Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02132


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Full Text
ANNO 1>E 1833. ,)T:I\TA FEkA 22 DE AGOSTi
^^"^ *aWV*%%,%***%*'*%*' ** >**4%%%. >*K**df**-V
4 K /'
v NUMERO 18?'
NilK-rcvc-.c mci Intento a 840 reis. adiantndoa, na Tipgrafo
do Miao. pateo d;i IVJatru de S. Amonio m>;>i.-.io- da porta larga
u,:".' -''r-:,-, ;., correspondencias c antinuis: estes in-iren-**
:;imi- --*''* j i.i. proprios antiguantes o;u ritn e viudo avKig> lo axHigMi
Turto agora dpem!e di> nos iikh:io-, da nos prudencia, m>-
il-'ift(,.'i(i. ..tierfci: continenlos conjg principiamos i acunio*
upon lado coai adndrarfio rutre as Nacoea mais cultas.
I'ioluiiio'Jm ila Asirmhl. i Qcrul do Bratil.
Smpyeftw rn perranumco par go?c aictortno De Sbreu.
-owmKHi ce .ik!a\aM
f
DAS da SEMANA.'
fC
5.*-S. /ntkut;a-lie\.*m tte m., Amt. tos J.' doC. de
m. c do t., e Cli. Pr. as 10 ti. o 6 m. ta m.
G.'-S. Felippa-Sts. da ThK P. dtj m.,e AikI. do J.
do Orlaos del. Pr. as 10 h. e 54 m. da ni.
SobA S. Bartliolomeo. Pr. as 11 h. 42 m. da m.
Doniingo-O Sagrado Couicao de MaaP\ aos 30
ni. da l.
FOu officios do Extn. Sur. Presidente transcriptos
no Diario da Administra cao da Provincia, viemos
no cooheciment de lerom o Commnndanle do Bular
lliao de Guardas Nacientes do termo de vS. Anto,
11 'tinte de parle dclle, e oulra (brea de Guardas Naci-
V
irapraticabilidade da sin exeetfco, mormenle da de
um artigo, que Ilegal era si, odioso peta excepeo a
favor dos inimigo* ricos, e poderosos, que fi-
eo salvos, no entanto que os pobres, menos perigo-
SM cortos rospeifos, sao expulsos, lie de mais a .mais
perigosissimo, quer a escolha dos inimigos se deixe s
authorides, quer ao Povo : aquellas porque alera do
perico da prevaricarn ha o do se servirem contra seus
desafectos i este porque irapossibilitado de o fazer
por si incumbir seu> eliefes, que, s attenderao aos
seos caprichos, odios, e inleresses: dcixamos ainda
<1p lomhrar alguns oulros inconvenientes SQ para insis-
tir na necefsitrade de conservar a harmonia ntreos
Cid daos, que com desprazer remos eomecarem a pro-
ironw tic pan.- aulle, e ouira lorca tic uuardns aci- nmimV se para um, e para outro lado, e' por tanto
onaes de Nazarcth partido contra os revoltosos de P.i- dividirle. K com que utfidade? Porque motivos nos
nellas, guarda avancada dos restauradores de I). Pe- h#r*o1&S precipitar em desmeessarios horrores ? O i-
dro. Mu dignod iuvor beootMWfjortamento des- j m'wfto, com quanto contra nos trame, com ludo ai-
les patriticos Cidadoe, e-ttmjcm o da Cmara., da | da**) nos bate porta, ainda est distante, e muito
Villa d SamoAn(ap,.-que. mu enrgica metilo acaba ticupado; eporalum lemfio rsiamos dehe livres. Te-
m s pois lempo para nos preparar, para esperar as
meaidi3, que a Assemble, e Goveruo comeco a to-
mar. Esperemos pois, e confiemos no Governo, e
Ast>mblea, que muito oppostos sao restauraco, e
interessados na nossa eRctdadc; o que nao obsta a que
tomemos algumas medidas de scgtiranca mas nao da
natureza das que se exigem. Atlendo os nossos Cort-
cid ulos assignados ao perigo-, que com taes exigenci-
as, seexpoem, e nos sugeito, e em quinto he tempo
desistao em beneficio da Patria, e para eonsrvar a u-
niao, e concordia entre os seus Coneidados, de um
projecto, t[ue a maioria desaprova, e refeita.
*=-^
CMARA MUVICFPAL.
Sess&o extraordinaria do din 12 de Julho de 1833.
Presidencia no Sxn. Luogero.
f"^OmpareciiXo os Senhores Esteres, Gusmtro, Oli-
J reir, AI lio Cavalcatiti, DoulorPeregrino Maciel,
Silva, Doutor Mavignier, e Camello.
Aborta a sesso, foi.sanccioiada por estar conforme.
O Secretario fez a le/tura do expediente. Ilum o-
fica d > Exm. Pie/.idcnle em resposlaao que se Ihe Jm-
viaf dirigido ttetdata de 10 do rorrele sobre objectos
^ tendentes a preservar a Provincia da Cholera morbus:
de proclamar aos habitantes doseu Municipio.
Dos agrade, que as oulrus Cmaras, e Guardas Na-
cionaes da Provincia sigo to patritico cxemplo. e
que todos os Cidados se presletn, em prol da patria,
ilassalhada por ingratos Glhos, e prfidos coleados,
com todos os meios a seu ali-nce. He. opiniSo nossa,
que maioria nao falesce ptilriotismo; mas exemplo;
e seria conveniente, que algumas commissSea de Cida-
dos das Comarcas, ou 'Termos se. incunibissem de a-
brir publicas sub;cripcoes para ijudar as despezus da
guerra, e al se possivel for para comprar arma?, e
armar todos os Cidados de confunca cin estado de as
poderem manejar. Na Cidade beui se poda incumbir
i Sociedade Federal ja benemrita pelos serricos, que
Provincia tem prestado, e inuila falta faz a Socieda-
de Patritica, que o desleix de uns, e a s&ciedade de
oulros dcixou dtssolver em um tempo em que m.iis ne-
cessaria era.
(/)in esti*. e outras medida. tmidas pelos Cidad-
o, requeridas d:> (roverno centra!, ou Provincial, na
pirte, qttu'Ihe competir, he que se poden evitar os
pongos de que estamos cerca'o^t; porcm nuAca com
asngnados para exigir rosdidas illagiej. Porjnas ne-
cessarios, que ello-; pareeo, \w<\' a prudencia, e a-
mor da Patria, qu seao ab
landonatios, quando cnco-
trSo oposico forte na maioria dos Cidados patriotas,- e f tepois de d-seutida resolveoa Cmara que s-1 Ihe dis-
livrtis. A utlidade que delles nnlsa resultar nunca sesse, que ella dara as provideneiass e tonara todas
P
othpensr osmafes'da intriga, divizau,. erivalitladc,
que vem se mear cutre os amigos, prenles, e Cofiei-
dad.ios. F.n urna Qpocha, como rata, em que a Itni-
o he o nico inein de sal va cao, na.la se de ve emo.iT-
l.ender, que yenli 11
dosaprove; lllu da mai< lercs-
sco na f'elicidade da Pati ia, e tal i esta de
do em subseverer para uui assignado, : : se diz
as ineditlas, que eslo na espbora de suas atlrtbuicdes
o sa coaipaliveis com os meios pecuniarios a sua po/ica >; porem que lia outras que s S. Exi. atrfod
dar, c lom o-
O ci lo, dos rendvmenl
Pro>
toilo qnii^to tehd: i *-ivar a Prorincia da Cholera
morbus, I seus tarriveis csti-arjos.. e que Unh.i dado
promover-sc Deixaios de pricos n porque | asorden- 'necessaria>ao Jui/ oa Aii'and .,;.: para pora
se as medidas exijje j'abstrahimos mesm tfiar da desposieSo dt ProTe4or da Sfa\h ^ss Guavdas dos
^
"^'
-
"n


kWffi
iupra numerarios, quando p AV^rove^of loe re-
.qui/.itasse : nteirada.
Outro do Procurador diswido, que*lgui< mar-
chames da Boa-vista, nao tem querido pagar* 10 re.
diarios por talharem a carn da Ca Har :
posta a materia a rolac futida, solveo
a mesma que dito Pr< idoi os ttsw a pagar
por os meios judieiaes.
Avista do rcquerim Je i-rau. i< o Joze Germano
de Aguiar.em que pcma a eonccssao de certas linhas e
madrs para a ponte do Yiotorolomb de (jue he arre-
matante, .resol veo a Cmara depois de hum calorosa
discussao, que se dicesse ao arrematante, que tornas-
se a requerer ao Exm. Presidente a quem mitra vez
se oflkiasse a respeito ; sendo de voto contrario o Sur.
Camello. Despacharo-se alguns requerimentos e por
er dada a hora alevantou-se a Sessao. Jore Tavares
Gomes da Fonceca Secretario a escreveo. Esteves
MelloPeregrino MacielSilvaCamello Mavig-
jjierOlivcira.
RIO DE JANEIRO.
Leo por 50 votos contra 24 : tendo de notar-se
que votassem pela sua absolvico alguns que nao Ihe
sao afeitados, s pela (orea da convieco em que es-
ta vo da incapacidade e ms partes dos Dezem'bargado-
res aposentados; c que qs Dezembargadores da Cma-
ra, ainda aquelles que por elle tenhao sido hem des-
pachados, (jiiasi todos vota rao pela aecusacao : tanto
certo que a Magistratura enlre nos que urna ver
-dadeira Maconaria; onde os irraos se promettem
mutuo auxilio, e assim o cumprem religiosa mente:.
Entre as cotizas nota veis dessa sessao, foi a doenea lo
aproposilodo Sur. Miranda Ribeiro ; que por nao es-
candallar os seus rollegas, deixou-se ficar em easa,
sem querer dar um voto a favor do seu amigo o Srw\
Carneiro Leo que tal ve* por ouvil-o comnrometteu-
se /com a sua Provincia. Mas o tempo ha-de por as
cauzasem seu lugar, e dar o seu a seu dono : espera*
anos que as paixoes se acalmem, e que se posso ver os
objectos sem ser por meio de vid ros corados.
^ O Snr. Hollanda Cavalcanti, durante esta dis-
cussao, com as palavras mats pungentes e r'heias de fel,
com expressoes grosseiras e baixas, indignas de um
eavalleiro, como sempre se inculca, insultou a mate-
ria da Cmara ; Iratou os seus collegas de vendidos,
de traidores, edespejou todo o raneor de qufeseacha
devorado, por nao o terem contemplado depois de 7
de Abril, ao menos com o lugar de Regente. E le-
var o orgulho cima de todas as raivas suppor-se o
nico no Imperio; mas a Naco por ventura eonce-
der-lhe-b (tanta superioridade ?
(Da Verdad*)
**% v%**%
fundo de/24,900 fr. A mais rica a dos obrei-aslm-
jiressores que em emcaixa 33,677 fr. A de 102 ou-
*ivestem um fundo de 21,000 fr. Urna Soeiedade
de 90 tipgrafos possue 16, 780 fr., e oulra de jorna-
Jeiros marcineiros conla com 10,079 fr. 5 outra de
126 operarios de Alampedas tem im fundo 20,966
fr. eade 150 chapeleiraa tem em caixa 12,366 fr.
JLJm terco das oulras nao pe
e tifia as milis pobres tem
fr. Juin-i distas Sociedad
Hieren, e nao tem mais q<
MISCELNEA.
Sociedades Beneficencia de Variz.
HA' 257, a PhiWnlropca a nica que soccorre a
povoacao em geral : oi fundada por Luiz XVI, e
desde o se0 estabeleciment tem gasto 3,500,717 fr.
.>m actos de beneficencia. As oulras 256 tem por ob-
lo socorrer mutuamente os seus membros.
A roa i- nliga existe desde 1694, e eompoem-se dp
>dos oficios: conta actualmente 170 mem-
10, nh- .ifrias se lo 12 : e
Oesia-epoca t 18H cskdUle*ro*ae 43, e dWe anuo
^* at "de l:il se tem instituidt 191. Urna tas So-
/ cifdadescompocm-se de 110 ftravadores, epfesue um
.fundo de 17,6.17 f. Oulra tem por objectfcas arles
steriores, e eomooem.-p'e 111 cmzeLidpres ejpip um
Um terco das oulras nao possue mais de 7 a 8,000 Ir.,
tem de reserva de 800 a 1,000
des compoem-se de 48 mu-
que 600 fr. de fundo. As
menos'pobres do um franco por mee, e as outras s
75 cutimos : com to diminutos recursos mesmo as-
sim sao bem tratadas as enfermas desta Soeiedade.
(Do Lueeiro, extralvdo da f'erdade.)
CORRESPON DENCI AS.
Snr, Hedactor.
CArtas particulares d'Agoa-preta afirmao, que com
a noticia da volla de D. Pedro os Cabanos haviao
cobrado animo, se nio augmentado o mn partido. 5e
de laess-umores s<' vallem osnossos inimigos para eeva-
rem a pertinacia da canalha infame, e miseravel, que
nos faz a guerra, com quanto maior gana nao W P^
veitaro ulles da falsa noticia, que refere a Bussola .
48, em um de seus artigos ? Comeca a espalhar-se o
KJato (diz o Redactor) de que Tropas do Duque de
Ikaganca, transportadas em navios Inglezes tem
m desembarcado uesta Capital a titulo de marujos; c
que os dias passados em urna briga que houve na
' Praca do Corpo Santo de repente se juntarao mais
de 600 dotes marinbeiros, ou homens desta sol te
vestidos 5 numero cerinmedte muilo consideravel, e
que grandes sikspeitas tem cauzadsaos Patriotas...
......Ora se estas suspeilas, que tem toda proba-
> bilidade &c. &c. &c
Tomara, (pie o Redactor da Bussola me dissesse:
onde, quando, e por quem se espalhou aquelle boa-
tO? Quem presenciou a reuniao tic 600 marujos ?.
Quaes os Patriotas, a quem esla reuniao efmera cau-
zou suspeilas ? E em qup finalmente consiste a probabi-
Udade ? A f de Chrislo juro, que antes de appare-,
eer a Bussola nao ouvi fallar em marujos desembarca-
dos, ou reunidos ; nem pes^oa alguma das muitas com
quem tenho conversado s-rbiao de tal. Quanto as sus-
peilas nao me consto, que nouvessem nem mesmo de-
pois de sahir do prejo a Bussola N. 48; por que ne-
nhum dos dos Patriotas com quem fallei acrediten a
sunhada reuniao. Bo Sn o Redactor da BussoU
ouvjo o boato antes de noticial-o : s elle vio oaointa-
mento de 600 homens na Praca do Corpo Santo, ( de
su por que nem todos os marujos desembarcados, na
mente do Redactor da Bussola, se junfassom de repen-
te) quando todos nos sabemos, que para acordar o Po-
vo, chama-lo as armas, e causar estrondo nSo preci-
sa'va queja reuniao excedesse de 40, ou 50 dos maru-
jos, sonhadus. S o R. da B. lem a vantagem de
conversar com os Patriotas para saber das suas suspei-
las; e s elle finalmente neha probabilidade no que ape-
' as possivel, mas que nenhuma aparencia tem da
realidade.
A que fin elem|roii oR. da B de um embuste lo
miarravel, como pejudi^ial? Seria por ventura para
despertar o Pov0 ,. ao Governe recomendar preeau-
cos sebre o Port-i? '% T> P mana
la L* le. nSo j;' nsenl ayoltoa/com
a calumnia, c sjm fie quem, com o faxo da ver.l.ide,
Ihe a i aminho da honra na defexa da Patria ;
e o Govcruo nao pode dar pezo a um avizo bizcado
em laicidades. Se e.u nao conhecesse o R. da R. di-
zii, que elle era um man bozo C.tanuu'-, por que a
t
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kK)
i
I

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seu inconsiderado artigo'parece d&moldc para endher
de esperanca aos cabanose restauradores j.,tnpidos, e
para anarquizar o Povo, a quem i acule como justas as
rquisicoes d Novembro &c., lia o Restaurador astuto, que alentar o eu partido
com noticias (alcas, e dividir noscom ideias de ser jus
.to, o que contra a Lei ?
A que fim pergunto mais,.o R. daB. faz urna accu-.
zaco injuriosa aos Negociantes Inglezes desta PrscA r(
cidocosignatarios da miior-parte dos navios Inflles,
que enlro em nosso Porto, devem saber, dos marljM
vindos deencommenda ; o que se assim losse, e tiles
nos occullassem nada menos serio, que traidores, e
prfidos. Eque al dice o R. da B. ? Acazo os In-
gleses eslo a nosso respoito na mesma razo em que se
achavopara comosBuenos-ayrenses, quando a oecul-
tas entrodusiro entre estes grande numero dos seus?
E o negocios de D. Pe'dro ser o dos Inglezes, para
que estes contra um Povo amigo, manegem tanta astu-
cia, e maldade ? Ninguem o dira com reflexao.
J infado, Snr. Redactor, e por isso deixo a quem
ihabil for a completa analise do inconsiderado artigo,
que sensuro, esperando, que o R. da B. s a mais pru-
dente nos seus escriptos, a fim de que nao nos cause o
mal indirecto, e bem contrario a seus nttbnes sentimen-
tos. Sou &c, o y
-i
T^C
Mrik
cas de Rid-Grande d*N hoje (22) e paite amaiAa ao meio dia.
'V3* A SunWa 'Pencamento Feliz de que Mes-
tre M.wel do jjacramento sai para o Aracati no dia
(27) do correle.
'^3>* A Sumaca f'strela recebe a malla para o So-:
brul amanlia < i ; '^10 horas da manh.
^3 f\ Brigtn u Nacional Voador de que
Commandante Antonio Joaquim de Oliveira sai para o
Rio do Janeiro no dia (28) do crtente.
Jllm. Sen. Ai rematante da illummaco da Cidade.
SAo mais de 11 e bum qnarto horas da notrtc, c
ainda esta ra do Collegio, pateo do mesmo, as
ras da Cadeia, e Crespo, Quemado, Praca da Uni-
o, ra do Cabug.- &c. &c. nao tem acesos os 'animo-
es': esta falla be lano mais reprehensivel fluanto' j
nao a priraeira vez, que V. S. a eommette, poisque
onlem hero quasi 11 e meia horas, e todas estas ras
jasio na eseurido. He pois preciso, que V. S., te-
lilla mais cuidado em desempenhar as obiigacoes que
contrado, como Arrematante da illuminaco, do que
no formozeamenlo da orta e ardim de seu sitie no
Monteiro, quando nao, quando nao. .-
1 O Fallador.
Sociedade Federal.
SIvssa extraordinaria Sabbado 24 do correle asj9
horas da manbo. Nao tendo sido possivel as <5-
ms>o(-s nomiadas para fascrem assignar a Representa-
cao, que a Sociedade envia a Asiemhlea, e j cosre
impressa, cnconlnr todos os Snrs. Socios, pelas mu-
dancas de domicilios, e oulros enconvenicntes; ad-
verte-se aos ditos Snrs., que ainda nao assignaro, e
que, sem receio de com promet men tos o qiieiro fazer,
dirijo-se a Salla das SessSes no indicado dia, onde pe-
la ultima vez estar para esse fim, pois que no dia 26
Ibade ir.no prximo Paquete. f
AXU1NCI0S.
VAi sabir luz um Cdnipendior de Chronologra,
composlo pelo mmorfal Pudre Mesire Miguel Joa-
quim de Almeida e Castro. O nome daquelt* Mrtir
da Patria, bem conhecido em lodo o Bra/.il, nos dis-
pensa de fazer o merecido elogio a su a obra. Quem
quizer assignar, para ola inlcnssanli^iiua impressao,
dirija-ee a Praca da Unio, loja de livros n." 37, e
A a ura e

titttvw-. v*^
300 Do Corrcio
OCorrcio Terrestre da Puabiba que. condal as
cor respo n de nelr< da Villa de Croianna, e Proviu-
^
UMa armaeo de venda por preco commodo : ne
beco do Dique D. 9.
^^ Melade da casa de sobrado de 3 andares esoT
lo, cbos proprios, na ra do Amorim n. 132, urna
porcao de Ierra .ne atterro do Afbgado da parte da
mar pequea, urna canoa deconduzir agoa, e um se-
lim inglez com manta, e eafbecadas em bom uzo : na
ra JNova D. 21.
*" fc^* Pao de linbo do Porto entestado e fino, bo-
laxa de Lisbea nmito nova, marmelado em caixas, pi-
rlas da familia, sag 1.a sorte, dito 2." sorte, cera de
Lisboa em velas sortidas, e bogias, tapioca, archote
do Porto, barbante de Italia, bixas de boa qualidade,
cha hisson, cale, vinbo do Porlo engarrafado, um sor-
limeulo de figuras de barro proprias para presepios,
um sortimento de tamancos para hornero, Jwnhora, e
menino*, paios, chouricos, e mais gneros por prec
commodo : na ra do Vigarion. 14, airmatero do "Ma-
C.i).l(ll). i
$^ Moendas de ferro para Engenho, horlzontaai
e verlicaes, agulhes, e carretos, taxas de ferro coa-
do, e batido : na casa de Brade Schkind &Ck)mp.,
Prjca do Commercio n. 3. >
^^* ma casa de taipa i*o paleo da Igrcja delS.
S. da Boa-Yiagem, por pre<;o muito commodo : ua ra
das Agoas verdes, na loja do sobrado 6.
^T- Mr. Tubino &Companhia no armazem de-
fronte da casa da Opera tero para tender vinbo milito
bom pelo preco de 640 reiu a caada, e em garrafa a
90 res, azeite doce de superior qualidade a 2 caada, hospedagem a dez tostoens por dia no Olel
Tbealrc, conslando de bom almoco as 9 horas, e jan-
tar as irez com boa meza e varios pratos difFerenicA
&c. v&c. ; cama s pra dormir por 320 pagos a en-
trada bilhar parllcular (querendo a pprta feixada)
boa serveja, e outras bebidas excelentes, orelheiras do
Itijoada asQuinlas feiras, caruni da Bahia s Sextas,
mo de vaca, e os famigerados Rabilos aos Domingos
com a mesma pompa, e aceio do dia da abertura do
Ollel Theatre.
*$^- Urna venda com .poucos fundos, na ra do
Mondego D. 27: na mesma.
^^" Um escravo pardo pura fora da Provincia :
fallar com o Meirinho (ieral Manoel Ignacio pialho.
^J* Urna venda com ipoucos fundos, mesmo a
cbam han, nao sendo voador : na ra do Cotoveflo O.
25 #
^? Urna escrava do gento Cahinda, para Tora da
Provincia : na ra Nova D. 15.
^r^** Uma porco de madeira, de varias qualida-
des : na venda da ra Nova D. 36, junto a ponte.
ftg? Manobras de Infantaria, para os Batalhe$ de
i ..'.' tia do Dia
rio. J ,
%rjfj- | ,, lula de 25 annos, que sabe cu-
7!-b,irV) Dia^ casa, e bu* lavadeira : .a n
,|y blortniii djriito). 8. ,
r1
X

mu mm -



um
4icfavta&
ESciuvos prctos tic ambos os sexos di representen!
ter de 12 a 20 annos de idade : n* ra da Cruz
n. 22.
^?* Conlinuo-se a comprar escravos de ambos os
sexos de 10 18 annos de idade f no "arco da Concei-
co da ponte1, loja de Ourivcs.
%%fc **%^%V/%*
A
EucA-se ama casa na ra do Nixo do Livramen-
lo : na ra das Agoas verdes 4.
' f&crfeag '
iUem achou urna bengalla colarla de tartaruga
Jfcom casto, e ponleira de prata, desde;' Papado-
ra das Tropas al o Correio, laca o favor anunciar
sua morada, ou dirigir-se a Roa-vista ra vclha casa
de 3 portas verdes, e em Sanio Antonio ra da Praia
sobrado de un andar D. 15.
$feff80 ftarncuinr:
PRm:iz.\-se de um om-prador para comprar o dia-
rio de urna casa particular; preferes unta mu-
iher idoza, um moleqne cativo, ou menino forro que
tipeja as circunstancias prestando fan tu : anuncie.
W- Perciza-se de 200$ res a juros de dois por
eento ao mez, com boa firma : anuncie.
*ir^ O Padre Jo.-.quim Antonio Goncalves Lessn,
actual Escrivo do Lotera concedida ao Seminario E-
piseopal de Olinda, aviza aorespeitavel publico, que
no dia 2G do correte mez de Agosto das 0 horas da
nianh at as 2 da tardo se comeeo a pagar em caza
do Thezoureiro Manocl Cactano da Silva em a ra das
Cruzes os premios da 2. parte da 8.a Lotera, cujas
rodas acabaro de correr em o dia 10 do correle, c
no mesme dia se comecao a vender os bilbetcs da 1."
parte da 9.a Lotera, cuja plano vat abaixo transcrip-
to, em a loja de fazendas na roa do Crespo N. 7; em
a botica de Joo Moroira, e loja do Man.leira no lar-
go da Matriz do Sacramento, e em a loja de Joo Ma-
ra Sevc no Recife.
PLANO.
Da primeira parta da 9." Lotera concedida por S.
M. I. beneficio do Seminalw Episcopal de
linda, aprobado pelo Exm. Presidenta.
Auno do 1833.
5000 bilheles........6&400........
uotivo se nSo por nao querer ser t^sfemunba jracas, que proraovem ao infeliz Poto Pernambuct
neia duzia de bonicos ridiculas, intitulados Paca

ni
32:000^000
C: A 00 >->v
3:200-^)000
1:500.5000
2...........600$000........ 1:2OO$(>00
3...........400$000........ 1:200$000
5...........200^000........ 1:000#)000
10----->......100$00O........ 1:000^)000
20........... .ri0$000........ 1:000$000
25............ 40^000........ 1:()().') 7)000
40........... 25$000........ 1:000$000
to........... 20#000........ 1:200$000
1500........... 8$000........ 12:000#000
2-1 l e ult. br. 150&000........ 300)000

'"- ... ..... 32:0"
Ufa heos. V

Quem quizer dar 100,

, ou 150$ rea juros
de 2 por eento ao mez sobre hipoteca em urna cscrava,
por espaco de 6, ou 9mezes : anuncie.
^3* Precisa-se de 200$ reis a juros de 2 por ren-
to ao mez dando-sc penhores de ouro para seeuranca:
anuncie.
^3" A Seubora D. Mara Roza d'AssumpcSo,
queira anunciar a sua morada para se Ihe entregar li-
ma carta viuda de Lisboa, ou procural-a na ra da
Cruj! do Recife n. 22.
O abaixo assignado responde a pergunla do
Snf. Abilbudo insera no Diario de Pernambneo, 3N "
17, asseverando que eni qual quer parte do Brasil
para onde se retire, alisuslenfur o sen juramento, q'
Pez. publico por esse hiesmo Difiri de 16 do com nlr,
e efue se se retirar deela Paovincia, nao be por oulro
motivo se nao nor nao auercr ser tosfemunha thxs des-
alo,
._j da
Patria, que no sangue innocente de mus proprios Pa-
tricios, parentes, e amigos, pcrlcndcm regalarse, a
troco, ou vendidos ao ouro, paio, e prezunto da ca-
nalba cktttnbista, o com a nojenta e vil intriga que
maneijao derramarem ( s> nao nos valer a niSo da Pro-
videnciado lemivcl golpe da Anarqua, pura enlo,
sermos presas dos loubos restauradores, que nos esprei-
tfio ; por uso que no caso de relirar-se paraoutra qual
quer Provincia do Imperio, ser quando no todo nSo
existir um so liberal; mas no enlaulo que o abaixo as-
signado anda distingue dos aduladores, homens de
firme carcter, e a Toda a prova Verdaeiros Patriota*;
a elles se reunir com suas debis (breas (pela sua avo-
cada idade) defender a Liberdade da nossa cara Pa-
tria, e o Governo Constitucional do sempre memra-
vel Dia 7 de Abril. Tem respondido a pergunta do
Sur. Abilbudo
Ntuio (iurdas Alcanforado.
^?" Francisco Antonio de Olive::,, Negociante
desfa Cidadc, tem conlraclado com os herdeiros do fi-
nado Pedro de Mello Braine a compra e vcfida do edi-
ficio xamadn Alfandtga velhe no Bairro do RecilV com
as suas pertencas; v deejando evitar qualquer qucslo,
que a esse respeilo se possa suscitar, faz por seu basta-
te Procurador Angelo Francisco Cameiro o presente
anuncio, a fin de saber por este meio, se alguem b,
que ten ha justo motivo pora reclamar contra esse con-
tracto declarando qual Pile sej {cando qucm tul mo-
tivo t ver na inteligencia de que o seu silencio a esse
respeito servir d iaufcstaco' do seu c.onscntimenlo
no nvsnx) contracto.
V7^ Precisa se urna ama cativa com muilo boro* hi-
te : na ra do Rozarlo eslreita no 1.* andar do sobra-
do defronte do Escrivo Pinto.
j^ Antonio Joze Gomes Marques, retira-se desla
Provincia.
ANtojA), molalo, 26 anuos, claro, cabello anda-
do, barbado grandes suea>. algum tanto fanboso,
fina-,
alto, e seco, |m;'us Boas, niestre
er, escrever (contar, e curioso para pinturas, muito
ven-isla, e parlenlo ; fgido em Dezembro prximo
passado da Freguezia de Jinijuea, coni calsa dec^opa,
laqueta de chita, e xapeo de pulliu : o Sarg"nto-mor
.!' !s Joze da Cmara.Pimeutul, no atierro da Boa-vii-
ta 1). 5, cu no Engenbo Gaipi da mesma Freguczia.
A.
O Diario N.' 171' << 1. 1, lin. 5cm lugar de
a crer-leia-sehax'er.
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