Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02178


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Full Text
T

ANNO DE 18.36. SEXTA FRIRA
15 DE JANEIRO N. 11.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Pk ii i unen, naTvp.iikM. F a Pai* I8S6-
DAS DA SKMNA.
11 Scjf.iii.la S- Ilvaim P. M. dos Jnizesdo C. le m. m de t
se*, da ThexQii'rarin Publica. Chae I-* A
12 Terca S. !"aiyn> P- M. lid-de m- au.l. da Jni de O. de I.
.14 (l.iarta S. Hilario'B. W* la Tliczoiirari.i Pul.
II Quinta S. F.-iis M- Rl. "* J- I". S.Via S. Amaro Al, ses. da Tlicz. Publica mil. lo J. de O-
Ir l.
Ifi Sal.l. lo S. Marcelo P. M- Uel. de iw. c aud. do V. Ge
ral do. I un <'linda.
17 Domingo O SS. Nomo di- Jess.
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEJ R.
CAMiltA POS SPKADollRS.
Extracto da Sessao (le i de Oulubro.
Presidencia do Sr. Beato Barroso Pereirt.
A hora do cosume, berta a sessSo rom 35 Se-
iiadores, leu-se e approvuu-s* a arla da aiileredeulc.
O primen o S eitt'uriu tieoronaa dopedeiile.
Cilicio do pnmeiro Stj retawo da Cmara do-. Do
pul.oios parlu pando ler aquella Camaia adoptado6
passar dirigir sanee b o projecto de le que pro-
hibe oe-tah IWiiiientod vnculos; el resolucaque
un, le ainui-lia pcs oas imolvidas em trunes
polticos lias Provincias le Periunnbuco e Alagoas.
1- ron a Cmara intt-irada.
Oilro do inesuio Secn tapio arompanhando a pro-
posico daq-tella Cmara nf ipro.vaudo, nos lermos em
que he concebid, uTratf.do celebrado pelos Pleui-
poteuciarios di. Rrazil da Austria, eom dala de 7
o> Jutiho de i835. Foi a imprimir e Commusa
de Diplomacia.
Guiri do memo Secretario- arompanhando duas
proposites daquella Cmara lindo a primeira por
lim autonsar o C.-venu a queimar as ii"t;:s do x-
tuirlo Raneo e novo t'adra tulla indiradas; ea
secunda a uganisaca da Secmiaiia da Cmara Mu-
nicipal deKa Cida.ie do Rio de Jam-iro. Dispenso-
se a irapcsso da puniera, indo asegunda a inipii-
mil.
Snr. Panda Souza aprcseiilou por parle da Com-
an u deFa'/eiidahutu parecer para que se peca ao
Co ver lio iu>riiiai8 uobre a preleooaO de Manoel
Jote Al vea de Miranda e Conipuiilua. Foi appro-
\ado.
OROEM DO DA.
F.nlrara em ultima discussa as emendas feilas e
pprovadas pela (amara dos D.-pulados ao pr.-jecto
lo S.nado, relativo ao lemipo e roanei.a de se proce-
da apnr..c.5 dos votos para o Regente tnico, e
.r.. sen impugnaca ptero vadas, e bem assnn a fi-
nal paia subir o proferto a nancead.
O Sin. Paula Souza exigise mandasse com urgen-
cia pora litupo o aiitographo, ese ofliciasae ao Go-
verno ped.mlo dia e r.ora para Ihe ser apresenlado j
e briu a^iui Cmara do D<-pillado*, comniunican-
do-lhe ajue < Senado a doptou as soas emendas ; e de-
cUiutj que suppunl. qun a Regencia havia de con-
cordar cm o rolo nacional, assim que o tem cons-
tanli mente leito. (Apoiados.)
O Pre.-idente sttisfareniio a exigencia do nobre Jje-
nador, d.eUrou que conlorme o vencido, passava a
ser sobmeildocons:deiab..5 d Senado, entrando
eiupiimeiradi-.cn sao o couvile f> i tu pela ouira C-
mara lelalivoanomearaS de huin membro para a
Regencia, quaudo o Cenado Hienda que nao pode
ler logar nesla sessao a ap.iraca e pose do Regente
eleitoem7de Abr do trrenlo auno; e ob*ervou
que nao teudo a mate lia sido alTetta a Conmiissa al-
Tml'i xgora < mean, Kiieila: coiiiiiiik-iiius rom.. |>rin<-l|iiaiiiim. e frniiii
l> Priic.laminttn du Attnnblta Qnal ilu flrmil
Sulrree-e a 1(100r. manaaM|>ao nilianladoc iiesta Trpnpra-
fia. c na l'ra;a da Inili-H'-ii'li-iicia N. S7 1M t nudo M) rcci-lii-in
r.orr!>|iiiiideiicasli')falsaa,ik. g anniincio. ; cim-i iiiIh-m- estes Jfra.
lid m-iulo iln |ro|irioi>aiiig;iiMiites, e fiado ansignailoii.
PAIITIJ)A 1)(IS COHHKIDS.
Olinila_Toilosos ilia-ao mpio lia.
(iniana. Allianilra. I'arailia, Villa do Ccindc. Maman^nape, Pi-
lar. Kcul de S. Joito. Itrrjo ir Arela, llainlia, t'omhal. Nov d-
Snu/a. Ciilaile lo Natal. Villas le (oiaiiniiha, e Novada Priner,
x:i: Ciliada lia Fortaleza. Villas lo Aijuira. Monte mor iinm
Aracalv. ('ascavcl, Caiiinil, Granja, lhi|eralrix, S- Bernardoa
S. Joiio iln Vniicipe. Solirar. Nova il KIKc. Ico, S. M atlicu,
arlio du saurn-. Santo Antonio do Jardiin, U"x<-raiiu)l)iin, e Par*
uailia Secundas c Sextas fciras ao mcio J*
Sanio A lilao Todas as quarlas IV-iras an i,no da.
(laranlinns. e Itonilo nos lias 9 e '-.'( do niez ao meio di.
F'loresno dia 1.1 de cada iiicz ao meio dia. ,
Seriiihaem. Itio Forniozi. e Liuieiras Seguudas, QuarUa,
Sextas l'eiras ao meio dia.
gnmn, era necessario queas opinies qtiese apresen-
i.issscm 1 'sseni emit ida por esrripto a fin de servi-
ipm de base votaca.
O Snr. Roiges oflTercun a s'-etiinle liase : Salva
ni'-llun- redarca: Respndase Cmara dos Depn-
tadi'.s, que o Senado e ilenle que a apuraca dos
volos pavo Regente, se pode-fazer o.i presente sessao,
e lauto qoe acab.i de approvir dt'finiiv.nnenle as e-
meudas bitas pla mitra (Jamara, I>-i que inierpre.
ton o artigo a8 do Acto addicional Conslilui-
ca.
Foi ap'iada, e entrando rm disens-a, o Mrquez
de Caravellas mau-loii mesa a seguinle Res-
ponHa se : que lendo <> Senatlo apon-vado as emen-
das da Cmara dos Dep-.it -dos lei nlerp elaUva do
ait. 9.8 do Arlo addicional, neluim emliaraco da
hu p rte enci'iilr.i para a apuraca e posse do Re-
gente na presentesessaS.
Foi igialmetileapoiada, bem romo a seguinle do
MtVfquft de Paianago : i Que se responda at Di-
firi, q ie o Senado convein na coudicaS proposla.
Salva a ledacca.
O Sur. Rorges retirou a sua bate ap'esena^^.
