Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02015


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Full Text
T
AiNNO DE !833.u> QUARTA FIrttA 26 E JUNHO.
;
NUMERO 1.33
MM^MfMWMIMn
HN
Sisbsf fi-tv-sc mensafatente 6*0 res, ndiantados, m Tlporr. *
t ntno. jriw.rtt M-.ttfi/ V. S, Autonro oliril rfii |.>ri:i torea
>'i g -atiR se i,l > don propritf a^inmius mente e viudo a-si^iiariis.
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atJIUJTtMHiMM

&M
Todo agora depende de nos meAnos, da nobm prudenctn, m-
Hora(;ao, c ciii'r.".-i:i: continuemos como principiamos c seremos
apturtffdiii tfflu admirar-"!) enfre *' Nacoes mal;, cultas.
l*i aclamar-Tin a Jssembleu (eral do Brazit.
3tnwx$*3 *m ^ertrambuco por $c?e actormo uc flbreu.
rffc-rT*yiW
das da semana.
4.'- S. Joo- Junta Ja Faz., e aud. do Juiz dos
Feitos de m. Pr. as 11 h. e 42 m. da m.
'5.*- S. Ladislao And. do Ouv. doC. dora., do Ch.,
e do Onv. do Civ. de t. Pr. aos 30 min. da t.
.'-5. Lea >-Jt.' da R. A. do O. da C. do J. de F.
dem., edoJ.deF. det. Pr. al h. e 18 m. da t.
SaWiado->Hfi-.S. Pedro e $. Paulo. Preamar as 2 h.
fi min. da f.
I)om.n A Pureza m. dat.
RTICOS DKOFFICIO.
ol/iistem > da Jusiica.
ja Regencia, cm Nome do Imperador o Sur. D.
.Jm Pedro II., Muida remelter V. S. o Oficio in-
clqzo do Presidente da Provincia de Pemaiaba-o
con Indos os documentos, que Ihe sao relat'v.js, mri
que V. S., naquilidaic de promotor da Reliado d'
esta Corte, luja de apresentar do Supremo Tribunal
de fustiga pe cao de denuncia castra o [)e/.ombar ri-
dor Ouvidor Geral do Crime daquella Provincia, jj-
/e Libanio de Souza ; fi:n de proceder-se contra o
mesmo pelas prevarieacoes, e mais fados de que he ar-
gido.
Dos Guarde a V. S. Paco era 4 deMaio de 1833
Honorio llermeto Carneiro LeoSr. Jozo Antonio
vi a Silva Maia.
O Ojfcio, de qua trata o Avizo acuna transcripto,
he o seguate:
111.* e Ex."10 Sur.Kefcrindo-me em tudo qui-
te he relativo guerra de Panellas, o Jacuipe, no que.
disse era mcu Oicio dirigido ao Ex.8 Ministro da"
Guerra, quera roguei que o communieasse V. Ex.*
passo tratar de oulros objeclos. A Retacad destn
Provincia pode dixer-se, que fiea Tediada ; piis *
existen] aqui Ircz Ministros ; aCadeia atulhada de cri-
minosos, e anda mais estara su por ventura (bssm
procurados, e prezos quantos o aerio sor o Povo
desgostoso por lije taltarem os recursos da JuMtca : dos
trez Ministros existentes, apenas huno, nue he o Pre-
sidente interino da Relaco, merece conioioa, e os
outros rtous que siio o Ouvidor Gcra) do Crime, e o
do Cave), nenhum crdito tem; o do Crime prineipal-
mt'., cujas fuces mais influem na trqoilidade publi-
ca, parece ter sido tu)hado pela naturcza s para pro-
teger o crime : aquelles nicsmos crimes, que mais a-
iecto a segura iu-a publica, sao os que elle f<>m cm na-
da; em Abril do anuo passado duas sedicoes houvc-
ro nesla desgraeadi Provincia, que bastantemente a
cnsaiiguentariu, a da Cidade de que fWi Chcfe Fian
Cisco Jo/.e Mirtins que bajete, div. conicoitc/.a existir
aqui, c a de Domingos Lourenco de Torres Galindn,
em*Santo Anto: tirar.-lo-sc as deVasaaa), e t scaVgia
de Galindo houvcro lr#z proeesos, como \ F.x. ve-
r do Offcio por copia N. 1 poreol os rriniinosos
-
/
hellas ficarao em to plena liberdaoV como d'arites;
lium s nSo foi procurado 5 nehhum :mofdado se pas-
su para serem capturados, nbm mesmo Se remetteu
aos Juizes de Paz respectiros o rol delles para* serem
presos, como V. Ex.* ver do documente sob N. 2 ;
a vindicta tem a tido lugar, e quantas deposero con-
tra eles se vem obrigados eonservar-se em guarda, e
armados para salvarem as vidas, C o Governo manter
ali inma fo-ca para as proteger ; pois que os crimino-
sos se tcm or ;nv;ido, e armado, o em pleno da ra-.
