Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02180


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Full Text
-v
07DE 1836. SECUNDA FEIRA
18 K JANEIRO N. 1.3.
NAMBUCO.
das daskmana.
18 s
7d.i
l, CiWra l<- S. P- '. "'>< *-'"" K 'lo C"',(' '" e ''
id Tiirxouraria Publica, Chano, d .
19 |Vrt s. tonino. Hel-em. artd. d. Jla de O.det.
20 Qnarta S. S. 'IWtiao M. sea. daThexouraria Pub.
91 Quima S. 1:",/ V. M- Itel. de .... ud. do J. do C. de ....
. ilc I.
12 Sexta S. \'^.t<- M- *
23 Satba.i.. ns Dwpomirio* de S- Re. de m. e and. da V. C-
r.i! <(< t cni < 'linda.
04 Domine N-S. la Paz.
la The*. Publica aud. do J. de O
Pkiijmmhuc WA Tvr. os M. F de Fama. 1830. 9
't^y.aaaaaiBaBrta-^v^tjmr!amjMA'j^
Tud agora depende de no* moHinoa. da nowa prudencia, mod#
raCao. energa i coiiiihipoio com pruicii'iHjpos. e nereniot a-
limitado rom iulnirarao entre a Na^i's inai4V. I: ;.
Prur.lamurn da Jtitnihlm Grrnl llintii
km*b*K*r**
-i
Sulisrreve-se a I0OO rs. nii-iisae pago* adiantadn* ncla T< poe ra-
fia, e na Ptwja da Inilcpeiidencia N. .17 e 3s : opile e recebeni
Gorrepndeiicin let;alM ti tanda do* pro|rioaitjiiaiitea, e viudo jcnadoa.
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SFNADOHH8.
Extracta da Sesso de 3 de. Outubro.
Presidencia do Sr. Benlo, Bai roso Pereira.
A
hora dfl costme, -berta n sesso rom 50 Se-
liodon-s, leu-se e approvou-se a arla da andenle.
(J primen o S c.euiio deo tonta do expediente.
*
ORDKM DO DA.
Pili approvado em ultima discussa o projecto* do
De. reto viudo la ....lia Camaju |ue d*dara que a
Senhora I). M;.ri,. 11 RainbaW Portugal"tom perdi-
do odireito de surceaa8 mroa d.. Impeiio lo Bia-
v.il, e que a Senhora Pritire/a D. Ja.uiaiia s. ja re-
.,nhcid Prince/.a Imperial, el*. ? Ibi a final up.
provnda para subir i saneca.
Foi approvada em ultima discu-sa5 para se remet-
lt>r nutra Cmara im forma que foi emendada em
'ft.fla'dj discusat, areaoloca8 relativa aus ai mateos
ff
(J.i Ani'.JC o.
Foi tippi ovala em ultima disruss5 a reolllCnS do
Senado, relativa aosCon-elheiros Moiitinho e Venia.
1'oi approvadaa redacv.au pata e r m< ller uuIra
Cambra. ^ f
l-'oi approvada s.f.tmdaa reauluftS vinda da outr Cmara, q.e ap-
p.!.va a pensad -lo I205 eis aumiaes Concedida a I).
Mara Iitnacia Benedicta de Lacerda. Entrando em
egunda, appatecendo blgauns obgervacSe centra
II.i > l'iP.sii! nt- d ciaron a Ma diacoasaS adiada por
haverem ouiras materias a Iratar-ae.
'IVve lugar auluina lisciiNsa dbase a presen til-
da pelo Mrquez de Caravellas n.< anlecetlenle ses-
NiO, para seie.sp nder a. .libio da outra Caniaid,
'relativo apurcnG dos voto* para Regenta ; e loi ap-
provada. paaooa-ae no sentido da dita b.ize a of-
liciar oulra (amara.
SeUo.se a coiil imtnc^5 da segunda diseussa do
jnojectode le i qoefia a despeza do Imperio, a fa-
7.ei-se pelas diflvrentes Sei retalias de Estado, no
futuro anuo iinaiueiio d*> i836a 1837.
CATITULO IV.
( Ait. 5. O Ministro eSeerelaiio de Estado dos
Njoios da Marinba, be autoiiaado d despender em
lodo o Imperio, iioaniiofinanceirodestalei.aqu.au-
tia de......................... 1,730:400$
.iii.jiKisasEttrJi:as:-->iA*E!; dsa^ii:'i:irtuvir,
8 Cnm o C<>rpo de Artill.ei 1 le
Mariiilia,.alioiiando->eJlie o farda-
menlo na razaS de f)()^^ diarios
a acia praca le p e'............
9 Cotn a Audiioria, EieciHona e sen
#X e.lh'iile ..................
10 (\>m a Academia de Va- inl.. .. .
I 1 Com o Hospital 1- Marinha.....
la Coma- Inteii'lenoias, C-.ntadorias,
Pagadoriati, Almox. pedientes do Rio de Janeiro, Rio
(i aile do Sul, Santa t'atharina,
B-dia, Pernamb eo, Maranli ,
o Para......................
13 Com a njpercuO Rio de Janeiro e l'rovineiaa rimritt-
niasasrii- operadlos, escravos da
Fazenda Nacional, f.'' e maleri-
al/..........................
|4 Com os a i us armado.-.........
1 f> Com oj Navio desarmados......
Ib Com o (>st>-o dos Paquetes. .....
17 Com asninas, costeio l<; Fal'oen,
e i-om as R oras He orcorro.....
18'Com o estabeleeimento le l>oia,
inrlusire 4:000.3) rea para o mj-
lliuiamento las Barcas do Rm Re-
al e Col iiuil>a, na Provincia de
S-rgipe------.................
19 C< 111 "S premios para engajarOeuto
He Marinlieiros...............
20 Com a granii'ac.. SOI mes!res He
escola de Navios, e a os Pillos que
seive.11 de EscrivaS, e outras des-
posas ......................*.
21 Com os 11 loi m.vlo> e aviiLso-. .
aa Com a eonstrueca, reparos He e-
difioios, unirs lespeza*......
a3 Com 11 levantamento da plauta, nr-
carnet.to e niellloramenlo rio porto
da Capital de Pe nambnco, desde
.....................------
ai ldeih dos pmios da Provincia Has
Alago s, ido.11...............
25 Ilein ion. o rrj'-lhorameiilo dos
portes do Ceai e Maratilio. ..
1 Com a Secretaria de Estado e sea
expediente..................
1 Com os Ulli< iaes do CdVpu d Ar-
mada, Cuai das Mantillas e Aspi-
rantes ......................
3 (lomos empregados de Sute. t
\ Com a Capellana.............
Coro .os OH'uiaes de Nutica. .
(i G.in osOfliciaes de Paseada de
embarque..............
Com osOlliciii.s de apilo
a4:60O$
I?.3:319$
8.6 0$
2:100
396
7:3 4
l:388
Ia8:i4*&
1 :G00
(i 6;3a4
5i:450J
3fi0.o $
(51 *:A76j2)
67 S81
(i.i:!)/jJJ
4:000
13:000
16:000
10 000
57:360
28:0 i!
25.000
10:000
36:000
;,750:OO
f) Presidente decarou que, d furnia pralicada, a
discuss. 1I0 ari{(i fivava suelada para depois da dos
sius par.-graplios.
Entrou em di-cussa o 1.
