Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02183


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Full Text

ANNO DE 1836. QUINTA FEIHA
21 DK JANEIRO N. 16.
Pkrnahbuco, Tvr.nM.F de Farm-1836.
IIIAS OASRMANA-
WSBB "iiiiii "iinJTimraiiMrga IR S*R.."d Cadeir. de S. P. em crnll. A. *. o C. de m. e del
,cs. da Ttiexonrara Publica. ( hww. ^ .
ll Terca S. Conoto. HaManH aud. d. Juia de O. de t.
50 Qttart S. Mwstiao M. Mt. Ha Th.-zouraria Pnb.
91 Quinta S. gnea V. M- Re. de ni. aud. do J. do C. de m.
ttSto& Arele M. *es. da The,. Publica aud. do .1. de O-
83 Sabbuto 0 l).-s,,o,oro de N. S. Bel. de ni. e aud. .'. V- Ge-
ral de t em "linda.
* Domingo N- S. da Paz.
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
Continuaras do Decreto incerto M>N. ante-
cedente.
/% Rt. i3. N<> fin de cada mei formar-M-bt huma
lista da ra lar que se hottverem re*titdjid as Admi-
istracu-s, porae nio ebr*in a rwidenciaj e nao
ae haverem encontrado aspessoas, ou estas s le era
i-. j iUlo. lista lista ficar expolia ao publico po'r e9-
uafin de htim anuo, pralieando se depon a respeito
deles cartas, o que determina o artigo 56 dore
gulamenlo de 18?9, se ne**e lempo nao liverem sido
uro. unidas e entregues a sena dorios, precedendo a
conveniente verificcio da ideii'i-lado da pessoa pelo
lesteinunho de Igum dsemt>regitIos da Admuis-
tracio, ou de duas pessoas fidedignas e conlueidas
nella.
Art. i4. Alem do seguro, ora existente, haveio
uidts dous; hura de certa e determinada quantia,
Adiniuiolraces, conforme o lunar para onde sedes-
linar; eotitro de caita reconiiPeiidada, que pigar
qualro rentos res, devendo ambos ir rom porte pa-
go. Por todos estes seguios respondei as Admi-
nintrace onde forem l'eitos, exceptnos casos espe-
cificados no art. 85 do regulamento de I8a9, enlen-
dt-ndo-se que, n> de extravio de carta recornmeo-
dada, ser a dministr.ico responsavel pela metade
da quantia que presentemente seda pelos seguros ex-
Utentea.
Art. 15. Para serem d'ota em diante eniregoes as
cartas seguras, na f-.rma cima declarada, a A Imi-
nistracio dirigir ao* douos dellas hura bilheie im-
preso que ser entregue pelo Correio do Districto,
concebido nos seguintes termos: o Adminidrador do
Coi reio Geral de.. roga aoSnr------queira chegar
a esta Adniinisliacio para receher huma caria vinda
de. .. Correio G>ral re... (noine da Cidade) em..
(odia e ue7.)dc... (o anuo). Logo que o dono da
carta comparte, em constquencia deste avi-o, far-
m? llte-ha entrega della, asignando primenament
pec'bo no livro ero que se devem lancar aacartasre-
con.mendadas, sendo o dilo dono pe-soa conhecnl
d< Administrador ou dequal quer emptego da Ad-
niininlraco j nao o sendo devora o dono apresen lar
duas pessia fidedguas e conhecidas della, que ven-
fj.|tii| a sua identidade, assignando Como testemu-
nhasomeMiio recibo no livro. O melhodo da es-
ci ipturaQa desie livro ser dado pelo Administrador
do C< rrei" Geral da Corle.
Art. i(). Os Peridico.'sero como ate" agora fran-
cos de porte, fkandn .rnente sugeitos ao pagamento
de cinto reis por Volunte ao Correio do Districlo, na
forma do ai ligo G. do presente r.gulamcnto; porera
nio serio remettidos os seus destinos, huma vez
queaspessoas que os enviaren! lhes nao tenho cor-
t*do inteiramenle as tres margeos brancas, exteiio-
il. 17. OGoverno fica aulorisulo a igualar os
portes Unto das caitas como dos pe odeos receidos
de paiics eslrangeiros, quelles que nessrs paiz.es se
exigrem pelas cartas e peridicos que l'orcm reme!
Tudo agora depende de nos mesoios. da ROM prudencia, rooil
racao. eanerflai coiilinu.....1Clima priB|ianio. e ereuioH
poiiudohcom udmiraco entre as Naques uiaiscultas.
Proelamafo da Antmhlra Gnal do ron'
SuWree-e a lOOOra. meniacs pa,o adinnlados nel Tvpoprw
fia e na l'raea da lnd.i.ende..r.ia N. S7 e 3S : onde se reeel.en.
correspondeneia-le.r.-.lisaMas. e ai.o.ine.ios, ins.-r.ndo-e esles i-
ti endodospopijonassiBiiaiile. C viudo MllglIRltQI.
PARTIDA ROSCORRKIOS.
Olinda_Todoo diasao meio di a.
QniaiiR. Alhandra. I'arail.a. Villa do Conde- Mamanfuape. ri-
lar. Real deS.JoSo. Hiejo d'Areia. Rainlia, Poinlial. o a-
Soasa, (idadedo Natal. ViMas de C.oinnninha, C Nova d Pr.nee.
za: Cidade da Fortaleza. Villa, do Anuirs, Monte BMW OVO.
Araoatv. Catcavel, Canind, Granja, Traperaura, S- Reroaraoo
S. JoSodo Principe. Solw.r. Nvad ElRey. Ico. S. M aihe.
aelio do ancue. Sanio Antonio do Jardim. Ueeuunobim, rar
nailia Secundas e Sextas feiras ao meo **
Santo AotSo-Todasas (piarlas feiras aoisi (liininhiiiis. e Bonito- nos das 9 e 2 dn mei ao meio da.
Plore no dia 13 de cada mez ao meio dia.
Serinliaem. Rio Fonuozo, e Limeira-Seguuda. QuarUt,
Sextas feiras ao meio dia. __________ ._____
S-iiiiii&wMmJUBW
tidos do Imperio, estubelecendo-se a-sim huma ver-
dadeira recipecidade.
Palacio do Rio J.meiro em 9 de Setetubro de
1835. Joaquim Vicira da Silva SouM.
A9SF.Mm.EA GF.RVI. LF.GISf, VTIVA.
RRUXIaS OP- AMRAS AS CMARAS.
Extracto da Sesso de 6 de Outubro.
Presidencia do Sr. Rento Barrozo Pereira.
F
Bita a chamada pelas 10 Imra p 1 qnarto da ma-
nh, e achando-se presentes 2(3 Senadores, 59 l)e-
pulados, o Presidente declarou aborta a sessa, e l-
da a acta da antecedente, foi ap|it ovada.
Proceden se abertura das acias dos CoHegios elti-
toraes para a apura<;a6 do Regente.
Minas Gentes.
CoHegios: da Imperial Cidade lo Ouro
Preto ; Villa de Qneluz ; larhacena ; .Santa Bar lia-
ra do Termo de 1 tabica ; Mariana; Pomba; Alie-
nas Baepend y Sabara; Pitanguy; It^inanda ;
Vii.t das Lavras ; Conceico do S-i ro ; V'i'l^ do
Principe; Minas Novas; AraSl 5 Iuhira; Villa Di-
amantina ; Campanlia 5 Jaenhi ;' Comnndoraia ;
Pouso Alegre; S. J-o d'Rl-Rei; Sania Quit-ria ;
Curvello; S. Joze; Rio das Vellias f PormigM 1 I-
tacambira ; S. Domingos; Rio Pardo; S. Romio ;
Pai acal ; l>eraba ; Salgado.