gao por arpielle^ lugares, c v.ao atacar aquelles, de
quero nuprem Jomar vinganea scienfe disto, e arca-
da por representaedrs da Camiru, c dos JuizesdePz
cu pass!*! a indagar se tintino liavido 011 nao crimino-
sos nos procesaos qm c tinbi procedido, e m no
sumario botiv,?-ao os (pie cfltajtftf daielacao incluzasob
N. 3 ; uniea que at hoje re -ebi, e estou esp-ra das
nutras dos criminosos as devassas, a qual ha qnatro
das, exi ; do Presidente da Relacao : qual seja a es-
casa dada pelo Oividor Geral doCrime, ver V. Ejt."
do,doumen'o origina! sbN. 4, que recomuiendo a\,
altenrAi de V. F,fci* Delle! veri V. Ex.' que a culpa
be toda attribni la aos T lizes de Paz, e ao Esci'ivo ;
aos Tiii'.-s de Piz, que nao tirarlo vassas, que nao
as tinliao em seu poder, e qoe t Ibes cumpria fazer
prende;- osros. cuia relacao se Ibes lemltcsse ; ao
Escrivio, que em lacs caso, si laz o qufc o Jniz Ihe
determina, eque, se o nao faz, deve ser punido pelo^
Juz. Compare a vista disto o estado (testa Provincia
eOm o da Capital pelo que toca aos Ministros crimino-
sos: ah ainda os reos sao presos, posto que depois sol-
tos : aqui elles linio em plena liberdade, e he o
menos se exp-nlem as ordens de prisao; passe&o ufa-
nos pelas ruis drsta Cidade, reunem-se, eirtrtadosa-
tacao, e rnala impunemente os que ti ve rao a iiidiscri-
eo de deporem contra ellos; c o Ministro, quem
eUmore punil-o-;: o Ministro, que id sabe quem elles
sejo, fiea tranfnillo expectador de turlo, e diz qu
os nao manda prender porque o* Juizes de Paz, que
nao sahem quaes sojao os criminosos rtas Devassas, c
R*m o no lem saber *e o Ministro Ihos nao conimuni-
car. Como Ihe (-Umpre, sfd os respousaveis Os assa-
sinio^ commellcm-se frequ^ntemeiite ; os peVpetrado-
res dlles sao i'ecoHiidos prisiio, mas passfcib lo;'o
depois pelas ruis da Cidade : eonlentar-nie-h'd coin
citar hum destes factos, que, mais notavel se fiz pela
qualidade da pesstra, que prendeo o drl'nqdente, eo
oonduzio .i eadf i a. Montara guarda na Casa do Go-
venm, por falta de Tropa o Secretario do mesmo
GoTcrtiD, 1 o os Otticiaes da Seerol ria ; l.n u atSaei*
nio se coiTimeU-u em lugar proxiov. Correo ao ln-
.u;ir o Secretario coni oulros da gtiartl.i: o a a loi pteso, eonduzido caza do .Inir do Paz, e dali '
CadrW-^pclo mesmo Secretario, aas poneos dis
depoisChindo e-te ao Theatro. nli o em. ntn.o, e ten-
d ^audal-o eom niedo OJiiii Je Paz o havia cnut-
tido.com, o Sttmrjario, e GonjnoMe, 'klictoao Uuvidoi

1


\
(546)
'lo Crime. As fabricas de cumiar cobre sSo appre-
lendidas frequentemenle por diligencias dos Juizes de
Paz (anda ncnhuma o foi por diligencia do Ouvidor
Geral do Crime)-, o os fabricantes lodos passeio ltre-
mente : porque sondo o conheejmenlo (leste crime
privativo do Ouvidor Geral do Crime, todos ali en-
contro mciesdo jnstificar-sc, ou pelo menos de nao
seren punidos. Permita V. Ex." que cu leve sita
respetare! presenca lium facto acontecido bem j>oucos
das depois, pie tomci conla do Governo. Foi-me de-
nunciada a existencia de huma fabrica de cunbar moe-
J; tic cobre em lium sitio, no arrebtele desta Cidadc-,
ordenei emeonsequeneia a apprehenso dola pelos
lucios legaes, e os cucar re {jados da deligenria nV.erlo
tonduzir lodos osobjectos, que Ibc er*o pertencentes
em trez ca rocas, para o largo em frente da casa do
Govcrno, e para junio do Corpo da Guarda ; e como
houvessc nesse da Junla de Justicu. e bum dos miem-
bros (hila (base o Dezembargador Ouvidor Geral do
Crime ; eua urisdieao branle toda a Provincia, e
elle se moslrasso desejoao de vingar aoffensa feita a
I.'. dissc-lhe que fizme o Corpo de Delicio, e pro-
redesse contra os criminosos, que cu esperara nao
ipssem absolvidos desta vez por defeito do processo :
eV.-ceo cita immediatamente abaixo, e mandn proce-
der ao Corpo de Relicto, que depois le ped por co-
pie, declarondo-lhe mesmo, que era para o enriar a
\ Ex." :\ 6m de Ca/.er Ihe ver que em Pernambuco
se cunhava moeda para as Provincias do interior, vig-
o que a aprehendida ja cunhada era propria para as
lilas Prprincias, como eu, e todos haramos obserra-
1I05 ma> qual nao foi, Ex.mu Snr., a minha admira-
cao, uando o dito Ministro me remelteu > termo de
ipprehensao N~. A com as nove mocitas, de que faz
meneo, e que inclusas remetto, rendo que nene ne
^ RUuma patarra so acha, que indique ser huma fabrica
de cunbar uioedu de cobre, com todos os instrumen-
tos, e utencis proprios, que se havia aprehendido,
nem nclle so mencionajsem as chapinhas por cunbar,
que meiaro huma barrica, e pezaro humas poucas
Je arrobas; que igualmente nao se declarara a natu-
nv.a da utoeda cunhada, nem o seu pezo, dcclarando-
-e alias a sua quanlidade por huma maneira, que at
detxava ao dono da Fabrica o dirrito de a ha ver ; que
. se nao declarara igualmente a zizalha, ou folbas donde
tinhao ext rbido as chapinhas, e que alias nao era pou-
, o, nem mesmo os lcncocs de cobre anda intactos!
Coulesso Ex". Sur., que nunca me reio no Densamen-
te, que hum Ministro tao graduado, fazendo bum ail-
lo de adiada de cousas vistas pela primeira Auetorida-
de da Provincia, examinadas at pelos seus mostnos
Collegas, c testemunhadas pelo poro, que em grande
quanlidade cercara os objectos, e que foi preciso con-
ter com os Soldados da Guarda, tivesse tanto despejo,
que se animasse a omittir no termo aquillo, que lodos
estayo vendo, e examinando. Concorrendo depois
eom o Cbaneeer da Rclaco na Junta da Fazonda, ti-
ve occasiSo tic notar os defeitos, que encontrara no
termo feilo pelo dito Dezembargador Ouvidor Geral
do Crime, que, nao procederem de oulro motivo,
que nao fosse a ignorancia, oconsttilia baixo debum
Juiz de Paz d'Aldeia; e. ou fosse porque o dito Cha-
rellcr Ihe communicasse isto, ou por qualquer outro
motivo, que ignoro, novo termo me remclleu de sua
mu (o livre vonladc, como se deprehende do Offieio,
que o acompanhov, e que com elle levo respeitavel
presenca de V. Ex.', sob N. 5, no qual, no obstan-
e haverem Rinda notareis faltas, imputa onu ulgou
.emendas ao Escr il sem seaentir, na pama*
vrl (oatradicco de dizer, que nao incluir no primei-
ro^ fsrjuo da ac^sd chapadlas, porque quaiff- |
.#
do por ellas procuren ja se tinhao bocado ao mar pot
ordem minha, as quaes con tudo estarlo mctlidas no
termo de consumo. Se a adiado precede ao consumo,
como nao incluir no termo d'achada a couza, que de-
pois se diz consumida ? Ser acaso porque pelo termo
de acbada he que se forma o delicio, e nao pelo do
consumo, c nao leudo taes processos parte acusadora,
vrm o termo de consumo a ser huma entidad* nulla
nenes? Cumpreporem, Ex.-* Snr., declarar franca-
mente a V. Ex.", que tendo o dito Ministro doixado
por lodo o 1 ia na pracn a maquina com ludo o que lo-
ra apprchendido, e v:ndo-?c-me dizer isto a entrada
dajtoite, mandei recother ludo para o Corpo da Guar-
da, com rentinelln vista, e quando no oulro da pe-
las A hora da tarde, se rcio conduzir ludo para c
laucar no mar fora da barra, eshandalhando-se com o
pezo a barrica que continha as chapinhas, as manqei
laucar da Ponte do Recifc ao Rio, que ali he profun-
do, pois d fu odiador as embarcaeoes, e isto vista
do Poyo? cerno he pois. que 33 horas depois
de feilo o termo de adiada/'que tantas deeorrero ta
(bebida da maquina hora em que se foi anear ao
mar) existia ptra ser incluida no termo de consumo,
e nao no da adiada E ser algum desles dois torraos
de adiada, base do "Corpo de Delicio, o que esteja no
Processo? Qucm faz dous termos differenles, faz
trez, quatro, e quatro mil como o cesleiro. De am-
bos ver V. Ex.*, que se nao pode colligir que a moe-
da cunhada apprehendida, r-eja de tal, ou tal peso, e
da que corre em tal ou tal Provincia, e que tudo esta
feilo de molde para o criminoso se tornar innocente,
Se cu quisera apintar este facto todos os mais de 1-
gual natureza, e procurar documentos com que com-
provar a m: l deste Magistrado, e o seu descaramen-
to, nao chocara em loncos das ao fim da narraco,
e os documentos igualrSo os processos. Sabe j \ .
Exc. da ipprehenso da moeda de cobre viuda de bum
dos Estados Unidos da America do Norte : este pro-
cesso foi feito pelo Ouvidor pela Lei por nao ser adia-
do na OCCasio o Ouvidor Geral do Crime. para o
qual passou depois de concluido o Corpo de Deudo \
c me persuado, que nao lem defeilo, pois que O Ouvi-
dor se tem mostrado exacto nodesempenho dos seus
dereres : eu mesmo com os exames, que mdei fazer
na Abandera, concorri coro c* documentos dali extra-
bidos, c q' enviei ao Ministro itamctc com o Corno
de Dclicto ; e apezar de por elles se vir no perteitp
. conheeimente de qucm foi o earrofjodor de cobre em
New Yorek, qual n pessoa que hia consignada no
Rio de Janeiro, qual a que reeeheu, e despachou a-
qui todo o carrogamento da F.mharcacSo, qual a que
recolheu em sua casa, e em huma velha embarcacab
sua os barris de alcatro, cm que vinba a moeda de
cobro, conde era extrahida: o Publico recomes-
panto, que bum s eriminozo nao b, e que esse mes-
mo bomen, em cuja casa, e embaroaco foro adiados
muitos barris, que continho a moeda de cobre, e
qoeeslivera occuita, e alf;um receio mostrara em qui-
te o processo eslava em poder do Ouvidor pela Lei, se
aprezonteti ulano logo que passou para o poder do
Ouvidor Geral do Crime. que teve a desventura de
nao acjiar teslemunbas de vista para jurarem na De-
vasta, quando mui dificultoso seria adiar pessoa?,
que nao livessem visto, porque a extraccao da maeda
do dentro dos barris, em que vinba, parte foi lila
na praca em frente da casa da Governo, cujo com-
mandante da Guarda foi o apprchentor, c parte na
asa onde os barris se acharo rocolbidos, que era a
segunda da ra cm frente da rnesma casa do Governo,
e inmediata praca, c ledo o povo oi.coicu pre-
zenciar o acto, que dr.ro;; tro-', dias, por isso que. mui-


I
(5 Vi
m
i
t)
I


u umi em extrah inoc< iffi-
i havia pela maneira cono que vinha
ice ilt denl o do alcatro. Cuntan rvar
que em quanto <> Otrridor pola i nava o Coi
de De|icto, Dczemhargador Ouvidor Geral do Cri-
i de instar com eRc para Ihe remetter
estado em qu< estava para proseguir nelle. Pn
\ \ ivencor-se de tuda digo,
idas as pecas do Corpo de*De-
licl aqui nao bastarlo para feonstituir
algUttl c 54 rrir.'io, envij 10
o ios do i atados d da A-
. ( or ou ao Encarroado do
tituir rriminos
i'" o qual
ippiido constante do documento sub V. 2 L A
secn ro, ouPortuguetf e deste mo-
do, recorr sudo a Justiea Bstrangeira rao curados
us |ue na Rustica Patria se nao i ncontra re-
t ntquei V. Ex', a aprehenso, qae
ite vindos do seu
Pa natal, a primeira d trinta, que hio
induii!'>. em alta noite pai o inti rio; b iegunda
lautos, c outras mas em nm ir,
aoqneV. Ex. se dfgou rcspondei .. rava
u ter o prazer de ver camprida a Lei nesl i Provin-
kfracl......rem obrigndo! n portales
; frica; | rem qual fosse o progresan,
o d fio dcsto negocio pelo que toca primeira ap-
prhenso de (rinta Africanos, cuio progresso tocn
no Ouv-Mor de Olinda Angelo ^ dorio do Nas-imen-
to Crespo, logo que se soobe d Decisfo de \ Ex. so-
brea reexporta) fos africanos, ver V. F.x. dos pa-
pis relativos este particular sub letra R; bro to-
los em huma noite da casa, em que estavio
depositados, e o que mais he, que o Depositario nao
rti disto ao Ministro, o qual segundo a partici-
pica-> que me fe/, e que \ Ex. ver na copia junta
e i papis, apenas se limita r/.er
Acabe d< er informado 6 c.e parece le que iso
. uraraV, Ex., que jamis ser peUs
indagace*, e devassas do dito Onvidor; posto que o
lino todo saiba que por segunda compra se dirig
i io para a sa de quem primeira os bavia comprado,
o nomc. b q o a K*ses, todos pralmente co-
oi. Se : u tora o enea i i deste negocio,
i : se tnefora permettido fasor o qu< aos Iuir.es toca,
iiu manda i bus nao lugar para onde forSo, po
m outra Provincia, que para ella he que hio
w quaudo lorie apprebndidos. Com f.i
el. Sr. nao posso por certo sustenten-
do teme que me fo confiada, no-
ira nao se governo povos Quanto nao ga-
viiK-ia, ea Naee em ceder o ordenada
'" ndor para qn< o desfruct 'it su,i
into principalmente esta Provincia em no
r I i< Ministro! Sou franco, elenl
a fortaleza de dizr oquesoto. S< tenlie de gov
m laes Ministros, lenho de ?vernar, jKir
rdi r as de o kle u lo
o seia
)e: ti \ Cklade do
di '
\ '. 'lu H
I
Dtn ,- vi
-~f- -3- &&**
I DI1
Maqoel Zeferino u Santos Cav a Ordrn
de (iu:>:>. Presidente da !' >vin< \&*d '''
nambuco por S. M. I- que '' > --'<-
FAro <-Ju'i-, que o Consetho < '
que se ','^,"
mercio creada com o ordenado Provisu Reg.ia d< Abril de l Convido i
lodos os Cidad
i, para que comp i sato i '
los de seus requei im< tito
i. E para copstar mandei lavrai presente F
que ser afixado n .<; pv "
' '. n prensa, Pab io do Qovej no 2, de Itinho de 1833.
