Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02054


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Full Text
AWO DE 18.3.3.
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TEftCl FEKA ir ESETEMBRO Ni M FU O 202*
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DIASiiA SEMANA.
%%* .IHhu im\(ui i
i .> \
r. i
- .*>'. IW/,< Ke!.*ra rio m., e ;ui I do
i1- o, Thomaz Sesao ila Thez. Publica.
8 h. e 30 m. da ro.
>. -S. Cemtancia-He\.'wt\m.. And. dosJ doC d
(Ir
T. as
de
m. do t.. (. Ch. Pr. as9 Ii. e IS tu. fl m.
6 -6'. Eustaquio-Ses. da Thez. P. d m. e And. do J.
de Orlaos del. Pr. as 10 h 6 m. di
') 111. (la IV).
Sil).'11- ^ S. Bfatlieiu postulo, Pr. as 10 h. 54 m.
da m.
Domingo-fVffa das Dores de Xossa Sn'.'Pr. as
II h. 42 m. da m.
">v\ .
' ** % \ .
\ \%>. V* % 1*% ** \ V* \ \ \ % **
1
RIO DI'JANEIRO.
DI mi K).
Iwdo a experiencia m islrado que uemsempre po-
pim, C. Conle, Mangerin, O. Barrol & que si de
rlaro a Fav.oj do ex Imperador a quena di rm n<
dever-ae ovar ein conla eslas despezas; mas anda co-
ltnuar a dotadlo da ex imperatriz, de 100 cotilos an
nuaes. A questo fo leva 11 a V mblea, c ja na C-
mara dos Senliores D< os Coi de opiniao o Sur.
Mohteznma, que a dolado Ihe bsse suprida. para o
que a presen lo u urna emenda Lei do orc&menlo, nao passoii, e 6V011 para tratar-se a queslo i ,n sepa-
i rl i. Tftbem na Cunara dos Senadores apareceu i o
'.- 8 do AgfJ um pa la Commisso u que fui
a nueslao, romnosla dps Snrs. Cair, Barbacen, e
[nhambupc si bem nos lembra) que nao achando ra-
zio para a cottnuacao da dolaco, pois que a na
elh [mnoratriz'do Brasii, assentarao com ludo, que
|uall lude de (loiideamente viuva, slo i- > uva
3
i de D. Pedro; mas do imperador do
u
Ihe devia'arbitrar as arrhas ron tratadas, qu
piles deve ser de lOOcontos de res por anuo, somma
ae ter prompto e exacto cumnrim|u'o o Artigo 3"." i^unl a da dolaci .
do Decreto de 13 de Novembro de 1832, sobre .i ns-
ico das Cmaras das Vi Has novamente croadas,
ando ordena que o Presidente da Cmara Munici-
pal compareca com o Secretario di mesma'no lugar da
i \ illa, para d< firir o juramento, (; dar posse aos
o serem muitas tfexes as Villas assas
distantes humas i ulras, e nao ser possvel ao Pre-
'' nleeSi o, em razo deseus cargos, e inco-
pi 's, emprehendci tongas jornadas para
atisazer aquella formalidade '\ Regencia em Nome
do I ii, idor, revogandonestaparte o Artigo lercj
o, do m n ii nado Decreto, lli por bem Ordenar q'
; inselho admini>lruti*o de qualquer Pro-
vincia recotihecer excessiva a distancia da Villa bova
ineiite creada, ar.i que o PresidenU delta expe4
orden- necessarias, jara que o Veriador mais votado
para a nova \ illc, que (em de rervir de Presidente na
' Cmara, preste juramento por seu Procurador
na Cmara Municipal do respectivo Termo; e
te, convocando os mais Veriadores, Ibes defirt o ju-
ramento, ( instal e a Gamara na forma determinada.
