Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02062


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Full Text

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(83 I)

idor do Brasil, nos o pe mas nao o ser,
cora manifesta vanlasi :n do B nos entenderme*,
Ihezermos ver, i <> podei- eonse
a,i ; o nao sef i '.i damno -los, si oqu5serem
i-, i o no quisrem osoutros. Su*derrota hecer
la, contra nos nta,4?JI as depois de milita ri-.
p | da, mi rramado, e mullos b
id K i). | ie nos serve !>. Pedro si bem
i, |e fazer a q le ios uns: si porque
. em os outi remos:' Alas
Jesg! eaa -i:; con m Rderealgucm proi n
por suas mos orna coi le qne nao Ihe pode provir
j.. o-. porem -" m de i legar ;> >te-
ridade exemplos de sabedoria, librr.dade, c felieidade,
oh de exce so < l< sgraca ') Pedro
mas sobre nos. \figncl < diz, e o provn a experien-
cia qu : as reformas nucessarias vero, qnando
intentadas tei ex h a sejao qu ts forem os obs-
tculos, qui se Ibe oponhao as que dse jamos, <
'. sero conseguidas-e pata isso sustcn-
i,,., ,!,'., i i ei ] aperador. Sustentemo-ia pois
unnimes ; o nos Brasil* iros de todas as ci <
cas. ( procreme- ton n b en pormeios imigav i
aquillo que por m\ no pode.m alguna obstar, e q'
t., [u rar i i :' mo. Iwm nu mau grado d
/nins. A> rifo conseguid >uslentada q
rador,*quer o ili irnr. .{i. un-.
ornno
KE. ca o oficio panhado da certido, que pedi i S S. ; que
Ihe indereeei com dacl ez actual, e como
oseu Escrivo affirma tjue nao se cqUec i os pre-
sitados ii i su i de-
requeiro a V. S., que mande pifssar por
i;, |50 a lhe< r dessa deman ic, e o da
portara, qui V v dirigi Manoel Gregorio da
Silva, quandc r lo Thezouro da
< i -i-- Ivc-. | qUe ,. oColle toi da Decima dos.Al'o-
| se d terraiun a N 3 que dlecl i--
todas iscas ampo, q destinadas
..., .|, ram a frui< i I >s sitio linda raes-
i esti> i cer< is. I > os
Qua, V S Ret ; de Setembro de 183
.,,1 r i- rancisco d< Paula Colle I >r da
i da Boa-vista- -J *e I I romes d i Foi
Pron itor Publico.
Munici al Pe :'./
tfii
l\OFM n I
Onra lai ral
i pela frenl Quartel, q '''''
, la! ladi i ne-
d< '> -'i
n >peito, di n
,,. <-\,\s i:/.- (lo sen i lena
()ue o Sargei pe '"'!'-
I '
ami :
mi nsislc e
rem superior ;! rnfei
e .. co i u Nota ido honii i i
rr)1, i mandan! ntrou no Q i
da e A/' '
mas i dar o pi
para !
tnt. isti de maneira que a esta hora estejo
|caces dis nomeacoes para o servico feitas, <;
s as revi I is pelos Sargentos e .liando ornes-
pommandante < xcuEado lembrar aosSnrs
qU) ... mi i d em estar no Qoa
tberemdas novidade de suas- Corapauhids.
-Francis Antonio de S Brrelo.
EDITAL.
Manoel da Ft era Silva Fiscal da Fn i de
S Fr. f-> da Hecife &<
F\, s ,|, tonos (le nasas publicas desla
I',,,, i dia I. de Oetubro perteade
(I ir principio as i das das ifTericSea dos pezos, e
medidas, peto Padro a ahunciado |>-o- Rdil
,1, .'.limara Municipal desla Cidade fican :
tendido>quesofrcioapena da Ley. se n-i, erem
ptpyidos de wis competentes bi I heles de A'IVrn oes.
