Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02024


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Full Text
ANNO DK 1836. SEXTA FEIRA
9 DE SETEMBRO N. 193.

PRRffAMnocn, Tv r. ni M. P. r. F
mu IH36
DAS d\ semana.
j Secunda S. Ant.iniio M-Au de m. e Je t. st-'s- ''a Tlic/ourana Publica e
Chana de t-
H Terca S. Letana V. del. M m- 3 aml. O He t.
; Qunrta (jcjnm ) !. I'amfili B. A un ver-ario Ha
[ndepend nca doImperio do B asil ( nao ha ,iii|>.)
Grande Galla
h Quima $ 'NatlvMade de N. Seniort
'I Sexta S. Sergio P. ses. da Th. P. and- do J. He
O. del.
10 Sallado S. Nicolao de TolentinO TI el. de m. e and
do V. V, de t. cm Olinda. L-a Movaaa B hor e l.
m d i tarde
11 Domingo O *g._Xmne de Mari a;
T- do agora depende e no mrmo da nn> pro
dencia. iiiodrrae,, e enerea .conminemos coma
principiamos, e ereino apxniadot com admira-
cu emre as Nagoes maiicuKai.
Pruc atina, 3 da Juembtto Cern i fironi
Sulifcreve.se a 1000 r*. mentara papo adiantadn
neala Typograaa, ra Has Cruzes I). 3, e na Pra-
ca lia Independencia N. il e Su ; ondese receliem
correspondencias legalisadas. e anniini iofti iiiseriii*
Ho se eies (ralis enri dos proprioi asignantes,
e indo signado,.
CAMBIOS.
Sttcmbro 7.
JLa'OndrM S7 a Sfi Ds. t. poi l ctd. ou prata
50 porccnto ile premio Nomina.
Lisboa 35 por ojo premio, por metal, Nom.
I-ranea'JfiO .365 Rs. por tranco
Rio de Jan. 6 p. c. de prem.
Hoeda de fi..4i() I3..9O0 I3400
4 Pezos I..440
Premio da prata 50 p. c.
.. da* letlras. por mea I 2 por o|0
Cobre 'ib por cento de descont
partida nos roiiup.ios.
OlindaTorios os diaa ao meio dia.
(loiana, Alliandra. Paraiba, Villa do Conde, Mo'
m*ii|fiiape. Piar, Rea. de S. Joao, Brejo d'Areia,
Ranilla. Pomlial, Nova de Soiiza. (idade do Natal,
Villas de (ioiaiininha, e Nova da Prineeza, ("dada
da Fortaleza. Villas do Aquiri, Monte mor nova,
Aracat Catcavel, Canind, Granja, Impertira.
S- Bernardo, S. Jlo do Principe, Sobrar, Novad'
ElRcv. Ico, S. Malbena, Reachodo san&iie. S.
Antonio do Jardiin, Qoexeramobim. e IVrnilii a
Sejriindas c Seafas le re ao meio dia por ra da
Paraiba. Santo"litan 'Podas a qiiuVaa ti-iras ao>
meio da. Gnraiihuns. e llonitnnt dias 10 e 24
de ada mea ao meio dia. Floresno din i:ide
cada Olea ao meio dia- Cabo. Seriiiliaem. Rio For
mozo, e Porto Calvo nos dia I, li 21 de cada
mea*
PARTE OFFICIAL.
RIO EJANEIRO.
ASSIMBLEa. GliRAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DIPUTADOS.
Sessao de 27 de Junho ce i836.
Presidencia doSf. Arujo Lina,
Pela* de* horas da manh procede-se a
chamada dos Diputados e acliamlo-se pre-
(eiites 55. u Sur. Presidente declara a-
hera a ses.a, e lida a acia da anteceden-
te, tica approvada.
O piimeiro Secretario d conta do ex*
pedieute.
Entia em d aCOStlQ a re Jarcio da re-
olucio que declara nuil s, e como laes
ficarraa dd neolium fl'etto, oa arl:ga 3 ,
.{. e 5. do deertto de 17 de Maso d 1835
a.i A semblea Provincial do Ceai.
Os Sors. Ale biade, firreriv, e Cor-
nefio Franca obaerv6, qoe a plavia an
nullar sala pela Commis-a de Redar*
tio tio pi de passar, e que se dure usar
da (ulavra revogar, por ser islo confor-
me ao arlo addicional; e ie acaso a Cma-
ra epprovon que passasse em outras reao-
Incoes a p.lavra innul'ar, o o appro-
voil pal a esia, e pr c n eqneucia a
Comai^io nioseinio decisio da ra-
5.
Heapoiada hniu emenda do S >r. A'ci-
-biades, qoe di, em lugar de nullos, diga
^se: icvog-dtfs.
O. Sin*. Rodrgo. s Torrea. Carnei' o
Leio, Piulo de Mm lonca, e Souaa e\)!i
vnra, suslet.tioared.rcio, e moViio m
romo a C-mmisio segoio lium pitee,
dnle da a*a'Stalietecido, quando ^ de-
ltberou i.bre a .esolueio d* AssenbLa
Provincial de Sergipe, etn q e enl-o se
su teulou q -e se devia usar da pil.ivra an
nullar.
OSnr. Visconde de Coianna mostia
que esla materia he mullo importante, e
a Can.ara se deve oceupar della rom loda
aattencaS; Ui a dialin 'cao rtltra aspa
lav.as atmuar, e revog.r, e juudica-
mente dauotistta a ilill'e enea <|ue ha
dehumaaonlia, e comlue pedifid'i o
Piesidente que adi esle negocio, par*
nelhor t desenvolver.
A discus i fica adiada pata se passar a
erdem do dia.
Conjiiua udr-c o do cap. 1. da pro
peta do 01 carnelo, c m as emendas a-
P' i*das na ses-a antecedente.
OSnr. Limpode Abreu, pela odem,
0U01 va que nao pode estar na Camaia as
nioar- hu-rj quariA antes do meio da,
po s q ie ten dee-itar presente ao recrhi-
ineiilo doMiuisIro d-S. M. B.: qu/. a-
proveilar algtins momentos antes deste
recebimento para senter-se na Cma-
ra e dar esta sssfcio'a Gin de na5 ser
tstr com ludo que voltuia d^piis do recebi-
mento do Ministro Irglez. /
O Sor. Cilmon faz algumas < bs^rva-
ces em geral S"bie a queslio do> Irmns
McraVea, questio a que nao d lana m-
ni-rUncil comoosilluslies 0 putadoque
seb e ella fallaro: se p.r ventura, com
tu/o, jn'gase possivel qnel tnios (VI ora-
leaves em callieqtiisar Inlion ejuntar-se-
1.1 a ese- illuslies Ueputados na censura
que fuella hoG verno ; coro-> pon ni est
p.isuad do do contraiio, tranquilisa-se.
Pcrsude*se que essacn ommenda de Mo
raves nao leve so por base huma leveza
do Governo, como dis-era hum Ilustre
eputado, mas anntmcia o ensaio dt
mats a'guma cousa. Observa que os lr-
niioi Morayes ivem em rongienaca;
tr.lioJeol'j.ctos da ind -tria propia-
mente, adoptan o principio qoe niu Cala
le acord rom o estado de 1 ivilisacaS ac -
lual a communidide de brnaj que em
congicgaco tem em grado para os Esta-
dos Unidos; que sao hons e excelbnles
paia a inslru gao industrial, mas nunca
paia cathe.|iie.-a dos Indios. Na ce-teta
de iilu >e poile- engajar s doos Irmao-<
Mora vea, lii-ta q-osto co-n it.dilT ren-
ca. Pa-sa a Tallar das eraendaa da Cm-
mi-si", couiO.'ida p-lu Sir. M.nistro
dImpeiio. A' re-peiiod.supp'cs-a-.fla
^ n, di/, quead spea rom oorcamen
10 e pauta dasob.a> giraee, nio he lio
grande como suppn alguna Snrs. Dt'pn
la los nota que n > Mimsiei io da GueTia
lia huma quvntia v-'lada pata aa gratin-
CdcSes dus OlU.iaes Eogetiheitos que To-
rein empiegad.is pelo Goforno, e por is-
so para levantar huma planta e l*er o
otenmenlu debumi ebra getal nada mi
is he nectasariu qoe empngar es.es en ge -
nli i'o*. .