Total dos votos: D. A. PVij 976, B. P. deVa*-
roncellos 533, \. F. de P. 11--llandaCavalcanli 95,
J. B. L. Fet reir de Mello 79, M. de C. Paes de
Audrade73. P. de Araujo Lima 47, Joze Joaquim
Fernnndes Torres 4?.. J. da Cimta Carvalh" 36. A.
P. Limpo oeAbreu, 35, M. Ignacio de Mello e Soti-
za 34, Ji*e de Araujo RibetrO 'i9, N. Pereira tle
Campos; Verguero 28, Manuel Gomes da F.-neeca
ai, Cypriano Joze Baraja de Alenla 2i, F-vari-lo
I-'erreia da Vrig-t 19, Antonio la Cuita Pinto 15.
Vi.scondede Cacle 15, J. Braulio Moni/. i4, P. leP.
Souia Mello i4, M. de Batbacena i3, V. Congonhas
13, Custodio Joze Dias II, F. de Lima e Silva iO,
ArcebispodaBaliia8, J. I. Borgps 7, Joan Baptisla
de Figueredo 4i J-3!e Joaquim Rodrigues Torres 4,
Candido Jote de Araujo Vianna 4- Marque* de Bae-
pendy 3, Francisco de Paula H -llanda Cavalcanli 3,
Gabriel Mendes dos Santos 3, Antonio Mara de M.u-
ra j,"Bspo de S. Paulo 1, Conde de Valenca 2, Cy-
riaco Anionio de Araujoa, Antonio Pedro da Costa
Ferreira, J. Mai titiiano de Alencar, F. Coi neiro de
Campos, M. deCaravellas, Antonio Joaquim Forles
le Bustamante, Joze Joaquim da Silva Ferrtand.s,
Joo Dias de Quatlros Aranha, Mrquez de Palma,
Joze^ezario de Miranda Bib.-io, Bento le Araujo
Abren, Antonio de Araujo Lima, M. Ferreira da Cu-
uiara, Tltornaz da ConceicaS Araujo 1.
Concluida a apuracio da Provincia de Minas Gera-
es, o Sor. Luiz Cavalcanli oblendo a palavra disse
que pela lista das actas dos CoHegios Eleiloraes re-
mettidas ao Presidente do Senado, comparada com as
]ue recebeu o Ministro do Impetio e icmeitcu C-
mara dos Deputados, consta va que fallava5 arta* que
anda nio vieraS, remellidas a S. Kxc. o Sur. Pre-
sidente, e assia entende que essas actas se de vera
mandar pedir ao Ministro do Imperio ; porque man-
dando a lei que seenviasse huma segunda va daa
actas ao Ministro do Impe io, nio fra {para ootra
cousa mais do que para no caso de faltarem alguroa|t,
actas, ser temeduda esta f>dta ; alias para nada servi-
cia >-ssa segunda vi O Hlustre Deputado reinetleti mesa lium reque-
rinienlo pra que se pega ao Governo a remeca dat
actas tas eleices para Regente, asquaes na5 leniain-
da sido i'emellidrtS ao PresiderKe do Senado, e que
existem no poder do Ministro dos Negocios dn Impe-
rio, .sendo as de dous CoHegios da Provincia da Baha,
duas da Provincia de Pernambuco, e huma da Pro*
vineia la Parahibaj etc.
Ivste requet imento fui apoiado, e entrou em disctii-
So.
O Presidente declarou Assemhlea, que as acta
dos CoHegios deque o ilustre Deput< jio sen re(|uei imenlo nao viero ao Senado.
Vio ha rendo quem pedase a palavra sor-re ore
qtiei intento, foi este posto i votaca e approvado.
Rio de Janeiro.
Collpgios : da Cidade do Rio de Janeiro ; Iguass ;
S. Ji'io do Principe : I tabora hy ; Mssit ; Nec,eroy
\ illa tle Rezende ; Paral; lili Grande ; M. sonras; Campos; Macah ; Cabo Fro ; Canlagillo.
Total dos voios : Hollanda Cavalcanli a77, Feij
a57, Araujo Lima i/ji, Rodrigues Torres 140, Li-
ma e Silva 1 16, Vergueiro 35, Paes de Andrade 35f
A. J. doAmaral a, Monsenhor Vdgal iO, B. P.
de Vasconcellos 1O, Joo de Cardas Vianna 9, Mar
quez de Marica 7, Baptisla Pereira 6, M. de Cara vil-
las 5, Antonio Pereira Brrelo Pedroso 5, J. Silvei-
ra do Pillar 4. m. de Barbacena 4. Ferreira da V^j-
ga 4, Braulio Moniz 4, B. Barrozo Pereira 3, Cos-
a (.'ai valho 3 Arcebispo da Bihia 3, Ledo 3, Bario
do V seio 2, m- de paranagua a, Mtnoel da Fonceca
L roa 2, .1. m. de Alencar 2, Antonio Joo Rangel do
Vasconcellos, Antonio J o de Lessa, Paula Souza,
Visconde de Cay Joze f mandes da Torre, Rober-
to da Silva dos Sanios Pereira, Domingos Ribeiro
dos GiiimtM-es Peixoto, Francisco de Paula Vascon-
cellos, Francisco de Franca Miranda, Joze Alejandre
Carneiro Leio, n-m-enhor Fdalgo, Manoel Carnero
de Campos, Joaquim Vieira da Si^a, Atireliaoo de
Souza Oliveira Coulinlto, Carneiro de Campo*,
Cirnanle pereira, Joo redro Ca valho de Moraes,
Paulino Joze Soares de Sonsa, joaquim Carneiro de
Campo*, Francisco Gomes de Campos, M. de Itanba-
em, Joze Custodio Dias, Joze Augu.-to Cezar de Me-
nez-s, Bento de Oliveira Braga, Mrquez de Palm,
J. p. dos Sanios Btrreto, Francisco de Araujo Lima,
Joo Pedro kaynard,' Francisco Hollando Cavalcanli,
Antonio Diogo Feij, Antonio Joro de Siqueira, Joio
Vieia de Mallos, Francisco de paula Albuquerque
Bollanda Cav.dcanti I.
O presidente declarou que na sesso seguinte con-
tinuaria a apuracio, e levantou a sessio pelas duat.
horas e vinte minutos da tarde. '
>vo



DIARIO DE P'KRNAMRUC

PERNAMBUCO.
I
nOVERJO da PROVINCIA
Expediente do dia 16.
tos de estima e cpiisjderacaS. que ti bulo sua pessor.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
Ll-M. Sr. A eleica para na Coi pos da Guarda
Nacional deve ser geral como determina o arl. 86
da Le de 18 de Agosto de i83r, e usa agora as Cmaras Municipaes fazer proceder por or-
dena d'esle Governo, expedida para cumplimento do
que se acha desposto no arl. 59 da citada Ley, deven-
do primeiramente as referidas Cmaras fa/er obser-
var a* desposicoens do capitulo a. de serntlhante Lei.
A respailo do Ten-nle coronel Francisco Caroeo
Machado Rios commandante suspen-o do 2.0 Bala-
Ihao, nao pode elle ser reentregado no commando a-
pezar de se ter concluso o auno da snspencaS, por
se achar criminoso. Eis as declaracoens que me
.. compre dar as duvidiK por V. S. oflvrecidas em < f-
ficio de 15 do corrente, que veio acompauhado de
lois do Major commandante nliriuo do referido 2.
