Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02008


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Full Text
SEGlfNDA FEIRA 1/ DE JNMO.
A%TNO DE 1833.
NUMERO 129,
ktu.iti\ii>vu(tmi,iuviuiiviuuuiiui %i\*v i
F?*?!^J!^*^r?;.; 5 .vu.;r.;7;,reny.^-;^f.uvi,Y^CTragg^
Tido agora depende rfp n:V mepmns. d-'i no*sa prudencia, nn
(!'.(. eenenn'a: continuemos como primsipiamM c seremos
apuntados com adra rae i ntre as Nacue* mais cuitan.
Pioelama^ao da AttemWe* Qeral do Iirazil.

iMjea
*:.- -K. 5SCEBBSP-
1)1 'S da S VA.
,U,H \**v-%*>* .
1^*11U11 L v v %'..'.
&"*' : : do .'' d ...... d< :.).. co
lo Civ..,cdo\ y. (.'de :. P. as4 li.ei i. :
nci-\\ !.-, ( ;. id. doOuv. m.,.eoJuizdeF.det. Pr. as4h. e Hmindat.
4.a- S. Juima-Jimia da Faz., e aud. do Juiz do
r*< Pp. as 5 h. c 4:> m. da t.
firo- Ajud.do Oui d C.< e m., do Ch.,
c JoOav. d Civ.dc 'V. as 0 li. e Smin. da m.
>. da C. d i .1. de F.
' edoJ. :;. c ;. ;, ..
S-il;-' Qd. do V. G.Mc
Pr. as 7 h. c i da ni.
" ii\ /. c"n : v pr, as 8 h. e 30 rain.
(l:in.
H1\'kMt%l'HV.v^\l-\V-.
UlVlU\1tTUUll\V'.\Vl\Vl'.l'.'.lurAl >\.1IU|
- >s tor i) Kxra. Snr. Prezidonte em Conr -
Jl"'> concluido a nova divizo da Provincia era
C irmos, c que nao sendo ella do ngn
de alguna habitantes da Cidade de Olinda, >ro-
-ii ivf uto : ,,;-I,, untura, pan por interme lio d:i Cma-
ra M luiana* se pedir alterar i nclta pelo que .i:;- n -
peito aquella Cidade. Nao vimos anda, ncmsabei
qual seja a dhisao adoptada ; que pensamos anda
tuo fez publica Talvcz seja ella poco conveniente
a Olinda, e latoho os issignanles razo. Masquan-
nariao anda menos instruidos, que nos?
"os ean,tjuo se admiltem, como entre nos, estas
rapre litare < que ios podem servir de exemplo,
quando algum-i se intenta, form3o-se reunios, discu-
f; _,r (\XI falli sobre ella as folhas^ e inteira-
dos todos goem o que a prudencia Ihes dicta, ou q'
se decidiu ser mais justo. Taes assignados deraonstro
a verdadeira opinio "do Povo, o fasem conhecer cus
''"'' Entre nos sucede o inverso. A* folhas pou-
r:x\u aotrahalho de examinar taes actos, e
> de que s trata nem ainda cleile sabem ts, nem .
com dados para o jul^ar ; os que o podem fa-
' ''-,,'' iteressados tamhem se furtuo este meio,
(ill! iria sectarios, e porta plente sua jus-
!lcai Ihor percorrer as casas daquclles, que
Fr star suas assignaturas, c assira levo a
presjnca do(ioverno, e aulhorklades um n." rtepcifci-
vel tellas, que si as veses favor d'nma causa justa a
;i ncedei- oulrafi poem o Goveruo na collisao de
nao as allend( reliar por indas as re-ras. c despresar
ajustica, *> igfndeiro interesse dos mesmos assi^ian-
8 tud &o pode produsir a falta de cllclla e':
''"'''' na : lura de taes re presen tacoes. \ Cma-
ra de.Olmda d ve com toda a maduresa examinar si
ou nao r-Mo na reoresentacao, o Governo da
prestar-Ihe toda altencao, si a jul la;
ic se dever, c fim procurar o bem, e'c m -
^l:i: 's que laca reprcscntaoSe mo rpn r-
, ep^di, e nao como exigencias, ou.ordeirs.
E aos nossos ConcidadSos lembraroos toda a cir
pecao nesta materia exame do negocio sobre que Versa ; do contrario lerao
de assignar muitos papis, pr.ra desde* logo searrenen- .
derem. 0
Oh. occasio do restabelccimenlo do Hospital de
Caridade, na villa do Rio grande, a expensas da
Socied kIc tic Ben ;fi enca, <> digno redactor do Pro-
pagador ':. ,':. Iustria faz assaguintes, cxccUentcs co-
siderac
<; A su I -ia do Creador, or moliv .-, qno nSo
quiz descortinar pirito humano, dei-
xou entrar na composicao de todos i elementos
de felieidade e de desgraca ; os bens juntos aos males;
o principio da vida com o de ilcito c da mor
(J boinem recebe > a existencia c!<; sua mo poderoza,
benfica ; mas como a Omnipol quiz, que os en-
tes se succedessem ero constante movmento, era for-
cozo que a vida humana tivesse hum termo do vigor,
e t'ahi decrescesse pera a velhice, e \yiva a ti sorgani-
saeo. A natureza do nosso ser he de huma perfetibi-
lidade, cojos limites se nao conhecem, c existem i im
nossos coraeoes sentimentos, que devem servir para os
nossos prazeres, e para anoss felieidade; mas o ho-
mem, de sua natureza imperfeilo, reeebeo tambera a
(raqueza em partilha, c deixando-se arraslar pelas pai-
xoes, vai cahir involuntariamente na infelieiaade e na
misera. O genero humano reeebeo a faculdade de
produzir, em suas rmbinaces, homens extraordina-
rios, que -i condusao .-i perfeicSo, de que he susceptt-
vel; a Natureza deu-lhe o amor de si, o amor da glo-
cia, c o (!,'(') de se elevar cima das condicoes vulga-
res, como motores da perfeico de suas acuidades ;
mas quantas ve/es aquellas pai.\6es tem conduzido a
guerra^ a destruicao, e a infelicidadc de milhoes dos
outros homens A mulher foi dolada dos.encatos e
da fraqueza, circunstancias cssenciaes, para ser sub-
mcltida >i dirceco do sexo mais forte, c para (azer a
sua felcii ule, e o Creador deu aos dous sexos a reci-
proca tendencia de hum para o outro, necessario meio
para os fnsMa creaco, e para a felieidade social; de'>
ao sexo mais dbil o pudor, e natural timidez, neces-
saria para a conservaco dos bous costuraos, e princi-
pio repulsiva da venus-vaga, c da incerteza da pater-
nidad?, :.- a qual nao podem huver virtudes domen-
ticas, amor da prole, e educaco : porm aquellas qua-
lidades a fazem militas vezes victima do vil seductor, o
aqu '11 principio de viiiude, desvairado do sen fim.
serve, en a sacrificar o fructo de sua (raqueza, e de
seus desregra senlimentos, ou a tl-ocoma
violaco dos mais nal traes, o mois forb iros,
)! raesmo modo o amor do trabalho, p o desejo
possuir riquezas; o amor p ea previdencia
dos fulHros, lamben) us da Previdencia,
os ffuaes o hornean, nao dando attencao ao dia que
hu-dc vir, vivira n ifqbecilida4e. e aha^^da eleva-
A

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sr
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(518)
V
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gao do seu sei; mas estes dons preciosos muilas ve/.es tra-
/em os insomnios, os excessos do trabalho, os cuida-
dos, e as molestias ; as especulacoes mal calculadas, as
pedas e a pobreza.
Considerado o homem como enie social, recebeo
damesma maneira os bens o os males em partilha : el-
le precisa, para obler securanca, e o gozo do (Vuelo
rfcsuas {acuidades, sacrificar huma pule da sua li-
berdade natural, e do producto-do seu irabalhe; pre
eiza submeiter-se i aulhoridade, que buinas vezes
por ignorancia, mitras, por maldade e corrupeo,
neutralizo as vantagens sociacs. A desigualdade de
rapacidades, as variadas circunstancias ecombinacoes
.lo estado social, a occessidade do direilo de proprie-
dade (tocias, por ventura, necessariag para a depen-
dencia reciproca los associados) trazem com sif(G a de-
sigualdade (le condices, c de fortunas; e nanitas ve-
zes accumulando em poucas maos o productos da ter-
" m, e da industria, deixo uniros destituidos dos mei-
os de manler as suas infelizes existencias, e as da sua
descendencia.
