Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02102


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Full Text
m*-
fcNNO \m 18.3.3. SEGUNDA F^IRA 15 DE JULIO.
NUMKKU ni-
Su',-, u-ve-se m-^alm.nte a 6U> refc aca.:U.jos, a Tipo ojide se receben eorrespondpncioi, e aonos; este* luwrenwre
gratis sendo dos proprios MBJjrnaites' tmente e vindo assifcnaao.
Tudo a^ora depende d nos n:csmos. da nossa prudencia. m*
deraco, "ener.-ia. <<>..lir.uemo* corno principiamos eseremos
.-montados com admiraro entre as Nac,Ocs mais cuitas.
Pioelamaaio di tiemblen Uerul di> Bratil.
UM
mftce&j cm pzvmvxnun par go?e Victorino De Xbreu.
.*><> ^-c:*.*-^-*OSS^
.,v-*'%v w*% v
DAS da semana.
2.--S. Camillo-Ad. do Cli. do O. do C, cdo\ (,.
def.-P. as3h. 18 m- da-t.
3 a V. S.'rfo Corma-$3o ha despacho. Pr. as 4 h. e
6 ni.[da t.
4."-.S. ^/Aftro-Junta da Faz., airad. dJuizdos
Feitos de m. Pr. as h. e 54 m. da i.
>.!-S. Marinha-Aud. do Oav. doC.dcm., do Cb.,
e doOuv. do Civ. de t. Pr. as5 li. 42 mtn. da t.
6.*-5. /te-Jt.a da F., A. do O. da C. do J.dc F.
dem., edoJ;deF. del. Pr. as 6b. 6 re. dato.
Sabbado-5. Jernimo r. Rel>" de re- eaud. do Vig.
G de t. Pleamar as 6 li. 54 ro. da m.
Dom." OAnjo Custodio da Imperio. Pr. ;ts 7 h.
42 ni. dam.
Pede-se-nosa insercSo do seguiple requerimento.
Augustos a Dignissimos Snrrs Representantes da
\
i acao.
T> Qucm se nao vos, Augustos o Digni$sim?s
9enllores Represcntantt s,
i
lleve recorrer !min
A
Povo aflilo e vexado pelos eneilos da lyrannia pratica-
da em nomc, e sob o aspecto da Lp ? Notorio he reo
Brasil, e comprorado se ada, pelo Prcesso reformato-
rio remeltido ao Supremo Tribunal do Justina, o pro-
cedmeuto do Visconde de Goianna, durante o turto,
mas calamitoso espacode lempo, que presidio aos des-
tinos da Provincia do Par, por ventura a majs impor-
tante do Imperio.
E seria consentaneocom os principios da poltica, e
cornos imprescripliveis direito de hreni Poyo livre pe-
la Le, deixar-se levar pela trrenle de niquidade,
<]ii.- accelcradamente o arrojava maisindubitavel rui-
na? Que resta, Augustos e Dignissjmos Sors., que
ivsta a hum Povo, aliando escotadas as vas legaes,
(juando desatendido na exposit o de seus mais acerbos
sofriraentos, (juando finalmente ameacado em sua exis-
tencia politica e fsica, vacada momento aproundar-
s mais o abismo, em que deve ser precipitado ? Nao
ser o direito da resistencia ? Foi por tanto a resis-
tencia, reconhecida como neeessaria pelo Conselho
Coral da Provincia do Para em sua felicitadlo de 9 de
Dezembrq de 1831 esta Augusta Cmara, a unica
medida de salvaco, deque lancaro rao osiVahen-
ses em o da 7 de Agosto do mesmo anuo, a fu" de
cortarem o fio do desgracas, que os hara de totalmen-
te anniquilar. Os CidadSos raais distirectos e recom-
mendaveis da Capital do Para, lendo sua frente OS
dous Jui/cs de Paz daquella Cidade, e reunidos toda
a forra militar, nada mais fi/erao do que os habitantes
desla Capital em odia 7 de Abril de 1831J A con-
ducta destes, e o resultado dos seus patriolilns esfor-
cos forojulgados e proclamados heroica! ; a conducta
daquelles he ha vida por criminosa, e como lol'sugei-
i viagancas, a represalias, c todo o peero tic
sofrimentos o* que lamben sal.varioa sua Patria Hu-
ma persegoico se decreta, e os efeitos della tem ox-
eedido expectaco dos que a decretaro. O roubo :
o escupro, a carnificina, e a morte, sao hoe os ex-
peclarulos, que a cada momento ofTcreco toda a pro-
vincia do Para, em vez da tranquillidade^publica, da
' obediencia legal, e da seauranca de prosperidade c
vida, que se achavo cstahelecidas pelos generosos cs-
forcos dos amigos da Patria, que hoje eslao clegados
ao> carceres, ou ao exterminio para salvarem as vidas
a todo o mometo ameacadas.
