Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02032


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANLVO K 1838. SE-1UND.Y FfilRA
19 !>E ShTKMBlvO N. 20.3.
FaSBAMBDCO, ** TI,IH M. F. d* fnil. IH.H6
DAS DA SEMANA-
19 S funda S- Janu n i B.M- A ud rtm Joir.e*. o Cr.
de m. e d i. es. da Theaouraria Publica e
Chae, de t.
10 t'ertajej. S. Bustaq. Re- de ni- e aud. do J- de
O. de t.
l Unan >ft Temp jej g Mathcus Ap.
ti Quinta S Mau icio M. Itel. de m. aud. do
J. do C. de m. e Ch de t.
53 Sexta Tp.jcj. i, Lino ses. da Th. P. aud. do J. de
() .le i.
J4 Sata tn Tp- jej. N. S. da- M. Re. de m. e aud.
do V 0. de t em Ollnda.
*J5 Do.tiinco S. Firmma B. M. La ch. as h. e
40 m. da t.
Turto atora depende e no mennni da nona |ira
lene, moiif ri;jn, e energa .c.wlil.iiemo* tnm
jriiicipianmt. e eremo apnntadot coai admira-
;iio cutre a Nacoen mai* cultai.
*rfelamii(< da ikhIIh Otral d nu1
Su'mrrrtfif I000r. mennae Pco adiantadn
nema TtpngraAa. ra das Cruzes I). .1, e na l'ra-
ca da linh-uend.-iioia \. S SU : ondea* receben!
correspondencia* leiralinada*. e annunrion; nueriii-
do ie fraila endo do |>io|irioi aaaifiianlea.
indo itrnadot.
CAMBIOS-
SeUmbra 17.
-LiOndre* 37 Di. Si. pm l ctd. ou prata a
5o porcenlo I.ivlina 55 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca "iCiO -'.'05 II. por IV.neo
Kio de Jan. 6 p, c- de prem.
Moedas de fi,,4(>0 tS..2,;0 IS..400
4000 C.TOOa 6SU0
Pczot I ,,440
Premio da prata 50 p. c-
.. da lettra. por mes I Spureio
Cobre V5 por cento de uetcooto
ii ggg== i.ii n^g=^saa
PARTIDA DOS COHHBIOB.
Olinda_T.'dus ot da ao mrm da.
(oana. AlliAiidra. Parailia. Villa 4o Conde, Mo-
ntaiiR-uaue. Piar. He*, de S. Joo. Rrrjo a'Arvia,
Hainlia, Pombal. Nova de Sonsa. Cidade do Natal,
Vil'as de (loianuinha. e Novada l'rineeta, Cidade
da Fortaleza. Villa do Aquirs, Mjtnte mor flora,
Aracatv, ('a-.Cf.vcl. Canind. (irania, Imperair-t.
S- Bernardo, S. Joan do Principe, Sobrar. Notad'
EUte. Ir.i. S. Matlo-n-.. Iteiclio do angue. S.
Antonio do .': rd' n, Quexeramobim. e Parnahi a
Scyiilula e Se--t* leira ao meio dia por vi d*
Paraiba. Santo A lilaoToda a quin'i* frita ao>
meio da. Garantiun, e Bonito no %lia 10 r V4
de lada mez o meio da. Ploreno dia 13 da
cada mez ao meio dia- Cabo. Serinbaem. Bio Por
mniii, e Porto Calvo not. dia* 1, 11 *1 de cada
me*. _____________^
PARTE OFFIC1AL.
10 DE JANEIRO.
Ministerio da Fazenda.
T<>mand > fin considerarlo o'e t ido fi-
nanreir" do Brasil, apteserit5->>e-nOi tiM
ubrigKi'8 importantes qtie oJ'Governo
tem del at lser.
I.* U atr.tio em que seacha Amo t-
icu dos Emp e-tiun li asriros em I')-
gUicra, ob'ieeto estede gran le pondera-
ci, nao .- porque a honra Nacional se
aclia empenhada na liel obei vsnea do
que iraiou, mas igualmente porque o in-
teresse Nri nal est com prona t ido, pois
que quanlo mais demorada for-a poca da
mi>rtis'?io lUMiorjser a qu-tnlid para a-
moriiiar, e mus sal>ir na oeoas io em
que se ventilar, exii(i'>d >, com tiu n ai t gu nocomr.-cto queobriga 0G0
verti a remir ao p*r lodaa as Apolices
no fi -ti de 30 annoi.
a.* O pgmeoto a fazer a Portugal na
liqut lacio das ronia- ora pendente*.
3.* A eatabilidade d. mei- circulante c
u.st- ntagaS do cambio, tlepois de extra-
ordinaria emis-aS de notos pra novo re*-
gale da moeda decnbe, o'jcto de gran-
de cuidado, e que .m se pode a-egurar te-
litando da t-irr-ul-c.' huma pircio ronsi-
dcravcl de bh- tes de *alo es pequ-uo
rmi'tindo t-meu lugar mo- da de Prata
de tlores mu.do". Para leT, ofciaia ependido, claro est qi-eoBia-
til nece-i'a de riinlu-i'o, e qu1 o meio
de o ohter ? O nico que se nos apre-enU
lie de huro F.Tipie-tiuio, e ne-te atcrdo
^pasamoa a pn-p ir a noi.-o ver lium pla-
no proviito o e conveliente, Umbrando
aqu, que reconbecida a hecs>idde lia
>nai Taolagxni em corilrac'ar hom em-
puslimo c.-ui anticipa d <| e em lium
wonwnto deuianifeta pie.isfo.
PLANO.
'ajrr-se hura empre-.iio>o Nacional e
Iv-trangHii, decirtulaca a porreu'o.
porlib. a:000:000 oa 4o d-' P0' 1^2>000
Mi ia:000 O^OOO.
0ue a menor Apoiice a< ja der'. 600JJ)
ou lib. i00/5 eeu pogiesaios Talte.
Os dividendos uro p.g.Teis no R"
de J-neiro, ou m Lond 00 1. de Fetereiro, e 1. de AgotJ.
A arnortiagaS annual sera de \tb. 60
mil, ou 360 coat, de anuir que o Eio-
pies'i'no be om-itisai em 30anjtoi.
Negocar-se-h este EmHreiimo por
rom iiiijio, asna coolabilidade fiea de-
baixi da Inspecca^ particulf r do Mmiitro
n sitenle neste, que rubricar as Ap 'li-
ees.
O Governo fixar o prego minimn pe-
lo i|iial w deve Tender, Blando os Ctim-
mig-ari'S agentes enraiiega los de agen-
car a m-H ora domeieadti, entregndo-
se para isso a elle* asac6e-< datmor-
t'5ac--5, aim f.no pri>gie->sTamentt' ~u
bir o menudo em proveito d.-s ienl.s
novas, quede Ip-.pos a terrpo fa f. >, de
maneia que n*8 he impiovavel far su-
bir O (ireco a 90. Caso se provar a pert'a
no mar de qua'quer aio'ice, co coopon,
o Governo conceder oulro, dando re-
clamante a necessaris gai antis, oa fi in-
ca.
As g*ranlias desie Emprestimn, si rio
as mesttias q e ai dos antenotes Emprea-
tinos.
PiOpnmos mais que a Assemblea Ge-
ial pa ^e huma Le', que pe'a- Protiurita
roiinibui'.t-s se pas.-em le ti as a fvrr do
TliCM.uro N-o-i mal de aO porcenlo de su
a rendasgeiaes annu^es, e e*las tom an-
ticipado e cinco arinos por seme.'res,
ou minos como se julgar conTenien!*;
isto montar a huma t>omma de qu- o Go
verno pude facer u-o, ouseivir de m. or garanta ao Publico, sendo depositada
em Ioglateria, ef.rinuito em favor do
piev que se dte ob'er.
Oproducto deste Empr do o lod i efTec I urdo em Inglaterra, ao
prevo hq .d" de 80 p r cent, a<-ri le
lib. 1:600.000. tuja applicafd5 pode str
e.aHO segu ; Viit.
Paia o- prurei os d< us annns de Jurn
lib. *.............,..... 00:000
Ditos, ditos de amorliaocio.., laO 000
Paia remetterem prata para re*
tiiar N"ta de'i p'atj}, p< o-
co mais ou meno, 3.000
conlos.................. 500:000
Para dm.rii/. c d.s Etnnres-
timos, o de i8-*9 por ^er o
n ai. bial<.............. 180 000
Ainda huma ginde vmag- m se po-
de e-perar desta operaca, pois que bem
manej di ella d 'ug.r a inlrod uir n-
Bi'kI estas Dv-s Apoliets de Juro de 5
pjr ceri o, e assim em poueo lempo ha
bil tara o (i- verno a c< es A plice (u->ii ano tile luu's) de Juro
le (> por Cinto a outras da uatureza aqui
pi p>Sta.
'li-in esta operado a vantagem ob e
qualquer Utico, por quinto buje tendo
oGovemo po*to p >r seu cte-lito moial
o cam-'io de 40, pouco mais ou menos,
preco pouco lulerijr ao iot'iuseco va'or
metlico, e com isto obtido a nosso ver
huin-i seguraaca 6"rl eiuUg l lo Bra-
sil em consequemia da su* < r< ulaca, pi-
race-nos que laigaresta redea para a me
le 1 na tuto de qualquer Cotnp'u'a. que
nda mais pode Fnt9* do que por o cam-
bio ao par de 43 i/5. e is'o com visiv!
pr-juizo curu'acod e rredilo da Naca,
ni3 pode s-er do interese do GoTei no, nem
a suas vistas.
Rishopgtte Street Abril i?, i8"6-
Senho .N tivemos a hon>a de rereber
a Carta que vi nos di- gi-'e.s no dia 25
il p is-a io, iulor-tiando nos que o fosso
Coverno de-eja tirar d-< ciiculacaS o seu
P'pel 111 -eda, e pedindo nos a uo.ssa opi-
nia erra da roelhor forma de conseguir
esle obe< lo. rom a dev I altenca aos
inl'-res 13 d-i E-tado. sem prjuiso do
edito puh'i.o. N5s j tomamos a lib-?r-
dade deexplicar as circon-tancias que nos
emba acatad de responder mais c lo
*o*sa caria, e pe limos nia para reneltir,
que nos fet profunda imp'e.a6 o lisi>n-
geiro camptim-nto que ITe^tes nossa
carta, quando a nos voadrigiate| por e-te
mutivo, e no< t-pi ia summamentn agra-
da el o |io.lern>oi piotrar o api ico que la-
cemos desta (lisiimca, se nes e, ou era
q<-al,pier ou'ro negocio, l.v-rmos a >p-
|)Oitunidade de prestar nos-os se> vicos
a hom Governo. queH romo o vosso, leni
al'BMid > a admiico3 do n.U'ido rommer
tal, pila tsccupiilo-a ejiaclida, com que
leu {lardado su cre'li'o publico, inter-
na, e extermnente, em rirrun'l-"nia
de cufio,I te-tes pouco ordinari->s. A vis-
ta tl.i i' ni |ue/a iOm que vos trata-tes o
aJsump>o as vos-as coinmumcsces c >m
nosco, julgoinos dever llii m >r distim ta-
menie que nio vemos meios algn, pelos
qoaes o ohj-'t lo que o voso Governo tem
emvi'la possa olter-se, semque se d'po-
nu a fa/ei lium con i-leravtl sacriBt'O,
porque inf-llivelnente nao 'era i-seapad->
a huma ptssoa da vossa expiri. ncia nes-
tas materias, que as notas emiltidas aclu-
alm-nte, sio outros tintos compromeMi-
10,
< m
meiit s do Gavemo, sem pie
q uni para o B.n de recolher estas N<>-
t>s, net essitar o GoTe; no negociar lium
empcesiimo, ou p-dt lo ao banco, e, em
q..alquT dnscasi-s, o Paia *e> de pre-
puai-.-e p-r esta, cu por aquella fo'ma,
para anegar hum onus mui peado,
em consequenria d juro annu*l, e da a-
niorlu^ca do cap tal. Supoondo com
ludo que Uta ja foi bem consiJeiado
pelo Governo, e que eslej determina a
ni iii i-i, n pas.-aremoa a d opima, qanito aomelnor me-o de a por
em ei-cura, ainda que sentimos a'gu-
nia hexitacaS em o fat'f, sem possuumos
m is exactas fonn-cSe. locae.s. O pri-
meiro p.mto que se d< ve decidir, be, se
em quaes(|oer cin un-t mriai to caso, se-
ria para de-ejar que se augmentase o va-
lor das Notas ora em circulaca, e '""
pensamos, segundo otheor em garal da
vo;sa Caita, que a conclusaS tm fie se
tem concordad; he que o prco do cam-
bio, p -la> ultimas not cas Jo Rio, seria
hum pidr^ adquado p lar do milicia, a fim de t-ni'i.iscar o
menos possivel as transaccBes que possa6
e>tar pendeo'ei de quaesquer individes.
Se se pretende que esle seja o intrnseco
valor do mil reis pa>a o futuro, se a ne-
cesario, antes deiecolher as IN t.s, que
se esteja prepaianlo com huma nova
rooeda, con-spouJente qnantidade re-
ducida d* prata, a qual, pelu piecoacta-
A da pieilc mtal, seria representaos pe-
lo val'-r aterrillo u'ie te piupurm aoja ta-
ta!) leciJo para o mil iei-. O valor a-
tn'nseco dos de prata chamados tres pa-
tacas, on pecas deploris ao n so pe-
cu a. t tal do padr> de 5, por tx.-mplo,
seria de 50 1/1 ds
E'las conten 373 i/t gflos de pivla
fina, porem pata iep> e.-ent .-oment o
valor que e de ve dar s Notas quanlo
se recoilierem, seria necessai io reduzir a
qu -iniilsile deprata lina em cada no da
de a96 gro-t, o que poderia con eguir- a
sem produiir nenliuma confu io no u*
nlio ezist* nte, cojos poitadores de*eiia
ler o dire t.. de rereber m tiOCO hgaia
quatit d-.de das novas moedas que seja 0-
quivaienie, conforme as ddF-rente^qmn-
tida-ies to m-tal pret io.-o que tilas rol-
len N.na e-iarnos id ommend.-nda
n'-nhuma dpieiici do conlio, como
est em u-o entre devedor e ciedor, mas
sendo deopillo que hum tal melh.ua-
toeii'o no syst' ma mom ano, como be
>'e ejtdo pelo vosso Cu vern. seja ayan-
cado -em p.-i tm -bar, MI f>T possivel, con-
tr.11 t .i exis'en'en, n nao vernos muitas
olijecies ao plano que tamos indicado,
p rque n no* persuadimos que nao po-
tlem ter-se leito contrario- por m utos si-
nos rom lef.ieucia o mil reis deprata;
rienb tn d"8 quaes pode ttr ti>rulado li-
vrenieot, etn quanlo o.preco do cmho
t--m prum vi lo (5 forlemenle e eXpor-
tacx. Soria nn-ter hum arto de L gis-
latura para sanecionar qualquer altera-
dlo, tal como a que temos apo'rlalo,
tal rio devrria expender o objecto que
fat tal mudanca des jafel, efiaar o peri-
do durante o q->al toda a circulaca do
popel .s.-ria ab-oi vida ; mai deiando
que sao oidinariaiiniite encarregadoa de
decidir esta e-pecie de n gocioa, as pro-
pon oes do papel que d^-ve recolber-se,
para evitar qualquer inconenienle u
mov ment d. tecos dos d fltfi entes ge*
ner s. Que hum !3aneo otganisalo so-
bre pnne.pies si"S.poderia facilitar mul-
to olevar-s a .ffeito huo a ..peraca co-
mo a que se pretende no-papel, nao ha
duviJa; m'S n podemnoa dund.r
moto, se ella poderia ser de muito soi>
e-jiro em acbdi tsmeios iictnedtdiseata
r


2
DIARIO DE PE H NA M NUCO.
I
em todos os casos, porque se elle assuma-
sea responsabilidadequeora o l'ga soraen-
te ao Govarno, a respeito dojpapel era rir-
culac.5, podei ia pe ig.ir sdo propria se-
guranza, se huma certa experiencia da
aua ge.itoS nao ti vase previamente eslabe-
lecido rom o publico, huma bem funda-
da con fia rica nos neos contractos. Nos
concordamos inteiraroente Jcom] a de a
que vi tendes, quinto ao estabelecimento
propostoda hum |Banco Brasileiro, com
huma Mes.i suprema de dreeca ern Lan-
dres, porque hum tal plano, nos cuida-
mos, seriA improprio de hum paix que tem
a devida con d r.-c- pela sua propria di
gnidede, e segundo o conheeimenlo que
temos da muitascasas ricss e espeitsvti*
do Brasil, screraos'de opinia qua a na5
encontrara difict:ldade alguma em ae es-
rolher do seu| corpo JCommercial, hum
numero sofTicienta da pes.soas, plenamen-
te qualificadaspara tomarem o caigo de
huma semelliaute Inst t uc-.
Por raaior que se ja a"nlelligencia ou a
* ti vid de de pe-s'i-s di-tantes, nunca po-
dero supprir as vantageus b.caesjde hum
Gorpo de Negociantes, aujas transaeces
diarias devt'iu faier-lhes conheier qual-
quer altera? 6 dafcrcutaeaS, e cujo inte-
resie deve estar ta5 identificado com a
pio-pendale do pair, que es fa< obser-
var com vigilancia qtialqiur oceurrencia
que possa sobrevir. Se a vossa Legislatu-
ra dr huma car la a esta Instituido, eom
privilegios ex lu i vos taes, que coso segn-
anca se Ule possa ron fe ir, e entre elles o
direito de elle so emiilir papel, e a direre-
ca6 de todos os negocios de Banco do Go-
bern, nos pensam s que muita* pessoas
de-te p i', se recolv. ria5 a subscrever, e
p ir e-si forma o Bauro^augraentaria a aua
po-sibilidade dekjudar ojGoverno na di-
d minuica do seu papel, porm aeiia
necessario que ao piincipio, puz-sse o
Governo en suas ma fundos -11 ti i < i< utes,
para fazer frente a qualqur empenho que
fosse itcpi llido a fa7er. Na consiJera-
moa sempre as notas pequea quimil,
romo a parte mus [censurav 1 dn papel
moeda, como a parte maa fumirn. I do
papel moeda, e por tanto ncommenda
Companhia.AoSr. til arquea de Baiba-
cena.
(CcereioOfficial.)
iSSEMBLF.A GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTAD05.
SessaS de 6 eJul o.
A's iO horas fita a chamada, e arhm-
do-se numero legal, ioi abena a e sao
depois de lid*, e approvada a acta d'ante-
cedrnte.
O Sr. i. Secretariodando corita do
expediente hum Oftk-io d Secretario] do
Senado, remetiendo huma prop isla do
Sesmo Senado.
Le hum Officio do Sr. Rafael Tobas
de Aguiar, Deputado de S. Paulo parti-
cipando retirar se para S. Paulo p >r Ilie
ser as*i'ii foi'czo era raza ds seus en-
commodos: fui remetlido Cemmissad
de Podeies.
Hum requerimenlo de Joa5 Henrique
Fieese negociante desta praca, ful remet-
lido C'immis ao de Com mere o, Agu-
cultura, Industria, e Artes.
Fi remettidu a quera f i a requ>sic<5,
hum Olicio do Ministro da Guerra com
os papis rtl.it i vos ao requerimenlo de Jo-
an Hemique Ewbank.
O Sr. Alves Machado obteve pela or-
dem s palaxra, e disse que a Cmara de-
ve estar convencida, que he de absoluta
necesidade reformar eate anuo o Cdigo
do Piocesso, e por i>ao que entenda que
sedevia prorogar mais por huma hora a
S ssa em quanto se discutir a proposta
da susperisa de garantas para o Bio G.,
e quesea Cmara entender a proposta do
Gverno a esse respeito he til, que se
dtveannuii a ella desde logo ; e neMe
sentid" mandou a meza huma emenda,
que fo apoiada, e entrou em discussa.
O Sr. Vasconcellos,--disse que e.ste re-
quorimenta alterava o regiment da can,
e que se is o era convenien'e, o Goaerno
aind n' lirih.i hi lo Cmara mostrar a
neeessidade daa sesses erem pro-ogida.s
remos que e-tas se recolha pi iraeiro, ese I por mais longo lempo (apoiodos.)
foi raister hum ra esse 6m, bsjulgamos que elle se >b-
teria fcilmente, e rom condiedes Tanla-
i a-, transmittinio-o em especie ao Bio
de Janeiro, pjra o Banco emprega-lo da
qnlla maneira que for conveniente ao es-
tado d 1 riiculara. Na5 hedesuppor que
o vos^o Gi-verno, dsse a qualqoer In>t
tuica Buncal todas as vantagens de huma
Caita evclusiva, eem partilhar era ceita
pai te os seos lucros; pore'm em que pro-
porca oGoveino se nter, asado, he bu-
maVjur-sti que t pode ser adequsda e sa-
tisfactoi ament concordada no lugar, pe-
las pessoas que estad mais em circunstan-
ciando que n-, para avaliar a roncessa5
dos privilegios propostos, Ha mnilos
pontos de delalhe ligados eom hum obje-
co riesla natureta, que mais adequada-
mente se de\ em incumbir a pessoas de mais
extensas informac,6es Incaes e por t.nio
nos ab-terumos tocar nelles, ese por ven-
tura julgai des carecer alguna d<>< umentos
para a organisacaS da Carla, nto podemos
prestir-vos roelbons do que refenr-vos pa-
ra os Estatutos do Banro dos Estados Uni-
dos, nos quaet o Governo se conservon,
logo no principio do seu tslabeb cimento,
hum quinto das Acces do capital inteiio,
poicmsem poder intervir na gesta, p"S-
U) que os interesses e ao representados
por pea-o* de sua nomeara, e que ti
nha mtios de fcrmai-.-s, reUtivamente a qoaesquer
transati5es que elle pudesse emprehender,
a lempo dse Ibes oppor, se ellas invol-
Tes-em a infracca de qualquer das con-
dicciS da Caita. Nos smente arres-
rentaremos, que no caso era que o Go-
verno do Brasil requeira o no-so apoio,
para promover operara sobre que cievemos, elle achara em nos huma ca-
sa para tomar o mais arden te interesas pe-
lo bem-sn-do Brasil, e que omito deseja
empregar lod >a os meios sua di-posi-
co, para obter o complemento de t. 5
saudavcl moeda. Com o maior respeito
leudo a honra de serSenhorVosso o-
bedienti-sisno creadoBaring Brotiier s
Consu'tou-se a Cmara, se o rcquii-
mento d va rer rtraellido meza, e de-
cidio-se que naO.
Em consequencia conlinuou a discusssS
sobre o requer m- n'o.
O Sr. Cornelio Franca, dissr, que sen-
de o r< que' tmenlo em que.t huma in-
draga, ]ulgava que devi ser remedido
a huma Commissa ; e que se a Cami i a
quer prorogsr por mais huma hora as su-
as Sess5es, en'aS elle offeiece como em- n
da, huma indiceeaS1 que j o anno |M-
sado baca feito para asses 5 s serem no-
tornas, e que se o Sr. Presidente insiftii
em discutir esta materia, enls olfereris
huma emenda, que mandou meza, pa-
ra assesses seren de no.te no cazo de pas-
sar a prorogaca requerida.
Fui apoiad. Dando-se por discutida
sufricientemerile a m-leria, I".i posto a
votos o requerirsento do Sr. Alvares Ma-
chado, que regeit-ido e a emenda do Sr.
Cornelio Franca 6cou prejudicada.
Orden do di.
Continuando a discusssa adiada acerca
'ai emendas ao ornamento do Ministerio
do Imperio, rida fc.oii adiada por 6e en-
trar na o 'trr parle da ordem do dia.
Foi introduzdo o Sr. Ministro da Jos-
tica, e em aua prasenca conlinuou a dis-
cussa do artigo i.* da proposta do Go-
verno, para seiem suspendidas as garan-
tas no Bio Grande do Sil.
O Sr. Calmon, disse, que a tendencia
para a Democracia, de que tem sido ac-
cu cional mais antes, do que do mesmo Go-
verno 5 a falando ainda longo lempo con-
cluo dizendo, que desejava que o Sr. Mi-
nistro dos Estrangeiro o salisfizesse acer-
ca da seguinte pergunla. Qual o motivo
porque o Governo na5 Iratava de dar es-
tado a huma nossa Piinceza (S. A. a Sa.
D. Januaria) leudo ella j rhegado ida-
de nubil ?
O Sr. Limpode Abreo, remondendo
antecedente, e disse que quanto ao arti-
go em questa, e aos Srs. Deputados, que
recuz,i5o seu vol para so tomar esta rae-
did, allegaud > q'ue a Cmara n<5 he in-
formada pelo Governo acerca do estado
do Rio Grande, isso ira hum pret xto por
que o.15 lia % ia na Cmara quem dovidas-
se que o Bio Grande dt em reb-li-6 de-
clarada, e que a Con^tituio- girante a
sn-pi-ris. de giranlias qu indo ha lebcl-
l a, ou mv.iz-5 de inimig-i-, e fior cjn-
seguinte <|ite a propostido G verno lie ue-
cessaria, e justa.
O Sr. PaianhiS, Nao obstante conhe
car, que a propona por si s iij5 he suf-
fi.ieote para salvar o Rio Crande, com lu-
do Vi-toa por ella. Fallando acerca das
medid 'S tomadas para o Ro Grande, e
dos soi corros enva los pela Repai lic-o da
Guerra, disse que forsS n t demora-
do1-', m a i .inbe ii diminutos, e escassos ;
<|iie pedir.d ) o Pre iderito forcas em De-
zembr> as que fono. clieg Grande em Marco, de S'a. Cathaiina l'o-
i. iGsold do-, eihegir.5 l em lanos
d Abr! ; deS. Paulo o resto qne^estava
em Sla C-thaiina ch> g u em \1ai<>, e par
isso n'-i6 se poda d/er que os socio i-"S
voar. o leudo elles sido la rooros-s. Con-
cluio rogando nos Sr-, Ministros presentes
eaosque lem aos que V m amfzade ao VI i -
nisiro da Guerra, qoe visto elle n. que-
er Ungir a pasta, faca coro que elle des-
min'a essas su-peilas b'in ou mal (un latas
contra i He, e lance ro5 de todcs o meios
so seu alcance para salvar aquella Piovm
ca.
O Sr. Mimbro da Justic* defendro a
pioposla, e moslrou a-sua nere*sidade pe-
lo estado,eui que se acha o Rio Grande
doSul: e conclua dizendo, qoe o Go-
verno nao ser o responsavel pelo empe-
diu ento di marcha dos negocios.
O Sr. Hollanda fCavuleanli, dis-e que
Ihe pareca que o Ro Grande eslava em
pirula le rom Prrmanbuco na revolugaS
de i8a, e por i-so que jolgiva intil, e
de llecessaria a pioposla de suspencad de
gaivnlias pe puese s ^ ai punir oa lea-
e-, estes inou-C'm proleccao, e nao c sti
go, ie os rebeldes o le glorio esl.-i d baixo
do poder desles, e p>i' onseouencia pre-
judicial a pn posta. Volou por iro con-
tra i* propo-la.
OS Feaeia da Vega, mostrando a
u'idade, e necessidr-d da proposta vo-
lou po art'go em diaiiwaaft.
Dada a hoiu, lieou a d sen sao adiada e
do se para ordem do di t a n e.-nia : le-
vantou-sea sissa a a horas.
sos diversos argumeqtoi feit03 na se:s:.5 d: por esta ter pago dos sold-s que fur-
GOVKRNO DA PROVlMClA.
Expediente do dia 17.
OFFKIOS.
Illm. eExm. Sur. N^ havendo pre-
seritemen'H neta Provincia r r ai i< o- da
Cosa do Maranha para qoelle Porto le-
var o Bi igue Ti ez de Maio que conduz ao
Pai varios gneros e alguma Tropa, lo-
mei a le.suluca de o fazer locar Desea Pro
vincia contando qoe ahi llavera P ral icos
d'aquellrt Co-la ; o que levo ao Conhe. i-
roer.to de V. El., robando Ihe a b-'m do
sei vico Pub'ico, e p-rlieulai mente do fli-
gelado Pr quera com urgencia piovi-
d- ncar a respeito de tal Pratico.
D'OsGuaide a V- Ex. Palacio do Go-
verno de Peinambnco i7 de Silembio
le 1836 Ilm. e Exm. Sr. Jos Mar-
linianno c'e Alen*ar, Pre-idenle da Pro-
vinca do Cear. Francisco de Paula
Cavalcanli de Albuqoerque.
Ao Exm. P nidenle da Provincia
do Para, oizeudo-lh que laiga agora des-
le Porto o Br;gi.e Trez de Muio indo
do R o de Janeiiu com destino a dita Po-
vuicia e nelle va reroeltidos quarenla
conlosde reisem roo di de praia, e 40
recrulas, ufaa guias Ihe sao enviadis pe-
lo Commindanledas Armas.
AoCommandan'e das Armas para
ficar na mtelligencia de que o Major Joze
Car'o. Teixeira passa a pertencer a esla
Provincia ficando de nenhum efeitoa pis-
sagem que ohlivera para a Provincia do
Rio Crraiide de S. Pedro do Sui e deven-
vencendo, e das queselhe dever como fo
communicado a Presidencia em Aviso i!(
Secretaria d'E.ud > dos Negocios da Gutr-
1 a de ii de Agosto p. p.
Ao Inspector da Tbezouraria com.
momeando Ihe o conteudo no precedenU
olficio.
Ao Commandante das Armas dizen.
do Ihe que p >de conservar no exeiv j,,
em que se acha em quanlo o contrario iu
fur man lado, oAlfeies Joze Gregorio da
J-zus, Ioati uctor p'i-cial de um dos Cor-
pos da Guarda N. de Sinto Anlu.
Ao mesrno dizeud >-lhe que po le
remetlerpara o II 1spil.1l dos L-zaio- o
Soldado Antonio Rodrigues que se ach
morft-lico, p s que nesta ma-ma ocoas seoflir-iou a respectiva Admiuiatraca pua
o mauda rerolher.
Ao Inspector do Arsenal de Mari-
riba, para m. no BrigueTrez de Ma o para 40 das,
e a justar um Praticoqueo conduza a Pro-
vincia do Maranba.
A' mesmo di/endo-lbe q'e quando
nao baja Pratico p ira o M.n anb -5, aju-te
algum pira o Cear, onde nesseeaao deve*
r ir tocar, o BrigueTiez de M-io-a
fim de ubi ricebr outro para o Mar-
haS
A Adrninutraeeo 'JSas E-tahelec-
mentoa de catidade communicando-lbe
que lora nimeados o Co onel Joze de
Barros Falcad, paia Prisidenteda mesma
AdmriistraciS, e Herculano Alves da Sil.
va para Thezooreiro em logar de Jo-5
Franci-co de ( h-by, e Antonio Jo/.e Pi-
res, que leudo sido n<>me.d s para estes
Empregns na6 aceitarlo.
A' mesma AdminislracaS para ex-
pedir as convenientes oraros sGm dV.* que
seja recibidoe recolhido ao Ho-pital dos
La/aros o Soldado que fui do 4- Corpo
de Arti*heria Antonio Rod'gues que pa-
ra ali sei remedido pelo Commandante
das Ai mas vis'o acbar-se morfectico.
Ao Commindanledas Armasdisen-
do-lbeq e nao havendo fficial Engenl e-
ro desponivil q ie possa ser embregado na
Conimissaio rio exame das Forlificices co-
mo requisita em seo olli io desta dala;
curupre que nomei OHiciaes de Anilh- na,
)i is que este sao a-ss aptos para semi-
lhsnte Commissio.
Ao Commandinle Geral do Corpo
Polici"), anctor aaudo-o para mandar re-
faser em a'gum cercado seis cavallos da
C'oir.pmbia Montada, que representa esta-
rcir magro1*, c fracos, po leudo usar de.sla
auciorisaca todas as vezes quejulgar ne-
cessaro, independenle de nova ordem.
Ao Commandante das Armas c-
rounirando-lbe a uoroeaco do Tenente
Joio de Siqueira Campello para I-istru-'-
t.r lo E-quadio deCavallaiia da G. N.
do Mun cipio do Recife, e que nesta in-
ti-llig OCI de as 01 iiens cuja ex pedirn lbe
ccnip- te.
I^ual ci miiunicaco foi feita ao Ins-
poetor da Toesoui aria, e ao Commandan-
te Superior da G. N.
PORTARAS.
Ao Director do Arsenal de Guerra para
dirigir se a cada um dos ex-Juizes de H.iz,
e Inspectores de Quarlebois que receba-
io Am amento di'mesmo Arsenal e si-
gilo rommnnicando assirn baver leito, e
tambe.11 se algn- Juir.es e I isp clores du-
vidaiem fizer a exigida inliega afim do
Goveino tomar outiMS medid-s.
Ao Inspector Geral dis Obras Pu-
blicas para que enlendendo-se com o da
Tiies Mirara, mande faser no lugar que
esle iodii-ar os necessarios arranjoa para
se eslabelecer a Inspe.'cf > daa ca-x >s de A*
sucar, esseas de Alodio.
Ao mesmo para informar em que
estado se acha a casa que se nion ou a-
promptir para a Sissio dos Jirado-, eor-
denaado que se d toda a pi essa na cn tu*
zao desta c 1j. a coao insta o seivico Publi-
co.
A o Commindante do Brigue Trez.
de Maio 01 den ndo-lhe queb'g que leu ha
a seo bordo a Ti opa, dinhiiro, e Piattco
da Costado Ceai, se faca de vella para a
sua Commissio tocando n'aquella Provincia,
onde recebei Pratico para o Maranhio.


I> IA RIO DEPKRNAMBUCO.
Navios Despachado do da 17.
B< gue BrasiWro Di'IfiaPjra o Araca-
iv, Mestie Lui/. Gomes de Figueredn.
Brig* Ing'ezAnl l.pe Para Liverpool
e Parahiba, Mestre John Dalrymple.
Brisoe AmericanoTaba coPara Ncw-
Yoi.k. Meitre P. R. Stumhope.
DIVERSAS REPARTICORNS.
TREEITIRA. DA COMARCA DO RECIFE.
Parte do dia i7.
Il!m. e Exm. Se N'esta Prefeitura
consta tercm ido presos pelo Cinvui-9*
sarta de Po'eia de Fura de podas no lu-
gar d> Arsenal de Muinba os manijo < de
nome /ose, e Jote Francisco, por es'a-
rero embriagad s, e em desordem ; e pe-
lo Sob-Piefeiio da Frrgucz'a de Santo
Amonio remedidos o< pretos hbet los, de
none Joaquim de Sania Auna, por er
rn 'Id aclado < 0111 iim po a tuna pela,
bstanle idosa, que di/... m ser esrrava, e
Joaquim das Ncves, por int'odusir agor-
dent>- na Cadcia, segundo a pat te do Cora-
naatidanteda respectiva Guarda; Jo/.e Jo"
qi m de Sania Anna, Soldad do 4 *
Corpo d'\itlheria, por estar em maiig\s
de cam za, pertender violentara limpe-
lo, que cunduiia o cavallo de eo Se,
qoe llie o enliegtsse, nao querer < bede-
cer ao Commi-.eai io de Foliis do a."
Districtn, que > prendera, e at ins tltan-
do-o cuen [i'l.ur o 11"-n si ras de s ia hon-
ra, eencontrar-se-lhe urna navalhs, que
oarompauhoii ; e os pardos Joa5 Joze das
Nev*, Jjzed'Oliveita Vict.nino Pao Bra-
til, e Mainel Marinho Leil., p iu>peMoi de primo*.
O Sub-Prefe to da Fregueii* de Itama-
rac remet o dtis rcoruta, que, com
e cima mencionados, tiven dts'ino.
Dos Guarde a V. Exc. Secretaria da
P.ef limado Recife i7 de Se'embro d'l836
[HfM. e Exm. Sor. Ft enrisco de Paula Ca-
va lea ole de Albuquerque. Manoel doNas-
cimento da Costa Mmteiio Prefeito da Co-
mal ca.
MUTA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesraa do N. 18i.
ARCN AL DEMAR'.KIIA.
Antonio Pedro de Carvalho CapilaS Te-
nente d'Armada Naiiotial e Imperi-
al, e lnqietor do Ar-e-wl de Marinba
d'esta Provincia pelo Reg-ute em No-
roe do Imperador o Sor. Doui Pedro
a.
&c.
Faco puWi.o, a bem d 1 Coromercio
re t a Ciiade, que S Ex., o Se P.tsi-
dente d'esta Provincia aniiuindo a re-
pre-enlacto que Ihe fiz terca de na5 lia-
ver e-iri'a de Pratiros em quanlo nao
bouvesse hum Regulamento da Polica na-
val do Porto, e dos Praticos, que fixas-
ye ajustadss rgrs a respeito 11 o'irada
pt-U represeniacdes que me lisera a
maior parte dos principaes N.gocianiesj
onvtio em que n*5 liouves e a mencio-
na la escala do> Piacos, tinto por occ.t-
iia5 de sdhi las como de entradas dos Na-
vios : e como na6 sj obligatorio que
o- Navios recebaS Praticos por *so que
es'es' foia esiah.-le. idos beneficio do
(Jommercio co iforme se *cha declarad 1
na ordem a re-peiio do Infante Almiran-
te General de n de Marco de 18 9 ,
confirmada pela Resolnca5 da Assemb ea
fiesta Piovincia roinmunicada em Of-
fi i > do G verno de %] d'Ab il de 1835,
o mesmo Exm. Sr. conveio igualmente
em qoe toda a vez q -e o Piloto do res-
pectivo Navio tiver pratica do Posto, ih5
ejaesie obrigadu a tomar Pralico. Ou-
tio sin, po <-ndo todavit accontecer que
0 mesmo Commercio posa ser illudido
poralgum Pralico a que convide para Ja-
sar entrar ou sabir o seu respectivo Na*
v o sem estar eunvcnientemvnte bibili-
ado por sso, que huos sa6 de Carla sem
excepca5 o ouiros de ex Enca regado da P.licia naval do Pono,
e do Goverrio dp-> Pialicoa faca pdico
que, fu-ando livre a escolha do indivi-
duo, sera'lodavia pariiripa'loa'esta Ius-
peccaqoal o Pralico convidado, com a
declaraco dos pez do respectivo calado
dagua, para que o Palra5-inor verifi-
que, se o mencionado Pralico se acha ou
n >5 habiliadu. E para que ebegue a no-
ticia de todos roandei artizar 0 presente
Edital noi lugansmais pblicos, e insi-
rij nos Diario> de!* Cniade. Arsenal da
Maiii.lu de Peruaiiburo. 1^ de Setembro,
de i83G -- Antonio Ped.u de Carvalbo.
Coiilorme Alexandre Rodiigues do1!
Aojos Secietario do Arsenal.
O Intendente da Marinha em Pernam-
buro fique na inteig' ncia de fazer e^e-
cutar a seguinte <> molnneiilos do Plia5 Mor do mismo
porto, mandando iillixar o< coirespoo-
dentes Editaes para que ebegue ao ge-
r.il o-iliecinit uto d>PiaQa re>pecliva 5 os
quae Iviaes deverio coiiteremsub tan*
cia ^tlieor da nxsma ordern a saber ;
que alUnd-ii'lo en ao requeiintento de
Jeionimo A ni uns Torres e as infirma-
ce.i que sobre elle me foro dadas ;
Mando que os Praticos ni o se poso cha-
mar taes, sem que lenhao o seu titulo
inp-tente, a>signudti pelo Iii'eudente
da Marinba em consequencia de boin
exime de liabitaco a que o mesmo In-
tendente mai'd-ra' proceder na sua p>e
sanea, nome.mdo por examinadores dois
do- mais habis entie a<|uelles que exer-
citarem a pn>fii>so re-ptclivd; e no to-
c.ule a emolumentos ordeno que em
qu.iriio pe nianecenm as actuaes relali
vos as entradas cabidas, e amarrac5es ,
prosiga tudo pela maiivira estanelecida ;
excepto no qoe diz iepeito a querellas,
onde se devera'observar o seguinte ; que
vera a ser: p mais de bura Nav'o de dois, ou trez
mastios, quando a Darcaca do Patrio
Mor esliver necupada com outra #nibar-
cacio podea'vitar bum dos seus N*vios
sobre outio; segundo nos lados secos p
deio o- Pi'oprietarios servir-se de plan-
chas que lejo efectivamente su : ter-
ceirn em quantoa palha sera' pieferida a
do Patrio Mor, quando quiter feniela
pplo mesmo poique outro quabjaer ven-
dedera der; mas -e o Corpo do C"minei-
co quizer obrigar-fe a sustentar a c tiaia,
rom lo 'os os -pus appen os no estado con-
teniente ; havendo anlo o Patrio M >r
por desobligado de-te dfver mando que
os ditos emolum-ntos (Centradas .adidas,
eamarrag5es p.ism a constituir o sal
rio dos Praticos sen lo o numero des'es
arbitrado pelo I i-mlente com at-mio
ao que realmente for necessario. Qoaitel
General da M.irin'ia em onze de M .1 co de
mil oilo ceios e nove. Com Rubricado
Serensimo Senhoc Infante General.
Cumpra-se e tegiste-se. Recite cinco da
Maio de mil otto ceios e nove. Sequei
ra.
Conforme Alexandre Rolrigues dos
Anjos Secntaiio do Arsenal.
Determina a Regencia em ame do
fnpecador, que V. m. haja quanlo an-
tes de tomar tolas a- medidas ao sen al-
cance e mesmo -ol-citar do Pidente
de*>a Provincia a quein ora se faz a cou-
venienle part ipaeio, a-, que nao coube-
rem as .-lias altr buic s para evitar a
pro^i*i'8iiva diminuici do fundo d'ee
Pe lo ; e que, quando julgue nio ser
sulficicnte poa conseguir se o in tica lo
litn o Regulamento que ahi se acha em
rigor, org-tni'/e e submetta a' ap ova-
co desta Secretaria d'rstado huii novo
Regulamento, que de-emp nbir possa o
que se Ihe recommen la ; deven lo V. m.,
outro stm eiopregar lodosos eitotyos com-
pai i vei> com o-> r< cursis do dito Ar*enI
para conseguir se o pos->ivel melbocamen-
to do referido Pot >o, em quauti oulras
ma< efficazes providencias se nio pude-
rem tomar a'cerca deate importante o'-
ieclo. Dos Guarde a V. m. Palacio do
Rio de Janeiro em viniesen deMaijode
mil oilo rentos e trila e quatro. -- Joa-
quim J
eiuto A
Conforme Alexandre Rodrigues dos
Aojoa -- Secretario do Ai.-enl.
Arcuzo a recepcio do Oflirio
sob numero cinco, com dala de cinco do
mez prximo lindo une V. ro. dirigii
a'eat- Secretaria d'E t d >, com as as, queome-mo se refere: e nleirado
doteu conteudo, tenho de signifi,>.r-lbe ,
relativamente a .s Pralicos, que h ven lo
elles estado seinpre sujeitoa >os xtinrtos
Intendente!', deVem coi tinuar a atar
aos Iosptitoies |os A'sen.t.s D os
Guardes V. m. Palacio do Rio de J.nei
ro mi vinte trez d'Agnsto de mil ottffren-
tosotiotA e quatro. Antem Jo&efvr-
eir de Cito. Senbor Jacinto ANes
BratiroMpnis Brrelo.
Conforme Alexandre Rolrigues doi
Anjos Secretario do Arsenal.