Quaoto emenda que trata das ap ti I
de costo do^ Deputidos da futura Legis'a-
tUM, nio sahe se a razio ape.sent-.da p*>
lo^inr. Minialru d > Imp rio pode pr-
caer em loda asua i-xteti-io, esa ra5
fui^uene da vio ajudas de cuta ana De-
p .lados p.opiieiarios e aupplenle; nio
s-ba se esta piatica he acummodada e.n
lei eemiualMS peisuade-an que quando
o putad nao ven. t..mr senlo, ao
supplente compete a ajuda de costa, e
quaiido oIDeputado era qualquer anno
pu,aa tir, ao eputado nao ae d,e dar
duda de cu.to. Niojulga poiemser lo-
ra de.-5 5 feenda do Sr. Mioutro
d Imperio, p^ra augmenta de aju la de
rusto ais PresIdfDtes dePiovinrias. Nao
vola tamben pela emenda do Snr. Cor-
nelio, que qu< r estab-leier huma escola
decegos, surdos e mudos; des-jai a mu'
lo que se acmatasse entre n6.liuine.-ta-
beecimcnto que faz, tinta honra a avus
in-tiinidoies : entielanlo a em-nda na6
sati fu as intencOta do seu Ilustre autor;
neuhum Professor queieria por hum
ront> de ra. etisinar nnBral ometho-
d de ensinar, ecdere er e mismo instru-
ir aoscegos, mu lose sordos de nascimen-
lo. Pelo mesoo m 1 vo vola contra a e-
nifii 'a do Snr. Alribiades, que quer o es-
t belei-iment') d huma Academia de Mi-
neraloga. Quanio emen a que dimi-
iiue a g-at B.aca d > Director dis e-colas
menons, eisuadese que podia o Gover-
no nomcar hum delegado seu para ins-
peccionar easas e.-rol.s, e rstabelecer Ihe
huma gratilicacao, ro u tanto que nio
excedease a este tamo de depoza publi-
ca : p reata ocrasi.i5 nio pode deixar de
cha uar a attenclu do Gove. no sobre es-
ta maleiia; vola contra a emenda de
uppre.ssa de 600$ 1?. da grat firacio do
Dtiertor das Escolas mer o es. Fin-lmen-
te declara-se e ntra a emenda do Siir.
F< mandes da Silveoa, que p5e a quantia
de seis conios de res di pusicaS do Go-
verno para huma via^em de hum nattira-
lii-ta pelo interior ^o Brazil ; vola contra;
posto que muito excellenle julg esta i-
16 (te.
I.'in-.-e asseguintes emendas, que sao
a 1 oia las :
n Emenda ao a5 do Cap. >..Com as
oliras p'hli-a-, nd diz: iaO.O0OJ5 rs.,
diga se (0000 is.Fernandis da Silvei-
ra )
S' nio pastar a emenda que oflereri
." a quanlia de
38 000 a 24:0003) is. Fernn les da
Jjilv. ira.
A Con ignaca de 9 600^) reis pira
ajudas de costo ros l'i e-i lentes, eleve-se
a i4:000^ 'S accie-centando se na qtii-
ta de 80:000^5 '*. P^co da Cmara, em
a7 de Junho de 1816. Limpo de A-
breu.w
r Fique adiada a parte < > orQam-nto
relali>a ^os paquetes de vapor ; e vi Ite o
contracto rneama Commisaa do Orca-
11.culo, OU a nutra que a Cambra desigoar
pua considerar nos inconvenientes e du-
vilas anre-entadas na dis iissi, e emi tir
ile noio seu pa ecer a respeil 1 de-le ob
iecto. a7 de Junho de i83G. Salva a
redaccio. Vianna.Clrnon. S. Mar-
tina.
O Snr. Sooia e Oliveira anda insiste
na opiniio emittidas na anteiior ses-io a
r.speito da suppies>a da gratilicacao de
COO^J) rs. ao Director das escolas menore,
empregos que nao podia ser creado pelo
Coverno.
O Sen hor Craaro, depois de motivar
manda mesa a seguate emenda addiii-
Vd.
11 Emenda addiliva ao 1^ doart. 3.
Oepuis das palavrasE Iradas geiaesc5-
tnua-sc nclu i*e iOiOOO^J r-. rom a
que ron niunica a Capital da Provirn ia
do Espirita Sanio com a de M rus Ger.-e .
Paco da Cmara do- Di-puta los, em 27 da
Junho de 183G. Salva a redarca.Cli
niaeo.
OSnr. Limpo de Abreu d'z que, pe!o
pouco teropo que leve a satisfacaS de oti-
vir o Ilustre relator da Ccrr mis; do
O (jmenlo, espera que a Cmara o de>.
culpe, se acaso nad poder re-ponder a
todos os argumentos de que oil'.uslie re-
putado se servio para sustentav o parecer
(laCiimmivJo. Corc-eca respond n lo o
que se tem dito arena dos Irmios Mora-
ves, deilarando que da sua parle as-eg.ra
(se he pos ivel as-egurar s> bre couaas hn -
manas qoe tem de acontecei), que os lees
Iimoa Mora vea nao nos hiode lirc i*-
ei'mmodar. Emquai to< estradas geia-
es, ja disse na ses ao pagada, que o Co-
verno nao sehavia de descuidar de dar os
paos neces ariospaia oliter t- dos os pre-
i sos tsi lancin ento-; que at ase pedt-
ib a-s Pie.-idfiiies das Provincial inur*
ni ai. Ses acerca dessae estiadas gtaes, e
nas aosdas Provincias do Sul, como do
Nu-te; eque 'le. Ministro, e leve em
outro lempo no Ministerio do Imperi ^
rectOvU (lirios dos Prstenles das P.o-
vimiaa daa Alagoaa e \Uranha5, euxjue
l!ej>mroui.i av que se podi 5 enipie-
hender obras maiavilhosas a tal resp.ito,
poiem quenada se lew feito por f>lta da
meios nec.ss.iios; e na5 sabe o como se
pretende 1 iscar d Orean ento huma qui-
lla que he dada pra mu ramo i'e lat
lo inlresv.' pobliio!. .. Quanto s emen-
das que vieraS mea, sobre o augmento
de ordenado p-ra o Thes- uieiro do Mu-
a, edoPorleiio, nao se oppoiia a lut-
ria iiem a nutra. D pois deoutra- ob-er-
vaeSea, concille sendo de opmiaS que s
x, amesma quantia llxada noorcamea-
lo que ha de eomeear a exerut futuro anuo. Cou'imM a lsilr sobro
ou-ras emenda-, e cnrlue pedindo li en-
ea pa.a retirar a sua primera emenda,
otr-ieiida eraootia se.sa5.
Consultada a Cmara, rbnsente em que
oillnslre Deput.do retiie a sua mr-
d. ,. 1
Dada ahora, fica a di russo uliaua, o
Presidente d pa ordena do dia a8 a c-
tinuaCaS da mesma materia, e levanla a
sessa pelas duas horas da larde.


2
DIARIO DE
P E R N A MB C O.
i
SENADO
Scssa de a 8 de J'un'o.
Presidencia do Sr. Bento Barroso Pereira.
Logo queseacha reunido numero suf-
ficiente deSenadores paia formar casa, o
Presidente declara abe. la a icasaO, be l-
da e spprovada a acta di antecedente.
Da-be conta do expediente :
Ordem do dis.
Segne-sea prmeira discussaO da seguin-
te resoluca do Senado :
A Assetnbia Cieial Legislativa re-
sol ve :
Art. 1. Fica subaistindo em u vi-
gor n artigo 8 da lei de 11 de Agosto d
1826, sendo os exames preparatorios, ah
exigidos, os anicos nectssaiio-. para* ma-
tricula nos Cursos Jurdicos de S. Paulo
e linda.
Art. a. Fica revogado o art:go 1 do
capitulo dos tstatutos, approvados pa-
ra os ditos Curso" pela res< hua de 7 de
Noverabro de i83i, na parteera que exi-
ge para a matricula, alm daquelles exa-
n;e, o de ng'ez em prosa e verso, histo-
ria e geographia.
OSr. Saturnino pede a urgencia desta
materia, para ofim de se repensar a pr-
meira discussa ; a urgencia pedida he a-
poiada, e a 6nal apptovada ; passa a ter
lugar a segunda discussa, a qual princi-
pia pelo artigo 1, ao qual o Sr. Ve ro offerece emenda supprea-iva, pe* des-
necessidades da .-ua dspositjd. lista e-
rnenda he apoiat'a e entra em discussa.
