Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02175


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Full Text
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12 1>B JAN ElO N. 8.
DIARIO I>E
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fniM.nu.r, Tvr. KM. F a'l|i. mse.
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das da skmana.
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ral de l rm "linda
17 Dunting OSS: N"in-.Ir Jo/.U.
Tim!" aaonniejieiM* de ..o m.-j-inim. 4a n.'-
racao! eelierioai cnntin.........' prim:i|......" c*mi
...mih.Iom.mmii adiinr a<;\.....UN a- KaC.W waiaOWl*.
Proelnmuri* lia Jiirinblea < 4.. lira O
tiWrc*e-e a OIHr. BlBai>paroailijinlailn neata T<|"n'''
fia e ..a IWa .1......lepeiid.-iica N. 1^HM, .....le .e ..-.el......
,-.r1!sl....l.-.'HavU-.ralH:^..-. anuimc..-. m^r'-0 e-le. Kr%-
(i. e.ld<. .lo pr<.p....-ass.|r..a.,t..s, e viimI,. aMKIO.
PAIITIDA P)>S C>ll UKIOS.
Olimla _T""I.> tlaao ..icio lia.
(imana. Atlianitra, l'arailia. Villa lio Conde. Mamiin.ipe. Pi-
r. Iteal .!' S. J.>a<>. lirdjo d'Arcia. K anda, PointMN, Nov d-
i.iza. ('i.ladi- di Nal*l< Vil';i- di- (iniaiiiiiiiha. e Nova da IVinec.
i; (jili.l.-.l.i r.nlali'/a. Villa do ,A(|.i'ia.-. Monte mor ROVO*
rai.ilv Car:ivel. Canindc. Granja, Inipcralri/. S- Bernardos
.loan d.i Principe S.il.iar. N.na.l l'.lltei. Iro. S. M allicus.
lio il.i aiuMic. >; 111.. AiiIi'ihii .tu Jaid.ni. Qnt'xcra.iioliiin, < Par
lilla Si-zunda f Sexta frira ao-inci ilia.
Su ii 11. Aman- Tintas a i|naria letra* au nieii din.
(inhinll.lill. i' Hi'liiln lio ilil* I' -i do HleI au inrin ilc*.
Klure n da I ."I dcada iliei n iiii'io illa.
t.-riiilinem. Iti.i KrmnMi,.a i.iiiluids.-S-Rumla. Quartaa,
Sexta* Icilu au i.lrio .lia.
PAR IB OFf IUA,.
B10 &5 JANEIRO.'
fl/iiiisleiio da Justica.
Expediente do da 14 do Noverobro.
\ Vito ao P.esidente Ar Prinambueo, MarMtfo-
l,.-,,,,-,. a r'irconvif .toJuiy.de WrtftP J CjMrr
do II.-. if v *... >o\mio a- mi Olf o -l 10 teAg.^o
'pa^a.|.i, q .r, n. PV" loA"- ft S ''' ,,a L"' ** J
d Oul .1. o il .83',, > l. h itoi i-a ol.re n>|i. ilo Utt.iians.t.-. livois.tla ComrC4.
Minh eiio da Fuzmda.
F.ipedieuti- doia i5 df Novtmlio.
M Eni.niluco. \o Presde;iie, para Informar em
,,.,. ,iailo |C a. I>a liu.ua Mtiaa <- .ip|rfieiis.& le
fifftU lalaa de ."b..- ...da ios Enlad.i tlitlua ",
|.a.n/, de kalii-; pie dt-slmo l.vt- referido COie,
o m..t.s q ie ei.ii>i..r a semelli^ni.- rtsapelJOJ e oulrn
III p.-r. i|uesatiaracaaaii.ruimac& exigida- xm 30
!, Janriio .Irsle iiou, .-er-M da rt-f-ndi'.>.-o do E..-
6i?mIh-.!-..roitiadi Ca -btii. teinlido |'el. I). Al>-
ade Uc 5. Beu'o! M"'el ThuinM de SUZa L i.
Siuiiterio da Marmita.
Expediente du dia 9 de Nuvembro.
^V.Vi/.o o Inspeilor lo Arsenal da Marinha, encar-
M-Kado do Q.iarifl Gener.il, ptrt> ipsndo lr fldo
rii'pcntfadu u Copito T. nenie Jueinlo Alves Brafic
Mwiii* lUneto, dolufjar le lii.peet. r li Ar.-enal da
Mantilla de Pemambuio, como i **l'Tra< en<-ine-
ado p.uao referi-lo lugar o Capiat) Teoeipe Aiilonio
Fi.dio de Carvlho. (dem ao loitndeiife da Man-
nli.i, a. Presidente Je l'einailihuPO, e o C'apllo
lente Ja. inl Alve lirane.. Moitiy. Brrelo, afuil
d.- lei-u.iier-aea e*ia lorie Ji'g<

aueiejsor o Arsenal).
------------>+
CMARA OO DEPTAnOI.
Exmelo da esso em 50 de Setemlro.
Presidencia do Sr. Araujo Lima.
W Eila a eliatnada pelas \0 hoiaa da manila, e a-
.t.ando-.sH pre.-entK.s eiiMMietta e tie.s IVpul.ido-, o
l-'ieaideine ib l^i.-u aryerla a hesaao, e lida a .ida da
iii.-cfilr-iiie, loi appintada.
O pritiieiiu Svcieta.rr. deo cotila do esjiedietite.
OltDI M Wl ll A.
Elrtiti un lerceira diacmsino pr.jicio do Senado
sobie aapni.icaft d<> Regriilr.
O Sur. Son/.a M.irtins disse :
T- lili" a volar contra esla le em erceira dirus-
sa, romo ja vrt.i na segunda, pqoe, Snr. Preai-i
di ule, eslou peranadido q.it ePa s leude n tel.irdar,
'demorar anda .mis a apu-a,io los votos para Re-
g ti do l npeeio, ipiK ln- nossa inet..i> a.i elerar c
ip.e.ssar |iianto pOvMVil. I'.slalei depoH de p.i.tsar
lienta C.iaa l.-m de >er lemptlida aoiilra Cmara, on-
de p..de aiti la .s.r e.nen.Ud oo rehilad.. ; e me>.no
(piando seja-'approvada deve lonlou diseus oes, eoni
iironip--tenle inlervallo, e ser O deiMM remellida a
.Siucca da rWgeiHMtt e MJ depols !<' wncoionaila e
impressi, li-pie imh deve ser remellida ..fliiialmente
p.,ra ter a ana devid execnt^ft. Ti.clo M-> nao se
p...le MHtgOrem itif.i.s de J li..-, e depois ..-
dei haver llgar a fusa da du..s Cacii .ras pita a
apuracG los vnlos par." Il'geti'e do Imp rio.
Mas para que fin Invento nos demorar essa- apn-
racr), pian.lo podemos Cnnwgir O 'usino fim sem
la.innbos rolti s ? Para pie lim e-peumns 8 di..s
pira ma a le pase e sej.i sai< ci.nadi e impres,
(piando liojeiiis.uo, nos, regftindo a le, podemos
enviar i.oSeiii.loaComms,io doeshlo requejendo a
fusa das dins Cantaras na forma if. ('onstilinca
Snrs., a nossa C'oiiti(ii;^5 sal'i.imcnl-.- detennmou
no a. t. 57 esegnnles, que (piando huin.i pfopM-
iko tfe afgtima das Cmaras fu.-*- emenda la pela on-
da e a pi.p-.sicJ, emendada nao pnlesse ser appr<>-
vada na Canara pioponente, e e..sl.i julgai.t? lod^vl
(Me a propo-iea lie vaiiUjosa, pode ixp.erer a mie-
vo das d. .as Ca naris por huma f)epuia;.. de tres
ni-mbros (artigo l rndi-
dades estn ja preeiicbdas. Nos haTemos doplulo
m caa lumia prt.posea6, em viriude da .pial eohfi-
tUrtia a Cmara Vitalicia pira a puracai d..s actas
,1 il.nes do liegeiile. OSellwlo na5 ad.iiitiiido a
n.sst i.roposiga, nos enviou lumi projecto .le le,
inte v v geitarflos, por ser contrario ao disp-sto n-
ligo 8 doaclo add.oiial. Que u r.sla apota ?
