis a premio de um por
cento, com hipoteca em urna casa, por espaco de um
juto ; quem quistr annucicie por esta folha.
yy Quem annunciouquerer comprar a Recrea-
do Filo**fi""a, eTIiesoui- de Menino, djiija se arun
Ms.Flotes eaaa.pegada Typogitf...
^ry Precisa-sede um homem Europeo, ou roes-,
mo Brasileiro, que seja gil para ser rmpregado em
um estabelecimento neela praca, adverte-se que noj
loja, nem venda, eexige-se que saibaler, escrever,l
e dando fiador a sua conducta ; annoncie por esta
mesilla folha. |
/y A pessoa que precisar de um rapaz Brasileiro
bastante abil para caixeiro de loja de fasendas, srma-
em de assucar, ou para ra, dii ija-se a casa de Anto-
nio Pedro das eves, junto ao arco da Conceicio D.
33, ou a fallar na ua da cruz com o Azevedinho casa
n. 57.
*jry Precisa-se'de om feianr, se for Europeo mi-
Ibor, que emenda de plantar e limpr larangeiras,
poudar parreira, e plantar ertalice : quem se propo-
zer a mu procure na i ua da cruz n. a4, ou na ponte
do Uit sitio da Otaria na ultima casa.
fl^ Oabaixo assignado tendo sido encarregado
de urna sociedade em um rmaseos decouros na ra
do Encantamento, em que era socio Jacinto Alfonso
Botelho, ceste querendo menoscabar osen crdito,
tem a diser ao i espeitavel publico que tanto o Snr. Bo-
telhoromo o oulro socio f.irio pagos dos seus fundos
e lucres, durante a mesma sori>dade, e pra o tuturo
nio ha ver engao faz o presente annuncio .
JozeMaiia Palmeira.
W> Precisa-se de urna pessoa capas para ser era-
pregada em um estabelecimento distante desla praca
18 leg.ias : a quem conviere se queira ajustar apareca
na rug do crespo D. 12, onde achara com quera t re-
la r.
%iy No boro do Sara pal el do lado do nascente so-
brado de um andar precisa-se de urna ama de casa.
t/9 Quem annunciou no Diario de quinta feira a t
do curente, querer comprar a obra intitulada Re-
creacaS Filozofia, dirija-^e ao Alterro da Boa-vista,
caza terrea de du<>s porta verdes, de manlii at as
novehoias, e de larde das 6 COMPRAS.
.
Ma cadeirinha de ra em bom uzo: quem a ver
aununeie. >.
jcy Um terna de medida de seceos, sendo da me-
dida velha : quem t:ver annuncie.
X^ A obra Feliz Independeute : na frafl da In-
depeudoiicia u. a.
VENDAS.
3* Folinlias de porta, de Al&ibeira, 0
de Padre, para o presente anno de. 1836,
por pre^o commodo, na Prat^a da Inde-
pendencia, loja de Livros N. 37 e 38, e
na ra da Madre de Dos venaa que foi
do Rezende.
ARRENDAMENTO.
ARrendase urna casa na ra Nova da Cidade de
Olmda,' aonde morou o Brigadeiro Boiges Leal, por
preco com modo : a f*lr na praca da Boa- v isla junto
a Botica do Braulio.
FATO.
M^ TJi'tario um ca vallo de < r ac na provincia do Rio
Grande do Norte, do lugar denominado llha do meio,
casa de Manoel de Sonsa Nogueia ; cu oca vallo lera
os signaes seguintes : gordo, pequeo, bom esquipa
dor, e passeiro : quem do mesmo liver noticia, ou
o aprehender, leve o na Villa do li a casa de Joaquim
pinto Nogueira, ua do Araraly a Joo Thiburtino
Pampelona, naquella praca a Francisco Kibeiro pire*
Jnior, ou nesta na ra do crespo D. 8, lado do sult
N
U
_ Ma escrava cosinha e en-ab a, e bem robuita : no
alleiro das cinco puntal ultima casa antes de chegar o
viveiro do Mnniz lo lado esquerdo.
ajap (Jua venda no alterro dos Aflogados com
poucos fundos, e na roo,mi tem um annazem de sal :
na mesma, que defronle da casi do Escrivio Campel-
lo.
yy Alguns caceos de estopa fetos a 400 reis, as-
Bni romo 56$000 reis de cobre com 10 por cento de
rebate: na Praca da Independencia n. 'i.
*ajr Cartas de rilabas primeira e segunda col'ec-
cio, traslados, caitas para convite de enterro, e SPl*
rao di", cnheciinentos, letras bilbetes parablica."
licores, theatro, eem branuo, re-i^to de todos os S n-
tnn, pautas &c.: na ra do pagmides sobrado de dois
andares O. 10.