D p-'is dealgtimas oliservaces, dando-s a mate-
ra per discutida, posta a votac'O abase preaeitiadfl
pei- Mrquez de Caravel'a-, foi approvada, ]ulgan-
do-se prejdicadl a do Mrquez de Paranagu.
O Snr. Paula Sou^a pedioseprocedes.se j nn~
meac.' da Depulaca que lem de apresentar Re-
genria a lei que inte- prel.t o u ligo a8 do aclo ad-
dici mal Coii.-tilu'ca ; ao que o 8-liado almtiio. e
fora para ella nomeados os Snrs. Matta BaCellaf, D.
Nuno, e Saturnino.
Blltrtm em primeira diicus no, e foi nella appro-
vaila, pausando asegunda a segninte resoluca :
ii A Assemlilea (ierrt| Logialativa res-dve :
Art. i. O ioverno fu auloiisado a indemm-
sar, pela niuieira determinada na leide 9 de Scl-m-
bi0le 18^.6, aos prejudirados pelo aviso de 9.2 tle
Otitubro de 1818. que mandn preenclter nos terre-
nos da parte do Norte do Rio CupataS, e legua de
t.-iras concedida ao Hospital das Caldas, na Provin-
cia d-Sulla Calliarina.
Art. -i. Fic revogidas tolas as disposiyescm
continuo.
Paco da Cmara dos Depntados, em l4 de Se-
tembro de i835.Pedro de Araujo Lima, Presiden
te. Bernardo Belunrio Soares de Sau7.a, primtiro
Secretan.Manoel Prannos da Sila Vello80, se-
gundo Secretario.
Entrando em segunda disrtlSSS o Sur. Paula Sati-
na ped. o adamento por trez. (lias, o qual foi apoia-
do eapprovado.
l\-i npprovada em ultima discussaS para sulnr
sanccaS a resoluca que auloiisa o Dir.tr do Cur-
so Jurdico de S. Paulo a a Imillir, na foi 1111 dos Eu-
lalulos, aPanlalea Joze da Silva, a lser exame das
materias quetem Vetpieiitado no mesmo Curso.
ForaSapprovadas em primeira ; segunda di>ctis-
sa as segui'ntes resolucSes: primeira, approvando
a pensad de 300^)000 rs. ananaes concedida ao Bn-
gadeiro Antonio Joie Rodrigues ; segunda, appio-
vando a lenca de 220$ ivis annuaes concdida ao
Coronel efleclivo Joie Mara da Sd Rilancourl.
O priineiro Secretario leu hum olb^io do Ministro
d.; Imperio participando que a Regen?** nome
do Imperador reci-bet boje as uos horas da larde
a Depntaca deque trata o ofiicio do Senado datada
de boje : licou o Senado inteirado.
Entrou mai.s em primeira e segunda discussa, 0
foi approvada, a resoluca appiovando a tenca do
2aOJ5) res annuaes concedida ao Coronel effectivt
Jua Chris'istomo da Silva.
Kiitrou em ultima discussaS a resoluca relaliv.
aos ordenados dos Lentes da Academia Militar e de
Mai inlia, com as emendas approvadas em ultima dis
CUSS.
Foi approvada conforme o vencido na segunda
discussa.
O Mrquez de Inhainbupe declarou ser o membro
nico da Couunissa de redacca pela falla de doua
de seu| collegas por isso pedia se nomeaSse qtieni sup-
prisse as suas faltas. O Senado resolten senomeas-
se tloiis nenibros para a dita Commiasa.
Pela huma hora e trez quarlos o Presidente convi-
(Itiu a Depulac a dar -onia da sua missa.
Pi ocedeij.se nomeaga dos dous Meinbros para a
Commissa de redacca, e saliir.i eleilos os Snrs.'
Mata lia. t-llar com 16 votos, a Joa Antonio Rod-i-,
giles de Carvalho, 12.
Erilrou em segunda discussa, e foi nella appro-
vada a resoluca approvando a lenca de aaO^J rea
annuaes, concedida ao Coronel Joze de Ftias Vascon-
ei-llos. Passou ultima.
Tendo ebegado a hora, o Presidenle deu para or-
dem do dia da seguinle sessao, na primeira meia ho-
ra a discussa de diversas resoluces, e a ultima dis-
cussa do convite da mira Cmara, e s on/.e horas
o orcaiiiento ; e levautou a sessao pelas duas horas d.
tarde.
O.
PERNAMBUCO:
GOVERNO da PROVINCIA-
Continuara') do Expediented dia 12.
,'Fficio; A o Inspector das Obras Publicas, dizeo-
do-lhe que nao pode ser satisfeita a requesica de ca-
valgaduraque lar o Tenenle Engenheiro Antonio
Carneii o Lea, por^a haver Lei que a authosise.
Ao Coronel Chele da LegiaS de G. N. de Ser'
nhaem, dizendo Ihe ; quetonviudo a btm da segu-\
rauca e tranquilidade Publica, qu se conserve unx
destacamento de 25 pracas no Arraial de Jac pe, el-,
le expeca'as convenientes ordens para que sejamr
mensalmenle paia all mandados as mencionadas a5
pracas, inclusive um Inferior, todas do Batalha de
Una, as quaes s devera aprezenlar ao Major Pedro
Antonio Veloio da Silveira, para os fazer commaa-
dar por 1 OlTieial de primeira Linha.
-. llicio do theor do precedente se enderecour
aoClufeda LegiadeS. Anta, coma deferenca de
que a este se oidetinou que tirasse o destacamento do
Batalha da Eseada, e que o de&tinasse para Agoa
Prela, e ua para Jacuipe.
Dia 13
, Sr. Recebendo esta Prei'dencia a in-
Inlirio da Alfan-
Joi da raesraa em
lilil. si ------ w-j----------------------
rl.isareprezenlaca do Inspector li
il-oa sobre o atrpelo dosEmpregndi


%
DI A n 10 DE PFR N A M ft UFO
,i
Mrvico das CuardasNai <>n.tes a lespcilo das ordens
da mestra Prezidencia em cilicio de 11 de Junli"d anno passado : cu a envo a V. S. para a vista trolla
informar, rom o que occorrcr a semlhanle respeito ;
fazendo reverler o supradito.ofricio.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de
Pernambuco 13 de Janeiro de i836. Francisco
de Paula Cavalcanli d'Albuquerque. Sr. Com-
mandante Superior das G. N. Francisco Jarinlo Pe-
reira.
__ fficio; Ao Inspector da Thezourana, para
-mandar abril os necessai .os assentos ans dous Corne-
tas consientes da nota que se Ihe envin, ns qua<
foram tngajados para o 2." Balalha da Legi 5 di
G. N. leSanto Ant.6.
__ Ao mesmo, paia mandar salisfuier qualrodia1
de vencimento a escolla <|ue -onduziu -recrt.s do
Santo Aula* compost do Gabo Josa Francisco, e
.tres Soldado*. <
DIVF.rrSBS REPARTICOENS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
i i ....
A pauta he amesma do N.*'S.
aes
as
?
...
DIARIO DE PERNAMBUCO.