Na Nalureza phisica existe a mesma mistura, c os
niesmos elementos do bem, e do mal para o nosso ser.
A Providencia collocou o nosso Planeta no syslema so-
lar debaixo de taes influencia-;, e com taes combina-
coes da materia, quaes ero indispeusaveis vida e
organizacV humana : o ar, a luz, a electricidade, a
maravilliosa c admiravel combinacao das partculas
simplices da materia, e os seus variados resultados:
a agoa, < vento todos os meteoros, todas essas combi-
nacoes, que confunden] a imaginaco do Immrm, sao
elementos da existencia, c da vida : mas lambem sao
o principio de {grandes calamidades do genero huma-
no, como cauzas dos furaces, das tempestades, das
inundadles, dos terremotos, dos vulces, das pestes,
das secas, das esterilidades, da Come, e de oulros
nimios, c muito destructivos flagellos.
Assim cutre a maravilhosa constituicao do mundo
pbisico, e do mundo moral, sempre constante e sem-
pre em actividade para os fins do Creador, ohscrvo-
se immensos principios da desgraca e miseria do ho-
mem, imde pendentes da sua vontade e do abuzo de
sua liberdade, e faculdades; e sendo antes o neces-
sario apanagio de sua fraqueza, e o effeito incvitavel
da ordem das couzas. Comtudo se a Providencia nao
permitto aos horneas evitar aquelles males. deu-kSes
hum meio efficaz de os minorar, c he a beneficencia,
sobre ludo (uando he a exercida por assftciaces. F.lla
he hum poderozo correctivo contra as infelicidades
humanas; he a imagem da Providencia na trra !
O sentimento da beneficencia be huma verdadeira
eommisso, que O Autor do nosso ser den s almas
sensiveis, para repararem o* males da nossa especie :
o menino abandonado porta da vida pela mai insen-
sivel, ou pelo pii loro/ ou miseravel; o lfomcm que,
ol por suas molestias, ou por sua infelicidade, se a-
< lia destituido de recursos paraviver, e dos meios de
os adquirir : o velho abandonado das lonas, e cami-
uliando para a morle, todos podem encontrar naquel-
la origem a consolacao, e recursos para conservare
seus dias.
Concorrao pois lodosos que sabem sentir os males
da humanidade, para aquello lo til estabeleciment;
a beneficencia solada nao pode alcancar os poderosos
o le i los dos esfoccos reunidos de muilos bemfeitores:
e as associacoes em nada podem ser lo efficazes e (fio
nleis, como ueste objecto de que depende a consola-
, c a vida dos infelizes. Debalde se perlender fa-
r partupaT ao egoistaa (locura das emoedes que nas-
eem dos actos da beneficencia ; mas ella ser bem f-
cilmente1 -cutida pelas almas formadas para a sensibili-
%

l
dade, e para os grazeres puros que ella produz O
homem bemfeitor adquire hum direito mais jierfeilo
beneficencia dos outros, quando por seu turno ve-
tilla a cahir em miseria; concorre para formar hum
deposito de officios e de socorros para a desgraca ; cria
hum fundo de puras emocoes, e hum crdito sobre o
geral recouhecimente e eslima publica.
(aurora).
*5T5> ^V^X^*"
m
P
CAMA7U MUNICIPAL.
7.a Sesso ordinaria de 22 de Maio de 1833.
PltEZDENCU Dq Sil. Ll.DOKRO.
^Omparecfra os Snrs. Esteyes, Paula, Sou/.n,
j Mello, e Mavignier, fallando com causa os Sur .
Carneiro, e Nones de Olivcira.
Apprcsentando-se o Sur. Joze Maxado Freir Pe-
reira da Silva chamado em lugar do Vcreador Joze,
Francisco Ferreira Clao, presin Juramento e tomou
posse.
O Secretario fez a leitnra do expediente : hum offi-
cio do Exm. Presidente participando ter o Cons< Iho
do Governo approvado as arremalacoens das aFerices
dos pesos e medidas, e das bancas, e repesos dos as-
SOUgues do Termo do Municipio : a Cmara ficou in-
leirada.
Oulro remetendo s exem piares do Codito do Pro-
cesso Criminal, e 16 InstittCOes, para seren divididos
pelos Juizes de Paz do Municipio : a Cmara resolveo,
que se ollieiasse aos Juizes de Paz remetendo hum ex-
emplar a cada hum.
Oulro dsendo, que nao pode dar a salla do Hoja
nao, para as sesses da Cmara, por estar destinada
taraos Cortefos Nacionaes : inleirada.
Oulro do Fiscal do Bairro de Santo Anlonio parti-
cipando, (pie o maladouro do assouguc das cinco pon-
tas acha-se em pessimo estado, e que para o bom an-
damento das Posturas, que algumas 1 icen cas. que a
Cmara houvcr de dar sobre edificios seja com clauzu-
la nos despachos : a Cmara resolveo quanto a primei-
ra parle, que se otficiasse ao Engenheiro para ver o
concert que precisa, c quanto a segunda, que o Cor-
deador cxeculasse a Postura, sendo vencido o Sr. Es-
te ves, >or ter requerido, que fieasse a materia addia-
da.
Tres officios do \creador Esteves com dadas de 17,
18, e 20 do corrente participando a causa da sua mc-
lestio : a Cmara ficou inleirada.
Oulro de Joze Tavares Gomes da Fenceca Secreta-
rio da Cmara participando a causa de nao pudercom-
parecer na sesso de boje : inleirada.
O Provedor da Saude do Porlo appresentou os le-
mos das Embarcacoes visitadas nos meses de Abril, e
Mareo : a Cmara mandou recolher ao Archivo.
E por ser dada a hora alevanlou o Sur. Presidente a
sesso, e para constar mandaran fazer esta Acta em q'
assgnaro. Eu Francisco Antonio de Carvalho, Se-
cretaria Interino a escrevi.Ludgro, P.Esleve*;
OveiraMelloPaulaSilvaDoulor Mavignier.
EDITAES.
Fiancuco Ludgro da i'az, Cavalciro da Ordem
'- de (firssto, Jtrizde Direito no Con sellio do .////;>
pela Regencia em Nomo do Imperador Constitu-
cional o Snr. I). Pedro 2." &c.
Figo saber aosSenhores juizes de Faci novameule
cleitOS que consta da llelacao assiguada pelo Eseri-
vo que este o escreveo, que no dia 2 docorrfentc
comeca os trabaihos do Consetho do Jury destaCdadc
as 8 horas da manha na Salla das Sesso-s^da Cmara
Municipal na forma do Costume, na (iual "deyero cG-
s
I
i
i


1
4
esle
(5I9J
parecer os referidos Snrs. Juizes fie Facto. Cidade do
Recie de Pernambuco 15 de Junho de 1833. Eu Jo-
o Francisco Regis Escrivo o escrevi.
Francisco Ludgro da Paz.
Jielacao dos Senhores Juizes de Facto que devcro
comparecer no Jury de 26 do con ente mes e anuo.
1 Antonio Joaquim de Mello Pacheco.
2 Luiz Rodrigues Setle.
3 Joo Francisco Bastos Jnior.
4 Dowlor Joze Eustaquio Gomes.
5 Padre Laurentino Antonio Moreira de Carvalho.
0 Jos Antonio Esteves.
7 Joaquim Francisco Bastos.
8 Manoel Izidro de Miranda.
9 Joaquim Jozc Ferreira de Carvalho.
10 Joaquim Francisco de Mello Cavalcanti.
11 Joze Tavares Gomes da Fonceca.
11 Joze Machado Freir Pereira da Silva.
13 Joze Ileginio de Miranda.
14 Felis Joze Tavares de Lira.
1.) Bcrnardiuo Pereira de Brilo.
16 Antonio Ignacio do. Torres Bandvira.
17 Fermino lerculano de Moraes Ancora.
18 Joze dos Santos Nunes de Oliveira.
19 Manoel do -\ascimenlo da Costa Monleiro.
20 Prxedes da Fonceca Coutinho.
21 Francisco Cameiro Machado Rios.
28 Doulor Simplicio Antonio Mavignicr.
23 Luiz Joze de Sampoio.
i 4 Fetippe Mena Calado da Fonceca.
:!.*> Joze Ramos de Oliveira.
-T. Joze Francisco Ferreira Cato.
27 Manad Bernardino Monleiro.
-1 Itoulor Antonio Perigrino Maeiel Monleiro.
'20 Antonio Carnciro Machado Rios.
30 Amaro Francisco de Moura.
31 Joze Lucio Correia.
3-2 Joo Xavier Cameiro da Cunta.
33 Umbelino Ferreira Cato.
34 Joze Francisco Pinto Guimnres.
.".:> Vicente Ferreira dos Guimares Peixoto.
30 Padre Joaquim Rafael da Silva.
>7 Joo Goncalves da Silva.
38 Manoel Paulo Quinlella.
89 Francisco de Paula Lopes Reis.
40 Rodolfo Joo Barata de Almeida.
41 Francisco Joze Correia.
42 Joo Luiz Pereira da Silva,
loze Antonio da Silva e Mello.
44 Antonio Joze Pires.
4." Beato Joze A Ivs.
40 Joze Per s Campello.
47 Rento Joze da Costa Jnior.
48 Joo Pires Ferreira.
49 Joaquim da Fonceca Soares de Figuercdo.
50 Joo Ribeiro Pessoa de Lacerda.
54 Antonio Joaquim Ferreira de Sampaio.
52 Joze Jernimo Rodrigues Chaves.
53 Francisco Xavier da Silva.
54 Manoel Mareos de Alhuqueque.
55 Era luga,- do Padre Manoel da Fonceca SilvaJo-
ze Xavier Faustino Ramos. <
56 E lugar de Francisco de Paula Gomes dos San-
tosJoae lenlo da Costa.
57 Em lugar de Francisco Antonio Pereira dos San-
tos\ cenle Antonio do Espirito Santo.
58 En lugar do Doutor Caetauo Joze da Silva Santi-
;;;<>. que sahio PromotorJoaquim Francisco do
Reg.
59 En Lugpr de Francisco Antonio de OliveiraJoze
Bernacdo de Fmerdo,
;u,\u.
60 Em lugar do Padre Joo Barboza CordeiroFr-
cisco Ignacio de Atahide.
Recife 15 de Junho de 1833.O Escrivo
Joo Francisco Regis.
* *v%%*
Ignaci* da Costa Monteiro, Cavalheiro da ordem
de ( hristo, .luiz de Paz Suplente da Freguezia
de S. Fr. Pedro Goncalves do Recife etc.
FAco saber, aos moradores do 9. Districto do Bair-
ro de Fora de Portas, que no dia 18 do corrente
mez devero comparecer na Caza do Conselho Geral
de Provincia das 9 horas da manh at a 1 da tarde a
fim de serom qualificados, Guarda Nacional, e todo
aquelle que nao comparecer sofrer a pena de desobe-
diencia, marcada no Artigo 128 do Cdigo Criminal.
E para cheguc a noticia de todos mandei passar o nre-
sente por mim assignado, e publical-o pela Imprensa.
Bairro do Recife 12 de Junho de 1833. Eu Antonio
Francisco Rodrigues Magalhes, Escrivo de Paz o
snbscrevi.
Ignacio da Costa Monteiro.
*.....
afctoa ?io cotrno.
A Escuna Maria da Gloiia recebe as mallas para
o Rio de Janeiro e Baha, hoje (17) as 11 horas
da manh.
*** v ***
1
Heteo'.
DIoco Coclvshott & Comp. fazem leilo hoje Se-
gunda feira 17 do carrente as 11 horas da manh
por cotila de quem pertcncer ; de vellas e cabos &c.
salvado do naufraugio do Brigue Ehenezcr, ra do
Trapixe novo.
BIxas chegadas prximamente de Lisboa na Galera
S. Joo Baptisla de superior (ualidade por preco
commodo : na ra estreita do Rozario paderia D. 17.
^^=* Lm folies de ourives muito bom, por preco
commodo : no armazem de carne da esqnina defron-
te de Santo Antonio
ft^3* Um relogio^lc ouro patente, da melhor fa-
brica de Inglaterra : na ra da Cruz D. 53.
1^3=* Muito boa rinha de mandioca do Rio de Ja-
neiro, pelo preco de oito mil reis a barrica, dinheiro
avista : e como as harricas vazias se vendem a mil reis,
e estas devem botar 5 quarlas medida raza, sabe a fa-
rinha a 5$600, o alqueire, preco assaz mdico, com-
parado com a sua boa qualidade, e crescimento 5 na
ra da Cruz, armazem n. 57.
^3=* Capim de planta as arrobas posto ncstaPraca,
011 hindo-s ver a ponte de Uxa no lugar, que se de-
nomina olhr> de vidro, sitio que parle com o do pro-
pietario Manoel Lourenco, que se dar por menos
40 reis do menor preco porque outroqualquer vender
quem fizer conta anuncie.
VT^* Urna negra de naco Angola, cosinha o dia-
rio de urna casa, sabe vender, e ensaboar : na Boa-
vista defronte do Rozario, junto a (asa D. 24, da o
quina.
\T^* Code de Commerce explique p. Rogron 1 vol.,
Esprit du Droil p. Frilot 5 Droit Politique p. Pagcs ;
Cours du Droid Commercial p. Pardessus Traite
d'Economie Politique p. J. B. Say; Cours, d'Eeono-
mie P.'.lilique. p. le mesme ; Cours d'lvonomie Po-
litique, p. Hemi Sloreh : na Praca da Unio, n." 35
e 38.
ygg* Bixa< d< maito boa qualidade prximamente
chegadas de Lisboa por precoVk J20 r. at 240, tro-
"\


(.
candse as que nao p gareni : na ra do \ gario on-
za de Timotheo Pinto Leal n." 30.
&^" Urna molata, e ama negra, ambas rom ha-
bebdades; na ra da Trincheiras D. 21, segundo
andar.
^^ Escravos mossos, sapatos de selim e duraque
para Senhora, o menino, obra de Lisboa muito supe-
rior, e por preco oommodo : nn armazem de trastes
ao p da ponte da Boa-vista D. 3-5.
t: ;-- Para lora da Provincia una prcla ihoswa com
algumas habelidades: dcfi ule da Ribeira daBoa-vis-
!a no sobrado D. 30.
vr^ Urna escrava para fora da trra eom30 anuos
de idade : Da roa do Rangel I). 7.
Cotoprs '
J. r, >rada ;;.' caza le rea no Bairro da Boa-vista
que nao la o seo valor de 400$a 500^ rs.
defronte da Ribeira da Boa-vista no sobrado ]). 30.
^';:^ Padre Vicira, Cartas e Scrmoef. Francisfo
Das Gomes, Obras Pi Duarte Nunes de Lea,
Origem da Linj tugueaa: nesta Tipogrjsfi, cu
anuncie.
- Dinbciro ;cm pezo ; no Bolequim da pa das
Crudos I). 3.
^TT??* Cazorrinhos do Reino de rassa bem pequea:
anuncie.
\.. ..- Moeda de trez oitavas nao sendo Cundida,
pela melade do seo valor : no armazem de cauros no
atierro dos Alocados.
V.
Luiz de Franca da Cruz Ferr ira, al.' o fim d
zente mez ; do contrario os faz vender ; poisqte ten-
do empenhado por dois mezefe, va i decorrendd em,
dois anuos.
! Quem anuncian ler dinheiro para dar p
mo, sobre penhores i anuncie.
A pessoa que aounciou quprer comprar dous
ravallos magros, carregadores; diri a ra
n fallar com Manoel Joaqui'm Carn o Leal, casa <
caldereiro D. 15.
%"7^'- Qtesa izar de 800$ n [?, at 1000$ a
premio de 2 pv cento ao mez di i penhore! '
prata, ou ouro, que segure a dita quunta : di|ija-se
a ra dol izario padaria ?>. 14".
^S Qtialquer Snr. solteiro, ou casado de pouca.
familia, que pr< af de ui parda ja de i :
or, a (nial eul o servico de timaron, e
tambem de ;,!,''' fora, rauilo fiel, rapaz, e sciW ;.iv-
puica : falle na casa nova de sobrado m numero pe-
gada a oulra em que mora o Juiz de i'; z Joo rce-
nlo Barboztii 1!0 pateo do Carmo no 1." ou 2." andar
que se diri quem a tem para allugar.
^3* Raga-sc a Snr. que a bastante lempo pedi
emprestado o primeiro e o quinlo lomo da obra hi-
nvea de lenard, tenlia a bondade de mand.tr levar a
Praca da Boa-visla Botica D. 16, do contrario tero
descosto de vero seo nomo publicado pelas folhas.
Perciza-se de urna ana forra ou captiva, ten-
Abaixo assignado pede ao Respeilavel Publico se
'digne suspender oscu juizo sobre os faclos alle-
gados contra elle, como illegaes, era o Diario de Por-
nambuco, n. 110, e no Supplemento ao n. 124, at
ue o Governo Supremo, quem a Congregaco dos
,entes submetlcu a queixa do Snr. Ciicunstante% e
seus sete companbeiros, decida, si todos os actos, de
que clles se queixaro contra o abaixo assignado, fo-
lio, ou nao lgaos. Obrigado pela generozidads, de
que tanto alardea o Snr. Circunstante, o abaixo assig-
nado nao pode deixar de lembrar urna vez ao Respei-
tavelPublico os relevantes serviros, que tem prestado
Mocidade Brasileira, cuja boa parte, boje matri-
culada no 3., -i.", c 5. anuo do Curso Jurdico, o
abaixo assignado, roubando-se o lempo destinado ao
repouzo de suas fadigas literarias, e de su obrigac.5-
es publicas, c domesticas, acabou de preparar I
luitami ne) em os Estatutos Primarios, como Lalim,
Lgica, e Rbetorica ; sendo de notar que lrez denles
a quem dest'arte serviu o abaixo assignadq, rao talvez
entre os oilo, que contra elle se queixaro, os seus
mais encarnicados inimigos. O Respeitavel Publico
decidir, si um Brazilciro do (assim se exprime a
meu respeito o Snr. Circunstante l), o qual aos ser-
vicos, (pie tem feito, com risco da sua vida, prol da
Liberdade, e da Ordem, ajunta os que fico ponde-
rados, e de que sao testemunhas oculares toda a Aca-
demia, a Cidade de Olinda, merecia ser tractado pe-
lo modo, porque o Snr. Cii enastante acaba de trac-
lar a
J., ourei'ro.
Oucm anu 'eis a juros de
2 pu p mez; dirija-si a Tipografa deste Dia-
rio, que'a quem da.
fcjp" O Snr. Homctnboi ndonca sir-
remii; m poder de
s-
d bom leile : na Praca da Boa-vista D. 10.
0=* Toma-se a uros de dois per cen > aoi m
quantia de 100$ rcis dando fianc : anuncie.
''" Toma-se paraensinar ou car 11 i obras ae
mais inlere->e de todas as tpalidade*com algnma per-
foicao ao officio de sapateiro : qualquer Sr. en Sr.
qno queira mand r ensinar algum llio ou eseravo :
diriia-se a ra do Livramento D. 7 iadj do na
E rata!:.
TEnno sabido a 2. correspondencia do C
tafite com bastantes erros tipogrficos aprcftfnfr-
nos notar os principacs.
Pag. 3 col. 1 lin. 6 malvadosleia-semalvado
pa;. 3 col l lin. 10 Actosleia-se Astros pag. 8
col. 1 lin. 15 incorreo leia-se recorreo pag' 3
col.' 1 li^. 15 Ibes negaoleia-seUie negapag. 3
col. 1 lin. 2G miscrsvclmenleleia-semiseraveb
tepag. 3. col. 2 lin. 35 e conheeendoleia-seco-
nhecendopag. 3 col. 2 lin. 40 malvadosleia-se
malvadopag. 3 col. 2 lin. 69 Brasileiros-le
Brazileiropag. A col. 1 lin. 6 man que nos aqgui-
remosleia-semas que nao seguiremospag. col.
2 lin. 4 desalenholeia-sedesaiinbo.
NOTia/.S MARTIMAS.
Navios ntranos no r/.'Ve I .
RACATI': 11 di,-.-; S. Maiia Thercza, M. J-
zidro Correia de Vasconcellos : farinba. P..
geiro 1.
ASSU'; 55 diis; B. .S'. Mano;- (iiQusto9:Lap*
Joo Manoel Aires: sal, e peixe.
i Din 16.
ILHAnE FERNANDO; 3 das; Paq. \. F,
Com. o 1." Tenente da Armada Bernardiuo Joze'
llio.
Sahido no mesni i d\ u
TKCHOLM; Pat. Sueco Matildes, Cap. S. LL:
assucar. Passageiro 1.
I I^WIJHlMMJ^W.-*^Wa.wa^gCT^g*iV*W*WWWB'
Peujw xa Trp. do Dr.'iiuu. j
l

^^L
4.
X
HXIV. J
T

V|


Full Text
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