Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02029


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Full Text
ANNO I)!5.ll|38. QUINTA FiSIIlA
I5ESILTEMBHON. J00;
Pmt.*Miioo*i. 4 Tt.. n p.de Fm. ijfi.
DAS DA SEMANA.
15 Seronda S.'Aiita V. M- Aud. dos Jai si, do Cr.
de m. < de i. ses. d.t Tltegoutaria Publica a
Chano, de t.
13 Terca S. Pelirtp,- M. Rol- de m.a and. do J.de
O de t. I
11 Uu.iru Exaltado da Sania Cruz. \ao ha de-p.
15 Qnivftkj Si Dominaros em Sor. TI l. de m, aud. .lo
J do C. 16 Sexta S.Coruelio ses. da Th. P. and. do J. d
O. de t.
17 Sallado St Pedro de Arbiie* Re. de m. e aud.
do V. (?. de i em "linda.
18 Domingo Feata des dores de V. S. Quarto cr. nos
5 ni. da m. .
Tcdo agora depende e non meamos da no pru
deiic. modr.racaa. e enerla :coh(iiiiieiiio> ciun
l'nncipiaiiKiii, e remo anontadoa enm adinira-
frur.lammf* Au Jucmbiaa Otra! A* Arntil
Sul(cree-i.e a JiHlOrs. menae parpa adiantadoa
neta Tvposrfla, rna das Cruzcs D. S, e na Tra-
ca da linl<-|ien r-.urreapoiidt'iicini- Ick.iIshMri. e aiunon ios; i nutr n-
ilo -,. ee rratia ando do |iro|ina aaairnaiuea,
r_viiiiln -vtig-nadna.'
CAMBIOS.
Srtembro 15.
AiOndre 37 a 86 Ds. t. noi l ctd. ou prata a
B porcento de premio Nomina.
Lisboa 55 por o!0 premio, por meta!, Notn.
FraIlCa 00 -S65 Ra. por franco*
Hio de Jan. 6 p. c. de prcm.
Mnedas de fi.,400 13..&I0 i '..loo
.. 400 6..:j'Ja 6..800
Jizn I,.110
Premio da prata 50 p. c.
,, dailettma, por mea I S poroto
t re S por cento de ..escomo

PAItTIDA DOS COIUIKIOS.
OHnda_Tdos os din ao uicio da.
Ornara. Alhanrira. Paraib.i. Vln do Conde. Mo
rnn,u.pe tjto.* de S. JoSo. lirejo d Areia.
Ha nha. Ponida!. Nova de Sonsa. Cidade do Natal,
Vil"a,de Ooninninha. e Nova da Prineen, Cidade
da Fortaleza. Villas do Anuir. Monte mor nova.
Aracaljr, Cascavel. Canind. (irania, mperatris.
niBe"'"r^. s- Joaodo Pnnripc, Sobrar, Novad"
Klller. Ico. S. Matheu. lincho do sanpne. S.
Antonio do Jardim, Qtiesernmohim. e Parnnlii a
- Secundas e Sextas leiras ao mcio dia por va dn
lariha. Santo A lilao- Todas as qiiin meio dia. Garanliuns. e Uoiiito-nos uias 10 e 14
tetad nie/aomeio dia. Flores-no dia 13 d
cada mej ao meio da. Caito. Seriiiliaem, Dio Por
iroiao, e Porto Calvo-nos dias I, II l de cada
me r..
- -r1--------- i -------
.
PARTE OFEIUAL.
'..........i -............- --
RIO DE JANEIRO.
ASSEM11LEA GF.llAL LEGISLATIVA.
SENADO ,
SessaS de J de Julko de i836.
, LiMo o expediente, o Snr. Maiquez (Je
Baepeudy por paite la Coramis8.. de Fa-
htkJ.i lto hura parecer \n, que o Sena-
do mande impiimir a M. mm i.i i ff-reci
da pelo Co/tego Francisco Vieir.t Goulji t
e:.bn- osy^lema de p&, e medidas no
Imperio, tjue (i ou subre a mesa pata ser
discutido.
Conlimioa a 3. dVussio da risolucad,
que modifica > I tnbuues d .'I i ibunal
iprenio de Ju-tiga no ar. 6, que depiii^
ile discutido loi p|n ov,do, tegeitada a
emitida que lle luvia sido posia na etaff
anlecedeole. I ,
Seguindo-se o art. 7, o Snr. C*rniro
de Campos niuilou ;i n u. htiiim oen-
da pira que ^e reMluisfle a palle que
na a. discu-sa se l:avia suppi iii.ido.
O Arl. 8. foi approv.tdo corr aa emen-
das, que pasaar..5 em a. discussa.
CMARA DOS DETUTADO'.
Sssao de 2 deJul o.
A's i0 horas fula a cbamala, e ai han-
dn-se numero legal, fot berta a >e sao
depois de lid), e approvada a acia d'utite
rdenle.
O nr. i. Secretario deo conta do ex-
pedienle, e leu luim ollici > r'o Mnislio
da Fazenda remetiendo a copia do regu-
!ame(io d'Ali".indeg.
Ouiio do .Sien Ui io do Senado, que
d z, que tcnrJo oS. nulo npprovado a te
soluca da Cam-rd acerca dos rx-uie-de
p)itrma O itm do mesmo Secrel.iiio enviando
liuma pt'opo.sicad u Senado arena dos
vetn imenlos, e homai dos menibros do
xtiiiclo Consellio delatado: foi a im-
primir. Mencionarla te l^utis reqaeri-
uieoios dr pai tes, que f- es i esped vs.
Iliinirt r-presentacao da Cmara Muni-
cipal da Villa deS. Culos di Provincia
de S. Paulo, e outra d* Cmara Munici-
pal (Je Lbatuba, (jue l.uiib.m foro >C-
n-sGe* respectivas.
I."iose, e foro a imprimir por se jul-
garim cbjei lo de del.bcra^io lium projec
lo do Sr. RafM-l deCarvalhooutro.do Sr.
Paranbos, outrodo.Snr. F*rnandej di Sil-
veira t
Foi rpm tli l0 meza lium projeclo
doSr. Rfael do Crvalli0, que nao foi
jugado objecto u'e deliberaca por una-
nimidadede v. tos.
O Sur. Cmaeolemetleo mpis hum
pViQeefei pedinda fosse remetlido Com-
miss 6 de C instituido, o que assim se
fez,.
Foi lido pe,, Snr' Cnlmon Relator da
CummissaS de Diplomacia, eguin'e pa-
recer d me.ma iceica do Tratado de C5-
merco con Pm lugil, o que Sendo julga-
do objeeio de del bii,.ca foi a impri-
mir.
Foi prsenle Commissa5 de Diploma*
ca olrai'io decommeico enavigacaS
entre o Urazil, e Po-lugal, concluido n;
e ti Corte aos i9 de Maio do currenlean
no, eremetli o Cmara pelo Snr. Mi-
nistro dos Negocios Esiran^eiros em a-
viso de 26 do dito meu, acompanhado do
pi oliirolo de idntica negociac que f-
ra incelada e na6 acabada em 18a5, p w
(* usa do l'nllecimenlo de El-Rei o Sur.
D. Joa VI.
Pondode parte quaesquer >ynpit1iias
que possa merecei-nos a Naco Per u-
gueza, donde pioced-mos, e m'e filis-
mente reina huma augura Princez. que
Foi a piimogenila do Braiil; a Comms-
'i>, c ludo aos intectssPR nacionaes. Con-ol-
tatil-os pois, e examinando escrupulosa-
mente ;ih e^tipul -c5e* ronleudas no refe-
rido tratado, achou que nenhuma dallas
seoppuuha ao direilo d^s gentes, e ao
nosso direilo pub o, e que al/umas era6
vanlsjo a, a e^le Impeiio.
A mais i otavel dessas estipul c, he
a di.arl. 10, que cstadefece a r. ciprora
diri iiio das mercbdorias de hum dos Erados,
impoit.nl.s no nutro, E pos'o que esta
dispoaica, se augure de.-faonv. I a al
gtiem, como tiazendo huma reducca da
lend publica, todva a Conimiw. p^n-
ta que, longedepeid r, o Thesonro Na
ciooal ha de lucrar cm a mesma dispoi-i
ci; sndo, como deve aer, em ullima
analyse, proveitosa nossa cultura e in-
duxlria agricol-, e al me-rao nossa na-
Vega<;a5 e commercio marilimo de long <
curso.