O Mrquez de Caravellas manda me-
sa a seguinte emenda .*
Artigo substitutivo de toda a resolu-
c<-o, salva a redaccaS :
it Ait. nico. O aitigo 1 do capitulo
a dos estatutos appi ovados psia os Cursos
Juiidicos, por reso!uga6 de 7 de Novem-
bro de 180!, nao exige, como preparato-
rios, os exames da Unga ingleza, histo-
lia e geographia para a matiirula, mas
ta6 .rnente os mencionadas no artigo 8
da lei de 11 de Agosto de 1818, a que se
refere o artigo 1 do capitulo I dos tn sm>s
estatuto-.
He apoiada, bera romo as siguiles :
j. do Mrquez de Baependy ; O ext-
raes preparatorios exigidos p> lo artigo 8
da lei de 11 de Agosto de i827, sn6 11 icos nece.-sai ios para a matricula dos Cur-
sos Jurdicos de S. Paulo e Ohnda, firan-
do assim entend lo a sim entendido o ar-
ti^0 1 do capitulo 1 dos estatu'os provi-
soriamente approvados pela resoluca de
7 deN vembro de i83i, na paite em
que trata c'os exarres da linpoa ingleza em
prosa e verso, hi>toria c geogr^ph a. 1
2. Do Sr. Vergneiro: Nos C'ir-
S"S Juiid eos de S. Paulo e Onda n6 se
exija ex une de inglcz, neia de historia
e geographa.
D.ni'io se a 6ml o artigo e emendas
por discutidos, posta a votos a emenda
soppressiva do artigo, he aiprotada ; e
das de ruis emendas iffeenoas, he ap*
proadu o -k-S-'. Ve gueiro, na5 passan-
doas ootias duas.
O artigo 2 julga-se prejudcado.
O Si. V'tTgoeiro d<< l>ra l'-yer soa bu
ma tm-tida que o Sr. Saturnino havia en-
viado a rr-esa, para ser dieren da ao arii-
10 1 da 1 solomo cima tr.it-d para se
addicionar esoli.ca que se oi-< uti, a
qual >endo npprov da, e-ta outra resolu-
c. 6 se toirua intil) e he a seguinte;
O esludaiit s que, por falta de appro-
T.ica de inglezem prosa e verso, e de hi
loria e geographia, nao for. matri- u a de alg'ins dos anuos d-s Cui -
sos Jurdicos srraSalminidosa filetar-
to das materias do dito ann", mosinndo
que o fiequentaraS, ouvin'io as lues e
p g^ndo as competentes. iuat> colas.
* Arligoadd livo. Firud revagadas as
dispo ic5*-sem contrario.
lie |>. iad.i, entra ero disrissa, a qual
se da por rinda, e posta a voto* a emenda,
fita a ppi ovada.
Coniinoaa discussa da tercena sub-e-
raendadoSr. Vergu meridasda-Mgurida discurso do p> ojelo
sobre n Supr. tro Tribunal de Justica, a-
diada da anteredmte ttuzb. Fica ninda
adiada pela hora.
Ordem dodia, para a srfsfft de 50 do
cortete, as materias dad s de anteriores
sessoes ; levanta se a ses-a as duas horas
e hum quarto da tarde.
CMARA. DOS DEfUTADOS'
Sessa de 28 de Junho.
Presidencia do Sr. Araujo Lima.
Pelas i0 horas da mnhf procede-se
chamada dos D' pulidos ; achando-se pre-
sentes 54 .0 Piesidenle declaia aben a
a-s a, eida a acia da antecente, fica p-
pi ovada.
O'primlrb Secret. rio i cont* do ex*
pediente.
Ordem do dia.
Continua a discussa adiada sob>e a re-
dacca da resoIacaS, que declara nulla,
e como tal he de nenhnm elTeit/, a di-po-
sicaS dos arligos 3 % ^ "e5." di li d A-
semli'i Piovinci' do C Maio de i835, e emenda apoiada do Sr.
Alcibiades.
Continua a discussa, e d se por con-
cluida.
O Presidente declara Cmara, que a
to'aca da re.larc.i5, caso seja approvada,
txrlue a votaca sobre a emendt.
P.ista a ledaccd a votos, he approvada.
Em disi-uss.<5 O seguinte.
Emendas postas pelo Senada ao proj deresolucaS sobre a representado* naiio-
nal da Provincia do Rio de Janeiro.
(( No artigo 1.*, em lugar de hum
Depotado, diga-sedous, e hum Sena-
nado".
Artigo a.*, addiiivo. A Provincn
d 1 B bia dar uisis hum Deputado e hum
Senador.
Paco'lo Senado, i9de Outubio de
l83a. Mrquez de Inb Pre-i lente. Conde de Valenca, I.* Se-
cretario. Luiz Jos de Oiive'ua, a Se-
cretario.
OSr. Climaeo ob'erva que tarsbem he
necessario elevar a repieseritaco de al-
gumas outrai Piovincias, e por isso julga
melhor tratar-se deste ohjeclo por meio
de huma medida g'ral.
Q Sr. Ilenrique de Rpzmde vota con-
tra as rmendas do S nad ', e declara votar
contra tod"S s prop-i^taa que tandero a-
augmentar mais Deputados s Prov n -ias
eniquan'to nao se lomar huma nudida
geral. Oberva que cumpre lomar huma
base fi'xa para a Represeninc-a5 N cional,
e nao se lomar medidas so'ada-. Diz (|oe
se v >la pnr c.-becas e n<5 p >r P o> in-
ri-s. n > que ha milita difliireiica. Depots
de roais'a'gumas reflexSes, conclue Tufan-
do contra a emenda.
A di~cus-?5 fica adiada para .e entrar
na da popo U d ornamento. O |. Se-
eretari" lhum Hiri do Sr. tini-t'O do
Imperio em que part cipa que, len lo de
a-sistir t.os ex. d< iias de priro'ias letras de algurnas Fre-
guezias desla rele, nao r le compaiecer
na Cmara senaS mais larde.
O r. Vasrorieeilus, a quem compele
a palavra, lerlara que deseja fallar irustio
na pre-enca do ir bre Min slro do Impe-
rio, p por so se alguns Srs. Deputado-
tem de fallar, elle cede por 01a di pala-
vr>.
O Sr. F-Tieira da Veiga, corro rautns
oradores linhs de fallar na p e enea do
nol>re Mioi-lro, |.. d o < ia-nenlo d 1 dis-
ctiss-5 do o Cimento, 1 o hh .ndo a dis-
rosn5 das emendas do Senado, em quari-
t > nao cliega u Sr. Ministro. As-im se d<
cide.
OSr. Figueira de M1H0 oppese
resoluc5. NaSduvida que o Ro de Ja
n iro lenha tilo mai" augment > de popu-
lacxS, mas compre sab 1 8" e>le augdien-
livlie He polacaS, que tem din ito votar
as eleic.'s primaii Obse va qu- he
grande o numero de estrangeiro*. as.-im
rom o dos esrravos no Rio de J^nciio,
isto nafc'te, pdendo suppor-se ainda a
mortalidade no re.lo da Provincia, pa-a
onde todos osannos se manda pelo Gj-
verno Mdicos, Boticarios, etc., por cau-
sa da peste. Julga que o numero de Elei-
tores bji5 deve servirneste caso para o nu-
mero de DeputadoVdCe.
Como ainda rto IVe Ministro dolmperitr, entra em discunslo
o project d Si-. Paranlios apresenla-
do na se-sf(- do anno passado determi-
nando q'e a Provincia do Rio Grande do
Sol darVmais dous Deputados e hum Se-
nidor.
(Conlinuar-se-ha. )
i 1 11
mmmm
DIVERSAS REPARTICOBNS.
TRIBUNAL DA RELLACAO.
Sessa de 6 de Selenrbro.
Na appellaca civel do Juiz< Munici-
pal di Comarca do I, app liante Bl-
thazar Correa Lima, e Appellado Vlano-
el Antonio de A aujo Lima se ih lomou
conhecimento do recurco nao s6 por n.i6
s r o termo desua interpozica assignado
pelo appe'anle, ou seo Procurador, e in-
timado ao pppellado rio termo do ai l- l5
da D -p. Prov. arena da Admintracd
da Justina civel mas igualmente pela falla
da avalucad da causa segundo o que de-
teiminaaOrd. L.' 3." til. 70 11 nao
c onsiitindo o pedido em quatuidade cei ta,
e detei ainada.