Sugeitao-se os briosos Paraereses as delerminacoes
da Corte, e achando-se em atlitrede propria a continu-
aren! no gozo da paz, nicos fius das livres assossiacoes, sobmetlem-se desa-
provaco do Governo, e sem mormurar se quer vo
povoar as Cadcias, oa Careenes, e os puroes das em-
barcacoes, esperancosos de que se les facilitara os
meios de sua natural del'eza, ludo somente fim de
mostrar ao Coverno Centra!, que o passo dado no d:a
7 de Agosto de 1831 era huma infante medida tic;
sal vaca o publica, e que nenhum shii-tro pensamcuto
havi.i dirigido o generosos Paraenses.
Os Cidada s mais conspicuos da Provincia do Par,
aquelles que fortuao as classes industriosas,, bem como
ricos, proprietarios, e lavradores, os Em pregados
pblicos, os militares da subida graduars, finalmen-
te os Pafaenses, tjue viviao do fructo tos seus ha vi-
res, ou de sua decente industria, acho-sc pronunci-
ados, (irosos, e expatriados, em numero tal vez de
mais de duzentos; os Chefes dos assassinios, das ra-
pias, e da anarqua, rodeados de seus brutees execu-
(ores acho-se inclumes, e cada passo exercendo ac-
tos que borroi sao a natureza I
Nenhum recurso encontrao os que sofrem, porque
assim he conveniente execucao de planos tenebrosos,
tracados pelo homem mais perverso, que o Brasil tem
visto nascer cm seu solo, coadjuvado por ambiciosos e
mercenarios socios, cjos nemes, ha muito sao conhe-
cidos em todo este Imperio.
Conven pie os Cidadaos honrados nao tenho par-
te as tleicocs acluaes, e para islo se conseguir neves-
sario lie que ellcs povoem- as masmorras, cm quanlo
os Liberlecidas desempt "'"*'<> os seus projeclos. Dor-
mem os processos no poder de uizes, que foro ao
mesmo lempo parte; nego-se as flaneas; e finalmente
levao-se ao ultimo apuro o sofrimento dos melhores e
mais otis Citlados do Para. Recorre-se compelen-
te auctoridade, esta ou nao fere, ou responde ampli-
bologicamente. Julgasc o procedimento de 7deA-
"oslo'huma seilicao militar, e os Coronis e oais Offi
cines Suptiriores pronunciados nao tem juizes compe-
tentes j pedem-se providencias este respeito, c at a
ora nenhuma tem sido dada, e os perseguidos confi-
nuo a sofrer todos os males da jinzo sem terem, ha
dez mezes, andamento os seus processos.
Huma tal posicao podar ser duradoura.' Hayei
patriotismo que lano possa sunportar? ^ual ser n
-x

,3.
