Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02091


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Full Text
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NO K 18.33. TERCA FEHU 2 DR JULHO, NUMEUOl
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inhsarere-se inensalentc640 reis, adiantados. m-i Tipo-rr-fia
arte, pati-o da Matriz de S. Antonio sobrado da porto larpa
receben) correspondencia, e anuncios.- esta iiwteiMe
sendo 6o* proprioa iwsi*ii*a*s rnente e vindo SNiffua&w.
Tudo agn- depende de r;s cesmos. da nossa prudencia, mm*
deracSo, e energas continuemos como principiamos e sereme*
apontados com admirar:', entre as Xacot"- niais cultas.
l'toclamtn'io i* AssembU* Gem do Brmrt.
*****
gmtqre&Q cm ^ernamtuco por Je?t aictotma uc Sbreu.
DAS n* SEMANA.
3 -5. Offtoji->Rel.m, e Aucl. do Oav. da Com. de
m., edo Tuiz de F. de t. Pr. as 4 h. e 30 m. da t.
iS-S.foth- Junta da Faz., e aud. do Juiz dos
Feitos de m. Pr. as 5 h. o 18 ni. da t
5.- 5. Izabe1-kw\. do Oav. doC.dem., do Ch.,
e doOuv. do Cir.dc i. Pr- js : h. 18 mi, da m.
-$. -Jt.a Triftna* F.', A. do O. da C. do J.de F.
dern,edo..deF.. Pr. as 8 h. c.6 ni. da ra.
Sabbado-S. Po;m^-Rc!.--de ni. e aud. do\ig.
G de t. Preamaf as 8 h. 54 m da m.
Dom. A Pureza de S. Senhora. Pr. as Oh. 42
m. dam.
iiiwwwwwv."
^l,',*'.%,*%
%% ,v, **. v% %%%%%' *vv*%
RIO DE JANEIRO.
Mensajera, que rf Onhm da Regencia, em \ orne
do Imperador, eroud ('amara dos Senhores De-
mandas, em Sesso de 7 da Junlio, e Ministro*
Secretario dEstado dos Negocios Estran-eiros.
- Regencia, em ffome de S. VI. o Imperador o Sr.
l\l). Pedro II., meOdenou, queVossesse ase-
quiote eommunieacSo, que pelasua gravidade, trans-
cendencia Vos ha de merecer a mais nena attenco.
O Governo Imperial, AugustoseDignissimos Snrs.
Representantes da Na o, prcedendo com aquella le-
aldade, (pie deve Naco Brasileira, julga de sin ri-
gorosa obrigaco levar ao Vosso conhecimento as par-
irripces. que tem recebido dosseus Ministros Diplo-
mticos na Europa, das quaes se dedu/., (pie se pro-
ecta a Restauracao de S. M. o Snr. Duque de Braga-
ca no rTono deste Imperio. g
Na VossaSessao passada, Augustos, Digmssimos
Snrs. Representantes da Nacio, o meu Predecessor o%
Senador Francisco Carneiro de Campos. Vos apreseii-
lou os Oficios de alguna dos referidos Agentes Diplo-
mticos, e dellcs se deprehendia quaes erao os planos,
que desde ento se traeavo para se cuninhar a Res-
tauraran : mas nesse lempo nao se Ibes deo toda acon-
sideraco ; pois que ninguem devia presutnir, que de-
pas de ler o Snr. Duque de Braganca abdicado voli-
lariamentea Cnroa deste Imperio em sen Augusto Fi-
Ibo o Sur D. Pedro II., e depois de terem todas as
Potencias da Europa, e da America felicitado ao Jo-
ven Monarca Brasileo pela sua Exaltadlo ao Trooo,
enviando seus Agentes Diplomticos junto da Regen-
cia, cm iVome do Mesmo Augusto Snr., ntnguem de-
via presumir, digo, que houvessem pessoas, que tra-
tassem de por em praliea huma empre/a tanto mais
louca, o temeraria, quanto ella nao pode eneonlrar a-
poio algum da parte (las referidas Potencias da Euro-
pa, e d'Americ;!,. que eouhecem bem o;- seus inters-
ala para protegerem to insensato projecto.
