Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02115


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Full Text
asso m im. ouARTA fiIII LlU.JUL.JUi. f'i 'mmAi) mi
.VVtV. VM VM *VV% %V*. V V* V "%*.
VI -.l%%* %v,vv**vv*v%%*mvw%mwvwvi .%%.%.% ww tw
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nano ai tsutiiaiiQo
8abse.revc-ae mensalatento a H40 reis. adiantados, na Tipogr*fii
fio Diario, pateo da. Matria 4e S. Vntouio sobrado da porta larga
ui(c se ivcfl)(:n florre.*pondnci, 'anuncios; estes nsirera-se
fp-atis sendo doa proprio aKaaittes gtfmente e viudo assi-nados.
Tudo ajora depende de ns mentios, da nossa prudencia. m
dpraco, e eneijfia:'continuentflicomo principiamos eneremos
apuntado. con admiraran entro as Na l'iocldHititZo dil jiiseiu'Atx Utrat u Brozl.
gmjjrcj03 m ptvmfotMm por 3Sc?e acoruo t>c abren.
BPKg>fl
frSrOES*
DAS da sumana.
.a- S- Ignacio Junto da Faz., e aud. (Jo Juiz dos
Fetos de m. Pr. as 3 h. e 42 m. da t.
5.a-6'.Pedro -Aud. do Ouv. doC. de m., do Ch.,
e do Ouv. do Civ. de t. Pr. as A h. 30 min. da t.
G.'-S. Estevo Jt.a da F., A. do O. da C. do J. de F.
de ni., edoJ. de F. det. Pr. as 5 h. 18 m. da t.
Sabbado-<$. Heimillo-Vt\.tnt de m. < aud. do \ ig. G.
de t. Pleamar as (i h. 6. m. da t.
Dom.-tS. Domingos Pr. as 6 h. M m. da t.
:C^)
ARTIGO DE OFFICIO.
CoMWASOO DAS AllMAS.
Li.m.j e Exm. Snr. Com quanto o rontiu-
do no offieio que dirig a V. Exc. era 0 do Me/, pas-
sela objecto de delberaco do Conselho, e a res-
posa o que no mesmo se liouver de resolver, julgo
todava dever a vista do offieio de V. Exc. de 17 do
mesmo mez responder a alguus nrtigos delle, que Inn-
dem a distruir a base fundamental Do referido offieio.
Confesso que bastante me he sencivel Icr occasio de
pegar da pena para dirigir-me a V. Exe. a tratar de
objectos de semelhante naturezo ; mas asshn be prect-
zo, e permito-me V. Exc., que principie por signifi-
car, que quando cm meu offieio pedi a V. Exc. fizes-
se entrar o Juiz de Paz Supplente cm seus deveres
procedendo na conformidade da Lev, dndome urna
satisfato, que podesse restituir-me a forca moral tao
criminosamente uzurpada, nao queria com isto diser,
(|ue elle me dessr salisfa$oes ; porque a querer urna
tal cotiza su perfil uo seria as expresses do meo offieio
entrar em seus deveres procedendo na conformida-
de da Le o o que bem prova em nada dola querer
deslisar-me
Dado o csclareeimcnto dessa parte ao meu offieio,
passarti a mostrar, que o Edital acerca da moeda fal-
sa, que se diz em cireulaco no Acampamento toca
nroi de perto aos Commandantes de Corpos, e officia-
es eombaientes. No mea faro entender nao sei como
V. Exc. persuadio-se, que o di o he ir 0 metido da
agadoria para o pagamento da Tropa passa-se |)or
maos dos Quarleis Meslres, Furrieis, e Sofdados, sem
que os ofteiaes combatentes se ingerirse muios pagain*-
tos. be \ Ec. attendesse, que OS Commandantes de
Corpos sao responsaveis pelos din lluros recebido*pe-
Jos Rurtela Mestres na Pagadoria, e que assigno os
*ni Ueraes de seus Corpos, sem duvida em vez de
encontrar, que os Quarteis Meslres ero os so raspn-
saveis, vina ambos incursos na mesma obrgaco. Se
V- txc. attendesse, que os Commandantes de Coropa-
i'lnas sao responsaveis julos dinheiros recebidos dos
\f^ri is Mestres pelos Furrieis, eqoe os recibos pas-
s.dos as relacoes de mostras sao asignados por elles
como leudo recebido os dinheiros dos Commandantes
de Co.nparihias por intermedio dos Quarleis Meslres,
tf que na conforniida.de do Cap. 9. 11 do Rcgula-
1
ment ch Infantera ainda em vigoros Ca pitaes sao
obri^ados a assistir com os oficiaos de suas Companhi-
u< aos pagamentos, nae aehara, que os Furriera 'os-
sem os responsaveis pelos dinheiros recebidos dos
Quarleis Mestres.
Daqui se conclue, que os Commandantes de Corpos,
e Companheia sao nteiramenle responsaveis, os pri-
meiros pelos abusos praticados em seus Corpos, e os.
segundos em saas Companhias, E uao sao combaten-
tes toes otticiaes? Logo quando avaneei a urna tal pro-
posieio nao eslava irritado, e nem eom a razao um
potico olluscada como diz V. Exc, em seu dito affieio,
pros quem se irrita, e t.em a razao offuscada nao em-
prega os meios de que lancei mo, e que a V. Exc. lo-
ra:) penles nos d- cumentos apensos ao meu. offieio sob
os nmeros l, 3. Os n.ossos ervos, e o nosso san-
gue (afirma V. Exc.) operan eom multo influencia na
nossa razio, e que o homem fleumatieo t.io bem sent
estas afl.'ecoes Nesta parte concordo com V7. Exc.^
mis fici j proA-adf) tjn obrei livie de semelhantes at'-
flr's. Diz Y. Kxv.. que se no Acampamento exisr
tisse o Tenenle Coronel Jo/e Joaquina Coelho nao >e
dara por otTendido com o Edital, tois loo,o no Rio
Formozp onde se abri um caixao de dinluiro repog**
nou a aceitacSo da anoed chancha, que ali apareceu
para os seus soldados. De oci t > que o Tenenle Coro-
nel .To/.e Joze Jeaquim Coelbo nao se poda o (Tender
por nao estar no Campo ao tenipo em que o Edital for
anxado, e sim naquelle em mea*intriga era desconhe?
cida, e presume que se elle ca estivesse se ha va chocar.
Se esse caixao de dinheiro aberto no Rio Formozo era
Dezemhro do anno passado na primeira qtsinlia viuda
da Capital conlnha moeda falsa, sem duvida veifl do
Thezouro, pois oue recebida peloenlo Ajudante Pa-
gador Manocl Elias de Moura cm caixoes pregados,
< embarcados em conducao do mesmo Moura, do Ma-
jor Pedro Antonio VeUo/.o, dos Ca pitaes Luiz Eugenio
Malha, e Manoel Joaqtti'm Paes Sirmento, do l." Te-
nenle Joao Ribeiro Pessoa de Lacerda, do 2." Tenen-
te Pedro Ivo, e do Aleles Francisco Ferreira de Al-
cantara, jamis poderia a moeda falsa ser introduzida
por uma das pessoas apontadas, sem que as mais fos-
sem coniventes nesse negocio, e julgando cu toes pes-
soas ncapazes de tao criminoso, e baixo procedimen-
lo, avaneei, e anda o digo ser a moeda falsa da The-
zourara, mormente porque o Ajndaule Pagador por
falta de lempo nao revistou a moeda no acto de a re-
ceber. V.' verdade ; (jue nesse dinheiro appareeoo u-
ma poreao de moeda falsa, (pie montara acento v. tan-
tos mil res, assfm mesmo foi destribuida, e della lo-
imi uma parte aos Municipaes Permanente, que esti-
vero sob o mando do Tenenle Padilha porc'm dahi
por di inte a moeda te ai sido sempre boa, a excepeo
de algumas, que em quantjas grandes neeessariamente-
deve aparecer, pela m qualidade da moeda em cir-
culaco no lirasil; mas se me he licito farei uma pro--
guuta. Sondo a moeda em (Hieslao recebida3 e do-


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buida em Dzembro, e Janeiro! porque nSq bou-
rerfoqueixas, e nem o Juiz de Pac Suplente, que
1 i /(.oso se mostra no Rumprinunlo da Le i loinou co-
nbecmemo como lhe cumpria, e sim agora depois do
Edita!, c quando nao havia moeda falsa ? Porque se
nao mandn lomar conhecmento da moeda fita apa-
recida no Allinhnp Por que se nao manda tomar eo-
nhecimento da moeda falsa existente nessa Capital?
Por rentara se ignorara que rilas tea bao aparecido
nos lagares aportados, e oulros ? A razio e obvia. A
corqmunicaco desle para n Acampnenlo de Panoles
f*e auViva anda iinVreeptada, OS intriga ates separados
c a intriga >o nao tiuha desenvolvido como agora, que
mu de proposito se lauca mo de colizas tobabas co-
mo ridiculas, para incubrir a I he a lidias, e manchar
a conducta daqtieHe* a quem sdele alguma cousa.
'inalmeirte o tpico da oftcnsa be o Fdital, mas nao
o ser incumbida n sua execnoio ao Juiz de Paz, por
mto elle he a Aulbordade competente, mas urna Au-
Ihondade capaz de dar csoenco a ella pelo seu ge-
n intrigte : a copia n J de umofficio que elle di-
rigi ao fooente Corone! Paula Commandante dos
i ontos da retaguarda, e a parte copia n. 2 qae este
me remeten dar bem a coiifaccer a V. Exc. o que ve-
nbo de diirr. O meio por V. Exc. apontado para se
entrar no conhecmento da moeda falsa, heapenas ihe-
orico i pois a ser posto em pratica o tempo seria oou-
eo p:,ra em urna marcha retrograda chegar-se ao fim
dizejado : o Juiz de Paz. Suppente reside 4 lemas dis-
tanto ueste Acampamento, e a mandar os Soldados a
sua caza todas as as vezes, que os vivanderos rr-ffoi-
temamoeda, que ,,s soldados Ibes derem em pag-
mento, cansara grare damno as operacoes Militares
porque nao sena so ueste Acampamento que se dera
por em f rauca esta medida j mas sim por todos os
pontos, e parece me ter foito o que devia mandando
o Soldado com o Delegado a eaza de negocio onde se
egejtou a moeda como se v do meu offielo.
Finalmente Rxm. Snr. eu dero falar a V. Exc. cora
Ihanexa ; o Edita! em a crise actual foi menos poltico,
e parece ter suai orgem na reacio; produzio, e vai
produ/.alo os efieitog que a pon te i, e nao ser islo ter
V. Exc. indirectamente dado impulso a torrente de
discordias, que nos ameaca? Meta V. Exc. porum
pomo a mSo ua sua eonsciencia, e melbormcnte res-
ponder. Eu nao tenho expresses para manifestar o
meu pezar em me adiar envolvido em eouzas lao fu-
fis, que rouho lempo sem utilidade da Cauza pu-
blica, equisera, que. as Autoridades, dando-se as
mos romovessem o rcpnuse da Provincia, nica coi-
sa que me prende no campo, pois a nao Ice amor a el-
la, enllocado no meio de prirarocs, e obstculos, me
feria retirado, e firme em minha opiniao o arei, se o
(ioverno Provincial permanecer como at agora sem
Ibe importar com cotizas de tanta transcendencia, <
serei assaz satsleilo, que me substitu urna possoa, que
melhor que eu desempeore a espinliosa tarefa, que
possuido de prazer acceitei. Tenho respondido o re-
ferido officio de V. Exc. conforme meus fraeos eonhe-
cimentos. Dos Guarde a V. Exc. Quartel doCom-
mando das Arma; de Pernambaco em Agoi-Prria G
de Jolho de 1833IHm. e Kxm. Senhor Manoel Ze-
ferino dos Santos, Presidente desti ProvinciaJoa-
quini Jo/e da Silva Santiago, Commandante das Ar-
mas.
Ko prximo N. publicaremos as copias de (in-
trata o oHcio cima.
----------*'"''*-*
WtEio-mos a mo o N. 1. do peridico restaurador,
W relho de ISI7, e sua leilura fez nascer em nos o
dezejo de anatisar ajgumas de suas proposicoes, e as-
sertos, afim de demonstrar parte das ialsidades.de que
esta red.eado. Pantentea-lis todas seria irabalho loo-
go, ;e enfadonhp. Principiaremos pela epgrafe, que
a mais baixa adulacao foi csqaadrnhar na carta doGi-
ffinle Antonio Cirios, impressa na Trombeta, como
si seu nomo podesse ajuntar algum pezo urna vorda-
de por todos eonlnviu,,. e tornar verdadeiii oulra o-
piniao, que nao pas.i eVum paradn\o / ingrata ex-
ponencia flie a epigrafc) convmceu-uos9 que nem
a Liherdafo, nem a Tn(Yngm(Jo.n^ia se arraigara no
Brasil so na > sombra a% Monarqua \l> de lo-
dos os eonheeedores sabido, no permiliir o estado ac-
tual de nossos costumes, civilizaco, e conhecimenlos,
que aspiremos ao estabeleetment de um 'invern Re-
publicano no Brasil, e que p;.ra coase;;iirmos algara
soeego, e leltcidade ha vemos miyter sustentar a'ula
por algum tempo o Governo .'MoHan-hieo mas nin-
guem afirmar com razo, (jue para sermos Indepen-
i lentes ha remos mixter ser IVlonarqc. () Brazil a-
indn dividido em Reruiblicas, eentregoe as filles, e
anarqua feria bastantes tercas, e milito bro para re-
bater qaalquer tentativa de eolonisaco. O Aulhor
quer nos faser crer, qm* sem I). Pedro o Brazil nao
se tomara Independcnte ; mas o tirio Nacional, nao
negando a I). Pedro alguns serviros prol della, re-
pulsa a idade de sua nullidade, e da Omni polen, ia da-
quclle Principe, qne ludo pode na fraae de seus adu-
ladores, menos o sustentar-se em um Trono, que Uto
liberalmenle ie elevarao os RrazUeiros, e m o expu'-
sarSo depo'is do mu i caneados de sofrer.
;pi
Mas a id
nao se limita a pairar necessaria a Monarqua s">m*-
taco da Independencia, ella inculca anda a uccessi-
dade da Monarqua com D. Pedio, sem cuja persona-
gera o Brasil nflo ser Idependente. A assercao con-
g-... ., i..,,-,, mo M.,;, inaej>en
traria be porcia mais fundamentada
c as mtences,
e actos do ex-iVooarca pn rao, que cedo un tarde pre-
tenda elle unir as duas Coreas de Portugal, e lomar este colonia daquele. Soceguem porem o
seu espirito o Snr. A. C. e seus saleliles, de.ponbo
os seus temoies, ou antes modenem sua esperancosa
a Monarqua,' ou setp ea
seus passos impoltico* tem desafiada o rese/itimnr
to Nacional Parece, que o velho de 17 er escre-
ver entre algum poro selvagem, e ignorante, incapaz
de observar, ereter na memoria lacios consigo prati-
cado, alia* ejle se nao atrevera a dizer, que he opoa-
Ut Tirana. Pois he elle o posto a Tirana, e elogia,
e suspira por \). Pedro, o maior Tirano, que tem su-
portado o Brasil ? Pode elle negar os males, que a-
quelle nos cau/ou? Pode em Pernambaco chamar
benigno, um Principe, que derramou cruelmente o
sangue de tantos benemritos Pernanucauos, cuja
per d a ainda deploramos? E quem he o Tirano a
quem nao mde render vassalagem? O (love no ac-
tual ? Onde as Comissoes militares, execuepes, de*
portacSes por elle, ou por sua influencia fritas? Mas
o Gbrerno be or^ao material d'uma acco: logo he
tirano. Lgica de Caramur, que quando nao men-
te, confunde. Orgo material d'uma faccSoleaquel-
lo, que diz. ou obra, o (no esta ordena, como soja o
Redactor do Velho de 17, que por pagamento, ou
promessas se nao envergonhou de ;ucmnbr-se da fe-
ilacco de iimi fulba em sentido contrario ao que pea*
sava, pelo menos ha alguns dias. O (ioverno na>> he
orgo material d'uma acrao, nem este nomc abe se
nioao partido restaurador, verdadeira ficcSo, con-
traria aos intrresses, e roto Jacioual. O GJvcrno
M
"1



650)
Iraimgecom laecves Hnmigas rwl-----7
que to crua guerra lhc fasem Gigantes, soasemos.,
er sucia restauradora. E de que passos impoltico
falla oVelho de 17? Q*e nossaibamos, o motivo
porque um partido ha contra o Governo, aloraos
Caramurs Restauradores, lie a fronxutto 1 nm que
temsido toleraos os atlenlados dos restauradores, .1
demasiada bonhoma com que forao dejados dii u-
rfando lugares, der,uc no lempo de sen Snhof contra
jis se servirn, e o ter-se sofrido, que impune, e a-
trevidamente ettes nos msultem, ameacem, e ate lacao
a guerra em alguns pontos. Motivos sobejos de corto
led.-sirosto; masque sem ra/Jo se atribue excluzva-
mente ao Governo. E sao os Caramurs, que i\o tacs
s
vbora
pasaos se queixo? E emita o Governo ? A
sempre allentar contra o seio, que aquentando-a Ihe
sdvou a vida; mas nem cmprc achara quem este n-
p\ udenle acto de carade lhc faca.
Continuar-sn-h.
anuncios.
.n| O; a-so ao Sr. Monlezumada Soeiedude 'Federal (9
H,Snr. Barros Volco) baja de declarar quando pre-
tende deixar de comparecer as Sessdes da dita Socie-
dade, que por desgraca o conta em o N. dos seus so-
cios, (tri&le lembranca!) tffim dse pudor toma algu-
nu deliberadlo sobre o objecto, que boje ocupa a to-
dos os boas Brasil* iros, a restauracfio do Duque de
Braganca, sam que o Sur. .Montezuma com seus en-
danlios, e asnalieos descuidos, que beta parecen (lira
de encommenda, extorvc os Irnbalbos da Soeiedude,
abrigando aos socios ratirarem-se, por o .nao puderem
u portar.
$3" lloje sabio a Bussdla da Eiberda.de contend
o desengao dos Caramurs, e 'Restauradores, e una
variedade interessante.
attsos ro Correto.
Pataxo Saudade recebe a malla para o Rio Oran-
do Sul boje (31) do cor.iciite as 8 horas
O
da manh.
O Brigue Minerva sai para o Porto Aleone
hoje 3"! do cor rente as 10horas lia manh.
^C?* O Brigu* fwnfun recebe a malla ,[
boa amanh 1 .u do Ago>ln as 11 horas do da.
a&tes s '.rana.
Para, o Ass com oseaUa petos Voiios-, n C-tc
SAhk al o dia 19 de Agosto o Brigue Escuna Con-
carlo, Brasiieiro : quem no mesmo quixer earre-
gar, ou hir de passagem diriia-se abordo ef> niesuio
navio ancorado confronte ao lorie do Mullo, 011 no ar-
masen! deJo/.e Luiz Goncalves, junto ao arco da Con-
arc
tu nao.
I! III
Omston Paler &-Companlua lazem leio den..,
P porco de barris de mauteiga (pie ferio salvados do
nauf'raugio do Brigne Inglez Clyde jem pona de Pen-
dras, na porta da Alandega no da Sexta leira 2 de
Agosto as 10 boras da manh.
fcV?-* Sfi dia Sabbado 3 do Agosto, pelas 11 borns
da maulla os Administradores da caza de Manoel IV-
reira'GuimaraensJKWp. fisem tetfo no Escriotario
dadministtacSo, na casa da ra ua Cruz n. 61, de va-
rios escravos, moves, pessas de prata, barricas com as-
sucar, e vastas, taboado para caixoens, e varios arti-
gos do servico de encaixar assucar ; e como os credo-
I es da mesma casa pelo artigo terceiro da criacao d ad-
ministrarn poden) arrematar, para sen pagamento, a-
t cincoeita por cento do seu crdito por issoos con-
vida a com[)are.i;trem, se assini oquisercm.
POtassa Russiana o Americana, de superior quali-
dade chegada ltimamente em baes de qualro
arrobas, papel fino superior qualidade em resmas, *
meias resmas, ,c papel de tirar copias de cartas : de-
fronte do Trafiixe novo casa de Joze Francisco Jiibei-
ro de Souza. m
^qp* Umiramcelim de ouro com reloRio caldcirao
london caixa de prata, 2 alfineites de diamentc rozas
sem ouro, um par de sincites de ouro molde antigo,
.um par de mangas de vidro grandes e lizas, urna por-
co de prata de boa qualidade, jima pequea norcao
de ouro de lei, e um canap cun asseulo de qalbiirdia:
jia ra do Rangtl venda D. 4.
^^ Urna negra de nacao, cjuitandeira, de 2 j a
30 anuos: na ra Nova T). 21.
Sfc$* Rap de Lisboa de superior qualidade as li-
braste as oitavas : na pracinba do Ei.vrameuto loja ).
23. .
r^=- Tapioca de qualidade muito superior, ebe-
gada ltimamente do Rio de Janeiro : na ra da Cruz
n. G3.
fC^P* Jm papagaio muito fallador : na venda dos
cantos da Boa-vista esquina da ra da Gloria e S. Gy-
calo.
^3* Urna carioca nova : na ra da Conceicao D.
80.
|C3* Um jogo de pistolas de alcance por preco c-
modo ; defrotitc da Ribeira da lioa-vista D. 30.
^^* Urna porco de ra'iz de alleiia, linhaca, e flor
de sabugo, vinda na Galera S. Rita : na ra do Viga*
rio n. 32.
Cotofnraiei
Scbatos ladinas de amibos os sexos de .10 a 20 an-
_nos, para fura da Provincia, cm casa de Antonio
Joze de MagatiaejiS Basto, ra do ^ueimado.
V;^" Uma casa lerria, sita na Cidadc de Olinda,
sendo chaos proprios : anuncie.
te^* 3 canoas que carreguem barro, para 300, ou
400 tijolios de alvenaria para trafico de Olaria : no at-
ierro da Boa-vista en' isa de Joze Francisco Santos de
Siqneira.
^-y. pJo Theatro a*ua se compro fatos anligos, e
Calteleiras em bom u/.O.
fe3" l W caxorro de filia, ou atravessadosendo no-
vo : iios cantos da Boa-vista venda da esquina da ra
da ('doria e S. Goncalo.
te3" ma escrava crila, ou d'angola ainda moca,
que seia por alguma circunstancia particular Denos de
infiel," ijona, e bebada, que saiba co/.er,-engomar,
cosinbar, c que finalmente entenda de vender na ra:
anuncie.
^-^ Negrinhas de lOa 1S anuos, e moleques d
mesma idade, ainda que sejo velbacos para lora da
Provincia ; asrim la o be ni dinbeiro sem pezo : na G~>-
ceico da Ponte loja n. 30.
U \"
1
E
1
i
...:,


(660;
*.
r\
artenbamento.
ARRENnA-se o primeiro andar da casa da ra da&
Agoas verdes D. 38 : na ra das. Cruzes' D. 14>
2." anclar.
furreg.
FUr.Tou-se do sitio adiante do Jardim Botnico em
Olinda aonde mora o Major Joaquim Joae Luiz de
Souza para amanhecer o dia 29 do correte 2 cavallos
nm rastanho nafico do quarto direito, com a frente a-
kerla, paceiro, cora 8 annos pouco mais ou menos, e
outro russo pedrez earregador com a mesma idade, es-
ta descarnado, nao se declara os ferros por se possuir
a poucos das, e atada nao se ter reparado ; quem dos
Micsmos souher, ou a quem for offerecido, dirija-se ao
mesmo sitio cima, ou na Boa-visU'beeo da Gloria ca-
za de 3 porlas cor de xumbo que ser generosamente
recompensado.
W" No dia 29 de Julho correte Portarlo da caza
D 30 na ra Direrta as pessas seguinles : dous vesti-
dos de molher de paninbo fino, u com duas ordens
de renda por baixo, e bico largo de ramagens, e o
outro chao ; un dito de chita encarnado j desbotado;
um dito de paninbo de menina com bico'no talho, na
centura, e dito largo por baixo; urna carniza dene-
gra de algodosinho fino; urna sala de lila prela nova;
um lenco de touquim azul ja uzado ; urna carniza de
homem de madaoolo; nm lencol de brimj, e 17 va-
ras de madapolo fino : quem tiver noticia de alguma
destas pessas, ou se a alguem forem ofereeidas dirja-
se a dita caza, que ser bem recompensado..
^&* jNo dia 29 deste mez,furtarao de sima de
urna meza na salado sobrado da esquina da ra Velha,
e Pateo da S. Cruz lado esquerdo um relogio peque-
110 sabonete de prata com um trancil'in de retro/, pre-
to, e tem huma pequea amassadelu na caixa pela par-
te de baixo, e no lugar da mola onde de encanta para
abrir tem urna baixa proveniente do exercicio de se
abrir: a quem for offerecido, ou dele souber queren-
do dirija-se ao mesmo sobrado que ser recompenea-*
do.
k\4\t\\t\11
&toi?03 particulares.
APessoa que tiver adiado (ou por cassuada te aba
em seu poder) urna caxorra d'agoa ; queira por
obzequio entregar na ra da Aurora D. 10, ou no
Correio.
^3* Perciaa-se de 200$ res sobre um escravo
bom cosinheiro ; anuncie.
K^5* Em casa de Goneallo da Siiva Porto existe um
cmbrulho vindo do Maranho na Escuna Jo vina para
o Snr. Nabor Delfi'm Pereira, ra do Amparo na C-
dade do Olinda defronte da casa aonde esteve a Tipo-
grafa.
$C^" O Snr. Joaquim da Costa com officio de Ta-
noeiro, queira procurar nos 4 cantos da Boa-vista na
casa do lampio urna carta sua de importancia e seu in-
teresse.
'^P^- Quem tiver e quizer allugar um negro, ou
urna negra para o servico de urna casa; dirija-se a ra
Nova defronte do oito da Matriz D. 3.
^^" O Capito Carlos Bandini perciza de cinco a-
t seis contos de reis em cob're correnle sobre o casco
da (ialera Sarda Italir. e sua carga, ao premio corren-
te da praca para suprir as despezas |necessar.ias da ar-
ribada eavaria que o mesmo vaso fez : a pessoa, ou
pessoas que se prozerem.com as seguranras do estilo ;
i
dirjao-se a F. Naudin Cnsul da Franca, ou aos oo-
signatarios da mesma J. H. & F. H. Lutlkens e Uto
dentro de 10 fcs\
&^- Quem tiver dois negros que queira ajilar
para serv.eo cffeetivo 5 dirija-se ao Thealro desl* Ci-
dade.
^ No Theatro desla Ciilade, se hade proceder
no da 4 de Agosto po\*s 1() horas da manh arrema-
tado, da illuminaco o* mesmo Theatro a quem por
menos a fuer ; as condia^ se apresentaro no acto
da arrematacao.
$p- Percisa-se de urna casa/i.., ou 2." andar, em
qualquer das ras prox.mas do Theatro desta Cidade.
$y Percisa-se de um eabeleireiro no Thelro do
Recite.
$^- Quem anuncion querercr a\\u5rir um uarta
em urna casa capaz ; dirija-sc defronto da Cadcia so-
brado D. 6.
^3** Percisa-se de hum rapaz Brasileirode 10 a 12
annos para caixeiro de urna venda: nos 4 cantos da
Boa-vista venda da esquina da ra da Gloria, e S. Co-
cal lo.
T^* Precisa-se de 150.*) rejs a premio de dois por
cento ao mez, por esp.ico de 3 mezes, dando-se para
segu ranea um escravo, ou ouro e prata : a quemeon-
vitr anuncie.
^5^a" Pergunta-se a quem souber, se para ser Mos-
tr da scicncia da Geografa, he preciso saber Geome-
tra ; pelo menos p ral tea.
$3** Wenceslao Jo/.e de Oliveira Cavalcante faz
scionte ao publico, que n-ingucm negocie com seu Pai
o Senhor Pedro .Tw.e de Oliveira um engenho de fa-
zer assuear mocle e correntc, sito na freguezia de
Goiana, por isso que o anunciante no valor do mes-
mo, engenho he possuidor daquantia de trez contos de
reis.
^r^- Alluga-se urna negra que seja fiel, e que sai-
ha engomar, lavar, eco/.er: na ra da Cruz D. 27
1. andar.
-% V %
BF.NF.nic.TA, nato eabinda, estatura ordinaria, fu-
1. cara redonda, denles podres, falla de cbelos
na coroa da caheca, urna grande queimadura, nos peir
tos: fgida a 15 de Selemlno de 1832 com um labo-
leiro de fa/.en'das : ra de Ortas D. 35.
^^" Antonio, naco gabo, ou ben, ladino bas-
tantemente alto, fullo, rosto pequeo, olhos, e pez
grandes, milito conhecido por ter trahalhado na Pra-
ca, e trapixes em tocar caixas de assur.ar, e ultmame-
te nos guindastes d' Alfandega ; fgido a 16' do cor-
rente levou calca, e carniza de algodo de meia man-
ga, e consta ter sido visto no Recite, e principalmente
as Cinco ponas ao ganho, aonde se afrecolhe, e tai-
ve/, ja saisse para o mato: ao aterro dos Afiogados no
sobrado de dois andares lado esquerdo. alem do vivei-
ro do IVIfcniz.
^T^ Thereza, nacao Benguella, 30 annos, fular
boa estatura, perna direita torta, e embigo um tanto
grande, e urna marca no peito esquerdo; fgida a (>
do correte, com pao da costa de asiento bronco e
listas largas azu s, e vestido de riscadinho azul : ao
atierro dos Affogados D. 34.
NOTICIAS MAKITLVAS.
Naid s ahilo no din 30.
1-lALMOUTH ; B. Ing. Andes, Cap. Michael Ri-
; ny : algodo, assucar, e sola. Passageiros Joscph
I/itham, e Joo Mathews.
Pbivw js'j Trp no Dibujo. 183&-
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