Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02123


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Full Text
anvo of. nret. ;S rtTJri'iuu i;z;.

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Suhs do Diario. |>:ite<> da Matriz de S. Antonio sobrado da porta hrfa
Onde se recaben! correspondencia-, e .mnncios; este insirein-s
gratis son1! dorproprioi assi^nante.--. -rnente e viudo assijru'dos.
Tndo Bgon depende de nos meamos, da nossa prudencia, m.
deraeo, enerjfia: continuemos como principiamos e serein
apuntados com admiraciio entre as Ni<;oes mais cultas.
I'fclam mi da A tiemblen (eral to Hrnzil.
31mpj:ej5j3o em pernamtwca por 3o?e actoririo De &brcu.
i*vse*-f<=!*acsi
DAS da semana.
?tt %********.%*************'**> %Mtm****
6."->. ftomo-S. da Thcz. P. de m., e And. doJ.
de Orfos dct. Pr. as 11 h.e 18 m. (Ja m.
Snb.d"- '. Lourenco. Pr. ios 6 m. da Urde.
Domingo-\ TibiadoPr. aos 54 m. da t.
CMARA MUNICIPAL.
Scssq extraordinaria do dia 4 de J\dho de 1833.
Presidencia do Shr. Lene. ero.
COmpareceao os Snrs. Doutor Peregrino Maciel,
Oltvcira, Doutor Mavignier, Estoves, e Camello,
faltando com cauza os Snrs. Mello Cavalcanti, e Silva,
lomando o Sur. Gusmo o lugar dp Sur. Paula.
4berta a Sessao c lida a acta da antecedente foi san-
cionada por estar conformo.
O Secretario fez a leilura do expediente : hnm pffi-
eio do Snr. Silva, partecipando nio poder compare-
cer na sessao de hoje: inteirada.
O Snr. Prenidente fez a seguinte proposta-Tendo
passado para o Exm. Presidente desta Provincia, aad-
ininistraco das obras publicas, e outros objectos qup
esliverao debaixo da administraco desla Cmara, cu-
ja administraco deve ter principio boje, requeiroque
sem demora se mande publicar pa imprensa com to-
da a declaracp, e especificaco, nao s a receita e des-
beza das quotas recebidas do Tbezouro, mas tambem
dos rendimentos pertencentes a mesma Cmara de to-
do o lempo que constou nao se ter feito esta Publica-
cao pela imprensa como determina o artigo 46 da Lei
do 1.? de Outubrode 1828. Recifc 1. de Julho de
1833O Presidente LudgroApprovada mais que
se publicassem as contas depois de tomadas ao Procu-
rador, e lindo o actual auno finaneciro da Cmara.
O Scnbor CamelloProponho que tendo esta C-
mara oflieiado ao Exm. Presidetite da Provincia de-
elarando-lhe que do 1. d correte Julbo por dianle
pao se enearregava mais da administracio das obras
publicas as quaes estavo a seu cuidado eno tendo al
agora recebido resposta difiniliva do mesmo Exm. Si*,
esta Cmara torne a officiar a aquella authoridade exi-
j;indo-lhe a resposta sobre semelhante objeclo. Reci-
fe em Veriaco de 4 de Julho de 1833(JYeriador
CamellorApprovada talqual.
O Snr. GusmoTendo ficado a eargo das dcs-
pezas desta Cmara os comerlos das Calcadas que otilr'
ora compela aos propietarios tem havido hum descui-
do tal (pode ser qe pelos mu i tos afazeres da mesma
Cmara) que ha ras que se vo pondo intransitaveis
pelos desmanchos das meslas calcadas. Rcqueiro que*
se mande examinar al para que se d as devidas or-
dens aos respectivos fiscaes a fin de quanto anlres tra-
ta re m deate bem publico evilando-se nssim maior des-
peza para o futuro. Cmara em 4 de Julho de 1833
Gusmo^rAfidiado at que se veja o estado de receita
da CirniarTlepois de tomadas is contas ao Procura-
O Senhor CamelloRequciro que os Fiscacs da* 3
Freguezias desta Cidade e dos A (Togados apresentem
na seguinte sessao, e por escripto as rizoes, que Ihes
obslo para darem exacta e restricta execuco as Postu-
ras desta Cmara Municipal na parte em que lhes ca-.
be fiscalisar que se cumpro. Reeife em Veriaco de
4 de Julho de 1833O Venador CamelloApprova
da tal qual.
A vista da queixa que na sesmo de hontem fez por
escripia o Fiscal da Boa-vista, do Porteiro Francisco
Antonio de Carvalho, informaco deste, resolveo a
Cmara, que dito Fiscal observasse as Postura:, sem.
nenhuma eontemplaco, ficando o Porteiro na intelli-
gencia de que devia oontinnar a fazer as corridas com
o referido Fiscal on outro qualqtier, quando houver
preeiso.
A requcrimcnlo do Senhor Presidente, resolveo a
Cmara, que as medidas de lquidos esolidas rinda
da Corte do Imperio, e das quaes, em toda a Provin-
cia se deve tizar como dispoem o Decreto }'. 7 de A-
gostq de 1832, fiquem guardadas em lugar seguro pa-
ra servirem de pndro, fazendn se outro por ellas pa-
ra se enlregarem a quem houver de arrematar o enn*
tractq das Afericoes dos pezos e medidas do Munici-
pio.
Passou-se mandado para pagar-se a Antonio Joa-s
quim Machado a quantia de 324.)185 rs. de sera co-
piada para as funceoes de Igreja, determinada pop
Lei as occasioes das Eleicoes.
Passou-se mandado para gegar-se ao arrematante da
lluminaco desta Cidade a quantia de 80T$360 reis
em que imporlou a mesma no mez de Junho findo.
Pas*ou-*s mandado para pagarse ao actual Carcerei-
ro a quantia de 75920 reis de agoa, e azeite pra os
prezos da Cadeia nos mezes de Abril e Maio.
Despacharo-se algunsrequerimeaitos. Joze Tara-
res Gomes da Fonceea Secretario a escreveq.Ludg-
ro, P-Doutor Peregrino MacielOliveiraDoutor
MrvignierCamelloGusmo.
RO GRANDE DO NORTE.
PEi.o Correio chegado hontem, consta-nos que o
Exm. Presidente Basilio Quaresma Torreao foi
recebido com muitos vivas, e cortejos que durarlo
at o dia da sua posse, que foi a 31 de Julho, depois
da qual fez o mesmo a seguinte
PROCLAMACA.
Rio-(irandenes to Noite.
A Regencia Imperial conferindo-tne 0 Leme do Go-
verno desta Provincia exigi de mim hum sacri-
ficio bem superior s minhas forcas. Mas o lisongei-
ro acolhimento, e demonstraces d'amisade com qup
me haveis recebido na vossa Cipital, he hum presti-
gio de que os meos bous desejos supriro a lactina dez-
meos conhecimentos, na difcil trela de governar Po-*
vos, e em to melindrosa trise. Ajudado pois de
prudentes consclhos danuellcs depfre VQS que pela ex-
^


< mi \> y
o sobre os n-
teresses de seu Paiz Natal, cu espero prehetuhvv as
vistas do Govcrno supremo, que vos mandou, nao
lium estrangero, ou indiferente, mas hum homem
que na rossa Provincia, a que sempre olhou com as-
saz desinieresse, leve espoza, e filhos. Eia, confia!
n. minha boa f, e nos meas bous de/ojos : sede pac-
ficos, laboriosos, amantes da riossa Sania Constituirn,
tille nosassegura a Libordade, respeilal o Imperio das
Leis, e as Aulhoridades constituidas, em quanto o
vosso novo Presidente vos promete a mus sincera a-
mizade : afkpinUtrandn-vos justiea imparciaj, e.pro-
morendo, quanto llie i'or possivcl a elieidade, e aug-
nienlo do vosso solo.
\ iva a Rcgo de nosSOS Pais, Viva a Constituirn
lrasileira, \ iva o eSnlior D. Pedro Soguudo, Viva a
Regencia do Imperio, Louvor e Gloria Assemblea
Legislativa. A Provincia do Rio Grande do Norte,
nrosperidafle prosperidade !
Ciiiadu do frutal 31 de Julho de 1833.
Bazilio Quaresnia Torrcao.
CORRESPON DENCIA.
Snr. Redactor.
\ Correspondencia doJustoque vem no seu
Diario N, 105 relativamente a conducta do Fxm.
Seuhnr Manoel Zelerino, para com o Presidente do
Rio Grande ilo Norte, oExra. Bazilio Qua resma Tor-
rean me suseilou a ideia de faxer mais alguns aditamen-
tos ao mesmo objecto ; tanto mais porque me parece,
que circunstancias, mais nolaveis, e que mais deverao
lerir a attenco do homem imparcial deixavao de ser
mencionadas. Com isto ostou bem certo, que nao r-
sarei o Publico, nem escandalisarci S. Exe. : aquello
gosta de saber das verdades, e este nunca offender-se
di'vo d.i publicidade de seos actos, urna vez que os
julga aceitados : entretanto que a mim resulta o pra-
zer do gozo de um direito, que me garanten! as leis
do nosso Pan, o de exprimir meu juizo a cerca da c5-
(Luota dos Empreados Pblicos. Todo o mundo sa-
be quanto l'oi retardada a sabida do Paquete Feliz pa-
ra o Norte, anda mesmo depois do da marcado pelo
Governo, aeontecendo pois isio, quetrrz vezes fosse
transferida \ S. Exe. pois em nenbumi destas ja mais
se dignou mandar fazer partecipante de su a nova reso-
luco ro Presidente do Rio Grande, dando lije assim
o cncominodo de por irez vezes se dirigir de balde em
companhia do seus Amigos a bordo do Paquete. A-
indn nu'e para um semelbante acto nao e tivesse por
lei ubi-igado, como bem sabemos, S. F\c. o deveria
fazer, se avosso nao quisesse parecer aos principios de
livilidade, que sua rligntdade nao w$ nao dispensa,
mas anda exige, principalmente atienta a qualidade
da pessoa em questo, que de infet io idade s tem o
ter Presidente de urna Provincia menor, se isto se
.pode chamar inferior idade. Nao tratando dos liros
de Arlilberia d.i Fortaleza, que, poslo que nao sejao
mareadas na Tabella sao decnslumC as entradas, e
sabidas de semelbantes Aulhoridades, porque em fin
S. Exe. com seu espirito de economa, pan par quiz ao
Estado estas tantas libras de plvora, fallare! da Por-
tara, ordenando ao Commandanf* do Paquete que
conduzisse a sua rot nnissao o Presidente do Rio Gra-
dc, e sua Familia, na qual ordenara ao mesmo Com-
maiulante que fizesse aquello desembarque com a maior
brevidade-, ou para mar dos mesmo* termos da Porla-
ria, sobr as vallas. Que me'cUr a sto, meu caro
Senhor Redactor ? Um desembarque sobro as vellos
lias cosas do Rio Grande, onde os matos nao sao mui
nansas Que dir a isto o Redactor do Diario da Ad-
1n1ui3lrar.no ? Seria ftubcm por culpa Jo Command-
TT
te da Braca? Este Snr. Reduelo:*, quem nao oconhe-
cer dixia que ells lie algum oficial, as ordens de Sua
Fac, f que he dissera qual a resposta que deveria
dar; pono eu nao direi semelbante couza. Vamos
ao i 1/o S. Exe. na Portara lallava nastipposicodu
President !> Rio Grande conduxir sua Familia, de-,
veria lambem supor, que levasse alguna trastes, e mo-
vis indispensa veis para sua residencia no lempo do
sua Commisso, e como assim, que ulguma demora e-
ri precisa, or leu ir um desembarque tao acelerado, o
sobre a vellos ? Seria s o xelp ooioteresse Pul)lico,
a brevidido do Paquete, e Sur. Bfdiioel Zeferino? Nao oereio, que um (lia s,
que n iquillo poda demorar-se o Paquete, nenbuma
dil'ercnoa (aria : e tantos que aqui esleve ? Com ettei-
to S. Exe. nao leve razan de assim obrar ; e aposto
eu que um degradado que fosse remetido a seu desti-
no nao teria recomendarlo para um desembarque de
tal nalurez.a Miso Presidente de Pernambuco assim
o fez com o do Rio (fiando do Norte. Estas coizas
quando por motivos particulares partera de urna Au-
tnoridade, cuja conducta Ibana exemplo deve dar de
imparcialidade, nolaveis se fn/.em ; camin Snr. Re-
dactor que o obsequio llie pessoda impressan desta dis-
perto o desojo de urna rasoavcl censura. Son Similor
Redactor seu assirnanle o
Justiceiro.
Sociedade Fedeiul.
Essao extraordinaria Sabbido 10 doeorrente as )
s
horas da manb: roga-se aos Snrs. Socios existen-
tes nesla Praca hajao de comparecer por isso que tem
de serlida, e assignada a representacin, que. Socie-
dade dirige : Assetnblea Legislativa sobre as medidas,
que compre tomar contra os infames restauradores, e
a volla desse Principe per uro, e ingrato, que fez a
desgraca do Brasil.
ANUNCIOS.
4Ma.nhX snhlr o Carapucciro N. 55 contendo 2
artigo* interesaantcs, sendo o 2., um Sonho em
que ap)arece o laleseido Padre Mcstre Caneca prole-
tizando a lerrvel cntastropbe, de que estamos amea-
cados, se unidos nao oppozermos barreira a voltn do
ex-Impcrador.
^jTW Brigue Ventura Feliz de que he Capilao Riear-
\Jf do Xavier da Cunba sai para Lisboa no dia 15 do
crrente-
<&* A E,cuna America rec be a malla para o
Rio de Janeiro boje ('.)) as 5 horas da tarde.
*^" O Cbrrcio Teireslre da Parahba recebe a
malla boje (9) ao meio dia.
* ..
I
Para Santos.
O Brigue Eieoi.a Cunceicao ancorado confronte ao
Forte do Uallos esta' breve a faxer a sua vagtm,
por ler parle da earjja abordo : quem no mesmoquiser
carregar ou hir de passagem dirija-se a (aliar no ar-
uisem de J ze Luis Goncalvcj unto ao arco da Cuu-
ceico do llecife.
acrjtiM^-
tTTM cavallo azeilao muito novo, mui passeiro, ul-
BUgum tanto carregador, muito gordo,xebom para
se ensillar, por prejo de 80-)5 res: na nfirfc logo
da Rolla aonde morn o Juiz di' !>.:/. da Freguczia <\r
i
U
mm


(*Hy
S. Pedro Mrtir, ou na ra do Aljubc casa do rao Ju-
ta de Paz.
^3 Polaca da Russia de qiuUdeauto superior
chegada ltimamente de Hamburgo, por preco niuio
eomraodo : no Escriptorw de N. O. Bicber & Corflfp.,
ra da Cruz n. 63.
$r3* Bombas de. ferro de patente, e ordinarias^ e
ferro dti Sueeia a 7> reis o luintal: na run \ovaD.
13 e 14.
3&" Urna mulata de 14 nonos, entona* de costura,
c engoma : na ra das Trincheiras D. 21, 2. andar.
*i&* Bizas muilo boas: na ra do Queimado con-
fronte o beco da Congregaeo venda i). 16.
>^h Lu/. Pdiiiini ilatiano & Companbia vai abrir
un armazem na esquina defronle da rasa da Opera no
dia 10 de Agosto, para notlc vender por grosso e mui-
do os gneros seguinlcs : vinho por caada a 640, por
garrafa 90, agoardentc de Aniz primeira sorte caada
J)600, cm garrafa 220, azeite doce muilo superior
primeira sorle caada 2<080, em garrafa 280, agur-
dente do Reino superior em grao e qualidade cunada
1-5)600, cm garrafa 220. Mr. Pauliui adverle aos
Snrs. compradores (pie posto aiguns desles gneros se-
o guaes em preeo aos existentes no P.m, eom ludo a
superior-qualidade dos que pem a venda no seu ar-
mazem, do una prova assaz demonstravel por seren
novamente cliegulos de Hespanba; sendo o azeite
muilo novo e superior; espera por tanto que os seus
amigos Nacionaes e Eslan ge i ros eoncorro ao sobre*
dito armazem onde serio bein servidos lano em medi-
das como em preco, e qualidade.
^S~ Urna legra da Costa, 20 anuos, lava, tan-
to de brrela como de sabao, coze chao, e vende :
ilefronle do Hospi a! do Para izo, naloia do sobrado
D. 8.
$3*" Um negro de naci de 30 annos, proprio pa-
ra o servico de campo, ou oulro qualquer servieo, e
leo principio de pedreiro : ua ra da Senzala velba
n. 49.
C^* 5 vacas muilo boas: na ra Direita I). 14.
^.r^* Urna venda com poneos fundos, e padaria na
mesma : na ra do Coto vello lado esquerdo primeira
enda. '
tf^" Una canoa de amarello com 40 palmos de
cumprido: na praia do Collegio fallar com Francis-
co Joaquini da Cosa.
y^ Urna casa Icrra na ra das 5 Ponas chaos fo-
reiroj: no beco da ra Nova casa cor de chumbo con-
fronte o Alemo lorneiro.
SczivOa mossos, carpinas, ou pedreiros, que sejo
U perfeilos offieiaes : na ra da S n/.alla velba de-
jronle da casa queimada, em casa de Leopoldo Joze da
Cosa Araujo.
&3** Urna Sntaxe Dantas, c urna Arte de apren-
der trance* : a ,-,, ,|0 J0,0 da jfcfl, ClSa al!lt(. mo.
rou o Juiz de Paz da Freguesa de S Pedro Mailir
em iinda, ou na ra do aijube casa do dito Juiz de
Paz n. 3.
iv3" [ mn pr> wossa, .;i:r nao leona molestia,
nem virio alaum, 'mj,;,.,,,;^, -ornar Iieoi, eco-r:
no sitio do Viijor Costa no \ mdaga.
^S3* Continua se ,i oanijuvn ,.,, ravoa de and)
sexos, anda mesuw sendo velhacoa, para I
viicia, urna vez que o de 20 minos para me-
nos, eteuhao boas figuras; no arco da Conceico da
Ponte lojade Qurives.
tS3 1 re>Tiinoaos que can-rgu<-m barro, para 300,
ou 4uo lijoo.s de al vena ra pa trafico de Otaria : no
\
E
atierro da Boa-vista em casa de Joo Francisco Santo
de Siqueira.
Uuguet
A Li.i'OA-se o sitio denominado E^pinheiro : na Pra-
/mca da Boarvisa sobrado I). 4.
\r#" Allugij se una casa lerria com muilo bons c-
modos a moderna1, na ra da Florentina : na venda
da gara na do palco do Hospital do, Paraizo, ou na Bo-
tica de Cypriano Luis da Paz, na ra do Collegie.
VT3" Alluga-so o segundo andar e sOlao, na roa
Velba D. 26 : na praia do Collegio, fallar com l'Yan-
cisco Joaquim da Costa.
MVMUtM
Dcria0.
*^Ukm acbou umHque se perdeu cabindo da
^riabolela do aprazivelOllel Tbealreno mesmo
da emque se poz n ditS tablela, queira por caridade
restitui-lo a sen dono, porque esl iasendo grande fal-
ta naquclla Oulugrafiea legenda.
^^T Da porta do viveiro grande da liba dolNo-
gueira, dcsapareceo um oceulo grande de ver ao Ion-
ge i quera o tfver adiado, e o queira restituir dirja-
se ao sobrado de 4 andares na ra do Rozarior por si-
ma da Botica de Bartbolomeo, que ser reeompeneado.
^T^* Quem acbou urna argola de pedras brancas
que foro perdidas da Matriz do S. Antonio at a da
Boa-vista : dirija-se a ra da Praia em casa de Joo
Tbcmaz, ou no Eslaleiro ao p. do urmascm do sal.,
que dar de acijado dois mil reis.
3 ->a ra Velha da Boa-vista al o principio do
atierro ao p da ponte perdeo-se dois pares de botoeus
de, ourbcortados, que servio em camisa de menino,
com o pezo pouco mais ou menos de 6 Oltavas, enbru-
lbados em um lenco branco novo engomado : quem os -
ti ver adiado e quiser restituir, dirija-se a casa de Car-
los Van Nez, segundo sobrado depois da cadeia quem
vai para a casa da Opera, que ser reeompeneado.
fVtthg
FUiiTOL-se no dia 13 do mez p. p. um cabra bran-
ca su ja com nina pequea mancba parda no quar-
lo esquerdo: quem della tiver noticia poder levar a
ra do Caldedciro n.29, que ser reeompeneado.
^T3* Furtou-se um rolo de fumo ja encelado com
falla de 20 libras pouco mai> ou menos : a quem for
oFiTecido, ou liver comprado, e o quiser entregar pa-
gindo-se o queliver dado por elle; dirija-se a ra da
Madre de Deo.-. na venda que yira para a ra do En-
cantamento que ser reeompeneado.
* %*
O
Juiz de Paz da I'reguczia de S. Pedro Mari!r da
Cidode de Olind anuncia ao respeitavel Publico
que uo lia 9 do eorrenle inudou se para a rila do Al-
jube ii. 3, onde dar Audiencia desde s 8 horas da
nimba, at 1 da larde, todos os dias Uti
^^- i'ifa-se um cavallo tzk cachito muslo gordo,
Iiiao esquipador carregador, e pas.si iro, pelo preco de
160>. res: as s pessoas qu quizr-e;n entrar na rifa
dirija-se n casa do Juiz df> Paz da Freguezia de S. Pe-
dro Mair <|t;- reeebert) um bliete rubricado pelo
dito Imi, adrertindo porem ene os bilfictes sao 32 .
;,:-) ron cada wn e quecorrer persorie de dados.
Mluga-se qualro c- tu vos para si yirc.m vm
nm -iiio deodo-aeacadq fsn 3^0 rcw di.iios, si o sfis-



mmmmm
(6
-so ao at-
/
era os tiver, o qiwser allugar ; dirija-si
lu Boa-vista I). 5.
Precsa-se Talar com o Sr. Tenente que foi do
tinao 17 Joo Joze de Maura, c por isso roga-sr
iieira auuneiar :\ sua morada, ou dirigir-se a ra da
ienzalla velha defronte da casa queimada, fallar con
Le la Cosa Ara u jo.
r* Offerece-se um rapaz Brasikiro para eaxeiro
de loja, ou ra, o qual da fiador a sua conducta : an-
nnncie.
Quera annciou querer 60$ rcis com segu-
ra em um escravo : dirija-se a Fora de Portas Ven-
da D. 14.
^r^=* A negocio de nteresse do Sor. Antonio Ester
ves da Costa, deseja se-lhe fallar, e para o que anun-
cie a sua morada.
$^ O abaixo assignado faz Publico para que cons-
te ao brioso e honradissimo Ppvo do Jequi da Praia
e Povoaco de N. S. do Pilaf Provincia, da;, Alagoas,
que chegou nesta Cidade de Parqambueo a 2 do cor-
rele apresentando-se no mesam momento ao Exm.
Presidente o Sr. Manoel Zeterno dos Santos, de quem
foi muito bem recebido, e voltando para Olinda na
mesma conformidade foi amiga vel mente traclado com
muita honra, e politica pelo R. Doulor Vgario Ge-
ral Joze Rebello Ferreira Torres, e que anda se axa
vivo no seio da sua Patria por nao ter recebido aquel-
la morte tao desejada pelo Juiz de Paz da Povoaco de
Coruripe Joze Ferreira Pimenta e Castro de execran-
da memoria para todos os Snrs. Ecclesiasticos deste
lindo Bispado.
O Padre Joaquim E\ijrazio da Cniz.
O mesmo agradece por meio destas lnhas ao Snr.
Juiz de Paz da Villa de S. Miguel Provincia das Ala-
goas, e ao honradissimo Vigario o R.rao Francisco de
Moura relativo o rasgo de grandeza o civilidade com
s que trataro o abaixo assignado, em9 diasque por for-
tuna teve o prazer de ser Usongeado pela Ilustre tno-
cidade aquella Villa, cuja unio, e doce harmona,
polica, e muita tranquiljidade se deve aquelle Juiz de
Paz pela energa com que se desenvolve em reveren-
cia a Le, e ao em prego do seu cargo.
p* O Jui? dalrmandade de Santa Cicilia sobre
maneira admirado com o anuncio feito no Diario N."
168, pelo Reverendo Snr. Cura da S de Olinda nao
pode deixar de lemhrar ao mesmo Reverendo Sur. o
rifo q' dizquem Ihe de o dente vai a caza do Bar-
beiroe que por isso se o Snr. Cura quera ser pago
da meia Capella de Missas mandasse apresentar ao res-
pectivo Thezoureiro a Certido deltas, e se este nao
pagasse havia ento lugar para o seu anuncio, que por
Ora he extemporneo, e fora de proposito. Entretan-
to convem declarar ao Snr. Cura que pode mandar
apresentar a certido e receber o dmheiro das missas
ficando certo, que tendo-se-lhe dado essas mesims
missas para celebrar em virtude de repelidas rogativas
suas, nao se queira agora inculcar de instado, e ro-
gado para esse fim.
%3Jf Precisa-se de um bom cozinheiro : no bote-
quim de Felis Joze de Mello atraz do Corpo Santo n.
G6.
^J* Mara Magdalena Monteiro d'Andrade lorna
ayizar ao Publico, que tein continuado, a encinar Me-
ninos, e Meninas, a ler escrever, contar, e doutrina*
Corislan, c poltica e agora propoem-se a ensinar ma-
is as diversas especies de costuras as *juas sao lavarintos,
bordados, cacuiids, costuras xaus de varias qualidades
e vistidos de Senhora: qualquer Pai de familia que se
qseira utilizar do seo prestimo dirija-se a ra da Ca-
deia, sobrado d'um andar D. 2.
Perciza-se de ^ sobrado, de um s andar |
W
com quintal o ocimba em urna das melhores ras no
Baiqro de S. Antonio pelo alluguel de 10, at 12$
poriwr. quem o tiver dirijas a Tipografa deste Di-
ario
^- Son leslcmunba de um cazo to infame e cri-
minoso que nao posso deixar de Ihe dar a devida pu->
blirjdade: eis o cazo : Francisca Mara da Roza (mo-
Ihar de Antonio Ignacio da Roza moradores na ra
Direila desta Cidade) passou carta de alforria em 1822
a urna estrave parda de nome Auna Mara da Luz len-
do recebido ao passar da cart,a 100) e fu ando a mes-
ma parda obrigada a pagar-lhe 640 reis por semana a-
t completar 200$ reis que era por quanto a forrava.
Ora a parda tem constantemente pago os #40 reis se-
manaesr os quaes j exceden) a 300$ reis, e alcm d'
isto tendo tido dos filhos, para estes serem forros sem
duvidas foi obligada a dar a sua antiga Senhora 25$
por cada um. O criminoso abuzo desta molbcr, nao
Ihe tendo sido disputado induzia a crer que a parda
se tinha obrigado a dar-lhe perpetuamente as tacs da-
as patacas, pois que ja tinha pago por sua alforria pa-
ra mais de 300$ tendo sido o ajuste 200$ U mas
succede agora que q\ierendo-se livrar a parda de to
violenta saitguissug pedio urna nova carta, ou docu-
mento em como tinha comprado a sua liberdade, ao
que se negon a anliga Senhora que sendo chamada ao
Juiz de Paz compareceo, e boje move um libello con-
tra a pobre parda, que Ihe pagou constantemente as 2
patacas por semana desde 11 de Agosto de 1822 al
Fevoreiro deste anno !. .. O marido desta barbara
mulher chegou agora de Lisboa na Galera Santa Bita,
e cusa a crer que este bomem (que talvez leve assoiles
da boa Senhora) seja indiferente aos desatinos da mo-
lher .'Ora aqu tem o queso chama vclhacada: como
he que se move um libello de tal natureza ? Nao ser
com vistas criminosas altendcndo arta que passou
Ninguem o duvidar j mais. Em fim seja que for,
o certo beque ludo isto parece striebar-se na impuni-
dade e da m disposico das nossas Leis.
O Velho A signante.
$C^* Quem tiver para allugar um negro para o
srrvico de caza drija-sea ra Nova loja D. 3. defro-
de do oito da Matriz.
.%% iti%tit
d^cat-os fuegos.
W Um, naco da Costa, alia, corpo proporcionado,
bem
hi-
pes pequeos, e nao p-sa nem em razao de um
so apostemado, cara pequea, e lalhada, e nao falla
explicado ; fgida no da l.do coi rente, com um ta-
boleiro, urna bandeja onde venda flores, e verduras,
vestido encarnado, saia de lila, com barra de velboti-
na prcta, e pao tambem preto : ra do Vigario n.
9, ra do Crespo loja D. 12, ou em Santa Anua no
primeiro sitio ao p da. venda grande.
1 NOTICIAS MARTIMAS.
Navios entrados no dia 8.
PARA i ,32 dias j E. 2 Amigos, M. Agostillo dos,
Santos : varios gneros : o mesmo Mestre. Pas-;
sagero [.
RIOGRANDEDOSUti 25 dias; B. Emana*
vcl Maciel, Cap. Manoel dos Santos Magano : carne,
e couros : o mesmo Cap.
NEW-YORK 5 57 dias; B. Amr. Brutus, Cap.
J. M. Kofus : farinho : Ferreira & Manifield.
LISBOA j 52 dias ; B. S. Joze Grande, Cap. An-
tonio Carlos Francisco da Srlva : varios gneros.
*jfj>*. v, 'jVp. i)Q Di^h{o. !.*&$.
I


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