Aor< linio de Sou/.j e Oliveira Coutinho, iMitiistro
c Secretario d'Estado dos Negocios do Imperio, assim
o lenlia entendido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro em vinie e dona de Julho
de mil oito enlose trinta e ti./. Dcimo Segundo da
independencia, elo Imperio.Francisco de Urna c
Silva.Joo Braulio Mtiui/
/ureliano KEckei i i'. verno em o passado mezdeJulbo um
offieio do x Emperador \ n u Augusto ho, em
que pede <-y cansiderada despe/a? NaciodR^i quanlia
de 6*22contos, g,isl n seu casamcnloS viagem ao
Rio Grande dn Su!, i da Duquczalde Goilf Europa,
o remette alcm de d umentfts um oareccr de ulguns
dos mais celebres Jurisconsultos Frano >. Du-
_..
Que os Snbores J. Con Francez m lo
largos e grandiosos i favor i -\ mp rador, e i u
la do nosso dinheiro, uo admira. Qu< nada Ibes im
porl.i o nosso estado d" pobreza, nem (erad de sofi
eomnoseo: mas que o scjSo lobem os Snbores Mon-
tezuma, Cuir, Barbacena*. e de forca lodos os seus
consocios he coiza. que i s suportar nena pas-
sarem silencio. Qu lirejtoacha o Sur. Monlezuo
i t mulber do actual Du pie de Brag inca para con-
linuara receberdo Brasi^a dotado, que s a Impera-
triz impele! He ella por ventura Imperatriz do Bra-
sil? "Nao perdn ella cora seu marido os diri ilos, qui
por va delle tinha adquerido \ Sen hora' D. Amelia
de Lewclhemberg he hoje tanto nossa Imperan i/, co-
mo Imperador nosso he o seu esposo, c assim como a
este u i impete a dotado de Imperador, que no lie,
1 ella na i compete :i de Imperatriz. F ha
pouea razo na opiniao dos Senhores Mon tez urna, a
Advogados da Franca, que o proprio Snr. Cain, e
sucia nffoacharo ponta por onde pegar-Ihe. Houves
i sella o menor vislumbre de justica, nlo fosse to
absurda os servidores de Pedro i." a abracaiiao ce i
fervor. Mas ha por ventura mais razo na ouiii >
(1 ). segundos? Em nossa humilde opini > eremos, q'
A distincSo de viuva poltica parece-nos absur-
da, e quando sustentavel; anda,' m uo exem^,-q'
houvessem lugar as arrhas, pie so sao dadas s \
propriamentetaes, ea Seyiioia D Amelia uo pode
como viuva ter arrbfl uanto k'iver seu marido.o
'Sor. I). Pedro 1.". E piando devesseni eoiiceiier-llie
arrhds, deviio ellas ser lo grandi sas, lo extraordi-
naria ? T< bem julgamos, que u Quanto > des
pesa, cederemos n opiniao de que ella deve sor jtilga-
da Nacional, quando nos mostrarpro Lei, ue autne-
rizasse o ex imperador gastar dinheiroa pblicos com
viagens de suas Ilegitimas .'adulterinas filhas, <(im
suas pi opi m, to utei- ;w Efiado como a'Jo R
I



*
do Sul, eti*ocasamentado1Imp*rador fpra felto j
por nteresse Nacin ; e ristas polticas, eoomaprur
y. v-o da As-cu!) i i il.
4 rn foa.
8 llvritoa noticias (esta I ovineia de 11 d -'" A
.,,,.. n Vicente n h i
li;.,., '2 '"I" l>- '
' Presiden'i. eve lugar '
i mdes Pcste;os, i imente mostrai ?> A
,,,.,!., aesco la do
; ,vi rivx '. '! 'v.'-
Algn* actos da ai ii renle administra-o
residente i < >*"*1S l' I '/ '';' il
tereasa peta orU das VI pfo* diosbem li laclas '-
raneas de sal ar- a f3 "ncia, grandi
inadh iwl. Raierr; de Jienipe. Ja ha va i 'denado a
rxadi wui. > Unuicipaes Permai il le imbas
ls Compatihia i ai o ampamenlo, q un ? J al-
,; s Guarda Na< es forraaro urna forca de 200
cas, anxilin lora a d< mnistropa empreada as o-
,.,, ;. pa i fiuarnieao da Cidado havia
dispensado! guarda le Pa icio, espe md > axal-a rae-
V, ,i- ,,. confianca ? Povo. Estes medidas, e sobre
t ido o ernpi nho mi o Preside declara para
anqilami da rostir rad ora tcmsnbre ma-
neir ; vu!' prineipilo n *"' ''
0 "o. Jhado > r ierra un p"-
. ,,,1 : i i ahir i apathta, e lo-
i e pelo res ite da ordem : as
Guardas ealando le melhor gra< -
, ,t ... inei l imbe n sattisfeita com o
, [oa | ,. ,'. ii tincado pelo Go-
v m,., ,|, ,j ( nm nd di, cuja pericia
a. rU bou resultado lo lugar lo Rossadinho
,ii Pro* ri novo, depnis de
iver, os Calan q algum
',, en ti rxa d< C Miman n te Loun i
| ,, |,. mli, que se esperava rom 100 pn is
servir \< < ibal-os Ei i Pajai de
. esta) abalavo-se tropas para desrerem.
|!a de Porto Calvo foi cercada pelos malvado*,
i ... I r a os bateo rom r ntagens. Eis o
, rntbem s de cartas fie mu i tas pessons fidedignas
i, ci i ; as qnaes toda* auguro as Al. goas
. coi i o re i ih \v 'imento da or-
.j, i largo urna Presidencia feliz. Os
, ,.. |, v i as intei lo iverno, eanimem os
;. P ivu: que sen > lbu asmp nao seja de mo-
. una ao Pr 'si i i te para o obel reretn,
,. i ,i ,. ,.i-i: mente de salvar sp a Provincia, Pa n-
. s: odoapigai a nodoa do desprezo, em que
ii tem ton i lp os legoci ti
oincio.
II .m. e P.tm. Sin !''< ira m i
i ii rn i mi il mii i| ae Pe '"'
i .,, ro fuda i s inca, e Iranq lillidad rlesl
. i i -imi ni de V. K\ ,
iciro objc-l lo i rio, para a ci
. r spitaes d Imp
ir as Civii, pai i I"/:'
I ) : orno lufl i res
,, IS -, Ihes ten .1 lo, '
K-rv'u-os Ibes i ui, pdr deti
., lem toi nad d nm Coi po n
il, o q e ull ido i que
Si ll \ fiil
(Je mu
is dos as -' n om d u
t > *
1
crp,jii erno j Polieia oes^
,1, ; boje na Capital i
is Delegados p dos Juize!
,os i m, rv i : n falta d
i i manda ii ,s r"r,_
, dever. gw-ira \ Rxc. q
. ,|eie esta aUa, com determina m< por loria-
, de. 9 de, que faca em n timr em nm '
| ) i irtel i lividnos do que eiire
,cas, e. ntros mais dislinos que nota no mana
o por Ihe rt i imW
\ Rxc, une para i i de que elles ?p mpr
que rom mullo p.. m qnasi nenbn-
' ... mesmos mapas, q
m .oi nao; d< \ ':-< os mando de-
ir. .
. i o O n pi si asaim do
o, le Rqaanl en-
i 0l|jtc para deaisenti Seis. Com
ales das Campnulas, .
tras con is p iicentea s p^hs, ^em qi
i s- de su.' eonfiane? E estes
I ..-.,. de I rcm prai que
. ,. ... outro mico ma
vri ,r ,;, neste >rpo tenho i
i i i ,]!, n n e pof es hSo sabido
os Delega los a oui ras rlig^neias. Na Secretaria '">
mo dis|M*nsar lendo a escrever se or-
i li io i oulros i'-" S
le Cciriio nao lie di tai Iac6es como de V.
