Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02177


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Full Text
ANNO DE 18.36. QUINTA FRIRA
14 DE JANEIRO N. 10.
DIARIO DE PERNAMBUCO.'
Pkhuamiiuc", w* Tvr. i>k M. F de F*n i IH.16-
tt*rV
DAS DA SKMANA.
II Segunda S' Hvgino P. M. Ad. dos JuizosdnC.de m. e de t
si. 4a Tliezouraria Publica. Chano, dut-
ti Trica S. >aijn> l*. M. Md-dei. aud. do Jaii de O. de t.
IS Quarta S. Hilario B. scs. da Tliczouraria Pul.
14 Quinta 8. Fciis M- Kcl. de ni. nud. do J. do C. de m.
o di- |.
I.1 Sevta S. Amaro Ab. sos. d.i Thez. Publica iiud. do J. de O-
le 1.
Ifi Sal,!,:,.!,. S. Marcelo P. M. Re. 'de m. c aud. do V. Co-
ral de' t ein (Mima.
17 Domingo O SS. Nome de Jcaut.
Tud > a-ni 1 depende il,. ntih nn-sitios. da niissa prudencia, mnde
raivio,. e enerva: continuemos rom principiamos, e Re relima a-
pniiluili. i-oiii uiinii :t<-:n> futre a Nacaos inais cuitan.
Prnrlnmiir'u da Afmblia Onnl 8ulicrevr-e a 1000 rs. mensar pagan ilimitado nosta Tvpnpra-
(a. e na Praca da Independencia N. 97V3M I onde i- rerelieni
correspondencia legaHaadam e nnniinr.ios ; iiiieriiidn>io estes gi.
IU leudo do piopriiihas,guantes, e viudo aalignadoa.
PAUTIDA DOS CORKRIOS.
')!ima ...Tmliis ns diasao niein dia.
(o,ana. Albandra. I'arailia, Villa do Conde. Mamanguape, Pi-
lar. Itea^ite S. Joo. Hrejo d'Areia, Kaiuha, Pninbal, Nova d-
Sousa. (i,lado do Natal, ViMas dr Coianiiiiilia, e Nova da Prinee,
za; Cidado da Fortaleza. Villas do A<|uirs. .Monte mor novo*
Ararat. Casoavrl, Canind, (ranja, Impcratriz. S. Bemardoc
S. Joo do Principo. Sobrar, Nova il Klltey. Ico, S. M atlious,
acho do Mltgm, Santo Antonio do Jardiui, Gt"o ucranio biui, e Par.
naiba Segundas c.Sextas leiras ao meio d>
Santo A nio-Todas as ojiarla- li-iras ao i (iai iiiliinis. e Konito nos ilias 'i e 'l'.t do wcz ao meio dia.
Flores no dia 13 de cada mex ao meio dia.
Si-rinliaem. Ilio Fonno/.o, e Liineiras Segundas, Quarlat,
Sextas le i las ao meio dia.
g^g"
PARTE OFFICIAL.
F.
RIO DE JANEIRO.
CMARA nOS DEFUTAUOS.
Extracto da Sesso de i de Outubro.
presidencia do Sr. Araujo Lima.
Fita, a (llamada pelas i0 horas -da manila, e -
hando-se presentes cincuenta e dotn Deputados, o
Piesideuie detUrou aberla a sesSa, e lida rt acia da
.nlecedente, Coi approvada.
OR.OEM DO DIA.
Continuot a discu^sa do 1. artigo do projerto da
tercena Comuiissa de Fazenda sobre o Monte Pi
los empreados pblicos, e emenda apoiada doSnr.
Souza Marlins, que he a segunde:
Projeclo sub-dtutivo.
Art. l. Fica conced las 4 loteras annuaes de
100 cotilos de res cada huma, a favor do Monte Pi
dos mpregados pblicos, creado por Decreto do Go-
veril de 10 de Janeiro de 1855.
Art. a. O-.- erapregado-. pblicos que naquise-
rein entrar com acola correspondente dos seus or-
denados para o Monte Pi, iim tera5 direito de re-
compensa por ser vicos ordinarios.
a Att. 3. Fica revogadas todas asleis em con-
trario.Souza Martin..
OSnr. Maciel Monleiro remelteu mesa huma sub
' emenda do Saj\ Souza Martns, que em lugar de
A loteiiasde iOO cotilos de res, dga-sedus lote-
ras de 100 cotilos de reis cada huma, etc.
Foi apoiada e entrn em discus-a.
concede as quatro loteras, e contra o projeclo da
Commissa, osStirs. Souza Martins e Souza Olivni-
ra, den se a materia por suilicieiitemente discutida,
r posto o. artigo do projeclo a votos, nao se ap-
provou.
Fora approvados ambos os arligos da emenda do
Sur. Souza Marlins, e (icou prejudicada a sub-e-
ineuda do Sur. Maciel Monleiro, e bem assim o res-
to dos arligos do projeclo.
Daiido-se por conciu provou-se para passar terceita.
U Sur. Maciel Monleiro propon a urgencia para
que etiliasse em discusSa a seguinte resuluca :
( A Asaetnblca Ger.il Legislativa resolve :
Art. i. Os estudautes Btasileiros, que, antes de
'Xislrein creadas no Imperio, as Encolas de Medici-
na, l'oia frequeiitar s Univeriidadea da Europa, e
nellas uhtiverud o titulo de Mdicos, nao eslaS cora-*
nrehendidos as disposices do art. l4 da le de 3 do
Outubro de 183a, e poden exercer a sua piolissa,
iudependentc decxaiuo e de pagameuto de qualquer
propina.
Art. i. Fica revogadas asdisposites em cen-
tral o.
Paco da Cmara dos Drputados, em i5 de Ju-
nhu de i835.=J. P. de tarvallto.A. M. de Mou-
,a.F. de Souza Martins.a
A urgencia proposta foi apoiada, discutida, e ap-
provada.
Kialraiido em discussa a resuluca, foi a final op-
provada e adopllda, e passou Commissa de redac-
ca.
OSnr. Moura Magilhies pedio ao Presidente que
desse para otdem do dia o parecer sobre as cotilas do
tutor de S. M. I.
O Sur. Paiui lequereu a urgencia para que se den-
se para ordem do dia de amanh o telendo parecer
sobre as contas do Tutor. ^ A urgencia senuo apoiada
e discutida, foi a final approvada.
O Sur. OJorico requereu tamhcm que se tralasse
coiijunctamente do parecer sobre as contas do ex-Tu-
lor, pela relaca que havia entre huma e outra ma-
teria. ( \|)i>Ullos.)
O Sur. Carneiro Lea requereu a urgencia para
que -aediscuiir.se j as cm> odas viudas do Senado ao
projeclo desla Caniara, que ut'trisa o Governo a
contralar com qualquer cotnpaiihia a navegaca de
paquetes de vapor.
A urgencia proposta foi apoiada e approvada, e
sendo discutidas as emendas, todas fora regeita-
das.
OSnr. Baptista Caetano ohservwi que esta mate-
ria era importante, e requereu a fusa de Cmaras
para em Assemblea Geral se decidir, cojo requer-
metilo nao foi apprnvado.
a A Assemblea Geral Legislativa resolve :
Art. 1. O Governo heautorisado a emittr at
a quantia de mil e duzentos cotilos de npolices da
divida interna fundada, para o funde satisfazer a im-
portancia das perdas soileidas pelos subditos de Sua
Magestade Fidelissima, por occasio da guerra da In-
dependencia, cque forem legtimamente liquidadas,
em confu midade do tratado de 29 de Agosto de i8a5,
celebrado entre o Imperio do Brazil o o Reino de
Portugal.
A*i t. a. O Governo he oulrosim autorisado a
remover todas equaes quer duvidas que possa oc-
correr no acloada quidaya, cingndo-se sempre s
estipuhcea marcadas no supradito tratado.
Paco da Caniara, 17 de Agosto de 1835.A.
P. Maciel MonleiroF. de Souza Martins.
OSnr. Vasconrellos requereu o adiamento desta
materia at a Seguinte sessa, o qual depois de apela-
do e discutido, ioi a final apprwvado.
OSnr. Iiemiques de Rezende propoz a urgencia
para eittrar-em discusso hutn parecer a liado sobre
duvidas do Governo acerca do pagamento de orde-
nados aos empregados pblicos que Ibtem Deputados,
etc.
A urgencia foi apoiada e approvada, e o parecer
entrou em discussa.
Foi apoiado hura requerimento do Snr. Vianna
para que este parecer voltasse a huma Comtuissa
da Casa a fim de propor huma medida geral a res-
peilo. Esle requerimento envolva hutn adiamento,
cuja dscus- Leu-se hum oflicio do Ministro do Imperio finque
participa que a Regencia amarilis, pela huma hora da
larde, receber no Paco da Cidade a Deputa<;a desla
Cmara, que tem que apresenlar alguna projectos
para obterem a sanrca : licou a Cmara inleira-
da. I?
O Presidente deu para'ordem do dia o parecer so-
bre as contas do Tutor, e otitros projectos, e levan-,
tot a sessa pelas duas lloras da tarde.
PERNAMBUCO:
OOVERNO da PROVINCIA-
Cntinuacao do Expediente do dia 11.
O
FfiCIO ; A cada uma das Cmaras do Recife,'
O inda, Cabo, Serenhaem, Rio Fojrao/.o, Goianna,
Flons, Cimbres, Breio, Bonito, Garauhuiu, Lino-
cuo, Pau tf Albo, Nazareth, llamarac, S. Antj
elituarass, advertiudo-as(|ue he chegado o tempe
dse cumptir a desposcado Art. 59 da Lei de 18
de Agosto de 1831, quecreou as Guardas Nacionaes^
o que o Governo ordemna se cumpra, levndose.!
elletlo, depois de setisfeito ludo o mais daposto no
capitulo i. 3 da mesma Lei sob o titulo A lisa-
me uto
Da 12.
Foi prezenlea este Governo o seu ollicio de 9
d'esle iin'z pedindo sobren Decreto de 2 de NoVem-
broutlimo, que cstabellece o modo de se proceder
aorecrutamento os seguales esclarecimentos : i.
Seos Inleriores dos Coi pos'que fuializareni o lempo
deservico, e queem virtude da Lei querem continu-
arse deve abonar como gratificacao igual quantia ao
sold que peicebiam como taea, ou se pora deca ra-
ca feila dequererem continuar sao considerados de-
meltidos n'esse dia e engajados novamenle como
Soldados com a gratifcaca igual ao Sold corres-
pondente a esta Piafa : 2. se dado o cazo ultimo,
e havendo de seren depois promovidos aos Postus
Inferiores a gratifcaca est na raza d'estes Postos,
ou na da primeira praca, ou vice versa : 3.' se as
piaras que quzerem continuar perdem ou nao o
lempo de ser vico anterior : 4.a finalmente se todo o
qualquer individuo que llie foi remedido como vo-
luntario tem direito a gratifcaca de 60<)000 rs. de-
signados na Lei do Recrutamento, sera attenca a
se ha ver elle i esolvido a servir depois do praco mar-
cado no Edlal ; e cumpre dizer-lhe quanto ao 1.
quesilo que a gratifcaca desold intero e meio sol-
do de que faz menga o citado Decreto se deve enten-
der com rele enca af sold de Soldado, e nao aode
Inferior : a resposla d'esle priraeiro quesito escuz*
a do segundo ; e quanlo ao 3. c be de toda a eviden-
cia que nao podem jamis taes prae.as perderem o
tempodeservico anterior por continuaren! a prestar
novos, e tal vez maiores ser vicos : quanto ao 4*
findo o prazo marcado pelo Edlal findaram-seas gra-
tGcacoens promellidas aos que voluntariamente so
apipzentassem.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
tiambuco i2 de Janeiro de 1835. Francisco de
Paula Cavaicanli d'Albuquerque. Sr. Joze da
Costa Retidlo Reg Monleiro, Commandante das Ar-
mas. I
Oflicio ; Ao Commandante das Armas, dizen-
do-lheque o Alferes Ajudante Joa Concia Fcio de
(|ue trata o seu ollicio que acompaiihou o do Exm.
Vire Presidente da Parahiba nao pode ser despensa^
\


s
DIARIO IE rFRtiAMRITrO
noticio, fot Mu nocaZo de i|iia ule Ofh\ al nao scja
prtrizo, 011 naestcja nemtado p:ir;i servico de m-
poil.nca : dizendo-lli<-mais que a Provincia dora-
r preciza-de tropa, e de Ollictaes hh-m dos qu ja
fora, e dos pie se acham Horneados.
Ao Inspector das Obras Publicas, 'Pnente Co-
ronel F. H. dfiM. Ancora, d/.endo-lheqne amando
nao poder reiyelt-r o llie ios aos enrarregado.s de li -
Vitular a planta das Erfliaaaa, lina aurlorisado a man-
dar pogiilli'Oens rusta dn Repartilo que esl a seu
cargo.
Continuar-se d.
DIVERSBS REPARTI<;OENS.
CMARA MUNICIPAL D'OLINDA.
4-* Sessa ordimari de 15 de Julfio de i835.
Presidencia do Sr. Barro Falca.
^^awaaaBBaaMWaaaWMMM^ga>jlttiaaA-^^
do de marchar para o Para, como Ihe f.ra ordemni- e. di: A i lianaaio para recotihcrer a Igrc ja Romana ro-
do, m obstando a rcquesicao qiicdVllef.iz o relindo m<> aquella fundada por J. O, C divulgada pelos A-
VieePiVzidetyle, a qual, tagdjo v'l no rilado o- postlos. A tradircaS persuade queios Apostlos for-
mara smbolo de le antes de separar-se, anda que
n* (cubamos provas evidtmte dc.ste faci puramente
histrico; poifrtto cerlo lie, que elle exista, e que
os Concilios comen icos desde o de Nirea era liante
o adic.i ionara cnloi me as declances dogmticas,
que fazia sobre as op'uiics do Arrio, Maredonio,
Notorio, Entubes, e outros heresiarcas j e c.-tas a-
di<-< s lui consideradas como actos espeeiaes de
confs-es de fe, que eomprchcndi lodos os artigos
dogmticos, urna expressn geral de rrr ludo
quanto ere a Ignja Calholica e Apostolici. Islo lie
pelo que respeila ao D-gma,- que he a Religia reve-
lada ; centre os Calholicos a Revelaca lie o que
se chama R. liga por dlstmcaS e excelencia. A
R. lidian natural *yp8e um Dius, urna Providen-
cia, urna vida futura, recompenses, e castigos,
poro* ni a Revelada supe de mais urna ni"s-
s5 mediata de Deus mesmo, atestada por mila-
pese profecas. A Religia revelada em seo verda-
dci o.sentido t o conhecimento de Dem como o Cria-
ador. Conservador e Redentor do Mundo ; do Culto
A que Ihe devemos por estas qualidades ; d"s deveres
Berta a Sessa, comparc-cera os Sis. Azevedo, que a sua ley nos prescreve, lano era reUca com
t Berta a Sessa, romparc-cera os Sis. Azevedo,
Doulor Cliagas, Furias, Cuedes, Costa, e Barata,
faltando com cauza o Sr. Pe reir, lida a acia ante-
cedente achara conforme. A Commissa encarce-
lada de ex*s minar as con las do Procuiador omiltio o
seo parecer sobre o requerimeulo do mesmo, etn que
peda se lke acredite a despeza de ll$i00 feita com
os concert* dos arrombados da Cadeia deala Cldade
em mez d'Abril, e Junho do prz>-ute anuo, cuja
despeza foi feita a requesioa do Juiz de Paz do 2.
Destriclo, cujo paiecer foi, que se acrodilasse dita
despeza: approvado.
Oulro parecer da mesraa Commissa Sobre oulro
"requeriinento do Piocurador, em que pede se llie
acredite a despeza de'3^JJ480, Ma com varios nb-
jerlos, e foi do parecer, que lega I iza-se ditn ronla.
Oulro parecer da mesma Commissa api-ovando
a quantia de l< itoial, msica, e serma : aprovado.
Oulro parecer de outro Requ. rmenlo do mesmo
.Procurador,acreditando a quantia de af>$580, des-
pez feita.em Juizo contencioso rom diveisas causas
da Cmara : aprovado.
'Resolveo a Cmara se mandasse imprimir 400ex-
em pa res de Procuraces bastantes para se tentar ac-
fces em Juizo, e ato para poupar as despezas de tras-
lado* de procuracoens exeessvas em publica forma.
Oiilro parecer da Commissa sobre requerimenlo
do Procurador para se llie acreditar a quantia de
a7i$520 de despeza fe la com o Jury na svssa pr-
xima passada, e rom apozenladoria do Juiz de D>re-
tu, cujo,parecer foi, que se (izesse huma relaca de
todo* as movis, que o Procurador lem comprado
para a salla do Jury, e Juiz de Din16, e que esta
relaca fosse assigtiada por quem recebeo ditos obje-
11< s para fienr responsabilisado.
OSr. Guedes propox, que na primeira sessa o
Sr. tProcurador aprcenAsse os autos de Lihello de
leza norme, contra Manoel Luiz da Veiga : foi re
sol vulo a favor da proposta.
Fiesta .se.-sa compareexn o Administrador das I5..1-
lancas Jote Antonio da Silva aprezentando a conla
dosReudimenlosdas ballancas publicas de pesar as-
sucar desde o i." de Outubro de 1834 *'^ ''"' d
Maio de 1855, que importa va a quanliu de 1:680:990
e como na*pi'ezerilasse quantia alguma em dinheiro
se devolesae ao mesmo Sr. Administrador as contas
para declarar a quantia dp dinheiro, que existe em
seu poder cobrada, e diste a raza da falla da co-
pra oca do restante ; c isto at a primeira sessa vin-
roura : f>i resolvido a favor da proposta. louve-
lia varios requerimcnt"s -de parles. G por dar a
-hora o Sr, Predenla kvaulou a sesMS. lu Mano-
el.da Molla Sveira, Secrelario da Cmara o escrevi.
. Barros Falca, Piezidente, Doulor Chagis, Costa,
Guedes, Azevedo, Barata.
os oulros homens romo com nosco mesraos. Haven-
do encarado a quotaS pela parte do Dopnia, dae-
mos consideraba pelo que diz res pe lo ao Culto e
Disciplina.
Culto he a homenagem devida Deus, porque he
o nosso PaeeSenlior ; e se divide em interior e cx-
lerior : o 1. he nvariavele reside n'alma : o a. he
igualmente necssaro as Sociedades civis, anda que
varia segundo a diversidadedos roslumes e 4>>s lem-
p'S. A natural nelinaca do homem implorar o
auxilio divino em snas calamidades ; o amor e !eMt
raea presta ao ser Supremo, meditando sobre su*
grandesa e excellencia, prov que o culto interior
hefilho dara.za, e provem de itm inslimlo da natu
ivsi. Os hnmens justamente convencidos da que,
quando linha, perlcneia Deus, Senhor do Univer-
so, quisera sacrificar-lhe orna parle em tribu" do
lodo ; e dabi dalaas libaces. ofrendas e sarrificios.
Cresceo a populuca e asoblaces se repiodusira, e
foi necessaiio escolber homens destinados eslcuni
cojim; a orgem do Culto eyleiior foi por tanto a.
mais pura, aloque J. C. nstiluindo a sua Igrjaj
pnscieveo o Cullo, que quera se Ihe piestasse. A
Religia be pois o conhecimento da Ditindade, e do
CTiiIt*. cf^it* Ihe he devid-. O foudamenlo de toda
Religia be, que ha um Deus, que lem relacesrom
as suas Criaturas, e que exige de lias qualqner Cullo ;
os diferentes modos por (pie chegamos ao ronheeimen
lo de Deus o do seo Culta fftfcem dividir Reli:. em
natural e revelada, oomo fica dilto. Ora, sim co-
mo os homens se dividem em Sociedades particula-
res, e nellas admitem inslilnigfs, que Ihes sao pro-
puase peculiaris, t,imbi'in -e reunein em seitas para
proclamaren! o mesmo Culto, e admittrem a mesma
Crenca ; foiassim que se chamou Jgreja a reunia
dos fiis de urna Cidade on de nina Provincia, como
se v na primeira F,pst. aosCorinlhios, cap. i. v.
a.
Porm Igreja Universal he a Sociedade de lodas as
Igrejas parlcnlares unidas pela mesma Profissa de
l, pela participaca dos meamos Sacramentos, ea
mesma snbmissa voz do seo legitimo Tastor; he
a reunia dos fiis esparcidos por toda a Ierra, como
sededuzda Kspit. aos Efesos cap. 5, v. a3, a/j,
a5, e de S. Jna cap. ai, v. i5, 16, 17. *As qua-
lidades ou ca aderes da Igreja, assinalados no smbo-
lo do Concilio de Couslanlinopla sao. urna, sanm,
ca(Indica e apostlica ; nina pela unia5 de todosos
seos memhrosdebaixo dos mesmos Chefes invisivel
que he J. ('., o do niesmo Chefe visivel que he o Pa-
pa, e pela unidade dadoutiina, (pie receben de J.
Iba Di riplina o go vento di Ig'ij.i em sul policio
exterior, e C!t fundada niione. .1 ,
Com ilios, nos I) reos da* rapas, leys echsiasticas,.
e dos Prinrepes Chiist3".s sobre os usse CoMumrsdo
paiz 5 cojas douii inas forina o Direito Publico Er la
sia.-lico, que muilos Sabios Juiisronsullos lem poi
minio mais perfeito, e mais rasoavel que o direitu pu-
blico civil. Para poder ser Censor dogmtico, para
fazer honra Crtica, nao poder ser exacln, aquellt-
que o lizer, si nao f>- profundo na hutoria eclesis-
tica e civil, si ira |xtasur solido .conhecimento dos
Concilio, Canonis e Decretaes, n.< por compendios
ou dicf ionarios, mas >im por textos originaes. S.
Ireneo Rispo de Lia5, discpulo doS. Policarpn Bis-
po de Esinirna, edeS. Papias, ambos discpulos do
Apostlo S. Jua, escreveo jio fim do a. seculo 11111
tratado contra a' cloulrina dos llereges, que tinha
vivido desde Sima Mago al seo lempo. Em loda
a sua obra seguio o sistema de persuadir, que para
romp ebender bem a sagrada Escritura, o nico se-
guro ara seguir sentido em que o tinha enlendido
e explicado os Ri-pos discpulos dos Apostlos, por
que otes linha prorurado por para dirigir Os liis
aos mais perl'eilos, e Ibes iinh.. commuiiicado de vi-
va voz ludo, ijuaiito aprender.i do divino Mestie
concern ite ao bem da Igreja. O poni central da
doulriu e das leys lisciplinares, m que S. Ireino
funda o direito eclesistico, be conforme a dos Apos-
tlos, e poi isso disse s= Igreja foi confiada a ln/. de
Deus depoisdeter expressado, que a # vereda da
Iijreja ciicuuda o Universo com una Iradiica firme
denvada dos Apostlos, rpie entre lodos os Chi is-
las A|iostolicos nao ha mais do que nina s fortt.a
de goverur a Igreja. (*)
Continuarse .
NOTICIAS.
jf\Li'm das imliciaa do Para e Rio Grande do Sul,
queja s'-tena publicado, nenhumas ouiras m>* tem
menea
rhegido que mereci
P
Os
MEZA DAS DIVERSASRENDAS.
A paula he a mesma do N.' 6.
Continuado do n." antecedente.
ANLYSE
J)A Projeito do Deputado Rafael de Carvalho, so-
bre a separaco da Igreja Brasileirada Santa S-
de Jpeiloliva.
A.
UI DA quando nao bou vesse um leslemunhn ta
itflntic', seriaosuficicnle o.dous Credos de Nicea
('. e dos Apostlos, c pela tradica dos Santos Padres:
Santa pela sanlidade de sua doutrina, de seos Sacra-
mentos, e porque nao ha nem pode hayer Sanios se
nao na Igreja Calholica, e porisso ella nao he limita-
da, nem pelos tempos nem pelos lugares, sendo mais
enlensa que qualquer oulra Seita que se lenha sepa-
rado della : Apostlica, lano porque prolessa a dou-
t.iiia, (. omoj dissemos) que reeebeo dos Apostlos,
como por que seos Pastores sao por urna serie nao ri-
len oinpula at boje legtimos successores dos Apost-
los. A isto deve agregar-se mais tres ventagens fun-
dadas sobre as promessas de J. C.j saber: sua visi-
bilidade : sua ncbfechbilidadeoo perpoluidade: sua
iilalibilidade, bem seja dispersa, bem reunida. Os
mais habis Telogos e controversistas da Igreja Cis-
montana provara contra os Protestantes, que c-sles
caracteres e ventagens convinha p^rfeilamente I-
greja Romana, e somenle ella ronvinho ; podem
consullar-se este raapeito as obra dos Sabios Rossu-
et, Nicole, de Wallembourg, Peliss n, Fsher, Fle-
ur>> P-'pobioch, outros que nao s.i suapeitos.
facer se de I las
resilientes aflirmo em s'us Oflicios, que continua
nalleravel o soreg publico, easFolhas, pela maior
(jarte, oernpao-se de poli-micas particulares em cor-
r sp mdencias, edealgmias queixas Contra injusli-
caa de Juizos de Paz, Ofliriaes de Guardas Nacionaes,
&c. S teiemos mais exactas iolormices do estado
interno das Provincias pelos RelaloriuS que os seus
Piesidcntes fizerem aberlura das suas Camaias; pa-
ces doiumeutos que servin de norlo L-gislaca I'io-
vincial, pelas mcessidades' que nelles se apouta, of- I
lererem bstanle rabedal de ideas ao historiador poli-
:ro, que quiser 'nud.inienlar os seus raciocinios so-
bre o atrazo da nossa civilisaca. Elle confffMitar
enlo o que lem ofiicialmeiile romm'unic ado ao G<>-
verrto Central os Presidentes de varias Piovim as do
Norte, onde a desmorali'saca lem chegado a hum
auge espantoso, cmo secolhe do (pie temos publi-
cado; mas onde lambem. existem muilos Cidados
amigos daOrde.in e da Moral publica, que rom su-
as doulrinas e bous exemplos, biilu exparziudo as
luzes, indispen-aveis ao triumpho da verdadeira |-
berdaile, Estamos persuadidos que a ignorancia e a
falta depiudenle educacio, >io as prinripaes raizes
desses amargos fruclos que lemos por Vetea tragado,
e que nao be de sallo, nem por hum rasgo de peii'na
dos Legisladores, (pie os coslumes se icformo,
principalmente quando certa classe da populaca se
tem habituado a ver, no despreso da Lei e das Au-
thoridades, o gozo da sua liKrJade; como se esta
excluis.se Le, e se a Lei possa fazer o bem da Sorc*
dade sem haver qu< m a laca exocutar ; mas |iobem
estamos persuadidos, que pelos esforcos dos bous
patriotas, assiin como pela acertada escolha dos Em-
pregados, as (revas da ignorancia se hiri dissipando,
e os homens entrando no verdadeiro conhecimento
dos seus deverrs, e dos meios de conseguir o pacifico
gozo desua liberdade. O povo cansar de edeixar
aturdir por escriptos, que o ser vera de inllsarour Jaa-
suaa paixes em prejuizo da ua tranquillidade, qua-
do de todo se desengaar que nao he com quesles
polilicas que se remedeio os seus males, e sira com
bons coslumes, e com bastante instrueco Ag cola e
industrial, thesouro de solidas riquezas, e escola da
excellenle morigeraclo. Qur/essem os Ceos que to-
das as Assembleas Proviuciaes se oceupassem bem de
promover esta necessaria nslrucco, arredando-se
de questes polticas, que dio sim occasies a bu-
llan tes discursos, mas que nlo aproveito tanto
prosperidade do povo, como as dscusses sobreine-
Ihoramenlos de estradas, canses, Agricultura, Artes,
&c.
Appartcenos na communicaa do Presidente da
(*) S. Ireneo 5 Adversos haereses lib. 5, deS.
238 Edic. de Paiiz 1507. Apud Aijdormitr: parvn.m-



DIAftto 1>F. PP.RNAMNl'CM.
fc
Provincia deGopr, n noticia deque 6
renovado os seus aecommettimentos, rom maiorea
hostilidades. Julginns que ;i experiencia ali (leve
ter ensiiiad"" os melhores ineios de os conter em res-
peitu e que na Dopuladosdessa Provincia devem cu-
rar das providencias Legisla! i vas nere-sarias ao Go-
verno Piovim al, para segurar, cuino deve, as pro-
pi edadese vidas dos Cidadios. Pouco on liada se
lem eho para hiim plano geral de civilsaco de In-
dios ; e esta empresa, pie pormuitos motivos sede-
Te reputar difltcultosissima, pode faser->e perfeita por
parles, c sendo rondtizda pela experiencia de diver
sos lugares mais proficua jem duvida do que as theo-
rias meramente philosophicas, e por sao tm taes ca-
sos inexequiveis.
DeS. Paulo souhe-se que hum estudante do Curso
Jurdico insultara hum de seus Lentes, dando-lhe
em publico huma bofetada, porque Ihe laucara hum
vol de reptovacio em seu Pame. Sentimos que
hum lo mao exemplo fos-e dado por huma pessoa em
que a instrurco deveria termais influido sobre a ar-
rienda dos.sentimentos da mocidnde ; aquella Acade-
mia perrie humlilho, que instrua com boas doulri-
nas ; mas lalvez que a Magistratura ganhe em nio ler
de contar na sua ciarse hum joven arrebatado, que se
assim falln ao respeito a hum sen snperiore asl.eis,
rom mais facildade o Hilaria no exercicio da Judica-
tura de que fos-e enearregado, para rom os roiseiaveis
que lives-em de comparecer em sua presenca.
Trabalhaa Policia aqui em descubrir o cruel assas-
sino do Duntor Neves Mello, m>rlo por hum liioao
recolher-se para a sua chcara to F.ngenho Velho, ao
principio da noite, e na estrada publica. Este aten-
tado nao (bi O nico em noites sucessivs ; e alcrii de
aligue, lambm se tem lirado a bolsa e trastea precio-
sosa varias pessoas, tanto no Campo da Honra, co-
mo em outios lugares, ealmesroo em casas. Pa-
rece que o p.rveisos assanhario-.se com as noticias
doPki; e se as nossas Aulhoridades Policiciaes nao
Vela rem sobre a seguranca dos Cidadios, como tan
to Ibes incumb', preven indo taescrmes e prnden-
lo os criminosos, a nossa desmoralisatio data Iigos
passos ; a frouxidio e descuido dos Juizes anima em-
ure os malfeilbres.; e os mosexemplos lavio mais
duque fogo, e deslroem os cos u mes pblicos. *
(Do Correio Ollical.)
-tirtrnuTir-" in"--rnwiT
Indios tero
iM| "pm ini'ifc'imm'ti'i'wi'HM i>aaii*uM*( Revisio dos Jurados Cidade de Cunda, I" ita por a competente Junta na
Capilla de N. S. dos Afililos, no r.* diado roez de
Janeiro de 1836, cuja junta estava composta do
Ju,izde Paz, Parocho, e Venador abaixo a-signa-
dos, c lorio elleitos osCidadios seguidles.
XJ^Nlpnio Joze de Amorim, Antonio Lino da Silva,
Autoilio Manoel le Moraes da .Ma-q-iita Piment. I, An-
tonio Clemente Rsteves dcLarraz, Antonio Octano
Vieira, Antonio Jo/.e Ribeiro da Costa, Alexamlie
IMau-flino de Soiua, Alcxaiidic da Silva Fiados-,
Aposlinlio Gomes da Silva R- go, Amaro Soares Vla-
riz, Andr dos Santos Gracas, Domingo!) Anilinas
dosReis, Domingos da Silva Ferreira, Franrisco de
Paula Freir j Francisco Carlos Teixcira, Francisco
Manuel duSilva Tavares, I'V.>ncM de Oanla Cha-,
con, Francisco de Paula, o Reverendo Francisco Xa-
vier de Lima, Francisco Gomes de Azeverio, Francis-
co Antonio de Oiveira, Gaudmo A gostinho de Ror-
ros, Joze Candido de Ranos, Joze Lui/. de Mello, o
Reverendo Joaquim Francisco Vlaciel Monteiro,
Joio Francisco Ferreira, Joaquim Carueiro Machado
Rios, Joze Pereira de Abantara, Joze .loa piim do
Nascimento, Joaquim Corieia da Silva Lo!).,lo, Jacin-
to Joze Tliomaz da Silva, Jozo Jacinto le Mallos c
Silva, Joze Pedro Alexanrirj/to, J,*/..? Lui Innocem"o
Popes, Joio Pinto dos Santos, Ignacio Joze de Ol -
veira, Joio Caetano deSouza, Joze Lourenco da Sil-
va, JoioXavier Carueiro da Cunlia, Jacinto R dri-
fues da Silva Cabra!, Luiz Antonio Rodrig'ies Fie-
ves, Manoel Lui/, da Veiga, Manuel Caetauo dos San-
tos, Manoel Pe eir de Castro, Manoel Gomes de Mel-
lo Manuel Caetano Soares Carueiro Monteiro, Manoel
Cuelanode Abneida e Anda.le, Manoel tleririqucs da
Silva, Manoel Luiz da Veiga Jnior, Manoel Jo/e.
Marques, Pedro Teieira Cavaleante, Pedro da Cosa
Miranda, Salvador de Souza Braga. 8." Dislricto
dos Afilelos l. de Janeiro de 183(3 Joaquim Mendes
da Cunha Azeveda Jote de Paz, o Vigai io Sebastin
Joze Peixoto dos Guma'raeris, Loo renco Antonio de
Albuiiuerquee Mello Veriador. F.st i-onfoi me o Es-
crivio Caetano MendesdaCunha Avezedo.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
ZjL Ausencia dequ.izi trez annosde minha Provincia,
Prenles, e auiigOo i-y pennitlia, que logo ao vhci
peala, tocasse emcousa Iguma relalivantcnlc ao Pa-
dre Joze Marliniano d'Alencar, Presidente do Ceai,
e reserva va i-so, para qoaudolivesse gosadopor mais
lempo dos Patrios Lares; porein como lesse no Diario
de Pernambiiro N." a5a huma carta pailicuUr, leren-
do elogios adminisliaco di sse Padre, vi-me obriga-
do a Rkllirin a campo pa>a mostrar a lalsidade della,
nao oDtdrile o nenhum ciedito, que o Padre tem ins-
ta Provincia. Diz priraeirameiite o Aulhor da caita,
quero quer, que elle he, que o Ceai se acba no niai-
or soreg possivel, eque o Padre Presidente apesar de
ler alguns inmigs, que Ihe fa>em a guerra, tem to-
dava muila loica moial, e suas ordens sao prompia-
mcnteexeculi-das. Na verdadea Provimia do Ceai
gosa de paz, nas nlo he ella devida ao Padre Alencar,
pois (pie hum Presdeme Cli-I'e departido, arbitra-
rio, e perseguidor de todas aquellas pessoas, que an-
da levemente ousio censurar os seos ch f toa, e crimes,
e tdlire ludo immoral, e relaxado a panto de deixar a
(.'idade por dez, rpiinzc, e mais das uleis para os pas-
sar eni seo sitio, nao pode por manera a Iguma ser a
causa da paz, e soreg, deque gosa aquella Piovinca,
hesim isso devido ao genio dcil, e mansidio natural
dequaki lodos os seos habitantes, que como muilos dos
mais influentes me di.-io, e en com elles combinava,
louvBndo, eapprovando o espirito d'ordem, que rei-
na naquee Povo, antes qi;en m soll'rer semelhante
Regulo, dOque expor a Pi'.vincia a huma desordem,
e na qn.didaie de Jui/. de Dreito, que sou da Com-
marca de Sobral, muilo cuncorri, para que naquelle
ponto ella nunca apparecesse, ja Iralialhando com al-
guinas pessoas poderosas da Conimaica aibtrariamcn-
le perseguidas por elle para nao rornperem em exces-
so, e*menos laneassem mi de ineios illegaes, eqoese
tal irze.-sem, enseria oprimiiio nsar dos ineios
miuha disposico para os cliamar ordein, nao obs-
tante a amisade, pois a Lei nieimpuiiha esse dever, e
ja accoinodando dis-.vencas, que algumas veses luio
appareiendo entre a* Aulhoridades, e Cidadios influ-
entes do lugar, onde l'azia a ninha residencia, e para
elles mesnios appello, niodigo para os desafectos do
Padre, mas simpara osseos mesmos apiixonadtis i
restando-me dser sobre a loica moral do Padre Pre-
sidente, (pie se ella consiste na familii dosCastros em
algiim lempo sua inimiga declarada, buje sua predilec-
ta, e nos .-eos meamos Prente-, alguna dosquaes ti-
rados porelle donada j)ara os Fnipregos, que sem
mrito os oceup", iillo suu concorde com o Aulhor
da carta, mas como pen-o. que oque da forpa moral
hum Empregado Publico he a uslica e emparciali-
dade em todos os seos ac'o-, com o que gauha a esti-
ma dos Povosem geral, e mxime das pe-svias de re
piesentacio pela sua riquesa, saber, e virtudes socia-
es, e sendo cu testemunha occnlar doipianto as pes-
soas nessas circunstancias ali rs-idenles esto desgoslo-
sas da admiiii traciodo Padre Alencar, nio po-so aof-
frer, que se diga, a vala do que levo dito, que o Ptt*
dre Piesilente lem Torca moral. Ouanlo a ter o Pa-
dre expxlilo. on nio, ordens illegaes nada digo, por-
que julgo aiilfcieute, o que esse respeito lem appa-
re. i lo nos Peridicos desta, e da Provincia do Rio,
j cnnn digno Jui/. de Diieito da Commarca do C^ue-
Nciamobm o l)r. Ibiapiua, mas nio digno para o P.c
Alencar, porque para elle he digno o Magistrado
servil, como a'guns queexisteni na Provincia ; j com
a Cmara Municipal da Capital, e j finalmente rom
algumas Aulli .ridades por ello suspensa-, c maridadas
processar por serqiporem aos seos desvarios, e alten
lados. Diz mais o Aulhorda carta pira abonar a ad-
mini liaco do P.* qii" logo no da segointe ao da lle-
gada importo do Ceai a Escuna D. Francisca, pedin-
do auxilio prfra o Para, sabio ordein para o embar-
que da tropa, nooulro passou-.-e-Ihe revista, e no ter
ciro embarra rio cem h'omenscommandados pelo Ma-
jor Torres, ipiereudo dar a entender, que i-so so te-
ria ell'eito com tanta rap'd-z pela energa do P.' Presi-
dente. He preciso, que o Publico saiba, que, seh"U-
vc ossa prestes*, foi porqu embarcou somenle o Cor-
no do#Municipaea Permanentes, pota .-e embarca-se
mais gente, haveria de ce rio muila demora por o ne-
gocio ser de sua naturesii moroso, quando nio ha for-
ca suftVieute de primeira linlia, e tanto he as-im, que
esta Provincia com outros recursos, ecom hum Pie-
i lente enrgico, corireituado, e estimado deseos Sub-
ditos, todava lardou rouilo'em preparar, e fazer pulir
aexpedcio, e as.-ini demonstrado fica, que a hreVI-
dade do ombaique desseicem houiens nio foi devdo
energa do P.% e menos estima que elle liuha na
provincia, por quanlo quem procede, como elle, qu.-r
como simples Cidadio, quer como Autlmridade, se-
gundo ja fit ver, ahenotoiio, longe de merecer o
respeito dos povos, ao couti ai io he dellcs aborrecido,
e odiado. Pass diz respeito. \i oseo Aulhor, qua com a minha
chegada pernartibueo gemeria debaixo deseos I y pos
o nomedo i're.-idenle doCear por nao me conservar
no lugar de Juiz de Direito interino de Sobral, eque
eu publique as Insta uccoen, quu Jei para serem pie
sososassacu B Moiioens&c. &. Cumprc-me, Snrs
Redactores, pnmeiramenle diser, que interirio.a pa-
ra o p.* Alencar, e o Aulhor da carta, por quanlo
sendo eu despachado Juiz de Fora daquelja Villa por
Decr. to de q de Novembro de i832, passei depois a
servir de Juiz de Direito por Portara do rre.-idenle em
Couselho na forma do artigo 30 das Inslruc^oens para
o Cdigo do processo Criminal, o desde muilo (pie lui
Confirmado peloGoverno Central, e por isso me ron-
cidero por 6ra legtimo Juiz dcD.reito daijuella Com-
marca, ese de Tacto estou lora doeiercicio do meo lu-
gar, he s por nio cahir na graca do p." Alencar, que
liio pudendo conseguir no Ro de Janeiro laucarme
I. ra delle, apesar do muilo que para isso trahalhou,
como me constou, approveilou-se da presidencia pava
por em execucio o seo uYsejoe nao obstante exislirem
na Provinsia os Doulores Machado, e Clemente, co-
mo estes bileiio l'ortemenle a mi i administrarn na
Assemblea Provincial, daqual sao Membros, mandn
vir deencommenda do Ro Grande do Norte, ondoso
ai liara, o Dr. Barros, que apenas cunta va seis mezes
pouco mais on menos de Formado, para o prover em
meo lugar. Note-sc mais, que lio grande era a vou-
lade dessa p. arbiti ario ver me for da Commarca, que
apisar deviistir huma Le Provincial, que ihe da po-
deros para dimit ir os Fm pregados pblicos, indusi-
ve o.-Juizes deOi'eito, nao pode todava servir-ne
della em consequencia da marcha L gal, que sempre
accompauhou os meos actos no exercico do Emprego,
eentio valeo sedo falso pretexto da minha nio con-
l'n maco. Sobre as Instruccoens, que dei para serem
presos os rnco filhos da Capillo Alexandre da S Iva
Moirio, unicosconlra quem existe hnm A viso da Se-
cretaria d'Fstado dos Negocios da Justca para se pro-
ceder ronli a el'es em vii tudc de huma queixa a mes-
roa Secretaria dirigida, e nao contia toda essa familia,
onde alias existem homens pacficos, e de alta influen-
cia pelos eos Fmpregos, e fortuna, como tudo,quan-
lo sobre isso houve, exige lempo, e vagar, limito-me
por ora a dUer, que ellas forio as legaes, por quanlo
foi hum resumo do Cdigo de P.ocesso na paite, que
ItMCta da pri.-io em culpa foi mada para os indiciados
em ci mes nao afiancavi'i., e lorio enlregues ao 'Pnen-
le Manoel Vicente de Oliveira, Commandanteda loi-
ya, e depois mandadas por este por copia ao P." Alen-
car, o qoal, segundo fui informado, bem a seo pesar,
porque contra aquellas pessoas, de quem nao gosla,
t- quer, que secomelto al tentados, como os que
houveriopor suaordem noTermo deVia Nova, e na
ni. sma de Sobral, platicados pelo Alfere^ Juaquim
Gregorio pinto, Olli ial de lio m conduela, que at
algumas veses se embriaga, mas que milito serve ao p."
Alencar por ser o instrumento de suasarbitiarudadel,
ordenou ao referid' 'Pnenle Oveira, que as segnis-
se, pois estavo conformes, e as nao publico por nio
deixar copia em mulla mi, mas ellas existem era
poder do'l'enente, devem existir em poder do p.*, e
on hum, ou nutro, ou o mesmo Author da carta,
que as publique, poi- mu:ia honra me iasem.
Basta por em quanlo, Snrs. Redartoris, e n'oulra
occasio diiei o mais, qje sel do Racha do (car a.
Seo Venerador
Bernardo lir.bello da Silva Pereira.
Coninnaco da Lista dos bilhetesde plalcia, e cania
rotes do beneficio cm favor dos infelices do Para,
que dial i ibuio o Chele de- Policia pelos Sur:'.
Transporte 208#b8O
IwMgup.i. Arcanjo Monltiro.......... 3$20O
Joze Afionso Ferreira................. 2#880
Francisco Jozo dos Sanios.............. 3$0OO
Francisco Jacinto Pereira.............. 755200
Albino Joze Ferien a da Cunha......... 3$lQu
Hum Annimo...................... 2)o8o
A. S. Leito........................ 3^200
Manoel Joze M. Rallos.....#.......... 2&SS0
Manoel Cavalsanli d'Albuquerque Lcenla 5$76o
Joio Antonio Maitins Novaes.........., 2J)8>0
Joaquim Claudio Monteiro............. 2<$88o
Prudencio Jo/.t L bu de Figueiedo....... 2$880
Manoel Antonio Viegas................ 4$000
Francisco lo Paula Pires Ramos......... 2$880
Francisco Teixcira Coimhra............ '%![j)VlO
Francisco Ignacio Farrei-a Das......... 2^J880
Manoel de S e Souz ................. 2<2Jb'80
Joio Clu i>ostomo Lima................ 3$200
Autonio Paes da Silva................. 3^200
Claudiuo RncioMaxado.............. 2^880
Joze Lino AI ves Coclho............... 2^880
.uiz GonZaga de Menczaa Lira.......... 2$880
Joze Rvdiiuc; de OliveiraLima........ 2$880
2X6^100


I T IHg "
(
DIARIO DE PEHNAMBL O.
x 86&4C0
5#>000
Ji'anspoi le
Mauoel Jote Soarps.................
A. J. Y. Ratideira................... 5^000
F. Joaquim l\ reir de Ca valho Junioi ... 2^880
Joan BraftdiO da Roxa................ 3^)840
Jlo Moieira Marques................ 4$320
Dooiohi........................... 2&880
uhoia............................ 2#>8H0
Nicht.............................. 2)K80
Joze L'nz Pereir..................... 2)880
Rigord............................ 2&880
Fiancisco Antonio Dui ai n............ 4-20
Telesfero Marques da Silva.............. 4,2)000
Joaquim J"Ze da Cosa e Olnciia........ 4v2>:0
Fi ancuco Duarte CoelfiT.............. 42>000
Amonio Rodrguez da Cruz.. ............ 4$J320
P. Salvador da Roxa e Olivara......... 4/7).{20
J. Biule------........................ b)720
Joaquim Jote Pinto.................."... 3<>200
Joio Manuel ile B Francisco de Paula Gomes dos dan tu-.... 4^)000
Joze liento da Cuuh Li^ueredo........ 4^320
Francis o Mauoel Achiote.............. 2^880
Francisco Manuel do Reg Macedo...... 2J>880
A. J. Calmon.....................,. 25-i80
V. M. da Cosa Concia..............; 2>tf 80
J. T. N. de A......,................ 2)8HO
Her ulano Mana Peaeu<............... 2Z>o's0
ioze Lihanio de Soma................ 2<^)880
Joaqun) Mai da Silva................ 2<)N80
Vicente Mendea da Cunha............. 2)880
Francisco Joze deOliveira............. 27J)8.S0
Antonio da Cunha Soares Guimaiaeu... 2^880
Raldoino ozo teira........... .'....... 2#>3oO
Main.el Cypnauo F rneira Kaneilo...... 2$)88
IWaooel l.oienliiio'Caiiieiro da Cimba... 10)UOO
t) mesino............................. 5700
Francisco Jo/e lielem................. 2$S80
Joaquiui deSouza Lcenla......,.'....,... 4320
iLuit Gomes Ferreira................. 34^000
Jo/.e Eustaquio Gome.................. 2l$)600
Ignacio Bruto de Lalo la............... 12$y60
'Tiborcio Valeriano da Silva lavare-..... 12$yij0
Jote lenlo da Cosa................... 1 2^)000
Antonio Fabiio de Mciiduiici............ 17^)280
3oo Francisco de liveia.......J...... 12$000
Jo/.e Ciraco Fer reir...................... 8,2)000
Aluguel doboieqnim do llieairo lias 3 imu-
te------............................. 3#>840
Pelippe Rodrigue Caufpel"............ 2^880
Jilheles vendidos na (asnilla llorante as 3
uoute* e anda nao recebi............ 29$; 60
f 592&240
Joaquim Nunes Maxado.
mol. qiM Jdo grntio de Angola, dii ija-se a ra do cies-
po D. 6.
fcy* Francisco Marchcze retira-se deda Provin-
Ca* ^
frl?" Qupni piecisar de un cajxtiro Portugus
para venda, ra, ou outra qualquer oci upacao, dii ija-
se a ra do Rosario Jurga venda D. 8 jugado ao toni-
niniid.niir do Coi po Miini< ipal.
^CP~ De novo roga-se aoSnr. Joio Caetano de Al-
l)U(|oeri|ue, que quera vir a i ua do Nxodn Assuiup-
<;> D. 19, paia negocio do seo inteiesse, e isto coin
rnuia bntidade, alias .- fura publico o dilo negoi io.
Wf" Aloga se um sol r.do de um > andar un
qua'qucr tua dr.sla Cidade prele indo-se da ra do
por preco inulto commodo, e urna porfi de supe"
rior licor em porcio grande, ou peijuena, propria
a Ierra, ou para embarque: no sobrado defi otile do
do Capilio tlcbu-emFora de I'orlas.
fcy Agoa preservaliva, anli-veneiea, e anti-con-
lagio-a, preparada por umi Sociedade phylantrupica
de Douloies, em Cariz; esta agoa recenlernente ebe-
gada de Pai iz, livra inteirainente das molesliassecre-
tas as pessoas que se sugeilio a lazer uso dellas, preco
de cada garrafa v$ooo rs. Poses Parisienses, anti-
s\'|ilnl.|ii-o.-, mili-ddi Irosos e anli-leiliosos, pceo de
cada papel 6/}0is. ; estt-s poses j muilo conhecidos
nesla cidade pelos bous resultados que produziio, ob-
livna urna grande celr-bridade uaEmopa por suas
L'Viaineiito atea IJireila, eaiuda Has 5 I'ontas, e na J pn>piedades eiuineuteint n'e depurativas. Paragu-
aiiotiai, () o nnii o remedio conlucido para as dores
de denles ; pn co da gai rainba v^ oo i>. : u.< i ua do
Calalce villio pordi-lra/. dos quaileis, K. io. is-
liibticm-se gratis os prospeclus.
C3" Folinlius tle )orta, (\p Al^ibeira, e
de Padre, para o anuo de 1836, por pro-
co Commodo, na Praca da Independencia,
loja de Livros N. 37 e .38, e na na da
JVJidre de Dos venaa que i'oi o Rezende.
tulla nina lila linea com comiyodos solTu-ienies, e
t-eildo alguin morador que esleja deiiliu quenndo
liaspass..i ai liavu rom cons miintnlo do Prcpiida-
rio se dar algnmas Iovhs, e outio sm (jualijuer pro-
juieUrio qucreiido liocar urna casino priinipio do
alfcrru por outra em ra principal, e leude mais de
ic>5 r is mensaes, nova, e boa, aiiiiuncic pata lser
louo ncgoi io que poder ser, tanto de. nina como de
onlta tuusa, on piocure no paleo do Teroo loja l). 8,
que se diiii cjnem .
Uy Quriu precisar de um bom niestre cosinheiro
((ueira fallar na ra do cabula na loja au p do serhor
band. ira (pie alii se Ibe dii quem se propoem a essa
oceupaco.
%3f* Alinga e do fim de Fevertiro em dianle um
sitio ne casa giande e de sobrado que liijue ua licira do
rio: quem o liver diiija se a loja da l'faca da Inde-
pendencia n. 37 e 38.
^ry* Miguel Ai tanjo Pimenlel Esludaute do Liceo
faz si ienlfi, ijue jire'ende instruir meninos em pri-
tneiras letras: as pessoas, que quiserem aprov i-
lar este pr. simio, dilija-se afras de Joze defroute
de muro do semilerio casa 11. 88.
W Quem iiumuciou no Dial io de Terca fe ira
qu< ne vender um moleque dii ija-se a ra do Livra-
ni' uto D. i5.
COMPRAS.
Di
Ma casa le vea em um dos 3 R.irrns, sendo a
menina casa b ja : ua Kolica de Bailiiolomeo ra
R sano D. 7.
do
PER DAS.
1^1 O dia 10 docorrenle, as 7 para as 8 lloras da noi-
le, na eslrada do Momlgo pe deo se urna ca tea de
m.11 rqunii coin urna lizoura, dous pvnles, e al^u-
inas giainpas deiilro \ qu>ma liv restituir, dii ija-.e a tsia Tipogialia, quc^ei recoi-
pensado.
IV,
A VIZOS PA R T+C i A KM.

A5 sendo pos-i-vel conseguir boni exilo dos pi.
viUiiu-ias, que pelos ineos udiciaes e de m-u.s procu-
radores lelii dado o abaixo aa.Mguado, aini de lser
INHHSM* a destruivo das inalt.,s do Morcado de que
he Administrador, aem a cooperaco dos Sur-. Pru-
prielaiios das le ras confinantes coin as do referido
IVlorgado, e que costumao dar permisso uiu coi tes
de madeiras, leiibas, falura de cartees &c. ro/i ho*
juiesmos Um. por meio desle que nao deixeiu salnr
de suas maltas os .inenciouarios g.;neros scm una uia
tinque deciaiem a guah.iade, e qiiaulidade dellcs,
lime do conductor, dada 8tc. pois isto que lie fa-
vor ao aba 1x0 asignado nao deixa de ser do nteres*
lo ditos Snrs. Proprietai ios, de quem espera ser at-
lelldldo.
Oiuesino annuiicianleaprovtfila esta occasiio para
declaiar aoHir. Juiz de Paz de (iebeube, que t'ora
em dianle nao .-o mais precisas M uro videncias de
que jo uiesnio Sur. e adiava incumbido acerca da eu-
Udgacio de inadeiras tiradas a furto das maLis assima
Heridas; pois as iiieAdas e providencias judiciaes
novamente lomadas peloauuutuidute no lugar__Ar-
rumbadosao suilicieules.
Salvador Coellio de Druiuond Albuquerquu.
LEILAO.
110 dia i4 do crrente, sefar leilo d'nma porcio
fe inanUiga, na pinta do armazem de Antonio Joa-
quim Pereira, pelas 9 hora da manila.

M
(v)uem liver, equizeralugar um sobrado de
a andares, e inemo as lojas, cilo em qualquer das 1 u-
do u uno de .S. Antonio, nu sendo beco : aiiuon-
t:ie.
t/y Preoi.-a-se de serventes para pediviro: na
Praca da Independencia 11. 4, ou na ra do llosaio
eslreila sol>rdo novon. 20.
* %W* Q"*em precisar de-uso caixeiro Biazeiro pa-
ra Venda, pttdariu, ou ra, dando banca a sua conduc
la, diiija-.se a ruado Jardiui D. 7.
A pessoa VENDAS.
coxixo, e mil c.uiaiio do Imperio, ambos mut-
l.i eanladoie-: nesla Typog.afi.
%ry Um negro da osla da Mua, de booilO figura:
na l'reusa do Braga no Forte do Mallos sedii (juem
ven de
fcy* Um escr.ivo muilo sadio, e com 20 a 9.1 an-
uos de dade, oftiual de lerrein; avista do peilen-
d ule se dir o motivo ponjue se vende : na I'racinria
do L vraint;uto loja l). -1%.
yfW U"i escravode 18 anuos poiico mais ou me-
nos : na ra da l'enliaem ca-a de Reinaldo de Soasa,
^ elra/. da Igreja do Livramenlo.
%ty* Contiiiua-se a vender superior sal deSetubal
por prec* commodo: bordo da barca Santa Rita,
ou na ra da cruz 11. 12.
fcy Os perleuces de urna padaria, por preco com-
modo : na 1 ua das Triuxeiras D. i5.
WT" Espingardas de espoleta de boa quilidade, e
tmbelo de l'eiaes, pistolas d'alcance, e espadas para
Oficiaos de G. N.: na rila Nova loja de lerraeem L).
KSC R A V OS F U GI DOS*
ax Edro, nuci cassang, ladino, baixo, groco, ida-
le 50 anuos, p.-z cultos, largos, e gros-os, e rasados
que parece ler calor de fijado; fgido no dia 4 de
Janeiro de i836, e Pedro naci cabin^a, idadetOan-
nos, ladino, alio, magro, cara ei'giada, fgido no
ine-mo din cima, e fugirio da Povoacio de Ipomea
<|ue l mliao ido com sen s. nlior lser o fogo da lsla do
Sur. Santo (hiisto, esles negros finio da viuva de Jo-
ze P.. uli no, dono que luido En^enlio Casoeirinlia do
Rosario, que se cason om Baitbolcmeu Vieira da
Mocha, c depois lorio ai rematados ne.-ta Praga, por
execucio que lhe liuba f.ito o Coronel Benlo Joze
da ("osla, e quem osanemalou foi Antonio Joze Tei-
seira Lima, que boje o seu legitimo senbor mora-
dor na cidade do Recife no Bairro da Boa-vs(a ra do
Rosario U. 14, quem os trouxer aleni do contado, be
lhe recompnsala o seu Irabalho, e protesta a ver os
dias de ser vico da pessoa que o aroilar, e se esl ver
sel viudo com elles.
yp^ Eugio no dia 12 desle mez pelas 7 horas da
noite pouco mais ou menos; urna muala por nomu
Joaquina, estalura regular, testa pequea, cabello p-
xaim, nariz grossoe cb.-to, beicos grosor, rom um la-
ido em o beico de cima, olbos, esbugalbados, levando
com sigo urna troosa de roupa Com o seguinte ; saia e
timie de lila, urna saia de sarja preta lavrada, um ves-
tido de chita novo, 2 ditos de chilla azul, um dilo em
corte, um chales de gazineta, sapa los de aetiin azul
claro, e de cordavio, piel, um par de caloriudas
verdes, obra, de trezquartas de cordio francez, e uns
coraes encarnados, com coalas fraucezas no pescoco
e ontras ronpaa : q'ialquerquer capilao de campo, ou
oulra qualquer |> s-oa a podei aprehender e levara
em casa de seu senhor na ra Nova I), 10, que sera
recompensado, a mesma mulata tem bastante conhe-
cinieiiio fora da piaca e de costme dier ser forra
para nio ser paliada.
18.
Um terreno com 1O4 palmos emquadro pun-
co mais ou menos no lim da ra da Roda aonde so
lbricio canoas, cujo le reno olcrece duas frentes 11-
ma para a ra cima, e oulra pora nova que vai em
alinda nenio a placi velho: ua ra Novj loja de
frragem O. 18.
fcir Un porciA desd da Illu da Boa-vista, che- (J
gado p.oxoiiamnle no BrifUd Portugus Orculo:
abordo do luesuio, ou no atierro da Boa-vista a Joio
Alfonso lio eiho.
1111 moda
s mesmas
cures: n 1 ra da cadeia 11. 4 '
UiKas bo IS, che,;i da, nlli .llalli/ule do Podo
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chetas no Porto de Pernambuco.
a3Segunda i iah. 6
. m a 4 24 _T:, 25 -Q:---- s B k Q. - 0-54 i-42
0 2(i-y:, 230
n 27-S:_ O - 3-i8
Q 28 &: n 4- 6
29 D:. 9 4-54
.
M
11


a
Manb.
/ V-4T1 Siiperiurcs chapeos de castor da ullii
'branc ., pardo, e prelo, ditos para senhora^das
Navio entrado ne dia 10.
ArACATI'; 18 dias; Sunnca S. Joze Palafox,
M. Ignacio Marques: couros, vaquetas, e algodao.
Ton. 87. Passageirus a.
" PeinTna Tyf do Diario'\*'Sb


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