Infelizmente porcm os snecessus, que leem I ido lu-
gtr no Brasil com as sedicoes, que tecm arrebentad(
em varias Provincias, ousando mesmo insurgtr trtUi
(Jj)r|S !utm nartidg qqe, com tc.da audac ia, e sem dis-
/
farce prega a Restauracao por meio de Peridicos, que
advogao despeiadamente essa doutrina, e se eilorySo
com o maior afinco em desacreditar a Regencia, em
Nome do Imperador, e o Ministerio, allribuindo-lhes,
para melhor deslumhrar o Povo Brasileiro, o snistro
designiv de querer mudar a forma Monarchica-Cons-
titucional este Imperio ; tudo isto combinado com as
partecipacoes recebidas dosnossos Ministros Diplomti-
cos, iiz. acreditar que se trata efectivamente da Res-
tauracao.
E como nao acrediul-o, qnando sesibe, que huma
das condices impostas aos individuos, que se leem
engajado para o ExcrcUo do Snr. Duque deBraganca.
he de servirem por trez annos. pudendo ser empcga-
dos foiade Portugal, se antes de inalisado o tempe
houver sido o Reino libertado j c que aos InglczM
prometi cnval-os oulra vez para sua Patria : !>en4o
milito de notar, que entre os recru/.is vindos de I-ra-
ra nao so encoiitrava hnm s Polaco, pela ra/.ao clara,
de que ellos, com os seus Oliioiaes exigan no ser em-
pregados em caso algum fura di) Remo de Portugati
Como nao i>oredital-o, quando se sabe tambeni, que
leuda liavido alteracoes ne.ste en";ajaniento, com tudo.
era elle feilo, em nomo de huma Sociedade, que se
dizia colonial, e comm^rcianlc, n qual pertendia rece-
ber bomens activos c inlelligentes, como Colonos pa-
ra o Brasil, ou para qualquer outra parle, dando-se
preferencia a Omciaes desempregados no Exercito,
Brigada daMirinbi, e Milicias; exigindo-se que fos-
sem erapregados onde as circunstancias tornassem
necessario o seu seivico, sendo os prazos do engaja-
mento 12, 18, e24me7.es?
Como nao acredita 1-0, quando se eonhece que as
pessoas, que snhirfm deste Imj>erio, (; que'muito con-
tri huiro para <|ue o Snr. Duque de BVaganca p-rdes-
se a popularidade, e o amor, que sinceramente lhe
tributarn os Brasileiros, sao as mesmas que anda con-
tinu.aoa dominar no animo daquelle Principe, as qua-
es vagando boje pela Europa com o despiezo, que jus-
tamente inspiro, e achando-se j destituid,is de meios
pecuniarios, teem nicamente osolbos filos no Bra>il,
onde pretendem empolgar os altos Empregosque, pa-
ra ludibrio nosso. outr'ora oceuptrao ?
Como nao acredital-o finalmenle, se esses indi t-
os contando j com largas recompensas dos seus s.-. vi-
cos, blasonan que nesta Corte, e em todo o Brasil ex-
iste hum partido forte a favor da Restauracao, e que
, no Rio de Janeiro, haviao requerimentos ebeios d.:
asmlao lluras, serondo llies communicavao os seos cor-
respondenles, pedindo a mmediala volta ao c>nr. uu-
que de Bra^nc*, ehegando al a loucamentc declara-
rem que o Brasil nao se tianquilisaria se nao quando
;is Cmaras Legislativas soHieilassem a vfnda daquelle
Principe para este Imperio:'
O Governo Imperial intimamente convencido do
que i proaptrMWe e grandeza desfe Imperiosa) M
srvmir:'' con>ervando-se u forros MouarxUica-Gpn-


(562;
'\ lucional, que eiizmente nos ri (e. >iq Sua Magcsla-
\ eneracio tic lodos os bous Brasilairos; leve declarar
rom toda a franqueza que, se se elleetuasse arestanra-
i em algum ponto do Brasil, seria esse lia osinal da
ruerra Civil, ciijo resultado seria a perda da Monr-J
> hiu-Coiislitucional. alem de oulros niales, que ntn-
71U 111 poder prever.
