Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01889


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Full Text
--^snHIHH^IIHHflBtei&-- -


ljMte
SEGUNDA FEIRA 10 DE ABRIL DE 1854.

iPOrAimo adianto

umcripcao-.
. deFaria;Rio de Ja-
retra Martins; Baha, o Sr. F.
Sr. Joaquim Bernardo de Men-
i Sr. JosRodrjgues.da Costa; Na-
i. Ignacio Perera; racaty, o Sr.
s Braga.; Cear, o Sr. Victoriano
ilaraohao.o Sr. Joaquim Marques
o Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS.
Sobre Londres 27 3/4, 28 u 28 1/8 d. por 199
Pars, 340 a 345 rs. por 1 f.
Lisboa, 95jrcenlo.
Rio de Janeiro, 11/2 a 2 porO/o de rebate.
Aeces do banco 10 O/o de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconio de letlras 12 0/0
METAES.
Ouro. Oncas hespanholas. 289500 a 298000
Moedas de 69400 veihas. 169000
de 69400 novas. 169000
de 49000......' 99000
Prata. Palaces brasileiros.....419930
Peso columnarios......19930
mexicanos....... 19800
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
Caruar, Bonito e Garanhuns tos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricuiy, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas feiras.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
PREAMAR DE HOJE.
Pnmeira as 2 horas e 54 minutos da tarde.
Segunda s 3 horas e 18 minutos da manhaa.
No da 15 do corrente termina o
lo pagamento do quartel de abril
subscriprao deste Diario a
I 40000 ; ossenhores que nao pa-
e dia repute-$e que o que-
.$500 como esta* estipulado.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e qiiintasfiras.
Relacao, tenjas feiras e sabbados.
Fazenda, torease sextas feiras s 10 horas.
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 horas,
l-'vara dolivel, segundase sextas aomeiodia.
2.* vara do civel, quartas e sabbados ao mel dia.
V.

S*
*
PARTE 0FF1CIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
i o ala I. de abril a 1854.
ci.Ao Exm. presidentedo Para, dovolvendo
oriniento do alteres do ll. batalhao de in-
, Manoel da Conceicao Pcrcira de Castro, a
efere o de S. Eic de 18 de fevereiro ultimo,
inhando por copia era resposta ao mesmo of-
ifrmarao, que minisfrdu o inspector da llie-
i da faienda acerca da prclcncao daquelle
eem original a da cou'tadoria da- mesma
thesouraria. '
Ao Eira, marechal coramandande das ar-
tlendo por copia o aviso da repartidlo ila
le 18 de marco Ando, no qual se determina
para a corte o Dr. Ihomaz Cardoso de Al-
cirurgigo do corpo de sade do exercilo.
imnicou-se a thesouraria de fazenda.
Ao mesmo, reniettendo por copia o aviso
le marco Ando,'no qual o Exm. Sr. ministro
l declarou, que'o teuente do 10. batalhao
antora Francisco de Assis Guinntraes, consi-
salmente deaeu sold na provincia do
). Sul a quaulia de 6,000, a contar do
o prximo futuro em diantc, para ser
a mai D. Ihereza de Jess da Silvera
uicou-se a thesouraria da fazenda.
Exm. conselheiro presidente da retardo,
indo que o bario de Capibaribe parli-
ifticio de 31 do Diez ultimo, havcrenlra -
tdata no eiercicio da primeira vara mu
b termo na qualidade de presidente da
opicipal, visto estarem impedidos os subs-
utos respectivos.
ito.Ao'inspector da thesouraria de fazenda
do copiado aviso dVfninisterio da fazenda
le marco ultimo a que acorapanliaram os de-
I 11 dftmtsmo mez, pelos quaes S. M. o
lor, tiouve por bemnomear os pralicantesda
aria Francisco Edeltrudes Xavier de Medci-
8l Bcueviiles Seabra de Mello, o primei-
escripturario da thesouraria de fazenda
iba, e o segundo para igual lugar, na do
Je do Norte.