Kf Vendes.; e t-mbem se troca por um preto
a'*7* 30 anuos un muleque de i5 a 16 annos, mudo
mmIO e forte, propri'. para qualquer servico : atraz da
Igreja dos Martirios casa de 3 pollas de rotulas ver-
des a toda hora do dia.
%qp Ura realejo pequeo com boas vosea, e 23 pes-
sas de miuiea : ni me ma casa ucima.
yy Um Diccionario Latino ainda novo, por preco
comni'do: na pracinha da Unio ao pe do cambista
u, 19.
rjr Recreacio Ftlosolica: na Pra?a da Indepen-
dencia n. i4-
try Una venda coro pouras fundos, e com con-
modos| ui mesma at as 9 horas d* manhi, e lodo o di no
armase>n da ra do Vigaro n. 10.
yy> Sapatos de duraque decoren bonitas com su-
titas para alar, ob-a bem feda, chiquitos de cores
para c.i i-mca, hotins para meninas pequeas, cartel-
rus de. niarroquim de muito hom gusto, rap de Lishqa
do mais moderno na tena as libras, e a retalho, dUb
Priucez da B'hia : na loja junio a Botica que foi de
Juie Pedrj d'Ahaatara na ra da cadeia no Ren'fe.
yy Gigos'le louca, cadam com iimaparelhode
meea e um de cha de WffeaentM pinturase gostos : na
ma da cadeia D. \%. Veode se a Factura iqlcia, pu
um gigo de p-r el.
ESCRAVOS FGIDOS.
_0 da ai do Deiemhro do anno p. p. fugio do
bordo da Escuna Juvina um preto inariuhriro, por
nome Eloi, estatura regular, cheio do coi po, baibado
com soicas, e os denles da boca da parle de cima a-
boi los, e limados, rosto redondo, beicos grocos, da
naci Bufe, ou cabo Bude, pernas alguma cousa ar-
quiadas, qnandoanda ginga alguma cousa cun o cor-
no -, Uvou urna camisa de baeta encarnada, e cala
de estopa, ou algodo ja su ja de lcali io bastante ve
Iho : os aprehendedores levem-noa ra da madre de
Dos em casa de Joaquim Pereira Peona, quereotbe-
i6de gratieacio iaoJJ reis.
try Benedita do genlio de Angola, um tanto bai-
xa, e magra, pedos caidos, nu-ia fulla, ladina, porem
alguma cousa matuta ; fgida no dia 18 do correle :
os aprehendedores Icvein-na ao pateo do Ca mo sobra-
do de 3 andares D. 9, que receber 3a# reis de gra-
tificar io.
arjr Em 30 de Outubro do anno p. p. fugio urna
negra de naci Songo, representa 18 a ao anuos, sec-
ca do corpo e alta, de nome Mara cabrita, levou vas-
lido de chita branca oom ramox encarnados, e sem pa-
tio : o* aprehendedoes levem-na a ruada Moeda na
ca-a da esquina junto a Burboa.
y^> Fugio a ia do correte as 7 horas da noite
punco mais ou menos urna mulata por nome Joaqui-
na, estatura regular, olhos algum tanto arregallados,
nariz grande e algum tanto chato, heicosgrocos ecom
um tallio no de cima, levando com sigo saia e tiroio
de Ida (forro locho) urna saia de sarja, dois vestidos
de chita novo, e ouiros falo-.: pessoa que a Irouxer
a seu senbor m ra Nova D. 10, receher de g>at>fi-
ciqo ao^g) reis ; e o me-mo proceder contra toda e
qualquer pessoa que a tiver em sua casa, segundos
t-nnos da le.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Pono de Pernamiuco'
s
-I
-a
4 -
Gh. G m
6-54
7-42 i
830 a \Manb.
9-18 .
s 10- 6
10-54
Savio entrado no dia 2t.
Jj SRCELNA ; 43 ; Sumaea Hsp. Anton*ta, C-p-
F. Mariitanes : vinho, e agurdente : Manoel Joa-
quim Rmo e Silva. Ton. 73. ,
Navios saludos no dia 20.
CwENOVA, com escalla por Barcelona; Polaca
Hesp. Delicias, Cap. J-y.ne Cha : varios gneros do
P*Dl'A j Polaca Sardn N. S. do Carato, Cap. Joao
Chlappc: varios gneros do paic. Paasageiros 5.
Ptrn'na TypTdo Diario 1835/


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