Na ppellacaS crime do Juizo de P'.z da
Villa do Taip, appellante o Juiz", e ap-
pellado Joze Pedro dos Res Caroeiro la
Uunhi : nao tomara conheeimento do
recurco por na5 sem aos Jurados o conhecer do Disparho
de n 5 pronuncia em pro>:eso* de denun-
cias ou queixas contra empreg'ds nao
prevegiaJos nos termos dos artigo* 172,
i73, 253, ea97 do Cod. do Procesan 5
pudendo o Queixozo uzar deste remedio
queiendo.
Na appe'lac< o crime do Juizo de Paz da
Freg. da Luz, appellante Joze Severino
Ca^alcante, e appelUdo M -noel C< ncal-
ves da Luz, nao se toiuou conlutmeolo
do recurco.
Na Appellaca de Diego Boru &. Comp.
rom a menor Paulina d quem he Tutor
Francisco Ludg'ro da Paz >e m.m I u d>-
zer o Curado Geral do- O fts.
No reijuerimento de idaiioel Go> gal-
ves Lava pedindo Ha'>es Corpus dep- is
denuvido oJuizda culpa fui uiesmo d f-
feiJo-
PREEITI'RA DA COMARCA DO RF.CIFR.
Parte do dia 7.
Illro. e Exm. S'-. O S' b P.eleito da
Freguezia de Santo Andrio leoittleo
esta Pnfeitura o p elo liberto d- nome
Pedro Antonio, morad r no rejo da
M clvo Corumis-ario da P'dicia, por ter ar-
reme s-d 1 una garrafa ao ro-lo de J.j
Maria iPAmorim Ju'iior, de que resudtoO
{ rmenlo, e s* pioc'deo aos de\id>s ter-
mos, e pela'Guarda da Alfidega loi preso
um pelo, liberto, prr ter indultado
Pedro Antonio c'Oive ra Lima.
Das mais paites recibidas, nuda ron-ti.
Dos (u r'e a V. Exc, Secutara da
Prefinir do Recife 7 de>Seten>br.)d'l836
IHm.eRsm. Snr. Fianrisco de P.-ula Ca-
v.i!cantede Albuqueri|ue. Manuel doN<$-
cimento da Co.ita m mal ca.
Tarte do dia "8.
film. eFxm. Se Pailiiipi V. Ex.
que por IMia de g me deixara de ha ver
hontem ronda substituidas p^las dos Commissarios de l'o
lici 1.
Fora remetlidos esta Pref ilura Jus-
t no da ( unli. .Maeedo, Manoel da Silva,
e Joze Jiaquin, Cornetas do i. Btlalha
ondeo numero dos bitos he maior que o | de G. N., e o paisano Manoel Joze da S i-
ttosbaptsmos, segundo se ve pelo mappa va p esos pelo Cimun-.-n io de Polii \* de
spresentado pelo lespectvo Sioislio, e 1 Forade portas, por e la re 111 em desor-
dem coro a patrulha rondante do dito
Commissirio : o preto de nome Joa, es.
rravo de Antonio da Cos'a, preso pelo
Soldado doCorpo Policial Paulino Fian,
cisco Xavier por ter espancado a urna pre-
la na ra do Rosario : o preto de nome
Manoel, escravo de Domingos Jo/.e de
Mosquita, preso pelo Commauduite da
Cuardi da Cdeia, por tel-o encontrado
Iraz da Cadeia, e fazer-se suspeito: o
preto de nome Miguel, escravo do Teen-
te Joa Roma preso em Onda, por pi.
recer estar fgido : o pardo Joze Bernardo
da Silva Rosa, preso pe'o Commissario da
Polica do Distiiito da Solidade pr ino-
bidiencia em materias do Publico Servico.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prefeilura da Comarca do Recife 8 de Se-
tembrode 1836. IUm. e Exm. Sr. F. i.
risco de Paula Cavafcantede Albuquer.|ue,
Presidente da Provincia.Mano. I do as.
cimento da Costa nonleiro, Prefeilo da
Commaica.
MFZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. 184.
Aosempre excelso Dia 7 de Setembro
SONETO.
Tiez seclos pessalio d'afliccio,
E o Gigante Brar.il coloniado,
Apenas pelos Luzos era olhado
Como Sollo >prnpro punicio:
Aves os duri>s sempre iusliucro;
Tatnb^m duro pagaiio seu inau fado ;
Volve o Tempo em sen corhe, e Jove irado,
Brazil iodependente ordena enlao v
Eis Lizia deante, ja convulsa
As ai roas inda coi re por deim-ri. ia,
*E sella em fimdas Quinas a repulsa !...
De Naci o caracitr coro decencia
O Brajil boje goza e Liz'ia insulsa
Lamtnte seu pezar Iudependencia.
Por o Pernam'iucano Jusliuiaoo Anto-
nio da Fonreca.
DIARIO DE PERNAMBCO.
A narracio d>s pub'icos festejos nos dias
na<'oribes, he .emp e huma taiefa agrada-
vi 1 para o e-criptor patrila; he sempre
curioso, e intei tssanle todos ipie obrem
seu c.
Ccm qu.in!o nao tenliamos boje de de-e-
nhar auaores sumpiuosos da* fe.-tai do f "*
ti-simu 7 de Selriiib o em Pe namhu'o,
ludo quanto vamos dizers< b e ser venla-
deiro, ver se- que nao lespiio acnl sle
rivalidades \ ludo f i o voto nac onal ex-
pus ado modesta e armoniosamente, ceui
ordem, e i-nllmsiasmo.
A nuie deseis f>z presentir a lodosos
coiaccs o grande Da immediato, por hu
ma illominacio cxpoiilanea e qua;.e geni
em todas as casas e tdillicios puId eos, sn-
bressaiudj a >'o ThealO, onde se viiOC 1-
l<-cadas n'buma faxida de ro'umnas os bul-
tos de S. VI. I. o S ir. Pedro *. da* Jo-
v ni laiii'i.'i- de Portugal v lle.p nha ; do
Soberao .s d^ Franca, e da G .. B etanU?.
Asca-asd Praca da Independencia, b !-
rao pela piiimira vez liumu iHutninaci*
regular.
AsSOino a Aurora de 7 de Setcmbr", e
-O entluisi sino do Ypiranga rev veo >
lodosos c bo da ai lilhari- ibu; f t s Hum a fiailda de
l>-s'ra militar lompe em s-oras pe-^.-s,
e pe coreo varia fu* da Capital* Todo*
os Cidados coi r rio s sitas m Irires, p. ra
fiar romero ao mais augitn acto duanewwi
instituies. qoal he a Lleito dos Magisia-
d< s Popula e- : --s rcezs se org iii-.oo
echapresentaco dos re-pedios Jur/es Vai ; em lodosos I res BerOl fia Cap tl
foio as EUe;c6 l principiadas en I re g-ande
concurrencia de CiladlOs, o que bel* ",*
tra, que no s** nlitulo6ljv%i eiiraiiando
e que j o drelt de volar nio he hum ob*
jeelo iud fereale para quem quer ser li-
vre.
Em consequencia da volar'-, a gran'e
Parada uopodia U'Mug'i de luaiihi; '"',


DIARIO DE I ERNA M BUCO.

pois irn -ferida para a tarde. O aceio cora
que se a presentarlo lodos os Corpos tanto
de I." Liuha, cmoda Nacionaes, nada dei-
3(0U a desejar ; s bre lodos a Co npanhia
da Cavallara de M micipaes, formada em
Esquadrio; e oa.,Btalho de Ntcionaes
do liain o de S Antonio. Aa 4 oras da tarde
seaohavio t d -is os Corpoi militares reuni-
dos na pi ac da Boa-vista, tomando o .Com.
Superior o Comando em Ciiefe firmando
dtia Biig Coronel Commindante da i. l.egi o
Francisco J*,ze da Costa : a a. cora-
da'!* pelo Coronel de Lcgi.o Manoel Ro-
drigues Campelo : deafilara para o lugar
do costme da- grandes Para.las. Ja se
arhsvud reunido- no?Palacio do Governo,
0 Exra. Sr. Presiden!?, o Exm. Sr. Bis-
pu Diocezano, Membioada R. lace, L)i
lector, e Lentes do Curco Jurid iO, os
Cnsules Estrsngeims, qua.se t. d s es
Chefcs de Repaiticcs, grande n.* de
Eropregados, &e. &c Proced.. o-se pilas
5 oase meia o coi tejo do exilio peante
o Bu-to deS. M. o Imperador na grande
salla, seivindo de piiuieiro intiodutor,
o Sr. Teneme Con nel Martios. Voltou
a briosa Officialidade para a franje dos se-
usCorpos, inmediatamente IroraS as
tres d:siargas de fuzilaiia, inte> poladas
pela salvaba Arlilharia, linio o que, o
Exm. Sr. Ci-mmandante d.is Armas veio
frente da Diiz^ darosjtres vivas Nacio-
naes :A Independencia do B'*zil A
Con-tituica ) A'S.gM. o I. Const turi-
onal. OSr. Coronel Francisco Jaciato
Pe eir Commandanle S. secun 'ou oulios
t Governo da Provincia, Ti opa Pernaro-
bcana. Ti dos foia acolhiilos e corres-
pondidos com ind'xivel enihusiasmo. A
Divisa maaihoucn contineni-ia, e j noi-
te vo't'iu quintis.
Q.ando anda a Diviza marliava em
continencia, hum Bala areoitatiro subia
regia das nuves, omtdo das cores na
c ion-es, e sollo do centro da Praca da In
depenrit.
Fi.diremos esle relatorio fazendo
menca do bi limite e-pei taeulo d> The-
alro, onde fora recitados lium Diama
intere-sante, e alguinas poezias. Outra
veza geral ill'.iminac5 da Cidade veio tor-
nar alegre esaudoso o Uia 7 deSelemhro.
DURACAO' DA VIDA HUMANA.
Por f licidade do homm hidoemsua
vida he suido eiusio; he lium soho
mais, ou menos pi efundo que o co lu-
ir nos loma supportavel e de que iO
li des ng .o..idos na epocha^ rio que
tem de c. bar. Se hum homem hauves-
se que des d'a infancia al a mi.re es-
tiv.sie lempre ajdormir, e a lonher este
leria vivido tanto como o que vive re-
cordado. E q.-em s be, se a nos ex-
is enria seria huma espe ie de somnam-
bulismo a nspeilodi entes mais pllenos,
e de? naluieza muto superior? Vi ver
p is nao lie v.gelar, e air.str-r longos di-
as em apalfeia : viv-r he p. nsar lie sen
lie e obrar ; e horneen ha';.que morren-
do acs 8o anuos nao p dd contar mais
ijue de/, autios de vida. Ni verdad* q>-e
lias desharrlarlox no delirio dos sentidos !
E quanto homens que accordao a ho-
ra i'.'i rao. le !
O nosso noidamnto ( I ) tal vez nao
Sr-ja oulra emis i mais do ijue lium san-
t.o ilgum tanto neis pr. fundo 'U hum
s .filiar constan le que nao iliTeie- dn so-
nhosda ioile se nao em roai.s ou m*-
nes: mas nos temos por cousa e.-l ; por
que nao encontramos bjecto de con.pira-
cao ,.qi'' noi po si mo liar todos o- seos
piesligios. Q iai,d poim se aproxima
* h.oa de n>* pariirmos de.-te inundo ;
quando a n isValma se dei-prende dos la-
ces da caire .i.bilos luzeiros llie pUrn*
tei.ialg -mas v.-zes toda as quimeras de-
se daiado sotiho que clumamos existen-
( i ) O revell o Frir.icz nao tem equi-
v.U-i.ie em. a nosa Lingos ; pelo que he
preci,o icconer aocircumloq'jo : msse
temos o verlm Aiordar; porque n ad
mituren o, Acordamento ? PeiO rcO^!**8
Sr.-. Filo logo j.
cia. E porque nos nossos ltimos annos
nos sltelo lo amargas .-audades e ver-
dades lio crueis nos de eas vwidades da notsa vida ? A rasSo he
porque ento comecamos a dispertar des
se longo somno que nos furtava ao' co-
n'iei i ment de n- mesmos e po que se
esvr em e dissipio as ti i-tes illui-eo dos
sentidos, que dos oduscavio a luz da ra-
sa.
Mas porque fo.nos n-i creados ? Qual
a utilidade d ste mundo? Porque inces-
santemente.se succedem tantas geiacoes?
Quanto nia'Ssobrepenso m>io ni..i- con-
fundido ii.e vejo; e apenas atranco, que
s salie de ludo Aquelle que ludo fez : nos
poi.n fiaros n oitaes pjiq.e ni.s apalan-
camos a medir em estreitos limites do nos-
so eiitendiroento as profundizas de Dos ,
edanatureza? S noi cumpre calar, e
adorar.
Mui desgracado seria o homem, se o
hbil o nao oiminuisseo sen ti ment das su-
as mi-erias. Tal pastor se julga contente
com a sua vida qae ficarid inconsol. se o fizessem Rei. aos mais horriveis climas, e nelles \ de
viver feliz: a c mpanco he, que no
lo. na mi-eravtis sem que na readade o
si jamo Em quanlo proporcionamos os
noss >s des jos, e precisSes ixtensio dos
nossos meios e facul lades es'amo^ sa-
tisieito.s : mas logo que trazpondo a esfea
da nos-a c^ndico queiemos ullrapasar
os nossos verdadeiros limites, azemo-nos
infelizes ; porque sentimos tola a DOSM
Ira.jUe/a eojtigo infldxivel da oecensi-
dade. Em hum estado abaixo de medio-
ce pode o hornero gozar de tanta latala*
cao romo os futios dos Reis por causa
des--e benefiro h.ibiio que nos leva a en-
contrar a h licidade em nos me.-mos soja
alias qual foro posto ero que nos hajaco-
locado a fortuna. Assim p loma os males primen ament suportaveis
pela sua duracio depois indifferentes :
elle tambera ci-m o lempo embota o en-
canto dos prazeres e delicias da p>sea-
l que por ultimo os faz inspidos de
sorte que vem a estahflecer se hum eqi-i-
lihrio entre nos, ensbens, e males que
nos torneio, equilibrio, que compensa
hiins pelos cutios.
llom hornero muilo dtsgracido ju'gara'
xlremameiite vivos -s menors prateres,
ao passo que rom estes era se abalara o
bo ni'in con-tantemente ditoso. i-ie(|ue
se fina de lome, sbo'ea com p.azerex-
(reoio hum alimento gf osseiro que repu-
gnara aontro que anda farto de boos
lo radon. heni aprecia o valor da ..an-
de quem acaba de huma lo-ga e cruel
cio hft> a voluptuo-i lde dos piazeres e
a ten pera liga |>ode vir a ser hum calculo
da sen-ualidadti para augnneniar o fJOto ;
pelo que o .-enredo de-ei feli-/. e-ta tuisn*
ber ^er -it^m fO 'co infeliz, a i-eu lempo.
D'aqui cuneluiin s que rs I oroen, que
e coru-ideio por inf lies no mun>'o ,
lalvrz o nao -ejo mais, do que os outro ;
e ja' que a- gi andel magoas d cabi la ^os
grandes praze^es, es'e* deero de prolu-
sir tainhem grantes magnas : e romo ludo
se compensa por ilutes re.ci,es ; nao
de-c bi iii.os o p >rqui' ha psso ia to pouco
sensat-s, que desejao oitia < ou ica-i ,
(pando a-ua alias h- aUDpoitavel. Ellas
nao saben cei lamente, que nao serio mais
Saliafei'as do que pndem WV ; po i-so
quea>MMs prerisdes ; e paixes le iio <>e
ciesier na in sua proporrio, q ie a sua
fuluna. Adii ta-se porc'm <|ue i-to riso
he hum sy lema inventado p. los ricos pa-
ra diminuir a iuveja co* pobiea mas BU roa
observaqto constante, e sem excepcio ,
lonfnmadi por huma experiencia de lo-
dos os lllaS.
Sa na mais curta existencia p xle-se
g loriga e se os l-ens e malea andio de I
mixtura em qua-i lod s os homens ; p.r
ijue 10* queixamos da natureta ? Por-
que leo.eroos os eprocbes da morte ? Por
que desejamu huma vida dilatada ? A--
CMOSa crueis enfermidades di vellicenao
enveneno lodas as suai dociir minemos todava o que pede pro'ongtr a
i,o si duracao ; porque nao esperara- cu-
rar o geneio hum no desse desej > ta ge-
n rico e natural. Todos se ijueixa da
vid i, mas t.dosqamm fifr.
Mas em va5 de-ejamos huma longa vida
em va contairos com alguna das de mais
tobre a teira ; porque chegado o termo
inevitavel he mister ooorreE J e a nioite
cbama a si lodas ai Nayes ,v e de todo os
povos faz sua rel.
He misler morree Eta idea loe de
di-go.to a mor pane dos homens. O ca-
minlio da vida acba u-sta tiste prespec-
tva ; e a' medida que avancau os, os dis
gistos nos accompinhiu e nos torna
mais .fligidores os seus aproches (ilo-
ria, fama, belleza, foituna, prazeies ,
gobios do mondo ludo he eugolido pelo
sepulcio.
Tanto sao os homens, que had passado
sobre a tena sao taos anda s q -e
lem de ser lambem ari emecados a este a-
hy mo he a vida t5 breve e lio d lata
dos oss culos, n* somos em fim torne-
ados de objectos ta grandes e incompre-
heuriveis que bem se pode dizer que
nada ha' ta5 frgil e p.ssageiro, como
o homem.
Mas a melhor mxima pira quem da-
seja prolongar a vida he esta -- eue vi-
vi re el lieta i -- ser vuti oso e viver con-
tente, cuidado excessivo que alguna
tem da sua saude na Ibes he menos fa-
tal, que a inieniperanca de outros. Evi-
temos pois em lulo os extremos : dt-ixe
mo nos ato. co quanto o permittem as ousas huma-
nas, easconvences sociaes ; na certeza1
de que s viveo melhor quem mais tren
qaillo viveo. A niedioindde de foitu-
na, o doce passa-temi>.> o sustento sim-
ples o carcter bemfazejo os ei.cautos
d'ami-ade a uaa d'alina .-ao hers inesti-
msvei- dilataeio da existencia.
( Traduziilo da Historia natural do.'ge-
nero ham.u d Vir. y. )
VARIEDADES.
Incur.-io s montinlns da 1-1 a odia e fe-
liuratnos que api e.-<-ntam.
A Ri-lacvO dos f. nnmeno que aqui da-
n o* deve se ao profes-oi Krung-.li r, na-
uirolis'a Alemio, observnu i/uiua viagem
que f z aos paizcsseplenliianaes nos anuos
de 1,83a e i83).
O sy lema de montanhas que se s-
I nde p- r toda a suiei Ii. ie da I-;an lia e
que se chamam Jo.kulls spresenta ao
gioio varios feiomen.s dignos de ha-
mar a soa attem ao d baixo de lo ios os a--
piarlos. Figuierao nos urna rgio em
que reina i terna inerH* o invern, m
(ine as la deiras das monianhas e-lo *em-
pre c.iberias de un a extensa carnada de ge-
le e croque a nev, queahe fingios-
jospedacol, cobre o so'o ale algn- p's
de altura; pois all, riebaixo dessa crusia
de ID ve gela, se vpi ifiram estratihos fe-
nmeno-, T-e pancera inteianieut- >p-
p.stns (|i( lia nal.i'eza hypfrboiea. Vou
refeiir al^uns e ^ seiio i essanies.
O Heda nao est apagado como
suppozrram ligues vi.jantf.; est ad.ir-
nieci'l, e se suas riupcQei sao raas,
lambem pela ine-m.. raZio sao ma s terri-
Vei<. .Tal de leemibecer o interiO'' do
si u carcter e esta cui ..-idade i,< me
cu-iou ruis que aUumas horas de Irahalbo
e fatiga, p >- rbeguei al pioxiroo do
lu 'o atravrssamlo monles ie cinzas ,
lav-, e material racinadas. Ai i ->.pe-
rimentei um calor extraordinario i pois
lbeimora-tu>-tibia te 39 etn (piauto a
p.n le superior d. solo eslava coherla por
urna forte aro d'd.neve. Sem embargo
dis-o, medida que hia bsixaiida aug-
nipniava mais e mais oal'-r, e assegu-
ram rae que em al^uns pontos chega si
i/-l- Segoii -o o- roeus calculosa pro-
fu. didade docr-ler poder .-er dnons cen
i i. e uid o-que podo descubrir mlle
ioiam al^umaH est.la.lilas ; pet ifjcaie
uri ss, escuvuc s leita- de ura molo
estranbo e troaiiaces he'nrao su fui o-
eas. Qaando loroei a subir fi.iuti admi-
rado de observar o espectculo que rae ro-
d.va : sobre > h rso iie levai'ar.m se
grupos deiiuxens obj. mas e ciiuentas ,
romo moiitanhas fantsticas os ciateres
apagador as lavas espalbad*s pelo solo ,
os Jmku Is cib.itos de ge!o nev al-
gomas fascatas gigantescas que se pie"
pitara aolonge, um sileuriu solemne
profundo "das estas scenas mudaaegr-
diosas eiciiavain em mira um* especie de
ex lase melanclico. .
Oulro fenmeno particular da l.-Jan-
dia e em disputa uta do* mais singula-
res eio os g-yerea especie de niauan-
ciaes, queespoul-ne*1^1** e eleva.u ao
r at certa altura forman Jo gig.ulescaa
columnas. A agua s.he dilhs lo. vendo ,
eleva couisro lavase [)ejac,Oi de i odia
calcinada. Estes chorros de agua luler-
mittentes, profm de commocej mtei lo-
res quesedoacoohecei por uus rugi-
dos sui dos, bastante parecidos ao ruido do
trovo. Um estante depois de ouvir-sa
esle ruido sabe e se eK-va cum loica a co-
lumna de agua, rodeada de urna atmoa-
phera de vapores, e be s vezes al iO
p> do .-o'o ; poim gua acaba se de-
pre.-sj e por espaco ^e algumas horas
subatitue-a urna columna de vapo.es, que
espalha a batanle dialaiuu euiJn..voea
sulfurosas muilo intensas. QiauJo eu pie-
senciei este singular fenomeuo o sol no horisonte, e piojeclava urna luc
anox di sobre aquelle penacho do vap.,
que reflecia aos nossos o.tos lodas aa co-
res do arco iris. Dirig t>m precai^so
algumas pedras grossa para o orificio do
g.y-esj porni ui vez de cahir nu lumlu
delle tlevaram-se logo a urna groada
altura e submettidaa alteriiaiivaoicnte ,
j* ao ii.flaxo da gravidad.*, )*' a forea do
vapor satiiam e desciam por Ctp.CO de
alguns minutos al que por tira so eub-
meigian na cavidade.
VIeus guias fizeram-me notar que a
eiupeio era mais activa e aiiuna-nue qu-
do lauca vamos pedras para as cavidaues :
Ob.ervei com particular slteiic,o a aber-
tura chamada o giag.yser de figura o-
val e lera' de cincoi-nta e oito a aeasenta
e quatro ps de dimetro. A agua dos gey-
seres esta' sumisamente canegaiade car-
bonato de cal em dissiluci.) e por so
mesmo s1 achaorduiriaroente petrificado
tudo o que os rodea ; ramos folhas, er-
va tudo seoii*erle em pdra debaixo do
seu iiifluxo.
O teiceiro fenmeno de que vou fal-
lar raui digno de ob-ervacio e ust me-
nos interessante que o gyx. Debaiio
do gelo que cobreas moiilanhos de enx<
fie, quepertencem cadea d Zo kuls
enconlra-se urna especie de argiila arden-
do, reve-tida ordiuai iau.enie por uma
cruita giossa e compacta ; a d ta arailla
esta'i o.nliinada ion uma grande quanii-
dade de enxofre, e produz Oontiooemen*
le emana, oes g./oas, com tal forca qK$.
do i o invern nio eucoiitram sabida f*.
zem estalar os gelos que se Ibes oppuyn.
Poucos viajantes ha que n;o Innliam sj.io
ta-t in inbas de tas eupy5er; Mi. Hen-
dii-on observou uma i.lumam nte rio m*
ie Krabia cuj dimetro eia igual ao do
grande g< y er, e dorante a axcur-ao que
Ii/. as noitmbas, oovi o estampi-o do
emeo eropejes suceessivas que? se v.iili-
cararo a mu pequeas distancia-, umis das
o.tras; poiiu nao rae atrev a cliegar-ma
a ellas pelo le-^or de ficar envolvido en-
tre os pedaC'S de gtlo e arga que ar-
roj.iv.m aquellas repentinas exp o.cs.
SESSAO' MNEMNICA.
A Arte de ligar reordaces arb'trarias
a ope.ace- lgicas < u de ajoda. a me-
mo ia po vid .le aasucaces de i >*s i^*-
tur.es ou Ib. talas, o que se chama
Mn. momea. Exi-ie t m gei meo em lodjs
usespifltosj cada um lem uma mnemo
nica sus: mas e-ta arle, ou pera nellior
di/.er e-te inatmelo, Miso..p|.vel de
una ueseiivolucao immensa da mesma
fjrma que era mecnica a alavanca da
que todos lem idda o |ionto de puli-
da del machinas mais co oplcadas e va-
lentes.
Para se conceber o borionle mm>nsc
que seaniolbaa quem possuea chave delta
sy-l"iiia, basta assi-tir a um < .Sesso Mue-
monica. Alli se ve* que a Nalureza ven -
cid. pela arte abre novus irameuso. ra-
mnbns a' uit"lligeocia e v..i plantar o
leudi' do non p as ultia e.n ngirsa tes desi-oolie< i las : o-objt-ctos mai seceos
c ab-irelos parece eareiu ora biioco i>.ua
o .Vjnciiioni. o.


DIARIO DE PERNAM Dll C O.
E-tas as ideas que lumultaaram ero nos-
sa alma o ast-tir s tinas Se -5es Mne-
mnicas dadas na Sata d) Colegio dos
Nobies, pelos Sr?. Castillos, Jos e A-
Itiandie. Fra diiicil naquelle combate
intellectual conceder a polos* a um o i a
otitm, pOi<|ue ambos tocara'ti a ratta,
al'M daqu. A reuni que leve logar Domingo 5
do >>rrente para oovir o Se. Alejandre
Castillo, Ib i biilhantissima. E te a to
foi fjrmo>ci lo pela Presenca de Suas Ma-
jestades e Altezas, do Canica I Patriar
cha do Ministerio, dam.ioria dos Men
bros das Cmaras, e era 6m pela Ciie, e
por todas as noUbilidodts sociacs ou litle-
raiias da Capital.
As repetidas proras de considerarlo e
enthu-i.-smo que os Srs. Cslill os i cedie-
ra f o de eus Compatriotas devem decid-
lo< a nio despertar unente o go to pelo
ei-tudo de ai te lio bella roas tan-b m a
divulga-la quando houreiem elaborado
os noctssiri elementos, u% Crammaticas
e Diccionarios rom que ja' et.Tquerram
estrsuhas liugoas.
( Do Diario t'o Governo de l.i b tu.)
CORRESPONDENCIA.
Sis. Redactores.
Tenho a bondade de trans.-r ver no
seu acreditado Peridico o seguinle de
huma carta do R>o de Janeiro, pan que
os Eropng.dos da nossa Alaudega e as
Autor Jadea, a quem competir estejio -
leila, a ver se noslivrames da introdocio
nesta Provincia de Sedulas falcas rindas de
P.-izes Etrangros, assim como vem de
acontecer naquella Corte, pelo que lite Pi-
car muito agrada*i lo.
O seu atiento venerador
H ini seu as-signante.
EmCaita pirticular do Rio de Janeiro,
datada em i 3 de Ago to do con ente anno,
?em o juintt
< Descobijo-te ante hontem por exame
ni Alfandega, alliihuiJo a denuncia, a
importadlo clandestina de cem coutos de
reisern sedulas fUaS, imitando as qu<- se
destrib lirio par o tioco do cobre. Esta
reutessa vinha em excac5e fetas ns
tahua- da caliera e Lteraes de duas caixas,
conteni charope Purgativo, desembar-
ca il..-em miado de Junio p. p. de bordo
do navio Fiaircez L'aejle procedente do
Havre, a
Onnha Guimaraes, vindo do atierro dos
AiT-gados, que ah traclar iora a roesrna
pessoaque precisa.
fc^ Desaja-se entregar duas cartas, u-
roa ao Snr. Jote RqiIi igues de Medeirosj
eoutra ao Snr. Mainel Pedro de Medeiros,
qneiiio ter a bondrdede annimirarem por
e te Diaiio as suas moradas, para se Ibe
fallar. ^
tV Quem precisar de um hornera ca-
paz para um sitio quena declarar su i mo-
rada para ser procurada.
U" Aluga-se urna canoa d'agoa : qoem
a tirar dii ija se ao armasen de vidros ao
lado da Cd.ia.
%^f O Profesor de Mneinoieclin, e
' arbigiapliia avizano Respeitavel publico
Que. finalisando-se esta semana o se.i curso
Pa'ticular de Mnm.te< hnia ou memoih
nifirial elle abre o de Tachygraphia ou
m. i h do para escrever lio de presea como a
palana no da Segonda fe ira ia do cor*
rente, para nqual He ainda rec be subs-
criptores q' quiseiem subscrerer dirij.6->e
a ra do Q.ieimado D. 3, em casa do Ci-
rtirgii. O reir em casa do qual se hade
dar o dito curso.
*9 D. Rita Mara do Carmo Mendoi-
ca viuva de Joan Neponvceno P..i de Men-
t, nca I. n ln um dos Diarios da semana p -s
LOTERA DO LIVRAMENTO.
A grande exlraco que lera tido, e con-
tinuo .. cer os Bilhetes da pritt.eira Lote-
ra a f^ror das O.;.as da Igreja de N. Se-
nhora do I.ivram-nto, asaran o anda
memo das t o Jas nos fins do con ente Se
tenibro, ou, omais tardar ti s p- imeiros
diosdeOituhio. Duas bip as uilidades,
que re.-ullo da breve extracto da Lotera;
a maispiomplae.lifi.acaodo Templo, p
ra que todos devenios concorrer, dando
assim i ma prora du respeito que tributa-
mos i Religo, que profesamos -x e af, ui-
(iodos p.. mis, que ceilam.nte toma.
de urna inillioiconduao aquel e-. que por
ventuia osobtirerem. Os Bilhetes chao,
sea vndanos lugares ja muonciados, e
tambein na* lojs de Antonio Joze Rudii-
gnes, ra do Queimarlo n. 74, e de Anfo
nio ioze Baadeira de Mello, roa do Cubu-
g n. 4.
AVIZOS PARTCULAIIES.
A prssoa, que se propov o servir de ama
decasa de ura hornem soltiiro, equepdo
Diario do dia 6 do correte, pede a expli
cacio da casa doFiscl do Borro de Santo
Antonio de. laia-se que Rodolfo Julo
Barata de Alrmida, e que mora por de-
Ira* do Palacete oa %,' casa terrea, conti-
gua *o obiado do falesci lo Monleiro, que
linlia t nque da agoa, ou pode lambem
procSMf na ra do Manicsegunda casa do
lado esqurdo do correr datcaa. - -,v .. wasa -.w.- ..V. "~, i
ida vio o annuncio feito por Pedro rran-
is'o de Mello, lio enfaclotio e prejuicial
aos direilos da annunriante, qmnto injus-
to e precepilado proprio do h"mem sem
moral que se nio lemhra da responsabili-
dad e re.-li'iuicio da repntacio de prejuiso
no embaraco imaginario dos bens alhtl s.
Qualquer pp-sua de bom sengo condece
que o annuncio d tal nturesa sem fun '8-
mentode direito ou Le exprera pr<-du-
zido, ou c.m vista de seaprovrlar da f'-
queza d- urna viuva, ou de demasiada ig
noraneia, p oque o annumiante confesa
que o marido da annunciant vender. ao
annunriante um ped ico de Ierra por 400$
res, j a 10 para \i nnos, sendo poiscoU
Irac'o de venda Kgi'imo por e-criptura
publica, e passado lodo esle t^n p j na p is-
se e dominio sem ter detraed >do o mari-
do da anno ociante para diafaser a v. ndi,
ou para o marido sustentar a tne^ma v. n-
da, quando ouressealgum motivo p.ra is-
so., estando tod'.s prsenle moradores n'esta
mesma Cidade, e at hoje o antiunciante
nio demonslrou nem rhamou a Juxo a an-
tiunciante para n convencer devedora,
nem moslra t tolo a *eu faror que ftga pre-
junrio de aljnm direito contra a m ama,
qual poisa rasso, a b ia f rom que quer
desaceditar a annuncianle para cora o pu-
blico e suspender a liberdade de cada um
c ntraclar e dispr em boa f cavo negado, appaieca titulo ou senlanea
pe-qual o m-rido d* annunriante fos.e
convenci dt-vedor, ou h..je mesmo hou-
vesae o m-smo lilu'o contra a fnouociante,
qual a Le que cmb.r-ea a libedade
cad um gosar de seos b ns vendmdo es-
t'-s ou aquellesurna vez que a as. da vlu-
?a posoe pelo menos tloze a quinfa con-
t sderei-. Quem dir que por cera ou
duzentos mil .?is, se eniboace oo emhar-
gue todos os Tund. s de urna cas.. O an-
tiunciante S-. tem direito con ronoa e ppnho-
>e, o trais ignorar ou a ra.-io e o diieilo
das cousas, oues erilu deprava Jo que nun-
ca souhe que fose conscienc'a.
Va* O Snr. que foi a ra do muro da
Penha D. 8 bnsOar urnas tliaves de tima
casa, que dizqueiia a comprar, e que a
triis de orto das nio as tem IrasioTo, quei-
ra Ira ser, qu indo nio jus-ar pelo desgos-
deverstu nome pub 'ieado nesta f Iha.
( *9~ En iria-se pal ticnlarmente Rh. to-
lira, L'gira, e Prancez, as pesoas que
quiserem apprendeKannunciem suas mora-
das por esle Diario.
Wr* Ai renda se pela marcem do Capi-
baribe urna Qlara com preferencia a que
tirar barro dentro, e ti. bem sp eompra :
quem tirer diri;a-se a ra dos Q^iarteis D.
4, ou annuocie.
^W Preris-->e de um padeiro branro
quefctilenda bem da sua profi-io. e que
gote de bom credilo : na ra dos Quaileis
D./t se Ibe dir com quem se de ve eutt nder.
brrenle d'um porcSo de cobre velbo de
forro, e rouros avariados, fica transferi-
do para boje 9 do me-mo as 11 horas do
dia na porta d'AIfandega.
VENDAS.
Um n^gro de Nado Anguila, corpolen-
to, proprio para todo e qualquer servico,
spm virio algum, tendo de dade pouco tna-
is ou menos 20 atinos : no atierro da Boa-
vista n. 67, no lerceiro andar da casa no-
va defrontedobecodas 10 bmasda manhi
al as di>as da lardp.
jry D..is rico faqueiros, obra prima,
e do mais moderno gosto pos^irel n'Europa,
assim como cordoens d'ouio filagran para
relogios tanto para Immem, como para or
nalo de pescoco de Sen hora por pi eco c-
modo: na ra Nora segunda luja de Bren-
ger & Comp.
atar" Urna scrava cosinheira, engo-
madeira, e cuslureira rom um fi ho de 7
annos, sendo a dita de5 anuos d-.- Hade,
e que sempre foi rccatjda, e do servico in-
terno, sem vicio a'gum: em casa.do De-
posilario geral, roa do Rosaiio e.slreita
|C*t* Umamoadide casas te-reas no
lugar do Caxanga ron 4 quaitns, de tai-
pa, pe t> do hanho-, a fallar com o seu
pronrietarioCirino Marques do Araujo na
ra Di ita na sita padaria.
- yry Umpreto deniego da81 a aa an-
nos do idade, boa figura e robusto, lal
qualofi ial de sapaleiro, salte sei vir, u-
nu casa por ter servido de pigem, e ser-
ve t< m'ipra para o tn.balho do can po : na
ra nova D. 3, a. andar.
W Urna srmaco de rendr, e quem
comprar a dita pode seder-'e-lhe as cha-
ves : confronte ao tanque d'agoa do Custa
no porto das canoas da roa Noa.
I911 Vettde-se ou troca-se por urna ne-
gra de meia idade, urna n gritilia de i5 a
16 annos: na praia di Co'l'gio armasen
de Framisco J -aquim da C sta.
Ify Um terreno com ioo piltnot de
frente efundo at a baixa mar do R o Be-
bi ib a aber 30 palmos atlerrado e o mtis
poratt rrar, umtelheiro j feito no logar
de Fora de pollas junto ao tanque de Mi-
rianojozeda Cosa na Boa-vista, ra da
Ponte velba I). 7.
rjp- Urna canoa aberla que carirga 500
tijolb-sde alvenaria, OoTa : na in-mn ca
zu cima.
^ O mu't > velleiro Bn'gue Ampri.a-
n TabiS O de lote de i4a tonelladas, Ibr-
rada e enc*ljlhda de cobre em Mart; to
coi rente atino, epromptoa seguir q itlqifor
viagein: ospoitend nt-s dirio so ao Es-
< ripio, io de JJii Oldham & Comp. ra
da Cadeia D. 3".
y^av" Urna ca le rea nova bem cons-
truida e por neg i omodo, .-i i <* rio I, i ro
d. Boa vista: na iua do Mino da Penda
D. S.
*9~ Um selim nglez de superior qus-
lidades, eoqa a.reios, Undo apenas serri
do dua ou Hez \eiei; p | qUe se da.
pormensdo >eo ral-r alguma cosa; e
urna e!-pingarda franreza, sem qtase uo
algum, muito certa de chumbo, e propria
pas.'arinbdi : lano esta, como quelle:
emOlinia. ra de S. Be tito ti. i9.
*** Utn sobra lo de om andar com
solio, duasl.ji.s, com e-ceda de p. dr* e
alao lado da mesma, com grande buitital
et.ptim.i banlieiro de pedia e cal ni cor-
rer d. nraiHu -obiado, tendo este como-
dos sufiicientes pna umi giand; familia
no Vaiadouro de Olnida junto ao baldo-
na rita do Quai teis D. 4.
*J>" Um moleque de idade de r6 a r8
aanua, bonita ligur, prop.j., para lodo o
frrico, e 2 pelos le oaeia idade, proprios
para o sei fice de campo p.ir eslarem acas^
turnados: na iuj do Fugo D. i r.
PERDAS.
Perdeo-se urna Letra de 7OO Francos
aceita por Theai d : quem a achar pode en-
tregalU no Esc lorio de Lenoir Besucba
Se Pug-1, na ceitesa deque o aceitante j
est de acord de acord dea nio pagarse
nio aos meamos.
V9* l'ei dto-se no dia 7 ama caixa de
lbaro dourada, da Ljreja Matriz de Santo
Antnio at a esquina do Cabug : quem a
liver achado pode entrega-la a Feliciano
Joaquim dos Su.tos, que sei generosa-
mente recompensado.
A CHA DOS.
A quem Ihe fa lar urna Arara, dirija-.e
aN.Sma.do Teicon. 10, que dndoos
signaes Ibe sei entregue.
ESCHA VOS FGIDOS.
Luir, Ang la estatura m diana, seco do
corpu, ilio de cara c mal leito de curpo,
lllal .11 1 lujado nos ti j 'S, Os dedo8 1)0- |,c
deSgUnOs, com um sitial ou uuica de fs-
tula em urna a,boxexas, naiiz tb. dos ouv id.s altos, falla ainda muito ,r|,
e pouco inleligivel, um lauto aluleimaju,
e preguicoso ; ruga-sea lodas as Authou-
dades, e Campiiihas a ai idu-dada em ser
o m.Miu apiurado, pelo que bu. re-
compensar seo Senbor o ro leiro das 0-
hias publicas Luiz Fiatni.co de Pruid
u.orador no beco da Bamba.
Taboas das mares chelas no Porto de
Pernambuco.
35Segunda 5
- 26 -T: S
27 -Q: &
3 28 -Q: -
i 29S: -
S 1:
*
2 I):
o
2.1.30 m \
18
4- 6
4 54
5-i8
6r- 6
6- 54
Man.
NOlIClASMAlltTIlfAS. i
Navio entrado no da 6.
Fh.Iadelphia Bn'gue Amei*. Malace i
M. Lt-ke. Madeira. Consig. Ftrrcia
Manslield.
Dia 7.
L;yerpcol B. Ingles m. Cap. Henri-
queEdcin. Vario* gneros. P.s-ag. 3.
I.i.boa, B. N. S. JoseTuqi*ule. M.
J a Gousalrrs Roza. Vio lio.
D.j 8. '
S. Malheos, B. Escuna Delmiis,-Mes>
lie Manoel .Maitinada Silveira. Eariiihay
Pass.geiro urna l'amiil a.
Liveipo.l, Bdica Ingl.za Supert M*
Tbomas Wiles. Cns.g Hoz. e braga. Va-'
1 ios genero. Passagviros a*
Liverpool, G..Kra Ingteza Welliam ,
M. Luuuer. Cousig. Cialailiee II, vwoitli
Mr i' J
&c
Navios saludos-6.
ALUGUE1&.
JLEILAO-.
OLeilio annunciado para o dia 6 do
Aluga-je urna casa de trez andares nr
ruada Probae qu* fa fente para a ra
UiraiU: quem pe tender procure na ra
doLiviaroeute U. 3^
Maranho, Patato N. S. Joio Bap-
tista, M. Joaqun JuBe dos Santos. A'ssu-
car.
Liverpool, B. IoglerB. Al. VVel am.
Aasucar. Paasag. 1 nglez.
Dia 8.
Aracaly, Patbaxo nglez P. MelreJ--
mts Te riman Passageiios 6.
fBRs. NA TlP., DB M. F. FaUA l83*\


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