Ao mesmo, communicando que, por de-
le mareo Ando, kpuve S. M. o Impcna-
bem, remover o juiz nmuicipal' e de or-
lareos Correa daCamara Tamarindo, dos ter-
nkk ua Imperalriz c Santa Cruz na provin-
eart, para o de Tacaral, nesta provincia.
ou-se ao Exm. conselheiro presidente da
Ao mesmo, remetiendo de conformidade
licBo do Exm. presidente do Hio-Graiidc
e em ofllcio d 27 de maree ultimo, o aviso
importancia de Irczentos rail res, sacada
ira de rendas provinciaes d'aquella
a* sobre casa, a favor do Dr. Gabriel Soarcs
da Cmara ou i sua ordem. Communcou-
mi. presidente d'aquella provincia.
o presidente do conselho administrativo,
l promova com urgencia a compra de IKK)
irinha de mandioca, medida antiga,
i enviados para o presidio de Fernando
irapama que est prximo a parlir para
ibargador juiz redactor da junta
indo os,procesaos verbaes dos
lim Francisco da Sitva, e do 2. ca-
tgisnando Cicero de Alencar Ara-
te ao meio batathao do Cear c
Axa do Rio-Grande do Norte,
vistos e relatados em sessilo da junta
ica.Commnnicoo-se aos Exms. presidentes
provincias.
- Ao inspector do arsenal de marinha, para
le, ao curamandinte do. patacho Pirapama
;a para o presidio de Fernando seni ulle-
sio da presidencia.
>o major de cngciibeiros encarregado das
militares, ordenando que examine com
L;'_eo*cerlos de que necessita o quartel'
Ponas, segundo representa o comman-
corpo de polica no ofllcio que remelle n-
indo Smc. na informaran quea rcspeilo
dirigir ao governo da provincia, a quanlia
ecessaria dispender com os referidos con-
- Ao inspector interino da thesouraria pro-
' > o recebimenlo do quadro da d-
^l o',ultmp do mez Audo. '"
{torneando,' de conformidade com
^^Ror das obras publicas da mesma
Hamos Liuetcr para ajudante de cn-
l'quella reparlicao, e ordenando que se
i orneado o competente rttulo. '
o agente da companhia das barcastie va-
fazer transportar por conta do eoferno,
apor S. Salvador, ao 1. lencn\e do
> de arl'lliaria a pe, Apolonio Pe^es
Jacopie da Gama. /\
regado da meditlo e demarcarlo do terreno para
assento da colonia militar, que por decreto e regula-
mento de 9 de novembrn de 1850 se mandou esta-
belccer as maltas ao sul dcsla provincia, resolve o
seguinle: Os limites do districto da colonia militar
de Pimcnteiras, pelo ladode Eslc ser na linha, qu
partindo da barra do rio Pirangy graude, seja pela
margem di reir do rio Una al os dominios do en-
genho Japarnduba, salvando as trras deste enge-
nho c de todos os mais proprietarios e moradores
situados Oeste da estrada, que conduz a exmela
villa d'Agua-prcla, bem cmodo engenho Sousa-, e
lodos os mais moradores e proprietarios, que lam-
ben! se acham situados a Oeste da estrada, que d'A-
gna-preta conduz a povoajo de Jacuipe at encon-
trar a margem esqurda do rio do mesmo nome.
Pelo lado do Sul seguir a litilia esta mesma margem
at a barra do rio Taquera, continuando pela mar-
gem esquerda deste at as suas orig'ens na serra dos
Piles a encontrar, o caminho, que da povoacSo dos
PilOes conduz Quipap. Pelo lado do Oeste segui-
ni esle caminlio at margem direila do Pirangy-
crande, salvaudo a mesma povoacao de Quipap.
Pelo lado doNorte ser a linha a margem direila do
Pirangy grande alea baa do riacho Piripiri na
outra margem esquerda deste mesmo riacho al a
altura da pona Oeste da serra do Espclho e vcrlen-
les desla at a sua pona Esle. Ueste ultimo ponto
lomar o limite a direcrao de urna linha recta pro-
jcelad a entre a mesma ponta c o pico Oesle da serra
da Prala, e desle por outra linha igualmente recia al
abarrado Pirangy graude no Una. Fizeram-sc as
necessarias communica;Ces.
3.
Ofllcio. Ao director geral da insfruccilo publica,
(raosmiUiud por copia S. Ex., em consequencia
da resolurao da assombla legislativa provincial, o
parecer da^commissao de ordenados sobre O reque-
rimento que remelle incluso, de Uermenegildo^lar-
celino do Miranda, amanuense do lyceu desta cda-
de, que pede augmento de ordenado; aCm de que d
o seu parecer a respeito.