Cum elei'o, assegtirar aos no so* pro-
ductos hum rnercado de 3 milhS'M de
consumidores, por meo de hum bvor
que pode entorpecer a conc.niencia de i-
guaes productos d'oulras Naces, be aem
diivida animar a nossa producca eeco
uomia rural. Alguns gneros da nossa
coliieila, romo o tabico e o arroz, que
mal poli rii cononer rom os da uniaS
Norte-Americana (cojas cslipulacBes oom-
merciaes rom o Govarno da usurpaco
P'tugurza tem cesado, felizmenl* para
io) sirio de ora em dianle favorecidos
em Portugal, onde, alem di-so, o nossp
assurar, caf, evan'oi cutios peoeros a-
clar6 maior Facilidade, n6 s pata o
con ummo interior, como para a reex
portaca6que se far do vantajoao poito
de Lisboa. E anda que, por effeilo da
reciprocidade e-t.p.ilada, d. ve no mer
cado do Biazil verifiear se igual favr r
respeito das mercado ias Porluguezas, iv
he rom ludo elle de natuieza tal que em-
Wace a concn enca de outraa n.c.,
ciijs pmdurt ,s sao geralmente de menor
preco real ou necessario, A que o da
m sma especie que recebemos de Portu
gl.
Por ontro lado, sendo a Naci Portu-
guesa nica da Europa rom qtiem p-
demos concorrer em navegaca, manifes-
lo be <|oe > de Portugal podemos eafie-
rar a tal respeito, a reciprocidade de Fa-
vores que at agora tem sido negalon'a,
e mera jelia mora ero todos os tiatudos
que havemos celebrado rom outrrs E la-
dos Euiopco Em verdade, alem de
poi-suirmos a'guns navios que fazem o
rom-tercio de longo cur,-o. mire os nos-
s..s p ros, e os Ha Coroa P,.rtugueia, he
inqut'blion..vel que os arma lores Braiibi-
iOi e Portuguez'S arh.i5-se em igme.s
citeunstan ias, e Iula6 c m os mismos
ob-turulo-, pr.venienl-s da rotina, hbi-
tos e pregono it>>s communs. E pois que
Mmente abordo das embarcacSes de am-
bos os Estados podr ler lugar o favor
da reduce o do terco dos direit, he tam
I em manifest qti'V pela di-posicad do
oit.'d'j artigo, o res commercio de lon-
go cursosei animado, e poltra medrar
a nossa n.ive(>aca5 e consIruccaS naval,
"ffbto que abundamos em poi tos, madei-
ra-, e eslaleiros, onde oulr'ora se fabri-
ravrt hum grande numero de ra Os.
Quanto appneiite rrducca das ren-
ds caciooae-, a Comiiii sa5, calculando
sobie alguns da los que reputa fegurns,
nao duvida as eveiar que ser moito
infri'ior svanlapens que devemos colber
do favor 'Id > nossa produccaS e nave-
gc. O termo medio do produeto dos
dir i'os de 15 por cenlo, pagos pelas mer-
cadnrits [ orluguezas na Alfandeg tiesta
cidade nos ltimos tres anuos, con.-ta que
pomo exce'e de 64 conlos. A'bitrando
GO para a Alf-nJega da Babia, 50 para a
de Pernambuco, 30 para a di Maranba,
e mais i0 para as outras do Imperio, te-
lemos 214 contos, cujo tere (que vem
a ser a quantia reduzida) pode orear por
7$ contos, m^is ou menos. E*ta somraa,
no entender da Cotnmis-io, ser pronta-
mente cobirta pelo augmento d.t expWr- !
taca5 dos noitoi piodu< tos pjia os do-
minios puiluguezes, onde se alargar o
esp.ctivo con.-iimmo, e pela maior im-
portancia deg eros de pioducc<5 e in-
dustria poctuguesa que ser prurada pe-
lo favor, e pela nuir eipoiti^a do
Braii".
Eittitanto, b ni que a>ja de vol Ta-
voiavel adopc5 do tratado concluido,
a Commi-sa julga. todava do s u Jcver
chamar a aKen^& da Cmara sobre a des-
vantagni que pode resultar da liteial
inteili^encia do arl. 7. .O indiiluosac-
cosados d'.Jia traica, em al-;ii/ii dos El-
la lo-, o le.eb.ia piotecco, >ejiindo
este artigo, nu tei it.rio d.out.o i'e.'a
legis'acu portugueza ;o numero os os
rasos em que pode ca'er a relVrila acen-
sa ea5 ; e se u to he na5 proteg r aos ac-
cusado de tentativa c.nira a vi la do So-
ber..no, ou do crime que iuppouha ;gu-
al pervrr-id qu.> a di n> g c-. do asilo a pessoas que
por uro de cpiuia ou de clculos poli-
lie a, possa5 ser con ideradas como iti-
corsas em alia tcaicao. Para evitires^s
intellgencia, que serii tanto mais *iis-
peita d iniquidade, quanlo be ce to que
a dist.nca emquea natureza collocou os
dous Est tancias de ambos, de-troe o ptiigo <|ue do
asi'o podissa esu'tni ; a ( o.ij.i- ao he
de parece. \
1. Q ie se sollicile do Govcrno X con-
veniente. deelar-Q- 5 ( per meio de notas
reversaea, ou do artigo ad-licional ao tra-
tado) acerca dos crines d'alta traica a
que he refere o arf. stimo.
a. Que, fila a dita declarario cm sen-
tido -a i-fatorio, Cunan d oseucon-
senlimenlo ao me.-m 1 traUdo, adoptando
a teguiote reaoluca.
Ait. nico. Fica approvado o tratado
de commercio e navegaca, concluido en-
tre os Plenipotonriiri' s do Bil e Por-
tngal, ea-aiguado tiesta cidade aos i9 do
Maio do con ente anuo.
Paco da Cmara dos Deputudos, de
Julho'de 1836. \l. CaJmon Du Pin
A. Peregiiu Ma iel iM-jijteiro. A. M.
de atourai
Ordem do dia.
A Ue.-oluc que concede a tanca d<*
tiOft) arinuaei o Bri^adeiiO Mancel An-
tonio Leila Banceia, entro.1 ern discus>
sa5, e foi leuiellida Commi^sid de Ra-
dacca por >ei approvada.
Enlrou ta b. m em discuua a Res 1-
luead viuda do Senado o anuo pretrito,
que approva a aposenta.loria, que o go-
verno concdeo a Joze Alves Pinto CaH.
mnln
t--------
^


BUBIO BE PERNAMBUCO.
OSr. Hemique de Reaendeopino,
quef'ltindo a'guns documentos net tesa-
nos, naSse devia Volar ao acato em se-
rotlhante ob)e. lo, e rcruzou dar o stu ro-
to a es-e respe.il o.
O Sr. Floriano deT..Uedo-d.sse,_q >e
existindo hum Parecer da Commiseao de
PensSe. eO.den das, que rep.ova a a-
potcdo.iatMti qii zes, femques* fundara parauso.
Mandn sevir da Secretaria o papis
necessariosa esse resp itc
OSr. A'cibades-popondo adoia-
mcnto at ser discutido o Parecer da Coro
missaS da Caz., foi apoiedo, e posto a
?oos fin-u empata'o, e na forma do He-
fiimento, a qnestiStncou d hada.
OArt 3 di Le do Occemeolo relati-
vamente despena para o Ministerio do
Imperio em discussaS.
O Se A'cibiades austen'ando a su a
emenda parase e-tabehcer huma Accade-
m;a de Miuerslogia najPruvioaa da Mi-
nasGeraes nostrou pertencer despera
geral esle objecto, e n.S dtspesa provtn
"6 Sr. Faphael de] Cartelhei
que votara contra todas aa antead-*, qu
>Hmentasseni a despeza.
OSr. Mailim Franciscoustentnu as
tuia emendas mandadas ja a Mesa, redu-
cido as quantias das despezas das Cama-
ras Legislativas.
Deo-se por discutida a materia.
O Aitgo do Sr. V.sconcellos para se-
ren divididos do orcameoto da cada Mi-
nisterio em ertig >s, foi posto a votos e
ficou addiado.
Foi approvado o addiamenlo cerca da
con ignacaS pa Paquetes de v.por.
Proced< o se a eleigaS da Meza, e sabio
Presidente o Sr. Ai sujo Lima : Vice-
presidente o Sr. Araujo Vianna : i Se-
cretario o Sr. Belzaiio: 2.* o Sr. OJo-
rico : 3* o Sr. Assiz Mascarenhasf: 4
o Sr. Feneira de Castro : Supplentes os
Srs. Cornelio Franca, e Luir Cavalcanti.
Dando a hora deo-se para a ordem do
dia asemendasdo Ore-amento, que fiea-
r*o addi.daa, a discussaS da proposts o
Governo para se suspenderen! s garantas
na Piovincia do RioGiande do Sul, pa-
ra cujo fim se convi.lou o Sr. Ministro da
Justina.
Levantou-sea sessaS as doas horas a
meia da tarde.
DIVERSAS REPARTICOENS.
Dos Guarde a V. Exc. Secretaria da
Prefeiturado Itaifc r4deSe'embro d'l836
Illm.eE lateante de Albuqurqe. Manuel do as-
cimento da Costa ai mleuo Prefeito da Co-
maica.
TRIBUHAL DA RELIACaS.
I
SessaS de i3 de Seten.bro.
Na appellac-5 i ivel do Juito Municipal
da Villa do Pnelo, eppetle-.te Manoel
Alves do, Santos Jnior, e appellado Jo/.e
Antonio Cor.a da S.Ua Guimaracns, foi
iuleada pela reforma la sentenca recorr-
da por se ns pro ara existencia da pre-
tendida SoCiedade, eporisso nenbum di-
reito tinha o Autor para provar a acc.o.
VRBBITl-RA. D* COMARCA DO RECIPE.
Parte o dia i4-
Illm. e Exm. Sr.- Das Parles rece-
hidasconsta, que Sub-Pieleito da Fre-
cueia de S.nto Antonio remetiera p.eao
a Joaquim Francisco Gomes, appelhdado
o Alaros*, por denuncia que der. oso-
ero, de qoe era fugitivo da liba de Fi-
nando, onde s eslirera oiio meses, leu-
do sido para all .em l'iK af.m decurn
prir a pena de cinco anuos de degredo,
que Ihe f.ra imposta, por c, imci de b,,-
micidio, priado no lugar das Cu-cu.a-
as, par.effeitoderoub>: que o Coro-
nario de Polica da d ta Keguena re-
metiera a Jos, preto, ee.cravo, por ser
encontrado em desorden: que o i>ub-
Prefeito do Poco remetiera a Antonio do
Re.ro Barro, por haver injuriado, e Mi-
tra? lado a seo pai, e que o Sob-Prefe.to
daFreguezia de Ps;n*do remetiera tres
r.crutas, cujos presas titerao o compelen.
ie destino.
ESA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. 184.
OBRAS PUBLICAS.
As pes>dis a)ue quisr. m servir de tra*
bailadores nos Irabalbo* da abertura dos
poc>s aitesianos dirijio se a razada Inspec-
q6 das Obras Publicas do meio di s da-
as horas da tai d'. I Pub'ieas i de Setembrode 1836.
Moraes Ancora.
CAMARk MUNICIPAL DO neCIFB.
Sessa6 Ext.aordinriade30 de Julho de
i336.
Preridencia do Sr. Silva.
Comparecera5 os S. Miranda, Son
aa, Gusma, Pessoa. S. Pato,-faltando
rom cansa-os mais Srs.
Abena aS'-ssio e l.da a acta da anlece-
nente foi Sanci-nada por e^ar conformr.
O Secretario dando cont do espeden-
te mencionou os Kgntaled officios :
Umdo Exm. Presidente, em qoe par-
ticipara, que se achava exp di las to-
das as ordena necesaria-, aos En.arrega-
dos das prizS s, e d Ei'ahekrirnent. s
de CarJdade P1" franquear a entrada dos
mrsmos. a CtWWfiaaao encarregada de os
examinar : inttirada.
Outro do Fiscal do Biirro da Boa-Vis-
ta em que pedia, que se Ihe mandasse pa
Raramiantiadea,400 empolle da lim-
pera da Ponte d<. lalerido Ba.rro feUa no
mes de Julho do correnle anuo : que se
parause mandado.
Out.odoFiscaldeste Bairro apresen-
lando a conla da de-per f*l com o de-
sentupimento docanodo Pateo do Ca-
mo, e coro os beneficio* Gritos na ra de
Dorias, Pateo, e Beto de S. Pedro, Be-
coda Bomba, e Saiapatel, e ra de S.
Thereaa, cuja despesa impoitou ero
6i-S)880, e quese Ihe mandasM p^gr di
I. quantia, abriendo 502)000 quep.n or-
de.n da Cmara deo o Pioourador ; A C-
mara del)beroo que fosem examinadas as
tontas p-loS.. S.P-io, e q' d-p de exa-
minadas se mandaste passar ntand da qua
lia eligida abatendo va 50-3)000, que o
mesmo Fiscal ja havia recibido.
O officio adiodo do Exro. Presidente,
ero que p.rte.ipiva, qu* o Art. II da
Lei Provincial de i4 de Abr', nao inhi-
bi aos Juites de Paz de f./.er el Incoe en-
trou m disiissaS, e oi sobmetiido a
Commia5doS. P.s-oa, e S. Paio.
Apraeniou se nm reqoei imento de An-
tonio Joie de Magalhaeua Bastos, reque
nndo para aforar uro terreno, que per-
tence a Cmara por coaaS d M^theui de
Govei e Souza, e sua inulher ; lerreno
este na rontinuacade urna ca3 de sobra-
don.0 43 do mesmo Supplicante : a Com-
nvssa do Se S. Paio.
Mandoo-se passar mandado da quantia
de 200^)000 a Joae Fraucir-co Fene.aa C-
lao, enca regado da obra da Ponte velha.
Despichar-a-se alguns requerimintos,
e por ser dada a hora alevantou-se a nes-.au
a roandaraS pasaar prezente em que s
signaia. Eu Fulgencio Infante de Al-
buquerque M-llo o escrev.. Sv Pro
Preaidente, Gusma, Miran la Sousa,
e S. Paio.
ARTIGO GOMMUNICADO.
AS ELEigOES.
O alenci-> profundo, que em Pernam-
bu o -e tem guardado sobre hom negocio
oatr'ora lio debatido, era que o intitula-
do bem publico cbamava arena perio-
dical tantos interesados rampies nao
pJedeixar de ser liu.n plano sy.temt.-
co; forem nao be hum miteno. Ssm
dunda todos os partidos deejio, que o
Publico durma sobre a mnita rleitoral ,
em quanto quesuas cabalas velli' assidua-
roente : essa ronde* nlo arcompanha
impedimento de arcio ; pelo rontrailoaa
chapas seinullip.io, e se f..iem coi rer
maisdoqtie a iroeda de co>re. Eu lam-
ben nao interromperia o -o de mudos ,
eu tambero espera, a pelo n sollado js
Andadores da n.inba chapa ( porque eu
pertenso a huma chapa b. m que nao sa-
ja do chapados ) se hio vise publicado
no Diario de Pernmbuco dous artig 9 a
respeifo de aleicSes sob a firma de y -
cujas doulrinas de-me a cjusciencia ,
que pass.ro sem conUariedade e vio ba-
rulharos bons principios da p .pulacao ,
aballar leus sufragios, quic*, tornar p nicioso o que em M he hum iffetto pra-
tico das nstiluices liberaes.
Nao farei desperdicio de lempo, e de
palavras emprenbendendo huma exor-
taco sobre o mrito ou desme. i'o dos
elegiris: esta geremihd est sedica )a
ninguem d-lhe o menor aprveo. Ha
nurito real, nao ha duvida alguma, mas
os partidos ou o deco'ihecem ou siu in-
diflVrenles. A ext o icio verida do es-
tado dos negocios pblicos he que hade
commover a conciencia e o bom sen^o
do Povo : he mell.or fi.ar nisso do que
emportiinal-o p r sufrag os pr can I d -
toscuj-s sentinv-nlos ou e>lio ainda en-
cartnxados ou ^o d nalureza dos li-
quido ; correm por onde se llirs abre
canal. Sou neste ponto coeren'e cun -V -
ns seus artigos transcriptos no Diario :
dtgfo-nos 0< quo se iiiculcao candidatos ,
o que tiles sio e nos api ovalaremos su-
as capacidades.
A Bussula | or onde se deve guiar a opi
niio doselegendos do Brasil na conjuc-
tura actual, be sm contradici) a mar-
cha rigorosa do G-verno e a residencia
constante da Oppo-ici no seio da Asam-
blea Geral : nelles acha-emns o norte e
o ibl, dos nego.-ios do Brasil : aflVicSes
hum, ou a outro principio, colocara
os solos us pollos upposlo. Nio Uiamos
j mais carga ningin-m de suas coivic-
c5 s ; he muilo ceito quoas veres erra-
mos chata de bo-is d >ijos; taes erros
sio respeitados pelo phil.tntropo. No en-
tinto bom headvrrtir, que o meiidiano
da razio oio loca neuhum dos extremos ;
coro ludo segundo bons pensadores elle se
prosima mai* o hemisferio da Oppoai-
e'io do que ao circulo d Governo. En
?ou expor alguroas observ.iQes.
O Farol Paulistano nos diz sem rebuc>
he preciso sab-r que principios e'que
a desejoa queiemo fa?er prevalecer para
sabor depois que homens haremos de
escolher Ora pola, esses princi-
pios, e esses dezjos ninguem dji que
nio estejio ptame* as inteOCOas e no
credo do Governo ; e na repdlca da oppo-
sicio. He lempo de decidir.
Tem-se ditoaqui em Peruarobnro que
as Cmaras nada tero f. ito nem concen-
tem, que o Governo obre: deslavad
fabidade, aeria e sem reflesio, se nao
he antes nojoso servilismo ao mais dezan-
cado Ministerio que tem drigi lo oB a-.il.
Se diss ssem qe os l>fisladoras do B.a-
sil nio tem f it tud qu.n'o deviio, e
t-m dealguroa forma ob lado que o Go-
verno faca o que na deve, dnio horas
verdade publica. Esses mesmos que aqtii,
e pelo resto do Brasil rxiocinio lio m-
fundadamente ellt-s mesroos lem feilo
coro cora a censura da imprenca sobre al-
gumas perlenQes doCoverno, e que fo-
lio lio hrilhant.-mente repellidas pela rc-
presenlacio Nacional: fo>a desles desva-
rios <]Ue esses m. smos devotos do Go-
?ei-no Ihe e.-lranliaio o que he que o
Governo tem prop sto, o que he que
tem querido faier que o nio tenha con-
s-guido por huma masara compacta, sur-
di, e caprixoss? Digio-noa tasM S s.
leudo as fallas da oppoco e leudo s
fallas djlad minis'erial, interpondo o
seu juizo de que banda acciae a justase.
Seraoelles cap.zes dess exame ? Paie
cerne impossml a' muiti-simos Lo,jo
piis, elles forio bypocritas avultando
a censura daquillo mesmo que aprovarso
no coracit ; dez jaiio talvet sacrificar ao
actual Governo o direito de discusnio,
es'ario disposto a l'ie sac ilioar tu io, at
mesmo a ConstiloicSo, assim romo nio
be ro de dezejr|{ror a' mert do a-u
arbitrio a lileidade d< irprensa a ga.
rantias sociaes &c. )C. Qie bello oaro-
pa para Boza .....
Pensario que me incumbo da apologa
da opposicio ? B m longe disso ; eu ja
disse que larobem ella tinha sen-, peccados,
mas no se Ihe sobrecarregue do que ella
nio-be culpavel. O Governo pedio sus-
p-ncio degaianlias, e conseguio quanto
q.iiz a d pedio mais sollados e (Onseguio o aug.
ment da forca armda; o Governo pedio
mais dinheiro, roas diobeiro E
conseguio dos Legisladores apezar d
fulla deste primeiio e vital elemento; o
Governo quiz arredar-nos da communi-
cacio coro o O fe da Igreja Catbolica,
em saptisfacio a' alguns seu-, efiVicoad e na6 oblante o* mais brilhmtea esforcos
da opposigsS o Governo intiroou, e con-
seguio a inteirupcaS dplomalica cora a
Corle de Boma ; o [Governo leve a cele*
breira de mandar ur bereges para calhe-
quisar ( civilisaeio ...) huma paite da
n i8*a populacio e aTpatat das eXorlacdes
mais vehementes do respeitavel M-tro|io-
Ulano em despreso do-- clamores do* mais
ab .lirados Oradores de ambas as Cama-
ras, por arinte aos mais oit doos prin-
cipios alii enunciados, os Moravs hio de
?ir o Brsil As Cmaras tem censurado
innnrgansC'S do Ministerio e na5 s
o Ministerio nunca secomp'eta no pessoal
numrico como que ainda assim mes-
mo manco, elle se reduz a dous Ministros
e meio : o de Estrangeio< ( que tem cor-
rido tolo* os signos rial) o da JUSTICV, e o da Marmita.
Os oulros s5 noineS. Veja-so a re-peito
do da Guerra, o seu Belatorio na aber-
tura dest S ssaS, veja se as suas mise-
rveia informai-Ses vocaes s inlerpelaces,
que Ihe era feitas na C. dos D.-potalos,
e O modo gro-eu-o coro que deixou da
comparecer nas^disoiice- parlamentare,
ficando so Ministro de E-trangeiros a glo-
ria ea c.aridade de o ub tituir a< fgra
em negocios da sua BeparlicaS. O Mi-
nistro da Paseada todo o B asil bjm sa-
be atormente a Pr>r mia do Ceara'.eo
Senador Saturnino, que h impossivel
que elle possa ser Ministro de Pateada. 0
Ministeii) do Imperio d-s de ladeOu-
Iubro do inno pateado l m corrido na
maior iii'tabilidade; tal vez essa B-parti-
eio seja ocupida por algum nvisivei. Es-
te Goveuio ss'im mal or^anisado leudo
* |'Or se.i animo a legali lade ; tombati-
do vigoro-ara- nte manten-se lirme he
teimoso em seus planos mo.stra-se des-
piesador da BcpresentacaS Nacional, tem
eulre ella hum HalalhaS voluntario para
a rolacn e projecta ainda hum grande
Iriuro bum golpe vigoroso na maises-
sencial de todas as garantas, perlenden-
do redusr a liberdade d impreosa a hura
gro taacanhado, e Uft cheio de tro-
peases que Ihe n<5 possa mais ser tem-
vel : deixando ao resto da NaQa a carne-
ra-optira das nomenclaturas constitucio-
naes. O Governo conseguir'o que quer
?isio os elementos OO'rt qua conla corn
muia maior facilid de e de-empeno ,
do que setis p^rinetidoao anti^o Governo
Imperial s o lembrar-se diso. Eduse-s,
que a A-semble nao tem deilado o Go-
verno faier nada? E o que he, que o
G rerno quiz e que nao est' feilo o"
nao espete alcana.-? Queieriio ( eu o
lomo a r-petir ) quereiio q' todas as suas
pi-oposlas passassein sem dis necio, que a
todas se r-sponde'se com g so AVIEVI Certamenie qoem enun-
cia huma t.l assersao lio vazia da censo,
nio l<-m bdo os papis publi.o-, nio esta
aol'atlo da martha dos negocios do seu
Paiz, ou talvez deseja civdisar-se na encola
dos limaos Moraes.
( Contnuar-sea.)
VARIEDADES.
tldea
Dialogo entre Mr. Cutilque, e o a.
Cosme.
Mr. Boro jour, meuquciido Cosme.
1


F.iii como ra i-so de fortuna .' A Ma-
riquitas que traga luroe.
Cos.Vamus vivetido romo vclh I
D*oa parece que se tem esquecido de n> !
Tanto fri !
Mr.--Q ial Dos, nem'qual carapuca !
i soshS auligualha Natureza, meu Cos-
me, natureza / La nalure, rm Francez :
e m Hcspanhol, La Naturaleza .' O mais
*a6 i iaa rangosas.
Cos. Fdalgo ; a nvmscmpre me en-
Miiara que ha lium Dos. Eu creio mi -
le ; e heide morrer n< credo velho.
Mr. Vem r, meu pobre Cosn>e :
heide conseguir alimpar-te esse toutisso !
Tu sabes ler ? Heide trazri -te o Volny,
o.Mirabeau, o Rousseau, o Dupuy, o Ci-
tador, e tu vers que todos nsjsomos mi-
teria.
Cos. Fdalgo naS se canee : he lempo
peidid Siga l o que quizer,J mas dei-
x -ne roen a mirilia cartilha, e cura os
me"8 costme*.
Me. Nao ha r. medio sen- aturar es-
te. Inoncos ; sao mesmo huma peilra !
Meu Cosme, la nun^ sahiste do lar eu
einigrei E-tiveem Franca, e na Iugla-
le-ia, e na Blgica, evcnbo hum sabio.
Assi ti as di.-cuss5es de Mr. Thieis., e lo-
go aprend poltica : li a> naelliores obras,
t n como araras.
Co*.As$m ser, masestando eu nu-
tro dia na l'.id le, fui a hunn botica bus-
car hum remedio para a nuri- Biitres em
quanlo me aviaS a receita, ouvi ditel
hun- Srs. que li estavad em palestra,
ijuciuea signal mu to seguro o sim-
ples aso de ter emigrado. Que houve
gente que veio peior do que para l foi.
Mr.Gothicos Golh.u>*, que nunca
ihiia Do ninhoseu p.t rno.
Cos.Deus me livre de jnlgar que em
V. S. e p.ehenche o que diziad os taes
Amig' s da Botica !
Mr.Que pndia dizer ? Barbarida-
des e se nao 'le l ?
Cos.- Dizd que grande parte dos E-
nrgrado- tinha rindo enfatuada de sabi,
que a final todo hrra impostuia. Q ni litog se julgavad taes, por aprender
hum cumplimento em Fraucez, mistu-
ran lo-ltie oe Ve* em quanilu Imni good
uylhseguido de huma puo'eta :aprcn-ier
m ia duzia de nomes de Aulhores, como
que tiles d'Ssera t6 arremedados, mas
que inda agora ouv. a V. i., avolumar o
peito como as mulheies ; uzar de charu-
to-, on de rap ; alug r huma cara de to-
lo, e raspar-Ihea vergonha ; namorar a
tmto e a direito ; entrar em lium Bole-
quim, e lr por desfa.-lio hum artigo de
qualquer fullia : p-la lego de paite, vi-
tuperando o Peridico ; fallar de politi-
ra, en 6 sei de que Contracto meter a
BegiaS a i edil u'o Eis o que el|n| disse-
ra serfo espelho de cerina Emigrados,
nmito principalmente dos taes que antes
tintin -ido de Combra, mi das Cnvas de
Salamanca. Mal -e V. S. nao he d'es-
sesta-.s, tero, como'diz, oj verdadero
mi racmenlo, n sti como n.i l.-in sido
empregado.
Mr.O Governo oflereceu me hum lu-
gir de Governd'U-Civil, man eu nao me
cujo portad pouca rouza : rstou espe-
] ra de q e qualquer Bat Hia me nomeie
J Ministro d'estado, e eniaS me lemb arei
do pobre Cosme, da Mariquitas.
Cos. E com elT ito pentea-se para is-
so ? II .de perdoar : eu como que ouvia
dizer d'antes que hum Ministro d'F.stado
>ii \ i.i mi hum hom m muilo cireum-pe-
cto !
Mr. I-so era no tem poda esciavid<6;
je que temos libert paia hum homrm
ser Ministro d'Estado, hasta que hum B<-
talha de mssdad.s com hum Peridi-
co oqueu ad, eesl f ito -em remedo.
Cos. Mas se o tal homem na5 suuber
da sua obigira ?
Mr.1) sso nao se trata : o tempo pre-
sente nao lie de letras, massim de lelas.
Cos. l'or i-so nos vamos mal! O.be,
Mr. Culili<|o', o que a mim me pa-
rece he que poi causa des as doctrinal a
Kau na5 p le naV-gT V. S. e outros
pie taes querem dar leis : e como hoje
mana lie de f.zer leis provisorias, por
issoavans marcha essim. Meu Avdsem-
pieme emhalou com esla pe leng< filho
rfe Burro n*5 pJe cr Cavado -Por isso
nos Citamos veo Jo o que veruv I
D E P E R N A M B U C O.
Mr.-.Eiit6 que vez tn ? Falla Dize?
Cos. -Oque? Muita asnera. Ero qui-
to o homem das Botis viveu, inda .-lo lu
tal e qual pagava-ae, e a gente andava
contente, agoi a ludo he miseria ; ru i.a-
bem governar.
Mi.Br.va C<>sme Brava Com
que Vm. heChamno? Inda agora Ihe
sei da prenda.
Cos.Eu fallo atsim de-de o tal encon-
tr na Botica, aon le ouvi ludo quanlo di
go, aem ser tnf.il do, como ftllava hum
d'SlaesSrs. da conversa, qu scro gritar
como os no-sos Plegadores c da Al.ia,
leva va a persuai;a mesmo ao fundo da
nossa alma, listou conven, ido de qu-iQ-
triesculei; e romo sou hum Poituguii,
mas s Porlngiiez, Iemlua-nie-hei em
quanto vivo do Grande Homem que nos
deu Paliia, ea liberdade ; e ses Peralvilbosque boje met^em a ridicu-
lo a sua memoria, e as suas L' is. B ejei-
rada Se nao fos-e o grande Pedro, que
ramoans? Que erad ellei? Humj'ie-
banho de cam< no< otadosao arotrgue da
Praca Nova Que se alem, que meit.16
a cara n'hum fole, e que tratem de oulro
modo de vida.
Mr-- Vm. Sr. Cosme, est csquenla-
do Nada de h;r parede.
Cos.Fofa cu nao me heide' esqnentar
vendo tanto a-no a fallar de Coremos, de
Leis, ede Poltica p fluns Fedelho, que
nao sal em U/ero Signal da Cruz, met-
lido-a Estadi.-tas ? de Pantales, que eu
na6 quera nem paca Juzes Pedneos, j
queiem Pastas Mr. de Catiliqu, islo
nao he com V. S., mas o caso he serio :
a nos-a Patria est mesmoja d r em dioga.
Mr.H mem Vm. perdeo o j'.i/o !
Algum mal tito Saldanhi-t Ihe encasijue
lou no touticoess.is frioleiras Antigamen-
le o que se quera era brapos, hoja s5
maquinas Ueixe-se dessax id.is de Pe-
dros : boje ha cou'a mas fina....
Cos.Veja l como falla de bum ho-
mim, que em quanlo V. S. ficou l pe.
la Estranjaem poi lo de salvamento, veio
elle expor-se morte e grangea-la rom fa-
dii?as, ero beneli" io seu, e d'e-ies que e
dizem Con-titucionaes ^ em non>e. Se-
ri- V. S. dos taes que anda em cima fa-
zia efiroi neo de elle vlr com o 7500 Bi a-
voa roetler se ni ratoeia, como ouvi di-
zer na Botica que arhiclhava hum tal
S'. Campo-...
Mr.Heveidde, j tedesrb iga-tc ?
Cs.-Porqii. (Isso tambero he chamor-
1 -is.se ?
Mr.Pobre Cosme Veja como se ha-
de Ilustrar huma Nac*o d'esle-brotinhoa!
Agarrados ao Credo vdho, n-5 he possi-
vel fazer dellescousaque se l- Traba-
lbem l n'huma ConstiluifdS para estes
alai ven !
Cos.. Se me nao lembrass* que V. S.
era filho do Sr. Malaquias outro gallo Ihe
cantara Com que enla5, ser Coristituci-
oiii.1 he nao ter Relig 5 n- nhuma Ora
n5 seja------ Mas o melhor bacalar:
MHuSr., antea que me retira sempie Ihe
digo, que nao pode ter boro Con-titucio-
nal qoem nao ie*peitar a Religra do seu
ptis : rom esta me vou embora.
Mr.He raalhar em ferro fro !
(Do A.llheiro )
e
hoj
CORRESPONDENCIA.
Sis. Redactores.
Quairlo p->r favor enserir na sua bem
rom-eitua-la fulba estas m nbas alim do Pobco conherer como
que muilas vezes lium homem : tendo
Justica falta re OofB el a e mas aera-
do e pagar o que nao deve e o caso .
TerHo arre mata do a Obra da ponte do
Motocolomb, e |aor infelicidad* roinha
ler amizada com o Sr. Mino'I Antonio
da Silva M >ita, pes-oa mimo bem conhe*
cid e aiil poreiii para mim enlu de
omito bo 1 fe! por iaao dei-lh^ n* dita
obra pira elle Adiuinistra-la e concor-
rer com toda a obra, paca que Ihe entre-
g'iei peito de $00 $ rs. em dinhetro ;
foi o mesmo compran.1 mi leira e me
dava pule dos precos do que muito me
agradava : qumdo xegou-na 4a pjrtedt
pjnte d-'U-m pirto que parava com a
mesma por nfo ter mais dinheiro, noli
ca esta que me fes ficar suspenco por ee
ter gastado tanto dinheiro e sera ver e'n
que : porera como esla\a ainda corn elle
de muito boa f para $e requeier ao Governo o segundo
pagamento que eslava vencido. Convi-
dou-meseiia b-im continuar com a ..b a
de empleitada por elle nao pod.-r mais
Administra la por ter outros afazeres, po-
rein qu fosse o mismo Mestre que tinha
principiado a obra e eslava adientado ,
Boque euanub, e cono Arrematante a
justeiaobra com o mesmo Me-tre, e nes-
ta ocaziio recelii o segundo pagamento ,
coro o q ie elle rontava em receber romo
o primeiro ; porem eu que eslava meio es-
pantado por nio ver o fruto do primeiro
que esperara ; nio Ihe enlreguei e pe-
d.-lbe quera aconta para saber o estado
da bra, e o que se tinha ga^to ; passo es-
tes de que o Sr. VloUa se slmulou mui-
to levandi menso teropo para me a-
preientar a o-ita ; porem que conla e de
que forma tirada, pedindo me rom boas
roanei.a- que eu a-si^nace porque quera
fazer 0 leu Inventario, p..is que entre
nos nada podeiia haver ed.mdo.mees-
t< em uro dia no outro requizitou-nr
eu entregue! oassineipor elle me instar
muito e a-s.gurar me o que asima digo ,
prometcnc'o-roe entregar outra conta pa-
ra meu govnno o qe nanea es.
A corita foi tirada de maneira tal que
absolveu odinbeiio qneeu Ihe tinha en-
tregue, e mostra.se credor, oque maior
ademiragio me causn lano por nio
ver as madeiras, em a obra hita ; ero-
mo eu tnstace pela coula xamou me ao
Juis de P*s, e apiezenloi-me a conta
x gmdo de miro o saldo que dizia eu ser
devedor ; ao qual eu leapondi que nao sa-
bia .e Ihe devia sera o Sr. Mota dar-me
conta das madeira que dizia na lelehre
conta ler comprado parece que dito Sr.
tinha pi-hto ao Escribo asen geito que
este nao screveu o que eu dice e sim a-
quilo, ab m do Si. Molla, por isso que
aem eu esperar apureceu um mand.i'ofa-
rendo-me pinhora ; que esperteza do Sr.
Molla; S'gu.ei o Juizoe ped lata pata
embaga-l.^-a; requer vesloria as marlei-
ras que nistio na poute e ao p della pa
rao que elle fui citado e nio ap.re.eu s-
sisiindo o Me?tre da obra e outios, e con-
tadas as madeiras na ponte e lo. a della, e
asqueoSr. Multada' na conta fas dife-
renca de mais de o 'o rentos mil rs.
O Sr. Molla logo que entrou a com-
prar madeiras ; entrn a neg iar com el
las a vender em seu beneficio : tjm coro
os meu embag'S, prove com me.-roo
romp adores e< ondulo es de madeiras
depois de estar na obra e prove lu-'o o
mais iiece-sirio ; a fin .1 o Sr. Juis do Ci-
vil o Sr. Bastos, de prcy.ou ludo e ab--ol-
veu o Sr. Motta de me darronla das ma-
deiras qu meda'em conta aem existir ,
e naturalmente roe condemnou na quautia
peddipdoSi. Molla -em eu a dever : e
quelbepaiece Si. Bedactor dest.is in-
jutigas que fas tremer de bum I o nem
pagar o que nao deve.
Como ( Srs. Redactores que dan^d o
Sr. Motta em conta lo las as in.'d iras
compradas p iri aquella obra e esta nao
apaiecem corno se v pela vestoiia, e eu
em sima disso lalves ser eondemnado ;
ten lo o iiiiriii,o tiabilho de comprare fa
ser novas madeias e de mais ter este pre-
juizo se o- Srs. novos Julgadores que tern
de iiovamente j 'Igar e-la cauza a-sim o
^aammmmxveiAfrvxio^fuait: wnsust
IremrceJ- cheias de espanto, e de dor ?
Admirai anda uiais : O Santsimo ViatV-
co loi levado rio Baino do Berilo huma
oulra infiliz blanca, que morr o deam-
parada debaix > do tellnro da Alfadeti
vvlha! Desgraesdaol... .- a RetaiaO
>0 Deoj nadas ahandonr.. na ultima in'
feli.idadr! Os bomeris... Ab Os qu
so charia chrsta.--, ab aulboridades a
quema |< inicomhiu do rali ment d >s
lufehzes, pissav.'junt, destas ti'-li,,,;,,
eeacregav,5 nsneiveis o sobioho! Pe-
nambuco? Ondesa hidos leus s mmen-
los generosos ? Sub l'refelos, C0lriavt5i
os deveres que a hi ves COnfgnou P Bes-
p-nd.o os dous exemplos que acabo de
eterir: pi,aqien< e."vem os Hospi-
loosjbCandada? I'. quc inll/j.t-
mosfhumanotse a bomanidad de-finha
no me.o das n,.s-a-peca-, vu-ta d.S no*.
sas aulboridades po| iaes, excluid.., dos
nos os tst b lecinienios de oaridade? A i-
maginica5.se enluta, o oor..ca6 trema
lodos JlamenUmos" os deslcxos, que i.os
rercao !. ..
Sis. Bedactores : h >!a humoni lade, he
o Clin ti.inismo, que faUa p r mim ; el-
les sa5 mai, fules do q' toda a eloqoencia.
queeupode-se empi.g.r ,,a Illir,|la CQi_
responden, ia ; far^5 elhs compung, os
cocaro-.-dasnossaS aulborid.des ? Aslim
o esp rs.
IlunrCbrislaS.
TH"ATROi)i pernvmbouc.
per mil ir.
Sou Srs. Bedactores osea assiginante,
Fiancisio Joae Geim.mo de Aguiar.
Snrs. Redactores.
Custa a crer dous fictos que vou relatar ;
cusa a crer, que n'hum paiz verdadera-
mente ral holico, a h..manida le e a Beli-
gia -eja5 taaviltadas como em Pt-ruam-
buco !
Srs. Bedactores Huma mulher preta,
morreo desamparada d-baivo do arco da
Conceica ; ali por muitos das parniane-
ceo agouisante, e ali,...ali me-mo Ihe
foi adminitrsdo o Saciamenlo da Un-
ci !... liuitunidade, le igia, ev
Smiedy i7 de St, robre u henifica de
Pedro B ptjiia de Sania Boza 011 orura
I tiomeui de represente!- au rcspertable pu-
bhr le divertissemenl suivant.
Ap.es que l'or. be.le (but tle nuil ser
augmente) venia ouvent le rp etaele par
loe charinanleouveitureiniu'e L'heureus
e Trompe re, 00 don era hriprcsentalion
da lafeimen.-r pice iniitule Le Harechal
de TareoneoaLt Bataille d. adune Cet-
le piare des plus interesan les du reperto-
re, eoolent les plus tiles hcoib unie aen
plus agreveble divci ti'ssr nienf, son atlion
bien suiie deveb jipe rere une ;>.. I\.ian
dmirable. Le beuifiaiea nayant pouran-
Ire bul que pa i re a ceux qui voudront
bien dans 1 e jo..r Ibonorer de leur protec-
tion narier e p..rgi pour 1 mbi tic ce ciiec-
lacle eenp. reen lonsequenre lourdonner
dans cele Joue le j>lu., complet diveitijse-
mmt.
II lause su udireux puhlrc a f.ire la
juste avaliaQddu mirite transcedent de ia
piece nevoulanl pas d'aVance lu prud-
guer les elcgesquelle r, roenquers pas de
recevoirde tous M>s homnms tenses. *
PeisonnagtS.
Le Marechal de Turenne, limos Francaes
D011 il Colohtl de .-ou arm
Le Majo. S. Clai.
Soland Domestique de Doiiil
Mr* Do Flaull Gourernrur de Calais
Caroline de Flaull sa filie
Justiia fenirne de Charobic do Caron
Cfficier de L'F.-tat m< y ir d- Par mee
Ofli 1 i r de la e\ ai ni.s ..i de Calais
D. Francisco Manuel de Mello, olicier au
sei vire de FiSOCe
Genernux e (ffic'i r.s figu.ants
La sceue lepaste entre Dunkerque e Ca-
lais A U fin du |. Aite, on executi ia
J'uuverture si johe intitule Nos e Li-
xandeina. A la lindu a.* le beau mor-
reau de mtisique si connu par le nom de
La lele de larose.
A la fin de o.*. La cbasse d'lleni v IV.
A la tin de la piece on chantera pour la
l. fars sur re'l healre lincoroparab e uet-
to, onde estere toda mote.. Suivj de la
cha.manle Arielte intiiula Una voxe
Le S> -clac le en fin se terminua par la 1.
represenlal on dune nouvelle farce intitu-
le Le ta lleur Consdlolionei, a farnaru-
buco Cetle piece InUnssaiite laot paras
mcale como par son enjouement, ou lor
voit le de-poti-me pun i-pies un vigoure-
uk allaque entre Jes troupesennemies, se-
ra en oulreornncede la Musique Miliiaire
du l.*B.deG- N. II ne rtsle plus au heni-
ficie qua se iei ouiruaiider a la pralectioa
des amas de la verlas e de inrale ixiae tn
aetion.
LeSpcclscIesera annoucu par del (at*.
.' arorvedei authoiiles,
^
*


DIARIO
AVIZOS PAHI1CULARFS.
Precs-se de urna p-eta cativa com bom
/-1etle~~TU. ra do Livrame.uto I). 18, l."
\ ou a." Dd yy D -e dinheiroa premio sobre pe-
nHoies deouro 01 piala : na r.ainlndo
Lvim ment venda O. -2b.
yy Quem annuiiciuu "O Diario d'on-
tcm 14 de correnle, querer comprar uro
Me>tre Francez, eT- I-maco, qnerendo so
mente Teieroaro, dii'jj se a rtia da Cadeia
v.-lha ti. i4.
ffW A p'sso, que annmicn-u no f) a-
110 do honttni i4 do correnie querer ser i-a
ma de casa para cosinhar. e comprar na ru-
dirija-so ra do Rosario rsireita egundo
indar da d Igr'j*.
ipp* Prtcisa-fo por al'piivl urna pea
r p iva que le nhi bastante leito paia triar
11 eoino : queni 1 tiver e queira alugar an-
n.iiicie para ser procurado, cu dirija e a
rrrea da Independencia luja n. 8.
V3r* li gi se aos Snrs. R-fino Lujz
H nriques, e Minoel Ijn.cio do Nascimen-
to qwtiiajdirigir-.se a casa de J 80 Lou-
enco Paes de touza cm 01 nrda I). 5 \, la*
deira do \aradouio, para negocio de in-
teresas de ambos tile-.
9* A pessoa, que no Diario n. 197 of-
fe e o seo prcs'imo com olli io de cu p na,
< 11 sera el'e paia qualqut-r parle, axa-
i quem o ajuste conveniente nte em O
linda, ra de S. I) lo, pe ulliriMbcasa
cireila n Jo para a Academia, onde n*ja
de comparecer.
%&" Uro rapaz Drazileiro para caixri
10 de ra, esa iptoi o, ou loja, sabe ler
b 'rn, escrever e contar, e leni a'girn conhe-
cimento dos idiomas Francs e ng ez: na
ra >!os Qu3 teil Buit< a Fran-e/a.
IT3P A peabOa que hontem annunciou
q lerer ser ama de casa, para co.-ilihar e
1 omprar, imnuncie sna morada, 011 dirij -
se a ra do Cabug D. 4 '"j-* de miude'/as.
St3?" O abaixo assignado un oberva-
cia aoanuuneiu deste I).ario de 7 do*CoT-
rente Setembro JS. Ig4 de noo avisa aos
Col lectores d.s agoardeutes, que r'e de o
llilr din d iinn t\^ v> n'!* o tf^ri.'o -fiero
na venda da ra do Liv ranvnio i). 2, ru-
ja vend gira ns firma de Mo a-* & Vei
gas, e por i-so de novo a Visa para iulelig* n
e a dos ditos.
Fiancisco Juze Ferreira Veiga.
\&* Quem precis'r de una pes oa pi-
ra ifiMci.r foia d.sta Piaca 1,1 impuras Ie-
rras, Lata, e tdguns prepralo"! ios, bein
como Rheloric, Logit-a, quena anuuuci-
por estafolba pata .-er procura io, e tra-
tar-ai d > aju.sle.
^.3^ Qupiij qn'ser uta rattetfo Busi-
liio de boa c< ndui ti, eablp^ra ocoi-
neivio, qn ira anuunciara sua doi .'da pa-
ra str p> c.ira Jo.
^ry* Q.icm atinunciou no Diario de
bontem q-icrer arieodar, ou comprar um
f-itio pe to da Pracque tmstente 8 V*CIM*j
dirija-se a ra Nova U. b JefluntB do Cal-
d.ireiro.
*pC3P*.S bouver slcu^na p*!>"o (ue^e-'i-
rija ao Rio de Janeiro e Mm ii. .ie um
ruado, rifaiicand o anfiiiof i rile'i a
cautlucta, queira fa-er pub ico por c-la lo-
iha para r-cr piocinado, um >lc se o-nven-
< ionarem.
J&9* Se ouver alguma pe so.-t que preci-
ze dea'gom cnixeiio para venda, Dd loja,
queira pro-mar ao alterco los Af^gado*
em casa de VitlOi no Francisco d"s Santos,
ou annunciar pelo Diario ; a lve lindo po-
rem queo annuncianie Bra->irro, e nio
natural dsla r,ovincia, e ja serve de cai-
xeiro u 8 knor.
^y O abaixo ass'gnadn baiendo des-
tinado, e annunciado o seu B ig ie Feniv,
para seguir viagem ao Rio de Janeiro, com
es. ala pe'a Baliia, declara que o iriesmo
B< igue ja no segu p.ia os portos indica-
dos, t' em consequencia equelle Snrs. que
mandaro ei.t eg r ca lis em seu Escrp-
lorio, liajiod'-as mandar bus. ar nupras
de 8 dia. ataserio langadas na Caua do
Correio Geial dcstaCida-Je.
An'o.io Joze de Magalhaens Baslo.
,
fcy Quem precizar de urna muliier
branca de boi coadacta paia a.na de caja I
COMPRAS.
Uno moleqne de meo. 011 ciiolo, de 8
n 10 ..tilma : na luade Mnoel Cuuo
10.
^rST* Uinn pia de B'lrar aun: na ra
do Queimad:- loja ds laseuda D. 4.
VKNI)\S.
B xas viudas na ultima E binario
del.islioa, por in--n a pieco rp-e <> n i>
v. ndeai : na ent'aJa da ra Rtngel D.
38.
t/5 Polassa de superior qntdidadeem
barriz p^qu- nos, e grandes, no armasen da
roa do Torres junio ao Corpa Santo, .< U\
lar no memo armasm com Antonio per i-
ia Maehado, <.u na rus das Cruzes 0:ii
Joio Xni r Orneiro da Conha.
^y A borde do Bi igue F casa de Antonio Joze de Vlagdhaens B.-lo,
ra do Qurimado 15 vende se o sal
(|ue condutioo mesmo biigoe, por Placa-
do, ou a r- talho, e poc preco como 'o.
jty Boa lirinlia de mandioca em sa-
casesem ellas e p ir pie^o couOdl lio
armasem deSinlo. Brag'>, ra da M eJa
u. ui1.
J3/" Um ravallo cas'auho, eom'bons
andares : no p*teo do Sari amanto de San-
io Antonio armasen) da porU larga.
^3^ Um ino'equede idade pouro mls
ounenoj ia annos por prejo cmodo:
111 roa dan Cruzes D. 9. i
VCJ- Na ra da Alfand^a vdlia n. 5
de b'iin -m solleiro 00 mesmo casado de
pouca fam lia a qual cosinha bera e faz
lodo o ai 1 ai o de orna casa, qnem della
se qu'ser seiir ajinuncie a jnde quer que
se diiija.
}fj^ Um rapa* Brazileiro ofle ee-se
para oaxeira de urna venda ou paderia ,
sujeita-se a to lo o se vico f'iendo-se-l'e
conveninicii ; quem del'e se quis- r ntili-
sar dicia se ao Becife a venda de Joaquim
Antonio de Jezu**, >u aununcie a sna
monda para ser procurado.
*y Ofiece-e orna mulber ptra ven-
der la'enda rom pretas a qual da fi-
ador ua condula quema p>. tender di-
rjase i-o atierro dos nfog-dos dpfroni do
vivero do Monis armasem de sal D. 21 la
se dir' (jueni he.
LOTERA noSEVIiNARIQ.
O Reitor do Seminal o F.pisc pal de O-
lirda avjao ao respeitavel | ublico, que s-
acha vendida mais da ametade dos bi b les
da Lolerii concedida por S. M. I. bene
6c;o da in.-trueco puMica em o dita S.-mi-
Oa.rto, e que br vemenle s diii oannou
ci, nar. ando odia imprtle iv< I do anda-
meiilo das rods.
NAVIOS A CARGA.
Para oIlavie
A Brra France/.a A v< nir, Capito Tip-
il' uart, stliuasem falta al o dia i5 JeOu-
tu'ro: quem na mts te quiser carrejar,
ou ir ile p*.-g"rn dtrija-s> no E-criptorio
dosCoiisignalditos Lem,ir Besucliet &Pu-
gel.
ARRKMATA^AO.
Sexta feira iG dj oriente miz, fe liade
arrematar, (por ser a ultima praca)peran-
teolilm. Une. Doul rJii/. "de Diieit- R s-
lO', 11a ruada Aurora, a p.ti te que Joo
Evaiiii'-lisl Pereira, lem m casa de qua-
tro soiir.^dos dedonte do Collegio, no val-
lor de3 4'96jS reis, Cuja caaj he era
chaos piopiios, avaiada toda om i4:0002>
e a dita parte he ai rematada por execn.o
apielhada, contiao mesmo Rvan^el ta
pelo Ca torio do Bserivo Magalliaens.
vemlpm-sp lanas grandes de ferro oado a
60 Ve'l a libra, emoendas antgas pa.a bn-
centiorooito enuonta.
&* 16 barricas abalflaa coro OS seos
comp-tn-.^ e lampos : na iu.< d
M-moelCouco n. i3. ,,
^TT" ms meza de amareo de jotr
para8,ou !opss..*s. eti rder,s novas
mericam.s : ni ttta doQueimado loj, de
lasiids D. 4.
jTf Penas brancas inas para locados e
nrmscio de c b-ca : na loja de Fretbrico
Chaves, ra Nova D. 5.
irj* Farinha de mandioca de nip*rior
qm.hdadp e por pnpo mnilo cmodo : a-
lurdod B igue Escuna Delmira fundado
detronlp d prsia do Collefci.
t^y Vinliodc Bo'du-(Gironlo B.rdc).
e vinbo de Rheuo de 1822 : i.a 1 ua da Cn-z
n. 4-
nqf Um nioleque de 14 annos, bortila
6gur, faz todo o servico de urna cas, e
ja lem boni principio de sapaleiro : na ra
do Fi g> H. if.
|rtlh Un ptimo banheiro de amarello
com .tcis de ferro, ob a mi s g->ra. c
'em feita ; na 1 ua doQueimado loj- de fa
sendas D. 8.
tpry Urna canoa u'amarello, em bom u-
7.0, cacreca 5 Ca*'8, prompt para seguir
Viagem, pare onde ennvier: na ra do Ro-
zarlo-simia I). 23, i. andar.
jr Urna venda Da ra Velln da Boa-
risfa D. i9 : na mesma.
|ry- Un csvallo alaso be-n novo por
6 lev feilo a piimeira mu.la, bonita figi
r, carrpg" e lem passo; assim como se
vende um pmcl de OUio,"em obras -nti
rss : na Lingopi venda grande da Manuel
Gon'c'alVPS Peieii^.
y^ l'olassa Rucian da l.'soite. em
b-rii/. de qualro rroub't, e oito libr.-,
epotassa americana em birria g andes, e
rabrana viuda de Angola: na ra da
Croa a rra-Vm n. 3.
tjrjr Un molalinho de 12 anuos, Bqni*
tosem viciis, p um moKque da roes'oa i-
dade, bonita figura, e urna negra id slnna o di. rio de urna casa, e Uva de si-
bio p rauio deligente para 0 servico (! ca-
za : na rila da Aleara na qum ta casa ipiem
k to l>i<-! quo c.lt 1 I Pita V!ln.
5T5- Tima canoa de barra f-ira, promp-
t de um ludo: que raripga qustio caixes
e algomas barrai : na ra N iva armasem
de louc fina D. i2.
hom conoeiro unto a fabiira do Fundu,
na prifOfira casa.
It|r* Rap Piincpza dp Li^^oa em li-
bra dito em meias dio P fcete da
Babia, dio ueia prela dito de Pertism-
buco chacn da piimeira soile, dito
p rola, dito ah'ofe.n dito imperisl em
eaxinbasde 6 libras,' e de duas ditas e
meia t'nta de escrev-r em grrnf ricos estolas de doas naralhas ingleas ,
tesuiiras fin-'s e oulras multas miudezis
excellenlfs bi('ta grandes ltimamente
xegadas ''e Lisboa eludo por pr> cicom-
niod> a troco de moed^ iroperial e marca-
da embora seja fe i o o marcado ; na Piac
da I idepcndencia luje n. z 2o.
Na iTie*mi cat- assima se vende rhp o-
1p aeda* "ele paladas a lioco do memo
c- bre imperial e marcado.
ALGE&,
Alups-se o a" ou 3." andar d casa da
ra do Q rimado D. 7, a qual tero b*-t. l-s cmodos pura grande famili, o 3. lem
um grande solio, e mirante : quem p ilen-
ilerdirja sea loja d mekma ms.
yy Alucio se dariamente doi.s mole-
(juea sendo un io d.eiro e o outru sei ven-
te iIh dilo: quem pertemier dirija si a
ra da Madre de Dos na venda de uVmoel
Fci reir Piulo.
ARRENDAMENTO.
Arrenda-se um sitio no lug.r i\i Piran-
ga, coro grande casa de pedia e cal, stri-
baria pira cavallo, grande cacimba de boa
a.-oade b/ber, lodo cercado de espinbo,
com inultos peisde coqueiro?, e muifos ar-
vortdo de fiutos, o terreno suflbienlep
ra plantsfo : na ra doCrespobja D. 4
SMlii
PERDAS.
A pessoa, que ach.T d>is pa.-sapoiie,
ambos embrtilhadosm nm sjpapel, qB
se pe derio da ponte da Boa- vista t o m, 0
da ra Nova,'e quiser le^timir, leven
enda darotsmarua U. i5, quesedaio
. cliudo c. m geniTosidadc.

.....
.....
n

ESCBAVOS FUCIDOS.
Jusnna, crila, giossa do corpo, cor ful:
la, cosi <'e bomnu, fiarue a tes'a qu*n-
do falla, rrp^e-enta ler 30 aunosd. id^de,
e se a. ha g avi la ; fgida na noile do did
24 de Agosto do M.mego: os apn-hen-
dedoies lev. m a ra da Cruz n. n, que
sciio.bem recompensados.
&* Felipp nco Cabinla, boniu
figura, i.lade pouco ruis ou menos dea-a
a a nonos, o milli'r signid que pode ler
para ser conlu cilo no p d.reito o dlo
nan le loi to para d nlro, camisa esinm-
la de a'godio; fgido no dia 3 de S lem-
bro da casi de st u senhor Ant toio Bol el lio
pinto de Me.-quita ua 1 ua da Cruz iabiica
de el Jeireiro : os apiehei.dedores Utem-
uj a mesma casa cima, que serio gtneic-
Zinentc reconpnsa %y Aina'ode nacso Mossambique, rs
talara a CI?'PP r?"'-'r' *b. ixo d s I" n'es
lem una rxialba ^ ^ 6' com a> aiuS ^'s'
tant-calleji-dse aUalroa.las, figio 110 dia
aa de Junho'p. p. de bordo da Sumaca
Aurora, levando camisa e cal.-a de biim su-
j.s de.ic.lro, beo conhecido em fura
deportas por ler sido de Joio Anti.nii,
pescador, eou'm elle rierceo es e olIicio8
annos, consta andar dilo scriv.i em coin-
paii'iia de um pesador disendo ser forre,
ero praia 00 Jang, P-iu amarello e con-
ceelu, aoqUil r.gt se. rndegue a Polxii
dosditos lugares, ou em a casa de Santos
r r.O.gi res de gratificaba",.' a rtesma sa
ff r e a qiem denunciar aojndje esislee
for p'C:0 o mesmo escravo.
%y* Mnoel n. c;aongola allura or-
dinaria, cor fulla, com filas do denles,
nariz anegc-do, pes apalhetados d cadetada lugio do nilio do Arraial "O di
6 de Mi qubjur Caj.iao Je Csiripo,
que o pegar leve o ao sju Sr. na esquina
da P.ddiiha do Livrameuto na loja da
B iro> Punce de L.; q u da' a quana dj
i6^)joo.
Tabuat das ruart cheiat no Fono de
Pernambuco,
Man.
2 -Segurj da | 6i.54 m y
<* 3 -T: ! 7 2 i a.
3 4-Q: . 8 30
5-Q: - 9-18 M
6S: ..,06 *
51 7S: 10 54 M
8 I). i.- b a
NOIICIA MARTIMA, i
Navio entrado no rtia ii.
Falmou'l, pela I!ha da Madeira, e Ci-
narias; 40dias; Paquete Ingle* Motrtii
C^p. Paul.
ERRATA.
Expediente do Govcrno, que
pablicantos 110 Diario dejlioiitem,
c'do dia 13- eno 12- como
por engao eahio.
I'ER?(. NA TlP., DE M. F- FaRIA
1K3(>
.


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