Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02019


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Full Text
ANNO DK 1836. SEXTA FEIKA
.

2 DKSETEMBRON. 190.

PsRNAMnucn, 114 Tvr.n- M. F.de Faui. IHSfi.
Dl.VS D\ SEMA VA.
'_".i Sejiindn Deg;. de S- J' 15. A tul. dos .Iu!/i"s4k> Cr.
de m. e de t. ses. da Tliczourana Panuca e
Chae, de i-
30 Terca S. Hoza de L na riel- de ni- aml. da J. de
O. de t.
31 Qnarta S. Raimuudo IV. FeaaaO da Tbaz.
I Quinta l.de Setembro S. Bgidio Kul. de m. aud.
do J. do 0. de m. Chano- de t-
2 Sexta S. Esteva II. S. -es. da Th. P. aud-doJ.de
O. det. (i- minir-a" 10 li- e &l m. da t.
Sacado S. Eufemia V. M. Re. de m. c aud. do
V. O. de t. em Minia.
4 Domingo S< Hoza de Vherbo.
T'.do jorn depende e nos inesinn* da nossa pro
llenen, morieraeo, e energaiconlinuemos coma
[iniKipianioa, e eremon ar-mitado* com admira-
;an entre as Naques Otaif OttltU.
* Proelarmnao An Atttmt'ltn Geral A* B">t Snhaoreva-aa a KIO.'I rs. menae p:>n' ailisntinl.ii.
neata TtpuaraAa. ra Bas Cruzea I). ;', e na Prn
ija da Independencia V. S7 e 38 : onde e receheni
.correspondencia! leiraWaada*, aniiunriot inseiin-
i .i i mi,) doi proprioa Butipiiantei,
n rindo aaaiifiiadnti
( A .MUIOS.
S nbro I.
iOndren S6 a 36 l|3 Da. St. poi I., ci d. ouf-ata a
50 porcciito de premio Nomina'.
I.i-I>...i .">> por o|o premio, por uiet-', N'nm.
Franca 28 > 268 lis. por franco
Rio tie Jan. ii p. c. !.' prem.
Mocitas de f5.,4O0 I3.JJ 0 I l40C
l.ii.io C.*09a68uu
Peaos i..llu
Premio da prata SO p. c.
.. da* lottras. por me I 'i pur o|0
Cobre 25poroeuto deocaconto
PARTIDA DOS COUKfclOS.
Olinda_Todna n* diaian neio da.
(oiana, jtlhandra, Paralha, Filia da Conde, Mo-
manguape. Piar. He.-., de S. 1080. nejo d'Araia,
Rainlia, Pombal, Nova de Soir/a. ( i.l.ele do Natal.
FiMas.de Gniannnha. e Nova da rrineeaa, Cidade
da fortaleza. Villas do Anuir*, Monte mor nova,
Aracatv, ( a-e.ivel. Canimle, Qranja. Imperan.*.
S. Bernardo, S. Joan do Principe. Sobrar, Novad1
l'illev, leo, S. Mathe.ua, Rearhodo lanfrae. S_
.Ai.t.mi do Jnrdim, Quezeramoiiim. e Parnahi n
"- Segniidaa e Sexta* feiraa ao meio ilia pur va d
i oiiin'us icit.i. a
o0
Paraiba, Santo A nio Toda* aa._.
meio lia. (iaraiihiin*. e Bonito nol 'lias 10 e ".'
de inda mea ao meio da. Floresno dia l$
rada me/, an meio illa. Cali. Seruili ii'in. Rio le."
mozo, e Porto Calvonos rilan 1,11c -I de rada
mea.
, PAgTli OF1ICIAL.
------------------------------------------- ------ .....
RIO DE JANEIRO.
CMARA.' DOS DEPUTADOS.
Sessao de 2?. de Junho.
Coulinuaca do n. antecedente.
O Snr. Torres diz, que se tem pro*
viucialisado a Guarda Nacional, laudo-
se-lhe lirado o carcter d-; nacional, e tf5
so as Assenilileas Provinciaes tem assim
platicado, mas'que rnesmo o Governo o
tem assim entendido, poique recoidase
elle Depulado de humas instructes diri*
gidas aos Pi evidentes das Provincias e
mandadas executar por hum Decreto Im-
perial, nasquaes se di/ que as Assembleas
Provinciaes pudem legislar acerca da no-
meaca dos Ofticiaes daGu-rd-i Nacional,
e ^endo assim, parece-ie que nio se po-
de TOtaT ptla di-ijo-icao do ii doarl, i.
Observa que he hum dos pontos m*is es-
senciaes da oiganisaio da Cuaid-i Nacio-
nal', a tiomwcio e demiv-io do Oilicl-es,
seas Asseoibleas Provinciaes pudem por
es>a roaneira dardifierente orginisaco a
Guarda Nacional, vem tirar ao Govern i
Geral e-.-a Turca que deve estar, a -ua dis-
posicaS para os tin- ge raes eassira nao
deve o Goveino Geral conoirer com as
despezas para s-melhanle fica. Declara
fallar nesle .-cutido smente por liypotlie-
a*i ponpie ana profunda couviccao he <|ue
as Asen jii-lar sobre a.nomeaca dos Otldaes da
Guarda Nacional; tomo poiem a Cma-
ra dos Deputados parece concordar com a
oninia de que eta Torca he provincial,
querelle D pulado que as A-semblcasPro '
vinciaes tansbem concnera para cmn
pra do arinan'uto da mesuia (ruardi; e
ctila qtnsea que se deix'sse de chamar
a tata forca Guarda Nacional, para n6
conservar huru nome que si em per-
Teita deshai rnouia com os liosa qne ella se
destina. Entende pois que o i t do ar-
tigo t. deve ser suppriiri'do, a continuar
a (jamara a da.i o seu avenimiento a qm*
a Assembleas Piovirica.s continuem
legislar sobe a Guarda Narional, visto
que na5 tem appaie i lo lumia, |. iegi.
iativo aeral que antiulle todusO ai t..s na
Assembleas Provinciaes a 'ste lespeito.
He api iadi ; emenda de supures a.
O Sur. Va.-corn tilos d que parece llie
peigoso discutir-se a Ki pur capitulo; por
exemplo na5 acha b un que o Ministerio
da l'arenda. que Turma hura capitulo,
te di-cuta tolo elle conjuntamente ; mas
como lia e.ta p tica, pretendo piopor
huma emenda para quand 3? di-eutr 0
Min'stcrio do Imperio, a fim deijiiequa-
do ocapilulo cuntenha m i s ai lijos, a
dscua*io si ja poe art-. para t|ue o Gover-
noatthha o arbitrio de?e mover dentro
d'j>ses ai linos, v na5 de se un v- r c >m a
maior 1 herdade em todos o-* espitlos do
orcauu uto, i'iier quintas despezas lh
aprouver, e depoii venha pedir crdito
supplerm-niar dj dous mil conlos, quan-
do a Fall d' Treno awevera que ha di-
nhe ro p iw nos-as despegas. Por ora li-
mil-se ap dir asuppress) Uelecipittl-
!o, e-peran-io *ev apoialo ne-t pelo Sur.
iMini ti o do Eilrangeiros, porque nS-ta
pelic.' nao Taz mais, que a lupiar a opini-
o do nobre Minislro que ha po'iroi di-
s g)niou-se tontia as deiinicSes. O
seva que n nutro lempo fatia-seesla 'n-
tiuci.a *n re dep-23 g'r.il e provincial,
p Mijn- a li i do oroa ment dcr-Uva des-
pezas geraes e despe/as pcv nciaes ; h ije
no ha tal dislincca; a lei decreta de<-
p-zasgeiaes ; na6 jn'g p'' oeefssario Ta
ter hum tiili-n ario das d spe/.as ge raes e
lepois repetir etn cada Ministerio, a tal
despe/a he con^igdada tal qu*nti*< Oh-
-erva que n.i5 T-ll.i' Sobre o conl'a
que S' pronuneiou o Ilustre Deputado
que o preceden, porque pertenecera nn-
teria ao Ministerio, e que le ha de discu
III*. I'iope pois a suppressio do arl. p i
meiro.
lie apoiada a em'inla de tappresaaS.