Dito AoExm. marechal commandanle das ar-
mas, para inundar avisar 3 ofliciaes superiores para
servirem de vogaes na junta de juslica. que tem de
reunir-se no palacio do governo no dia 5 do cor-
rente pelas 10 horas da manhaa__Fizeram-se as
necessarias communicaroes.
Uito. Ao mesmo, remetiendo o aviso do minis-
terio da guerra de 16 de marco Ando, no qual se
declara qileS. M. o Imperador houvfepor bem mau-
llar pastar para um dos corpos da provincia do Rio
Grande do Sul, ao sargento particular do 2 bata-
Ihaode infalitara Ulisses Juslinianode Oliveira.-
Uilo.Ao inspector da thesouraria de fazenda,
remetiendo para serem examinadasas copias das acias
'do coiiselho adminislraUvo para for,ueciraento do
arsenal d guerra, datodas.de 1 c I* de mareo Ando.
Dito. Ao mesmo, Iransmitlindopor copia o avi-
so Circular da reparlcao da guerra de 13 de marc,o
Ando, no qual se delerraiua que os comroandanes
dos destacamentos, cuja despeza deva correr pela
mesma repartienu, nos recibos quepassarem nosprels,
declarcm a pessoa de quem receberam a imporfa-
cia dos ditos prets.Communicou-se aoxm. mar-
echal commandanle das armas.
Dito. Ao inspector do arsenal de marinha, pa-
ra que expera suas ordens aAm de que o comman-
danle do patacho Pirapama receba a seu bor-
do, e conduza para o presidio de Fernando, U.prs-
cas de pret, que o marechal coramandantc das ar-
mas tem d enviar para o mesmo presidio. Com-
municou-se ao marechal romniandanlc das armas.
Dito.' Ao comniandante do presidio de Fernan-
do, Iransmittintlo a auia da senteuciada Maa de
Albuquerqae Maranhito, que est comprehndida no
numero dos presos de que trata o ofllcio d governo
de 31 de marro Ando.
Dito. Ao director do arsenal de guerra, remet-
iendo o aviso da reparticao da guerra de 17 de mar-
ro lindo, em solurjfo ao ofllciodo Smc. de 13 de fe-
vereiro ultimo, o qual declara que na mesma dala
se expedio ordem ao director interino do arsenal de
gnerra da .corle, para enviar para esta provincia os
prauchoes de madoira acoula caVallos quene-
cessarios forem para que delles se tirem trezentos
corles para roronhas de espingardas.
Dito. Ao major de engenheiros encarregado das
obras militares, autorisaiido-o em conformidade de
ua intormarau sol no 42 e data de 29 demarro
Ando, a mandar dSow desobstruir o cano deesgolo
do quartel da companhia de artfices, mas tambera
a fazer os pequeos concertos necessarios ao mesmo
quartel.
Dito. Ao inspector da Ihesouraria provincial,
communicando que, tendo a assenibla legislativa
provincial concedido dispensa ao bachure! Joaquim
Pires Machado Portella, entrara esse no exercicio do
seu emprego de ofllcial maor da secretaria do go-
verno, havendo nessa qualidade substituido ao res-
pectivo secretario, quo seguio para a erlecnm li-
mez Ando, no principio de cada mez, um mappa
estatistico das pessoas que no mez anterior suecunt-
biram da febre amarella. Oflicou-se no mesmo
sentido aos vinarios do municipio do Recifc.
IUm. e Exm. Sr.Julguei de meu dever, no mez
de Janeiro, levar ao conhecimenlo do meu governo
os rumores, que grassavam acerca de um pretendi-
do desembarque de escrayos'na provincia das Ala-
goas, e meocionci as providencias tomadas por V.
Ex. de accordo com o presidente d'aquella provincia
para a apprehcnsao dos escravos, caso appareces-
sem na costa. Tculio o prazer de, em observancia
as instruecOes que recebi do lord Clarendon,_ signi-
ficar, V. Ex. a grande satisfucilo que causou ao go-
verno de S. M. a energa que por essa occasiao
eropregaram as autoridades, e de apresentar-lhe
os scus agradecimenlos. Dos guarde V. Ex.
Consulado britnico em Peraambuco, 1. de abril
de 1854. IUm. e Ex. Sr. conselheiro Jo*i Dent
da Cunta Figueiredo, presidente da provincia
IValtion l'rcdenbitrg
IUm. Sr. Accusando recebido o offlcio, que no
l.do correute dirigo-me V. S. parlicipando-me,
de ordem de lord.Clarcndon, ministro dos negocios
eslrangeiros em Inglaterra, que de grande satisfacao
foi ao governo de S. M. Britnica a communicacao
que lhe fez V. S. das medidas preventivas toma-
das por esto presidencia e da energa das autorida-
des subalternas por occasiao dos boatos propalados
em Janeiro ultimo, de um pretendido desembarque
de africanos ao sul da provincia, cumpre-me signi-
ficar V. S. que julgando nada mais ler filo do
que cumplir com o meu dever, executando fiel-
mente as vistas e as rccommcndarOes do governo.
imperial, nao posso todava deixar de manifestar a
mais sincera salisfarSo pelo signal de complacen-
cia, cora que o governo britnico receben a noticia,
que V. S. se dgnou transmitlir-lhe e que espero le-
ra de replir sempire que nesta provincia, ou as
limitrophes se tentar o Ilcito commercio de africa-
nos.
Agradecendo pois V. S. a delicadeza com que
se dighou declarar-me os sentmenlos do seu goverT
no, aproveito a occasiao de renovar os protestos da
alta estima, que consagro pessda de V. S., a quem
Dos guarde.Palacio do governo de peraambuco, 7
abril de 1854 Jote fento da Cunha e Figueiredo
H'altmn fredenburg, Sr. vice cnsul inglez.
EXTERIOR.
nea.
Uto. AoDacnareToao PauloMontcro deAn-
drade, communicando liaver sido Smc. nomeado por
decreto de 15 de fevereiro ltimo, para o lugar de
juiz municipal c de orphaos do termo do Cabo, re-
coramcudaudo que venha prestar odevido juramen-
to, aAm e entrar no exercicio de seu lugar,- visto-
assim convir ao servirb publico, ficando pormobri-
'gado Srac. a aprcsCntar S carta imperial dentro do
prazo de tres mezes contados da data deste.
Dito. A' cmara municipal do Reci'fe, recom-
e da provinca,.tendoem visUT rendando que envi eommissAo de hvgicnc pu-
ss minijlradas pelo cnseltairoiencar
elia^rpej
y*t
>LHETIM.
ENTE SECRETA (*)
( Por Len Gozlan
o cap*
'
(Continuaran).
ii major fullou assim a Mr. de Bonrvoii :
felicila-lo, senhor. pela maneira diena
se porlou para com nosso camarada,
MBeval. Depos de te-lo desarmado iluas
I cituteutou-se (ercera vez de fa-
D ferida no bracp, podende lirar-
trada, sculiores, responden Mr. de
um adversario digno e honrado ;
r os senhores teriain feilo outro tanto.
J .ser obligados, conliniiou o major, a
mpathico c auiigavel de nossa
liar, por um acto penivel ; mas
os rigorosos... as exigencias de
erra...
^^^^^^B senhores
peusou madama de Fenleaay.
" "" ^'[O:
nobre, suas palavras tad al-
ie copj a espada na maey con-
e o senhor n3o he um obscuro
arfumarias.
-igo iuleripr-
i corajoso,
urv irsfn, o
^^^^^^^^^^^|Hd cria-
fcjica, segundo requisilou, esla era ollicio de 27 do
Paria 7 de marco de 1854. *
Ha um ou dous dias-espalhou-se o boato de que "
saude do marechal SI. Amand nao lhe pernjillia
parlir para Conslantinopla. Jnclino-me a replar
este boato infundado, porque toi informado que bo-
je o imperador o nomeou para o commando em che-
fe da brea expedicionaria. Se eslou perfeilamente
informado, a nomeado he de um carcter duplo-
ministro plenipotenciario, e commandanie em chefe
das torcas de mar e Ierra no Oriente. Os seus
emolumentos seram de 500,000 fr. com 300,000 ir.
para despezas de equipamento. Dizcm que a torca
total franceza monto a 90,000 liomens.
O quinto sorteamento da couscripcJo leve Iijgar
hojenoHoteldeVille. A multidao era immensa,
e o enthusiasmo geral. Os pr'oprios mancebos, que
alravessam as ras com os chapeos ornados de filas,
se mostram mu anciosos em comejar com os Rus-
sos, s lamentan) a demora que deve ler lugar an-
tes que aprendam a manejar o mosquete. Todos
creein, como consequencia necessar ia,que ser o man-
dados para o Danubio. As iflicinas de vinho das
visinhanastrabalhamcom todo o vigor, e'as mu-
Iheres que tem barracas as praas, e que vendem
vinho, agurdenle, coa Iros refrescos, se mostram
lo entusiasmadas como os jovens soldadas, e pa-
recem .lamentar que tambera nao sejam chamadas
para marchar.
Um^ carta de Turin, de 4 do correle diz o se-
guinle :
a Hontcm as galeras da cmara dos deputades,
que permanecem geralmenle Uto tranquillas, passa-
ram a um estado de grande emo;ao. Parece que
cinco assassinos, que haviam sido condemnados a
castigo captol, flzeram um appello a el-re, qne
commuluu a senlenca em favor de dous, em gales
perpetua, llonlem se Azcram preparares para a
execuco, eesto manhaa os tres liomens que haviam
requerido da balde, eslavara para ser enforcados.
Um empregado do governo, philanlropo e fantico,
afixou por toda a cdade um appello ios cidadaos, o
qual, depois de algumas expresses vclienienles no
esylo de Vctor Hugo, acaba assim : Os repre-
sentantes danacao, a guarda nacional, os esludan-
les^osmembrosdas sociedades de operarlos.lodos os
cjdadaos, que amam o genero humano se devem di-
rigir hoje as 6 horas da tarde ao largo'do paco, a Gm
de apoiaressr t sua presenca "\if^ rnriin
^riff de apresenlar a el-rei a pelicao paraauW!?"
cagao da-senleiia.
b Muitasprociamac6ej foram mandadas acamara
para erem distribuidas enlre os deputodo*, mas o
presidente nao consenlio. O governo ordenou que
o edicto Cosse arrancado das paredes, e que as pes-
soas que lenlassem dislribui-lo fossem presas. Qua-
Iro ou cinco pessoas, sorprendida pelos agentes da
polica in flagranli, foram presas. Enlre estas se
achaya M. Villa, um dos edictores da Voce delta
Liberta, e prenle de M. Broflerto. Esto, quando
foi informado do fado na camara,levan(ou-ie,e pedio,
era termos mu enrgicos, umacinJicaclo ao minis-
tro acerca deste fado, que elle reputava Ilegal e
inconstitucional. O ministro disse que era do seu
dever previnir por lodos os meios ao seu alcance se-
melhante appello desordem como um pedido de
perdao baseado na torca phsca, e que era urna ten-
tativa aduar ao soberano. A cmara apoioa a de-
liberacao lomada pelo ministro, e votou urna or-
dem do dia sobre este fim, A cmara, confiada
que o gbverno salte mantee a ordem, pasta a ordem
do da. ,
a Depois desta ordem do dia, volada como foi por
urna immensa maioria, a demonstradlo foi necessa-
riamente urna falla. Patrulhas de Berseghieri e dos
guardas n.-cionaes foram suflicientes para persuadir
grande numero de pessoas, que pos mera curiosida-
de se haviam collocado debaxo das janellas dos pa-
tos reaes hora indicada, a voltarem para as suas
casas. Ninguem tentn entrar no palacio, e as cin-
co horas e mcia desta manhaa os tres liomens que
foram a causa desla reunio expiaram os seus crimes
naPraca d'Armas. Ha noto patsada, na-Salados'
Pussos Perdidos, o governo fez urna importante
communicacao a maioria da cmara. A coramuni
cacao foi feita com as portas fechadas, e portan! o
anda nao se sabe o que foi dito oq feit*. Parece
que a Austria e a Franca eoncoritoram em pedir ao
nosso governo garantas de Iranquillidade, e a re-
mocao dos mal perigosos dos emigrados para tora
das fronleras lombardas, e que algumas reslrcc,0es
scro impostas imprensa. Dizem tambem que
M. deCavourderoonstroua necessidade de um am-
prestimo.
O director da Msemblcc Sulionale, Vuja piibli-
casao, como j mencionei, foi suspensa por dous m
uipvm m,i,, .. i l. anlera liberdade dos mares e a nossa jusla infiuen-
mes, enderessou urna c.rcular aos subscriptores cia no Medlerraneo. aiH,r a *iuj-i., .
"V- Emflm, lornou un pouco vivamente o mar-
que*., a que veem os senhores cojn isso?