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o resultado rnfattivc1 tic to monstruosa niquidade? de\T>olonbr,; e sendo neeessarl*providenciar, |
Se va, Augustos e Dignissimoa Senboras Reprezen- qutyss R^i'eiros se^vite o incommodo de irem -
atilesda briosa V.nao I5rasileira, nao ond< qucjia CirAL ii
lames da nriosa rasiieira, nao po
esta serie de males; se contra a etpectaco dos briosos
o dessraeados Paraenses, nao limitaos o curso dote
systematico flagello : se vos, em quem reside a nica
icranca de lu grande, e inte retasante porco Ja a-
milia Brasilcira, nao derramaes o satidavel balsamo de
lumia, mais que nunca necessaria, Amnista, a favor
(ios compromcHidos*nos aconteeimentos to Para em o
dia 7 de Agosto de 1831, podis julgar infallivel lo-
rd ruina uaquel'a lo importante, quo desgravada
Provincia.
A oppi ossao ;;;n a vinganca, e destas provem a
reaceo e a guerra civil. A oppiesso p vinganca sao
'es dous Qageilos, que boje diaccro o Para : reaceo
e guerra civil sern suas infalliveisconsequencias} po-
s que sendo ricos, poderosos, e influentes na Provin-
cia :'.> Para os Cidallaos pronunciados, prezos, e oc-
cullos pelos Sucessos do dia 7 de Agosto, nao ser di-
fi.il, para se evadirem ao furor des scus barbaros ni-
migos, tomarem liuma allitude respeitavel, e dellcs se
desfasi rem. Este extremo recurso nao tem anda si-
llo posto em aeco, porque os briosos Paraenses ludo
rsperao de vossa sabedoria, e principios de hu man ida-
de : bera convencidos de que os escomidos da Naco
nao podem ser indifferentes aos malos que pezao so-
bre a melhor porco de scus Compatriotas. Exerrei,
Augurios e Dignissimos Snrs. Reprezentanlcs da Na-
eo, exercei aprol dos Paraenses opprimidos este acto
de humanidade, que jamis se tem negado anda os
mais despticos, e arbitrarios Governos, todas as re-
zos que a razao dicte, e a poltica aconselha.
/mcai por tanto vossas vistas d quidado a de
paz sobre os desgranados Paraenses oppresso*: ronce-
dei-lltes o millior e o nnico remedio, que lies l.i du
fundo das masmorras vossupplico : e reeebeivis por
lo suspirado bem as bciicos de Cidados agradecidos,
quem salvis das garras do bumieidio, e de todos os
flagellos meditados pelo monslro da mais iusuportavel'
anarqua.
Rio de Janeiro S l de Maiq de 1813Com i Pro-
curador ''.o- Comprometidos, Marcos Antonio lio-
dii, ues Ifaitts. E. R. M.
(Dim i > (' > Gol 'e/no.)
w
_ (ML intilmente, com o fim de e matncw-
lavfti: A^S^sma Regencia em Norte do Imperadbr,
la por ben que V ElC. laca constante ao Publico
esta noticia, por aer inti inte a todos > ...lie*, que
se dcstno ao estudo dasscienciasDos Guarde a \ .
Rxc. Palacio do Govert" Rio de Janeiro 1 de Ju-
nbo de 1833.ureo.o, Souza e Oliveira Couli-
nboSnr. Manoel Ze< %m dos SantosCumpra-se
eregiste-.se. Palacio do Governo de Pernambuco 13
de ilulho' de 1833SantosVicente Thonaz Pires
do Figueredo Camargo, Secretario do Governo.
LCI-.o que rece".,i o Officio de V. Exc. de 13, em
(ue me dizia, que com preferencia preparasse os
proeessos dos prezos Pinto Madtra, \ gario do Jar-
dim, Joo Baptista, e Manocl Alfonso, fiz >go reme-
ter para o Correio os proeessos de Piulo Madeira, e
Vigario, porque os dos oulr< s Reos j l eslavo com
antecedencia, a fim de bireni pelo primeiro Paquete :
fico aprontando, a relaco dos outros presos das mais
Provincias para enviar a \ Rxc. conforme ex'ge no
ceo supracitado officio. Dos Guarde a V. Exc. Reci-
'e l de Julbo de 1833lllm. e Exro. Snr. Presiden-
la da ProvinciaO Dezembargador Jo/e Libanio de
Souza.
