Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02033


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Full Text
ANNO DE 1836. fERA FfilRA
20 E SETEMBftO N. Sfoj.
Pita Mauro. Trf.m M. P. d' Fai. I8.W-
das da semana-
10 ernnda S- Januario B.M- And do* Jui*e*. d* Cr.
de ai. *- t. es. da Tbezouraria Public e
Chae, de t.
50 Ter^ajej- ? Eustaq. Re- de m-e aud. do J-de
O de t.
21 Uuaru'igt Tcihp jt-j g Matheiw Ap.
22 Q.iinta S Ma icio M. Re. de ni. aud. do
J. do C. de m. c Ch. de t
25 ?rta 1> jej. 8. Lino se*, da Th. P. aud. do J. de
2t Sabadlo Tp. jej. N. S. da* M. Re. de m. e aud.
do V O. de t un "linda.
23 Orm-neo S. Fumino B.M. La ch. a* h. e
40 ni. da t.
Ttdo a|ordepende nmmin da nnm prn
dene.a. modracao. e enereia.-cont.imenios com-
principramo*. e remo r-ntadnt cm admira-
eio entre a N'a^oei maiiculla.
Proclamaba a Jiitmhlta Urral d. Br O
Shcrrr-f lOOOra, manaaei pac adiantadn
neaia fvpocrana. ra das Cmzea D. 3, e na l'ra-
ca da Ind-Uendi-ncia V. V, e SM : ondee rerrhein
corre-poiidmcia* Ieeli*aas. e municin niM-rin
d.> } Trii endo do |irn|>rioi aaaifaaniea,
e indo ic*d'>.
CAMBIOS-
Setrmbre 19.
-LiOndret W D*. Si. pm I., cid. re prfcta a
.Hl pnrcenlo de premio Voniina.
Li>lioa .i5 uor o|o premio, uor metal, Non.
Franca260 -*65 Rs. por fr meo
Uto de Jan. 6 n. c. de prem.
Moedas de 6..40O I3..1M0 I.1..400
40O0 6..T:!)a6..SO
P, zoi 1.410
Premio da prata 50 p. 0
,, da Irttra*. poriner I 9poro|0
Cobre 25 por celito de ne&como
PARTIDA nOS CORRIIOS.
Olmda_Tndni o diat ao rr.eio da.
(oiaua, Albandra. Parailia. Villa do Conde, Mo
manguaue. Piar. Rea. de S. J Kainha, Pombal, N'o*a de Snuxa. Cidade do Natal.
Villa de Ooianninha. e Vota H.* Brinaeaa, Cjdaije
da Fortaleza. Villa* do Aquir.i*. Monte mor nota.
Aracatv, Cascavcl. Canind. (irania. Imprralria,
S- Bernardo, S. Joao do Prinriee. Sobrar. Novad'
ElRev. Ico, S. Malheus. Hecho do saneiie. S.
Antonio do Jardim. Qucxrrninnliim. f Parnabi a
Secunda* e Sextas leirn an meio dia por va du
Paraiba. Santo Anto-Toda* a qiiin'ss IVira- M
meio da. (aranbiini. e Bonitono dia* 10 e 84
de ada mea ao meio di Floresno di IJ de
caila me i ao meio dia- Cabo. S-orinliaein. Rio For
mozo, e Porto Calvo-no dia I, II a I de cada
mez-
PARTE OFFICIL.
RIODEJANEIRO.
ASSEMBLB4 GKRAL. LEGISLATIVA.
CAMAR* DOS DEPUTAD05.
Sos sao de 7 de Jul o.
A's 10 hora* f. ta a chamaba, e achan-
du-se numero legal, foi aber'a a e sao
depoi* de lid*, e approvada a acta d'ante
cedente.
U Snr. 1. Secretario deoconla do db-nte letld hotn fficio do Seciemio
o Sanado, envendo huma ieo'uc-6 do
niMm S-nado, queapprova a loga Ir
240.JJ re annuaes c medida a 3 .aquitn
Alb rio dt. S loza da S Iveira : foi a im-
primir.
D*euio-se hum parecer da Commi^ao
das As eniblea* Pioiinciaes erra da pro-
porta, que Cmara maudou a Assera-
l.le* Proviiual deS. Paulo, para con-
tr-ctar com boma companhia a consli uc-
c^ de estrada de f.-> r< : o parecer
foi aimp-imi', por ser ji.lgado materia
de deliberac-6. assim romo alguna pro
ynos de r.soluca da Coro, de PeUfcfes,
'0''l>n.d)s
iSntrou em diseu-s 5 hum par^er d.
lentira Commis-io d^ Fa/.en la, e.rra
'doiequei.neiitodeFed nro Sane bronn,
Vigaro doslob-nos Pniieslanies d* Nova
F-bourgo; a Commis io l'oi de pann-r
que oS-J|>.'liatiledeere.eber o su or-
denado da Protincia do Rio de Jauo;
qoanlo-4. pne do te-i-erimedto alien
deodo -ieG ien a do Thesouro nao po-
de ser propic* -na pMl.ncaO.
Ainla P-"-"'* lo,a5 Posl" a VO,0S'
' licaio approvadis.
Ordem do dia.
K diactwio diada erra da* emendas
,obrca,..enlo d. Lnpe.io, roi.tnioo...
O Sr. Sania Martina p-d-n o a pala-
Tra, disse em reporta .o qe oSun Mi-
nero do Imperio hatiadilo ria Se.ao -n-
lecelenle, hobre a *m-ndi da Commis>ao
doOrcmen.o; q.1-- dia C.m.n^o r.n
.az libe- "1 "" Gov.rro, que o S..
Minst-o querend. comb-ler wn^
coo.b leo osinleieoe ger.es da W C 0.
1 mi a disc-'rrer, con^ lulo
r nlitiuand ano* j"1
i-.z.ndo ariascbserv..r,6.s urea das e
n.enl.s do Sr. V.*s nnerlloa, e decl.ro..
nao eiar anda convencido das sustr..n-
O Sur. Va-roncellos disse que dese|ava
fallar nela mataiia danto doSr. M nu-
tro daFai ouvir.
O Snr. Raf-el de CarvaMio emilli a
sua opiui'" *cbre a- emendas.
O Sr. Rodiigots Torres su-tentnu sua
emenda, e cmbale a daGommis'-.
A di-riu-aS lornou a ftCHt a.liath,
p--r se p*S"ar a outa paite da ordem di
da. .
Eotiand o Sor. Mim-lro da Ju ttca,
em tl iresenc contio 1011 a dicussio do
p.irceiio a't.da propos'a doliov.rno, pa-
ra seiem SUlpeH** Dn Rio Gtatie do Sol
as (rraniia*.
O Snr. Pignei. i* de Mello d cUratHo-
M coMt.a ap'Qpnsla. nolou qe os Srs.
Depu'ados, <|ue vot-5 anBtf *>'P 5'''
tPin fallado huma vi, e o qo-? d'
fendent tem f'Hado nuitat feaa*. R<"*~
p.ndeo obervaces do Sr. Fernira i
Veiga, driend^i que pelis mam! rates,
qne n ilustre f)--put-do fipea doptar-e a medda do Coverno, pl mesivas se provava na5 ser con.eniente.
edis-e q'ie nao era com barita fi'ba de
p p*l, que s havia sulijugar o UeUldes
do Ri (l'aii !.
-o-se po- discnliila a mate a, e po/--
se o 1. ri. da pr- pisla do Governo vo
tos, e foi approado.
Dmuio se o s.gui -le ait.. que sendo
debatido foi appr..valo: S5 de.iaia-
dis illic?lS toilas as a*>urtacM secretas
na Provinria de S. Ped.o do Ri Cande
doSul, a na publicas, n5 endo anlonsa-
das |.e'o Pie.si lente da Provincia ; ese-
li.c<5 tolo n ajunUmerito armado, am
iodo mi em pirle, que bouver de mais de
e;no peasnas contra s antl oid*.e, s-us
ag-tit-s, e exe> uia de seu* ai t s bgaes,
e qual toer Gommandante de f roa pu le-
a lissolve-lo pelo uo das armas, se oi
seos f.ut res naos-dispe'saiem primti-
ra iniroad-'qi-e elle Ihe fier.
O Sur. Reieude voto < mira o a-t., e
fa-eulo algumas iliservace< diaae, qtir-
>eguntlo Ihe parece, a Cama-a tiM P' '"
leudo ost-u ten po na ds<-nss5 '^esu I-1 :
que sede ve exnilar aos Bciilein-s a saU
v^rol.npern. e farer roaichar da Babia
a Topa requisilada.
O S Carmiro Lelo dis^e que pelo
que Ihe parece o art. he alg.una CoOiaim
prop i da prnpo ta e qu como o Snr.
Vli'illro da Guerra nao mta minto dos
melhnrimentoa da na ivpai iic>. Sur.
Ministro da Jtis'i.a inclu-a H'M p-o-
pista e.teailig Rep .ndeo ao Sor. Re-
Keole, qu-seiw6 Ktafa de tirar a pnen
le aos O.li.iaes, e que pena Ntahetaida
noari.deve ser ai'ic-da pelos Tnbunats
Givi. e Militara*.
O S -r. Sou/.a O iveira nao obstante en-
tender o art. co ..o o Sr. Carneiio Lea,
rhua-o mal reJ-g'rfo.
O Sr. Re/end" anda imislio votano
ccn'n o ai I. em di ro^sao.
O Sr. Limpo d'b-eu conci don na
eonv nienm de exciar ent'ioiia-mo
mcio'ial ronfcra re'iel les d> Rn Gran
de : ds*e que nao Ihe parca inconstiluci-
un '1 a douirint do art.
Foi apoiada huma emenda para se im-
pri-nir o art. terreno..
O Snr. Soma Oveia d d oa Mi'ilares em lempo de gu-tra le-
rern h->ma pena muit rois fort qo* a
loan, em quf-llo, ju'g'n nao se dever
adoptar 1*1 qual -st tedigido.
OS.-i'. C*rnnitoLo dis.e, que ter
suade ^el f.ril facerquaalai objeM..' se
q .eiiio fas r s-bre comas 3-.6 rompre-
h ndi-lasno art., e ueste stntidj fe va-
ri.-s o^servages.
OStV. Soura O iveira disse que tendo
c!:eado ao p-nto. q-ie se sthe, a rebelll-
i d.iRo Grand', na5 era com ameacas
que se cortsegow subjugar os rebela., e
qnedesejanlo votr poi comas uteis1 a fa-
vor daquella Provinrid, e como lenha ou-
vido qu isio he huma art>Jc*. de ejava,
.,aeoMinMio da Guerra pr.m.iesse hI-
l-uma co lau-evai-tajo-o Piovinna,
pque nao f-s-einam-acaa, d'ouho modo
ctria t o. tra o art. huma vei que n<
fo-se emen 'a lo.
L-o-se a ceguifile emenda. quef<-i apm-
,l, dpois dasp.lavr.sO.Tiei es de a-
linhi, ccre.-cenU-ae que vencem sol-
Snr. Ministro da J-islici defendendo
oarl. d.s-e, que se p rsuade, queaqmnaO
se irada de d -perra,
O Sor. Re/eti le por ju1ar o art. oti in-
con-liturion.l, ou inu-il insisti na up-
O Sur- Conelio e, q-^e e-te aitigo
be huma aibiirarielaie, e contra aC-n
t loica*, a rasando mia algumas obseifa-
j.es VlIoo c-ntra I e.
O Sr. Vaseoncelwi pedio ao S-. Mi-
U,ro da lostiea expliceos a re-paito
d.ste'!- e dos seguiules, porque nos ar-
| gos8nteced*n e-. alase no Rio G.ande,
en ste, enossui.sequentes nio s- talla } e
p issoq -e- saber se is'o se entende ,o
c,,. ..Rio Cande, outaubi-m com asou-
tras P os'nri s.
OSr. M.ni-t o da Ju tica disse que tra-
an I se desu-ptm 'er asgaranliaa no Rio
Grande do ftul, era stapiav.l a esta
prov-ncia.
OSnr. Limpo d'Ahreu laiendo aerial
xp'ic* oes, di co rendo long tempo re-
nmou o-eu di, ur.o, lea ais aig .mas
r H-x -s -obre a 11. c si td- "e h-lulte
o Go'ern noa -oi-crios, que Lver de
m,.dai Goa'da N cimal.
' OSr. Vasco cellos p.r-ceu-lhe que os
djuj Snrs. Mmijtros u, estava6 de avor-
do, eque o Mini-tro da Justica na5esi
hem Ortico na ronh.i do \lini teti > paria-
re- nlar. Observon q-ie mnilo dezejara
sab-r sepsia debelUr iiarebel-les ha-lava
b suspender as garanta*t que em tolos
os relatnri a s^ pede arbitrio, que todos 0^1
V1inistrs pedem dinhiiro para gralifica-
t6e-, f.-res, e arbitrio; as le;s saSbom
nao nsnportavel, e mu i p- 7.ad pira boro.
G-vemo 1*6 patritico, e que achaodo tl-
1- eputado imiiffi entes, e inelUczs
as medidas da propona, que v- ti va con-
ta ella.
Dada a hora Bcon a di-russ- a 'iads,
e deo se p*ra ordem d > dia a n e-u a mi-
teria j laantoavae aaaaaaQ depoU dasdn-
11 bui\..i da larde.
SENADO
SessaS de 7 dt< iu'ho d* i836.
L'do o expediente, o Sr. Marque* fls
Baepeiidy pop ule da Coinmwn fie Fs-
zenda l-o buui Pare ep para que na apo-
reiiia^on'a concedida a Pau'o J.ron-ni
Bngaro Hie !>eja contado o I- mpo d' ser-
tico em todas as Repsriii -s pub.as em
queserv-o: foi a imfirimir. ^ .
Entrn emd-cusssS o p-ojecle ruido
da ouira Cmara que regula o ceremonial
al 1 a a o Juramento que S. A. I. a Se-
nhora D Janu.r a Um de pre-t*r como
PrinceZa Imp rial, ron os ad itamenios
apresentados pe. Ci-m'uisS.i da Mera, e
antcitanJo se a que-ta5 dP ol'dem, s este
Pr-i-ct- devia ser con iderado en me Pro
posta nova vinda da outra i;-m.ia, 011
como emenda postas ao Regim-nto enlft-
m m, que tmha "do enviaHo pelo Sena-
do ; i ci *ib--e p.la piime ra piopcsice.
Entrando matew un i." discussaS
foiapiov..d.paia p s-r a a." qe leve
l.,go l"gar.
0 Sr. Saturnino, off-i rceo huma emen-
da suupressiva ao Art.' i.9 das em ndas :
quenaS passoti.. e foi app otado iodo o
Prolecto, assim'como as metidas addtti
tras da Commiss- da M so.
Cooiinuoo a discossaQ da RcsoIuq 5 so-
bre o Tribunal S premo d.- Juatica no
Ait. i3, a qual o Sr. Cameiro de Cam-
pos ouvreeeo mima e.....da concebida oes-
tesU.m.H-HeappIcavH ao l.i'un.l a
regra daita s< bre a r..le-8 no An. 7 e
acconlecendo qe na Retaceo rev sor., as-
im como no Tribunal, que no acto dt
f.taeae, -'g",s >1*'",or;> q- n, '-
mar^ ptna dis- u s-5, produi ra-
i5e> que faca multar o Juio do T-ibu-
nol o Presidente abru de 110*0 a di-cus-
< J
SaO.
Fcou o Art. ddiado pala hora.
,


.rssn
PER KAHBCO.
ScssjC de C de Juifio.
N 5 h ven lo expediente o Snr. S;-
torni'io p >r puta da Can ni*s<5 de \la-
rinha, e Guerra !e-j han onecer par*
qu* t> pessio inf arnaco "O G -ferno
n.bre a pea.mc.5 d- Pedro A igu-t No-
1j>;0 Pe eir d Cutilu que s appro-
vou.
O itiasmo S'-. Senado- pir p:rle mssm especial i-n-Miivgala da et Hutas
d'Ac.le>u:a Millar, lo-oul.o p.recer
pra que e p s a ai Governo p o Vil
u isleo da Mui-ma vanas int-iruiacd s so-
bre o \eu-i ment. dotesrcUrio da &&&
dema da Marmita.
O Sr. Vei.sipj.- .-prai-ntou dou* Vea-
jectos de Res -la-i). >, iu"i> so >re as atti ib i
ICO S dosJuiZ'-d Pat, e nutro .breos
Juizes Muin ip.f- : que |.,r.<0 a impiinir
para entrar naoiuem dos trabalhos.
Cool'ittou a dUclut,ad so-
bre oT.iouu-l Supre.no de Ju-tiya, n
art. 18 rom a emenda di Snr. Carn>iro
d<> Carado-, aoq-ial o Sr. V. de Congo-
nha ofiVreceo ootra emenda para qua lia
ja no Tiibunai discis-a dj f.itos, apre-
srnl.do- antes da votacad, e q e esla se
faga sometit* por siin, 011 na6.
O Sr. Carne o de Campos mandou
m.iis huma emenda, ero lui;ar da piintet-
la 1 ffcrefida na sea-ad Htitecedente pata
que a discos-1*5 piiucip'e pelo- Cnaeiiiri-
roH que revirad o f. "; e o Sr. \ e> gueiro
out-a p-iM plique, as ieolice..
l'tata i voUc5 o er'., pas-ou coro 0-
mcnda do Sar. Vergutiro.
Enlrou era disc om>..5 Emenda do Si-.
Veigueu add diva, para que t-e iu-taure
o Ari. que ha vi cahio no disc., de-
negando o recurso de ievi-ta por criu.es
puiamentr M.llares, que foi approvado.
Eutiou fin d scu-sou o Parecer da Cotn-
rnissaSide Fat nda, s >lie o Requeiimeu-
to de Foi 1 unato Maride, que |>e< guenlo de ordenado, cono Mi alie de
S. M. I. e vencese que l'osse o nenoiio
remedido ao Gov.rno pata lile diferir, co-
mo adiar de Jestica.
O Sr. Almeida e AlbuquerqueQue
mandona Mesa huma dec|arsc*5 de que
havia vetado ronda todos os rticos de
Resoluca sobre o Tiibunal Supremo de
Juslica,
O Sr. Almeida e Albuqoerq e, que
mindou Mesa huma decluec- 5 de que
haVa votado contra lodos o* Ait'gos de
Resoluca -ob e o Tiibunal Supremo de
lustica.
Entioupm di-cus* 5 Rer-oluc-5 vit-da
da oulraCamai-M, sobre o sy-tema de pr-
Zos, e medidas, como Paiecer da Com-
mi*sa6 de Faseuda, e b Sr. Maiqoez de
Caravellas re|ueieoo tdiainenlo alea im-
press-da Memoria ot-recida p< lo C'da-
d*5Fiatic>co Vieira Gouiart o meroo
resuelto e entiand en dsrus-i5 o adia-
menlo, por dar a bora, fioa adiada a ma-
teria.
Ministerio da Fazenda.
Illm. e E*m. SrTendj nart!ipa-
do a V. Ex. em difireme* offi ios, as
d i'R*ni ias que iitea em Londies, equa-
es oh Capitalina tFinanceiros a que me
duigra para enlabolar os aj'is'es maia
? antajo o* sobre o v*gaie do pipcl mo -da,
C>>mu me foi a ordenado expi e-san.ente
as nsti occ.6 s de a3 de Outubio do an-
neuaasado; vou agora pre.ntai a V.
E, o resultadodaiue'las di ig ncas. q'ie
segundo enlendo, set de algunn unli-
ddeanossa patii.f. Muas, e mui Ion
cap fora a* roinbas confciem i.s e*>m > ad*
huu>do^<*apiult*M br,;0 etadoattunl
de nos^as Enanca-, e -obre os pieos e mo
dos de r. Il-aro papel moed* da cin ula-
q6. Havia d.flvrt oca de op'niad. romo
he de esper-r, ^ob.e o praio do lempo.
emquediviao papel moeda ser retirado
da cirulaca5, sobre a Repa t.g eiiur-
r.gdadeata operava, e -Dre o quil le
d. moedampUli.aqiiesedeie.a pri.mi..
ramenl-eniUtr ; m- t ido> -o c rUv-o
que o MJMl m.eda se devia reUrr em
ceri p.azo, n5 ex *dendo a annoi, que
eia ind-p OMel Lave, metal qu- S.-bt-
t.tuiaeo papel, qu eslo metal ttaO f p-
DIARIO DEPEftNAMDI
n ^'e.im aciilf'i" nacin'I, de dofUrs ao B -. .iL-j-. ____; ....il.. ^ ....-.._iSij
deei hier aem
e quo e tes.-cr6>i(. seiia o meltidr p<^i-
vel c nt..hi-ido surtr^roa eifc/*'*iios,
segutid a quantia qo se pro iase em
cala nno; quintia que seria rada vez
menor em eonaeque'icia d progreaaivo
aunrnenlo d s r-n las da Imp no.
Desie ra io.-mio con hiiad qu' o mui
principal o'.je lo era las r hnui eini'res-
um>. Fi.il m- fu piov.r lli.s que u.5
havta 1 'I intenc.5, p-u- qu- nos (>oeioo
Con.ti'u.iiouaes ou empie9tim-'8-.e n o la-
liafi aem aut-n is*c5 do 'Poder Legi-latU
vo, e queelles bem Sibia5 qae tal auto-
CIS-.9.5 neto u e\pc idi,
qju era uid sp^n-arel uhtei1 n*-ta se-sk3
a'^uma iuedid. legisla)iva e d unitiva Si*-
B'ebuma rnald"((ie a Nac- se qUVutfa3'
<- 111 lama ra/. < dep>>is medida que, a nao ser pr.iposia pelo la-
verti, nunca se co-uegu ria, poque a
eip 1 i Ocia tem a)-,ii ruo-tiado que A-
M.nb-daa nunierosa- sao menos piopiias
de aceitar em finanea-, do que a reuni'
de punco- indii iuos veranil-* Ib orna
piancameote na materia ; que o meu -'
. ver 110 pois, queiendo piopor aquella me-
dida, e caben lo em lempo con-ullar os
peioa- de mai-r no 1 ubi I id de em finan-
cas, me encanegaia dr-la inipoitante
Cori)mi^-a5, sp.lauto etique huos p"i'
erf-itosde anlig.s telace.- d-- coinmetcio
cimnBiaxil, c oilios pelo muito que
havind leiioem maleiia idntica a favor
ue outras n.-co f-e pre-iaiia benigna-
n-eiiie a dar huma opituad fr*n*a a este
re-pulo. O mc-lbot*m ntodo meio cir-
cuame, lie ii-5 niil ao Brasil, c rao a In-
gbteiia, pois que mtt.ide de todo o ii'S-
so cmmetcio he feito com os Inglrtes.
Convencido-, da realidadc de tullida- in-
fui.Ss, 'iminnir. as cotifertn- iS, que
em lealidade c-usav-S peid- de timpo
sempioveilo mtntdiaio, piimeira c< 11-
sideracaS de qualquer negotianle; mas
eu tiiei maior pitfv.ilo, poique consegu
ie portas positivas, e por escripto como
d.sejava. R.lhs quez. admiravel, que elle nunca dra fJ
lene 5 ii opeti6es etnpregadas pelo* A-
meiicano, Fi'anceies e Ri^s>a, para re--
tirar o p-pel-moeda da ci cul.-c-o, e que
nada a tal icspeito poda aconselbir ; <|oe
0 seu ol'jeclo lie mu--minie un pe star di-
nheiro pe soas e Gore nos em que ti*
nba confi*nca ; que o Govern to Bra-
l\\ tnb-i si'1 injulo tomelle, calvez pe-
las ciicun-Uncias do momento, mas que
n*5 duvidaria ea>p> s'ar ag .ra rom a met-
ro a boa vontade, e I D-'iabdaile que Bt-
ra pm otro lempo, seo Governo adop-
ta .se 0.1 bons pi incipios, iso he, -umpr s
M- com exr-tila6 os conliaclna f t s, -i-
ica modo di* ter ciedito. Instei que ii
to me-mo me dsssse p'ir e.-ciip'o, e ele
a.-sm o f z as vrsppi hs da miiilra partida,
coi-oV. Ex. ver di toa carta junta por
copia n. 1. Samuel Phillpp* ent. ndeu
com bistanle raa5. que pa.a l-ansmiltii
ao Governo su^s i case planes, nTO prec-
-av d> meu imrmedio, teodo no Rio
sni iima6, e estando ja em contracto com
oThesouro, e por is.-o diltt-fe. Cmo
pnim itai anieiio e coiil rem is havia
enjillido vatios opi-ues moi p silivas, e
que eu entend' dever tian-raiitii a V. E*.
louei o expediente dees-rever Ihe a car-
ta n. a que den a esposia n. 3. Pede
lempo para consi lerai. maia como nao
impuim-va a> proposicS* que emi'ii ou-
vidaaa elle, h- claro que >s confirma, e
h qoanto hasta. A casa de B ring Bro-
th.-r- p l'otnpanliis di-cutio amplam. nte
a matpria, r n s copias ns. 4 e 5 ach-r
V. Ex. a onht exposica e a -ua re>a-
po.la. Oeloai.que t-8 iO!o-sl Cap'ta-
1 sia fazaoG' idos tempos. t-eri em duvida agradavel
a V. Ex., porque he fundad" em v. rda-
.1, e porque motra a confi Uc q-e o
B a-il merece. A ca-a de Tlio.nat Wil-
0 I e C-nip-nhia enlrou melh -r as dis-
tas do Governo po que piopS os uieioa
e modos de verifica" hu-na g ande apera)*
cao lii.anreir, comprumeHe-se al cr-
to pon o a deAempenhar a enecoc-8. A
sua proposta consta d<"pia u. 6. O pla-
Luziaona. Huma
semelbnteoperacad'decrdito be da inai-
or utili'la'dCau f-n'pe i, p >r qoanto dan-
do irawfdiato extraordinario impul o a
nuss lavoui .i, hab Hit' u.G've no ao me
mo temp pararen, ai-o pap^l tem a im-
p M N.5 he hura tieorii que se prop6e ao
Govern- do Brasil, a** huma med la
pralicdda pela Lu'ianoa desde l8i ate
hoje, e c* la veicotn -nai>'felic resultada.
Os p.opnet>.iius da Lutiaun trabilti.
com eactav-.a, C ilticaS tab co, cana e al-
go i 5, como no-, e toda a diQereni.'O tli
em q'ie aoperata deve ser fe ta em niai-
01 i-s. al, e que lucio qut?- elles ..p;)l.a-
a e estradas, i. appliCafomos para it-
t'n.-i- o p.pel da t--itcuiav-'& T-.mliem a-
preaenurei a V. E., .-o'n-. 7*8, duas
m-moras qoe 1 Visconde de Ita'i-yaiina
man lou-me obre o re.-gte do pprt 1110-
tda, em') ra eu nao possa roncoidar no
plano proporto. Suspender o Coverno
p .1 intuios anuos todo > pagamento a se-
us credoie, cooveriend eiilretai.ta os
eapttaea di ponvei paia p cuiacS-.s de
Bmico, he, na mtnba npini.i, pcocedi
ment immoral, -e demaisa m..is suscepti-
v. I .Je .ibur.o- xlraoidinario*. Coufe.-so
a V. Ex. queseeu tivt>se noticia do sys-
teiuaempiegado pela legislttata da Lui-
/.iaria f.vot doi .-eu l.vr.doies, dij ccrlo
leria spi-oveia lo o exempm na di cuss.
d 1835, aill la que litad 11 o seria de
i.i Mcil e niil 1 xei UV-. o.no presenil-
mente. A lt< de nonso fondos, tanto
no Brasil, corno na Europa, bem mostrad
qo-il lie o e-talo ;iCto| de ilosse crdlo, e
por is0 devenios e-pe* ar con.-eguir o me.--
roo que outras n ces t< m cous-unido,
huma vez que impregnemos os m-.s.nos
meios, e a tranqoili-lade do Icpeiio -e
ro'iseivp, como he de esperar do hom
senso nacional, R das medidas do actu-l
Governo.
Dos Guarde a V. Ex. por muitos an-
no-. R o de Janeiio, a5 de Junho d
i836. Illm. e Exm. Sr. Antonio l'.ui-
lino Limpo de Ab.eo. Maiquea de Bar-
ba, ena.
(Correio Oflicial )
GOVKRNO DA PROVUCIA.
EDITAL.
Aebtndo-se vapa as Caoe;rat de Gram-
tica Latina das Vula- de Gaianhuns, e
Ciiobres,' mana S. Ex. o Sr. Presi-
dente da Provincia ass'in o fizer con-'ar,
fimdeqieo* Cidad--i Br .il-iro-. que
a ellas i)iiei.5 opp r- e apusentem o-
os requerimenlo- i opr zo de trin'a Hias
coiiiad'.sda data de-te para s.iitn habili-
tado- pra o confurao.
S'Tietaria do Governo de Pernambuco
19 de S tembro de 18)6.
V'cenle Tbon.it Pi-ea de Figuend
Camargo, Seoetaiio da Provincia.
Navios Despachados no dia i9.
Sumaca Ura-il-ir.af'-m Sureso S. VIi
gnp| e -ilmas-Para R o G ande do Sul
com malla p-b Aiaeati, As e Santos
Mestie Maltiias de Almeida Castro.
B igoe Am ccano Gr-cchos Para
li .llim He Mestre Henry Mi. k c.
ni VERBAS RFPARTICOFNS.
PRBEITl'RA, DA COMARCA DO HKCIKI5.
Part do da i9.
Illm. e Exm. Sr.--Dts parles, hon-
tem recibida-apenas coia'a q'. S b-Pre-
f.it da Fregue/iade San Aoioniq re
metiera o o ionio de notne Ignacio da Sil-
va, o qortl foca preso no lugar do Atierro
be s^m duvida opiado darLu/i-nn', e eu d. s A11 gados pelo respetivo Cmmis**.
o n 5 julgava psi-el Se na5 iiv.--.-e os rio d-Polica por ter d d co-11 um pao
licia de Fui de pmta pende. 1 o Frati.
ct Fiainisio Vanes, p r ser eucontrado
em desm-dean e-n tima Taberna, e que o
1 rioulo O-iof. e Evangelista d Snt s da
llar, p rteoreute a liipolac> da Escu-
ti. Vii-lona dera urna estocada no pelo
de noms Bei-ediclo, e-ciaio de Joaquin
J ze da S ni' Anna, do qae se. procedeo
ao c.inp t-n'e aUt ; leudo 'eixa.lo de
si r p eo o I 10 O.iofre por n.6 ter sido
eocootra-'o.
A Paliulha, que rondu no Di-tricto
do Corpo Santo appr-heiideo no lugar do
A1C0 da Couceiyad um CaVallo de i, as-
larih-i.
H >i mihtia ordem foi preao o indio An-
toliio Fer.ea, por ter sido encomiado
coro um pao, e n.. quetr inl- g -lo.
D-os Gu.i-de a V. Exc. Societaria da
Piefeiturado Racifc i7deSe'eaibro d'1836
Illm.e Ei.m. Sin. Fianiisco de Paula Ca-
valcanlede Alboqierque. Mam-el doNs-
cimento da Cosa Monteiio Pele i to da Cu-
ma ICa.
ALFAXDICGA DAS F**ENDA*.
0 Biig leHtnlmrgu sFoitun, vin'o de
Hmborgo, Capit Poler P Ureir,
entrado m 16 do con ente, Cou-igua-
do N. Ol Biebei & Comp.
Mariife.-tou o Siguite.
18 ca;ias com chapeos, a ditas com
banetin.is, 5 laido* com fasendaVe H>a
b.nicas com farinba, a6 -iitatcoiu feria-
jem, 3iaixascom uits, 50 caxas com
fend >as rom] genebra, lo caxas com dita,
a5 caitas c:>m miudetas, 4 Da' c*" Cul"
-eivej 1 caxas com lonas, l98 IiOsmi
de cabo, 2oa barricas de p taca, 64 bar-
ia d'atim, 1 bat il com violto, -l caixa
com agoa de sechir, 1 dita com Instru-
mentos para mutica, 1 dita con lape, lo
ditas com que.j s, i5 fardos c >m lonas,
70 ueaaaa de panno ordinario p>ra taco-,
3 caixas com calimbos, 3 ditas, com car-
tas de j gi, 1 fardo com carnizas, spa-
lo ', e pelmas de'f ito, 3 dit-s rom] pelu-
cia, 4-dom laobinhas, 9 ditas ;<
papella, I oita ara goma, 3 ditas cora
piep.ros pata chapeos, 1 fardo cora mal
saspara dito 2 barriras'com drogas, I tai-
xa toin charuto, I dita conubieias e la-
gre, 4 bai ricas rom mas-as, 2 caitas coto
vidros, 1 dilat-om agoa taz, 1 dita cora
hum piaunofoile.^^di'trom bum foite
pi-iitio, e cadeita, l dita com chpe..s de
Sol, 3jo caixascoui -ab .
Fora do Mauifealo.
locaixts. 3 babas e 1 ptc< te i^nora-
oeocoiite.udo, i espingaida, 2 pe>s< da
carne de fumo, 1 *<$ rom bollaxinha,
1 p cote, el saco com li-ros, 4 P- cot** '"
giio.a-heoconleudo, l dilo com amos-
tras, % bi ricas c< ro tudas, 1 caixa. c m
lie 1, 1 dita coro viuho, a baruca eora
ouie, 1 dita com fcj5.
BBZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta be a mearoa do N. 18.
COR R FIO.
OB ;goe D-lfimreceb- ma'la pata o
A rae. t y ti. j (a >) 9 huras da manbi.
fofos diante dos olhns, quero due:. se
eu n 5 vira a casa de Hohe empVst-r ues-
te momento a 5p r cento algj' nr.lbes
na cab ct dolorneti de G. N. le nome
Eo'n-eiico Frag -so ; e das parles, b-je re-
cebdas, cousta, q' o CoLomi.aiio de Po-
ARCENAI. DE MARinlIA.
Fa se siienleao Operario-do Arsenal
de Mirmb. que am-uhi (aO) tirlnf,^
o pagameiiloda feia vtn. Ja a i5 do cor-
re.nl.
A aenal de Marinla 19 de Seteu.bro
de lo36.
Antn o Pedro de Carva'ho,
lo-pector do Areit..l.
-


r^ak-

DIARIO DEPERNAMBUCO.
3
REUGIAO'.
Sea exigencia das Corpora^S-R. ligio-
as lie noc p pulaiio. a
O E-cnptores Ecronomiros e Polticos
concid' >i us Convenio- como oulios tin-
tos pt UgOs, em q.-e naufragio g geaces
(..turas: f*/.( clt-ulos -ob-e milties de
filii"3 de que se p. iva a Patiia pela dam-
i,o instiluico d > Celibato ; e segu-
ro* do* acus leaultados, pi .nuncio d'es-
talo qudes'le -, lib .to igiuso he a can-
s.i d de p >v'oaciu dos Estados Ca bol ico:
Tejamos p >rm se be uto verdad- !
A Gi-lirttanbd Un humo populacio
di-8 iiii.bS. A Franca patuco, upe-
no- em teirilorh su> lies Reino Uriiaui-
cos co'U 24 nilhues de h.b>iai'tes
tn>' btanos era tinto que na G 1 Hrttauha
apenas se cumio algn* p ucs Papi tal,
que tirara otcTU, e no celibato. OSr.
de Ueauort na Paite Ecclenastica.da -"<
Slti- ticos u'ainbas as clases e.n Franca an-
teada lenioco > 3(ivj5 O o. smo ( al-
elo srgue Ziiume- mam nn -u..s Tabellas
blolisticas Ous dill'di-t-iiies Esta los da Eu-
ropa. A Italia, onde lie excsivo o nd-
imr.i dos Kc^lesiastu o-. be sem O'ilia-
diccao o paic uiois povoado da Europa. A
Aia Menor, hoje Natolia sabemos' pelas
Tab* Ecclema ticas q a n povoad era,
quaodo olla ni ta va u chii-ti-n smo: bo-
je que esi no po ter do. Curcos entre os
quaea nio lie descuniecido o celibilo ,
mts he consgrala a p>yama, parece
hutu deserto : o riajeiio ni descubre n'a-
qiielli vaU Perno ula entrn Me Hier-
ra n<*o, eoAhi'-in-Ri, mi-d que al-
dea* po Ins e rest'gios de Cdade. a
Grecia a Mesopotomia a Sy.a, o Egy.
pto 1 e as L'o.l d'frica crio ib10 10*11
povuadas no lempo en que nellas r-i-
uava o Cristianismo 1J0 que o sio hoie
dt-L.iino do 'l'.n ii.,Mie. Srtii o Ambrosio
ates a que nos pize-i em qu* no seu
l.mpo havia uuijr numero de relibatari-
os, como Alexand.ia, a frica e o O-
lie.ile era maiscupi >s a p -pulacio do
que ii*s outras p.rie d mu lo con Inci-
do. O Aut'iurdos Aimaes P..liti. os pro
t.i que Al.-unnh* he menos povoa.la
drpoi da R Im ma que anniquilou o
Ceiuato. A Ethyopia Clni-.ll tem h<>je
m smo o duplo da p'pulaco das irge
Vsiutiastm dest rielo iguil. edeb ao do
mesmo Ceo. U Noiie nio p incioiou a
pooar se, se nio depois que nelles-e-
Uneleceo o Chiislianis 1.0 ; nem a 910 do birbaroi no m-i da da Europa>e
dt-ve at ibuir sob-jidio da sna popula-
ci; pjn'-11 mu mistria, e d e-pem-
tso o'aqutlles Povos, que viera 1 busc*r
em dunas doces o que Ihes ncuvTi o Sh.
ptentiiio g-lado. He P.. quem o afir-
ma e eutie oulros mo'io< aleg* u- vi-
nhoda Italia quedes G f ror dos Wnu direm o continente da Europa. O P.dre
Uayaal que bem se pide chamar o Pa-
tiurclia dos anle-celi'iataiis riso que
dudaSuebd
bliiides ella tinha maii habitantes t>e
seculus anda que a R>lig'ia Catl que euiio ali e piof.i^va, aurt-irisa-se os
Clu>t.os, e pr'screvtai-e aoCleio o celi-
b.ii 1. h
Mil outroa f-iclns, e loubinsces de-la
nature/.a iu C/io o jui-o humano para Ixis-
oarout.a cu>a da dpov.avio do- E-ta
dos, a qual niais d.p-essi se leve atri-
huir o concurso de muitas p-re*., ao ven-no eeltitO, que t-m Ul-
le< io-iaili) as fontes da geragio hnimn > ;
ao mal domiaaidc da beniMt, qo. de<-
l e o'ordirurio quinta p*rie dos que
tiriscem iioi p i *e ni usa d 1 un, uUii >-, ao birla o tQiilit deaQMBS mrr. en irus ao uso immo-
d'-rdo d' s licores, ignorancia >ia pir>
leirsj ao charUlaO'smo ^O- empy i'-,s ;
mcnpaci la le dng nalica d's fluftu leims
do malo, e ohre iu lo ao c.libalo >ie li'>er-
tinag-m xjoe he rom p'eferemid o fti
gllo da p -polaco.
Como e*la .cii.-.ii-a do eelib'to 1***1-
g'osj he t.-6 pliusivef, o Hfieq-ieiile nos
discui--.os e nos errepto* do- elegauli d
nosso secuto, e neala pule n poucos
aitoces siticros lltra t&trtiho ; pait-
ce-mea proposito prolundar nai a mate-
ria dVnumiando-lhea alem das causa
geiaes cima apontade*, tre pa.ticuL-
rea, que ei vea en' rq n de por embn a -
eos a buma populaca raai.s c-|uo a, e vera
ser 5 a Libei t uag< m a I'ob. eaa e o
Luto. E te prinit ico monsiro qpe t-m
e-p ncado a honestidode e b mido d S -
ceOade o uobre p*|o, q avuiuosa oimpluiddde do antigs lem-
pos coktuuies tem feilo huui T*S<>
ir repara vr l na piopagaca da especie hu-
man.,. Fien i tos de mlneies pr>tilui-
clas lium s mais outras menos publi-
cas e escandalosas na5 as glandes
Cidade, masaioda em povo-icc meno-
res. s5 utro liri'os ahy-mos em que
*e, iiiluras. O-manee
bu, <|ii*i na odoiescm.ia d vi6ad {uirir
? irlu'es no animo, e g"C 10 coipt,
se pe veri em e se habituad 10 vicio a-
indaant-s da perem do 1.eos. Que obs-
tculos in-"p rave s pira a piop,igac-5 da
esp>cie Q.iem r.-p.....u jamis a fecun-
di >ade de mantebo- diasolutns e de mu-
lh-re piosuluidas ? O CW deste gene-
ro em loda as su^s.especies enerva os cor-
pos iri'e i,ai teiluee, e cu-a a mor
te. He tste mesmo nontiO quem C u
s-i va no ctliooto a cid.s in lignos des
t-4 nonie que polen c^sar que* o de-
vem fjier e que nunca o fzem .' 'lo-
da as terca populo-as po em olfeieei
em lorigas paginas a esCandal. sa lista des
sen hooien- bo. bol>-la > qu- p*s.-io a
vida errante a vo.r de llor em flor de-
btiVi da 8et*u pe ieuc.ia de (linio .-en e-t-do livre he hu
o a coodicio Vtniajnsa para vencer a re
si-t. ncia do s xo Oagi fazendo-lhe vei
ao longe hum fim l.gilino.. Ma
lineemos hum veo sobr'estes mysterius
torpes e ib niiinavei.
A pi b:eza he a iuimiga natural da p<>-
pulaciu ; e esta pr< po icio he Inri !ad ,
neste axioma pohli'O de huma verdad.
tena, k Q-ie a ponulacio he i-uborde
n.-da aoa meios de sulisispencia. a O
nos o[campo, on le esto oissemiuad s
o treZ qu*itos da nos-a pop ilapio an-
tes se devem chamar d..m. liofl de po
bies; poique nao nieiicem o.lio nome
individuos, que nao lem ci>m que sahsfa-
caassua necesidades rea es ou app
remes. Ali o* ms os s. x o
natural-nenie ce inclinad pia seligartin
p-lo vnculo do Vat imouii: mas a im
pns^ibidadede niarler os Irb- s emp-c- m
a Inin- e oulros qna nao < bta"|* a ab
sol 11 a la lia de un o se cas. 5 ja/., m n
miserir piodutein cites ni sgracados *
l'iiniio huma geracio de pr- \< larius. D'a
qui ria.M.e relaidasse em muitoa o m. I 1
ni. no envelhi cerein ase-posas; e en
cada mulher que e ca-a i-s 35 auno.
vic oe.'a.loa peider duas partes di su,
f cundida le.
E o que diremos f*o Luxo ? Elle redus
o rico coudicio de pibre, eo pobre ai.
ho'roie. da mi eri>. Na Ue oeii-n
he bem raro aquella que por oreasiio d.
seu casam- rito ou do de -etl liloo <
veiiha a rorit' alm hura grave enipinho : o
seu siic ma operacio fatal de-te luxo destruidor 1
mesmo acto que serve p-ra sust ntar o
splendor de hum- familia, Ihe v-i mi
nando os fuinlam-oiio-. M -s este virio
nio be .- p sei-, que na Historia dos n-.s o deliiio.
ri.-nlui.il ou'io haja feto lamo pioireiso-
sobre a leus. Poto que ri-ve-iiiio de
formas h< diondas eile tem peneliadom
aos lugares rna's taourov d 1 nos*.i p..pn-
lacin. Hum Anisla hum p>rnal l'um gruiiio hura mi-eravel campuiiin
apparecem no Domingo paleando a seu
modo, e etop'f-g* H* ua rid rula gur ia-
100,1.1 10-o o peqii-.'no recur.o da ,ua m-
dumia pa lerendo mi-eiias no su lento,
e roorren lo a nec->sid ule, se a d enea itie-
impedo luco momentneo do eu.-.ba
CO-. Ful ie a-m lili. 1 es he lani.i mai/r a
de-ordero, qianlo Ihes lie mais n t rio
de-ejo de .igradar eo g ido du eul. ims
Ell-s p d-cem miens ulioit-s e o!rem
cun prci. nc a a piivac do eOOiSt 10,
com tanto q i^ posiio pig* o sen tributo
a es- PiOhtHj da Mola que mu la lod s
os das de fi^U-a. Oaaia'qieno seX 1 eia
noVa peces-iJadi nio lVcM oaira c^use-
quanctas
As reflexdes ob.'e.-la mateiia po hi" tndo esp-ra em Dro-. A'vista dele q"*
Ser inrinii^-.: m-ia qoe impmia ? lol do, pode o men amigo ti.ar por roo'"
seiiit nulas: o coMi-gio he gem e O sau o alado puliln o em qur g am E'
m-I fica s>'Ui remedio : 6 i|iaem se of-eve- ! r.a a tsp-ialo ? Era precisa huma levo- dio calculando e lOu.-u.l ndo p..ra onda
lucio no usos nos lOiiumes, e n.ts opi- se ho de leliiar. E >e a sisluba He.i>a-
n 5e. : eniiar no- lim tes de huma uatuirza sim-
p'-s, deqoei-m's -hnlo para sempre.
1 i.-te mas veuladcio panul da no-sa
pieenie condicio
nh niu e-li.se n-is m--m.is 0.1 p m es
ciicuiL-Uncias |a la' e.tri.iino- qu.. I dj-
0 que tem 1/oiua cou.a qu, cuino.
Aqui e tem piulado eiu ludas totes o
Mergo do Rio ce Jan 11 o o que tem de-
lieiiu-indo p i os objeitu desta di- S gie-a ao noso .fsuinpio ain-
|Oaul. sentid s. I no sent 10 li'.ico : a. z no pra < Km e Haliia.
senli o pol neo. A popol cao q-'e nos O K.genje Fej aqui ti Jo por 11 m
G ao.n- H ,ib. ,n f o.0 h ,, 'o^o que Ine
i..5 Uca 0- P01 tugue*-s que o'ah 'em
Viudo, cuja geite me d em que,
quainia est. no Ulasl tem aoU'a e de
Po togal, e em i ibegmdo, qoeiem lo-
go v.olar poique dueui que l qua
ee pO le galibar uinnei.o, e a-sm. ania
os Pul'lugUeze 0 a c con sau ladea do
L5,ail, 01a l Cum saudades do Reino.
O Pie ideute do M.usieiio l'mu no
Mini-tro eS cielaii u'Esiadu daucr*
ra Loareiio que pe.a d.-mi-.. de t'iaii-
I i-co Antonio le Campos fi,ou Cun a
Pasta da 1" ..enda intei iiiaiueme duciU-
me que p d 1 a sua onin..-.10 poiquo
ria qurr asignar o De. lelop.ra o Sin.
II .no, Nvfn E pozo da Raiuha ser Cura*
man lauto em tele do Elercitg ( o qual
e epra iodos 03 uias) Fal;a-e inu.to
em que a K.uilia ti- aCi a.na.a' Ab-olula ,
ee-te o u liuio recuiso que i'almeda -en-
te ao partido que capi.neou e que bo-
je ct-ndituiionairneute o cucQedetoio o
improperios.
( F t hada em 9 de Abril, 11 l/a ho-
ra da noule. )
D.o fundo Do Tejo um Barro de Va-
Religioso nao he nocivo populac 6: e 'or oud^aiudo o E-p -izo da linnlia que
pie af ha, que temos de-la, dt ve .er su- d-embarcou j com a Farda de Gen. ra-
li-slino PorlugU-t islo ZedoU llll'll OS
Sr# < potados logosos ; di/.em-me que
ellos va po lmar Naca, ou piote-
t.-r pri ludo o que se (ai tem f.ito e
ha tenca de futr. ludo anda no ai es.
R.-otnuierido u>c a tada a sua familia ,
e creia-me
Su ***
(Caila Paituular. )
( Do PaqueledoRi )
flti, nao he lauto a |Opul.ci fi'ica.se
nao a popu'aci 1 polilia, i-IO he; USO
n s falta numero de h iinens e p.t S de
. rop gara e-pe i.; filio-no sim li.m n,
'< u l>.in O'l .me e i.u dos mrioi
d ubis'en< ia amem,e po. uiem o niairi
muno com o titn de p-,rpetuarem as -ua,
familias, e datero (i'bos niel- .-o E-lado.
Pelo n euus buma iiu.ota paite da Naci
mo tem em que s'e-i pr gue : em se des -
eoluilldo Oi meios de laer Iiaiiallial es-es
milliares de bracos actualmente in. re,
aijui t-reo O' de hum g 'p i-cre-cenud
a populaca sem qut* t-. nha o Estado
(jue lam. ntar-se da insignificante pe,da,
que lile cans tiesta p.i le a piolissiu Reli-
g o* ; perda que a i Poltica deecnn
ciderar b imnido o Ce hato R ligiosu seiao maia
dilli 1 is os canaipt nii s cresreiia n s pas
a difficul lado de estabeU-cer OliiiloS fill os,
parle dos quies entrando no Mosleir..-,
teixio mais avulta las h ra-^a-., que com-
peiem aoi outn-s seus ir.nios, que flciri
no secuto e ?edetnioa serem p iriaich.s
le nova ger^ce Tudo bem emeide-
rtdo digo em io>clu-.if que o celibitj
prida por ouiras meivs, e na6 pe'a abo
ica5 dos Claustro-, edopequmo num -
ro que temos de Religiosos. E tes mrio
l por ex. 1. c Cohibir a lih-il ngem
los ros'limes, a. Mcderm a voraedade
do'ut 3. Et belecer tiahalho ulei-,
e persa 'nenies. 4* M .liip icar os ni. i
s de nb-islencia. Feilo 1 lo (i o que
buveia'lo0o buma populaca5 copiosa.
I, Continu.r se a. )
Li;b>a 8 de Abril de t836.
Hr muioque nao rec bo parta sua : es
tiOarel q ie 11 6 eja fa ta de u le-, fltt-
l nha dado rau a a sla hila, q ie muio
-i-do. Minies mana-, e eu ims ie< ornen
(amos moilo a.... e Sras. su s ma
us, e sobrioh'8 lo los d./ejmos mil
venturas. Eu sei que o meu amigo bad<
pieri-r queeu Ibe narr *1 ma >OuM w
q-e Tai por e-.le niel 1 Poitugal vou
ob erv..iid i verda le o que nanea es-
peivi ver no Paco; poi* quan'o aos ies-
laiiiadoies ua5 espera va eu m-n s de tae,
balbacoa. As t'amar.s abri'afl se no pifnn
ipio do ar'no al agora nada tem feito-
011 por ganan- ia, pu pr vedia.ria ;
..staes Paies, eD-pulados, pieommai
unja sucia de rajute- d- E- o la do que
Fe.i.ladore ; n ha de se esies Pre-
da Pa'ria que b-5 de poresias cous a
ciminh >; a divida interna eeXteiiu ja'
pasa de 3 >0 m H.6 s de cru(<-d ni; aa Al-
f. niegas nadr lendem, e s P-vos n-d .
po lem p"gar por lano esla' ludo em
con tei iiag. A Vlai ola vai em 9 me
/.es que se Ihe na5 paga ; M-mle Po, e Re-
formado-, nada v.m, nen nelles se fai-
na e a po-
'rovimias
THEATRO.
Amaubi Quaria fe a 31 se re prest na
a melhor reca que tem subido a siena O
Presdeme Ejemplar E itremez novo, a
n-ivo doe o, era Beutfi. io de Lu luie da
Silva Cari. Ci. '
LOTERIV no SEVLN ARIO.
Alindote i ven-lid* urna gr-n-
ln p< t li s bilheie 1a Lotera vp iCedi la
p >r S. M l. a beneli -> da instru cao p-i-
b'u-a em o S.-mmai iu E^ acopal d O inda,
O Re o d iu s no S moiai i avisa ao > -s
,.eitav.l publ< o. que .-a io t^s udario im-
pretei ivelmi-nte em p di- 17 do preximo
nier de O-itobro em < Consisto iu da l. 1 ejt
de Noa j nli m< do R^sai 1...
I, deoarieia que'udo rh na e
br-aa .-a '.-i V-1 m.is; as
ludo una n\'7.f.r\< ; r-o.b si-a nio
s. tu lo qnanto as enireiem ; e o t ver -
nosemsab^r remediar e-le* m-les, ou
noruue n -5 po le ou por ignorantes.
Passarei a iLier-lh- alguma o-si, que
ihepaiecei imp'-siv-l que v. ni a ser -
O naver aqui aeisdi liuctis pa lidof, que
in,es>nt m-ine se al.cao l. s Rrinha ,
e Caita ; R.'inba Absoluta ; 3 :
Viuva de D. Pedro R-gi-nie por .u Fi-
iha i-nnio Raioba ; 4. Ma. quiza d< I.ou
le ( Infanta D. Anua de Jc-u.): 5.
Republisaiuamo ; 6." O Migu.hsuio, que
A VIZOS PARTICULARES.
Perguna se ao Snr. Gmi boa, ou ao Sr.
Bipiida de Santa R -7.a, ou fiminie- te a
quem nuil mu in e ir no Diario N. 200 de
i5 do ro>ri-nte hum aunoriiio. O Couaa
(pie o valha, pna o dv- riimeutn, ou r- p -
pre < iit 11-0 a-nnuncio devia ter 'o..ar na n ite de
Sal b.do |7, a ralo pon,u- o uto fe* u
I u,j, a Ponugoe/a, que lod> s eolende nos,
e i.aoem liuuia liii^oa, que piierendo ser
Fian e/a, .. .1 e-mos Hi atcete* SO po-
dm entender ? Nunca vi na mmha vida
in-oltrr de niellianle maneira huma das
prin.ip.es lin.jo-s da Europaj nunca vi
lana sanala en letra ledoii.ia. A'lun
>aa immcusa- parnoce e ci tas em Puma
ligoa, que os anuuuciantes iottiiauente
igno a {oslo d 1 d .-fi lio, que n.> resli -


-i_fc~
DIARIO DE P E R N A M B l J C (J.
M
*
dado h pian le. Le Spert*. le sera an-
noce (de vena ser, te.tj anno.) par -i
Unte a ruivebs auti ori ( io enfeudo;
jutgo que q aa lio di>e aulboi ils ) ii Nin ciuvi ii> que a CO'iip'-
zic,o f*ca diff r nc do authogr..f <; por-
que o* Compotiioie-igno io a liu^oa Fri-
ceza; na* para qne expor .-e a appa-ecei'
no re-peitavel publico huma mixoi i. que
Jai nojo >er >e? Na'ose fdla no Bra-il a
lingo* Poi lufriiez ? O* E>trangeims qu-'
rsideo nesi Praca nao en-eii'e-n e'i-sa
lingos do Paia? Eentt-ij'lem ealtuns miji-
to -bim; logo be ser impostor, e nviitn
p, fofer uiirntriri' s p ia o Thratro
ero huma ling a 'iu-'os H'smo- Eatr.Pgei-
io> nao entendem.
O In'roigo da impostura.
W Quem precisar fe urna pet. rom
bstanle h-ite para eiiar, dirija>e a pssi-
l>em drf M.ig lacena no sitio de O. CUta de
Lima Cufidim.
%~W O *b ix -< as-fgnai'o roga i toda* as
pe-soas qti* liver iivnsacwnscim.o alev
cido Francisco Xavie.- Pe en a d'Ohveira
ijU'i'o apreseniai suas coritas no pia-o o
raais breve pOJOtVef.
Francisco Cavalcarte de Mel'o.
fjr* Onbaxo as-'gnai'o pergunta a lo-
dos aquellrs que si tirio ao Th-atro par-
ticular da ma da Rda, -e elle ven lera bi-
Ihetcs i mi de se lser e>ta p rgu-.ta, po- te<"
appam-i'o na s ociedade algn Inh l>-s
ven id-, e como o bu*" a*i^na to t,-m-
bem I.,i um des surta, e quer fj*er ver
nos m..i> .suco* em como elle nao foi qu'm
vtiidcr* bilheles, poi is-o fcaesta pergun-
ta.
A11 ionio da Coneeitio Pe ta.
Oahaixo sssignado f-x ciento ao
publico, que fin d as (! mn patudo, a-
puneu m -na casa, un piVtu.r"Io
que parece t' r 14 *nnos de i hile, de no m*
Mati'el; d zser fi'hn de pis livres den- -
me Vanoel J ze e Maiia da Cn j
fa.'e ci io<, moiadores que fuiio do Gnge-
nh. Carac, e q >e .'epois d< mor te dvoe*
ot pa?s-advera em <-* de Jo J->quim,
no logar de C-^'a zinlio, donde Yeto para
esta praca. As p> -soa q -e ul erioulo
titihio diivitu podern entender f^ orno
a'aixo aa-iguado n< certeza nao rtspwiisub isa pelo dito erioulo.
Francisco Cavalcante de Mello.
'-' W Precia se para a C'daib di raalii
la d- um caixeiro Poiliig.ez de m or i.
dale, prendando BaJor i* sua ondu.t, e
pe>so.. que quiser di ija se a Piaca da
lude enifeycia ". 8.
V^ Offnece-s< para ama de c. muher >ol>eii a semUinilia, engoma, ero-
cimSa prifeiind" p'esaoa >olt-iia, e dar
fiador aua ron'ucl-, dirjase ru., da
ptaia I). t. ou an"inicia,ana moiada..
T^* Qb< m aniiunc i ,u no Paquete do
Nortsauenr l'all.r c Pran 'ian nsTliuiiiaz, di> ijd? a roa lio crispo
D. 12, on e p.de obter uf .rmc
d-| e Uto estar di lame desta Piaca 18 l<-
goaf,
CF" Quem pe ar de mn h m na
POit-guet, para leilur de um sitio, pois
elle ent nde ''e todas as quali-la-Un de plan
Uv<*rn, e atlve. te que o dil- as. do e
tero u na t.ei,u sua ci-nducta : q-en delle se quistr n-
tili.-a' anime e a ua morada para >e po
cinalo.
V3P* Q ''" li'fp-ra arrendar uro si
tio, que le.ha c*3a, b nho a lug r par se
plrtinar cp ra Muda que seja pei|U*-no : a-
iiuii. i p r ee Otario pr >er pro. orado.
9F OFi-'eeee U na ronca branca que
nio li ni |a ta. e MKoige'a la, *cha Ir, e.*cie>er b.r
d. gunu r. d- i'*mi a, onde i|Ui iii<> ilili-
Xj .- de s- u n ea imo para en-ino de nie-
nifi i, eacrava recolln a :as, aind <
i (ara dj Praca j i.O beco da
c-. -is ^:.a lo visa o Sn<".
Colleclor das agjardentt'8, que deix >u de
^nd-i o rtfeiid > encro v-de 20 d-j ca
ivnte na sua venia s)| na ra do Cal.ibou-
co por ler >ido rollectad em inaia do quo
o .niiiniii-iaiiie tinl
s^q B'it-ces>>T. e oomo o annuiu -iiti- para
o utU'Ono qu.r que lome a d b ar a
poican, p >r essa cau.-a faz o presente ao-
nuncio.
Venancio Ribeiro de Agoiar.
Piecis se alogar uma negf* forra
nu c-'ipliv.i para servir urna .-en!.ora : H<
ra d. Crox n. 5.
ff^ Al'igae um sitio, ou cata no lu-
gar da pa-sag m da MagUlma, que eja
par peqo-n< familia, dirija- se a ra do
Collegio D. 6 no e#u no'ncipa ser piocorndo.
arST" Q'em precis-r de urca peoa pa-
ra enamar f jra deta praca primen as !.
l.-as, L-itim, ealliuns prepartoiio, quei-
ra annuncir pr esta f* iba, inJicmdo o
lugar des-a res'd uf.
iy Quem nnuorio'i qaeier dar di
nbei'o a p-e tifo, d t00$ um cono,
dirija-e a na d P.-dre Fion'an para a
r>i d Jar.lira, n "bado novo de Hoisan
d res e una Irij eir<-, que dita quero
quer.
NAVIOS A CARGA.
Para Lisboa.
O B->iieP rtusuei Del6m prelan^e ae-
'i.ir v;'" m e-ri di.-s do m-z de Outubro :
quem m-lie qui-"*r carrejar ou ir uep'"'>
ccnf.'l m o C'i'ilio, ou a teu consign--
toio.
COMPRAS.
Dn|4 raens tr-**'esdos sendo pqueno a fallar rom A"t. no Jos de A bu |ue-. n.
ra Di-eia obrado I). 4g, s"gundo andar:
r^Uma Grarnmat'n-a Ing'e' p.r
J k i fitn\a que aui usa 'a : na ni' da Flo-
rentina de'ronte da ras* D I o, ou auuun-
ri-.
jr^r* Um par fie conxas de ba'anca pa-
ra itm <-c-m -ie as-iicar, e qoalio petos le
a ano. b S.e un ile I airaub al t libra :
na ma do Vigirioarni.isem de ataar n.
3a.
Ijepai Urna boira de ferro de trez aqia-
tro palmo, n vi nu uad : quem a livor
annonoie, no dirij*-^e a ra d Caliug
I- ja de uiiude-a- de Guimaiaens & Dantas.
VENDAS.
Un' venda com pouci fundos a dinhei-
ro ou a prsocnm b Sen/alia nova a fallar com Joaquini Perei-
ta Ram >-.
ajrjp^ Um* po'llia de cavall" pr^pri s
para "ano po< s-iem igu-es no I mando e
siunaes. <|ii sao de'alazio 4p;s l al-a-io.t. e te-la branc ,
e si" noy s vrandes : a fallar oro A < 11 < >
ni.. J../e de Alt'uq ierqne, na roa DneHa
s brad.i D. 49. -egundo Jnda'-.
ry* 3 vac a- pai idias de novo : na M dalitji Mlio de Joaquiui Nune Pe reir de
Fa'ia*.
|ry Um bmhfiro de amaielo mnilo
boufeit.., s gur c m ae.. d fnrr.:
na roa 'o Quinado |..ja de fan- n l't I) h
W U acart-ira de no jo de salla tro
lloro uso rom s*os coirp Ih-i t ronebea
I or preco cii'O^.: na ra da Moda ao
pe da c*-~ d Bo-bia.
tj^P U-na end com fun h.a de um con
to te res, < u Cuna aqoe |-s jie convier
ana o nprador- s, com bi-.i.'Hte, cniro Iva
para f.milia. regula di iamenie iaJJJ 'eia
piiauais.'na i ua V< Illa la Bea-TItta D.
3a, e no obado da me>ma co ti'itia--e a
tr< c.n cobre por ae por i at co n< a X^ No ai macera da ru da C'uz de
Joa |o m Antonio Va.sc >nc l'o vendeseaa-
lilie ii. a'peri .r q >ali lad b i. iz .) pol.
vora, f.ii-iOi | ar-> b-l- bjado de uinho, b -ii crin i'oftt*.
Uma ncra de i aoaot, de idaJe,
omacriolinha d H annoa: avista ae di-
rii.suashibi'i ladea: ama do muro da
frnba II. i7.
WW Faz-e todo e qoalquer |negocio
oro orna armacio que si r*r para venda,
6U l.j,, que sendo para aquea temj lo-loi
ospeiirneea: siia as cinco pontaa D.5,
tem c mo lo para pequea Fmilia: a f.l-
larno bic do Maiiscu venda do Moraea
D. ,o.
9* P >r prc cmodo, cbapeos che-
adns ltimamente do Chili : i*"?'1*
In.lepen'encia loj n. 40.
W U i a canoa nova de can eir no
e.f.leiro por letear dscata d.Opera: quem
a pe tender dirij.-se a Praca di B-a vi
t- na venda junto a botica de Ignacio Joze
deOit^. ..
9- Um molata de a3 nn a derla-
de. o, murna rria de Irri metea a q uto.
periti racustiieira, rendeira, engomad*i
ra, sabe ornar b m urna senhora e opli-
ma para todo arratj de orna f.u.ilia,
vista do co" prado-- se di-i o motivo por-
qu- se v. ne 5 na roa Dir ila 2.' "dar do
s. brado n. 11 por sima de urna pa lana.
VW Uma canoa abert* q"e caiTegi
500 a 600 tijnllos dealvenaria, anda no-
va: n Ba-vi-ta, r a do Assougue ?elho
D. a.
MP* Um caxoiro atrav-ssado bom :
na Praca da Boa vlsti n* venda D. 6 a f I-
lar com Ag stinho J >xe Fernande-.
XV Uma mga mo Cost*. sabe cosinhar o dirio de uma cisa
e vende na ra : no beco do axeite de pei-
xe n. 7.
^> Uma vend? com ooucoi fundes na
la rte Ivfanoel C'-nct H. 6.
a V Um reloj IiigW. de patente, cai-
x de prata : na I jde ma'vineiro junto a
Igi-eja la Tonceico n ra Nova.
W Vinbo br-n.*o d-'X-*r boa quali'lade em b te vinhot-'m si'lo univer-alroente appro-
vdo e reconbe i lo pelos farultniv- s da
Eu'optcomoa b'bida mis propria eeX'-lo
n'va para a-* Inl'is Orienta** e lod s 08
p*sea apante*. Toben li ex.'ellenie vi-
udo dn Porto em r-Kaa de 3 dusias da
garr fia: na ra do Viga o n. a9, pn-
m-i'O andar.
tf^p Um un!fv m1? de merino de milito
bom g"sto, para Senbora montar a ravallo,
eom ch-'n de mstor brauco, por preco
rom .io : na roa d-s Ago 0. 38. primeiro andar.
tejr a foljes e t.>d"S os utencins que
pertencem a tema defereiro: no Foi le
to Vlatio- teni'a qu foi do f lescido Joio de
''a ron, i>u no aiiiiaseiu da ra da cacim-
bin .S.
aV Um sitio no principio da estrada
'"oAiraial, muito antes de chegar ao si-
io o l'.d'e M.n i io e se ai-ha b.sian
te plania-fo na fente de mu los pea de
aiai-gias, ec-fesiro>, a em urna das
e\t c na pl n'a io de espinhos .-m tenas
pmpi'as; quem o pe-tenier dirija-te a
Joe- Jo qiiim da Costa Leit>-, ra da Mj-
. re le D.-o- I >uo ao piinctpio.
XV Fi-ijo mol. linhu da ierra o al-
qneire Velbo a 8-)->oo na roa da Oadeia de
Santo Aii'onio jumo ao tanque d* Chitas com pequeo lo |U- d" avnia
po |n c,) comino lo e se lecebe tola a
(juiliUe da moeda tend p Zo nao .q
por esta) fa/enia con.o por nutra qual-
ipjtr; f lambeinse .en 'e l? des.eda pra-
lo> e bram os por prepo commodo par
esltrvftl liaCadOi ; na i Ua do Citsj'O l-.ji
D. 19.
tCa\0" Um< rano berta que carrega
5oo a 6oo lijlos ile alvemria la a le>-
ran de ai.gi< o com p -uto um : na n>a do
a-O gile ellio i). a3.
fr|^ U ua vnida coni pou< di fundos na
Boa Tiita ra velha D 34 a dinheiro ou
a pi.zoc m loa 6 inai.
WV Una pela moca i da de 32 anuos,
^beUv.r, toser, engomar e "ominar .
e fis todo o t'.-o.lh interno de unuca-a
sem vino algum veude-se ta-om-ote pa-
ra fora da praca ; quem a quiz.-r p^dea-
num iai.
%V Na* Bo'ica de Joa5 Ferreira da
Cimba, Placada Boa vista eudem-se as '
sigiiiiitc-s obias em Meditina; Diiciona-
no de sevem ias Medicas em Francez ai
vol, Urou.-sais Phb-gmasias (bruirs ;
Blandim anothemia de Kegioens coro nm
to!. de e&tampa^, Dtlpech, Bcbet Lieu-
neccouties muitata tanto era Francez co-
mo em Inglez ; astim como huma caixa
de amputaci, huma de Tipano, huma
de ventosas, hum estojo de algibira Scc.
fice, ludo perlencente a pessoa oue a *+'.
tira.
pessoa que ae ie-
ALUGUfilS.
Na roa do C o, indo para a T. emp<
I ma casa nova, gran e, e com mudo
b na como os, pira se alugar por p e^0
croodo : quem pe tender dirija-se a ca-
za immediata, onde Ihe ditl com quero
deve (radar do luguel.
arja- Alugio-se es nvos serventes de
pid eiru e para qualqoer trrico; na roa
doCullegiuD.il. 3.* andar.
fiid
,*
ARRKNDAMENTO,
ArrenJa-se um sitio em Santo Amaro
com uma casa de pedia e cal, e b>a agua
de beber, e bastantes fruteiras de (oda- as
quolidades : na ra Nova 5, d ti', oue
do Col eireuo.
PER DAS.
De aparcero da Praia do r) .Ammllo
uma vacca pela da cara branca, com uma
cria, e umagarr >ia castanha, lodascnma
marca deom O naaucadiieit, esu-
poem terem futido a xemplo de ontias
vezes, que se tem apmbsdo ero caminbo ;
q-jalquer pessoa que der noticia das lilas
rezesser bem rt eoropt n.nado 4>rgi( do-ye
a casa do Doutur paula Gomes dvi Santos
na ru. Nova,
ESCRAVOS FGIDOS.
^o di 4 de Agosto p. p. fugio ama ne-
grinlia de nage, dude l5 & i5 aun >s, b i
xa, muito espeta, quanda anda lig- ira,
naiiz ch*to, pe e mos pequeas : usa-
nielen iedores levem-na a ra do Cripj
loja I), i a, que teSo 50$ ieis.
VW* Fugio no da 18 .io conenta ini
escravo chamaco'A odi criollo, idad
a5ann>s, punco mais ou menos st. tu-
ra regular coi fula com cal-a ra mi-
ta e jaquela de riscadinho encarnado : < i
..prebende lo es podem dirjir-se a roa dn
F guildes aobiado de um andar ao lado
uireito entiando-e pa libenal). n uno
-erao euerusainerita teco npeiisa Jos do
trabslho.
Taboat das mmri ehetat n foho de
fernambuco.
9Segunda 9
-10-T:
4 i iQ: 3 4-i \Tarde.'
; 13S:
i5 D:
NOTICIAS MARTIMAS. -
Navios entrados no da i9.
Genova; 45diss; B Sardo Uni, \f.
Fran iseo ().iia-'.'ro : vario- g-ner-s : a J.
P. da Lemoa. Ton. 334. Passageiro Tno-
ta*r. Carlos Perete
Veioaeste p.-rto rrceber algons refres-
cos o B. Porl. -i\ de Julho, ( ap. Antonio
Nunes F< rrei> a, sendo o sen Angola com esralla por Ite-.jroella.
Navio sahido no da 11.
Rio de Janeiro; Pataxo Bella Amiiadev
M. Joze Joaqun Maxado : varios- gene-
ro*.
i i i ~~i I ... I .1 f.
Psilsf. NA TIF., DB M. F. FamiA- 1836,
i * ih . .8 m
a 41 - 2 6
- a 54
- 3 44 *
m - 4 30
a - 5 4a M
a - 6- 30
.J


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