O toajoV responden iinmcdialaiucule :
* Ba conducta misteriosa attraliio ferrosamen-
te nosSja ttllencao, c por ordem do coronel visilei
sua carruagem...
Sfci diivida, o senhor major achou ah objec-
tos de peVfuraaria, disse o marquez rindo, pois seu
pcrfuiiiista\
Sini...\ sim... objectos de perfumara.
SabOesVdr de rosa ?...
Cor de rWa.
I.eilc virLiial "!... proseguio sempre rindo o
marquez de Hriurvoisin.
Sim ; mas fui igualmente obrigado a visitar a
segunda carruagem, accrescentou o major.
O marquez Vessou repentinamente de rir, e ex-
clamou com voz\ quebrada pela colera :
O senhor...\ o senhor visitn a outra carrua-
gem he muita oiusadia, seehbr, ali! he rauita ou-
sadia !
O.olhar do marfauez que caba por toda a parte
como nina acha, enjconlrou o de Leonardo, e esle
sentmilo curvarem-*e-lhc os joelhos, balbuciou :
. "7 Mcia, seuhorXque oppuz-me a isso qnanto pu-
ne ; afasiaram-mc, reftBlliram-ine, bateram-me co-
mopelo quarlo de carneiroT*ovl as pracas de guerra!
. lJLe Bo"rvosin s acbava wssas palavras em
eu arrebatamenlo : O senhor vistott esse segundo
carro i Todava elle consoguio accre*celar : E quem
deu-lhe essc^reilo, senhor major i uradrcito que
cu mesmojiao tenho ? \ .___4
A resposta do major foi : }
tort y?***' senll0r. "/ nece&idade, a
salvacao das fronleras que impoe a \ra de para com wviajaule*,.que quer/m passa-ias.
Mas, senhor, .quando ehegoejft nao mostrei-lhe
lEZ^t nm IrUe,Uni IVeciraenlo deoda
i'rofundo despr&o de lodos os dir
"*< um insulto Jquelles que en-
* o que cW mesmo nao li-
r.-o que cVjguorava... *
a... dissrn major.
cu devia iicii&ar por ile-
... oque iuvro.aiima .
- Ah meu Dos | lornou o major, o jual nao
|arb
nha
desla gazela, nnnnnciando que ella reapparecera
como de ordinario no Am daquelle termo; isto lie, a
6 de maio vindouro.
O seguinle lie extraliido do relalorio do minslro
da fazenda ao imperador i cerca da necessidade de
conlrahir um empresmo de 250 milhOes :
Senhor, Os armamentos que V. M. lem
ordenado, augmeotaram os encargos do thesnuro ;
e, alim de sustentar oorfamento do imperio in equi-
librio, he necessario crear novos recursos : como as
despezas que indispensavelmentc so devem fazer
sgo excepcionaes e extraordinarias, nao he taxarao
mas um cmpreslimo, quo he raister recorrer :
procurar esles recursos extraordinarios por Via da
la vario tora lancee todo o peso do qpcargo sobre o
presente, tora opprirair n fortuna publica c par-
ticular no momento, emque exige a mais cuidadosa
allenrao, tora diminuir o emprego e o consumo,
no momento em que, pelo contraro, ha toda razo
para anima-tos, lano qnanto for possivel.
Procurar esles recursos por va de um empresmo
lio distribuir o encargo sobre o futurolio permillir
aos lempos de paz o pagameulo das despezas da
guerra.
Sovossa mgeslade aprovar a idea dqsle cm-
preslimo, terei a honra de propor a V. M., que
Axe a somma em 250:000,000, por que esta quanlia
besufliciente para satis fazer as novas' uecessidades
que aparecerao. A divida publica do raipero in-
dubitavelmenle hade augmentar, mas esta^circums-
tanca laucar somenteum insignificante ous sobre
as plices enjillidas,parlicularmnleso forem com-
pradas com a reduecao infinitamente mais ampia
na tjuantia que V. M: j produzio uo grande livro
da divida publica pela couversao dos 5 por % ; em
que fundos e porque meios ser o empresmo con-
Irahido ? Nste ponto, pens que he do intore le
do estado, que a lberdade de aeco do governo i
V. M. nao date'ser limitada de maneira alguma,
fim de que quando chegar o lemno opportuno, i
segundo as circumslancias entao existentes, o impe-
rador possa adoptar um modo de execuco que seja
mais vanlajoso ao thesouro. Alem disso espero que
oemprestimo seja mu fcilmente subscripto e ob-
ldo. Quanto coavenenca de ser elevado i somma
indicada, jnlgo que o melhor meio he concede-lo
sob o (ilu'.o de recursos extraordinarios para
augmentar a renda do anno em que for toncado.