. com hid nao deixa de ha ver n que escrever-s**,
c .. para V. v\ seria preciso mais outro, Em qui-
lo ao SoUla I" que diz V. Exe. empregar se todas ".s
tardes emv nder carne eea. ni i ci a V. Fxe. ser
negocio meu, Ppai | < disto jnponbo nnc desde
mujlo i ule d limiar '-'.i .> (' I i I nba
elle esse n : hama-se Fr Xavier da Sd-
l
va, e I-* lo poi milites dos seus ^ sinhea
que tem o mesmo nego<*io n 11 na, nu praia i1'1 i!l< gii
u pela resposta do Command-i re paubia, a l< m que pas(: V. F\c q n
um dos que I sem I ido n se i '" se
quiz nio ir para Panell i? i :n
i)h r ir Ihe >u ,i que il>, -. u i i
ou a outro qu.'dqner individuo ili Coi...... ul"
zo do servieo Qualquer dacjnelles serviros. 1 X'1'-
Sur., me pavevem mais proprios para Soldados, _<"'
que serena el isad*>s dos dn Corpop'-ra Inrem ?>'u-
dar a contar dinb< ii -, o Ajudanle do Cnmis ario Pa -
gad >r le \;iu Pn por loc'o <> lempo que elle
jutgar >r rem-be nc'< -1 io e i orno nao devo dtaper
sar S' i.: idos jiara r ixeiros, permita me N q
os mande r< cdbi i
...lo se colige si r da intei 3o dn Oov mo a orga-
(g Coros as Pn i ?**a-a d\ [mpe io, pa-
ra auxilio da administi 5 i da lust ca, que dies man-
dar bonssoldo !. non os Muniripars Perma-
ii otes, Pez um i L''i -' pn a ll"S. e mn*l r*ei mmni-
dou a escolhi dos iri iividii qi P.s m rmpalos,
: rndo eonfi r a elli i es delles
; i dos Presiden! ..'". V. Rx" porem per-
ilo, que seria o desl i ( ; la le n irmado
se tos os I) B es delle, ;' esc Id de \ F \- .. nr--
dio, ('i -. nosnooffi io dirigido aoGo-
verno com naca de i 2 de Ju h p p.
'> lcvo dilo i i tenho por ilii.
. ivi.l-i >!'. no 'U,<: S ?'.\.-.. poli v. "l na
l'.iiicia lia ( 'p'i.il. fpicr.-ndo que o numere dos Mu-
Pi i ni ni tsf o bastante i> ra I ierem
piar da e:n Pal co, ou porque orno ubjuns OffieiaeS
,"vr Confio, naotenho a felicidadi deme-
I


(s ;, j
i 'mil
rnmtrn
' "1 wtfna r '. Esc, anda Irado,
idj, e dezejo de b m, nol iler dar-
' 'l':l!"' : que ta'v T""" Vin V !' ;J Ateto cora a ma-
Exc diz nodito sru of-
ioverno, e na P i B mil -< cora
proveilo Jos I ;)...
de- diar lodos o q ., si rite i i
' nos se leria remediado urna
ifVfea fa eud lobrm que ob
vas* 'i; di ofpltnu culi"
D os Guarde a.\ I v Q,nPtel .los !\nni
nam ules !2 Ir S irmbro de I -] ,1
Seuhor M-noel Zeforino d Provnri.iFnim ,, o Antonio de 5a B redo, Com-
maudaule Gi tai.
. asee, lortofeaqne-cm borne
mo : ; i* r que em quanto S. S. se g
!n'r tod tll 'i, lib
5ou Sin Redacto! fc
y.
**. .*v**v
II
CO] iPl)M>Er Sr. Redactor.
U\i\ que*lao, que ;-i tem sido ventilada, d. bati-
da, e vencida, en ida emalguas Coltegios E-
I ituiues desle Municipio, as deic.s passadas, de
novo renasce^ioCollegio Rlcil r,t| ao Recift-j qoal he
.Ve- Cidados maiores de M annoa, podem votai
as eleicoes primarias. Injusta foi por ci rlc o me
reuar, a dec4o da Mera Eleiloral do Recite, pela
negativa, a avista dasrazocs, que produzimos a este
i'", 'i cuJo os que (ntendem da materia da par-
cueq siste a jusliea. A Constituirlo no Art
li/., uueirm viito i jta eleicSes primarias o Ci-
daos Bra-iltiros, que eslao no oso dos seos direHos
P os i no $ fdo Art 02 mam a idadede 2:>
os para i tro tto d'aqu-lles, que m forem Offi
enn* mili tu i Clrigos d'ordens sacras, &c, que
trao de I annoa. Ora deixando de parle a i3a-
d< 'I'' 25 i ni.os em -i (ju.l terminara entfo a minori-
dud loiiirontemosa doutrina do Art. 91 rom a ida-
: l anuos hoje exlonciva a todos os emprego, e
* remos, qu nao podendn nenhum Cidado votai
sem estar no gosa dos-spus di reitus polticos, estes, hu-
ma vn que thlrjao pronunciados em quorla, ou De-
ri-i. a<*im o devem fawr ; porque terminando a Ley
':! d Outuhro de IS..t n minoridad* em '21 anuos
mpietos d.elara o Cidadio hbil neala' idade p
* os arlos da vida civil, ooncedend por esta for-
o direilo de emancipa; ao
OUdadn pois, maior de 21 ion os, qm f< a do
patrio pod i ^por m0rte de pa ) gomando de boa ren
da liviradqiiiiiilooeonheciinerilo do mundo, e
d'pendencia n'c:s>aria para volar, claro e.,t, que o
deve lser, e ninguem o'pode tUiT deste direilo;
}t isseque emancipado p. la Ley indepen de
w o, e4no goso das regalas poltica*. Esta a
' "I piniao. ma utm assim queremos di*
vi m voi.ir iodos os maiores de ;>l aun
tr.- mu i tos fia de 25, 30, e al de 50 que i
P ''' 'as-i*, mas i laqmllis, que comoesles i u i-
os_e bens, mslruidos, e industriosos, vivemsobre
)tv. rg lites i m opjii io nuiroa ha, (\\><
' ''" i do < idad >, nem as ra/.es
' '^!>''-'l a i ni sem mtditar o dispostoso-
m ole no Art 02. Assi.ii po a \l>zn : il do
'!l":''- <" !( sen Fiocal Manoel da
froueeciR S i- a, r privou a mul-
los (.i(l,i lio i .,i d ,. s < irrun i-
reito de i |,0i lade. Em fim i -
sarioasElei o-, o he lempo de, ge mi dia-las :
agoraaonu: -alvo od reSlo de ig/tlir-mes uossa
oppinio a este respeito; e di I rfibrar-mos ao Sar.
Ignacio da Cos'a \L.nU >, Jiiz de Paz do Rccil'e.
que lenbf em >i :a *V***% t%4 A*
bo (Son eto.
O"--1, i< le ; rh ad< 16)
be a i.i.i
a as duas ho a t le.
i- V fc* %&v
ielao'.
vOnrs Sc Wynne fasem leilo de fasendas l
fjp a va riadas boje Terca feira 17 do corr < pi
loliorasdaInaui, naca residen
Croa l). 10.
1 ^ V% '-VI,* **
Qettfta0.
SI i is (le jarar.v
..i rotula de louro ni/'-a: del'fontc du'Cadea l).
10.
^3^ DinJieiro de trac otavas : na-rua do Cah
lo] i II. .'.
K^* Caixas va/i.is novas | Hiflar.: ni ra Encantamento n. -
S3P" Hua casa l nalgum comino
i!o. sita na estrada que .i Ir. vessa da '.az. Forte pal
IVi.'o da Pan< i la lambe i alluga < mesma pasf
le>ta: na ra Vi ., Ten .l< Coronel
les de Q linhes.
rup l ma boa casa no Poco da Panrlla com fi
i o rio, qui acommoda urna grande familia, '''in
quintal com muro i un to para o lai je da
Igrej, ca i i ba rom li >. bi de Ierro o qual "st pl
lado e em r. nteiros de ptdraecai, cuja casa foi
'..... de novo e oflereei ud sci nmodidadesa qu
precisar eslar no i unp>: na roa da.Crtrz n. 39, >
nual se dar com algum mvindo o .ij.i-l'-.
i> de [>orta mo la :ra p r ni i co rommodu n Collegii : u i
carne i) i '..
$ ;>* { ma rab a mane < leira, cria
bem neui na : n roa de Sanl i Rita iova de'ron
eja da mema dentre d ...
CotDpra^'
ItM braco !. 1 le i <
j / : Mitin- i'
^ ;; O laljuer porcio de larl Ja
Trapixi a
' ...- l-a c .iva mo-'j (i. bonita figura, sen
cios, < ; > i i .i ir o diaria
de uina casa : un ie. 4
Srrena ten
RacNDi-ae um bora sili >ni lii4
/L !r-a : lo Ai()ii' l< g i: 5 I.
OJuiz de Paz da I Pedro Mrtir de
Olinda ^ inri neo Anl Mello
em respoala a rorresp S ir Hum I
se inserta no Diario de 14 1 Si nluc N;' ''
4
ML



Ponder que se ?p tem servicio com o EscrivSG de
Ionio Lope Xavier da Mendonca lie | n
"uve quem requeresse, devendo quem |
' j'|iicr(,r mostrar-Uve a culpa em que prov'a ser o dke
ndoea criminoso; enem os Surs, luizcs Cr.imi-
'|:"> Hit remeterlo o rol de i para o dito Juiz
;"' Pai os faser prender como la oart. 1." ^ da
Le de 15 de Oulubro.de 1827 ; e Juiz
de Paa nao Sibe se be ou nao crimii mo diz o Sr.
lluro Ondeuae, < nao que seja por qui rer si rvir-se
rom criminosos, e roga ao mesmo Sin. Elum 01 ndi i
>e queira aprczenlar no dito Juizo de Paz o crime de
le 11/, menefio, e julga com stoter respondido ao di-
lo i tondeule.
rrecisa-se de iutw proia para o > rvico diario
ile urna < isa de pequea familia : quem a livrre qui-
zer allugar dirija-sea Praca do Commercio urmazeo
Inglrz n. 2.
^I?-"" A pessoa que anuncien no Diario n. 189 ter
i ir ocio de muita importancia com Antonio
I : i ra o dos Santos, dirija-se so paleo de S. Pedro
da esquina 2. andar onde moroub Padre Lobo.
( uem precisar de um caxeiro, rasilciro,
[fora ru:i, venda, ou armazem, da fiador ;i sua con-
duela -< is 5 Pon tas venda D. 6, ou anuncie.
\ y 'i-i-i ;-. jO^JOOO reia a premio de A por
ti nte ao mi ', pelo lempo de %2 enejes, dando-se poi
segunatu a M oilavas de ouro em obras do u/.<> : anun-
i
i: ilq i< r Snr. que por engao ou rurjosida-
urna de Correio, de Joo Baplisla Vi-
eira Rtbe'ro ruido' pelo Rio Gai queira i i favor ii entregar na ra do Cres-
ija D 12 ou i nunciar para sel procurado.
e isa se de um i uixeiro que escrava bem, e
en ten d A escripturaco: quem esli ver nestas .circuns-
la do Crespo loja D. 2, aonde se
mu. di r isa.
y Quem q iiwr lar 100$ a 2 por cen-
lo hipoteca av 1 i*re e desembara
ida, por espaco de s nezes anun< <
* Quem percisai nulliei para amado
o: muito limpa; dirija-se a ra
i Callabo > iov< da parte do iampio asa tenia 0i
12.
' c->"v?" Quem liver urna casa terrra com eommodos
para ima pequea lamilia < quintal, e cacimba,
ra pi M paes : anuncie.
Quem anunctoi] que er ai'uj ir i'seravos pa-
r >m aieite de carrap 05 dirija-se a ra do
MondegoD 51', quese dir quem os lem.
5 ~f Da-se &00$ reis a pn mo de doi.s meio por
a boa firma : anuncie.
%&" u ban nado lendo no Diario de \ '. do
forren ti 11.u 200 o anuncio feko por Francisco Mar-
3 nos da Cunba, en o qual significa per tender .1 ven-
,1 i'e urna casa 1 ra do atierro da Boavista I). 33,
de qoe proprietario, e 'tendo poi hipoteca feita na
mesma, Escrivo Regis, de principal rei <
at 15 do correnle, segundo a Lei, 29^700, como
que pi -'.ni o lo lo de 52 4 $700 reis. doc! 11 0-
nhecimeuto de quem .1 pertender, que clieohsltr
qualq 1 1 um i / qnr oo si |a ou di e nelle
conve para redamare nao perder o seu lirci-
to.
J01 faim I <>' P.iri/ti Guimaiat
VJ3"" < patio faz sciente ao asi-
mos Sur* *'" ciae de cjfie.secompoema 2.a e ''.. Clas-
j e a t mais Svnbores que do mesmo depon
lereat, que mud u i. sua rezidenci para o 1>" andar
,';,, itas 10 ifgo do conve "-
isilS de Castro I
-i ao Snr. Z que a
pied. 11 informarse n p je i liara ios seu tos Cal 1 1
bir < 1 1 linheiro.
Roga-se 1111 que nn esi revu falcid idi
i ...c 1 :,l: ) be dado p< la !( parli'i U
e por i-M) o Almojarife nao lem part
/a icuzaco.
Adverte- que ie ell quer dar 11 m : -i '
sua acrisolada Pliilantropi po li '
lir as diarias dos seos amigos Gbanos ci 1
lao relevantemereemi-nlos, 1 sua admiravel j
lo.
VfRo ''7jsern u
';. :?= Avista do anuncio, do'Sur. 1 .
de S. Antonio; inserto no Diario de Penmmb
183 responde-se-lh<. qu<
as competente, para eonhen 1 em se qualquer fa> ullivo
tem ou deixa cfi ter Dipl is, em lonsequencia do
que nao sei se r lat ocursos as pennas das P
.Miinicli xandi de ir, qn ui 1
a\ ido rcc( > .; Kpicl!;' intruzo Douloi. |
veiieer nao ser 1 cessario ao raso. Ficand" ; ex-
empta, da < nsura f**it illusti m.t C mar quando
o Doutor em quesl livci l ito 01
jnl;;a ter sipliseitn ao Snr. I
li human >
^y^* ,; s Snr- P faes que a bem do Pu-
blico queiro ter a bondad) G.^calisarem a idas das
vendedeir.i de lei te, eazeile decarrapato, as qur
posto que a(< 1 ida sao depois disso '
f5^*Oabai> tado lendo o C adminis
iraco de 16 do crrente um ai
por \ cente AU'es Irrael, vio que no ra a
sua honra maculada. A esse respeito s'i diz po
que o respeitavel publico suspenda qualquer 1 n-
smenlo que 1 signado possa fazer, que mos
Irar o conlrari 1 b mais brevt que loi pos
I, a ti Cuni cdo
Cr- P fllClD
I Z bel, do gento de Angol, estatu
ca do corpo, cabello um lano crescido com gaferi-
na, um denle o.1 lenle do lado direito eres lais
qui os ou tros, ti umasmarcas prelas de ix mg
poro ro>to. ( o< p-'-s apa'helados, o ;.iidar banzeiro 1
vagaroso, por motivo de era vos \ fgida na noit< do
dia 12 do correnle, de sillo a ilharga direila da Igre-
ja <\^ Instancia, com um veslido de riscadinhoazul mi-
udinbeeom babados no talho wi baxo, no pescosso
duas meias rollas de mUangua grande entremiadasas
conlas e;.carnadas, e hiaiitas, e uma hiela pela, os
hapreencores: ao sitio cima indicado, alias casi
dGoncallo JozeAffonso, rui ruado Gollegio,
* Jacinto, 13 a H un nos, cril i, bonito e bem
ferie? fgido no dia'11 do correnle, com calca de ri-
1 ido inglex como pao da Costa, camisa te estopa, ou
algod isiubo, lendo sido mandado abordo de um bar-
co de farinba buscar este genero; e porque se des-
confia, que fosse furlado, 1 a rendido pira fora pede
se encarecidamente ao Sr. Commandaiile do Regislo
por biimanidade haj de indagar as sabidas das en*-
barcaces; e a qsalqaer pessoa qne detle ti vi rnolicia,
que avi/.c o d< 'uno do mesmo escvuvo, na mi do Ro-
za rio larga n. 1|47 |." andar, por cima do Botequim
da porta larga, que dii^ alvicaras.
xj'Vrv do Dunio IS3S.
i

ht-Ji
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