O Snr. Castro e Silva observa que o
capil.ilo nao trata (le definir c que he
desp-ia geral, hala ><5 de clarificar o q*e
he despe/a g- ral. I.euihra qiie em outras
leis de oreaniento tem-se faitosemelban'e
cUssificacaS ; que alea ultuTia lei clatsifi-
cou o que e>a dt p /.a piON ni ial, BCCrtS
cendo mais que pelo Acto Addoional al
gomas d< |ii lias despezas que n.s leis de
3 e 35 ero geraes, passar5 a ser pro-
viin i es : j"lg po'a nei e-Mtrii a I* sili. a-
5i5 que aqu vem. QuatituaoC ii, diz
que he elle conveiiienle pelas iue.->uias ra-
zes que o Hastie Depuiado que p-d o a
SUpreaSafi apontou, pra cun esta de.-pe-
za deva competirao (joverno Geral e i ao
ao Provincial ; as mermas razes do illus-
Ire Deputad o Snr. Torres, l'azem con-
vencer a neeessidade que tem o Govenio
Geral de-u tentar o principio d.' que a
Guarda Nacional dte pei'lencer mais ao
Geral que ao Provincial, euibora as As-
sinblea. Provinciaes suhre os uniros pun-
tos lenh-5 legislado; io'ga p is nece-sa-
rio a tun-erv.-c i da denpeZa c0 trocead da Guara Nacional, porque o
tois ja est declarado como despeza ge-
ral-, convinJo pois que ; ostrocc 6 da
GuaidaNacion.il srj) uuiiurjiu em todo
o Impeli, i.l. con vem que e ta dcapeza
tsuja a ca godas Proviuti<.-.
O Snr. Torres continua anda a insis-
tir pela su| pressaQ do^ : as despetas cjue
se a< hio ueste artigo appareeem repeti las
em todos os artipos d s difivreotes Winiste-
rms : accede po- ne ta parte opin'a do
Se Vaeonceilus.
O Snr. Liuipo d^ Abren jn'g'que deve
passaroait., que facillitar muito a dis-
eu-.srt. ep iis de -i'girrtas reflexi s su-
be a disp.i.sic do ^ que trata da de-peza
com a rslistica, etc., passa a Tazei algu-
ma-i ob errac.s ^ol)r^ o q,,-,i dissra o
Sn Torres a resuelto daGua>da Nacio-
nal. Dis que a obrtgapa do Govi-rn be
rrngir>se lei da Guafda Nacional, e mui-
to mais, nao Ihe dar huma interpretacao
que seopponlia ao Arto Addirima!. O')-
servaque o Acto Addirional diz que as
A-sem'ile's Provinciaes p-.dem legislar
hie o modo prqueo4Presidentes das Pro
vincias po lem normar e deii>ictir prega luj provinciaes, e di/, igualmente o
que *a*o em pregados provinciaes; que
vis'a di to pireee-lhe q-.-e n.' se pode
excluir usbfficises da Guarda Nacionel;
ma* SO porque o (inferno nao pode cha-
mar a si a nuiipacaS dos ol< iaes d^Goar-
d Nicioml, nao ses"j7iie ipie elle n-5 de-
va contiibuir para a desp za do arma-
mi lid, e iiistrucca da Guarda Naci
nal. .
OGoverno tem hum fifn a desempe-
1 nh^r, (pial lie o de ivpellir qual qner a-
KieaslO de iuimigos externos, qunlquer
motiiu, qua'qucr sdiccaq e luja no pa-
iz; -eiid i a-fim. deve habilitar a Guar-
d i Nacional na>a Uto se conseguir, ero Du-
ra entre ero duvidn se elle pul- nu na
noroear osOlfii iaes da Guaida Nacional.
Domis, os Presidentes dns Provincias
sa6 delegados do Co>erpo Geral, sao o
pensamenlo d-ste Govemo, que no. I pule
le-ultar daqui em quanto n<-6 houv.r hu
roa ex|)licac,..5 dada pelo (.'o p> Legislati-
vo? Vota contra a lUppreaaaS lo arti-
O Sur. Maciel MonI.uh vo'a pela e-
niendi (\p -uppres.'-a Ju!{; improceden-
t var--e este capitulo.
OS Calmen ulgaoart. inteiraiaen
t- dout ina'. Condue d'zeude que, a
re.-peiio d> que dissera o Sr. Torres sobre
aGuaidi Nacional, ua npinia lie f|ue a
orgauisiica da Guarda Maciooal seja ge-
O Snr. Duart* e S\llH di corre sobre a
douiriua vo- differentoipdragraphos dora-
pimo em cpie-ta; ejonclue finalmente
votando pelo capitulo.
O Sr. Rodrigues Torres r. lorya os ar-
gumentos por elle apiesentaJos uoteriur
mete.
Conclue votando pela luppressad do
i v do capitulo !
O Sur. Snuza Martina increpa o Gover-
no pir haver definido as atlriliuiS-s das
A-serrb'eas Provincial s, e ler de certo mo-
do iuteipialado a CoastitueaS telo mada
a sprnelbarite respeito.
O Snr. I,unir) de Abrcu remonde ao
'lustre Deputado, e ende as omitas ra-
ses que expMide em bgo di-curso, de-
clara, que o GoV'-rno nao pode interpre-
tar o Arto Alditional, n;m com eireito
onlerpietou, porque sso perlenre ao
Coi po Legislativo ; mas I lie eompre dizer
que n Governo IU0 pode ser laxado de
meos cabeiente, por inlir pedido hu-
ma fleclarac5 Assemblea a este respei-
to; que exliste na casa huma propona
ajo Goverito sobre (inanias Nicionaes; e
quand i ella se discutir, he que inelhor
podem ter legar todas casas declarac&e*.
Conclue vut nd > contra a suppiessad do
capitulo.
O Sor. VaseoDcetMos da quetsmbem se
abstem Tallando deste rnodo, nao censura o nohre
Ministro que assim praticou ; e m ta ma-
is que as ci usuras delie, Deputado, s.
muito com medida, e que nesla czaa
muilas vezrs tem Teito de advogadu to de-
monio (risa las); pcs que qmndo censu-
ra o Gov-rno, o e-t aJvogand > ; porque
a votaCSQ d* C'amara he aempre a favor
do Governo. Depois de outras observa-
cu s, conclue dizendo, que este negocio
da Guarda Nacional di ve fiear eservadr
para > ul.a urcasiu; que ni") diz que
elle he nacional, nem que he provincial;
o que deseja hoque ombre M nistioapoie
a sua emenda, purque jolga que he
muito conveniente que ella seja approva-
da.
O Snr. I.inifio de Abieu piouuucia-se
contra a emenda de suppie^sa5; que O
Governo actual est mui 'nge demeiecer
as censuras que se lhe tem Teito.
O Snr. Calmon continua a insistir na
-ua i p'iiia, de que o cap.tula de que se
traa nada mais he que hum capitulo
(ioutiinal, pdc aos Senhores Deputados
que se alistmliao de entrar n'burua
(|uest..(i toda occiosa, e m;tra que
he muito indiITcrente ao Governo que pas-
se, ou deiseda passa i o cajiilulo em ques-
tan.
D-se pt>r diaoutida a materia, e a um n
da desuppressa he app" ovada por 43 ve
t >s contra 38.
Oiinr. Presidente d para ordem d
dia -23, a discussad do Orcanenlo do M;
Diterin do Imperio, os pi ojelos Ns. r>
e2i d-ste auno, elevadla a MOSSO pe
iluas horas da arde.
.ar* '


DIARIO DG PERNAMBCO.
aesa*
!
SENADO-
Sessa de a3 deJun'io.
Presidencia do Sr. Bento Barroso Pereira.
A' ii'horas o Presidente declara que na
C3sa i te acha preseutes 25 Sanadores ;
e, m conformidade do regiment, pas-
sa-se a fazer a chamada, e della se veiili-
ca .* faltando por imped lo o Exm. Sr.
Diogo Antonio Feij ; e com causa o M.
de Barbacena, M. de Caravellas, V. de
Caite, Mayrimk, Carvalho, Agaiar, Al-
hupuerque Maranha : e sem cansa I).
Nuno, V. do Rio Vermelho, Alencar,
Almeida e Silva, Borges, Pa dc, Paranagu, SaledadeeV. de S. Le-
opoldo.
O Presidente convidt o* Senadores
membro deCommisse- a tr.-b ilharem *m
seus gabinetes, pelas 11 Loras e 10 mi-
li utos-
CMARA DOS DEPUTADOS.
Sessa de 23 de Junho de i836.
Presidencia do Sr. Arujo Lima.
Pelas dez horas da manh procede-se
chamada dos Deputados, e logo que se re
unena era numer. legal para haver cas-.,
o Presidente declara aberta a stssa, e li-
da a acta da antecedente, fica approv*da.
O Primeiro Secretario d conta do ex-
pedente.
Outro do Ministro da Fazenda, parti-
cipando que pelo exame a que mandn
proceder, da amoi tisaca e juro era atra
zo dos emprestimos brazileiios, ronheceu
que por engao se nao contcmplou, na
coota inserta no seu relotoiio deste aun,
x melada da divida em atrazo respectivo
aoemprestinio brazileiro de iS20, d fe-
renca esta que importando em L. S.
3i:i58 iO, eleva a L. S. i30,56R am
pnrtancia da amortisaci em atrazo d<
eropresliraodos 2 milhes e das 400 000
L. S., ea5i4:925,10D.S. ou a:86:697-
$22a ris a somma total da me.-raa divi-
da : 'Commissa do Orcamento.
Lm-se e approva5-se as redarcov d\
projectos sobre a fixacti de loicas de mar
e ten* par o futuro inno linanreiro de
18^7 a 1838 afim de seiem enviadas ou-
tra Cmara.
Ordena do dii.
Continua ai." disc%ssa5 adiada do
projetto ti.' 23, sobre as duvid* : orois-
ses que lrem enviadas ao Tribunal Su
perno de Ju.-tica, em vitude do ai ligo
53 do Cdigo Processo Ciiminal, etc.
A discusss liea adiada )xn se entrar
na O'-tra parte da "idmi do dia.
Entra rm discurta o seguate :
Capitulo II.Miniteiiu dos Nego-
cios do lioperi '.
At. 5. O Ministio e Serrelaiio de
E-tado dos Negocios do I nperio be i isa do a de-pender em ludo o Imperto,
uu annu Bnanceiro desla 1 i; com a do*
laca de Sua M*ge.-tde o Imperador.
a00:000$000 ; rom os alimentos da
princeza imperial a Senhura D. anuaria
e da Princeza a Senhura U. Fin< isc >,
16:800$:, COrll o oideuado do Tutor,
mestres e despezas de irsh urcaS, ia:'2(>40
com O Regente du Imperio, 20:000^5000;
com a Secretaria de F.-la 'o, Hjaeoen'e*
ioclutivea impies-a dos cana? axpeJido-.
p.reste M.nisierio. 28 070.2); curo os
Prsiden'es d-is Provinci-s e -judas decu--
*to, 80.000$; Com a C*m*ra di'g S-ma
drese Secreta'.i, '05:ijOO*5 ; com a
Camar* d> Depu'ad >s e Secretaria ,
264:,*08^); com ajudis de r'.s'> pa ida
e vd(a do Depulados, jO.000$ ; cim
os Cursos Jurdicos, 53^00$; ora as
e.-oolas de roedi ion. 54:GOO<) ; c-m a ,
Academia das B lias Ai te-, 8.146$; com
r, muvo, 4:02$; com .. Coi leunCei ai,
1 '0:000$; com a Juila do Comm-nin,
l:2O0$; com s eropi eaad<>< na p .1 cia
do porlos mi lirio-, 20 000$: cw*i
os canaes, pouteseCitradar- gerae, ri0;000$
com despezas evenluaes, 38:000$.
No Municipioda Cuite.
Cora as r.;-olas menores de instrnc-
po publica, 21:000$ ; con a BiJiolhe- !
ca Publica. 5:850$; Com o Jardim Bo-
tnico, 9:3^0$; com o passeio publico,
a:4O0v2>ot)O i cona tt aociin, 1:750$;
com a iil iminaru) da r'i'tade, 70:270$ ;
com as obras publicas, iaO;656$0OO.
1,536:17r7$. ..
Lem se e sa5 ap.dadas ss eguintcs e-
meinl i- ."
5 Paragiapho, Sopprim.i5-se as
de-p-v.as da Typogrpnia B(aciooal, com
a rapressaG dos actos do (Jfcve no nesie,
e em lodos os ouiros Ministerio-, e ihs-
taure->ea consiguaca com a'me. pographia, que proponho seja elevada a
7:000$ lis.Vaseoncellos.
Suppriina-se as despezas com os pa-
quetes de vpor, conlractadiis com a
cmpai'.bia d Tairand e Thmas. Vas-
concellos.
n Ar. 1. O orpamento de cada Mi-
nisterio ser d rididuern aitigos, cooien-
docaH.ibum despezas correlativas, ou de
n.a naturCza desenvolvidas em paragra-
phis. f .
Cadahum destes artig< s sera disculi-
do^om todos os seus ciMijunctaraente.
Art. 2. O Governo tem a lihei'dade
deapplirar a sobra da* despeaaa de cada
as de-pezas dvsoulro.i do mesmo ai li-
go, como o exigir ob m do seivico pu-
blico.
Arf. 3' Nao podei o Governo ap-
p'icar as sobras de hum artigo as despe-
zas de iuti o sem hum crdito complemen-
tar, autorisado na ausencia das Cmaras
por Decrtto do Governo, oqual aera con-
vertido em Iei na prxima seguinte tessa
do Corpo Legislativo.
m A't. 4. Estando reunidas as Cama,
ras nac poder tir lugar o crdito d-m-
plementar sem p evia approvac^.Vas-
concellos. )>
Para as despezas de huma faculdade
de Theo'ogia Catbolica nesta Corle, em
que se eusine a moral, o dogma, a hi-to-
ria eci lesiaslica e a eloquencia sagrada,
8:000$000 ris.Vaconcellos.
Paiagraphuadditiio. Com a Acade-
mia de Mineraloga na Piovimin de Mi-
ras, 10:000$ lis. Paco da Cmara dos
Deputados, etc.Adbiades.
(Continuar-se .)
c\in\ Victorii, eBriguc Eicuna Ao*rica-
no fcettdo para conljzir trop, e g>ne-
rosaoPac, que dumi'ta do servioo o re-
ferido Prati.o, efica immedialaraaute re-
parar as avarias cu-a las em urna, e ou-
Ira das oieacionadis E nbarcacSes, e re-
m dep )is a coula de eioelliante ds-
pota ao Ooverna, pira a man lar haverdj
dono, mastre, ou Gonsigrwtariu do Bri-
gfie Feni.
__ Ai Inspector Interino d'AIfandega,
reenvan Jo-llv a prte que dea o Guarda
M01 literino Thmas J >ze de Senna, do
aconiecimento liavido abonp do Palacio
Ing'ez Panuco entre o dito Guarda Mor
e o Capitn do mesmo Patacho suBre qu-
deos novos aprehen lidos ; e dizeodo Ihe
queOaSheao G verno, e sim ao Juiz
competente, a quein deve d.rigr a refe-
rida parte.
portara.
Ordenando que no Registro do Porto,
e Meza da-< diversas rendas se nao ponha
impedimento as BaNas, e Canoas que fi is-
porta para a Provincia da Pamba os
gneros requesitados d'ali pa Campista, e de que ho conductor Caeta-
no Daniel de Carvalho.
zer publico as seguales notas dos sgnaej
porque se destinguem asSedulas de cem
mil ieis fal9as, que consta se imprimirs
em Pariz, para serem introducidas n0
Imperio.
Menor largura, e cumprimento.
Menor,a llura nosj alga 1 ismos grandes
no centro da S dula.
Falta de assento agudo sobre o-a-da pa-
lavra-ser.
Falta dos quatro pontos que as verda*
deiras tem nas extremidades di Cruz
Armilar.
Menor altura da Coroa sobra o escudo.
Maior distancia entre o lacjo, quepreu.
de os tronco* dos ramos do Cale, e tumo
da legenda por baixo das Armas.
-O papel menos encorpado, e de consis-
tencia menos flexivel, do que o papel
em que se e-tampara as Sedlas das pii-
raeiras remessas a todas as Provincias, 0
que na5 tinh a mirca d'agoa em forma
de Xadis, como as das remessas que se
segu rao.
rhezouraria da Fazenda dePernambu-
cu oO de Agosto de :836.
No impedimento do Official Maior.
Ignacio dos Santos da Fonceca.
Navio despachado no da i.* de Setembro.
Patacho InglezPanuco Pira Liver-
pool, pelo Aiacaty.
DIVERSAS REPARTICOENS.
PERNABMUCO.
GOVERNO DA PROVlHCI*.
Expediente do dia i".
. CFFCIS.
PReEITTR.V DA COMARCA DO RECIFE.
Parte do dia i. de Setembro.
I Im. e Ev:m. Sr. Na calcada do lar-
go da Fiecue/.ia da Boa VT.-ta appareceo
e-ta manh o cadver de hum preto, ca-
pt vo, que se suppcem ter mor ido re-
peniinamente, por nao haver nelle signal
algum de ferimento ; e na5 dfi fazer-lhe.o competente auto d visto-
lia. A Guarda da Ribeira da dila Fre-
guez;a prendeoo pelo de nomp Vir*nte,
esnavoHe Emig'tio de Souza Lobo Bran-
db) por estar emb: iaRa^o.
O Sob Ptvfeiloda Fi'guezia'd-* S?nto
Antonio, remetteo pre"so un pardo li-
hrto, cinco pelos tsrravo-, urna pieta
forra, e fies oulras escravas, por se a-
iiarem todos reunidos nn huma caza 110
beroda Virac6, "inqueando a vizinhau-
ca, e dando m< tiros de suspeia.
N d 1 maia eons'a.
D^os Guarde a V. ExC. Secretaria da
P't f tura do Rea ife ide Se'embro dM336
Uln. e E VaVa-ilefle Atbuq>ier(|iie.Man I do Nas-,
cimento da Co^ta m mteiio Prefeilo da Cu-
ktica. 0
Il'oi. Sr.Pin virlu le que por S. Ex., < S I're id nt- da P.o-
vinr.ia, f>ia exp-d 'a> esta Prefeiluia ;
convido-* V. S. pira que baja di C'iO
P'Mi'cr n'.sta Secretaria peta Ao Exm. Presidente da Piovinc di
Parabib.i en^iando-lhe os Conhccimentos
dos oljectos que van remettides para a
F st a requesica do Cbefe
de Uiv s8 JeaT-y^f' e de que li- on
d ict'i CaOtnio Daniel de Cara'lio.
Ao Fres denle da Provincia do Ce
ai em ie-posia a seo olliciif ie-23 de j.-
I'iu p. p. diz rida-llie que o Brhan-I
Rernar-l R. pachado Jniz de Di'C'to d.) Civel da Co-
marca de Flores, e acritou este despacho.
Ao Coroin >n i me ras Armas, >li-
zmlo beque lic. expedidas as ordens
para-er reo liii.lo, e apie^ntar se-l' Aleken Beiiiardu Antonio de Souza Lo- m, fim de compor a Junta Medie, que
hn, Instructor d > Btalii5 de G. N. di \ v.vt f inspeccionar o*Guardas Nanionaes,
Gtiitfl'i'a j e -e lile mvia c-ni este ffl. iu qie. por milivo- de m I ostia, lea 1 e-
da Prif-t > 'la Comaicd do Monte. qbe i 'o ii p.-n.-a do.-ervico rdinaiio das
' \o Commaudante Su pe di* d- G. oiias Go*r Us. .v
!''ei>^ (J.,id- a V. S. $ocel f'a, d Pn feiiura -1* l'onnrrj lo Bt-cife 01 fe A-
gosto de i 836. lllm. Se Dou or Lus
<* Carvalho Pae< d'AndraJv, Cinrgiao.
M r de I. i ... M. do N. da C. N.,
Pivf it da C '.marca.
Ni m so-, dala, e teor se r>Biciou
oa Dna.-r.- i.n, e'2. Mdicos do Exlin-
rto Hospital .M I Ur.
N. deGoau/ia pira zerriColhOT a (a-
pi'al, e ;.p Mei'ar xe ao Compiandantc*
las Anua- ( Ali-r>s Bernardo Antonio de
Souza Lob los!uclor do I5aijii.. d'a
qu^LV.IIa. '
Ao i'.nii.aii lante Superior d\* C.
N. di R.r le p re ordenar o ptodelnda o servico o Seeii? ni in lio Ti i-
Mmal daRelacao DutningOs All-no F< r-
r ir*, enorme rcquesita o Presidente
ru>pAii- >.
Ao Presida-fita di Rel.-ca comrau-
nictn.io-lhe o coiyln.do no ollicio prece-
dente.
A Inspector do Arsenal de Man-
aba, ordenando Ibe. avista da pfl leci-
p ica que fiz em seo 1 fficio de 31 u"e A-
go. das avaiias que o Urigue Feiis na sua
eut-ala, per culpa do Pralioo fez na'Es-
TIILSOuRaUI da pkovihci*..
BOITAL.
O I'lm. Sr. Inspector da Th zonrarja
lie 1 a Pruviucia manda, im cumplimento
dis oideos doTiibuual do Tiiez-juvo, fa.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. 184.
CMARA MU.MCiAl DO RECIFE.
Sessa odinaria do dia*\S dejuih '
^ de 1836. '
PreziJencia do Sr. Silva.
Comparecers os S s. Gusma, Mi-
randa, Pessoa, Mamedjr, lallando com
cauza os mai-. Sis.
AbeDa a S'sso e lida a acta da antece-
penle foi Sancionada por estar oonform*-.
O Secretario dando conta do exptd.en-
te mencionou os segumtes offieii s :
Hum do Exm. Presidente em que man-
d va se desse toda a publicidade ao Decre-
to, eInstrumento incluso acerca do R>-
conhacimentoda Princeza Lnperial a Sn.
D. Januari, eolio Sucressora no Trono,
e Coroa do Imperio do 'Brasil foi 1 ecebido
com especial agrado, ficando a Cmara
nteiada para facer publicar o Decre'o,
e Instramento, que acompanhou o officio
Oiilru d> mesmo Exm. Presidente par-
t, pind que o Art. 11 da Lei Provin-
cial de 14 de Abril, nao inhibi aos Jui-
zfs de Paz de fazeiem ekii s ; e que sen-
do as propistas exigidas no Art. 14" do
Cod- do Prooesso, verdadeiras elc,5es,
na5 se p le jul^ar deriogida a paite do
art. 14 do mencionado Codito, que man-
da as Cmaras nomei-r o- sCrivaVs de Paz
-obre propostas d s Juits de Paz: in-
leii/da. '
Outro do Tcnente Coronel ro Corpo
de Engenheiro partit ipaudj nao p dei des-
pensar u calaboucq. que a Cmara havia
requ it.do, por se adiar um oceupad
rom o paiol di faiinha do forue< nneii'u.
dos p nba para US Oleamos : inleirada.
Outro Vi.la pidirido, que se, lije manda-se pa-
gua qijanti^d'- 19.008 is. a dtciiiH per-
ii-ncetit ''Ril. i'a co d to B,iii ro :-que se
pas>as e ni n :a lo.
Outro do Jii'zde Paz Suppjente da Fie
gttraa de J>b ataS participando n-5 ha-
ver comparecido ta sessa do dia 11, cu"
m<* a Can'i-a Ihe ha a determina io, por
kr ceiido o cilicio no ineMiio da i e
ao meio dia ; eque a->>im liouve.-'.*>e C-
mara determinar outro lia : qoe se offici-
a--se pai a 1 omp*recer 110 Jia 28 apresen-
t"U-$e o Sr. Sob Prefijo du Bar o da
l5'-V-ta, e iepiezent"ii a Camaia q'ie
lioure.-se de nomeiai pe-soa, a quem tn-
canegasseo iepe.-o do assoogue do re->p<-
rlivo Baii r, vislp ser o aciool 111 ttnie por fisi .liar > m-smo repeso, em
iaz de tci de .-er fi-calisido igualmente.
Rtprcsentou mais que a Cam..;a man-
darse lazer urnas lapag-s e abntiiraa d
porta8, ejanellas, e um portad de qia
necessita o assougue, afim de peder atr
melbor policiado, e mais 3 pilares para 1


DIARIO DE PERNAMBUCO.
bsss^racr-i nimiiwii......ii i
cacimba; oque tudo fj conferir a do pe-
lo Sr. Fiscal respectivo ; ero qu.mlo ao
repeMdor nada d;liberou a Cmara por ler
de ser arrematado o dito repeso no pro-
ximo raez fucturo ; u eco qffanto as obras
indicadas, deliberoua Camira fussem fei-
(as, ficanJoa cargo do Fiscal re-pectivo,
o (jua! deveria entender se sob'ellas com
o mesmo Sub-Prefeito, empreando a maa.
deira existente no dito assougue, as nien-
Clonadas olti a-, enteudfeudo-se 6 nal man*
Wk coro o Sr. Procurador para fazor ar-
rematar, ou vender o reatante della, e
que requisita se o dito Procurador o di-
nheiro que*prcciso fos-e para dita obra.
Despacbara5--e alguns requc mritos
c por ser dada a hora lavanlou-sea sessa,
e mandarlo fazer a presente en que assi-
gnai5. Feu Fulgencio Infant. d Albu-
querquee VJelio, Secretario a escrevi.
" A Commiso das Assemblas Pro-
vinciaes, a queni foi presente a lei da A-
sembla Legislativa di Provincia do Cea-
r de 4 de Junlio de 1835 impiessa
S"b n. 571 acbou que o seu artigo 1.
he contrario no artigo 2i3 e seguinie
at 225 do Cdigo di Proe-so Criminal ,
que estbdece as Juntas de Paz enasat-
tribuices; e ao artigo ao da di-posiyio
provisoria acerca da Administraco da
Juslica Civil, que determina que haver
tantos Juizes de Orfos, quanios taremos
Juizes Municipaes e marcados pela mes-
ma maneira. O'ariigo 4. ~ exigind a
ronda de trezentos mil ris para ser Jura/
do, he contrario ao artigo "23 do Cdigo
rjo Processo : e nao sendo os Jurados Rui-
pregados Pblicos mss cidadios que
esto de pleno direito no g >z i de hum di-
leito poltico inherente a qualquer que te-
tilia a qualilicacio marcada no Cdigo Ge-
ral da Naci, nio erixerga a Commissio
o fundamento em que se apoiou aquella
Aasembla para assim se ing.-rir eni rou-as
para quemnhura artigo do Acto Additio-
nal a tem autorisado, tendo ao contrario
ronda si o artigo ia do mp-mo Aclo da
Reforma da Costituicio. O artigo 5.
" he tambem con'rario ao Artig > A\ do Co-
d'go i que requer hum anuo pelo menos
de pralica, para que buro Bacharel possa
ser nomeado Joiz de D rei'05 e ao artizo
35, o qii.d dispondo que o JuzsMu-
nici^aes substiiuio os Juizes de Direito,
tia toda a nece.ssiJade de hornear Juizes
de Direito interino u quem tem menos do
anno de praiica.
' Km hora o Acto Addicional autorise
as AsSemblas Legislativas provine aes a re-
gular fobre empregos provinejaes em
cuja cla-se entrio os Juizes de Direilo e
Juizes de Paz; esta autorisacao neovssai j-
mente 6ca .-t hum cei lo ponto infrttoda
pt-lo artigo 2o do me*mo Acto Addirio-
nal que sujeita a seren levogsdos pi-!a
Assemb'* Geral aquel es actos das Asscm-
hleas Legislativas Pro* inciaes que forera
contrarios Ctmstituicao ; eehi tigo 83 da Constituigo que diz que os
Cotiselhos Geracs substituido'" p< las Assem-
bl. deliberar >obie iuieiessc- geraesda Naci,
como he o Cdigo do Processo Criminal,
e disposico provisoria que i>rg*msa em
Codo o Imperio os Proceso JuJida s, e
os Tnbuaaes desde I.a instam ia. Nia
duvid* a Comu'issio que circunstancias
locata reclamen) *lgutuas al-eraces em
renos artig >s do Cdigo mas eii'o ah
esi o 4- do artigo & i- Consttui-
ciu e o artigo 9 do Acto Addicional ,
que bem claramente dizcm o que jumpre
iue faci as Assem'.leas P.ovinciae.s. A
vista i/ois do expendido a Omiiu.is o
prope a ccnsideacio da C'aai te reduca :
" A A*mdM* Gen-l &.-. res-de.
'* Ait. i.* Sioniili-s, edenenhum
^ffeito osait'gos 1. ', 4. e 5. d. le
da AssembL1- Ugi!-! da Povin-ia d>
Crti " Ai, a." I'i 5o revdgidas todas as
lei. e disposi(6-'S em con'rai t<>.
* Cainari. dosl)epuia1-.s, i6d.Julba
de irJ3d. -- Uenriqm s !. Ren -- C-
cordo na euUclurOi S'Ofa M r'in "
( P.-qua-- do Rio.)
DIARIO DE PERNAMBUCO
Das (>lha- de Lisboa que alcaacio a-
the 27 de Jidho pouco temos que extra-
ctar de interessante. No dia i4 do dito
mez pelas duas horas da tarde pigju
fogo o erlifi.io d> thesouro publico,
onde exisliio as diffei entes reparlii,5es do
tribunal e centadoria, secretaiia da fazen-
da, Coirmisso do crdito publico, Oili-
ciuas do papel sellado, &c. Apcsar do
itnotto rom que grassario as chammas,
salva o-so" tedos os livi'S e papis, po-
dendo progredir o servico no dia seguir-
te na ca/a do ixtin.to erario. Muitoslou-
vores merecerao, nVste fatal aconteci-
mento Os emp-egulos das reparliies ,
guarda nacional, tripularles dos navios
de guerra tanto Portuguezaj Como In-
glesas e Francezas. Malvados quizeiio
approveitar-se da occazio para denegrir
o govenio attribuindo ao onsmn a exe-
ciif5 de t.16 iidaudo acto tamo para fins
politieos como por ser hum meio de sal-
dar sua* couta* &c. ; estes boatos nada
produzirao sobre o bom senM los habi-
tantes de Lisboa a.*saz convencidos de
que a primeira necessidade d'hum povo
que dezeja >er Iivre he a boa ordem e
oiespeitos leis. No dia seguinte eff.c-
tUfii se o pagamento dos juros com hii-
(eedencia anuunciado. N'est un.-.., o
di f.i8 queim- d >s publieanunte
7.8:337^535 Ri, de apolices e causs.s
araortisadox
A cscissez do azeite doce nao s limitou
ao continente portugus grassou a Ma-
deira onde sua falla tornou- luta qneogovemo loi obligado a man-
dar adinillir a introduccao do azeite esti-
geiro. Pelos mesra->s motivos, foi am-
pliado o lecielo, que auloris'iva a admis-
,-io no Porto do digo < strangeir.i conce-
dendo se a entrada de ruis cem mil al-
queires.
Os oppotores do governo linbio-Sea-
p'oveitado, ao Porlo d incendio do edifi-
cio do thesouro publico para obterem al-
gomas inone.u-'s de Fleilores da sua fac-
cao, attiibuindo este accontecim-nte ao
marhiavesmo do ministerio. Todava
e.a provavcl, (\tx>' a maioria Ha P.owncia
do Douro f.isoe a fvor dos pRnripios de
ordem e I berd-d '. Na Provincia da Es-
Iremadura as eleices deiio 5a Fleitoies
amigos da Or4em 1 1 duvido^os e 30 da
ppoMco. Eia pn.VdVel que no Mmbo,
Bria baixa Alemlejo e Tias-os monte ,
as maioi iss a' favor do govtrno seriiij t.-5
numerosas, o Alg-arte nada se >abia de
[J .Mil. I'.
O Piincipe D. Femando, depois de
ter prcoiri o as Ci a les do Paito Bra-
ga e Coiml.ra cheg-m a 23 de Julbo em
Li-boa ficand > Sa'd. va II O amor, o repelo, o entusias-
mo e rigosij > publico, p-jr toda a paito
accooipaiiliai M'iis >as os.
O Cabo Vicente por sua po>icn
g'eogiaphica l-lvez 3 de maior importan-
t ia maiidma as co.-^t s de Pi-rlug! vai
1 es jar d> so t i>erigo*o pela eilicac-5
(i'hufi) fur'd, r#ji-rio impoi tiu'c, de pu-
blica udlidale, edbii'i.a v .ulagein geral
para a 110V1 gn,a.
JS-3-C<
EI.LEK.O'ES.
O Brasil 1. clama as a.tu?.s circuns-
anii.'S uua Depuieio eaaLrecidja pru-
deii'<- e mais que t d > cotiscienc osa de
.,11a mis-. ; qua nib coinuma o precioso
lempo de -na-ses- imii fu lea d -rus- s,
,m .ceinto-as arcusaeSe contra indis as
medidas btoverno .-
a<, alinHiitmdo de-n iloa e paixes par* <|
ticoUr^s contra) ete ou iflellt rnembro
q.i. r a ditizio do- Pod*r, impd iam-
bem o d.v.r da harm.nia entra ellas pa-
ra que se 10111 ni effolivas as ga.antias
por ll oolbo-gado. !'. cono haacrat'
uun< r sultado MwUjoan pan o B.'aail,
se urna opposi'co coDtaB'c a machia v-
lica laudo Hpeoax eo, vista arnbciosaa
p.elencoes, lera iafeliimaota bulado os
melhorea projectoa da roa.oru da Cmara
Electiva, wppondo-$e a ^luer medida
I por ella proposta ou pelo Governo em
beneficio geral do Imperio? Di/.emos
t intchiavclica porque como as vistas dts-a
opposico sio contrarias ao inteiesse do
Brasil, de proposito e caso pensado, ella
se ha fempre npposto as medidas de re-
condecida ulidade, e com que lim ? Pa-
ra que Micces-ivamenle fique victoriosa
em Mas maquinad-oes ese diga, quena
da ha'de bom, e til poique se nao ca-
minltou na e-dada por ella appntada : -
inda mais para que os espiritos fiquem
vacillantes e nao conhecio, nem ab >-
ret-m os frurlos salutarea He qoalqoi r me-
dida boa-que adoptar-SA pnssa teniendo
q-'ea'ella se nao atlribuao,' mas sim ao
Coverno ou mainija; em 601 para
que tudo-e neutralise e se diga, que a
oppusiga tm raza em g.ilar contra o
Governo pmque esta nada fz de pro-
veit>*0 ao Brasil. F.is porque a denomi-
namos marbavlica em sua conducta,
pernirio-a em sua existencia. E he com
taeshomens que o Brasil deve contar?
Por cea toque nao : n'uma crise, tal qual
n Brasil se .-cha ancioso pela reforma do
Jury, da G. Nacional, necessilando de
inudancas em seos Cdigos Penal e de
Processo que sjio adequadis o estado
de civilisaco em que 11 >s ac.hamns ,' ase-
gurando ao mesmo lempo inevitavel cas-
tigo de tanto-; crimes, cuja impunidade
he devida parte impotencia dos Magia-
liados eticarregados de sua exerucio e
parle d"iilrinati ambiguas coja inter-
pelracfo he trrida ao belprazer le al-
guns Advogados, cuja faclacio tanto fia
vorece a i01 panidada, o tem excitado o
geral clamor dos verdad-i ros Patriotas ;
n'uma tal poca, poi-, forzoso ha para
no- salvarmos que s Legisladores sejio
homens votados a causa da Paiz qoa se-
jio prudentes e circunspectos e mais que
ludo incapazes de alimentar funestas odi-
osidades teruf apenas por n .re de suas
acctS e conducta parlamentar o hem
geral do B*l. He todava para censu-
rar, que nos tempos d'rleiv5es se nao ex-
erca no Brasil aquillo mesmo que em
todos os paizes Conatituciotis^s he pratica
constante, e spprovada : mis dezejaeU-
m -s de coiacio, que os can li latos I)e-
uitacao fi/a-ssem pe tile a Naci sua pb-
ii-sio de poltica que manifestaasem
,ios s.0s concidadios a Imha de conducta
seguir urna vez elevados ao sublime
cargo de L-'tisladoies. Nao se pense que
este pa-so seja pequeo garante para ellas,
e para Naci ; e se por d\s>raca mitos o
nao tem alopiado he tal vez com temor
de o nio desempeoharem sempre com ur-
meza e com denudo sendo ficis em s
retiai tarem ; infelizmente a experiencia
nos Irm mostrado a Vi-rsali'i lade de opi-
oi5Js poliii.-as que cara.-ierisio mnitos
do- ru.ssos Depulad que s-.' julpaTo abas
com d reito luto Dep itaeio g Ihasil ,
; niiDi. podero ser ellei ronhecidoa p*-
10 povo, ene habilitara' ote pata dirigir
tua votacio tas tb'ii-s, se de proposito
'se lern procurado esconder mi teiiosmen-
ir o- traba lio- leaislativo da Cmara
Temporaria, prohibiudo-sa ocon de -u-
as se adesPI Seo iriandatai io do l'ovo es-
tivease paienie Naci, se sua- plavras,
.seo tolo aua conducta parlamendr lo--
fcL. 1 oU I mente conhecida pelas Provincia!,
e.-tas v-U dos faCtOS po.< r-st'-hiao dii i-
giroo in.tis seguranca quandj bou
ves em deeeemh r os stus Representante*,
a entio os bons Mandal liosp d-ni.<-om
ju-tic ambicionar urna h urosa leelai i",
...nt 1 mais digna d- lies quanto conatan-
tef sempre a su* maroba po! tica a prol
dflcautada PuU'ia. O IK-putado rOis que
li-e.-s- patenta a sua proll >a > de f,; p ilili
ca .na. i. t.-s- ai Puoliro que elle
seiuiia em todh lempo e, ou aquel-
les interessea, um documento lio aoihen-
ico e asaqtnsdo por elle seria n inai-
foimidavcl rorpode d. le. a se f jrmar
eo respeito p-'is nem elle raUri.t io li*
I dos- r*' perplexidade e engao. O Bra-
sil quer boje a reforma de muilos objecto.-
graves e indispensaveis ao seo melhora-
ment e engrandecimento interno ; pre-
i iza de leis sabias e adequadas a o seo svs-
tema de Governo necessita de urna nova
oiganisacio do Jury de Ju i res da Paz e
revf.ma saiulates medidas sobre o meio
circulante, esse cancro roedor que nao
sera' ceitamente curado com a Lei de 6
de Oiitulno de 1835. Taes sio os tpicos
principis tjue devem oceupar o Repre-
sentante da Naci esperando ella qu?
as Assemblas Parciaes di-eulio, e pro-
mulguem nutras multas vantagens locaes
que pelo acto AddicHonal Ibes cumpetem ,
e que a seren exeicidas com patritico im-
pulso o Brasil sera'grande e suscitara'
ainvija das F*c6es. Sirvi estas ideas
de no. te aos Eleitores de todo o Brasil,
cojo desengao acerca dos no*sos Utopis-
tas parece m*nifes'ar-ae em todo* os n-
gulos e lemhram se de que he mister co-
nbectr es bomens pelos fac tos, e nao pa-
las pala vas, pois com ellas (como dia
1 ilii.) nio se adubio spas>
V.
( Conlinuar-se-ba. )
si-
vieem seo pensar,
mudan Ja c -'ia armo
de opiniio, seguod as 1 ircun tan. 1 -. nem
a Nacise veria du*Woa na o.tco de seos
Representantes, examinand > c m escru-
pulosa aitencio, e alies cuoipririo n
nia sua- promesas. Fis ..' 11 .s .. nmt .r,
um passo e.-sencid a qualquer caniilalo,
que se apresen'e peranle a Naci paiv ob-
ler osaeos juffragios : stm elle jamis te-
remos Iwoi delegaJ:u Can ra a tu-
AVIZOS PARTICULARES.
O Arrematante do contracto do Evento
em toda isla Provincia por lempo de um
auno, dos gados vacum era Vallar, e cativos,
avisa ao icsptitavel publico que como tal
arrematante em a-ta publica, peitende fa-
zer a sua antcadcao licita da maneira se-
guinte : qualquer pes oa que souber de ca-
llaos extraviados em poder de pessoas que
nao aejio seos bgitimos Senbores, e que por
qualquer frivolo pieteito eiejio na po-so
do alhi-io, di.ijio-sea denumiar ao arre-
mtame ou puf as fui has publica*, poique
verilicano-se aveacidade do fado icce-
berao 10^000 res por cada um captivo
deiium i. do, e o mesmo porcab ca de gado
vacum e avallar as mesmas circunstan-
cias 2^000 ieis. Apsrecendo legitimo
Senlun com proVSS Ihe ser en llegue pa-
gando s di-pesas dos d.nuiK/antes; e po
que ebegne a noticia de todos os fialnlaole
dista Provincia faco o prest rite eass'gno.
Domingos Louieneo Iones Galludo.
tOP" O Potingue?. rer ser caixeil'u de pada a, dirija-se a ra
ila Sanaalla v Ida o. 1
^fy Na venda da 1 na d-i Conreico da
I..a-vista U. 30 precisa-se do um caixeiro
Puiluguezde 14 ainns.
%3Jr Quem oiinunciou precisar de um
caixeiro para urna venda que se v.ii bnf,
diiija-se a ma Nova D. 16.
%:& Pie, isa-se singar urna enera va,
que s.. ib. bem la val", f engomar na la
da Cruz o. 1 I.
s.151" Roga-se ao Sur. Justino (que to-
ca Fogut-).<|iie btja deapaieocr na ruada
Cruz n. 11-pala negocio su ; de manh
.t a- 8 horas, ol Ue lude da 6 horas cm
vanle.
Vjr I i se dii.'hiiroa premio de um e
meio poi C< nlo a>- n z, 1 0111 penbor de ou-
ro, e prata sometite quein pe tender Ji-
rija-s.- a l'ra. mb: do Liwailitulo venda
D. av5. >. f
%2f O alnixo asignad > vend) no Dta
riode PeriissabuON. ira; um annuncio
Hssitinado, fio. o 'ia xa a-signado, em quo
declarava qua da darla do mesmo annun-
ci a irez mas houvessem i-sseos credoie
de apare*er na casadei.ua residencia que *
na Caza Fite. para serem pago*, ?i.s'o '>
anubncianle l^r de retirar fe lu mis.uo b ,-
gir, a-siui como adverta o iudic.do ,.
11 .mi- qued'oia em diante enbuinn< gq
i'ioteria vigor, sem que lose annuiJo por
w abuso s iguado, e sua mu ber : 'poi'cOi
oah.ixo a-s'Mi-iiio, que iienbuin iiuun-
co asigii'.u para o ir.-s no Otario K tmm,
o mandou poi.licar, e aendo que \t, ul n-
iiuncio i'a toda luz f'al i.simo, pr,r e.-u re*
sio, tem deelarar ao respeilavel Pubbco,
que genios intrigantes fa.ao quem rompe-
r* em (- -' v i->)-, e Biovtiao a h p.,bli-
en,o stm cou-eniimeiilo lo abaiiu bsig-
oado. Caa l'or i. de ietembro to
1836.
Uaaoei Lopes dos Reit.
\j*
J


c
r- "VJM
.i
4
DIARIO DEPEBNAMBC.
^9- Quem annonciou querr rom-1 de sella, e bem condecido, porseromela-
pmoi' lomo da Njvella, Henriqieta do raposo : a fallar cora Francisco ManoeU barril de prr b e F, e engarrafados das se-
d' )rleans ; procuie na la dos Oiiarteis da Silva Tavares.
hj. d-miudcsas 0. 7. *y Urna negrinha de upara la an-
OCS" Precio se afligir urna casa terrea, nos cora principio de costura, e que j en-
ou mesmo um indar dequalquer obrado,
propria para pequea f-miba, as ru.s do
Mundo novo, ou na das Florea ale a ra
Diieita ; quem a tiver anom ie ou dirja-
se a ma Nova D. a9, qie achara con
quera (ractar, ato devera tv cora b tvi-
daiic.
|p^P* Quem annunciou precisar de um
eslabelecimento que se v. .brir, e q.ie d
fiador asua conducta, dirija se a ra do
Arfcgao venda de Amno J io R-pi^ta.
3r Tendo eu, ncs din* 3 e 8 <'o pis
s d annun uJii em sen Diario s b o n
ii.e Je Perguntador a re-peito do Sr.
Depositario Geral 'o/e Maur co de O
Teira Ma p d* se emporla: mas como sobren ni u ca-
so, nao se pode li ar serpre tilencioto, e
por queoSr. Maciil lie pbilgtdoa respon-
d r ein abono da re d de e honra do em-
P"g'>, que exerce, dando a rasio do que
asigna-, peanle a Authoiidadequandoesta
for setenta do cas". Noentanto os Sis. Ke
dactoies queiio inserir em sen Diario o i x
prslo, a ver se vai s mios do lllm. Sr.
Curador, earlaalPromntor Publico, afim
d entra re m na inteligencia do negocio: p"-
meii'o, para nao viiem o. Orf-.5< a arn ca-
llar com costo, e dinher i que j -iz em po-
ner do Sr. M acial, o qiial qu-r Ser corle
jos com chapeo alht o, poifl que j se li dn
secruis'adoo dinheiro em seu poder, tirilla
as nado o semiento ,
leudesolrivelmente o ser*cu de cosinha :
n- ra de Smta Thereza D. 9.
l&~ Uraa escrava crila de i3 a i4
anuos; na ruad* Roda D. i9, cuja e,cra-
va se vende por pre. isio.
$~&" Urna negra de Angola, sera vicio
alguro, iie 'i > a 22 anno, cosinba o diario
de urna cas, com principios decoslura, e
ensaboa se fr taimen le: na ra do Rosa-
rio etir+ita confronten beco do mesmo no-
rae.-o'rado I). i7, segundo and'.
"^S"" Urna l< j.i iic miudesaa do largo^de
N. S. ilo Ti-rc0| a dinhi ru ou a pi aso com
boa- firmas: a tiactar o seo ajust coro
l'.uz Ino Piulo & Comp, na ra do Quei-
raado H. 5.
^.3" Lf na negra, co p, engoma, e rosi-
nlra, para fura da Piovincia, sera vicio:
na en triz da Boa vista.
*3J" Uf ii pido de nacfn Angola, de 28
a.30anno8, sadi'o, cotnoffiriu de senador
e p"opiio pua o .ti ico i campo p"i* >er
criad) tiesta lahutacao: as 5 Pon tas D.
i i, segun'd andar.
r*y Una earteira de toeio d- F. ?iip-
toiio, im balro para dilo, un lavatorio
'ie angico tum em boro nao, e um braco
grAnde propio pa raizas dVsnrai : na
i oa da Cadera do Re fe n. 5,2. andar.
inad. ira e:n quartollas, dito de Lisboa em
gnintes qualidafle-; do Porto, da madeira,
de B >rdeaux, moscatel, champagne, cii
penda em caixas de 6 libias, dilo em ditas
de 2 libias, his-on em caixas de 65, 13, 6,
e 2 libras, dito prtto, agurdenle de Fran-
ca em mei.is pipas, eem garrafas, frasqnei-
rasc^m b< a gembra de Ohnda, seiniej*
em baraicas branca e prela, bar is com
carned.e b',dta de poico, presunt >s fn-
ghzes pai a fiambre, queijoa chegados lti-
mamente, bairii ora vinagre proprios pa-
ro casas particolares por seren pequeiioS,
vacourts d> c.ibello, banjs com ertilha,
panacea de \v im, verni- por preco mui
commodo, bariiz cem bolasi americana
propria p* embarque, salina para homeiu,
(Jilos para senliora, caixas com vellas de
e-permaette, papel almao, .meias finas^de
a'god) para home-m, con-ervas de lodas
asuualidade%<:l]apeo8 de palha finos e or
dinarios, mo>tarda, fasforas, sedelle, ca-
misas de na la polio, ditas de baita, ca>xas
c >m chai utos, Gramticas em P.i tugue e
Inel z, ctrias com caivetes, salmio em
latas, escotas pata denles, ditas pira rou-
pa,apara raleado, tijollos pira ariar lacas,
um e-tojo comp.'eto par. b.nb, btalos
com i I r- loado, garrafas rasia, una por-
ci de Copos, passas uiud <-;. ^11 ij,#s b metes, um cofre ce ferro, < -
rolos de ver ao longe, e faino americano:
'noai ma-em de Ji o Carrol, i ua da Ciui
a 7
n. 41.
u^Sr.Dois esciavos seiradorts com i
serras grandes, q'iem os','pertender diri-
ja-se a ra do Fugo IJ. fl qwe acbai
i "> I br,is do prata vclda ein ub a-;
na ri a do Queimsdo |oja F). 5.
:j!M"" Um cava I lo, muito novo, e priva
.n intimado por l'vo lio -rnenle i!a e-lriba ia, por t*r to- cofn quem tralar.
mandado de ex oficio instancia do Sr. dososand-res, quena p-oemio, e por i so 73'* Ni roa pirdetraz do Calaboico ,
< urador, para lecolber odinheiro no o- nao barato: um s-1 m Inglez d aupen'- emumi venda gande que fas quina por
or qualidad, pequ<-no c-mu requrr a
d
he dosOrfaSs, e nada leni cumpri lo-. Se-
gundo: porque comp te ao S Curador
7 llar o direito dos *f ", por nao leiem
lies onlro arrimo, ecomo Promotor obs-
tar a que nfo s6 pietiquesiuiilhunle9 abu-
sos. Sou cora ii-peilo.
O Vi.janlc
NAVIOS a carga;
liara o Havre
Sahe cora toda a bre i la<'e a luir conhe-
rida Baica Francesa Viginie, Capillo i..
Foornaire, de superior marcha e f.nada de
cobre e tem a melada do *eu earregamenio
prompto ; quem iK-lle quser car regar <)i i-
ja-se iu seu consignatario A. Sclaoim.
COMPRAS.
-
Compra-se ou rogi-se a quera liver o
Ret ato de D. Itahel a.1 Rainln Con-.iitu-
cicifj.il da Hespanfa, inda que seja em
poni pequeo pois t para se copiar,
dirija-seao Thealro a fallar com o diiec-
tor ou annunue com toda brevidade por
e.ila folha que se f r lodo o ajn^tp.
U3a^ Um herto em hom nao : na ra '
do Fagundssobrado I). 7 do lado diieito
viudo pela Hibiira, ou aiinoucie p*ia s 1
piocurado.
LEILAO.
H'je 6." feira 2 de Setembro, con-
tinua na tua do Vigaiio casa 11. 8 o \ e eo^ravov
tJCsT" Me. Calmont & Comp. fasem lei-
lio boje 2 de SrlembiO de fa/enda.-. limii >
e avaiiadas, na 1 u.i da Cruz 11. 11.
moda pe.-enl; com sobre-cipa", e esta
finada d bada, e com estribos de lati,
mu fornidos, tend" sai vid 1 apenas 4 *e-
zes : na roa de S. Rento n. i9, em Olinda,
V3r* U na morada ie casi teiiea no be-
co da Ghii ia por d< 1 s da Santa Cruz i hit.
lo ao sobi ado do Victorino,. c< m comino.
detr.is do sobrado d> Sr. Djutor Paula ;
hipara vender ua boa ascra va, porro-
molo pico a qu.il lava c- coziulu Sufr.
velmente e-I 1' coslnai. da ao servico do
campo, p r -so quema quiaer duija-se
a dita venda a f lloigcs.
nr^t* Um escravo de nagio com has*
do-i pan grande familia, coxinha fora, qu'ti- i tanie lub ilade, deiJade Irinlaannos,
lal e cacimba: no beco da Lingoela n. 4, ponoo mais ou menos lie oficial de ca-
pateiro qnem o quinar he com a ro/idic
VENDAS.
A parelha de cavados a^s^s que foi do
Sor.. Joi Alemn Cisneno,: ae
que vejde--e por j estar seivido d'outra,
e nio por defeito que ten ha, antes esta em
multo milhor s'ado do que quamlo foi
rompada, e lohein por ser pt.s.do o sus-
ten'o, e lr-tami uto de cavados d sponiveis,
e pea raesma i'asau lobcm vende outto
3.*andar.
C^* Um negro com bona principios de
padaria, e pira todo tet-vco1 de ra, ou de
enxaila : iu ra do Calabozo vtnda da
esquina.
W2?~ Um molatinbo de 16 annos pro-
pr:o para apreid r qualquer > ffi io, e u-
ma Itiolalinba da menina 1 1..rin
cipio de costura e tenda ; na iua do Fa
gundes D. 7, sobiado de um andar l-.do d-
rtitO viudo p. la Piilieira.
H4*11 Uuii diuii decadeir8 novas de
angico : na ra Direla leuda de marcinei-
10 \). 53.
^2^ Venderse*, 011 troc-sf por um ne
grocanoeiro utna negra d'jngola di i9 a
ao annos, sem virio, ncm achaque algum,
\eiid-deira de roa e co*nha iluuma 7.1 na roa do Collegio Botica de < Vpria-
no tiuifi
  • 'fpf Um escravo, una espada, um te-
    lira, un' bernia, um bun, e wm^ farda
    Lodo pan (i^aida Nacional: na venda da
    I no da Con eico da Boa vista U. 50.
    \f&* Una* escrava do gento de Angola,
    roossa, de bonita figaia, sem ablidade, por
    preco commo lo : era firade poitas n. i70,
    da pai te riireita.
    'r^,* Uma roolatinba que representa 15
    a 16 Minos de idade que cosinba, engoma,
    cose chao, e laz lodo o inais servico de li-
    ma casa : no aferr da Bia-iisla em ca.-a
    do Aftwidnr I). 33.
    ^3T* Um avallo casia ribo, muito novo,
    boiiicar-fg doi baiso, bastante edradejro,
    e muito manso; nao e^t mu lo gordo, p 11
    Ihi feiloorna brigaiiag iiijo piecocvm-
    ra di: a pe-soa, qna o pe tender dirija
    s a roa do Rosario larga, lado du nsscenie,
    p.t aria D. 1 2.
    5"y Uma barretina piompta para G.
    N. por pieco enmurado: na iu. Direita
    loj < ile couru O. 4.
    53P" Rap l'i ince7a.de Lisboa decMSO-
    Ihida qualidade, 1 bogado no ultimo Nn a
    na loja da ra da Cdeia do Revi fe n. 16.
    ^P* U:tia armaio paia venda ou loja
    rom fundoJ hosiantcs pira m. rar pequea
    familia, c paga de alaguel 8J) n is Denases
    ao 1 de N. .S. do Terco D. 5 : na mei-ma.
    fT3T Viobo do Porto em bii 1 i/, dito da
    cao de ser paia lira da lena, ainda que
    se abala no preco, quera o pertender ..-
    nuncie.
    J^ Uma duzia de radeiras e hum
    Canap de pa lili ha duas bancas e outra
    de meio de Silla ludo de Jacaranda e novo
    'a rna do Queimado na loje de lazenda
    D. 4
    t5r V'i-nde-e ou troca-te por i.ma
    morada de casa ne>ta bario por 3 lilas
    nos Afogados de pedra e ral em boa ra
    cora v rite esno palmos de frente qaera
    a parten ler anun< ie aua mmadapaia ser
    p-ociraJo. <
    Vr Ofilimos licoies de div> isas qua-
    ldade-a 180 rs. a garrafa em porc<5 gran-
    de e pequea ale ciilOOCnta gai ralas pira
    embarcar ja promptas : na 1 ua Ja RoJa
    l). 15.
    V^" Garreo vasas, prelas, brancas,
    ajines e ganafSes grandes n pequeos, e
    mu temo de medidas de >^a madeia e
    tambera un dito de pesos um-s pipas
    prop-ias paia a^ranjo d ven 'a ludo em
    bomisiado, e o-los arraujos mais ; as
    pns-)Oas que ijuierem aununeern a sua
    morada.
    W3r* Um gao.a em bom estad., um
    ptr de mangas de vdn> e duas* mesa de
    oti iuiij : .-iiuocie.
    AliU(;iJF.IS.
    Hi pira alugar um s lio na 1 airada do*
    Arvaial, (denomnalo sitio d^ J queira)
    com una s lie p di ; cal. com conlo-
    os para familia gian-ie, eoulra mala pe-
    que a a b i a da estrada, Com bstanles
    pe de laiangeias. coque ros, jaqueiras,
    eafeeiros,naioeiio oto. &.., rom riaxo no
    fin do shto pan lavagem i!e roupa : quem
    o perterider alugir duija-se a pnca do
    Corpa Sacio, por stmi a'* Bdcquim de
    Antonio L< pes, no 2. andar, a (aliar era
    J-o Antones Cui' araens.
    FURTO. ,
    Furtario na noite do dia 31 pa-a hon-
    lera de uma S Tgad- i, a na matanca de Olio.
    da 14 couros salgados, com as mateas se-
    guinles.VIB.pegados, outros U laobera
    juntas, outros com um talho de faca na
    ?.ItadocabodoBoy, outios com dois t,.
    Ihos de dita no meio da cauda, e outros fi.
    nalmente c m a macama do cabo lotalmensai
    te aparad 1: roga se a todas as pe.-sois quP
    vivem de comprar rouros que f.cio favor
    apreendell s; assimeomota qujjquer.pes-
    soa que d'elles der noti.''a era Olindapa-
    t. o de S. Pedro novo I). 6 e7lf no R,.-
    na ila Cruz venda do Sin Lourenco Jo-
    zedas Ni ves, quesei recompensado.
    E80RA VOS FGIDOS.
    119* Amaro deNc Mosaaobiqnc
    estatua e corpo. regular abaix das lo-
    les tem huma m.|ija de fogo Com asmas
    bastante calles] las elcalioa-las fu^i0
    no dia SadeJ.inbop. p. deBo.do da Su-
    maca Aurora l-*ando ramiza e calca u-
    jas de alcatro he bera condecid.> em !'o-
    .ra de Portas por ler sido de J*o.Anlonio,
    pescador e cora ella eieicen es^e officio ij
    anuos, coaita andar dilo escravo era com-
    Danhia de um pencado}' em a praa do
    langa, Pan amarello e Ccnceico ao qu.l
    rogse int.eguea Poli, a (|s dilo< |..ga.
    I res ou em casa de Santos Braga na roa
    1 da Meda que rec, bera' 5o^J rs. de gra-
    liflCIQiO.
    *& No dia 27 de Agosto da 1836 pe-
    las 7 ols da noite fugio um moleque cri-
    lo de no me Ed .ardo, idade i7 anuos
    pouco mais ou menos corpo d Igado e
    espigado, cor fula roto lirado, buba
    fina orelha pequea be baslanle' gago ,
    Mgnile-te suficiente para ser oonhecido ,
    poi> he custoso fallar quando se acba ve-
    xado ero 'pertos he-dli l ue cpale ro;
    as'iui quem o apreh> n ler leve o a 1111
    Nova easa de caljcreiro X i5 que .era'
    gratificado.
    *3r Manoel aii'iro fgido no dia 2o
    Feven-iro de-ie auno, cuj ja' foi apre-
    bend do por Jo'qiim Cu-iodio Gomes de
    Souza m pisag'ra da Magdalena pescando
    sari e d-s mios di mesmo evaporou-se
    filando O xapco de palba unuta que
    anda vend'ndo carangneijos deuoite pela
    Boa vista e tp negro he muitj velhaio,
    e Imeiro que cu.sta a p"gar-se e por e-te
    motivo tem na cara una cotdada ja .seca
    e um breza na cabeca he rouilo pelo,
    e as mios lera os dedos curto- de mais; os
    aprehende lores raeto-o na Cadiiio, e
    anunciem a sua estada para .^etem procu-
    radas.
    JT3S- Luis, Ango'a, estatura medianna
    pouco falanle, de desoilo annos mal feilo
    de 1 orpo, seco, peinas linas, os dedos dos
    pes huos maiores que outi-os, com hum
    sitial em iiuwia huxesa que parece ser
    proveriiente de dons de denles, narisxa-
    lo alamhazado, es ps dos ouvidus altos,
    le*ou aqueta parda vi-iila Suoulide
    edoopa xpeo velh > de seda fug do uu
    dia 27 do coirenle. O apr< hondedoies n
    condusaS a> beco da h .raba ca/a do Por-
    leiro. das Ob;as publ cas que sera gene
    roame tile, lecom pencados.
    Taboas das mares cheias no fono de
    Fernambuco,
    18Segunda fe 9i. 18 m
    5 10 t .
    10 -54
    - 11-42
    4 G-30
    * 118 >
    ~ a- 6
    Man.
    Tard.
    - |0T:
    j 20 -Q:
    2i- Q:
    22S:
    I 23 -*:
    2 i -I):
    '"toSt 5UOTICAS UTA RITIMAS. ^
    Navio entrado no da i.
    Babia; 6 das ; II. Ing. Brille. Cap-!
    John Fraguson : lastro. 'Pon. a36.
    II 1 l^M. 1 11 1 1^1 ii.iii !! ~m m 11 > ni *
    fERN. .NA TIP., Dli M. F. F.IRIA l816l


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