"" "Boo a A-s-mblea Legislativa
Provim ial te>o!vlo que se obsecre .1 Lni,
a re>p, itde S-b.sliio Jote de Campos,
e Joze Faustino Ho.lo, que e>lo sirrinlo
de P. ticos deste Porto sem para e-te fim
e.-tarem hhlitado< nos termos das Or-
den do Infante Al niranie General em -6
formidade com todos os Cdigos n tt'.e i
dos da Europa que p^lo Alvara' de de-
ze-seis de Agosto de mil aete ceios e s-
senta e novr se. rem de Lei Patria ; cum-
pre qup Voss Senhotia oxenle esia e-
7olucio. |)eus Guarde a Vosa Senh >ria.
Palacio do G .verno de Peinan'buco vinle
Me d'Ab il de mil oto ceios e trinla e
cinco Vrenle Tb t-t az Pires de-
Fiyueredo Camaio Sanhor Inspec-
tor interino do A'.sen.l de Marinba. Re-
gile-se Arsenal de Maiinh' vinla sele
d'Abr I d niil oito cantos e trinla e cinco.
- Oiorio.
Conforma -- Alcundre Rodrigues dos
Anjos Secretario do Arsenal.
ARTIGO COMMUMCADO.
Contintiacio din. auo Elcic?.-.
Eu dise na p'ioieira paite do meu ar-
tigo, que em Permrobuco se p-ii.n lu
a lormecer o Povo a btv a eleici > dos -eu
Mandatau'os paras) futura l-'gid. ci i-to
ra que as 1 hapas foless-m coner, e
p'i oseliiar sem embaracos. Eu di-se mais,
que o thermomelro regulador para a ea-
rolha dot Candidatos segund o exige 0
Pharol Paulistanu, deviio-er a afi'i icSes
ao G tverno ou Oppo^icao. Detnona-
Irei a "justica dos que aru a as ("ama-
ras L"pislaiivs, aliibuindo-lhe o vacuo
que seenrontra no Govcrno, porque o
G iverno he seuhor da m'i-oid das Cama-
ras sealguma rous* Ibe falla, quedellas
dependi, o descuido be dalia, a nio
que nada Ihe tenha *i lo negado. O.a
saibase ain-a mais : que tcm sido n-s lins
da presente Ses>ii), que o Governo se lem
lemhrado de fa;er pioposla- em materia
de verdadeira til d.ide p b'ica taes co-
mo sobre o cdigo penal sob.e o meio
.irruante *i\ &c. Em lempo talvez,
ero q ie estes objclo nio po sao ser ma-
duramente discutidos em vio ficar adiad-s pelo lempo. V.maqui
A pello boma d s mais ({eneraliaada ac-
cusaces contra O Dep.ulados da N-el :
aecuaacio c.mzinha de to lo? aquellas ,
que nio quercm que se Ibes cantea pa-
linodia : reduB-se ella ao lempo pieno
so que se perde na As-emblea em discus-
s5,..____ Perguntsrei murta da presa:
> as msteiias que se lem tongamente
discut lo putas fnvalidadea eu tmenio
ellas ..bjec'O- de gran le monta, princi-
pios ligados ConsttU:Cta do Estad
moral dos Pov >s a natnrea do G >t er-
no poli'ica externa. &c. 4c t Quan-
do me resp -nJerem eonsciencio-,mente
pela negativa ru sub iieierei a mea pen-
sar. M .s ain-laqu nd., reconltecendo-
aesemp e a m caifa le das m.teriaa em
discos io na se-io de 5(3 *e teoha per-
did lempo em vozeris que utilmente
pudera ,er empn g^lo em neg.ces de nio
roenocapreQo, de quem se devem queix-r ?
l)a Oppo*<.'SO ? f'o Ministeiiahs.il..? lie
hum engao. Queixem se da natureza do
lozV Rodrigues To.Ves. Sr. Ja- sy^tems, u rero-iheclo rom Napol. i o ornes-
A!7.s Ba/ncc Muti 9airtto tre a conhecedor da poltica madama ,
que a Tolos os corpos deliberativos nu-
meroso, fdlario inuito, e obrarlo poo*
o. a a experiencia por t da a puteo
nao tem desment do. Lembrem se mais ,
que quand > a' po ticos anuo. <-s Agentas d
tr.ui/aeto Gov.rn de I). Ped o 1. fa-
ziio i.ideini' as ac< O.ces, .espondid-liies
a Auror.t (Bulena mu" do I nperio^ u Qe
es>e in..! inda assim restarlo a' poni o anos llustiada da Na-
ci. Com iff ilo assim foi e asMn
tanbeo h.' a^ora a desp. lo do seu espi-
rito tran-migrado para oulros corpos e
que lauto se aseda rom o fluxo oratorio
ns Cimaias. Pa. enca....
Eu a({'ra hirei d.r hum pisseiodeob-
fervaco pelas GaiuartS p.uque eu laua-
bem conf.sse a$ p imeira parte do meu
.titg), que ali batiia sem peccados :
quem l'li'.s pi-der-' absolver sem mis i,
especial do Cuide Ziiuendorf ? epoia
me aproximarei aos attigu de -- V --
pri-i.-ipil objecto a que me de.jo.
H' a-m dovida, que a presente s-sslo
das (Cmaras cuj > fosforo ao pi incipi pro-
nvtii. o d..-. i.vo'. i .xj t> 11 o de muitos bene-
fi i is o Brasil,) animad s vigilantes,
e lois lo^uidas do elemento Ceutralisa-
dor comludd aquelle epiiilo de in.011-
ceijiiencia de contradicen que o citado
I'! 11 <>' Patilistano uola do estado da so-
ci dade Brasileir.. bem depressa piedo-
minou nos btncos da Pi.,[>rlscnt. o
I! 1 asi I ) tii o Pn.iiol ) na .1 .-alie o qoe de-
seja nao sabe mesruo o que hade exigir:
osa mus d l.um anuo p'rd.'iio
t ido o no te e em todas os ponto. cf>
Co an la-se a prorut ar a cshella propi-
cia do salvamento. Ve. dade incontesta-
vel que a'Taiige o mesmo Pharol, como
paso a demonstrar om lie me-mo : a
Em quanto ( dn ) Itum p o (ido nio p. edo-
miliar, em rio t^ esperata' por huma
maioria na L-gislituia ; ella fiucluara*
iiHce-satianieule entre diteisas co tcessea
feitas o cazo. 6 flucta 1 a srropre qua
s^ con-iota o pre toiuuio do p 11 lides : eis
aqu como com lofo- neo tnis se tara
cor.omitido o sen o do Povo. Com que
a fcausa definida da Naco, as mais
patentes neveasidadcs publicas, a miseria
que nos Cerca per toda a paita, preciis
pata serem m linradosda ir.fl niiria o limo
pai!id>? Nao be o sei^o,o dever o
p .trio'i-uno de todos <>s BrasilriaOs que
os devem corar e fa/el os respeitaveit.
Parece me que o Pharol tere escrpulo
de es'a'-alecer sob.e o Tltrono esa infl 1-
en'ia directora que nos be pieciso : ? a
lii h I ruin ts > onstaute e m- iln.dica.
M^s 1 s idets do Pnaiol sobie es e prin-
cipo so perfeilamente ido :ifn:ada- pelo
m"iia.cb9iiio americano da Aurora, do
qoal nunca ella e dignou dar-nos o AJ-
11 anak : o coerente- Monarrhia ba-
rata ( e >em camoio ) do Jiisticeiro !.. .
Vulto as Cmaras, e drti d'huma vea
com o (.'hrunista : se os discursos p.ila-
meniaris ^io li loa, se sao p.ocurados sa
faezem aensaalo nao be ( digoea ) por
que nelles o p>vo emonire os elementos
de si>a felicidades he que se quer vtr
( do chronisla ) a luta d^ liabilidade con-
tra huma c mp'Cta maioria, quer-se
imaginar como fi.-ariio WT inabala las as
coniciencas tenues dessa Uaiora como
em fim se faz dui bancos mmisteiiaes ,
btnro. dedoies; e a corageiii com que
o V1.-ii-letio rasi te a esas dores. o
Chroaiatd reconhice maiotia., e o Pha-
rol a nega.
1^ Continutrae )
AVIZOS PARTICULARES.
Preci/.s-se de um nflirial de Livreiro,
ou Eucadernadoc de lirms, aoqualaefor-
neOtt os prepatos para tiballio-, e-b tri-
dsnria de afZ' r. ..lem de oulr..s comodi-
dades que se dei I.r.'tau no juste: os per-
tendentes dirijiose urraca da Indepen-
dencia loja de livros u. 37 e 38, ou a
esta Typografia.
O.L.ix. taoignado f*sciiite ao Sr. Ar-
rematante da Agoardende q ie desde o dia
l5 deixou de vender o refeido geneio na
s .a venda .-ita na pr.>ct da Boa-vi>ti D. *
por ser colelado em ranadas que o anuun-
OMfi'e nio vende em deis mezes.
Dcmiogoa Silva Fcneira.
, MUTILADO


3H
DI v RIO D K P i
I B >~~ n~ni lian ara t a naan~a
i
OH
>nr.
A ab n* ssign t
A r i e t,.'rtiitf da
%gT1rff
d o li.. i 'eS-teab o (I ii
er n*
f y. i i nle o
ni*1* q *
U U Vrl
*im r n !.* sil ii. pa a d B i -
a D. 6. o refe done ero o no le 'be fe*
.neni-, ficou mteridd por c HU-
di i"ib60 can-di-, qu<'i(ia que cll nao
ende, e por in- lino eciente ao
ipeitan I pj(>l;c i n q i" ntO luj I*
'ora engan contra a miaba p-soa.
M P-rtfn^e enee'Tar n el'* do
El jh S'ir.i sil n Con te /Sirio
- II f.i |>- l*M 14 HM'lt,'. (|,
I^i c Fran ii o C -b-a! Can'a ni, e ho-
* o her ein*, esehot.e.r pesgo* que
ihaalgum imp-d rn nto >br dita mei
.'.iodo Ennh", como penh-ra, ou hi-
>teca hsja deannunrar | oresli fi-lia no
Di'aaO da filo dias.
*Tj* A petaos que annunri ro escraro pudo claro que se ach ni> le-
- mcvo da Baha, pode ep.recc atrai da
latrit da Boa vista a andar do sobrado
i. )7, ou anuuncie a >m morada parase
Ihe fallar.
HV Quem predsir de um raixeiio
fr n.eiio, e le-, es-
ir, e i ornar, d ija-sf a Pora d roe-
- piteo do Pill.ii casa de Joze Bernardo
0* Perlence a P. J. C. ea Este vio
le C. bilheuN. i3i da actual Lote-
'O Seminario.
&" Arisa-se a qu >a preso na cade a do Brejo um mg-o
ugidode norae Vlanoel Gomes, o qu*l di*
er esciuro de Joze Leooirlo de V'el *
aoi ador em Smto Amaro l'Agu*-fra : o
rgi-o cro'o, representa ter 20 annoa de
ade, alto nugio, lem p> z gran les. o
toa anca rucados, denUs.lv os e estaeJ'as
a*.
X9* Queco annunrou no Diario de \7
0triarte qu-reralugar un p?queoa
j para os 3 Oseies da testa, q e ni -j
i tu distante de ti pr c, sen lo que qei
u na 10 Povo Ji Pant-lU d rija se a ru *
; ./a s.ob ado L). 3a no a.* an 'ar.
W* A p !*Oj que preter i a comprar
< eas* tos lie/ Uoirroa, t ffr-r<*ce-lhe u
":m construida e ora, no B ir ? is'a; a fallar ua ruado muro da re
. 8.
* Quem quiser mandar aplicar u*
a e-tu'io de Grammalica Latina,
, r 90 como i meni*l, e serio liacta
O'iin d GbjWjOI ; quem HtiiflB juiser dni^-e o
h bo do Vera na Boa-rsta a es^ueida do
1 ido ni rt t-ri-eir c.-s nova, que ni"
0 ain la numeradas; que ahi fbai
1 quem trete a es-e espeito.
^ Precisa se de umi loja inda que
pequm*, as principaes ru tnioAiiinio, "U D'i>vfia : qum a
pa-a lqg*dilija-te a B<.li a de Luir
111 a d urna cata de ieq .-o f-nr-i pa-
.> fosinhar IWr i-tl.i srico depo pra den-io e fijer *a compras diariai ;
ai nij". ie
*9* Q ie-n tirer e queira atugr una
ca-M , de6 8^000 -ei p >r me/., em qoalque*
das tu<9 >io U.orro de Sanio A'itonio, an
nuncie >oi' esta flha, o diiia *e ra
N.ival.ja de reloj., iru D. i9 quo arhai
1 'mi quem tct4..r; adverte->e que se pro-
rn te ioi.ui .(-lo na ras i, e ata e pag ,i
dentado, cnro m^otrario.
vjar* Um a pal Brfi|ra offerece-ie
pua eaaeiro de urna venda ou padria .
Siijfta-sa>a tolo o sj r^o f iendo-se-llie
coiiTeni-iiei ; quMT delle se quis- r utili-
zar ditija sean Becife a Tt.-ida de Joaquii
Antonio de JestH ou aunuucie a sua
motada para ser procurado.
LE LA O.
H-je t.' Ierra lO'do trrenle fae se lei-
llo de diverjas miudeas ein b m titulo e
por preco cmodo, na ra da AIftndega
el lia Caa u. 1. segundo undar, pelas 10
hora* da manhi.
J*" Hen'y Chtslool:ers 8c Charlas
R >ope p 'iteodem faserlello d'um* por-
ci de qu>i tolas de vinho do Poi'to em lo-
t--pi-quen-n. no armas m Antonio Joze
Prrfii*; boje a.* fe ira i9 de crrente
pelas 10 hor.s da manhi.
1 uiuncie.
ja* Achaiivio-se alujado a J'aquim
!n-nte ds Santos, um esravo por no
ze, na(o AngolU, idade 18 aioan
l'i, seco d coi p >, pernaa fii4-.pt
s, coni urna atiit em sim< da
ia do vi o eaqu-id", e eon> dutea*
pioreiiientes de ioid^, ero 4ma d
l iit ao pesco,-o ; aconteced quena
o di. 3 deM-ico d coi rente ann >
^..reeeo d 1 poder do dit Clemente, e
raonJe se est alienando ronfior
te P ci velh, e no sguiun uto ta ra
>ia ; e como be provatel, qu- al
. idi i 1 de cscravo- o tenha seduiido
1 o fendtr; porque estar cmn ganto
. 4 no. e cori nt- ao j q >c o priva-
fu^ir, a r.o m r f irlado, po . s-i^nadu roga a todas as Auihori-
.- ro.lrciaes e sos Conimndanres i'Em
ve.", qe diNlumio recben-m Es ra-
ra f.r da Fiuviru ia, apm c.en lo al-
o-n os ypn'es ditos, b.>| 11 p I 1 Diario, ou parliciparem ao
"> br na Boa-
ra de S. Goriyalo, casa n. 10 ; a-
r nonria
Co ticionado &teraVna que sei em ie
VENDAS.
Um negro d'idade pouco raii'n menos
de '/O ii)iin\ ranoeiio, e hab p.r. todo o
ertco nmito >a lio e em Tirios: na caa
d' Joio Mi ra S-ve no R'cife.
ty Um moleque I- i4 annos, bonita
Irgura, laa 'odo o >emeo de u na casa, e
1 m ti m priiipio de sapaleim: na iqi do
F. gi O..11.
*y Urna tenda de uurires : na mesma
ctfaari a.
iy U n aiocom c.isa n>ra de p^^ra,
e e.lm muilo b< m 'ugar, por *rr na M g.
Islea iijniii a PO'-tesinlia que r para o
Loca a la lar na A-Und-g. am asern n. 7.
Hy Afeite de cauco pan luc Btuto
hora : n* %J [_' > relojo s-i bonete, cama de pa
(a : nesta Typ g afia.
IV B01 frinh4 de mandioca em sao-
case-em ellas ep>r piet;o comod>!no
arm^sem de Sinlo Brag", ra da M >eJa
n. i4t.
Hy Urna p'etaraoc*, e*e naci Ango-
la sem vicio, si'e larai de sarrell, e sa-
bio, uijnm-r, cosir-h r, e vender na ra:
na roa 'lo Rang I, indo para a 1 ib ra.lan
din-I oiilt-mo-. bradode um andar de va-
ra da de f rro.
UJI1 Frano-* &Silva, rontinuiua en-
dr, no *rma.sem que pertenreo a <\ K I-
y AcComp na na da Alfin 'ega velha 11.
3 ge-ieros auin'e*: v.nb-s angai rafa-
dos, p rl L.sbo-, Maliia, Shery, Te
nenfe, \1-1-gt, himpsiilia, Cl.ret, a ;o-
arlent- le Franc-, cidra, ser veja preta e
han a, eenebaen fai'os e bo'ijas, lo-
ua>, 1 ab 1- de coir.i, fo de v II, tniti-de
torlaS ai Coren, oleo de Ijnh-iQ-, BgiM-I8X,
reini/, rif>agre, g"x, t'i Ho Oe esf-e-
gar faca esperma e'e, sbiS vel!a< de
s-hoj cha hyvsou, perola, I noeri.il. e pe-
lo, iab < lurotos de Miran*, conservas, rooho-
para pe xe c r-arne, mosi > da. rMsnbaade
eillt, manteit, pregunto, InglezeS. gr-
r.f>s vasias, roupa bram ae de cor, sapa-
tO" p.-ra h'iMiem, e varias rniudes^S.
ft^> Lio ch xio roii livro, e.n broxura,
utitulado Academia Filosfica das A'tes
e das Sciencus q-ie eos ra o p incipios d s
i-oiihpriment.f. hom r.o s d todas as ai in, de todas as sciei.cus.
e 11 ios os < flt i s uteis ao b m cmiiim d*
Sociedade, em S tomos, obra interesante,
e dada ais'ni 1 817 no Hio de Janeiro :
l'ma molata mal uretra e pr -pr a
pra sr*iio interno de qti Iq.er casi : u-
ma negra ('alabar, ri-to/a, prupria tura to-
do o s>rvco e-ip'im quitan leira : na ra
t-aid Matrif d* Boa-ti>ta na primeira
caa das terreas d-> llerculano Al ves da SI*
ra, a qua'quer bora.
?jrjr* Couqueims pequeos, b M pua
i-rem mudidos, e por pcego como Jo, as-
- m como vacas, pj.a riar-se, e paia ma-
tar: quem tudo perten ler dirija-se a I-
Iha do Nogueira, ou ao sitio do Hospicio
que em an b.s a-* parles achai c >m quem
trartir d>su ajuste.
fcjp Um negro mosso de bonita figura,
ho canoeiio, untio dito mo-so de bonita
fieora, prouri-t para todo o trrico, urna
cubra mossa de bona figura com urna fi-
Ihamo'a' de oito annoa de idade : na 4.'
ca da roa da Alegra quem ai do b^co
que volla da roa Velh'.
j^p Um prelo, ptimo canoeiro, de
nai'Cabiuda, que representa ter 30 an
no' de idade; oquil s*>ende pelo motivo
nicamente de querer o escraro lerrir a
oot ostnhor.' na ra d'Ortas D. 5a.
jrlp Urna i.re'a de naci Angola de i-
dade de 18 a ao annos, sem vicios, sabe
cosinhar o diaiio d.* urna casa, lava, agrn-
g >ma iofrirel.ueute : na ra do Cutortllo
D. 11.
a/jpa No armaZem da ra Nova rnde-
se por pi'CO muto cmodo algn- alfiuei-
tes de diamantes e outros de brilhautes ,
- bra mu to mod"- na e de multo hom go.lo
e bois cadeiras ameriranas e kOIall bons ,
locadores de angico, bancas e mesas e ou
irua nitl'tot o''jeeios que arista d> 10 u
p a lor serio pal'O'ea.
arjpt Dt-rJ aeraros periligueiros, em
fjra >'e Por'as na piim ira venda adame
dos Qm \-.
*! Rara fora da trra una escrars
m -s de nagso b >a cosinhtira, co^tu-
reira e engmadera : na ra da* Ajjuas
eides cata leiria d'uuia porta edua-j,i-
ri'll-s que fica d-i-orite do sobrado 0.
16.
COMPRAS.
Urna commoda em bom uto, e um
moleque queentenda de pUnticio sendo
fiel e lioru es-raro e que ni exceda de
il a ia annos ; quem o tirer annunci-
por esta lollia para ser procurado quanto
antea.
ALUGURIS.
Aluga-se pa a se pas za no Poco da Panella : quem 1 pe ten ler
aunuucie para ser procurado.
PKRDAS.
No da 11 do presente mu de Setpm-
bro perd-u se des le a Passagem da "VI g-
d den 1 ate a roa de S. lose um coi dio de
miro fino com urna me da I ha e uma pi-ca
da fi-^oi. um annelli lacrado com a
firma ti. R. S. enib ulhado e-las r-oza
em um pHpcl 111)0, que vinba na altibei-
rs de um menino ; julga-se que por vi-
iliaco perder ; a pessua que achou e
se for He oiisci liria queremlo restitj
ttia'd.j ro o upcnQ.i o mesmo coidio, e
restituiudo rnente a me -tuina e o annel
lio p o ser obra que S lio 10 liaz eru rsli-
ni^ri) e nao lie do pro.ii i que perdeo ,
lo-Jo poder*' ficar com o ordso e a pesf.a
qoe-inn dWo s--* llie d-ra' mais em di-
nheio alguma coss (sendo pe.>.-oa que
exija recompensa e o oso sendo se Ihe fi-
era' nesta ohrigac5 ) diijioM ao R-ri-
fe na rende de A nimio Ju^quim de Me-
ui-z- edan! 1.
querdo, ida le a't annos; -adi des le
da 6 do co'rente levando s.n'a de c*>tla j
ozada, e pao da Co-ta azul, Carglas4a
ouro liras as orellias : os aprehende r m
levem m a ra do Noia D. ao,, q t. se,0
bem recomp' usado.
|0P Cos no llicial de car pina, edbld
idade de a8 anno aito car* laiga, em*.
dan lo, peina- finas, pes p-.l!ielauus, cora
sicatriesdeduas culilada^, urna na cabe.
ca, t outia na na 1, mb>s do lado esquer-
d ; figido nodia 1.4 do corren te do Eoga-
nb" d'agua, riheira de Araripe, Fregue-
zi* de Igutrass : qu -ro o aprehender rt<*
cebera 50$ reii ent-egindo no Eugenho
d'agua. ou no Recife a J ze Autiiiio aU
vea da Silva na Bja-vista beco das brrela
ras.
y- No da -i7 de Agosto da 1836, pe-
las horas da noite fugio um n o', q ie 1 fa
olo, olliCul desapateirode HomeEiuardo
idade de 17 annos, crpu ser e espigado^
bem parecido, cc<.s aleares,
macesaltas, bu I 1 fina, oielbas pequeas,
e o maior agnal ser gago, e sendo veixa-
do dista a fallar; octavo de ThotMl
Ferera Ramos, nioicdu- na Boa-rUta
nos 4 cantos ao p do sobrad da esipnaa.
H ero Hienda-se a quem o pegar lere-o a
ma Nova casa de caldeiieiro O. 15 qufe le
Ihe p.g.ia-. d speiis lerada gt^til a,.
?jrjr- Fugio no da i3 do cunete um
m .leque crilo que representa ter 16 a 17
rtiin.s, seco doitjtp, caa cumprida, o*,
riz afiliado, denles altos, pee um lauto
camblo* tid-i c j-qui I i de p*no Sul velha; e nao levuu
ratniaa : o< apiebeudedores Lvem-no ao
pie na M1I1 \f. le .s.imu Antonio sob do
de um aodii jolito a casa em que eie>ea
Typoginlia d-str Diaiio: o leteiido mole-
qt.e salte ler escr- re, c< ntai e tocar.
JaT* l''ugio di Lidade das AUgcas no
diaai de Ag jilo p. p. um tnuUto bem
airo, de nomeCattao, lioin uffici>l oe sa-
pa teiro, rosto abocetado, cabello tnm pre-
10, e algum l-nto crespo, nariz pequeuo,
e lilla lo cm todos 01 denles da feule pe-
la p'rte superior, e inferior, altura medi-
ana, t litio do cor 1 tu, ida le 2i a u anuos,
haibado, caheilos nos p> los, bem paieci-
do, lee nio 1 se rere, e leruu restidj ja-
queta da duratjue azul, calsa branca, e ani-
el t calsado. Recomeuda se a todos os Ca
pilaens de campo, e a nutras quaesuuer
pessos que o prenderen lerallo prava
da Ind--pendencia n. 3a, ou a casa no Sr.
Joze tos Santos Nevea, que sei mm b.iii
recompensado.
Tabos das mari chetas no Pono dt
Pernumbuco.
9Segunda
! > 6 a.
Z j 54
Tarde.
2; 10- -T:
II- -:
V |2- -Q:
/. i3- -S:
m a .4-15 -i: D:
m - ib.id m
2 6.
fi l - -j 54
- 3 4 j .
m - 4 30 a
m 5 4a .
0 6- 50 >
WOTICIAJ AKITIirA*.
.usado, e a quem Ihe trucer U r 40J> na ruado Vilano n. 11 piimeuo andar,
da>9 horas da rutnhi a ida tarde, onde
Marcelino Joze Lope*. tambeili se rende um braco d halania c m
tujsao'.iHi, e pesos de 2 arroubas at t Ii-
i^Jp A'gumi mnlhcr qne. qui ei irr bs>,
ESCRAVOS FGIDOS.
Joinna, naci Benguella> l>.ixa, cheia
do coi io, dentei limados, cr fulla, tem
o dedo mnimo da mo direia inn tanto
torto, com urna icatric no hombro e<-
Nuvio entrado no dia 17.
Mucclla, Pataca Sarda Boa Int. Cap
John Galero. L'onsig. Joio Pinto de Le-'
raos, etrga vinho e ntai gneros.
Suerie, Pati-xo Iug. Dean, Mt-slre"
John D-..n. Cons g. (. In nt & C
Liverpool ( I ia Inglesa- C'lieif.
C. James N. caiga fazeudas* Cousig.
Crapt. Komi, e C.
ADVERTENCIA.
0 Bendmento da Meza das D.'rersss
Bendas que demos em o n. 2 2 fi^ue
ciiieiidido ser Ja Provincia da Baha.
Pbrv. NA TIF., DB M. F. Faria 183S
MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EH5LFT1TD_Y94IJ5 INGEST_TIME 2013-03-27T14:22:18Z PACKAGE AA00011611_02032
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES