Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02122


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Full Text
ANNO DE \H33.
QUINTA FittftA 8 DE AGOSTO. NUMERO 171
* .,.....%.*' -~.~.v,. .M,^*^"" ^,v% ..- ... v.* .
muio &t *iiiijiwco<
Snbscrcye mciiHtmrnto a 640 i, artiantadnv, m Tipojrralia
Vi Diario, pateo da Matriz de S. Antonio sobrado d porta Jarga
onde mj r"wMia nirrespotideacias antiiicic}*: e>te latareawe
tratftt leudo do. profiri* listonante niurntc e viudo atinados.
rrati
ThiIo Agora ftepeade de nos r.csmos. Ja nosa pradenclft, ni*-
dcMCo< ft energa.' conliiiifinos como orincipimnos c seremos
apontutU con aduiiraca entre a* Nac5e> ih.^ cultas.
i>t oefemufia da jfnmMe* Gero rf<> fr/in.
Impreca em jDernamauco por 30?e Gtctorwo dc &breu.
DAS da SEMANA.
.--6. Csnoctf-Reli'-fem.. Aud. dos J.! doC.
de m.
-17. i>i;ruiiu-iici. w | *------- -
e de r., e Ch. Pr. as 10 h. e 30 ro, da m.
tf-S. /fomo-Ses. da Thez. P. de m., e Aud. do J.
d Craos del. Pr. as 11 h. e 18 m. da m.
Sab.d- S. Lourenco. Pr. aos 6 m. da larde.
Domingo-S. 77/WciPr. aos 5.4 m. da l.
RTICOS DE OFF1CIO.
I Lu! e Exm. Snr.Pela Portara de V. Exe. da da-
ta do 1. do eorronte, acerea da represen lacio, e
partecipaco que a V. Exc. fiz por ofticio de 29 do
mez prximo passado, da diserro 'le urna porco de
soldados do cerpa do meu Commando do Acampamen-
to de Panellas, bem claro se collige que a cantal della
atrihuc V. Exc. a rainhas indulgencias comelles, mor-
mente por hver eu soltado por mero arbitrio a um q
aprcsenlou se ro Corpo rindo desertor com um Cara-
lo, e de ter sido absolvido outro sn foi arbitrio meu
o mandar por em liberdade o Soldado, por me haver
elle requerido que se achara prezoa ordem (lo Com-
mandanle interino do Corpo, Capito Feliciano Joa-
quim dos Santos, a 22 dias sem se llie proceder con-
a Iho, e nm constar de parle nlguma aecuzatoria, q'
podesse formar culpa a aquclle individuo, nao ha ven-
do ento tanto atropello e amoutoamento de concelhos
como agora ha, c o que se poder chamar o descuido
daquelle commandanle ? Eu Exm. Senhor nao sere
nunca instrumento de arbitrariedades nao tendo en-
aonlrado todava Lei, que mande eonaervar em pri-
zioa homem sem culpa formada por mais de 24 horas,
, o nao podeudo ter prezo minha ordem os individuos
do Corpo mais de 8 dias (Decreto de 13 de Outubro
de 1832) o mandei por em liberdade, c o outro foi
julgado em Concelh;> sem criminalidade; emcujo Tri-
bunal nenhuma ingerencia tenho, e nem me he per-
mitido tela : os que tem vindo desertores sem excep-
co os tenho mandado rccolher a prizo, e dado or-
dem a que se Ihes forme culpa com partes de seus
res-
respon-
outros
e
d
fe
me
peclivos tlommandantes de Comp.tnhias, para
derom a Concelho, o que alguns lo (cito, c
so respondeiulo, por consopuinte nao sei qual a in-
kilgencia, qUe com elles hei lido, e permita me V.
'ote. que Ihe diga cheio de respeito, que cu sirvo por
lero amor patritico, e nao porque mendigue empre-
_os; V. Exc. tem um Conceibo ante o qual pode tea-
zar-mc, c pravar miuhas relaxacoes para ser eu dimit-
lido do Commando do Corpo, queassim faz a Autbo-
ridade, que se interessa no servico Publico, e nao
odii-''*m em falla-, qae sendo certas serian de eonse-
quenciascrimitiosis. Dos Guarde a V. Exc. Quar-
tel tos Munit inaes Permanentes 5 de A{o lllm. (liZ^ri Sur. Manoel Zcfeiino.dos Santos,
Presidente da ProvinciaFrancisco Antonio di- S |
Uarreto, Commandanle Geral.
O Commandanle Geral do Corpo Municipal
Permanente faz publico, que se acha authorizado pelo
Exm- Presidente para engajar 50 pra<;as rfcira o Corpo
de scu Commando: pelo que convida aos Cida-
dios, que tiverem asqualidades exigidas por ley, hajo
de comparecer na Secretaria do Corpo habilitados pe-
la polica e com altestados de pessoas edoncas. Rccife
de Pernambuco 7 de Agosto de 1833.
Francisco Antonio de S Brrelo.
**S3rsW*-~
CMARA MUNICIPAL.
Sesmo ordinaria do dia l. de Julho de 1883.
Presidencia do S|jra. Lcdc.ero.
(^ OviPAiiECRKrXo os Snr. Dotstor Peregrino Maciel,
jOlivrira, Doutor Mavignier, Silva, e Camello,
faltando eom cau/.a os Snrs. Esteves, Paula, e Mello
Cava lean ti.
A berta Sesgfoe lida a acta da antecedente foi san-
eionada por estar conforme.
O Secretario fez a leitura do expediente : bnm offi-
cio do Senhor Esteres parlecipando estar doente : in-
leirada.
Oulro do Snr. Vereador Paula partecipando o mes-
mo: inteirada.
Oulro do Cidado Manoel do Nascimento da Costa
Monleiro dizendo que nao poda aceitar o convite pa-
ra Vereador Supplente em lugar do Snr. Mello Ca-
valcanti em razao de suas crnicas enfermidades as
quacs j baviao privado de evercer o cargo de Juiz d
Paz :
diato.
concedida a escusa, e que so chamaste o immc-
Oulro do Cidado Francisco Severino Cavajcanti,
dizendo que afiancava a Joze Jorge do Jfozarjo pek
quantia a que montasse a arremataco do contracto das
afericoes dos pezos e medidas deste Municipio que au -
dava em praca : inteirada.
Outro do Cidado Manoel Felis Nunes de Castro
em que dizia, que afiancava a Aleixo Joze de Luna
Freir pela quantia a,que montasse tt rremataco do
dito contracto : inteirada.
Nesta se apresentaro o Doutor Joaquim A y res de
Almeida Freitas, e Joaquim Ignacio Goiicaves da
Luz, e tomarlo posse, aquclle de Juiz de Direito Inte-
rino e Chefe de Polica da Commarca do Recife, c es-
te de Juiz de Paz Supplente da Povoacao dos A (Toga-
dos. _
A requerimento do Snr. Oliveira resol veo a Cma-
ra, que das pedras que por Ma ordem cstavo deposi-
tadas a estradas da ponte to Manguinho se lancassem
al^umas paracommodidade tos viandantes, nos gran-
des atoleiros, que por este tempo, em razo do inver-
n ha na estrada deste. nome, defronte da caza em q'
mora o Dezembargador Thomaz Antonio Maciel Mon-
leiro.
A requerimento. do Senhor Silva, resolveo a Cma-
ra, que setnprc que se achassem reunidos'cinco de se-
usmembros se trabalbas^e na ^vecuco do Codijo do
>


m Mh
*-
(686/1j
Processo Criminal a fin de poderen os. Potos goza-
rem quanto afiles dos beneficios, que- o mesmo Ibes
proporciona.
O Senhor Camello fez a seguinte propostaPropo-
nho. jue para se entrar j na execuco do Codito, e
Jnslnicces relativas, e para a dirizo dos Destrictos
deste Municipio, que cumpre a esla Cmara, em ex-
ecuco do mesmo Codito fazer, se nomeie huma Com-
missao de Venadores para a presentar o projecto dedi-
vizT i Jas trz Freguezias uonecifp, Santo Antonio*
e Un vista na parle sumente, que Boa c.omprehendida
mi Destririo de>tc MunVTpio; e outro im que pira a
diviso semelhanlemenle das Freguezias da Yarzea,
Jab i,.!;), e parte de S. Lou renco que por a divizao
dos termas t* comavirear .seanexou, se nomeie cojth
kiTi externas dCidado.s Benemritos d'aquelles lu-
,,. > jnr.i inl'ormamn circunstanciadamente a ejtfe re^
peilo, erii coolnrmidade rom as bazes, que esla Cim ir
ai Ibes subministrar de uniformidad0 como Cdigo e
Lnstr.u' s relativas. Salla das Sessoes da Cmara em
i 1." de Julho de 1833O Venador Camello-el i
Proposta depois d.- disentida entrou em votaco, e |i
provada, e o Sur. Presidente, em consecuencia, no
mcou pira a Commissao, que liade apresentar o pro-
clo da divisan das tre/ Freguezias do Rpcife, S. An-
tonio, e Boa-vista, os Senhoros Doulor Peregrino Ma-
eiel, Silva, e Camellopara a de Jaboato os Snrs.
Gerva/.io Pires Perreira, e Joao Coelho da Si!vapa-
ra a da Luz Mi noel Rodrigues Campello, o Joaquim
Joze de Mirandapara a de S. Lourenco Nicolao Jo-
ze \ az Saldado, e o Vigario da dita Frcgueziae pa-
ra a da Varzea o Vigario Joze Joaquim Borges Uchoa,
e o Padre Jeze dos Santos Fragoso.
Resolveo a Cmara que visto a molestia do Snr. Pau-
la Gomes ser prolongada secundo sua parteeipaco li-
da tu prsenle sessao se chamasse o immediato para
servir em.seu lugar at que se elle apreseutasse.
Despacharao-se algn* requerimentos, e por ser da-
da a hora alevanlou-><- a Scsso. Joze Tavares Gomes
da Fonceca. Seerel trio a escreveoLudgro. P.
CamelloSilvaDoulor MavignierOliveiraDou-
tor Peregrino Maeiel.
Sesso extraordinaria do din 3 de Julho de 1833.
Prezidfxia no Su. Estevfs.
COuiunr.f.LRo os Snrs. Camello, Doulor Mavig-
nier, Silva, Oliveira, e Peregrino Maeiel. fal-
tando rom cauza, os Snrs. Ludgro, Paula, e Mallo
Gtvatcanti.
\ hera a Sesso e lula a acta da antecedente fo san-
cioni la por estf conforme.
O Secretario fez a loilur.i do expediente: hum offi-
eio do Cidado Antonio Joaquim de Mello Pasero di-
zendo que por ser oficial da Secretaria do Governo da
Provincia nao podia servir o cargo de Venador sup-
plente lira que lora convidado : escuso e que se cha-
masse o immedialo em votos.
Outro do Fiscal da Bcr-vista queixando-se do Por-
teiro Francisco Antonio de Carvalho: que sobre n sen
confuido respondesse o dito Porteiro por escripia.
O Snr. Silva fez a seguinte prsposlaEstando ex-
tialo o lugar de Juiz de Fora desta Cidade pela cima-
cio dos novos Juizes de Direilo, e pudendo haver du-
vida de que nao deva o ex Juiz de lora desta Cidade '
ocupar o lugar de Juiz de Orfos, que se axava ane-
xo a aquelle outro lugar j extinto leva ao cojiIhcmen-
t da lllm a Cmara para que decida se (leve lratar-e
das propostas de Juiz de Onaos, Mancipaes, e Pro
molor nao obl inte nao se adiarem anda IrUr- a- de-
vienes dos destrictos. Salla da Sesses em 3 de Julho
de 1833 SilvaEntrando em votaco depois de dis-
cutida resolved a Cmara que se tralasse das propostas
na eo^iformida.leTio Cdigo, e ((ue feitas ellas se re-
mete,- (mediatamente ao Presidente nao obstan-
te nao se adiar leila a divizo.
O Senhor CamelloProponho que as arremataron
das rendas inclusive a das alericoes e dos arrendamen"*
tos dos bens desta Cmara se arrematassem por o es-
passo dos anuos inaucciros marcados para as Cmaras
Munieipaes por o Decreto de 31 le Oulubro de 1831
e que nesta conformidade seja desde j arrematado o
eoulraeto das alericoes. Salla das Sessoes da Cmara
Municipal em o !." de Julho de 18330 Vereador
CamelloEntrando em votaco depois de discutida
resolveo a Cmara na conformidade da mesma.
O Snr. Peregrino MaeielPodendo fcilmente re-
alizar.-se a bvpothese de se axar duenle, ou por outro
modo impedido, o actual Professor da Saude do Por-
to, e nao devendo por forma alguma expor esla Cida-
de e Provincia ao pWigo, que resultara aos seus ha-
bitantes da introduc'" de navios nao visitados em o
nosso Porto, nem to pouco condemnar-se os mesmos
navios a huma espera indeterminada; proponho eom
urgencia, que a Cmara nomeie huin Cirurgio, ou
Professor substituto da Saude o quaj devera fazer as
visitas nos cazos de molestia ou impedimento tempora-
rio do actual. Caza da Cmara 1.* de Julho de 1833
O \ criadorPeregrino Maeielruja proposta en-
trando em disenco foi depois approvada resolvendo
a Cmara que seu autor proposesse o Candidato, e em
consequencia o Snr. Doulor Peregrino Maeiel propoz
Joao Domingues da Silva, ea Cmara sanecionou esla
nomeaco.
O Snr. Doulor Mavignier appresentou hum longo
projecto de varias Posturas addccioaaes sobre llvgieu-
ne publica, e posta em disenco veneeo-se que noasse
addiado al que a Commissao encarirgad.i de dar scu
parecer sobre a Proposla do Vereador Camello, para
se vedar a venda d'agoa de OHnda para o consumo do
Povo desta Cidade a apresentasse.
A Commissao eompoila dos Snrs. Camello, e Silva
deo cunta de ter-se entendido coni os Governadores do
Rispado eque estes reconhecendoa utUidade da medi-
da proposla por o Snr. Doutor Mavignier declararo,
que coordenada a Postura e estando nos lennos de se
Ihe ilar'execuco, a Cmara Municipal lbe olfici^se pa-
raa sua parlecoadjuvarean com a-, medidas e neios a
seu alcance : i ule irada.
A requerimcnL) do Sur. Silva a Cmara re/.olveo
qfte no dia 5 do correte teria lugar impreterivemel-
le as F.leieoens de Juizes de Orlaos, Munieipaes, i|
Promotor.
Nomeou'-se para Inspector das Escolas publicas e
pirtieulares (leste Bairro em lugar do actual .Toaquim
Claudio Motileiro, o Doulor Peregrino Maeiel.
Rezolveo a Cmara que se dicesse ao Procurador
que quanto antes apprescnlasse as contal da receila e
dispeza di 3. quartel do anuo financeiro findo em o
ultimo de Julho prximo pasudo. Despacharao-se al-
puus requerimentos e por1 ser dada ahora alevantou-
se a Sessao. Joze Tavares Gomes da l'onccca Secre-
laririo escreveo. Estevcs Pro P.("amelloDou-
lor Mavignier(>!veraPeregrino MaeielSilva.
ANUNUOS.
wtM amante do bem Publico, para nao oceupar
%Jmuilo lugar as paginas (leste Diario, e mesmo
para nc lomar multo lempo uo F.xm. Sur. Prezidcn-
te i o 1er luma estilada correspondencia : roga ao mes-
mo Kxm. Snr. baja de providenciar eo\jyrt|^bor u-
tender acerca do escaudale/.o abuzo, e Calla de ex-
ecuco s orden;, do Governo sobrf a moeila di Qobre>


77(687)
f
IClliin ,.
m
que ti ver o pezo estipulado no nanuo, nao tur mhdi-
da ; e aquella de XL, ou duas rrutts, conhecidalhen-
te velha visto que as canearas s be aquella, que muito agradar ao recebedor, nao im-
portando ordens doGoverno; e isto por que asrepar-
tkoes publicas sao as primeiras a dar o exemplo .!
INo sei o que fazem os Senhores Juizes de Piz, e
Aucloridades Policiaes! Alerta! que por este meio
nos pode vir muito mal, pois mu bein pode ser, (pie
os Snrs. resta un dores promovlo urna desobediencia
para desgoslar o Povo Cumpre que o mesmo Exm.
Sur. de as mais enrgicas ordens sobre este obieelo,
recomendando aos Snhores Juizes de Paz a punico
dos infractores na forma do Cdigo.
fa\Q a &v%i<
Para o Rio ele Janeiro.
SEtfVE viagem com toda a brevidade o Brigue F,s-
cuna Voador Capitao Antonio Joaquim de Olivei-
ro : quem nclle quiser carrear ou hir de passagem
dirija se a sen consignatario Manoel Joaquim Hamos e
Sil\a.
Para o Maranhao.
^^ Sepile viagem com muita brevidade o Brigue
Escuna Emilia, Capilo Antonio da Silva Pereira :
quem no mesmo quizer carrejar dirija-sc ao mesmo
consignatario cima.
MAthews & Forstcr fazem leilo de 150 barricas
com bacalhau, boje Quinta eira 8 do corrente
deronte do armasem que loi do defunlo Pina ao p.
da Alandcga.
*>**
BIxs de superior qnadade, sevada com cas'*a, di-
a de Franca, paios, cboricos, prezuntos, az,t i le do-
ce, m.tnleiga, vinbo de Lisboa, tudo de superior qua-
lidade e preco commodo : na venda da ra do Colic-
o l). 3.
V^* O Engenho Dous Braco de sima, na Freguo-
zia da Escada, por ,12 mil cruzados a desobrigas ; cuja
bon-dade oeo conbeeida, come se peder informar
quem o perlender comprar, podendo dirirgir-so ao
proprilnrio do Engenho Massuass no mesmo lugar,
e nesta Praca Sebaslio em casa de Manoel Caval-
V.?* Um cavado gordo, bomcarregador, c pareiro:
ja ra do Livrameulo I). 12, 2." andar.
$?" Fariuha de mandioca em sacas a 5$500: no
Forte do Mallos ). 12.
^r^* Polaca da Raasia do qu.didade muito superior
tingada u mente de Ifimbur^o, por preco muito
coinniodo : no Esrrijitorio de N. O. Bieber & Comp.,
ra da Cruz o. 63.
*^". negro proprio pira armazem de asnear,
ouservjcod, campo lequeja tem ortica: defronle
d'1 torft' camento [). 20. I." andar.
V^ 2 [natos de excellciiles vosos, um pianoforte,
autbor Clementi, e o oulro lorie piano, anlhor Cari
C. Boddi ni ei : na ra Nova n. 26, 2." andar.
&3r* Uffla crava mossa, cosinha o diario de nina
casa, engoma i-/.o, lava de varrella, e ensaboa sofri-
vtlraenle : na ra Nova sobrado que loi hospital de
caridade : ad\-re se que s se vende para lora da
Ierra.
^^*LjM norada de casa tenia cita no Bairro de S.
Antonftn ^Hallar com Dionisio JRibeiro de Vascon-
n los, na ra Nova casa do Audeur.
^^* 2 livrr de Medecina Franceca, em bom uro.
no pateo de N. S. do Terco D. 11.
S^ Sacas de arroz do milbor que h na trra bra-
co muito inteiro : deronte da Igreja da Madre de
Dos n. 26.
^^* Vende-se a dinheiro, ou a prazo, ou trocase
por urna caza nesta Praca, um sitio na estrada da Ca^
punga be ira mar, cora arvores de fructas de diversas
qualidades, um grande pomal de Wangeiras princi-
piando a dar, duas cacimbas com tanques, tendo urna
exeellente agoa de'beber, baixa para capim. com bom
local para um grande viveiro, caza de pedra e cal;
um burro capaz de carregar a mais pequea crianca;
um bode, 3 cabras vindas de Lisboa; e 3 selins em
bom uzo : na ra da Cruz n. 41.
9 Um preto canoeiro, caranguejeiro, pescador,
ecaiador, anda que idozo, com tudo be muito esper-
to, sadio, e fiel: na ra do Mondego ultima caza no-
va ao p do sobrado de Joo Manoel.
^^* 2 escravos, 1 de 17 annos, cosinha o diario
de urna caza, c o oulro proprio para todo o servico :
80 meios de vaqueta ; ouro, e prata para dourar: na,
ra da Cadeia velha n.9 5.
^$F Urna negra crila, sabe rozinhar e lavar : e
um moleque crilo de 1 i anrtos proprio para apreu
der qualquer oflicio : na ra Direita D. 32.
x%* >
Cotopra?
A Obra Pratica dos Juizes de Devizorios por Albn
to Carlos de Menezes, e pipas de agoardente do
paiz : na ra do Cordoniz do Forte do Mattos, venda
da es juina que volla para a ra de Joo de Barros.
^g Escravos de aml>os os sexos de 12 a 18 anuos:
na ma da Senzalla velha n. 14.
aiiuguct
3
LLcc.Ase 3 negros, para todo o servico, tanto
rm.de enxada como de ra : na ra Direita D. 32.
- %*%*
3rrcn&an;ento.
m PiUE^oA-se um sitio na estrada que vai para a Ma-
iT^gdalena, com casa de vivenda de pedra ecal, urna
boa olaria, e bastante terreno com arvores de fructas :
do pateo da Santa Cruz sobrado de dois andares con-
fronte ;o oito da Igreja.
%%%%% *-%* -%
fintee
FUriTOi -se um quadro de madeira dourada, com o
desenlio de urna Galera em tempestade, com a
Bandeira Ingleza azul s avessas, signal de perigo : a
quem for oftereeido, querendo restituir a seo dono, di-
riia-se a Praca do Commereio na loja contigua ao Bi-
lliar do Patricio, que ser recompencado.
^r;^ A quem for offerecido um vidro grande cheio
de pechnrim, alio, e redondo com a rblha ovad, de
6 libras de liquido ; pode tomar, e entregar na Botica
que foi da Madre de Dos, que ser recompencado.
Itl tMXIIW
Awtt* vartuulareB.
^|.Ui-m quizi r dar 100^ reis, com hipoteca em u-
^Pma parle do sitio do Pina, ou mesmo comprar a
dita pule; diri]a-se a ra do Lobato sobrado D. 25.
^?- Quem precisar de roupa lavada e engomada,
e arranjos de eommedoras, tudo por praco commodo
diriia se a ra de S. Rila nova defronte da Igreja D.
4.


i......'
.
(688) |

^^* Quem preciar de urna ama de leite, dirija-se
a ra do Rozario sobrado D. 7.
^T^ O ex-Emprczario recentido das nao pencadas
expressoens do Sur. Joo Joze Ferreira de Freitas pas-
sa a fazcr-lhe a- seguinles perguntas, relativas ao arti-
go Theatro, iiisirido no Diario de Terca feira 6 de
Agosto.
1.a Quaes os Expecfaculos da Empreza transacta em
que apaiecer.io obscenidades e desmoralisacoens?
2.a Se estas foro platicadas por parte dos Actores,
ou do Publico.
3.* Em que foi o Theatro at aqui Escola de deva-
cido, da imoralidade e indecencia.
4.* Se nao ib i o mesmo Snr. Freitas quem em seu
beneficio compoz o Duelo que dizia poisento mes-
mo as escuras, vamos dancar o Bailado, a saude do
Candeia que j fica axincalhado, hade ser bem chora-
dinho, hade ser bem rebolado ?
5.' Se tendo entrada de graca, e beneficios quasi de
grata na Empreza transacta deve para imbulir-nos os
seus bolos fallar mal de quem Ihe fez bem.
t." Quanto ganba por mez, e que papel faz o C-
mico Alberto anunciado para a abertura do 'Pheatro.
7.' e ultima. Quantas Nalurezas tem os Cmicos,
para serena hoje bons, e bontem m.ios ?
^T^ Os abaixo assignados vendo no Diario n. 101
um anuncio pedindo ao Snr. Guarda da meza da Es-
tiva da AKandega das Fasendas a saplisfaco de una
conta que Ihe oi apresentada no prazo de oilo dias, se
nao se publicara a quantia, e o seo nome, pedem ao
dito anunciante baja de declar se alguna dos abaixo
signados.
Bernardo Jonquim de Azcvedo.
Pedro Ignacio da Concei<<>.
$3* Quem pereisar de um caxeiro Brasileiro para
cobrancas, dando fiador a sua conducta ; dirija-so a
rua do Cabug D. 3.
^p" O Snr. Guarda la Estiva da Alfandega que
se MMiticiou, sobre a quantia que deve, o Sr. Joze
Ferreira Ramos, filho do falescido Joze Ferreira Ra-
mos, cuja quantia de 1$711 reis.
$T^ Quem tiver pretos peritimos ca nocirs, que
os queira allugarsem canoa: anuncie.
^3* O abaixo assignado vendo no Diario n. 1G9
de,6 docorrenle um anuncio de D. Izabel Francisca
as Chagas Leutier viuva do finado Lieulir, ujas cin-
zas sao anda resppitadas pelo abaixo assignado, como
seu amigo, e como seo socio, no qual ella declara que
os devedores da Sociedade com seo finado marido;
nao paguem, nem faco Iranzacoes com o anunciante
porserpessoa ineonptente, por ja ter declarado ser
.simulada urna escriptura de venda da casa de Drogas,
Botica, e Deslilaco, em que seu finado marido linda
contrabido sociedade com o anunciante ; e como isto
ataqi>e nao os direitos, niais tambem a reputaco do
anunciante, responde a Senhora D. Lieulier j primei-
ramente que na qualidade de socio gerente, adminis-
trador, ecaixa da sociedade con Ira h ida desde 1829
com o dito seu finado marido, o anunciante Scuhor
e possuidor dos benssociaes em quanto existirem pro
indiviso, nue o anunciante quem deve prove* a li-
qnidaco da casa social nao s' porque isto est preve-
nido no contracto social, mais tambem porque como
socio administrador, e sobrevivenle, deve ser conser-
vado na posse dos bens sociaes, e ella nao tem outro
direito, mais que pedir contas., .e por isso os devedo-
res da sociedade, e todos uquelles que tiverem tido al-
guma tranzaco com ella usto obrigados ao anuncian-
te, como estavo mesmo em vida do finado socio Lieu-
lier : em segundo lugar o, anunciante diz que com e-
feito houve essa escrinlura simulada a que o anunci-
|ante se prestou para boneficiaf* ao mesmo finado, que
sobr^carregado de dividas particulares, e vexado ior
credores estava a ponto de fjcar sem coisa alguma ,
aconselhado por seu advogado foi pedir ao anunciante
para prestar o seu nome afim de com essa escriptura se
salvar para com os seus credores ao que o anunciante
se prestou, atientas as circunstancias em que elle se a-
chva, e a disgraca em que ficava sua familia se se Ihe
tomassem todos os ben% e por nao saber das lcis do
Paizj mormente quando eslava persuadido de que el-
le nao obra va se nao por eonselhos do seu advogado
como elle mesmo disseao anunciante, e logo q'jelle se
finou o anunciante oi faser essa declaracao donde se-
v que da parte do anunciante s tinhaem visla*) o be-
neficiar. Beneficio este que hoje s,t lauca ao rosto do
anunciante, como se dee tirasse prove lo : por tudo
isto adverte aspessoas interessadas nos negocios sociaes
que com o anunciante que se devem entender, e nao
com a Senhora D. Lieulier : e por isso faz o presenta
para couhecimento do publico.
A' Saisset.
^3f" O abaixo assignnda fax scienle no respeilavel
Publico que por resolnco do Exm. Conselho do Go-
Tcrno se malriculao estraves a razio de 24o reis dia-
rios c o sulenlo que existe, em a I moco, ang de tni-
Ibo, jautar meia libra de carne seca, leijo, e um dci-
mo de farinha, sea um quaitode libra de carne, meio
dcimo de farinha, (que iguala a 120 reis por dia a-
vista da caresta dos manlimeutos) para trabaibarem na
factura das Estradas Publicas.
Aquclles Cidados que perlenderem matricular seos
escravos, de- em apresentar os seos nomes, e o lempo
que jKMtendem empregar os seos escravos nesle traha-
Iho. Os pagamentos sero semanacs ou mencacs coma
melhor convier as parles.
Joa& Jifoom.
Major do I. C. de Engenheiro encarregado das Estra-
das Publicas,
^fp* Roga-sca pessoa que lirou urna carta do Cr-
relo viuda do Rio de Janero|no Paquete Ingle/, para
Joze Luiz de Serpa, queira ter a bondade de entrega i
no Botequini da ra do Collegio.
*&* Quem anunciou pereisar de um Capello pa-
ra o Serto distante desta Praca 46 Icgoas, pode pro
curar a Antonio de Albuquerque e Mello com Bote-
quim na ra do Collegio, ou anunciar o nome da tr-
ra, e a conveniencia que se faz.
KJF" A Bem da Cauza Publica, roga-se instantemen-
te o Exm. Snr. Presidente, para dar ctaiissimas Z-
lucidacoes ao Snr. Juiz de Paz do Reeifc sobre as or-
dens do Governo a respeito da moeda de cobre rece-
bivel e regeitavel, pois que este Sur. Juiz de Paz (dig-
no por certo do maior respeito pela sua honradez e c-
vilidade) longedc decidir qualqucr duvida que se sus-
cite sobre pagamentos, negase singularmente a pro-
nunciar-.se- sobre questoes da maior importancia e de
terriveis eofcsequencias.As judicioas decises sobre
taes negocios, dos Snrs. luisea de Paz da Boa-vial* e
Santo Antonio sirvo d'csliinulo ao Snr. I. C. iMontei-
ro.
tc^" Francisco Marcheze, relira-sc para Lisbon.
Emedicto, moleque, 11 para 12 ..tos, meio bru-
to ; fgido com carniza c seroula de aljodao : u.
ra Direila D. 32.
n
*fr!?i"
Pmb#. j\\4 Txr DO Dj.ikio. Ig33.

-


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