P.eq'ierer.nos ajunc3o das du*s Cm.ras na .rrri.
daConstilucm. Esle heo caininbo inais luvve, lie
o tiie.o m..i* prompio para coiWfgOrmo-. houiIIo que
to.losiiosde-ej.nl.>:A inlalaij*5 lo Regante Jet
aelt. ad.ieional.loje mesmo pode ser noinea la a
Coiiiui.ssan, e .qtle.er-se a imio das dnas Cmaras
e podeer qu- ja aiuaiilfa pessamos entrar nos tral.a-
fhos da apnracao. .
a 'fenriouvido, Sir. Pre-id.ite, que ola le era
necess*na para explicar o artigo *8 doaclo addiein-
nal; por q.ianto, diien lo e,te arlig" <|U apnracao
deveria ter lugar depois de recebidas toda as artas
dos Collegto. etilendein algons do illnsl.es Deputa-
dos, que em quanlo fallar algunu da* actas, a apu-
1 lacio se nio deve r'ealaar. (
Sor*., e. lec.mheco a ii(ves.lale le inlerpre-
tar-se osarligos Jo acto addieioi.f duvidos s, pian-
do ellos deveiu ser execoladog pel.s A-eHMa P.o-
? inciaes, m pelos Fresi.leiils ifafl Provincia, ou por
onlra auto.idades; por quanlo essasautori.lades ex-
e.urtoras podem entender o rligoH duvidosos por m..-
neirasdiv-V"". que se oppunlto nlefligencia dada
pela rVwaanWea Oeral: be mUler p.e os p .de.es m-
fciores do estado. eatejiu de acord com uCorp.i Le-
gislativo, 'que soten, a altrtbicio de fixar a iulelll-
tcncia dos aitigos duvidosos.
Mas i. ca,.. presente, Sn.S., s a Avsemblea C-e-
l>al \w \ecoloi-a do ariio a8 do avio ad luional: a
lei que vamos fszcr nao serve para oais tingiiem se-
no paia n mesmos : islo he, r.s vamos laier bilma
lei pata enteiido m aqnillo pie ja en leudemos, pa-
ra declararmns lium ai ligo que estamos de aeurdo em
Ibe dar a verdadeira intelltgeiiria. Que necusMa-
de puis ba (I--semelhanle lei ? Nioset Iraballflr em
pura penla ? Nao seta inesmo contrario ao artigo
179,5 datonalitolcafi (pie determina que nenlium.i
lei s- |a P-'ja Si m uiilidade publica ?
Dentis, Sms., enta lei dispor pnr ventura o
contrario do que manda o artigo 78? NiOl porque
litis o nio podemos revogar esse artigo ; ella dispde o
inesmo que dple|-mina aqu< He artigo, porem niai
explcitamente : part que rila Riter huma lei para
nos explicar aqnillo (penos a entendemos? Nao
ier alo intil, moroso, alein de retardar a apura-
cao decj..da ? Aquelle. Stns. qut julga neress-ar
esle acto legislali.vo parecem-se com aquelles indi-
viduos que leudo avista minio clara, Com ludo usa5
de (.culos para enebergac melbor.
( E eta lei deve'ainda depender da sanecio da
Regencia. Esta lei que deve Caer ixpirar a sua du-
toridade e jurixlican, deve, Snrs., ser sanecionada
pela mo la meama Regencia : queremos b.zer pro-
vcv ailioridade p.e exerce o poder supremo do es-
tado o dissabor de rom a Ma proprla mSo dar o gol-
pe de mura imana propria auinridade.* islo, Sms,
lie itldig'u. denos: devemos tratar c>ni litis res-
i)i lo, com niaiores conideiHi;cs essa Regencia, rjue
por mais de 4 annoa tein susl perio, agilado p..r tantas conrulses e perturbarte*
po!itie..s. ltlie t illas alii.uguras qUe a Mtt'pohi-
vo ibe tem i'eilo sof-er, devenios poupar-ibe a ulti-
ma emais avtante de todas, a de sanecionar a sn-
tenca-dasoa piopria morle; vos, eslou persuadido,
nao levareis a tanto vossa sOvOiidade, o tovso rigor.
Eslou convencido pie a Regencia actual, qu
tantas piovas tem dado lio sen alt. respello para com
os poleres polticos do E lad>, e da sua leligiosa ob-
servancia da nossa Consiitiiicio Poltica, se resigna-
ra aindaaheber mais e-tecali* de amargurai mas
nio be m. no verdade, qtie a delicadeza e a generosi-
dade desU Cmara lhcdeve poupar hum lio easloxu
sacrificio.
Se alguem ha qtle ulga mais honesto e maia Ion-
vavel seguir sempre as baudeiras do lado que per-
t.nee, (|iiaes(|uer que sejo as opinies professadas pot-
se lad.^ eu nao : eu abptro enlelhante doutrioa, e
a reputo damnosa aos intereses da pal. ia.
Julguei conveuienledar esta explicaftaff incra-
pacio que me loi feila, e oto contra a lei que se dis-
cn'e pelas rut&eS indicadas.'
O Sur. Vas.loncelloo discorreu largamente sobra a
materia, e deioistrou que a Cofistituieio na parle de
que se trata nao be bcuia, e que nao o sendo, nio
se precisa de hum clo nlerpr-lalivo parase procc-
d.r apuracodu Regente y rfue h'um acto semelmm-
fc, qual de |U se tratara, ia elabelecer hum pre-
cedenle perico.., qfie paitf o l'uluro pod. na setnr
a lim deseannul.uem ns tn-ssas instituices; que es-
tando pois convencido de que .^le*cto legislativo ni.
pode merecer aappn.vnco desia Cmara, que esta-
fa convencido que muios Set-bores a'sirt o entendi-
lo) e.e acaso o ad.-ptavio era para la/.er buniafcri-
sart ao Sead ., c iraiwijsir cotn eile ; entenda ella
l)eputad(f que devia cnlinnar a votar contra seme-
lliiiue acto v e que era milito fefff o mo>trair Oue
^
M
y

"i!


0!A RIO HE PfeBKAMUUC
E
lie era motil e do-iuTi's.,i o. O tlf>ti Orador res
poniicu a lodosos topi.-r s em que tocou o $r..-Pula
AraujoeoSi. F.-ricia da Wiga ; e leudo fcito va-
lias obsorvacessobie a materia em geral, roncluio
declarando que a vot*ca> de hontem de-la Cmara so-
breo< onvile ao Senado para a nomeac.Jr ao novo
membro da'Regpricia fra fatal a muiros senhores ;
que a vdtata6 de limiten transiliara planos ; e
qupm sabe se o. Provisorio hoje srr. amargo a esses
senliores ; qo le Depqlado tern ao Proviso io ; que em fim as -yin-
palhias pelo Provisor'o ri verso liontern o sen Idrutilo:
que esta por tunlo de.-f Us lodas essas difliculdade,
todas essas necessidad-s de netos legislativos ; e que
bem himiws convite ao Senado .-ei balante para
que seoblenha a desejada reuni> ; que requere pe-
de a todos aquelles senhmes que tero toroado aporita-
mentos sobre o seu diar.iino, que consideren que elle
Deputado nao pretende envenenai' as >uas inlences,
oOmo bontem di sera o Ilustre chele do maiora ; que
fin-diiie-nie os que votai ..6 bontem pelo inteit menlo
da Regencia, linha5 feiio bum grandes rvco ao pa-
s (apoiado-) ; que a lib rdade e a ordein havia .sido
hontem salvas dos laqes de que etavaS ameacadas
(apoiadoaj ; e que progredindo esia Cmara ein t>5
nobre tarefa, devia tegeilar boje e*le prje< lo, (jue
ao menos elle Deputado prsua parle o regeia.
Dando-se por concluida a leicera di-cu s.oda e-
menda do Sr. Cariffiro Lea, que se appruvou em
segunda di-cussa5, foi adoptada por 'i.A VolOsCOUlia
33j ,e.passou a Camroissa de a i;edaccp.
