Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02181


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Full Text
ANNO'DK 1836. TKRCA FRIKA

13 W JANEIUO N. 14.
rzT
wgsHTM..-y--? h
I'iui s \-.. ni R Tv r. f M. F lie FRIA I88.
OAS i> skmana.
18 Segunda Tadeira de S. P, imii cmll. A. dos .!. do C. de m. e del
-rs. il.i Thf zonraria Palluca. ('Iianc. de t'
! Tere* S. Cornil. Kt* de and. do Jui de O. de t.
>0 Qnarta S. Seli.-n.tiao M. e. da Tliezouraria Pul.
Jl Quinta S. Ignez V*. M- II el. de ni. and. do J. do C. de m.
r de I-
25 Sexla Si Vicente M. lea. da The*. Publica and. do J. de O
re f.
T.i Balitado ;'s Deapntorio* de X. S. Hel. de m. e au ral de t em < 'linda.
54 Domingo N"->. da Paz.
i- ttrmarwnm
PARTF. OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
camama no dkPutAdos.
Extracto da esso de 3 de Outubro.
Presidencia do Sr. Araujo Lima.
| Ella a ehdmarla pelas i<0 horas da manli, p a-
bando-se reunido numero sulUrienteile Deputado-, o
t'iesidenic de< lamo berla a t-c.sSa, e lida a acta da
.iu1 (lieiii*;, foi approvada.
O primen o S cciari den ronta do expediente.
Jtrlgou-se .ibj'-cl lie deliberaban, e lorio a iinpi i-
Ulll OS M'gllilltf p|'< A Assembiea Gem Legislativa resolvfi :
i Art. 1. O Coverno lira autora do a conceller a
huma, mi mais rompanbias, |tit li/.erem lumia es-
trada d. Crio da Capital do Rio de J-iticito para as
'le Minas,* Rio Giande d> Sul, e llalli*, caita de pri-
igio exclusivo pur espato de quareuta tono*, pi-
ta i/ iiio de carros paia ir.ui-poi le de gneros e pas-
kaoeiio.s.
u Art. 2. F.sias companbias sero obligadas a
Construir, .-em que nolii* pus a o ini|ior laxa alguma,
as eai radas ordinal'as, cpie foiem iwcessarias pra
tiallslaiVIll os CUCOS IpjH Cnlldll/ilCill geilelos de
agricultura iLs meas pora as Duendase vire-versa, e
Jiem UtNMIl os caallen o-, e os pees pin em suas vi-
dgrii-i nao imi/t-rciti sfg ,r pe!a de ferro.
Art. J. O (ovi-rno poder conceder n estas coin-
pauliia. o privilegios lOilcedidos do Rio Doce nos
riiji* 5., ti., 8, i)., e i3 do decreto d<--------em
ludo ijii.oilo lor appbcavel.
i Art. 4. As cunpaubias deverio preencher as
M-guiuU-S o|)i igici :
i. Nao tceder por Iranspnrle de arrobi de
penal niaisde inte re* por lego*, lien por naasagei-
io niois de noventa rei.
li. Dirigir a sitada pelas Cidadcs e Villas pie
o liovi-riio degnar,-*po.lcndo em ludo o mais dar-lbe
u duecco q>.<- Ibes paoece melliur.
^ ID. Comecar a e loiifar do di.i em ipie coiicliiireni o condado com
u (juveruo, e i/.ereiu cada anuo p lo menos cinco
leguas de estrada.
^ IV. lloren! sugejt.is s mullos, e coniinacSes
ein ijiie devem iiicorier, coufoi ine o Govertio esiipu-
laCf poi Ixilsreiii a qiulipier das cildt'c&aai decUra-
"'ii Uu ^ i, *. e 3 denle anigo.
* Ail. l'i< o ie*ogdas ioda as dispsises em
t oip rario.
" Paco da (amara tloi Deputados, 1 de Oulubro
de iK.5j._l}. |. de Voseonccll.*. M. Paranlioa da
SiU. Veloso.J, I'", le Fignenedo Ro lia.
A A-> mil im (eral L'gislaliva resolve :
* Art. Unioo. No ii'iuidaco das leclamaces fe-
t't.s pelos subditos Poitiiiiuezes por prejuir.os MiflT'i-
dos Inmute, a (guerra da Indepeu leticia, fica o 6u
' no a.ut"risa!> a lser Injiiidm, por ineio de Cotn-
"isaiios R,a>ieiios de ana eicolha e c.oniianca, os
ivi la-t dnipiel..-- -uJi lilos Purlugiiezes, qua prelerem
.! ju,g4flieutO| buiui \vi 'iHe uiuito e^plictiaiocii-
Tildo m ora depende de no* iiiennus. dli nio-sa pruili-ncia. ino raerlo, e eiiio'ij'ia : coniinuciniw i-oiii. |riui'ipiaoios. e leienuit. a-
! i Mi I lid 11*. C'OII ..01 ni l ;i;^ii .-ni 11- ;is Ntrnc. Illa l e n ltM.
Prnt'lmntH'*' itu Aii**nh(rt% Orrnt do /lrtii
Snlicrev*-ip 1000 n*. iitcnia''. paifOM adianlAilo^ nel* Tv |>opra-
fia, e na l'rara da Inilt-nenilenciH \. :t~ e :(< : onde e reii-liein
correM.....lanlalesaliaailaa. e aiinnuoioi iiee aaiea a/a-
ti Pernio ilos |irn|rH>i*a*ignanleN. vintlo a*iai|riiadOft. v
PAItlIDA DOS CRRKIOS.
')lindaTodos o diacao meio da.
(oana. Alliandra. I'araiha. Villa do Conde- Mamangruape, Pi-
lar. Ueal de S. Jlo, llrejo d"Areia. Kninlia, Poinlial. Nova d-
SonrA. ('iiiade do Natal. Villas de (ioianninha, e Novada Princ,
xa: Cidadeda Furia le xa. Villas do Aquilas. Mnme mor novo.
Ararai C'ievrl, Canind, Granja, lni|"'rniriz. ? Hcrnardoc
S. Joo do l'iniciiie. Sobrar. Novad F.lltev. Ico, S. M athens.
aelni do s,n;ii|.. Santo Amonio do .lardiin. (^"exeramobim, e Par.
na i lia Segunda e Sextaa feiraa ao niein d'
Sanio Ani "io-Todas as ijn,irlas l'eiras at hMiO lia.
(araiiliiins. e Momionos dias 9 e 2.i do uiex ao meio da.
ploresno din l.'t de cada me/ ao meio da.
Serinli non. Kio Formo/o, e Limeiras Segvadaa, Quartan,
Sextas Ir i ras ao lucio da.
iV*iSB*H te declarem que desitem do joh'amenlo eslabelecido
lio t*arfado Poco da C.un.ua dos De pul a dos, 5 de Oulubro
de 1835. Vialnna. <
u A Assemblea Geral L"gislaliva eesnlve :
< Art. Unic>. A Puuinria da Bliia dura tnais
bum Dcpulado A>sembl;a Gral, e buin Sena-
dor.
Paco da Cmara dos D'pulao(>s, 2 (i de Seleiiibro
' de 1835. Conielio Perntiea Franca.
(c A \ss> mbleo (eral Legislativa i-oive:
u Ait. I. Fira separada a miIisiiuc- da Cadnra
de Desenlio da Academia da^BUas Arle-, da Mib
lituit'io da Cadeira de pintura hialorca da mesma A-
r A depila ; en tioe in.t "tis*do a nm d.i Ijii mi li IIim buit hiilrsiiliilo com o ordenado iimi-
cado no a i ligo 4 dosislaluios de'30 de Dezetnrro
de 1831 -
Ari. >.. Fi< ao extinclas a Cadeira le Mecnica,
e a de O.-lenlogia, Myoli'gia H PllVaiologlil das i'ai-
xes, e i 'aD < m lugar lellas lioiii i ('a re ira de (ra-
vura. O (i verno noineor lano pura Prfetor cw-
mti para subsliliito de.sia ('adera pela priuiera v.-/,,
as pesco*S qiie mais habis lli^ parecerem ; ub>erv-
lo potem oils|'0.to no (im doafl. 5. do* uiesinos es-
talut'ia, piando estas iinRieacde recao em ai listas
estraiigeirns : os ordenados do Proles-or, 8 do sulisii
lulo serao os niesiiiu* que se acbo (liados para na das
o'uli.i.s L'adeiras ilole 'olabe'ec-iieiltoa
Arl. 3. OGovefno fie* aoii.risaiki a lazer a iles-
pe/.a pie f >r necessaria com os premios pata os iluiii-
11. i da aula do l)( Si libo.
Art. 4. I'ico rsvogadas todas as disposite* em
contraltos,
Paco da Cam.na dos Deputados, 16 do Selem-
bro de i8.'if>.l-'ei'uaiides da Silveira.a
O Sur. Cornelio Franca pedio a Uigencia para te
discutir a seuuinte nsoliieCn :
< A Assemblea (jeral L glala resolver
Fica approvrxla a lenca d 1^.0.2) res concedida
ao Tenente C' rniiel Pedro da Silva Pedrot" por De-
cr.lo ile 7 de Fevereiro de iH3s), corre-poiidenle ao
referido pos'o.
Pico da Cantara dos Deputados, ?.G dcMaio de
1835. (lomes d:i Foticeca. Pei\oto de Albuqiier-
que.\'i-conde de Goianna.
A res.iluco depm's de discutida, Li approvada e
adoptada, e passou Cnmmissio de Redacc".
O Sur. R..l'.el le Maced pedio a lirgeocia para
que enlrass- em diseus') bum proj^cio sen sobre
iiouieaiao de Magistrados.
OSnr. Alvares Machado disse, que corio osSnr;.
Deputados eslava i a pedir u'g-neia para se halar de
objetos le seus aliliiados, elle Deputado tamb ni li-
nln oseu alilbado, e este era o bem da n*ci, e en-
lendia queem vez da Cmara eslar oceupada em dis-
cutir lencas e pens s, eia nmito mclbo> que se ira-
l.is.se do Monte Po dos em pregad o pblicos (ip.ia-
dos), por is-o se aninava a jeil'i" a urgencia para
que emrasse em terceira diaCUfaio o prujeito solue
Monte Pi.
A urgencia propota fui apiada, e depois de dis-
CUlida, approvoit-sc
l'.in couse(|uencia la primeira urgencia venci D,
entrn ein lerceir* di cua*t o projecto aobie o Muti-
le 'Pi dos empiegados pubic I'oi apoiada huma emenda de -upnrcss.i do ait.
x. o (Te re ida pelo Snr. Macedo.
, l'oi apoiado o seguinte artigo, auditivo :
i O Moule Pi nao sera sugeito a execuco ou pa-
nbora, por inais privilegiada que seja, excepto quan-
ilo > coiilribuiote fic Poblica por objerlos a cargo dell-, e enliu ser feita
a ndemnisacio em descoulos pelas quintas parteadas
pens&eS.
Paco da Cmara los Deputados, 3 "de Oulubro
de 1835. Alvares Machado.* ,
Fui apoiado o ."t'guirite ;
i Arl. 2. Subsliiuitivo ao dn projecto.
(. Aleui di beneficio concedido pelo Monte Po,
nenbuiha nutra recompensa pecuniai iaJsera concedi-
da ans empugados pblicos, de qualquer cla-se, a
litla de lenca ou p<>nso, ou ipeice pecuniaria, nftn
' suas tnolberesou ilbo-, excepto o caso de servidos
Xiraordiuai ios.
Ait. .'!. Ficto levogadas todas as] lea era cou-,
11 ario. Sou/.a Marlins. u
Dando se a materia por discutida, foi posta a vo-
tos a emenda da .supprt-gsau do ait. a, e anprovou-
se.
P.iz-se a votos a emenda do Snr. Souza MarllU,
e apjirovou-se.
Po-se giulmerile a volos a emenda do Sur. Al v*-
res Machado ats palavraanrivdegiadas qnesejo,
e foi approvada. O reslo da emenda liii cegeila-
da.
Den s p>r concluida n le i ct ira rliscussio, e o pro-
ferto lii adoptado com as emendas appiovadas, e
|>flss()ii ;i Com mis o de redaegao.
Entrn em discus-o a n.soluco sobre a (na! se t-
nlia vencido a urgencia proposla peloSeuhor Mmn/.
Baneio, coja resolucfi appiova a pensio de l:400&
rs. concedida ao Raio de It.q,, ui-Mirim, com
supervivencia para ser repai lida por suas tres filbas,
ele.
O primeiro Serr la i o leu o segrale oficio :
Illm. eF.xm. Snr.Participo a V. rxr. para
que iheguea conbecimento daCamara dos Depu.
lados, que a Regencia era nonie do Imperador sanc-
tioii'.ii o Decreto da Assemblea Gei'al subi a apu-
racio de Votos para Regente.
Dos guarde a V. f'.xc. Poco do Senado em 5
de Outubro de 1835. Conde de Valenca.Sr. Ber-
nardo Bel icario Soares de Soasa.*
I'con a Cmara nU-irada.
Leu-se m ais o si guinte do Presidente do Senado :
Illm. e F.xra. Sur. Pendo destinado o da Segun-
da leira 5 do curenle para dar execuco ao que me
del er ni na O artigo ao da |e de la de Agosto de 183 j,
pro. ed'Milo no Paco do Senado pelas dess boras da ma-
ulla a abei tura dos acias dos Collegios F.leitoraes para
a.'l'ici'i do Regente do Imperio, e devendo este ser
(cito perante a Assemblea peral, reunidas ambas a
Cmaras, umpro-nie panicipol-o a V. lixc. para
sr pie-ente &ogl* Cmara dos Deputados, e
i|ii ni lo mesma Cmara occ >ner algum inconve-
niente na designado do referid*! dia e llora, espeto *
pie V. Ene. inefai abolir* de me rominunicar
eoiu a possivel bievidade para o partecinar oulra
Cmara.
Dos Guarde a V. Etc. Paco do Senado em 5 dn
Oulubro de 1835.Snr. Bernardo Beluario Soarea
le Sou7.a. 0 IVsidinle do SciiaJo, Bciilo Bar040
Pereiru.


DIARIO DE PKHN'AMBUCO
Resolveu se que seannuisse ao convite do S-nado,
e nesse sentido se llie respondesse.
Leu se outro do Secretario do Senado, cujo theor
he o seguinte, fui remetlido-a Commissx de Con-
tituica.
lllcn. e Exm. Sr. Tendo o Senado tomado
en copsideraca a malcra do oilirio de V. Ex. de
a9 do mez passado, resolveu que se repondesse a V.
Ex., para ser prsenle na Camaia dos Depulado-, que
tendo o Senado approvado as emendas da niesrua
Cmara le interpretativa do artigo a8 do acto ad-
dici'.tial, nenhuin embaraco da sua paite encontra
para a apiuaca das actas e posse do Regente na pre-
sente sessa 5.
Dos Guarde a V. Ex. Paco do Senado, era 3
de Outubro de i835. Conde de Valeuia. 8r.
'Bernardo Beliz. Seguio-se a disrussa sobre varias urgencias acerca
de tencas e penses, e dada a hora o Piesidente den
para ordena do dia da primeira se.--.sa5 di Serenes pro-
decios, e levaniou a de hoje de pois das duas horas da
tarde.
D1VERSBS REPARTIQOENS.
4
lAMAR Y MUNICIPAL BO RECIPR.
S?sitio do i i de Dezembro de 1835.
Presidencia do Snr. Gusmio.
lOmpareeerio os Senhores Souza, Miranda, Me-
na, e Silva, fallando con) (causa os Snrs. Bernardo
de Mirando, Drumond, Cimba, e Catando.
Aberla a sessioe lida acta da antecedente foi san-
eionada "por estar conforme. O Secretario dando
cotila do expediente mencionoa os seguintes offici- s :
hum de Caetano J rio poda tomar posse do caigo de Juiz de Pat: escu-
ro e qoe se chamaste o mediato. OiKre do Juiz de
Paz da Boa-viagem sobre hum Inspector de quarteiio
do seu Destricto: inteirada. O.ido de Theodorio
de .AJbuqnerque e Mello para que se der-ignasse (lia
para tomar posse do cargo de Juiz de Paz da Luz?
que viesse tomar posse no dia i4 de Janeiro do anno
que entra. Outro de Joaquim de Barros Wandeley,
disendo que estando a mudui -se p.ira a Fregus!* do
Cabo nao podia vir tomar posse do cargo de Juiz de
Paz da Luz para que lora chamado : que se cha-
Iassc o i mediato.
Outro do Juiz de Paz do i.8 Destricto do CoJIegio
para que se charaasse quem depois de juramentado o
substituirse': que se chamasse.
Gutro de Manoel 'Bernardino Monteiro fasendo ver
uas molestias, em consequencia d'ellas nao pode to-
iaar posse do cargo de Juiz de Psz do Co'lrgio para
Outro do Juiz de Paz da Boaviagem pedindo que
se juramentasse trez Cidadios para servirem como
Snpp'entes ; visto o impedimento dos que se achavo
juramentados, que. s chamasse a quem competisse.
Outro do Fiscal do Recife com a relami dos multa-
dos no mez prximo passado : inteirada, fcando com
a relacio o Presidente.
O itro do Fiscal dos Allegados para que se llie man-
dasse pagar a quantia de 5$iao res da limpeza da
Ponte dos Aflbgados nos mezes de Outubro, e Novem-
m-o do con ente anno : que se passasse mandado.
Outro do Exm. Presidente para que se mandaste
publicar no Municipio de-ta Cidade, a exposicio de
principios do Exm. Regente do Imperio: que se pti.
blcatse por a imprensa precedida ele hum Edital. O
Snr. Miranda fez a seguinte proposta que foi appi o-
>-ada. Vendo a casa que se est acabando de edificar
naP-racado Livramento, em lo eminente perigo,
queomesmo Propiietario ja a escorou com duas bim-
barras apegadas em outra casa visinha, e j osoitoens
mostrarlo ruina qnando receberio madeiras, que fui
preciso repralas. Tudo isto me fez temer perigo e-
niinente, por isso requeiro qee se encarregue ao Te-
nente Coronel de Engenheiros para quanto antes faser
averiuacio i igoiosa que evite todo o dao. Paco da
Cmara 11 de Dezembro de 1835 O Venador Joa-
quim Joze de Miranda. O Sor. Gusmio pedio para
hir ao seo Engenho 30 dias de liceuca os quaes llie fo-
lio concedidos. E por ser dada a hora alevantou se
a sessio. Joze Tava es Gomes da Fonceca Secretario
a escrrvi Gusmo Pro P., Meuna, Souza, Silva,
Miranda.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N.' 6.
Cmara Municipal d'O-'inda.
5:* Sessa ordinaria de i5 de Julho de i835.
Presidencia do Sr. ^Barros Falca.
x\BrrTA a Sessa, rompan cerao os Sr. Doutor
Cling. cauza o Sr. Fe reir, Cuedes, e Xavier, lida a acta
antecedente foi aprovado.
Hum fficio do Juiz de OiTa- e Municipal o Dou-
tor l.oureiio pedindo a Cmara IIJ assgnas-e dia, e
hora para apiezenUca de seo Titulo dos ditos luga-
ri s. e mili o ,-im fazeudo dinii-si do lugar de Pro-
motor Publicodeste Municipio : a Cmara F->i"intei-
rada, equese Ihe aprazas-e a sessa de quaita leira
a2 do crrente.
Outro do Vereador Xavier requi.sitando licenca de
6 mezes : a Caniaia re.-olveo, <\t be llie dse apenas
3 mezes, sendo de vottos contrarios os Sr*. Doutor
Chavas Azevedo, e Faria, eaque, se rhamasse o i-
medulo, queeraoPadie Mestre Joa Rodrigues de
Araujo, remetlendo-se a copia da prezente resolu-
ca, edaapuraca dos votos at seo numero para to-
mar nssenlo na primeira sess .
Outro oicio da Camaia do Recife, remetiendo in-
cluzof-dhetoi sobre o tratamenlo da colera-morbos.
A. Cmara recebeo com agrado, e <|e se remettesse
ao* Profes.-or do Partido. A (amara resolveo que se
honvess* por reformada a resoluca da Cmara tran-
sacta a r.speito dos impressos da pmcurca, e que
qnando for preciso, semelbantes procuraces fo-sem
passadas pelo Secretario, e esta Cmara com assigna-
lura.
Foi aprezentado o parecer da Commis reqnerimento do Procurador, qU0 pede se |ne irre.
ditasse a despeza de 23#48o fcna com livro-para
Matriculas, e dos Fiscaes, e oulras cousas constantts
de sua relaca.
A Cmara resolveo que somen'e se hvasse sem
conta 17^)200, na5pprovando 5^000 rs. da im-
pi essa dos ttulos dos Inspectores por nao a ler man-
8ado fazer, e ser eXcessva a despezafd'agua, que d
para a Caza da Cmara, e que sepassasse mandado.
Outro parecer da turnia Commi.sa sobre hum
reqnerimento do Procui-ador, em oue requisitava se
levasseem conta a quantia de a7i$520. de despezas
feitas rom ojuiy, e Juiz de Direit* ua swssa prxi-
ma pasxada, a Camlr aprovou apena* a quantia de
268$060, glozando a quantia de 3&460, e que se
nao passasse mandado sem que aprezentasse recibo da
pessoa encarregada da guarda da mobilha comprada
para a Cmara, jsto para as serces do Jury, e caza
do J di de Direilo. Nes'a sessa se aprezentou ?om
seo Diploma o Doutor Juiz d'Orfas, e M un Vi pal
Lourenco Trigo de Loureiro, que se mandn cum-
prir, eregistar.
A Cmara reso!**co que se ordeuasse ao Prorurador,
que na primeira sessa, que sei a a2 do orrente vi-
ese dar as coritas da receta, edespeza do trimestre
p: p: pena de que o nao fazendo neste sr excluido,'
eresponsavel pe|HS faltas, que tiver comettido.
O Sr. Prtzidente convdou a Comm;s-a encarre-
gada de rever as cuntas dos trimestres prximos pas-
sado^ para que na primeira .Sessa viesse com seo pa-
recer. Aprezentou o Fiscal da FreguezU de S. Pedro
Mrtir Antonio Manoel Loubo o rellatoi io das multas,
em que linha incorrido u preto Antonio, escravo do
Conego Xavier, Pedro Celestino, forro, o preto Joa
escravo de Joze Antonio, e o preto Antonio escravo
de Antonio Joze Pinto ; todos incursos no art. 3a
das Posturas.
A t amara ordenou, que se desse o distino da Lei.
Procedendo-se a elleica de Promotor Publico fo-
i ao elleitos u Doutor Eduardo de Albergara com 4
votos, Alexandre Bernardino des Reiscom 3, o Dou-
tor Joa Capistrarno Bandeira de Mello com S, o
Doutor Francisco Joaquim das Chagas, dous, o Dou-
tor Pedro Autran da Matta e Albuquerque, dous, o
Doutor Francisco Antonio de Oliveira Rozelles, hum
eo Advogado Manoel da Molla Silvera, hum, o A-
dogado Trajano Alipio de OlandaPChacon, hum,
eo Padre Mestre Joaquim Francisco de Faria, hum.
A Cmara resolveo que se ouvesse os mais votados
para a primeira sessa.
Houvera varios requerimentos de partes. E por
dar a hora o Sr. Prezidente levantou a sessa, e 6z
e-ta acta, em que asaignara. *Eu manoel da Motta
Silvera, Secretario da Cmara o escrevi. Horros
Falca, Prezidente, Doutor Chagas, Farias, Bara-
ta, Azevedo, Costa.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
IfJ.UiT*5duridassuscitou-nos, a doulrina exa-
rada no primero artigo do Aiistarco n.* 65: Se-
ja-nos pois permittid., ex por tambem com franqueya,"
nosso modo de pensar Sobre o objeclo.
Se se procura estabelecer o regres.-o, deve-se procu-
rar, que elle s ro : para poder ser dnradouro hefpreciso. que se Ihe
reuna lodosos elementos, que Ihe pos-a dar estabe-
lidade, e por >to deve en'ramo regresso a nobreza
hereditaria, e liansmi^sivel, romo hum dos elemen-
tos, que em lodosos lempo- tem conservado os Esta-
dos. Prope-se, como objecca a ncompalibidade
da noHreza hereditaria, com o e-pirito dos lempos, e
com as ideas deiguald*,espalhad'S na Naca : se se
pdem espalbar as id-is de reg es-o, e ainda mais rea-
liza-las; aquelbs, q' se incurnbem (! ste grande l raba-
Ibo, a.-siin como combaten! os pro^res.sivos; e assiin
como trabalba, p' q'os Poros conheca seus pioprios.
interesses, e retrogradero, jeertos repeitos; facn-Ibes-
ver tambem, q' entra na ordem da sua conservaca, e
que he mais huma garanta para a sua estabelidade
poltica, a nobreza hereditaria, e transmi-sivel. Se
a Naca tem podido mudar suas doulrinas, e seus h-
bitos, por tantas declamace-, que a tem levado ao-
pricipicio ; sea Naca ronhecendo agora suas des-
gracas ; vai buscando o teg'es-o ; aquellas, que,
a diiigem por escriplos, e que sao regressivos, por
desengao da experiencia, mostrem-lhes, que ha.-,
precisa ainda a nobreza hereditaria, e a Naca, hu-
ma vez que se reoiganise, o far como convem. De-
mais: se se confessa, q' eria til, (f exististe huje hu-
ma nohteza, que pelo prestigio da sua antiguidade,.
defendesse o Throno &<., deve-se reectir, quees-
sa Nobieza ja existe, e .-e ella nao tem ^no Brasil essa
antiguidade^a iem dade ta remla nao a tem o Brasil tambem, como
Naca. Principiou o Imperio, ecom elle o seu Fun-
dador rreou logo a Nobrea. Que re-la pois, proa-
rreve-ia apregoando o regiesso? Nao : o que resta
he sustenta-la, nao a desacreditando, e dando lite as-
garantas pncisas .* alo linio, ella lea o prestigio,
e com os lempos adquirii antiguidade, como as das
outras Nces. Por ventura os Governos Consttu-
cioiMs exclui a Nobreza? Se ass>m fo.-se, us
nao a veramos em Inglaterra, nem na Franca. Mas
(di-se-ha) a de-las Naces tem por si o piesligio da
sua antiguidade, e das suas riquezas. Hrassim :
pois seja nobres os que sendo ricos, esta as cii cutis-
lancias de o serem : proleja-us o Governo, e a Na-
ca em sna-. leis ; e intere.-se-se por elle os que a-
piegoa o regresso. A discordia dos E-criptores,
qnando se trata de conduzir, de lefoimar a Naca,
e de aguiar para o bem, he muitas vezes a causa do
desvioda opinia, de se tornar improficua essa mes-
ma reforma. E de q' vale huma clas.se adquerir
bum titulo, que Ihe seive de execraca ? &, Mas
de que provem essa execraca ? das ideas sul>v rsi-
vas, que se tem espalhado. He por isso mesrno, que
se deve mostrar ajNaca, queoseu veidadeim inte-
resse se dtsvia, e se desvair com essas id-s. Mas se
o meMti' s, que preg* u regresso, ronhecendo a u-
lilidade da iixbieza, querem antis fomentar, e adu-
lar as paixes dos P< vos, do que verdaderamente I-
lumina-lo-; qiie.muito lie. que a popuUc> nao CO-
nheca os seus ferdadeiros ioleresses, e pp'screva a
Nobreza heiedilaiia, e Iransmi-sivel, coso q" maldiz
o |-ete de Abril? Com que fundamento dizer-se-
que (( o nosso Povo repelle toda a idea de privilegi-
os ? E mal he o Povo, que de hom grado os tem
consentido ? Parece-nos, que nao he ese o lito do
to'O nacional ; o seu dezejo he, que a lei seja igual
para todos. Es le principio de direilo natural, con-
sagrado pelas luzs do seclo, n,, pode nunca encon-
trar hum estoi vo nos previlegios, quaudo a rectid.<-
for r norma dos Magistrados.
0 estudo dos roovimentos polticos lie sempre'ii-
til aos povos, para eouheciniento dos homens, daa
revoluees, e das piecisoens loeaes, que se devem
pesar bem na balanca da experiencia. He da Aurora
o seguinte Artigo.
D.
Uas reaeces se opera em dois pontos distinctoa-
da America ex He-panhola, huma em sentido dia-
melralmenle opposto outra, e talvez tendo ambas a
mesma o ig-ni.
as provincias Argentinas sonde as Coristituices
tem sido apenas nominaes, os Unitarios, como Ihe*
chaina, appoiados na gente mais grada de B. A v-
res, exercera grande influencia nos negocios pbli-
cos, sob a direcca de U. Bernardino Ribadavia ;
mas as necessidades da ultima guerra com o Brazil que
trouxera B. Ayres a acceilar condices das provin-
cias e que collocra o Governo Argentino em serios
embarazos, de'ra o tiiumpho ao paitido Federalista
guiado por Dorrego. Enteadera os Unitarios que a
federaca e o grito dos interesses locaes se abafava no
sangue desse General, e nao liaver quem sennlem.
bre da barbara execuca com que pagru a bu,,,
Atavo Oflicial, sei fieos impoi tanlc, pi estados na l.


DIARIO DE PRRNAMBl/Ctt.
la contra o Lnperi. Arcreditava enl;5 os Uuita-
riosqueos Pederali-las havia por huma vez desap-
parecido da trena, f f.ngavaS do seu iriimplio mas
o momenio da viroca fo tambem > momento da saa
perda. A repblica que se quiz julgar prximaao
abismo, depois le varias coinmocSes chamou pra
salv-la a dictadora de Rotas, e he em nome da fede-
racao, dos direitos da* provincias que o coronel Ru-
tas fuzilla o-seus adversarios, arrancaos Remafes do
Estado onde xercia podero, para proces^-los, e
subsiitne s leis a sua soberana vontade e o ex< rcito.
Ser Unitario, paier-lo, incorrer m-as ts'igma, an-
da que a fal-o pretexto, he hoje em B. Ayres hnm
titulo de proscripca, e razad sufliciente para sotuer
OU* deiiorlaca on a morte.
O Mxico nos aprezerta o reverso dete qoadro.
Ahi, depois da queda de Imrhide, rom etilhuziasmo
fra proclamada n repblica federativa. O exemplo
di America do Norte, o espirito de l'oca'idude sedu-
zio on ari astron os Mexicanos. Mas federaca en-
tre elles correspondeo na pratiea total independen-
cia das provincias ; na5 han ve meio de fazer marchar
de accordo estas entidades, todas dstnctas, todas
animadas de diverso inteiesse e espirito. A exage-
raCO do* Federalistas, suas pertence Ilimitadas
trouxerado triumpho taire*, ephemero, talvezigual-
niente fatal, dos Unitarios ; mas a verdade he que a
influencia, ugoverno, a popularidade mesma passou
para as mao- destes, e pie o n<>me s de Federalista
ha hoje no Mxico razad bastante para a p-rseguica
e pa'ra o exterminio. O general Santa Anna, antes
fautor do partido demorrata, antes appoio firme da
Federaca tanto como Rozas he agora em B. Ayres,
declarou-se pel> s Unitarios e coio podeies extraer-
dinarioa vai s>r proclamado Che fe da Repblica, u
nirae indivisivel. Dahi para o throno ha t hum
passo, e as t iseunstancias em que o Mxico existe,
tal vez nao ha tambem para S. Auna, mais do que
hum passo, doihrono ao patbulo.
M"S a nrigem destes dois phenomenos, appai ente-
meflte ta5 dislincios, lafj opposto.s, be como dsse-
m,)s, huma e a nvsma. No Rio da Prala e no M-
xico, a Civilizacao na5 est a par das luslit.uicdes ;
em ambos estes paizes se observa hum detgosto, hu-
ma inquietado <|ue natural aos povos quandonati
suas inslituicdes nao encontrad sufficiente npressad
e garanta. Enta surgem os ambiciozos de e.-pada
em punho, e segundo as circunstancias do lugar ou
do memento, se pronunciad ou pela Unidade ou pela
Federaran, cora'anto que elles gorernem cima das
leii. Possa o Brazil aprender uestes dolorozos exem-
plo.s deseus visinhos, procurar a emenda de suas ins-
tiloicdes i pelos meios que a Constituido marcou, e
seguindo o trilho legal nao cahir nem n'umas neui
n'outrds exageraedes, sempre accompanliadas de re-
ai toes funestas !
Continuado do n." antecedente.
ANALYSE
Do Projecto do Deputado Rafael de Caivalho, so-
bre a separaco da Igreja Brasileiva da Santa S-
de Apostlica.
JEalNTRETANTO liaviio 3 anuos, que o Rey tinlia
dcbaixo da sua proleccio a Anna Boletn, (que os Ca-
tholicos disiao ser sua propria fillia e ile Lady Boylen)
t, que final pejou pela primeira vez ; Henrique,
que a destina va para Rainha, quiz que aparecesse c-
mo mulher honrada, ecasou ocultamente Cornelia-
a gravidez nao poda ocullar-se por muito lempo, e
para que nao foj.se suspeita tanta reserva, cuidou se
no divorcio. OJuiz Granmer com um Tribunal ch<-
Ui.-doe-piritural pionunciu sentenca contra a Rai-
nha, declarando que o seo casamento tnha sido nulo
filhos. O Tribunal fez saber ao R-y esta delermina-
cio, o qual era hipcrita resigsacio aftetou some-
lei-se Tonlade de Deus-, asaim como Ihe tinha man-
dado o Tribunal espiritual. Logo depois foi criado
outro Tribunal em Lambeth, o qual declarou que o
Rei tinha casado legtimamente com Anna Bolena, e
por consequencia, em virtuda da auloridade pastoral
?judicial, confirmava aquelle casamento. Porm,
o que mas admiea, he que esta mesma auloridade,
poucos annos depois, declarou igualmente nulo desde
*> principio este novo matrimonio, assim como bas-
tardo o seo fructn : todava nao anticipemos os fotos.
Aona leve urna filha, qne por fim tambem subi ao
Trono, e fui a Rainba Isabel. Depois do seo casa-
mento, viverio tres anuos em pacifico estado; porm
a idade de Anna era utn obstculo para a paz, assim
como o tinha sido em ra-io oposta a disparidade da de
Henrique e Catluvins, parque aquella tinha quasi me-
t.'ide da do Rey, que era ero xiremo zeloso.
Perdida p primeira afeieo, o orgulbo devia snbs-
liluir-lbe como a mais foile da.s pj-ix5-s daquelle Ti-
rano, depoi-da lascivia. Anna Bolena, que tinha si-
do causa da reforma protestante, era a mais cruel ini-
miga dos Cathulicos: a ella se airibuiao as medidas
vilenlas, que naqutlla ep<>ca se adoptario para des-
truir o Primado da Santa Sde ; todava o fructo de
tanta infamia nao foi de longa dmacao. Fm roaio de
1536 se achavio, Henrique e Anna, entie osespieta-
doxsde Greenwich quando esta deo um dos combn-
tentes um sitial de amisade, o que f z com que o Rey
seconfiimasse as suspeitas que tinha denles ; esa-
indo imedialamenle do lugar, leo ordem para que a
Rainha licas-e pr<-sa -ra (ireenwich, e loco a mandn
p*ssir para a Torre. Ella foi acidada de adulterio
com 4 C'avalheiros da Ca>a Real, e de incesto com seo
proprio Irnio Lord Rochord ; ses actos forfo 11>I
gados c<>mo de alta traicio, epor consequencia Anna
foi condenada morte ; roas antes da mandn, como Cabeca da Igreja, que o Arrehi-po
Granmer nstaurattie um Tribunal espiritual, e que o
.divorciasse della. Instalado > Tribunal, Granmer
fezritar peranle elle o Rey ea Rainha, osquaescom-
pareceio por seos Hroruradoies, e depois dos ouvir,
proriuncioii em nome de J. C. e pela liorna de De-
us, que o casamento era, e sempre tinha s do nulo.
e de uenliuma alidade; > dousdias depois'tlesla sen-
tenca Anna foi desolada na Torre ; e no dia seguinte
se cisou Henrique cim Juana Seymoui em Marevell-
HaI. A nova Rainha leve um filho no atino media-
to, que foi Eduardo 6.*, pcrm morreo de parto ;
segundo diz B.ker, ella foi sacrificada, poiaaabriro
para tirar-Ihe a ci atura viva.
Depois da morte de Joaria Seymour, que foi a u-
nica entre as rnulheres daquelle tirano que morreo
Rainha, levou d<-us annos para toinar-se casar;
mas por fim achou em Anna, Irma do Duque de Ce-
ves, oulra victima de seos caprichos. lgo que a
quarla E-posa hegou a Inglaterra, nao agraMou
Henrique; com ludo elle leve a prudencia de casar-
se, e 7 meses depois se divoiciou della. O marido nio
g que se alegou para obler-se o divorcio ; Granmer que
ja o tinha divorciado de 2 rnulheres, o servio perfe-
tam-mle em quanto tere. ira. Entretanto o Reyj
tipha em vista oulra F-poa joven e formosa, e era Ca-
tliaritia H.ward sobrinha do Duque de Norfolk ; o
qual aproveitando-e deste ensejo se vingnu de Thomac
Gromwcl, de quero era uimigo, sacrificando-o vin-
gamja da nobiesa antga. Durante os 7 annos, Hen-
rique sobreviveo ao seo cruel verdugo, se vio cercado
de disgustos, pesares e remoraos de toda surte. Elle
descobrio no fim de poucos meses, que a sua nova Es-
posa era como Anna Bolena, esem muita ceremonia
a mandou igualmente para o patbulo com muilos de
seos prenleseamigos; em vrinde do que fez leysas
mais horriveisesanguinarias, para com e'.lss se prote-
ger contra a luxuria e infidelidade de suas futuras es-
posas. Anda assim achou una viuva com quern ca-
sos por ultima vez, vsto[que j nohavia mulher que
Ihe quisesscolliar para a cara. Finalmente o resto de
seo-lias f.ii amargueado pelo estado, que se vio re-
dusidopor sua dissoluco e intemperanca ; e morreo,
como tinha vivido, conservando ateseos ltimos ins-
tantes toda a ferocidade do seo ca acter. Este he pois
o homem, que fez a refoima Protestante de Inglater-
ra, e que se nos inculca por modelo. Passemos a-
gora refrir t>a meosempregadosem lio fatal empre-
,-a, e vejamos quaes foro as suas consequencias mos
fe i tus,
Centinuar-se-.
desassizado?
Resumo dos acontecimentos mais notaw.is do anno
de 1835.
H-
AvRNDO-se terminado o anno de 1835, pareceo-
nos que agradaramos muito aos nossos Leitores se Ibes
appresentassemos hum epitome histrico dos aconteci-
mentos que tem assinalado a nos.-a Revoluco, obstan-
do os progresso da cultura do Brazil.
Nio nos dever espantar que alvorocos e desman-
dos tenhio pertu bado por vetes o socego, e alterado a
boa o.tdein do iloeao paiz, se seflecti-semos que o Bra-
zil havendo estado mais de tres seculos habituado ao
rgimen colouial mais oppressro, nio poderla passar
sbitamente e setn experiencia para huma nova orga-
nisacio social -em grandes ..halos e ti ati tornos; e que
m.iiores sentira se felizmente huma Constituicio Mo-
ii*i-chica nio osatalhasse era paite : porque, se esti-
vessemosdispostos para as mudancas que a Indepen-
dencia occasionou, lerismos com mais prudencia a-
daptado as reformas aos nossos costumes e circunstan-
cias, e conheceriamos o* perigos a que nosexporia to-
da a discordia que poderse alterar a tranquiliJade in-
icm, expelir braocose corroborar a torea dos Afri-
canos ; que se poderia esperar de hum proceder to
O que vimos na uoile de >$ para 5 de
Janeiro do anno lindo ; Africanos lerem a nuudia de
alaearem m grande numero os Coi pos de Guarda da
Cidade, quando em oulras t.ublevacSes nunca .s b-
lan<;ari. n tanto ; e que sera de nos se, nio se tu beo-
do antes, nio se frustas** em grande paite o plano
que baviio formado?
Na Provincia de IWnamhuco, ap.elexlo leivs-
lauracio agi^o-seambiciosos, que pudendo dispor u
seuarbitiio de numerosos vadios e occiosos, formio
bandos armados que invadem povoaces, ron bao,
matio, e assolo lazendas, e chegio a se engrossareni
demaneira, que se considerario as suas ho-tilidade
nao como meros assallos, mas como huma verdddeira
guerra, a que chamarlo los Cabanas, e para os ven-
ei custou lempo e gratules exf.reos ao Governo da
Provincia aecudindo igualmente < Rispo Diocesano,
qne por exhorlaces os persuadi a obediencia ; oi!
he de notar que dous annosanlts j exista esta guer-
ra que tantos estragos c.autou naquella Piovincia.
Vimos tambem na mesma o horroroso attentado de
se perpetrar assassimos no Tribunal do Jury, lugar
em que parecia que ninguem poderia recear o menor
pe igo.
No Ceat viiio-seqnasi as mesmasassuadas plati-
cadas durante huma Sessio doseu Jury.
Nio sio somenle os subditos que deapreso a ob-
servancia das Leis, sio os mesmos Magistrados seu
executores, que devendo ser os primeiros a darero o
exc%iplo derespeito querumpre consograr-lhes, sio
os que as pizio com os ps, como vimos no Ceara, em
queoJuiz deDireito da Villa do Cralo, que com a
mais escandalosa infi accio das Leis ceai tou ao infidiz
Pinto Madeira os recursos que ellas ainda 1 lie perrait-
tiio, apressando a execucio da sentenca de pena ulti-
ma, a que o pi'meiro Jui y o hara condemnado : ten-
do aiuda o arrojo este Magistrado de affirmar, que
riio se havia fallado para com o Reo com nenhura re-
quisito da Lei!
Homensfacciosos alvoracio os povos quasi em lo-
das as Provincias paia rootins e revoltas, que se tur-
nio mais ou menos funestos nosseus resultados, se-
gundo a qualidade da populacio que as pova. O Pa-
ra he a que mais se extrema pelas suas ousadaa revoltas
e levantamentos contra as Aulhoridades, assassinando
os seus Presidentes, e por fim terminando-se com hu-
ma guerra de saque, e exterminio de gente branca,
seno objecto algum poltico, ebegando esta bella Pro-
vincia a bum estado lio lastimoso de pobi esa e mise-
ria, que tem commovido as visinhas, e particular-
mente Pernarobuee, quemis se tem distinguido a
soccorrer os seus desgracados habitadores eom todo*
os auxilios necessarios para hum caso semelhante.
Portugal nio foi indiferente a estes males, quando a-
colliendo-se Lisboa as victimas que escapari ao san-
guinario dos cambaes do Para, se l/ies deot do oaga-
tlho, abrindo-se logo huma subscripto em seu fa-
vor.
Os revoltosos do Para excitio ainda aos Indios djt
Tury no Maranhio a levantaiem-se, que para os re-
dnzir obediencia, foi mister o auxilio da forea que do
Cear hia para o Para. as Alagoas guerrilhas dt
bandoleiros que ossaltio as principaes Villas para as
roubarem e perpetraiem assassinios, ebegaudo a en-
contrar em huma ate* coito em casas de particulares, o
proleccio das aulhoridades.
O mesmo Ro Grande do Sul nio escapa ao conta-
gio daiebello, Bento Goncalves, eigindo-se eiu
chefe de revolts, consegue af>gentar o Presidente pa-
ta a Corte do Rio de Janeiio com a maior parte doa
Em pregados Pblicos, be substituido hum Vice Pre-
sidente em seu lugar.
. Dci xiiios de fallar em varios outros motivos, que
tem alterado mais ou menos a Iranqailidade interna
das Provincias ; porque o nosso intento foi de nos li-
mitar-mos aos mais notaveis.
Este e-pirito de insubordinacao e desoBedcncia
Lis, se observa quasi em toda a parte do'Brasil, an-
da que nio rompa em rebolicos mais ou menos assina-
lado-, elle se faz visivcl em casos particulares, resis-
tindo-se com todo o despejo aos Mandados da Justiea,
e conculcando-se com igual arroje as gara ni jas as tna-
issagradas, que as Leis pr< stio aossubditos, que ao
seu abiigo seaeolhem, porque nio ha nada desagra-
do, nem de inviolavelpara hum povo, pue o despo-
tismo, a escravdio, ea liual a revoluco temdesmo-
ralisauo, o que infelismente temos leslemunhado, o
caso de Santo Amaro, e outros na soasa Provincia,
nio se animando as Aulhoridades em desaertar a ma-
gestade das Leis offendida, nem pugnar pela obedieu-
cia, que Ibes he devida.
Nio poderemos dizer, que a nos-a Provincia est i
em anarchia, puando ella tem chegado hum tal es-
tado de desorden!, que ni > ha ninguem, que se jul-
auc assis authora lo pra mandar e fazer respeitar na
Leis; e que por consequencia o povo fasendo c qu;
quer, j nio reconhecesubordinacioalguma.
A que abysmo de drsgracas,. e de mina nio vio


-<
<****
DIARIO >P. P.CRNaMiUCO.
fiasaK^.-jr;^T>4uit:-uiarr5E2KKMBBaii-j.i;'iancK'.TVtvBWj
r.TX:v>il.'21i3UBBiaBt; i
I
El
estasdeordens precipitando o Brasil-, sea Providencia
nao no. di pai .11 Quine in' poderosa. qi|p onl.niilu n
sen curso, nos saNe H.i di-xiiuco, que fulgir o dos a
goira, eremos por s-", que O noto Regente ser, que
h Providemn t-m destinado pira nos lviiir d: lium
Uo lutu-slu i'::n.
(l).i Ga/.cla Coilirocn a] da B Ib i ).
CAMBIOS.
Rinde Janeiro 5 r/e Di remiro inSi.
JLiOndres............ 40*/; a 'ti
Part................. 255
Ouro coi l)ii ras......... 75 p. <'. premio.
Dobres Hespaulies..... 21<00 ;> Sl.rv'O'O
Peso................. I v2>.t350
Moedas de 65400....... 12$G0O
* de 4>5000....... v>00
Prata...............,. 42 a 4>. '/, p. c.
Cobre mneda de 80 1 ei>.. 8 > q p. r. di* loe.
Apolices de 6 p. c. jure. 89 '/, a S9 Vi P-
(Do Jornal do Ccnimeui.-.)
O
AVIZOS FAItTICULAItKK.
". Snr. AI fe-res Jofn Correia Fro, liaia dirigir-*
quantu ente* ao Quartel da Caminando l.i CU** u
qi)**p rtonce, para cumplimento (]'() dem Sfipeiioi ,
lupa a di.is, que seprocuia pira Ibe cnlng ir um
O(licio, -e cuino nao (em-se encontrado fm se pr-
senle ani-HitiCio para em lempo algum ulligir ignoran
ca.
^r^ Qupmqimer tirar o cb-'iro Ha caxac* < di p-
pasa qijHi fica peiilima, seui icr o pecimo 1 M-iro do
inel, sem que mais iruuoa se ooiilieca, e Bode dar mais
valen- pna qiialquer Provincia, mi imzJ por inodco
preco em pipas, a qu*l a nn-snia pes- tira*' o dito t'lii-iro em quatro das contados do
lia i-ni que entrar p. der pipas (I :i cada Ve?,, por a casa naofter cam-
po ion ile acomode iuii-, (|ii.iii ve! fosse caa di.*5 na roa da Roda D. l5, l.nlod> su'.
HJJ1 Ni ra do Collegio {). G, segundo andar pre-
cia se de 4 -ci veirtcs de pediciio, pag uido-se por Ca-
da nm, t ni 11 mato.
^ff* D'iningos Jota Maebado,jf.i?. sciente 'ao pu-
blico que Joaqun) Augusto l'ereira llamo-, deixoude
w-r cu i'aixfiro dtde dia i(i de Jvuelto curenle*
.^fj/T bjlir. Joo Antonio di- S .ns.i, OH pe>sna por
ai, iiMUiie n-'-ein-r urna i ai la viuda de Caxia na io-
ja de J ao Mara Sev.'.
.fjCJP* W'1 >oa Ja j**lorenliria, pm4a unto ao UmpiSo,
casa de Joio Z irrii k, uri*cia-ae alug.ir un ciul<-,
mi iuiiuj i'.MidU), para MervU*0 ilu i'a-a ti 'illl I10-
tiicm : das llora- da larde al o ou'ro dia as 8 horas
da manli. se acia* c-nn :pmi piular.
IfC^ Queiii pircisar le nm ciindo lialiil para
qutlqoei strrv co : aiiiiuiici por ene liiario p.ir.i ser
piocurado.
mf Qnem precisar de mn co.-inheirn PoriugUez
aticio, dn ija-se a rna da cruz leuda di'B.ub.iio n.
il.
\f&" Precisa-se de um Ollicial bim pdriro p'n-
inalwje-ii'' ein fiiii>idos ; a pes ua qoe e-lir hela
ciiciiiisiancias. eipieira ir para a Cidade (la l'aialib.i,
lirija-s'e a./CM de Joao Franci-oe SanlVs de Siqueua
jio alieno da Boj-vista, un no lugar dn IVi. 111 ir pul'
hi*r mais rerloa sua estada, ou na ru<* da iadi ein
M de Fian isro JouipiifB Peflroda Cosa, qu>- totu-
liiyii P'.-t .oituoi iaado [tara <> encapllenlo.
&JT Na na Di.eil/, I), a?, pitci/.a-si: d'iiiua Cf
ada p.u .1 La/.a de peijucna t imilla.
COMPRAS.
V^* f-l l'ari ir. c!e inel : no paleo d* N. S. il<> Ter-
c<> si luado ]). i?do lado direiloa l'nllai-coiu .Manuel
B17.1 11a Cavalcarite de Albnqurqne.
VP.NDAS.
S_J M bim relnjio.dp vfpilico caixa de ouro rnuilo
liirniflrt, grande ca-mpa, ro rente moderna, dois >ineli-s
eehatede onro: na ra de Agoa.i verdea casa lenca
D. 1 pinto a venda.
F3P** l'inesrravo nunjo bom npateiio, cosirrlia **
Irivflmenie, rapas de-lodo SPrvico e de bonita figura:
na cidade ib O inda ra da -B" ora n. ftO.
*T^* R p i'riin c/a da B^hia em coxo, ou libas
e a ii-i.ilbo : na tbja da esquina do b.-eo da Congrega-
lo.
t',^" S.ina-i de oriol em ra-ea, p-ir pieco coinnio-
do : na onda de Antonio J"ze Ceelbo Braga.
*r^* 15m S'lnii aiuda novo, rom todos os w-uiper-
tences, e por p eco coniiiiodo : na 111 do collegio 0.
(i 110 segundo andnr.
HTST" Urna uiiilalinba clara de 11 a 12 anuos de i-
dj te, e leni principio!! de costura: fallar 110 quailel
ti s l'onlascomo ie>pcclvo Coinniandanle.
ry* CJ11KI ne*2ra crila, mossa de bmita figura,
abil pac* Indoo servteo: uaiua da cadeia vtllu em
raaa <\ Ji o Maria Seve.
If^r M-uiteiga de superior qua'i lade em bar ir,
b laxa americana era saic-is a 8^)000 ieii arroba,
tintas de varias c-ua'idadis, por pn-co lommodo: 110
anuasinvn.S, ra da Ail.indi-e.i vellia.
V3P* Urna pon;io de pipas, rom agoardenle ca-
cliaca : na roa do collegio I). 3,
^gp" Din bom iDoleque. ollicial de s^fiali'iio, sem
vicios neni ailiiqucs: na Illa Nova loja I). 4.
Srgr i;uiesoiavoqiif-convem por lodo o snvico
de urna c.iza : na 1 na da Cruz u. da.
T3P* Para lora da ierra, urna negra iosaa, qu-ea-
be lavar, engomar, e cutiuliar Ua la do Rozaiio
islni'a, sobrado I). :>>..
C-^-' PolinhuH lie porta, de Alg-ibeira, e
or pre-
00 coiiinoiu, ii Pr;ii;a il;i liKlt'P'MHlencia,
loja ili* LivT'W N. c '37 e .'38, p na na da
M< dre de Utos veiiaa ijue 'ui do Rezeiule.
ALUOUKIS.
\ r'ngs--e nm. ca,-a terrea na Boa-vista, no logar
rVTienpe, I). : rallar com Jo> Caulu Coima,
afilo da l'i IUI.1VC1 a, lilraila il J.1S0 de BailtM pala
Beii-ai, detente do b.-codo l'.npbil.
FURTO.
JL UitaiSoum par de rselas de -onro nmssico esmal-
l.olai coin um diamante no centro : qualqiier pessoa
a ipieni I oeiiLoH'iecidas as poder lomar e leva-lis
na loja da esquina do beco da Congregacq de J ze VA
leves Vianna, que receber mjj) iei* de >,i atific-cio.
r^- No di* i5 do correnle biliario dosillo do Ar-
r-irtlde Fehppe banlagu Perein, urna raa peqmna de
Hraa do l'eitio d'uilla lanxa, lanada, domada por
deiitm, eab'iada pona para o meio ; roga se a quein
for ofl'erecida, baja de a lomar, e le val-a .Ha mada
Cadeia velba. N." 5q. que ser gratificado coui a
(juaiuia de 35-20 is.
U-
J'tf* m-rada de ca*a terrea, que nao enreda de
?>00*S('0() re-, -elido bvri^ e dese 1 upe. li la, em qual-
i|in-r iluailoix B 1 ir 1 lis, S. Antonio, ou Boa-vista, nao
se olbi a ra : quem a I i Ver auiunuie. .
IfJF' Umaesriav, OOiii cria que >eja rape/, para
niar Hiu uienino: \n loa de J a \laii.i Sev na ra
la cad ia lo Recite, ou aiiuum ie Uvr esta follu para
ser procura lo.
V3P* Urna canoa abei la que carregue ^00 a m.lti
juloi ile aivenaiia, pagmdo s- ein cal, e mes una '1-
nliri.n sh f...r por pricoCiiuitioJ'i : ''" da San-
la cruz s'-bradode du. n lares que fie delonted>
iioiiaojilgieja ae dir quem Lz case ncgoii oU .111-
uucje.
RSC R A V ( Mi FU ( I DOS.
J\ .Vi-/ 1 se. a lodos os Jnzes de Paz que nao dein
p is.ip>'ile, ou He a.paierer li" sen ile.-triclo mande
um mulato por uome Lino, que lo ;io no tita iS de
NoviMi.bro prximo p.i-s.ulo. puf ja loi pegado c^m
um avallo loriado, e lev.u oao Juiz de P../. de Uiiua
i-tev a aln bdaded'* ev.idu--.>e, por ser nmilo ardilo-
so, diseiulo queera forro, eos >iguaes-a os-eguiule-.-
estatura m -di na, cof efcura, idade de a5 anuos, ain-
da nao teiu bnrlia, os cabellos nao sio minio p> g .lio:
qnem o pegir leve-o ao Bilgeubo llhi-las Fieguezia
i Uii'ia o.. 111 1 n 1 do cre-po >obi-ad > I). 6.
ta Media 10 do c nenie niez fug'io dois es-
crav is ii! Rn2#*nf^o Maiio Grosso deSerinhaeiii, 1 na-
Iki-11 n c.b:a por iume Serei ino d i lade le 16 a 18
aiioi-s pOiieo miis ou menos bru feilo e bo uto, ci-
bvlloineiin llnd ecoilade ben t < ule, Fet v.s'.ido
com calca de si fineta, e camisa depaninbo e tltapoo
de couro, um molcque Mossiiinbique de nonie Anio-
vio, idade de i4 a i aunes, lula, rabeca redonda,
nariz cbalo, beca grande, pez candidos, ebeio d*
corpo e 1i io de leic'em, levou calca branca e camivi
de ei-tcpa : quem >s ai bar o.- pode levar ao dito Kn*
penboa Mo si uboi J>-o Bcnlo de G> veia, ou no Re-
cite a Joze Antonio Bastos, que em qualquec das par-
le ifC0inpenr-*e-b o trabtlbo.
^5'* FuuiuaS do ni--z passado um cb'inha, que
1 epiesenla ler lia 14 anuo-, por non-e Francisco,
seco do corpo, e quemado do lad-i direin de.-de o
pescoco at o pi tu entrando landvra o braco, levou
vesiido canisi branca, calca* de briol bi'am:<>, aque-
ta de cinta de raminbos Coin fundo braiico, e hapeo
de peo de -eda ja tizado : o-, apri bendedores leveui-
no a iuad-1 ci uz 11. )G, que scio generosanienle re-
corpp usados.
|ii^* No dia virile e dnus^de Dezembro do auno
passado lugio da caza de Rodolfo Joao Brts de Al-
im-ida B.iiii mulato por niMiie Innoceiuio, 011 al de
Sapateiru eom os tignae* leguiniea ; cor Irigueira,
estatura alto, rbe'odo corpo, cabeca garuJe, poiica
barba, lepiezeuta ter 24 anuos de idade, e lem escri-
to em lium dos^bracos o seu nome por inii iro Inno-
cen io de Sarria Auna e Millo, e urna igma de uiu-
Iber ludo feito rom tinta azul ; lev-rn em caza do ine-ino Barata, na illa delrazdo
Palacete que ser generosa 1 lien le gratificado.
yc~0r Qnerino, crilo, 25 anuos, i.ffi. ial de pi -
dreiro, bastante pr*-l<>, iem urna galeira no cangote
qu parece calor de figo, teiu as kombiancellia urna
costura de urna estucada, cara 1 dunda, altura ordi-
naria fuglo no dia 13 do confute, do Kmiunbo A-
raiipede Baixu : ra da Gloria .-obrailo I) 38. ou
ao dito F.iigenho, que ser geiierubaincule lecoujpen-
<;ado.
NOTICIAS MARITIMIS,
Taboas das mures vicias no Pono de Pernani&ucw
-a
1Segn da 6'). 6
5-8:
(i -:
ui
11.
S 6-M
T-*f'2
-: 8-50 \1Ma11bi.
* 9-18
10 (
~ 10- 54 a
Navio entrado o dia 16.
.SSU'; t6 -lias ; S. Concicao, M. Cisme Marcelino
Maiques e Silva : varios genero. Pa.-ouigeiro-. 2.
Dia i7.
PORT0S DO SUL ; ty lias ; Paqu. te Nacional
i.de Abril, C-111. o 2.TeueiitcMati >el locllto Cin-
tra. P.iss-igeiro.-o Exill. Sei1ad111Mau.nl de Cal Va-
Ibo Paa it' kndraile, <> Capilla T nenie Anlouio Pe-
dro de Carvalb i>< l>*-puladns Vital Raimundo d
Costa Peieira. Ignacio de Almeid l:ortiina, e ..-jiaiza
110^ Joaquim Miiioel l\ i'ei o, e Fi edei ico Pe liando.
NEW-YORCK; 35 dia<; B. Aun. Le Baru, Cap.
Leclierriinairl : plvora, ou Iros gneros : II. Fors-
ler&Conp. Too. 169.
GRN0V\: 58 dias ; "Polaca ;Sar la Ba Iolelli-
gfn.'ia, M.'i&io Goaiciio: varioi geuerpa: J, P.
de Lemos.
Navios salidos no dia 15.
It.
IOFORMOZO; lliate Bom Jc/us dosNavogan-
U*s, m. Jo/a- Francisco ilatDoresS vatios gneros.
GHNNA; lliate Flor de oiaima, M. Galdihi
Pinto. Passageiros 2.
Din 17.
PIII.ADF.LPIII* t Galera Ame. Romur, M. A
M. : vario- geiu-ioa.
DITA, B. Au*i-. Olubo, M. n. Nalaoii : vario^
g eros.
ERRATAS.
1^10 N ^5 arl. Diario de Pernarnb ico col. ->..' linj
Gl> leva-s! cruninoNO abnulono da su.i execuclf^
Analy.e do biojelodu Depulado Rafael de Carvalhq
continuado do N." anleii-r l cnlenda se, do N.* ^
Pem.'na'Tifp. do Diari 18^


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