Fe pois para afastar taes males, Augustos, e I/ignis-
ScnLorcs Rtmrcsciilantcs da Naeo, que o Go-
verno Imperial, contando eom acoopera lirasilciros, i/iic* ye prcs&o desie Nome, equesopu-
ramenle nao consentirn que n sua Narmnalidade, bro,
1 patriotismo sejio menoscabados; vom d'anlemo pro-
curar no seio dos r.scolhidus da jVacao os meios extra-
ordinarios, pie sei7w5 necessaros empregar para vin-
rtrftos os nossos Direilos, quando clles sejo oiTondi-
dos. Os .Ministros e Secretarios d'folado das miras
Repa (jroes Nos lard" as competentes Proposlas a este
)V-.|)f ilo.
Vi pialidade de Ministro e Secretario d'Kstado dos
vc{j tios Kslraugeiros eumpria-me fazer-vos, Au;-u
loa Diguissinios Scnhorcs Representantes da Naci,
esta rauca exposico, para que em lempo algumse me
mpulnsse bum criminoso silencio sobre negocios, pie
to tao profundamente o liem da nossa cara Patria.
Palacio do Rio de Janeiro, era 7 de Juolio de 1333
Bwuto la Silva Lisboa.
Cmara dos Srhadores.
Parecer da -Commisso de Conslituicho e Diploma-
cia sobre a Mensagem de 7 do corrate, ordein da Regencia'^ em Pt me do Imperador o
Senhoi i). Pedro 11 levou Cama'a dos Repu-
tados o Ministro e Secretaria if'Estado dos No*
gocios Eslrangirosi enviada duplicada ao Se-
* mulo pelo mesmo Ministio rom officio da igual
data.
M Commisso de Conslituieao e Diplomacia exami
jfmnou al leu lamente a Mensagem de 7 do concille
.ncz #. &e.
\ Commisso leudo bem examinado igualmente as
copias das participaces.. &c. ; das cnndic6es do en-
jajamento de individuos para servirem no Exereito
lugual, eoutra parle..., nao pode o Commisso ti-
rar a iWaco que lira o .Ministro dos Negocios Kslran-
aeiros a favor do plano da Resfauraeio. Nio fez i-
fualmanlc mudara Commi.-sio de sentimenlo a parti-
cipadlo de ouiro enjjajameuto, feilo debaixo do pre-
texto de huma socictade que se di/.ia colonial, v. de
commercio : menos ronsiderarao Ihe merece a deno-
minaco que se din -onservo no animo do Sur. Du-
que de Braffanea as possoas, que Ihe 6zer3o perdei a
popularidadc, e amor dos frazilciros, e se acho fra
do Imperio vagando pela Europa eom desprezn, e fi-
nalmenle o cont de que alguns individuos, que de-
zejando mudar de Ierra, c Ir fortuna blasonan de 1 i-
correspondencias eom pessuas domiciliarias no Brasil,
conhecimento, ou snencia de grande partido c de lium
requerimento eom grande numero de asignatura-, &c,
A Commisso supone estas medidas Ilusorias, e sem
fundamento, inseridas em peridicos para desafiar a
sua viuda, ou para oulros fius particulares de juem m
faz inserir ; e considerado : l. A difiruldade e qna-
zi impossihilidade de o Sur. Duque d<. Bragmea, i>m<
penhado em lmm negocio lio arduo jual a Ltbertacao
de Portugal, tentar huma outra empreza anda mais
difficil e arriscada, nao se podendo al boje eonjectu-
' rar eom seguranca como e quando ser o desfeixe, e
COfttusio la printej:a *> ~2.' A dilFc uldade da reafi-
/acao de huin semelhanle Proieclo centra o qual dev
coul.ir eom osral sentimenlo lo Brasil, que sempre se
pronuncia pelo Sur. 1). Pedro II seu imperador legi-
timo, qualidade sempre attendivel, mnsonte hoje no
Rrazil, onde a Iprca armada est na iNaco ,
3. A falla.de cooperacio das oulras Potencias que
nao lie le presumir o auxiliem e prestem tantos, e lao
dispensiosos meios para huma al empieza ; ncm mes-
mo que a aprovem, vii( os se<>s procedimenlos ante-
riores de felirilaraoao Joven Imperad' r Brasilotro, pe-
la sua Exal taca o ao Trono do Imperio ; 4. Final-
mente o nao ler aerescido depois que se apresentaro
as primeiras participacoes da Restauraao ao Senado.