O prinreiro Secretaiio disse me ludependente.d*
approtacao da acta, a emenda pa-sava j a Commis-
Entrn em .discussa o pai-pcr r da Comm-s*S a-
reica do processo doSr. Manoel Zeleino dos Santos,
Presidente da Provincia de Pernanibuco, pronunci-
ado por crime de responsabili lade quando era mem-
oro desta Augusta Gamara. Os. Si a. membros da
Commissa C. J. de A. Viauua, e II. H. Carneiro
"Lea era de parecer que o processo iu5 dt-v a conti-
nuar ; e o Sr. Luiz Cavalcant.i, que nao sendo mai
Deputado o pronunciado, devla os actos ser devol-
vidos ao Tribunal donde tinba vind< por ler ci.-s -
do a j 111 >di( c,. desta Cmara.
Depois de discutido o parecer, foi appi ovado.
Fo proposta e approvada a urgencia para entrar
era discussa o projecto sobre o Monte Pi dos Em-
gados Pblicos.
Enlioh tro segunda dUcussa o i.* ai ligo do nfe-
rdo .projee lo v
O Sr. Feneira da Veg propuso adiamenlu para
que o projecto voltasse Coramiss.<.
Ha vendo du vida se acaso se di via por aoapoiamen-
to este adiameuto, o Presidente consullou a Cmara
, que decidi me sim.
pul apoiado o adiamenlo, e depois de discutido
nao se approvou.
Conliuuou a discussa sobre o artigo 1. do pro-
jee to que Foi inlerroropido para se ler a redactad da
emenda ao projei tq do Senario sobre a apuraca do
-Regente, a qnal se approvou, e fui logo lernellid
oiitra Cmara.
Continen a discussa.
Foi apoida huma emenda substitutiva do Sr.
Souea Marius, que, approva o decreto do Goveino,
sobre o Monte Pi do Servidores de Elado, e'cou-
ceda qualro Loteras anuuaes.
De, p o id de aigum debate, iicou a discussa adiada
pela hora.
O Presidente den para orden) do dia i. de Oulu-
jro., a contiuuai;a da materia do Motile Pi, o pio-
jecto n. 30, e levaulou a lesso depois das dua.s hw-
*aa da tarde.
Ciicliltr; Aos 3ii)7.rs V Diieito de IrrV'a1
Comarrs enviando p cada uro por copia o Atizo Im-
perial de 7 de Novenihro do anno p: p": a cerca da
relac8 dos rer ssentenciados peloJurv.
Ao foium^riilan'e do Corpo Policial, diiendo-
Ihe que a inda nao est prompta a-priza para onde se
deveni removeros pr< zos ferrapeadna ernpregadoMias
Obra.- Pub'ieS. e qile por P*m nao pode ser .-alisfila
a leijuisicao qacfez em scu dficio de 1q do roer p: p:
Continuar- se d.
Dl"\RIO DE PEBNAMBUCO.
A Imhvmos a man obre a pena, e projeolava mos
e.-hocar o quadro Il<-tivo do estado violento do Rra-
7., da nossa rara Patria, quando nos ebecon o Flu-
minense m cojo n..7 o aitigo roum l< utemenle escupi, man jado rom toda a arte, em
muito prevujio nossas uiedilac'S. posto que tam-
bem eu> inulto, p milito, disrordasse dos seos racio
ciitios. Nosegiiinte n. expenderemos tarnbem nos-
sas ri fl xen. Bem loiige de nos caber parte da cen-
sura, que elle traca aos partidos do Bral, nos res-
tituimos o aitigo todo inteiro aos exaltados, poi< que
para elle* espessialnierite s. 5 lalbadas as carapuca*.
Onanio non, collocados na eslancia media, 1.5
frarnos>eremos st-mprAem enunciar nii^so voto, co-
mo eslranhos dtdTender, eseivir hiim pailido.
T<
jiitiso communivado.
PERNAMBLCO.
OOVEHNO da PHOVINI'IA
Expediente de dia 9.
. WPFncio ; Ao Exm. Precidenie da Re la cao envi-
, aii'li) l!ie para sua inteligencia no exemplar do De-
creto de i9 de Dezembro do anuo p- p: que apjiro-
v, e Manda execiitai asltislrucoeus de 29 de Outu-
,|bro de 1834. sobre u ariemalac,.> do servico dos A-
Ificauos, ilcilamerite inlroduxido no Imperio.
Igual remessa precedent-', se fer ao Juir.de
, ffieito Cliefe de Polica d esta Cidade, e ao Juiz Mu-
jJH^paJ,da mesma.
--7 o Administrador Fiscal das Obras Publicas,
diferido-lhe aps presos sentenciados a trabalhos Pu-
Ijlicos, e que sob a dneccoo d'aquelle Administrador
tja empri-gtuos se d<-ve *bonar, aleru da diaiia de
S rs'* Um'' caflB'za' ua,a ra's"? e ",UJ este ira em c.i-
* j seis mezt s, e de dois em doij annos uuu manta,
3 roajaqueta, e utn chapeo.
Odos os que ama de coraca a liber|adpp pro-
peridade do RotM paz nao podem deixar de ter si-
do, j desde muito lempo, regressivos certos res-
pitos ; islo he. nao podem deixar- dp ler previsto
ronsequenrias funestas da propalapaS de retios piin
cipius subver>r(,8i rfa dpsenf.eada lie. non qVlmprrtl
la, do ampl,,> principio ellerlivo, ila demasiada res-
lii c.,5 de poileres ao Govern ele, etc., aliento
nosso atraso em civilisacaS, e mil nutras. riicunslan-
cias, que nos deverao ler feilo ntis prudentes erii-
ufl^ectos na lepislaca rcgulamentar da Cnittui-
c.io loliiii-a do Estado; e em con-equpncia nao po-
den drixar de desejar que se rece de-ses principios
subversivos allamenle proclamado, e que sp piiipii
de a legislaca nos ponlos que a experienc'a t. m mos-
trado serem ltinstos, cemo alimentos demasiadamen-
te foi tes para estmagos drliei, ou mal consti uid..s
rorem os que assim pensn e desejao, mismo por a-
inor da nobre causa da liberdade e prosperidade de
seusconterrneos, nao podem deixar de ver notos
pengas na exag^raca, cun que se ataca o pregressi-
vo, ese prega o regresso ao ponto de huma nobre-
za liansmissivel, a por ex> rapio.
n.i/.a temos de sob< jo pata desconfiar de homens,
<|Ue hontem projressivs furiosos, hoje iegressa5
aquelle eitreino ; nao vemos nelles se nao, ou cabe-
Qas de vento, que se deixa5 hir pela crtente do mo-
mento e das circunstancias, ou, o que be mais rprto,
sganos puliticos, queiulga dever porsa fenle
do que rltart-ao opinia geral. para especularem p
luarem pulido da piimasia. Nao lie a b>a f, nao
he S'guramente hum sincero dse jo de que se rece
de certos principios, e de que se emende a legislaca
pouco propria prospeiidade d piz, queiif os faz
pregar boje hum legresMf tao exagerado, e por is-
so mesmo lajjerigoso, quanto era o seu progressi-
?o de honteo 5 equer enlrem abr de boa f, qer
por especulaQa poltica, nos, vista da exageiaca
e Olari'TM, que seguem, os consideramos mili pouro
habis pai a consegu) pm hum regresso tahilar, eso
al ao ponto, ques- possa coii>iderar ju-to meio. Com
elfeito, cono arredilar, e seguir bomens, que. bou.
lem, por exemplo, propunb^, disculia, uslenta-
vao huma le, doutiiua, ou principio, n jas con-e-
quencas esta sendo lalaes, sligroalisando o que a
comnatia, com arontosos epitelos de c<-rcundas,
sertis, e retrgrados ; hoje mosrando-se, ou fin-
gindo-se, indignados-de sua mesma obra, ataca5 o
progresivo, e lancao o odioso sobre aquelle., que
ou nella riad livea parte, ou a tivera de boa T,
ou se esfucairt para que nao pa-sasse ? Como crer,
e seguir hornera, quesempre com Hnguagem sibili-
na, ou contradictoria, nos exageraS os males do
progre.-sivo, sem nos indicarera especificadamente
quaesos p'nlos, de que teui provindo esses males, e
oque entc-ndem elles veidadeiramente por progressi-
Vo ?
Seo Paf se dilacera, se n Sul hum orgnlhoso e
arrogante Militar, pregando Patriotas livres, acu-
lando a gentalha, sedttziodo pela Imprensa dos in-
cautos, faz huma sedica', e ar'vora o estandarte da
anarqua, que aroeaca engulir a centenares de hons
e industriosos Cidadas : e oa Juizes de Paz, ign-
iantes da Legialaca, catregados de ttribuicd\-s, pre- hoiuens do cicdo moderado, com despiezo d* Coii-
tfiftdos denerndir viu u<-gocios, sem suffi.iiaii'4
meios polciaea, deii.i por mil modos impunido t
crime: se ero consqueneia os ronbo e moite-*
multiplicas, 6s os oiivin-a clamar ; ei* ou re
sollados do piogressivo, mais progressivo no Cear;
no Rio Grande, no Pa., ele. Mas l.r'e dizer
es-es humen- : emendai a vo.-sa Le de Inipi. n-a;
fxi que ha|aim libenMe, ms imS iicenca ; re-
Ibrmaia vo>a 1.1-i da Guarda Nacional, restringindo
mais nella principio elec iivd, pnia que ao menos
os Commandaule.s seja le. escolba e confianca do
Governo, pata que lambem se restrinja a MlibicaS
dos postee, seevitem os odios das cabalas, e -e con-
serve ^sm melbor drplna ; limitar as altribuitSes
d< s Juzi s de Pa ., rpsli ing'iirlo-as o m^is possivel s
que a ConslituicaS Iba i|lililar, aliviaitdo-o.sda pr-
te criminal tao odi s" para Juiz s p< pulaip.-, e nao
pagos ; oigau-ai m^lhor o vosso Jurj', de modo que
s seja Jurados os h' mena ma'S suisalo e in.-ti ui-
dos do lugar ; prme'1' T*e Governo Central le-
vante, e roiiseive biuna soffrivel Marinba, hupi
Exnvilo, por pequen" que.S' a ; dai-lhe a laculda-
dede ronlerir pi>slos as Ofticiaes beiiemt ritos, para
que o incentivo do pre"0 "ime a lions que i on-
liniKn a sel o, e o mo. que deiem de o
ser." ii vos naf ouvirei nta clamar: .nunca o ,
Mas-I .slpve me|bor do 1"e a?0'*a ^al'4' ^'
Grande, isso s6 pequeas Commoves mu couae-
qur-ncia o Povo eleve ter ampia liberdade deetere-
er pela Impiens- o que juiz. r, para suslei.lar os
seus din toa ; os ()lli. iaes da (uarda N*i OUal devem
srT tubis da nomeacaSdo. povo, que sen. o Soberano
nao pode er roarrtado na i'ciiba liwe de seu.s OR.
cacs; Narinha e Exerci'o '" be o pie quer u Go-
verno, ea sua gente para esc.rav.a'r u pvo. ele.
Se p.,r ventura o Governo. nao cremlo milito no
patrioiinio era,pacidarle poltica de cerlos homeus,
que se arr g^ta o pivibgir exclusivo de Padillas,
nao os chamava para ca gos im jimia lite-, Uniendo
que elles io. l.'ssem a neressaria prudencia, ou
pregas>em e s- guiss-m pi iucipi -s d sorgaliisidores da
rdera social, u que n ilas-em os parilos, t- to-
dos osouviceis diz r : __as de-i i\l ns da l'rvin-
cias sao causadas pelo despico e abandono, em qUe
o Governo lern os Plr ota, e o merlo ; o GoVeino
cmprei/li corcniul s, carainu lis e retrgrados ;
IjI Provincia f.zmui bem em esisiii riouieacaS de
tal Presidente, ou Authoridade; tal Authuridtde curt-
prio hum dever patritico rPsistindo Ordena do Go-
v- rno Central, ou Presidencial. Mas sa; o Gover-
uo, qneren lo expe im*nlar lodo* os hoiuens, lauca
ma d'aquelles, que as vozes pati iolicas parecen* in-
dicar cmo mais apto, p manda, por eXehiplo, pa-
ia Pernambuco hum sizudo A boquerque it bum firme Patrir.la Paes d'Atidrade ; para u
Para bum Deputado da OpiiosicaS, gra*e, iaz<>avl
em suas opinies ; para o Rio Grande du Sul fmm b-
ne|o fi'ho d'ali, geralmenle iidicado, s6 na verda-
de aplaudidos no momento, iec> bidos com enthuslaa-
mo : mas bem de presa os elTeitos ila La gi Ikcao -h
nianire.s|a, elle sao iissassinado, ou expulss, e
vH otitis logo 9 aplaudidores excliimar :
eis os r>aullado do'progressivo, eis as ronsequeri-
Ciaa da pes>ima escolba do Governo se o nao
otlvirdcs anles dizer, que o Governo peneso oa
mandou ali de propsito rom recomih' ndaca aos Pa-
triutas, para que os assas ina.veiu, os expulsa-sem,
ilesacilass'pin mesuro Governo, : o pu/.essein em d-
ficuldades .' Se por ventura o Governo lulaudo r*om
lautos embaracos, einaisi|UH ludo, com hum parti-
do, que claramente tramava ahnullar a h lie cj, e
ex por enlaSa NacaS maiores peiiicis, afast dente de empiegos mpoi tanles os liomens mais pi'o-
nunciadns iiese partido, conservando, ou empre-
gando outro, que posto naS tivessem approvdo a
abdicacao re< eos< s de suas cmequent as, todava a
sustenlava, eo niesin > Gotwno linlta lazispara
confiar nelles, posto que oa chamados Patriotas com
elles nao simpati/.avseni muilo ; tos oa ouviriei br-
dar, que o Governo era traidor, que anda Caraiviu*
rus era empiegados ; vos os ouvirieis accusal o de
connivente, de fraco, de ci barde, de protector de
sedices, porque ihS fazia huma linp, nao su>pen-
dia o Tutor, eos Dezembargadores ; vos os veriei
promover requerimentos a e fim, reunir as Pis-
cas os Patriotas, instigar a mocidade fogo>a, por em
o Governo em novos embaracos, entre S> illa e Ca-
ribde.i ; mas ou vi os boje, hoje, que o Gotemoe-
tilandocom habilidad bum e outro cacbpo dts-
moroiiou esse partido, cbamou ordem e pruden-
cia es-a Briosa, porto que ardente Mocidade, 'reduzio
ao seu valor esses denominados Patriotas ; ouvi-os,
e efle's vos dira&, qu o Governo e.-bulhou dos em-
pregos a velhos servidores d< Estado ; que promoveo
o quebramenlo de Typographas para que se naS ma-
nih-stassein seus ciimts ; quesu-pendeu o innocente
e sabio Tutor ; que s nmeava para os empiegos s


ttfttrto-' ftE PF.aNA.\iKi;Crt,
8
M>BMBMB>BMaglg^,wdteMBaLii^.a-n'*>*-B^^
tiluim', <|ite manila esmlher > ; mrito < a vy-liiile
ama bHerencn le opinoes polilira> Iro'gio se fosse me-
iilo e viitude *|ii#fi"?r a volla do Principe, que ab-
dicar, e MI t-ttnspqi lele a dc-,1. onisaca do actual
Imperador, e a guerra civil no pniz).
Se por ventura o Goverin, desmoronado aquel-
la partido amen-ador, e aniquilado- d lodo pe'
nioile do Piincip em qbe pon han as RUS eSpcian-
BMh proclama o pr ncipio d<- fu-ao dos ps lidos, de
esquccimeiito de cHensa-*, le ehamamenlo aos em-
picpes, so pelo metilo srm ili.-linrgio de npinies
m m consequenoia, e mesmo (le acord rom Repie-
*< otantes da iNatS", rom mua as penas a uns icos,
to O* ouviiois levantar urna saleuma, luadar, que
ja lia *uipatisavu6 com A man ha do Govern,
faser-llie crun guei ra si>lematica frivolos pre-
textos, e cam o lundamcntn de ponen econmico.