Manoel Zeferno Jos Santos,
CMARA MUNICIPAL
KssAfi extraordinaria Sexta fe ^r.
S
as horas docostume.
%**.****
iTRO
SA'jjbado 29 e Jui '
S. M. i. (.. se repr em B( nefi
de Francisco Antonio Martin
lente Drama Liberal, cantando-se o Hymn
em prezenca da Imperial Efigi.....-se-K i
ni commedia denomi "'
Forra da Gratidfrok qual se
tn o asseioe pompa que ,
fim o Expcctaculo rom a exceHcnte F
oHe Eipeetacnlo que
mo Hra/jlei a epemei
i. dadlos de qm a oct< io eamp
1 :. estar illumi ido por dentr<
ANUNCIOS.
PAn\ o Jurv de 6 do eorrente roe i
Sor. Juiade Facti Stipplente Joa Mara lid
so: oSnr. luiz deFacto Suppleute Joo Franc
Regs Quii
Sitaos Do crtete,
ORriguc Orient illa para o Rio ra*|-
de do Su! ras da mai '
...i:cio Terrestre di Agoa P
je ao meio da.
M. v<
R
Letlao'.
O i 8cBraga fazem leilo V"
H_t! eorrente, pelas 10 h< ; n
ra i i i zidencas. lo ( irpoSantn. 5.
ons Poole 'ciIQ (ir
(uinta fera i'
na casa i da A1-
fandega v* !i n. 0.
etnw
Tiu Qi i
\; Kstampa fanar
rom o destrtbuidof deste Dia w Bra/.
, ... ament, fumo
ilo !: Araerk n "oes e
I..., -.. iharutos Americanos
350 cnto,
cano proprio para lse cigarros, tonase
chapeos de palha Amei >p>
ros tanto p ,,'u"
branca, preta, fe. e ipx^rpada, en
-.-
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li"'. ,i.. I luil. por |'.r<-io i vninuMo
ia> l.i;.u': da ra do .'i,i|)i\'- ni*.3.
- Vei ('.- i iparejro emOlinIa im caza do
trifv loi I iil ,.).
6m Sem construido, < novo sobrarlo de '
v > iio .,;it decente, com suffirYentes com-
prvpiena familia,, com i'ranHe, < ae-
ropro para cstabelecer-se qnalqur
p d i 'es, mol liados tfce. petasua ptima b-
ui< |uinl i- r??vi, e e: de. pedra
rto I' S .-, lado esquerdo alrm lo t-
ica-se poi outro qualquer nos
'.i nto : e Boa>vitta, oo por nra si-
o i arroredos de frueta?, e.iraa casa de t-
venda u plmente por qualquer outro negocio :
i nao di re; horas da tarde em diante.
,>* Uno > lio ,summ novo muito bom carrejpi-
1 r, e ern feoas carnes: na ra do L-
> ranvenl boti i >. 11.
> Urna crik d< 20 anuos, engoma lizo. cose,
dinirio, r be boeetcira na ra d< Or-
ti 5>.
t:*o pretas proprias para cender na roa,
pcelos prop 09 para o sen ico de ra.
defronte da torre d<> Livramenlo
tildar
<:-%*. -^nv
Compras
(jwim, ou witii iiiIim, que estrja eai bom
ij) 'va' n U 1 u\;s Cruz.es n.
0 tizo : DA ra dAurora
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i 1 09 e que sejamaneo ; anuncie.
bom U/.O : anuncie.
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Oa i (v. e Joo RuAno ir Ir-
-: 1 j 1' ''- tii 'ni. '1 1 me
91 o < tfltt conafatran do Ra-
ra io, n a i.'.i I repite n '',
i de i.1 Amavel Dubourcq.
> 1 rada o> casa ten:.a eftn bastantes c5-
; tlern Vi ados defroufe
ir. uunii : na riu lo Livr.imento botica
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rrrnaainc..-
tamaa v .< un ilio, sern
f: la no Lujpr d< 11 1 dei nmti
ira n a.ti pe de
I 1 netas :. as i< iv; r mandioca iraul
1 iai de quaronl redada cora ii ;
I i] iferj basta 1 eiroa, 1 1
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-c de S.i A.-uijo 1; Pvacioha <> eauto a 67
V^V %'.% .
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J*ou-tt oi imontoni Poota Vd tusa
.coader m,i i. -J,, U;aenliora brai^n
de ci le;,,*.- i>. .! 19 d 4 pi
chun ondeca ,
Boa-\, i ,
JuSio da Cosa Stiuteiru tjueo lew para 1 r-uve^u: ^
i"ui for sen dono.
lmiimiii
furto
B'A noiledolt 23 furtaro do B.* aiuLu- (sobrado na nua^^lreita Uo lo. "'. 1). >
ffiiipie : 9 moedaa de ouro B.4e inte patacas cunta
df? pouUis. e nutra /:i, ."i ; icos(! (.Tilo, ut rom dua
vai,... v oieia, c ^! iiis ib; tUws varas, ar.il.>, de Jioa
procura, uni fij'a toda de Quro de bom lmanla, nra
eoraco le aronda encastoado em ouro, $l> p.ilaco
es, meio faqueiro le prata com os talberos aranaes, e
dase mil reis ( ni eobre : quem to dito r.ubo liouvor
nf)ticia dirija-se ao uie.-mo sobrado fue sra Ivm re-
con\peucado.
MlarfA !!'/.,! l'Assumpoa Vim Testarnt-nteii;: to
falesciri 1 M od Rodrigues de Pasao, moradora
no sobrado n. 6 do atierro da R i'istn faz scieiite
boj levedores do a/a! do falcscido sem rido, qw
eoi tftreco njstar ttut I
(i >- 1 tro em um m /.; cnue to contrario ao o
entl .i .'"t lt;i os mandar exeoai.ti pelos moioa legw
%ZF Quem annucioa querer vender mu morada
d aaaa m ebaoa prnoras no Dairro de S. A rrtoni
anuncie
l.-. p* Per^unla m loaJmrs 1 1 : Coaamaraiwi-
te> das CouMBubi ib Corpo Mua ineie
porque rn/." privao ;:> pracu Jas km .mas ii;;
anda mesno affuelias une erifll d 'v-
tte um li H |nira f .al'ronit no QuurUa, e assim se
ri';.i a qui eas-ali nao vaquaado ^une
tes Scnfa .." era Mas casas tates .>! set isla cu-
Iraordinarta wivieo. Oulra aka *>< Sitrs. Dd tgadoa
a todo o momSto pedirem ^rvtepara de4 i ciar (; pa-
mas sue aatec Sur.-. ;/> inJenaacos, 1 aora
coro a luf. me or, pois o qne m e o que cha.
Li ur. Soldado,
tp^* Manoal fUfarre dkCuafafCMiveira, av p-
blir) que no Jift 22^0 errante, pelas 7 boras da n i
1. desaoarceee va Oiiveira J menor idade, sem que para aso bou
vesaa motivo algum, xAo ft .napeiia -r idoseaV
zidotpor |ie.ssfia mal im-ci>na.la afino d< ler,
rrf'la sua peuca e\pcri -ocia: por Iso roga a lo*
los os Sors qui lirarem oaalascom o anuaciaate,
bajo de nao 4*;*t j" oaxa a.^juma a< ehrinh ,
e satwndn and< attecKsle, auerrlhe o Ibtoi
ticipar, eao mesaaatempu protesta eoatra > r
peasoa que n tenbn sedando, narada mesara motnen
oemeasa, m arviadodi prdeslo dranpa
ble liOhjKLilidi:.
\C^- Quem auuneiott :' rereeraprai nn alambi-
Jiri .. s a estrada dos tlieios a lallar V'n loa*
, t, .> -.10- att< rro da Boa vi-
l^'-!', .^.....
V 1 ..'.% .VV%%%,%*^1.%%%*'
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rrjciA .-i \- LJA3AS.
Navios uo '<> da il
ma>Ar!A l.'> da. > bvsengano M 0o-
mW' lingos 'i reir da tos 1 otes
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'f 1833-


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