Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01890


This item is only available as the following downloads:


Full Text
X. N. 83.
i

V
-N'
Por 3 ffMMMtf fldiantfidos 4 000
Por S n 500:
'aria;'Rio do Ja-
ra Mamas; Baha, o Sr. F.
Sr. JoaqunBernardo de Men-
i Sr. Jos Rodrigues da Cosa; Na-
mquim Ignacio Pereira; Aracary, o Sr.
emos Braga ; Geari, o Sr..Victoriano
l; Maranho, o Sr. Joaquim Marques
^^HL o Sr. Justino Jos Ramos.

TERCA FEIRA I ,
man ad
Sobre Londres 27 3/4, 28 o 28 1/8 d. por 1$
Pars, 340 a 345 rs. por i f.
Lisboa,'95 por cento.
Rio de Janeiro, 11/2 a 2 porO/o de rebate,
Aocoes do banco 10 O/o de premio.
da corapanhia de Beberibe ao par.
( da companhia de seguros ao par.
Disconlo do lellras 12 0/0
METAE&.
Quro. Oncas hespanholas. 289500-a 299000
Moedas de 69400 vejhas.--: 169000
de 69400 novas. 169000
de 49000. ...... 99000
Pratt. Patocoes brasileros.....19930
Peso columnarios......19930
mexicanos.....'. 19800
PAR
Olinda, todos os das.
Caruar, Bonito e Garanhura nosdias"l e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Exe Oricury, a 13 e 28.
Goianna e P.irahiba, segundas e sextas feiras.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
PREAMAR DE IIO.IK.
Primeira s 3 horas e 42 minutos da tarde.
Segunda as 4 horas e 6 minutos da manha.
tt
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e qintsfeira.^hrii,
Relacao, tercas feiras e sabbados.
Fazenda, terc.asjMMtas feiras s 10 horas.
Juizo de OrphiSPeguiidas e quintas s 10 horas,
l.'varadocivel, segundase sextas ao meio dia.
2.' vara do civel, quarts e sabbados ao meio dia.
OFFICIAL
mmSTERIO DA TOBTUf A.
-DE 18 DEFEVEREIRO
DE 54.
a distribuir/) e consercaco do armamento,
tom, bandeirax, instrumentos de msica,
tt de guerra, liaros e mait objectos for-
Um a guarda nacional do imperio.
o da aUrihuic,ao que me coufere o arl. 10-2.
12, ila consulado, hei por bera decretar o se-
grate :
CAPITULO I.
Dadistribuicao e consercaco do armamento, cor-
rame, bandeiras ou estandartes, instrumento
de msica e municdes Je guerra.
ArL 1. As armas de guerra, corrame, baudei ras
indartes, tambores, cornetas e daras, serio
gues a cada um dos commandantes dos corpos
ompanhias e sceles avulsas, avadadas, rom
ida do procurador fiscal da fazenda publica,
Hilos e pessoas competentes que o governo
na corte, e os presidentes das provincias designa-
itsandn os ditos commandantes recibo pelo
constituirlo respoosaveis fazenda nacional
nos do presente reculamente.
As armas serao marcadas e numeradas por pro-
ias, segundo a nnmerarao que liver o corpo a
ni distribuidas. Os cornos do municipio da
crio numeradlo' separada dos da provincia do
Rio ile Janeiro.
. "i. Os conimandairtes dos corpos distribuirn
commandantes das cumpinhias, ou secriies, os
s ebjeclo* e cada um uestes pelo seu recibo,
sr passado em livro proprio, se rousli-
lavel ao respectivo commandante do
eenservacao dos objeelos que lhe frcm
* commandantes das companlilas ou
distribuirlo os referidos'objeelos pelas pra-
lellcs se devero servir, e cada una destas
ponsavcl ao respectivo commandante de
a ou secrao pela conservrao do arma-
lis objectos que receber, ou pelo sen va-
esponsabitidade constar de registros assig-
a pravas, e qu serio escripias em livro
azendo-se declararlo da marca e numero
na, ou da qualdade do objecloaque fur ntre-
te prara, do estado em que se adiar e do
alor; quando nao aouherem esrrever assigna-
cllas, e na sua presenca, duas testcmnnhas
itrega.
pravas que nSo.apresenlarem a arma
itroa objectos qu loes liverem sido distribuidos,
oo recibo da sua entrega, ao respeclivo comman-
e companhia, ou seceso, pagarao o valor da
jao; e quando o nao faram no prazo que
marcado, serlo a isso constrangidas pelo.
andante do 'erpo, ou da companhia e secones
i, por meio de|prisao que nao poder exceder

Na reincidencia ser o negocio rcmeltido ao con-
disciplina, que poder ira por a pena de
15 dias preedendo-ee desde logo as di-
as deque trata o art. 9. para a devida in-
demnisacao do valor da arma ou objeelos -de que
lio derem cont.
Serio igualmente constrangidas as pracas
arlar s armas e mais objeelos quando
taca sido distribuidos cm bom oslado, c se
tinado fora do servido, e apresenta-los
soccasiesde servido c as revistas, po-
>oa mesmos commandantes impr-lhs a pena
iso al i di, e o- duplo quaado naja reiuci-
densb.
. 6. As pracas que deixarcm de ^ertelicer a
m companhia ou secrao por baixa de servico,
gem para a reserva, ou nuidanra de domicilio,
er feilo nlregii de arma c oulros objeelos
i a nacao. (i de seu valor, ou da impor-
' concert de que carecam, quando os ha-
u ouae tenfiara arruinadofra do servico,
soUrerio por isso as penas marcadas nos arls. 4 e 5.
o de mudanca < le domicilio sera a sna execu-
recada ao commandante do corpo da guarda
I do lugar para onde forcm residir.
sposicOeS' deste artigo sao extensivas aos
s que se acharem em idnticas rircumston-
cias.
irt. 7. As pravas que derem, Irocarem ou ven-
is as armas, ou Huiros objecin recebidos da na-
sottrerao a pena de 15 a 30 dias de prisao, a
ra impost: pelo eonselho de discipnav
npre o proced.imenlo d arl. 9.
ea conde mnaloria do eonselho importar a
t objectos dados, veudidos ou trocados,
i exigida pcranle a autoridade civil quan
xaric na o perlencer guarda nacional.
hdo^ior occasiao da entrega do com-
i corpo, companhia ou secrao, se
I, pela comparaban que so fizer da
| o.ii os objeelos que entregar ou
LHETIM.
ni i
i MIS3A0' DEMASIADAMENTE SECRETA (*)
(*or LugGoilu.)
(ContinuarSoJ
nenie os Auttriacos triumphavam; a
i di> Bourvoisin hospedara dos
wrava bem isso. Elle eslava ferido no
' pallidez de sen rosto dizia que o
ra lhenzera perder muilosangue.
thi elle .-i offlcial que o sostinha,
M Charo Varner, que, me fazes prisio-
. fra anligo'colle na escola militar
l> MU, na verdade nao comprehendo
m irage burgnez... mais que
ra comprehendo algara cousa aisto
8 casualmente em Weiaembur-
dueny-me: Eis os Austracos! a
! ao cerebro.... lanco mao da os-
idai..:
;>ada de onlrem ; eu nao te-
V'
^^^^^^Bes agora 1
erfumaria.
b< lu mesmo o marque de Bonr-
?' 4a dragues ? preciso de certificar-
las accidentalmente caiieiro via-
JAOtt.
omsigo o coronel Var-
.irbado o cerebro de roeu
Masquem hemar-
utalmeitte caixeiro
u amigo. Ora, cor-
oulro.do primei--
sabes o resto. Sa-
is amanhaa.
fazemos
iuefose
j0! tomassem a
Ma*sB
fe... bm|^^^H
(irtzi:
O qui entnn, mesfl^H
) Vida*arto n.8-2.
' nes ilrangairos, eram
so, qoaato os alumnos uascidos mesrao em Franca.
mostrar cm poder das pracas, se declarar isso mes-
mo no tormo ou recibo que se lhe passar.
Esse tefmo ou recibo servir para descarga do
oflicial que fizer a entrega ou dos seus herdeiros.
Art. 9. Os commandantes dos corpos, companhias
e secQpes, ou seos herdeiros, no caso de rallecimen-
lo, darao, sendo para isso intimados, conta em prazo
cario das armas e mais.objectos pelos quaes sao res-
ponsaveis, ou de seu valor no caso de extravio; e
quando o nao faram, o commandante superior, ouo
commandante do corpo, requerer logo, por um of-
ficio ao juiz municipal do lugar, penhora execuliva
nosj>ens do responsavcl, prpeedeudo ex-officio e
summariamenle arrecadai^lo dos mesmos beus,
guardando-se em ludo o modo e os privilegios que
competcm s dividas da fazenda nacional.
, Do mesmo modo se proceder em virlude do offi-
cio do respectivo commandante de companhia ou
secrio, e perante o jniz de paz do lugar, contra as
pracas, ouseus herdeiros, no caso de fallecimenlo,
que nao derem conta da arma e mais objeelos que
lhe liverem sido distribuidos.
Arl. 10. Serao iseutos da responsabilidade os com-
mandantes que mostraran ler feilo* a dislribuir,ao
dos objectos torneados pela narao, na forma pres-
cripla por este rcgulamento, e que empregaram todas
as diligencias ao seu alcance afim de hav-los das
pracas que os liverem extraviado, houverem falleci-
do, ou lido baixa do serviro, passado para a reserva
ou mudado de domicilio para fra do districlo da
companhia ou secrao.
Em quanlo a divida n3o eslivcr proscripta, so se-
rao iseutas da responsabilidade as proras, ou seus
herdeiros, no caso de fallecimenlo, que apresenta-
rem o recibo de que Irala o art. 4, salvo se pro-
varem competentemente qne o perderam e constar
do livro do rcsislro do armamento da companhia
ou secrao a entrada dos objeelos reclamados.
Art. 11. As armase mais objectos jdistrib nidos
pelos corpos da guarda nacioual serao arrecadados,
afim de se proceder n nova distribuirlo em cou-
formidade deste regnlamento.
Art. 12. O armamento, corrame c mais obje-
elos que liouver de sobresaleule, ou que se arre-,
cadar depois da nova distribuirn, cmquanto nao
forcm entregues no forma disposta nos arls. 2 c 3
conservar-se-hao sob a cuarda dos commandantes
dos corpos, ou das companhias ou secr,es.
Esta providencia tinhcm lera lugar, quando o
governo na corle o os presidentes as provincias jul-
garem mais conveniente conservarlo desses ob-
jectos l-los em arrecadacao. e fazei-os distribuir
na occasiao do serviro, pudendo nesse caso permil-
lir a dispensa de oulro qualquer servico para.urna
pra?a por companhia ou secrao que volunlariamcn-
(e se preste a limpar as armas, corrame e mais
objeelos sempre que houver u^cessidade.
Art- 13. O armamento, corrame, bandeiras ou
estandartes, e os instrumentos de msica que s ar-
ruinaren! no servico, serao arrecadados e concer-
tados por cunta da nacao, pela mancira que o go-
veruo determinar. v
Art. 1i. O carluxamc necessario para as para-
das e exercicios de fogo ser tambem Tornecido pe-
la uarao, e entregue aos quarleis-mestres dos cor-
pos ou dos commaudos superiores onde os houver,
requic3o dos respectivos commandantes..
Da mesma forma ser fornecido o cartuxame
embalado, nao podendo porm ser este distribuido
pelas pracas sem rcquisirSo,ou ordem da compe-
tente autoridade.
Pet dislribuico e conservacio do cartuxame se-
rao responsaveis os commandantes, dos corpos c
das compauhias ou secefles avulsas : devendo os
respeclivos quarleis-mcslres ou furrieis tomar not
do que se gastar para se fazer descarga aos mesmos
commandantes no livro competente.
Arl. 13. llavera cm cada corpo um livro *e re-
gistro, assignado pelo commandante, de todo o ar-
mamento e mais-objeclos de propriedade da najao
que estiverem,distribuidos, ou que se acharem ar-
recadados em poder do commandante.
Este livro ser escriplurado em forma de mappa
pelo respectivo secretrio e dever conler os no-
mes dos commandantes das companhias e secrOcs,
c dos pfllciaes do estado-maior que liverem em seu
poder quaesquer doj referidos objeelos, declarando
a sua qualidade e valor, ficando eni bronco
margcui de cada assento o necessario espado para as
dectrar,0es qne'se lenham de fazer de entrada e sa-
bida dos dilos objeelos. Em folha diversa se far
a oscriplurarao do que existir arrecadado em po-
der do eoinmaudaiile dO corpo.
Art. 16. Em cada companhia ou secrao haver
um igual livro da mesma rrma escriplurado pelo
respectivo furriel, ou na sua falt por algum oulro
inferior, cabo ou guarda nacional para isso desig-
nado, no qnal se far declarado dos nomes dos of-
ficiaes e das iraras por ordem alphabetica que tiv^
rcm em seu poder arraameulo e oulros objectos de
propriedade da nacao, da qualidade e do valor del-
les ; e bem assim se mencionar o que- existir ar-
reradado em poder do respeclivo commandante de
companhia ou secrao, que assiguar o registro.
Arl. 17.'O chefe do estado-maior nas.inspecroes
que passar aos corpos, examinar o estado e a exis-
tencia do armamento e mais objectos tornenlos pe-
la najao ; e das faltas que encontrar dar conla
circumstnciada a* commandante superior, a fim de
que sejao respousabilisados os commandantes que
dcllas forcm causa, ou que houverem sido ojissos
em fazer as dilicencias ordenadas no artigo 9.
Se a omissao provicr do juiz municipal, ou do
juiz de paz, o commandaulaj^upcrior representar
ao governo na corle, e aos presidentes as provin-
cias, para que sejao responsabilisados por falta de
exacto cumplimento dos seus deveres, na forma,
da legislarlo respectiva.
Dos conselhos de administracSo dos corpos e suas
attribuirSes, e da mttneira pela qual derem ser
fornecidas as quantias necestarias para as des-
pegas, sua fiscalifacilo.
Arl. 18. Era cada um dos corpos da guarda na-
cional haver um eonselho de administrarlo, com-
posto do..commandante do corpo, que ser presi-
dente ; do major, que servir de fiscal ; e dos com-
mandantes das companhias ou secedes, que serao
vogaes, sen indo um delles de thesoureiro.
Nos corpos cujo commandante for major, servir
de fiscal o rpita mais anligo, e na igualdade de
anliguidadc o mais velho na idade.
IJas companhias e secrOes avulsas o respeclivo
rommandanle exercitar (odas as allrihuiroes do
eonselho, nao podendo porm senir de thesourei-
ro.cnja nomearao poder recah'ir, na falt de of-
ficial em qualquer inferior, cabo ou guarda na-
cional.
Art. 19. Haver mais um agente, que ser no-
meado dentre os officiaes do corpo que- nao fizerem
parle do eonselho.
Podcro ser suspenso todas as veZes que desmere-
radaconfianca do eonselho. Na falt de''ollicial
poder ser nomeado' um inferior, cabo ou guarda
nacional.
Art. 20. O Ihesoureiro e agcnle serao nomeados
animalmente pelo eonselho maioria absoluta de
volos, e na sua primeira reuniao.
No caso de empale decidir a sorte, lavrando-se
de ludo termo.
- Arl. 21. Se poralgum mancira vagar o lugar
de Uiesoureiro, ou agenle, o eonselho proceder lo-
go a nomeacao de oulros que os subsliluam pelo
lempo que ainda deveriam servir.
Art. 22. O eonselho rennir-se-lia ordinariamen-
t pelo menos um mez cada trimestre, afim de
lomar as coutas do Ihesoureiro, fazer-lhe carga dos
dinbiros que houver recebido, e determinar as
despezas que se devam fazer.
Alem disso se reunir extraordinariamente todas
as vezes que o commandanle do corpo julgar con-
veniente, ou houver requisicao do fiscal.
Art. 23. Para que o eonselho possa deliberar, bas-
tar que se reunara res dos seu membros, quando
for o batlhao de 4 companhias,. ou seccao de bala-
Ihao, no balalhao de 6 companhias, e 7 nos de 8,
inclusiveo presideule ou fiscal, que substituir aquel-
.le em sua falt ou impedimeuto parlicipado; ser
porem necessario que se lenlia feilo aviso a todos
os vogaes se a reuniao for extraordinaria, ou nao ti-
ver sido marcada na anterior.
Quando esse numero nao se possa obter^ serao
chamados os officiaes immedtlos que fdrem neces-
sarios, preferindo-se sempre os mais graduados
e amigos; ao presidente do eonselho compele a de-
signado dos officiaes que devero ser chamados.
Arl. 24. O membro do eonselho qne fallar sem
causa justificada soffrer a mulla de 509000, que
lhe ser impost pelos membros presentes, qual-
quer que seja o seu numero.
A copia do termo que se lavrar ter forra de sen-
lenca perante o juiz muniripal do lugar para a co-
branza da mulla, quando o multado recuse paga-la
ao Ihesoureiro do eonselho.
Arl. 25. A reuniao do eonselho se far no quartel
do commando do corpo, so esliver situado dentro do
povOado onde for a parada_ do mesmo corpo, ou
n'outro edificio que dilo commandanle designe,
quando aquello se adiar em lugar distante.
Art. 26. Tera o eonselho um.livro em que se lan-
cemos termos de suas deliberae.des, que serao man-
dadas cumprir pelo-commaudante do corpo.
Toda a escripturacao do eonselho ser palo secre-
tario do corpo, sob inspecc.ao do fiscal.
Art. 27. Depois da eleirao do novo Ihesoureiro a
agente se tomarao e fechar aa todas as conts, e se
far entrega por lermo ao dilo thesogreiro das quan-
tias existentes em caixa.
Art. 28. Haver urna caixa -era que se guardar
lodo o dinheirofldo corpo, a qual ter tres chaves,
urna das quaes estar como presidente, oulra com
o fiscal e a terceira com o thesoureiro.
A caixa conservar-sc-ba no lngar que os seus cla-
vicularlos acharem ser mais seguro e com modo para
os exames que o eonselho lem de fazer.
Art. 29. llavera tambem um livro de cont cor-
rele da reccit e despeza.
Debaixo do liluloReceilase lancar separa-
damente as quantias que derem entrada na caixa
EPII
5 Quarto crescer
tos e 48 segu
13 Luacheaas
*8 segundo-
20 atarlo
27 La n>.
48 segn.
Observasleem nossa passagem soldados alle-
maes, que interpellavam-me olliando para ti ?
Com*eficito... sim... porque ?
Sabes o que clles perguntavam ?
Nao de cerlo. Nao entendo urna palavra da lio-
gua delles. Que pergunlavam?
He misler que te diga...
Por favor, Varner, explica-te...
He a um soldado que tallo ; a franqueza...
Eia, meu charo Varner, acaba... He o prisio-
neiro que devo dar energa ao vencedor V
Meu excellente collega de Bapaume, nao estas
alistado neslc momento debaixo de nenhuma ban-
deira... nao pertences aqui a nenhum corpa regular
do exercilo francez...
Acaso esses soldados pedem que eu seja ?...
Sim, tornaste as armas como amador...
E elles querem que eu seja .fusilado, como
amador?
Varner abaixou tristemente a cabera.
Isso he duro e quando 7
Dentro de dez minutos.
Ho cedo!
Se niuguem pus houvesse visto juntos, eu (eria
podido lalvez salvar-te... mas esse impulso irresis-
livel, que lan^ou-nos nos bracos um*do oulro diante
dos soldados I... clles clamariam contra a injustica...
Nesta guerra desgranada os Francezes lem sido os
primeiros a dar o exe'mplo da severidade ; nao do
quartel...
Oh corro esse risco desde qfle parti de Pars.
Fusilado !
Varner mui pensativo dizia olhando em torno
de si:
i T ***** 1ae le evadas, he ioipossivel a hospe-
darla esta dieia de officiaes, e rodeada de seotinel-
las... observam-nos.
Pois bem nao fallemos mais nisso, meu cllaro
varner... he ainda a murle de um soldado. Mas,
ules de razer-me passar^pelas armas v este papel t
Varner abanou a cabeca murmurando:
Papis em semelhante momento.
lalvez este salvo-conducto... emfim l..v
Da-m o.
."J !"rnle e98,len"P corro a inform'itr-ma
na hosp l da sorle de urna pessoa, de duas pes:
soas, quero dizer. que deixei aqui ha pouco... meu
casamento e mipha promorao vio ei bom anda-
la casamento, meu pobre amigo ?
Acaso loa.mulher '.'...
i deserminhantulher esl aqui..'.
Cousa ternvel 1 (alai aeontecjmenlo i
Varuer eo^liugon urna lagrima.
!iaro capitao, fio-me era f*a honra val
fazer-lha loas despedidas. "'
Jvolto.
Pobre amigo !... cruel neeessidade ol, | 5m,
mudo cruen Masque papel ha eslo que ele quer
que eu lea? J ^
O coronel Varner abri o papel, que acabava.de
eniregar-lhe seu infeliz amigo, e exclamou antes de
ler: Mas que vejo? os grandes sellos da chancella-
ra Imperial da Kussia I Elle leu :
^"rtf^-^vle da8uerr'1 eahirem seu poder um
perfumista HaUano chamado Martinelle, dignc-se de
cisT lPa9Sar llvremenle e dr potege-lo, se for pre-
Elle viaja incgnito... urna misso secreta
mas wso he admiravel! disse o coronel Varner. S
esse desgrasado Boorvoisia nao se lvesse Irahido, se
nao se houvesse meltido onde nao linha que fazer,
nada era mais simples... que desgraca ter-se elle
laucado eslouvadamenle no combate!..... Conti-
nuemos.
Varner proseguio na leilura :
a Afim de salvar sua responsabilidade, he indis-
pensavel dizer-lheoobjcclo particular, que contm
aquella dos dous carros, que o senhor Marlinelli
tem debaixo de sua vigilancia especial. Desde i
lempo immemorial a corte- de Franca, essa rainna
das corles, enva cada anpo w de toda a Europa um
trbulo, ou antes um leslemunho de seu bom gosfe,
islo he o lypo gracioso, o modtlo exacto quanlo ele-
gante da moda que reina em Pars. Esse lypo,. esse
modelo esta em urna caixa' de bano, a qual sfacha
tambem no carro que o senhor Marlinelli escjflla.
Se comprehendo nada disso disse comsjgo o
joven coronel allemao.
voga na corle de Versailles v3o igualmente em um
grande cofre levado por esse segundo carro de via-
gem. Podemos certlicar-uos de ludo isto.
Mas. que relaejo ha, inlerrompeu-se ainda o
coronel allemo para dizer comsjgo, entre o capitao
Bourvoisin,cesta missao pueril ?... Acabemos:
Era de uso al aqui, que frase um velho genlll-
nomem da cdrle quem acompanhasse essa preciosa
remessa;inasesleauno era pouco conveniente, que
urna pessoa idosa Jbsse aventurada atravez das estra-
das ocenpadas por tropas inimigas. Debaixo do no-
me do senhor Marlinelli um joven marquez ambi-
cioio de adiaolamento foi encarregad* jl.t msso,
da qual ignora e deve ignorar o carcter e o fin, os
quaes lhe serao revelados em Saint Pelersburgo, nl-
limo tormo de sua longa viagem. Escrpulos deslo-
cados e exagerados ter-lhe-hiam lalvez feito renun-
ciar a asa missao tradicional, qne elle julga po-
li tica...
Ah meu pobre Bourvoisin! exclamou o coro-
nel Varner, recelo agora comprehnder muilo, eu
que nada compreheudia ao principio... Ha nisso al-
auma vingaii(a do corle... bm negra... bem prfi-
da I... Fazer-le condozir, digamos o lermo proprio,
a boneca sim, urna noneca, vergonha ridi-
^I mi.mln inlii.i. Juiunn.h.. ..mi. iiv,. m.li
culol quando julgas desempenhar urna missao poli-
tica 1.... urna noneca I... E elle expoz-se a ser fusi-
lado para que ? Para velar na guarda de ama bone-
ca!... Isso he indifierenle. a eoraraisso desla peca
deve lalvez modificar... Vou envia-la ao general...
NSo lenho mais a obrigacao terrivel dedispor da vi-
da de um humera que a corle da Kussia', com a qual
tos,
tal,
asi
le.
lo
com declaradlo dos ttulos por que entram, o do fim
para que sao destinadas.
Debaixo do titulo Despeza, em correspon-
dencia aos mesmos ttulos de receila, se laucaran as
sommas totaes das despezas que com cada um da-
quelles ttulos se houverem feilo. Cada urna dessas
sommas totaes de despeza ser demonstrada por urna
folha volanlc,-a qual se referir e que dever de-
clarar especificadamenteas despezas feitas, os objec-
sua qualidade, quantidade, prejo parcial e to-
e cobrir esta follia os documentos que prvem
ditas despezas, os quaes serio exigidos pelo agen-
das pessoas que fizerem os fornecnentos, exeep-
o caso dos objeelos' serem toes qne por sua qua-
lidade e quantidade nao seja possivcl aprescnlar
documentos qne provem a despeza.
Arl. 30. As conts serao tomadas cm cada reu-
niao ordinaria do eonselho por um lermo, vista do
livro da conta corren te de receila e despeza, da de_-
lonstraciio desto, dos documentos que a provem e
o saldo existente em caixa, dando-se descarga ao
Ihesoureiro por cada um dos ttulos de receila e
despeza.
A demonstrado da despeza e os respectivos do-
cumentos serao guardados do archivo do corpo.
Arl. 31. Eu Ira rao para a caixa do corpo:
,1. Todos os dinheiros qne a lazenda nacional
forhecer para a compra do papel, lvros e mais ob-
jectos necesarios para o expediente do corpo, e dos
conselhos de disciplina e de qualilkaco.
2. A importancia das mullas impostas pelos
conselhos de administraran e de qualificarao aos
officiaes e pracas que perlcncercm ao corpo e aos
facultativos de que trato o art. 21 das ins'trucccs
. 722 de 25 de ontubro de 1850.
3 O sold ou gralificarao que vencerem os cor-
netos, clarns e tambores, que se acharem com li-
cenca'do commandante superior ou do corpo, e a
metode do dito sold ou gratificarlo quando estive-
rem presos.
4. O producto de quaesquer donativos dos offl-
iaes, guardas e oulros individuos para as despezas
da banda de msica e seu fardamento, e para ou-
tras perlencentes ao corpo.
5. A importancia do valor das armas e mais
objectos fornecidos pela nacjio, ou do su concert,
que for aajacadada nos termos dos arls. 4., 6. e 9.
desle rcgulamento.
Art. 32.0 thesoureiro receber lodos os dinheiros
de que trato o artigo antecedente, e nao poder des-
pender quanlia alguma sera deliberar-ao do ronse-
Iho.
Em caso urgente poder o commandante, com
accordo do fiscal, aulorisar alguma despeza aj a
quanlia d cem mil ris, dando porm conla ao
eonselho na sua primeira reuniao, das razoes por
que assim proceden.
Art. 33. As quantias provenientes de multas c
do sold ou gralificacao dos cornetos, clarins e. tam-
bores que cntrarem para a caixa do corpo em con-
formidade dos 2. e 3 do artigo 31, serSo appli-
cadas s despezas do expediente.
A despeza com a banda de msica, seu lardaraen-
lo, compra e concert de instrumentos, s poder
ser feitacom os meios de que trato o 4.do referi-
do artigo.
Arl. 34. Das quantias provenientes de indem-
nisasao de armase oulros objectos fornecidos pela
nacao, ou de seu concert, nao poder o eonselho dis-
por em caso algum sem expressa determinarlo do
governo.
Art. 35. Todas as compras serao feitas pelo a-
gente, o qual, sempre que fdr possivel, apresentor
ao commandanle do corpo e ao fiscal, antes de as
ultimar, as amostras eprecos, para'serem examina-
dos e approvados.
Art. -36. As rolhas das gralificasOes do major .
do ajudanle do, corpo que forem officiaes do exerci-
lo, a a dos sidos ou gratificacoesque o governo ar-
bilrar aos cornetos, clarins e tambores, no caso d
artigo 79 da lei n. 602; de 19 de setembro de 1850,
e quando osen servicu nao possa ser gratuito, serao
organisadas.no fim de cada mez e enviadas directa-
mente aonde nao houver commandanle superior,
ao presidente da provincia, pelo commandante do
corno, depois tle revistos pelo respectivo fiscal, afim
de que se possa ordenar o seu pagamento, que ser
feito pelo quartel-meslre do corpo a vista de Menti-
ras folhas que lhe serSo enviadas pelo mesmo com-
mandanle depois das ordens que receber do presi-
dente da provincia. Os recibos serao remeltidospe-
lo.thesoureiro estorbo onde se liver feito a entre-
ga do dioheiro, alim de que seja exonerado da res-
ponsabilidade.
Art. 37. Onde houver commandanle superior, _
quartel-meslre geral receber da estacSo competen-
te a importancia das folhas das gratificac.oesdos ma-
jores e dos ajudantesdos corpos que forcm officiaes
do exercilo, e os sidos ou gratificacOes dos cornetos,
clarins a tambores, bem como quaesquer^ojjlras
quantias para as despezas dos corpos, e c/regar
aos quarleis-mestres dos mesmos para-procederra
estamos em paz. recomroenda corle da Austria.
He ao general Craven que compele decidir de sua
sorte, o general Craven que decida.
O coronel chamon nm capilSo,' o enlregou-lhe
peca que acabara de ler com ordem de Iransmitti-
immcdiataniente ao general, e de esperar a resposto.
Foi nesse momento que Bourvoisin tornou a appa-
recer na sala espantado, e paludo como se lvesse si
do i rusHado. .
~.FS ,laJa ne*i,a5ao l nao haja mizericordia! di
zia elle, quero ser fusilado!... Ah! meu amigo
meu amigo!
Que tensl pergunlou-lheVcner; que te acon-
Que lenho? Quero ser fusilado!...
Sim... mas...
_ Que lenho? Rogo-le;commanda um pelotoo...
Ordena que carreguem as armas...
i Mas dize-me I...
Duas roulheres...
Fallasle-me nellas. Que mais ?
Sim, meu amigo, duas mulheres, urna que cu
segua, oulra que me proenrava. Aquella que eu
segua era minha ambirSn, minha paixo, minba for-
tuna ; a qu procurava-me, minha felicidade, meu
futuro, meu casamento. Pois bem! Aquella que
eu segua desappareceu, sim desappareceu, aquella
que procurava-me enlrou no meu carro, e desappa-
receu igualmente. Para onde fni a que eu segua ?
Ignoro. Para onde ter ido a que procurava-m ?
Ignoro.' E lalvez para arrnnar-me a que eu segua
e a que procurava-me partiram juntas. Bem ves,
meu charo Varner, que fuslar-me he fazer-mc um
servico. Peco-le, conjuro-te; Fogo I
A reposto do general Craven chegou. Depois de
passa-la pela visto com a viveza habitual aos milita-
res, Varner leu-a em vozaltt ao marquez de Bour-
voisin.
Eis o quecJU-eanlinha :
. Vosa*nhoria dar urna escolla ao senhor Mar-
usselli, o qual ser recommendado a lodos os cheles
de corpos do exercilo e dos destacamentos espalhados
sobre o territorio austraco. Elle seja pois livre im-
raediatamenle, e todos os objeelos sejam quaes forem
que leva comsigo para Saint Pelersburgo cessem "
ser varejados ou registrados em sua passagem. F
seu dever.o
nto nao me fusilas mais ? Ingrato I
Varner depois de abracar Bourvoisin :
Eu me guardara bem disso I Vas continuar
viagem.
Essa viagem he impossivel sem a pessoa qi
en acompanhava mysleriosa e diplomticamente
Kussia.
Lonco! Parle logo.
Mas. essa mulher? Como queres que
ella ?...
Ella chegar a Saint Pelersburgo ao mes
lempo que lu.
Nao percas lempo, charo Bourvoisin
i de
Kara
rtua
sem
n*
ao pagamento no caso do artigo antecedente, e aos
Ihesoureiros dos corpos as que liverem de entrar
para a respectiva caixa. Os recibos dos quarleis-
raeslres dos corpos serao remeltidos pelo quartel-
meslre geral estcao onde se tver feilo a entrega
do dinheiro, afim d ser exonerado da responsabili-
dade.
Art. 38. Se na caixa do corno nao houver quanlia
su furiente para a comprado papel, livros e mais ob-
jectos para o expediente do corpo, dos conselhos de
disciplina e dqualificacao, o respeclivo commandan-
le enviar pela forma eslabelecida no artigo 36 um
orcameulo da somma que fdr precisa durante o an-
no, para que seja mandada suprir pela fazenda
nacional.
Arl. 39. Quando o eonselho dqualificacao per-
tencer a mais de um corpo, a despeza de papel, li-
vros c mais objeelos para os seus trabalhos sera
feito pelas caixas dos mesmos corpos na proporc^o
do numero de companhias que liverem no districlo
do eonselho. Da mesma forma ser devida, en-
trar para as referidas calas, a'importancia das
mullas que forem impostas as facultativos que nao
pertenecrem a alguns dos ditos corpos.
Art. 40. Quando a guarda nacional for empre-
nto em serviro de destacamento nos termos do art.
87 da lei n. 602 de 19 de setembro de 1850, e te-
nlia por isso direito percep?ao do sold, etpe, e
mais veucimeulos que competera Iropa de linha,
o commandanle do corpo far organitar urna folha
ou retorno dos officiaes e pracas que os devam re-
ceber, e a enviar no fim do,mez, ou logo que fin-
de o destacamento, se fr por menor lempo, pela
forma eslabelecida no art. 36 desle regnlamento,
afim deque seja salisfeto pelos Jcofres gera.es ou
provincaes conforme dispe o arl. 91 d'aquella lei.
No pagamento dos officiaes e pracas, seu curativo
no casode moleslia, a adminislracoo do rancho, sus-
tento e tratomenlo dos cavallos, quando o corpo for
de cavallaria, observar-se-ha o que.eslivcr estobe-
lecido nos corpos de linha.
Arl. 41. O chefe do estado-maior verificar as
follias eorcamentode que tratara os arls. 36, 38
e- 40 afim de que o commandante superior, quan-
do os remoller ao governo, ou ao presidente da
provincia possa sobre clles fazer as observaedes que
julgar uecessarias.
Art. 42. as inspecroes ,que passar, examiiiaini
aquella chefe a iustrucr.ao, contobilidade e escriptu-
racao dos cornos, estado da caixa, e se os conselhos
de administrarlo funrcionam regularmente e fisca-
lisam o procedimcnlo dos seus agentes, e dar conla
ao commandante superior de ludo quanlo liver ob-
servado, afim de que se possa providenciar como fr
conveniente.
CAPITULO m.
Disposiroes Geraes.
'Art. 43. Asquanlias necessarias para a compra
de papel, livros e mais objeelos para o expediente
dos commandos superiores e dos conselhos de revis-
to serao solicitadas pelo commandanle superior e
entregues ao quartel-meslre geral, para applica las,
segundo as ordens que receber do mesmo comman-
dante, ou do chefe do estado-maior.
A importancia das mullas impostas pelos conselhos
de revisto e pelo governo na corte, e presidentes lias
provincias, por nfmceAo dos regulamealos da guar-
da nacional, ser aplicada s referidas despezas,
'e quando nao fr sufficienle o governo determinar
a entrega pelos cofres da fazenda nacional das quan-
tias que Torem necessarias.
,Art. 44. llavera em cada commando superior um
livro de conla crreme da receila o despeza, no qual
se toncara o todas as quanlias que receber e disten-
der o quarlel-mestre geral em conforroidade do ar-
tigo antecedente. A dito conta, depois de verifica-
da pelo chefe do eslado-maior, ser approvada no
fim do anuo pelo commandante superior, archi-
vando-se os documentos que comprovem a des-
peza.
Art. 45. As multas de que Irala o art. 43 conl-
nuam a ser recolhidas estarlo de arrecadariio, e o
governo asfar applicar s despeza mencionadas no
referido artigo, on outras da guarda nacional, quan-
do a importancia das- mullas exceder a daqellas
despezas.
Arl. 46. As folhas das gratificacOes,'que vence-
rem os commandantes superiores e chefe do eslado-
maior que forem officiaes do exercilo, scro organi-
sadas no fim de cada mez, c envalas pelo respecti-
vo commandanle ao governo na corle, ou ao presi-
dentes as provideias, para que possa ser ordenado
o seu pagamento.
Arl. 47. O governo quando julgar conveniente
mandar inspeccionar por offidaes de sua escolha os
corpos, companhiasouseccOes avulcas que nao per-
tencerem a algum commando supejor, dando
esses officiaes, quando forem do exercilo, os ven-
cimentosquecompetirem aoschcfes do estado m'aior.
Nestos inspecroes osdtos officiaes exercero as at-
IribuirOes conferidas aos chefes do estado maior nos
artgos 17 e 42 deste regulamenlo, e do resultado
darao conta circumstnciada aoj governo por inter-
'5C*r'Vff'>'
doco I retira-te...Approveila a fortuna ...Ella pode
mudar.
Minha nica fortuna era esse segundo carro.
Elle te espera...
Mas a mulher que nelle se achava, parti...
Nao 1 mil vezes nao 1
Como, nao 1 Ellavoltou entilo'.'
Ella nunca parti.
Afflrmo-le...
Affirmo-le que ella esto ahi. Mas vai! vai
logo I *
Mas eu afflrmo-le que...
O coronel Varner chamou de novo ora offlcial, o
qual appareceu immediatamenle.
A'ssuas ordens, coronel.
Apodere-se desse homem...
Sim, coronel. ,-.',
Bourvoisin foi logo agarrado por qualro soldados
vigorosos.
Metto-o no carro que est no paleo desla hos-
pedara... E depois...
E depois iremos faze-lo passar pelas armas: sa-
bemos...
Apresenlir-lhehao as armas, ouvera? eoes-
collarao at onde lhe aprouver dispr dos senhores.
Elle vai para a Kussia. Vao 1
He no mais rico salaoda Grao Duqueza que toda
aalta nobreza de Saint Pelersburgo esto reunida, e
Conversa em voz baixa sobre o grave acantecimento,
do qual cada um se compraz anleeipadamente de ser
(eslcmunha.
As mulheres sao ahi muilo mais numerosas que os
homens, e pelo seu ar de dominio senle-sequea tes-
to da-se mais particularmente para ellas. Todas es-
lao com seus mais elegantes vestidos e seus mais bel-
los toucados. e comprebende-se sem trabalho quanlo
o luxo asitico casava-se no reinado de l.uiz XV mais
fcilmente do que hoje, com as modas francezas.
' Havia mais de urna semelbanc,a entre os vestidos
com llores de damasco, e os vestidos orientaos earrs-
gados igualmente de ramagens e de flores ; mais de
nma semelhanca tambem entre os peiinhos aperla-
dos em chinelinhas de selim, e os sapalos chinezes;
mais de urna semelhanca emfim entro o rebique de
Versailles e o de Bagdad.
Era por assim dizer a Europa e a Asia em espec-
tativa.
Que esperavam essas fidalgas e fldalgos Ilustres de
Saint Pelersburgo nesse salao da Gran Duqueza.
Nao poda ser a noticia de urna victoria; porque a
Kussia lomara apenas urna parte muilo indirecto, as
guerras suscitadas nos qualro cantos da Europa por
occasiao da morte de Carlos VI da Allemanha. Po-
tencia neutra, ella contemplava a balalha do alto de
seu torrao da glo. Donde vluha enlao essa agito-
cao-, em que havia alegra e solemnidade, coriosida.de
e contentamente, respoilo e prazer ?
Pouco a pouco as conversa^oes que eram apenas
um murmurio de confidencia, lornaram-se mais rpi-
das e mais animadas, ehoilve um momento em que
seta sahirem do cordao de velludo e de ouro quesli-
mila-as debati do lecto das cortes, ficaram viva,
medio do presidente da prov.oT
ndosi
4 horas,
j da manha.
inguaBte as 2 i
48 segundos da
as 3 horas, 45 minutos
I da raanhia.
Jos Thomaz Nabnco de Aijir/.ia.
Iho, ministro e secretrio de estadoNn, do meu eonse-
justira, assim o tem entendido e faca elps negocios, d*
lacio do Rio de Janeiro, em 18 de fevereinxeeetor.. Pa-
.trigesmo-terceiro da Independencia e d Int|rjc 1854,
Com a rubrica.de S. M. o Imperador. Jot
mas Sabuco de Araujo.
DECRETO N. 1,335 DE 18 DE FEVEREIRO DE
1854.
Bslabelece o modo por ave deve ser executado o ea-
pt'luo 2. do titulo 5."> da lei n. 602 de 19 de se-
tembro de 1850.
Arl. 1. Para se poder formar eonselho de'disci-
plina, afim de julgar algum olficial, oflicial inferior,
cabo ou guarda nacional dos corpos.compauhias ou
secces avulsas perlencentes a algum commando su-
perior, nos casos dos arls. 98 e 99 da lei u. 602 de
19 de setembro de 1850, ser necessario ordem do
commandanle superior, a cujo conhecimenlo levar
o commandante do respectivo corpo, companhia ou
secsao avulsa, a eiposicao d tocto que houver oc-
coirido e suas circunstancias, para que possa aquel-
le commandauto resolver como entender de jus-
tica.
Art. 2. Determinada a formacSo do eonselho, o
commandante do corpo, companhia ou seccao avul-
sa far a nomeacao do respectivo presidente, vogaes
e promotor, procedeudo nos termos dos arte. 102,
103, 185 e 113 da referida lei, e requisitoiido, no
caso de uecessidade, offidaes de oulros corpos, com-
panhias ou secces avulsas perlencentes ao mesmo
municipio.
O commandanle que nomcar o cnsellio, nao po-
der ser em caso algum presidente, vogal ou pro-
motor delle.
Arl. 3. Na falla de offidaes do servico activo, se>-
sao chamados os da reserva ou reformados, e quan-
do ainda esses nao forem. siuTirientes requisilar-sc-
liao dos municipios visinhos.
Art. 4. Nos lugares em que nao honver comman-,
daute superior, podero os cmmaudautos dos cor-
pos companhias ou sceles avulsas determinar a for-
marlo do eonselho de disciplina, procedendo desde
logo nomeacao de que trato o art. 2., dando so parte ao presidente da proviucia.
Arl. 5. Da mesma forma procederio os comman-
dantes superiores quando se der necessidade de for-
mar eonselho de disciplina para jnlgar algum oiri-
cial do seu eslado-maior, ou commandante de cor-
po, companhia ou seccao avulsa, sujeito ao seu
commando, sendo feito ao governo, no municipio
da corte, a communjeacao de que trato o artigo an-
tecedente.
Art. 6. A presidencia do eouselho que liver de
julgar algum commandante sup'crioT pcrlencer ao
oflicial mais graduado ou anligo no" posto dentre os
uomeados, na corle pelo governo, c as provincias
pelo respectivo presidente, na rrma do artigo 112
da referida lei, e quando se de igualdado de gra-
duado e antiguidade se'r preferido o mais velho
em idade. De auditor servir o juiz de direito cri-
minal da capital, que fr designado pelo mesmo
governo,-ou presidente, se nella houver mais de
um juiz de direito.
Arl. 7. Quando o presidente, algum dos vogaes
ou, promotor fr suspeilo nos termos do arl. 61 do
cdigo do processo criminal, ou acluu>se impedido
por molestia ou ausencia, a autoridade que houver
nomeado o eonselho, far inmediatamente a no-
mearao de antro que o suhslilua. '
Art. 8. Se na 1. sessao, fe antes de comecar o
processo, o roo ou seu procurador averbar de sus-
peilo a qualquer membro do eonselho, o secretorio
laVrar um termo, em o qual serao declaradas as
razese pravas da suspeirao : assignado esto termo
pelo reo ou seu procurador e pelo promotor, ser
remctlido, suspensa a sessao, autoridade que no-
mcou o eonselho para resolver sobre a suspeirao.
O tormo de suspeirao ser aeompanhado dos do-
cumentos que o reo exhibir, assim como da inquir-
rao de teslemnnhas, qual no mesmo acto se pro-
ceder, se a materia fr de fado c o reo a requerer.
Arl. 9. Serao admittidos os advogados e procara-
dores que o reo nomear.
Arl. 10. Conliecendo-se, ou pelo interrogatorio
ou em qualquer tormo do processo, que o reo he
menor, p presidente do ronsaU lite norhear cu-
rador, suspenso o acto at ser'ero presento e jura-
mentado.
Arl. 11; Pode o eonselho ex-olficio, on a reque-
rimentodo reo o promotor, proceder a inquiric/tes,
ararearoes e interrogatorios, e quaesquer diligencias
que forem convenientes, fazendo para este fim as
rquisrOes necessarias, ou autoridade quojiomeou
o mesmo eonselho, ou a qualquer autoridade dvil
ou militar.
Art. 12. O eonselho de disciplinaTeunir-se-ha
no edificio publico que fr designado pelo presi-
deule do eonselho, e que dever ser-Uie franqueado
pela autoridade competente, requisirao do dito)
presidente.
queulet, eslrondosas como em um salao de Versailles.
Ouvia-*e :
He muilo bello ser dedicado assim 1
Sim, senhora, he cavalleiroso mesmo.
Asseveram ane elle foi obrigado tomar mais
de urna vez as armas em defeza pessoal.
He verdade: ha mais ainda, he que elle foi
ferido. .
Quanlo reconhecimentonao lhe devemos!
Dizem que he'homem de nasdment.
Teria sido cncarregado de.semelhaoto missao,
se o nao fossa ?
Mas quero dizer de grande nascimenlo.
Elle he marquez de Bourvoisin: os Bourvoisin
remontan mui alto.
Dizem que he muilo bem apessoado.
Elle he notado em Versailles.
Enlao nao deve duvidar-se disso. Sabe-se se
he casado? ,
Nao creio qde o seja.
Mas entao lem todos os prestigios.
Madama de Chateauroux nao faz as coasas de
outro modo.
Que mulher hbil!
Quanlo formosa.
O.rei leve a mao feliz 1
Mas ella tambem nao a tem lido infeliz.
Devemos concordar nisso.
Essa conversacio cruzava-se com esta oulra :
Que idade tem elle ?
De trinte a trala edous anno*.
He muilo rnelhor do que enviar-no um deajes'
gentshonfens caducos e feios, euja velhice desmen-
ta oficialmente sua galana embaixada.
Alm disso Mr. de Bourvoisin he notovelmen-
fe bello.
Alto?
Muilo alio; mas.perfeitomeoto bem propor-
cionado.
He ruivo ou moreno ?
Nao sai dizer...jtoo-o antes marao, Asseve-
ram que tem deotes magnficos, olhos expressivos...
como os estimamos na Russia.
Como sao estimados em toda a parte.
A mulher acompanl
Mr. da Bourvoisin na
Nao
Dizem i
Iher de Ver: muilos
airaos, o ten
Mases -r--- : <
um corte da^^^^^^^^H^^^^H
vorita nao he a con;
Baerescente t drafl^H
Ah Mr. de Bo
Capitao di
Ea da e 13o esperada ?...
Che:
ni.i porque OlMa-se com a mulher que;
ama?
Sem duvida ctsameoto ter iu?ar na volto da
uiissao de Mr. de Bourvoi
Naohaveoa'l
de func
licular que para
prietorio. Nos sej
as disposiroes do 114 e 115 da lei
Arl. 13.
U ^que impoze asj
motlo secret
autoridS, afin
far immScte que ti
ca em onlcm arr?116 da refera d
Art. 14. S asenj
por mais de I
reo tres dias i
far no fim da sessai
les intorper appellj
art. 111 daquella lei
Findos os tres
dor compreos pai
rio,, passaudo d
disposlo.no artigo \
executoda a sentofld
Art. 15. A appeHJ
cretario por um terl
nado pelo reo on sel
munhas, e inunedj
tregar os autos
ridade que tver
por ella remetli
houv
corte, eu ao respecj
Da mesma forma s
sentenra fr'de absol
motor appellar ex-oj
deixe de faz-lo.
Art. 16. Q
de um reo, e
deappellaro voluuil
ecutda na parte re
rem nesse caso, sendj
forma do artigo anli
me conhecimenlo da!
Art. 17. Recebido
tarto, o min
viuda,'. mare^T^
la, e far
e dar vista
Art. 18.
corte ste
provincias pe!
Art. 19. Se
na cort, houver m|
nacioual de igual g^
ou o presidentes na
devem ser chamad^
#0 ofilcial q
disciplina, ou
do arl. 61 do cdigo
der ser membro da
impedimento,, de rt
nova designado pdj
Art. 20. N
ver mais de u
nado pelo governo oj
o que deva se
Art. 21. Ajante
guir a fqnna
de juslica, e
commandante aunii
commandante do co
sa, afim de que fa^
publicara sentenca
Art. -22. Na appelj
tenca do eonselho commandante superl
teda lei, se seguir \
te regulam-jnte, lei
quando a senteafa a|
15 dias.
Os autros logo
da juslica, ouj
tidos ao consclbo
tica, onde ex i
rao na forma.dos sem
Jos Thomaz Nabil
Iho, ministro e serrcl
justira, assim
Palado do I
1854, trigsimo' lereo
perra. Com ai
I
Par)
Cada dia
complica
los dp Orienl
paito, chegamos a
simplifica de um
Sim, a I
um pretexto i
Nunca i
. E mais adi
assumpto.
Desde quinde
burgo?
Ha dez dias..
Que I ha dez das,
lado I
Mas a etiqueto, o eer
dito, as visitas otnciosas ?..
Ter-se-hia po
isso em ama circu:
todas. B
Sua altna^MBBa
julgado assim : ella h
etiqueta a nao ajSHBl
de nos.
paciencia !
Um o
o momente prsenle
Bourvoisin ia
Di
fre de bano q
de vellaWo,
mantilli
lencos, as mo
lleflBSBSBTparUicnsc. -
indoa veremos'?...este
deimflBBBS
Ap de Bi co emba
fez sua entrada solemne nos salDe
queza.
i''onimwr-jr-lia.


* V v, -
_-
DURl^A
da Kussa *aFranja> na luglalerra, ot Srt. dKiTJ
elef c de 1 ixaram Para, e Londres. Os
representa^^H Ja Inglaterra na Hastia,
v general de CVteSWjac e'Sir Hamillon, tiveram de
deixar pur elersbargn. De um oolro la-
do, o enva imperador
da Auslrii, o conde Orloff.volloo da Vitnna sem lar
conseguido o fim de aiu minio. O parlamento in-
gles se abra ao mesmo lampo e tebelccia solemne-
raenle ala quettao extraordinaria da pai e da guer-
tteljfceucoi das anda, c le Udo de*
^^^^Brangeiros, Lord C otUdo para
minciaaie sobre o valor das esperanzas que
>War, lia que ello nao ai alimenta-
curava inspirar. Interpelado ultiraamen-
rd Aberdeen, deelarava
riamento ae nio nagociava mais, aerescenlah-
do, o qae ha scrapre, Inaaaiatlavel, mas que pude tcr
urna sigo. momelo, que a
guerra Dio o nio for de-
i;i, eque ae 1* elle ni raganla es-
peranja e os dooi go-
veflK i tica publicaran) simul-
Ueam;nlc^ pe^s ipiomaliCas relativas aoa nego-
x\ he o Carcter geral dtstes
rumen tos ? EUaf aprewnUm coni urna Rdel)^*J t-
trp! -ncadeamenlo, ai. ripecas1
dessa Ion t negociajao,/aJ>'j momento
em que a suspeoso das commu*^oea diplomti-
cas leve lu ussia/rtuma parte.e a Fran-
ca e a Im r/fdeuando a Europa nesse
estado, qu guerra sera duvtda, mas que
absolutamente 11^*0 to pboco tpiz. O ultimo -
como para balanrar a ter-
rigir este negocio, e qual
i, he ama caria do im-
[ha poneos diai ao imj
Jafottiteur pablic
^^^^^Adade, uto se pode Agorar om
e recelamos qualiuur^tfr'doloro
isajao e para a ftalmanidade,
a de urna Crise qoe sednzig nllimt-
maMeffiiidaveis; So-
is, que tomrexluurido durante
bm atina sua sabedoria e seujafniriio de coociliacao
tem consegu re ni o finr.^afJte propanhara ; doloro-
ambem par os poy ,,- qut aceitando o liebre d-
la de seu/^nlereases os mais elevados, sa-
ilesenvolvimento moral e raa-
o, que na verdade nio he mais a quis-
te aolesse podara chamar do Oc-
iar de urna hora para oolra o
i urna nova nrdem de aconleci-
conheeida nesse passado de
as de nos ; sabe-se agora o que
iio qoe os governos tem apre-
aeasa laboriosa negociado, v-se as provas
qoe a tem dianta dos olhos ; amaneara porque a
C'iestS l travo,sedesenvolven e se aggravou, p-
de-ea i ms docomeotos, quese tem tersado publi-
| eos. < roca de dovida, he qae o inle-
aar defendido pela Inglaterra
a sido no risco de terem os
necesidades de ana siluajio
i na verdade, estranho engao, eonsi-
crise actual a queslao secandarissi-
ma.WM^H Santos Lugares, como se fe a prln-
i regulamento das reajes ehtre o
aattlo e as populajoes clirislas do imperio oltomano.
pode ver em todas as pecas diplu-
;eclo de ama difflculdade s-
io he saber so, em om .negocio
rlibriodas forjas, j 13o
desisuaes, ou tao singolarmenl repartidas naEo-
a um govcrno, obrar so cun
potencias igualmente infere s-
ado m servajo da dittrlbuijao
iutluencias. A verta-
letra qnaslao. pac chama-la por seu neme, he o
mente da Bussia ha om se-
nifesta de tratar do Oriente
aso de necessidade contra a sua
omra ella. A qoetllo do Oriente, Ul
Mela hoje, nao tem realmente oulra origein
F iiecimento do poder russo. lie a Rus-,
della um perigo publico, lia)
da integridade do imperio
l necesaidade para o Occidente, um
ica europea.
ae achou obscurecida ou desnaturada
en los, como em 18W, e apparocea
videncia no riia em que a questflo
culada como confessa o proprio
cipeMensthikoff, pediosimples-
berano, aparlilha da iu-
ubditoa da Porta,
.orado oneroso. Nao
i grito,, ainda raesmo
i excetaive s in-
Pleraburgo. Admitla-se
ida, a mais ingenua que
quitare. Tal' Kassianfo livesse enlao
a ambieao a CoosUntinepU ; talver que
renovand. e em Paria, como em Vi-
temos
enna cea
ria contra
re naaBsj
eguranjade qoe n5o altcnla-
da Torquia, e czar se jul-
f a orna jrova de confianza
i pertdltrtaVe resolver a qoes-
mte, illadindo com urna se-
i vigilancia dos gabinetes, era re-
tica, enntiticiada pelo
um despacho'de 1830, quaodo
ruma Turqua a qoe so
"i protecco da Bussia, qoe
le os seas desejos. O
desde entilo as popu-
a-de sua situa;o
perio oltomano. Que
.abdicar 1 ae a Bus -
n ni acto estrondoso de
i eonlirmacao sua' poli-
le, com tantos elementos
o coDteguio enlendcr-_
e devia ella, respailar a in-
urops nao pedia oulra
maiiifostar seu interesse,
ehristaaado Oriente, bem
ropa pedia que so ga-
Terecidos pelo sullao.
essc desde o principio, a
seria, independenle,
ote hoslil Europa, pelo me-
^^Hsnenlo, que nao com-
do o indica na ver-
i.litares da Bussia, pom-
incipe MenscliiWoff,
e S. Petersburgo em
Ae o 8r. de \esselrode
Icabado, finalmente a
i paz. Ora he isto
ante da qual a Eu-
iidi estado de
. lie a isto qoe cha-
iuperlor, va
tt, > fin de se r cellocado
^^^Hkfiea as mais ener-
.1 11 Ingla-
de aggrssiva em seusacloa em sXiaJiuguagem?
irio, ellcs d.Io tem dcixado de obrar nd
mais conciliador, faiendo saberla Bussia a
;o#pelHka, e limitando-se em lembrar-
Ihe quetambem havia ahiwn quaUo um interesse
europeu'. O ultimo termo a que podease chegar a mo-
deraeRob* certamente a primeira nota de Vehna. A
Franja e a Inglaterra censuravam at da Turqua
por oto te-la aceitado, aellas eram immediatamente
punidas pelo coramentario do Sr. de Neaselrode, que
fana dessa neta o synooimo do ultimtum do princi-
de Menschikofl.
Quando pela violacjlo palpavel dos trahj*6, a
Bussia invadi as provincias danobianasyrTranca e
a Inglaterra julgaram-se por venlurVdesobrigadas
deatos traUdo t L-imitaram-se enj/faer aproximar
suas'eaquadras, demorando^** .agua* livres de
Besika. A isso hque a Ba cliameu urna oceupa-
C*o maiilima. QaejWTpteciso para provocar a en-
trada das esquaAras nos Dardaneltos, e depois^
Mar-NegroyVoi roister a guerra flagrante no^i00.
hioe ojlwaslre naval de S'nopc Niugueir^rie,arii
dee^vir, qae devia ser deagradavel 4^Russia ver
(fus navios expostos, sao esta as insjr^^5eS| a SCrem
conduzidos a seos porlos por ay^s francezes e in-
glezes ; Olas sem abandonar o ,'rincipio que linham
altamente professado, comj^S luglalerra ea Franca
teriatn obrado deoatrosnodo ? E anda neslascon-'
dices, ellas procurao^ni' tirar a esse acto decisivo to-
do o carcter aggp&stvo para com a Buseia, adra de
Ihe dexar snoente o sentido de um acto de defea e
proleceao para com a Turqua, atacada al debao
dos calices de nossas naos. Cada um acto das duas
potencias do Occidente nao leve 'pois por fim senao
tniostrar de alguma sorle i Rnssa o limite, qoe ella
Mi3o poderia passar, e firmar cada vez mais, i medida
que ascircumstanciasse aggravayam, o principio in-
variavel da integridade do imperio oltomano, e he
por urna sublileza singular que o govcrno russo, de-
pis da invaslo dos principados, se pode dizer ataca-
do pela Turqua, e pode ver depois do aconlecimento
de Sinope, um acto de aggressflo na operacSo das es-
quadras combinadas. Por isto he que, em um despa-
cho ultimo, datado do 1. de fevereirode 1854,
ao general da Caslelbajac, o Sr. ministro dos negocios
estrangeiros de Franca repelle esta responsabilidade
com justa razio. A verdade he que, alm destas sub-
lilezasdo gabinete de Sao-Pelersbnrgo, nao tem lici-
tado de anparecer nesta crise um antagonismo di-
recto, poderoso, enlre a poltica ruasa indo ousada-
menle Sos seus fins e o interesse europeu forcado a
defender-so sem sabir da nioderacao, mas sem aban-
donarle a si mesmo.
_0 modo porque a Franja e a Inglaterra tem enca-
rado a queslao do Oriente era lambem a espressSo
de am pensamenlo moderado o justo, conforme o in-
leresse universal, inspirado pelo cuidado da lefeza
de um grande principio de direilo europea, que suas
nleiij&es foram desde o principio mesmo, parlilha-
das pela Austria. Qae dira oSr. conde de Buol a Mr.
d. Bourqueney no mez de abril de 1853 f Diza-
Ihe que a fado dveria ser tratado por cinco, e que
nao pertenca a am nem a dous gabinetes regular
isoladamente ou parte, inleresses sascepliveis de
aflectar a Europa nteira. Que dizia ainda o minis-
tro austraco a lord Westmoreland, ministro da In-
glaterra, no mz dejullioVFazia as mesmasas declara-
jdes, dando-lhes um carcter mais pronunciado a
favor da independencia /do imperio oltomano, que
elle consderava como em queslao. Sabe-se qae em
todas as negociajoes qu se tem seguido, a Austria
tem Picado diplomticamente de accord com os dous
gabinetes de Londres e de Pars at o ultimo proto-
colo de Vieuna. Presentemente, pondo de parle a
Inglaterra e a Franca, pode-se admittir qae a Aus-
tria, depois de ler julgado seus inleresses muito em-
penhados para os defender as negociajoea, nao os
julgara comprometidos por urna recusa completa no-
momento de obrar, se chegar esse momenl, ou to-
mar pelo contrario o partido da Bussia, quanlo a
a ceno depois de ter estado diplomticamente de accorl
do com a Franja e cun a Inglaterra ? ,Fora diflic-
suppor, e entretanto hejesta a queslao de hoje.
Deque prov#esla duVida? Da incerleza apa-
rente dti poltica da Austria, queamava lalvez a sua
posijao. A Austria esti ligada com a Bussia por
numerosos inleresses. e est ligada neste momento
por interesse ainda mais coosideravel com a Europa.
Ella sobreludo acredileu na'moderajao do czar e as
garantas que delle linha recebido, conservando con-
sigo o' alliado poderoso da guerra da Ungria. Dahi
urna descripjao, que pode passar as vezes por incerle-
za. mas que nao tem impedido o imperador Francis-
co Jos, de resistir al aqu a influencia do impera-
dor Nicolao: Finalmente, a attitude da Austria se
tem desenliado mais claramente nesles pltmos das
per oecasiao da roisio do conde Orloff, qoe leve lu-
gar no momento emque o fio de todas as negocin-
jOes se romperam. Muilas versees tem circulado
acerca desta misto ; nao he possivel que a verdade
esteja entre easas versees diversas. O qae eremos
cerlo, he que o conde OrlofT cliegou a Vieuna de al-
gara modo com o principe MenschikolT em Censin-
liopla, posto que em urna medida differenle : pode
desejar a retirada do Sr. conde Orloff do ministerio;
mas o terreno aqu era differenle. Em summa o
conde Orloff era encarregado de propor i Austria,
que aasignasse juntamente com aPrussia um ac-
to de neulralidade, que fosse garantido pela Bussia.
A esta proposta, o imperador Francisco Jos respon-
da pergunlando por sua vez,.se a Bnssia faria nova-
mente a promes-a, que havia feito com elle, de nao
passar o Danubio, e como o conde Orloff se decla-
rasse sem inslrucjes a esle respeito, objeelando
alm disto que as cireumstancias eslavam mudadas,
o joven imperador da Austria acresceotava que, se o
Danubio fosse passasfll obrara como os inleresses do
seu imperio ciigisscm ; qoe se a nvasao dos princi-
BUCO, TERCA FEIRt1iJg^8fW..flE ,854.
-r^>
ignora, que ao lado da guerra lia operiu^o das rer iSStalelena. O segundo ensino, bom para lodos
volujses. A Europa apenas resUbeJe^.da, v surJ. 0s lemdfci e para todos os soberanos, ha o qoe resulta
ir operigo das tentativas, que le-^n perturbado/Ti
seguran ja universal das sociodatKjj. /
A guerra pode abrir an^s lodas essaa/proba-
bildades, a todas essas/'evcnlualidades. guando se
considera tudoqu^ifeaalUr de um eor^jtorfle"
miltido aosMvos e aos gavetnos^o occullarra
urna emffio vigorosa. Porm -franlo mais consi-
lo os inleresses e ^nhados.'raaior he a
lusabilidade da Bus?" _, s de seu ehefe. O im-
perador Nieolo vive se^ oavaa no me0 de influ-
encias diversas. *d eB rt delle tendencias que
o cercam e o mr,ei|em no caminhu, em qae entrou,
indo ao cutpj,rm bem lenjtjncja, mli, moderadas, mais conciliadoras.
Talve czar nao houvesse dado urna conla suffi-
ci?' do verdadero espirito da Europa ; elle pode
hoje o que elle he. Assim, como dziamos, um
ultimo appello acaba de ser feilo ao imperador Ni-
colao. A caria do imperador dos Francezes prova
este supremo esforjo ; ella offerec^io czar o meio de
urna convenjao directamepte^Hociada por seu
plenipulenciaro com a Turqua, sendo su^meltida
depois as qualro potencias; estipula a evacusjao dos
principados, que seria seguida da evacuara do Mar
Negro pelas esquadras. Sao estes os dous pontos
priucipacs desse documento, dictado pelo interesse
da paz geral. Ainda nao passou o momento em que
o imperador Nicolao pode aceitar estas proposlas. Se
ellas nao devessem ser acolhidas, he fora de devida
que a Kussia val com premedilacflo ao encontr do
conflicto, que pode ler sens perigos para a Europa,
mas pode occultar os mais graves para ella.
A influencia de urna crise publica desle genero so-
bre asiluajflo interna de cada paiz nao lie diflicl de
comprehender; ella he de lodos os instantes e va-
ria segundo as phases mesmo da crise. Na esphera
poltica ella produz essa vvacidade de impressOcs,
que ressenlem os povos acommelldos em seas ins-
tinctos e seus inleresses. Na esphera material, ella
paralysa o voo das industrias e do commercio ; as
regies do crdito e das" especulajSe financeiras,
Iraz as mais precipitadas peripecias, e muilas vezes
eataslrophes individuaes.Em summa, he um espect-
culo curioso ha muilos mezes, o da maior parle das
bolsas fluctuando vontade de' lodos os boatos, de
todas as noticias. Se quitessem-ver semprc ah um
thermomelro exaelo da- sita jilo das eousas, se Urla
arriscado algumas vezes em cahirem singulares
decepjes. O nico ponto serio em todos esles fac-
(os, he a reaejao necessaria dos aconlecimeritos pol-
ticos na siluajo geral dos negocios industriaos e das
linanjas publicas. Um docamento financeiro ulti-
mo,o relalorio dasoperajOes do banco de Franja em
1853, deixa ver os lados _mais salientes da siluajo
actual. Com efleilo, o que moslra elle? De um
lado, a cifra das operajes do banco, qeseelevou
a perlo de 4 militares, ao passo que s linha sido de
2 militares e 000 millioes em 1852,.revela a aelivida-
de crescente dos negocios e das Iransacjdes. De ou-
Iro lado, as diflicnldades que nascem e se descnvol-
vem, se deixam canhecer por oalros signaes, taes
como a diminuirn da reserva roelallica, a obriga-
jao m que se achou o banco de elevar a laxa dos
juros em suas opWjoes, de restringir os abonos so-
bre penhores de ttulos induslriaes e obrigajes pu-
blicas. Alm d suas operajes habilaaes com o
Ihesuuro, o banco acaba de por, cm ultimo lugar,
disposij&o do estado sessenla milltOes por ama ga-
ranta de igual somma em apolces do thesouro.
Trinla mlbdes j foram entregues. He sem duvida
alguma, um novo recurso que o governoquiz crear,
elevando ao mesmo lempo at 5 i por cera o juro
dos apolces do thesonro. Emprazatido sem duvida o.
empreslimo, deque se traloii um momento; o go\or-
no quiz, debaixo de urna- oolra forma, por seus
mtios Soanceros na altura das cireumstancias pul-
ticas acluaes. Assm ludo concorre para o mesmo
fim em certas horas, ludo se confunde nessa histo-
ria de todos os das, que acaba a cada instante c
corneja continuadamente. *
Hojea historia se faz depressa. Tem-se pressaem
se conhecer tanto quanlo lie possivel o segredo dos
acontecimentos, era se declarar os. recursos de todas
essas grandes cousas e al das pequeas,' bs quaes
occpam o mundo. Desle modo se faz urna especie
de historia correnle e rpida de todos os das, com-
posta de lodos os fados, de todos os rumores, de to-
das as impressOcs. Os acunlccimeulos, medida qae
v3o tendo lagar, passaro pitra o dominio da inlelli-
gencia, que os interpreta e commenta. A luz da pu-
blicidade nao lhes d lempo de arrefecer, nem
muilas vezes se acaba. Quer itlo dizer porventura
que nao ha em lodas as condijoes e m todas as
pocas da historia muilos lados desconocidos dos-
contemporneos ".' Nao* ha as reticencias forjadas,
os movis nao declarados,' a parle dos homens, e de
suas paixoes, em urna palavra loda porjo viva e
pessoal dos aconlecimenlos humanos, qae fica quas
seropre no silencio '! Com o lempo he que certas
pocas e coitos fados se esclarecen) de urna justa luz.
O tmulo lambem revela seus scaredos. Quanlo
nao se tem dilo acerca da poca imperial! Que
nao disse o proprio imperador nos commentarios de
seus ltimos annos! Pois bem! ludo nao est anda dlo.
Abr esta Corretponiarice do rei Jos e do impera-
dor, cuja publicarn se faz nesle momento: ella guar-
dava alguns caractersticos mais novos e mais pode-
rosos acerca dos homens e da poca.
Nos primeiros volumes, era o eslabelecimenlo da
dynastia napoleouina em aples que se debalia ;
nos seguinles, be a tentativa para absorver a Hespa-
nha e lanja-la lambem rio molde imperial. Aqui
os acontecimentos se apressem, ludo marcha com ra-
pidez a he mister que meas deslinos se campram
diz o proprio imperador em urna de suas carias. Es-
uropa" MMba U >"f P<""leneia he um drama, dniamot ha pou-
sido particularmente penivel para elle. "> \ nelle nada falla' ncm wimwU, nem conlras-
As inesmas propostas nao'liveram roelhor acesia- ,1o docaracteres, nem peripecias, nem mesmo urna
lerrtiono senao anda o
o- Oolro martto do.fnverno francez
pre "reditiKlonoVccordoessario, ine-
vftavel da Inglaterra edatFrnnja, assim como serea-
lisu finalmente. E realitadoeste accordo, qual lera
ido a poltica dos dous gabinetes T Por acaso-Km el-
id obrado inconsideradamente ? tomaran) urna al-
J3o em Berlina,-onde um outro diplmala eslava en-
carregado de as apresentar. Deste modo he queujermi-
nou a missao do cttndc Orloff. Dizem que o enviado
do czar nao leria deixado de representar ao impera-
dor Francisco Jos, qae se a guerra rebcnlasse, ella
viraa serinfllivelmenle revolucionaria, deixando
apenas de dizer, que o melhor meio de dar guerra
esle carcter, fora Prussia preslar-se s intenjes da
Bussia,e subordinar sua poltica a do czar. Se lia pelo
contrario alguma cousa que possa comprimir os fer-
mentos revolucionarios, excitados lalvez pela pers-
pectiva de um conflicto, e o accordo das quatro
grandes potencias contimentacs. Sabemos que ha
descnfiancas naluraes de um oulros genero, que ap-
parecem na Allemanha, quando se trata da Franja .(Na
Austria e na Prussia, cm urna palavra, receia-se
trocar ama allianja poderosa por allianjas menos se-
guras e menos duradouras. He sem duVida- a estas
objccjoes, qae o senhor ministro dos negocios estran-
geiros responda em um despacito a nossos agentes
junio das diveras corles da confederaran germnica,
qbando'dizia que,' se a Franja livesse tido as in-
tenjoes que lite suppunham ella leria segui-
do urna oatra poltica, que voltaudo-$e para ou-
tros alliados ella leria podido inconteslavel-
menle aspirar a compensajOes, ao posso que
obrando como lem feilo, lem dado o exemplo da
lealdade, da fidelidade ao interesse commum, uni-
versal; earnpeu. Que se deve concluir deslas diver-
sas considerajoes'? He qae a Austria, como a Pras-
sia,"recuson entrar nos projeclos da Bussia. Que/
isCo dizer que ella deva immediatamente deixar urna
certa attitude da neulralidade ? Nao ser immedia-
mente, mas aos nossos olhos islo nio lie duvidoso; a
Austria ser levida isto como foi para ssignar os
os protocolos; ella se resolver por esla -razao
rior, que em tal crsf o poder que nio obra, -
Wjnns o interesse, que elle Um missao do defeu-
ler, o perde lodo o direilo aes beneficios do urna si-
njo peso elle nao l^m carregdo como os
>. O go-1 gejtt o que for, a estensSo das censas tornarse cad a
i, e o senliraeulo pblico est sab o
;ao. Segundo deelaram os gabinetes,
.'ociajes regulares', isto he, oa gover-
licacia dos relos diplomali-
e irreparavel nao est pro-
mmenlos se mallipli-
no de guerra pode ser
lo ate onlro nome sem
amos do desfecho, e por
e se marcha debaixo da
de das cireumstancias'?
ikm simples; lia qu aren la anuos,' que a
espada al lem sido desembmhada na Europa, ao
ara cortar um conflicto tao geral 13o po-
deroso. Quarenta annos de paz fizeram itasccr or
tras ideas e oulros inleresses, perdeu-se o habito da
'guerra, do'suas consquencias naluraes, da suas
condijoes, de seus rigores. De mais, nioguem
pi era. de nata-
la Franja e da
i rondue-
^^^B>** 'do-
:adoa em
'i-'I>:e'.>.
certa unidad. A unidde est na connexSo deslas
duas tentativas contra a Hespanha e contra aples,
que sapas duas faces de urna mesma empreza, e essa
mesma empreza marra o ponto em qne o imperio se
arranca de alguma sorle as condijoes de seu eslabe-
lecimenlo regular para se precipitar no impossivel.
Cada um lem sea papel e sua allitude nesse drama
escriplo fora de loda a consideraran publica. I.en-
do-se essas cartas do imperador, faz-so urna idea
maior ainda, se he possivel, do genio do guerreiro,
do poder dos seus recursos; fica-se quas assumbra-
do do homem, que parece em certas occasoes nao
ler nada de humano,' que nao quer reconhecer por
limites sua vontade nem os obstculos os mais in-
venciveis, nem as leis as mais naluraes. Irisensivel
s fadigns, as emojes, aos consclhos, elle nada escu-
la e se contenta em contar ama vez mais as suas
forjas. Ha todava alguns instantes em qne a des-
grajt parece penetrar al essa alma de brotue.e com-
move-la. Ordinariamente elle nao discute com o rei
Jos, prescreve, e Ihe diz mu secamente: Mea ir-
rallo 1 Urna s vez, em am caria de 3 de agost de
1808, elle escreve estas paiavras: Vos nao podis
cree, meu amigo, quanlo me punge a idea de qae
eslais em lula com acontecimentos Uo cima de
vosso hdbilo quanlo MSo r/ucm de rosio carcter
natural. Enlre os dous irmaos, se o imperador
he superior quauto ao genio, Jos, em summa, nao
tem um carcter menos bello quaqlo previdencia
e Iodos esses senlimenlos humanos, quo se desoja en-
contrar nos senhores dos homens. Elle se esquiva
30 pensamenlo de reinar sobre om povo, que ser
mister lyrannisar;.sao eslas as soas tpresses, que
sera preciso governar cora o auxilio de cen mil es-
trangeiros e de cem mil cada falsos. Jos nao lem
caminhado vinle leguas na Hespanha, quando diz a
do espectculo deisa familia real hetpanhola, qao
Jos era chamado para substituir: um re fraco,
ama rainha silenciosa, om favorito impoleplc, prn-
cipes sem dignidade, eis aqui o espectculo! As fa-
ilias soberanas nao ao obrigadas a ter sampre ge-
nio^lla^erdade, porm devem ter honeitidade, bom
senso, e nSoStftnttt-Aot povos o primeiro exemplo.
de desordem. Desle modos lar, que dimana deesas
paginas, e se derrama .na historia poltica, a aprsen-
la em um relevo estranho os bonaens, os caracteres
os aconlecimenlos de um tempo, e ifl*qjje d a asa
Corretpondance o valor de urna revela
A qoestao do Oriente se complica infeli
com oulrai consas de oolra aorta serias. Que
para admirar que esla queslao lenha sua repercus-
so em todos os paizes e em lodas as espheras ? Ella'
domina lodos os incidentes, e at a retente viagem
do principe NapoleoaBruxellas, se tem unido si-
luajo actual da Europa. Na. Italia, como se aflir-
ma, nio deixa de haver urna certa agilajAo enlreli-
da por mil ruidos, por mil rumores, que as com-
plcameos europeas explicara. Quanlo ao qae se lem
dilo dos preparativos ja feilos pelo Pemonle, nao
podo haver nisso certamente a menor verosimilhan-
ja. Nao he porque -o papel do Pemonle na Italia
lenha deixado de ser consideravl; mas nao tem ho-
je outro lugar, seoo oque Ihe h asslgnado pela
paz. Em verdade o Pemonle esto oceupado nesle
momento com muitissimas reformas, qae o governo
e as cmaras fazem do accordo em lodos os ramos da
administra cito publica. Ainda lia pouco, o senado
discalia e approvava urna lei d organisajao de re-
crulamento militar. E observe-se que, quando ama
queslao delicada existe em um paiz, ella vem invol-
ver-se em ludo. Telvez se nao prceba a relajao da
queslao religiosa com o recrutaraente militar, e to-
dava ella existe c deu lugar a tongas discussocs.
Tralava-se da isenjio dos jovens ecclcsiaslicos do
servijo mililar. Como sempre acontece, honveram
dous partidos exiremos; uns querendo que nao hou-
vesse isenjAo, oulros que fosse concedida alm de
toda a medida. O senado ftcou no termo medio, es-
tipulando que n numero das isenjOes seria flxado
sobre o termo medio dos annos precedentes. No
meio deslas discusses, o Pemonle acaba de perder
am homem de um nome illuslre, Silvio Pellico, qae
se lioha tornado o typo da resignajaq chrislia, de-
pois de o ter sido das desgrajas polticas por sua ton-
ga prisSo em Spielberg. Silvio Pellico linha sessen-
la e qualro annos. Depois de ler, sabido do Spiel-
berg era 1830, o aulor das Prise linha vivido mui-
to lempo cora sua familia, depois linha entrado co-
mo secretario em casa da marqueza de Barolo, que
o cercava de cuidados raalernaes. Dizem qae Sil-
vio Pellico deixara memorias-, urna sorle de aulo-
biographia ; duvida-se qse isto saja assm. O aulor
das PriiBes viva em seas ltimos annos, entre seas
deveres de secretario e as praticas de urna piedade
fervorosa,. Soflrendo desde muito lempo, costuma-
va dizer : o mais bello dia da miulia vida ser o
o de miuha morte Assim morreu esse homem qae
soflrea por sea paiz, e que por fim nio te oceupava
mais seno de Dos.
As diversfles da poltica sao desde muito lempo
bastante poderosas no continente, para que nio pos-
sam ser equilibradas pelo interesse dos movimentos
peridicos e das agilajes sem grandeza, que se des-
perlam oa se proseguera no Novo-Mundo. A Ame-
rica do Sul est realmente sempre em suas velhas
experiencias, gyrando desgrajadamenle uo raesmo
circulo de anarchia. Passa o lempo a nio pe rogra
a esse caho's; o lempo, esse grande ministro nio
consegue eslabelecer a ordem com a dsaVdem. A
Nova-Granada tem dado certamente depois de al-
guns annos muilos e bizarros especimens da anar-
chia americana, disfarjada em urna especie de so-
cialismo oflicial, exercido pelos poderes pblicos ;
ella est hoje na ultima experiencia, a de vlver qua-
s sem govcrno no meio dos antagonismos revestidos
pela lei do direilo de organisar a lut dos poderes,
esperando degenerar cm guerra civil. Finalmente
a Nova-Granada atravessa urna situajio qae ollere-
ce mais de um Ira jp curioso. O partido democra"
tico, dominando desde 18i9, parece ter chegado
ao ponto extremo e decisivo, que pode ser conside-
rado como um ponto de demora. O partido conser-
vador, que se acliava abatido completamente,
recobra cada dia urna forja nova. O governo hesita
eutre estes dous partidos, nu querendo estar com
os conservadores, nSo estando 13o pouco com o par-
tido democrtico, qae tem trabalhado at aqui em
despoja-lo de lodas as prerogalivas habituaos- da au-
lordade execuliva. O presidente actual, o general
Obando, com quanlo livesse sabido dos clubs, ma-
nfesta urna repugnancia visivel em seguir a faejao,
que o levou ao poder em todas as suas manobras. J
quando a nova conatituijio, qae he feita em nm
sentido ullra-liberal, fo decretada, duvidon-se um
momento, se ella devia ser promulgada, oa suppr-
mida por um golpe de estado. O general Obando
dcixou mostrar a mesma repugnancia a respeito das
leis, quo proclamara a separajao da igreja do esta-
do, e nao est menos dispaslo a resistir aos planos
democrticos, que tem por fim supprimir o exercilo
permanente, abolir loda*as leis de alfaodegas,de mo-
do qae em lagar do dominio nico e exclusivo do
partido democrtico, que era, ha am anno, o trajo
caractersticos do estado da Nova-Granada, ha hoje
Ires tendencia, tres partidos em presenja um do
oolro.
Esla stuajao foi posta em loda a publicidade por
um acdenle recente. A nova constitujao organi-
za a repblica neo-granadina debaixo de urna forma
quas federativa. Cada estado ou cada provincia
lem sua cooslituijo,sua legislatura, suas autorida-
des indepeodentes. He o sulTrago universal que no-
meia nao s os raerabros do congresso geral, senio
anda as principaes autoridades administrativas e
judciarias. A primeira esperiencia desta eleijao
universal acaba de ser feita, e que resulloudella?
He que um-grande numero de conservadores foram
eleilos ao congresso, s legislaturas provinciaes, as
for^jes superiores da adminislrajao. Os Srs. Julio
Arboleda e Mariano Ospina, envolvidos era urna in-
sarreijao conservadora, que leve logar em 1851, fo-
ram nomeados, o primeiro senador, o segando go-
vernador da provincia de Medellin. Al em Bogot,
o goverHador dessa provincia he um conservadora Sr.
Pastor Ospi na. Pode-se prever que forja pode ler em
cerlos momentos urna auloridade desse genero em pre
senja d'um governo superior desarmado de toda a pre-
mgaiiv. O que lia de mais notavel nesses fados, he
a reaejao de que elles sao os symptomas e urna cir-
eumstincia nao menos singular, he qae la, como
por toda a parte, o sulTrago universal he o instru-
mento dessa reaejao. Infelizmente a Nova-Grana-
da, para vallar a um estado mais normal, lem de
passar ar^.j por mais de urna proVa vulgar,anar-
chia oa dictadura eterna alternativa das revolu-
jes americanas I .
Esla alternativa, que pesa sobre a maior parle dos
paizes da America do Sal, o l'erti a linha sacudido
de seu lado, ha dez annos, c hoje parece aineajado
por sua vez de novas commojOes. A guerra j cq-
mejada com a Buliva vem complicar-sc perspecti-
va da anarchia interna. O Sr. Domingos Elias cuiis-
titaio-se ochefe do movimenlo destinado a derribar
o governo legal. O Sr. Elias he am dos homens mais
considerados do Per, menos por sua importancia
poltica do qoe por suas operajes commerciaes, por
sua fortuna e pela clienlelbi' de que goza o justo t-
tulo, Nesle momento elle lem com o governo um
contrato tos mais vanlajosns sobre o carregamenlo
do guano. Ha pouco que o Sr.' Elias, como lodos
bao de estar lembrados, escrevia ao general Enche-
niqoe sobre a situacu finanecira do Per ama car-
pode sube-mar algnm corno do exercilo, como di-
zem, entao a lata poda tomar-se seria. Al aqui
nada prova qtie o general Castilla, de Cajo nome
la'njaram ,mao, lenha connivencia com o aulor des-
se movimenlo. Demais, a general Castilla, que te-
ve a honra de arranear o Per das coiivlsfies Dol-
ticas, edaf o primeiro exemplo da trantmissao re-
galar do poder, nao m prestarla a Broa seria rata-
lujao. Com ludo-te tagoir-se urna guerra civil, nio
fora impossivel, qae seu nome fosse invocado da no-
vo por Iqdos ot partidos. Alm disto, em qua sa
funda esta tentativa de revolujo A nica razio
importante ha a gravidado real da sltuaeSo financel-
ra do Peni. Ha certo qoe desde algom lempo o Pe-
r lem visto crescer sua divida lano interna como
arn da um modo consideravl por meio das II-
ajoes, que sao justamente ama das queixat dos
Inirftijps do governo. Ainda ha pouco elle se reco-
nhecal^vedor dos antgos eslados da Columbia dos
soccorrM7q guerra da indepenUencia. Trata-se lambem de reco-
nhecer-se urna divida para com a Hespanha. Como,
o Per satisfar a ellas? Abi esla a queslao. Em
lodo ocaso, urna revolujo nao remediar tao pou-
eo, e se o governo li aecusado de delapdajOes e de
abusos na direcrao das finan jas, urna insurreijKo f
far juntar oalras delapidaje, oulros abusos,
aos qae al aqui nio esUlo provados.
Urna circomstancia mais grave desle movimenlo,
he o que teve lugar, como dziamos, no momento
em que o Per est em guerra aberta com a Iloli-
via. O presidente boliviano, o general Belza, j
fez urna invasio no territorio do Per, em Pomol.
Felizmente o geueral Belz tem tambera suas antea-
ras d e revolujo. as provincias de Choquisaco e
de Tarija appareceu uraaunovimento contra elle, de
sorle que a guerra podcTicar suspensa pela revolu-
jo de ambos os lados. Esta circumslaocia pode
ter sea lado favoravel em permittirqua o Chili con-
tina com mais ellicaria a intervenjao, que lnba
proposlo aos dous governos. V-se a que serie de
coDvulsoes inlerminaveis e vulgares parecem.vota-
'dos esses paizes, para os quaes dez annos de paz e
de ordem nio sao um preservativo sufQciente contra
a volla da anarchia. {/levuc des deux mondes.)
Nao val a pena zangarem-se comigo por lio i
pouco.
Eu qoizera cpnlinuar-lho mlnha viagem ; mas te->
nho-me estendido tanto, e bao jido il9o tongas mi-
phjs digrasses, qae quasi me nao resta lempo para
estovar o falo duplica para asstlir a procir,/:
Senhor dos Pastos, que deva tahr hoje da Mize:
dia para o convenio do Carmo.
Hontem, s 7 da noite, leva lugaf o depotito com
um brilhante acompanbamenlo.
A noils eslava exee lenta, e o nosso poyo eoncor-
reo para esse respeiloso acto.
A Igreja nio ptk etade do p
Conila-me qae tu bstanle dinhiro pira a sema-
na santa, mas am embanco tppreeau, qae tem to-
rneado a discordia no acampamento grego. Foi um
novo armador, qua quer esbulhar o Braga da poste
em qua ella de armar aot amigos, nat fastas em quo
aquellas loraam parle.
O candidato ha Imnorlanle, eHnc enlratem de
sociedide, o Braga loma a forqnilha, embora se a-
gasle e deixa os amigos.
He cerlo o, rifo amigo, amigos, negocios a
parte. ,
Sade e quanlo apetece Ihe desejo por toda a
vida.
2?
a mtis1 lenra_i
lem ot se
PERMMBICO.
INTERIOR.
DE
verdade tem disfarce a Napoleo, e se esle Ihe es
creve dizendo, que ler de conquistar seu roino~~cJP- la das maia assustadoras, o que era na realiade o
mo Heurique IV e Filippe V, Jos responde que sua
posijao he nica na historia, que elle nao tem nc-
nhum partidario. Vossa gloria se ofluscar na Hes-
panha, assm he que Jos escreve a son irmao em
1808. Qual he o verdadero, o nico hroe deste dra-
ma ? He o povo hespanhol. S, sem chefe, sem go-
venro, tem djrecjo elle searma por ei mesmo e obra.
Nio se enentra um espio, ama guia, diz Jos. Os
camponezes quebram toas cjrrojas para que n5o tir-
vam nos transportes do exercilo francez ; al os cria-
dos da corte e dos grandes deixam seus amos para
ir.m aos exercitos hespaohoes. O novo rei fugitivo
vai s de Victoria a Madrid, de Madrid a Burgos,
com alguns ministros, com os quaes nao conlt muito,
estando no meio do povo ioimigo. Tal he este qua-
dre; elle deve cerlamenle tirar detta Correspon-
dance mais de am entino. 0 primeiro he que o pro-
prio genio, per immenso que teja, nao pode ludo.
EftedisSe em vao : o Achare na' Hespanha as eo-'
lumnat de Hercules, mas nao os limites do meu po-
der em sea proprio poder 'lie vai encontrar um
la jo do mais. e se veas columnas de Hercules, ha
para recitar diante dolas al o fondo uo ocano, at
preludio da cominojo actual. Preso por causa des-
la carta, elle nu lardou em deixar o paiz, promet-
iendo drigir-se ^Ejuopa ; mas a Europa eslava
muito longe, e GuaynqniL^p Equador era muito
mais oerlo. All lio que flcavao>Sr.Elias, eorgau-
sava ama primeira tentativa d'insurreijao.Comefleito
elledcsembarcava logo com alguns homens no peque-
no porto peruviano de Tumbes. A fortuna nao sar-
ria ao Sr. Elias, e seu sequilo era dispersado antes
mesmo que livessem chegado as forjas enviadas con-
tra elle, s ordena do general Torneo. Todava el-
le nao te desanimava e consegua chegar secreta-
mente a Lima, escapando a lodas as pesquisas, o Sr.
Elias rcappareceu na provincia de Ica a 21 de de-
zembro, annunciaodo o seu pronuneiamento, fa-
zeudo proclamajes, creando urna junta e o mais.
OSr. Elias conferio a ai mesmo o titulo do chefe
poltico do paiz, mas ao raesmo lempo ama de suas
habilidades1 foi tomar esse litlo provisoriamente, e
designar para o poder o general Bamon Castilla.
Ser bem succedido o Sr. Elias? Se na conseguio
angariar alguma tropa, he mu provavel qoe elle
desappareja. com sua junta ao primeiro choque, Se erro.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
PERNAMHUCO.
Parahlba 7 de abril de 1854.
Ha quasi urna bora que me preparo para comejar
a prsenlemissiva e que nao posso encontrar um pe-
riodo, que lite sirva de introito. Cornejo j a des-
confiar de minhas facoldades inlellectoaesl Parece-
me que os annos j vao fazendo sentir seus efletot,
que o espirito corneja a manifestar teu cantsjo, e
que vou entrar nesse ultimo periodo da vida huma-
na, a que chamara jurdicamente demencia, e na pra-
tica commum caducidade. Certamente rae nio po-
dr apparecer peor mal! Com quanlominha idade
j seja avullada, ainda assm rae nao jalgo cora di-
reilo reforma da classedos raciocioiadoret.
Alguns velhuscot conhejo eu, de idade anle-delu-
viana, que ainda grilam e barulham, ainda'slo pre-
tenciosos e presumidos, ainda perturban) e enre-
dara, aiuda dscorrem e raciocinan), ainda sao petit
mailrcs,uoe4, conquistadores, intrigantes, polticos
e philosophos, aos qoaes nanea fallara periodos para
comejar suas carias, themas para abas intrigas, mo-
l vos pira suas calumnias e razoes, para confundirem
o proprio Lucifer, se esle nao fora amigo cordeal des-
tes esqueletos ambulantes.
Um, entre oulros, conhejo eo, empertigtdo e ai-
roso, aromtico a pelinlra, qoe ma parece ama labo-
leta de ourives, o qual he capaz de fallar por Ires
das sem salivar, ao qual jamis faltou, nao direi um
periodo, mas urna catilinaria, um discurso iu folio
para pronunciar cm qualquer quina, entretanto que
cu, proh dolor '. nao encontr um periodo em meia
hora para comejar urna missica. Se o mal for em
progresso, se as molas desta machina te forem rela-
xando, nao lenho outro remedio senao pedtr-lhe re-
forma e fazer minhas saudosas despedidas aos meuS
devolados, chore qaem chorar.
Parece-me que Ihe eslou ouvindo dizer.Para
quem nao poda comejar nio esl meo principio.
Creio que lem razao, mas deixe-me aproveilar a vea
e nio me ioterrompa.
He cerlo que de lempos a esta parte, me tenho
sentido com o raciocinio em intermitencias, e se fra
medico ou cousa que o valha, estudara o carcter,
symptomas e cautas dessa enfermidade, qoe me pa-
rece ir alcanzando a mais algoem. Tenho momentos
em que nao posso ligar duas ideas, e 0 espirito rebel-
de recusa-se a ceupar-se seriamente de qualquer as-
sumplo, a razio disvaira ara pouco, e as consquen-
cias que deduz tio alentados detparalet, capazes de
embasbacar o mais acreditado loleirao. Parece-me'
que nunca sent taes symptomas, mas ao mesmo lem-
po recordo-me de haver litio um pensamenlo, nio
se de quem, que tinha por fim asseverar, que todos
desfru lavamos urna raar de barrea um certo
periodo que se renova.
Bcfleclindo um pouco, vejo que s com esta razio
se podem justificar cenas necedades, que s vezes
brilham como fogos fatuos por esse mando, e oque
mais he, na rainha repblica Iliteraria no luminoso
seculo das luzet.
Sobrja razio, agora o conhejo, linha quem disse
aliauando dormitat bonus Hpmerus._
Fajamos nonio aqui em tal materia, pois parece-
me nio valer a pena maior Irabalho, para provarque
a humanidade lem seus lucidos intervallos. Quando
eu me adiar em laes momentos a pararei a peona, qoe
he o servijo mais material qoe conhejo, depois da
escrivio.
Nada lem uccorrido .de novo nesle nosso pequeo
mando, a patria conserva-s tranquilla, e o futuro
parece ser nosso. Caminhamos com pastos gigantes
na civlisnjo e progresso, embora os penimistat, que
para se dzerem muito civis, nos Ucham de.insocia-
veit.
Apenas a senhora finanzas lem sofirido seus incom-
modos de venlre pela Ihesouraria geral, com pezar
de seus rariidiososlilhos, osempregados pablicos.que
al presente anda nip receberam o com que te
compran) os meloes.
He caso virgen) ou pelo menos muilo anligo na-
quella senhora, cujos intestinos at o mez lindo con-
servaram-se em muilo bom estado; c se Ihe nao ap-
parecer algara medico economico-financeiro, muiia
eente gemer neste lempo critico da viveras caros.
A esperanja, essa eonsolajio dos filhos de Eva, pro-
mell que muilabrevehaver diohelro em sufRcien-
cia sufllciente. M mesmo para mandar algunias de-
zenasde conlinhos para a corte, que agora bem po-
da soccorrer a vaqurnha dado-lhe urna sacca de fa-
rellos.
Os philantropoa agiotas, que aqu sobejam, ja olle-
reccm, a bem dos privados, compra aos ordenados
vencidos com eincoenta por cenlo de abate, e am
mesmo, o mais humano de todos, chegou a oQerecer
com 75, aucverandn que nao oflerece por mais, por-
que, alm de nao adiar quem queira, lem muilo di-
nheiro em perigo com os ordenados da cmara Ilus-
tre, cajos empregados, ha mais de seis mezes que nao
sabem a cor da moeda daquella illuslre corporajio,
cajo cabera visivel he melltor c mais pintado, do qae
qualquer oolro.
Feliz Ierra que lem em si urna 13o importante cor-
porajio de agiotas usurarios..
Admiro como, sendo Tis meus patricios Uo incli-
nados s finan jas, manda-se para empregos de fazen-
da individuos de outrat provincias.
Que para linanjas tem lano tuco
Como para cantor tem o coco.
Entrando no serio. Temos aqu bstanles mojos,
alias bem oonduzidos e habilidosos, que a falta de
rricios vegetan), que aproveitados serian) nteres-
sanies a si e patria ; mas jazem no esquecimento,
e nao podem romper o denso veo qae os oceulta, nem
anda para recebar alguma cousita na toa mesma
provincia, ao passo que se nos manda oulros, -que
muilo valem porque sao de contrabando. Feliz Ba-
ha I S recebes os leus, e os mandas para os outros.
Podes ler o orgulho de dizer que s a lillia predilec-
ta, embora las irmaas le conservera urna pequea
m vonlailc.
Os senhores thuggs eslo calmos, e s Dos sabe
o qua planejvm tm acus antros. O qae for cor-
rer.
Os vveres continan) carissimos ; e at(chuvas sus-
penderam-te com batante desgosto nosso, para dar
fugar a am sol abrazador.
Consla-me que S. Exc. pretende mandar lanjar-os
aliccrces de nm cemileto, e que j, est noraeada
urna commissao do engenheiro e dous mdicos para
escol lierem o local.
Eu quizera qoe fasse ouvido am cerlo depatado
provincial, que, a respeito de' cemiterios, pronunciou
um bem acabado discorso fnebre. Elle tem voto
na materia, e cerlamenle que nao te esqueceria de
diQerencar asclasses e mesmo a raja, naquclla futura
cidade de finados.
O local do edificio nao he diflicl de eselher,
e eu a presentara um, que s pode ser (emiyel aos vi-
vos, mas qoe dos morios sempre foi amigo, e Ibes deu
bous commodos.
Dos queira que vngue a idea para vermos Andar
o costume mo de enlerrar nos templos, e fazer del-
les foco de infecrSo.
Ha aqoi urna igreja, a do Bosario, que recebe to-
do* os cidadns Africanos-portuguezes, e raro he o
lia em qn para alta nao ctilrain- dous subditos de
S. M. A Ierra que sahe das sepulturas he* hmida,
lanja tal cheiro, que ninguem osofire no recinto. A
miinicpalidadc illuslrissima muda e queda nio sa
afllige, e nem obriga a renovar aquella. Ierra in-
fectan
Parece-me que alguem dar seu cavaqunho, por
eu dizer qoe sao porluguezts ot homens pretot,
mas tenho a responder : ,
Eu,al ha pouco terapo,ot linha como subditos de
alguma das mageslades da costa de leste, mas lti-
mamente li, que em urna medalha S. M. Fidelissima
reconhecora como eidadio porluguez, um prelo ou-
Ir'ora escravo. Nio podemlo pensar que Ul reco-
Dhecimenlo fra nicamente filho dos aclosde bravu-
ra e humanidade por elle.pralicados, e recardando-
me tie que Portugal se chama potaa da Negricia, e-
mendei meu erro, a astou pruraplo a corrigir anda
minha opiniSo, se me moslrar o lempo qne eslou em
T.RftfST.ATIVA
PROVINCIAL.
Soasa'o rtUztarta am 1 a abril a 1864.
Vice-pretidencia do Sr. Carneiro du Cunha.
JConclusIo.)
OSr. Barros Brrelo:Vedi a palavr# Sr. pre-
sidente, na ultima sesslo em quo se discalia o arl. 5
do projeclo da lei do orjamenlu, porque tendo o no-
bre deputado (oSr. Brandlo)apresentado urna emen-
da addiliva a essa artigo, os meas collegat da com-
missao de fazendi, qae lomaram parte nesta discos-
sao, oceuparam-se nicamente de combater a emen-
da suppressiva do 2 oflerecida pelo honrado mem-
oro (Sr. Mello Bago), e nada dittertm acerca desta
oatraemenda. Entretanto 0 nobre depulad funda-
mentando sua emenda, interpellou senio centu-
rou a commissao por nao haver compreliendido no
projecto de lei, a qu.anlia precisa para a exacujao da
lei provincial, que creoa a escola industrial, e a Cen-
tura do nobre depulad mereca urna retposla da
parle da convnissio. Vou pois.'responder ao nobre
depulad, vou dar-lhe ai razoet, qae teve a com-
raissiu para nio comprehender no orjamento essa
quanlia. Devo dizer que linha cedido da palavra ha
pouco, porque o nobre deputado nio se achava na
cata, a ella pareca disposla. a querer voUr; porm
logo que o vi entrar nesle recinto, pod de novo a pa-
lavra a passo a justificar a commissao.
A le n. 222, que creoa a escola industrial, dispoe
no arl. 1. o segunte: .
a Fica instituida a encorporada ao lyceu dula
cidade urna escola industrial para insiruejo daspes-
soasque se dedicaretn as profissei a artes indus-
lriaes.
Eita lei nunca foi posta em execujio; enlretanto
as leis do orjamento qua te votaram depois da toa
promulgajlo, continham tempre urna cerU quanlia
para execujio d'ella. Em 1849 a atsembla aulori-
sando na lei do orjamento daquelle anno a presi-
dencia para reformar a inslruccio publica, deu-lhe
urna aoloritajlo muito lala, muilo extensa, ama au-
lorisajlo tem limites, ama autorlsajao qu no meu
entender Ihe dava direilo, a fazer urna reforma com-
pleta em toda a inslrucjao primaria c secundaria -da
provincia alterando lodas as leis em vigor, a serae-
ihanle respeito promulgada. O arl. 4. da lei do or-
jamento a qae me refiro, ditpoe o segainle:
a l. Com ot empregados, elevando-se ot orde-
nado! dot profetsores de francez e inglez an>,con-
t de res cada um, e o de' obstreieia. a oitocenlos
mil res; ficando o presdanle da provincia autorisa-
do a reorganitar o lyceu e toda a insiruccao publica
aprovincia, dividodo-aera 3 graos, primaria, se-
cundaria, e superior.
Qae com tal aoloritajlo pedia o presidente refor-
mar toda a legislajlo em vigor cerca da inslrucjao
publica, he bem claro.
O Sr. Brandao:Poiseicreio qne nio.
O Sr. Barros Brrelo :He lao claro, lio eviden-
te como a luz meridiana.
Sr; presidente, esla aulorsajio he concebida em
termos lio latos, Uo ampios como diste ha pooco, qae
s pode encontrar limites, s pode ler paradeiro
porta do corso jurdico de Olinda, aonde o presiden-
te armado com ella, nio pode entrar porque Ihe he
isso vedado pelo acto addiciooal. Poda pois refor-
mar toda a inslrucjao publica provincial em virlude
desta aulorsajio,'-e, te como dispoe o arl. I." da le
n. 222, a escola industrial eslava encorporada ao ly-
ceu, se a escola era urna instliljo provincial, crea-
da como fim de dar inslrujio aquelles que te desli-
nassem as arles, claro etl que esta le esto compre-
hendida na aulorisajao dada ao presidente ; que por
elle poda ter derrogada.
O Sr. Brandlo :Nao reconhejo 10 presidenle
aaloridade para promulgar regulamento, revogando
leu
O Sr. Barrot Brrelo :Senhores, o regulamen-
to he ama le, promulgada em virtude de urna au-
loris^io desta assembla...
Um Sr. Deputado:Mas nio passou por 3 dis-
cusset. t
O Sr. Barrot Barreta:Senhores, a lei que an-
lorisou o presidenle a reformar a inslrucjao publica
he orna lei provincial, que passou por 3 discusses,
segundo os tramites legaet; por consequencia o
presidente armado desta aulorisajao estova no seu
direilo, revogando todas as leis que reganla iustruc-
jio publica. E, Sr. presidente, em abono do qoe di-
go lembrarei qoe a inlellgencia, qae a commissao
d hoje, he a mesma dada por esla casa desd 1852.
O nobre depuaso sabe, que o regulamento que re-
gula aclualmenle a instuc3o publica da pruvincia
ful promulgado, se me nio engao, em maiode 1851;
at esse anno, as leis do orjamento consignavara
urna quanlia para o costeio da escola industrial; po-
rm no anno seguale ao de sua promolgajlo, isto
he, no annqde 1852, a lei do orcamonlo votada para
o exercico de52 53 j nio eonsignou quanlia al-
guma para execujio dessa lai.
No anno passado, volando-te a le do oreamenl
vigente, lambem nao foi consignada quanlia alguma
para este objecto; por consequencia a asserablatem
rconhecido a revogajio d'aquella le, e qualqutr
censara feita a commissao por nio ler incluido na
lei do orjamenlo esla despeza he injusta,porque esla
intellgencit j fo dada, mesmo por' etU cata, o nao
c'umpria ti commissao de fazenda, leodo de formular
o projeclo de lei de orjamenlo,proceder de outro mo-
do, tenao lendo em vista as deliberares da casa.
Agora patsarei a apreciar a emenda do nobre de-
putado. Opponho-me sua emenda ; pejo-llte II-
cenja para o fazer. Mas nio me opponho emenda
do nobre deputado porque esleja convencido, de que
urna escola industrial, urna (nsliluijao- qualquer,
aonde se d ama inslrucjao que nio seja somente a
que te d am Olinda, nio seja proveilota para a pro-
vincia ; nao, senhores, o Brasil he am paiz eminente-
mente agrcola, lodos os seus recursso, lodas at tuat
riquezas, rilo podem sabir nem lem sabido senio da
sua agricultura. Ora o que leram era vista os nos-
sos primeiros legisladores, quando crearan) escolas
de direilo no Brasil ? Nio tiveram em vista tean
preparar homens com as habililajdes p'rtcisas, para
dirijirem a uossa sociedade. Mas, senhores, permi-
ta-se-mo que eu diga, que nos nio" podemos deixar
de nos ressentir do vicio da educarlo portugoeza:
principiamos o edificio pela copula, em vez de prin
cipia-lo pela base. Urna sociedade nao pode maB-
ler-se sem recursos, sem meos, c em vez de se to-
rera creado escolas, que inslruissem a nossa mocda-
de,que preparassem homens proprios para aproveilar
lodas as riquezas do nosso solo, do melhor modo que
everes.
O Sr. Bai lo Perdoe-m
depulad, a coocattSo de um direi
cumpri
igual direilo r
Maf.
vado accidntalo
pulados.quemei
Sr. presidenta
baslante par idos
colas da direilo, n
as escolas de te i enca
triaes, na livessem, ou
do governo, menor altei
enlendo como j diste,
pode ser explorada, tem
para o fazer. O nobre depuUde
em ama das sessoes pastadas,
gando o governo mand.
Irumentot'agricolat : eu i
do d'isto; porem aonde t
usar deesas machinas ? Ot noaai
aes ? nio : pela maior parta i
da crassa ignorancia p'ortagueaa ei
tr.il, nio sabem usar della*.
lavradores abastados, a ot de
qoe apenas aprendem direilo, q
nio ; eolio que h da gente hal
OSr. Metra: J sl diicutido
nobre deputado ?
O Sr. Barrot Brrelo : Nio,j
moslrando a carencia de genle
d'all concluir qua temo* necessi
que entina oatra cousa, qoenao taja
se aprende nat academias de direilo. Ma,
opponho-me emenda do nobre di
creajao desta escola, nio podeser
o nobTedeputodo,qaetomatMntoqaattu
erga Sua vx etoqaente e poderosa all
governo satisfazer esta necessidade pa!
olhar com alienjlo pira am ramo
servijo publiao', part esse ramo da
paiz, dessa industria moribunda,
meajada de urna grande crise ; e
obsta felicidade, te elle o conseguir!
emenda nada se faz : o qae ella
pouca cousa, qoe mala vale nio tac
do qae ella consigna, ot recursos da
permuten).
Senhor presidenle, concluo dizendo, qua v
a emenda, porque ao governo geral a
der a este objecto, porque elle inlcreaa
eo diste, fonte principal das rique
O .Sr. firandilo, (Daremos' em ol^
Tendo dado a hora, a discussao fica]
OSr. Presidente designa a orden
vanta a sessao.
i.-. .;-
Sessaa'ordlaaria,aB8daabrl .
Fice-presidencia do Sr. Carneir,
Ao meio dia feila a chamada veril
presentes 32 senhores deputadot.
O Sr. Presidente anca a jeatao.
O Sr. 2.o Secretario l a acia da aaaaaa
qae be tpprovsda.
- OSr. i." Secreta) t'o menciona o seg
EXPEDIENTE.
Um oOicio do secretorio da provine
do quese aeha expedida a conveniente orden
ra municipal dasta cidade,- para dar diplome
palado snpplente que lera de preeucher a
tente.Iuterada.
Outro do mesmo, acompanhando
exemplares do regulamento de 31 <
ultimo, sobre a cobran ja do imposto da
escravo exportajjD para fra,da
tribuir.
Um reqaerimento de D. Lalza'lj^^B
Pinto, reclamando a necessaria deci
demnisada da dTeninja que deixon dt
fornecimento dos medicamentos par
cadeia, feito por seu fallecido m,-.
to de orjamento provincial.
I" m requer ment da diversos morador
balito pedndo, que ulo'taja >ttenditla i
de outros moradores do mesmo lu
ram a an nexajio da.urna parte da .'
sea ao Pojo.A commissao da ettatistie.
Foram lidos a approvados os seguinles paroet
A commisso de ordenados examino
ment incluso dos empregados da Ihe:
vincial, qoe pedem a assembla provincial
seus ordenados tejam igualados aot dos i.-,
dos da Ihesouraria geral. Antes de
opiniao, julga a commissao conveniente t
zo do governo sobre lal preltinjao, a atsiB
recer qae, pelos canaes competentes,
respeito o-Exm. presidente da provincia.
Sala das commissOes 8 de abril de 1854.H
nondat.Barrot Brrelo.
a A .cominissao de instrucioo publica, a
ram presentes os requermeiitos dos
1. lellras, Salvador llenriques de
Vicente Fcrreira Colho, am que pedem, -
sa Ibe conceda a jubilajao coan.o o
cootl ao lempo que tem exercido o _
2. que se Ihe mande dar agrnlificajioij
aftigo 61 do regulamento d 13 de maio
he da parecer que, palos canaes compeleal
ouvido o director geral da Inslrucjao publH
mencionado regulamento.
Sala das commissOes 8 de atbrl de 1854J
Brrelo.VarejaoPrancitct Joao.
Tambero he lido a approvad.o o segunll
Sendo presente i commissao de i
deres, o diploma appresentado ,pclo Sr.
quim de Souza Lelo, convidado pela ci
nicipal desla cidada a tomar assinto nesta
em lugar do Sr. Dr. Joaquim Pires Machi
tolla, que havia sido dispenso 4e conllj
mar parle nos seos trabalhos, em con
requisico da presidencia da pro vi
nio a mesma commisso, que s. d asseol
ferido Sr. Souza Leio, visto aclur-so o seu
ma legal, e constar pela acto da aparac^aj
a elle compele a supplencia, a que ro i
Sala das commissoei da attamMea
vincial 8 de abril d 185*.Eigueira:'
Iguiai.
O Sr. deputado he introdazido.com
des do regiment, presta jaramente aj
He lido a approvado tem debate,
to,'o projeclo n. 14 de orjameuto i
Entra em discussao o parecer |
zenda sobre a pretenjo de Manpel Gonji
adiado por ler-se assignado vencido o
Pedro.
Vai mesa e he apoiaio o segonle
Bequeiro qoe fique adiado o parece
compareja fl^rTJosc Pedro, que assignt
Barrot Brrelo.
Tendo entrado na sala o Sr. Jote ]
adiamelo prejudicado, e.contina,a di
O Sr. Figuciradc Mello:Sr. presidanle.lcvanlo-
mc nao para impugnar o parecer da commissao de fa-
zend* e orjameuto a respeito da pr elijo jao do eroprc-
zarodo Ihealro.pedindoaesUiasseinolaiimaindeT-
iiisajo do seis conloa de res pelas duspezas que fez ;
mas sim para pedir alguns esclareciuaentos nobre
commissao, provocar de cerlo modo jes, c hibililar-ma a volar coa ta4o eoDuaei-
menlo de causa, com loda a cootcieaeia. Eu esto-
va persuadido, que quando se remellen quaasquer
,.mni hnmon. n. negocios para serem examinados petocatnmtssOes da
fosse possive, fomos crear nicamente nomena pa-i "" ,,v,,:t,
"^ ... mw.ddann nao casa, era para quo ellas detsem, uao simples
ra governar nossa sociedade, urna socieaaae que n^o
poda progredir, que nao poda caminhar na
va do
progresso, sem qno as suas fttnles de riqueza fossem
bem exploradas.
Srs., os nobres depulados nio entendam, que eu
tou contrario existencia do curso jurdico, nio; seo
llodevoladoao curso jurdico, que enlendo, que a ei-
plicajlu de nossas leis, e principalmente do nosso
pacto fundamental, helio itetessaria, queeu quizara,
que as escolas primarias, a par do calhecismo, se
letse, s explicatsc a conslituijao ; quizera, que a
nossa conslituijao estivesse por assim dizer encarna-
da no fspirilo tie lodos os nossos concidadaos desde
a mais tenra idade, mas noto bem a casa, que eu
nio quero, qne a conslituijao seja encarnada no
espirito de nosso concidadaos, destte a mais lera
idade, s para vt-los em cada esquina bradando por
seus dircilos, nap; a esto respeito, senhores, cu ligo o
tabioeprudenteconselliodeMr.Dufaure na assembla
nacional de Franja, que seja-me permittido referir.
Dltlessetltislrejtahcezdirigindo-se aos termelhos:
a Se queris varf ordem publica reslabelecida, se
queris vara iaz consolidada, nao falat somente ao
pavo o^ateirnraitot, falai-lhe lambem des ae de-
veres : Dieos qaandofonnou o homem e deu-lhe a
famllil/nSD fallau-lhe de seus direitos, fallon-lho
Idcteuteveret. Assim lambem, eu quizera ver os
sua opinio, mas todos os esclarecioTtntot
melos dessa sua opiniao.
A nobre commisso de orjamenlo apr|
a saa opiniao naa e descarnada, c
que despticamente, sil pro ratione
nha vontade he de razio, a basto
pretenjaodo emprezari
O *'j. Carneiro da Ctutht
O Sr. Figueira dt Mello :
do a commistlo dar ps esclarecn
ecoma franqueza pro
qqe cpslumo' usar n_ae
vas, uevo observa
lo modo aos seus dever
rom enlendo, que a, co,DinMtJ^^^^|
decla/ar o* "


a de sua opinio, e
amento as l.
razos do aaaprezar tistlo deveria dizer
o empreuro funda-sa a aquella oo-
lra razio ; a primeira n taes e
laes motivos, a segunda (Jor laes i rceira
etc.,cale me parece daveria ser o procedmento da
commisso,jorque smeule desla maneira poderia
ella talttfaJip etpeclflva da casa; quando
toa a* seu tiatne a pretaajaa do emprezario^


I ;>' .
t Bartefo :-

*
%

V

O sr. Barros Barrea :-0 nobre denotado lam-
ms 0.10 ha de qnerertimpor a sua opinio com-
miNjb).
O St. Figueiraie Mello :Perdiie o nobrp deou-
ladO,m Dio lar emiliindo pintao nenhurna sobre
a malaria eilou apenas declarando, que a comraif-
HopiwcenSo lar.iMMMl^t espeetttva da ea-
.|
Vm Sr' P" raudo i commis-
So.
OS'-.W fczer cen-
sura.o mi vint.ia a lo_
dos oe pede, aopoderci taze-tes
a ejromiiso T tBMU dire|0> eo
em, uma vez que o
(o com lo ,, guardadas as regras d e
con veuienca, como aupponhopraticar nesta eceasiao
Sr. presidala, se acaso o pretndante houvesse
mandado imprimir o scu requmenlo e assim'po-
dease etleelicgar ao conhecimento de todos os mem-
bn da casa, eu pedera talvez dispensar os esclare-
cimenlos que i commisso devia dar-nos ; mas uma
veiqae esu irapressao nao appareeeu, e os papis II-
carara enterrados as pulas da commisso, parece
qae com toda a razio me queixo da falta de esclare-
c tenlos em assuanpte de lamanha imporlaocia. De-
roa parece-meque a nobre commisso ama ve que
lauta da provincia do seu relatorio, deu de
do o enionder, que a coiisignacao marcada
parao theatro nao era sufficiente, que achava-se na
gncao de examinar essa mesma opinio
seta para que nos nao fossemoa deenconlro
aotoridadeda provincia.allenta a hermo-
nia, qae elisia entre elle e esta assombla; porque se
la modo regetar a prelencao do empreza"
claros os fundamenlos em que nos es-
. Por isaosem comprometter-mea volar pe-
retencio do empreiario, sem emiltir por ora o
o, eu desejava que a nobre commisso, sup-
tacanas do seu parecer, nos aprsentasso s
ella tete para presentar esse descarna-
car, que sao sem duvida muilo poderosas, e
lo por seu proprio valor, como pela defieren-
ifeato aos nobres membros da commisso,
n toclinem a votar pelo seu parecer. Pot-
ado com franqueza que a commisso nao
oimoi deveres' nesla parle, e que as razoes
andas pelos, honrados membros poderao ser de
MgnUude que me levem a votar pelo seu pa-
, provoco a nobre commisso do orcameulo e fa-
iaa,iquehajidepreencheralacuna do seu pa-
raeer, e espero ser allendido.
QSr. Cmaro da Cunha diz ler pedido a pala-
elamar conlra,o supposto enterro, que o
inte orador suppOe ter feito a commisso de
nlo icumenlos que inslruiam a poticao
[.'I a, porque, se o honrado membro Hvesse
" na sessao passada, teria conheoimenlo
-' o foi lida, e que oulro illuslre mera-
J nes occasiao declarara, que no conhecendo os
Hvos aponUdos, nao poda volar com inlciro co-
cnnenlo de cusa, pediodo por isso, que loswm a
*|P e o parecer Impresso. ; mas que elle orador,
weupsva a cadeira da presidencia, indete-
wquerimeolo, nao so por nllo ter sido feilo
jw, como por estar esse pireeer por sua nalu-
do, visto ter-e assfgnado vencido ora dos
iras dacommisao, vindnauim a licarem 24 ho-
' *3KJpar a malaria, alm de, nao ser
costme imprimirem-se documentos.
'alga/ que vista disto, nao ae pode diier que. a
orto enterro o parecer ou oecultou os dcu-
hiWd de pensar este, que he devido a nao
lo memoro a qoem se refere, conheci-
mealodo fado que acaba de expor.
|oe, seo nobredepuUdo se reeoraasse da
parte des pareceres da commisso de orcamefl-
eria que ella lem denegado quasi todos os pedi-
temsido feitoa assembla, nao lano i.or
nao ruerecerem altencao essas prelencaes,mas o-
4 deucencia de meios dos cofres, e ailendeu-
l -pa nao hara dinheiro pira obras publicas e
rjobjelos de grande necessidade, de modo que
y Inspector da thesouraria receia qqe no prin-
inno faluroseache a telenda provincial em
reos para acudir as depezas j decretadas ; ra-
zio pela qual torneo a commisso o seu parecer raais
curio, deixaodo mesmo de entrar na queslo de e-
de, visto que, quaolo a jaslica, julga elle ora-
irqae oroimonobre deplado, ha de concordar
qae ella nao exilie, nem o peticionario a alle-
gon.
ie no principio de que, para a decisSo de ne-
laes, oque primairamenle se deve indagar, he
i dinheiro, nio duvidou asaigoar o parecer tal
ha. e'tanto mais quanlo, o nobre inspector
Ihesoofaria lie o priraeiro a bradar que nao ha
airo, sendo em a razfio que den para nao assg-
jfc 'un parecer ha pouco submellido a coosideracao
W da tasa pela mesma commisso.
ftu,Pedro dando os motivos que |o le-
varam a assignsr vencido ao parecer qae se discute,
dii qae qaando o auno passado consigo.ou no projee-
a de lai de oream'ento 12 conloa de res para o Ihe-
lro,nao saba que eslava elle desprovido inleiramen-
< t-de 'deedracaes e vesluarios, e nem Ihe occorreu-
irio fazer o contrato que se fez, se
!ria consignado quota maior, visto que com 12
conloa nao era posslyel, como nao foi, fazer-se tanto;
ri devia suppor alguem que eslava elle
conlwdicojufgaudo o laclual emprezario.com
silo a tima indemnisac;. Declara qae nao he
m dos que mais favoraveis se tem mostrado por
Indemnisacoes, mas que nao quer levar, o rigor a fal-
tar a equidade quando for pedida sob fundamenlos
que nao podem ser recusados, como no caso em
o.Dizqoeoemprezario sendo obligado dar
daas pecas novas por raez, deu lrest cquatro.o que
muilo coiicorreu para que tivesse theatro hoje os seus
i ineorrcr para fazer- geme eeonomia; que o mesmo emprezaro foi ao
\ ode Janeiro, fez avultadas despease empregou lodos
sen alcanceparaonsegur urna companhia
"tea, que Ihe doria direilo a reeeberdos cofres pu-
ja mais 6 copio de res, podessmamas como nao
igaja-l ipresenloiwm substiluieSo umaeantora,
te eompanliia dramtica, e o melhor corpo
rae pode obler; o qual lem trabalhado
*"aeBado lempo mareado no contrato, e continua as
entacSes ; que foi prejudicado com o pa-
. los ordenados dos artistas no mez de dezem-
fc n eonsequencia de ler o lolo pe fallecirocnlo
raihha de Portugal espacado as recilas
do este mez, que pelo contrato devia ser
finalmente quecr reconhecido por lo-
J se lem esforrado nao s para comprir o
U>i como para excede-lo, com o que muilo
Tido pan a sustentarlo do Iheatro, e que
eaforeosUoliamsido rehumerados pela
assemWa, qaando coneedeuao emprezaro Germa-
odos de res, nao obstante ler elle
obvenco n8p era muilo que se
lualemprezarioja indemolsaco que pedia,
aanlo o seo prejuho era inconlestavel,
raspofdet.o- orador que o precedeu
statseiPe. acerca do estado dos cifres
Toma em referencia ao eiercicio faluro
fia m trrenle, a que perlencis a despeza da in-
demMsacji) pedida e com-ella contava a Ihesour.ria,
visto ter sido comprehendido no contrato, e dever fal
emprezaro spresentasse a cempanfala ly-
te mandando i mesa a teguinle emenda.
Traneiieo JoSo ( datemos em entro nu-
mero. )
AdiscessSo fie adiada pela hora.
guada parte da ordem do dia.
ContinuaeSo da segunda dscussao do orcamenlo
provincial, artigo ."> e seus paragraplios.
O Sr. Meira ; Sr. presidente, podi a palavra
\ i sobre a emenda suppressiva, crelo que rfo Sr., Mello
j *e*^a>epeit.dog2doart.5doorcamemo.
Nao pretendo por, Sr. presidente, em duvida, ou a
uiilidade, en a vaqtagem que possa haver em crear-
Mi ideira de economa poltica no 1yr*u desla
le $ desejva smente saber oqne significa esta
':. WEBS!^*** ('"'relo.
, que me precederam e jislifi-
lessoaencarregada de Jar
IV u, nao era verda-
-lor, nlo a masire, nao era
lente, nSn Mrrha ordenado, nao liona gratificacJJo ;
f que da va Uj^parde eeonomia poli i
0ri* ~^a '<-eeesrio qual quer
1,ie em blico, como o lyc Se da
capital, sabe a uma cadeira e da lices d eeonomia
polilici, o que ser Eu nao sei o que be, e nao sai
B** mesmo, sea commisso de orramenloeslava autori-
sada para consignar uma quofa da.;*00s> par.i esae
homesn qndi HcOea de economa pililies, que nao
he profesjor, qae nSo he mestre, qne nliriie lenle,
qae nao lem ordenado, que nao tem gralifcacao,
mas que ha um horaem quo da licaes de eeonomia
poilca. Nao eonleslo a uiilidade que resulta desta
eiie1ra mas se se enlende quo lie ull! o ensino de
economa poltica no lyco, crie-se orna cadeira desta
disciplina e dc-se ao professor o ordenado conve-
nanle, mas sujeile-se elle ao regulamento doa de
mais professores, lenha as mesmss obrigacises, deva-
nee direitos que asles tem,tanto'mais quanlo a nobre
commisso nos ;disse, e eu nao contesto que a pes-
ICO, TRfA FEIM
jo correte mez,
soaencarregada de dar essas lete*, he hoje mais para quando lora convooadoo tal tribunal dos meus
habilitad, que lemos para-ensinar economa politi- pceados : anda nao havia eu acabado de responder V Pubt'Mt"aten D"tr">< c" -"na
.Arque. he a mais habilitada para ensinar, inUmarao do agento d'altajuslica territorial, quan- ^i" exaolid0' cora eu '^escrevia.
,, segundo aqn. sedisse, he um lente da do corta-me a voz na nulla amrressBo rin L- M"s iue podem eu fazer, qundo nem,
cadau a. t9nd,qoeiS50 poz:vZ ^ZZ^ZTrri^r^Z :Z2xTta^Td0^ ranled "*S .davezmai.fortincad^o ESSi::::: :>v-
querereiqueamhomemaujos tlenlos son o pri- Vmc. na villa, para uma diligencia de imnortan Benledle re8erva foaesallend"la loa prelencao. O animo de lodos pelos constantes exemplos, que len, af bom.........!>L
meiro a respeilar, ensine economa poltica norflftt ria rntnmi,, ,,.i j nosso eirnrgiSo o'excntrico Ferrer, atlribne aquella pelo correr do lempo dado o uniro svslema de me- resollm ........
quando o professor de la.im, de S?"1 Z^^xTr^ro ^t^ ,ZZZ -'>m differentes. ediz, queo -. com undameutoe
1:0008. _:___i. ... foi apenas orna hervsipela, one sendo benzida.
_ nugo, pefor nodena acn ecer-mp. rnmn ir. ..... F H k ra.
:000.
Sciiliorcs, ou a cadeira he
migo, peir pedera acontecer-me, como se por ex-
nao : se he cmplo Hvesse de ir agora responder a uma dessas
------> -.i n oiu, ou nao: se lie cmplo iivesse de ir acora resoonder a uma man ,7- Z....... r. H"" raremos por mosirar
la^t-55!?-*-' ?* ?"?-<*- llanamente apocia em desa- meiro dia compareLem .o^o SgSft ^^X^t^^^t^
juizes de relo, e logo fosse abcrla d sesso, e apre- bre amarclla, e que lera "ido possive ajuzar-se de
a nos dilo aqu que nao incluir a despeza da es-
cola industrial, por eslar a lei que acreou revogada
pelo regulamento de 12 de maio, claro est que nao
tendo esse regulamento feilo mencao desta cadeira
deecouomiapolica, lambem ella a nao devia con-
siderar. Disse oque tinha a dizer.
O Sr. Jote. Pedro responde ao precedente orador
e oppoe-se a emenda que restaura a escola indus-
trial.
(Contiuxtar-se-ha.)
cmara municipal do recite.
sesso extraordinaria de 29 de mar-
CO DE 185.
Presidencia doSr. barao de Capibaribe.
Presentes os Srs. Reg e Albuquerque, Reg, Ma-
mede, Vianaa, Garaeiro e Barata, abrio-se a ses-
so, e foi lida e approvada a acla.da antecedente.
Foi lido o segainte
EXPEDIENTE.
Um ofTicio do Exm. presidente da provincia, de
20 do corrente convidando a cmara a assistir ao
cortejo do dia 25desle a'nniversario da Constituico
do Imperio. Interada.
Oulro do advogado, informando que Ihe pareca
razoavel a reclamarao que faz Miguel Archanjo' de
Figueirdo, para ser modificada a mulla de 50 por
% do regularaenlo de 23 de selembro de 1852 ; mas
que oulro lano nao julgava respeito de ser o pa-
gamento do imposto dos carros de aluguel feito em
duas prestares,!como quer o requerenle,parecendo-
llie anles ser couvemente que a cobranca se faca
d'uma s vez, por ser mais fcil, exigir monos es-
rripiuracao. Inteirada, eque se iuformasse con-
venientemente i S. Exc. j
Outro do solicitador, dizendo haver recebido do
procurador 4 termos de infracrocs ;is postaras, com-
metlidas em S. Amaro de Jaboato, c adiar-so em-
barasado cm-lhes dar anilament, porque sendo pe-
queas as multas, nao ha um so offlcal de jusliea
que queira fazer qualquer diligencia fora da cida-
de pelo contado, entretanto que preciso se faz as
vezes., que elles tao ao mesmo lugar, duas e mais
vezes; pelo que lembrava a cmara, ser convenien-
te que os fiscaes se incumbissem de promover pc-
ranle a autoridade competente a execucao dos mea-
mos termos. Que se ouvisse .ao advogado.
Oulros(3) dos fiscaes de S. Antonio1, S. Jos e Boa
Vista, indicando os lugares, as referidas freguezias,
mais proprios, para' os despejos pblicos, aonde j
elles se fazem. .
Resolveu-sc que em quanlo outro syslema de
limpeza geral da cidado so nao adopta, os despejos
podiamser feilos no lilloral,anudehaja ou nao caes,
com lantoque os conductores das'vasilhas as despe-
jem sempre n'agua, e nunca sobre o caes ou rampa,
bavendo nesses pontos scotincllas que nSo cousiu-
(am que a limpeza se fara d'outro modo; o que ues-
te sentido se offlciasse S. Eic. em reaposta ao
officio do Dr; chefe de polica, cobrindo outro do
director das obras publicas acerca desee ob jeclo.
Oulro do fiscal de S. Antonio, dizendo que, ten-
do querido vedar que paisanos, e mesmo soldados
da cadeia salisfacam com grande indecencia e im-
moralidadc, A qualquer horado dia s neressidades
corpreas, por Iraz daquella prisao, ses respeito
s familias que all morara, e aos que trai citara na
ponte";aislo se tem opposto os mesmos soldados,
pelo que pedia a cmara providencias afii n d que
uito continu semelhante abuso. Resolvm-cque
iln nno-m ..!.. .i___ i t Juize e taclo, e logo fosse abcrla rf sesso, e apre- bre amarclla, e que
'aSwllL ne no 2 '."h sentados o, competentes sumraarios. Cousa singular; outro sVstema.
he. poraue faz de m.m r*sna----------------,--------- ,_ ,. Quando um adviduo he aneciado da fehre ama-
lete, nao tem gratiiicaco, nem ordenado.
Como disse, entendo que a commisso nao nodia da sua nnliria h mm r a "!"1""" "npeienies sumraarios. Cousa singular; <"'= ouiro sysiema.
^ire,tadMpeza novelo, porque lend/elta ^^P^Zt^^J. T^^'JS^Z^SS^Z *
.da es- serrimahumanidade, quando nao; nao. Se, Como Uouqua.ro .sOes prep.ratr.s7-iS.TK ?~i^~"r """^ta he benigna, ou se
pens, uver com o meu fraco auxilio de concorrer continuar assim -
para o grande fimsoral da exlirpacao ,1o crinft, ,le Aberla a sessa1 de que fallo, entrn loso em iul-
as fSS^J dISCnCa ^ qUan- ""-" a r PJ J aqina arN. rneno a
las lorem necessanas, pnis quo oucoecommove-mc mais moderna om nrictio 1____ >
-------. '"os luoaerna em pnsao c mesmo em pronuncia, e
olo generoso a minha cuiade fijao, que elle de tao
bda vonlade retribuerme em alqueircs,eis queapps-
race-me em hora minguada um beleguim, por par-
le das jusrcas de el-rei nosso senhor, notificndo-
me, alim de comparecer prxima sessao do Jury
nodia 3 de abril futuro, pois que somenlo 14jui-
zes (I 1 ),se rcuniram no dia 20 do
Dos o leve a salvamento. Al outra vez. .
(Carta partdular.)
ita-- ,
palliia!-,
Nao temos conhecimei\o de que ogoverno tenha
procurado-^preciar as vanlajijin" que. leva a liomeo-
rtiHibl'i HIT PtA Ik'tl UA patilla sobro\s\Mema mal j!SE9ev'<'amentc alcu-
tU.HAIitn\ lili rAW V ALIltt. nhado de rarifyt, nq IralamenloSi* Rraode maio-
9 de abril de I8M. riadas enninniaes; ese inda aTfttt^m lia, que
Muilos das deixei passarioterrompida a conlloaa- eontete osla verdaVa cerlos respeilos,>neio que,
can .1.. mkM ..i*,. .a quando se treta da fe Nt-amare la, uma voz mnisona
Sao da roinhas missivas, es qo.es com bem prazer i9Ya,a em faVr doT^ma de Hahnemam:
vi publicada no sen Diario, com a mesma pontoali- Desde que pela primeir.. *z appar
^^:,rLr uTleT^a ^eeTmevtt^ ^S^pS^^^SSS
academia Jurdica de>,inda, ser ^T^ ZT% Cctor T^tl^Z '-? -permit.ia a soUicit^d^ue empreaneino p^^g^^Tft^^^
mais connderacao, nao deve eslar abaixo de um len- cara de um irmo terrivel de ordem do senhor 'es,nl'clec"Denl0 Jo mea cll"' '** <>o Egipto? Em- Var nao menor numero dos que se achavam as mais
tedolyco,loccionandosqaintas-feiras, e com o caoilao deleitado eslea nre, nnrn,, hmnm9 m o homem esta salvo, e nada menos leve do qne graves eircumstancias, e entre esees muili dos que
ordenado de 4009. Ea sei que as lices sahem a fi Br-u,n,l ih ,. ....^ a oma vioIeDta '^bn, motivada pelo juslo.recenlimen- procuravam-a per se juigaram perdidos peiosysle-
a t>9 liesponuo-lne ass ustadissimo, rambaleando, com o.im.iiWs. A v, na racional.
osolhos torvos....- se.... so amanhaa nim U.r l ^"P"^^ pelo eommand.nle da esU ctewa se tm Mda ,, mah forlMead
,_....,, i^Kiicuu, ii ausoiviua contorme
doexercido aulondado nesta Ierra, os seus collegas, i0 tribunal, que desta vez fo. bem
que osobrovivcme aqu residem por seus grandes usados,
peccados nao poderao dizer-la mui anchos : esta-
mos seguros, bem que, como cumpria-nos por lei,
tenhamos processado ou perseguido este ou aquclle
facinora sem lei, sem r, sem consciencia, sem rcli-
giao, sem pudor; estamos ao abrigo do bacamarte;
a autoridade publica nos garantir. Pois bem, par-
taraos; bem empregados cnleudo que sao os meus
estorbos; a sociedade os reconhecer; guerra de ex-
terminio ao axsassino, ao homem desalmado, que
traz o lulo e a desolacao ao corarao de uma familia
pacifica!... Mas...' oh !... engann 1 engao!!...
Nesta roda viva, digain-me Vmcs. se he pos-
sive a um pobre diabo de serlauejo escreviuhar
para o senhor Diario de Periiambuco!
Corre por aqu de plano, que fra apresen lado nos-
sa assembla provincial um projeelo, crear/Jo mais uro.
termo nesta comarca : se bem rae record, quando o
anuo passado se discuti a creacao da freguezia de
S. Bento, venecu-se, que a commissSo de cstalisli-
ca dsse a sua opinio ou otrerecesse algum Iraba-
-I lio acerca da materia do segundo artigo d respec-
tivo projeelo, que eriga tambera em um termo a
referida freguezia de S. Bento, enlao creada, e a do
Buique, arligo que nao psso, por que houve quem
impugnassv a couveniencia do ponto ou local esco-
lliiilo para o novo termo. He sem duvida deslc ob-
jeclo, que ora se trata. Constituirn, segundo nos
informam, o novo termo de Aguas Bellas, a fregue-
zia desle uome, a do Buique, e Papacara. A ser
verdica a informasao Iransmitlida pelo nosso ami-
go dessa capital, indicando-nos a linha divisoria ou
os limites do uovo termo de Aguas-Bellas, como
esta no projeelo: nao podemos encontrar uma razao
justificativa para semelhante divisao ; nao contesta-
mos,, como se v<",'u, vanlaaens d tal projeelo ; bas-
ta ler em consideradlo a distaucia, em queda sede
desta comarca, esf os povos das duas primeiras
freguezias, a popularo que ellas conlm, e as de
mais vantagens sociaesequ^se deve esperar, sempre-
que se circumscrevc em limitada rea a acelo da au
toridade publica : smenle a parlilha, qije conside-
ramos um pouco leonina, he, segundo a nossa hu-
milde opinio, por esta razao simplcsmenle m. Es-
te termo de aranhiiiis (prescindimos das duas re-
feridas freguezias de Aguas-Beilas c Buique) tiran-
do-sc-lhe Papacca, cujas raas csto a cinco leguas
de distancia da villa sede da comarca, e a dezeseis
da povoacao de Aguas-Bellas, Picara reduzido a
quarla parte do territorio e popularlo que hoje con-
ta ; e nao seria mais consentaneo com os interesses
dos povos de la e de c, que smentc s duas' refe
ridag' freguezias Aguas-Bellas o Buique consituis-
sem o novo termo *
Ainda infelizmente nao foram capluraos os man-
dantes conhecidos do assassinato do juiz municipal e
delegado supplentc desle termo, de que fallei a Vmc.
em a minba ultima. Clama-se e ciamar-sc-lia sem
pre pela represso do crirnc, e perseguirn dos cri-
minosos; islo he louvavel ; o que he, porm, lamen-
favel, o que he dcsanimador, he clamar-se no deserto!
Quando o crime reveste-se de cortas cores, quando
------..,._ ..w^.- V...HU v vniiiv iciBstir-; tic curuis uur
se addicionasse mais esta circumstaucia no oITleio he precedido de certas circumstancis; quando a
para S. Exc. segundo a deliberacao cima, fim_de lela que o involvo se torna demasiado transparente
. ------------------------...v-u ..,.a, ..un, uc Lu, que o mvoivo se torna uemasiado transparente, me ae lenmento, de/endido pelo Dr. Paulino dos arnos ara ver como se passam os casos graves,
que fosse a guarda advertida par assim n;lo pr*e- e deixa entrever teda asna negrura ; quando osfios Sanios, e foi absolvido ; eo processo de AntonioRo- U porqU^ aPrese,nlem desue seu principio com
der e-antes vedar semelhante pratica. dessa trama de sangue (refiro-me ao assassi.ui.o lo que Rodriaues or offesa, nl.vsica. JJZlZ Sf "2&a^lf!!!S*?5* 0Q PTOe
t
?

venha concluir do exposto, que o actual delegado cs-
teja de bracos cjuzados ; nao, nossa convicrao, po-
rm, e a de mais alguem he, que thais alguma cou-
sa cumpria-lhe fazer cerca dcste negocio ; espe-
remos.
Nestes dias tem-se elTecluado algumas prisoes:
Antonio Geraldo, um dos da celebre quadrilha do
l'6f;o-Comprido, que em 20 de dezembro de 1848,
invadi noile a villa com o inluilo de assassinar
ao advogado Miguel Primo Villar, a mandado de
ns amigos do conhccimcnlo do mesmo, o que fe-
--- "Uiil M<7 BUHA |HII III?
e o maisBoroo ! go Albuquerque.-Hanna Mamen,-va meiro
-fego.Barata deAlmeiia.
r
Garuhiuu 38 de aaarei ata 1854.
Os muitos encargos que sobre mm pesara, ciis
que Indo o fardo da idade, ja ^bem pouco I eVe na
verdade, a qual, rverentanient, tocando-; me no
liombro com descarnado dedo',, me atola un s futu-
ro prximo o invern da existencia^; to das es-
tas causas reunidas, digo, negam-me qfllle vigor
e idooeidade, de Mil DE 1854.
bem desempenhar a inhiba larefa do. uoticiador. provincial, que sao seus amigos, para a concl___
Ainda mais: Mal nudo o iraballio da queima dos da obra da noanmatriz, que.he a menina dos olhos
meus nobres roracfos, e clspoaho-me a laucar a este do Sr. vigaro
mal
, n.lo
diriua, que com fundamento e justic se pode cha-
mar racional a homeopalhia.
Procuraremos fugir de divaeacfies, e por isso em
progrcdiria tanto. p01icas palavras Uremos por mostrar as vantagens
r n nnriiiilira dn iun tnmn nir >d -..^ An,;_ tao boje geralmenle reconhecidas. e nne tem m
propicio aos ar-
der, e -antes vedar semelkahte pratica.
Outro do fiscal da Boa Vista, parlicipai ido que o,
caesda ra da Aurora precisa de ser rebocado em'
algumas parles. Que eqgcnhciro corde odor de-
clares qual o concert de que precisa o c es, e em
que parte. ,
Outro do fiscal de S. Jos, pedindo pa gaineulo
da.quanti de 3?000 rs., que dispendera ce im oeh-
terramenlo do um cavallo apparecido na ra Au-
gusta. Adiado.
Outro do. mesmo, remetiendo o mappa do gado
morlo para consumo, uasemana de 20a 26 do cor-'
rente. 447 rezes, inclusive 61 pelos par aculares.
Que se archivasse.
Outro do amanuense, servindo de cont idor, re-
metiendo a relacao das ledras que se ve ncem no
priraeiro do mez subsequente, afim de se rem tira-
da* do cofre. Que se tirassem no mesn lo dia do
seu venc mente.
Oulro do administrador do cemiterio, r< (metien-
do a quautia de 3a000 rs., diOerenca que pagou a
irmaudade de S. Jos d'Agonia para sepu llar em
made suas catacumbas o cadver da sna irmaa,
Anna Francisca das Chagas, i que se refere a guia'
6678. Que se rcmetlesse ao procar.ii lor para
o fim conveuienlc.
O Sr. Gamiro fez o seguale requerime nto que
foi aprovado.
Requeiro que o fiscal do bairro do Reci fe infor-
me por escripte sotrc a uiilidade ou nao i- ililidade
d'uma praca publica em Fora de Portas, i lo terre-
no concedido ltimamente, cmara para < lito fim,
o respeito doqual.versa a petirao de Joaqui m Igna-
cio de Carvallio Meridonca.
Sala das aessOes 29 de marco de 1854. Gami-
ro. .'
Entrando em discussio o reqaerimento di: flenry
Forster, pedindo Ihe declarasse a cmara i te o seu
armazem, na ra da Senzala, aonde cosliu.'oa lodos
os anuos ter gelo venda, esta corajireher lido na
exceprao da postura addiciooal de 28 de i oaio de
1853, a cmara asim o entendeu, votando > contra
o Sr. Gameiro, por julgar o contrario.
Despacharam-se as pelicoes de Alexo F erreira,
de Antonio Jps Je Magalhaes Bastos, de Bi irnardi-
diuo Francisco dos Santos Olivejra, de Davi d Wil-
lian fiowman, de Frederico Chaves, de Honry
Forster dtC.",de Joaquim Teixeira Peixolo, de JoSo
Carneiro Machado Ros, de l.uiz Antonio S iqueira,
le Manoel Figueroa de Faria \2), de Maria na o-
rotliea Joaquina (2), de Sussuarana& C., e levan-
tau-sc a sessio.
Eu Manoel Forreira Accioli a escrevi no impe-
dimento do secretario.
Declaro em lempo que a cmara aceitou,. s man-
den reduzir termo a declararn quo por c ripio,
fez Manoel Figueroa de Faria, de se respnns tliilisar
como fiador e principal pagador.de Francisco Lucas
>eiTeira(C."no contrato entre este, e a cmara
celebrado para conduccao dos cadveres ao i emite-
no. Accioli o dcclarei.
Declaro aluda que, requerimento do Si". ( lamei-
ro.iesolveo a- cmara gue o fiscal da Boa Visti i.c en-
.. assem se a obra qui see8rii**i umauunufi, u ucimud quai se acuava, reror-
w la; snoo na praca daquella freguezia, gut jrde os reu a um>izinho, a quem pedio o nosso cdigo cri-
1 M^elncwquanto a largura do suas perlas minal ; o palito do vizinbo, garoto eterno, enviou ao
lT^lZfTJ^n^M r*""0 i. 1e "* P" -PhJ^a. condemnadoa ta-.Tp^emktetcm^'p^
juiz., e que cima tratei, cujas ponas que cstao um mez de prisao, sendo advogado o Sr. Jos Seve- no seu periodo de invasao: ser islo objeelo de ou-
ao alcance anda <)o mais grosseiro laclo, poderiam rio. tro artigo.'
guiar a auteridade mesmo evi.lcncia, se nao fosse Assim terminou a se'ssao do jury, havendo segn- J-"?alio homeopalhico ra do Collegio n. 25
e Z!o7rtZ\ r ^ CCr'CZ V Cm- "T" d me nfrmam' mU'a -'duldauSo^S- >"""'" ^ *"
elleiivu^Ira.ll1 a": ~'.^ ^ r'.; -7es de facl0'e mesral de direilo que presidio COMMERCIO.
d ^ ser Z IZ* JT TJ- VUrth0'ebem ^-o'da inteira.e no ultimo di foi que cliegou --------------------W*um^lO.
nrc Tosslu ouandn ~1 1, arle\COm0 vos T" *^1 comma"da'e da forc.a volante, qtfe tao pou- PACA DO RECIFE 10 DE ABRIL AS 3
da ei m?i Turna XT/? ^ "?* C g0 nrneldnnl ^ T""" ~ '' "f "' lle 2i ,"'"s- l^'do alias brdem para permanecer por ColaSes o(i**-
procedendo assim, quem poden, contar com segu- maisterapo. Esso senhor ja se largou para o mt- ^"'"de lettr.s de 2 mezes-1 1,8? ao raez.
ranea individual t Nada mais ajustador do que es- -iro dimite nitor. vL .1. i p,r,IOLlmo- Uo de ditas de 6 mezes-13 S aoanno.
la aclualidadeem Garanhuns Entretanto niugu^ ? f r vera, e o caso he que pouca tal- Assucar branco 3." sorlo superior-25800 rs. por ar-
->...------!_!_ j. ... ,s i"'*- roba.
---------- v.....u.,.^,I,,.,un iiii/.mgsLuiiixiuuiii- i co pai
geoslemosgorgeiosdedoas flautas maviosas, que acucar
aconuiiinliadas nplo liarmr,nn^*^n(. flHBiia. Bacalnao
Uzmenle nao leve xito em virlude da tenaz resis- Prod"1- estas e oulras semsaborias, que as ve-
lenria de mais de tres horas de vivo fo-o. auc de V?}1"* ^'T' q','C b?m Penl,orad V'8 ^ <\*-
lencia de mais de tres horas de vivo fogo, que de
dentro de casa, arrombadas aseporlas a machado,
Ihe oppoz o aggredido : foi preso era Jussra (Ala-
gdas): he aqui esperado. "
JoSo Pereira da Rocha, ladrSo de profissao, con-
tra quam se pronuncia ha muilo lempo goral cla-
mor nesta fregaezia,.foi hoje (31) rccolhdo a prisao
d'ordem do subdelegado supplenle da villa, Anto-
nio Paes de Lira ; honra Ihe seja fcita : a este res-
pello esereve-mc o amigo Miguel, da villa: Foi
hoje preso o celebre JoSo Cavallo, por ter tentado
entercara mulher, em quera deu ainda algumas fa.
cadas ; este tratante, que nao arredava as patas da
residencia do delegado, gabara-se ha poucos dias na
grade da cadeia, dirigindo-se a alguns preso?, que
agora eslava seguro de cahir na galota, por quanlo
era milite amigo do Camisao, que alias julgo inca-
paz, como al o presente tem mostrado, de fralcrui-
sar com este e outros larapios; cis senao quando,
recebera os collegas (os presos) mis este socioiu-
1ra muros,onde enlrou mui cabishaixo, pelo que
leve de soffrer solcmussima pateada, igual s coslu-
madas na platea do Santa Isabel, ete.
Foi mais recol|iido a cadeia Amaro do.tal, ladillo
de escravos: foi preso em Jussra (Alagas.)
demJos Manoel da Silva, preso na Baira do
Brejo, por haver morlo, ha dous.annos uma pobre
mulher. O preso Leao Machado ainda nao foi pro-
nunciado, nao obstante achar-se dolido ora na sala
Iivreora na prisao forte do crime, ha perlode dous
roezes: soltura porhabeas corpus, he aqui lel-
Jr mona do cdigo : dizem que o juiz municipal,
que ora est na vara de direilo, tem escrpulos em
resolver esss solturas, ainda em casos bem justifica-
dos, como a respeito da prisao desse I.eao e mais ou-
tros : ora, escrpulos ?! Isto vai bem !
Nao concluirci sta, sem contar a y me uma anec-
i, tuja ,ni/iiiimu iiussu> so: certa ex-sibdelegado destaSinarca>tfOBrendo
lirar uma duvida, beira da qual se achava, recor-
nosso homem a Aarilia de Dirco : o agente poli-
cial folheou e leu dorante oilo estirados das as
bellas lyras do immortal Gonzaga, na intima convic-
c.io de que lia o nosso cdigo penal, ale* que alfim
liraram-no do engao... Que zebra !
Communico a Vmc. a entrada do senhor invern,
mas os viveras conservam ainda alto pre^o.
O meu amigo, o Rvm. Sr. vigaro Nemexo do
S. JoSo Gualberlo, de passagem por este nosso
pobre rancho, dignon-se ser o portador
xlio pecuniario de alguns membros d'asaeinbla
_ .--------------- .--------------, -,,>^
acompanhadas pelo harmoniosoviolo quebravarao
silencio, inspirande lodo o sublime da poesa que en
cerra essa arte divinaa msica.
Porm he qoe cu nao nasci poeta, e nem eslou
mais em idado de forrar a nalureza ja gasta e cansa-
la de produzir eslas e oulras semsaborias, que as ve-
rpilo da Jicrva verbena, inculrada por uma velha
CumaqiiV^eni Venezuela, como iiifallivel para a
[ra do voniilo^nrelo ; agora vejamos se o goyerno
alirado da ihtcsma forma acerca da horneo-
3=
lem de ser grave.
Sement em casos que podemos classificar de ex-
cepcionaes, a molestia desde seu principio aprsen-
la I o o signaes de grav idade, pelo que nos reserva-
mos para fallar delles em outra occasiao.
as primeiras 24 horas, o doente appresenta a fe-
refinado ...........
Algodao em pluma de1!.* qualidade
' 11 3. D
)> 3." n
n em carro........... a
Espirito de agurdenle.......
Agoardente cachaca........
o de canna....... a
B rcslilada...
Genebra........
.....
Licor ...........
i, : ............garrafa
uas arrobas, um alqn
ttiaaaaaaaaa^^^^Btt. ......
im e de coco.
^^^^^^
Cacan___
Aves araras.
papagaios
Bol adas
Biscoilos
*----"
2=
*2>*2tl Vado neta drerlnria om ron**1ho o aprdR6DlA
SIO0
l*"
35.50
approvarao d
de 2:7509000. T
2.n O arrematan!
zo de um mi
zes, ani
le seis
II ,1a
mao publica, e para a' consciencia dos mesmos me- T. cedro-
dicos, que ludo cxperimenlam c poem cm nralica. ,oros d.e tatajuba
dicos, que ludo experimontam c poem cm pratica,
venha la d'ondevicr, parta d'onde partir.
Vao 5 para 6- annos que reina peridicamente a
nrn :im:ii-nll-i a .lH-;,---^ _.________.
No dia 21 houveramdous julgamcnlos, ol. do reo
preso Jos Quirino de Souza, por crime de ferimen-
lo leve, e condemnado no grao medio do arligo 201
do cdigo criminal,sendo advogado o professor Beri-
lo Francisco Faria Torres. O 2. julgamento foi o do
reo Jo3o de Francisco de Lima,lambem acensado por
offensas physicas, e tendo o mesmo advogado que 'o
1., foi absolvido.
No dia 22 foram 3 processos sbmellidos a jolga-
mento : o t. da r Generosa Joaquina deSanfAnha,
porotTensas physicas, sendo advogado o professor
Torres, foi absolvida : o 2. foi o processo do celebre
faccinnra Antonio Soares da Fonseca, que com seu
filho Euzebio Soares assassinou em Alagda Grande
a Roque Pereira da Costa, e que afinal foi absolvido
eappellouo juizdo direilo. Este julgamenlo foi
precedido diurna importante discussao, bem que os
advonados da defeza (professor Torres, e Jos Sve-
rino Cavalcanti) s encarassem a questao pelo lado
palhetico, o que ainda hoje aqui se usa como nos pri-
meiros annos da insliluico .los jurados. Era vena-
de o Sr. Torres cbmecaodo por insinuar uma prc-
umpcao contra a aeciuacilo, pintn um horisonte
coberlo do negras nuvens, fuzlando relmpagos, e
amearaudodesabaro firmamenlopela mais medo-
nha Irovoada, e depois passando a desrrever as vi-
soes do Apocalypse e ojuizo final, conseguio tornar
eompassivo o trihunal talve preparado a fulminar
ao reo a condemnacao merecida.
O 3. processo submellido ao jury nesse mesmo da,
foi o do reo Antonio Carneiro da Silva, por crime de
offensas physicas, e foi absolvido por justificar o cri-
me. Foi advogado o Sr. Jos Severino.-
No.dia 23 cntrou cm julgamento o reo Jos Carlos
de Figueiretto, aecusado por ter assassinailn Jos Ga-
briel da Silva Casado. Foi o julgamento raais impor-
tante de toda a sessao, sendo para sentir a falta .do
Dr. Pina promolor publico, que neme dia deu parte
de doente e foi substituido pelo Dr. Paulino dos San-
ios Cavalcanti, leve par adversario e patrono do reo
o Dr. LoureoQO Bezerra Carneiro da Cunha, que
confessando o crime e mostrando que fura feito em
defeza da propria pessoa, levouasua missao de ad-
vogado muilo alm do que.se sperava, porque tra-
tando do conflicto entre o infeliz Casado e o reo,
bem como das rfrecedencias desse conflicto, disse que
uma pessoa qualifleada, que presente e achava (o
Dr. Manoel deOlveira Cavalcanti) havia mutocon-
corrido para que Casado fosse tentar contra a vida do
aecusado, que na contigenca de morrer reagio sobre
o seu aggressor e o matou. Algumas testemunhas
d'anle mao preparadas depozeram em sentido de
compromeller o Dr. Oliveira, porm nao foraui al--------
tendidas por sercm inimgoscapilaesdo mesmo, cou- cedc prvenluraa segunda? Ser esta mais racio-
Irasinteiramentesuspelas para assim deporem. O ** P?r1"eassima denominara? Assim seja, por-
reo foi absolvidn nnr,.n. ,,, q"c ?mllm "a,la anhamos com esta ou aquella de-
reo 101 absolvido poror o promolor interino appel- nominacao : o que queremo he perder tantos doen-
lou incontinente. Durante os debates a sala, gale- 'es, ou ainda numero menor do que aquellos que a
ra e lugares adjacentes estiveram cheiso de especia- mcd'Cna otlcial lema fclicidade, inteiramente ca-
dores de toda a classe. ,u de salvar : ^ve queremos be ter em nosso
irnrJmiin.im.ni.j;.o. i~ r 3 ep""3o publica', que vista de tantos e tao
Foram finalmente no da 2i julgados dous proces- reiterados fados, ja nao podetduvidar da grande su-
sos, ode Francisco Jos de Asss affiancado, por cri- perioridade da homeopalhia.
me de ferimenlo, de/endido pelo Dr. Paulino dos V>nios agora ver como se passam os casos graves,.
a om casca
Nido ....
Carne Seica ....... "......
Locos com "asea ....
Charulos bont...........
ordinaros. .......
* regala e nrh nm.....
Cera de carnauba .X.......
cm velas..... ......
Cobre novo mao d'obra.
Couros de boi salgados....
espixados....... ..
i) verdes..........
o de onca..........
de cabra curtidos. ,
Doce de calda .'.........
n goiaba .........
secco........ .',
jalea........... .
Estopa nacional.........
. estrangeira, mao d'obra.
Espanadores grandes ......
pequeos.. ....
Fannha de mandioca......
o milho ...;....
n a araruta .......
Feijo .'.............
Fumo bom.........,.
ordinario .........
era folha bom...... .
" ordinario ....
restolho.....
lpecacuanha..........
Gumma.....
ir
rjooo
ir ajebre em 24 a 48 horas, e reduzir a louro.....'..... d 79000
m soffrimento muilo simples, que de- Costado de amarillo e 35 a 40 p."d
alquer oulro medicamento se combate, c. e 2 >,' a 3 de 1....... r> 205(000
naior narle das vezes si nnana alipr. ka b de dito usuaes. IfinfJOO
Costadiuho de dito. .
Melaco.
febre amarelta, e ilesejararaos que nos dissessem, L 1uiri
qual he o melhodo de tratamento que os Srs. medi- Em "bras roaai
eos racioiiaes lem assenlado qual he mais proveito- ,D.
so aos doentes da febre amarelta; e por coiiseguiute JJelaS
que naja produzido maiores beneficios. ""'o
Se SS. SS. procedem ralione devein ja ler assen-
tado, conterme o seu syslema de localisar as motes- --.............. n oauw
nas, quaes os orgaos que mais affectados sao n'esta n rebolos........... jgfjo
cnfermidade, ed'ahi concluir pelos mcos que devem P?"tas de boi.........'. : cenlo 3J800
ser empregados com mais proveito. Vejamos. P assaba........... ^u^
Nao fallando na sangra, que, depois de tantas
victimas que fez. foi justamente condemuada nelo
povoe porSS>. SS., que a isso se virara obrigados, ns Iles db carneiro..........,n
vomitorios que couslanlemenle se tem mostrado !j.alsa parrillia.............,
prejudiciaes, sao um dos ineos que ainda mais em apioca ...........; ; n
voga esiao na pratica allopatlia, Vnhas de boi.............ceulo
... gozam de gran- *i,)a.0 ...........:
Ues honraras, apezar de que allomas vezes os docu-r ^iras de iwriwri......."} .uma
les toman espantosas quanlidad'es de beberagens, e' Ai?aRre ,pi|>a-.: '...........
nunca coiiscguem suar ; e emquauto intilmente se
Irabarha para conseguir este efleito, a molestia pro-
giede com passos agigantados c o individuo morre
irremediavelmenlc.
Eis a razao porque a homeopalhia conla rarss-
mos casos graves,.e a allopathia |>oucas ou-neuhu-
mas vezes consegue curar a febre amarelta', emquau-
to esta no priraeiro periodo, ou por outra, quando
se nao sabe ainda se a molestia he grave ou nao: a
l.'ajudandoa reaccao vital com um medicamento,
cu|Os efleitos lbc sao d'aule-mao conhecidos, nao
consentcque a moleslia progrida: a2. usando s
apalpadelas de remedios, que nao c9iihece, deixa
em abandono o principio vital, perlurba-o em seus
esteros salulares, e faz com que as lesees orgni-
cas se lornem caita -vez raais graves c profundas,
conconendo desta arte para o aniquilamenlo da vi-
da. Se a priraeira nao procede racionalmente, pri)-
A'acos entrados no dia 10.
Londres4o das, brigue austraco Airn, de 232
taneladas, capiao A. Pilcovicltk equpagm 11
em lastro; a Shramm WhalelySCompanhia.
hanta Calhanna 27 dias, patacho brasileiro S.
Francisco, de tai toneladas, mestre Aaostinho
Nery. da Silva, equi|iagem 11,. carga farinlia de
mandioca ; a Eduardo Kerrcira. Bailar.
Mar Pacfico, .tendo sabido de New-Fcdterd h41
mezesBarcaamericanaFortun, capitao W. Ba-
ves, carga azeile ; ao capiUo. Veio refrescar e
seguio paralSew-Bedford.
dem tendq sabido de New-Bediord ha 36 mezes
Galera amenc.ua Orosimbo, capitao Johnson,
carga azeile ; ao capitao. Veto refrescar esceuio
para New-Bedford.
Coli nguiba4 dias, ltate brasileiro Sociatel. de 54 fi,
loneladas, mestre Jos Mauoel Cardoio, equipa- ?"?,/
Crin 7 rarrra ,hiiw D..,.. c '
O reste do mez passou-se em completa insipidez D'to <*'1 *-*orta bom29400 e 29330 por arroba,
excepto para raim, que por essas tengas iioiles trepa- u\\ d'to.o'menos-a 29300 por arroba.
Dito mascavado cscolludoa 19900 por arroba.
vsUran,.inm, i.c ti uno mascavado escolliiJoa 19!KK) por arroba.
va o cume do morro de Santa Thereza, donde rece- Dito dilo regular-e 19800por^Irroba.
benito as suaves ondutasOesda briza,esculava doten- Frite para o Mediterrneo60| eo % por tonelada de
L'e ik Iprnni nnrnoinj il.-ln..- fin....... m. ..Ti ------ a*SUCar.
para entregar no Rio de Janeiroa ligOOO
por barrica.
ALFANDEtA.
Rendimento dodia 1 a 8 .
dem do dia 10......
76:7078705
6:7049515
83:4128250
do tem a pachorra de m'a aturar, e m.iis ajnda de as
publicar.
Flnalso esta, e Ihe prometi ser menos massaule
na scguinle, que ser mais breve. y.
(dem).
KEPARTigAO' DA POLICA.
Parte do dia 10 de abril de 1854.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc. que das
partes bontem e hoje recebdas nesta reparticlo,
consta lerera sido presos: i ordem do =. Relegado da
freguezia de S. Frei Pedro Goncalves, iHanoel An-
tonio Bezerra, e o portuguez Joao da CoslS Guima-
raes, ambos para correccao, e Manoel Jos, por ser
desertor d armada; ordem do subdelegado da fre-
guezia de S. Antonio, o pardo Luiz,' escravo de D.
Anna de Lima Luna, por fgido, Marianna, escrava
de Fernando de tal. a re.quermento.do senhor, c An-
tonio, escravo do Dr. Joao Maria Seve, por ler dado
urna cacetada em oulro; ordem do subdelegado da
freguezia da Boa-Vista, Severino Antonio, de Hol-
lamla Cavalcanti, e a parda Maria da Conceico, am-
bos ecm declarado do motivo.
Dos guarde a V, Ex. Secretarla da polica de
Pernarobuco 10 de abril de 1854. Illm. e Exm.
Sr. conselhcro Jos lente da Cunha e Figueiredo
presidente da provincia.Luiz Carlos de Paira
Teixeira, chefe de polica da provincia.
Detcarregam hoje 11 de abril.
Brigue americano2tfte*ion-diverses objectos,
Barca fraucezaPerriambucomercadrias.
Escuna brasileiraJouphinanlivorsos gneros.
Hiate nacionalSobralensesola.
Importacao
Patacho nacional Josephina, vindo do Para, con
signado a Jos Bptisla da Fonseca, manifestono se
guinte
DIARIO DE PERMBIJCO.
A assembla hontem continuoii a discutir o pare-
cer da commisso de fazenda, sobre a prelencao do
emprezario do thealro, jdjado da sessao antecedente
que ficou adiadoj^ntrando na terceira discussao do
ctuo couciuire esui, sem coniar a v mr. uma anee- projecu^ji. -t, que concede lolerias a algumas ir-
dota, cuja veracidade possoVcaranlir-He i he o u> arin nv-^iuiuioii j,i Hn^i-N^-,,..-.,biC' que sendo .pprovadas, iicaram reservadas para ulte-
rior discussao, da qual lambem depende o projeelo.
Passando asegunda parle da ordem do dia, con-
linuou na segunda discussao da lei do orramenlo pro-
vincial at o arl. 12, Meando a mesma adiada pela
hora, v -''..
A ordem do di. de hoje he a continuarlo da ante-
cedente.
COMUNICADO.
Homeopalhia.
Tinhamos dito em um dos artigos antecedentes,
desta vai q"e Kverno era digno dos maiores encomios pe-
ia revprpniliimn a ..-. ,. i.i ^j- :i i los empenhea. que faza em procurar desterrar do
sua reverendsima a essa capital Hlu-iUr algum u- nosso pa7. nVello tao tremendo da febre am.-
Mili pecuuiirio tle rivuh- m*ml.rn d^uamlilt Au.. riiinnu *~ n..n -,:.. .. .^..__^^
^nmKmmswtm
relia : fallamos do que pralicoa o goyernii a 'res-
de Siqueira.
40 pipas vastas; a ordem.
1 caixa oteo ; a Domingos Ferreira Maa.
Hiate Sobralense, vindo do Acarac, consignad
a Caelano Cyriaco da Cosa Moreira, mauifeslou o se-
guate :
- 7554 meios de sota, 4 couros de bezerro, 12 ditos
de cabra, 1 clixotc e 2 embrulhos pennas de ema, 3
barricas sebo, 5 saccas gomma, 2 ditas cera amarelta,
1 barrilnlio loucinho, 2 garajsos peixe; a ordem.
422 meios de sota ; a Barroca & Castro.
1090 meios de sota ; a Manuel Goncalves da Silva.
1581 meios de sola ; a Antonio Joaquim Rodrigues
Jnior.
1 sacca caf; a J. Soum.
28 meios de sola ; a Joao Jos deCarvalhoMoraes.'
Patacho nacional S. Francisco, vindo de Santa
Catharina, consignado a Eduardo Pereira Bailar, ma
nifeslou oseguinle :
3100 alqueires de farinha, 3000 achas de Jenha ; i
ordem.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 8.....18:8378125
dem do dia 10 ;.......2:6859689
21:5229794
PIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 8...... 1:4269667
dem ilo.dia 10......... 3299754
1:756*431
Expor tacao',
Canal, brigue aueco Flix, de 252 toneladas
con
dazon seizuinle : 3,400 sqcos coro 17,000 arro
lias de assucar.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 10......'. 2439754
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dial a8.....16:9429770 ""Sern, avall
dem do'dialO........2:7579472
19:7009249
5*000
vido em qne nao se' observe este symploma) pee
s>cca e algumas vezes um pouco amarellada, o vo-
mites do materias biliosas de cor mais ou menos
carregada : este sj mptoma e as dores de estomago
nao sao constantes desde a invasao da molestia.
O pequeo quadro que esbocamos he, por assim
dizer, um fac-simile da palhogenesia do acnito e
da belladona, e he por isro que estes dous medica-
mentos sao os priucipaes e quasi iufalliveis reme-
dios nesta poca. ^,
Provocando uma transpiraran abundante, c fazen- Gomim
do por meio delta desapparecer a febre, os remedios Geugibre........,
liomeopalhicos nao consentcm que a molestia cre Lnlia de achas grandes. .
profundas raizes, eproduza eslragos, que depois he -
mais ilillk.il ou impossvcl curar. > loros............_
Assim he qoe a homeopalhia ronseauo quasi sem- Pranchasde amarello de2 costados. una 129000
pre combaler a/ebre em 24 a 48 horas, e reduzir a louro.....*. B 79000
moleslia a um anirrmoniA n.,.11 u:...iA. -.. .i Cnsi^i, a ^un. : I." *.'
P S COm qijilil,,,.., uiiiu iiu;uii,i,iiciuu au ClIlllUillO,
sem quena maior parte das vezes se possa saber, se
a molestia tinha de ser muilo grave ou muilo be-
nigna.
O que acabamos dedizer he ma verdade Uto sa- *
bida de lodos, quo* nao recetamos baja alguem que
se atreva a conleslar-nos
Agora vejamos se o syslema chamado racional
conla a mesma victoria, e appeljamos para a opi-
2*200
69000
8*000 comp
9160 dia cima om
mente haWlS
i E para consta ~l
publicar pelo ,
vinclal de Pcc
secretario, 4

1. Os concert1
d
peta secretaria
icgo do r^LiiB^
[pea de
,,piizelia9
KieS
t,?^ O. \J aiXefW*aa**M,>
alqoeire 6*W0 ihe for prescripto 1
" 5^ de nao rnulilisar a
alqueire
, cenlo
. i
8*000
4*000
39000
32*080
2*000
2*000
1*600
*600
9*000
Soalho de dito.
Forro de dito. .
Costado de louro. .
Cosladinho de dito.
Soalho de dito .
Forro de dito.
" cedro.
Varas de

parreira. .
aguilhadas
is.
D
quiptal
, dozia

8*000
6*000
.19500
6*000
5*200
3*200
2*200
:)*000
1*286
19600
9960
---.. ...... youu
is desicupira para carros, par 40*000
cuos do. 16*000
............. caada *lt|
;-.......... alqueire 1*280
Podra de amolar.............oma *640
" "lirar............ 6*000
rebl<........... *800
iassaba. .
Sota ou vaqueta
Sebo em rama .
Folies de carneiro
niollio
meio
s
uma
Caberas de cachimbo de barro." .'.'niilheiro
MOVIMEftTO DO PORTO.
9320
2*100
5*500
At90
29000
2*800
*210
080
9160
30*000
9*000
4. O arrematante
gein 7, carga aasucar; a Bastos & Irmol.
; Navios sahidos no memo dia. <*
RiodeJaneiro-Brigueinmez flosane.^om a mes- ffi S ^dtai
ma carga que trouxe. Susoendeu do lameirao.
BoslonBarca nmericanaB. G. W. Dodge, capi
tao John W. Frimd, carga assucar.
LiverpoolBarca ingleza Gfooe, capitao D. Wvlie,
carga assucar.
Ro Grande do Norte-Galera franceaa Havre, car- J^^l
ga a mesma que trouxe. Suspendeu do lameirao
EDITAES.
X O arriioatante
s para boa e\ec"5

publico todas' as partea
4. O pagamei
car-se-ha em di|
de feilos dous
de lanrado o jL
5- Nao llavera pra
6, Para Indo o qo
presentes clausulas i
ha o que dispoe a lei
cretarlb, Antonio Fr
Olhm.Sr. cont
thesouraria provincii
do Kxm. Sr. presideo
te, manda fazer pp>
abril prximo viu
da mesma tlieso
------
barreira de Santo.
4:000*000 rs. por
A arremalarao s
contar do 1. de m
nho de 1855.
As pessoas que
comparegam n*
dias cima indi)
te habilitadas.
E para constar, e4
bcarpeto Diaria.
' Secretaria da theq
co 30 de marijo de \
O illm
thesouraria T
cao da junta
nodia 27 de
t praca.i
;ud___r
liadaem 2-.53O*00i
A arrematar
27 da lei provim i
sob as clausulas i
As pessoas que
comparecam.ua sa
no dia cima der!,'
mente habilitadas.
E para constar se mai
publicar pelo Difli
Secretaria da (hesoura
buco 28 de marco de 18:
Ferreira da Annvnciari
Clausulas especiis
1.* As obras desle acil
dade cora a planta
data approvajSn
vincia na ttnprl
2. Estas obras ti
dous mezes; e serao!._.
contar conforme -
3.* A impo^^^r^
cm tres prestaoes I
dous quintes do val
a inetade da obra; i
lavrado o termo d|
finalmente de nm qi
ediflt
----..----r, ..... ..
a execucao das ofara
' dameute dorante qi
engeuheiro encarre.
ros trabalhos.
5. Para
i ludo o
ilesctaua^H
na a lei provincial u. 2Kb di
Conforme. secralariu,
nuniaro.
O lita. Sr. conla
no dia 20 de abril proxii
te praca para s
. fizer a obra di
1 A arremataran ser
e 27 do regulamento ,
a as clausulas especaes a;
As pessoas que se ''
compareraro na sala
da cima declar.
0 d^raPta f^ ^ SI,Va .GUm,,rae8' >"'1 d Ihr^o^Tp^hS.
nrstfridn.fp hTh11 T8" C,T,el do rao da junta da fazenda;
nesta cidade do Recite e seu termo por S. M. I. e -
C, que. Dos guarde etc.
Facosaber aos que o presente cdilal virem, que
da dala deste a 20 dias, se ha do arrematar por ven
da a quem mais der em praca publica, uma casa
terrea com soiao, sila na Iravcssa da ra Augusta,
avallada em 1:(100000 rs., peuhorada a Jos Maria
1 lando de Magalhaes, por ex.ecur.ao que Ihe move
Jos Joaquim jDias remandes.
E para que chegoe a noticia de todos mandei pas-
ra5r0,mreSanle e mais dou.i do me,ao lho^ *"* te habilitadas, i
raoalllxados peterespectivoporleironpslugares.de- nreseule e nlilriri
terminados pelo arligo 5doFdecrelo numio 737 =13
de 2b de novembro de 1850, e publicado peta im- "
prensa.
Dado nesla cidade do Recite em 29 de. marco de
1851.Eu Joaquim Jos Pereira dos Santos, escri-
vao o subscrevi.Custodio Manoel da Silva Gui-
maraes.
O barao de Capibaribe juiz msniipal supplenle
da primeira vara do termo do Recite.
*aj saber que, em virlude da lei .de 19 da agosto
de 1846, tem convocado o consellio municipal de
recurso deste municipio para odia 16 do corrente,
as 9 lloras da manhaa. devendo o mesmo conselho
reunir-se no paco da cmara municipal desta cidade.
E para couslar mhndei pnblicar o presente.
Recite 10 de abril de 1854.Eu Joao Sarai'ca de
Araujo Gaho, escrivao o escrevi.
floreo ie Capibaribe
O Illm. Sr- contador servindo de inspector da
ihesouraria provincial, cm eumprment'da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia de 19 do eor-
rOllIu ItiniVilil filinip nnkl I _.> .__3'__A t\ ti I r\
4qaar(otas,7 barricas manleiga; a Luiz Antonio rente, manda fazer publico, que no' dias 10,11 e 12
de abril prximo vmdouro, peranle a jnota da fa-
lamn >lf> vv.nw. *I._________ a
PAUTA
dos preexw correntes do assucar, algodao', e mais
gneros do paiz, gue se 'despachaot na mesa da
consulado de Barnambuco, na semana de 10
ie a 15 abril de J854.
Assucaremcaixashrancb 1." qualidade < 2*300
n >y n n 2. u 1*900
n ii mase........ 1*600
ii Lar. esac. branco.;....... 2*700
a mascavado..... a s 1*950
zeuda da mesma thesouraria, se ha de arrematar a
a quem por menos fiter a obra dos rncenos do'
qoarlel da villa do Cabo, avahada em" 550*000 rs.
A arrematado ser feita na forma dos artigos
24 e 27 da Ici-provncial n. 286 de 17 de mate de
1851 e sob as clausulas especaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerema esta arremalarao
roniparcram na sala das sesscs da mesma junta nos
dias cima declarados, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou affiar o prsenle e
publicar polo Diario. ,
Secretara da thesouraria provincial de Peruam-
buco 22 de marco de 1854O secretario,Antonio
Ferreira d'AnntinriacHo.
Clausulas espeeiaes para a arrtmatocSo.
i." As obras serao feitas de confonnidad com a
planta e orramenlo approvados pela directora em
conselho e apresentados a approvarao do Exm. Sr.
presidente da. provincia, importando, em 5508000
res.
2. O arrematante dar principio as obras no pra-
i.o de om mez e as concluir no de tres mezes,
ambos contados pela forma do arl..31 da lei n. 286.
3." A i mporlancia da arremalarao ser paga em
Ires preslariies igu.es ; a primeira depois de teilaa
mel.de dasubras ; a segunda depois ria entrega pro-
visoria ; e a terceira depois do recebimeulo definili
vo, que verificar-se-ba tres mezes depois da enlreg-
provisoria^
4. Para ludo o que nao se. acha detcrmiiiado
nas presentes clausulas nem no orramenlo, seguir-
se-bu o que dispoe na lei n. 286. Conforme. O
secretario Antonio Ferreira "Annuncidro.
O Illm. Sr. contador, servindo de inspector dj
thesouraria provincial, em.cumplimento da re
cao da junta da fazenda, manda fazer publico,
no da27 de abril prximo viudouro, vai novarnei'
praca, parajflJBrrematada a quem por mei
zer, a obra dqHBeertos da cadeia da villa de
taera, avahada em 2:75090.
A arrematacao ser feila i
la lei provincial n.'286
"' psob asclausn!
pessoas que se propozerem a esta aeren
comparceam na sata das sessOes da mesma jr.
dia cima declarado, pelo meio dia, compci
mente habilitadas.
E para constar se mandou artizar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial ,de Perriam-
buco 28 de marr,o de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira da Annuneia'rSo.
' Clausulas cspeeiaet para a arremata fo. .
Aa Os concertdieadeia da villa deSerinhaeni
aaaaaaV*0'
pro'
185*. secretaria^
ciaro.
Clausulas, esp
ft.As obras_
ronfqrmidade co,
dos peta directo
approvajSo do 1.
importancia de 3:
2. Estas obras di
sessenl dias e ser.
a contar da data da
3. A importancia desta
tres prestacOesda n
quintos do valor ti
de la obra
do o termo prov i
quinto depois do rercbui
4. O arrematante'
repartirao das oliras
11 cu
arremalarao das'obral
guidamente t5 diasi"
ro em-arregado da 0
balhos.
5. Para ludo o mis
nas presentes clausulas s
na a lei provincial n. 286. O
Antonio Ferreira SAm:
AVISOS MARI
Companhta
ip naveonr^i
^^K-assiguado
^B(*odean-
eBOorasac-.
leressii:
por pessoa fule
ter all checador
navio Galgo, com a Bol
por D. Maria II. Rea
a pruliabili
vaso, o prmeir
poneos di
Baha e Uta
comniodas passaaej
far-se-hao deconformidade rom u orrameqlu appro-
r imprete-
113 do cor-
omptelo ; re
rmedios prelenc
passageiros, para c^que tem bont enm-
na ra da'Cadeia do Recite n. 50,
iha & Amoriirj.
Para Lisboa com escara pela I UicsdeS.Miftue
o brieue portugue Bom Succtfto pretende seguir
com toda a brev idade : quera no la^^K-
regtrou.tr de passagem,-para o qu*gfcrce 'hona
commodos, trate pom es rtrntignatar | Aquinn
Ponsec &Filha,.na ra do Vigario*19,!pcime)vo
andar, ou cora_ o capio Francisco Jeronymo de
Mndoiica, oaPra^a.


Companhia de Liverpool.
No dia 12 ou
13 espera-s da
Europa o vapor
=
OFFICIAES DE ALFAIATE..
- Na ra Nova,-luja ira esquina da Ponte da Boa-
Vfcta, precisa-se de oliciaes de aifaial* para obras
miuda
,- GABINETE VORTUGlfclZ DE LEITURA.
Os senhores accionistas e subscriptores
pura pagaren seus dbitos
este prazo
LK9 3SBU
Arrenda-se un silio na estrada do
defronle do sitio do tinado coronel Ali
bera se vende ; os prelendentes dg^ifir^ e do oul
coutaqueiram drigir-se ra tofrapidic Novrii.
4, ou ra (la Cruz i). 15, tttjggtem
Paulo Gai
TERCA FElflA 11 KJUNML- DCJIM-
.
procura
esttav
seca Jnior
prega
rama carga, pas-
J. B. da
irimciro
no, de lote de
o, Dgito veleiro,
i moilo r
i"06'"-adir.
',i-',,- SobraUntt;
9|"^Aim Cela no C>-
f^ -ues u. 25.
, forrado eencavilhado
ia : quera pretender, di-
riuto Braga ao lado do Cor-
ou eom o Illm. Sr. Manoel
Janeiro.
Iraw.-lka transferida a sa-
15 do corrente, s
-sageiro e escravos
^dc Manoel AJ
I rapilie n. 14.
Janeiro,
de o brisue Qfacefcao,
e ewravos a (rale -J\ tralar oo
Altes Guerra
/.endas, tinas e
(o
tra qualquer
(oes, como j
se aos '-'"*
-omprai
P?Fa todos Vesi
J^nrio-se de coi
inial ja
entojr
de Janeiro sabe no dia 20
^rigue nacional Sagi-
te> i a major parte deteu
ompto: para o-restante.
os a frete, trata-se
rio Manoel Francis-
ftrr indar, ou com o ca^itao
com brevidade o" hiate .Voto
| carga trala-eecom Tasso Ir-
fia sahe nesta diaso ha-
estcf, carga ou pas-
com os consignatarios
nhia, ra do Trapiche
porlugucza Margarida,
dos Kes, sane com a roaior
carga e nassageiroe, para
^^H modos, trata-se com o
Oliyeia Irmaos & Com-
LEILO'ES.
-AS'TERREAS.
>tev ao meio dia em pon-
eilio no armazem de M.
Hie n. 38,*dc trespequc-
cal, sendo duas na Boa-
ini em Santo Antonio,
i quaes se enlregarflo
I IH^v ter de retirar-se
o tambera hfr a
I em muito bom es-
JADO LEJLAQV
II do cbrente.
: presenta dos Illms.
I a Dr. juiz dos menles
ruando Antonio Fi-
-lindo em mobilia,
a linda- mesa re-
ara nteio de tala,
entes figuras de
isr ricos relogios
los mais afama-
I cadcirai de braco.
,6 callearas imitando
t para talas, lindos
>, e conchas para ador-
la caita para vol-
[ un riqaissfjDo lampeao de
i espellio de la, e oulre
I urna esplendida secre-
bK, linternas de casquinho
endido guarda-roupa,
'lioha, marqoeza.car-
para livros, porc^lo
i calcado e para rou-
e lamparinas, urna
do, 1 mesa oval com
tinc.de Jacaranda,
facas etc., 1 armario
de quadros a
adros, ipparc-
WHfc.palenle
opral, e outros
o serao patentes,
a, a 10 horas da
as por cima docou-
(do Trapiche Novo.
puente
per
que em ou-
Pe, tanto em por-
albo, affianrando-
pres m s prec,q,
estabelecimen'J
ainaco cu a
maior parte das ca3* corosierciaes
i'nglezas, francezas, aUe*6as e suis-
| sas.para vender fazj,",la$.ma em
corra do que se tp>/vendido, epor
isto ofTerecenc^eUe maiores van-
Itagens doay^oulro qualquer ; o
^prprietap'0 deste importante es-
tabelecj^nt0 convida a' todos os
seu?-*>atricos, e ao public em ge-
j?dt, para que venliam (a' bem dos'
rseus interesses) comprar fazendas
batatas, no armazem da ra do
Gollgio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos ARolim.
RozanoJ
-gradar, i
ftauca t'
WEB9Q8.
rlra-se para
ii telligente morador
^^wHi os lagares se-
^l. di Escada, Craval,
.Madre de Deo; a pes-
as dcstes logares, e
,', dirija-sc ra do
iina ^^r, para o que d
lira Lisboa,
ir para sefven-
pft'Proximo vapor in-
^^Btu roa do Sebo
9;
Barroca, embarca
seravo Miguel, cabra.
ira vender lindas
e fiW Je seda pre-
[inlinhos e mante-
^^B>e .veude-se por preco
Negocio vantajoso.
CMono ilaMoja de calcados, intitulada Estrella 19,
ra do ivrameuto. em uro do melbores locaes, moi-
lo afreguezda em cateados e surragem de couros, d
por balanco a qualquer pessoa habilitada e diligen-
te, dando para isso garanta no que receber* e
lendo o seu ordenado nos lucros; faz-se este negocio
por motivo de molestia, e lambem > ender-se-ha que-
rendo, sem fundos para quem lem pouco diubeiro:
na mesnta toja se achara com quera tralar.
CHRYSTALOTYPO.
Galeria de ricas pinturas pelo antigo e
novo estvlo.
Aterro da Boa-Vista n. 4. t
De caisas, qadros, medalhas, alfineles e pulcei-
ras ha um rico sortimentn para enllocar retratos,
por prejo muito liaixo.
EstRnpas de santos e santas.
Chegou a loja de miudezas da ra do Collegio n.
1, novo sortimeoto dos seguidles nonics de santos e
santas em ponto pequeo e grande; S. I.uiza, Aojo
da Guarda, N. S. do Bom Conselhs, N. S. da Con-
cejero. S. Mirliubo.N. S. do Rosario, S. Thereza,
S. Carlos, N. S. CP.tre|wU S. Pedro a chave-,
N. S. do Carino, Ador .Jo do* sagrados cnrar.oes,
Salvador do Muado, ^. Antonio. S. Jos, S. Agos-
liuho, S. Francisca, S. Antonia, S. Joanna, Nasci-
mento de Jess, S.Marta. S. I.uiz Gouzasa, Sa-
grada Familia, S. Franrisnrde Paula e de Salles,
"S-PedroS. l'auloe a kreja, S. JoSo Baplistn, S.
Miguel, N. Senhor Criicilicado, N. S. das Dores,
Desciment da Cruz, assira como outras muitas que
se deixam de annunciar. -
Esl vasio no logar do Cordeiro um bem plan-
tado "silio, com boa casa e estribara: quem o pre-
tender dirija-se a ra da Cadeia do Kecife, armazem
de Barroca A> Castro.
Aldga-se urna casa terrea na Boa-Vista, na da
UniSo coro os commodos seguales; duas aleovas.
tres quartos, quiulal'e cacimba: a tralar. na ruada
Aurora p. 26.
A mesa regedora du irmandade do Divino.Es-
pirito Santo, creca no convenio de Santo Antonio do
Recife, convida a lodos os scus charissimos irrnaos
para comparecerem no inesmo convento nos das de
qhinta-feira saula as 7 horas da nianliaa, na 6eita as
mesmas horas c as 4 da larde, e,uo domingo as 5 1|2
da manhda, .para cncorporados,' assistirem os actos
da semana santa, e acompanharerq as procissoes que
teni de sabir do mesura convento.
Pergnnte-se ao Sr. Antonio Carlos Pereira de Bur-
gos Ponce de I.eon, quaes sao esses fiadores. que ofle-
roce para tirar ceuescravo, embargado pelo juiz do
commercio, sobre seo debito comoabaixoassiguado.
Jos Pinto da Coila*
Deseja-se fallar com o 5r. Manoel Jos de Sou-
za, l.una, a negocio de seu inleressc ; na ra Nova
u.5, loja,
y Pede-sc ao Sr. Antonio Martinsdo Couto Vian-
na que lenha a borldade de declarar a-sua morada,
poisse lhe deseja fallar.
Antonio Jos Duarte Coirabra vai ao Mara-
nhto.
Pcrgunta-seaoSr. Anlnnio Carlos Pereira de
Burgos Ponce de Leon.quem sao esses fiadores que of-
ferecia para tirar seu escravo, embargado pelo jui do
commercio, sobre scu|debi(o.
Pesca-se quarla, quinta e sexta-feira da sema-
na santa, no viveiro perlencente ao sitio qae foi do
Tallecido Muniz.
MULATO FGIDO.
Gratrcarao de lOOgOO rs.
Nodia 1. de Janeiro sahio do casa de Bernardino
Martins Ferrira de'Faria.Jargo da Mentira n. 115,
para ir a fesla de N. S. do Rosario em S. JoSo de
Icarahy, o escravo Raymundo, pardo claro," estatura
regular, bem parecido, cabellos corridos e corlado a
moda de cabelleira, e usa reg da liberdade ; repre-
senta ter 18 a 20 anuos, vem-lhe agora apontando o
bu;o, falla bem e desembarcenlo, mas lem a falla fi-
na, ejnais parece branco do que pardo ; dcsconfia-se
qne se encalque colono, o que parece mesmo pela
soUque quaodo falla apressado ; he naturafdeSauta
Calharna, o veio para o Rio de Janeiro no brigue
Pratei que chegou em 14 de novembro prximo pas-
sado : quem delle der noticias certas ou o trouxer i
casa cima, ou no Rio de Janeiro ra do sabo n.
30, ou Violas n. 31,ouemPernambuco ra do Col-
legio n. 21, segundo andar, .receberi a gralificacao
de 1003000.
16.

menor idade para
iducta: na praca da
filio do brigoe americano
onsabilisa por dio,
iridian H. Tice.
^^H>de para cos nlnr "
^^^Weico: a tratar na
IAN1R0.
pobliear minociosamen-
ilal l.apeyre, por
da casa da ra do
lo um remedio ao
i DO BOSQUE, c
" senten(a do roe-
pr mera vara, no dia
|uo esleja no es-
leza, que lenha
Sjaem nesl cir-
rua do Vigario n.
quaotia de 2000000
|. prata: na ra da
la parao Rio
ne Deodato,
mies J^^H
aa pr
TAIXis'fiE
L ----
tua do i,
te da Ai
una g
batidas,
n%ai' 9 ,us o logares
existem qumdast^'para carrejar ca-
noas, ou carros iivres d despeza. Os
presos sao' os mais commodos. .
Homceopathia.
CLNICA ESPECIAL DAS MO-
LESTIAS NERVOSAS.
Ilysteria, epilepsia ou gota co-
ral, rlieumatismo, gota, paraly-
sia, defeitos da falla, do ouvido e
dosolhos, melancola, ceplialalgia
ou; dores de cabera, enchaqueca,
dorefc e tudo mais que o povo co-
nhece pelo nome genrico de ner-
voso.
;Ai molestias nervosas requerem muitas ve-
tes, alm dos medicamentos, o emprego de
outros mcios, que despertem ou abalara a
sensibilidade. Estes mcios possuo en ago-
ra, e os ponho a dsposiejo do publico.
Consultas lodos os das (de graca para os
pobres), desde s 9 horas da manhaa, at
as duas da larde, na de S. Francisco (Mpn-
do-Novo, n.68 A.Di: Sabino Olegario
f9 Ludgero Pinho.
' A pessoa que liver urna leltra de Alejandre Ja-
s Dioiz, sendo que aqueira negociar, pode compo-
recor com ella na ruado Apollo n. 80, a fallar com
Jos Antunes Guimaiites.
: Precisa-se de urna pessoa quo cobre dividas
nesla prac.a e d fiador: quem pretender dirija-se a
ra do Cabiig n. 1 C.
Pede-se ao Sr. Antonio Jos de Brilo o especial
favor de vir concluir o negocio que nao ignora : na
ra do Cabog n. 16, segund andar.
Aluga-sc para orna de lete urna preta sadia,
moca, sem filho e de primeira barriga: no alerto da
Boa Visla.segundo andar do sobrado n. 51.
Precisa-se de uuia ama que saiba perfelaineli-
te cozinhar e engommar para casa de hornera sol-
leiro: a.tratar na Una da Vraia armazem n. 43.
Desappareceu no dia 6 do crranle um cao gal-
go, lodo prelo, alto, magro, pernas lina, focinho
compndo,-coro urna colheira de couro: quera o
levar ou der nolicia na ra do Sol a. 23 segundo
andar; ser* generosamente recompensado.
zar de Albnquerque, filho do finado
de Albuquerqu'e, faz publico
, t lodos os debito;, a levtntou as @
| i nos terrenos por de- 3f
lertenccntesa seu fallecido &'
cha competentemente haliiilado @
r vender, por isso quem os qai-
zer comprar dirija-se'a rna da Moda casa do
r. Maneel Antonio Ribeiro, das 6 s 9 lio- $
1 ora s 4.
na escra-
lia, pa-
__
9
dentista..
qualquer hora em sua casa
36, segundojinri,.
engenho Leao.jilp na iegoetia"
no ter-
|o andar, que
na freguezia da Escada,
lio, com MaMol Goncaf-
As mais modernas e ricas obras
de ouro.
Osabaixos asigndo<, donos d*^ftv% Urjf
urives da ra doCabug n. 11, confn.ii-
i ao paleo da matriz e ra Nova, frauqueiam
ao publico em eeral uro bello e variado sor-
tmenlo de obras de ouro de muito bons gos-
los, e preco* que nao desagradaran a quem
queira comprar, os mesmos se ubrisam por
qualquer obra que venderem a pnssar urna
conta com responsabilidade, especificando a
qualidade do ouro de 14 ou 18 quilates, Pi-
cando assim sujeilos por qualquer duvida
que apparecer.Seraftm & IrmSo.
A 13 do*corrente marco, negociei com o Sr.'
Joaquim Francisco'do Rcgo Cavalcanti, e a 14 ama-
nheceu fgido o escravo Bernardo, croulo, bem ne-
gro, idade 20 annos pouco mais ou menos, se bem
me record lem ama cicatriz pequea na Icsla, e
sobre quaesquer outros signaes dos quaes nito don
noticia as poucas horas que este ve em meu poder,
sobresala n todos, as duas ponas das orclhas fractu-
radas c diminuidas, ao que parece, por faca ouou-
Iroi qualquer instrumento de corle, ha alguma pro-
bahilidade de audar para o Rio-Formoso o praca
do Kecife, se be que nao anda pela rilicira da Pa-
ralaba, do Pilar al a cidade, cuja captura peco e
recommendo a polica, subjeilando-rac a quaesquer
despe/.as que para isso fizer ; e aos particulares ou
capitacs mediante 5OS000O rs. de gralificacao, e 25
rs., a quem der do mesmo escravo noticia exacta,
no engenho Agua-azul prximo a Cruang}', ou no
Recife ao Sr. Manoel Ignacio de Oliveira."
Jntonio Luiz Pe-eira Palma.
Aluga-se a loja do pateo do Terco n. 9 com com-
modos para familia,e vende-se aarmaeao da taberna J
que nella leve propria para qualquer esmbeleci-
mento : na taberna jimia n, 11 se dir com quem
se trata.
O aliaixo assignado protesta contra o anunnrio
que lhe foi dirigido no Diario de sabbado 8 do
crrente; porquanto esse Francisco l.ouretico Carlos,
que lhe aceitpu a letra de 18b0550 rs. se debilou real-
mdnte para com o abaxe assignado. uaosnaimpor-
ta ncii! de varios gneros que comprou em seu eslabe-
lecimenlo como lambem na de urna caixa com flhas
de (landres, que pelo dito Loureuco pagou o abaixu
assignado ao Srs. Mesquila & Dutra, desta cidade,
sendo que por nao ter esse -devedor pago anda seu
debito conserva o mesmo abaixo assignailo como deve
a referida letra, que puntualmente restituir (pian-
do fnr cmbolcado. Admira que esse annunciante
Francisco Loorencp Carlos, que ha dous annos ralo
lhe apparece uem de si d noticia, virsse agora
ou alguem,por elle, pedir polo Diario aquillo que
s se lhe pode dar mediante o pagamento. Pague e
cntao exija. Talvez que esse elguem seja o Sr. que
por ter sido citado pelo abaixo assignado, quizess
tomara sua vendida, soccorrendo-se ao mime de
Francisco l.ourcnco Carlos e pSo no seu por vergo-
nha de apparecer como devedor !
Jos Pinto da Costa.
Recife 10 de abril de 1834.
O.Dr.Thomassin, medico francez, d con-
sultas todos os das uteis das 9 horas da
manhaa at o meio dia, em sua casa rita da
Cadeia deS. Anlonian. 7.
ecisa-se de urna ama para amamentar nm
:iocom nove raezes de idade: a tralar na roa
do Vigario u. 9 armazem, v\l nn ra do Brum se-
gundo andar n. 20.
D-se dinheiro ajaros sobre penhores de ouro
ou prat, em pequeas quanlias: na ra Velba
n. 35.
Aviso
Jge-se do Sr.
ohecHIo
reila n. 14, a resl 1
a seu favor, passadl
que por requ
ais eo-
^^a Di-
de 1839530,
Bj^^BHo Carlos,
lo, nao lem
querido entregar, c lenta cobra-la,, sem ser cre-
iloflH! Previne-se aos credores do dito Penba.e
quaesquer oulras pissos, que nao recebara por
trasacao alguma dita lettra invalida, e para que
ninguem allegue ignorancia faz-se o presente.
Casa de commissao de escravos.
Na ra Direita, sobrade de IMMindares, defronte
do hecco do S. Pedro n. 3, recjfcirj-se escravos de
ambos os sexos para se vender de commissao, nao
se levando por esse trabalho inaii;l6 que dous por
cento, e sem se levar consa algomir de comedorias,
oTerecenclo-se para isto toda a seguranza precisa pa-
ra os ditos escravos. -
Manoel Francisco Marques fa/. scienle ao pu-
blico, que se relira para fra ao Imperio tratar de
suasaude, e deixB encarregados de seus negocios du-
rante sua ausencia a seu cunhado n Sr. Francisco
Joo de Barros, e.seu mano Joao Francisco Marques.
Precsa-se de urna criada para todo o servico de
urna casa de pequea familia ; paga-se com gene-
rosidade : na ra de Apollo n. 20, segundo andar.
_ Na ra do Alecrim n. 13, exisle urna caria
viuda do Para para o Sr. Jos Joaquim Duarte.
Attencao.
O abaixo assignado, morador na povoacn de Be-
heribe junto a ponte, avisa n bella rapaziada aman-
te do bello e delicioso banho, que em sua casa (em
commodos para receber hospedes, prometiendo bom
tralamento e servi-los com acejo o ponlualidade;
bem como lem estribara para accommod.ar 12 ou
mais cavados, e abundancia de capim para os pensar.
Bento de Cartalho Battot.
" Manoel Joaquim Mendes, artista do Ihealro ile
Santa-Isabel, retira-?* com a sua familia para a ci-
dade do Maranhao.
Os ladrOes, que suppe viudos pelo inferior da
Soledtde, e foram em tres quintaes da ra do Sebo,
e fiirtaram galinhas, duas gamelas de cobre, sendo
urna bastante grande e oulra mais pequea, eruupa
de mulhere meninas, se qnizerem l: anparecer ou-
lra vez, acharo com quem tratar. O fartado.
Victor l.asne,. cidadao Francez vai Europa.
. J. Jane dentista,
contina rczidir na ra Nova, primeiro andar n. 19.
Quem precisar de madeiras de todas as qualida-
de, tamanho.ou gros-ura para eonstruccao de casa:
od navios, entrando oslo alm de lodos os seus per-
lences, maslros de qualquer laiiianho, e lambem lo-
dos os perlences de barcaca de qualquer lamauhos
dirija-se ao escriptorio de Wanderley & Irmo para
em lempo fazercm-se para fra as encommendas me-
diante os ajustes.
O Sr. Carlos Gillain anda tem na
carta na liviana n. C e 8 da praca da In-
dependencia.
~ COMPRAS. ^~
Vende-sc muflo barato um prelo de naci, ida-
de 30 annos, sem vicios nem achaques, muito pos-
sante, prnprio para engenho : ira rna da Peuha,
taberna nova, de Joao Piulo Regs Souza.
s
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acliam-se a venda os bilbetes da loteria
oitava do Estado Sanitario, cuja lista se
espera at dia 14 do corrente mez: os
premios scrao pagos logo que se -fizer a
distribuicap das listas.
. (irigorio Antunes de Olivcir,a, faz scienle ao pu-
bsico, que tem cedido ao Sr. Victor Antonio de Bri-
to, o seu armazem de leiloes na ra da Cruz ns. '3
e 25, em virlude do que, roga a todos os Srs. que lhe
cnlregaram trastes e outros objeclos para vender em
Icilau, eque ainda se achara em ser, que os queiram
retirar ou passa-Ios para o poder do dito Sr. Victor,
al o dito 15 do corrente, pis que desta dala em di-
ante, nao se respoosabillsa mais por cousa alguma
do que esliver em ser.
Uoga-se ao Sr. Francisco Lourcnco Carlos,'que
venha pagar na ra Direila n. 26 padar'ia, o importe
da bolacha que comprou em 11 de marco de 1862,
po> desde este lempo ainda nao foi possiveLencon-
lrar-6C.
-MJuem preeisr de urna ama para engommar:
dirija-so a ra das Larangciras o. 7.
.Manoel Francisco Marques, fsz scienle ao pu-
blico, que vendeu hoje a sua fabrica de charutos,
cila no hecco doAbrcudo Recife, ao Si. Francisco
Jos da Cuaba Sampaio.
Joao Jacintho Ribeiro rclira-se com a sua fa-
milia para fra da provincia.
Casa da aferic3, na ra das Aguas-
Verdes n. 25.
O aferidor participa, que a revisao leve principio
nodia 1 de abril corrente, a finalisar-se no dia 30
de junho prximo futuro: segundo o disposto no
art. 14 do regiment municipal.
O Sr. JoSo Nepomucen Ferrira He Mello,
morador na passagem de Olinda, lem urna caria na
livraria n. 6 e 8 da praca da Independencia. .
Precisa-se alugar urna ama que saiba lavar,
engommar, cozinhar e? fazer lodo o servico de urna
casa de pouca familia: na ra Direila u. 119, loja
de selleiro.
Alugam-se carroras para carregar trastes, roa-
Icriaes, madeiras e lodos e quaesquer objeclos, ludo
por preco muito commodo e activ idade : no porto do
Pocinhu, armazem junto a taberna.
Precisa-se de urna ama para casa de hoincm
solleirn, para cozinhar e engommar : a pessoa que
esliver tiestas crcumslancias, dirija-se a ra do Ran-
gel n. 11, segundo andar, das 6 horas Ja manhaa as
9, ou das 3-as 4 da larde. i
Na roa Nova n. 27, acha-se um completo sor l-
menlo de vdros para vidraeas de todas dimensOes,
em porcao e a relalho.
Fabrica de chapeos.
Na ra No\ a n. 44, ha um completo c Va-
riado sortimeuto de chapeos de massa
fracza do mclhor fabricante, hoje co-
nhecido m Pars, de Gibus Pere & Fils, asam como
nutras muilas qualidades, eludo por precns mais
baratos do que em oulra qualquer parte.
Precisa-se de urna ama. que saiba cozinhar,
lavar de sabao e engommar, para casa de pouca fami-
lia: na ra Nova n. 49.
@ HOMEOPAXHIA. '!"*'*,*'^^
O Dr. Casanova mudou-se para a rife das $?
S Cruzes n. 28, segundo andar. (t
3**?:"
Compra-se urna morada de casa
que nao exceda a um cont de re'is, ein-
bora nao seja no centro da cidade ; nesta
typographia. /
Na ra da Cadeia do Recife n. 54, compram-se
palacesbrasileiros c Jiespanhoes,
Coropram-se|vaccas paridas, que dem bastante
leite : quem liver annuncie para ser procurado.
Compra-se urna negra que lenha bom leite pa-
ra crear : quem liver annuncie para er procurado.
- Compra-se qualquer quanlidade de cobre o la-
to velho, aquello a 240 a libra : na ra eslreita do
Rosario, taberna n.'47, ao voltar para o Carino, c ua
langucia no Recife, loja de charutos.
&
urna casa de
Me*, o ali.ii
hypolluv;
i: s
-
O abaixo assignado Toga a todos os senhores que
suhscreveram a beneficio da familia do finado de-
sembargador Domingos N. Ramos Ferrira,de.se reu-
mrem terca-fera proxima,.lJ de abril ao meio dia,
no escriptorio do Illm. Sr. Manoel Joaquim Ramos e
Silva na ra da Cadeia do Recife, para deterroina-
rem a reparticao pelos herderos, das apolices da
companhia de Beberbe, em quo se acba emprecado
a producto da subscripto.Luiz Gomes Ferrira.
Rape Araarelinho.
Viuva Pereira da Cunha encarregada do deposito
de rapo Pnnceza de Gasse grosso, meio grusso e fino,
noticia a seus freguezes que acaba de receber um
novo rape muito apreciado no Rio de Janeiro, a que
chamam amarehnho: c em verdade a sua qualidade
o (orna recommeudavel: seu preco he de loW) de
.) libras para cima. Os amantes pois, da boa pilada
enconlrarao em seu deposito na ra da Cruz u. 23
(odas as qualidades de rap cima especificadas s-
jeilando-se a qualquer reelamacao que possa ha'ver.
O rapaz portuguez de idade 14 anuos, qU0 an-
nunriou no Diario de bontem, para ser caixeiro, di-
rija-se a ra do Trapiche Novo n. 20 que achar com
quem Iratar.
Precisa-se de urna ama: na ra do Hospicio
casa n. 17.
Muito se precisa saber, se nesta cidado ou Tora
della, existe algum parante ou herdeiro da finada
Mara Gomes de Amorim, e no caso que exisla, mui-
to se lhe deseja fallar para negocio do ku muito inte-
resse: na ra Augusta taberna u. 1, ou no engenho
Soccorrq.
Loteria de Nossa Senbora do Livramento.
No dia 2t do crrente andam as rodas desta lote-
ria no consistorio da igreja da mesma Senbora, avis-
ta da grande
vida que
Ihesoureifoq
comprar o re
nos lugares j.i conhecidos. O Ih'csnureiro,
Joao Domingutt da Suca.
I no Molucolomlj
o Jote ia
' Assampcjo, subdito portu-
guez^relira-se para o As
A pessoa que annoncibn quem qoizesse se en-
canegar uVofrar um niolecol com urna ferida na
tierna: dirija-a.Trmpe ao voltar para a Soledade
n, U.'quesedimqoem he.
Alusa-se bseguudu andar da ra Nova u. 19. a
Iralar na loja. '
O Ur. Sabino Olegario Ludgero Pinho mu-
dou-separa o palacete da roa da S. Francisco <
__ (mundo novo) n, 68 A,. a
8S:@
O abaixo assignado oflereee os seus servicos pof
Sireros limitados, para dar balanros em tabernas, e
zer eserlpturacoes, nao 6 para estes esUbeleci-
inentos como para qualquer pessoa particular ; os
pretendenlesqoaudoo nao achem em casa na ra da
Senzala Velha n. 112, terceiro andar, podem deixar
seus noms no primeiro, para serem procurados.
* firmno Jos Flix da Ro*u.
VENDAS
TRUFFES.
I)L PERIGORD.
em meias latas : na iiia-da Cruz
20.
n. 25,
preta fina a j
eneor-
le casemi- w
larga <
dilas limpas #
de cores S
__lores qoe
Sitas fazeo-
pado
algi.
Bxas 180, rieados de lii
ha no mercado a 240, e outran
das, por preco baralMmo.
t--IA@i
IVAVALHAS A CONTENTO TESIRAS.
Na rna da Cadeia do Recife n, 48, 1 andar es-
criptorio de Augusto C. de Abren continuam-se a
vender a 8,000 ris o par (preco fixo) s j bem co-
uhecidas e afamadas navalhas de barba, feilas pelo
hbil fabricante que foi premiado na exposicao de
Londres, as quaes alm ele durarcm extraordinaria-
le nio se scnlcm no rosto na accao de corlar: ven-
dem-se com a condicao de nao agradando poderem or.
compradores devolve-lasal Lidias depois da compra,
resttuindo-se o importe; ua mesma casa ba ricas
tesourinhas para unhas feilas pelo mesmo fabricanle.
ptimo vinbo de Collares,
eni barris de 7 em pipa: no escriptorio de Augusto
C. de Abren na ra da Cadeia do Recife n. 48, 1
andar.
Chapeos pretos de castor,
de qualidade superior a de lodos quanlos al agora
lem apparecido: no escriptorio de Augusto C. de
Abran na ra da cadeia do Recife u. 48, 1" audar.
Vende-se urna mulata com todas as habilida-
des, principalmente no engommado por ser perita; o
motivo da venda so dir ao comprador : na ra da
Praia n. 43, primeiro andar.
Vcndcra-se no armazem de materiaes da roa
da Coucordia, ultima casa do lado do nascenle ao
virar para as ras do Alecrim c Augusta, na frente
daqual tem um reta bu lo, lelha, lijlo de alveoaria
grossa, ladrllhu quadrado e comprido, lapamenlo, cal
branca e prela, aria grossa e de fingir, barro, ele.
etc., ludo da melhor qualidade, e mandam-sr- botar
as obras ; tambera se alugam carrosas para con-
ducho de trastes ou outros quaesquer objeclos, e se
incumbe de mandar buscar nas olarias alvenara
grossa e are no ro. No mesmo se vende um boi
para carioca muito bom.
'Doce lino de goiaba.
Na ma Direita n. 32, vende-se doce fino o melhor
que se pode encontrar, avista du qualidade se dir o
prejo.
t- Vendem-se ricos crtesde vestidos pretos lavra-
dos.os mais modernos que ha: na loja de quatro por-
tas da ra do Crespo n. 3, ao lado do arco de Sanio
Antonio.
Vendam-se cobertores escuras, pelo barato pre-
co de 800 rs. cada um : na loja da ra do Crespo n.
3, ao lado do arco de'Santo Antonio.
Vendem-se corles de chita para vestidos, roupes
ou chambre para senhora, pelo baratissiroo prejo de
29 rs. cada orte: na loja de qualro portas da roa do
Crespo n. 3, ao lado do arco de Sanio Antonio.
-7" Vendem-se queijos le roanteiga por preso
commodo, e cera amarella do certao : na ra da Ma-
dre de Dos n. 36.
Na ra das Cruzes n. 22, vende-se para fra da
provincia urna mulata de 22 annos, bonita figura,
perita, engommadeira e cuzinheira, cose chao e lava
de sabao, uma crioula de 26 annos com as mesmas
habilidades, e um escravo, croulo, vindo do mallo,
proprio para servico de campo.
. Vende-s una escrava de meia idade, sem vi-
cios, cozinha e vende na ra : na ra Direita n. 66.
PALITO'S.DE ALPACA FRANCEZES.
Grande sortimeuto de palitos do alpaca e de brim,
na ra du Collegio n. 4, e na ra da Cadeia dp Reci-
fe n. 17 ; vendem-se por preso muito commodo,
' OVAS DO SERTAO.
Vendem-se muilo frescaes ovas do serian, por pre-
ro commodo: na ra do Queimado, loja n. 14.
Delouche, reloj'rJeiro.
Vendem-se relogios e concerlam-sc, mais
barato do qt em oulra-qualquer parle ; as-
__sim como tem vidros, crranles e chaves :
naruaNqvan.il. Tambera vende agua argculo-
magnetic para pratear.'
Vende-se carvo de pudra de superior quali-,
dade, em por(ao grande ou pequea, a vonlade do*
compradores, e por preso commodo: a Iratar i^^H
Nova n. 27.
JioprLsde absyntho e
colate
ua ruada he
! etjao.
No'armazem do>Sr. Guerra defronle
do aloodflo, tem para vender-se feijao1
muilo novo, e emsaccas 'Brandes : tratar
Cruz n. 15, segundo andar.
Ao barato.
-Na loja de Guiraares n. 5, vendem-se tensos de cjirobraia fina e de puro
linho, pelo barato preco de 5 e 48500 a duzia, sendo
cada duzia em uma caixinhacom lindas eslampas.
. Caixas para rap.
Vendem-se snperiurascaixas para rap feilas na ci
dade de Nazarelli, pelo melhor fabricante deste ge-
nero naquella cidade, pelo diminuto preso de 18280 :
ua ra do Crespo loja n. 6.
k
Vende-se um preta que sabe cozinhar o diario
de uma casa: na ra do Livramento n. 1.
' Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C, na ra'de Senzaa Nova n. 42.
Vinlio do Porto de superior qualidade en-
garrafado,.
Vinho Cliery, iem barris d qarto.
Sellins para montara de homem e se-
nhora.
Vaquete de lustro para coberta de car-
ros.
Relogios de ouro patentes inglezes.
i Vende-se uma escrava moca : na ra do Livra-
mento o. 24, primeiro andar.
Vende-se nm excellente'carrinlib de 4 rodas,
mui bem construido, em bom estado; esl exposto na
ra do Aragao, casa do Sr. Nesme n. 6, onde podeni
os prctendenles examina-lo, c tralar do ajuste com
y mesmo senhor cima, ou ua ra da Cruz no Recife
o. 27, armazem.
PEIXESECCO
Vende-so peixe secco muito fcordo e boas'ovas do
sertao : ua ra do Queimado, loja n. 14.
MILHO.
Veno'e-ae a 38000 com a sacca, superior milho
muito novo, e suecas muilo grandes.: na ra do
Crespn. 21.
Pelles de guara'. -
Na ra do Rangel a. 3, vendem-se pelles do gua-,
#as, proprins para flores e enfeiles de aojos.
L'M PTIMO PAGEM OU BOl.IEIRO.
Venda-se um pardo de30 annos, boa couducla, of-
ficial de al la ia le, proprio para um criado ou boliei-
ro : na ra do Livramento, loja n. 35. .
Vendem-se sarrocas novas, fortes, e bem'cons-
Iruidas, lauto para boi como para cavatlo, carros de
mao, e lambem vendem-se ps de larangeiras de um-
bigo e da Chiba, ps de fructa-po. de sapo(i,ede
limao para cerca, e oulras quaiidades de arvoredos,
tudo por preco muito em conta: na Ponte de chda,
sitio de Joo Carroll.
ATTENCAO'.
Venderse um escravo de uaeao, que tem 40 annos,
pouco mais ou menos, bom Irabalhador de campo,
ptimo cauoeiro, e de muilo |,a conduela : quemo
pretender, dirija-se Soledade, eslrada de JoSo de
Barros, casa que faz quina para q becco do Pombal.
Vende-se uma casa ha povoacao de N. do O.
de Ipnjuca, em uma das'melh'ures ras, com a frente
depedra : quem aprelendcr, dirija-se taberna da
quina ao p do Afougue, a Iralar com Prancisco
Ventura Fernandes da Luz, na mesma povoasao.
Vende-se uma escrava, crioula, de 26 annos de
idnde, faz (odas as qualidades de doce, boa cozinlici-
ra, ngomma liso, e Uva bem roupa de barrella :
quem quizer procure no hospital de caridado o re-
gente do mesmo..
PARA A PASCIIOA.
Qualquer moca que lenha pouco dinheiro, aclia
por 3000 c 39000 um bonito chapeo enfeitado : ua
ra Nova, luja n. 42.
(adeles pretos.
Vendem-se na ra Nova n. 26, col leles de setim e
chmateles prelos, e teda n roupa quemis se preci-
sar para a semana santa.
Vende-se uma escrava, mulata, muilo clara,
com as hahtdade seguiules : boa engommadei-
ra, cozinha^ diario c cose, sendo com preferencia
para eogcnho; o.moliv da venda se dir ao compra-
dor : na ra das Aguas Verdes, casa da ifirisao.
r- Vende-se um caracho muilo grande, capado,
gordo, acosluinado a carrcaar menino, lambem se
vende uma cpula de tipoia com plio, dous tornos,
dous ganchos e cortinas para rede, ludo por preco
commodo : na ra do Sebo, casa ir. 33.
Vende-se para fra da provincia uma escrava
com habilidades, e para eugenbo tres ditas bastante
forles esadias, urna dita com dous filiios parada ha
12 dia, um uegro de honila figura alfaialc e carn-
ceiro, um.cabritilla com 13 annos e um negro de na
sao : na roa da Senzala Velha n. 70, segundo o ter-
ceiro andar, se dir quem vende.
Vendem-se novilhas e garrotas mui-
to gorflas : no sitio denbminado Torre,
em Belem.
Pianos.
Os arnadores da msica acham continuadamente
em casa de Brunn Praeger & Conipanhia, ra da Cruz
n. 10, um grande sortmenlo de pianos fortes e forres
pianos,de difiranles modcllos, boa eonstruccaoebel-
las vozes, que vendem por mdicos presos; assim co-
mo teda a qualidade de instrumentos para msica.
Na botica da ra larga do Rosario
n. 5(, de BariolotnquJF. de Souza ven-
dem-se pi lulas vegetaes verdadeira, arro-
be 1'alFecteurJ verdadeiro, salsa dcvSa'nds
Conlinua-se a vender bordo do patacho @
Clcmenlina muilo boa farinha de maadioca, $
por preso commodo, e para porres se far
algum abalimento : a (ralar oo escriptorio da
ra da Cruz n. 40.
hanca a quem interessar possa a veracida-
d dos medicamentos cima, vendidos em
sua botica-*
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Strr & Companhia
em Santo Amaro, aclia-se para vender
moendas de cannas todas de fero, de um
modello e'eonstruccao muito superiores.
ARADOS DE FERRO.
Na finidicao' de C. Strf. & C. em
Santo Ainarfe acha-se para vender ara-
dos de ferro de superior qualidade.
Semen tes novas.
Vende-se no armazem de Antonio Francisco Mar-
tins, na ra da Cruz n. 62, as melhorcs semenles re-
centemente chegadas de Lisboa na barca purtugueza
Margarida. como seja : couve tronzuda, raoqvarda,
saboia, feijao carrapato de duas qualidades, ervitha
loria e direila, coenlro. salsa, nabos e rabanetes de
todas as qualidades.
Vende-se um escravo: quem pretender dirja-
se ao sobrado do aterrada Boa Vista n.33de 1 hora
da tarde em vaute al 6 da larde achara com quem
Iratar.
Velas de carnauba.
Vendem-se caixinhas com superiores velas de cera
de carnauba, fabricadas no Aracaty, por commodo
preco: na ra da Cadeia do Recife n. 49, primeiro
andar. ,
Vendem-se relogios de ouro e prata, mais
barato de que em qualquer oulra parte:
na praca da Independencia n. 18 20.
Chapeos pretos francezes
a carij, os melbores e de forma mais elegante que"
tem vindo, e outros de diversas qualidades por me-
nos preso que em oulra parle.:.na ra da Cadeia do
Recite, n. 17.
Deposito da fabrica de Todos os Santos na Babia.
Vende-se, em casa de N. O. Bieber &C, na rna
da Cruz n. 4, algoda trancado d'aquella fabrica,
muilo proprio parasaccos de assucar e roupa de es-
cravos, por preso commodo.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender, chegado de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, o seguinte: sccas de fa relio muilo
novo, cera em grme e em vela* com bom sorti-
menlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, novissiroa.
Veudem-aeemcasadeMc. Calmont & Com-
panhia, na prasa do Corpo Santn. 11, o seguinte:
viuho deMarselleem caixas de 3 a 6 duzias, linhas
em novellus ecarreteis, bren em barricas moilo
grandes, aso de milaBsortido, ferro inglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver- um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coa do, de todos os tamauhos, para
dito.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado nas co-.
"ion i as inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a yenda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de mpre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz, n. 4.'
SANOS.
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Brilo,' nico agente em Pernam-
buco de B. J. D. Sands, chinaco americano, faz pu-
blico que tem chegado a esla prasa uma araude.por-
cao de frascos de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados, e preparados no Ro
de Janeiro, pelo que se devem cautelar os consu-
midores de Uto precioso talismn, de cahir neste
engao, lomando as funestas consequencias que
semprc costumam Irzer os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela m3o daquelles, que aulepoem
seus interesses aos males e estragos da humanidade.
Portento pede, para que o publico se possa livrar
desta fraude e distugua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada.c recentemente aqui chega-
da ; o anuuocianle faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua botica, na rna da Cooceisao
do Kecife n. 61 ; e, alm do receluario qae acom-
panha cada frasco, tem embalso da primeira pagina
seu' nome impresso, e se achar sna firma em ma-
nuscriplo sobra o involloro impresso do mesmo
traeos.
pa se ni
Cruz n. -2
Taixas par
Na fundicao' de
Bowmann, na ra do Bm
do o chfariz cont
completo sortimento d
fundido e batido de
bocea, as quaes acharr
preqo commodo e com pro
embarcam-se ou carregam-c
sem despeza ao comprador.
Moinhos de ver
-ombombasderepaio.para r
decapim. na fundicao de D. \V. Bovm.
do Brum os. 6, 8 e 10.
VINHO DO PORTO MU
Vende-e superior vnh
barris de 4., 5. e 8.: no *
do Azite de Peixe n
escriptorio de Novaes d
ra do Trapichen. 34. '
Padaria.
Vende-se uma padaria muilo afreguezda
com Tasso 6i Irmaoa.
Aos senhores de en!
Cobertores esc uros de algodaoi
lo grandes e encorpados a 19400 :
loja,da esquina que voUa pan a Cal
POTASSA,
Po antigo deposito da ra da.Cadeia do
armazem n. 12, ha para vender mi
da Russia, americana ebrasileira, era '
ris de 4arrobas; a boa qualidade e r
ratos do que em oulra qualquer parle
aos que precisarem comprar. No i
lambem ha barris com cal de Lisboa en
ximamenle chegados.
Vendem-se lonas, brinzaa, br
nas da Russia : no armazem de N. O. BtaaH
Comoanhia, na ra da Cruz n. 4.
Calcado a 720, 800, 2000e
no aterro da Ba*Vsta loja defro'nt
da boneca.
Troca-se por sedulas ainda mesmo *L
vo e completo sortimento dos tu
(Oes do Aracaty para, todas as ip
rs.; botins a 29000, sapates
3JfOOO rs.: assim como um u
ment de calsados francezes d ___,
(ante para bomeni, corno para
lo i
tudo por preso moilo commodo afii
dinheiro,
Vendeja taberna rb|
do Rosario n."W, bem afre
a trra, e com poucosfundos^
tagem ao comprador: quem)
dirijare ao armazem confnrj
de Dos n. 22.
I
Vt;ndem-se relogios de ouro, pa
ten- te ipglez, por commodo pre^-
co: na ra da Cruz n. 20, casa de
L. Leconte Feron & Companhia.
Vade-mecum dos homeopathas ou
fA o Dr. Herihg traduzido em por-
tugue/..
Acha-se a venda esla importantsima o-
fA bra do Ur. Ilering no consultorio hmero-
mv palliico ilo Dr. Lobo Moscoso rna do' Colle-
gio n. 25, 1 andar.
&SSSSSS sssss-#
ATTENCAO'!!
Vende-se o verdadeiro fumo de Uaranhuns, de
primeira .qualidade, por preso commodo : ama Di-
reila n."6, esquina do becco dos Peccados Morlaes.
-i Vende-se a verdadeira graxa ingl-
za n. 97, em barricas de 15 duzias de po-
tes, em casa de James Crabtcee & C, ra
da Cruz n. 42.
Devoto Chiistao. ,
Sabio a luz a 2." edijilo do livrinbo denominado-
Devoto Chrisiao.mas correctoe acrescentedo: vende-
se nnicamente na livraria n. 6 e 8 da praca da In-
dependencia a 610 rs. cada exemplar.
Redes acolchoadas,
brancas e de cores de um s panno, muilo grandes e
de boin goslo : vendem-se na ra do Crespo, loja da
esquina que volta para a cadeia.
Na ra da Cruz n. 15, segando andar, vendem-
se 190 pares de colarnos de couro de lustre, bem fei-
los, pelo diminuto preso de 29500 cada um.
Agenciado Edwin SX*w.
Na ra de A pollo n. 6, armazem de Me. Calmon
& Companhia, acha-se constantemente bons aorti-
mentos de taixaj de ferro coado e balido, lano ra-
sa como fundas, moendas inetiras todas de ferro pa-
raauimacs.agoa, etc., dla para armar em madei-
ra de todos os lmannos e modelos osmais modernos,
machina horisontal para vapor com forja de
4 cavallos, cocos, passadeiras de ferro eslaiihado
para casa de purgar, por menos preso que os de co-
bre, esco vens para navios, ferro da Suecla, e fo-
1 lias de (landres ; ludo por barate preso.
Na Aa da Cadeia do Recife.n. 60, arma
zem deHenrique Gibson,
vendem-se relogios de oqro de sabonele, de patente
inglez, da melhor qualidade, e fabricados em Lon-
dres, por preso commodo.
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andax, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam.quadrilhas, valsas, redowas, schc-
tickes, modinhas tudo moderaissimo ,
chegad o do Rio de Janeiro.
FARINHA DE TRIGO.
nde-se no armazem de Tasso Irmos, farinha de
Kigo de todas as qualidades, que existem no raer-
do.
Milita attencao.
Cassas de quadros muito largas com 12 jardas a
25400 a pesa, cortes de ganga amarella de quadros
moilo lii idos a 19500, cortes de vestido de cambraia
de cor o iirt 6 1\2 varas, muito larga, a 29800, ditos
cnm8'lp varas 3J0O0 rs., cortes de meiacasemira
para cal ra a 39000 rs., e oulras muitas fazendas por.
preso ci immodo : na ra do Crespo, luja da esquina
que volt a para a Cadeia.
PARA A QARESMA.
[Um fu ido e variado sortimento de fazen-
' das pretas e de todas as qualidades.
Pann. i fino prelo a 33000, 39200, 49500, 59500 e
60OO rs., dito azul a 29800, 39200 e 49000 rs., dito
verde a 29800, 39600, 49500e 5000 rs. o covado,
casemir; i preta enfeslada a 59500 o corte, dita fran-
ceza mu ilo lina e elstica a 79500,88000e99000 rs.,
setim pr eto maco muilo superior a 39200, 49000 e
59500 o covado, merino preto muito bom a 39200 o
covado, sarja preta muito boa a 29000 rs. o covado,
dita bes panhola a 29600 o covado, veos prelos de fil
de linlu i, lavrados, muito grandes, fil prelo lavrado
a 480 a vara, e oulras muitas fazendas de bom gasto;
na ra do Crespo, loja da esquina que volta para a
Cadei .
| Deposito de vinho de cham-'l
tagne Cliateau-Ay, primeira qua- |
idade, de propriedade do condi |
i der Mareuil, rna da Cruz do Re- |
cife n- 20: este vinbo, o melhor
t de toda a .champagne vende- '
| se a 36$000 rs. cada caixa, acha- |
se nicamente em casa de L. Le-
' comte Feron & Companhia. N. B.
F As caixas sao marcadas a fogo
| Conde de Mareuil e os rtulos
| das garrafas sao azues.
Na na do Vizarion.19, primeiro andar, tem
a venda a superior flanella para forro descllins, che-
' :a.
! alsouft) grandes a 640
a do Crespo nume-
FARINHA DE -MANDIOCA.
Vende-se em porces de 50 saccas pa-
ra cima : para ver, no armazem do Foi--
te do Mattos, defronte do trapiche do al-
goda, e para tratar, no escriptorio de
Manoel Alves Guerra Jnior.
FARINHA DE SANTA CATHARINA.
A bordo do patacho S. Francisco .fun-
des do no caes do Collegio, e na. ra da
Cruz n. 28, vend-se superior farinha de
mandioca, a mais nova que existe no mer-
cado, c a preco razoavel.
Vendem-se dous vehculos ou
rodas de carregar fazendas na alfit-^H
modo preco: a traanlo caes ttn ltesssj
Vendem-se 4 escravos, 1 mulato |
1 moleque de 17 annos, 1 prel
madeira, 1 pretdde 40 annos e 30 l
co : na roa larga do Rosario n
Vende-se setim pret lavrado
tost, para vestidos, a 29800 c
Crespo, loja da esquina qae volta p
G9>QQ99Qmm9>
iS Vendem-se chales e mei
9 bordados, de primorosos t
A muito commodo : na roa do Qu
loja de Rezerra & Morer:
': Vende-se arroz de casca
a sacca : na ra do Vigario, ai
FAZENDAS BARAi
Na nova loja de 5 portas, na
vramento ao pe do armazem de
n.-8,
vende-se superior sarja prela hespanhold
29400. 29608, 29800 39200 o cvdo,r
de Macso a 39400, 38600 o 49000 xs.
mantas peelas de fil de linho, e goel
vas de seda prela, ditas abertas de torcal,
meias de seda prela (de peso), dita
casemirs prelas (selirr), pannos' pret
limo, superiores chapeos de massa de
na, ditos de panno, fazenda mais" sui
leves e duraveis, e outras muitas fazei.
mais em conta do que em oulra parle.
Na ra Nova n. 39 primeiro andar,
xcellentes cabeUeras para baile masen
mi casa se vende um excelleu!
gordo, e se trata da venda de ama
da Panella a margem do Capibaribe corl
commodos e estribara, e por preso o mail
he posshel.
Grande .pechincha !
Vendem-se corle* de cassa do ultimo gi
fixas, pelo baralssimo preso de 15920 |
ra do Crespo n. 5.
Vendem-se 600 saccas c
pelo barato prego de 2#800 a
sacca : na ra da Praia n. 1 A
do arsenal de guerra.
Vende-se na rna do Trapid
porsao de aduellas que foram de.
de azeite de peixe, assim como algans tj
lados da mesma madeira.
Vende-se uma escrava masa, e de
ra, sem defeito ero achaques,
lidades : na rna Direita n. 3P
POTASSA BRAS1LEIRA- I
Vende-se superior potassa, fa- |
b ricada no Rio de Janeiro, che-11
fada recentemente, recommen- ,
a-se aos senhores de" engenho os .
si :us bons ell'eitos ja' experimen-
fc idos: na ra da Cruz n. 20, ar- '
n tazem de L. Leconte Feron & I
C ompanha.
s. e com al
ESCRAVOS FDG
Vendem-se pregos americanos, em
barri: proprios para barricas de assu-
car, fc afvaiade dezinco, superior quali-
dade, por pregos commodos: na ra do
Trap ene Novo n. 16.
Na ri ia da Cadeia Velha n. 52, em casa de,
Deane Yo ule & Companhia,
vende- se nm carro americano de 4 roelas ; pode ser
visto n. i cocheira de Poirrier, no aterro da Boa-Vista.
A 'ende-se um completo sorlimenlo de fazendas
pretas, como : panno fino preto a 39000, 49000 ,
59000 e 69000, dito azol 39000, 49000 e 5000. ca-
semra prela a 29500, setim prelo muito superior ,
39000 e 49000 o covado, sarja preta hespanhola 2 e
29500 rs., setim lavrado proprio para vestidos de se-
nbora a 29600, muitas mais fazendas d.e muilas qua-
lidade s, por preco sommodo : na ra do Crespo loja
n.6.
Velas de carnauba,
ra da Cruz n. 15, segundo andar, vendem-se
de carnauba, puras e eomposras, feilas no Ara-
por menos preso do que em oulra qualquer
Na
velas
cat>,
parle
Vendem-se cobertores brancas de algodao gran-
des, ; 1 19440 ; ditos de salpico lambem grandes, a
192SI 1, ditos de salpico de lpete, a 19100:11a ruado
Cresp o loja n.'6.
Dep Dsito de algodao da fabrica de todos os
santos.
En 1 casa de Deane Youle & Companhia. vendem-se,
os al: rodesdesta fabrica : na ra da Cadeia Velha'
n. 52 .
Deposito'"de farinhas de trigo.
Ac ha-se farinha de SSSF a mais nove no mercado,
como tambera um sortimento de farinhas americanas:
no ai 'mszem de Deane Youle & Lompauhia, rio bec-
co de Gonsajves.
RelogiosXde ouro inglezes:
sm-se em cafci de Deane Youle i Companhia.
. Vendemnatem casa de Deane Yoole &Compa-
da CaJrJea Velha n. 52, ac de Milao ver-
roe cajrTo patente, proprio pua ferreroi.
Veujfrse boa eexcelteule palha de carnauba,
' irsifae a relalho, por preso muito em conla :
,rio{jo Pocinho, armazem jante a taberna.
vend
nliia,
dadei
em pi
lio pi
Desapparectram do engenho f
deS. Miguel deBarreiros, dou
crias, pertencentesa Pedro Franci-
dor do mesmo engenho, sendooescravoj
do, idade 40 annos,decorpoe allura \
prelos e crespos, nariz chaloe grosso;
da de nome lunada, idade 38 ai
regular, cabellos pretos e corridos,
eia de caboclada, ollis amaretacoi, e est
4 mezes. As duas crias ao, o mais vi
annos de idade, com a cor e o
da mai, nariz afilado e pernos ti
mezes do idade, bem alvo, olbos 3,
orelhas acabaadas : recomraenda a des-
les escravos as autoridades poHriae- capi-
laes de campo, que se os pegarem, os rao levar
ao dito engcnlio.-onde oero recompensados geoero-
samente.

Ao meio dia de 27 de mario d
desappareceu da casi do abao assignodi 1 sua es-
cravo, crioula.de nome Angela, fcld aunos,
Iiouco mais ou menos, coJ^^^^^^^^H
uslante prela, cabellos c 1 costu-
ma abrir ao meio, fallam
parte d cima ; levou vestido deeassi
res grandes, e mais uma pequea Ir tifa.
Esla escrava (oi pelo mesmo abis.
prada em 10 de fevereiro proxim1
Jos da Silva I.oyo, o qual a vendeu por
dem do Illm. Sr. capilao Anl iistro
Delgado: consta que coslum
dado do quarlo de rtill e (ora
viste em Santo Amaro e B^aE_d''1s "'
recommenda-se as pessoas que 3in noticia,
leva-la ou manda-la loja de "ferr
Cadeia do Kecife n. 56 A, quo se gralificar geBero-
samente.
Desappareceu no dia 2 de marso i
cravo JoSo cabra, que foi do ser'
Flores, o qual tem os signaes seg
do corpo, rosto redondo, pouca ba
(hados, e nao muilo grandes. '
mados e curtos, ps e roaos i
prido, lem um dedo de uma |
anda semprc acetada e
de palha com uma fita p
ao segundo andar da ca-
que ser bem racoropen
Desappareceu no di
anno, um escravo cabra
signaes segnintes: .idade
nal, cor avermelhn
da ahijado,
anda sempre apressado, 11,10 1
fugio,
sempre d
pequeni.
veio ha per I o de l.'im
.....- ... ....
mesmo, e maudareni-no entregar a sens senhores na
ru do Brom armazem Je assucar n. 28 oo defronle
da cadeia 11. 26 terceiro andar, que serao recom-
pensados.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EV303KFD0_QQZ70X INGEST_TIME 2013-03-27T15:33:01Z PACKAGE AA00011611_01890
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES