Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02176


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Full Text
ANNO DE I835. fUAMPA FRIRA
13 DE JANEIRO N. 9.
RNAMBUCO.
Pcrnamhucc, ihTvmikM.F de F* r i I8S6.
raawzmw**
k!B-ri'i>ifttanMeK^^toT^A<^:.- ..-:_.'. .-::. a ja^'n wgiii "":,T"T"*r '"'Tf Ti-i7--iiiiTitrTimrjiniiiiMriii
ii
OAS l>A.SRM.\XA.
?finiln S-Hv.j.no P. M. Al. ilos.IuizisiloC. y,-, il.i Tliczonrar'a l'nlilii-a. Chime., di; (
12 I tira S. .-ai.yro l': M. Kc!- de ni- nuil'. Un JAI de O. de t.
II Quarl.i S. Hilario II. MS. daTIirzoiiraria Pul.
II Qienta S- Fc* M- IM de Itr. lid. do J. dr> C. de ni.
-.le I.
I.S S.-m.i S. Amaro Al>. pea. ib The/. Palluca a id. do J. de <>
I! .
|fi S Malo S. Marcelo t. M. Kcl. du m. e aud. do V. Ge-
ni de 1 em "|((;i.
17 hoininiro O SS. Xomc de Jvzua.
Tildo a;;ora depende de nos msanos, .la nossa prudencia, mo.lr
rao'io. e ener-fia: c.ouiiiiiieiiins c.oiu* principiamos, e bcremos a-
llamados coin admiraco cutre mu Nacaics man. cullas.
Prnrlaniar-i iin .ln'mblm Gnol do ftutu
Siili-crevoyie a 10(10 rs. mensacc paa>s ailiantadoe iiesta Tvpopra-
a, c na l'r.ici iln Independencia N. .'17 e Sil .onde e receliem
coresiionileiirias liv;alisadas. e 'in.iuncio* : iiiseriinlo.se cuten gra-
tis leudo ilo pioprio-aninnantes, e viudo ttssnnailo.
PAUTIUA ROS COIIHEIOS.
Olmda_Todns os diaxao meio da.
(imana. Alliinidra. I'arailia. Villa do Conde. Mamanaape, Pi-
lar, tica! de S. Joao. Hrejo d'Areia. II a i n lia, Poinlial. No d.
Souza. Cilla.le do Natal. Villas de (ioiaiininlia, e Nova da Prinee.
a: Cid ule da Fortaleza. Villas do Aquirs. Monte mor novo
Aracau Canea y el. Caniad, Granja, Imperalriz, S. Bernardoo
S. Joo do Prineipe, Solirar. Nwvad'RlItcv. Ico. S. M atheuc.
aeliodo satifriic. Sanio Antonio do Jardim. Qm-xeramobim, e Par
nailia Segundas e Sextas feiras ao meio da.
Santo A n tito Todas as (piaras l'eiras ao meio da.
(iaranlniic, e rtoiiito nos ilia !l e .1 do mea ao meio dia.
Flores no dia 1.1 de rada mez ao meio ilia.
St'i'inliaei. Uio Foiinozo. e LiineirasSejruudag, Quartaa,
Sextas luirs ao meio dia.
triiiU*itf*mi3lll&Mm&a&^'W-mMii
feJM
uma.ni" ir ii i"iinff'rT1"uimv,'ii: S:*:i*.';imK!t: i
^
.'ARTE OFFICIAL.


III. Lilil...........
RIO 08 J..NFJRtt .
CMARA nOS SKNADoHRS,
-
Extracto da Sesso de i d Outubro.
Presidencia do Si-. Bento Rui rozo Pereira.
jt\ hora du rii'liiine, a berta a m-ssan oom 35 Se-,
ji.iil'ti s leue r approvou-.se a acia da antecedente.
O primen o S ciotario oVo conla do t-xpedimle.
ORUKM no I1IA.
Fu Ira rao c-lfi prfflVeiril; disdisso as emenda leilas
' appi nva'ttn.s pela Cmala dos Diputados a IOS'duc.,6
lo Senado relativa no lempo e mmeira ila i')uoi(;u
tlus votos pra Regente do Imperio deque hala o
Mitigo addic on.il ; seui impugn-co foro approva-
Ifis, e pas-ain para a segunda na tpial entrni', e
pi'inciuioQ a rot-Mii dmciis-ao pela ifgoititn pilifll
da.
A pal.ivra todos do arlipn ?.8 do arlo addlcional,
dt-ve eiienJer-sV de mod-i tpie nao Vi de a apur>co
dos volns paia Repinte, se con hi'iiiia cu itiais actas dos (Jollepn'i i'Jeilorais, imiu h
maiuria dos votos j < nao pi.de ncaii* ein nudo t da-
llad diverso (lai|ii('lle (pie a liver nlilido pelas acias
i Vr bidaa pelo I'i silente di. Senado.
(.) Manpiez de Rarliarcna oliservot (pie o Si-nado
julgot indispt'iiK.ivi'l liunia inierprelacj 8i Uvra tvdos dVu*i; e a mitra Curruca eiuendou n
piO|)(>sii,i do Senado, exjilicaiido inam ira portpia
i>e de\e enlender lal palavia ; achav (pie Bipiella
Cmara luiha multo beni emendado a pioposic'i
(pie llie loi leniL'llida, po i"U].i ra/o julgava (jue nao
e podia deixar de adoptar a emenda.
O Alanjuez de Faiaia^ii d 'clan-u que nao era
TITresSHiu mlerp etaio alg'jma, por t.er beui clara
,i disjiosjco do ailipo conslitncii nal que pier cpie
pira tti lugar aapuracodos votos .se espere por to-
das s acias ;' vita de coja disposicj oStiiado re-
Rei lio que nao se t< ndo DDiuraao lempo para o rere-
liimeulo pasaras, era incensario dar-pe huma pi i vi-
dencia, mas liuma providencia que nlo'ficaafce de-
M-ndeiite de ciiconslancias.
O Snr., Rurges demonstren, rrsporidemlo ao anie-
redenle orador, que o Senado nao eiiti'ou em dovi-
da Mibre oacl addicinn.il ha Ver uu nao marcado
lifnpo para a apuraco, pur ni sm, se a palavra
todosislo lie a.s ai tas de lodos osCollcgio* sao neces-
saias paia poder 'Wr lugar a apuraco do Regente?
Nsea precisa a presenca de todas as aclis; se fallan-
do misino huma nao pode ler lugar a apuraca?
Poique, segundo a integra da palavra todos, na opi-
niao dos inihn s oradofes, nao pudia lll.ir liuma acta;
l'altando, nlViiigcV-SP a Gonslituicao : mas (pie a ne-
g'uir-S'" risca a disposica tkfePaa de lal palabra se-
ria luim .bMirdo, |n>r(jue Ou lumia, ou oulra acta
podia fallar por tjualipier acoiitecinienio, e por con-
.seoninle numa sedara a puswbilidade da apuraca,
i vista de cojo inconveiiicnie oSunado seoecupou de
julerpielar o artigo, mas iut como se diciar e-lazin-
do-o uliiou que n palavra todos ?e deve ia referir a
i|iianilo pilo uieiios eslivessem presentes tres (piar-
las pirles das ai tis dos CollegiOSda* .
O Sur, Saturnino notou (pie a emenda suppoem
(i>i los casus, como o doconh.-cimenlo de (|ue a maio-
ris, nu ainda mesmoa t^t^lidade dos vo'os que Callao,
lecahiiido solire <> imini'dialo em Vo|a ao irais vo-
tado, nao pode faser rom que elle venha a ter a mai-
o ia ; Mippem irc-mo liiini coiihecimeiito previo de
m.iiciria, (que > |ie illio da apuraca)u|ue se nao po-
de saber ; nao concebid como se podia ler certe/a
de (pen era o mais votado, e sea dlf. renca dos voto*
(pie fnlitiva pudTo dar ou nao niaiorii ao imiuedi-
alc
O Sur. Custodio. DAS sustenido a emepda.
Depi.is do Sur. oiges reliater os aigumenlos ulli-
m ni" ii1*- aprcsenlados pelo Sur. Saluinino, (leu se
a materia p r discutida ; pota a emenda votaec,
Coi npprovada por grande inamiia.
A eui'-iida supres.siva do artigo 2 da rt\soluca do
S nado, loi igoaliiienie aporov.ula, e I ora 6 a fmal'ap-
pi ovadas as emendas para passarein ultima discos-
>.
O Snr. Borgcfl pedio a urgencia da ultima disciH-
.a para as sao do dia 2, e declarando o Presiden-
l<- que a urgencia, ja vencida assim o pedia, o nobre
Senador d-o-se por salisfeito.
l'asM.u h euli ar em discussao o annuimciito da Ca-
inaia dos epoiadis ao convite do Senado para se
pioceder em Asscmblea lieral r-lrica de bu ni mem-
liro p na a Regencia em lunar do Sur. Braulio, caso
o Senado euleiida que a apuraca do Regente eleito
m 7 de Ab. il do curenle anuo nao pode vci ilicar-se
na pusente sess
\laiqicz de l'aranagu era deopini- qi e a dis-
cussao destn materia m podia pr04red.ii', por de-
p uder da condica de que Mi lera lugar a noinea-
ca de hiini meiiil'ro para a achia! RcgefiCW, quan-
d.) o Senado enh nda (|U,e a apuraca do novo Regen-
te nao pode ter lunar insta sessa, e eshilldo em dis-
(ii^a m icsoluc.- solire as circunstancias da apura-
ca, nao poda di/erse que tivexae lugar a apuraca,
(iependeiido tal deci-a da uliima discuMafi da reso-
luc.-; vista do -iue a materia em discussao nao po.
dia s--r tratada, (Apoiad<>s.)
O Sur. Saturnino declaiou differir desla npinia,
em raia de (pie o convite da Cmara dos iJepolados
era para (pie se procedes-e apur.'Ca e posse do Re-
gente tiesta tassa, e nao saina se o Senado poderia
e-.lar cerlo de (pie o Regente -ekito quererla acei-
tar. O Snr. Rorges : l'.u posso.
Continen o Sur. Salurnino, dizendo que seti-
nha dito que se nao saina quaes.serian 118 votos que
lerin de ser annulados ; mas obse v.iu que lamb m
podia occoi rer que das uiillidailes podia resultar o li-
car rom a m.iioi ia hum terreno que se nao achase
na Corte, e sendo a condica da Cmara dos Depula-
dos o d*r se a posse, nao sabia como, o Senado con-
vindo coin a apuraca e pos.se, podesse ella ter lugar
acliando-se oeleito ausente; avista do que era sua
opiuia a materia Hcar addiada.
O Mrquez de Rarbacena : Se os nohrcs Senado-
res inslarem no adiainento, eu cederei; mas acliava
nielhor que procedessemos apuraca, porquela
mal cabe a esie Senado huma iinnecil condescenden-
cia, como huma ceg. obuliuaca.
O Sur. Bo'ges requereu que o adiamenlo desta roa-
le ia los-e at final decisaS das emendas qne viera
da nutra Cmara, o qual foi apoiado, bein como o
seguiule ad.tiam. uto do Snr. Saturnino : O adia-
inento seja at que a resoluca se sanecione.
epois de algumas observacis foi approvado o
adiamenlo proposlo pelo Sur. Rorges, nao passand
o do Snr. Saturnino.
Couiinuou a segunda discu^sa da le do ornamen-
to na |)arte relativa ao Ministerio dos Negocios Estran-
geiros.
Eohou em discussao o 5. ao qual o Snr.. Paula
Sou/.a off receu a seguinle emenda : Fique reduzi-
da esta nomina a 40:000^000 sem se fazer inensa da
(lilTerenca de embio. Foi apoiada, e a iinal appro-
vado o paragrapho ea emenda : o 6. foi supprimi-
do.
A final foi approvado o artigo 4. coin as modifica-
ces que nos se fi/era.
1'as-an lo a entrar em discut-sa a despCZd do Mi-
nisterio da Marinha, oSnr. Carneiio de Campos pro-
poZ se convidassem os Ministros respectivos a assis-
tirem sdiscusses; este requeriinento foi apoiado,
e a final approvado.
Ten do dado a hora, o Presidenta para ordena do
di.i 2 do Correte, designou a ultima discussao das e-
meiidas relativas apuraca do Regente, e depois o
orcameiiio, e ievanlou a sessa depois dasduas horas
da tai de.
PERNAMBCO.
COVERNO da PROVINCIA-
Cntinuaca d Expediente do dia 9.
HjrFircio ; Ao Procurador Fiscal, duendo-lheque
o i. Teen le Engeuheiro Carneiro l.ea requesiu
nina cavalgadura p.ira o transpoi tar ao lugar donde
devu comecar a planta da estrada de Iguarass, e por
que o (overno julga nao ser fundada em Le esta re-
qupsic (, exige que o dito Procurador Fiscal sobra
ella informe. *
O Presidente da Provincia remelle por copia
an Sr. Vice-Consul de Sardenha o oflicio, que aca-
ba de receber do Exm. Piezidente do Rio Grande
commuiiicando ter dado a costa n'aquella Provincia
urna Galeota Suda carregada de molhados, a fin
de que o niesino Sr. Vice-Gonsul jome as medidas,
e providencie a res pe to como julgar' conveniente.
T.. bein remetle copia de um anuuucio mandado fa-
zer pelo mesmo Exm. Prezidente.
O Piezidente teatemunha ao Sr. Vice-Consul os
senlimenlos de sua consderaca.
Palacio do (invern de Pernambuco 9 de Janeiro
de i8"i. Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
queique. Sr. Vice Cnsul de Sardenha.
Ilim. eExra. Sr. Ten do dado a costa no
Porto do Tbn, doze legoas ao Sul d'esla Capital,
urna Gollela Sarda, Capila Agostinho Morleo, vin-
da de Genova cora destino Montevideo, carregada
de molhados, e pouqussima azenda } assim o com-
mnico a V. Ev. rog.mdodhe o favor de fazer
traiiscrever hea follias Publicas d'essa Provincia o an-
nuncio incluso, commuiiicando este acontecimeoto
o Cnsul d- Tu rio, .a q'iem me na5 dirijo imate-



<8
DIARIO IJE PflBNMvllUJCO
mm
di., t amen le por ignorar-se a n le ida NacaS tfltt) ai
Cnsul. ,
Deus*G.rarde a V. Ex. muilos anuos. Cara do
Coverrio na Cidade do Natal i2 de D.7.embro de
1635. Illm. e-Exm. Sr. Francisco de Paula Ci
vafcanti d'Albuqneique, Presidente da Provincia de
Pernambuco. 'BazilioQuaresma TorreaS.
Pela Secretaria da Presidencia'da Provincia do
Rio Grande do Norte se faz pttbco parat conheci-
meto dosinteressadosque No dia 9 do correnle
Kelas onze horas da manba enealhoii no Porto ^ do Ti-
lo, doxe tagua o Sul da Capial d Provincia do
'Bo Grande do Norte, cmn aga aherta, ji m ter-
mos desossobrar, boma Golleta Sarda denominada
Amalia, Capita.Agostiiih. Marteo, sabida do Porto
de Genova em 23 de Selemhro deste anno, rom des-
tino Montevideo. Salvoii-se a mor parte da carga,
cora posta de molhados, e pouca fazenda ; e o C^pi-
ta6, (|ae aflirma estar a dita embarcacao segura,
pretende fazer transportar os objeetds salvos para esta
Capital para os fazer arrematar por conta de quem
pertenrer.
Secretaria do Governo na Cidade do Nata?, Capi-
tal da sobredita Provincia, i2 de Dezemhro de
183.S. -.> O Oficial maior da Secretaria do Gover-
no, Mnoel Joaquim Pe reir do Lago.
V'Dia 11
fficio ; Ao Inspector da Thezonraria, para
maridar abrir assento de praca a 3 Cornetas do Bata-1
HiaS A." deC. N. d'este Municipio, para .o que se
Ihe envin as tres competentes Notas.
Ao mesmo, cotnmuiiicando-lh'e : queachando-
se empedtdo o Commardaiite Geral do Coi po Polici-
al, ada'se comniandando-o interinamente i.* Com-
mandante Francisco Hianoel Acciole, que passa a as-
signar lodosos papis relativos vencimentos.
A'Cmara da Vlfa de S. Antao, em resposta
ao sen oHicio de 7 do corrente, dzendo Ihe: que no
Artigo 36 do Cdigo do Processo criminal achara a
soroca5 do duvida em que est si o sen Secietario
pode ocrupar o lugar de Promotor Publico para o
qul na6'se dve exigir outros reqursitos, aler dos
que se exigem para ser jurado.
Portara:; Ao Commandante interino do Corpo
Policial, para ordemnar ao Commandante do Desta-
mentn, que prximamente dve seguir para a Villa
de GoUnna ; que, entendendo se rom o Chele de Po-
lica iniei* o, receba do mesfflo dous prezos, e os
condu/.i eomseguranea mesma Villa, para os en-
tregar ao Juiz d Direilo respectivo.
&
DIWERSBS REPARTICOENS.
EDITA L.
. 'Fbesouraria da Fasenda desta Provincia manda
faser publico, que o pagamento do Pao Brasil- conli-
nua a ser filo em moeda de piala, e por o pr.ro ac-
tual de 5$aoo reis o quintal.
Secretaria da Thesourai a de Pernambuco 12 de
Janeiro de (836.
Jonqtrim Francisco Bastos,
Ofcjal Maior.
MEZA DAS D1VERSASRENDAS.
A pauta he a mesma do N.' 6.
CORRBIO.
\P Brigue Dos te guarde sai para o Rio Grande
do Sul no la25 do cnenle.
O Brigue Nacional Mrquez, de que <- Capila
AnlomO Gregorio da Silva Pestaa sai para o Rio de
Janeiro no dia a2 do corrente.
A Sumaca Thcolinds, de que Meatre Joa
Pinto Ferreira sai para o Porto Alegre no dia 2->. do
Corrente.
O Brigue Triunfo Americano, recebe a malla
para Lisboa boje 1 3 do corrente as iO oras do dia.
"O Brigue Venus, recebe a malla para Mohte-
video cora escala j>ela Babia, boje i3 do crrente ao
meiodia.
__O Brigue Unia recebe a malla para Santos,
no dia 14 do corrente pelas 9 oras da mauha.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Reflexes sabir: oatt. transcripto no n." 8.
_'RAmuHo natural, quetocando-sea mita dasde-
tentolltinH polticas progresivas, encachadas des do
E
7 de Abril, provenientes dn, m interprtac5 desse
passo extraordinario. ta5 mal derigidot l3 fiara-
menle justificado, e (repetimos ainda) taSvariamen-
'lecoiripr.'1'.endido da populacho; era niUilo nal mal
clisemos, que apparfsse-se panepyri>ras, e defenso-
res, que se encaiecras'fm de advngar. femando a
apologa da marcha poltica, e administrativa ; da
emhente prO^risiiVa de icformas, e nnovacoes es-
leris impingidss experimentar i e preco de
bons mlhoes, em nme da liberdade, do progres-
ivo material e moral, misera, dilacerada, e atur-
dida Naca Brasileira !!! Sim. na8 sdmia : n5
restara oulro recurso, nerrrde oulra maneira se. po-
. die5 colorar erros, eitravagancias, perversi-ladea,
levadas bom ponto espantoso de impudencia, e
mana, se nao inculcando por causa suficiente da
confuza .norial, os defeilos progiessivos da Jepish-
oa : como si esse* defeitos, tao salientes, tao pvo-
gressivos, na6 fossem resultados consequenles do
piogresso moral dos individuo directores, legislado-
res, especuladores, e conservadores da poltica e do
Governo do Brasil depojs do 7 Engenlmsa f"i a me-
tapnora doCommunicante d<> Fluminense! Mas nao
chalante seus especioo, argumentos (que sa5 contra
pwduceniern) faremos algumas rrfiVxSP*.
Estabelece o" A. do Communicado como these do
sen bello e bem manejado discurso, qne I "dos os
qneamaS decoraca a librdade e prosper'dade do
uosso paiz, nao podem deixar de ter sido, j desde
muito lempo, reeres.vos, crlo respeitos \ re-
tobe, nao podem deixar de ter previsto consequcrrci-
as funestas da propalacao de certo* principiog su'> (,r-
sivos (la d.-si'nfieada -licerisn da imprenta, do amp'O
principio el dativo,ala demasiada reslricca de pode-
res ao Governo, tic. ter. loga lodos aqu. lies o,e
concorrera para estes erros tao visiveis, Ia6 palpa-
veisno estado de nossa mediocre eivilisacnS e mil
outras circunstancias, que nos devera ter feilo msis
prudentesecirrunspeclos nao amaS de corscao
a liberdade, e propei idade do nosso piiz. E quem
sao estes q' asim tem praredido. enj quem s<- IMO po-
de dar engao, ou boa f, porque a expe. enca de
huma couza osdeveria orientar par,- nutras? Q-iem
sao ? Sao os mesmissimos especuladores da ievoluga6
de 7 de Abril, que livera poder, e arle de transfor-
mar a marqh* desse grande sucesso, ein vez de o
enderecar ao fim do bem geral, f ordem de princi -
pos, pelo contrario o converleraS em elemento pro-
ductivo^ e o tem recolhido e bem acondicionado as
suas algibcicas. Respondan os lacios: examne-se
o motivo original do fraccionamenlo do partido em
moderados, e exaltados ; decomponba-se a substan-
cia, que alimenta os moderados, e ver-se-, que lu^
do se concentra no interese pessnal. Ora, montada
a maquina soril nos seus verdaderos eixos, e tendo
a Administraran hum impulso regular, e nnissono,
a mina seria inaccassivel para muilos; a colbeita se-
ria restringida, o mrito tomara o s-u ascendente,
&c. tic. Mas como qupr que se as consas seguindo
esta rola, ru baveria grandes endientes, e sern
enchenles nao ha para os nossos homens nem Patria,
nem Abril, nem liberdade ; ideou-se (e que'feliz in-
i'enco !) creon seo elemento progressii'o, e por seu
turno incetara-se todas as imprudencias (|ue o A.
do Communicado reconhece, e confessa que de%de
nmilo era para receiar anas cons^quencias. 'Pudo
hesalular, e proficuo gente dos partidos, que lo.
cra, e (igurara nos circuios do bom tom : aquinbo-
ados nos beneflicios pblicos, sem precitar de mere-
cimento, porque essa grande lactina he sulwiitnida
pelo manejo das intrigas, da cabala, e do patronato;
que quando pela tentativa de nlgum piogresso appa-
rece hum azar sobre a banca, lucra sempre. e lucra
anda mais por seu talento omnmodo. Huma rus-
ga !. suprimir huma insurreicca da qual sr co-
nhece os aulbores, os tramas, e se multiplican os sin-
tonas todas ~at horas ; mas contra quem a le nao po-
de ter acca sem realisar-se o facto : huma sedica...
isso he bom man D muita la ; s por modestia se
afecta exteriormente desapprovar seus piogtessos.
Mas all ibuir essencialmenie a causa do laberinto
em que se acha o Brasil, ao defeilo da legislaca re-
glamentar da Gonstituicao Poltica ; dizer aos Bra-
sileiros que suas ulceradas chagas d'ali rece bem o. fa-
tal veneno, nao be dizer tudo : he explicar-se mui-
to em globo; he seriamente propor hum enigma, e
nada mais. Se o Diario erniliisse huma tal preposi-
ca, seria mis franco, e mais preciso: elle moslra-
ria tambetn quea uascensa dessa m legislaca regn-
lamentar eslava em algumas desposces da Constitu-
cao : mas longe de querer suscitar hum scisma poli-
tico, o Diario encurtir na mmoralidade, e carcter
reconheoido de longo tempo de muitos homens, que
or huma especie de encanto, boje se acha naano-
landoaleme da governanca, a causa motriz da a-
narquia de principios, que com rapidez impelle o
misero Brasil para o pego in-ondav.-l da anarqua ci-
vil ; st; o desenvolvimcnlo do sariso nacional na6op-
po,or diques ao sen progreso. Que Descabece-
mos os homens ? Esqueremo-nosdo seu credo? 1.1.6
sabemos dos seus babitos, ,.,as ps.voes sen egorsmo,
da eaflwef.de seus talentos, &c. &c ? E como de-
pois q' nos fil .ra5em suas m5s, se nos diz q e abusivo
I ,1U"J -j------~
lectivo f se nos recomenda sua

ampio nrint.-ifi "".......H n rvi a
restricca? Como operar Vste milagre? ^*A.
do Communicado? Elle exige, tf se .race boma lina
al onde se pertende reconduMr o .egresso; ek
mesmo maicn o ponto ate onde o progresso deve I,-
milar-ae? Ah .' Elle na6 precia de l.coes; nem se
pode persuadir, que Br./b ros sensatos que.raS re-
gresar ao absolutismo, barbaria. Bastantemente
melhodco. o Communicante mesmo Iraca em sen
escripto mullas deas, constadas pelo bom aenso,
doverdadero/^r. ou dos que querer fuar
no sen pr. principios, ns.i.uicSes adrn.Ss.ve,. ,,h
grao de sui actual civihsaca.
Supnem Communicanle, huma peste hum es-
tupor'para o Rraz a nobrezs, Iransra.ssivel : sempre
noembaracamosem leias Que ....porta que seex-
tingua entron, a nobrea transmiss.vel, se preco-
nsamos, e se trihulaS respeila* aziattcos a Autocra-
cia do onro, anda mais ampUmente hereditaria i
Q'impor.a a Naca5 hum hum fid.lgole, com que...
ella na6 despende. quesubMshra, do que. f.r seu ou
do que ganhsr ? He menos pengoso, que o .ICO or-
gulhso no centro do occio, rendo a seus pt;s lodos o.
das os escolhidoa do povq rom ar n.ezu.r.ro, e llex.-
vel suprdicando Ihe a gr.ca de hum abono Falla-
nos o Communicanle de ,n.onst..nc.oal.dade da
Regencia da AnC'us.a, mas. Joven Pr.nceza a Srt.
D. Jaouaria. .. Pondo de parte ele mas /o.
vl>n que enee-ra gr riles melenos, exul.ain.,3
v.n.lo revivero substantivo-..constitucional _
bem: nos reconl.ecemos, como ju*i deve ser O
fundamento dos a.gmenlos de paridad, por IS^O
naiMsistiremosnaanalysede actos boje, reputados
consltucor.aes. Mas se ha (como se nao iicg) in-
constltucionalidudes, ou UpoiH-J- "* ordem, pol-
tica, por que meio a Nac^o restringir o ampio prin-
cipio eHectivo. tao pernicioso entre r.01, cni. assas
reconhece o Com.nunicante! O voto cllecl.vo he
hum d.reilo coiistilu.ior.al ; par s.1 restringido,
modificad.., re. he preciso hum acto consiit-icio-
nal : dar se-, que o Commuoica.i'e pedesse ose.,
lempo e osen I rabal ho, nsiriuand. hom tal sacnli-
cio a quem pelo d.feto orgnico da lc (salvas hon-
rosas excppc's; vio segrio.pado, emita crio a .sub-
sistencia, huira e ri, >em iecordar-e do fucturo?
A idea de na8 ser readeito he mui horrorosa Sua m-
pressap he mais pugenle, que o publico perigo. E
r. ..Communicanle, que .erad boje em da recebi-
das exponlaneameiUe, reslrccoes e in-.difi.aces,
por hum g-ande n. de aspirantes, que na pe p.lui-
dnde do abuso ep.ilibra mus luc..h.a(;6es ? O nuao
estado cvico no seu delirio morboso, *xge alguma
rousa mais, do que !'urna simples adve lemia las-
samos- relormeiiios. emendemos. Are. He verdad?,
(pie slo aconl.tcer (riem-se. ple prescindir) aconte-
cer sim, mas nao agora ; he mees ario que vigore
hum elemento naS incgnito, para facilitar as refor-
mas ir>dspen Brasil. ste periodo bem prd* explicar aos que
pensMO com o artigo, edar-lbesa ver aaccaS cenl.i-
iwla do regr&sso : nao cala pos fu mida essa opini-
coi., o sislheina das co|itcadic6e9 de principios, d*
npptMoaS de capricho, e de ulereases pessoaes : ro-
nhece se mujlo bem o. alad, e prepaia-se o anridQty-

Releclidos, no meio das inen-paces dos par-
tidarios, nos lran>creeniosaqui, hum artigo do Flu-
minense em refutaco quJle do 7 de Abril (|>te copi-
arnos emon." 7.
l\( Unca lancaremos era rosto aos escriplores pqbli-
coso uso dessa prudente liberdade, sem a qual assuas
produces careceriio do mrito, que as deve essenci-
almente caratterisai. Porem a independencia das o -
pinies, a franqueza, com que sedevem manifestar,
dista muito de confundir-socoro a 1 .cenca e com a 111-
discriqie, nao menos contrarias vei daden a liberda-
de, do que humiliaule snbinelimento de quem nao
pode dar a suas ideias es-sa can eir expedita, que pa-
rece reclamar a mesma dignidade do homem.
Quando se tem recomendado o ministerio dos es-
criptores pblicos, como huma verdadeira magistra-
tura da Socedade, para se Ihe recon becer o direilo de
fallar livremente, e de exprimir cora franqueza s su-
as ideias, s se tem querido buscar por este meio o
ti iiiinfo da verdade contra o erro, da justica contra o
oppreYior, da virtade contra oc.irue, eemfim do
inleresss da Socedade contra o pecwiciosoii abusos,
que a conttaiio.
Mas podem salisfazer-se estes fina sattdaveis. pela
indiscreta leviandade^au pela m feeucubeiU como
traje da impaiculidatW^ Nio afn david, porquu
,


*J DI A RII) DE PERNAMIil/l-'V
- .i.-j
*
como tem-s .lito, e romo entina mesma razio na-
tural sio eses meios nio menos contra!ios verda-
deira' liberdade, qu pide sombra da* leis, e no
solio da justica, doqueobaixo seiitimenlo daqnelre,
que nio ten direilo de eiprear o que Ihe dicta a su
propria ronsteneja de acord om os principioiiuii-
l a veis da veiilade. Ha todava huma not.ivel diilereii-
ca entre csses dous extremos, poiq- e o ultimo .-- d
em resollado o nio fazer nada desua paite paraohlr
ohem, entretanto que oUl>o (a 11enea) ludo faz,
<>u nada oniUte par. contraiial e para converter a
Sociedade nes-e caho, deque he constantemente pre-
cursor o dcsenfiea ment das paixSes, e licenciosa
nrohtiluicodosE-criplons pulilic.'.
Qiii7.emosoiciipar-nos destas ligeiras bservac5es,
porque sem nos con.>ttuiil-mos salirisadores dos que
occui ai) a nos-a me.m% psicSo, nSo podemos con-
templar em silencio injuslica, a licenca, acalumnia,
rom que alguna do* nosso* Escriptares pblicos estra-
pada nossa moral sacio, prett-xlando anda assim yue
m'i escrevem pn- amor da Patria e da Lberdade. Quem
lsse a primeira pagina do < Sete de Abril n. 29a, a-
, hara quee^tio heui longedo uso da verdadeira liber-
dade a* indecente personalidades, que ali, assim co-
mo em qoaai lodos os seos mimeros, se tein publicado.
Man a ndignacio sobe de poni qnandn depois de lio
revollanles ..busos da libei dade de Itnprensa, se l qua-
si no fin da segunda pagina no sen n. 296 oseguin-
ie: _- M*s o que lem o Sur. Vascoricellos rom as o-
iiiuifs do Sete le Abril ? Sunjionhamos que he elle
o sen Redactor, cqranatio-se asopinies, convenci-
se de inexactas ou de falsas, salva a pessoa, que pode
ter boasou ms qualidadrs, eentretanto serem suas
opiniQes boas. "Cabe aqui o que ja nWra lugar
distemos ei o mono metido plegador execula
por ventura, o S-teessa doutrine, que agora nos pre-
ia como por esca neo? Tao deslembradoi considera
elle os leitoies deslas licenciosas rajadas, que assim os
queira nleressar em dar-Ibes huma razao, que nio
merece? Sefossem puros oseus sen timen toa, seo
Sirte fosse verdico no queescreve, elle se nio leria a-
proveitado da luixa das Apolces, qua.- coincidenle
com a posse do Snr. Fej, para lazel-a dependente
deste acto, quando sao maisdo que publicas as verda-
deira.s causasdessa insignificante e duradera alteracio;
se qiiiiessenios argumentar com a mtsma lgica do Se-
le ecom osseus mesmos dados, em caso bein seme-
lljante, dii ianms, que em 17 de Julhodel83l as A-
polic.es, que se achaiio 59 baixaro 57, e isto co-
incidi com a entrada do Snr. Vasconcelos para o
Ministerio da Fazenda. Que essa decida foi hindo des-
de eutio gradualmente, de sorle que em Agosto do
dito anuo decerio de 56 a 5o ; e em Selemhro chega-
iio 44.7,, como se pode ver as I'ulh.is (Jommei < i-
aes dessa poca. Seria a entrada do Snr. Vascoticellos
na Admisiracio Financeia a causa de lio rpida de-
cida das Apolices? O Sete, que aelvoga sempre a cau-
sa doseu Genio trausinissiyel, de certo o negar,
mas entio cabe lodo osen argumento, fui jado para
desacreditar o comeco da Hegencia do Snr. Feijo, e
manifesta-se por isso mesmo a m l, com que escreve-
a-a esie venenoso artigo.
O
Sessio de 6 de Junbo de 18.35.
Presidencia do Snr. Araujo Lima.
, Snr. Rafael de Carvalho oblendo a palavra, disse
que os Representantes da Naci nioeiio resporisavs
por S086opiaies, masque o Summo Poptice tinlia
feilo responsavel a um desse Representantes, oque
julgava aer um al tentado contra a Naci; e por isso
olferecia a considerado da Cmara o seguinte projec-
lo:
A Assembla Legislal ivo Decreta :
Art. i." A Igreja Uiasileira fica desde j sepa-
rada da Igreja Romana.
Art- O Supremo Sacerdocio fica incluido
no Governo.
Paco da Cmara dos Depufados, 6 de Junho de
1835, Estevio Rafael de Carvalho, Depntado pela
Provincia do Marauhio.
Posto ao apoiamento, s se levantou o autor do
projeclo, e oulro Deputado, o Presbtero Anlonio Jo-
te Ribeiro Bhering, Deputado pela Provincia de Mi-
nas, e por conseguinte nio ficou apoiado.
ANLYSE
Do Projecto do Deputado Rafael, de Carvalho, so-
bre a separaeo da Igreja Brasileira da Santa S-
de Apeitolica-
Para estabelecer os principios universaes do Dog-
ma e de Disciplina da igreja Catlica Apostlica Ro-
mana, que o Projecto ataca era seos fundamentos, he
mi-lt-1 discriminar as materia confundidas no mu sino
Propeto, Iratil-as cuino convltn ; lim de quepo.s
sainos por necessarja consei|Upn<-ia dilucidar outra
<|ueslfo mais inleressante que he a de < ronveniem ia ;
servindo-nos paru isto, nio s das mximas do direi-
lo publico ecleiastico, admitido ero lodos os panes
, ci usados, como da historia, verdadeira mestra delo-
'dos os homens e de (odas as NacS.-s. Temos poi lan-
o que tratar separadamente cada um dosartigos, em
que se divide o Projecto, e ali'm disto, fazei* oexame
de cada tvrnio, que compiehende o texto, para de-
du-ii -11103 a sua verdadeira inteligencia. Eis pois o
primeir artigo.
A Igreja Brasileira fica desde j separada da I-
gieja Romana.
A primeira quesli ma. A Igreja Brasileira unida al h je Comunhio
Crflholira, prolessandoa Religiio fundaba por J. C. ,
cusa doseu sangue paia remir-nos, d^via separar-
se do gremio da Igreja universal par,, constituirle
srismatica > sem oufro fundamento, sem outra con-
veniencia, sem outra rasio de stado, que urna sim-
ples qoestio de disciplina, pekqual nngnem setinha
iemhrado, no secuto 19.a, de avancar urna beregia
poltica e ieligo.-a, como a de reunir o Sumo Sacerdo-
cio ao Supremo Imperio (I); tio c-iio he que um a-
bismo traz oulro abismo. Para maior inteligencia des
le artigo eiporemoi o artificio, cop que elle he con-
c< bido ; a Bel giio Catholica e Apostlica se cha ni-mi
ROMANA p*la residencia que os (befes viaivei da I-
g'eja liserio (desde S. Pedro inclusive) em Ruma,
como para denotar que nio ha Ijreja em Cabeca, vis-
to que f.i sobre um dos Apostlos (Pedro) que Ella
foi fundada: tsPidro, e sobte esta pedia edifi-
carei aiuiuha Igivja. Tanto he assim, que no lem-
po em que os Papas residirio em Avinhio, sempre se
conservuu a mesma denominacio ; donde veio o ada-
gio : onde esta o Papa ahi he Roma. Catlica
quer diier universal, porqne os Povos Cristios de to-
das as Naces reconheciip e confessavio, que aquella
Religiio era a nica verdadeira, e porque elles reco-
nhec.io o ni r o mesmo Cabeca da I^eja, que era
o Sumo Pontfice. Apostlica he porque J. C. cn-
viou todos os Apostlos, dous e dous, pregar,
dando-lhes poder contra os espirito* mundos, A I-
greja Catlica principiou em J. C. e logo escolbeo a
P-dro para ser o Cabeca desta Igreja ; e por isso se cha-
111011 Vigario de Crilo na Ierra, assim como to-
dos os seos successores al os nossos das.
Em quanto ao Dogma, escusado seria anaddir ou-
tra prova, alm da que podem prestar os Evangelhos ;
e bastara para convencer nos > que diz S. Matbeos
cap. 16 v. i7, 18, i9 eS. Juio cap. ai, v. 15, 16,
17 ; mas romo escrevemos para o Povo, lio smen-
te para o Povo, anda bambearemos o que se enten-
de pela palavra Ig'eja. O catecismo nosensina, que
he a congregacio de todos os fiis Christiosf cuja
C-beca lie o Papa ; esta doulriiia heinfalivel, 8 se de'-
duz da linguagem, que usou S. Paulo escrevendo aos
Calatas, ea mesma de que usa S. Lucas no sen livro
dos Actos Apostlicos, em que distingue a Igreja
dos Apostlos, e estes de S. Pedro, quem o mesmo
J. C: decltrou superior aos outros Apostlos. E
veio Jeiiis para asparles de Cesrea de Felipe; e
fe/, seos Discpulos esta pergunla, disendo: Quem
.1 di/.' 111 os h<>meiis, que he o Filho do Homem ? E
elles nspondero : lluns disero que Joio Baptista,
mas outros pue Elias, e outros que Jeremas, ou al-
g^im dos Prof tas. Disse-lhes Jess : E vos quem
dises que .ou en'/ Bespondendo Simio Pedro,
disse : T s o disto, filho de Deus vivo.
k E ic-pondendo J^sus, Ihe disso : Bemavenlurado
s Simio filho de Juio ; porque nio foi a carne e
sangue quem to reyelou, mas sim meo Pa que es-
tnosCeos. Tambem eu le digo, que les Pedro,
<( e sobre esta pedra (2) edificare! a minha^ Igre-
ja, eas portas do inferno nio prevalecern con-
,< Ira ella. Eu te darei as chaves do Reino dos Ce-
u os. Este fragmento do Kvangelho convence que
J. C. considerou a confissao explcita de Pedro como
artigo de f mais importante naquella ocasiio; e por-
isso o charoou hemavenlurado entre todos os Apost-
los. < >
Continuarse-a.
(1) Jess Cbristo disse: O raeu Reino nio he
deste mundo ; se o meo Reino lsse deste mundo,
certo que osmeos Ministros havio de pelejar, para
que eu nio fosse entregue aos Judeos : mas agora nao
he daqui o meo Reino. S. Juio cap. 18 v. 36.
(2) Os Santos Padres Cipriano, Agoslinho, JuSo
Chrisosmo, outros Doutores da Igreja Grega, e mui-
tos da Latina enlendeioas palavras sobre esta pe-
dra, como ji Jess livesse ditlo : sobre esta con-
fissao de f divina que acabas de fazer.
A.VIZOS PAKTICUI.AIIIS.
1 Recisa-SS alugar uroa negra, ou um rooleque pa-
ra UseK-asc.n.pras da ra, daodo-se i(>0 reispordi,
devendo vil as 7 horas, e ietirai-se a 1 ctu urde:
insta Typografia.
W^" Onem liver, e quizer al'ugar um sobrado de
>. andar, s, e mesmo as I..as, cito em qua'quer das 1 n'
ado Riirio de S. Antonio, nio sendo beco : annun-
cie.
Ipt^ D-se i:500$ rs. apremio de um por cento
ao inez, com hipoteca eni prediofjvr*, e fiador : quem
quiser, annuni'ie para ser prururado.
t9" Quem anuiinriou venda d'um bom mole-
quedo genlio de Angola, sem vicios e nem arhaijue r,
diiija-.se a IUa Nova loja l). 4 para tratar do ajusle.
?y O arlual Af.ridor do Municipio doRerife (as
errto que os bilheles da albricio sio de iinpren.-a, nu-
merados e assignados, e que k> e.stes terio vigor; e
paraevitar qualquer fraude faz o presente annuncio.
y&> 'I odas as pessoas que tiverem conlas com o
Biguede Guerra Conde de Villa Flor, queirio man-
da-las t sexta feira i5 do crtenle ao Consulado de
Poilugal para seren pagas.
WP" Aluga se um sobrado de um s andar em
qualquer ruadesta Cidade preeiindo-se da ra do
Livramentoata DireiU, eainda as 5 Pontas, e na
falla urna dita t. rrea com comraodos sulficientes, e
sendo algum morador que esfeja dentro querendo
traspassar achava com cousentimenta do Prcjrieta-
rio se dar algumas luvas, e ootro sim qualquer pro-
piieario querendo trocar urna asa no principio do
atierro por mira em ra principal, e rende mais de
10$ r. is mensaes, nova, e boa, annuncie para lser
lodo negocio que poder ser, tamo de urna como de
outia cousa, ou procure no paleo de Tcreo loja D. 8,
que se di 1 quem .
lE^ Quem aununciou tor GO^JJ reis testa lisa des-
contando 10 por cento, dirija-se a ra do Arago
W^ Prop5e-se urna scnhorademailo boa conduc-
ta vinda prximamente de Portugal a sugeilar se a
criar de ama de h-itcem urna casa decente ; quem se
achar as circunstancias de ocupa-la dirija-se ao beco
da Gloria D. 7.
\p^ O abaixo assignado necessita fallar com o Sr.
Fernando Antonio T.vares, e como ignora a sua mo-
rada, roga-lheo obzequio de a declarar por esta fblha,
oudirigir-se ra da cadeia velha n. 46.
Emygdio Joze Pereira Guerra.
H-9 Quem preciar de um raixeii o Portuguez de
i7 a 20 anuos, para venda, ra, ou outra qualquer
oceupagio, dirija se a ra da Conceicio da Boa-vista
D. 5, ladoesquerdo.
tfj* Ficou transferido o annuncio de 11 do cor-
rente da arrematario da Sumaca Santo Antonio Tri-
umphoparao dia Quinta, feira i4 do coi rente mez.
HW A abaixo assignada roga segunda vez no Sr.
J. M. P., que por todos estes 15 das Ihe queira pa-
gar urna obrigacio de um cont e cem mil reis, quo
o mesmo Snr, alitncou ; passada pelo Snr. F. M. T.
C., veneida desde Abril de 1831. A abaixo asig-
nada espera que desla vez nio ha ja falta alguma para
se nio ser obrigada a declarar o nome. do mesmo Sr.
pois queja teropo de salisfaser esta divida, por ser
esse o seu dever.
Maria Hermogenia Ribeiro Mayo.
b9 Prerisa-se de serventes para pedrero : na
Praca da Independencia n. 4, ou na ra do Rosario
eslreita sobrado novon. 20.
tjl Quem annunciou querer vender um moleque
do genlio de Angola, dirija-se a Solidada sitio de An-
tonio Machado, pegado ao Bispo.
U.y Precisa-se de um homem queenlenda de ar-
vores de frutas, e orlalices: na ra do Coilegio U. 9,
cujo sitio distante desta praca urna legoa.
MP Wa ra Direita D. i7 no i." andar precisa-se
de urna criada para todoservico de urna pequea fa-
milia.
*jry Nesta Typografia existe urna carta de impor-
tancia para o Snr. Antonio Gomes de Araujo, mora-
dor em Olinda, remellida do Rio de Janeiro pelo
seu Irmio.
yy Manoel Ferreira da Silva faz sciente ao res-
peitavel publico que dexou de ser caixeiro de Joze
Joaquim Dias Fernandes no dia 11 do correnle.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro.
kjEgue viaecm com toda a brevidade o Brigue Na-
cional MardW, Capitio Antonio Gregorio da Silva
Pestaa, forrado de cobre e de primeira marcha:
i,,
> -i
- j


4

diario de PrunaMjuco.

asaatsau
quero no mismo qniser rarrpgr, cu !r rie passagcm
Inija-sea Guudiiio Ago>tinho deBui roa Pracinha do
Cwrpo Santo {). 67, wm aoCapilo. abordo.
Para o Rio Grande do Sul e Porto Alegre.
ajrjar- Segu vijg. mi nn di;, .,-> fl0 prp.Nonfe rnft a
S^nii.-a Tluolind.i, Cupilo JhJB l'imo I eririra :
quem na niesma quiser ir de p.v.giri di> iia-^e m Ca-
piio abordo, o a Gaudino Ago.-liuho de ILrioa na
IIH'.Mll.l CrtS4 L). 67.
;m PIJAS.
IV
*
Wa casa terrea, spnd" boa, n-sta cdade, nn na
VCy Urna batanea ma : 'lia 111.1 da Florentina ra-a de J. Beianger.
cy* Una Ai le d Muricp para Uel> c.i, e <>ulra
pan llanta -. <|ueni a livp: ,,aiiiniur.ie por esta follia.
*fy* Uiiu cabra animal irra. miiil, que sejn d
boa qnalidade-paca dar muito leiie ; na iu 'a UV'ttt
11. <>l, .n Na raui da Independencia le. ja deliviosn.
37 e3>8, <|uv se dir i comprador;-
Ifja*Compra-se e ahiga se un negro 011 ne> ra de
meta idade, ifin vicio e n 111 molestia para o servico
le p. ni .fe familia : na casa I). 4 ra do Pires se dii
(|hciii ,periendc.
tty Um par de cntenos: na ra estreita do no
7.11 io 1). 1 (i.
i &" O m guiles Hvros : O Pclingno da Aun-ri-
I a, A mstica Cidarie de Deo-, a Sa!)edoria rieSala-
I rr>io, e os Sagiurios Caones; quiin liier auuinic*-,
.ni.la ine.inio sendo em ineio uz -.
VENDAS.
>
VJ .\l.\'Typogr.ii.i completa, a quul lem typns para
iinpr. mu (li.iiiaiiu-n'e dc7.e Peridicos em p pe rrgvi-
Jai^ cojos sao n. D, 10, ii, e u tod-s com os seos
i-oinWleiilcsfenTo, eeachu drsti llurdo* em irlita
paie decano las, as quae* e-to motiladas lias r-mipo-
nti s estantes. 'IVui ruis mu par de aixetas t 111
ypo 12 wanuscripto,} e bem assim de/. diu'-rtiil cu aderes di- b llardos gromos, de s >mb a, e ornado-,
para titulo.-&c. Um grande.aortimeno de buhas de
liversis lusuras j)..ra uiaijjVis.; |5 ri ll'ei entes una-
los p ira tarjas de'earlazi-s d'Op. ra, Ib hele s de gaf-
<-afa.i &'..; uutro grande, .-ortiuienio de' xa vea, qm a-
bracus, e/ueelegantes Iinll.is de unalo pin div'i oes
tjt-artijios 5 fo Armas- Uiasziliiui.s de diversos laina-
mIios; 4 Kni'li.ireac5ea; i-A-giius para .>a nieles das
Fullunh.t 5 biublemas p na carias de coniie tti-lo
do ineli 1 go^to pux-ivel, por s< r obra di I." Fundi-
dor de l'.uiv. .Mi. Fimin Didot. 3> is exceltenlea
Pielosde ferro, que mellioics esta Provincia ailida'oa
nao possuij.; componidores, ramal, e poiiluras ile
Ierro iih-zas, musos, gales, laboas.&o., e lod-s os
mais arranjo-que se fdaem precisos nn urna Tjpu-
.gi"6a. O penltimo pre<> desla Typogiafit de
3:500(5000 reis. Adverle-se que laob 111 se vende-
r a nilenle pela tnelade do preco deinonstrado. A
jies-oa, ou,pssoas a-quem convier.Ul compra dnijio-
m roa da Pazde.-da'CiJa le do Re fe, delrazda roa
dan Floie-i, s. guma ca- traclar Coui o'&tu proptictaiio
J. N. de Mello.
(t^".'Fuliulias de porta, (le Padre, para o jituiode 1836, por pie-
(j-o commodo, na Praeada Independencia,
loja de Livis N. 37 e 38, e lia na da
JVJt.Jre (e .Dos venaa que foi do Rezeiide.
jlty EH'eclivameiile folliiiilias de Padre de a'giliei-
ra e poila : em O.inda ra do UomGn casan, a.*
tj^T Urna escrava cosib.i sol'riveimente,, lava, en
goma, cose, sem vicios, refina asquear: na un Ui-
reda l). j7, no primeiro andar, das 6 bolas da mu-
idla a4as9, e do meiy dia as 3 da"tarde.
tV Rap da Baha Prioce/.a, e areia pnta, por
preeo coiuuiodo : na Prachilu do Livranieulo loja
U. 23.
%J^ Ua casa terrea na rua do B ni Oiinda, com um grande quintal coni nimias ar-
vores de fruclu: na roa j cadef velha u. /\<, fal-
lar com Emygdio Joze Pereira Guerra.
3T Um escravo de naci da coala, bonita figura,
rom ollicio de canoi iro, que representa 36 uiiuoa de
idade : na rua dus Aguas verdes D. 9.
XaV. Lini preta de Angola, ja ido^f por preco
cotuuudo: ta fura de Por las n. 17O, mar.
Um niobque sapaleiro sem vicios nein a-
chaques ." na rua Nova loja D. 4.
C2^* l'ma porco de penas de Erna : na venda de
Antonio Joze Coeho Bih^a no porto Han canon.
tty Agurdente e anizde onlra qualilade. fvn
nonio e ntalho, a Iroio de moeda deijoisX'X e
X e L, e Ioipe ial : no principio do alieno dos Alo-
gados enra de joze (ai iota,
^f^~ Vm mili que de liacfb Angola, de 1 armo-! de
ul iHe, capaz para todo o servico, 011 algnm ( fTicio,
e lebam selroea por cu Ira molcqne de loa lan-
nos : ni 1 na Vi llia lado (lo N01 te I). 1 6.
VQ3"* Urna negra de Angola, sabe ctiser, ngomr,
co-inh-.r, IV/. lavarinto : na rua da Guia sobrado da
e- 1/3F- Um negro propiio pera os"i*igo decampo, e
CdValbarice : na rua da Gloria, cafa dolampio.
*y* Ag>a pie-ei vaiiva, anli-\ eneiea, e anti-con-
ligoa, prep dada por urna Sociedad* phyluiitropica
He Douloies, em Parias; e.-tj agoa rerenlemcnte che-
ca da de PdiB, livia iuleiraiiiente das molt-lias S^ re-
ta)s as pessoaaque si'st'geilo a l-izer oso deilaij preco
de cada g..n if < vt^) mu 1 s. Po-s Parisienses, anli-
.'Vphil lieos, 'Hi-ddi Irosos e aiili-leil osos, pieco de
rada papil6J0rs ; e|leS poses j milito ronlieCdoS
nesla ciiiade pelos bous resuflados (pie produziiao,oh-
livera urna glande ce'ebridade na Euiopa por suas
P'op ieda'le* eiiiinenleiueire depuraijVas. Paragu-
aiidias, <) niIKO remedio conln cidd para aad-ocs
de denles ; pr< C0 lid gai 1'anilba ?.<} mu r>. : na roa do
(Vlahore velho po d- ta/, dos piarleis, N 10. Uis-
Irilnniti-sp gratis o. prpspe los.
^.y* Pina negra estola de ^5 aimos, cosinha o
diario de una casa, c l.iVd de tarrela : no Jargo do
Hospital D.2I.
t^ Urna dii/.i decadei'as, a hanea, um sof,
e nina comuiO'ia de alig'co ludo de mui l>om gusto pm(
'jiieco 1 omiuodo : na iuaN rico Ciiuve*.
^cy A la venia da rua do Azeilo depeixe no Ilccife:
na u.e>n!'.
Vy* Una venda 110 jateo de N. S. rio Torco I).
07 : na iiiesma.
*jy Sieasri'arroz de boa qialidade: na roa do
Cordiniz I) 7.
fry 30 garridas razias: na rua do Araga
D. l.
ty~&* U'iiia iedegrande Ima tip>ia, e dozentas gar-
rafas yusia-< : t\a piaca di Uua*VJai| na venda da es-
quina da Mal i/.
fiKILAO.
N.
.() dia 14 do correte, sefai" leo d'uma porco
de maTii.iga, na poita do arma/em de Antonio Joa-
(jiiim Pereira, pidas o, horas liamaidi.
A R1FM) AMENTO.
^FJem quisec arrendar um sitio pequeno.com duas
Ca-as'Unidas, sendo urna com $o'o, algomas arvores
de li ota-jc biM baixa para capim, cito na Cidade rie
O.i ida, na inargem do Rio; -procure no Rea i fe na
rna (11 Cruz 11. G 1, 011 na loja de veos da piaca da
Uniao n. 37 e 58 5 e sendo em dia Sanio 011 depois
das cuco horas da Urde em OduJa run do Cabral 11. 2.
FURTO.
M Ui ton-se a 4 dias orna bolga ou indispensavel de
lonniibas hiamas, a/.uis, lxas, e tilias voltas de
corda > de ouro : a quein fin1 otferecida, querendo res-
tituir dirija se a esta Typograba, que sei generosa-
mente recompensado.
CaT* Para anianbecero7dia Vcrrente mes, tira-
rSo da E-ttribaria jmr bjjto da casa de vivenda da pro-
piiedadc Anua, em rarna-merira, 1 cavallo gni-
de, castanlio claro foreiro, fi enle ahei'.a, calcado dos
qualro pes, cauda aparada preta, e crinas da mesina
cor, com 6 paia 7 aunos de idade, bom carregador, e
com marcas de ierro noquarlo liaseiro direito. Este
caballo foi comprado com ontioao Sur. Florencio Jo-
ze Ca neiro M lUleirb, e p havia sido diversos propii-
eUriws domiciliarios iia .Villa do Cabo, ede^er 11I11-
ein. Roga-se a pesaos, que o pegar, ou soubrr com
certesa aoude existe, (pie baja de o declarar, ou en-
tregar ao abaixo assignado, que pagar a despe-a, e
recompensara generosamente, e promete nao acensar
a quena les a pessa, riem a oulra qnalquer pessoa, que
posia, ou ealeja 110 caso de s. r aecusada.
Jozo Narcko Camdlo.
PER DAS.
N
j.
..Odia 10 docorrentP, as 7 para as 8 horas da poi-
le, na estrada rio Mondgo pe den se nma earleirade
maiiqunii cem urna lizoura, rious puntes, e algn-
niasgi-iiipas dentro; quema liv V^tituir, dirija-.-e a esta Tipografa, que aera recom-
pensado.
*%%**<%*%
KSCR A VOS FUGI DOS.
0
Proprielario do sitio Chacn, Poco da Panr-Ha
pede ao Snr.s. CapiUens rie Cam-UO que aprehendi o
eo esiTdVo Roque nne foi do Sur. Gardino, lem o-
ieio de caiicei <>, com os signaes segtiinles: altura
mediana, gr i.sso, eapadaiid, nariz Hiato, Cara em
hoaj pioporc', nao mui'o pido, e neiu fula, cor
ordinaria, falla gro-.-a, mui'o esperto, eiula seinpi
ral-ado em umn'as de camisi ; nao se sai do Re fe,
S.-mto Antonio, Boa-vista, Onda, Pi-C'S Caza Forle,
Monli lio, e Aoirnicos : quero o aprt hender dirija-se
110 mesmo sitio Chacn, que ser gratificado.
^ry Heiculano, sapateiro, de idade 10 annos,
b'icos grossos, fulo, olhos ppquenos. <]uexo cum-
plido, e qunndo rico T'isa b* olhos; fgido no dia 4
i do corrente : os aprehend rioi (s levem-no a rua l)-
reita -cbiado D. 11, a andar, que s>.ro generosa-
nienle recomnensados.
^T5~ No di.. 3 do coi rente mez /ugio do Poco da
Panella indo bi.-car leu ha no mallo, un moleipie
com os signaes seguidles : (hama-se'Joo, de inco
Songo, de h>a eslaura, .-ecco do coipo, reeio lule,
la|la muito apre.-sario, e atrap dluri", com nina lei'id
na canalla d'uma das peinas, de'idade, pomo ponen
inais, 011 menos de 18 anuos, levoii camisa de estopa
com mangas enrt.is, u calcas de brim j velha : consta
e-tar eo Reeife \end- ndo pezinhesrie carne, eganlian-
do : quem o ap-ehender qiia levara roa Direila
no sobrado D. 30, Oe no Peco na beita. do Rio junio
a ca.-a de Lemos, sado.
ty* Sibislio, 30 a 35 annos, naci congo, fil-
ia fnihoso olhos prqneuos, naris chato, estatura
b'ixa, e gtica barba j fgido a 5 do con ente, com
camisa de p.-n-xle Imho grosso rom a nunca K, cale
le pao preto, e sem chapeo; caza rie Didier ln*
Colombier & C.% na rua Nova atrs da Maliiz, D. 1,
o2.
Conljuuacio dos Avi/.os Peliculares.

H9' Quem aniiune,iii ii' Dinio de 1 I rio cor-
rente querer vender um cavallo melado por prec'
roniniodo, poife dirigir e o aterro da Roa-vista caz.
junio a Matriz ali'1 as ditas h ras da lardfj
^y Moga-.-e muito enrarecidaineiue ao Sur. Jo .
aChisostoo o de (Jusma e Mello baja de vir a ru
do Quemado l> ja L). 1, para neg, io de sen inte
resse.
^5" Precisa-sp rie 2 escravos que saibo trabrih.i
em sin'o com apiada, e p^gi-se-lhe 3sj reis diarios
comida ; na rua da cruz 11. 11.
O
THEATRO.
Dirpctor rio Theatro tenrio certo ibis camarotes e*nnis reparo* convid q
quer Mestre carpinaouemp eiltiro que sequiirae>
cai;regar da dita nia d'obra a que compareca 11
mesmo Theatro para tratar do ajuste.
Igualmente convida por este a todas as paasoas qu
ja leem exercitario a arle cmica, e as que sejulg
rem haheis para o seu desempenho a que compare
cao no Theatro para tralar oeseus engajanienlos.
NOTICIAS MARTIMAS.
Tahoas das mares cheias no Pono de Pernamhuco.
s
-o
23 Segunda !;
24T:. S
a5-Q:i i
27-S: -
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0-54 y>
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2-30
3 18 a
4- 6
4-54
Manlij
t'ern. na 'l'yp- do I hurto \'b
\

-Lfc


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