Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02106


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Full Text
AtfNO )E\a. "SEXTA FfcIRA 19 DE .IULO. NUMFHO I
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D.lS da SEMANA.
3._S. Justa ~W Ja F., A. do O. da C. do J. de F,
dcm., edoXdeF. del. Pr. as 6h. 6 m. da m.
Sabbado-5. Jernimo- Re." de m. e nttd. do \ i;;.
(t de t. Preamar as 6 b. 54 m. da m.
l)om. (Unjo Custodio do Imperio. Pr. as 7 h.
2 m. dam.
CMARA MUNICIPAL.
18.' ScssMo ordinaria do dia 10 de Junho de 1833.
PnesiDEifciA uo Ski. LtinoERO.
lOimnECEnocsSnrs. Mello Givalcanti, Oljvei-
jra, Doutor Mavignior. Doutor Monteiro,e Silva,
fallando rom cauza osSnrs. Fatevos, Carneiro Ros e
Paula.
A berta a SessSo, olida a acia da antecedente foi
sancionada por estar conforme nao querendo assignar
a aiosma o Snr. Prezidentc.
O Secretaria fez a leitura do *?*< <"< hum of-
fieio do Cidadao Antonio Joaquim do Mello em rjiio
dizia haver recebidoo Diploma de Drpulado a Asscto-
1,1,.;, Geral paraa 3.*Legi>1alura do Imperio, e pedia
n Cmara as in*truc6es, que julgasse conveniento dar-
llio : a mosma ficou inteirada, o resolveo, que se Ihc
dissease, que era lempo rompotente Ibe transmitira as
instruces. Oatro do Venador Estoves participando
estar doente : inteirada.
Outro do Fiscal dosta Fregncziasobre objeclos de
siudo publica: posta a materia a votatfo resolveoa.
Cmara, que se o Medico encarreg ido da Saudc era
o Doutor Simplicio Antonio Mavignier, o que a este
poda cada vez que precisaste, convidar para fasor oa
exames nos gneros, e drogas, e ludo o mais quanto
fosse eoncernente a Saudc.
Outro do Fiscal da Ra-vista, pedindo trinta mil
reis para poder Paser concertar a pr>nle pequenada
Pa*sagem da Magd den i. o o telhado d'i assougua pu-
blico d.l l> >a-vis!a : p >t i a malcra a v >! \-\ > resol veo
nCimara, quu se llie desse somente ftiJJlOD res, para
o concert.do lelha 1 > i.-m 1 > p >r ora obstado o con-
cert da ponte.
Avista do OflLo correnta addiado pura a Sesso do boje ; ipolveo a
Cmara que se p-sdisse ao Exm. Presidente a quantia
de G99#930 reisem qeat hoio monlao us despezas
l'cilas com os reparos, e concert^ da Cadeia, o que so
passasse mandado pira pu^r-se das sobras, que existe
o.m poder do dito Procurador, das qnol.s. qnc lem
reeebido pira a sustentadlo dos m-ozo; ., ,|,r^ n qiwn-
tia de 527^402 reis, a Bento de Barros Falco de
Lacerda, de sold ora scu fuvoi. como se % d s 'on-
la- dada ptf ello, do t mpo qno admiiiislrou o susten-
te dos mesmos, dedil/indo porem o Procurador d.-la
quitntjaa lo 107.^:;:;;; res em qu- ficou debitado pa-
ra com a Cmara como igualmente se vi' das coritas da
das do lempo que adminislrou o contracto dns afcricS-
os (lo Municipio cujas eontas foro aprovadas em vista
do parecer da O.mmissao nomeda j>ara a examinar.
