Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02039


This item is only available as the following downloads:


Full Text
.-..
ANNO DK 1836. QUARTA FEUIA
28 DE SETEMBRO N. 2101.
r
Pami amhooo, Tvr.Di M. F. de r' i a 1836-
DIAS D* SEMANA.
?g Secunda 3- Cv[)ri >no e J. Aud dos Jai te*, do Cr.
de m. e de "i. ses. da Tliezouraria I'ubliea e
Chae, de t-
27 Tcr$a 8. C< smc e D. llel- de %. e aud. do J. de
O de t.
S8 Huarla S. Wenceslao Duq. Ses. da Th. P.
?9 Quinta iff ?. Miguel Arcanjo.
39 -"e*ta S. Jernimo ur. es. da Tli. P. aud. do J. de
O. del.
1 Sbado I. de Out S. Virissiino Re. de m. e aud.
d V. G. de t em Olinda.
5 Domingo l> S*. Hozario de X. S. Qusrt. m. ao*
b ni. da t.
T'.Hi jora depende e nos meemos da nnssa pru
lene, inoileraCHo, e energa .coiitiiiuriiios com
principiamos, r. remos ptad"i com admira-
do* entre as Nac,oes maiscultas.
Proelnmafi da Jtitmbtta Qtral d Brns'
9nliscreTe-se a lOlHir. mensae pago adiantarios
neta T pugrana. ra das Criir.cs D. 5, e na Pra-
Ca da Indepenilencia N. .1' e 3H ; ondese receli'iii
iviri.-!)(.miIimi.-i.i legalisatlas. e anniinci insenii-
di> > w| ^raii endo dos prnprios signantes,
e indo giMdos.
CAMBIOS.
Settmbro 27.
JLiOndre 37 Os. St. poi l cid. ou prata
50 porcento de premio Nomina.
Lisboa 55 por o|o premio, por metal, Nos.
Franca 60 -265 lis. por franco
Hio de Jan. 6 p. c- de prcin.
Moedas de 6400 13..200 134()0
40O0 fi..::>!) a 6..30
Pe nos I ,,440
Premio da prata 50 p. c.
da lettrns, por mus I 1 por o|o
Cobre 25 por cento de descont
PAHTIDA [)08 fORHElOS.
Olinda_Todos os das ao meio tlia.
0jiaua, Alhandra. Parailia. Villa do Conde, Mo-
manguape. P'lar. Hfi te S. Joto, Hrejo d'Areia,
Hainha. Porotal, Nova de Suuza. fidade do Natal.
Vil'as de (loianninha. e Nova da Prineeia, Cidads
da Fortaleza, Villas do Aquirs, Monte mor ora,
Aracatv, Cascuvr!. Cnniml, (irania Imperatrii,
S- Rernardo, S. Joit4> tln Principe, Sobrar, Novad'
Rlltev, Ico, S. Matheot, Hetchodo sangue. S
AnttfHio do Jardim, Qiiexeranioliim. e l'arnabi a
Segundase Sextas fe ira ao mein dia por via da
Paraiba. Santo Antito Todas as quinta fe i ras ao
me i o dia. (iaraiilmns. e Bonitoooi dias 10 e 24
de i ada met ao meio di. Floresno dia 13 do
cada MI ao mein dia. Cabo. Serinliacm. Hio For
mozo, e Porto Calvonos dia I, 11 C 21 r cada
me. ________
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
A6SEMBLBA UBRAli LEGISLATIVA.
CMARA. UOS DEI'UTADOS.
Sessa de 16 deJtWio.
A's lO hora feila a chamada, e achn-
do-se numero legal, Io abena a e sao
depois de lid-", e approvada! a acta d'anle
rdente.
O Snr. i. Secretario dando tonta do
expediente leo hum olficio do Ministro da
Justiga pedindo se Ihe pr*z dia, e hora
pira apie.ient cou-seo dia l8 s 11 h uas.
Lso-se ootro do Ministro da 'Marinha,
remetiendo o Decreto que concede huma
penso a Cu lber Eyie : foi a Comisso de
Penae*, t Ordenado-,
Leo outro do Ministro da Farentla : foi
Commisi de Pen '1-, e Ordenados
hum requeii-xento de varios Militaies a-
grat i'do*.
Entiou em diseu-sao hum reqoerimen-
t<> ds Coinutisse do Oicamem, e 3. da
Faienda.
O Sr. Mariel Monteiro dsse que des-
conhecia a raia porque se qtier reunir
as oulias Gommissts de Marinha, e
Guerra, e por i*so oppoZ-se ao requer-
ment.
Dando se o rtquerimento por discuti-
do, posto a Vi tos foi i exilado.
Foi imprimir pur ser julgado obj-rlo
de deliheraca hum pojectu da Commi-
sao de Penses, e "Ordenado*.
Foi i. imprimir pelo me-mo motio ou-
tro projecto da mesma Commissa.
lNa5 foi julgadoobjecto de deliberaca
hum outro projeclo da misma Commis-
fcio.
Leo-se, e ficou adiado hum parecer da
Con), de Ju.-lica Civil, arena doieqoeri
ment da confiara do Ruzario da CiJode
do Recifc.
Foi a imp'imir por se ju'gar objeto
de deliberagaS hum projeclo to Sr. beli-
zaiio.
O projeclo do Snr. Chinaco alterando
numeio de Senadores foi lido pela vei
primeira, e n.-5 fui apuiado.
Ordem do dia.
Entrou emdiscu sao hum prcje.to do
Sr. Alvares Machado.
O Sor. Flori..no de.ToIedo remetteu
me/a huma emenda, que su.-tentotJ.
Foi ancia-Ja, e entrou ero discussa.
O Sr. Vasconcelloi julgando desueces-
saria a ie-olnca5, combaleo.
O Sois. Floriano d^ Tolledo, e Alva-
res Machado su-tenlaia a nei rs-id de da
resolagaS, puncipalmenlepara a Provin-
cia de S. Paule.
Disculi t. da rezoluca, e poto
a votos foi rem itado.
Posta# a votos a emenda d< Snr. Flo-
riano de Toledo, foi approvada.
Continuou a d soloca.
O Snr. Florianno de Toledo offerereo
huma (-nend.i para suprimir este ai ligo :
f >i

O Si. Rezende rem< tleo meza liuma
emenda nue foiapoiada, eentiouem dis-
cussa : iicou adiada por se entrar na
mi ti. i ]ji-te da ordem do dia.
Entiou os-gointe em rjitrOliafi.
Capitulo IV.Ministerio dosE>tran-
geiros
Art. 5. O Ministro e Secretario de Es-
t-do d>>8 Negocios E Irangeiros he au'ho-
i isade a de-pender no anno fuanceito d< s-
ta le : 1. Com aSecntaiia d'Eslado,
stu expediente, inclusve a impressa do<
actos exped los por este Ministerio,.....
!9:468tJ800. 9. Cotj as Commisses
Mixias, 13 67O5)000. 3 ComasLega-
<;5es, Con-ola 'os, judas de cusi, e des-
peja improvisas, foca a differfilO" de
cmliio as irespezas ixtcrnas, 94.610^
S,;mma 127:748^800.
i Emeud. s da Commisso apoisdaa
o- i, a e 3 seja substituidos pelos se-
guinles: rom a Secretaria de E>t>do e
seu expedi-nle, 19:5tOJi800. 2. O-m
; 3. Com as L gK,e-, Consol-d -< e
i oinmi^sa de Se'ra Leoa, ao caminho
de 43 i/5, 3i:i09 375. 4 Com BJU*
das de cusi, |0 000$.
O Si. Licopo de Abren d:s*e que 1 a
po.lia approvar a coto-ignacaS 6xada n<>
ormii 111 uem o parecer da Cooimissa
nUtivo soppivj-a dta desp^zas do Mi-
nisterio do> Esliangeiros ; e em hum lon-
go discurso moklri u a nei essi i de de au-
gmentar a quaulia to isig'iada pnra esta
Reparticd
O Snr. Vianna defll'11'leo Commiss5
dizenJo que ella apenas suprimir a qui-
tia de 5 conlos de re*. *
O Sur. Fecnande-. d.i Silvera icnelteo
meza huma emenda p-ra se augmentar
a cunto de reis ao ordenado dos Cummii-
sarios brasileiros da Se ra Le6a, loi a-
poiida, comotamhem huma do Sur. Lim-
po de Alireo.
O Sr. Calmon notou que al cer'o pon-
i n6 deixou de ter raaio o Sr. Ministro
dos Estrangeiros, e observou que a Com-
miaaO ohruu assim para stipprir hiim-i
lacuna, negligencia, 0U ora [ti ^5 do Sur.
Min tro da Fazenda ; e neste sentido o-
roo l.irgamente.
O Sr. Rezende disse que esta Reparti-
c 5 era hum* das que dei<<5 ser eiami-
i>a das rn.iis allentainente : votou contra
asdespezas com Legai6-!s Europeas e con-
tra a quantia para pagamente de dividas
atrasa tira,
O Sr. Vianna pedio ao Snr. Ministro
es l.ii primelos retal vos reclnatelo
fi ta |>elo Gov rno Riitanico.
O Se I.in.p 1 de Ahieo de > osesclanci-
mentos pedidos.
O Sr. Viaatna di-se que nao duvidava
docoticeilo dos no-sos Agentes Diplomti-
cos, porem que julgava que o Snr. Mi
nialro na5 podia dizer que est ou aquel-
le ag ule na5 leclamou como d-via.
O Se. Vasconcellos pedio a paUvra pa-
ra ente pellor o Snr. Ministro : e con-
cluio pedindo escUrecimentos ao Snr. Mi-
ni lio repeto entrada, e rompimento
do bloqoeio rio Para pela Diviza Ingle-
sa.
O Snr. Limp > de Abceo re-pon fe ao
t|ue o Sor. Vasconcelti s pe gontoti.
OSr. Vasconcellos di-se que de-eja*a se
Ihe nri.-tias-e a necessidade que havia de
eslahelecer esta nova nidem de Ministros
re-ident'S, e continuou discorrendo Ir-
gamenle.
Lerautou-se a se^saS pelas a horas da
tarde.
SENADO
SessaS d: 18 -leJuIho dm i83i.
Nao haven lo expediente, o Sr. Mr-
quez d- Caravellas apresentou hum Pro-
jeclo de Resoluca determinando o m< do
com que o Governo na Corte, eos Presi-
dentes na- Proviin i s devem prove* in-
lei inamente o< Eoipregados vago.*.
O tiro s bre a inteligencia, que deve
dar se o Art. 164 do Ccdig Criminal:
fora5 amhas imprimir.
O Sr. M .rquez d. Iuh tou uab m, e foi a imprimir outro Pro-
co de Rtsoluca sobe a responsabili-
dad^ doslmpie-soie*. <| nao apie-
sentaiem em jui/.o o Ediloc, ou Autor.
Eii'ioj t discu-Si a L*t que fita s
focas navaes do auno de 18 J7 para 1838,
e f"i approvada para pav-.ii a s da.
Foi nlrodnzi o na Salla o Sr. Minis-
tro daMtriuhi, para a-astir a. discu--
ss da merina Le, e principiando se p lo
Art. 1. deu-se por dis> u ao 2. o Si:. Conde de Lages apresentou
huma emenda para que asna dispic
tenha logar dt-'io ju t'uanto ao augmento
d.'jp ac. d* Artilbcii da snrinha, a
qual foi apoiada p I> Sr. Saturnino, M
d>- l'aranau, e sustentada' pelo Snr. Mi-
ni-tr', fallando contra o Sr. Uorges.
O Ait. 5. scff.eularg discussa fallan-
do a favor os Sr-. Saturnino, Mrquez da
Paranagu, e contra o Sr. Borges e Paula
eSouza.
O Artigo qnaito deo-se por discuti-
do.
F. pas;ando-se o quint > Mlarafi contrj
os Srs. M. de Paranagu, Mrquez de
Ra bacena, e Boiges, e def.ndi.-o o Sr.
Satofi ino.
Retirando-re o Sor. Ministro, pissou-
se votariu, e fora approvados o 1. eo
a. com a emenda do Se. Conde de La-
ges, asam como o 3. eo4- brando o i.
addi.'do pela hora.
PERNAMRUCO.
iOVERNO DA PROVmCI.
Expediente do dia i7.
CFFICIOS.
Ao Commacd rite das'Arm. s dizeiidd-
Ihe que por fallecimento do T nenie .lo-
se AtTonsoFrrixo, In Iruclor do a." Ra-
talha de G. N. d-.-te Municipio, foi no-
meado o Alferes JoadjRe nai dio de Vas-
concellos para o suceder, cumprindo que
o me-mo Alferes teja de-ligado do Bta-
Iha8 7.* a que pertence.
Ao Inspect >r da Tliezouraria com-
ir unicando Ihe o c.>uleuih> no ollicia pre-
cedente. V.
Ao Comroandanle Su|)oj ior das G.
N. do R..t'e eommunicando-lne que em
consequent ia da iepresentac.-5 que por
seo intermedio dei igio o Instructor Geral
das mesmas Guardas, foi m meado o Al-
fer-a Jo. Bemardin de Va conceos pa-
i a Instructor do i." Ratalh.. em lugar do
Tenenle Joze AtTonsoFteixo, que falle-
ceu.
Ao mesmo communicando Ihe a ap-
i)i ovaca ds Proposta que fez o Comman-
dante do E-quadra de Cav-llan'a dest-
Municipio pai a Cspitidaa Companha
na pessoa do Tenente Francisco Felppu
de Bar roe.
Ao Inspector da Thezourana ap-
provando os Contractos d<> Imposto de
4o reis por caada da hebid.-a espirituo-
sas, e aOpor ceios'bre a agurdente de
consuno'.
__ Ao-Inspector Gcral das Obras Pu-
blicas, para{m*ndar porem hasta'pubfea
para -er anematida por quem por me.
nos lizer a obra do reparo, e accrescen.
lamento da Ponte do Mangainho n con
MUTILADO
___i.


2
s
formidade do orcaimnto j -pprovado.
Aome-mopifi m..ndir alugar u-
roa caza lommodi, e sfllcent pra
n.oradia doAbriJo de Fonte Artesianas,
eso Interpreta.
portara.
Ao Inspeclo- da Thesouraris* para re-
moller coro urgencia a Secretar. do Go-
Tcmo urna relace circunstanciada da Jet-
peca que se fez com a mena* Secretaria
no tuno financeiro p. p.

ARTIGOS de OFFiCIO.
Illm. eEsoi. Sr.Da paite do Inter-
prele do Abridor dos poco* Ai te-uno,
queaV. Ex. tenho a honra de apreteo-
tar por copia, se t que o poco d'Omda
tero a prolund.dale de 178^, e que
na altura de i77 brocail lo-se a pedre, se
chouague, que tem sub lo 75J**.
Envi tambem a V. Ex. urna garrafa da
agua, queo dito Interprete mandou para
DeoaG'iard-a V. Ex IospeccaO das
Obras Publicas i9 Je Setemhro de l83b
Illm. e Exm. Sr. Eran seo de Paula
Cavalcanti d'Albuquerque, Presidente da
Provincia.-Fi.mino HercaUno de M
no- Ancora, Tenenie Corooel do Guipo
de Eogebefos.
Participa a V. S. que o Poco, Artesii-
nleaidoprofiiodiJade;ceiito e ttenla e
Oito i>?s, e quena altura demento teten
taeselep* brocando-se pedra scbou se
aeua e esta j le.n subido Mrala cinco
p*: .. portador entr.g'i a V. S. urna
nafa d (agua aciraajmencionada.
* Deoa Gualda a V. S. Olinda i9 de
S-ieubrode i838.-Illoa. Sr. Fumino
HercnUnn de Maraes Ancora, Tenente
Coronel, e Inspector Gem das Obrat Pu-
blicas.-Iniocencio Xatier Vanos, nter
pr.te. Conforme Bcnto,BanJeua de
Mello i. Esciiplarario.
DIVERSAS REPARTICOENS.
PRKKITIR*. DA COMARCA DO RECIPE.
Pa.ta do da 27.
Illm. e F.xro. Snr.-O Sob Pr.f ito da
Fregueiia de Santo An'onio remilgo pre-
st. Francisco C>i n ico dos Santo, por
ler sido enconlrado armado a< ti >ve bo
ras dan-ite, qu,nJo ac-b^va d vhegar
e la praee em companhia do Sor. do
f/igenho Seuhe.
JSada mais consta.
DeosGuaHe a V. E Prefcitm-adaCnmmarcado Recife 27 de
Seierobro de i836. -Ulm. e Exm. Si.
Francisco de P-ula Cavalcanti de Alu-
queique. Presidenta da PruViocU Me-
uoel do Nasciment da Costa onttir.o
MBKA DAS DIVERSA RENDAS.
A pauta he a roesma do N. 18 i.
CMARA MUNICIPAL DE OLINDA
5 Seisa ordinaria de 10 de de Marco
i836.
Preiidencia do Sr. Albuque.que.
A berta a ses^aS rompiierera os Srs.
Passos, Xavier, Cedes, M*n*uinho, e
Padre Pira, fallando com cauta oSrs.
Olivea, e B..r O Secreta, io dando cunta qo txp'dien-
te mencionou os ofiiciot dat Metas P-ro-
rhiaadaa qutro F.eguer-iaa deste u ,uici-
pio, remetiendo os Livro* das Adas dos
JuiesdePa?, e Splenles das ditas Pre-
gue/ia* conforme as eleices p occdidas a
g do cnente em luroprimeiilo da Li
Provincial de 1 i de Abril p. p. pelo q-e
1 Camaia lezolveo que se e aot
JeiloresJuizeidePai, c Suplentet para
DIARIO DBPERNAMBU
viren prestar o competente Juramento.
O.ti o .fliio do Ve.iadur Oliveira,
partecipan tu se atar encornudado p >r mo-
lestia, pelo que na6 podia continuar a sec-
til-, o que f apena poder: inteirada.
Outro oTicio do J .i'. Eleito|*up'ente,
para a Fregue/.i. d- S. Peleo MuAir Jo-
ie Antonio de O iveira e Silva, parteci-
pan lo n5 poder tatito diio car^o por
mulestia : a Caiara ieolveo q respondesse que legaUeasee o afti impedi-
mento que tem de mobstia.
NestaaeasaS pelo Juix de Pat da Fre>
goetia da S, fui propalo para EUorv6
do dito Jaita An'onio N une' de M lio. e^
pelo J o i 1 de P.tdi Fieguezi de S. Pe-
dro Maitir, foiproi>0> uto eu EseM-
TaSaEiuudoDaniel da Si'va L>urairo,
cojos proposts lor*5 approvados p-la
Cunacae rexolveo quese Ihes pasiasse o
sem D'ploma-i,
R -lolveo que nomeiva para 1-u.pe tor
da Escola de Ptimeicas L-tras di Fiegue-
zia do Poco, aoRfvereodo|Vigaii.i Joze
Joaquim Barg- U Rcias-ie pira *ui intelligen-ia.
Re/.olveo que se noinis>e pira'JFiscal
da Fregue7.ia ilo Poco d Panelh a Anto-
nio Aires Velloto Jnior, a quem se Ihe
oflicidsse.
R./olveoqueo Administr.dor das 15*1-
lancas a proporcaS do que f >s^e arr-cadn-
do l\>-s entieg^ndo ao Procurtdurjdi C-
mara, que coro recibo dete se Ihe hate-
ra em conla ni que dei ; eque se Ihe of-
fi, MS-e a resp(ito.
H nivera varios requeiimento de pir-
te, e por dar a hora o Ptetidente levan-
louasessa efit esta acia em que aaaig-
nnraS. En Manoel da Molla Silveira, Se-
cretario da Cmara o escrevy. Alhuquer-
que, Prezidente; GueHes; Pnui J Cr-
dim ; Maug.iiiho; Xavier; e Padre
Peror,
CivilisacaS Euiopea, inserto no Diario da
B-bt.
Da nalurett humana.
g. i.'jDa ConstituicaSjdo homem.
A p pulca8dtEuiop, comp.lala em
ai6 n.ilhoens de individuos be igual,
nmetade da Azlica ao dob.o da Africa-
na, ao quintoplo da Amencna, excede
80 por o|0 a d Noa Ho lauda, e depen-
do poi inteiro Ha meaina racja, que >e d.-
tide em tro ramos priucip-e.', o Esrla-
va, o AUm 5, e o Latino, o pumeiro
|ieo u ais pequenoo de todos, o segundo
poucom-ior, que e piimeiro, be menor
nueo lerciro. o mal rStvtfefl d'elle. Os
Gregos o-Ture s, os B-isquos, os Ju-
('e s -eeonfuridem no miio d'estas g- an-
des So irdane*.
As fe.coens ro carcter na lonal, na
veidade, semanifMaro emrada poto de
urna maneia muid alinda ; o que reta
or examinar he a pule, que nVstes rt-
gnaes Ci-racterislicos i m j a influencia
do Clima, ) cultnia do entendim oto.
A o^ervaca5 at ao pr .ente s ns ha
ensinado, q'ie as ntcoebs medida dos
pegressos, que fatrm na r 1 i-acao, ou
nuando ipeiimentam algunas r.volu
coens. d x-hd muita* das qu .l.d des, e
do* hbitos, pincipioolha.loH como in-
herentes oseo geni, pioprio, ou parlio-
lar. .
O Europeo, emgeral, deve ser ajan
licado entre os homens m*i- hem frito".
O tamtnhodoH meninos no lempo le seo
pasamento he de I polegadas, e 5 linhas
e das mesro^sde 18 ditas, e 1 1 1. Ocrea-
cimento de una, eoutioi lie igual a i2.
do que elles ':vtram no .-eio matemo, e
conlinua n p' og. es-o desde o i.' at o
la/anno. 0^ Judeos, quando chegaro
aos2oannos, de or.lina.io tem de Ia_-
m.nho 1 melr-., 71 renlim-fos, e mo
he exacto udir.er se, que o Europeo c.s-a
de ci.se er ao o5 auno*. O peso d'um re-
cem-nascid". D baixo7 da mesma r. la-
ca de peso, alguma dilT-renca ha entre
doos individuos de i*to diver>o"no lempo
do nascimenio, mas dos la anuos pr di-
ante esta d.ll'erenca v...Se dimiuumdo :
o homem che^a ao m-ximo do seo peso
na dad-de 4oarmu, e a mulh.r tos o,
econ-cam miiiiii' dj6 > paracun.
A^ ^.c5-s do Europ-o nao p.decam
grand-s alteracS^s, causada* BW miles
fysicos porque a-enf-ma le desle-
d .ra s.-5 e.n numero maior nat ouirat
uiile*diGI0B0, doqie n Ea doencas. que mais .ern-m ne*te Conti-
nente s.5a]sucde/., e modet unas que
ataoam 11. geral l|l5,39. na Sui.M
xj,,o.o. A melancola, uubp'een la qual
pulecera. .
r Iidivi luos.
gtt Inglaterra.......... M ,OQ
Paitd Gales.......... I.J"
E,co>sa............... 'i;*8'
Franca................ t.8'0
Paites-; B.ix >s.......... i|i'
Noruega.............. 'I65>
Sileiia................ !'
Asal^orCHS, que, mais que o< oulros,
vexamaoshblantes d.s montaoha*. A
peleada qual, ha dei annos, pideceram
a78>ind viduos no lenit .rio} de Vene/.a,
794 no Govrno deVIila, e 106 na Boe-
mi*. Emfin a enfeimidade mais eude-
micadoWo Europeo he a ceguoua, que
afl ge i|334 D-pois, que a Melicina coube. eo mc-
Ihor as enormidades, e as i>u*s cauas, a
duracaS da vida humma tem cre^ci lo
em raui notavel proporcaS. Su-milch,
douto, e dUtinrto El dila Alema cal-
culou, que de,*5 3o homens morre um
nasCidades, e i\ 4<> um nos campos
dos paites planos. Hoeem toda a parte
a mo.landade he menor; ^e em outro
t-mi ojera de i O|0, >qt na5 pssa de 1
i|l p. o|o: isinbem j es' aveuguado,
qii- de present-23|loo cheg^mf 6. ao
nos|qumdo ria5 ha muilotempo, q-e lal
ver- lSiloolpode^am 1 songear-se de
locar 1 ssa m ta.
D-de I712 at 1780 a duraeao media
da vida er. lixadae n Franca aos 20, ho-
je pelos calcula modirnosjpode ser eleva-
da aos. 36 annos para mais.
a. Da PropgacadajE-pecieJinmsna.
Asobsrrvaces(i) f tas de f.esco nos
en-inam, que a n-lure*a nao leude a eaj
beleceroroa pe.f ila iguallade numrica
nuenascem m*isjmemii*, do que meni-
nas, d que meuin.s, e nos annos poste-
riores ao na^cimento na6 morre de ord|.
na.io en iS.'dMIesmais duque de-
las: eassimhe^em fuudamcnlo, que l-
gnnsdi'em, que a moita-d-de dos ho
mens, sendo maior, que a das mulheres,
p0.m a balangasempreemequilibiio. A
tialureta pe'o contrario quer {-2) que exi-
1 m.ioe numero do- p.im'i.os, que .los
segundos ja porcaus. do Celihato, j em
rasnb d> sexerriios permanentes Verdade
he, que em multo! paites o nom/C- 'ai
molhei es sobrepuja ao d-s homen-. Como
emSaxe, 011 le s- con'a 7a>,737 mulhe-
res, es-ment-6;839 hom des.ite,
que a pronorc^ de un- para ..ulros he co-
n.o i*a:l3; mass*m embugo di-so ua
na-cimenio- tem s<'(Trido poi.cas altera-
ge-' a xidicaca de lal fen< meno, he
simples, natural, e vero ser, que um
homem pode icdueir, omitas mulh-res
ao estado de mii, e urna- inullier pode
feduiir muit' s homens ao esta lo de pai ;
de m^neira, qu-oaog-ntnio ou a diminu
icaemo numero d'elles 01 d'.llas cta5
causa grandes alieiac>s no numero dos
nascim ntos.
(l) Essas ol, exactas se 11*6 re-peito de cerl--s p.ites ;
pois ninguem ignora, que ha Ierras, on-
de nascem maior numero de meninas de
que de meninas.
(1) A express-. do A. parece pouco
exada : po que a Na torete, teria incon-
sequente, e contradictoria, se quizesse
mant r os exeicilos peimanentes liaine-
trmente o .pistos s sua- L-is de eterna,
eemanavel julig', e 0 Celibato contra-
rio sda propa^aca da E-pecie humana :
paiece-nos, que -eria nuis acertado di-
r.-re, que a natureta quer HtA'f%cer
perfeita igualdade numrica ent>e os in-
divi luos dos don* s-xos mas -s in.-lilui-
ces bumuios (.miadas em cap-i os, em
(anlaii, em injusticas adivas, on patsi-
vas nao deixi existir essa -gualdade.
Pelo que resp-.-ia aos b>ns rottumes, a
maltip'icaca dos cassim-ntos ceno he de
gran le importancia, mas em quanto a
propagacaS fsica, essa impoilancia val
menos do'que o commuro dos homens pen-
sa : o qu h.vemo* de poIV0 h--, que se
tem diminuido multo o numero dos ca.
smenlos, os quae< pelos clculos de S11U
mi. h esta na ra a5 d-> i:i"8 n5 p S-
s<>as, e todava o numero .elalivo dos nai.
rmenlos vai em Ulula diminui<;a haveudo
epenas de cilo de 1|27 a 1,3 >.
. 3 Da Populacho.
Bem como entre os oulros entes da na-
lureta, exisle lamhem entre os homens e
a superficie di lena ceita ivl.caS, que
nos designamos pelo termo nMtliemalieo
-populaca.
&i s- qu'zesse dividir os individuos pe,
superficie do Globo u'uma proporca ab-
salutamemte igual, seria riec-s-sario di-ti-
Iroir i,3 >o hoinen* por roilha qnadrada na
Eu'opa, ea 6 o ditas na Atia. Na rea-
lid ade populado Europ. a aprsenla g .
des contrastes. Poizes ha ah, onde se
nao cont em cada milha qu.idrada mais
que 70 homens, e outros nos quaes tm
igual espaco se emoilra 6100. O piog.es-
so, ea importancia da populacnO and.m
em parelha com os recuitot do pan.
Os recursos prop os par* a suhsi-len
ci.i do humero, f.zem cre>-er a p pulse
em duplicado progresan, quer diminuirlo
a mu Luida le, quer augmentando o na-
mero dos nis< imeittos. A morlandaile
creare, ou mingo" s-gundo o grao de 1-
hund-ncia, ou de penmia do hahi'an-
les de qoalquer Paie! Em toda a parle,
he n s classes polnes, quearooitefat mi-
o ca-if.., es goiid o parecer de Viller-
may o numero dos mor tos n quaitei.es,
on'le habilam gentes liras iib5 passa de
I|63 em quanto que naquelhs habilados
por pobres sobe ; 1 i4o Na classe rica mr
tero mais aquelles individuos, que exer-
Cm empreguh| trahalhosos, ,e deagrad-
vis. Ib um faclo|nolorio, que os po-
bresgeiam mais filbos do que os riewi
em Parii o numero dos nasciu.entus nos
qiisrieires mis|aba-tados na5 xc. d.-ti. a
i|3j, enospobies cheuam a I 28 ; mas
ea ronpensac a pobre>a occ-iona i
moite de gi-nnd- numero de menino ni
primeira iJd E se, por venlina,
sorte das classes pobres chegar a melho-
rarsp, de sorte, que a mu taudade aln li
au* redolida amelade, inda a.-sim e
deve rentar com ffeilo.- (3) da Jpropiga-
<;a na proporca geomeirica.
O numero dos nascimenios ciejce loddS
as veie?, que v la te l< ma mais com-
moda. Vft-^e, que d pois de boma gu-.r-
ra, quedeixa vibos UitilOS logues pan
d.ve.sos emp.eg s, e estabeleciroen'o-,
populado cresie com rapid Z, eque no
annos, em que os mei s de subsistencia
rustam baratos, appjr.ee sen.pre l*o
facundidade 5 ha por tanto ce. la relac*o
enlre o nuu.ero dos nasciraentos, e u pit-
eo do miste, para a vida.
Observase, que na l'ius-ia durante!
annos abundantes de i8a4 a 1825. mero dos nascimentos subi a a 54 ;U'i
e nosc'n.o anuos guintes n.5 etieg- u a
mas de a 508,794- V se tambem, que
no Mil d Europa, e as p'amces a fecuo*
didade he maior que no no. te, e Bt
mo'.tanhas, p U rasa de ser ali a rapan-
dade nutritiva tan.bem maior do que
qui. De Lisboa Bruxellas os filhos .sto
para os rata mritos na rallo ** 4^ i00,
Ue Bruxellas a Stuckbolm de 43:100. J'
naiega dos Alpes, peit nceiil.t a l)""
cese iie Maurianna na Sab.ia, os n-"'
memos e-la para as pe-so.s na rM*5"
l 33, na legiao media i:5a, na refe"
baixa em Bm i:a9.
Si com para 1 roo- a iudueiici s q"e -'
bre a populnca t-em m.iUfid*dc df
cretc ule, e o numero ascendente dos nal*
cimento-, chegaremos a leconhecer, q"
a populaca cr.sce mais em cei tos p*i^
e menos em outros, do que em gr*1 s
(3) I to he augmentar a populaCOO"
s Uo <|ue o- mu ios de sub isl-n-ia, q'e"
Ierra, a qu.d teguudp e ha obterfadi
prodot na propor^vS Aitbimetica.
MUT


DIARIO DKPERNAMBCft
podcna
brae-se.
Na Pr>oejfi no espago deaG i tinos.
Ni Inglaterra de 4a
N C^tilia ()3 ,<
N Au tila 60
Na Fianija tOO
( Continuar se-ha. )
TADOIIAHY/.
pr.or. Ni estado actual; decou- na. as quaes Ibrahim Pacha roandou
tas parece, que a populaos dever do- i50 bol para bu-car do legaron*'listero
enterradas na areia perlo de < Bfv. Ibra-
liim l'ai lia, quese mostiou avrr-o ex-
p dn.-o qu..ndo ecta dezenibarcou em Sy ia
agoca Ibe presta tolo o auxilio, m'S Be-
dschid Pacha o goveruador do di.-trio'o ,
e pago pela Porta recosa prestarle de ma-
neara algumt, e at asco.mas de ultima ne.
cess dide sao rom grande rusto ob'i las do
pnvo nf obstante, o firman do S.il-
tio. Ambas as Barras i ir-rio pa Bir para llos-uab a di-tante nOO
mtlhas. Odep'ilitoda ex pedilo achaca
Por nad terem ch gdo os documentos 187 militas, distante d a Srenderoon e
necesaarios, nao damos, como pertendia- m, Ihe mandamos oh monumento* q-'e po
moa, huma reiacaQ dos trab.lhos niais im- diamos dispensar e 6 ntaiiuh. i<>s v lun-
portantes da A isconbla Geral, o que fare- latios. O Coronel Chesrey tem onse-
raos em outro numero. Podemos com tu- gmdo a amitadedos Chrfe* ralas e no
d. asseverar, que m Cmara dos Deputa- [ ea>odVUea sepersuadirnda grande van-
des hu-na grande maioria se assenta nos tagem que Ihes resultu da aru>rttjra dente
bancos da oppOitCf \ que mu tos das de | canal de Comeaerciu, s Vapores pssa-
io sein sciem mole-tados.
A paiteolfieial do Wonteur c<-tit"m
duas ordciiancas Reaes relativamente as
scraVOs na* Colonias Francesasa pri-
meira marca asformalil des que deve'n
ser observadas para seliberiarem os es ra-
ro' as CoUmias, a segunda qn* todo '
habitante das Colonias que pi tender tr-
ger hum encavo de q.ial qu-r sexo :
Franca sc: deliherdade pre-cipta pelo art. 1, da <>r-
d- nanea do 11 de Julho ,|(. ,g3a Tolo
o esrravo que fu- t asido Franca sera
esta declaravtS fica livre no acto do
desembarque.
Sabe-se de Treven, que o- Duques
d'Oileans a Nemours chgraali no dia
5 de M.-io e for.- ipcebid s pelo Conde
deBrihni romuiandante da (iivi-io, o
Burgo vest 1 e e entras anjhor dadea: o
Mai<> ella se oceupou com a lalla do Tino-
no. A di.scussa dos ari'gos em 1 esposta
pfftica de p evidencias contra a teuacida-
de d > Santo Padie a re.-p ito das Bullas, e
s >bie a usurieicaS do Para, e llio Gran-
de, fui veheuieuti sima. A exorbitaced do
Governo de mus attribuic,es, a nossa de-
plora vel pozica, a falta de -ysihema < ministrativo,' e estadu Varillante do mesmo
(1..vi roo, a pobnza do Ministerio actual,
nic s-idade de pilotos peritos, bum fu
turo triste, ludo fui demonstrado.
M..s releve a s.bia OpposloaO, que Ihe
digamos, que a maneir porque nos quer
faan-ob-'m, nio be a meliior, ella ten de,
em nos-u humilde pensar, a atr.ii.l-o paite. Primen attvutt; os sai ea-m.-s, e apo-
dos, as pungentes indire. tas, em summa
o estillo d prop o de lio Augusto recinto. Se he li-
dio compa.ar as cousas profanas Com as Con'i^ appresenlou nos Principes o Gene
sagradas, elle he hum Templo, seusMi- r| e R,g,,|a, e o estado m nitros devem excitar culto, e o> especta-
dores so devem rispirsr v peiio. As girgalhad s, que concorrem pa-
ra lidicnlai i-..r e faerperder a forjar tno
ral a algue 11, t unbem ti a 1 aquella gravi-
dade, aqutlle prestigio A->eml)!c", que
mulo convon que tetiha para < r nossa
F.i;ide, quand |>ur latalidade neiessilemo-.
Algtius Snrs podeiio at ser ei'usadoa
de maltr. tr doente o leso, que vigoro o
teroeri. F.m segundo logar, com quan
to a sabedoru s-ji talvei o apanag'o da
Augusta Cmara, alguns de eu mi-mino-
nao mostiio conherer bem o coraiio iui-
raino. O Brasil reclama pro vi leucisa se-
rias, einst n'ea. S a unio .sincera do
Chele do GovemO on a A-sembl t j le
occorrer ao p"iigo q ie nos Hincaba. Oa
nio seria melhor, que a roesm Asst robl i
livesse conjti'ado em neme da Patria, di
honra e do dever, aqi.elle chefe a coopprai
li aliiiiTi'e ron ella, nao negando os er-
ro*, mas attribiiindo-os anles huuiani
d-ile, a difliculda le de mar. bar com pis-
aos peliti.o-. ormes, onde a Politi. a ain la
na 1 tem bizts, quazi impossibili la le de
achai hal.es rollahoradorc &., <|ue lu-
do altribuir a idi vonu.ic, acinte e Ca-
pricho? Exisie hnje liomens lio (Mu islio ,
q ie raleando a natural in. limea- viagaii
c.i s para a salvacio da Ha'r a apuresen-
tf a nuii a face quaudo ii'iiuuii se llie im-
prime a mi ? Hum Blo meio p5' muitas
ve/.es lano iiquelle, a quem queremos di-
rigir.
( O Amigo da Moral )
me-u-llKs huma guarda de honra. Pou-
carao huma nnite emTrev, e no da
seiiiiinte pn tirad para Cr-blmt/. No dia
9 checara a C-dotirie e depoi-. fie roc'e
rem os Vlagislr^dns e nutras au evaluirin a Cathedral onliiuiaia a
sua jomada para Berliu.
VARtBDNDBS.
Physcoi.
Phy-ro 1 he sPm .'m ida o melhnr d' s
lioni-os ; nada tem de-eu, n-m mesmo a
sua con cietu-ia ; tu lo he dea eus amig. s,
p. constantemente tem a frlicidada deeon
lar entre tiles todos os homens dn poder.
Elle he encontrado nos si lis gabinetes, a
sua me-a, donde he o ultimo Manir, che o
de edmii acaS, pelo que elhs dissera. e
pelo que lies dir5. JiUe n.,5 o lira aaatm
por adulador, Oeoso'ivrv! po.queii.
le ai list-ai algumas veses mostrar urna
opimio, aimia quaiiQu logo deixar ttiuito proposito, LJ.neu me
enganava tem as Vezes tanta graca, e po-
de >er ta u'il! Entretanto n. acreditei*,
que Puyaron d.Seje os Kmpregus 5 elle
os aceei'a smenle, porciue < I v 11 s ser
prestad os. Q i.-m disio esl mais per-
suadido, lio que e'le, e quem men s n
dissimula '! Mrnbro de un caigo doE-
I do, fjlla pOUCo, p.r. ni vola ; e rom
quanta d. sconli mea do st u esi>i> ilo Elle
s^be, que as appaifticias eigana, que
nada ha est*el sobre a ierra ; e por i>so
em vez de re aventurar a penjir aiada, o
que leaspre lecha pensado, oque era rer
lo p>ra elle e pira lodo o mundo, elle
se aproxi ia m oe-t-m nte d> ieguUd)c
de sui rasad legMativ inclina se-Ihe
Extracto de huma Caita de hum OIi.-i- % ouv do, depoi* I vatxa a ias ore'has pa-
al, dita la de Malta 7 de Vlarco.Vid- ra recolher, sem nada p id. r, a r-spo-ta
tamo hoje de S anderoon a onde rh-'ga- esta questa profunda d.lirada: Sr.,
mus 7 de FevLreiro e des. tnbana nos ( oque lie *er l.-de boje? e s..bendo-o ei-
OS mineros q'vio iunir->e expe licio ps |o tranquillo < lili -m enla, di cola se,
ra o Euplirale.-.Vsim i|'largamos a ancora : sua couv icg 5 n-l frmala, niuay^m a
O viee-Coii.siil despaehou hum roeu-ogeiro mover; se elle mudar em algora te' po,
para Bir e no d>a 11 rreel>emos Car- s r pelo menos depo's que Mito h"l I ti-
tas do Tllente Ly idi o segundo cm ver muda o de hbil d r: enl el e es-
commanda, pedimio qoantos mantim'iit s culata e vera. Ede >ab- que he b-m sr
e perechos nos podessemos di-pen>.tr para li>m- ; mas lambe o n*5 ignora, t|ue se
formxer aa suaa Bauas de Vapor, 'tes nao dee ser ch-cu lo ; ludo liaste mun-
do tem ini-u le mo, e medida ; e ninda
he mister comer.(,)u.mios Physcoot n*5
existen entre n .' !
NOTICIA DIVEBSAS.
ExrEOlCA.5 PIRA O BUPIlRVTEa.
d'cllas p -i tiiem ij.-na a oavagaiio do Eu
pin ati-s. Ambas Ba Bu cas j avliio-ae pin-
taa a cxcepyo dasca(deiia\i nui-i pe<|uc-
LADO
CON KE&ONUENd \S.
Snrs. Redactores.
Joio Prancisc du- Sanios L-as.
riittourciro d.i ^fi-.<.
Si s. Redactores,
Tendo lido as pergunlss que pelo seo
? stimavel Di-r:o i-p'.seiitao o Senlim-lia Dna regriuhai. Omeu Pede.A;o vindo
do Pateo da Mapiz, eiim outro denomi humdi des*> da Caza da-tu Ira.,. (
nado Alma do l'uigal oio; as tju.os $,hededia, quede noite l.'i fia) nao a
sendo talvez f.haira las por algum trapa. ; huido com quem M-irsua ira. ale zem
ceiro detii.nd.sia foiio tem duvi Is por I |llim mett rooipaoheiro, que nio ? Ida
o 1I10 a-igiid.s d Cruz; e .0111.0 J,0 as mios corno r-xoolhe s s uibr.nce-
lim dess.suuap..lados corresp.mdenies e ||M,; e com Osmeo superiores ignoiem
ja deptimir a honra e mer. cimento do ,.,t ,s cous -s roRuIhe a p .h'icuao dos refe-
Se. J. J. C. de Bnto a quem ellos nio ,ij0, ficanddbe a.-sim obligado.
p. djm mnderse t io 1 fui 10, noceasai o
lie desma-ciralos e offere. er a conside-
r.-^ao do ie-p'ilavel Puhlico o docuuunto ;
abaixo transcripto que muila I orna faf
a del raid 1, e servir deve de ouufuzlo
oa di tractores. Quinta friro di. de Guara ac> deSe-
Se Vina. Srs. Redactor.s deem publi- temo a beneficio de Midan Luiza Lo-
H un dos Peiiitctilcs.
THiATRO.
citl.de a stas poucas linhas e ao ivf.ii-
do d.-cumenio mui gia o Ibea ser o iam
bem inccipolado
Inimgo dos Traanles.
Illm. e Carissmo Sr. Ir. Procurador
Gcial Joaqun I.nacio Crrela de Biilo.
pddina, Actriz do Tii-atm, se representt*
a pecaI'1 R> i I). Subaal rra frica.
O- iiit-rvallos dos artos serio preheochi ios
dasmellioies presS de mnsca. No lindo
i.*act.i a Beneficiada cantar un Aria.
Fitidoo segn'o ranura a mtsuia Bene-
ficiada uma graciosa Cavatina. Nofimdo
3.* Madama Prima daucaia o Sorongn.
I -naar,d i o Expetaciilo com O Kutieilieg
Aproximando-se n tempo em que por denominadoO Pass d >r de moeda f ica.
ot-cazao da faluia da nova Me* d. ve a AB indiciada se lisong-ia tleapre-etilar
ai toal cessar o exeicicio do p tado en.-ar- aos se-is prntet t ue- um hi liante e vai lado
goqueaobre si tom u de rrger a no -a ve. Expelan od i?rio de chamar a ateiivfudo
neravel Oidem lerceira; e derendo esta I respuitavel Puhlico dvsla Capital de.|U-m
M-zaant.sde chvgar esse lempo dai um te u reeehid > tilo equivocm provaa d* "
testemunho da veidade e rectidiu que I ueficencia e pniteclo, a qaaaw "* gTaVa
to un -eu pello os I-- n um alma a|a*le*'iu*
ii.lluem em todos os seos actos, se tlii,e
a V. C. e pur meio da pcente caita
I..0V.1 e moi coi di dente ag ales-e a
V. C. 1 o ze'o verdaderamente reiigio-o .
O amor o disVelo e o dizeiilr/esse com
ijue a travs de mil nVfllculdadea, e ale
c.nn dispendiosos sacrificios de seos l.ave-
iest>ni--e V. C. dedicado ao servico d<
veneiovel Ordeno tetceia tujoexd n-
dor e majinili licia se nao pode ir gac
serem deridos as asiduas e infaligaveia
delligencia de V. C.
Se a esta Meza lose permttido elevar
a sua gati lio a um ponto mais sohido ,
ella olaria leconhecvridu a V. C. por nos
so L'. B-ufilor; mis ionio um titulo
que com tanta jnsl por e.-la Mera ser-Iba tonfendo, cen que
v leiir o amor pr>piiode a'guns eo
rime de u uitoi eil se lumia a congia-
lular se rom V. C. peh-s motivos que
filio referidos: e conclue alirmamlo que
AVIZOS PARTICULARES.
Ten lo a \dmini-trcio do Pa'rimonio
dcsO.lins de mandar p oe.edor diversas
obras 00 Collegio dosOilios, e eoncertol
naca-a n. 63; convida as n- sias que u'e-l
les por meiiOJ se qui-cn m encarregar a
lomputceiem com seos fladoies n.< casi
tla-.se ses da m-sini Adtuinistiaciu no dia
28 lo correule unza- 4 hora da tarde]
em Cuja uraniio serio p eseotes a. con i.
toe- e re-pet ti v os ort,ain Casa da \dminist i o do> O fsosem a3
de S t. ml'to de i8?(i.
Juz- M.uia da Cruz,
EscriptlHal o.
|Tjp Alguma mull r, que q .ser lef
no ieciu'0 sagrado do noo ToiU| lo tero ama de uma sa de p q coa fuiilia, pi-
V. (-. plnla o im pidrao n lek vel qi>e ra ct smliar faaer i/tit' w neo de por
em tod<>e o-lempos-fr recordar gratamen- las a dentro, e c mprs di ni.-, dirija ea
te o seo one (uoin squellea quem es- ra .I'.i^o-verdes, ea-a t-ne ti- 1 pila
senil-Imeiiie devem lodos os noss,os liina-
os, o mai. peif iti, e brluuite romp -
iiitni > d 1 n.'ssa Iateja.
Sirva-le pnis V, ('. de aceitar Pi agrade-
c i me 11 tos q a Ihe derigimos. e I" ni aim
os pinos e cordial asimos votos de e-ii-
ma e ronsit!er.tcio coro que nos puja-
mos ser
Consistorio em M. z i
a4 de Se milico d- i836.
De V.C. Al-ctuo7.o I mio,
e i-brig idisaimos Vtn. ra lores
J 1I0 Neponiuceno da Cot Monleiio.
P.ior.
Ft. Thomsde S. m iriana de Jezuu VI.
Coui'iiissat io.
AnUmio Joz MorrO'iuin
S b P. ior.
Joio Periira ca Sveira
Secretario.
Ant nio da Trind. de ,\n um-. Meira.
I). fi.id ir.
Jote Thoms de Campos Qnaicsma.
Uelinidor.
Autmio J aquim Coi ieia de Bilo
e duas ja nela-, qu fie a dtfiunle d < solna-
dol). .(>.
T3r* Alugi-se um sitio, nucas"-, que
- j 1 na p'.ssag 111 da Madaleus ou lie-
b ribe na 1 ua d" Colegio I). ( no se-
gundo and r, ou a mnele a inorada pa-
ta ser pul' uinlo.
jry* Precia se de hini Caxeiio par
padaria que saiba de-s-- iralico: na ma
I |)iir. ila I). 3't iado (Ij poenie.
tUV O abaixo asbiguado faz sciente
aosSnrs. Collei torea Consum> que desde odiaSu do coi rente
dnxj de vender o rtferido genero a reta-
llio na-ua enda no aletr 1 da B'.a isla I).
i4, e jara qoe os ditos Senhoiesse niu
ili-mcni a iguoiancta fazo presente au-
nuncio.
Joio Teixelra de So tiza.
I Mi
ndor.
Joio da Sil va Santos.
Definidor.
J07 Xaviel Fau-t'tio B.rros.
Vez la loi .
Joz Gomas F> rreir
Visitador.
lirlholomeu AUes de Quintil
Tli-'/.niii-riro do di h ro.
Manuel Joaqui Procuiador.
O .hi-xo a-s'gnido f aos setihoies anenutanUs de agurdenles,
1 u a qnern pertencer receber esic importe,
que desde o dia 3o crrante awi de xa de
v nder o rele ido genero na ana venda,
por eslar colleclado por 11 81 o qa" nao
rendeen dois ; cita no largo aa Siutj
ciuz D. I.
Lucio Pe cica Pa poso.
jry () sbaito ai-gnado f.iz icienteaoi
Sin -. ( le 10 s d s V.inhos e II..11- I hI,|-
das espirita s-s, que nio continua a ven-
der mu o 11 le id 1 g-111 ro (excepto a \-
jitu le.I i da l'i) tin lUa tave na da rila
iias Cruzas U. j.
J. J. Moreira,


DIARIO DE PtCRNAMBUCO.
O abaiioas-ignalo faz sciente aos
Arrematantes dos 4o rp's |'or aada de vi-
nho, agoo?.lente, licor emais bebidas espi-
rituosas, li bulos estes ai i ida lo< pagar pe-
la L'i Provtn ial de 6 de Junbo do cor*
rente inn; qte quauto antes vio confe-
rirs bebidas exigentes dentro da suata-
verna da esquina do heco da p li D. 1
alim de poder pagar nicamente o t ib ilu
daquella* bebidas que der consumo em di-
ta la verna, como ol> igado pelo $ 8.* da
citada Lei, e desde j protesta nao pagar
a quantidade de pipaque dito* arrematan-
tes Iba arbitrado a seu b.-l p a/.er, no qua
oannunciante nao anmio, e n-m p nuir, por nao dar cons uno id d quait de-
de, pelos meamos aibitrada, e nein pule
ser obligado aviU da di pusico do $ da
ctala Lei a (ol resptit), epira q'ie se nao
pos: o chamar a ignoran i.i faz o presente
amiuncio, p1 r estar prevenido disto
mesmo pessoalmtnle, asim como quando
comprar qualquer i-oi tmenlo das ditas be-
bidas, h dar pule jpsra mm intelligen -
cia, poi* que piompto ts apagar aquillo
que der consumo, como determina a Ley,
mas nao oque os ditos arrematantes qiie-
icm, no que nao poleo annuiuianie ser
obi ig ido, por ser eontia a mesma Lei.
Antonio A i ves de Suuzi Araujo.
J3^ O q ie quer seo a 255000 reis res-
ponde ao annucu'O a'noutem que se aa ig-
na bun que tobem subsciev o, que nao
seja abilhu lo, e lio tapado, poi-qu-; o ni-
nuncio inser lo np L)ii'i* de Sbi>ado N.
a07 nada t^m cora quem .-ubscreveo ; ma
aiui rom q etn inui a subscricio, e se o
Si", bom que sab.creveo i awjetito, e t>-m
oa bens da fortuna, v e prep,, ando,
que m o i (os jun-s lem a dar aleta dos m Ji-
los principaes que tem a pagar, the que o
Snr. da sub-cikio re ponda que 6m deo
ao dnbtiru dos vendelhes, oa e u que es-
tada se acba e*tu negocio, que entio cate-
gricamente Pie declrala so Dome, e.-em
muita cerimonia
O que quer seos 2#000 i s., e no lap -do.
J3" A pessoa que quii r dar lie a de
g rara roa ira Po tuguezj a <-ni meninoan
nuocie a sua morada, ou dirija se a Joj de
cera na ruado Cabula
yy Joo An'onu Martina nio ven le
maiaagoai dente branca nasua venda das 5
pontas D. 39, por Uso fiz bcieata o
Snrs. CoUectorra.
/y Qual quer dono de embarracio
aurla neste poito que ie quizer ppor a
vec< br raiga para o Ar.icati coin a maior
b evdade p .dedeiiju-s- ra do ces
polojaD. 11. que abi achara 00111 quero
tratar sobie a dita c<.*ga que t. r la tantu
para abarn tara mesmaembareacio.
ij^jp Perciza-se de tm letl r, que en-
tend Je plantacSen; e q-ie queira sugfi-
lar-seao tmbalbo ; emam s to p-il" da
praca. ni roa nova D. 5. d l.onte do
Caldeireiro:
%ry A peisosque anunciou no Diario
de 2/ fe>ra t< r para v-nder unm ltiiuho
de 8 annos dir j < e ao largo do Teico so-
brado de hum andar D. 8.
ttj** O Sr. que mora em Onlaea-
nuuciou no diario de 26 do crtenle que-
rer cotnurar buin ie>l jo querri>do lium
rom boas votes e 1 om a6 ,.cb^njd^ ""H ''ia
dit ija-se a traz da Igreja dos Marli*ws ca-
za de trez roiulas verdes a toda a hora da
da.
ff^ Preciza-se de hum ama forra,
-que saiba bem rocnbar para caza de urna
familia, aonde n5 lia fitbos : na ra da
JfAVOS A CARa.
Para o Rio de Jantiio
A Sumara Au ora, velleira, e forrada d^
cobre, sai impieterivelmenie no !. de
Oulubro, kindapode receb' r alguma car-
ga sendo pouca, a sim como passagtiros,
e escravos; tarcta-se com Santos Draga,
iua da MoeJa n. ii.
Paia aBahi.
Sigue Magem lom muiti bievi.
dille, o milito vel-iro, e b-m conhecid o
Pata yo Nacional Feli Aurora, quem
nelle qoiser carr^gar ou ir de passagera
oqualtem excelentes cmodos, pode di-
rigir se ao E-ci iptorio de Mano< I Joaquim
Rimse Silva ou abordo do itie-oio Pa-
tato a falar com o Capito Joo Jos
da Silva.
ARRKMATA5AO.
Pirante Administiagio do Paliimno
dos Uifios se hade an ensatar a qtiern m- 1$
der a renda da casa N. 86 do beco da Lin-
go ta no B do Recite, pelo lempo, e
com asrondifSes que seiio prsenles no
acto da ir< mataco: as pe-.so.is qe a
ij.iii-te i ariematr pederio omparecer
na cas- d S8es6r da nisma Adminislracio
coif seos fiadores no dia a8 d > crrente
mea as 4 horas da tai de.
(Jt'/a da Ad niuistracio dosOrlisem
23deSet mbio de 1836.
JuZ** Mari., da Cruz.
E-.CI iptura. o.
COMPRAS.
200 garrafa que fossem de vmho moi
ca'el na ra do Rosario Lirga Botequim
de Amonio de Al mquerque Mello.
tjcy* Um TiO'iibone bnxo : quem o
(ver annuncie, ou dirija-se a ra do Quei-
m-ul-j loja D. i3 para iractar do compe-
t nte ajuslp.
V^- l"m hairi que teriln sido de loja,
ou de aunasen!, e alguus caixiibos, 4a 5
pe Iras de por em si-na de mes'S de 5 a 6
palmos de curop. ido ; qufm l ci, "U diiia->e a loja.de livros da Pivca
da In 'epniden.ia n. 37e38.
Baja 15 ird.s quinto eheguf para um
piano, acudo Inglez : quem o liier annun-
cie.
JT" Um molalinh de 8 a 10 annos.
sem vicios era achaques : do largo do Ter-
co .-obrado de um andar D. 8.
a/JP U na negra mossa de bonita figu
ra rom huma ciiaeu-em ella, oh pie
nbe e <\ e diiha al mus hbelidades :
na iua de Orlas sobrado D. t\7, 011 annun-
ciepur esla folh.
VENDAS.
U na cadeirnlia de bracos em bom uso,
e dua- camas de jic-randa com armacio
e embutidos de mui'o bom gosto: urna
taxa de ferro coado por preco cmodo, e
ila a paso; e ura boi manco de cairo,
eg ande, tudo na ruado Cdlegi, D. 3.
Hjy Ti alado dej>go do Vo'iateleou re-
zumo d. a leis d idilio jogo, pelo p> eco de
d te vii t ns na Praca da Unio 1 ja de li-
vios n. 37 e 38.
$qa/ Urna rou'ata raossa, pir preco
c imodo, b s 0tureira engomadeira e
i'o.inlia o diario d'u-na c^sa : na ra d'a-
gua verd s casa terrea de urna po.la, e
loas janell.s, que lica di fronte do So-
brado I). 16.
V3T Azi ed- ronco de sujerior qua-
lidad.-: oa ra direita D. a9, 1 feixo de
clavim.te cora seos competentes p epa
latorios : na me^ma casa se dir quem
veude.
ayy Um e-cravo crilo anda mogo,
h'bl para qualquer serv^, com conJic-
cio de ser para ("ora da Ierra : na Prensa
de Ca neiro Ltite, forte do Mallo.
jj-TiIiis auditivos, prximamente
ohegado de Inglaterra por preco como-
do, e muito uteis para asp^ssoas surdas,
que com ellea podem ouu, pe leitamen-
te : annuncie.
ajrja Um r fe mu t bim, cora todo os
seus periencs: na roa do Colegio D. 6
a. andar.
ajrjp Um sitio n pincipio da estrada
do AriMial, muito aires de cheg do Padre Man icio, e se ach bastante
pl otado na fente de muitos pea de laran-
geir.ia, ecaf eiros eera orna d -s exirernaa
plantado de espiubos, em trras pr-jpi as ;
qua u o pe ten kr diriJH-ie a Joif Joaquim
da Costa Loite, ra da Madre de Dees lo
go ro pj nepio.
y Garraf a vasias que f.rio de vi-
nho chimpauhe, e de vinho Bordeaox, e
de Hrnepi: no H*"' da '" da cadea do
Recife D. 63.
ajry Un pd.quim n^vo, com pouco
uso, e maneiro : na ra da Cadeia do Re-
oife loja n. ig.
ajry Na Tipografa ti le ligna ra das
Flores, e na loj* d> Su. Cardoso Aires,
iua da Cadeia uu Reeifd acha *f a venda
a Cuil-fccao d.s Leis d Asserablea Pro-
vine 'I de i835 e i836 em frmalo de
4. mui lej-ivel lypo e bem conecta ;
ssiiii rumo om grande sorlimenlo ce di-
v i80S Inpressos prop ios para o Comer-
cio a Justica, e Inslruqio primaria, tu
d 1 por preco cmodo.
jtaT" U na aerara que repies ntater
35 annos, lava de sabio, engoma, e cose
chao, e he h 1) 1 pa.a todo o servig- de
urna c*sa a fallar na venda da ra Nova
D. 1. quinada rna das T iuxeira.
VV^Taboado de Pmho para a>soalboe
forro, sal tre plvora, e faiinha de
trigo : no armas, m da iua da Cruz de
Joaquim Antonio de Vaconcellos.
MW Urna vacca rom coa na passagem
da Madalena nosi'io de D. Clara.
*jy Urna venda n. ra d is Codornis
com poucos fundos: na mesma a fallar com
Maiioel Marques.
*rPr Cinco mil toros de lenhi de man-
gue .bardo do pat.x S. Jos", ancora-
no forte do Matto ou a falar com Vla-
nod Gon-alv.s PereiraLim.
V9" Continuase a vender superior
sal pe.Selubal, por preco commodo : a
bordo da Barca Santa R ta, ou no Reci-
fe na roa da Cruz n. 1a.
WP* Un f rdamenlo completo pira
G. N. em bom estado: na loja de alfaia-
tenopiincpio da ra do ragn, por
preco rom modo.
jty Meia dnzia de cadenas America-
nas,' 1 estojo francs caixa de madetra
c>m repurtraenios. I sinlho, a navalhas
boas, caixinha para subi, dua panl.o, P
mais pertences, 1 globo de vidro para
mei > de ada, a quadros, 1 deD. P'dro
e outro da Imperalriz : no largo do Terco
D. 4.
jry Coe-ces completaa do Carapu-
reiro, encadernada, e por preco rom-
mod>; e uma tbotondura de oroqreva.
d diamantes, obra degusto: na Tip.
Fidedigna.
Jja Vende ne no armazem n. 3 na roa
d'allandeg v.-lba excelente cidra ingle
za, agua de soda e garralinhas de limo-
n>-d < chapeos de palha de manilha cha
p-oa lOQestes, propriO*- para o campo,
casa ou pas-eio a cav.dlo bontj oba-
d>spropiio parfrnihtar carnizas de li-
rado fino de muito bom go-lo tudo che-
gado ltimamente precos comroodos
J3" Balins e sapafo* de Lisboa pira
borne.11 -apatos'le Duraque para S a-, com
fitas e 9>-m ellas de todas as cores ditto para
meninas dittos pa quim dittos sapalosde setim Francezes e
de cordavio p-etos dittos de Marroqoim
para hom- m tambem de todas as 10' es tu-
d> rh'gado ullimamente, e por pregos
romoiosna Praca da Iidopeudeocia loja
n. 7.
VJT Huma turrara m"Ca coiinha o d-
.1 io de huma rata, boa engomadeira e
d< cena na rr e'nrtaWTi...<..
Huma 1 orcio de botijas de genehra gi-
g- s rom garrafas vaziase hum quantidade
de bo ijas varas na misma casa cima.
jqa- Huma iaxa 100 dua< p'ssas de
urna dellas he a Caxuxa: ua mesma a-
cima.
%jqp Huma e>crava de bo figura srm
vicio nem achaques e moca coiinha en-
g-nna lava de brrela : em Fora de pu-
tas no segundo andar da caza do Sr. Diog .
ALUGUEIS.
Aluga-se | or preco o nnodo para se pas-
aar a f-la, ou annualment- uma cas pe-
quea d. p.dra e cal, no P? da Paiella
com um grande quintal, e rom banho aa f
da porta: quem a pe tender annuncie.
ttF Allugase um sitio no lugar da
Bjasageaj. coa milito baa casa rireifo.
toda a qtialidade de arvores de frutos,
hum armasem no atterro das cinco pou-
t^s, debontedo viveirosdo Maniz, quem
pertendar di'ija se a Manuel Gonsalves
Pe ca Lima*.
PERDAS.
Da loja de Ourives que foi do Eimeraldo
fugio no da Domingo a5 do cnente un
cao atravesado preto.* quem o apanbou
quereodo o entregar leve-o a dita loja que
se recompensado.
FURTO.
Tendo desapparecido da Igreja
de Santa Ttiereza no dia a4 do coi rente
uma r.quinta do M tre da Mua do
Balaibio "., ruga se a qual quer pessoa,
a quem ella houver de er offoiecida, ou
que d lia tenha noticia, a receba, e entre-
gue aoSir. Joaquim Ignacio Juiz da Fes-
la d ser por qualjuer dos dois g.-ueros.-iu ti-
le retompeusado : e no caso de a nao po-
der hatee a si, tmlo todava noticia de
quima tenha, o podeiii declarar a qual
quer dos dois cima ruencionar'os; de sor-
te que, verificando-se a certeaa do avi^o,
lena de se guardar segredo, se promeite
ig^ialmente a mesma lecompeusa.
ESCRAVOS FGIDOS.
Na manh do dia 23 do rorrenta
fugio de burdo da Sum-c < Nova Socie-
dade soita na praia do Colegio, tira es-
cravo marinhe r > de nome Jorge, nato
mine, reprsenla ler a5 annos deidade,
he alto e mago e teni tima otelha tu-
rada com argolla; le-ou ves^io camisa
alguna rermndoa, a aleteadas, e birrete
vermtllio : os aprehende-lores levi-m no
abordo da dita Sumaca ou na Pa inda
do cerpo Snito cata D. 67, que serio
bem recompensados.
Tabn* dat mares cheias no Porto de
Pernambuco.
16 -Segunda
- 17T:
i8 -Q:
^i9-Q:
20S:
5 aiS:
" aa D:
7.1. 18 m
8 6 a,
8 54
9 4a *
iO-30
1118
ia-- 6 >
Tarde.
( Man.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navio entrado no dia aa.
Bos"on ; 44 das; B. Araer. fynoure,
Cap. J. W. Velch : harneas vasias : l on-
-ignalauo L. G. Ferreira & Maiufield.
Saludo no mesmo dia.
Livelpool ; B. I. C)b^le, Cap. Arms-
Irong: loocourjs, e i75a s>acras d'al-
godo.
Nesta Tipografa existem quatio rer-
tide-i legaliaadas, das quaes conslo ha-
verem-se cel.brado din mi-sas pelas al-
mas dos Patriotas que fale=ceroem 1817
t boje; sendo98 pela tatula de 640 is.
eda umi; e duas g-atis ditas pelos He-
vereudissimoa Senhoree Lauentino An-
toni Moreira de Carvalho e Jos Fran-
cisco de Moura ; cujas certides forao de-
pcit..das pelo Snr. Jio da ConU Palm,
para setem mustiadas a quem as quiser
ver.
Pjt. na Tir., dk M. P! FaRia 18db:
..>. .


Peni, na Typ, de M. F. de Faria t836.
Sur*. Redactores.
Ba desabafo peloPrello he o unir refrigerio
que temos quaudo nos sentimos ofler.did -. muilo
principalmente quande a oll'ensa pi vm da filia de
.5:jsl'C- <-^:> ',"1" OS Slirs. Mafl airarlos constan!. n--:i-
te na itiiho e conforme i ra me acaba de n-
contecer. Tei.di minha VIi fpor na nfoliridadoj
conlJ udo urna soci ;, u envendo \h-
lopiruma por tempu desos annos rom o milito ro-
.:. pido Sr. Jc-re Venancio Pimenla de Carvallio ,
..' i -1- u, qu io este Sr. no enirenho Iresan-
iii s '' ;" ,', ( (i()s(i66 rs. de rm-
t i ii .. il !o nunca ni i o lia Mi po iqucllas rendas; n cumian*
til ai .: P ; w a. anno ificd ide ,
para o aj b utas das desi | i rin< rnn^-
gomdis a primeiras safras, apprrseniou o Sr. Pi-
ineula limronla de despezas, que fea tremer a*
. i -i em a qual n*o so fez almorver a quantia H i
: ; it rs. q le minha %'i Ihe havia dado p -
; daqucllas despezas como mais 5-2$' < tantea
>., em que elle se nostr< u n dor os noaos Ihc fo-
ram i< vados em contn i i qnant'a de i:'-3 s'/3 > r-.,
que o Sr Pimenta i sil va a dev r a mioha MSi < -.
>s lie la do dito euger.ho vencidas no ni-
('..- Maio daquelie auno viinlo aind.i assim o
Sr, I i fiear a d ver a minha Mi 8i i s'J3 ,
; ou no Jiim de J',i/., nequelle o'ustJ
di i iotas : deve-e advertir, que i sepiedade er da
terco, e por isso s a mioha Mi rompettia fazer
urna parle daqueilaa (tapetas, e ao Sr. Pimental;
que lod i as despezas da parte e mioha
atontado a i)'>:'rj> rs. neceas-i'menle as asa
ota moiit-ram em i:8;8'.7o -s.,
'id i tea aemportaiemem a.Sijf to5
rs. quanlia esta em verdad* erfrairavel por *se
ni -i.-.-. >. que aqu nao se afn incluida a sustenta "So
dos esrravos i porque rada um d s soc:os sustentaba
os seus, nem o uinheiro do asiucar, e mel da s>-
I- que n> g>po da mdUem daquellns i si-
frassehia venilendo-para plmenlo dos emprega-
dos no servido do engenho ; e n m ;i de alj'uma hra
de i ila que se liavia feo ; < sentnw
ijui i ment tas t&xas que se^ujido amplia
kfnhranca emporlra io5s'rs*, ludo o mais f.. m
dispesinfiat miudat Vendo minha Mii aquelt* es-
.' dosa costa de despezas naseidas talvez da i m
' i h< cida pred galid de do Sr. Pinenta, nao quiz
i el i rpaalidade de Administrador do en-
' < se pezaa por alia com a tirada da ! m i s fra e que cida um dos so ios la-
raasi .i) /,.;< respectivas Bcando o A I oinia-
1 in'terloo quo onlo era o Sr. Ab nio ra
5..va Matos aothorisado para aa f'azer dando cida
1 dos socios o seu cootin^eote ; e isto mesmo se
declaran !."!!.: lie termo de co icui io ajustada
ai como se declare* main |".o naquel-
lis33of que o Sr. Pimenta ficra a devera
l: na \iai se l!>e levarla em cunta o valor do 2
de taipa que se havi ioj feio no eni,'enlio ,
['aa para o paramento do assucar, c a outr.i para
residencia >io Sr. Pimenta; as partea de a ta^as ,
que liic- partenoiam & & !ojo que se avaliassem.
Chegado o t^mpo do aprootarse o engenho para a
moagem da terceira e ultima sala, tomou oquelle
Administrador ao Sr. Pimenla 5oJ' rs. por conta de
loiaha j)Ji como dinheiro de cmjirestimo do quaes
e'la passou rccilio ao mesmo Sr. Pimentaj para llios
abonar as rendas ventilas, 1 nenhua despera mais,
fez o Sr. Pimenla por con la de minha Mi. Ivi-
lou-so o engenho a moer un lempo competente,
( Oulubrode i83l ) e motiu-si at tantos i!-- Abril de
i8J'.'. que em 1 1S0 da grande invernada, e dos
carra patos no gado se peijou oengenborom 1700,
e tantos pSes de assucar ficando aiuda canas io
campo, que segundo a uvaliaclo. que sel driam
55o pies, sendo 3io dos lavraderes e :* <> da l-
/i-.iia. Como a soeiedade live*e s-..i qcnlractada
por lempo d< 6 nnes re- smins no 3. ir.no
dessolreram amigavelmente por urna Ksetip turame
destracto p convenci em que se ealipulou a dam
diees si : -. I )ue es ios ei ncordaaun-e
d r. m sr.-ba 1 a socied de 1 i em qcan-
ln a criar-s *(>{! a sara om Iv i quaesquen ser-
\ c la q:ie uo jam os pie tirar-sc .1 sa-
fra que -': la e t\>\o di p cun ir n lu ir-se
pie de I83l euo rtspeito en-
lende que .4 > a < ii d 'de t :c h ir-se
de moer .1 refi rida sal 1 & ; 'llK' so
('; / pn : 1 r. n prar' na ib ir '<* sal 1 ci
di e nbima' inim de |! ': r con:;,
por '"' : .<:.''' :l li' : ": c"
tva prl \ &. K que o n. : dos escravos para .1
t;r,, 1 rj, r|i| ,' : D .;. 1 0bi i{:o-S'' -'s '( SciCS a
que nao seja meni t que o de .'> > /,
Aquella prmeira deelunco d sa E criptura de
destracto fez <-r>!!i qu? o Sr. Pimenla eoncebesse a m-
jiis!:i pretenco kde no anno se^uinle r moer oquel-
v.r as velhas, que haviam Puado noeampo d-
zendo que a soriedad" se devia ro 1 id< 1 ir exisl
em quanto ouvee por m er urna s cana tena per-
tencente a aquella terceira e ult'ma safra, fundado
em que se nio disse na dita Escriptura do destraclo ,
que aquella paTra deveri 1 findar em Maio, v.ar
de se terdito maisabaixa. que a safa era a ultima
do annode 181 ; e do se ter rstipalado na Escri-
ptnia do contracto que nsanncsd qm-lla sociedade
I :,...;, :,,:..,.. ,.-,, >,-.,; daquelie rente anno de
i!>;i, e findariam em Maio d i83{ inclusive a
safra desse anno & &; condioj esta qie m fe i
derrogida por aqi Ha Rscr| ura do ictraclo, em
quanlo continuaco da sa i le de os 6 annos eno
no tempe ou mez cm que di va findar se aquella
II 'im .v"ra : porque nlo s be 1 pratica principia*
rem ai safras rks enge'>hes desla Provincia, e fin-
.! irem '-m os m res de Maio co'mo por a*sim c.e ter
estipulado na F. criptura d 1 contrado Nao queren-
do minha Mi .muir a es 1 injusta pretencijo doSr.
Pimenla em razo do pr aizo 'i'1'' com semilbanle
moagem tena di aottrer na nu safra 11 ia tratou
de n'o ultimo de o a amo 1 nno tomar
ii.. .i- n.i 1 s do engenho acessorios. mistara
1 dacazNJife linlia sido da residfn ia do '':, Pi%-
m >nta < Unalaienta de : .1 1 livo o destracto da
sociedade, que elle pretenda ion ir iluzotio, pira
si to'nar a eneaixar 11 > rnf> nh 1 io c ni o ulerea-
se smenle de moer aquellas canas velhas, quetodos
sahem o lucro que o Sr. Pimenla tirana, se aa
moesse, fazendo d spezas com apontamentos do en-
f-enhe, e asmis ii ivei, une secoslomio
fazerpara sj inoi r< m canas: porem aim paracom >
quetlc pretexto de canas velhas encaixado, que
fosse no erig nbo entrar pela safra nova que miaba
Mii li'.\ ia creado.
Este payo qiw d tn miaba Mii de nio conjuntir,


que o Sr. Pimenta frma moa/ aquellas canas velbas ,
un anies tirar de sociedade a safra nova, que elle
nao havia ri ."do fez coin fjur elle deelarasse a von-
tade que linha de nao pagar as rendas do enfienhn ,
que eslava a dever vontade esta a que o Sr. Pi-
menta he muito sbito; a sab-r aqu r. os Gtisoti i rs. do 3.*, e ultimo anno que ;
se lioho vencido,
A' vista dese procedimiento do Sr. Pimenta cha-
r.iou a minlia idai aoJuizo de Paz, e como se nao
conciliassem propoz-lhc peloentSo Juizo doCivel
da Relacio, um.iaecio de escrplura, assignando-
II." por ella os doz d'us da Le em a qual nao s pc-
diu a endemntacio das rendas do seu engenho que
Me eslava a dever o m?smo Sr. Pimenta, c has
lautas iiouIm-de a>-su'ar tranco mas tambrm, que
V fizesse n avaliac i aquellas a cazas, e de bas
laxas, para a,parte do Sr. Pimenta ser, levada era
tonta das rendas A: &, A proposclura dcsta aeco
se oppoz o Sr. Pimenta com embarcos de nulhdade
por incompetencia de aeco, por que qoantias in-
certas e afio liquidas o quaea eml>"rg>s Ihe fo-
i ,.,! receidos pelo S* Dezembargndor Tiburcio1, Ouv.
dordoCivel du Rt-licao, qu cutio era para mi-
aba Msii os contrHriar. Yendo esta, que com effe*
loa Assignacio de dez das i.o fura em intentada
em rasara dos batimentos, que sp titiiam afarer as
quantias que exigia, postoque i devise ter lugar
aquelles abata >ntos :. rucio da S.*ntcncn to-
davia n quiz .-.-,.. .[j ibtro per ter receido
aquel les emba o do Sr. Pimenta deixando por is>
de <> eomlemuar logo no pedido como beexpresso
na Or. liv. lit, v.i em principio de i al 10
as accoens samaras, tractou de formar a sua
ontrariedade, com o que sesujeitou a seguir a cau-
za nos termos ordinarios a que se bavia tornado em
raxio do recebi ment daque'les embargos, lego era
seu comesso que a fez perder toda a forca, e an-
damento sumario que deva ter.
Dexuttida a cama nos termos ordinarios e rm
que se levou bastante Wmpo sobu esta i coucluzoo
do Sr. I)r. Bastos (pie a tsse lempo entrou para a
primera vara do Civtl ; e est Sr. desprezando os
COStumados pedidos e empenhes do Sr. Pimenta .
fez justica a minhi Mii; porque desprezou ludo o
mais que de pule a parle se allegou e coodcmnou
ao mesmo Sv. Pimenta na rendas do enginho so-
manto dizendo, que o mais, teria lugar na exo-
cucSo da Seutenca por louiados Surs. de engenbo
nomeados por ambas as Parles conforme o estipulado
cm lia dus coodicfcs da Ev,criplura do condado &,
&. Desta St ntcnca appsllon o Sr. Pimenta para a
Relacio da Provincia, eteveem seu Favor utn Ac-
Cordo UEo injusto e contraditorio qne desde que
ba Tribunaes de Justica linda se nao va obra igua.l;
po que separarSo da aceito aqueles Bii33o confes-
sados no Juizo de Paz aprelexto de nao ser quan-
tia propria para se cobrar por aquella aeco e con-
demnarfio &o S:-. Pimenta nos 666^666 s. do 3
e ultimo auno do rends do engenbo por ser esla
quantia proveniente da Kscriptura do contracto ; e
- mandaran) que minha Mai Ibe pagasse aquellas ca-
nas., que tinha ficado por moer, abatendo-se o seu
valor nos ditus 6666&i rs. cm q' o condemnara, di-
zendo mais o mesmo Accordao que quanto as de
mais parcellas requeridas no libello ( formaes pala-
vras ) fieavam igualmente exceptuadas da accio & ,
A. Nao be necessaiio ler-se conbecimentos Jurdi-
cos para conbecer-6e, que um Accordao destes tam
eontraditorio e por isso vergonhoso s poda ser
dado tal vi z por escandalosa proteco, ou supina
ignorancia por quanto ou a cauza se deve con-
ciderar de. libePo conforme aclacificro os mesmos
Senhores Dezembargadores saibores do Accordao ,
( quaudo digo aulbores do Accordao, no fallo com
os Senbores Velozo, ePonce, que coutra eUe sem-
pre seoppusero ) ou be dj dez das e seja o que
for se ella bera propria para o Sr. Pimenta ser
condemnado as rpnd do ultimo anuo, por cori-
tarem esta da F-scriplura do contracto; porque [j,n
bem nao era propria a mesma aeco pira ser por el-
la o mesmo Sr. Pimenta condemnado nos Hi i s i jo
rs. dos dous primeiros anuos de rendas, que nao s
s5o lamltem provenientes da Escripiufa do contiscto ,
como de mais amis confessado no Juizo de !'../ ca-
ja conficSoeqaivalle a urna Sen lenca de conde-ana-
'edo ? Queta he lo tullo, que nao descuufie, que
os Sais. D*z" ncliargadores protectores doSr. Pimen-
ta, oqueliveram em vistas fo absolvel-o de pagar'
quantia sigua a minba Mi e achsndo ser esc nds-
Inzo de mais, o lavrarem um Accordao declarando,
que elle nada devia, azarara da Bnuia de exceptua-
ren) da acclo a maior quantia ; e de rondemnarem a
minba Mii a pagar lbe as canas que Mearan par mo-
er, (que injuslca, e mesmo cru. Idade .') mandan-
do' que o ea vabr se abatesse naquelles I istiiti rs.
do 3. anno de rendas do engenho em que jmen-
le ocondemnaram para nada fi< ar P Na sei porque
mrlagre nSo fo >*> ^!! latnDera condemnsda a pa-
sar ao Sr Pimenta um cont ou doisders e as
rostas em tres dobros por ter.tido aconBancide
tentar tima aeco contra um homem com q>i m Uolo
svmpalvza o Sr. Dezembargador Tbomaz \nlomo
Madel Monfiro f mais alguns .. Seria tal vez por ,
que estarna espera da Apprl c3o do mesmo Sr. Pi-
menta ere nue este pede um cont de rs. a minha Mai
por n-o ter anuido a que elle losse moer squebas ca-
nas ve!lias no anno segaiute, duendo que cora lo
ella romper despticamente ssociedade, enue s
a EscriptSra do contracto eslaohngada a p r- ,
lo ders anezardeter sido dessolvida .. : cal
n>,:,,, I.m-.. '- e por urna Lsc, tura
co, edesIVacto, qe leve lugar no terce.ro n.....
da.lr. econcervano-seomesmo br. Pmenuno
n.lrrr oqnrin terreirn eoll.m. safra al o ull......c
c d'eile meMno r.conbeeer, que se Iba fieasten.....
campo ne-,h,,n, direilo mi ell" "> noann. -> ;
eonfirSo esta da propria letra do Sr. Pincnli., ou. >t>
junla'aos.ntos. equedenad Tallen para n.l... V.
bar nSoduvido, q.,eton,l)mde nada vall.a para>*!';*
aembaroadorea ( fallo a........I;'*1"'; '' J- \ (
concKJerar. m a socied.de rompida des. al mente por parle
de minha H, c condemnaram-na a dar este coaloden
seaprotecido, mormente se por aVgraca de m.nhn W-iM
cJ-amn.'o-nS-. Mr. .\uw* .Machado V .ra p "'""':','
oSr. Naeiel Mo^nleiro 5o e quizei .lar *WPJ^
pormilindre Uz o Sr. Malhciros, para pooer lef volos
desempale ri/ou baja. r,,,,,, nn
Qnem vSnrs. Redactores os milagres que ^ i ;
nossa Relaco Indo deve esperar! moraaenta w""0"- .
foileza com que rallou o Sr. Kaaanta na prezci.ra dos w
.ToSo Marques Correa da Costa eJoao Ha.
Wanderlei. nbando-se, e aceverando 1"".
cont <'< rs e a mitra do Arre! que ni
para si-Miraiiea Jo favor; porque elle neiihu ca' fasia d8 ? i-
contra s bavia darlo na inulancia iiferior, o Si |,_
ro. quandoluii Municipal de Olinda a a qicni J
menta nfiopddc Iludir 5 e como cu visse %"; ''".'11|,1),o,
piomrtleii o Sr. Pimental respeito dacaoia fl*; sou.
ou Arresto esperoque lamben) se virifique o mei pmenU
ira de Libello para o conlo ders.. poique 'r .-11.,,
quamio falla asMn lie pela certeza que (.'"> r] _ue uadl
prometimentos feito pelos bSus protectores ; !K':"'s
para mira \ e niivo e s me restira esperanca" ," ; j^ y
Tribunal de Justica para onda pretendo oue "'
recorra de todas as injustcas que aqui Jh "xeren'uz^
uesse Tribunal recio e imparcial s'"> se julfi ;" ( ,.
Direito, e Justica das Partes. c nao por empen"0*'. ,
trotmlos. r.oso-lbes pola Snrs. Redacloies o '***'* _,,
rem publicidade pelo seu conceitnozo Diario 1 a tem do-
linhavada Correspondencia para desengao '"^ .tie
mandas e eterno reconhcciincnlo do ^^
Pe \ > .' '
Servo Venerador, eCiia"*'
Joo Sergio Ceaai
rdeJa
Par?, ua Typ. dM. F. di Faria. 83**


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E8AFWMZQV_Q19V1L INGEST_TIME 2013-03-27T14:21:13Z PACKAGE AA00011611_02039
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES