Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01994


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Full Text
ANNO )E 183.1.
*m
SABBADO 25 DE MATO.
------------7
NMFRO 115.
,,i\. >, IVttMWtWMM KWMWMMMWMMM Iv %***%%-%%** t*MVW
mmm w t MiaMwm
B Vcrevr-sc mentalmente afiiO rcis, adiantadns, na Tipografa
irio, pateada Matriz de S. Antonio sohrado da porta larga
nde K redebem co espoBdcncias, e anuncios; estes insirem-sc
pratti sendo rios proprios assignaates somciite e vindo assignados.
Tudo agora depende de nos mesmos, da nossa prudencia, -
deraco, e energa.- continuemos como principiamos e seremos
apuntados com admiraran entre as Na;oes niais cultas.
Pioclama^o da Assemblea Gtral do Braiil.
gtftiTMo cm f&ernambuco por 3c?e actormo De &breu.
DAS tu semana.
Sab.dj S. Gregorio- Rl."mde m., e Aud. do V. G.el
det. Pr, as 9 h. e 18 niin. da m.
Tk>m.-P niut. da m.
i.'- |.OiUva>Xc-iS. Jon. -P.aslOh.e34m. da m.
.",.J-2.'Oiiava >-.$. Genn.'-V.asllh. o42m. da m.
NOTICJ \S ESTRANGEIRAS.
Rcsposta da Cmara dos Diputados em Franca, a'>
Discurso do Rci.
SEnhor, a Cmara dos Deputados sent a necesai-
dade de vos exprimir novamente os sen timen tos to
AoT ede ndignacao, que Ihes inspirara, assim como
,\ toda a Franca, o, alicatado dirigido contra a pessoa
do Rei, no instante mesino em que elle vinha ao seio
dos scolhidos da Nacfa.
N nes reunimos todos mais de que nunca em tor-
no do vossu Throno Constueional, em favor do qual
reciura g o nosso apoio. Nos lhe Paremos hum muro
contra as ultimas tentativas das faccoeSj que tenues
vencido.
A Franca est fatigada de conspiraeSss, ella
tan eitL*honor o despotismo e anarqua ; quer(e
nos o ,|ev(.m,)s proclamar, nos que somos os seus orgos
legi!imos ) a Carla de 1830, c a Dvnaslia, que ella
fundara ; qner, sem terjiversaicSo, huma Monarqua
forte para que seja tutelar, apoiada em InstituicSes
Consirtucionaes em harmona com os verdadeirosprin-
cipio* da Revolara de Julho, que apartao lun
mesmn teman ai tradu.oes dehuja Repblica, e as
ctrinas de huma Restauiac&j, que ella repelle
com igual, energa.
Eai Pariz, e no Oeslc ella nao tera visto mais do
que inimigos debaixo de cores, que nao existem, e
que mais poderS existir : venceo-os sombra da u-
nica bandeira, que reconhecc, a handetra da orden
e da Liberdade. Ella reuni esa Guarda Nacional, e
esse exercito de liuha, cuja unio e bravura reprimia-
rlo a provocacoa3 sanguinarias de huma faceto vida
de desordens, tem salvado a Capital, e destruido as
eotnaveis esperancas dos nimigos do Esladof
y ;ememos sobre o sangue derramado nessesdias,
em que i Monarqua Constitucional reconhe eooss us
verdade i ros amigos ; em que a Franca. Senbor, vos
vio com ternura, c tambem com ofania, lancar-vos
ao mee lesse triste comate, e levar essa intrepidez e
sangue Trio, que fez cahir as armas das maqs ilo> re
voltosos. e assegura o triumpho da Lei.
Se alguma cousa pode augmentar a indignacio, <{ue
causrrvo essas criminosas tentativas, he ;i consideradlo
de que no mesmo instante, em que ellas reb atavio em
Partz, a dynastia excluida tinha uendido no Oeste o
fon das discordias civis. Com o. olhos fixad<>s sobre
s de do Govern, es seus paludario, p.reeo
preilar a sedico e a anarqua, para os fazer auxilia-
res de suas sinistras conspiracos.
Deploramos os crimes odiosos, que por muito tem-
po desolarlo essas povoacoes. Em quanto a Frai.-a
livre e Constitucional se aprestava a dotal-as de todas
as vantagens da Jnstrueco publica ; de todos os bene-
ficios da civilisaco, homens asesados d prestarem-se
como instrumeta cgos de swt ambiguo, ordenavao-
lbes, em nome de huma Religio de paz e de concor-
dia, o roubo e o assass'uuo.
Tentativas insensatas 1 CiittM impotentes! Esobre
tudo em presenta de hum recente e decisivo acontec-
ment, que dve destruir as ultimas illusocs desse par-
tido !
A violentos e simultneos ataques contra a Ordem
estabelecida, o vosso Governo, Senhor, acreditoude-
ver oppor toda a energa repressiva das Leis exist' li-
tes; mas as mesmas difficuldades, que dero nascimen-
to sua applicaco ; os conflictos, que iivero lujpr,
fazem senlii a necessidade de launa Legislacao mais
precisa, e mais' completa, que concilie o q' he devido
ao respeito de todos os direitos, com a manutencao
da paz publica, e segura/ira do Estado.
Perseverando em firmeza nos caminaos da Mode-
lara t edaJustica, e nao chamando aos Empres
pblicos se nao homens inteirajnente devalados t
Revoluca i de Julho, os Depositarios do Poder ins-
t sempre con flanea. Apoiados as L< ;>.
tirara t
cxemplo do hbil e corajoso Ministro, cuja pen
ploramos, elles ehamar todos ao respeito que II
devido : os facciosos solados em meio de huma >
que tan altamente se pronuncia pela Ordem,
condemnados nao poder fazer mal ; aquellos, que
em cada din se desengano de funestas illuis6cs,
garo Oidem Conititucional, e o vosso Governo lur-
te pela concordia publica provar que nao lem s vi n
ciuo, mas que tem sabido aproveitar-se da victoria.
Nos nos felicietmos, com V. M., da cessacfo do.
Hagello, que tao cruelmente tem desolado a Franca, o
damos gracas Providencia pelos thesouros, que el
tem derramado sobre os nossus campos. A con flanea,
que renasce, crescer de dia (lia ; o commercio, o
crdito, que lem j lomado o sen vo, chegarQ i es-
sa nrosperidade, que s podem aehar na segu ranea
publica.
N i exterior, a Franca deseja a paz : a sua lealdade
repulsa injustas desoonfiancas : ella nao be aggrestiva,
mus cons< nlirlser ttacadaem seus direitos. Quanto
maiores provas der da sua moderaco e desinterese,
maiores sacrificios se Impor para conservacao da sua
ipora p;i
honra, indepi adeona lo seu territorio, c.defeaa da
sua Liherdade,
Esperamos que AUianca ha poueo contrfcctada en-
tre a Franca, e a (irf Bretanh, seja para atdua9
Naces huma fonte de prosperidade e de f'orca pa-
ra a Europa huma nova garanta de paz. .
\ separaco da Blgica e da Hollanda, rt/conhoeida
*4,

*>


062)
-por l idas as grandes Potencias, fez nanear difficulda-
des < >mplicadas, cuja lenta e traba'hosa solucao tem
prologado, sobre maneira, o estado de inquictaco,
e de uicommodo, que fatiga a Europa, e opprime os
povos com hum peso, que se aggrava de oais em muis.
A paciencia ha muito se hava escolado ; era ja tempo
de se fazer executar os Tratados; as nossas Esqua-
dras, e as da Inglaterra esto as niargens do Escaut;
r o Exereilo acampon-se sob os muros de Anvers ;
i -ca v tom desvaneeimento os dous Filhos do
Rei as fileiras dos nossos soldados.
A Unio /orinada por V. M. dando ao Rei dos
Belgas a sua chara Fiina, tornar maj intima a nos-
sa AHaw/a com hum Povo, que como nos, tem con-
qui i lo a .-ua Liberdade 5 e quero nao se pode ten-
tar ihal-a, sem que nossa seja por isso mesmo a-
i\)<, (a.
JNo receberemos vidos o Acto, que consagrou es-
ine unio. Examinaremos os Tratados, que
1 pul as nossas decussoes com os Estados Luidos da
aei ca, equeohamaoo PPncipe Othon de Ravicra
ao 'I h 0110 da Grecia. Pedimos V. M. que ordene,
uue >. nos ponhao igualmente dcbaixo das vistas, o
f rala o de 15 de \ovembro, e a Convenci coro a
Inglati rra.
A C miara lem por multas vezes expresado o dse-
jo de que se ooncluao Tratados com os \ovos Iv'.ados
da Amei ioa Meridional : nos convidamos de novo a
aitenr:o do vosso Governo este bjecto, que interes-
si em tao alto grao as nossas relaeoes Commerciaes.
Ointeresse, que arranca tem por hum povo he-
raico, iiigmcnla-se pelas desgrecas inauditas', que o
oppnmem. A Causa to chara da IWonalidde Po-
laca, garantida pelo direilo das Gentes, e por trata-
dos, n o deve ter eessado de oceupar o pensamento do
vosso Governo. Oa Tactos mudo-se 5' 11 Juslica e o
Dimito sao sempre os mesmos. Se a voz da polilica
Europea, que, como confiamos, nao fallar semore
m v.io nao tem podido at agora ser ouvida, que
menos desde agora o (jrito da humanidade se faca ou-
wif.
Nos recebemos com viva satiafacao a n >me de
se eoujpletar promptamentc a nossa Legislai 10 funda-
mental e de que todas as as disposices da Carta as-
ma se realisar., o.
A Franca es|>era eom justa impaciencia Leis sobre
dmimstmcees Departainentaes e Vunicipaes, so-
bre o eitado dos Offi :aes, sobre a Instrucco Publica
eLib-.dade do Ensmo, esobre a responsabildade
dos M.msiros e dos outros agentes do Poder, o que
sera para o Pa.z huma garanta poderosa contra seus
erros, e huma condico Bssencial de forca, e dt inde-
pendencia.
I. M. nos anuncia oulras, entre as quaes multas,
assirn o eremos, sao destinadas asseu?,ar trabalho
as classes industriosas, que tantos direitos tem ossa
solKitude. Sentimos, Senbor que o vosso Governo
ame* nos nao possa propor redi,rao alguma sobre as
cot*m,c6es publicas ; he isto para nos hum novo
motivo de reclamar justas cconoraias, de trabalfci sem
deseaoco em pormos as despeos do Estado era cquili-
.bno com as suas,rudas, fin de sahirmo- .vi-
sorio, queembaraca e compliea a ,&rcep.
posto, eaincerrar com mais si rerkl e a ,s
nos quadros do Biidjet.
A Nacao desejaria intervero termo de son, Sacrifi-
cios, lossao 05 Governos ouvir os votos 1 lo_
das as partes se elevao, e assegrar a Europa b.
Acio* de hum desarmamento, que reclama a mor.di
Oade dos Povos, e os interesses da civil
Nestasigraves circunstancias, a Franca chama o con-
curso de todos os seus filhos ; ella quer que apaguen*
os brandes de discordia, que por muito tempo se tem
hincado em meio delles ; os seus Depulado^ darlo o
exemplo. lie em nossa uniao que resk a nossa
yetdadeira forca: he por ella que, sem
guinde seus inimi-os, a Nac&o Franceza, c
confianra no Rei, que ella mesinaacc!a,ani.
augmentarse a sua prospeiidade, consolidarci.^sc
as suas instituicoes, e cumpriiem-se os eus noo/es
destinos.
Resposta do Rei:
Senhores Deputados, o discurso, que me presen-
tis, causa-me huma viva salwfaco. Os sontment
que exprime, e os que me teudcs manifestado ha p
eos das, quando viestes em masaa por-vo mi
lados, Uic..-nic profundamenii'. Rodeado,tb&lh
que deixarei a Franca para defeqdel-a, pouco temo
as criminosas tentativas das faeces. Touaosmeus
votos sao pela Liberdade, prosperidad, e gloria da
Franca estis votos sao lambem os vorsos.- !! com
p'i'!e:ta -::,.', :(!;u!e que O meu (ioverno trululha 1 1:1
cumpr-os, e he s eom o vosso concurse, oue elle
pode tiabilhar utilmente. Eu meconsidefO l< llz v. 11-
do-vos associados s suas vistas ; a vossa adhesao he o
mais seguro penhor da sua sabedoria. Em lili/ li
monia dos poderes do Estado assegurara a iu.:
da ordem e das Leis, dar maior impulso a nossa pros-
pendan, e inspirara a EuiHipa essa seguraos? 1
base da paz -ral. Roni de'm-e a v; rt-mfe u-
Soldados, e o, ,l(,.0, fr]y.. V;^.u. ,,,,,, ;,r)1.a |
Patria, e Irazci-nosdas margena do /:' caut !
penhor da conservaeo da paz. I-', le da, [tu
ramos com irapactenda, < que nao pode estar '
dar a mais s;^; ira, e a mais brUhanle dme
da Sabedoria do esterna, (\wr sustentamos jiieto* 1
tanta perseveranea. Eu vos agradeci onra v. /. o a-
poio, que dais ao mcu Governo, ajundando-me aeuni-
prir os votos da Frauca, e assegurar os : 1 linw.
!/ mii
(1)1'1 lio do (1 CMARA MUNICIPAL.
Sesslio extraordinaria de 13 de Jbril de Vi.
PaFSlIlMKCIA OO S.Mi. LCDGRO.
FResfstes os Surs, Nunes de Oveira, Mello,
Carneiro, Paula, e <~)lvr-iM.
Hum officio do Ex.0 Psesidente acon:panbado de
putro do Tcnente Coronel de Engetiheiros Firmint
Hereulano de Moraes Ancora, para que se nandasse
Concertar a calcada que o dito Knj/nhe'u o menciona
em sen officio, a fin de evitar y ruina que. pfle r-
sufar ao Arco da Coneeie 1 da Ponte do Rcctfe: a
Cmara resolveo, que o FiscaJ da freguexiadu lieci'r
Ra noel da Fouceca Suva fiZcs e reparar dita calcada
dcbaixo da d^recao do Eugenbeiro.
Outro do Ouvidor da Com marca remettendo a re-
lacao dos jiresos pobres deste Juizo : .-, Cmara resal-
veo, que fosso enviuda dita relacao ao Adir.', dador
do sustento dos mesmos.
_ Outro do Desembargador Ouvidor Geral do Crime
dirigidolo Presidente da Cantara, di^cudo, qi e t n-
^1 !:" "" ''>I do mez prximo findo revista
na cada desta Cidade eneonlrra alguas |wesosTere-
dos e (lenles, os quaes nao podero ter recolhidos a
nfrmarla em ra > .'< >-;, |iequenez.
Outro do cal .la IJoa \ i-la aeompanhado da eon-
\ das 1!. spesas feitas com as balaneas da u!"eri< ao, e
eacrapula! para o a sougue do dito Bairro: addiado.
Outro do Fiscal da Muribeca remetiendo a oqnla
da despesa do assougue, e eurral da dita Fregttezia t
addiado. V
r


i II i 11H
mm
"
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f
*
r463)
Y
(>*ro dos Desledos Ja Povoarao dos Afogados,
par! ir i pando, que leudo fallecido o Juiz de Paz'Sup-
plenie Joaquina Florencio da Fonceea, al o presente
nao havia sido prvido oulro em sen lu^ar : a Cma-
ra nraohwQ que s chamasse o Supplcnt immediato,
pan. ,,: tar o juramento e tomar po. < otreoj
Gateo do Fiscal da Boa-vista partecpando, que
tendo encontrado um calunga de fogo na Praca, deste
JSairru nu-dia 6 do correr.W, sendo este com licenca
dolfo .loa,, Barata Fiscal da Freguezia de S. Antonio
.ultrapar.ra o limites de sua UiwsdicSo indoa dita Fre-
guezia, edeiunlo abaixo dito calunga, sobre cujo
Ja< lo pedia providencias: r. Cmara resolveo, que se
flioMse ao Juiz de Paz exigindo a cauza porque deo
Bttptn ser posto aquelle cafanga, contra oTit.
14 V 8.* das Posturas, e que igualmente se officiasse
ao fiscal Barata para dar a razo que leve de ultra-
iros limites de sua jurisdiefio entwmetendo-ae cm
jurisdiaao amea.
O:ilro qutn Claudio Monteiro : addiado.
Oui.o do Juiz de Paz da Freguezia de Jaboatao re--
"do o mappa das 3 Companhias das Guardas Na-
naesdadita Freguezia: addiado.
Outro do m-sm > pedindo que se chamasse o seu im-
mediato para lomar posse .araservir am maau'eneia:'
a ( )!! i res lv< o qUe se chamasse o Supplente pata
lomar posse a prestar o juramento.
Otilio (!> Administrador do sustento dos presos:
ad liado.
i i >utr > do Fi oh I Rodolfo Jlo Barata pedindo 400$
o-.i a obra da potito da Boa-vista <* ui(brmaria
tu Cid ide : addiado.
ttro da. F.x.ji. Prezidante sobre o lugar re Juiz
i' s dos Mojad >s vago por morte do que ervia,
i wr-se para o exercer o inmediato n-
teir i
A (,>mara mam! m ni^ir mandado para ser papo
i cal Supplenlc deste Burro Josse Fets de S ki-
za da quaiitia dei22$*ao da despeza frita rom a lim-
; visto o parecer que dar o Sur. > e-
Rsde Oliveira encarregado do exame da
u afficio do Snr. Prezidente remmettendo a
o do* presos pobres do Juizo de Fora: aa-
' mt< irada. Despacbaro-se alguna reque-
i imentos e ftlevanlou-se a scsswo por ser dada a bora.
' avaivs (iiai.'s da Fonceea Secretario a es-
nrevi. Ludg'ro PNunes de OliveiraMello
CarnciroPaulaOliveira.
fmag-
["TMa casa terrea no beco do Tocolomb n. 15: nt
%J Rocife, beco de Joo de Barros n. 129,
K^* 20 cazaes de pombos a 320 : anuncie, oa
falle ao destribuidor de Olinda.
tT^" Dinbeiro sem pezo : na na da Gruz 1). 27,
1. andar.
%3^ Bois mancos de carro, e vaeaj> provine a
pariren : anuncie.
Um escravo mosso, ganbador da ru, e una preta
mossa lioa boecleira : na Pracinha do Livraincnlo ta-
ja ). 21.
^3?" O Manifest do Povo, e Tropa (lo Ouro-
Prelo, todo o Imperio do Brazil, sobre o aconlt
ment, que teve lugar na Capital da Provincia de Mi-
nas na uoite de 2 de Marco de 1833 : na Praca da^.^-f
l.niao loja de livros n. 3? e 38, pelo preco de 100
res.
'..'.T* Una canana, e urna banda de OffieUrde ul-
timo goslo : na ra do Crespo n.u G.
VC* a Urna preta de 18 anuos, hbil para todo o
servieo de urna casa, e com bom leHfe para criar qual-
quer menino : na raDireita sobrado n. 27.
K3P Urna llanda, < um talim com paita, ludo em
bom uzo por preco commodo : na ra do CoHegto ai-
mazom D. 13.
'. ..- 2 quartos em bom estado para trabal.'uuv.
no palco da S. Cruz i), i.
|T3*" -1 eseraviis ambas do gento de Angola urna
nns-i! e otifra ja'idoza sem liabilidade algum, mais
sem defeitos por preco bastaste commodo : na IV-
tica de Joo Pcreira na rna do lozario se dir queiu
vende.
x-,kV
CiUip
rr,3.
\l canoa decarreira pequea em bom u/o a-
numie.
3^ Urna negra sem vicio on molestia, e que pelo
menos se|a engomadeira:
ou anuncie.
na Praca da 15oa-vi>!a I). 2-
1
THfiATRO de LINDA.
|^ M consequencia deserem (criados os dias 20, 27,
Ci 28 nao pode baver expectaculo na Quarta feira
M itoaOpera da assignatura ser bote 25 em
que se reprezenta a insigne Peca Liberal O" Castigo
taVmpotencia, ou oejcemplo dos Sce!ekatos0
Entrera i (k Parteifa AnatmicaO Panminjo
Ara slatua com a sua muzica verdadeir, ejecu-
tada peb Mcntre Joze de Lima 5 fi idando o especta-
cul o Lundum de Mouro. O Pentfici) afun-
ido fica transferido para o outro Sabbado 1.' dcA
Maio.
ANUNCIOS.
OOe sabio o Carapuceiro, contando 2 artigoiin-
teressantes.
ALi.i'r..\-se um primeiro andar de um sobrad na
Boa-vista, roa da S- Cruz : na ra das Cruzes
sobrado novo !). 10.
%^* Urna caza terrea sita na ra do Nogueira,
com grandes conkmodos para familia : na ra ra 1)-
reita). 1, na casa da esauina do beco de S. Pedro.
UlUltKt
9 ttm-
A Pessoa que llie idtou um relogio de superior
/mqualidade ; lrija-se ao atierro dos Afogadoa dc-
fronte do viveiro do Muniz, que se aclia amparado,
.........." ....-, |
e dando os signaes certos ser entregue.
\
.>*>
fUVtC'3.
J
.V.."
<\ .!
ST^UuTou-se da casa do abaixo assignado no da 23
para 24 um bilbete de prala IN0. 11 d Rara
337^389 a venefr-se cm 12 de Junno deste anco, d<-
dir tos que lleve o Sur. Antonio da Silva &'Compa-
nht Mezada^ diversas rendas, cujo' bilhete loi re-
ceido da Pagador a das Tropas em pagamento que
se fez ao abaixo assignado de maior quantia, e. por
que o mesmo Snr. Silva & Comp. e:ta j n venido,x
da Borda de nao pagar se nao ao abaixo assfar.ao
roga-se aos Snis. Negociantes quem Cor oDercioa
J s


.V
7
J^Jm
i'i" "
(464)
por rebate, ou mitra qualquer tranzacao nao o acei-
tem, e por obzequio avizem ao abaixo assignado para
conhecer-se o ladro.
Dionizio Gomes do Reg.
3btf 03 particulares.
QUem pcreisar de m caxeiro para venda, ra, pu
loja, o qual sabe 1er, escrever, e contar; dirja-
se a ra de S. Joo n.83 em Olinda.
fc^ Qucni percisar de um rapaz Brazileiro de
l annos pira caxeiro de loja ja com alguma pratica ;
dirija-se a ruado Queimado D. 7, 3. andar.
^* Lendo um anuncio, que appareceo Terca
feira 21 do correnle no Diario, pelo qual Antonio
Joze Teixeira, pedindo noticias de sCu Irmo Manoel
Joaquim Teixeira Aires, d a entender que suspeita
ou o consumisse, nao posso deixar de responder-lbe
alguma risa ; nao porque me doa a consciencia a tal
rwpeito, ncm porque a esse homem atribua a ousadia
do anuncio; porque este, certamente vem de Joo
Duarte de Faria, meu ni migo capital, que ja se
lembrou otit'ora de chamarme poligamo, d sendo,
que eu era casado no Maranhao, e cazei-me outra vez
aqui, imputando-me oulros e niais graves defeitos,
ao> quaes deixando de responder-lhe ento como de-
via por submissao a Lei do Imperio, me nao escuzo
Os do anuncio por este meio, que a mesma Lei me
uo vede.
E verdade que vendendo-me esse Manoel Joaquim
a heranca que tere por falleseimeuto'de sua mi Anua
babel do Sacramento, propoz-me depois um Libello
de revendico da mesma, e que disputando eu com
lie, lhe Sentenca a meu favor, que, confirmada por
leMaco a Rellaco da Provincia, passou a revista
por elle recorrer em o'mez de Outubro passado para
o Supremo Tribunal de Juslica da Corle, mas ver-
dade tambem que nada podendo influir a pessoa d'esse
miseravel para a deeiso boa, ou mal da cauza naquel-
le recto e superior Tribunal, escusado era qualquer
tentativa sobre elle ; principalmente nao havendo-se
preparado em o lempo em que elle podia adunia cou-
zo influir u'esta Cidade onde o processo se ordenou,
privn, e juigo primeiramenle.
Tambem se tracta no anuncio d'uma pinhora que
o da Quarta eira mandei fazer e se eflectuou era
um bahu de Manoel Joaqaim, (o bahi fui fexado pa-
ra v depozto, e o depo/.itario geral em sua casa que
l rao o anunciante eonfessa que essa pinhora fora feita
yin execucao de urna Sentenca, pela qual a mezes ja
lora o dito Manoel Joaquim requerido, e a execucao
provem de cusas daquella demanda, que est en. re-
futa nao passando pouco niais de 50$ reis Juba
dever dar hvre passagem a esta especie, e tornar'a
demanda que se da por origem ao sumisa de Manoel
Joaquim.
Se a existencia de tal demanda fosse motivo paraatri-
5u2 ? '|Ue eVU Manel Joa,Um ;1 M< com
,1 le demandava enlao a nioguem mais se devia atri-
buir que ao dito Joo Duarte de Faria, porque este
havendo trabalhadoe conseguido no^meio's at puni-
ve,s qUC em part.lbas dos bens Ja mencionada Auna
>_ T C0,"ra D,reit0' a mcU,or Tpre-
dade desses bens ao anuncante Antonio Joze Teixei-
ra A.res (cujaJ.eranca vendeo este anuncian.ea J. D.
di rar/a e s, serve de testa de ferro) para assim se
appropnar d essfi, e, oppondo-se AUoel J. T. Air,-
ditas partilhas. este muito mais rentada uimiwde
contrahisse com J. D. que commigo^que pono diser,
que nao tenbo mais demanda alguma.
t
Havendo mais probabilidade para crer se que casar
M. J. tivesse fins por alguem que com elle demana v
va lhe fora procurado pelo mencionado J. D. este :
mais contra si urna prezunco, e vem a ser : que .1
Duarte tal, que quando se desputa com alguem, lhe
procura todos os males, que eslo a seu alcance, em-
preando para os conseguir, todas as vi Ilesas, e ir-
trigas, que o genio e a sorte lhe ofTerece como pvali-
cou commigo.
Eu si agora me approvcito da oceazio protestando
contra o sobredito Joo Duarte de Faria, por tudo a
quillo que me acontecer sem cauzas conliecida, pois
elle tem achado em mira a maior opposico pira -as
pertencoes, a milhor propriedade daquella fallecida,
e como elle he capaz de inventar, procurar, e taire/:
de effocluar males para os uue fazcm frente ac
dse jos, s d'clle me receio, e contra elle tenbo de
baver o meu direito. Ilecife 22 de *f:o de 1833!
J. B. Nuv u
K^* Joze Ignacio Ribeiro faz sciente a-,
tanto Brazileiras como cslrangeiras que pereisan m ti-
rar Passaporles, despachos de Embaicacoi (ruias
para embarques de escravos que se compromete I ol-
io por menos que outra qualquer pessoa, pois quem
se quizer utilizar do seu presumo para esse ftm nit
ja-se a Pracn do Corpo Santo em o nrmazem de
Francisco Mnraede de Almeida o Botica de \ -
cente Joze de lirilo ra da Cadeia, c na ra de Mano-
noel Coco casa do dito Ribeiro n. 580, D. 8-
^"3"" Alluga-se 2 pelos, que seio posr-antes di
todo servico, e d-se algum dinheiro adiantado :
Soledade defronte do sobrado do mirante, OU'anuncie.
ft^?" Quem anunciou querer comprar um caxorro
pequeo o de boa rassa 5 dirija-se a ra Velha ). 48.
^3* Mara Theodora Vianna de Caivalho Profea-
sora de primeiras letras da Freguczia de S. Fr. Pe-
dro GoncalVes, poslo que nSo se ache intei Ble
restabelecida da molestia (jue sofreu, porem como K
acha melhor participa ao respeitavel Publico que abrt
a sua Aula no dia 29 do corrente, na ra da Gi
n. 13, j>ara onde se mudeu:
^C^** Quam anunciou querer COO^ reis a dois poi
(cnloaomez com. hipoteca em um sitio, sendo este
desembarazado: anuncie.
^^* Quem anunciou querer dar 800.^) reii em
bom cobre a premio de dois por cento com bipote
em predios nesta Praea : sendo queira dar 400J rek
por lempo de dois anuos com hipoteca em urna mora-
da de casa terrea na ra de Orlas: anuncie.
^* Precsase de um homem capaz c inteligente
para leilor de Engenho 5 na ra da Cruz n.* 11.
A Ol CAS MARTIMAS.
Navio entrado rio dia 24.
BAHA; A dias; L. Paquete N. S. da Penha,
Cap. Joaquim de Jezus e Silva : varios gneros
do Paij|: Joo Xavier Ribeiro de Andr-adc. Pa->-
sageiro Joaquim Joze de S. Anua.
BAHA; 5 dias; B. Ing. Nightingle, Cap. Hen-
rique (J-ookshank : lastro : Crabretrec Keyworths
Se Comp.
Arribada a Sumaca S. Anna, M-. Francisco- du
Souza Rangcl : carne.
4
Sahido no dia 23.
Vi
ATARO por BARCELONA; Mstico Hcsp-
nbol Amelia, Cap. Joze Pedro Olveira.
Fehjw jvj Typ. do LhZltiu. "ti'yj.

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lo. \H3\.
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