Leo-se lium fficio do Administrador actual da sns-
tentacio dos prdzos pobres, acompanhadp da eouta
das dns desperas feitas com a mesma, c documentos
comprobatorios do nioz prximo findo, pedindo que
so lbe maudasse daros 400^000 reis da quota do pr-
vente niez, jiosta a materia a votacio, resolveo a C-
mara que se passasse mandado para o Procurador en-
Irepir-lhc dita qnota, fisendo-sc-lhe saber, que rom
os (lenles das inlermirias nao dospendesse mais lien)
hnm real visto ja nao estarem mais a seo cargo-, e que
us eontas agora a presentadas fossem a huma Commi?
sao, c o Snr. Presidente nomeou para ella os Sm -
Doutor Mavijjoier, o Oliveira, aos quaes se entrega-
ran a^ mesmas. Resolveo a Cmara que se nzessq sa
ber a Joze Angelo de Almeida, queja nao ora mais
enfermeirn dos prezos doenles pago por ella, e a Bar-
thalomcn Franris de Sou/.a, que fondo ella sido de-
sonerada de cuidar no curativo dos doentos da Cadeia,
elle fieava por isso despedido do Boticario da Cmara
Na oceasian em que se descutiro os requerimontos
de Gnncalo Ferreira da Cruz, e .Tozo i\.\ Costa Rabel-
lo o Snr. Presidentelarjjou a Cadeira por ser imped
do, a (pial foi oceupada por o Snr. Mello Cavafeanti
como o mmedialocm votos de entre os Venadores que
eslavao prsenles.
Despaeharo-se alfuus requermentos, c por sor da-
da a hora, a levanton-se a Sessffo. Jozo Tavares Go-
mes da Foncera*Secretario a esereveoMello-Pere-
grino MaeielSilvaDoutor MavigmerOliveira
IV
A-
. w
\o sabemos anda da deciso da Cmara quatrie-
nal sobre a mensagem do Ministro dos Negocios
Estranffeiros n respeito d tramar D. Pedro a restau-
rae,io do Brasil; com ludo aventuraremos ja algumas
relloxoes, que tambem tom sido retardadas por nosso
esj ido molesto. F,m a mensagem ciuda vicio nossos
Leitoros os motivos, que tem oGovemo para erer,
que I). Pedro trama urna restauracao, e nos pareen
que muita razao tem o Governo, o que he demasiado
incrdulo, e pirrbonico o Sonado, que nao da .-rdi-
to ao que lie hoje por todos crido. M.is que A mai-
oria do Senado he cM-nv.i do e\ Imperador., suspira
pola sua vo'fa, o nao llio convinba dar urna opinin
contra son credo, partido, v esperancirt. Cercado (/'
ulicos, que corintiamente snspirao pelos pinftoesor-
denados, c penquen, que aqni dslructavo, oqaede
mais ,i mais ardem por vinfpar-se da derrota, o ex
i)uls."v>,. D. Pedro tom cedido ns suas sugrstes, o es
queeido da voluntaria abdicaeao, que frz a favor de
sen fillio. quer outra vez erapoigar o ibrotin do lira
sil. n/ni'piniio (.-direitos do son \ugastn Ribo, qu<
ne hoje de cto fi direiio nosse recooheci-
do por tohis as Potencias. Estas C ;;oaes eonlradico-
,....(.,uu(l o fremiontr u'mo irrescdulo di- .
quclle -\ Monai-lia. Em ''' de I8SI eserevia
m-i


nha mudado do opinio. Pouco depoia declarou, que
c Portugal nada, nada, nao quera nada e pela
i te do seu Pai ceitou a roroa de Portugal, que ab-
/""i em sua fifha, o involveo o Brasil nos ni ,,>''< a
aquelle Reino gastando coto elles milito grande parle
o no so dinheiro tonudo emprestado em Londres.
'' i Principe om ;'' 'mos de nos fiar, o >\c quem
dizem algnns, qo* nao vira ao Brasil por que iso lie
ronlra sua pala'")* e honra. No vira elle se nao pu-
dor 5 mas se pader pouco nos de vemos fin- no seu
querer, remos de o ver oulra vez aportar as nos-
sas praia las vira a frente de mercenarias tropas es-
li ingeiras, ou como insinuo alguns, inerme, o como
"Anjo dd Paz apasiguar nossas disseuces ? Os ongaja-
(622) ] V.
Me a seu Pai asseguraudc-n de sua fidelidade, e que leiroTcorrupios tramao dentro efora do Brasil o retro-
nada o faria mudar da opinio om que eslava de -o nao : fttsamento do Principe mais ingrato c mais indigno de
'ligar de seu \iiflusto Pai, c ja em Noyembro ti- reinar, que a Ierra suporta !! de hum Principe, nao
di(i, hi ni, do hum monstro, que em troco de hum
herosos Ihe ofertamos, < spoliou-nos, le-
vou a deshonro ao seio das nossas inocentes familias,
planl u a {erra civil, o de hum povo livre, que
mos tentn lornar^g seos vis escravos lancando-Aos
as mais vergonhosas Irietas! Ah. Snr. Redactor : be
nesta poclu, que os "casileiros devem reassumir to
do o valor a eonslrncia > qUn |e ;...<,v/. hum povo e
livre, mostrar ao Mundo iut.<;'iro quan'.o dignos sao d
Liberdade, que adoro conve\.cr ( Tirano da sua i-
nevilav,*! destrnieo >o por venw, icuiar aproximar-
se do Brasil, faser-lhc ver em int qtu. ,jUa\ ontro I-
turbide ter de ser sacrificado ioftlivelmcuie iran-
quilidade de hum Povo lAo justamente irritado. ISao
pense aquelle monstro, que nos ha de anda iludir,
soja (pial for o especioso patronato de que baja de lau-
car mo para agrilhoaf-nos: os seus crimos, a sua
perfidia eslSo gravados com indeleveis caracteres na
memoria dos Brasileiros livres : o Orpho desampara-
do, o Pai aflicto, a Viuva desvalida, o amigo incon-
solavel cboro ainda a recento peda do pai honrado,
do fiiho virtuoso, do torno esposo, do i"l amigo vo-
lado a sua barbaridad^ e a lembranca de bum sabio
Caneca, de hum honrado Agoslinho, de hum valcn-
le Ferreira, de bum deslimido Nicolao ser sempre
':; te que faHa a mensagem nos impede a crer,
que sem ropa venba; nem elle contar parao faser na
ni esi ravalura, (jue lo cobardemente o dcsamparou,
p< r elle desamparada em Abril de 1831. E que
ule Anjo para sanar nossos malos? O proprio
que os excKoii. oque quando com forcas, opinio
'mire nos osaugmenlava todos os (as. E em que
qualidade os sanai a ello ? Na de Tutor de seu fiiho ?
De Imperador ? De Dictador? Sem trambolho. sem
>>'' Assim se ludibria o carador de urna Piaco
generosa e livre ponto de a bu por capaz de se si
ar porvontade a aquelle mesmo horaem, que por a recordada cora saudade, e bum incentivo -alelar para
querer escravsar, cxpulsou de seu seio Nao : )>. Ihe vola' i o odio mais figadaL
: paro nao vira sem i ropa ; mas sim frente de cslra-
geiros Soldados, saciar-se em vingancas. o beber-nos
' ngue. Mas engana-se .' O Brasil uo he. fac*
ras; I
OS
s.i )
quista qualquer aventureiro, e os Brasileiros
muito amantes de seu Paiz para que oqueiro ver en-
tregue ao furor ceg do mercenarias tropas. Anda
existcm as mesmas raso: s pelo ex Imperador citadas
cm sua proclamacSo de 1824 contra a guerra de Por-
tugal. Ainda he mu dili'io militar urna linlia de
operaces, que principie na Europa, o. venha pren-
der em qualquer ponto do nosso litoral. Ainda ex-
iste o mesnio Povot (tic. poda, r est disposto a de-
fenderse. O nosso terreno nos favorece, e ponen
sao de temer os sectarios de D. Pedro no Brasil, cuja
cobarda nos he condecida. He mislcr porem que nos
unamos todos para evitar a vergonba, e tirana (ruma
torrada reslauraco, e que nos preparemos para ven-
cer, ou morree. A morte lie mais suave, que os tor-
mentos d'ur.i duro caliveiro. Lord Chatam fallando
.: Cmara dos Communs contra a guerra da Amei ica,
diziaSi assim cunto eusou Inglez, fosse Ameri-
can eu nunca deportaos armas emquaeto urn tni-
co soldado estrangeiro existisse em meuPaiz; mui-
r, nunca. (>., Urasileiro devem diser o mesmo, e
, parar se para uzel-o.
COBEESP02SDK>XIA.
Snr. fedactor.
Huma nuvero, que os aros escurece
Sobre nossas canecas aparece.
fwE bum crime e haca ci ime imperdoavel o desear..
lannos tranquillos quando a Patria amcacada re-
clama os nossos cuidados c j'adigas: os deveres (no
nos prenden) Sociedade imperiosamente exgem, que
liamos inecnsivris aos seut males, nem indife-
rentes aos seos perigos: o a nossa honra, o nosso in-
ri '.; .mo ;i lo o lio
no mu
nvence.

. ;
PoTlW
Bi
Brasileiros degenerados Snr. Redactor, tramao (com
dor o digo !) tramao a voltadestePrincipe sanguina-
rffo e cruel huma commissao daquella cabilda infa-
me (jon 1,-it.fo m o.., distinguido no Rio de Janeiro por
suas ideias est>rnrai o t-scoiia ,\, Brasileiros >\v que lie
composta, acba-se a trafoalhar em Pernambuco; e ar-
i; menle busca angariar descontentes ao seo partido,
perturbar o nosso repouzo, e manchar anossagloria!!!
Nao, meo caro Redactor, os Pernambucanos, primei-
ro povo do Rrasl, quebradou pela Liberdade nao de-
vem consentir, que prosperem tao serv i dos !
talaiemos estes vis escravos, e convenco-se i slcs*.nal-
vados.- (ue se c Yerres do Brasil, *-o aproximirde r..'1-:
se a nossa Liberdade perigar ; ellos niio verao i (Vue-
lo dos son-, monstruosos trabalhos, v serS as primea-
ras victimas voladas a nossa segnranca, a nossa pi.).--
rieridade. Assim pensa
O VIi i!o -IIarmn ic o.
Pedc-sc-nos a publieacuo <:' -s seguintes
ARTIGOS DE OFFICIO.
[Llm. e Exm. Snr. Por cilicio de i-2 do mejs pr-
ximo passado rcpresenlei a \ Exc, (pao na Forta-
leza do Brum ncba-se preso desde 5 do dito mez Ivo
Antonio Pedrozo, Soldado da4.* Companhia deste
Corno, nao constando o motivo da su prizao mais do
qur ter sido prozo a requerimento de jeu Pai, por ler
entado praca de menor idade j ao que \. Exc. se
dignou responder-me com dala de Ib do mesmo mez,
(u>- tcndo-lhe requerido o Pai do dito Soldado, harta
lido como era necessario, para poder decidir
como fosse justo ; e porque lera decorrido lodo aquel-
lo lempo, -ti;; ;ic , mais poderosa, de processo, ou culpa formada, para
a prizo daquella prevea, ou .' sua demissao, >e que
nao lem os 18 .innos da Le ; \ Exc. romo primeiru
in n iduaes dos Cidad bs, e <.<.
Tbei exelarecer-me-ha
o Soldad* em qu< ra rvico do Corpo, ou m
dimitil-o, o qu( pelos Prets do Corpo recebe
elle do ter
V
.
*


_
-- I
./

/
prestado scrvico algum. Deo Cuurdd a V. Kxc.
Quarlel dos Municipaes Permanentes 17 de Julbo de
1833Illm. e F.xm. Snr. Manoel Zeferino dos San-
ios, Presidenle da ProvinciaFrancisco Anlonyr de
Sa Barrelr, Command.nnte Geral.
Illm. Snr.A dificuldade, que encontr de pu-
dor reunir Officiaes de Guardas Vacionaes, por nao
s' qucrerem prostar, por mais que os tenho requisita-
do ao competente Chele, para Conselhos, que ten
a azer-se a algumas pracas Jo Corpo, que se achao
presos; desojando remedias esta falta como me for pos-
si vl, lembru-me que V. S. peio mnito que se inte-
re.ssa no scrvico publico, e na boa disciplina do Corpo
a que perteueemos, nenbnma duvida lera sem embar-
go do sen estado de pouea snele, em tomar parte nes-
se trabalho, viudo ser bum dos Vogacs, por isso que
asendo-se os Cselhos pudero sabir em Liberdade al-
guna dos que eslo presos. Dos Guarde a V. S.
Quari'.l dosMunicipaes Permanentes 18 de Julbo de
1833Francisco Antonio de Sa Brrelo, Comman-
dante GeralIllm. Sur. Feliciano Joaquim dos San-
to-, l. Commandante da 1.' Companhia.
V IJ. Coma mesma dala, c leor se dirig rao aos
Segundos Cjmmuulanlcs Porto Carreiro, c Piis Li-
li
ina.
Ill.,n" Snr. Ao Officio de V. S. de 12 do mez
que rege, lenho a responder : que a muilo teria ea
miniado Commisvao para conliecer das oonlns, que me
aprezentou V. S. apezar da exactidao relias, e de. sua
bemeonhecida limpeza dems*, se fossem dinheiros
pertcncenles ao The/.ouro Publico, como praliquei
oni o ex Commandante intirino o Gipito Fiiiciano
Joaquim dos Sanios; mas como as rontas, que jno a-
presculou V. S. sao peculiares do Corno, ato di-
nheiro que muito voluntariamente, c por eonvcnco
aplico os individuas do laia'ho em geral, para gra-
lificacao da miui'vi, C consta ndo-me que os membros
dola os lem recebidocni son divido lempo, por isso
que nenbuma representarlo, ou queixa lem havido
por parle dos niu/.icos; e tendo por cosegninte, q' nao
o laz de rigorosa necessidade nomiar eu Commissao,
para eonhecer de suas contas como me pede V. S. ,
por islo a nao norneio. Dos Guarde a V. S. Quar-
lel dos Municipaes Permanentes 18 de Julbo de 1833.
Francisco Antonio de S Balelo CommandanteGe-
ral.Ill.mo Snr. Miguel Alfonso Ferreira 2. Com-
ruandaule da 3." Companhia.
ED1TAL.
Manoel da Fonceca Silva Fiscal da Freguezia de
S. Fre Pecho Goncalves do llecife etc.
^lAz saber a lodos os mareantes, donos dos Assou-
. gues particulares desU Frcguezia que da dala (le-
lo a s das, devero aprescntar-lhe as suas licencas,
que obliverao ta III.- Cmara Municipal desla Cida-
consumo dos Povos, como expresamente determina o
S 1." do tu. 4.o ,jas Posmas Municipaes, 50b pena de
serem multados na conformidade da mesma. K para
q ccgoo o noticia de todos mandou nubfero pre-
sente. Bairro do Recife 17 de Julbo de 1833En Jo-
zo de Sania Anua Ajudanto do Porleiro o csrrevi.
Manod da Fqnceca Silva-
f
Maqimase V'ensarnen!.
m Natureza trava lula com a enlermidade ; bum
i'mccgo armado de ccele api e be bum
Medico; proonra primeramente accommodnr a ria,
rarai l-eaea o c inseguc; levanta o ca
A

rega o golpe ; se sucede ferir a enfermidade, ella mot
re; mas se fere a naturesa esta sucumbe.
WArenes.
Mdicos h que obro sem deliberar 5 he isto hum
altenlado vida. Outros b que deliberao sem obrar:
be huma nudilaco sobre a morte.
LaSoisse.
A moderacSo be para a (elieidade o mesmo, que a
tempornea he para a saude.
Le RocJtefoucaud.
Homens h. qie fasem mal sem ser nios 5 sao como
o carvalho, que nao pertencendo ordem das arvores
venenosas, produzcm as nozes de. galba.
Liviy.
Aquelle que nao pode lazer o bem, deve pelo m-
nos impedir que se laca o mal.
-* V
UVl\tl\ti1>
ANUNCIOS.
M Manh sahir o n.e 62 do Carapceiro soiir ^sle
a .isaimpto Rebate contra a Ueslauracao, con-
tendo mais urna caria de D. Miguel a D. Pedro, (com
algumas olas do Rcdactoi) exlrabida do Moring l'1 -
raid.
^T^ Por ter que mudar de Tipografa o Diario d>
Administrado, dfeixou de sabir hontem 18, e la'ive/
que boje 19 tSobcm nao aparecar as horas lo costume :
o que se com effeito sucteder, nem por isso os Stirs.
Assignantes deixaro de receber esses dois nmeros,
que sao 72, e 73. quando no dja competente se !he
entregar o n.* 74.
O Redactor.
!%*%'
Paja o sss.
m T o (im do corrate mee segu viagem o Brigue
i%.Escuna Conceico, Brasileiro: quem nelle qui-
zer carregar por procos commodos dirija-se ao arma-
zem de Jo/e Luis Goncalves, junto ao arco da Con-
ceicao.
*.,. %\
OeiiUa.
Ma e-crava de naci, lava, vende, eosinha o dia-
rio de urna casa, amassa pao, v tem principios de
engomadeira, por 300^000 : em Sebaslio Lopes,
adianle do sitio, Jardim Botnico, em um sitio, aonde
mora a familia do Sargento Mor Joaquim Jo/.c Luis
de Sou/.a.
%.!?* Salea parrilha: na ra do Vgario armazem
n. 18.
l^^P3* Sera de Lisboa sortida, e bogias, sag, 1.a
sor te, dito de 2." sorte, um sortimento de tamaneos
para bomem, mulber, c meninos, mu i n ha pai*. en-
cher travesseiros, pillas de familia, bixas, cha bis-
son, caf, barbante de Italia, vinbo do Porto engar-
rafa:!.'), panno de l'itho do Porto enfestado muito fino,
e varios gneros: no armazem do Machado ruado
\ gario n. I <
K3( [rn) negro carnicciro : na ruada SanzaMi ve-
Iba n. -.
r-, :? LTr. bcrco de angico, de muito /wm goslo :
na ra do Palacete, ultima casa de (re/ mellas e urna
perla.
^?* I operla em caisas de 13 libras,
man: n muito frescos, charutos da Babia,
e Americanos, vinbo do Porto, e madeira engarrafa-
do, meias pipas de vinagre, vinbo Clare!, eextas de
eham aV India : 110armazem da ra da
Cruz n.
^r


J
(6%0
^^ l ma venda na ra do lungcl D. 3&, rom
unalos para grande familia c turaban tem um
ide brno de raser pao, otem parte dos utencilios
da mesma padaria : na mesma.
fc^" l.\as milito boas : em Oliuda na botica do
Pinheiro, ra do Amparo.
^"?* Medidas do folha milito em conla pelo novo
padrSoda Cmara Municipal: na ra Nova casa de
Caldereiro D. 13 e 14.
*&* l'na negra de 25 annos : na ra Aova D. 21*.
'vT*. Um carriano de 4 rodas em hom uso ; na ra
das TrincheiresD. 24, se dir quem vende.
I
Cctupraa
'MAobra Theatro Eclesistico, quer nova, quer
servida: na loja junto uo arco c|a Conccieio O.0

1!).
$3* lm burro, com tanto que seja novo, c dos
maiores : na mesma loja cima.
<^ Urna Tatiea Militar : na ruado Rangel D. 8:5.
K^* Urna canoa grande para conduzr tijollo, <
duas negras que saibam cosinbar, engomar, e cozer
alguma couza : na ra do Collego loja de miudesas c
ferragem.
para caes: na loja de funileiro de Jo/e Jorge do
Rozario, na ra do Livramento.
fo^" Um molequinho de 4 a 6 annos sendo sodio ;
as 5 Poutas beeo do Dique, casa paredc e mcia a ven-
da D. ).
Qvvcnamemc.
ARaEND\-se um sitio no Aflbgado confronte
greia de N. S. da Paz, com casa de pedia e cal,
estribara bastante grande, bastantes arvores de fru-
tas, e um viveiro : no pateo de N. S. do Terco so-
brado D. .').
^r^- Arrenda-sc, e lambem se ven'de urna casado
pedra c cal, e outra de rancho junto a mesma que a-
commoda 50 animis com sercadomnilo grande, e bem
plantada de capim de planta, na estrada do Jiqui :
na ra Direita D. 54.
- pcrDac.
irnTO dia 15 do correte perdeu-sc urna letra da
l\i Agosto prximo vindouro, sacada a favor de Lino To-
ze Ribeiro Monteras : quem a ti ver adiado queira en-
tregar na ra Velha sobrado da esquina de lois inda-
res ti. ,'i7 c|ue ser bem recompencado, assim como
tobem avisa ao aceitante que nao pague neni faca nc-
goci* cora outra pessoa que pagar segunda ve/., no
caso de pagar a oulrer.i, visto que nao se aeha com
pertence a outra pessoa.
tfuttrg
FLutoi -se una caixa pintada cor de chumbo com
o n. 2 na lampa, tenido roupa de menino e ho-
mem dentro, aqual loi furtado por um'ganhador vin-
do com ella do Hospicio no Domingo \4 (\o corrente :
ra uo Cabug i i de miudtta e ferragens.
Precisase d< urna molher de idade', que
tenba pensfo, para tratar de um doente em um
naXruzde Mmas: na pateo d Hospital do Panizo
la I). 21.
s$jp I roea-se um moleque de 12 annos, proprio
para aprender rfufflqner officin, por urna negra que
tenha 14, a 16 annos : na ra Direita loja de ourves
D. 5 .
$3* Joao Piulo dos Santos faz publico, que mu-
dou a sua residencia de Sanio Amaro, para o rfarro
do Recife no Forte do Matos.
^ Prceisa-se fallar ao Snr. Jo50 IWtholomeo
(ioncalves da Silva, e como bef\fr| encoutrar-se em
sua caza pcde-se-lhc por obsequio ilirta-se as 5 Ponas
beco do Dique D. 9 para negocio de scu inloresse.
$;#=* O Snr. Jezuino Augusto, dos Santos Alfonso,
Estudantedo Curso Jurdico de Olinda, quena faser
o favor de vir a ra da Cruz do Rer.if n." 63. liara
se llie entregar urna carta viuda da Baha.
gp* Precisase de 100$ res a juros t]0 o ,, mc\n
fior eenlo, com hipoteca em 2 escravos : anuncie.
K7.:'"" Arrendare um sitio com caza para nmu pe-
quea familia, plantadlo de capim, e que ojo situdo
a margera do Ro, desde o iManguinhe at o Monleiro,
ou pela estrada da Magdalena prximo ao mesmo Rio:
na ra da Cruz do Recife caza de Manoel Jos Duar-
le 1." andar.
^"3* AUuga-so una caza terrea que tenha eomrao-
dos para urna pequea familia, no liairro da Boa-vis-
te, que nao exceda de 7$ reis metisacs, dando e um
quartel adiantado : no atierro da Boa-vista caza d'
Jo.io \ icira de Arairo.
K^* Alindas.- mesera va que saiba cusinhar o di-
, aj i ano de urna casa, e que sai ha engomar, sendo el:
na no Direita loja de couros D. 1K.
k? Prec.isa-se de um bomem braoco, soltefro, pa-
ra i'cilor de un sitio perlo da praca. que entenda
bem de ardineiro, e que tenha boa conducta : na ra
da Cadeia velha n.e 1 S.
K" Quem quizer urna ama de casa, paraVozinhar,
engomar, e tratar da mesma ; dirja-se a ru do lan-*
gel sobrado da esquina do beco que vai para o Trem
I). 1, 2." andar. '
$^y=* Pergunta-se oosSenhores Mondes & Amorim
Negociantes atravesadores do trapixe desta Alfandega
quem sao seos fiadores, pois quem pergunta per-
lendo faz.er urna transaceao com esta firma, o pura
a, zr com mais seguranea quer saber se tem fiador
esta sociedade, pois que nao be de admirar se'fazer
tal pergunta porque a vista do estado .de Commercio
desla praca fas sua duvida com iiomens sera coiuta-
menjtos, e sera fundos a presen tarem-se firmas desta na-
tureza para alravesarem, e inqiedi'rem, desacredi-
larem os Negociantes proprietarios mu prejuizo do
bem Commcrcial.
( ni amigo de saber.
1 *\ v\*
quem tiver noticia da mesma pnde entregar na na da
Cruz D. 27. 1." andar, quesera bem recomnencado.
premio de en-
F!'' o m totee -m ron eserayo, dra-
MAniA, do gento de Angola, ladina, seca do cor
20 annos,e bem parecida ; fgida no dia 15
do crrenlo, com vestido de chita, e pao prctode
bala ra Nova, venda I). 2.
vj;3= Francisco, uacao IVfocambique, aleijado da
mo din : i. fgido a 5 de Marco do a
ha noticias de que esta no engenhs do meio ra
Wreifi n.' l.
rtw*m>rmMrK;-im niiiMmiii nuil ifn.j'iwi; .! .|^lJ.!L*g'.HLlil*
i i'V) r no i).i 1.1.
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