S-JtrUM'A poderosaconjuracaS se tem hbilmente cr-
ganisado, forraindo hum vasto, po-cm funesto pa -
.. no d progresin, dcstiuctor dnfin-galias do Tbrono,
prejodir.ial sid^s groceri-js. da.populacai, favorn-
Y.yel.apQspiitode, localade, e germen oculto da n-
aurreica de algumas ProvincUs, que amepa o bello
prospecto 'i U MonarCbia Federativa, n E porque
. i/ftlalidade tildo n'America marcha em sentido oppos-
.ila?. .As Nac6e.s,. ou Estados d'America metamor-
phor?ea5-se d'hum modo rpido, singular, e sempre
| avesto ao grande dogma da politiea American* :
Liberdade Se todos devem couhecer a deeesjva
quera, que perpetuamente ex irte en' re os principios
eancircunstancias, tambero nao devem minora? que
. os principios multas vetes sao. erros, quaedo< as cir-
, cunslanciassa sempre realidades, mais ou menos mo-
dificaveia. I'.i.qui ecn duas p.la'as, .designada a
. ..jCaaisa porque toda A menea lSe le' degolado.' Os
Agentes, dos 8'us Goverifs, ambiciosos, d por-isso
, poucocapazes da reprimir os rr,n(l8, as sedici-Se*, a
. volubilidad.' : 08 poyos (sempre'guace toda par-
,le) incapazes de.limilarenjsedepois de cometieren)
o prnieirocrime. Se por v#nitira, o Brasil n-'
., Iftni.sido de todo baldado os esforces, as 8hnoesta-
.. ppes dos veidadeiros ainigo.H da ordem, quanlnsva-
.marguraH, oanlos sustos, quantos desmmeos nao
tem quecidoo espirito deste-bom povoenlheado as
-dout mas demaggicas, alterando sen carcter origi-
nalmente pacifico!? Ora, sao pausados |4 inti'>s
^deemancipacaq, de csUbelidade poltica, e ns he
aiuda preciso combatir principios, em vezdeconcor-
..,1er lodos a consolidar n-ssas institnices I Mas ro-
mo, se no-las tem dado em tanta abundancia, e ta
adobadas, que a digestid tem sido nauseosa A de-
monstrado be, qae nertluim Funcionario empra-
nhedeo ainda o seuensaio, qne bem snecedido fosse.
Nao he porm a analyse de J, s, o objeclo leste arti-
go, queremos mensionar Tactos, qoe com quanlo em
grande parle dellas proceda, por si fazem erco mais
ib He, eofferecem huma lcao histrica raiis luniino-
.a, e inas I orar Je. o
Dissemos que n'America tudo marchaba em con-
.JlrudicjaS: he huma verdada. -Hei o demonio das re-
. .voUces que predoroia quem do Atlntico, e qae
. Jomando mil diferentes configurapSes em toda parle,
de todas aa formas, lie sempre mesma pesie. Nos
..yianoao Biaxil pacar de Monarqua Unitaria, para
. MoparquiaFederativa, onde, a tal ou pial, indV-
; pcn4enciasoo!.ignada no Acto Addicional s Provin-
- WSS.prepfrade. long* a ematicipaga absoluta deslas,
p^ra com a Capilal lo pretendido Imperid : nesle ra-
, o,(qu.e sertanenie Dos nao cohsenlir) o Chcfe Su-
pierao dar os bons das, e ficar como poder (mas
.lar p qne entender. Os progressistas nao querem di-
' wt estae vardades : mas por que ? esta mera suppo-
sicaa realisar-se, nao ser hum progressso ? Oh!
aim : msenles anda se guard..5 n'.ilgbei.a) Depois
de-ta altcia<;.. !a{t esser>cial na administrapa do
Bratil, o que presenciamos no seguimenlo da sua ad-
.Hiipislrapa? a contra/iedade enlhronitada as legis-
laturas Pr'ovinciaes : dil'eieneas pasmosas, nao pro-
Venientes de precses loraes, ou de diversidade de
g'-osiumes ; mas sim, (ilbasdo caprixn, e da inexpe-
riencia : veja a legi>dap..0 da Rabia, e a de Ser.
gipe; do Vlaranha e do Rio de Janeiro &c. Veja se
Jen tji lo, <> Pai dil.icerando se u is ganas dn a-
,/i'i 4 (la
narquia, qnase desamp-'r.dn, e sem Ihe apiov*llar
o elemento I,-deral, que>e dizi.i ser mai.s conseutaneo
ao dcsrnvidvimento dos :/rerurs<>s 'pnjprios Onde
esles reenrsos? Ondeo relo de manler o lapo fede-
rativo R AgMiaquea rieecssidflde ni ge, que O loco
da Uniii&Hse relaxa, quairta repugnancia nao vemos
em todas S'Pto.vn'cto'p.ra hum dos | rimeiios deve-
res de I'sI.hIo.s Federadosr* E marcia o Bra/il us^im,
i'in armona eoin Os principios do eu syslvma ? de
certo que naS. Foia do 'Bratil. o 'que vernos nos
desdo Mxico at Buenos-A ii es ? Imapens inda mais
horiorosas da conlrad-ca revolucionaria ; princ'pi-
os proclamados, eanaiquta de laclo. Nis Provin-
cias Argentinas, o fi-zil, a arbitraliedade he a ga-
ranta do socego le Buenos A y res : Na Bolivia, a
Con-tiluicaS i'oi reformada, o P'eaidenle que d'antes
-era vitalicio, tornou-se qualrieoal-; (progreso) mas
o mismo conserva ainda n Authoridade (jegresso).
Na'Coloniliia, o espirito publico piincipia acentra-
lisar-je ; por censequencia o sangue derramado pela
fed lo l.ibeitador, vai w inutil-ado. (regwsso) Na
Repblica do Fquador, o exercilo rouba, assacina,
bvasla, eiiiefridcipovovc6 Mxico, ... este Pai/ lalhldo p. la Providenciapa-
ra ser h primeira Potencia d'America, -o Mxico, a-
raba de passar por boma nova ivissilude p..llic,
cuja solnca problemtica >bre ae be pn>gressva,
ou regiessiva, nao podemos dar, ea deixamos para
osconhecedores tactitos da matara. Sohre o Mxi-
co, copiamosaqu oGorreio Official n. iaO.
x\.Pno\liiTA muito linear de vete m qiianrdo huma
vUa d'ollios sibie is F.stados nossos conteiranv,
para a prndennos de suas degracas, cifja carrera
inda depois de t..ritos mnos flae lem p.rado, a a-
auielar nos, porque ambem podem ser nossas, se
a prudencia nao nos dirigir ,,a estrada d- huma ver-
dadeua hbe-idade. Qoe tem tirado o Mxico de inri-
las revoluces que |em ensarigoenttidn o nCU solo a-
bundanle de taas prec,.sidiid's? Hum atrato lasti-
mn em suas ptodurces, a ponto dse ver n |rile
nares idade de receber do eslrangf ro muito eRfltot
que ha menos de *tnt rmos faza hmn productivo
ramode.suaexp0|.taca5 e q|ie> ge na6 fftne 0 abuso
da sua lil>erdadet enanaquasi habitual desobedien-
cia asl.eis, h0j se teria quadruplicado com dechii-
(' ac' r,srimode sua rwjufza.' A sua- Aprieullura I
Induslri.t, animadas por lguns Ministros patriotas,
p Pr So1 iedades que 'oni ca'ao rom grandes deape-l
za8ainlrohur fabrica le mais urgenei, p'antiis
esPeranpnsaa, e m'lliores ragas de gado, como em ou-
l'"08 lempos nolii amos aos- .eitores, 5 agora aban-
donadas, e os bracos que nell.is se devis em prega ry
armarito se vontade d ambiciosos amotinado! es!
para derratnarem o sangue le seos rmfns em ront-l
nuadas guerras ci vis. A'forca de alterarem quasi del
anno a anno o syslema de ssi
caprichos dos sublevados triumphafites, e nunca se-:
gundo as necessi lades leaes do povo, e v-ouatdidaca5
da verUdeira liberdade, com tanta glora cnnquistrf-
da, elles nao acba seguranza, nein na f-deracaos
em na uni*5, antes parecem regessar, aborrecido,
de (antas desorden*, a bum estado deciu-as em que
perigne a sua liberd ole deb.iixo da vara de f.-irode
algum Dictador. Sania jnna vai blindo caminho
coma sua espada, e auxiliado pelos restauradores l.<-
l, a esse estado.em que him General favor rido da
fortuna firma ten potler na fraque7.a dos que se esgo-
la em guerras civis. Enlao ou o terror le quem U?.
da sua vontade L", e de peremploria execuca, >u
aa lores dos males rcenles, accorda saudades do
passad, e entrega-se os povos a hum ^yalema de
Governo svesso liberdade, recao'-os dos eslrag-s de
seiis a husos.
Ja Iturhidf nao he no Mxico reputado hum ly-
ranno ; aquelles que decretarao a sus morle, decre-
tfo-lhe agora estatuas, e'rhsma ao scio da Patria a
sua desterrada familia, para nella repararem as vi-
olencias qne commeltera para rom hum patriota que
rnain Irabalhara pela liberdade, e que por isso lora
arclamado seu prmeiro Imperador. Ja os Frades
no sao inmigos la Narn el lodos os seus bens ibes
sao restituidos, lizendo-se no mesmo sali m que
se decretara o seu seqneslro, e extnepa das Ordens
Religiosas, que is que assim obrario havio querido
tirar aos Mexicanos a Religio e o Ceo. Ja a federa
co las Provincias nlerroa, e a sua liberdade concen-
trando-so en Traqueen debaixo da tutela de quem se
pVesnOM poder dar-lhe dirercio. Ja a sua Legisla-
pio se refundi, e com mais presteza do que seor-
ganisara, soando o nome de benemrito da Patria,
na Cama i a Reformadora, a quem tanta influencia ad-
OttirM por seus feit"S d'armas, que opua lio estron-
dosas mudanens sam oppozica. Seu nome vai ser
escripto as columnas lo Sincluario Legislativo ; he
em nome da liberdade que se fat osle r.igre.sso ; roas
(-lamben) Maltea rtf.me, e com grana!'! sacrifi que sr fi>*ra o que agoia se de mancha.
Fia as resultados do abuso la liberdade; os que a
levaSa ullrapassar as raas que Ihe assignalao a ra-
za 5, la Le e* a rivilisaca, apr.'s;6 a sua queda, e
Torca 5 os puvi s a laucan m-se nos anligos le ros da
rscra.\il5, persuadidos em sua desesperaea de quo
abi sea mais fe. s. Os borrores porque panoli a
Franca, quando nella ardia os farh-s da gueira ci-
vil, a le acorvar eolitenle Dictadura de Napoleh;
passaoido rpidamente a Cnsul temporario, vindh io,
e Imperador, el l< so u be aprpveit.tr se lo dos J'*iancez< s paia lii mar os inl'-ie-ses de Ma fami-
Ka; Cubri "Franca le gloria, roas a liberdade re-
pognava a seucaprichos, pssacr cioa a quesub
metiera osFranceies para Fatr liiuiltpbar a sua von-
tade, jiem smpie justa, fe/, pie esle admitiissem,
transbordan lo de jubilo, os B<>uibons icgeitado-,
para d'':p>is de quinze annos os n'geilan-m le novo
como poilOO .mants da liliei dade.
H'im povo que se deixa levar por exeessos de li-
berdade, correa sua tuina; o quando fatigado pe
los mab s que a hi mesmo causara, s torna corno o
unge varita corrido poi tempestades, e em navio les
uionlelai3o, acolbe-si'ao porto pie a sorle Ihedepa-
ra, t ii.8 o que d-io
rumo. l'-Jurn povo anarquisulo nao se toiuatran-
qiiillo sriii jjelo niPoo da f-ca, esla llie suppre a
l.eiMjue dispra-saia ; eriuma l.iltn Gmeraesleli.es
pie Ihe itripertha o despotismo Milai', termo da
licenc.i popular^ porm mal que horror isa em pial
quer Estado, e t-m jualquer iiiui-lancia que ell
npparern. Se presamos a liberdade, respe.ti tilo*a
L'i. N he cor.n essosipie seremos bbces, e sira
com prudencia, tranqullidade boa moi iera<,a5.
" Se pregamos >i .liberdade, i-e a qui remos go-ar
no seu vi-nladeiro poni, uielbnremos no sus cotu-
mes: srm bous cost umes ria piule baier lespeilo
leis : por q-ue I i Va rmiliactos, e roMli'aetoi na5
11-ni v.il"T entre h.u'.n povo h'smorali -ado.
Continuado e/o n. antecedente.
AN\LYSE
F)o Piojectn do Deptituda fnfuel. de Caivalho, so-
bre a sepuracao da Jgrfija jBrasileiradatunta .SV
de u4/Mjylulica.
LMIsgvem pnsou disputar os 12 primeiios Ponlifr-
res R unimos, Success'U'es de S. Pedni, ana Priuiasia
riem ^<> po ler ; f' no Sst.>H)l'p>l do seculo 5., que se
eusiiiarlo ai primeras dispulas do Papas Viclor s*,bre
a celebra'So da Pascoa ; j>oi'-m naq>n lia poca m m
depois s llis negoii riuci o Primado del)' ma e de
jnri.sdicio espiriiual. F.-U' verdade ricont.aiavel e l
conlessaiij, por Ument, col bicTe na sua Aploga de urna Con litU'co .Religiosa ; e nb-
sei ve-seque Llrenle era re foi mista. Quando e
trat.1 da poieslade do Sumo Ponlilice Romano epi
comparar eom <>s ouiroi p|pos dj Cbrisl.nidade,
i ou com um Concilio F.cun lenico, nao h.i mais que
u um sartigo de fe relati o ao Papa, reilusido
que os Catholicos deviiu reconh qe Elle be o Cb fe ef Jbeca visivel da 1-rja,
ii V'giro de Christo, como S ui cesor ilo Apostlo S-
Pedio, com verdad) ira pi imasia de honra ede
Jurisdico. F.sia doul'i a be a mesma do Cien
G.dlcario, equeseconlom naaua deilaracao de iG82
art. 3." ;' sem que o poder apostlico, segundo osCa,-
nones leit.s pelo espirito le Deiis, e ioii>agr.idi8pejo
rospeit.i geial de todo i mun do, subesse iningua nem
desciedito; antes.bem sens^egijras.se para o futuro a
independencia dos dous pode res, temporal e espiritu-
al, conservando os Pont ficei. de Roma a pletiitndo do
poder sobre as rousas espirito aes, conforme os Decre-
tos do SautoCom ilio Ecumnico de Constanpa coi><-
dos as SeSses i.* e 5.', aprovados pela Santa Sede,
cnnlii inadus pela pratica de Joda a ign-^a, e observa-
dos religio-amenl em todos oo lempos pela ign-ja Ga-
licana, cuja mxima compreht 'iide o *rl. 2." da la-
da declaraco.
De tudo quanlo at agora tt-moa dito, nlalivo ao
Dogma, e Disciplina, segu-se: 1.* que Igieja
Cal botica Apostlica Romana hie a mesma que J. C.
fundn : 2.* que pela Irad.icio dos Sanios Padres, di-
cises conciliares, diversa-i prolissoes de le, e acquies-
eeneia do PovoChrjstio, tsta 'inesroa Igreja seconsei-
vonat hoje debaixo dos i nesmos Chafes visiveis, cu-
ino successoies deS. Pedr.o: t." qoe qualquer Igreja
particular he parle inlegiain e da Jgreja universal,
chamada Calholica, e por con. sequencia asepara^io
da nossa Igreja da Comunhio f omaua equivale se.
paracao do Catbolicsmo, isto h. ', da univeisidade da
Igreja Apostlica. Logo oarlig,o i. doProjeito, qB
combalcmos, expiime era tuda: snn pirca t vior u
ILEGIVEL


v^>
MAMO DE PERNAMUUCV
si'guiitfi ra.i'i'iaiK-u'. : D'ora em di*me o Brasi-
leirosdeixarode ser Calmbeos. N< ftergurilamoa
qualquer hornero de Vm, (^n.-ilqucr qL e, nao lenln
perdido llo o pudor loica de urna c<>n-iein a de-
pravada, qualquer queconse ve sen-o conyum, rnue
nioseja um finios, rematado, si semelhartte propo-
sicio pode ser ouvula, hda, ou imaginad* se nuer
sen extiemec.er de honor. Deiis de infliaila b..n-
dadelf al qijand tu ira pesan s<>bte a r.'<.s-aca-
bVca; al quando, S.nhor Clementissimo, seremos in-
dignos da lua mise icordia ; al quando choi era -o
bre i.s os ralos da lua justica ; parta* S.-nbor, de
nos a (emule de'ini<|uidade que susurra perlo, para
que s-jamos salvos da lua tierna maldicio !
F,i ahi os principios fu infamen I aes sobie que es-
lril>a a Igreja Calholica Apostlica Romana, cuja
rom unhio pe lenrcmos, e cujo direilo publicoeclesi-
stico forma parle da nnsta legislarlo pnti a. A nossa
separario pitia da lteja Romana envolvera a deiro-
fio de toilas as l< y disciplinares que nos regein, de
lodos os Caones, l)ecr.lo, Dee.-es, e oulros arli-
gosdef, que consliiuein niuilos dos nosos usos, e
inuititsimos dos nossos costnmcs ; desort>- que por un
golpe de st-mtai ra em um instante, em un momen-l
l, Re giao, lys, usos, eroslunvs, ludo Invia d
desaparecer, romo por encanto, em vi lude da omnit
potencia da Cmara dos Depolados. E como se ti. vin
de, enelier o vsio} que nalttralni.nl d va ficar por
esta diminuico de poder e de uloridade, e pela abo-
lico das liys, e pralica* r> lig osa ? Ol ludo se re-
mediana n. luindoo Poder espiritual no governo civil ;
que imprudencia Mas nao inferamos aordem do
nofso rano, inio, e prosigamos na nos-a analise segun-
do o nieihodo, que nos propsonos. Qunndu se la-
la de una reforma, dcve-se provai asna nei essidade
e uhlidade; o que he impossivel sem iiTerir s abu-
sos, e sem exprs**!' seos autoio; no imano raso nem
a uecessidade neiu a ulilidade se. provou, ainda que
mu D pulado quiz sut< n'ar o direilo; e que direilo j
oque a Asseinbla Biasicia linda p racfe.luar a
reforma da sua Religiio, como 1. ve o Parlamento In-
glez no lempo de Hemique t, Poiiri nos di..e
mos, que rsle direilo be o m.sm>, que. teria aqMelle
Deputado, para dar una punhabida em un liinein
qualquer, porque um assassino o linlia feilo anles, ou
para arrainar lpica um t janle, polque um la-
dran de estradas o tinlia assia pratirado ; um diieito
einelhante nao existe, peque nao lia dir.il.. Sen ua-
lie.a, e unta aceao m por sua naturese. nao consliiuo
] direilo.
Urna reforma que cuslou 200 annos de guerras ci
vis, de incendios, deroubos, de carnicera, e de ini-
quidades ; que ainda boje divide a Inglaterra em do-
na Puf o dislinctoM, opnssorcs e oprimidos que fez
coiii que .'es milbes de balitantes softio um jugo
horr roso, e que liberdade poltica seja una quimera
ns Irlanda, anomala chocante em um fN.vo/que'iilas
delega o despoli-mo ; um nova Religiio criada por
ley, e estabeietida pela forc, que omecou pela u
surparo mais s ndalo a, e nasceo da lascivia l>etial
de um dos maiores despolas do seo serulo, nio be de
eerlo U'.na boa accio qued direilo para imilal-a, nem
de ve ser pt ovada como exemplo para nos, sem se ba-
ver perdido lodo esiimulo de pondunor, ou estar p .9-
suido de suma impudencia o despejo. Ainda qtiaudo
a Religiio loase ohjeclo de mili ley, ainda quaiulo es-
rivesie sugeitaaos caprixosda pntectade temporal, el-
la nio podc-ri.i ser relbi inada senio pelos mesnios mei-
os,. p rque linha s. do instituida ; e isto noque loca
.disciplina, mas nio ae Dog.ua que he imutivel. 0-
ra he de dogma, que a Igreja Calholica he urna e in-
diviaivel ; logo a nossa separacio nio seria nunca ob-
j cto de i" lurm.i, e nimio menos do dominio da potes-
'lade civil. As leys disciplinares podem ser reforma-
rla*, e a Igreja as lem reformado' muilas vezes, e au-
gmentado ontras, de tal sor le que mullos abusos lem
nascido pelas exigencias da aml>i(,-a c do despolismo,
viciqs.co.nuus ao genero humano como a adulaca
e supertica ; abusos estes que tem produsido na
Cliristandade escndalos ahominaveis, os quaes na5
dvem lecahirsobre a lieligm, que he scropresanl,
romo a ongeni il'onde diuianoii. |'.,las reformas, ex-
igidas pelas necissidadesdas Igiejas paiticulares, tem
sido Verificadas en -Concilios nacionaes, ou gerais
quando toda a Igreja as reclamou por meio de seo9
H.p. escota ules, desde o 1 Concilio de Jerusalm
convocado por S. Pedro, ale'o ultimo de Tiento no
sec.ulo 16.
mais cedo, todos os C.idad.is mcce>sivani-nte vicl.
mas las deM.nl. ns, biiscio om os. olhos e rom os ani
"os, buin Protector que re-labe|eca a tranquilidad.'.
lVsle caso qualquer Governo seria prefei ivel ao esta-
do de aiu! dadeje pe tui bcio, e ao pe igo de ver a-
n.eacadaa seguranca individual pelas macbinaces de
sujeitosadestrados em inc. ndi-.s e assas^inalos. Km
fim, ape/asachio bum bomcni haslanlemenie hbil
e ambicinso, para desculpar asna usnrpaciu coin o
rest.belecimento da ordem social, uuem->e a elle, e
uaiudioasufir ao Tbrono.
Wio nos illudamo ; nanea os movimentos popula-
res produzeni lio bem, nem lio promptainenie o tri-
uropbo da hberdade, ionio os e-lorcos rniicenlradi piogressivos, econ-tantes.la cpmii publica, quando
nio di na nao das vas legaes, nem reeprrem a oulros
nietos, se ni., aos pacficos, que senipre oH'-n ce o (>o-
verno Represenlalivo bem ni ndido. Sus.ilar huma
conB igragio geral, quando o paiz esl fltgellado por
gueria civil, ou abalado pelo dislu bio de paixe-. r
litadas |ior nleiesses de cellos individuos, he|assegu-
rar vi loria ao despotismo, que la falla de se a-
prov.itar da Iraqueza dosconl. ndcnt<, e de asseular
osen throno soba influencia da espida li iumphante,
pi ..clamando ,-enipre liberdad*', quando a lib' rdade
fogii de sen aspelo.
A honra nos Governo-. libt raes, esl ein.harmnnia
ciin, as Leis,rque em seu complexo tendem sempre a
augmentar o poder generalisando as suas appliraces;
e he por isso<|Ue a iorma H prescnlatita, adaplada ao
Goierno Monarchico, be a mais favoravcl aoarens-
siiij dcsle seiilimenlo indi-pensavel.
Se as M.mai cltias Representativas a boma he a
principal mola do Governo ; se na Munarchia illiuii-
la.li a sua inllieiicia he dim unida pela do Livor ; se
uoi Etados de policameiite gove nados li ella de or-
dinario subj ugad pelo interesse e pelo temor, as Re
publicas, e mormenle as Democracias puras, he
muitas M'/as suff cda pela ambicio, e pela intriga.
Ohotn.-iii de honra, loriiando-se o alvo da anai.cana,
v se como o jogutte das f..n;5.s, que continuamente
se succedem, e huinas-oulras se avil'io. A peifi-
dia, a haixeza, ou a bypocresia, captivio quasi sem-
pie a approvacao de bum povo quenada pode apro-
fondat, e drsraZoa arredilando rario. inar, de soite
q ,e aqnelle que tivesse hanido Ai islid. s poique era
ninito virtuoso, concederia ao perjuro Fehppe a pri-
01 idade sobre todos os concurrentes.
o
Ttanmarte
Dr. I.uiz deCarvalb. Taes de Andrade,
ma Peca .-...............
Manoel Zafirino dos Sai tos..........
Joze Cor.leiro JLeile...........
Manoel Goucalves l'.-reia Lima.......
Angelo Francisco Carueiro.........
Joze Co lid ao l.eile............
Joaqnim V.egas...............
Manoel Francisco Guimaiaeus........
Antonio da Si4va Gnsmio.........
fio Antonio Villa 8trra..........,-,' ]
Dr. Firmino..................
Manoel Joze da .Costa...........
Joaquim Francisco de M. lio Cvalcanli.
Fran.isco S. rali. od'As.si-.C'ji vlh......
Domingos Joze Soans...............
Francisco R. m.no da Silva............
Francisco Jo.quim Pe eir L bo, 5 moe-
das velbas ..................
Joze da Silva Neves........
H
$08o
12-J5no
14-:&4oo
10^5000
10^5000
1 o})ooo
12^)000
I2#q60
10^5000
10^5000
20^000
14&000
10JOOl>
3035000
12^)000
Pial
ca.
33J880
Wbatea........ 52#y>8o
33)000
535000
33)000
435320
4&320
(DoCorieioOffi.ial.)
CentiniMi-se-d.
rublicaca5 pedido.
W IStos, exposlos e relatados os presentes autos
de revi.la Civel, enlre paites, recorrenle Isabel Gon-
calve Paredes, recorrido Manoel Ruteno da Cimba
Oliveira, concedem a revista, por nu'I id.ule m >n-
fesla e injustica notoria ; por (juanto ve-se de fl. 2
v., le havido nos mesmos condemmca por huma
arcan de juramento d'alrna, no presente caso incom-
pelente e nulla, pois que a ella (9 a chamada s a
Vitiva, quando no casal havia oulros herdeirot, e
menores, como apptiece do documento fl. G4, e por
huma divida coustderavel do mesmo casal, e por isSo
de responsabilidade commum, seguindo a execuca5
por l'.ito de huma coufissa milla a lodas as luz.es,
cmiib liados os agentes dejla, na presenga d<> lermo
fl 1 v., edi PiociirrcaS fl. 5 ; dando-se a injustica
porque a embargante de fl. i9, pelos documentos
fl. 20 e 11. 66, se mostrava em posse, com justo li-
tujo, casa p.-nhorada, a qual Ihe fra deixadiem
legado especial e puro ; na5 se havendo na execu-
c5 nomeado Curador aos lilhos della menores, de-
signados a fl. 68, e nao tendo havido o pe feilo co-
iiliecimenlo da excepcaS dos bens do casal,, para po-
der se, por bum modo curial e acca5 competente,
proceder ao pedido pelo lecorrente ; vin.lo assim a
ser ponderosas as raz5es do Accorda II. 60 v., em
reforma dasenlenca a fl. 45. Reiuetu5-se os autos
Rclaca de-la Provincia que designan.
Rio 4 de Agosto de i835. Fragoso, Pi e-ideo^
le Costa Aguiar Cirne Petra Veiga
Cruz Freilas Queirozj Medeiros Nabu-
co.
Dr. Santos.........
Dr. P.' Almeida, por
L. A. Randoux.....................
Ricardo Chrisoaloino Rodrigues........
H im Annimo...................
Joze I (. A. Bloem........................
Caelano Alves deSouza, por 5 hilbetes. .
Capillo Antonio Fernandes i'adi ha...... 2$88o
Dito Vicente de Moraei Mello........... 23)880
Gapilio-m.r Ton es G.lindo........... 23)880
Tenenle Manoel Fernandes da Cruz...... 23)880
Miguel Feliciano de Souza............. 23)88o
Tenenle Coronel Manoel Joze de Caslro. 23>88o
Juiz Francisco Concia de Rril'o........ 23)880
Antonio Felis dos Santos.............. 2$88o
Mejor Joze Carlos Texeira.......... 23i880
Joio Peres Ferrrira.................. 23>880
Joaqnim Clemente de Lemos Duarle..... 43)320
Joze Egidio Ferreira.................. 43)320
23)880
23)880
23880
23)880
23)880
23)880
23)880*
23)880
23)880
23)880
Joio Mara d'Albuquerque............
AII. res Ernesto Emiliano de Medeiros.-...
Francisco de Campos.................
Manoel Lopes Maciel..................
1. Tenenle Joio Nepoceno da Silva portel la
a.* Tenenle A Moneo de Albuquerqiie Mello
1 Tenenle Ignacio Francisco Pereira Du
tra..............................
2.* Tenenle Antonio DornellasCeinara. ..
a." Tenenle Manoel Ferreira de Almeida..
a. Tenenle Fe! i p pe Ser vol Reserra Caval-
ranti...........................
3793)360
Continuarse-d.
AVIZOS PARTICULARES.
E;
sfo
VARIEDADES.
Pcnsamcntos tradiuidos.
. Liberdade s pode perecer por abuso. ... a illu-
desapaiccc re::: *''.carmuitos j mais larde 11
Bilhelesdo Tbealro deslrbudos pelos abaixo a-signa-
dos a favor da Pro vin. ia do Grao Para.
Camarotes.
WAi.dino d'Oveira Jaconie.......... 123)000
Joio de Ca valho Paes de Audi adr....... 103)080
22^)080
iZequiel Marliniano de Oliveira artista Estrnngeiro
oH'erece seo prestimo sobre obras de tartaruga e mar-
lim, qualquer peSsoa que delle se quser ulilisarpara
obras novas, ou concertos, oque tudo far muilo c-
modo : na ra Velha da Boa vista 93.
tty Precisa de 1003) a premio por trez mezes a
dois por cento, dando-se penhores de ouro que cubra
a quanlia : annuncie a sua inorada para ber pro-
curado.
^ty Precjsa-se de serventes para pedreiro: na
Praca da Independencia ti. 4, ou na ra do llosa, io
estreita sobrado novo n. 20.
1f9* Troca-se urna negra|de MfiO mossa, que co-
sphao diario de urna cas, que ;abe comprar, ven-
der na ra, e lavar de sabio, e tem principios de
faser renda; por umanegiinha de. oilo, a dez annos,
que seja capaz de ser educada em costuras, e renda,
tambeni se comprar ou vender no caso de nao ser-
vir a Iroca : na na Direila sobrado D. ao por sima da
Tipografa, das 6 horas da manhi at as 9, e das 3 da
larde em diante.