circunstancia notavel para nu^mentar reci'ios dejiuma
empreza coiiheeiilamenle louca temWaria. He per-
ianto a Commisso de parecer cpio as novas purlicipa-
ces dos Agentes Diplomticos nao pdem cleixar de
ler (jual consideracio pie liverio a.> cammunicadas o
auno passado. Todava quando "por falalidade succe-
da, pie motivos fundados supervenientes faco acre-
ditar a tentativa de lao arriscado Projecto, entende a
Commisso pie o Senado, pela parte que Ihe toca, de-
ve poro (javerno em estado de poder sustentar o Pa-
triotismo e Voto Nacional pfestando-lhe os me.os para
isso necessarios. Paco do Senado, 10 de Junho de
1833. Viseonde d'Alcantara, Visconde de Cayri!,
I). Nuno Eufjeniode Lucio e Scilbiz.
A Cmara dos Deputados conservou-se hontem
em Sesso Secreta : suppoc-se que esteve trataedo
de objerlos relativos Mensagem la Regencia.
(Jornal do Commercio de V) de Junho).
Por Decreto de 4 de Junho foi o F.xm. Sr. Mi-
nistro da I'a/enda dispensado da Pasta da Justic.a. e
encarrefpdo d< U.i interihameute o F.xm. Sur. Minis-
tro do Imperio.
Consta-nos que o "i'.xm. Snr. Chichoiro da (,ti-
ma, Depulado, e actualmente Presidente da Provin-
cia das Alajjoas, de va ser nomeado Ministro da Justica.
MINAS GKRAES.
AEfle veseeneia d( ploravel despertada em toda a
Provincia de Minas Geraes pela mall'adada sedicio
do Ouro-Prelo, nio so poda de todo acalmar sem a
nonieacao de hnm nutro Presidente: eaRce.eneia bem
o presentio. Porem o que n;io devia oulorgar as exi-
gencias de hnm punhado de facciosos armados, nao
duvidou em o conceder, aos rogos decentes de lmm
>ovo advocando os seus interesses pelas vas leffaes,
pela voz de "las autoridades constituidas; espeialmen-
piando a essas reelamaedes so unto a propria sollicia-
cio do Snr. Manottl Ignaofa de Mfilfa e Sousa. p*"-
dindo a sua demisso de Presidente da Provincia. Fa-
zendo a ntica devida s intencoes daquelle benemri-
to Cidada, nao podemos eom tulo deixar le aplaudir
a ultima resolucao dotioverno, cujos disvellos a bem
do Povo Mineiro acabio de se manifestar pela nomca-
i o de entro cidadio igualmente re'ommendavel, (*
Snr. Jozot.de Araujo ilibeiro.
(Do mesmo Jornal.)
Quartel General do Oum-Pretm 5 de JunllO de
1*33.
ORDEM DO DA.
O Marechal Commandunte em chefe das forras
da Provmeia, (diaria a undos mais sagrados deverev,
se no momento de separar-jw dos Miiteiros lhcs nao d-
rffisc seus nmprimenlos tU despedida.
E* mais partifidarmenfe AsGoandasNaeinnacs, Mu
nicipaes Permanentes, e Divisoes do Rio Doee qttse
dirige, lenvando, e a;;radec(Mido-lhes a < onfi inca que
aelle poaerio c 1 Pgt ohedieneia rom que ,:' < uiao
Elle k demorara mais entre os !-rio-
S
seus iliclamcs.
