Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02075


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Full Text
13 *
n^xi-
V
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<*%*v*V %*% ***V*'
^- \ i jlica. Pr. us
4." S. .-/'/ w-Si
8 !. 30 -i. da
j.-S. / ~- i- los J.' 'lo CV.
de m. 5.n-V /r-^-S's. da Threz. P. 1" m. e And do
% .1 I (ftrlaoi det Pr. as 10 li. 6 m. da ni.
Sa!d>ad<>-.\' dmbrozio- Rl.'* de m. < aud. do Vig.
G. de i. Proamar as 10 h. .f'4 m. da m.
Dom. .S. Sabina. Preamar as 11 b. 42 minutos
m. j
EDITA ES
O Pros'' ;?' da Cid ida do fincife e ven termo.
F\ !" :- saber aos h hilantes deste Municipio: Qu
d;i>: m! j queatguns vendedores los gneros de
abastecim-nlo, e su-ientaeo dos Povos, sera owlro
motivo, que hum mi entendido calculo de gando,
ou antes por descompasados caprixos contra a ulte-
rior medida Legislativa, pira o troco da moeda de
cobre, se hivi.io pro posto a arbitrariamente repudiar
e esta vio repudiando do-la moeda inda a que por E-
dtaes do Govtrno da Provincia se tinha declarado
legal, e mhndado correr, estipulando dest'arle, osre-
feridos vendedores, com in tolera re arbitrio, a quali-
dade da m teda para se pagaren) : c por outra parte,
qualgumas pessoas dscolas, dando lata intlligencia
; Le i de 3 de Outubro do auno prximo findo pre
tendio, que indislinetamente so Ibes recebesse em pa-
gameulo i >da a qualidade de moeda de cobre, anda a
reconhecidumunte falsa; semattenderem huns, eou-
tros que nesse procedimento se havio com criminoso
abuso, e se prestavio mutuamente para afugentar os
vveres de uossos mercados, parausar nosso commer-
cio interno, e conduzir-nos a fome, a cessaro dos
trabalhos, e a miseria na classe jornaleira, e d'ahi os
excossos, eriminosos ; hum dos quaes sem duvida era
pretender--;", que esta Munieipalidade cxorbilando
que satisfi>cssem asaberraedes desses, que assim, e
sem a prever^m, se liostilisavo contra a boa ordem,
esocego publico : p. uo podendo esta Cmara Muni-
cipal deixar de commensurar'a gravidade de males
de lauta transcendencia : contando com o patriotismo,
v lur.es da prime! ra Aulh->ridade da Provincia, a esta
Autiioridade se dirigi com a cxnosico abaixo trans-
cr.,l:{. e.-riwl....... M 'A-X '- '; -..l.li
d (v C ; n-
as |v
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A*
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9
**
I
zouro, e ao Doutor Juiz de Direilo, e Chcfe de Poli-
cia, e do nffieio, que a esta Cmara envido, que odi-
ante vai incerto, mandando activar os preparativos pa-
ra o troco da moeda de cobre e receber as EslacGes
eflfcctivameritP, e sem a menor hesita cao nos pagamen-
tos toda a referida moeda nos termos da dita Lei.
A Cantara Municin confia, dosseusCo Hos
b-b:totes dr>("' Municipio, n que a elle vie
o negocio nf roo, que reconhecerSo, qne i
I is mandadas pr i-m execuco por o Exm.
le 11 Provinci fi'io garantidas nigmdo, e
o preco deseos i-ib-l'ew, e industria na m<
Lei citada do n de Outnbro lo anuo proi
do, deI rnu I gd : e espera que reconnec
que O da fiel i'venica das Leis prode prov
a tranquilidad, e a segur-inca, enm os go:
tagens da vida rivil, todos se empenhnri
nvn'e a concorrer p-ra se esss b*-ns cons
petndo as medidas Jo Governo, e preso
excessos, que tornen) ndispensayeis medi<
vas aue os Cid a daos amigos de su-i Patria
tar cumprindo seus deveres.
Paco da Cmara Municipal do Re1 i fe i
di 1834Joee Tavares (romes da Foncec
o escrevi. Joze Antonio steves P. Presid
lor Simplicio Antonio MavignierJoze
midiJoze Machado Frcre Pereira da
quim de O'iveira SouzaBento .Tose da '
mar. Joze da Silva Gusmao Antonio Li
za.