3.\ V-
.\".
ARTIG DE OFFICIO.
o Snr. Presidente manda publicar

pn ra
V-
l^yconhccimeiito dos Inspectores de Ouarteiroes g ^
\ '/(i expedido pela Secretaria de Estado dos Negocios
da Juslica, cu]o llieor heoseguinleN.*10-lllm.
e
i'.vin. nr.Tendoa Regencia, era Xome d Impe-
rador o Senhor 1). Pedro !.' ordenado por Decido
de 8 do corrente, (pie os Inspectores de Quarteires
,/vm do mesmo distinclivo de que uzavo o Delega-
dos dos Juizes de Paz, na conformidade do Decreto de
I de Junbo de 1831. o communieo a \ Rxc. o fin
de expedir para ese fim as ordens necessariasDos
Guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro em 21 de
Mato de 1833Candido Jo/e de Aran jo \ auna Sr.
Presidente da Provincia de PemambucoCu npra-se
e registe-se. Palacio do Governo de "Pernambuco 13
de l'ullio de 183SVicente Tliomaz Pires de Figue-
redo Camargo, Secretario'do Qoverno
mAa.% M'ie chegue noticia das pessoas, que se des-
H. tinao ao estudo das seiencias S. Tac. o Snr. Presi-
date manda publicar o Avizo, que llie foi dirigido
pela Secretara de Estado dos Negocios do Imperio do
tbeor seguinlelllm. e Exm. Snr.Cbegudo ao eo-
M.m;" ia. que o Governo Po.!
f\, 'v na (:
3/unicipaes Pe maiienlcs.
SLi.m. Snr.Acuzo a recepeo i\o Officio de N S.
(laclado do ) do correte, c a seu COUliudo [cubo a
responder : que pode V. S. entregar ao Quartel iMes-
tre do Corpo M mi el Felis llamos, a quanlia de oilo
ceios scenla e trez mil tresentos e quinze res, expe-
cificada em sua cuita corren!" pertencentcas forrabJiis
dos cavallrVs do Corpo, que V. S. recebia p< la Thezo-
rara das Ti'opas quando Commandante interino.
Em quanto porem ao Officio de 2 do mesmo me/,
pelo quul V. S. entregou-me as ditas contas, u me pe-
de resposta delle, sot a dizer-lhe que o cancasso de
minbas i leas, pelos annos, altribuido per V S. nos
Diarios, ninda nao chegou a estado de passar hum
Officio de circunslaiicia aos Chefes sem que fosse por
mim assignado como sucedeo como que V. S. me di-
rigi, acerca das mesms tontas, que o fasendo com
o :: o repozo deixou de assignar, e por alo o devolvo
pira (jue V. S. o assigne, e ento o responderei. pcos
Guarde a V. S. Quartel dos Municipaes P< rmanenles
11 de Julbi de 1833-^Francisco Anti nio de S Rar-
retn, Commuidante G^talIII nr. I. Comman-
# danie da I.* Companbia, Feliciano Joaqu.im
tos.
. San-
EDITAOS.
IiKnoo de remeterse para Londres, eom a p -'- I
, brevldade 1500 a 1600 quintaes de Pao Jraail.
que existem nos respectivos arma/cns : o lllm. Sin
inspector interino da Fazenda convida aos Proprii i
ros, ou Consignatarios de "Navios, lano ^acionaes,
como Estrangeiros, que quiserem lser este transporte
n:ao denirigir-se a Salla das Sesses da Tbozouraria,
pira proce Theoararii (\-\ Fazenda de Pernambuco 13 de Julbo
de 1833.
O Mici.i! Maior interino
Joiumini Francisco Bastos.
I Camatn Municipal da Ciliada do Rccifa c stta
termo an viilude da /..'
tj^Az roer aos habitantes do Municipio, que dentro
do !prazo de nove das contados do em que for pu-
blicado o presente, se li ''" arremaUr i qu me-
nos fi-'-r 90) as comtici <['


i.
*
(607)
TT
, e *aes dos
ser o presentes, a Kmpeza djjsri
trez Bairros desta Cidade por o le le huii auno,
devendo aquellos que perlendcrf "Caser* .arre-
mataeo appreseularcm se com seus es chaos e a-
honados. Dado e passado nesta Cio**| do Recife a os
13 de Julho de 1833-Joze Tavares Gomes da Fen-
ecen Secretario a es<*reviFsteves Pro Presidente
SouzaMello Caval: Maciel MonteiroSilva
CamelloMavignier.
*% .*% i%
OPalaxo Saudade de que he Capilao Joze Fran-
cisco Sela sai para o Porto Alegre no dia 22 do
corre nl.
O Pataxo /Vv7,> recebe a mala para a Ilha de
S. Miguel hoje 15 do correrte as 4 horas da tarde.
...-- Pela Adisiuistraco do Correio se faz publico
que parte deste Porto para o do Cear, Maranbao. e
Para no dia 20 do com 'te o Paquete Nacional Feliz
de que he Commandanle o I. Tenente Bernardino
J'e Coellio ; queUl neile quiser ean-egar, ou hir de
possagem dirrja-si a Ai-lmnr'-traro do Correio, e as
malas sero entregues na vspero as 1) horas da noite.
^Z~~ A Sumaca Santa Hita Carila recebe a mala
para o Aracali amanha 10 do corrcite pelas 10 horas
da manba.
Vr~?* O Correio terrestre daParahiba paite hoje ao
reio dia.
fej^ O Correio terrestre de Agoa-Preta porte ho-
je ao meio dia conduzindo tobem as enrrespodencias
paraos Agencias de Serinhaem, e Rio Formozo.
UM prelo crilo, entende de cosinho e com princi-
pio de sapfciro, hbil para todo o servico, um mo-
leqne lambcni crilo, bem hbil, e um preto de na-
c2o para todo servico de campo : na ra Direila D. 1.
^i^* 3 bancas de angico, e um sof de mu lo hom
goslo : na loja de leilao da ra PCova.
--* Dua.s parios na casa da ra da \foeda de trez
andares, com trinta palmos de largura. eeenloeciiiT
coenla de Cundo?, na esquina aonde foi h .; doria in-
gleza n. 1 ti, livres e desembarcadas, chaosproprtes
perlencnles ao Padre Antonio Terezo de Oliveira, c
a Joze Gonealves de Miranda : noprimeiro andar da
mesma.
**i~-s~ 2 prohs rtiossas, urna eosinlia o di u i de urna
caza; e boa wndedeira de ra, e a nutra* entende ;!o
servico de campo, um prelo mosso cosnheiro, urna
eadeiru de carregtir Senha forrada de seda muito mo-
derna, um relogio de uro que regula muito bem, 4
pares de esporas de piala de torrente, um alfineile de
bri Iban te para bomem muito rico, e outros objeelos
que avista do comprador se mostraro: no armazem
de trasies ao p -!i ponte, na ra Nova D. 34.
f77?' Manteiga boa a 240 a libra, bolaxinha lagle-
/.a a 140 a libra, equeijos a 800 rea : na venda por
detr na Sania Cruz.
*ty Lm escravo de naco muito bom canoeiro,
sendo com canoa, ou sen, (>|!a na rua ,|0 v ann. 9.
r- Urna negra da Costa, 3o anuos, quitandetra,
e propria para todo o servico de campo: na ruado
Vssougne velho da Boa-vista D. 18.
#3* I ma bala ni a grande com um terno
no atierro da Boa-vista I). 18.
^?* Urna negra boa bvadeira : na rua &
I). '.).
5^" Uma cazinha tenia no beco do Corcereiro D.
: na rua Velba, na loja do sobrarlo que lm Limpian.
vlia' para o beco do Veras,
\?3* ttin qf queno sitio eom alvoredos tic fraclas,
e caza de vivenda, nos A {Togados rua de S. Miguel
lado esquerdo I). -20 : na mesma.
V^?1* Bizas de superio qualidade, as grandes a 400
res, e as pequeas a 120 : na Botica D. 10 na Praca
da 15oa-vista.
:-' Uma cadeira de dois bracos nova : na rua de
Orlas, ern casa de Antonio Francisco de Sou/a.
^ .;;f Espingardas com canos trunxados de espol
las, o milhor .que lem aparecido : na rua Nova loja
de ferragem D. 18.
*^r;^" Uma banca de abrir tic Jacaranda rmhutida
eom forro de pao fino, e em muito bom estado: na
rua de S. Rita nova 1). 21.
j* Um pian no em bom eslado, proprio para se
aprender : na rua Nova loja que se vende camas e ca-
deirasD. 23.
^r"^ 1G a 18 libras de penas de etna para apaa-
dores : na rua do Livramcnto esquina do beco do Pa-
dre.
f^" Chapeos broncos castor inglez aS^jrei-: luci-
as fisas para horoem, e mulhei bacas com pequeo
loque d'agoa doce, a dezoto vintens um covado ; pa-
o de linho toloens; dilo de IIamburgv> Hubo puro,
nessas grandes e pequeas; plalillias deltnhopuro:
lencos de seda brins li/.os tinos de linho : chitas ji
tas para lulo : dilas para coberlos, finas cores fixas. <
camhrainhas tintas : na loja de i'asendas da rua do
Qucimado D. 2.
CctDprd0
M cavallonovo, com carreaos, ede benita figura:
na rua Direita D. 1.
t3* Estiraros, de ambos os sexos : na rua do
Queimado loja I). 22.
%C3* Dinheiro sem pezoa 52 por cenlo : no Porlo
das canoas n. 20.
^;y* Ouarlos para carga, que sejao novas, embo-
ra nao eslejao gordos: na Boa-vista, as Barraras a
fallar com Joze Antonio Alves da Silva.
^3^" Negros ladinos, anda mesmo com vicios, pa-
ra fura da Provincia : no largo do Corpo Sanio n. 5.
ut,\i
a;
Li.i r.\-se urna casa na rua JVva finda a da Auro-
ra da Boa-vista, com um grande quintal murado
que oceupa os fundos de todas as casas da mesma rua
da urea, lem excelentes (ruleiras, c muito boas
parreiras: na rua da Cruz n. M), em casa de Joo
Leite Pila Ortigueira.
vr^3* Una morada de caza terrea, na rua do Mon-
dejo, com 2 sallas, 4 quarto.-. cosioha fora, cacimba,
e alguns arvoredos, leudo o quintal saluda para a ma-
r : no atierro da Boa-vista I). 63.
H,IIU\1V
?era?
0
ROcA-'se a qnalqucr pesjoa que tenlia ochado um
meio Bithete ''a prxima Loleria de A 4749 com
o noaie de Vencesl de Oliveira Q:brale por sima des-
le, outro que fe a< ha risrado queira reslilurr na casa da
rua do Colegio 1). 13 ; ficando cerlo o Sur. l'/iczou-
reiro de nao pagar a outra pessoa o premio que por
sorte liver de sabir se nao ao anunciante.
[t'zos :
liona
,%%**/* ,.v
lo
'ario do S.ibbnlo
OAbaivo assignado vendo o anuncio inserto no Di-
ario deSiibbado 13 do correte, assignado pelo-^
taberneiro Manoel c Azevedo Maia somenle tem a '
rospoiider-lhc, que nunca leve negocio de qualidade^
alguma, e ncmamisade cora4J*) Main, e muito me-

J
___
-d.


(60?)
\

emprestad*, oh fiarla, eo
v.iu'icie. c o Publico que
ece i ido, mu I im pide ajuizar.
Antonio Mua Csries.
l'rt isa-se de urna Sr." livre de guafquer obs-
.!!<. r "iic enteja as circunstancias (sendo a sua
p s ea s) de reger una caza : anuncie.
*r^=- Quem qiiiser lomar 200$ res a premio de 2
por cento ao mez com hipoteca tn alguma morada de
caza ncsla Praca, di rija-se a ra do Livramento lado
din lo D. 13, 1. andar.
^3=" A Hura-se annualmente urna negra sondo fiel
e capaz para vender na na : na ra do Rangel D. 39,
cu anuncie.
*n^ O abaixa assignado faz scienle ao respeitavel
publico, que bavendo nesta Provincia, e Cidade al-
gumas pessoas'com o uome e velaxo inteiro deFran-
cisco Antonio de Carvalhonomo proprio do anunci-
ante, e para que nao ha ja algum engao com o mes-
mo, declara que da dala deste em diaute se assignar
por Francisco Antonio tabello de Carvalho, e nao
Francisco Antonio de Carvalho como sempre se asslg-
nou. Recife 12 de Jalho de 1833
Fiwicisco Antonio Rabello dr. Carvalho.
%^" Francisco Antonio \ ieira da Silva aviza a to-
da-^ as pessoas que livcrem penhores na sua mo os vo-
nhao tirar da data deste a 30 dias, pelo contrario fica-
rafi por vendidos.
? Os Administradores da exlineta casa de Ro-
berls Pelly & C.a convido aos credores da inesma a
hum ajuntamento geral na caza N. 10 na ra da Alii-
dega velha, (Quinta Ieira 18 do correle para Iralarem
de objectos de interesse massa da dita ex ti neta caza.
^F O Sur. M. (piena loja de eouros ni rna D-
reila D. 18 tomou uns pares de sapatos, e at o pre-
sente nao tena viudo pagar, queira quanto anles vir
satisfaser o seu importe no praso de 3 dias, alias pas-
sar pelo descosto de ver o seo nomc declarado.
S^* O abaixo assignado faz scienle ao Respeitavel
Publico, que propOe-se de hoje em diante a ensinar
particularmente as pnmeiras letras, Arithinetica, e
< ii omelria pratiea na ra de Orlas sobrado I). 33 :
os Snrs. paes de familia que do seu presumo se quizo-
rem ulilizar, dirijo-se a metima caza cima, fcando
certos deque elle se exforcarn quanlo Ihc for poesivel
pela assiduidide, e adiantamenlo dos seus alumnos.
O Prero ser bastantemente commodo.
Joaquim Joze Marques.
V^* Pede-se pvimeira pes^oa que parta deste pa-
ra o outro mundo, nao diga ao Author da pessa D.
Joo Tenorio, ou Convidado de pedia, o modo por
que se fiudou no dia do/.e do corrente no Thealro do
Recife, porque se elle o soaber, e he for possivel, mor-
re huma segunda vez.
^^=* Pergunta-se ao Snr. Gamboa qual o motivo
de nao lser o que havia anunciado ao Publico ? a res-
posta he obvia, he porque os cobres ja tinho cabido.
*f^~ Pergunta-se-lhe urais se ficou muito queima-
do, dos espirilos, e gazes &c. para se Ihc ensinar hum
prompto remedio.
^^- Anda naais se Ihc pergunla em qual foi dos
actos que a sua vida correo risco.
$T^- Roga-se aquellas pessoas que pela sua bene-
volencia asseitarao bilhetes para as nuiles de 11, e 12
do corrente, do bem concecido cx-Emprez-ario do The-
atro, (pie hajo de Ihe nao pagar se nSp pela metade
do seu estipulado preco, tfini de que, elle se nao per-
9*~ suada (jue com as suasimposturas, e eapertezas Ilude o
V publico d'esta Cidade. Que o Snr. Empresario
'nao hia apresenUr nada que admirar fizesse sabia eu,
mas que elle tveaee t m,ouie/a de lser o qu fet o-
que eu
cer de>t|s, e
h P.JKTia !
se tal fossi p
Rrasileira, q
ver, mas como nao hade apon'te-
s oousa, se em Pernambuco. na*
Aondie estara o Snr. Empresario
i rutile, oulra Na o, a nao ser a
muilas vezes elle tem tido occasio
de experimenta/a docilidade do seo carcter, eo
seo genio sofredor.
Se morrer morro no meo oficio.
fc^" Pede-se por favor pessoa, que por engao,
tirn do Correio urna caria viuda da Babia, para Via-
noel Francisco da Silva no ultimo Paquete Brazileiro
aqui chegado, queira manda-la entregar a seu legitimo
dono na ra do Queimado D. 2, loja de Cascudas, ou
queira anunciar para ser procurada.
fc^ (Juera anunciou querer um cont de res a
premio de 2 por cento hipotecando um sobra-Jo : an-
nuncie.
%^* Quein anunciou querer 300-$ reis a premia
de 2 por cento, hipotecando urna caza : annuncie.
^3= Pergunla-se ao Snr. Redactor do Carapueeiro
se s o facto de ter nascido o liberto escravo, futo pa-
ra o qual nao concorreo nem leve culpa; anda, tndo
virtudes, se o inhibe de sn poder igualar ao rjascido d<-
reir livre, e se nao lem era vistas o Dir;1... natural,
isto pergunla.
O inimigo da escravid&o.
^9" Rogase ao Exm. Concelho Mo (io\erno que
na primeira reuniao que houver, hajo de exigir do
respetivo Secretario os requermentos que a muito ex-
islem na Secretaria afn de seren despachados no
tnesmo Concelho. visto (pie as parles nao devem sofrer
seniilhante demora dos despaxos de suas pertencoens.
V.'.i" Em conformida c comprimento do Anuncio
de Terca li-ira paasada, > Padre Joo Rodrigues d'A-
rujo, Rcilor do S< miliario ilOlinila, lindo (icligen-
ciado quanto erteve ao seu alcance, e depois d'agradc-
cer ao respel Publico aextraccodos billu les da Loferia,
(iue desia vez, e comparativamente nutra mui p meo
lempo se tem demorado, marea para d'hbje a 20 dias
islo he, para o dia 5 d'AgOSto, o andamento das ro-
das tiiipreterivelnumtc no Consistorio da Conceico
dos Militares.
/%%%%%%* /%%^^*^***
*^'\*%-^%'*****^**^*****/***%^'^,%**a*%*^'%*'%*^'****V
rsTIClAS MARTIMAS.
Navio tentradouo dia 13.
MARANHAO ; 2 dias Hia te Jovina Cap. Fu-
cisco Ferreira da Silva : difftrentes gneros.
# PassareirosAntonio Teixeiradc Souza, eJoze Can-
dido Martins Jnior.
A (ialera Jtalie que se aehava fundiada no Lamer-
rao, cntrou para o Mosqueteo.
Shidos no din 13.
m CARAC', pelo (KARA-, E. Mucuripc, Cap.
im.Jo.Tio da Cosa Canto Leite : dilerenles genero.
Passaftro Luiz Rodrigues Samieo.
LIVERPOOL, ?ela PABAHIBA; B. Ing. slmq-
lia Car?. William M. Tagaral: lastro.
' IhaU.
TRIESTRE. Polaca Austraca Regina, Cap. An-
tonio \ anello : assucar, e couros.
IIAMIil 1UO: I). E. Denamarq. Concoidia, Cap.
E Rock : assucar, e xifre.
LIYERPOOL; 15. Ing. Uehy: Cap. Owin Wili-
am : algfdo, e couros.
MaMnHAO; B. Toscano Unido Fraternal, Cap.
Georjo Macaravich : dilerenles gneros. Passagei-
ros2.
Pei7\:~sT'1 i >> DO Di-ni to. 1 S.i.
1
V
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