Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02103


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Full Text
i_
L
PERCA FFfRA 16 DE JUJUO.
NUMERO 152r
SuhSsrfevc*se mcn-'almcntc '' W reis. adiantados. na Tioo.-r. fia
do Diario, patn da Matriz .-.!.!- se'rerehin crrespnndaiiria| e aiiunivoM entes sr-m-ac
,.;,.w ...;,,:,, i:nH(%^n>i?n(i c viudo ansipruados.
Tu-
deraeSo. eem'OEfn: continuemos corno principiamos eseremos
apuntado!) con admirara-' entre M NaC,5e mal cultas.
PunlamniTin rlt jjitemttau Grrul o fratit.
MMMOMJ'
Jr.ipre.^::cm pentantfcuca por c?e Gictcrtno De abrea.
>*-K*>=*V>--fe3S*> <=^f
DAS da SEMANA.
;;. V. S. do C.iruio-Nao ha despacho. Pr. as 4 h. e
(> ni. i.-- S. Aleixo -Juntada Fax., c aud. do Juiz dos
Feitos de m. P-. as -i h. e 54 m. da t.
.a-.S'. Marinha-Aud. do Ouv. doC. dom., do Ch.,
o do Ouv. do Civ. do t. Pr. as 5 42 mu. da t,
i.'-.S1. /jMta-Jt.' da F.. A do O. da C. do J.de F.
de m, edoJ.de F. de t. Pr-.as6h.6m. da m.
Sabbado-.V. Jernimo- Hrl.*" de m. e aud. do Vg.
G de i. Preomar n O h. 54 m. da m.
Dom." O Anjo Custodio d Imperio. Pr. as 7 h.
42 m. da m.
**-*^v** *%%% %*V*\%"*V1
Offemcprrts nos nossos leitoies os dous attigo almi-
xo transcriptos^ da Aurora Fluminense.
9
mrAs rrvolinSos, mil fartos esuccessosfe assemetjo,
Me differenlcs crses, empajes difrso?, prerem
orno traslados urnas de outrasj tanta lio n analoga que
'o fnonntra nos elementos que as determinarlo, nos
lucios (loque Os partidos ento se serrino para hir a
scus fins, e mesmo, algumas vezes, no ultimo termo
ctessas erises arriscadas He que na existencia moral,
assim como na existencia phisiea, as mesmas causas
produxem os mesmos elidios, as paixoes dos homens
e os movimentos das massas se feproduzem, dadas cer-
tas circunstancias idnticas ou anlogas.Em Franca,
sol) o governo do Directorio, cujos menibros, alias a-
migos da revolucao o sinceramente acibrenles as Ins-
tiluicoes do seo paiz, nao ero todavia dolados dessas
qualidades, cajo esplendor deslumhra, ou cuja Tor-
ca impoe multido; tramava-se a restauraco dos
Bourbons. Agentes secretos, estipendiados pelo es-
trangeiro, en Ira rao m Franca, o ah eonlrahirao re-
lacoes com toda a especie Aedescontentes o ambiciosos:
Pichcgr, ornad-) do um nomo brilhante por seos ser-
vicos, porem vido de representar o papel de Afonk,
e hva a testa dos conspiradores, que para melhor ca-
minharem emseus planos, organisaro o club de Cli-
c//). Elegse club se reunan nao s os restauradores,
snentes do plano, e das tramas que os Bourbons urd-
alo, or meio do seos emissarios, c crealuras, romo
igualmente muiros des homens que a marchado Direc-
torio nao saplsfzera, e alguns constitucin es tmidos,
que assustados des excessos do redimen do terror, se
laneavio por fcil pendor e erro, no exeesso contrario.
A mor parte dos socios do club Clichy, ignoravo os
egredos fia conspiracao, de que erao inleiramenle se-
nhores Pichegn e Willot- varios acreditarlo sincera-
mente estarem defendendo a.Kberdade, as bis. e os
dueitosdo povo, contra a tendencia uhrnevoluciona-
ria, que ellos suppnnlvio existir na maiori.i do Direc-
torio. Ocia!) de Cliehy% logo dopois de creado, lia-
tn de influir as cleieoVs, o de semear por toda a I
parte us jomaos da >ui faeco, declamando sem med- I
da contra o Governo, pretexto do maior lber dado.
Triunfantes as eleiooes do terco de Deputados, que
doria substituir o terco convoncionist.i, os conspirado-
res* nao guardarlo mais a mascara de decoro com que
ate esse tempo se Inviao eoberto' O Directorio foi por
ellos torturado, reducido aos maiores embaracos em
ambas as Cmaras, emprendose para esse fimos
molos mais prfidos. A titulo do economa e de zelo
no'.i substancia do povo, negaro-se-lho os recursos.
ndispons'ivelmcnte ncccssa'rios para que a Adminis-
tracao podesse marchar ; as suas negociacoos diplom-
ticas o sen rgimen interior foro attacados com. fu-
ror a um lempo ; as violencias e desatinos dos jornae?,
pregavr a vlta dos Bourbons, e a anarchia, foro
protegidos soh a capa engaadora de amor pa ltvre
entlssao do ponsnment trabalh va-so por corromper
a oniniao popular, tnrnando-lhc odiosa a revolucao,
o Direito, c aquellos pr: trio tas mais firmes, que haveti
j do-se npposfo ;i fnria dos Ta-obinos, nSo qcro COM
fudo a queda da libordad. o a reshucacao dos Bour-
bons. No entanto, os directores do Club Clichj ,
tratavao como Per ten dent; e com o Conde de Artois,
cujas nstruccSes e auxilios recebiao : dispunhaa a
formacSo da Guarda Nacional por modo tal, que nel-
la fossem com templados de preferencia os amigos da
familia decabida, e se preparavo para um grande
rompimenlo em que de'xando de tima vez lodo o dis-
farce, o capa hypocrila que os cohfia; populacao es-
pantada visse nos suppostos, ardentes defensores
de seus foros, traidores que os havio enl e-
f.ado is vingancas dos emigrados, c do Pertendent.
Ilum golpe de Estado, meio sempre fatal para os mes-
mo-. que o empregfi, veio por termo a esta perigosa
siluacao : a Franca por algum tempo foi salva dos Bo-
urbons e do seo sequit* ; porem a Consfituico viola-
da nao pode mais sustentar-se, a sua queda arrastou
a 1 i bordado Franccza.
SE exceptuamos os escriptores da Opposicao no Rio
de Janeiro, que para seos fins se declara rao desar-
rasoados apologistas da nossa Magistratura, e d sua
;esto, nao ha no Imperio mais do que um grito so-
mbre semelhanle assumplo ; e se por algum lado o qua-
dro do Brtts'l abasta, e profundaraent3 afflige, he pe-
lo da adminislraco da justica. A confusao das Icis a-
bre largo campo o abuso, o a m f de muitos Jui-
zes, d a impunidade quasi todos os delictos, fim
de ganharem destarte o none de bons, e compaeifos.
bem como tira a cada um o que lhe pertence, com o
intuito de accumularcm grandes riquezas. Kscusado
he repetir que toda a regra tem excepces.
Paii i inspirarem saudades do rgimen de D.
Pedro, roitumo cerlos escriptores carrcgtr o quadro
tossa actual, dolorosa posico, pintar- com cores
denegridas a dcsortcm das financas, c aoarchka ad-
ministracao das usticas, a insubordinacao dos agentes
snbarternos do Poder, o despre/o das Ltbj oque
tu do iinpulo ao 7 do Abril, e \ falta dy Principe a-
^ ^
y
1



_, ,
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(1(5)
*-
7
4
aullo que sobre o tbrono impunha respeito e temor.
Aquelles que assim disertlo, procurao disveladamenle
esconder o verducleiro estado cni que nos acharamos,
nos ltimos annos do reinado de D. Pedro, estado
(jue deo eauza revolucao, e que a prolonga r-se nao
sahornos anudo nos levara. A desorden das finaitcas
era extrema, o exereilo na fronlera, eombalcndo os
inimigos externos, mal pago, e cada anuo va sttsgir
um novo empreslimo interno ou estraugeiro, devora-
do se assim de antemo a substancia, o producto do
traba I ho das geraces futuras. Os Ministros do The-
zouro a cada hora so lastimado da desobediencia eom
que ris Juntas de Fazenda tratav&o seos avisos e deter-
minaedes, e deelaravo altamenteq'essas Jutas estavo
de laclo independen tes, zendo o que bera Ibes apra-
zia. Nesla parle alguma eousa memoramos depois da
revolucao de Abril: nem a dissipaco be (amanba,
nem a administradlo das rondas publicas entregue ta-
lo a discripcao de mil abutres insaciaveis. Alais se
podia lor feilo, para firma r-se a ordem e a economa
na geslo dos dinhoiros nacionios; mas a luelunco
em que nos lem Irazdoas maquinjeoes e intrigas dos
ambiciosos, impedem qualquer plano seguido de me-
Ihorameulo. Ouanto s jnslicas, quem nao sabe o
que bia a semelhanto respeito em toda a externan do
Imperio? A impuuidade ja entao pareca reduzida a
syslema : os Magcstrados proeuravo <:' lisonjear o
poyo a todo o rusto,'vende as vacillacoes eternas do
Principe, e os sustos que rodeavo seo throno : a vena-
lidade, cobarda, ou o patronato dicta va o a le emqun-
si todos os julgamentos. A confuzo das leis, urna
errada e indiscreta pbilantiopia derrama vo extensa -
menle os seus estragas : n'uma palavra (e be triste ter
de con fe-..sal-o) nos nesta materia acb.nno-nos anda no
ponto em que existamos ; e os clamores (pie a pupu-
laco levanta acercadeste ramo importante daadminis-
Iracao publica, ("rao igualmente ouvidos sobo reinado
do Principe, que se pertende apresenlar-nos, como
panacea .ara todos os nossos males. No exereilo, de-
vemos lembrar-nos da iusubordinaco que grnssava em
1830 e nos primen os mozos de 1831 : nem o< solda-
do-., em diferentes eorpos, acatavo seos Officiaes,
nem estes respeitavio seus chefes superiores. A in-
disciplina nao poda deiiar de introdu/ir-se n'uma
cla.se, uonde o mrito e os servicos de ompanha ero
a rada passo preteridos polo favor da Qirie, e pelas
haixczas pralicadas em Palacio. Nos beijamaos e nao
na I ron te ira be que. de ordinario, so ganhavao os
posto*: e quando o Imperador quera em pregar os
Militares en nina expedieo de capricho, enva ra-ns
s gateras da Cmara dos Deputa dos insultar os Re-
presentantes livns. em pessoa commaudava ello a ac-
eto gloriosa. O vicio aggravou-se depois, poreirt le-
ve uee a sua oriaer. Pelo que toca consideraoao
que Ihe era devida, romo ehefe supremo do Eslado,
aos abusos iuloleraveis da mprensa peridica, de
que os ministeriaes havio dado exomplo na (a: Ua
do Brasil, e no Analista ; releio os declamadores a
f'oz Fluminense, a Luz, Ifova L.uz, no Repblica,
e digao sea Ucenca, o desrespekn podiao bit' maisIon-
ge. A Realeza, na pessoa re D. Pedro, forn arras-
tra a pela lama, e perde/a infelizmente lodo o pres-
tigio que mpoc aos poros. Os assomos de anarcliia,
\x i-.tsubordinacao dos subalternos azi;To-se sentir de
todos os lados, e estes males de que boje nos queixa-
sio leyados. que nosdeixou.1 fraques*, im
(i lade politiea, caprichos e mo govorno do ex-Mo-
narcha. Tratemos poii do remediar o damno o nao
de a{J|;i.ival-o eom indis retas e mal justificada
des do o p.i son. % felizmente nao tomara.
em
A toa%t. os Redactares ae. Peinatnbuco diiige a ,a_
lavra hum Pernambucano livre cuja lingoageii
anda n&s ha a do modo.
PAfiT[CfPAr;oEs Qfficiaes, carias particulares, o no-
ticias avulsas, ludo bem prora, que se nao he
certa a viuda de D. Podro ao Brasil. a menos o re-
ceto se vai apoderando dos Garernantet, e breve pas-
sar a todo o Poro j e o que deveis vos lser; caros
Patricios em lio arriscada crise? Dcpdr i mediata-
lente a pena da instrucSo, da critica, e das disputas,
Irabalhar com aquella que S(> lenha por fim o amor,
salvaco da Patria. Facei renovar as seenas de luto,
monte a pona
e
o
de perseguices. e de sangne, (]Ue nos fezsofrvrram
Principe ingrato, e traidor, lombrai aos nossos Con-
cidados, que o espaco que b do anuo de vintc, e
quatro, a Irinta, etrez nao be tao mogo que Ibes le-
nha apagado as memorias lanas maldades lembrai-
llies inais, Pedro 1. podemos diser o ultimo a Dos a Constitu-
cao, a libeidadc. a segnranca de vida, e de proprie-
daile, e finalmente a propria honra, o que depois de
extinctos lodosos Brazileiros restar bun bem peque-
no numero, cuja sorte ser ainda pior do que a da-
(|uellles (|uc tiverem de ser \ climas, porque acxo
mudos espectadores de todas as tiranas que se deve
.Mj pralicar ; vero lodos os das aquellos, (jue mais
tem propugnado pela liberde 'amnhar ao cada'al-.o :
uniros ineomunicaveisem medenba prisoes; estes pe-
las brenhas entranbados, o desconfiando de seus pro
prios Paes: aquellos gemendo ao pozo de duros ferros;
por toda a parte, e peloseJo das familias derramado o
pranto, e nomeio de ludo slo huma soldadesca tira-
na, o asalariada invadindo as propriedac'ei, rou-
huido, e issaeinando. c. dseud ) como esiribi-
lho de ludo atea trra be nossy.Vao. caros Pa-
tricios', n5o concintamos, que ou Icos digo o quinos
temos direitoa dizer ; no>;;i he a Ierra que habitamos
nossa a lihordade do que gozamos, C para is'o susleu-
tarmos, fgo, ferro, e mil vidas, se mil vidas tiver-
mos em prega remos.
le esta a lingoagem. que cu quero ver sabir de
vossos labios, dignos Redactores, e tao unida, que
son estronJo sej-i suficiente para liier tremer no.ssos
iti'inigos, Chamai a alenefio do Governo n este res-
peito, e direi a todo o Povo, que n'clle deposite sua
con flanea pqrq*te elle he verdadoiramente Brasileiro,
e (pie se medidas enrgicas n) opera ], be porque
neoessita t\c sias forcas, e uniat, reeomeudai-lbe por
fim a mesan una, que com ella poderemos como
mundo inleiro, so lorio contra mis se conspirar.
Eis o que vos pedo hura Pornambuoann, (ue guar-
dado sempreesl para o perigo da Patria.
EDITA!..
Aanoel da Fonceca Silva Fiscal da Fregar zia de
S. F>. Pedro (roncalves do Rocife el .
S-j\ \z saber aos moradores da mosma Fn/juezia que
. Ibes he^intejramente livro. a cada um vender car-
ne verde aos Povo-., eom tanto que aprsenle a elle
Fisrai"doeumento autentico, que nro\c lerem feito a
IMin." Cmara, Munici|wl a eompelenle parleciffico,
como determina o i do tit 4. das Posturas Muni-
cipios, sem cuio documento nao poderad abrir ta-
Ihos em par.'e alguma, sob }>fiia de serem mul'ados na
iiformidade das mesi P< i que efce
maotlci pu o presente.
15lino do Recil 13 de Juiho de 1833En Jozi di
.. Inna, A iudanl do Porteiro o e.v revi.
Manocl da Fvncr.ca 6'iVivr.




^ ^
i6U)
CORRESPONDI JA. -^
iSr. Redactar.
mjAo he sem grande admirarlo que tenho visto, es-
Xii les das enlrarem para a Gadeia, hum grande 1m-
mero de assassinos, dcsordoiros, e reos de grandes
erimes, me impunemente vagucavio por estas ras,
alardeando com isso ou grande patronato, ou a certe-
za de seren julgados innocentes, como constantemen-
te vemos, dizcm ser sso proveniente de nlguma acti-
vidade do actual Juiz da Paz deste Bairro, e que
escudado por alguns de seus Delegados tem f'arejado
lugares at agora vedados a os prolnos j evadindo o
sagrado azulo das fabricas, j caplurando os inimigos
da nossa 'elicidade, j.i persegundo aos assassinos, j
dcscobrindo os coitos de ladroes de escravos, e asen-
couza al aqu pouco vista ; porem com quanta magoa
nao vi sollo no oulro da ao en que tinha sido preso
por iadro de esclavos ao grande e bemeonliecido Sil-
va pronunciado em muitos roubos, e no feito a viuva
do Reigadas eertamenle Sr. Redactor que j mais pen-
se i que liouvesse indulgencia com hum Iadro to des-
carada ja mais pen-ei que o benemrito Juiz o Senhor
Joze Felfa de Snuza'sodesse com escndalo de proceder
contra ese reo de Polica a pomo adiado com hum
(brmidavel pinhal, o que tem motivado a alpum rfis-
*ab r aos Del gados que nao vendo rigorosamente pu-
nidos os erimes (emem de se comprrmeterem, e dcsta
arle rejo ir-se esmor. c n.lo a gana dos dilos Defeca-
dos o ja ~e passo dias int -iros que o caree rer o nao a-
lista ^enfe parajsej corpo nao porque nao bajo porab
mnili.-sn o; criminosos, pororn sim pela falta de puni-
co dos meamos. Dos queira que o Snr. loze Felis
a [temiendo as nossas circunstancias, e a conKanca que
'lie depositan os pacficos habitante desie Bairro po-
idia toli a sua aetivdade em desassontbrar-nos dos
nales que nos i un causado Juizes corruptos e negli-
gentes.
Sou Sur. Redaetor seo constante Leitor.
O Amio da Justica.
*\\%%%\w \%%
Dea
aractio.
*\ Esludanle Frase co rques de Arrojo Gois
Unaoawgm Kep pzentHeo costra os Caramu-
M lela pelos I ud rite de Olinda.
Omesmo Li lias dh, ioniz Fiuaa.
Omeamolfi ,lao >dri6uw dos Santos Franca e ,
I
s '^w.^---
po (Corrno
Ei-a Adminislrco do Co
Stots
OS
fieio se lz Publico que
* 'par esle PorU> para o do Rio deJane.ro, L
V2 ) "? U "2i. tej^Sfc?"*wd0 ? b.e Ccmumiid^J l..Teen-
:orreio, TJ^Cf *"?" Administraco do
horas ,1;. ;.- Ias scra "m na muera as 9
se a Gaudao Agostinho de Barros Pracinha do Corpa
ianto D. 67, ou ao Capito.
V*.%.%^xv
UM molatinha de bonita figura, u moeda de trez
oilavas: no atierro dos'Aff
Sgu
Affogados armazem de
couros.
$T3- tim sem de Sen hora com assenlo de velado
verde : na loja de lerrage.ii da ra da Cadeia D. 43 ;
e ni mesma loja ha para vender raloeiras de ferr pa-
ra lauroes. '
W- 3mezinhs de condur, duas banqueitas u-
ma redonda de meio de salla novas, urna farda de
Uuarda Nac.onal, nova e de bom pao, e urna tama
eamarello: nos 4 cantos da ra du Gloria lado e-
querdo n. 149.
Ipr Sacas de farinha do Ri de Janeiro, de su
penor quahdade, com trez alqueires dla, ou eiuco
quailas d aqu : no largo do Corpo Santo n.u 5.
^ Urna porcio de prala velha de bom loque, un.
anel de diamante de bom goslo, oulro de abraco com
ama pequeuoa diamantes, urna porco pequea de ou-
ro de Li, 3 alfineiles de diamantes rosas, 2 cordoens
finos do Porto, um par de argolas de Carolina com
engaste de bom ouro, uns corases de. Senhora de bom
gosto, e um par de atnetea de ouro molde amigo: na
ra de Rangel venda D. 2.
Xi^ Lina canoa com 45 palmos de comprido, e
lie/, e meio de boca propria para abrir de muito boa
maeira, em lora de portas confronte a Miguel Fer-
reira de Mello.
IC3* Uma cama de Jacaranda nova, c de muilo
bom gosto para solleiro con seus colxes e travccdi o
tambdm novos: na ra da Cruz n. 18 1. andar.
VO I. ma mulata de l6annos, coze. engoma, c
cosinha o diario de urna caza, e vende; defronte da
torre do Li\ramento D. 20.
Cotupra
lloras da noite.
p. fcasasss: rK,rr,,e* pm
%~~s^ r\ .. V,l l/ ducorrente.
"HI"-.:;?
10
AUIUI,,,,,
titmw* i car^.
'ara o JUa Grande do Su,
j&L t*mm com loda a brev.dade o PatwS ^
"o'1" u mr de passage, dfinja
Pito Alegre.
Suu-
a-
LtMa negrinha de 12 a :j.anuos, crila, ou de na-
J cao sendo j ladina : delraz do eallabouco passan
do o portan dos quarteis que fui da polica, em um so-
brad; ubo de um andar do lado direiio, que ali se dir
nuem compra.
tC#* Diidieiro de trezeitavas, pela melado do seo
valor : no armazem de couros do atierro do A (Togado.
V^?* Conliuua-sr a comprar fado antige : no Tiica-
(ro, (u cm casa do Eoprezario roa dos Quarteis : no
inosmo Tbcatro se compro cabeleiras de todas as (jua-
lidades com lauto que estejao em bom uzo, e tambem
se compra urna cadeirinha lamben) em bom uzo.
^3* Dinheiro em ouro, e escravos para fora da
Provincia : na Pracinha o Corpo Santo D. 67.
tT3" 2, ou 3 vacas que sejo boas de 'leite,
e nao se olha o preco : no armasem de mobilha na ra
estrellado llozario 1). 29, ou anuncie.
^?-- Um pan de lipoia prompto cm bom uzo, e
srmentc de orlalwa : anuncie.
ALi rcA-M o 3." andar do sobrado D. 3 da ra No-
va, confronte ao oito da Matriz: no i." andar.
do mesmo.
*,,
A
f\i, < ki i-se ora senado pira vacas com ce -reas, cur-
r.il, c -asa de ordos, ludo npro: na roa da Au-
rora n
HMMHW
.
MPnw
*
./
-*-!
mmmm
iLJ-LIMUtwjP'



_i_
(-f
(612)
A Quem lhe fallar um maxado novo j procure do
armazcm do. carne seca defronte do arco de Sanio
Antonio, que dando os sienaes sertos lhe ser entregue.
.%%* v/%*w
PEncizA-se de um sugeito que saiba bem ler, para
o Emprcgode Ponto doTlicalro do Reeife ; quem
estiver nesgas circunstancias dirija-se ao mesmo hea-
Ipo fallar com o Emprezario .loo Joze Ferretea de
I'rcilas.
$3=* Qmquizerallugar dois negros para servio as
obras do Theatro ; dirija-se ao Emprezario actual.
^l^= A pessoa que lcvou um mnloque pava o ven-
der, no largo do Corpo Santo n." ."i; quena tornara
leva-lo, para se concluir o ajuste d'elie.
^y Perci/.a-sc de 130$ reis a premio, hipoto-
cando-se um bom escravo : delrz dos martirios \). 25.
$^ Perciza-se de 500<> rcis em moeda de cobre
(ou em fasenda por preco connnodo) a juros de dois
por eento ao me./ por espaco de teca-se pava seguranca urna parte que um lievdeiro tem
em um Engeuho de faser assucar, moenle, e corrente,
situado no Sul distante desta Praca tre/.c legoas, cuja
parle Ib i avaliada cm um cont e sete centhi mil rci<,
livre de duvidas, como se (ara uer com todas as pro-
vas e dtcymenics : anuncie.
^3*' Quem quizer urna ama de caza que sabe, en-
gomar, cosinhar, e tratar de urna casa, crila ; dirja-
se ao Mu do Novo D. 12-
fc^ Quem anuncin pereisar de una ama livre,
e desemb.trarada para oservico decasa; dirija-se a roa
da Florentina I). -.
^f^ Quero anunciou querer dar um eonto de rs.
com hipoteca em um sobrado : anuncie.
^y Percisa-se de 200$) reis a premio de 2 por
eento ao mez por espaco de um anno com hipoteca cm
dous escravos bous : na ra Velha D. 2-i.
^3=* Quem percisar de urna ama de casa preta for-
ra, e de bous coslumes, que sabe cosinbar, lavar, e
engomar dirija-se ao pateo da Santa Cruz I). 6.
^^ Pergunla-se, se haver anda, e em algum
tempo quem crea as labias do ev emprezario Gam-
boa.
$t^* P.jde-se a todas as pessoas que assistiro as re-
presen taceens as noiles 11 e 12 do corrente, (mor-
mente aquellas que compraro bilhetes na eazinha,)
hajao de chamar o ex emprezario Gamboa ao Tribu-
nal do Juizde Paz, por nao impingir ao Respeitavel
Publico gato por boi. Grandes e continuados des llo-
ros temos por certo aguenlado desse castiga cande va:
que prezumo continuar at final embolco sea Polica
debaixo dos aupicios da Providencia nao vedar. Disse.
^^ Joo Chrisoslomo de Oliveira, aviza a todas
as pessoas que tiverem pinhores na sua mo, os veaha
tirar da dala dcsle a 8 dias, poisse assim nao o fizereni.
os vender para scu pagamente.
$3** Tem um dengracado Pagam (j se sabe, por
nao ter Padrinho) um requerimenlo para ser despa-
chado em Couselho a mais de um mez, e nada de sa-
bir despacho, quandu sempre tem havido; ou sera
porque o Sr. Camargo nao o aprezenla por ficar abai-
xo de outros mais modernos.
r- lodo oficial de sapateiro,,forro, ou captivo,
q qnizer trabalhar, anda ir1 >ao sendo muito bom:
dirija > do Llvramento ioja de r o uros a barga
da Livranu --to.
SS^F* CinslMno que pessoa que muito me he afecta
'far publicar um anuncio pava que os meo* nrefe-clo-
res me nao pagu.em o hjpeficio da duas imites 11, e
12, e urna correspondencia em que me canoniza ;
quanto ao primeiro, os meus protectores me obsequi-
ar SntaV>, e ao qual em nada faltei atiento ao annuncio
do Diario de Sexta feira 12 do corrente porque dei no
dia 11 muilo mais c!o prometido, e nao era possivel a
vista do cansasso c do Irabalho de duas noites seguidas
lazer mais do que podio os que j eslayJo ean.-ados da
primeira rcpvcscntaco : qaanlo a Cerresponde,cia
que hade sabir, como as prineipaes authorida-
des, e pessoal muilo de bem, tem sido victimas de la-
es stiras, nao admirar que o seja um nfimo Actor
que se confessa ser Gamboa.
Vcy* O abano asignado submissamcr.le agraetesse
a todos os Senhores viznhos da roa da Gloria caza
D. 50, c mais Sen heves de outras mas, e patrulba do
Bairro que na noile do dia 13 do corrente pelas 11
horas da noile com o rigor da .viva foi atacada a ca;a
mencionada por homens mal fazejos, valado-se do ri-
gor da noile, e da auzencia do aniso assignado, que
se achava em um baille na ra do > igario r,o Rreii'o,
nao escapandon e-tes bonicos mrios, a vigilancia sobre
os pacficos Cidadaos, e que por este motivo enxeo de
terror, e afutran a sua familia, eso con!" promptn
socorro de lo briosos Snvs. genlou aos mal fase jos que j se linbo introducido
dentro da caza, a qual foi examinada pelos Snrs. que
ali se achava to bonroanmcnte fizeroete acto tic ca-
ridade, c de boas Cidadaos, re ludo que cxUa den-
tro da mesma caza nao lhe foi tocado ; alli sc'i apar eco
honra, probidnde, e dignidade : e por este motivo be
que o anunciante expc ao rcspeilavel publico e a-
roiiiec'imento, e que quando ha nnanimidac'.e as von-
tades, ludo he- fcil e se terna respeitoso, e nao terao
a euzadia taes homens, se todos se congratularem com
esla promptido, a alacarem as cazas dos pacificos Ci-
dadaos que nao desejo ser pezados aos seus Patricios.
Bazuio Rodriaues Seibas.
a:
Ntokio do Espirito Sanio, 18 annos, sem barba.
nacao Angola, donde veio muilo pequeo, e pa-
rece crilo, rallo, fallo da cor, olbos papudos, beieos
ptossos, feices grosseiras. ps chales e gro?sos, com
urna costura em sima do p direito, e com ofbcio de
sapatetro 5 fgido a A ('o corrente com carniza, e calca
de algodo: ra do Rangel D. 3, que lera de pre
'mi 20.5) reis, e a pessoa que o liver occullo em sua
caza passar pelas nenas da Lei e dias de servico.
^^= Joaqnim denaco Calaba escravo dos frica
nos arrematado cm praca \ fgido a 15 do correte,
eom carniza de algodo, e sirula do mesmo, estatua
ordinaria, pernas finas, ps cambados, olhos erando,
e nariz afdlado : o Olaria da Florentina ; advciK-e
que dito moleque ( anda mui bacal, e capaz de ser
furtado.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navio entrado no dia 15.
ARCFLONA, roa MALAGA : 5as 5 Pow
^Hespanhol Paula, Cap. Jozeph Caeat.obas : clillc-
rentes gneros : Nuno Mara de Seixas.
Saludos no mesmo dia-
-10 df. JANEIRO; S. O/W/u, Cap. Antonio
Rjoze de Lomos : diilerenles gneros. I assagei-
VlL\r)F-LPHIA ; Pat. Arar. Jtemittano, Cap.
Samuel S. Bearj : assucar. Passagciro 1.________
li
\.


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