O Conde de Lagea olTereceu a seguinte emenda :
Aliata-se a quan'iia de 1 ;07?,'i00 res 0111 dous
Crrelos, e seos fardamentos. > Foi apoiada, e en-
trando em diseussa, foi a final approvado o, ere-
prnvada a emenda.
I'.ntrou em di>cu.sa5 o 2, o qiul a final f.. ap-
provado^b-,m como o seguinte reqnerimenlo, ol
teei lu por occasio da sua dis.ussa :
Pergiinte-se ao Ministr# la Marinba o motivo
porque contempla no Orc.amerilo GuardasMariabefl
H Aspirantes de menor i lastt J. I. Rorges.
Oi^3, i. eSlbra approvados laes quaes, o 6
foi approvado com osarciameulo d<: tres contos e
PAUIIDA DOS CORHBIOS.
Oliiiila_Tndo i liasao ineio lia.
(.nana. Alliaudra. i'aiailia. Villa di. Conde. M.i 111,111 fiiapr. Pi-
lar. Iteal d" S. Joan. l'i"jo d'Ari'ia. liainlia, Poinl.al. Nove d-
Son/a. Ciiladi* do Natal, v il'a de (ioianiiinlia. e Novada Prinre,
z.i: Cid .di-.la Porlaleea. Villa, do Aquilas. Monte mor novo
A ra al > Caucavel, Canin.l. (iranja. Iinpi ralri/. S. Bemardoo
Si Joo to Principe. Sobrar. \>a d'lllte. leo. S. M alt.ru,
clin do Mingue. >anlo Anlcnio do J.i 1.1:m# t"xeraiiiobini, e Par.
nailia Segunda* e Sextas Irira ao ineio >! 0
Santo \ nlao-- Toda a aliarla* 'Viras k. u.. i o da.
(araiiliiin. e Bonito110* da 'i e 'X do 111.'7 ao ineio dia.
KbireH110 lia 1:1 di'cada ilte,x ao ineio li%*
Seriaba...... Rio Ponnoxo, e LiMeiraaSegundas, Quartai,
Si-Mas I'eirus ao ineio da. .
saaaasi
seis ceios mil reis, propnsto pelo Conde de La-
ges.
A despeZi do 7 foi approvada, e bern as guinte requer ment do Conde de Lagos : rer-
guutc-se ao Ministro da Martlha qnal a utilidade quu
espera no augmento de 14 contia-mestres, que julga
p.eii nr para o lu ni o auno. Salva a redacca.a
Entrando em di-cussaS >8, lb esta inlerrompi-
da em consequencia lo Presidente declarar que o
primeiro Secretario tinha objeclo'urgente a apresen-
tac ao Senado, uqual tendo a palacra leu huru Ofli-
io Ho Vlini-t. o do Imperio acompanhando o xulo-
grapbo do D>-creto^jue inlerpreta oart.' a8 do Arto
adHicional, ao qual a Regencia em Nome do Impe-
rador acabava He dar a sanccaS.
Fiooii o Srnado inteirado, participando-se outra
Cmara, a)
O mesmo Secretario leu o seguinte Cilicio :
Illm. e Exm. Sur.Tendo destinado o dia Se A
gttnda fii 5 do corrente, paca dar -Xecuca ao que .
meilelermina o ari. 28 la le de ia de Agosto de i83i.
proceden lo no Paco du Senado, pelas tO boras da
manda, aberiura ihs acias los Collcgios eleitoise
|).ira a leica 1o Rigente do Imperio, e devendo es-
te acto ser leito perante a Assemblea Getal, niini-
das ambos as Cmaras, cumpre-me paricipal-o V.
Exc. para er prsenle Augusta Cmara dos Sen do-
res Senadores; equando mesma Cmara occorra
algum inconveniente na designaca do referido ^ia
e hora, espero que V. Exc. me lar a honra de mu
o communicar com a possivel brevidade, para o par-
t, par .uitia Cantara. Dos Guarde a V. Exc. Pa-
co do Senado, em 3 de Oulubio de" |835. Sur. Conde
le Va lenca.O Presidente do Senado, Rento Barrozu
Pereira.
O Senado ficoii inteirado, e conveio no da ehor
marcado para aapiiraeaS dos votos para o Regenta
eleit em 7 de Abril do coi rente anno.
Coniinuou a disiussaS do 8, ea final foi appro-
vado com loas emendas, reduzindo huma a de p-
za a 9^:000, ea outra suppritnindo as palavras que
se seguem depois de Arlilberia de Mu iolia.
A lespeza do 9 fi.i teduzida a 1:290 reis.
0p.imeiio [o approvado com a illiminaca d.t
despea de comedOrias do Commandante dos Guarda-*
Marinluis; e lodos os veiicimentos do Cirurgido. 0$
11 loi approvado tal pial.
A desposa do la Ibi reducida a 45:000 rs., a
do 5. t5 a 500:000.
Dando a hora o Presidente observou ao Senado ler
dirigida ;i Cmara do< Diputados o umeio identic
ao tle que o Senado acabava de ter Cotihecimenlo, e
ao pial m poz duvida ; da oulra Cmara porem
liad tinha anda lido par cip.ica ; assiui na Segun-
da lefia, 01 amanfii parliciparia a decisa da outra
Cmara ; e dando para ordem do dia da primeira ses-
sa do Senado diflerentes resoluges c o orcamenlo ;
levatitou a seasaO pelas duas horas da larde."
PPRNAMBUCO.
r.OVKHxNO'DA PKUVINCI-
CntinuafaS do Expediente do dia i4.
JL OiC'\tti\ : Ao Commandante di Esi una Flu-

ILEGIVEL


2
DIARIO tff f*KrtNAMKlJC<>
i r Tur -
gy


'
mcense, para estar prompto a fater se de vella pa-
r o Rio Fom< so no da 16 do coi rente, dcpoisde
para isso receber nova ordern do Governo.
Ao Inspector do Arsenal de Guerra, paraman*
dar fazer na Fortaleza das 5 Ponles, quartel do Cor-
po o Artilheria os concerlos que o Commandante das
Armas reque-ita.
Ao mesmo, para comprar cm arrobas de
chumbo em baria, e o ter prompto, a fin de ser
embarcai'o para a Provincia do Para na piimeira oc-
caca, que se oiTerecer.
Ao mesmo, para ter promptas, a fin de se
embarcaren] para o Para na primen a occazia, mil
"alias de Artilheria de calibre i at 18.
)ia 15
Oficio ; Ao Inspector da Thezouraria, para
mandar abrir os necessarios a-sen los a 4 Cornetas en-
gajados para o 2. BatalhaS das G. N. d'esta Cidade.-
A Administraca dos Ho.-p taes de Caridade e
Caza de Expostoflexegindo urna exacta inb.rmaca
do estad#do grande Hospital, e caza dos Expostos,
na qual infoi maca se veja o numero de doenles, e
Apostas entrados no anno pT p: as respectivas ca-
zas ; quantos dos doeutes se euraram ; quantos mor-
reram, e finalmente que despeza se fez coin o Hospi-
tal, e caza de Expostos, e que receita an/bas tive-
lam,
Ao Director do Colegio dos Orfao-, para dar
urna exaita, e circunstanciada informacaS do estado
do Collfgio, que numero da Oifas lem, a que se
applicam, e qual o seu andiahlamento, expendendo
o me mo Director suas r< flexoens lauto sobre o melho-
i amento de que preciza o Esfabelecimento, como
breos defritos c^ue tenha notado dos E-tal utos, pa-
ra tudp ser prezenle a Assembla Provincial, afini de
providein iar.
Portara ; A Admjnistraca dos bens dos Or-
fas, para com uigeucia informar qnal'foi o rend-
ment do* referidos bens no deaurso do anno p: p:
que applicaca teve, e que qnantia exi-te em Cofre.
Oulro sim : qual o eslado dos mesmos bens, do-qua-
esdever remelter nina relaca, cii^instanriantlo
o rendimento particular de rada um d^tllis, porque
lempo, a quem esla arrendados, e com quecondi-
coens.
Oflicio Ao Inspector das Obras Pul licas, pa-
ra propr pessoa capaz, e inteligente que pos-a ser
mcarregada das Obras da Ponte do Recife, Ca*s, e
Trapixe do algoda, indicandp ao mesmo lempo qual
o vene i ment que ella deve ter.
A
DIARIO DE PRNAMBUCO.
Cantando espalhatei por toda parte,
Se a tanto me ojuda/o en gento e arte.
Cam.
prcsumpga fanfarrona de piogressos cvico.0,
defendida em alguns circulo-, e bailes, de Pernam-
buco, onde enta se desenvolvem, e disrutem os mais
lindos proje'rtos de melboramentos, e todava lodos se
evapora, e desapparecem como o som das palavras ;
essas ideas gigantescas de eslabelecimentos ul*is, as
decantadas obras publicas, que ninguem sabe onde se
construen, as estradas, que nunca se adiantao, osen-
canamentas de i ios, que nnnea se principian; em
fim todo esse ai tefacto de palavras, de sonhos, (so-
nhos nao para o thezouro, que dispende por lei nao
menos de quarenta conlos em Pernambuco, para
essas couzas ta notaveis, e ta azadas para intreter a
ruisidade do poVo) meditadas no meio do quadro
afrrclivo e mi-erav.l, que appresenta o estado moral,
material desta infeliz Provincia, ( a esle respeito
jalgamos que o coro de clamores he completa em to-
do o Brazil) cei lamente desafia a indgnaca, e mes-
mo o riso, de todos os que olh.i5 sem prevencaS,. pa-
ra o ponto de vergonhoso atrazamento, em que exis-
timos, enlouquecidos com palavras sem realida-
des Longe, bem longe de prelendermos ensanchar
buma 'tutaca critica, as nossas instiluice-, pelo
contrario somos os piimeiros a recouhecer a excel-
lencia de algumas : a applicaca do nosso discurso
Hrige-se a alguns, ou minios dos bomens, em cujas
iias por infernal cadinho, todo o ouro dellasse tur-
na cascalbo. Isto sempre foi assim ; todas as ins-
tituicSes humanas, fora boas, ou ms, conforme o
carcter de quem as deiipia.
He com effeito alterrador, e injurioso huma Na-
caS civili-ada, no gnso pleno de lodos os seus recur-
sos, de (odas as facilidades, que a le commmiica *
Authoiidades creadas para vigiar sobre sua tranqui- |
lidade, ordem policial, e melboramentos cvicos &c.
&c. ; be injurioso, e faz estremecer a recordaca do
que epa-sa entre nos, todos os dias, tdos os mo-
mentos Ocwpode debeta, a dmonslraca mais
authentira da relaxaca, epoaco si rneda, de grande
parte das Abtbondades poliches be o e-pectaculo vei-
dadeiramente canibal, q appresi uta os repelidos as-
sacinalos, eom circunstancias agravantissimas, nos
suburbios, e nas riws daCapita-I qua.- de dia, dedia
mesmo .' E que se faz islo ? O que se faz ? Nem se
d f. Vci ver os proire.-sos, as vistoiias os Corpos
de delicio; oh que mi-eria Q' horrores Q' des-
grana Semduvida, nesle momento alguns maldir
a nossa pena, cobrindo-nos de improperios, e bal-
dees, sem esqueccr o assaq,ue de detractor, porque
romos n.ei her nestas cuuzas, que esta va 5 ta socegadi-
nha-, que ja ninguem se lembrava deltas com os gos-
losda festa / Maldito Diario, (diraS militas) que va-
le marinheiro Pedrosa, morto ao peda ponte dos
Afiogados lro, e ccete, pelas 6 oras da tarde ?
Ora, nem ouveraS testemunbas, que tal jurassem.
Quem d f do Zurrcb, morto junt- a cerca de S.
liento em Olinda tiro, e culiladas? Isso era buin
Jiideo, que j tinha umitos predios. Quem sabe, se
he o q'est prezo, q' matou o im.<5 do Braulio, na
praca da Boa Vista na sua porta ? Pos hade-se ir'pe-
ear hum assarino que corre de noile, e pode ti inca-
fiar mais dous, ou tres? Nada : deixal o e-capar,
por que .-e elle f.ii mandado, h menos agravante o
sen crme. Quem se lembra mais il'lmma mulher
moita 'facadasna roa do Padre ["'loriano? Ora sso
dzem que era huma prostituta Hum pardo que
dizem assacinara la por Caza foi le nos dias da festa?
Isso era hum quidanufOs assacnalos do Jury ?
Quem se lembra mais !*0 Municipal l no Palace-
te.. foraSciumes. O Arlheiro morto uo Atier-
ro ? foi intriga. Finalmente quem mor re, he porque
Ibe chega a hora, alias os tiros, e o punbal nOblm
vigor : viva o fatalismo Se. Se. Se. Quanto Tacadas,
isso sao casos acidentaes : nos Delegados, nos Juizes
de Paz ? Isso he fter o que te fazem : baja recruta-
mento, que sorega essas ripaziadas ; e Vros. Sis.
Redactores nao se intrometaS como direito privado
dos Cidadaos: cujdem nas suas variedades, no-s-us
annuncios, e'calem-se !. .. Na6 he em ludo iclici
esle periodo : nos temos onvido miiilos, disenr-os
qua-i semelliantes/ Tal he o grao de desmoralisa-
ca5 Mas nauseive de nada o^declamur ; narremos
fados.
QW vergonha, que porcaria se aprsenla na ra
principal de-ta Gidade, no arco de Sanio Antonio to-
das as noites, e logo muilo cedo, centenares de pi e-
losvaali despeijar itumundicies, com detiment
da saude publica, e njoso incommodo de quantos
por ali tranzitaS isto publicamente, a despeito
das pasturas Municipaes, e como alguns enrarrega-
dos deas fazer executar, vendan osolhos, ao mesmo
tempo, que osfahrem como >es, para o interesse, e
premios dos seuseinpregos, que parece Ihes deve re-
sultar de tanta indulgencia em ludo ? He preciso
qoscciimpraas leis, he preciso ter assiduidade no
desempenho deltas, e nao as tornar c*mo cartas de
jogar. Sim, se os Empregados po+iriaes desempe-
nhassem os seus deveres, nos melhorariamo> multo o
individual, moral, e material do nosso Paiz : de ta
Patria ta fofamente elogiada de possuir bellas ins-
tittiices philantropicas, que nao seVvcm, se nao de
enveigonbarmonos huns aos o ttros, pelo criminoso
abandono sua execaca : nada indica em Pernambu*
coa civilisag d'hum povo livre^ as obras publicas,
os eslabelecimentos, a polici interna, he hum qua-
dro de opprobio e de barbada Que scenas escanda-
lossimas pralica por essas ras, e pracas, a desen-
reiada escravatura ? Q' algazarra libidinosa nao in-
sulta diariamente em alto dia, o pudor das familias
honestas E sao s os escravos ? Que palavras, e ac-
coeni obscenas nao vemos iis nosgaialos, os em-
briagados, os mndigos, sedicciosos importunos ,
e velhacos .' a noile, a vida, e a bolea do cidada esla
empreem peiigo, aiuda nos lugares mais frequenta-
dos : os punhaes, j se reputa hum traste neeesaariu
por certa classe os gtunos se multiplicas progne
sivamenle, equina, sem esperauca, de que sejaS repri-
midos. E sao estes os simptomas do civi-mopro
gicss'vo de hum povo, qu se chama livre ? mas l-
vres das penas judiciarias, e sobrecarregado deas-
secinos, deladi-s, de vadios, de olscenos, de im-
postores, de Iribunaes, de Authoiidades, e de im-
po-ic, s ( em tudo se deve dar a devida excepca,
mal de nos, se nao ouvessem algumas !) E he em tal
apuro, que nos enchem as orelbas d progressivos so-
ciaes? Recapitulemos anda algumas couzat : nos ti-
nha mospontes, estas nos falta, e algumas ha, de
pouca esperanca de loruir a existir : tinhamos calca-
das, e agora temos precipicipios : nos gozamos de
seguranza, e tranquilidj^ nas maos d'hum Almota-
ce as vezes bem cbarlai-W ; agora nas ra..s de cem
Juizes de Paz, escolhidos ad hoc, pelo povo livre, e 1
luminadono estado de progresso, estamos abandona-
do- quasi desposica e mnr aln ivtais poderoso. A
Historia dos Juizes de Paz no Brazil he horrorosa!
O i Umot pi-blico sa de todos os ngulos di Impera
contra a insania, ou desleix, de*ta ainda exolica
planta, ( se sabe, salvas as devidas excepees.) Com
quinto este ca\ aro sirva para rada hum se por foia aa
censura, econtinuar, romo lhe convier, relataremos
aqu hum aalo para d\erliinento fgriidavel dos lei-
lores, e para irmar-lhcs o conecit.
Abi para as bandas do Su1, hordou huma embar-
cataS Iransporlando iitnvcentemente colonos Africa-
nos; para Ihes fazer a ca idadfjde os tirar do perigo
das ondas, bi m'ister que ititeuie^se buin Jiib rln
Paz, que se presin so humanwn de res : saltaraS com h m sui'ie-so o.-"colouos enga-
jados em Angola, eo henem xo da sua fa< ha huns 16 srolbidosda flor : o honrado
Mercador, envin pela po.-la hum agente, com os a
contos. para saiisf-izcrj-om'honra ucoiiiral..do, e ins.
Ii ucq.5 para leclanyr as 16 cabreas, que muila tor-
tura dava isperulaca. Oagente porlou-se com e-
nergia, mas nao < bteve bnm rezullado : o Jo res-
pondeo : meu Amigo, em respeito do Sr. F... en
compiometl minha honra sempre illibada, e sem
msela, por tanto as 16 caberinhasctc, os m^i-
xos, para meconduzirem a vara, e as femis p.ira la-
var-me a facha desta nodoazinha : ou muilo pliilan-
Iropo, e nao quero aprovtjtar-me dos n contos que
me haz ; en nao f.co obsequios por dinlieiro. ...'!!
. .. A vulgarisaca desta a anedocla he bem cSigria da
epigraphe que tomamos para este artigo. A i'laca
nao deve ser gcral, mas o fa< to tem muilos semilhan
tes: como a materia be vastissima, ainda Vollareuios
ella.
Coniinuado do n." antecedente.
ANALYSE
Do Projecto do Deputedo Itafael de Caivalho, so-
bre a separaco da tgruja Brasileira da Santa S-
de jpostoliva.
-JEm embargo, a idea da Reforma protestante de In-
glaterra pira quem nio eonhere a historia aquello
paiz, historia quedevia ser bem estudada para apro-
veitarmosas licis da expeiiencia alheia, be urna idea
i-opgcira, pof que satisfaz oscapiichos de urna ju-
venlude sem freio, vida de nome e de celebridade,
que pouoa custa qd^tlevar-se desde os bancos de o-
ma Classe at copula do eficio s'.cial; sem dar-sc
outro trabalhb, que diser a primeia esti a vagancia,
que occorre imaguaco, fundada sobre o que se ou-
vo nudo indiscreto, e mu tas vesessem pesar o que
se avanca com lauto desca o; pela nos-a patetenos,
para salvar o Depulado, que ofereceo como exemplo
a reforma de Inglaterra, da pecha de mpudeate e de
protervo, que atribuir aquelle rapto de exaltaento
a suma ignorancia da bisloria, e por conseq,uencis da
cau-as que ella dero lugar. Poi m como no Povo,
para quem nicamente escretem.s, podem produ-ii-
desfavoraveis impie-ses todas essas deas v-agasj ex-
primidas com a nfasis de urna perfeila convieco, lo-
mamos o traballio de f.-er o exame analtico d. hi.-lO-
ria da reforma Protestante da Gi Urelanba, para
que .-e conheca o motivo verdadeiro que a produ-io, as
coiisequeiK ias que ella leve, as calamidades de que fui
victima um Povo imprudente e-alucinado, at que dr-
pois de 200 anuos de sofrimentos torm>uaos verdadei-
ros principios das Sociedades Publicas, islo he, |-
berdade de consciencia, e tolei ancia religiosa. Nesla
analise seguiremos as pisadas dos Autons prote-tantes
para que seja nos-a guia a imparcialidade em materia
de tanta monta.
Governava a Inglaterra, principios do seculo 16,
Henrique 8 o, que subido ao 'Prono de seo Pae, 7. de
nome, depois de um reinado felis, e por consequen-
cia com todos os meios necessarios pana aumentar a
prosperidade do paiz, eeleval-o ao maior grao de po-
der e de riquesa, que mereca elevar-se um Povo
nimiamente religioso, moralisado, e cheo de patrio-
tismo. Henrique era filho a.0; seo Irmo maisvelho,
chamado Arthur, casuu com Calliarina 4-' fdha de
Fernando Rey de Castalia e Ai agio, tendo aquelle a-
pena%12 anuos, e logo que completou os H, veio a
Princesa para Inglaterra : porm Arthur, que era em
extremo valetudinario, morreo antes dos 15 annos de
sua, idade, e por cemsequencia sem consumar o matri-
monio. Henrique euto quiz casar com sua pretendi-
da Cuuhada, para o que obteve licepfa de seo Pae, an-
da que s casoudepois de morto este. A pesar de ter
sido a Princesa nomnalmente Esposa de seo Irmio,
fi mistar ocorrer ao Papa pela dispensa, segundo as
leys Cannicos, a qual foi concedida porque nao ha*
i objeco para ella ; e o casamento se realisou em
1509 no meio dos ivas e prasmes de toda a Naco.
Datharinaera bella e moca, adornado deexcellentes
qua.cades c ginu virtiiue, de uiouu q os Consor-
tes viveaoem estado da cados 17 anuos, em cujotem-
ILEG



DIARIO DE PKRNAMHUCO.
potivero5 (ihos, dos quaess i vive*, e fui a R*-
nha>Maa, qiie depois subi ao Trono. No fim dos
17 annos, Henriqueapenas tolia 55, e a Runda eia
iriai-. ve'ha 8 q>i* elle ; foi eiilio. <|ue arrebatado de a-
mor por tima Dama da Rainlia-, conherda vu'g.ir-
mente pelo dome, de Arma Bolena, fingi recelos
de est.T viveudo em pecado, por ler ci-hiIo cin
a viuva de seo Irino ; anda que livesse olitido para
i.-.to o censentunento de s*?u Pae, e do delta e de se nao
aver consutndo o primeiro matrimonio j e de ter o
Papa concedido as di-pensas necessaiias, scguudo a li
edisciplina da Igi-eja Rumana, da qual Henrique foi o
nirti- ifloM) Heleos .ir (luanle o seo nrimeiro casamen-
to, como logo veremos.
Eniielauo Hemique arda de paixo, e determi-
nou salisfasel-a toda rusta, aimla desla mesma re-
putacio ; e pedio ao Papa qu* o divorriasse da Rai-
nlia. 0.4 relevantes serviros, que Manrique lnha
prestado Ig'eja, constrangiu o Pontfice a acceder ;
poiein a pelenco era lio injusta, que por si s era
om ob.iacn o. .Sem embargo, o Papa nomeou em
Inglaterra mu Ti ibnnal para que, enviudo as partea,
dicidisse a (psoaUa ; mas nao h.vendo a Ra'rnha queri-
do comparecer, Legado dssol veo o Tribunal', ede-
volveo oassiiuti ao F<*pa q le recusou formalmente
nuir a divorcia pedid

viugar^e, e projeetou separar a Inglaterra da comu-
nho Romana, desti uindodrata arte o poder espiritu-
al d<> Cliefe da fgiej Calholic, e lsende-ae si mes-
nao Calieco da Igieja Anglieana ; para rujo fin ob-
tuve do Parlamento urna ley, pela qual o p< der espi-
i'ilaal. queaienio eierria em Inglaterra o Sumo
Pontfice, passou para o Rey com ilimitada autoridade
obre as causas r<-le>iat'cis. GranmER, principal
Coiiselheiro de lleni iqu<>, foi quem mais cunrom-o
p*ra esle desenlace; tanto que o.-, te se vio conjunta-
mente Rey e Papa, o notoeou A'Cebispo de Cantus-
aba, elhe delego como principal Joifl, a ana autori-
dade e ni materias da Igrej. lu.sj.niradu Granrner Ju-
iz Eclesistico nao tai don Henriqi e em por a sua causa
parante elle, e pedir Ihe ju-itica, eia duro dereito
vi ver com urna mulher de43 annos, qiiando poda
hLer niM de 18 a 20 aroni o trahW'ho de <>requerer.
Tudo qu a ni o se passou nenia caura, coque se seguio
ao divorcio deHenrique e seo novo estado, be horro-
roa, e ueceawla dsangue fri para releril-o.
Continuarse-.
malaclo, para ajugar as dilas Casinhas a negros cap-
tivos, vadios, e migo que alguna at i-eos de Polica :
e leinbro-lhe para seu governo a leitura do Ait. 8 do
Alvai de a5 de Junho de 176O, mandado executar
pelo ArL 9do Decreto de 29 de Marco de i833.
7.' Finalmente, se pode qualquer Autoridade de
Polica, dar licenca aos Africanos captivos, para que
pos-o)untar-c, e leunidos azerera a briucadeira, a
que se chama Maraca I na qual fazem grandes
alaridos, e moliii ; e se e.-sa licenca, no caso de ser
concedida, se ir de enrontio com o 1/ do tit. 10
das Posturas da Cmara Municipal, t como Art. 7 da
Lei de 36 deOuiubro de i85i.
Sou Snrs. Redactores
Seu constante leilor
O Amigo de saber.
Quem precisar de uro criado para rompr,,
de urna ca>a, ou mesmo para o servir, ordina.i,,
procure m ra do Rangel defronte da rasa nn
da Meza das Diversas Rendas penltimo sobrado ,
toja que lem urna rotula k$.
&* Quemannuncou querer comprar urna -
deinnha, dirija se a.rua dft Queimado toja de Ira-
geni n. 2.
p O Botequm atrtz da Matriz de Santo Anto-
nio pinsase de um srvenle para entiegar mocos
e comprar na ra : quero liver equiseralugai dirja-
se ao mesmo, ou annuncie sua morada, e paga-se
Conlinuacao da Lista dos Bhetes do Tbealro deslri-
buidos pelos baixu assgnados a favor da Provincia
do Crio Para.
Ti ans porte
579&360
2&880
2#880
2^880
2^)880
2.*Tenenle Joaquim Cesar de Mello Pa-
diHia............................
riruigiio Ajudanle Joio Ribeiro da Costa.
t)v. loaquim Seiapeio de Carvalbo......
Francisco Caita no Pe eir Gaimaracns.. ..
Antonio Jote Gome......\............ 4$320
lOfo Q-ieiroga.......s------;.......... ,2$880
Jos* (^ueir. ga....................... 2$88u
Francia^o Sim5es Silva.. ............. 2$880
Jol0Bernardo Dinis Pessoa............ 4J)320
Domingos dos Passos Miranda........... 2^)880
Hruno Antonio de Serpa Brandio...:... 1G^J)000
2^5880
4J)320
25880
2#880
25880
5^60
DIVERSBS REPARTigOENS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A patita he ti mesma do N.* 6.

CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
A%0ao-i.HR o obsequio de mandar nVrir as per-
guulas seguiutes, se jtilgar utilizar ao Publico a sua
111 i cao.
'-' Por qoal des 4oU| pontos ferfa cordeadas asa)
eaaas, que se ealio edificando na ra do Sebo da Rda-
visla, se foi pelo obrado da trempe do Snr. Francis-
co Antonio de Uliveira, 011, se pelo da esquina do
Pateo da S. O uz do Snr. Perelt.
2/ Se lorio cordeadas as duas Casds novas edifica-
das no lugar do Cajueiro ao p da pRite da Magdale-
aaf as quaas bao de servir de modelo as que para o fue-
turo se edificaren!; pois se lorio rordeadas, urna del-
laso le reno abaleo bera dous palmos, ou eulo o Pe-
drero morreo inchado de comer a tena que faltou no
alerio.
3.* Se hedas IiisIi'ucqSc-s de 10 de Julbo de 1822,
que regula o recrularoento mandadas executar pela
Lei de 6 de Ouluvro de i835,' e Decido de 2 de No-
vemliro do mesmo anno; smente seiem recrutados
para Tropa de Linha os pobres, e va dios, ese os ma-
is sao isemptos, emboca estejao as circunstancias.
4-* Se p.de ser repesador do Acougue^a Boa-
?Nta, quem he cobrador de um talho ;. a jKhev ser,
julgo intil o ^ i3 do tit. 4.* das Posturas da Cmara :
pois nao secoaduma com a boa razio, fiscalsar os 011-
tros, aquello, que percisa ser fiscalisado.
5.' Seo Snr. Fiscal da Boa-vista, s ha Fiscal no
nome, ou se he para executar as Posturas e ordens da
Cambra ; se he, a rasio porque conseute a ladroeira
do Acougue, e dos feiliceirosatravessadores de farinha
da prca, que roubio aos matutos, eao Publico.; e
porque Umbera nao manda arredar o entulho, que es-
ta ao p das poitas do Acougue, pois faz vergonlia, a
quem por ali passa.
6.* SeoSm. Aneroaiante das Caiinhas da Ribeira
da Boa vista, reerbeo alguma 01 dem no acto d'arrc-
Joze Lopes Rosa..
-Domingos Alfonso Neri Ferreira........
Joze Aflongo Guedes A In forado.........
Manoel Camelo Pessoa................
Alferes Joze Bernardo Fernaudes Gama. ..
Theolonio Joze de Freitas.............
Cadete SalvadorC'oelho deDrumond eAI-
baquerqpe........................ 2$88u
Luis Joze Ua Silva Guiroaiaens.......... 2ft880
Klias Jote Martins.................... 2^880
Rufino Joze Coma d'Almeida.......... 2%880
Jo^fcXavier Ca neiro da Cunba......... 2$88o
Loif da Veiga Pessoa...........)..... 2^880
Joio Baptista Pereira Lb-............. 2$880
Joze Lourenco Bastos................. 4o&320
Precisa-sealugar um sobrado de dois anda-
res as prmci pas ras ee Santo Amonio: quero o
tiver annuncie.
***** Precisa-sealugar urna negra que saM o*i-
"har, eensaboar: quema liver annuncie.
*jp* Na ra Nova sobrado D. 26, segundo andar
precisa-sede urna mulher, que saiba coainhar, ed'ul
ma pela, ou preloque saiba fasero sei vico oidiiiario
de uma casa
* A viuva do finado Ignacio Antonio da Trinda-
de,previneaorespeilavl Publico, que ninguem ne-
gocie o escravo Joio mudo, por ser da posse e domi
nipdaannuncianle,oroFelis Joze M>ixado{ o qual
por falso titulo chama-sea posse do referido escravo,
como se mister (or mostrara judicialmente com docul
menlosdo punbodo mes.no FelisJoz Mxado, cujo
escravo acha-se em poder da aununcianle que pro-
testa desfaser todo e qualquer negocio que adespeilo
do sobredito prelo acontecer por ser de sua naturesa
nuhssimo; e para que uinguem schame ao engao
annuncia peJo Diario.
Oabaixo assignadofdz publico que por fale-
cimenlodesua sogra Bernarda Maria de Jezus ficario
em poder de seu sogro Mathias Muniz Tavares alguna
bens desle casal, sem que oannuuciante quizesse in-
gerir-seem laes negocios, esperando que o dilo seu
sogro procedesse com alguma equidade, e desinters-
se; mas como Ihe consta que elle pelo contraro tem-
se portado de um modo sumamente injusto, e re rol-
lan le, perlendendo vender ate' uma casa, que resta
dos ditos bens, o aununcianle faz o prsenle aviso para
que ninguem a compre sem primeiro ser ouvido o
mesmo annunciante, sob pena de nulidade do con-
tracto, ss^uindo-se os mais termos, que sao expresaos
em direilo.
? Joze Ioaquim Nunes de Abreu.
2^880
250
4&320
3^000
2.5,880
3^320
25880
8^400
5^5)760
Gustavo Joze do Reg
Joio Germano de Paulo...........g^ .
Jico Geraldo Mnri.i Lumak de Mello.W..
Francisco Candido Luma< k de Mello.. .
AnIonio Joio da Rssurreic,o e Silva. ..
Major Caetano A b r'o. ..".............
Francisco Ribeiro de Briio. ............
1 Fi mm'vo Joze da Silva, por 2 b. I heles. .,
Luiz Ignacio Pessoa de Mello, por 2 bilbe-
tes......i ..-..............., .
JoioArcfnio Raibosa..............Q, 2^)880
Joaquim Jo/e Umbeliiio de Miranda..... 2J880
Jernimo Ferr-ira Coelho.........'..... 2^880
Hermiiielgido Fermino Lemus.......... 2$880
i.'Tenenle Afl'onco Honorato Bastos..... 2$880
Anacleto AI ves da Silva............... 2$880
Bernardo Pereira.................... 2$880
Francisco Ribeiro PaVio............... 3$560
Francisco Xavier das Neves............ 5$000
Bernardo AUxandre Fonlane........... 2^5880
P'eleciano Crvalcanli de Souza........... 2)880
Dr. Francisco de Paula Baplista......... 2$880
Francisco Sergio de Matos............. 2$880
Joze de Souza....................... 3$840
Joio de Alemio da Cnmara............. 25880
Francisco Machado Freir............. 2$880
Luiz Joze de Sampaio, uo pode hir ao The-
atro, e pelo bilhele que se Ihe ott'ereteo,
deu ,a quanlia de................... 5#760
9 -------------
559#920
NB. O Camarole do Snr. Juiz de Direito Cljcfe
de Polica foi vendido aoSnr. Ajudanle Francisco
Joaquim Pereira Lobo pela quantia declarada de 5
moedas velhas.
Manoel Ignacio de Carvqlho Mendonca.
AltZOfi PARTICULARES.
MT Reciza-se de um moleque para o sei vico de uma
casa : quem o liver e qui-.ee alugar dirqa-se a loja
Franreza da ra Nova D. 3, que achara com quem
Li nos avizos particulares, insertos no Diario
de Pernambuco N. 3 de 5 do corrente, huma ate-
linaria aos Zurralas, ou burros, qualidade esta de a-
tiimaes com que nos tem mimozeado o velho Portu-
gal, que parece faser do nosso Pernambuco a lina a-
onde despeja as suas mais uojentas immundices; o
que nao acontece a respailo das mais Provincial do
ajazil, aonde tenho visto, que a maiora dos Portu-
guezes lem sentimentos liberaes, nao sao insultadores,
nem attacio os seus patricios por serem Constitucio-
naes ; porem como o autor do tal annunco ou aviso
leve a prudencia ou a caridade de nio declarar quem
erioos autores das xufas e algazarra, nem tiopouco
eusoubesse quem era o mesmo autor, fiquei em je-
jum, desojando s conhecelos para a sea lempo e
daca resposta a quem assiroousava perturbar o soce-
go publico, eattacaras Leisdo lio-ptaleiro Paiz, que
recebeu, e conserva em seu ceio seroelhantes animis.
Nio tardou muito que o acaso me nao fizesse conheccr
os malvados. Achando-me u os das passados mu'
porto da praadoCollegio, juvi" a conversa de certos
capadOcios de manga arregacada, que possuidos ao
que pareca de grande ra va, promeltao esmigalhar
e reduzir a p o autor do citado annunco. Bem di-
to se ja o creador; boa he a nossa terrnA dice eu coro-
raigo mesmo; j os C... S... ouzao levantar a grm-
pa em Pernambuco, e atacar em lerra-que nao he sua,
osque nao seguem o feu maldito ayateina, sem se lem-
brarero que o Brasil detesta esse mesmo syster?
Nio he malvados, Pernambuco o campo da balaha
que deveii procurar para decidir osa questo, he a
Portugal que a deveis bir ventilar ; mas vos s tende
lingoa, como mal creados que sois, para atacar
bonicos pacficos, incapazes de dar-vos a resposta,
que merecis, pirem lembr.ai-vos que pode ebegar
tempo em que a recebaaa mu ampia ; porque os Pr.
nambucanos e.sljo alerta ; elles muito bem vos conhe-
cem. Qando esse lempo chegar saberemos se vos bes.
permiitido inpunemeute, sem motivo justo, insul-
tar as pessoas que nio forem do vossu credo poltico,
e se t-ssa pessoa bu p.ssoas nao padem queixir-sjj des-
ses iusultos pelo Diario, emboca nio ae declare por
caridade os vossos nomes, sem correr o risco de er
assassinada porvosaez. Snr. autor do annunco ou
aviio, alerta, nio s com e.stes reos de polica) como
Vmc. Ihe chamou, alerta com esses asaassiuos.

Olnimigo dos malvados.
IVEL


DIARIO DE PF.R MAM JUCO.
E
'.
O Sur. Capitn-mor Domingos Lourenco
Torres Galludo queira procurar urna caria na ra do
Rosario D. i .r), pi i ni. no .mdar, poi como ate gi*a a
su. morada njosefiil i'i.
L^1 Precisa-se de urna ama para casa, que sab
Cosinliar, lavar, e engomar: na ru Nova \). 5 e 6
011 aununeie.
%!^T* AHuga-se uma pn-ta para o suvico le casa
e vender na ra : no heco da Bomba I). 4.
K3P Quern precisar de um criado haliil para
procurado.
/y* O-- Sis. Bol ira ros, que qu-zerem Fornecer
po Policial mi >eo me-ni" O iaiteJ, poderaS rompa
Tecer, quaita f. ira in d> coi tente petas 10 hora da
liiaiilia, na Secretaria e Qoarlel lo mesmu Coi po 'Po-
licial para se. lar/ero lalo : deendo p uem wt d
milhilo quelle que por menor preco lornecer ditos
medicamento*, tig-lando-M a rotldicfi s que na
ocra/ia sera declinados.
KP* Troca-se urna negrinha ciiola de nove para
re/, anuos, nini viva, e bem 'assiin um ninlequinho
de 5 a 6 anims prnprio* para aereen edu-ados, ludo
por urna negra le 20 a 2.t anuos, Coni bous C'u-
nn-s, Sailid, e que sirva para o servico domestica de
'tima raza, e uhem Se vendem, a p>>oa que tal ne-
gocio Un* fuer corita. dirija-Ka ao b co do Vera", na
Boa Vista caza du Alfeie-. Eilnardo rom qoem trat-u.
XfT" 'Quern precisar de um caiveiro p>ra esOiiu
cu cobiaiica' anuncie.
tljr* Tincase urna morada de cara em 01 inda,
milito Imsjm p.-ra grande tami'ia. por otilra ios liitfa
res stgtiiuts : S. lenlo, Bumfim, Malbias Ferreia,
quem e pfopuzer anuncie.
%CJT* TSa 1 na Diuil-, D. a?, precisase d'iuna cri
ad.1p.1i.1 caz.a depequea familia.
I #S
Na.
NAVIOS A CAIHJ.
Para Angola.
-i
COMPRAS. ^
t J~m Repartirn das Obras Publicas lem de nomprar
lOVfiOO lellias, e 1 4:500 lij.tas le bom ladihu, e
iiui.i porsi" de tabu-s depinbo: todas as pessoas que
qili.seiem vemier podem comparecer na cata d Ad-
ninisttacio no da 9o do crrenle para a rompa do
'pinito ; e lo lipdo e iillia no dia ao; a< q horas lo
dia,'paia Iractar lo ajuste, e comp ar se a queni por
menos vender,
ICjs Os Nmeros 80 e 81 da prxima lotera, a
pess>a que os lver e os qinira vender, (l|rin-ae ao
Allelr<'la Boa-Vista loja le ta/erida di li nnle la Igre-
),i da Ylatrig; reci-bendo a'ui do v..l.n dos unos
155o rs. de -pi emio.
/3r* Um escravo que con vean por lodo o servico
tlcumascaza. : ua 1 na da Cruz. 11. to.
VF.NDAS.
Ib
MATypografia completa, a qual lem lypos para
impremir diariamente dote Peridicos em p-pel regu-
lar, cojos sio 11. 9, 10, 11, e 19. TofJns coni os seos
com ptenles grifos, ese chao deatribuidoa ero trinla
paiexle cllelas, as quae*estio montadas as compe-
t riles estantes. Te ai mais um par de caixelas c m
typo ia maiiuscriplo ; e bem assim dez diffarrnll
fai aderes de'bastardos grossos, de Sombra, e ornados
para ttulos &c. Um grande soi tmenlo de I i II hastio
diversas gros-uras pava mappas- i5 d (Trenles orna-
tospara tarjas de rarlaz.es d'Opera, Billieli-s de g*r-
rafas &'. ; outi o grande sortimento de xaves, 011 a-
I nacos, e de e leca lites I i ribas de ornato para divi Oes
He artigo* ; -10 Armas Braszileiras de diversos l.una-
nhos^ $1Ln Fulhiuhasf 5 Emblemas pava cartas de cqnviie ludo
do melhoi gto possivel, por ser obra do 1. Fundi-
dor de Paijx Mr. Fimin'Didot. D-is excellentes
frelos de ferro, que mel llores esla Provincia anulaos
nao Djssui ; componidoies, r.iltws, e pon 111 ras de
Ierro; iim.is, n.oxos gal:s, I a boas 1c., e lod s os
maisarraiijos que se fasem precisos em urna Typu-
grafi. O peiinlliiiio .preco desta Tvp'g'ali de
Eorrj vingem com a possivelj brevid.ide, o Bcgne
Nacional linpe odor do Braz.il : quem 'nelle q til ser
carregar ou liir de passai;ein, dirija-se ao Capiu> do
tnesnio Noi liei lo Joaquim Jo/.e (Juedes.
3:500^)t300 res. Ad verte-s que liobein se vende-
r a melade pela melade do preco demonstrado. A
pes oa, ou pessoas a qeem convier tal compra duijao-
se ra da Paz.desta Cidade dReoife, detrada roa
das F|o-es s.gouda rasa nova, pegada a do lampio
trac lar imiiosui pioprietaio
.1. N. de Mello.
ry- Urna miltatinha clara de 11 a lannos de i-
dade, sem vicio algiim, a qiwl tafr- nda sofrive luien-
te, < lem priinipios de costura: fallar no quailel
d.-s 5 Ponas com o respecliv jry Urna negra, que sabe cosinhar, lavar de sa-
bio, e bar ela, e vender na ra : no atierro da Ba-
vista n. '.'.).
itfy Em bom uro, e por preco commodo 0^ sc-
guiuies livro>: orna giamatica latina pelo Padre An-
Ionio Pereira, um Horacio, nma Arle Potica, um
Tilo Livio, um Omelo, dois Saluslios. nina cria de
Cicero, uro Elemento le Poelica, um 7-ei'er; e nina
Biblia i na ra do Mosaiio u l-a D. '].
jry Bicos de liithn br.mios e pr. lo<, s-njas pe-
las, vs delinha bralICO* e prelos, e-pai lilli-s. de 10-
fdos os lamanbos da ultima moda, ludo le mui boa
qualidade por precos coniniodo* na ra Nova l). i2
|o|a de l'"i eileru-o Clioves.
#y II,n legro, naco Cassange, som vicio, nem
achaque, bonita figura, e li-bil para qiialquer sei vi-
co: na l" ac da Independencia l>ja U. 9.
&y Urna cama de. angico com Corxo e enxerglos
sem lerem anda aeryido, e por preco commodo : na
rna Direila luja de maiciue ro O. 8.
y 300garrafas varias, e urna pipa qoefoi de vi-
11I10 linio : na ra do Ai agio D. I.
ry Um cavallo bem novo, e b>m cairegado-', e
gordo, puco ominodo : iV ra d'AI'gria l. sob.a
do, e 125.55000 1 eis de cobie calimbada pelo preco
que se am t .1 : i|uem liaei ailflUncie.
/y Tero h gado ultiin.mente de Live.pof|um
Icomp'eto soitmei.lo 'e moni las para Kngnh) bo-
risoilUes e ?ei licaes de lodos o> laiiMiiraos. assiro lomo
l.o.is as enlmenlos de |axis de cob-e. feno coa.'o e
baiilo: na ra do Tiapixe Novo II. 13 casa de Joao
B. Fox.
$y Urna negra mos-a de 18 annos. SadlS, e em
\c 9 algnm co/.inli.., cZ e engoma : lia piaca da
Boa-vi,la D..3. .......
y^f- Um palanquim novo, milito lico e todo en-
vidiacado : aMlai.com o Dcsl nbuidor d.; On la.
i ^y Graiiinial ca Latina, 11 alados de tftdasas qua-
/lidades para aprender a eSeieve|- ; cantig 18 para 1101-
J/te de Natal; Conatjtu.ic'5 di \'a./e M-re ; Pnimi-
rosconliec melos; (arias p-ra os uoiiinos api>S|der
.i escolla e t..b.adas; folitilias de Padre, alr.iF. na
de puila : a l'.llar oin o. me.mno Desli ib udor.
Vy Urna negra de naci, lav.deira, e cdsinha?
boa figura, umasa esnd! H t*** ** Nixo da Peoha
TST- ParaWra da Ierra, urna negra motn, queso-
be lavar, engomar, erosionar: na 1 ua doJkosinio
slii-i'a, solna'lo 1). 9.2.
try Uma esdiva, ea comprador se dir as ba-
belid.. es : na roa Di-eila, I). '27, das 6 as 9 da ma-
nila, edomeio di.'rts 5 G^f- Futilidad de porta, de Algibetra, e
de Padre^aia o anuo de 1836, por j)tv-
ro coitiiitoW, lia Piitcada Independencia,
loja de Livrd N. ? 117 e .'38, e na na da
Medre de Dos venaa <|tie l'oi do Rezende.
FURTO.
[f Odia ifido correnle furlaio do silio do Arrsial
de Felippe Santiago Pereii a, urna rexa pequnn de
prala do feilio d'unn lanxa, la viada, domada por
denlm, e ab ia da pona paiaomeio; rogase a qu< ni
fur ofleecida, baja dea lomar, e leval-a na i ua da"
Cadea velha. N."54, que ser gralilica'do coma
quautia de 3^)200 is.
FSC l\ A V OS FU G I DOS.
J Oaquin Congo, idade i\ annos pouco mais on
menos, alto, urosso e bonita ligina; futido no dia i 5
lo cor ente Jam ir. < o- apprehendedores levem-o ra das cru/.es l), 7,
i.niidar qtiH sei bi-m giatific. do..
&35T Joayuina, de Angola, idade pouco mais on
menos i ,r) anuos, baixa, e cheia 1<: coi po, sintuia li-
na, peiloa a'goma o a grands, bracos, e pe as
gn cas, em nin dos per, e p-rce *ue n> es|ii'uIo,
lem logo cima do caicaiibar um spero d'uina l'eri-
da qm-lerea IDllilo) os bnilbroa baixos, e he vesji.a
*e enda semp e com o'llOS baixos. leVpll vestido blan-
co de inadapolio,chales deiintim encarnado j lira-
do, cuma Iroiixacom i #slidos de xita roxa j ve-
Ihos, una saia de eassa e tiez camisas 2 de aWodoz.-
nbo, e lima de madapoln. Sendo logo seguida le-
ve-se noticia al a Bia-vist i, e alii supe se que f>#i
acollada: os apc.hendedoi'es levem-na ao sitio Be-
bedouro do Eugenho do Bru que sciao bem re-
compensados. Adveitese que fugiu a i4 do cor-
r ule.
^T^ Agnslinbo cubra escuro, estatura ordinaria,
cabello rara pitilla e reacido, com urna cicatriz na tes-
ta e outia na baib', nios e pe cumplidos, fgido
no l.do i .loconenie mez, consla estar na Cidade
de Oljndfl no imitador em coinpanhia de um rami-
eeiro por nome Anlq/lio Congo: quem o aprehender
podei a levar a casa du Mdico Bi i'o no alieno la Boa-
visla ou no s-o silio rtr-ia a griilificaeiodfl aiv^J) reis.
&y Fufirio lempos da Fuzenda Guinde (em
Campos dos G annos de idade pouco in.u-ou uieiins, oIB ial de tano-
eiro, mt'i" ollicial de allaiale Ir io do co^po, com
heico e ida grandes. Mximum na baixa, desdenla-
d.i\ e com urna cirali iz em um los lados do pescoco.
l)esconlia-se que f"io paia alguma las Provincias,
mas nfo junios. Ouem pegar qualquer delles e pu-
serem lugar seguro, e fi/.er avi.-o asen scuhm* Joze
Gomes da F"seo Parahyba na Cidade de Campos,
ou ao Sur. JooBernardes \larhado nonio de Jami-
ri sci ndvmoisado de ludas as despesjs, e bem gra-
tificada.
XC9" as ante vesperas de Fe Paiiella da ca-a lie bilvtna Joaquina Lobo e Mello
um cabra si) captivo ollicial desapate0 de nome I110-
rent io, e que tein os siguaes segninlta^pajos quaes se
ii7. conhecido. He de altura ordinaria, alguma COU-
sa meio pi', a que < bamo vulgai iiienle calai ego, a-
b lio eiii o cado. chelo d corpo, 1 0111 alguns signaes de
bexiga, alguma coosa pieso na vez, porco em sen*
I* Irages e lem no braco e.-uueido urna figura de mll-
Iher, pintada i-um tinta azul, e por baixo o seguinle
lel eiro Inocencio de Sania A una escravo-quem
encontrar o podei agarrar e b va-lo a casa de Rodol-
fo J o Barata de AliiKda,que ser bem recompensa-
do do .en Irabalho.
ARRKNDAMENTO.
A Ikeniln-s.- um silio na estrada dos ^mirlos i quem
u perTender dirija sea loja de courus da 1 ua esli cita do
juSiio l). 1G.
PF.RDAS.
1 Erdeo-se no dia i5 do correte um alfilete de
peilo, lesflea ponte # Becife ale a roa das Flores,
com os signaes seguinl.s: seis pedras no circulo com
eravadeira de piala, eumajdVdra lio meio lambein
cravada emouro; leudo dno alfilete n. Gm tima
cobra, e urna palma, ludo de ou. o: a peasoa <|tie o
tive. adiado, cpierendo restilui-lo, dirija-se a Typo-
grafia Fidedigna, ra das Plores que se gratificara
com generosi.lade. Assiill romo adrerle-se leo.bem
quem comprar dito a flntt- ( no taso de ser dkic-
cido) seo dono uz.ar dos uieioa que Ihc compete. (
bel
jjr Maiioel, nac6 singe, coi bm escura, esta-
tura regular, clieio do corpo, cem barba, pe grau-
ds e xalos, un tanto cambido ; fgido a dous me-
Zs, Icn ve.-liaWcalca de brim escuro, jupela de
xita de fl'i's encarnadas, chapeo de palha pillUMo
de preto ; os apreendedores levem-o na praciulia do
Liiramentn loja l>. 22, que ahi reeehera de grali-
ficaca 1 $uoo rs. ,
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chetas no Pono de Pernambuc
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.Manila.
tern. na Typ. do Diario 18*35
ILEGIVEL


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