III.'"0, e F.x.m0Snr.Ha dias, qucse
livo plausivel tem aparecido geralmente
ci interno huma regeico arbitraria, e
moeda de cobre, sem outro motivo, alem
dos que recebem, e tem este arbitrio cbe<
ponto tal, que na presente Sessao ac bao
tar nlguns dos Juizes de Paz, que o Comn
no vai s ficar integramente estagnado ; qm
naleira, e indigente gf*me por nao pode
com a moeda, que por seus trabalhos jor
tem os meios de sua manutrncao ; e fina
acon-ternacao he geral; porque somenle st,
ber a antiga mneda da cobre, que tem a ^
outra cunbada na poca da ellevaco d'esl
Reino unido no de Portugal e Algarves,
que a moeAj cunbada depois d'aquella poca,
ca com essa ftlifan e a cunbada depois da Eg^ca da
Independencia", conten do perfeito cundo, sertdo de co-
bre, e com o peo que ole GovernO por Edilal deu. c
O Govemo Supremo na Corte nao querem acceitar.
r f"1 ecendo a transcr-
pesar sol(yre a clas**^
ves que vai (oiuji-
orluzir ao Comirur-
ponsabelidade, que
ventura Be deixas-
no pl'mrlo de Lei
h
\
^
K)
a.


di
i ao tulhorisao : ahm le m r imprcfirua qnalquer me I arad;
da, que lomassi porfo te poder eneeaVj deste Mil' l'imen
-
emais da
hitantes
cu com-
moeda
IjfMH
aradas nc Brlig
tos em
mcipio, em quanto que <> mal grassifin
Provincia, e cutan com mais detrimento
dos desvairados Municipios, que vitid
mercio a esla Cidade tcriao de recebes
que rorresse que Ibes sepia regeitada no luj
as habilacocs, quando a quizesse em pregar nos uzos
iudispcnsaveis (!:i vida : d<-)ois de descnlir este objeii
lo resolveu de levar o exposto aoconhecimenlo de %M
Exc.
Por Edictaes deste Governo se delerminou que a
moeda de cobre, moderna leudo Q cunho em geral per-
leile, e c wno de sete oilavas as de o lenta res, de
trrz olaVUS^ ui.-i.i, asdv qmiivna rcis, de huma <>:-
tava e (;c q n i--, as a vi ule reis s<~ recebessem, e
eorressena g p*liueule na Provincia*, bem como a moe-
daautig.i. El i medida, Fxni. Sur., foi a que al'u-
genlou a moeda n do nos&o mercado, e lauta consi-
deraeo mereceu que QiGovepiu Supremo a mandou
por em eXrCUcao no Rio de Janeiro; mas as R*ta-
ces dYsta Pro vii. .a uo itera < b-ervado, e d'ahi
na particulares.
De V. Rxc. em qu si reconbecemos patriotismo, e
asaz de eonhecimentos, operamos; que lomando na
divida consideracio este objecto. baja de manda/, que
M Jui/.es de Paz lleudo effectivas' as medidas deste
Governo, e eonft a pana de desobediencia que em tal
easo Ibes cabo impor lerminein esse mal, que 80 (Pes-
te' modo poder c urar-se*
Dos (imirde V. Exc Pago da Cmara Munici-
Tit-cife 8 de Janeiro de 1834. Esleves P., O-t
rrresjjoi
nesourfl
en l
f* o V
So dos <
brm da Le. Nao se'admittir pofe
eTos de quanti in rio- a cen mil res.
a jue se refere o aailtcedente.
moeda de cobre assim apresen^ M HQJ0
que as s< guintes av< rigir /oes :
br!\ 2." se cmtetalid^J
RITa"uTPi)oi lraor. ........
Be chegue ao conheeimanlo
'xhMkxt o prezcnle Edital em lod
blicos da Provincia, e inserir ni
Secretaria da
neiro de 18
esouraria ue
tem (
ti
ugares
a.- Publicas.
Je Peimivijuco 10 deJa-
U'aior interino.
uncisoo Basi. s.
%.\\ \\\ w
Noticias da smeiica.
BUiNOs-Ayres i esl oulra vez em revo4ucfiq#
(radtrzimosdo Universal de Montevideo o seguin-
te resumo da origem e marcha do tn< vimenlo insur-
reccional, qtie vcio perturbar a tranquil lid a de de que
esta malfadada Cidade principia va gozar.
Monte-Video 9"d*0lr Tem';-. cec<-hi
Diarios de Rueos-Ayftts'at iGdo correnle. A da-
zeta (alta desde 12." D'ellcs e da correspondencia
privada sabem.sqnea 1 1 do correte rebenli H contra
o Governo huma revolueo, cujos prmeiros p.i -so* a-
)arccero em bum Jury, que devia ter lugar contra
mi. Costa, Canudo, GosmSo, Ma^ignier, Souza, o Peridico el Jiestanradov de las leys, e que nao
V*
Tendo dado as providencias, que me occorreo>
oiarem ao meu alcance acerca da maui'estaco, que
\ S.V me fizero do'eslado de fermenta CO, em que
se ada perte da populaeo (leste Termo proveniente
da regeieao da moeda de cobre no mercado interno
delie, ofieiando nao s ao Inspector da Ther.ourai ia,
pira mandar receber as Estates Publicas a dita moe-
da, setndiflerenc^lguma e nos termos da Lei novia*
sima de 13 de Outubro do anuo prximo passado, e
igualmente para Fazer activar os preparatorios do tro o
d referida moeda actualmente em {jiro, dando prefe-
rencia ness operacao as elasses indigentes; e mais lo
beniao Jniz de Direito Chele da Polica, e em igual
roulbrmidade a todos os mais das outras Commareas,
aim de que cada um (hiles era pregue os meios poliei-
nes convenientes nao s a respeilo dos vendedores que
maliciosamente regeitarem a dita moeda. como a rea-
ttejliQ dos consumidores, que se bouvem com excessos e
Osfurbi^nas suasqucixas; s me resta recoinmendar
aV. sil publicidade a essas raesmas providencias.
rdea V. S." Palacio do Governo de Per-
ei ) de Janeiro de 1834.I-'rancisco de
Almeida e Albuqueique--Sois. IVezidente
ores da Cmara Municipal deste Cidade.
,-x-. i\. >. f
DlTordem do Illuslrissimo Sur. Infi^flor da The*
Konraria da Provincia ac faz publico, qu- uod+i
20 do coi rente mez, lera principio na ine-ma Thezou-
rarifl o recebimento da moeda <{< ift>re, na cononni-
do aflijo 19 do ReffljUamento de < de Outulno
.-.uno prximo passado^fcai^ii /# w -^
I'.).* Ern qnanto se prompneao sedul.is Tiesli-
nadas para o troco da moeda (le fbre, ffa permittido
desde l aoa powiidor^sdeste hki^I.i leva-la a Thcsou-
i-aria r-s|l(%a, onde preceden JU**BrificacOes de-
/
rar
a do
noule
iioaaMp
^i iu\f huma pequea esca^iiuuca.^ IVMHW'
foi dispensadu do Commaiidoda Legio Civi.-.i, cren-
snrlio e(eilo. A extraordinaria concurrencia de Ci-
dados para este acto Casa d. Jiistica e suas immedi-
acoes a>sustou bastante o Gov' rno, qu mandou lomar
amias guarda da Priso, e logo a mandou doblar.
O Jury trndo sido suspenso por causa da auzencia de
al;;uns Juizes, o concurso principiou a se desmanchar,
e insta occasio rompero-se acclamaces ao General
Piosas, evozes tumultuarias contra o Governoestebele-
cido. iSaquelle da soube-sc lambem que da parte de
Quilines bavio reuuioes de genle armada, (pie se
engrossaro successivamente em varios Pontos da Ca-
panba tendo sua frente alguns Chefes da Milicia, e
entre elles o General 'inedo.
Em 12 o Governo publicou este movimento anar-
chico, e as providencias, que tomava para i onservar
a ordem. Convocou a Salla dos Representantes e par-
tecipou-lhe os ditos succe*sos, para que adoplas-e as
medidas, que julgasse conveniente, alem duque Hat,
que o Governo punba em execuco. A Salla respou-
deo recommendandoao Governo que nao fizesse uzo
da terca armada, e iniciasse a olensiva, *e\ quanto
ella mandava huma Commissao tirada do seo seio fia-
ra persuadir os sublevados que deposilassem as armas.
A Commissao composta dos Senhores D. N. Ancho-
lena, Guido, Ce/nadas e !). M. J. (arria, depo-
is de conferenciar com os Cheles da revolueo, se reli-
raro com a nolicia qne eslea perlendiao (aser subir
hum Requerimento a Salla dos Representantes para
(pie o (invern fasse depilo. Este entre tanto fez
tomar posioo ipiatro pequeas divises, as (ua-
tro fentratJM Q'.i'^,0\ p mantera ordem. A que
<^a||' pk^' Madn&fdo foi#nlaea-
(ffi pof oulra^los Tv(|{i
\ OUVt
fe
dido pelo General Oiazabal. iNa i^iule de Ifi q (i.- ^
neral Boln se ene^LLiOj^j tf1'1 m ^ Campa-
^
/



1

Un
i'r,
las att'ir.i -
i nefjao lu-
r ee-nic por
zidenle da
-".;
. t
iuc quanilo
su exija por
idades, que
(ro......,.....| .- | ......- v...,.o....v i |m,. asquescu-
lalsas, podcm perturbar aordem publica.
CORRESPONDENCIAS.
Sur. Redactor,
Eum (ilso amigo diriga conselhos irnicos uo
iStSenhor Veras, eu croe o sou verdadciro Ihosdi-
rei ntscidos dasinceridade de mea eoracio. Sim
Senhor Caetano Pinto de. \ > r.i>, permito-meque eu
lh diga que Vmc. errt o negocio em que agora si* ax;i
empe'uhado esta um pouc i exacerbado por amor de
iiitrigHs, com que pessoas suas inimig.is sabem aru-i-
nte illudir n sua itaonhecida boa l. Essas pes-
:>as que o nconselhfio nesse negocie nao san suafi ami-
lempo vira em que Vme. conheca o que eu aca-
bo de dizer. Eu se <|ue o Senhor Veras tem docili-
dade, e sabe ceder logo que ronhece a verdaae. Eu
espero por tanto que o Senhor Veras desprezando os
intrigan!" acredite em quem como cu sera sempre
sea
Verdadeiio amigo.
*\v*v**v%*v
\\ (
i
>,7
)
- /
r- <
\
:-----

Snt.* Factu/a.
Ll oes very wcll. .. ,H .' Assim dizio era mi-
iba paiz, certas lime, que chorando muituose
se rindo poucas, a todos disifto ao fosse leavt mean,
al! eoes ven well l l Mi estar estrangera nesta
paiz, c consequentty ignora suos ley* porem ven-
do quhna mu compatriota M.' NHsZamoth Asladc
escreva sobre cssa cou/.a d'Alfandeg.i Customhouse,
nao poda deixar de tamhem diser minhas palavras du-
,f tevo iv >rds sobre este roza. Seora Veras Faz scr-
viea multa grande a suo Patria, si Caz que acaba esto
cosa desellare escotUlias de Navios, que rusta tanto di-
nero a Naci, e n Negociantes, que quer suos Navios
descarriladas eom hrevidada, e que nao faz acaba <-o-
traband Oh M.r Vera* esl ir a good man I ihe
Viiy much him : Is a good Patrilo, and lilas ex-
c<;,'sivey is Cuut se, cu escreva mus. Good byjpaL dmr*.
J ** %
v
jblicada a denuncia.
Publico, o o officio
promovendo a mi-
-, denominando-me
o, segundo parece,
ia reputaco, ou pe-
]usto ser que pelo
iublicidadc o Acor-
cia do Juiz de Paz
Lio i.-uesinclo. da Boa-vista, e consequentemente a
dita denuncia. .
(Wira p\ Redactor Sr, prestar-se a puMieaciot i
dilo Ac.-onia., abaixo transcripto, no que fara parti-
cular favor ao seu
Atiento Venerador e servo
Manuel Gregorio da Silva.
Acconlanem Relaco &c. Qumenos bem jul-
gado foi pelo Juiz de Paz do l. Destricto da Boa-vis-
la ile^ta Cidade em seu Despacho de pronuncia f. em
que obrigou a livramentoao Denunciado Manoel Gre-
gorio da Silva, e de que Sf appellou, vistos os autos,
porquanto versando toda a impulaco, que se Ine al-
ribuc, sobre a responsabelidade da Porta.n J. que
na qualidade de Inspector interino, e com o parecer
do Procurador fiscal dirigir ao Colleclor da Dci-
ma daquclle Destricto em lode.Maio ultimo, ew.aolUr
cao da repre:-n.lacao prlo mismo (cita al.
li;m(|oa pollera de loiios os (1redios urbaj
(los limites da Cidade a esse fim mar a.los p
liva Cmara, e declarando, que deviu ser
dos taes os destinados pora a habitacao, mt
de novos, ou velhos, eslives#em ou nao den
ras, e muros ow-m habitadas jior WUJ
por n u leiiosoanno, ou em celias, e de!
(oea, para disliucao, e diEferenca dos rttf
,, vio entender se os destinados ao recolhi
guarda de Iructos, ou ut.neis ruraes; tan
Eeprehende ella materia de cnmuialidadi
contrario adiando se em harmona com as n
bre tal objecto reeebi nadamais'determinoudoque, o que pela r
reacio se aeha determinado, e definido j o
nao acontecera se Uvesse obrado em sentid
ou mesmo diverso 5 poisque entendendo-se.
denominados em Direito por urbanos os pre
tinados a habitaco, definieao, que seguio
ton o Alvar de 27 de Junbo de 1808 110 ^
decar: 11 do sugeitos ao imposto de que se ti
aquellcs, que eslivessem em estado de ser)
estando compre hendidos nos limites das Cidc
las, e Lugares notaveb, sogundo as demarc
Cmaras respectivas, e nao podendo baver c
a sua determinncao estoja em vigor a lace do
c 4 n das Leis citadas de 27 de Agosto de 18
51 55. da de 15 de 9br* de 1831, e Art.
-,\." Cap. nico da de 24 deOutubro de 1832
SSO manifest, e a todas as luzes obvio, que
dia o Denuri^ado, sem que faltasse ao seu de
xar de deterrnjnai^'omo determiuou na sobre
turia, que se fizesse o lancamento sobre todo?
1 idos predios, eomprebendidos na demareact
mar, nos termos cima ditos, sem attenc.
;iexccpcao, r a moma Cmara dos
>endo ella, '
emarcacao --.......w
is Lugares nota veis,
Q 1 da Lei de 15 de
' eom pe t. e a i 11 da
do aunr a seme-

Al
v
ir<

:
o
mmm
KM
T


,
,;-; '
Hiante excepcSo em ffltejuizo da Fajeada Publica, c
em opposicao ao disposto as Leis refeflda; i Por t-*a?
to revogando a sobre dita pronuncia, mdffo se Ihe d
baixa na culpa, pagas ascustas pelo jjhda Munici-
palidnde. Recife 19 de Dezembrofl flw33. Como
Presidente Maciel MonteiroLibando
eido (*) RelmontRamos.
/* w "*%"- %**
Consulado Britnico.
FAz-se saber aos Subditos Britnicos residentes ei
Pernambuco que no (lia Terca feira 21 do cor'
rente ter Uigar no Consulado Britnico ra da Cruz
o aj un (amento dos subscriptores para os fins designa-
dos no acto 6. Geo : IV cap. 87.
Consulado Britnico em Pernambuco 14 de Janeiro
de 1834.
H. S. Cowper.
Cnsul.
KAp da Babia, a 1200 a libra : na ra do Collcgio
loja de fazendas D. 2.
fe3" Dito Princeza chegado ltimamente, em libras
e octavas : na raa da Cadeia n. 53.
^3" Um xeoo bem cantador : no breo da guarda
da Boa-vista casa do Padre Laurentino, que !a se di-
r quem vende.
Um cavallo com andares, porem nao gordo,
orle e sem acbaques : na botica da praca du Boa-
sta D. 3. '
&3* Um par de esporas de prata de correte, a
peso : na ra de S. Rita nova casa terrea D. 21, ulti-
mo lampio.
^3* Urna cazaca azulquasi nova, e urna preta tam-
bem em meio uzo : na ra Direila D. 2, segundo an-
dar.
* %*%i"%%v vi
Cotopras
CObre velho de toda a qualidade anda mesmo moe-
da chanchan que nao corra a 160 a libra : na ra
do Cabug junto a loja do Bandeira.
$C?* Urna pedra de rubim al o custo de 40$ rs. :
anuncie.
CT Da se 200$ reis em prata por urna morada
de caza em Olinda : quem a tiver anuncie.
&3* Urna caza terrea que teha um bom quintal,
"a Boa-vista : na ra Nova loja do sobrado D. 22, se
lira iAmii compra.
Moeda de prata por bom cobre a 70 por cen-
ca do Livramento esquina do beco do Padre
% MVMmtt1
llimun
ALlluga-se por lempo de dois mezes um prcto la-
dino, e muitofiel por 16$ reis, pagando-se mc-
tade adientado : na ra da Penha D. 10, 2. andar.
(*) He pena, que o SeTHior LibPkio d^8m|M^e nao
lignasse de manifestar os furfWmentos do seuveri- *
(dopor que com eles muilcfk- entequiceria a Ju-
risprudencia.
t
%
\ i
TO H^ dof^aTio casa D. 22 dasse rr*<
tes_dr '..iici..,*e xifre por nreco, commodo.
)uem pe..!.,di J'^uiA ama pata todo o se'
p u' ih .-asa, que SiilTP^Jr.nhar c engoma!
ite por 2$56q^&s ^pr mez, aquai <'f
mh du Fag' .mes ca
i-se a
ia-se a ra
eonv
js-
II.
i DirciMfeyJ|^o dos^g^,
:er allotf ois iH'g
icat Jfl Wk a ru
lia-
gros i
ua do a
>ara en-
^r^ Quero livor equizer
riamente pa^ socaren) assuc
zeite de Pj^^^rmazem n.
$C^ PM ..' iima a;r.a d<- I- te
ar uma crfll ido parda e que nlo t nhn filhos :
na S-ile a'r'Ini'la da (equina que v i para Oli'i la.
^r* Da-se 300$ reis a premio de 2 por rento ao
mez por espaco de um atino, ou mais lempo sobre pe-
nhoresde puro, .on prata, ou hipoteca em alguta pro-
priedade. que e-t ji livre, desembarazada : anones.
\T^* O Snr. A. P. T que ira hir satisfaz* r i qlin-
lia de 1000 rnis que pedio na vend da ra Dir< ila
esquina que volia para o bWodeS. Pedro, visto j ser
tempo suficiente, do contrario s publicara o seu no-
mo por exlenco.
Caratos fugiDosf.
T Fiereza, naco Benj, estatura mediana, um tai Jo
fulla, caa redolida, c pequea, cabera c orellius
pequeas, buba raxada, o cabello bstanle ralo, no lu-
gar das fon tes, lena unsialhos a imitaco de pez de g.i-
linlia. beijeo* grssos, barriga quebrada, na junta do
p esqoerdo lem um mollio de veas levantadas ; fgi-
da em Dezerobro de 1832 : s cinco Ponas D. 53,
que se dar 30$ reis.
^3* Manoel de nacSo Cabund, estatura regular,
grosso doeorpo, pouca barba, (ala grossa, um tanto
bruto, lem os pea grossos, e no p csqurrdo tcm do
menos o dedo mnimo; e padeiro ; levou carniza, e
sirla de estopa. Francisco Canario, naco Cacange,
estatura ordinaria, picado de bexigas, osolbos um tan-
to vermelhes, sem barba, tem os ps e mos pequeos,
levando um grilhao no p, com calca de riseadinbo a-
zul j velha, camisa de estopa, e urna trouxa com
que foi encontrado poucas horas depois da sabida ; am-
bos fgidos no dia 13 do correle : ra dos Qtiar-
teis padaria D. 5, que receber 10$ reis de gratifica-
cao.
^jl^ Joanna naco Cacange, baixa, o seca, un tan-
to fula, e lem uns c.-Jombos nas costas ; fgida no dia
11 do correle, a dita escrava jserlencente aos filhos
do falescido Tencnte Corono! Jozu Antonio Ferreira :
ra do Caldereiro D. 26.
NOTICIAS MARTIMAS
Naxtios entrados no da 13.
RIO FORMOZO; 24 horas; S. Guadalupe, M.
Manoel Pereira de Alrneida, Jnior : assucar.
Passagciros 4. r
DITO DITO ; 16 horas j S. Santo Jntonio l.i-
geiro, i^L Jo^ed^peos Monteiro : assucar.
rri& mesmo t
rrrnrrcJ*iL. ^wo"
'Joaquim Monteiro l^rWa :(


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