Mas Mirede-lhe mu Mini-lei io que seguio os mis-
mos principios, eenj escalla mais ampia; que ley. p.>S-
sar, e simcoionar nitia atuiii-lia ; que deu infini-
tas pen.- I i'in- os daqoelle mesmo partido (il-
vez lutidadas em Lei, e para contentar maior mi-
me i o) ; que por ionotula desunin a Marinlii
(piecisando->.e logo di p.if* ai mal-a rom duplicada
.-pesa, pan o Para) (pie le/ parar as obras pu-
blica*, que entre nos muito se deve, e milito m. se devia enlio, le por poltica, promover, paia
aiiimai os particulares, ore upar bracos, e diminu-
ir 'o numero de v.tdtos, icuhadores, e a sassiims 5
que noinei.ii Addidos em difieren les parte da l'.u-
iopa em :ao<<$ rs. e Diphm Us de maior O-
deiu para lugares, que neohuma reJsoeS lem coin-
no'ico, por exemplo Berlim, (lalviz fossem necessa-
iio., e nes..e esame nos nao melemos, porque nos-
so intento nao sensurar sse Ministerio pela sua
marcha ou actos, eso .sim lser ver incohe-
rericia dessos homens, que hoje atacan o prog' e*s-
vo ) j que le Tratados como o antecedente, etc. ,
etc. : e que vistes v* ? Es se Ministerio loiivado.
apoiapo por uquelles mesmos, que se oposer.o
aos principios do oulro ; desculpudo mesmo porque
na5 achou Marinha armada para mandar m Pai,
e para ali maudou urna expedic5 (! 6 homens !
E diris que se suslenlio principios, que Os prin-
ripios sao ludo, eos homens nada ? Como pi is
acreditar na boa f rfatta* homens, no seiiam- r do
bem publico, no mu sincero el ese jo de uin regiesso
salutar ate o ponto do justo meio, que anda oosa
proclamar em uas s 1 mitra o pro.res*.s-
vo ? Como nao desconfiar dessus invectivas* da
lalta de difinicJo do (|ue aefa progies-sivo, que 011-
lem apoiavio, e hoje combatein ? da falla de de
marcaco do ponto ate que iulgeft roii'en'cnio o
regreso; da 1*11* de especificacio da rigem dos
males, que soleemos, para que de ludo isso se
pronuncie urna opinio, que forme mai na as Ca
niaras, e Lia deltas, rapaz ded'stiuir o mal r 111
sua raz, .se 111 perigo de secar a arvoie ? Foima-
se-ha essa upiniao, e maiona, com n sistema (fas
coulrad.cues de principios, das opnic6es de capri-
cho, e de uLciese pe.-soal, da pregaca do n gre*s0
ate a nobiesa i'.ni^naisslvel, ate a Reuoncia incons-
titucioiidl da Apgita, mas Joven Princeza, aSe-
nhora D. Januai ia ? Nos nao eremos.
E (|liando vemos os e.dbraos de Uin huinem, ate
oiilern tio txcessrvamenle progeVsiTo, para ti-
ginalisar, c lansHr odio o sobre s-us ant gos com-
panhciios, muito dos quaes sao omms amigos sin-
ceros, e desinteresaadus, da Cau>a da L berdade, da
Ordem, e da pro.-peridade do seu paiz, que elles
lea) mostrado ler a peito, emboca n'ima, ou n'ou-
tra opina ten han talvcz errado qnanto ah meio
de a consolidar ; qunndo vemoa esses ^torsos, e.vsa
indigiiidade, es^e lancamento para o extremo opos-
to, para uin regresso a no'iresa tmn-rnisivel, nao po-
demos deixar de lastimar que as p4x6es humanas,
embargando o ben, que os homens podei'ia toser
a seu seiiiilhantes, so sirva de perpetuar o mal,
que os aflige .' Sim, nos eremos bem que essa mar-
cha que esse si-tema es-es odios e personalidades,
obiieui a um regresso uec< tisario, mas limitado at
cellos pomos, atein dos quaes seria to iuipi miente
passar para trae, quando M, e sei o ter tanto
progredido. A Naci Brasileira naturalmente
dcil, e pacifica : emende-se a legislaca nos pon-
tos defleitgoios 5 nao a obcecar regoem d*e impostos;
coarrtem-se as ambices dem-se meios ao Governo
para faer exeoutac as leis, a estamos, que os males
do exagerado rae-donho prograsivo desaparecers
em que dssupareca o progresso na prosperidade
moral e malertal do p.i/., que todos desejamos.
(Fluminense).
aaawfiitnnOlaai'iiir i'il'i n 11 n n
O Artigo (1) 1.1 do Decreto del deNuvini-
(1) O Regente, em No me do Imperador o Snr.
brodoajino p. p. que hoje regula p rerrufamento
paiao Kxercito, tem ido obieelode serias observarjcs
no liicnlo de algons Snr*. OHiciaes.que, z tan-
to pela execuco da Lfii, como pe'bs direit<>8 dos-bea-
Vos, ruia totlla e ciimm. nein quei'em que aquella Se transgrida, nert que estos
se alropellem. Nos qUe temos ,< liorna de pertenec*
a Clare Militar ; a r-sa pa'riolira, mas atropellada,
trahida, e lyratmizada Clace riifii n< tado deveriamos
ser hi, ti udo-nos dado ao trabalho de tratar de objec-
los alheios, gua'dassemos silencio sobre um que tanto
interessa Os npsaos soldados. Vamos pois emillir nos-
sa mu humilde, efiaca oppiniio, na qual somenle
piesestii rfflus em quanlo nos nao convenc rein que el-
la he" errnea.
Sao os pontos ventilados, o em..dmida qnalro. i."
Si ao Saldado (|ue devendo obterbaixa por ler findado
o *u lempo deso vico, 'e (jue quor con'iniiai a scivic
em ronseqiii'iiria do mencionado De reto, deve he-
Hie ab ir nova penca, perdtndo por tanto sna antigui-
dade, 011 *! continu- aseivir s'-m de novo assenlar
pracn. 2. Si os Offiriaes Ile ores que as mesmas
cin iinslancias queiem continuar a servir, devem ter
lobem haixa, e roniecar nova praca na qualidade de
Soldado, ou *> ice versa. 3." Se dicidida pela negati-
va a iluvid.i precedente, q"ue sold devem perceber
e les Inferiores ; v. g. se Um 1. Sargento que deve
obt. r l>a xa, eijuenio a ipier, para continuar a ser-
vir, deve tr dois sidos como Sargento, mi si um
dVste Posto, e outio de Soldado. 4." em fin si de-
pois de pass.idos os ifi dias marcados no Decreto para
a rcorp o do- voluntarios, aluda he admissivcl rece-
ber-sr, ou nio.
Fi'ii (pianio a 1.* duvida parecemos que nao perde
a auliguidade, e nem deve ter baila o soldado que
Continuar a servir emeonsequenoia do Decieto 5 por
ipianio l'.llv seexpressa da seguinte man (Branlfciroa que tem praca 110 F.\ercito) (:>.) que de-
vem obler haixa, queiendo continuar no ser. ico le
tio, aleit) do sold i|Ue vencem, mais urna quantJ i-
gnal a esse Sold, n Ora o eibo continuar, .-c-
gondo'Moiae*, (3) e mesmo segundo'a vulgar .-ignifi-
caelo qiier dizer proseguir iso he, seguir
no caminho comecado ; logo si se der baiva ao
Soldado, para elle coinecar nova praca, nao se com-
pre a letra da Le, poique ella nao manda que o Sol-
dado deixe de o ser, e de nov a.senle praca, mas sim
que continu \ iruevemaser o mesmo que se dices-e
__ n Si o Bia/.ihiio que he praca doExercito, e que
tiver conipb tado o eu lempo, qtiizer baixa, deein-
Ih'a e si a nao quix' r deem-lhe o duplo do sold que
actualmente vence.
Nio >ii va de obslacolo o dizer ti bem o Decreto :
que aos ipie j;i obt i vci am hn na, e quizerem continuar
se Ibes d o mesmo sold &c. Scc.; porque o verti
continuar nao he applicavel a aqnelle que sem O*
terrupcio prosejJtie na cooza que couiecon, como ao
(|ue a piincipiou ; paiou no meio ou em qualquer
paite* e depu biontinuoii-a : por exemnle: Pedro
que cmica nina caza, e para no meio da obia, quan-
do oulia vea pega n'ella nao a comeca, coiilinua corr
ella. O que o verbo continen de man/na algmua
significa be pdiar ouacaba, como siguas entendem,
querendo que em coneq'uenria do Decrclb, que s fal-
la em continuar se d haixa ao Soldado para que con-
tinu a servil. Nem se diga que se deve dar haixa,
D. Pedro Seguirlo, em viitude da Carla de Lei de
6 de Oiituhro denle auno Decreta.
Arl. i." Os Piesidente* d. rtea publicados em lodas as Povoacao, fara saber que
todo o Biazileo que quiser assentar prac.i volun-
tario, gosaia' das ceguinte-. vantagens: 1.", servi-
r some'iile quatro aiinos': .-, persebei mais meio
sold, eno pcimeiro auno sessenla mil reis de grati-
licacg., pagos qinse rnil reis cada trez mezes : 3.a
sera condusido solt pua o Quartcl, e tratado
cmn a consideraco devida ao Cidado que volunta-
rio se presta ao servieo da Patria. Os que ja oh-
liverab.iixa, e os que devem obter, querendo con-
tinua! no servieo, teio em lugar de meio odo, de
mais, quantia igual ao sold que vencem. S se ac-
ceitarao voluotarios dentro dequinze dias, contado?,
da(|uelle em que o Edilal for publicado na Povoaco
onde residir, ouachar-seo appresentaute. O mesmo
Edilal declarar, que lindos os quinse dias, proce-
der se-'ha a recrutamenlo forcado, e o recrutado ser-
vir por seis anuos ; receber somente o sold aiin-
plis ; sel condazido preso ao Quai tel, e nelle con-
servado em seguranca, ote que a disciplinajo c!ons-
titua em elado de se Ihe (acuitar maior liberda-
de.
(a) Atindase para o coraeco do t.' Artigo do De-
creto, que se l na nota precedente.
(3) Ntese bem, que o Decreto nio falla nin de
Iuleriores, e nem de Soldados, pelo q ie se deve lgi-
ca, e militarmente entender que he relativo a todas as
ptacas de Piet.
poiqlie O Decreto d : que -e desold d.dirado aos
que a devem idiler; por ipianlo nem do Hiecintuj/lo
Decreto, *nem da mais fjrgislMcf relativa se pode ,,
m<*nos dedu/ii que : de ter um Soldado direim pai.i
obter sua bal xa, se si^a qti elle, p.ira poder conti-
nuara s'i vir, deve sei focsado a iece'el-a. Coiiclui-
mus pois que o Soldado nem perde a sua anligiiidaoV,
e nem de Ve as*entar prac- de novoj mas sim continu-
ar na mc-ma que ja lem.
Em qiiantoa 2.*, e3." duvidas, he no.-so humilde
parec-r: que nem devem ter haixa, nem coinecar
nova piac os Inferiores que em coiisequencia do De-
creto conlinuan a servir, porque elle he mui ternii-
ranle e claro. Diz o Decreto: Ao flraziieiro (4) que^
sendo pmca do Exercito, eestiter iras eirunmtaricia*)
deobter haixa, quizer roniinuar a servir selhed o
duplo do .-oblo que vence ; logo o Sargento que n es*
tas cirrtitistauri'S diz que quer continuar a Servir deve
t> r quantia igual a dois sidos, do que actualmente
vence, poique a Lei assim o di teimina.
Em quanlo a 4*. e ultima duvida be tiossa humil-
de oppiniio que nao leudo o Derrelo de que se trata,
romo de sen contexto se v, revogado as Lcis anteri-
ores he evidente que se pudem arceitar voluntarios,
depois de concluidos oa 16 dias, com a dilrelica po-
rem que a estes volntanos nem urna vantagem per-
lenca das que garante o mesmo Decreto, militando a
seu respeito smente oqueseacha determinado as
Leis anteriores. E sd'esla sor te se deve entuidet* a
parte do Decreto que diz S se scceitaiie votun-
larios dentro de 15 dias contados d'aquelle em que o
Editnl for publicado Scc Scc. ; porque para o cn-
ica rio se sntender seria precizo que Elle revogasse as
l.eis precedentes, com u que se torna va a ibais injusta
Legslar;io iri ogando lima pena a quera nio luvia de-
leuquido, como vamos niosicr.
As Insti ucoens de 10 de Julho de 1822 despoetn :
que a possam ser recrutados os C'idadios que tiverent
completado 18 annos de idade. D'aqui se segu ne-
cessarianienle que anles d'esla idade niuguem lem o-
brigacio de assentar praca, c nem est sugeito ao r-
crutameafo. Pergunta-se: um individuo que boje
lem I7 anuos, e 11 mezes passar pela pena, e enrom-
modos irrogados aos recrutados d'aqui a 4o dias, que
ja tem a idade legal 1 poique nio se offereceti para as-
s< ntar praca dentro dos 1 5 dias, quandoentio nio es-
lava sugeito ao recrutamento, e portanto nio tinha o-
hrigaciode servir ? Continuar tiobem vste vtame
d'aqui a 2, 3, e 4 anuos ? Serio todos os que agora
nao lem obaigacio deassrntar praca, condenados a pe-
ua de recrutado d'aqui a 2, 3, e/, anuos quando cada
um chegar a idade que o sugeita ao recrutamento for-
sado, que he urna pena emposta aos que, por pregui*
cosos e ommissos nio vem servir quando a Patria o
chaina, porque agora, que nio podem, e nio tevera
servir, nio se oflereceram dentro dos 15 dia. ? Pftflf
era verdade. O Decreto nio prohibe que coritinuem a
assentar praca voluntarios, oque somonte prohibe he
que os voluntarios que se aprezentarem depois dos id
dias, go/.emdas vantagens que garante aos que se ofle-
receram dentro d'elles, fioarw.e em ludo o mais cm
seu vigor a Legislacioa respeilo, que o Decreto nib rs-
vogou.
Gm.
Di VERSBS REPARTICOENS.
MEZA DAS D1VERSASRENDAS.
A paula he a mes na do N.' 6.
CORRKIO.
Lanxa Gaviio de qlie Me-dre Francisco dos
PassosCarneiro, recebe a malla para a Babia hoje i%
do crrenle as 9 horas da inanhi.
H,
THEATftO
..J.E chegada a esta Cidade do Recife Madama Luiza
Leop-.lina Fidanza actriz do Thealro Portuguez ella
se propoera,a dar dois eipectaeulos nesle Theatro on-
de nao du vidara Escripturar-se se obliver dos llluslres
Pernambucanos o mesmo acolbimenlo que tem rece*
bidootn outras parteada Europa. Ella CsColhe para
seu priineiro deleite a parte de Gabriela na Peca de
Payel por ser esta huma paite em que bem se pode a-
va loar do mrito de qualquer actriz: ueste 1.* Ex-
pectaculo ella far sentir os assenlos de sua voz em
() CONTINUAR, v. at. Proseguir coiza come- ,
cada* v. g. continuar a guerre, o edificio &p.
Dicionario de Moraea Terceii a edifio pag. 47 i*


^ar
iV.
Imm Ron.h.acorapanhado de grande or. lustra.
O segundo da de F.xpenlaculo s,-, deseado a re-
proeM.clo de tneio carcter, em que Madama deg-
.cudo o.lloc,t!,n,ode,e,npeMha,A no lb.,V> Cl-
nico qualqiler p4rl. J. lnjs fc^,^,,^ La(%;ij
imMMrtIeftMrtr huma qualquer Celina ..rjj
*WJWKr. u4o este lWl< celebre
da b.,Mida,ld.w He,* Ilustre, p.ol.lo.es: o, ex-
p^Uculosle.ioexecncioU.goque os bhet.-s. e.,-
m.rote, ..ve.eu, rob-rU. disp*, <|lli1M ,. Vt!I1.
derao DO riiealro a i/ualqucr bt.ru du da.
*
AssigrwdosLuiza Leopoldina Fidancu.
Francisco de P.eit.s C.mbo.
AVIZOS PARTICUI,AKKS.

Administrarla daaObrat Publicas prensa de u-
maporsiodevairinhoa den.!..; p oiilfa de caixe-
tj c-r.e{;.r ral, ludo para o ir-ballio dcpe.hei.u.
lorla|i.suqiie qor 1'ar.er p..d<> dirigi.-se a
s.lladadila Admiuj-lraclri al o lia 15 .lo reme
lea* a lunas la lai-da |.ara tractor do ajlalo.
M*T Av,8,> '', ">' dodeiddp, avanC..d.. que nl.rft.bem ecievvr, mi
'q.e qerem reformar a sua escrita.
?Mi^J.-. J.-.Conct. ja c.iilucido pin Pmn.imbiicn
v Bal*, pelos brilha.ile.s sures-os pr.r elle alrancadoi'
110a s-s ursos le MriomoteclluigoM ni. me. a rl.fi-
jdf assjm Cnuo de Taeby,Jr|dwat av. ao respeita-
v.l publico, queseten.lorrsolvido a d.-momr-se m'u-
da a'gum lempo ncata O'dade para Ira la,- la iua d-
lili aaudu,elle M piupupin a en*n..r a Calligrapln..,
u felboiludeapprctidii- em liinl,, licen a e.-cie-
Ver ssa svlFi ivelu't'nl.-.
Militas p.-so-s iscicvein m|. Fluns leudo ga*|-
do bastante lempo rm escbe., |loJ lein pedido, con
ludo, ap. Zar le huma pe. tinai applicca., lium Um de letra olIriYel, miro po. le- alguna de-
i-.lostl.) oi.f.MttiaiSo da rulo .... lo braco j utios
pr le appreridiib; rom meslres ignorantes, ontrn
R/nfilll. qnedepois detenido na su [ufanis 1'ormos.i
letra, a lem perdida, q.iando, nose.-ludos foro b. i-
gadoaa pscre.vr d. b oda dictada lo-*p..s p.of.sso-
,rs-.i Tirtloi este- inconvenientes, desaparecen, pe.
raiileoimtli..doCalliap!i.o. Tao penad* qnese-
jaamo do dumno, anda rne-in sendo alie a le ju-
lio, elle nao pode leixar no fi-n tl;sItrifilH li,Vs lia
- N.-rever de buril modo inlelligiv.l, 8. *Hj a Imm ce.lo
jionto, satisl'aclorio. QoaMo ,m dfi olli.n. tnenn-
venientes, Uaacando elles da falla de nielbodn cORI
que a maioi pin le dos ureatiM ensioo, o melliodo
Calligiapliic,., que be bueado sobre a amitisada e-
ripl, es)l>iea vonibinaro.las diversas po-dcc* ni
i-orpo, dos b.aco, da- p. mas, .da mo da pinina
lo p^prl, obr gando oalumno a app.ender .iebaiso
de piec..ilos, u regias lixa.s e invanavei-., apelar do
limito simple*, r p..ooo moernsas ; I be guante,
Wittaoiiieiiiea pox>ib.Udade, mas la. I m a fa.'i i l.le)
dt,poder Ioiimi- aipiir< qnando qnis-r a pe f. cao
da sua primitiva Lira ; perdida, u por falla prdon-
gada dtfexeixi.io, ou pela cnliiiuacao da esiiiptu-
Taco precipitada, d< b.ixo la datada.
<)itMeiido, diiigir-se lauto ir. luja de livn.s do Se-
nboi-Kigiiei fia piara da In lepeii.leneia N. 3? e S8, cu-
ino na casa lo prolessor, ruada ai n ral la, 2.* andar
por cima I arma-Biii do Sor. Franco; cuta Imm
po.lec se|p.>suadir pela'.tiispe. ci dos resultados j;r
idcaricadosnV-ta Cidade, da grawd 4Boa#date do,
eiisinodolirolessor, o qual, daialfm dlMM todas as
gardnfUlH ^e se podeao .lesejar.
Nao d.-ix.. de si r preciso o alumini :.ber ler p.lo
menoaalguui lano,
KP l'recisa-sp de 2 sera vos que sajlfo tiab.lliar
em sitio rom pinada, e pngi-sc-fhe 3a. re* diario* e
comida : imtid da cruz n. i i.
JP rrtei-a se de 400^5> reisa joro^, com l.rpote-
r.i eni pre.lioliv.ee de-e.i.birav'ado : na I .ja de uuu-
texase cornos iai'iia do Livrarrrento I). iS.
1Cjv" Ruga-se ao aenbor Joao ('elano de Ar^Hiquer-
que que venln fal.ir otfp o dono il< |..ja di ra do
^lueiiri-ido I). 5 a negocio i lo contrario, por esta moma folha se publicar a
|ualiiiade do negoco.
WT No pattro da Sarita cruz, sobrad.? que l* p-
quma para a roa do Koiai-io exis'e urna i-arta para
Joaqun Joze de Soua Valles, vurda da liba de S.
Miguel. .
%W Qdem pr. i Ir de om aixeiio poringncx de
7 a 20 a lirios, para venda, ra, tu Ultra irualqtier
up'.gaii, ditija sea ra la Coinriclo la lioa-vi.la
" .r>, ladoesq.ierdo.
ndaret, e a |..ja, e q,,e tenba quintal grande, no
Ja.rrr.da lioa-vi>, ,.u fe S. Anlm.iu ; dirija-sea
1 ia;a 1n ludependenria leja n. 37, 38.
Pre1,a-se de 1:800,3) reis a juros dam'o-se
pcnl.or, b.poteca, ou boas fiunas: annuncie .uein o
qnis. p dar,
X9- Na ra lo Rosario larga obrado de nm an-
dar I). 8 pivcisa.se de uiiyi negra, ou inoleque pa.a
ten.ler n.. rua. *
^Cy la e 5iJJ200 c is pm cobrp marcad., por
40 putoroeii : na Senda do atierro da Hoa-visla I), j.
t-y- Anenda-seum pequen., slio..ni (ojito, q....-
lento) fclgliuias arvores ilp burlo: advertp-sp, que se
MU r em leb.-.ihe, Vane. Oinda. CandeMa, Fi.d..de,
Hoa \...;e...,-em au.lquer visi. .banca .b.^PslInga. .s,
uem o..l...;qMeseja pei( dista i.la.le. Oaneii-
dam.-ni., s.ia por nm, g'-ad.in '* C..iillc5es. il. uslan. i..s, qoalida.e, e
tfntagefU.do local: animm ,. pm e.-le |),ati<. NO-
T.mlo rasa le v venda a.nda, t,ue pequen^ la n'
I or. 1
W3r AI.ii.5o m- p.Pt.,1, o,, piolan p,a r#,TO|r
pi, e-p|i.g.. /J-0 re, p r da, e Milenio : lla .,|a
ra da r.-a Ditdtu lado poele D. 34 pa,Sdlu|o o beco
le Juxe Louieiiv'u.
NAVIOS A CAIUA.
Para Lisb -a.
%W n.ig..P Mrarileiio E-pj.ito Santo Rsparnlador-
.,...m mlleqmsp, carregar. 0,1 .V ,|e h,.,at.-i, ,l, .
ja-sea.. Capilo Joai,mm Pedro de S: p.,M oll 0
consi;,,,.,,,,-,. |{.n.o.|o/pA|veS;ljU,, deve ir no
w 11 io c.-riciile niez.
COMPRAS.
T
M. Art.inig:,, oumrsmo pent.,, y,.|,l(is< J.(M(f|o
ah-rl. -,.,,,.. ai. vio pa.a M .l.sn.a.o ha.-: rm atierro
da Boa v,slrt-..s, oue.et.abalbam, .art-ru,, jlml0
a IOjU.dccea I). <]$. ft '
IV,
FURTO.
:*
A noitedo da i 1 do enrente furtaif. to caval-
lo com os signara segmnles.' ractanbo clan., criftai
corladas o ja piulando le bramo, cujo c.vallo boui
coi.becido, e foi comprado ao Sur. < 'amp. II.., e nao se
po/.a marra do Ierro por., dito Sur. Cempello o es-
tar presente, e le. sido mui pones da- comprado :
qualqiir ,e-soa ,uem li.r oIV,e.-lo poder tomar
e I. va. ao s.iio bd.o.He do Wa.a, quesera bem recom-
pencado.
ICjr Para annr.be. 1 o7 da dororrenle mea, tira-
ra., da Estribara por baix,. da casa le vivenda da p.o-
p.iedadrS. Arma, em Pariia-merim, 1 cvalb.grn-
de, castai.bo claro foveiro, f.enl.--l e,trt, algaib, dos
qnairo pe-, anda .,parala p.. la. p ria da m.sma
or, en. 6 pa.a y ....,,..., de .dad., b.rn. -ar. egdor, h
rom mar. as de 1.110 1.0 (juar l. 11 si i, o li.e.to. Ffle
ca.alb. lu comprado com oul.o ao Sor. Florencio Jo-
reCa.ne.ro \|.,t. i,.., p], \lt,iit >uu, diverso, propri-
clar..sd..m..il.Hr...sld Villa do (abo, e de SeriJia-
. 111. Rega-w- a p.ssoa, que o p. gar, ou Soub. r cort
cerl.saaoode existe, qneb.j:, de o d. Urar, ouen-
.iMgar.o.b.MXo a-s,foado, que par....4 d.spesa4 e.
r-1..,,.pensara g-mcrosmuenie, e prnineie ni. acensar
a qu. 111 les a p.-sa, uem a mira m,a'q..er pe.ssoa, que
pofaa, ou e-t.ja no caso le s. r aecusada.
].!
FS(l\v<>S FGIDOS.
\r. plmo, crilo .'e Made Je 3o unos, alptIm ta'n-
lo,llo, e-padaudo, beo. p.eto, e em l.a.ba', peruas
alvurnacousa s,q....ls; |8J,| (, Rogenbo Kp...
no,.11.,,.> le|)e/.n.b,o do ni,.. f,,l.......|e era
ni.-str.- de a-su,.,,: .,s apr. bei.dedo.e, levem-no ao
dito Kngenbo Re.,., CaXoara du C.pia Ludo-
v,.ofranc.s-oUval-.m,e, B ne,.a P,a,a a c.-a da
J.,e Anin... Alve-.U Silva, .uor.dor na H .- |. .
p-is O... .r,..|,,.,er das pa,es e. g,meroM,.,ete n
coinpeiisi.dos.
VKNDAS.
IJM negro de Mogolla robusto, b..m mosso, pro-
pno para p,.|q.,er en i^., : na |,.a |c miu.ler.as
e uir.-a dan... 1 |jlv,, ,.,., u ,3
(r^- Folmlm, (|(M,o,,a, le Alrjbeiw, e
,(-
<;o comiinnio, na PliK.a lia Iml.pndet.cia
lop. I. UvrtH N. o ST.+S^ cna mWi
ftl..cf <' t> I)m.s vetm.n ti'fi D do Hczottde
ry* M'Mto boa. vareas toda, apartando, e ja '
nhe: <|... n> ..s quiOVl aiinuiuie.
fiT-Mei^s de jib, v.nd.s ,|, P0.t, fin< e
chcas, os ftKMMK e p,,,.>5 i,m.,no.f |ia,M |imim ^_
nh.oa. e menmoa: na roa da r..d. -a vell.a ... 5B
ti- bom mol, que ,| uentio da Aru-oil... Kem
vic.s e .,., ,.., ,, p10p, (, itprel|Jer ,.(fi(;i
jue.ii o q u-er aiin..iic.e. '
rjr- 1 api,., a 40 res a arrob,: ,,a rna do Rosa.
no luga sobrado de t.m a., lar I) 8
ar-U.ua mula.inlM clara de la.le tln latft
sem v. atgU,0, a ,,,,, ,, U,r rt!ul ^ ^
pM...,p,,.le.,,.,.,a: a f.llar.o.n S...... Affonso de
W..flo ua.ua do V,g.ri.. ands.-da a-a de Idas
Coelbo ( ,,ra( o,, em Oinda no Pal .*. do Mi-po.
Vy. I otaca Kuc.ana ,f superior p.alidade, em
harrw peque,,,.,: a ,ua dp Cidlegio U.i), a ,0a li.
NOTICIA AIAIIITIM\.
Tahoas das mares ihems no Pono ,le PernamUcb.
n
-
U
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x*t Segunda %
27S:.
a8 :, 1
2 -D:-^ g
- 111I1. fi
- 0-54
- 1-42
- 25o
- 3-,8
- 4- 6
- 4- 54

Man lia.
.
Ira.
D'|ry Pvci-a-sc alagar urna cas d<- oblado du deis
; Wr> dep.tflC.: na- rrae. da I.,depv,|en.
*^ U.n cavalloconl,, hm ^rregador, e e.saui-
p-.d-r : na roa do Rangel sobrado *o. ^
T" Un,a n.-gra, qe-ab, cosinbar. lavar le sa-
hfc, e brrela, vender na roa: aterro da Boa-
vi-la ... '\.
*V Um molato serrad.,,- frn 'Carrero e boui
p.r..pa.cer. ,,,,.,de le .tG ,<* ; um be.co de
cor,d,..rtol.ado e ferio a n.od.-, na ainda novo, e u,
ene,,,, dos Al. gados do ,.,,,, ^..de ctnmd
1 av.-yo : ,,a a do LlViarnanto venia do (Jsrdial
T" iir es. ravo mos>o cun -flcio de ferreiro
liroaan : na l'ia.'ir.Iu do Mv.amenlo loja D. ai
,Wr 1'ijolh.s de alvenaria : ,,, sil.o Chaco,.V o-
hr.gaod^o o vendedor a conduelo conforme o lisia
que se bsor. J
* U.,,a redegr.i,Ie Ik* lipua, a du/.entas gar-
-l.s vasus: na p,ac da. boa-vi.u na vcuU da es-
quinada iM*I;i/..
Navios entrados n* dia 9.
IlHAJlES..lflUILi 7di..s. n. PortugnexO-
rac.lo. Cap. Joto AIF ,r lotcllw lustro. PaaufMi.
IOi 2..e 13 .-naneas e'
TKBIU NOVA; 4-2 diaMn. Ioe. H,gMau (ap. Jan.es (.ar-lner : b..call, : U,g CoIsh-t
Si i omp. Ton. .r0.
RIO G. DajKMTB Canoa M.ria TI.p.p, Jtf.
Joao P>u-tuo *av,.a : v... s gneros. Comh.r a gen-
te que lorio do ..a-.f.aogado bNi0 K-UII Mado A-
n.al.a perd.donaaltnra de Tibau, CnDio Agosti-
idioMor.e,; vpup o. Toa. lh : carga dilfeentes
eneros, vmdo de 0OHir ps,a M,mv.,|eo: Osfo
H. igiie tml.a ap.a ..!>-,, e >VMi o deio f.5 j eslava o
flavos1 mem, p lodo ...ettido quasiapique, tempn r.
fue sel, B.a..,..;m b.sia.rle forca de v, ||, eucaiio
nu naixos he I 1I1..,.
IV.d.a lonioent.ou ne.n sabio ErubarcacSo at-
guma.
Da n.
ASSIT: 3Rdi..5 S. Delu.ra. Vi. J8e Joaq-uW
Alves: d.lerenles eneros: a Tbomax de Aqu,..,
Pinto B naden a. Ton. fr3
GIBBAI.TVIU 30di.,s;" Pol,,., Sarda Themisto.
cK^p-b.ao1\l,g.,..HjHvM-o: |,(i e ,
eros : a J. P, de Unios. T.m. ai9.
. Safudo3.no mesmo dia.
J>Mll\; S. Ceid Ame,cana, M. tfl Gomes dt
l-.guercdo: diIRrentea genero.. P**ageiro0 a.
1
Perrt. rm 'l'yp. do IHario \\&b
' *


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