.1,
V
w-;-r** ^-


n 1MI. i, itmm
mmmmmmm*mp
f
(56:?)
>s e Constiiucionaes Mim iros, sn o <;,;> de Dcpula-
do nao chsraasse Corte, d'onde vira a esta Provin-
cia todas as as vezes que seus servicos sejo por ella Wh
clamados, anda que, quande considera eni cada G.
N. um baluarte inexpugnavel posto em defleza da
Consliluico cm toda a sua plenitude, julga desneces-
sara sua presenca. Elle s tema sentir o pouco que
0 Exercilo Un: deixou a Cazer, adviiihando, por assim
diz r, a sua volitado : sous oxforcos quasi se limilaro
a a dotar a indignarn e impetuosidade deslc contra os
sediciosos, o fiui de poupar sangue um e oulro la-
do. A recordars de ler comroandado, coro feliz xi-
to, a flor ida Populacho do Minas Oraos, e a son a-
prasinieuio, para elie a mais doce e mais aprociavel
recompensa,
Perionce ao Exordio a gloria de ter restituido a
Provincia a ordem Legal, aos Ouro-Pret.-.nos a liber-
dade, a sua sede o Exm. Presidente, desmonlindo as-
Minas calumnias de qu q cobriao os sediciosos; ter
entregue a Juslica muilos dosles, e estes a seus remor-
sos. Cada urna dcslas victorias um ndclerel mo-
numento erigido a gloria do mnit Miueiro. O lira-
sil todo va i purloeipar dos cfTeilOS da conducta do Ex-
cre lo da Legalidadc, e iribular-lhc agradeeimcnlos
pela completa derrota desse infame partido retrogrado,
simclbaule uo polvpo em sua reprodcelo, e ao canic-
liona diversidade decores rom que se lera apresenla-
do. A gratidap o nico premio que anihiciono as
Almas bem Corma das : agradeeimcnlos tribua ao Ej-
ercito I\lineiro o seu Commandante em Chele
Joze Mara Pinto Pci.roto.
recomendar a unio, e vigilancia, que boje nos
tao necessarias: .*>." Iransorever as Leis. llesolucoes,
e Decretos, que mais dicorem respuito a osla Provin-
cia : 0 publicar os Irabalbos das Congiegacoes do
Curs Jurdico de Olinda, e chamar aallencSo do Go-
verno sobre este eslabelecimento, que lo atrasado, c
desprovido inda so acba : 7. publicar as noticias, que
mais interessanles Corean, do que se passar em M ou-
Iras Provincias : 8." em fin Caser guerra de morle aoi
restauradores, e tractar dequalquor ohjcctb, que >
ofereea, o que soja contornate ao bem, tranquil'
de, c ii-lrucao publica.
0> redactores deslc Peridico, deixando para o
prime!ro numero os preeeitos. e regras, rom que,
redgido, por ora smenle ufianco ao Publico, (jue
nao se desviarn um s instante das veredas, que da-ve,
seguir o liomcm verdadeiramente vre, e que sm
to tcm em vistas o bem, e Cclicidado do seos Coneida-
da
aos.
V%\\% *%V
M
YARIEDADE.
\ Sessao do Jury do dia 26 do passado o mui
i digno .Tuiz do Direito Francisco Ludgro da Paz,
jr.iciando-se das alrilmicocs dos .Turados, esfhbeleeeo
ini sabiamenio, emtom magistral, o seguinle axioma.
Snrs. o direito de criminar u>:ia pena.
PEnr.i:?.ta-sc o que ter Ceilo a Ex-m> Administra-
cao de Orpbaos de Irinlao tantos mil cruzados tem arrecadado do reiidimento dos predios que perlcn-
ejo oxiincla Congregaoo de S. Felippe Neri, e que
por justa o salular Lay Ib rao aplicados, h quasi dous
anuos, Edueaco de Orpbaos:' Deshincados Orpbaos
que c\.-10111 por educar c, o que peior be, morreo-
do do "orne, o cofa i ios de nudez Estar esso dinhei-
ro em eaixa. ou em giro ? Em poder d .negociantes,
ou dos imsnios Adminislradores? \"encera premio,
ou be capital improductivo i' Eis o que muito desoja
saber bum interesado por sor
(Jrplio d Pai c May.
Ellos nao deseonbecem, quanto sao destituidos de
Coreas para urna larda lo ardua o melindrosa: mar-
confiados em aleanearcm de seos Compatriotas, e Col-
logas as eorrccSes, o osclarecimenlos, deque nrccssi-
tarem, o mais anda desejosos de prestar a sua Paln*
este l*n nequeno sorvieo jamis se pouparao aos mam-
res Irabalhos, e vigilias aflm de sitisl'aserem as rigo-
rosas qhrigacoens, a que se vo snjeilar, e desle mu
do Carao por preencher os fins, a que voluntariamente
se propoem.
Firmes pois uestes principios ellcs espero aleanoar
no Publico toda protoco, e acolbimenJo, sob o qoal
er lugar a sua Folba, que ser cm formato grande,
todos os Sbados, sendo trezentos e vinte reis men-
saos cada urna das assignaluras, as quaes se reccber;to
no Roei'f na Praca da Unio cm a (oa de livros do
Sur. Figuera, e na Cidade de Olinda em os Quatro
cantos na loja do Snr. Passos e Silva.
Q^t'^o^ ?o CcrTD
Brigue Boa Fortuna recebe a mala para Lisboa
no dia 3 do crrenle as 10 horas da manha.
O
IWtIMOUI *%%%**%'
ANUNCIOS.
O Jury anunciado para todas as Quarlas feras do
cada semana que nao l'osse dia Sanio, ou (criado,
fiea sem efieilo al rpie o novo .Tuiz de Direilo, aea
certo por Editaos. *
tC?* Acba-se no Prclo um novo Perio do O TII'YS MASLEIRO, o qtial sabir., a luz, lo-
{;o (ue adquerido lenba sUnetenlc numero de subscrip
lores.
O obrjecto dosle Peridico ser : 1. mostrar as re-
lormas, de que mais somos carecedores lauto na Le
lundainental, como as administrativas, atenas asnos-
ns-actuaos circunstancias, e marcha progressiva do
Hrasil: -1." roolamar dos Legisladores, o Coveroanles
as providencias neceaaarN ao bem oslar dos Povos os-
H'cialmentc desla Provincia : 3 censurar modesta, e
pumente qualqner desvario do (ioverno, Authori-
ndos. e Emj)n>gHlo-, ou Funcioinrios Publ os:" 4.'
acusan
ItM grande sitio de Ierra, pm o lugar de Bebcribe
Jde naixo, ou 'undo, coni caza de laipa, baixa
para capim, terreno para quatorze a dezeseis vacas, c
planlano de mandioca ; baslantos uvoredos de Crudos,
o alguma malla : na Solidado caza de sobrado, que
faz as duas estradas para Rejero, o Manguinbo.
s-r;-^ i in piano Corle, e urna livraria do 'alescido
Antonio Elias de Alor-aes : no pateo do Carmo na casa
em que morou Joo Areenio Barbosa,
r^* Urna cadeirin.b nova: na ra de Hortas
Callar rom o marcineiro Antonio {francisco.
vT3=* Fina venda co'm pouoos Cnndos no Forle do
Mallos, ra doCordoniz ao p doCcrreiro : na mes-
ma.
^r^f- Um moleque crilo do 13 anuos rom priuei-
piodo pedreiro : na ra d'Agoas Verdes 1). 37.
r
Uma du/.ia de oadeiras bem (citas, modernas,
e onvornisadas : na ra Nova n. 30.
53* Um moleque de 10 annos, proprio para ap-
prender qualquer officio : anuncie.
^y Fio para pavios de vella, ou algodo para tro-
cidas : na Fabrica do Fundo na l?oa-vista. ^
K5** Fina inolala mossa safen coser, engomar, e co-
zinbar, j>ara Cora da torra : na jua de S. Goncalo
D. lz.
^r3* Arroz pilado, e eom r^ea, Cejo, c milhb,
cbogarlo proximimonto do H<> <)< faoeij-o, a troco de
'


>.
A.
(56.)
dinlieiro sem pato : ta ra da Senzalia Ron indo pa-
ra o porto das las cancos venda n.* I >.
|L^< Paninhos linos de 12 varas era pessa a
3$840, e eomalgum toqu< k atoara a 4#560 ditot
limposa 2^700, riscados largos, e finos a 200 o co-
vado, ditos aniarcllo de quadros a 160, lencos finos
brancos lizos, o bordados, duquezas, chapeos de mas-
sa, ditos de seda, de hornera, e de menino, chitas li-
pas de diftereules qoalidades eovados a 200 rcis, di-
tos a 180, 160, o 120, algodozinho a vara a 160,
1 -40, e 120, sciineta, madapoles, cassas, bicoa de
I rauca, meias de seda, e de algodo por preco com-
modo : na ra do Cabula loja I). 6.
-*
C*tepras
TTM -ira propria para embarque : na Botica
(. Jd tguel Joze Ribeiro, na ra do Queimado.
\r^:-, Algum escravo tanoeiro, ferreiro. ou earpi-
na a fallar com C.ervazio Pires Ferreira, na ra do
Pires, n. 1, na Boa-vista.
^3* Dinbeiro sem pezo ; na ra da Senzalia nova
indo para o porto das canoas venda n." 15.
$3* Un Diccionario Inglez e Portiiguez, Portu-
guez e Inglez por Vieira Transtagana, anda
jao uzados: anuncie.
K^* Urna ou duas vacas de teite que dem para
mais de meia caada, nao se olba a prco : na ra do
Collegio D. 5, segundo andar.
V,y Algumas pessas de pao azul cu encarnado
ordinario, ainda que sja mofado, ou uvariado : an-
nuncie.
la i|iie st.--
***V*1
tfurtcs
FUnTO -se no din. 29 de Abril p. p. na Matriz de
N. S. do Pillar Provincia da rarah'ibao seguinle :
* urna caldeirinha de prata, e bizope, tira copo de pra-
ta lavrado, um va/o do prata grande, um taco de
prata do baptisterio, urna naveta de lalao. e urna cruz
do SS. Sacramento de prata com um ctucifixo de
prata profumado de ouro : qucm souber do dito fur-
to, e quizer denuncia-lo poder dirigir-se, oa ao
Comniandante da l'oitalesa do Brrm, ou em Olinda
ra larga do Amparo n. 6, que ser bem gratificado:
outro sim protesta-se guardar todo segredo ao denun-
ciante, e contra qualquer oFicial de ouri\ es ou qual-
quer outra pe.ssoa que por dolo comprar, ou guardar
similhante furto.
^^ No dia 27 para amanbecer o dia 23 furlarao
doiseavallos de um quintal da ruadas 5 Ponas, um
russo, pequeo, barrigudo, com urna bixiga no lu-
gar do sellador com urna sobricana qucimada na mo
esquerda (|ue nao cria mais cabello, clinas cortadas, a
cauda fina, earrega de doiscorlado de meto milito ea-
biador, e lem dois anuos ; c outro castanio escuro
3uasi preto, de 5 para 6 annos, seco pernudo, gran-
e, auicuteira alta, as trazeiras seao, os quadriz altos,
earrega de dois cortado pouco, as clinas cortadas, tem
trez ps brancos, e urna estrella na testa : quem os li-
ver pode entregar a Joo Joze de Medeiros no atier-
ro da Boa-vista venda n. 27, que ser reeompencado,
e sendo que os ditos cavallos aparecao no mallo pode-
ro entregar ao Tenentc Suterio Albuquerque da Sil-
va morador no Engenbo Cana\ eir Freguezia da Luz
termo da Villa do Pao do Albo.
embarcou em dito Briguc, isto no prazo de 4 das
' (pois quer fiwer sabir o Brigue para o Rio de Janeiro)
e doconuario mandara desembarca-lo |Hra algum dos
m us armisens aflm de eml)ol<\ir-se do respectivo fre-
te, e coiiu'dorias do dito Snr. ate a Babia da Trai< ao }
(lugar onde saltou) e protesta desde ja pelo allguel do
armazem.
^F O,ab:ixo assignado acaba de receber ordem
de sen eonstiluinte Antonio Soares de Andrade Bre-
derodes para por meio deste Diario declarar, que no-
nhuma pessoa pague a Innoceneio Gomes Pinta qnal
quer quantia que seiao devedores a venda na ra do
Livramento na qual 'oiao socios : e como a m aior par-
le dolas esle;o pagas e nao lossem ainda hincadas nos
seu-. respectivos assentos por se ignorar de quem e que
quantia : e porque o mencionado socio esleja tratan-
do de cobrar nutras que ainda restao sem que tenha o
cuidado do liquidar esta tfanzaco lendo-se-lhc j
mandado cbamar para este fin, como tambero para
outra da qual j Ihe deo conla coi'aetil.
Raimundo Jote- Pe/vin "?.->//o.
$r^- Os abaixo asignados fasem publico q;ie, icm
sido nomeados em aiuntamento de c.red p ira ad-
ministrar a casa de Jobo Rufino & IrmSo; e qu d
hora em diante os Snrs. Devedores a dita cas- podefti
vir ajuslar as suas contas attEscriptOrio 'i: Imtnts-
tracao agora eslabeleeido ni casa da Aministrai r Lu-
is Amavel Dubourcq, na ra do rJ'rnpixc n. .1 : de-
elaro mais que nao tero por rafk qualquer iianza-
cao tendente dita cas,! que o> mismos devedores 'as-
so com outra qualquer pessoa sem sua ailthorizaro.
Luis Amavel Dubourcq.
(joiH-allu Joze yjjfouso.
.Tozo Eugttio do Silva fiamos.
^T^" Iloje se abre a loja S'.0 ra do Cabug ; a-
li se recebe todo, e qualquer genero dv f-izend >s, que
se vendero conforme as ordens de sen; ilonos, e ven-
didas que sejo todas ou parte podei ditos sl-us do-
nos receber. Fazse compras para o Cevtao ; o mais
Provincias, recebem-se ordens para compras, e ven-
das de dinheiros de prata, ouro, e cobre, ludo pela
commisso de 2 por 100. eadverte-se que se garante
tudo com a firma de 2 Negociantes edoneos, aleni do
hbil Administrador, que tem grandes eoubecimen-
tos do mercado, e be versado em Commrcio.
^^= A pessoa que lirou urna carta do Correiopara
Bernardo Joze Ferreira viuda do Bio de Janeiro na
Sumaca Olivcira N. 806 (assa o favor entegal--a na ra
do Livramento loja de louca D. 5 onde receber oseo
porte.
y
tMU^\nv
.**%%*
abiTM particular^-
BGi^to Jo/.f da Cosa,, prosirietario do Brigue S
Manocl Augw-to ebegado do \ss, participa &>
Sur. Joz Presbiier da Etpeetai U seu pro 6ue bap de pi lomai- conla do jieixe s^-o qjc
cKbrbt apreftctt^iuo.
A Quem faltar um moleque por nome Manocl e
diz que seu Senhor Antonio Joaquim morador
nesla Cidade : falle com Domingos Joze Percira Bas-
tos : na ra do Cabug que esje tem urna caria em
seu pode que diz aonde est prezb o dito escravo.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios enriadas no dia 1.
PHILADELPHIA ; 53 das 5 B. Amr. AngeHm,
Cap. JohostOQ : farinha, e outros gneros:
Mansfield.
LIVERPOOL; 40 dias ; B. Ing. Thomaz Hal-
torsby- Cap. Thomaz Vap : diferentes gneros :
Elozaf & Braga. Pasaagetros Willian Hibbert, e Car-
io-. Saunde, com suas familids.
Pkhx. m Tvp do D1.11110. 1833
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