Balalha.
Dos Guarde a V. S Palacio do Governo de Fer-
nambu.o 16 de J.-nero de 1836. Francisco de
Paula Cavalcanti de Albuqnerque. Sr. Comman-
dante Superior Francisco Jacinto Pereira.
Louvo mulo o inleresse que Vra., e os seus Des-
trtanos tomara pelas desgranadas vitimas Paraenses,
fch,creven'Jo a sen favor a quantia de 65$oo rs.,
que acompauharu o sen ofTicio de 7 do cor rente, a
que respondo, cuja quantia fica entregue ao Thezou-
reiro da Thezouraria Provincial para ser remetlida
ao seu destino na primeira occazia que se offMecer.
De Guarde Vm. Palacio do Governo de Per-
namhuco 16 de Janeiro de i836. Fiajtcisco de
Paula Cavalcanti d'Alhuquerque. Sr. Juiz de
Paz de Monte Al-gre Jote Lui/. Pereira Palma.
Olero ; Ao Juiz Municipal, e d'Orfas dYsta
, Cidade remettendo-lbe o inventario dos Innadofa-
Jescido Amonio Joze Fereir, remedido da Ilha de
Fernando onde existiam taes bens.
nambuco )9 Je Janeiro de i836. F
rancisro de
Paula Gavalcanli de Albuqnerque. Sr. Joaquim
Bapli.-ta Moivira, Vice Cnsul Portoguez.
OPiezidenteda Provincia em vutude do off -
recimenlo quelbe fez o Sr. Confu de S. M. F. n'es-
ta Cidade, tem a honra de rem.tler ao Sr. Comman-
dante do Brigue de guerra Conde de Villa Flor, mil
bailas de Artelh. ria, e cem arrobas de chumbo, a
lim de serem entregues ao Exrn. Prezidente do Ma-
ra 11I11 com o inrluzo oficio.
(.) Piezidente da Provincia se serve da prezente oc-
cazieSptia reiterar ao Sr. Commandante os jiotes
tos de sua e-lima, e consideraca.
Palacio do Govemo de Pernambuco i9 de Janeiro
de 1836. Francisco de Paula Cavalcanti d'AIbu-
querque.
Continuarse-.
* i-* w \
DIVERSBS REPARTICOENS.
CMARA MUNICIPAL DO HeCIFE.
StssaS do i4 de Dezcmbro de 1835.
Presidencia do Snr.Gusmo.
COIlRF.IO.
<\ Sumaca Cnnce'cio Flor do mar de qi.e Mstr<
Joze Rodrigues Pinbeii o sai pjrajo Arncati nodia 38
do corrente.
%C^ A Escuna Ninfa recebe a malla para o Mara-
nho boje as 4 horas da larde.
ni ---------
Continuacio do Ai ligo
Golpe de vista sebre o Brasil actual.
A
EDITA L.
O- Ex. o Sr. Presidente da Provincia manda fazer
publico que no da 20 do crrenle ter lugar o exa-
medos eppositores a suhstituica da cadeira de Phi-
losophia, e Geometra do Liceo d'esta Cidade.
Secretaria da Provincia de Pernambuco 16 de Ja-
ueiro.de l83'6.
-Vicente Thomaz Pires de Figueiedo Camaigo.
Secietario da Provincia*
Da i8t
Oficio ; Ao Inspector da Thezouraria, para
rtcrber do commandante^ do Paquete Primeiro de
Abril quatro cax<;les que roriduziu da corte com ca-
rimbos para a tnoed de cobre as Provincias da Pa-
rahiba.. Rio Grande to Norte, Piauhy, e Ceai, e
rrecadl-os ale" que se Ibes di destino.
- Poitaru j Ao Comman laiiie do Paquete i.
de Abril para enlngar ao Inspector da Th' zoora-
l ia os caixotes de que trata o precedente oflicio.
Ao Inspector do Arsenal de Ma>iuha paia man-
dar faer no Paquete 1 de Abril os conceitos
e repuos que fonm iiidespeusaveis, a (im de seguir
*jgem para os P01 los do Norte.
Dia 19.
- Illm. Sr. Em virtude da parlicipaca do
Juiz de Paz de paratibe, e do Commandan'e da For-
jado Ca uc, cercados prezos aiiuilombados ; or-
denno V. S, que novamente encarregue ao Te-
nenie Coronel Francisco da Rocha Pars Brrelo do
Commando Geral da refei iila f'~orca, o qual de ver
requesitar ao Inspector Geral das Obras publicases
ludios de Barreiroa, todas as vez"s que d'elles houver
necessidade, para perseguir-se, e prender-.-e sa
borda de barbaros selvagpns. Desta man eir (ira
respondido o seu^ficio de i3 do corrente acerca d'es-
te ubjeetn.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
nambuco-19 de Janeiro de 1836. Francisco de
Paul* Cavalcanti d'AIbuquerque. Sr. Chhmi,hi-
dj:le das Armas Joze da Costa Rebello Reg Monlei-
ro.
Illm. Sr. Seivindo me do ofivrecimento,
que V. S. se dignou fa-.er-me em seu icio de 16
do corrente, tenho nesta occazia remeltido ao Sr.
Commandante do Brigue de guerra Conde de Villa
Flor mil b.illasd'xi telheri e cem arrobas de chumbo
pa,ia aerein entregues, ao Exrn. Prezidente do Mara-
iihato.
Agradecendo as honrosas exprcss5cs do referido
seu-officj'o, cumprauie ren-jvar a V. S. os prole*- I
ViOmparccero os Senhores Souza, Miranda, Me-
na, e Silva, fallando com causa os Srirs. Bernardo
de Miranda, Drumond, Cunha, e Catando.
Aborta a ses.5, elida a acta da antecedente foi ap-
provada p"r estar conforme.
-Secretario dando corita de expediente raencio-
nou os seguintes oificios :
Hum do Exrn. Piesidente, para que mandasse
proceders eleices dos Guaidas Nacionaes do Muni-
cipio : que se expedissem as ordena necessai ias.
Outrodo Juiz de Paz da Luz, para que a Cmara
juramenta.sse a quem o deve subsistituir na tara ;
vistoavtar para fazer huma tiagem : inKirada.
Oulrode Antonio Ignacio de Torres Bandtira,
dando as razes por que n.5 podia tomar pesse de
Juiz de paz do 1. Delicio do rollegio : que jun-
tasse attestaca de algum Facultativo.
Outrode Guilherme Patricio, para que a Cmara
cbamassequem o substituisse na vara de Juiz de Paz
do 2.0 Deslr cto de Jboa a ; visto elle haver sido
prvido no officio de Tabelia publico, e os oulros
seus companheiros eslarem impossibilitad< s de aer-
tirem : (pie se rhamassea quem cou.petisse.
Oulro do Colletor do Baiiro da Hoa-visla para se
Ihe mandar pagar a decima dos predios que a cmara
nelle tem : que se passasse mandado.
Outro do prorurador da Cmara rrprezentendo
contra o procedimiento de alguns Juizes de Paz : ad-
diado.
Outro do Juiz de paz do 1. Destrictoda Boa vis
ta, participando ler suspendido o seu E-crivaS Fran-
cisco Caetano Pereira Guimaraens, e propondo em
eu lugar Ignocencio da Cunda Goiana : ao Sr. Mi-
randa.
Oulrode Feliciano Joaquim dosSant.s, faz. ndo
ver as razoens por que nao podia tomara vaia de Ju-
iz de paz do r Dctrirto do Collegio : que se cba-
masse o immediato.
Oulio do Colltt.r do Bairro de S. Antonio, para
que lhe mande pagar o simeatre da decima das cazas
da cunara : que se pase mandado.
Outro do Fiscal do Becife, para se lhe mandar pa-
gar 3^J)840 res da limpeza da ponte deste Rai.ro nos
mezesdeNovembroeDezembro : que se passe man-
dado. V
Fora appiovados os pareceres dados por Prxe-
des da Fonceca Goutinho, e Antonio Lniz de Souza,
obre os Inspectores de quarleiroens pro pos tos por
diversos Jm'zes de Paz, devendo-se fazer saber a estes
que os Gidadas que tendo tido juramentados por
ellt-s nao tirara seus ttulos, e os que j os na5 tem
por se le em lindado nao sao mais Inspectores, e que
por isso nao devem ettar gozando das izempees que
a estes competetem.
Assignou-sea folha dos ordenados dos Empregados
da caza importando na quantia de l:i70$000 reis.
Os Juizes de Paz do Bairro Vermeldo, e de Bem-
fica, remetieras es listas dos novos Jurados alisfados :
que se convidassem os meamos e o Parocho para a n-
puraca na cmara no dia 18 do corrente. f por
ser dada a hora alevanlou a sessaS. Eu Joze Ta vares
Gomes da Foncca, Secretario o escrevi. __ Gus-
ma5, P. p., Souxa, Silva, Miranda, e Mena.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A [tanta he a mes na do Ns 6.
n'guns parece, e es^a opioio he m-is diiTiiri\IrJa
do que como se achio, e cada vez mais saturadas doselrmen.
to_ democrticos, nao se achio em harmona como
carcter, usos, eostumes, antigos habit< s, egro rivilsaci, e luzes dos associados Brasleiros. S. m
duvi l que estas condives sao indispensaveis para qu
leis de hum p"i* sedgio boas. I le fazer hum
fsforco quasi infW>C?d, e sempre peiigoso, oquen-r
que as Iris, qe *io ProPr'as eadequadas a li^m Pai/)
Sfjo forcadamente aennhadas em outro, onde milo
difTerenles ciicunstnncia>. a Hmn da bas'a para pro.
mulgar le, niss os hbiios de huma Nuci nao se
deslroem. .eus ro',,m,'S nao se modfco, e o carc-
ter nacional nao se forma si.be O espirito de hum no-
vo SYst(-ma, M>nfo com os st rulos; oconlraiio de
hum verdadero mi'agre pul i tiro, lili'ag e, qiu- se nio
pode operar sean coni o socrorro do lempo, r nM|
meio de fei sabias e adequadas. E-la veidade he tan-
to rrinis penetrante, qiianio toda a Con.-tituico nova
rompoita huma experiencia temeraria a arriscada,
moimerile se ella nao apieenta seguios dadog para a
manutenco da ordem, e h quasi evidencia da prospe-
ridade, a qual evidencia drve er lano mais sensi-
vel, quanto ella tem preeiso de manifestar se a lium
Povo numeroso; qnee"a trid* aconvrrgir para hum
centro social < s raios ds,,pi"18' s, que percorrem Pro-
vincia remolas eafasiadas, e cojos halutanles sao ma-
is Vui menos diff rentes rioscostun.e*, genio, carcter,
e necessidades. u
Heverdade incornba'i''l que os instituidores e
reformailores d.>s Naces> o deveiu contrariar as
dispos-'ces da natur* za. se el les p. rdem de vista o
carader privativo dos Povos, se elle Tai deeneonlro
s dispozicis que os hbitos tem creado, formando
como huma nature7a ; natureza que deve ser a norma
do Legislador; enH as leis enlio emcolso c>rn
essas piedispoziues, e por m' mesmas caliem na nul-
lidade ; eenlo o corpo poltico pirde a nutricio, e
larde 011 cedo vem a perer. OGoverne mais ion-
forme natureza, ou o bain Governo, diz o sabio
Montestjuicu, he aquelleque melhor se uC(tndTriona-
dispozico do Povo para quein elle de estabefti i Dados estes piincipio-, vejames se tem lazio osuno
aillimo que os males do Brasil provm das dispari-
dades de suas leis organii as e 1 gB amentares, comas
dispozicSes n lui-ies dos Brasleiros.
O Brasil, collocado no centro doHemisplierio A-
mericano, cercado, ha longos anuos de visinhos cons-
tituidos livres; aem huma Corte desde sua Cdonisa-
ci, sem corpos privi'egiados, sein leis deexc. pcio,
nS<> podia delxar desoffer a influencia das emanacis
da Liherdade. Seus hahilant s, livres como o p pno
ar que reapirio ; distantes da corruprio dos eostumes
dos antigos Povos da Asia, e da Europa; dolados de
hum coracio 15o vasto como o terreno que habitan ; or-
nados de hum espirito to robusto e brilhante como as
producti'S que elle d; como o sol claro, ebrilliau-
te como o sol que Os esclarece, nio he potaivl que
pudessem suppoitar durante toda sua existencia po-
ltica esocial, o pezo vergonhoso dos ferros de hum
rgimen desptico. Em hum solo onde a Natureza
apresanta trahalbos lio pasmosos ; onde cavou fontcs
de riijueza.. lio colos-.n's, nio podio de cerlo deizar
de germinar assementes da Liberda<)e. Destas 00b-
dices sededuz inargnmentavelmente, que oh Bras-
leiros tem toda a dispozicio para as formas do Governo
livre; e q tugal, eo jugo colonial, apenas por tres seclos, nio
podio lio depressa apagar os traeos de hei cismo e Ji-
berdade, rom que parece lar viudo ao Mundo o bo-
mem Americano.
Accresce que para niorahem nos inconvenientes,
que cima ficio apontados, <-s Brasileos, alistndo-
se da norma dosoutros Governos Americanos, paclu-
ario-se, conseguida t>lorosamente sua Independencia,
debaixo das formas Monarchicas, procurando descar-
te conciliar seu novo systema poltico com os systemas
das outras poredes da America, e ao mesmo lempo
com seus habito*, e educacio poltica primordiaes.
Estando, poi, demonstrado que o Brasil, segn,
do as Leis da Razio e da Natureza, eslava deslined0
fiara ser regido por hum Governo livre, sem oquu|
alie de cario nio podia representar na Cathegoria, q,,at.


DIARIO DE PF.RNAM/0?.
ser a causa, nu q.taes as causas porque parece pri-
mara vista que o rgimen liheral lulqual aeachaac-
tualmente estahelecido pelo sea Paci fundamental
nao o tem Invado tnsor pros pe idade, e grande par-
tedasLeisregulamenla.es sob esse rgimen pa.ere
nao lieao conseguido seus fin> ? Eis 0(| ue'he precisa
examina,alternamente, eci.ua a imparcialidade p.o-
pna de quem -iim ile veras a sua Pat-ia, e de roracao
dse ja a seus semejantes a ro.-ior -omma de prospe-
ridade: o que paseamos a fazer com aclaicza e preci-
so possiveis a nossa inlelligencia.
Orespeilosles, o verdad.i.o amor da Patria,
a fiel lcuco los deteres civcos, e lelig'Osos, sao os
signaes certos de hum boa Constituido, e fui te; e os
presagios de huma longa e p.ospera duratio do corpo
poltico, como o ejercicio iegular dasfuncces org-
nicas o sio docmpu animal. Existe a< tualmente
no Bras I entre >i governantes esse respailo Lei ?
Pelo fictos que se tem passado a nossos ollios, eque
cima recopilamos, fica dada a resposta negativa. E
desque paite estai a causal d.ssa Taita ? Estar as
leiV Ensistii.aisessa lalla as exoi lulaces, e despreso
as Itrttuicoe do lado dos governantes, u das gober-
nados ? Quinto a nos que queremos descubrir o erro,
e nao contentar a alguem, pensamos inatterav. len-
le, primero, quetendo nos leis regulamentares a to-
das as luir ms e improficuas, todava o defeilo est
mais da parle dos noaros governados, q e dos gover-
nantes.
Ninguem ignore qU3rri precioso lie nos Estados o
espirito de egosmo, 0u o amor de si, antes que o a-
mor da Patria. Ninguem Ignora q.iam poi.co diff..n-
d.das eslao entre as nossas massas as ideias exactas dos
dMeitosedeveressoci.es. Poslo, estes principios de
verdade intuitiva, |,e fcil conhecer prlos fados as
conaeqnenc.aadedumeis. Qlle por infelicid.de do
B.as.l mu.tas de >us notabilidades, 0,1 os horoens ca-
paes dedirigir e instruir n mullidlo, se tem deiado
po-su.r de hum espirito tal de egosmo, se tem detal
mane.ra de.xado arrestar pela coi rente da ambicio, a
ponto de causar dainos a si, e a sociedade, be o que
se nao poda ter esquecid., R pensa-se que Imro
inembru dehuma .ociedede poltica, que goza do,
prestigios de ssb.doris, e rn.smo do patriotismo ep-
prente e que .-busa desse, prestigios, para s.tisFazer
seus particulares inleresses, causa porteos males Pa-
tris, que elle bnge amar, sendo-lbes principalmente
desumma fac.lidade o fascinar Povos ignorantes e in-
cultos? Quem observa hum tupido e completo idi-
ota, Vinagre, seduzir Povos, pode duvidar do pergo
craq. existe a hberdide; do risco que cor.em os prin-
cipios, entre gente, que para ben, nos expliear-mos,
nem sabe o que he sociedade poltica, nem mesoo
que he ser hornero ? Conhecem os Paraenses, que se
submette.aoasmalvadezns de Vinagre, eoutros tae8
caudillo, aforcadasentenca dos P.liticos, rom que
principiamos este artigo. 0 ,., ^ Le Q
.Made.ro amor da P.l, a ; fiel execnco doaVve
rea civ.se religioso., sio os sign.es certos diurna
lo.gae prospera dorado do Corpo Poltico-?
Na., ce. .mente, nio conhecem ; e he desta mesma ig-
nor.nci.que se .provedo os ambiciosos e egostas,
para ti ata, era, sejo quaes forem os meos dse,, |,,m
p.opr.oe particular, se, 3e lemhr.rem hum s mo-
mrniod-Bem Publico- deque alias ,eserven,
para adormecer o ce, eb, o ja fraco por falta deluses de
.seus compatriotas, que asedio a todos os horraros do
eran*, esperando-. gormar nniro alvo de seo,
furiosos dese)oa, He poja, 0 e?oismo dp ,
roemb. os da, nossas Classes Ilustradas, huma das c.-u-
sas mus considerareis dos males que ora pezio sobre
o malladado Bras.l. 0 amor do Bem Publico, di,
Bounin, (nao lie 8u.-p?lo de oscriplor snti-lil.eral)
supie a sabedona e a duraego das Leis e das Instui-
coes. QiMOdo, pore'm, o amar Causa Publica fal-
lece no, Udadios, e ja niu predomina sobre todas as
opmioes; quando a grangi-ana poltica do egosmo,
crine horr.vel contra a humanidad*, e o miior mal
contra as familias e contra os Povos ; (attendei bem
-Leitores) ataca o Corpo Social, os Jacos da Sociedade
edissoheni, o Povo cabe no marasmo da escravido,
(quemaior, e mais vergonhosa escravido que a dos
miseros Paraenses i>bellsd..s por Vinagre, e seus in-
fernaes comparces | ) : 0 Estado se corrompe, e nio
podemais resistir as tempestades publicas : as revolu-
cSej. (atiende, Leitores ) ja nio o capares de ga-
rantir a Liberdade e a Feliridade, que 5 della ema-
na } asNaces se anniquilo, os Povos desappare-
cem. a rr
O a buso perniciosissiino da Liberdade de Im pren-
sa, nieio terrivel deque primeiro lanca mo o ambi-
cioso, o egosta, he incontestavelmeote onda causa
dos males que ha vemos descripto. Quem se atrever
a prem duvdaque ogrito do inteivsse pessoal tem
depravado entre ri, ao ultimo ponto, almprensali-
vre, esse forte garante das Lberdades Publicas, esse
palladlo do Governo Constitucional livie? Colloea-
! dos iia pozcio do ule. esse os liomens capazos de di-
rigir asopin.fis ; aspennss muilas vezes illuslradas
Ion, convertido esse ahilar remedio para a co.iserva-
cao da vida soi ial, em veneno lerritel e letal, que a
nao serneutralisado pnralgum antidoto conveniente,
P,"de'.temenleapp|icado, de certodar gante nos
principios, quelazomocimerito de nossas Institnc6-
e>. Que a Ignorancia do. Povos h- a porta Franca por
onde entilo as douirinas prev, tedoraa da moral, e
dos saos cos limes, he ficto que se nio pode, nem so
deie calar. QUi<| |,e marcha da lo prensa liv.e se-
guida .ntre nos? Qa| 0 plano de oppozicao ? Cha-
ma-se entra nos Esenptnr liv.e, P. iiodico liberal, ou
la oppostcao. nioaqu-lle que vulgarisa os principios
esedaaos p.ogiossosda Razio, a fim de que oS Povos,
por esse seguro caminho possa sustentar o mam. r |.
lesos suas garantas; miiS sm aquel le, que estabele-
ceosystema montono, e Invariavel de censurar i
esn.o, o com a Frase mala indoconie, e revotante,
qualqueractodoGove.no, iem demonstrar em que
cons.Me a maldade dose acto, como elle poderia dei-
xar de ser mau ; Sfm Iheassignar a vas da boa ad-
ministrlo; spontar-lhe com sirodfC e dlguidade,
seus erras; 8e, se lemhrarem qtie o Governo, he,
como chau.Io os Publicistas o corado do Corpo
Social: que lodos osgolpes mnrt.es que a elle se
0'ngm, Icon,munirarseosfffiios mortferos a
lodos os mais orgi. s lesso corpo j e que sU falta de
?Jg-r, e Torca moral Las s/raqueas ge.al, eacessa-
Ci* das luc( rVs do mesmo Corpo Social.
Quemasp.ra hom ]gai. na Admini-trscaS: quem
>* pilga mal aqumhosdo na psriilha dos emp.eeos da
Wacao; qu.-m, finalmente, est mal de fortuna, ea
quer melhomr, o mesmo engrossar qual he o primei-
ro, e maisaeguro passo que da, desde que lem.s In-
dependencia eCovemoLivre ? He e.creer hum Pe-
ridico da oppoaicsS, he insultar, e calumnia ; he
piegar a desobediencia s Aothoridades, |-e a. rancar-
Ihe, prest.g.o, que fc$ a, pof,e ronse, var to,n 0
grao de lo.ca i.ecessara as fins do Poder : he osee
er, D huma palaera, como quer, e na5 como deve,
elheperm.tiemasLis. Tal tem sido o plano da
oppozicao Jon.olisi.ca, ntre nos, tal se tem desp.e-
gadoaL.b.rdade da Impresa, q. e o nosso Povo
anda destituido das |Uz.s precisas para distinguir -
o homcm Social, e do homem Natural P.-t con-
vencido que s lem direilosa receher, e nao de-
veres acumpnr. Apparorem disturbios, e per-
turh.-coesqne trazem co.n sigo a silhversag inteira
dos p.inc.pios de Sociabilidsde ; apparece a anar-
chia matando, .oubaud,., o tufo deslruiudo a Ferro
< logo, e nao se clama pelos devores do Cidada ;
naosed.zqueaooral, os bons coslumes, 5 as ba
sesda Liberdade; que a L.berdade nao consiste em
se obrar o que se quer, mis n que as Leis ordena ;
n-o.seduqueseaiviitudePub'i.a nao se cisma que
a nenhum memhro, em paiticiiiar, da Associac
Pohtici, c.be tomar coritas Auihoridade, se nao
pelos meio,e.slabelecidos na Lei; nao se diz que Basas
Lew sao emanadas da vnnlaite Ceral da Naca, e q,.e
nuignemem particular podK t.ansg.edl-la, e concul-
ea-la, sob pena des suhiuetterao rigor dessn mes-
ma vontadegeral; que as Inslituies, ou o Pacto
londa^nenta1, he labelocido para o inlerease geral,
ou nem de lodos, e n..5 para os commodos, c icga-
asdeste, oudaquelle individuo em particular, que a
Duigir a R.zhu Publica -ensinar o Pv0
Tormarsuas.c.oe. pelos dictamen da fusiles devi,
aer, mormen.e qe^es lempo,, o malor empe.'.b. (Jo,
d.iectoresdopovo, qualquer que soja mi,..,, ou *
z>c*o; mas ,m quonto se ronljniiar a altribui. iuj
ao Governo e nada mul.ida .riminos., MII1.
mosc,,mes bira adianto, e ,sse., naos olhados pelas
NecoV cultas romo mffmm do irgimei. governat.vo
Brajlfelros, deseng^nai-vos / Sem Lei naO ha l.i-
berd.de; por inais vezes que vos laca ouvr esta
eerdado, naS he m.uito para a Ulilidade, que conduz
sua observancia- seo Leis ., Gov.rno, queque-
re.srasdgaraiuwaeLibe.da.hs, na6 he mai, que
o propr.o despotismo que prorfiras amagar; n he
ao.mntenaLe.qoedeveis encontrar o remedio ao,
"'ales que soffrerdes. N.6 perci de i ista que
ambicaS, o.go.smo, o espirito de partido, .bu-
ndodavossaciedulidade, e z.mhando de vossa i-
giioraiicia d, principios da Humana AssoriacaO, vos
evaoderojoa.. pncipiclo; cons|itoem-vos no es-
tadodehraa, e leudo por disnie smente o propii.,
mterosse, en|erra5 o punh.l no coracaS da Pal,
e n.,s desacreditas vergonbosi mmente.
.(Goneio Omriai.)
CORRESrONDEJNClAS.
M
Jnrs. Bedaetoies.
U.lo me saaisfez a Mturs do Diario N. que
tem po, ep.grafe os versos de Camoens: mil gracas
Ihe rendo peJaco.agemdecei.su.a.ero fa. toscr.mino-
zos platicados pelos assa.sslnos de nossa cara Patria,
leudo em vi-tas prora, ver po, meio de estmulos, a
J' minu.co dos males que nos opprimem ; mas meus
honrados e dignos Redactorea Gubro-me de desgos-
to quando me lembraque ludo he baldado, o val lar.-
loquantohuma voa clamando no diseito : nossas Lea
nao tem a de>ida aecujl, por isso i.fo ^o mais
que pafavra'sem papel.
A historia dos Afriesr.os, que desembarca.lo no
Porto de Gahnhas, he huma ivalidade ; efoioencar-
tegado desta importante comisco, N. J. J. G que
hah.lroe.Hedeseopenhou, por serpr.>tlco dos porto
desta Provincia, e bastante esperlalhio : brevemente
tetemos hum grande engajmenlo desolnos Africa-
nos de Angola, para onde elle se destina a br......
hasta por hora.
Seu constante letor, eassignanie.
O intiemetido.
Sis. Redaetjtes.
mo. al, e a
. '-------------.......1 1 "*
Le, lem ent.e si relatos la directas,
que a porosa de huma repugna deis da transgress..8
daoutia, o que a immoralidade, por consoguinte,
be o primeiro movel da ruina dos Coi pos Poliiicos ;
nada de taes principios se observa no Jernalismo da
oppozicao, e somenle ao Governo se dirig m os tiros
da mata acre e infundada censura.
A repetica continua, e como unisona de taes dou-
trmas, he o (|ue tem le\ado o Brasil aoe.ro, e amea-
ca nossa Iranquillidade, onlravar.do-se os enminhos
da prospendade. Se se lem de descrever, ou noli-
ciar os horrores do Para ; se se falla no desvaramen-
to dos Ro Granrfenlea n- . com imparcalidade as causas; nase chama os Po-
vos a seus deveres ; ns'6 se asiste obra as bases que
suslenta a Sociedade dos horneus grita-se contra
o Governo o espirito de partido sota os diques
dos insultos, e das calumnias ; os moderados man-
daraSJazec ru.gas; enviraS Presidentes com ins-
truccSes taes ; querem de propozito taes aconteci-
mentus para desacredit.rem certos individuos e
OUlros nlquos dietames, que traze.n os Povos em
continuado erro, e, o que he mais, f-lossoppor
como j dissemos, s com a dtreitos a exigir, e nada
de deveres a cumplir, para coro Dos, para co.n sigo
mesmo, e para com os out.os horneus. Que i-
deia de devores fa.a bo.nens, que nao cullivra seu
eapuitdf ou ignorantes das Leis da Sociahilidade, se
eltesohservaS seus proprios mandatarios, e Conci-
dadasqueosdevia tirar do charo .da ignorancia,
indusirem-nos a quebrar o sceplr da Lei, coner-
rondo as.-im para a completa subversaS da ordem ?
J\. D-.-e. lacio que Fas o seu asslgnante, cujo rezu-
mo appar.ee no Di..rio de 16 do crrenle, sobre o a-
judantedeCirigia Joo R.beiro, he Falsa, na ptte
diz ester seinpre doenle durante a guerra de Pauo-
las ; pois logo e.u principio marchou com o Ca rapa-
ba, e l presistio th que o seu mu estado desau^
permiti que competentemente fosse dali retirado 1
lodos que conhecem o Shr. Ribeiro ; sahem dos seus
ataque, do pfc'ilo, assim como sabem igualmente a as-
siduidade que tem em eumprir suas obrigas5e eos
seus coumiaiidantes assaz o asseveiio : he hbil na
sua proficuo, e goza de bons crditos, outrotanto......
einfim sobre ter preferencia ao Snr. Sacramento, pa-
ra entrar na organisacio do 4. Co.po de Aitilharia de
1." Linha issofoi juslissimo: capillo para o publico
imparcial, que eonhece a ambos, e isto assevera quem
nao precisa de hum nem de oulro, e nem Dos tal per-
mita.
O ante-ittvojozo.
A
Pude-so nos a publitaeo do seguate.
Excepclo peremptoria a fl. a recebidas a fl. i,
julgoafinal piovada, visto que alero das ordenarte**
do Commando, documento-, e asoens ponderadas r8-
Ira a inlensiodo A. Excepto o julgo sem accio al-
guma contra o R. Excepiente o Major Joz da Costa
R.>bello R.go Monteirocomo administrador da caza
da Vi uva de Carvalho Raposo &Comp. ; por isso que
esta jamis se pode considerar originaria devodo.a
Acceitanteem presenca da eontroversa letra a fl. 6,
porque urna vez sacada a letra contra os 16 Manoel
I creira Guimaraens c Co.np. o posto por osles oAc-
echemosque Faz o objecto da presente questio, fica
evidente que Guimaraens na palavraAcolitamos-
s ,e referi a si, e aos seus socios, que lhe 'serven, de
Comp. como he coturno, e prutioa invar.aval nes-
la, e mais p'mcas con.meiciaes, mas nunca se p.de
entender, que oA.-ceitamo*de Gulro.raens & C.
i
T-l
u*
'V

3
-I

> i
I
1


DIARIO DE PRUNAMBl/CO.
se referisse as Ierren as, enui diversas prssoasV'"'
"a deCarvalho Rapozo & Comp. cuja rasa, esoiios
ostio Tora du peculiar circulo da oz* de Guimaiaetis
& Comp., reconbecendo-se portla iicoiite*iav I ra-
tio, que Viuva de Carvalho R.'poio & Comp nao
talo essesOriginalios devedores Aceitan ti s, portm ao-
menteendosantes, ou garantes dessa letra. A vi.-la
do que, eda omissio do A. Excepto em tirar o Pio-
te.to definitivo, e iiolifira-lo Viuva de Ca valho Ha-
"po-zo & Comp., e do que a tal re.-pcito dispoeru o
Alv. de 18 deOutubro de 1789, jolgo carecer o A.
Excepto Gervasio Pires Ferreira d'accin regre.isiva,
que contra a Viuva de Carvalho Raposo & Comp. te-
ria adquerido, selivesse tsse deleiiitiio Protesto, eo
tiOtificasse,"rotho dispGe o citado Alv. que regula o
ohjecto. Por tanto, e pelo inaisdos Auto-, etlespo-
-eiqoens^de Direito Coinutercial, com que me confor-
tno, absolro ao R. Excipiente, e condemno 10 A.
Excepto as cuMax. Recifea7 de Julhode 1855
Jote Joaquim Gemeniano de Moraes Navarro.
Accordio em Relacio &c. Qie tilo dio piovimen-
t> ao aggravado fl. i5 v.*, por con'.er a exi-pe#<>
filatera relvenle, e por isso digna de rerebiroenio
para se dar logar discussio, e pro vas, e roridemuio
u aggrafante as cusas. Recife i4 de Jam-iio de
836 Maciel Monteiro Presidente, Silva T Lima vencido, Malheiros, Ramos, Ponce.
Arrordao em Rellacio &c Corifirmao a Sen tenca
appellada pelos seo fundamento!*, pague o ppel-
l'ite as rusta*, edi que o rondeituiio. Ricifei4 de
Jaiieiio de 186-IVUciel Monteiro, PresidenteSil-
va Tavares, Lima vencido, Malheiros, Ponte, Ra-
JUOft.
'CAMBIOS.
"Baha '4 Je Janeiro da 1836.
^LOndrbs. ........5?
Uiioero moeda papel. ... l\0
'Paris................, 290 por 1 franco
'Lisboa................, 90 por ceuto.
Pernambuco .......... ao ai 5 por c.
Ilio de Janeiro........ V. ao p. c.
I >ob. oes Hespanhoes..... 2fe000
Tecas de 6$4oo........ 16&0Q
Ditas de 42)........... 8&0OO
Pesos Hespatihoes.,,.,., 8 por rente f
Piala.......,,,.,,.,, 80p. .
-Descont...........,., 1'/. a a por c
Cobre................ao p. c. procurado.
Nota do Banco......... ao p. c. dito
(Dos-P1 ecos Cortantes avnlo doCorreio Mercantil.)
COPULADO BRITNICO.
A Az-se saber aos Subditos Britnicos residentes em
Peinan.boro, que no dia Sexta feira, 29 do crrente
lun, lea lugar 110 Gonsulado Rritmco, ra da Crol
1 ojunlaiuento don SohnC ipioies^ara oa fina designa-
dos no acto Geo: 4.", Cap. 87. Consolido Britnico
.-m Peroambuco i9 de Naneiro de :836.

A VIZOS *?A RTfCUtaA R ES.
^FFlerece-sc un homeni para caixeirode escripia,
ou cobranca*, M>h ipiahjuer tnlior Negociante que. precisar annuiicie
para ser procurado.
W^ O Doulor Elias Coelho Cintra aviz.a, que con-
tinua no cargo de Piomotor Publico, e pude mt pro-
curado no breo do Peixe frito, ca>a 1). 5, e onde
tambero lliedevem remeleros Editores lodos os 1111-
pi ess.is como Ir de lei.
f/jT O Sur. Luiz Moreira de Carvalho, quena an
nuuciara stM morada.
^tJO (utiti aunum -ion querer sei vir de criado, di*
rija-se ao Botequiui airas da Matiiz de Santo Anto-
nio 0. 3.
tST D se un 01 llenado, a um bom caixeiro pa-
ra una venda ; ua ra Direita venda que ioi de Jo/.e
da Peuha.
#jr Aeha-scem deposito pelo Juiz de Paz do 1.."
Dulrii to d'Olinda, um avallo laxio com o signa**
Meguiules: pee mi direita branca, um signal lobem
bramo na frente, e em graos, foi apaiiliudo na es-
trada do Fl'KgoKO.
/y Na ra Nova, h.je D. 3, preciza-se d'um rao-
leque, p nalluguel.
y Na na Direita, D. a7, preciza se d'urua cri
da para de raiajpequeiia familia.
e/y Quem lfr, c qnim alagar om silio que cf-
l'eieca cr'inunidades para conservaco de 4 vacas ^de
bites, tendo alem di^to boas baixas psia plantaces
lleca piro, e t-endo nos arrebaldes distante desta pra<;a
ale legoa e roeia : anuncie.
%/^ Quem pertendrr algum dinbeiro a juros de 2
por rento, com pinhores de prata ei-uro, dirija-se a
ru Direita, .-obrado de 2 andares, D. 5.
Precizio-se d'algumas pessoan que se queiro
oceupar no sei vico
de Ola
na
em S. Auna a fallar
com MaiiannaTherezadeJessus Sequeira, ou no seo
sitio do Manguinho.
Iiy Tioca-.-e nm moleque dr Anpolla, sem vino
algum que coziuha o dialio de urna caza, por urna pre-
ta >em vicio que ail>a cozinhar, lavar, e vender na
ra e os airamos de una caza.* uojninazcm da ra
nova 0. 34.
COMPRAS.
%J VI balde de cinegar agoa em bom OM: na ra
do rices IJ 4.
jr^ Re reacio Filosfica, e Paes de Famin, ou
'Thesourode Meninos, ainda sendo orados, e4uo se
.repara opreco : quem liver nnuucie.
Q
AMAS DE LEITE.
'em precisar da urna crila l>oa ama de leite, pro-
iuic na ra do Vigario casa de Elias Coelbo Cintra.
ALUGUEIS.
^1
,Llugi-se nm preto ptimo camiceiro quem o
perteinier procure na pcaciiiba do Livramenlo An-
tonio da Silva C.usmv.
/ja Alluga-.se unta vista de salla, vsttlrios, En-
tremetes, ecomedas, tinio propriopara se repiesen-
lar em s-lls parliculaie.s, e pr preco comuiodo : na
ra do rugo sobrado que faz esquina para o lieco lo
peixtf frito.
VENO AS.
U-
Ma farda de Guarda Nacional em bom uro : na es-
quina d<> beeo d.i ConijiegacoU. ai. '
J^" 'Um f-queiro de prata com todos os seus per-
ten< es, eaixa a moderna, e ludo le bom gostt: na
ra da cru/. defionteda cacimba em casa do Ca| ito
'Francisco Augusto Salles Madeira.
/y- Cuitas d rilabaspiimeira e segunda ciliec-
cl, traslados, caitas pai a convite de enterro, e tl-
mo lio, conlieciinentos, letras, billietes parablica.
Iicxis. llieatio, eein branco, reilos de todos os San-
tos, pautas &c.: na ra do Fagutides sobrado de dois
andaees I). 10.
fl-y la anobas de petes de ferro ja tizados,e i20
momos de seholias, ludo por preco commodo : ou
iiii'Mi.nn soluado cima.
&&" Bixaschegadas prximamente do porto, por
pieco commodo : noalt*iro da K>a-vista 1). 19.
W TJm muleqiie de liouita figure, e de i9 a ao
annos, ptimo cosinheiro, e liabil para todo e |iial-
queraervico ; vende se por nao querer estar no mal-
lo : na ra do Fogo 1). ?8.
*rj^ Spalos de dura.pie decores bonitas com su-
aa Jilas wra atar, ob.a I), m feita, chiquitos de cores
para cuarteas, botips para meninas petjuenas, carlei-
ras de iiiarroquin de uiuito bom gusto, rap de Lisboa
do inais moderno na trra as I Mires, e a retallu, dito
Princeo da B.diia : na loja junio a Botica que foi de
Joze Ptdro d' A Icantaia na ra da cadeia no Reiife.
e/3B Urna mulata mossa, boa etigomadeira ece*i-
nlieira, cose clio, e milito babil para o sei vico de li-
ma rasa, por preco Conloando: na ra do Queimado
bja D. 1 1, se dir quem en le.
Ify Uma cama, moderna, e nova ; nafraba da
Boa vista, venda I). 9.
W3P~ Superior Ptitassa Kossaun, escbn em ra-
ma, em paeus, e em barricas : na ra doVigaiiol).
11.
jry Para lora da ierra, uma negra mossa, qu-ea-
he lavar, engomar, e coziuliar : na ra do Bozario
eativila, sobrailo D. aa.
|pr (Ima n-gi a uiueso, que sabe lavar d#sabio,
e varreHn, e < o/.uiba o diaiio da buma caza : ua ra
Nova, D. e 6.
V^ Um caVallo russciapataradn, bastante gordo,
muito iimiii;, bom cairegad-ar liaixo e roeio, e b >
esquipadoi-: na ma Nova, im mszvi D. 3 1.
Lingoas secas, e carne de Monlivideo, em pa-
rada maior, ou menor: bordo da Sumaca Hespa-
nbol Atabualpa luiidiada na praia do Collegio,
e na ra do Vigario D. la.
%y 500 Gnalas vazias. urna pipa razio, 2 cai-
xas que folio de queijos, e 4.barricas vazias : na ra
do Arago, D. 1.
(p- Folitthas de porta, df Algibeira, e
de Padre, para o atino de 1836, por pre-
loja de Livros N. 37 e 38, e na ma da
Mdre de Dos venaa que foi do Rezende.
ESC RAYOS FGIDOS.
D>
Esapareceo no dia i9 do corrente, um preto cri-
lo de nome Domingos carreiro, idade 18 para i9 an-
uos, fulo, olhos pequeos, eo rosto papudo, estatu-
ra mediana, cheio do coi po, com o dedo segundo da
unidos pez bastante cumplido, > os 011 tros corcova-
dos, o qual foi vendido em Macei por Luiz Goncalves
da Roxa. a Joajuim Joze Rufino, com toda a legali-
dad-. Diseui que fura doencaminbado pir um tal
JooIVlartiiiho dos Santos, elevado ao Rio Formn,
e por i-so recomeuda se aos Snrs Juizes de Paz Iba
nio concedi pasaporte : assim romo aos enrarrega-
dos do Registo do pm to Ihe nao dvem passagem, e
que ninguem contrate com o dito Joio Martnlio dos
Santos o dito esrraVQ sob pena de ficar responsavel
por e'le. Qoalquer pesoa entretanto que encontrar
0 dito socavo, o puder Iraser a ra Uiieita fF. II,
1 andar que ser recomp usado. Adverle- se que
foi com urna cal-a de brim paido, camisa branca, e
chapeo de palba, tinto de preto e braneo, levando
comsigo urna cal.-a prela, e uma jaqueta de ciscado
com assento Inanco.
^y Fugio a 1a do corrente as 7 horas da noile
punco mais ou menos urna mulata p>r nome Joaqui-
na, estatura regular, olhos algum tanto arregallados,
nariz gi ande e algum tanto chato, beicos grecos e com
um tallio node rima, levando com sigo saia e timo
de lia (forro locho) uma saia de sarja, dois vestidos
de chita novos, e oulros falos : a ptssoa que a trouxer
a seu senbor na ra Nova l). 10, recober de grat 6*
ca<;o a'JJJ rea ; e o me>mo procedei contra toda
qualquer pessoa que a tiver em sua casa, segundo os
termos da lei.
^y Antonio, cr lo, 8 annosde idade, e tem li-
ma ferida na cebera; fgido a 18 do corrente, com
ralea de ganga aiul, e carniza de ciscado : o Forte do
Mallos, ra do C rdonis, N.7.
O/y Querino, crilo, 25 annos, official de pe
dreiro, bastante preto, tem urna, gafeira no cangote
que parece calor de ligo, tem as aoinhi ancelha uma
Mistura de una estocada, cara redonda, e altura oedi-
nari4*; fuglo no lia 13 do corrente, do Engonho A-
rai ipe de rt.uxo : a ra da Gloria sobrado L). 3.8, ou
no dito Cngeiibo, que ser generosamente recompen-
jado.
NOTICIAS MARTIMAS.
Tuboas das mares cfietas no Pono de Pernomintcor
3
-o
1 Segunda ,- 6h. 6 m
,T:r k - 6 -54 a
aa~ i ta. - 7 42
J. - 850 a
5-S:---- - 9-i8
t-^ - 10- 6
7D:< O S - 10-54
.Manlvi.
Navio entrado n dia 20
B
\HIA; iadis; Pataxo Feliz Aurora,. M. Papa-
fina: varios gneros : M. J. Ramos e Silva.
II
Navios altillos no dia 19,
_ARANHAO, roinescalUfpehiCear.; B. Por-
tukiuez pi'so de Fragata Joze Bernardo da Silva.
BOSTON: B. Amr. Cambial, Cap. Francia V.
Watel : gneros do paiz.
Dia ao.
LIVERPOOL, eomesrall pela Parahyba ; Barca
Inglesa De Jnsn', Cap. rhetip* Fecol : lastro.

Fernua Typ. do Diario 1835,
aem
..


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