JK^ Carlos Joze da Rucha faz srente ao publico
que tendo entregado a sua casa a Jor Alves da Silva,
socio de um conloe seiscenlos mil reja,' este vender
todo o negocio, e s deuconta de um cont e aais.mil
res, e por, isso o annuncianle i.oga aos seus devedo-
res que nio paguem dinheiro algum ao dito Alves da
Silva, e siui a seu Irino Vicente Ferreira da Rocha,
apezar do annuncio queapaieceo a tantos de Dezem-
bro de 1 836.
WJf Qucm percizar de uina porefo de moeda de
cobie carimbad*} equizer trocar anuncie


--I*
%
DIARIO DE PERNAM.1UCO.
S
urna
Precisa-* de nm poi lugnei rom idade i. a
i*j anuos par loja de fazendas : na na do Calnig
l). 2 | erfadea loja de gtm d lado do tul.
%3^ Queni aiinunciou <|ueivr dar 1:500$ reina
premio, haja de aniiuuciar a .-ua nioiada paia ser
procurada.
Ip-y A \ uva de J>ze Francisco do Reg tend< He
aT in Rtiis a Inventario preciso se faz, que toda, c
qiii'ipn r pisso quesejulgarcredor de -ua casi (que
lea dala de le ignora quv mu exisla) no praso de
i 5 das cuidado* da publicarn dente apn-sentem as
Mas conlas legalisad*, iu Miado Ciespol). 7, a fin
le seren pagas. ApiOveJa ain^sin para f is--r lem-
l>l'*r 0> devedores da iliesmava-a. n sdi>la,'io de suuS
dividas, afim de ev t.iivm matura* enc.modos.
fjQJ" O Sur. GuiJliernie dos S mos, liaja de n-
uuiiri. ailn viuda do Rio (', awde do N01 it-, -011 dinja-sea roa
Velha 11. 3-8.
%ry II11111. medite sapateiro, ruga ao raixeito de.
ceitn Ingle* da ru da Crut, queseen .dti q< ira p.i-
fjar al Sibliado |6 do crrenle orna ordein saicada
por \\. F. S. que por ve/.es Ilm>- tem R4tl *pre>eiila-
d. ira su raii, na de *eu Palito, na Alfaudega, e a-
t inesmO na ra ; pois ja uu est pira esperar, e
11.-111 00ir lii-toria.- quedellas uio ipie cone, nem
vive, v nei.n tao p.tuco coni ellas paga aos seus ollicia-
**{ e do con 11 ario ae declara osen uouie pnrr Jttellco.
jcy Precisase .lugar una casa de s>-b ado de -x
andares, e a luja, e que leuda quintal grande: no
liairro da Boa-visl.i, ou I.- 8. Antonio, diriji se a
iraca da Independencia 11. 37 e 38.
NAVIO A FRETK.
Para Liverpool,
\_J Biigui- Ingle* Hcroiue sigue viag^ra at o fina do
me/, de Janeiro e lem lugar pata qiiairo cenias s.c> as
dealgodo: qut-m jiii-er natri'ljw dinj.i-seaos C->iiS'^
larios HarrivUa Lalliaui 6c II b >erl, 1 ua u'Alfaudega
Vclita u, 9.
COMPRAS.
UlVIa cadeirinha de ra sem defeilo na madeira :
qoem a liver aunuucie.
*r^a IJm,! tipoia : quera a liver falle rom Amonio
Jote Gomes.
X9* Din realejo, que nao s. ja iiiirito grande :
jimio titu-r aiimificic.
VKNDAS.
\J Ma casa icnA, na ra do Boro, Surres-0, ira O-
luid.i, aun um grande quintal com mullas ai voret> de-
fruto : na 1U.1 da cadeia \elha W. ib, fallar coui I -
inygdioJoze Pe reir Gueira.
(? Fuliutias de porta, de Algbeira, e
de Padre, para o auno de 1836, por |ifcp-
,0 commodo, na Praea da lud pendencia,
loja de Uvios N. o 37 e .4j&> e na iui ra
Medre de Uww venan cjue oi do Rezende.
^y Una canoa de carrea rom 56 palmos de
cuinprido, e 4 de boca, cariega 3 caiga, coni vella.
e iodos os mais per 1 enees: no acial do Forte emfren-
te a ganiileira i). %.
rja Dois melhodos, nm de flauta,eoutro de fabe-
ea a ra da cadeia velha n. 46.
%J^ EscelleiWe tinla de escrever em garrafas a
mPrcado de 40 teis para cima, carias pura ehtrro,
Oflc'* eAngiuhos, wbecimentos, livnis em liran-
,. de difei entes, iajiianlos, pastas &c.: na loja de
j;ni ademador l'iaca da Independencia lado da ra
do QuarUis 1). ab" : e tanibem se faz lodoe qoalquer
arra"Jo deencadernaces por mais armiado que es-
teja ovro, e com abrevidade exigida por seus do-
nos.
UmA negrinba de Anguila, inuito ladina, sem
?icio algum, lepiesenta ter i3 a \ \ auno-, salte facer
todo o ser ico de una asa de f. acostumada: na ra da cadeia do Recife, no arma-
zem de molh.'da*n- 5^.
ajQBa^ fJoi negiode ikh,-5o, ^ de idade \ proprio pa-
ra o hervido de camp modo : na 'ua que alia ves.-a da Gloria para a da A-
legria casa do impo < oufronle ao As-ougue.
%XJT Um pelo moco, bonita iigura, proprio para
palanqun), boni tocador de caixas de assnca, e bufli
koccaflor do mesmo : na ra da Alfaiidega veiba 11. 1.
l.'ma negiinba que rrprcsrnta ter de 1?. a \l\
anuos, sem vicio algnm, de naci Angola, poiem pa-
rece riiota, por tervindo muitn pe<|uena : no alieno
da R.ia-\i-ta, Udo dinito sahindo da ponte, casa de 2
portas verdes ao p do lainpilo I). a4, le manda al
as 9 hoian, e de tai de das 5 em vaiite, e lodo o dia pa-
ra ira-clardo ajuaie, na ruada cadeia do Reiile ar-
ina-em He moldados li. 59.
W Urna veiula, ila na Ci lude de Olinda, ra
de S. Bento, junio aguarda priruipal: e caixas de
marca com vell s de s bo du l'oi lo, urna grande
gamella (tara bulbo, um ganufo vaiio, que foi de
vil.W, fiasco-grandes, e pqu nos vazius; bolijas,
fjnirala-, e meia.s gai rafas: lio auna.-em de assuc.ir
na fu di ca u b-< n. 5.
W^* Soperioios Hiapc s de ca.-toida ullima moda
forneo, jwn do, e prelOj'dilo'* para senbora d.is mesmas
cores; ni roa da cadeia 11. 4-'-
%^* R (as boas, chegadas ultinianiunle do Porto,
por prec<> muito cnuuodo, e una p<>ico de supe,
liior licoi" eio porio grande, ou | equena, prop ia
a ierra, ou p-ra emb.irqoe: no sobradn defioxile ilo
do Cap'un li. Irhi'41 ni F>ra de l'orla-.
tr"5" Urna esc.aa para lora la Provnfj rf^ id.de
de %'j anuos, co-inha, e boct-lera : na esquina da
rtia doRo>..rosi>l).ailo de 3 andares 11. 9.
&9" Um terreno com olaria dedonle do Carierei-
ro em mira banda pass mdo o rio e nina canoa ab r-
la prande paia a ine.-ma ollicina: na ra do Livra-
men'o em casa le J aqnim JojM1 le reir.
^7* II na mulata le 2) a jannos, honila figura,
boa engomadeira e cosinlieira, e v-sle bem una hi-
nbora rom a inaior lim|>eza pui ieo ; ras 5 Ponas
no s- lirado uliinn do IVixotO.
a/jar* Agua pie.-ei \ativa, anti-veneira, eanti-ecn-
Ingio a, prepuada por urna Soriedade pliylaiilr de Douloies, em Paria; e.-t< agoa re entcniente lle-
gada le Pariz, livra iuieirameiite das mole-lias sere-
tas as pessoas que sesugeito a lazer uso lillas, preco
de cada gri*'fi 9^i'0 M. Po.-s Pariaetles, alili-
hVpnil licOf>, nli-dailro.'os e anli-leiliosos, preco de
cada p.pel640rs. ; esli s posen j u.liito conbeciifi s
nesta i lade pelos buns rtsultailos que produciiio. el>-
livera nina grande celrbiidade lia Euiopa por suas
pepriedades eiiiioeoteuieire depura i i v.i.s. Paragu-
aiu'iC, o o nico remedio Coulixido para as d..rs
de denles ; preco da gai rafinha 9.$) 00 i>. : na roa do
Cala' Ve v iribui-in-se grlis os prospeclos.
ARRFNOAMFNTO.
/I Ren da -se oEugpnbo Maiiiiia nos subnibiosde
G>iaiiiM, moeiile e crrente com safra paramis de
do!s inri paens pe asMiear : tem nm bum cercado fei-
xadop la mltireza onde se podom refaserquali o cen-
ias caJiecas dv gado, ^oas le ras de roca, loda a mais
planlacio, esibibs malas: os pretnidenles podem
fallar rom Antonio Jo*e da Silva Migalhtefli na 1 ua
do \ igaiio 11. 10, ou diiigirem-se ao me.-iuo Enge-
nbo. a
ALCUFJS.
&f
JJuga sp nina cas terrea na ra da SoKdade lado
da sombia, bous conimodos, boni quiulal, a portas e
1 anilla de Trente, e fronleira ao solirado e alio de
Fram Neo Goiicalves da Roxa : na ra do crespo l).
j aillai comquem (radar.
Alluga-sp, ou vende-se urna casa de sobrado
de uin h andar priquia paia grande familia com bom
quintal e cilios proprics na ruado Amparo era Oju-
da lado da sombra : (jucoi a perlender procure no .se-
gundo andar do sobrado que faz esquina para S. Gon
calo.
PER DAS.
M. F.rdi'o-ae dentro da Alfandega ou dali atea ra da
ci u* n.43 urna factura le l'..*eudas, e fe rageiis lu-
^lezas; viudas pelo BrigQe lu^lez Thomaz IVtellor a
consignacio de Jones 6c Wynne, a pessoa que a ti ver
adiado, a poder v ir entregar at'odi 16 do coi rui-
na mesma casa 11. 43, pie tCebera 20^000 rcis de
alvicuras.
rl
FURTO.
. AnA nmanbeccro dia sfle dororrenfe men, lira-
.iii la F2t libara por baixo da casa de vi venda da po-
pi'iedade S. Auna, em Parria-merim, 1 cavallo gi n-
de, 1 h- lanlio el 'io l'o\< iio, 1* ente al ei la, cal;adodo.s
quatro pe-, cauda aparada pela, e crinas da mesma
cr, com 6 pa>a 7 anuos de idade, bom cariegador, e
com manas de fi ico no|uai lo Iraseiro direilo. I1'-le
caballo foi com rado com outioao Sur. Florencio-Ju-
ze Ciuneiro Molrtir, e ja luma sillo di versos propri-
etarios domieilibcios la Villa do Cabo, e le Serinlia-
ni. Rogase a pessoa, que o p> gar, Mi suubi r rom
certesa Monde < xisle. ijue luja de o declarar, ou eu-
Iregar ao baixo as.-ignado, que pagar a despe.-a, e
ncompen.-ara g.neo.-ameiile, e promete nao acensar
a quein fes a pesa, nema oulra qua'qi.cr pessoa, que
posja, ou e.-Uja no caso de s< r accusaila.
Jozc Nai ci*o Camello.
FSCRAYOS FGIDOS.
\ Nlouio, naci Camundn, tem o dedo mediato ao
polegar da mao evqire la 1 u i.uio ; fgido a s^;s me-
se-: os aprtbeudedores levin-uo a tua da Alfaudega
ve!La II. 1.
^r~3f Figio um mualo de b a catalura, groo lias-
tanto, nato eli 10 e redond", de c*la e jaquel, rujo
mualo l> in por vai'iis lujas tenlado'rcci lier dinbeiio
dor imp esinih, di-endo que se S< nb >r o manda pe-
dir, este escravo pe leiu'e ao senlior S basliio Mam i-
ci de Albu<|u-ripie morador em M n 1 1 lie .1 : jiiem ..
prend r 011 soiilier onde existe, dilija se a loja de
Sanio.'- Nt ves & Cump. na ma do cuspo I), y que se-
ta ie orapeii.-ado a 111 ^ty* Ji.?e, nacau Minjambiqne, ebeio do corpo,
reprsenla 30 anuos, cara lisa, limito ladino; fugio
sal)' ado pa-sado do sitio da Mangneira na Capilhgi ;
e foi vestido de camisa e calsa de lirim, e rom ferro no
p acoco. Consta ter sillo valo na Caza Foite, e na
l'raca : quera o api elunder e truuxer a la do Viga-
rio n. i(i, sita ieompeu-alo.
jrjr* Sebistiao, 00 a 35 ann>s^a>i.-icio congo, fal-
la fmlioso, ollms ptqueuo.s, naiis chalo, eslalura
b.dxa, e pouca bai ba ; futido a 5 do cnente, com
camisa de pnrinde liulio grosso com a maica K, calca
de pao pelo, e sem chapeo: caza de Didier ln*
Colombier e 2.
NOTICIAS MAltlTlM \S.
Tuboas Has mares cheias no Pono 'de Peinamimco.
a3 Segunda i ih. 6 m
4-T:---- o-64 .
5~Q; t i-4-2
2(j_Q:---- j 2_3o )\Uhi.
27S:----- 3-i8 a
,8 S:----- i 4 6
49 -D:----- /- 64 a
3

-o
c
Navio entrado n dia i4.
ETTE ; 38 lias; Pol. Sarda Roa Inteligencia,
Cap. J. Gulel'O : viullo, e mai> gneros : jio Piulo
de Lemos. T n. 280.
TERRA NOVA ; 25 lias-, R. \ng. Forit.ide, Cap.
J. llawey : bacalliao : I). Conk hot 6c Coitip. Ton.
203.
Saludos no ursino dia.
xTLSSU; R. Boa-venlma, Cap. Raltizar Joie dos
Rei- : diferentes gneros. Fassageiros 5, e uin es-
ciato. *
MONTE VIDEO, ffla BARIA ; B. Venus ; Cap.
Joo Coellio d'liveica : sal. Has.-ageiro 1.
SANTOS; B. linio, Cap. Antonio Jo/e Reis :
sal.
SERINI1AEVI ; S. S. Joze Vencedor, M. Berilo
Joze da Silva: la-tro. I'as-ai;eiros [i.
BAHA: L. Oaiiio, M. Francisco dos Passos
Ca ubico : falinlia. I'assageiios 5.
Observacoes.
JJ^Ntkou aS. Bom-fm que linba d-'aqui sabido pa-
ra Femando, a |ual nao encontrn a liba ; condiiz
os mesmos geueiuS.
Bordeja 110 l.ameiiio a Escuna de Guerra N, Vio-,
loria, e um i'alaxu iugltz.
Pern. na 'l'yp. Uo ihario 18*3


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