F, |)a,rf[iie ih<-gne a noticia de todos', mandei publica
o nrezeate'. Bairro do Recile H de Sei-mtiio de
[833. -Jiu Foze de SanU Auno, Ajudante do Pon i-
ro o c wre i.
Manoel ra Fom e a Suva.
CORRESPOSDENC1
Sm. Redactor.
S o Seiiiior A mi/; \>s Tiie .Iim. 80 este eoi!--
lente da Palmatoria noraero 15 a a
routai me ao nieu diseanpo, para escreve >sta cor-
nden.ia, e pedir lli- a nw inserco h e&ti-
-I Peridico ; porque nao est em miuhas maos o
ver i sangue Fri velipendiar-e oSenbor Antonio Lo-
Ribeiro o'melhor Utoi P rnarabucano, qu lem
' heatr'odo Reci'. c que ji '-'v> ,4.cre"
, ossa 'estima. S< nl.or Si,va,
qi n mindo em i uas quali ladesdaSnr.
Lopes, acli; d< mai- (om luima idatle avan-
,, i ateni da gran I e as 'nsii I lalla de lentes
i &c. NSo ;Mf.. Senbor Redactor, dir.er
que o Snr. Silva he mo Actor', longede mira tal pen-
saRenlo; lenbo-o por varias vezes visto representar
no rhealro Je-la Cidade, e sei apreciar
.i loga praeteii que lem lido; quero sil faser ver
,o irre ipondenle I i Palmatoria, que i He enganou
no uizo que fez do Snhor I-"!1''- K'i! '' 'I111' s,;u
no he tanto mais funesto, quauto lende a acmihar
hum '. qm nao le, ao menos nos d mu
;, ,,, i,.,.,,!,. de ser hura dos primeiros
\ i ts do -eu tempe.
i n Siuihoi \i ligo dos Theatros a wliosa qu
dois t micos he melhor > Senhor Lo.
0{ reconhece, ap zar da -'.ia
rlesi dida pi ii > que o I lem muita nalnreza,
Ira i ns partes l>em decorada*, mas oue nao tetu
enm no tem ca, e nu emfatlao
ie obri^o o SenUor da ral-
matnria ralo como hum Actor -qnai m
no idtio rdioi Re. tor, que espondeOte da
Palmatoi; i di ver liealro ''!'' '
o m > e ~o. o filbo ngi o P.ti U reformo
rs gens costumes, ven '' '
Hsio i -i por enn ; fwr !
premio que bies fl. i dado U m reo b
diria que elle era al mlrancorosn PiMluguez <|e
1 nr o seu Patri mcsm altusli '' s,"r-
Lope^': jprque 1ssa cmica de que lana, se r f":,~
beli movi'r o riso, iiinm eu ; '< "*"' '
: pin * que fio he l achia para ler circn ees 8k
i


(831)
/^
Are. em quantoa pratica, creio'que \\i'<- annos-de
Theatro que tem o Senhor nao h3 lo pouca
couza, como pensa o Senhor dos rheatros: e em
quanto aomenos bem falla 6 s-cu idiomaou locarei
adrante EoSr Silva? tetn igual natureza, diz o a-
migo Jos Theatros, e desembaraco, avantaiando-o hu-
ma belfa pronuntia Aqu mostra-se a tod is as luzes a
parcialidadc do Senhor dos Theatros cujos ciassicos
pai pcem aprovar indcminizar em lugar de indemnizar,
m lugar de como; bum em logar de bom, e
outros disparates que taes, que o Sensor Silva mimo*
i todos os dias os espectadores. O Scnliur Lopes,
u -( diz de vez em quando tambem a ua silabada :
e qual o Actor da Companhia do Senhor Fre I is que a
di/.? iiqs bem sabemos, que as pessoas. que tem
grandes conhecimentos da .ingua Portugue, nlo so
dedico a vida Theatrl, porque achao outras muitas
nrcupai 5es e.m que p< tnhar mais do que os nos-
rheatros oferecem ; ora se o senhor corresponden-
te da Palmatoria, conc >rda comigo, que ambos os c-
micos (em igual talento, que ambos do asua cilabada,
porque nao hade tambem dizer comigo, que meihor
fie o mais moco dos dois, oque nao he nesdentado,
oque enos deit^g pessoaejs, em fin i nosso
1 unen, opesRibeiro ?? Quasi que estou
adv-inba razo disto; o Smhor Silva he
i Esfranja, liz |ue ja re presen tou no Theatro <\<
(rio- em Lisboa, e queja vio representar Mr. de
tal, qual; e o Senhor Lopes he de Pernambu-
cu e snelo de caza nao faz milagro.
Fique persuadido o Senhor Lopes que nao he o cor-
respond nte da Palmatoria, iiciij nutro zoilo do im 9
mo ]aez, qucm hado arruinar o crdito que elle tan
justamente tem adquerido entre os Peruambueanos.,
o linue ello pois a aplicar-se ao Theatro eom o mes-
mo gosto, que at aqui o tem fito, que o Publico,
jumo apreciador das suas beas qualidades, Ihe ar co-
rno sempre a devida jusdica
A Dtoa Sur. Reduca
Sen ..venerador
O amigo das Jrws.
VNCIO.
* o N." 7*2 do Carapureiro Irai tan
/Ido do Fildzofisino.
9*tsos no Coarto.
OCorreio terrestre de Affoa-Prela parle lioj< 2v ho
meio ili.i cnnduzindo tartibcm as correspondencias
-1 > io b\ i mozo Serinbaem.
tV" muAs para caca cum canes tronxadosel
jxosdc espoletas, obra dd meihor gosto que tem
cido i untamentefeixos avulsos, ludo por pi
ido iii ii Nova loja de fe rag m i l.o-
I. ii quarto bom estradeiro : na ra da Au-
:>-litis de meia la a l$000 reis: na loja
de Joaquim .1 >ze da I i ua do <
I ma venda com poucos fundos na ps g I
i i lena jauto a pOntinha da estrada que va i pa-
\ gados : na Boa-vista da Igi
ita (.ni/ l>. 1)
Ti rras foreiras no \\.\:i .la V i
preco bastante em eoota, nsquai .. n.ii> ti., o se ralor e ijves idas di ca-
sas, vend -se a diubeiro a vista, ou meiadi-i vita, i:
)
metade a prazo com boas firmas, ou mesmo a troco de
esenvos bvres de vicios : na ra da Gloria D. 19.
srr&- Uin negrocosinheiro, e hbil para todo o ser-
vico : na ra da Cruz n. 55.
^^ Rap Princeza do mais novo que h na trra
emcaixoe as libras por preco mus barato que em
. outra qualquer parte, calsas, e oaaacas muito em con-
fci, assim como occuios de arma, o de difci entes gra-
os para qUem or falto de vista : na loja de .lo/o Tho-
ini/ de Campos Quaresma na ruada Cadeia velha n
41.
*C?- Um alfineite de diamante rosas, urna peque-
a percode prata velhi do bom toque, e un trance-
lim d. ouro de relogio : na ra do Padre Floriano ca-
za ten ia alta II 4.
f l ma canoa de carreira, aborta, e muilo bem
construid, tendo 35 palmos de romprida, e trez e
meio de larga : m nu eslreita do Rosario D. 20, 1."
inda i-. '.
......
CayDpxm
Mv osera va mossa, e jenr^ieio comerla, ou sem
ella lendo bom leite para criar : na ra da Cadeia
sobrado F). 10, %
,r- Moloques, oh molers .lo 10 a 1;"> annos: na
ra do Encantamentovenda :i 7B.
V- Urea duzia ou duas de cadeiras, nao sen.!..
Americanas, equesslejao em bom u/o, c tambem u-
ina meia eommoda, oucommoda : anuncie.
lOr* l m loles pequeos para foliar formingaS DS
Praca da Boa vista D. 16.
'Y^P" Meia duza di cadeiras, e duas banc nes-
ta Tipografa se dir quAa compra.
t \V V.V'k^
o
Alaixo assignado cordilmente, e da
. forma que Ihe be possivei, I m bous i ffii ii
que 'por occasiiio It-ui en'rada nlsta Capital) a nossa
Religiao tefl prestadoaqunes, que o ton; honrado na
ido de-Cbefe da Igreia Pernambucana. Rezi-
a I uiscbpl da Soledade :U de Setembro de
13
Bispo Diocesat
'7^* No di.i 30 de Setemfcro t-essa o d. pacho do
(loverno Ivm no Convenio do Carmo, e no
diaprimei I. ;>i principiaoErpa. ftevereu-
dissimo Sur. r, e dar audiencia no
Palacio da Sol i oito horas da manba at
0 meio di-i.
O Padn Fra x da dama.
Sei i .1. S. Kx.' Uma
fi Uli ma -" I rrea, que teuha quintal
imba, : ules, e que nao seja em
ru uizitas e pre i no Bairro da Boa-vista:
icie
> Qm i,ni ir uta Wa
nu n .' i a-se a I \ljube D. 10
unt e ao Sin n.> >"'-
- api m porqne
i o livro i n i I o-- Jivi n is -' v'' $lva
certido-
, ihccim i leti por <|ucm foi es-
eripto. Queai i i Snr. [nnoo i a que deixe de tei
um livro ou nm boi r (pun sao seu: de-
Snr.' Jnnoc ncii
assento^ p i t,1(lo ni
i ,!-- t'.. dures
i ador d o i aderaospelo- |uae
dava e rl consi u il aa coropelenli i\"
__________"> r '___________ .
C


(836.
>
Ora m ai :aco-
iclas 11 soi imaa (e por
dos rom elh mese i "' s le
cobre ; r lauto ha c nfio
!-l/ eebe
10 Sm in-
, qu i'. >
i -r i- into li-
de.....er >m Uto Ihe


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nao i i em I i po su
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An\ i Domingos Vitrio.
\^ P para ama Provincia \
pcssoas pai um i pai a lomar
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se, aleta de fiad
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iitra para o .., e Ks>
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tas de corduo, 3 corac,5es 8 oitavas e
meia, 1 memoria de abracos 1 oitava, 2 pares de bo-
loens dos 5 i i e meia e 9 gi par do
brincos lanajuras, uusinhi ouro 3 oitav
pares de argolinhas de ouro i oitava <% qu irto, 4 al-
fine qnenos de retira uro 2 uilavas, e 9
grSos I :arolinda cncastoada etn vas, e 8
lit i ios de miro 2 oi e i
i 2 an is, m de crisolitas, e. outro de
i is i oituvus, e ,; ;.' os de ouio, < \
rnho aborto "2 Oitavas^ 1 pai
oom as cabera id. e 3 qu rl< l
. ilo d ; : 'as 3 o lis e 1 quart", .">
p ires (le ar;nli.-]
.par de i de |M lavas, r
inirv'ias i!.' oui n 3 i CU] ;
to de ouro 2 di
ouro .'? quarlos, I pr rfl ram
. ,
dras hr '
linha Ir buziul
.i i il pra-
I ai i io o r (I
c p din i' '.i > m
r. \. onio de barr
t.M,
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Rcri urna ,atana de pi
I S, r de
pr la, : I i
t garifo de prala ;
erante (u I ;.' d i S.
h casa t)
proc |
o ... I
d< Olinda por n r. I
. mi casa di Paulo le \ i uij '(> '
is. Uns I 92 'S ,'''--
cruz larrad no 3 vi i. d< ouxo
l cruz di
brinc s seraai ndn de pen In-
rar' i m
qu de
pr." |uerii e resto oculto,
"lili i.
rozeR fel-
Irii lo das Qi tac! Pr '.a de I
le que
la: quera f'oi scu dono di
rao rugar, que Jando .Igii
rfci fsMT
^ avos'
f$ 10 DK JANEIRO;
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S. S. ,' Antonio Joze d i Silva
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RIO I I EJI Cap \ntonioF
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Full Text
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