Se V. M. aprovar estos proposises, tenho a honra
desolicitac. a V. M., que se dignVubmelter o pro-
jeclo ao exame do conselho de estado.
I^-seo seguinle na Gazetle du Midi.
a Existo actualmente urna pelicao na Bolsa de
Marseille para serassgnada, pedilo que a Franca
e a Inglalerra deera o exemplo d suprimir o sys-
lema de.cartas de corso. Como medida de recipro-
cidade he proposto que se convide a Ruseia a re-
nunciar o uso dos coremos, sob pena de serem con-
siderados como piratas, e tratados nesta conformi-
dade. n
O corpo legislativo se reuniohoje, s das horas,
'para discutir q, projecto de lci, que autorisa o m-
mslro da fazenda a negociar um empreslimo de
250,000,000 fr. M. Biilaull, o presidenle, que tora
nomeado relator, caramuncou nos tormos seguintes
assembla, o resultado das dcliberacoes da com-
a? que o projecto tora remetlido:
Scnhorc* em nome de urna poltica essen-
cialmenlc nacional, mundo cvilisado, o imperador appella para, vossa
leal coopera;au. A commisso c/ue elegesles, exige
agora que urna votaco unnime ralise esla coope-
raco, lo cnergicamenle altcslada, "pt-esenlemenle
pelas vossas patriticas acclamacpes.
A paz de que a Europa gozou durante osO ai-
nos passadns esl prestes a cessar. O governo russo^1*8?? com a ^e nenhum outro paiz. Era urna torra
eiedade ta outra por essa fructfera mxima O
imperio he a paz. (Bravos.)
Profundamente penetrado da sua missao.e orgu-
Ihosoda prospcrdatle que a sua coragem nos restitui-
r, e desse magnfico desenvotvmeuto de actividade
industrial que, no decurso de dous anno, cobrio o
dficit dos nostos orcamenlos, e abri i riqueza do
paiz o mais ampio hnrisonte, o imperador esperava
gloria mais* real da paz que da guerra. Fez ludo
que eslava ao seu alcance paramante-la, e para usar
das suas proprias palavras, a afim de evitar um con-
flclo, chegou at onde a hoitra lhe perraitlia. (Ap-
plausos.) (
A correspondencia diplomtica, que a sua caria
conclue 13o nobremente, exbo a Franca e ao mun-
do as provas mais convincentes dos seus constantes
esforcos e boa f. (Applaosos rednbrados.) Em vao
o governo russo lenta renunciar a terrivel responsa-
bilidade da conflagracaoque elle lem acendido. To-
das 'as grandes cortes da Europa esiao de posse Jos
documentos, e por maor que seja a sympalhia que
possam ter para com a Russa,' lodos elles condem-
nam-a. Essa bandeira da ordem e do repouso eu-
ropeo que a Russa asleou para influenciar os conse-
hos da diplomacia,' he agora levada pela rauca, a
qual inlimamonle unida com a Inglaterra, marcha
coni os sympalhicos desejos do continente, para de-
fender o repouso e a seguranca de todos conlra a
ambico de um horaem.
A nossa poltica he desinteresada, o sera reserva
mental a a Franja nao tem ideas de engrandeci-
menlo; s deseja resistir a perigosas invasOes, e de-
fender a causa dosulUto contra um ataque injusto, e
ao mesmo lempo proteger os dreilos dos christios,
EPHEMEIUDES.
Abril. 5 Quarlo crescente al hora, 42 minu-
tos e 48 segundos da tarde.
13 Luacheia as 4 horas, 26 minutse 12!
48 segundos da manhaa. 13 20 Quarlo minguanie as 2 horas 25 14 Sexta, c
minntose 48 segundos da manhaa. 15 Sab
27 la nova as 2 horas, 45 minutos e 16 Domiugc
48 segundos da manhaa. J. Chrisx
1 -------!----------
deixava de examinar desde o principio dessa violen-
ta explosao marquez c madama de Fontenav, nao
lhe farei um mysterio do que adiei nesse segundo
carro.
Voa saber ludo, disse comsgo com alegra
madama de Fontnay.
O senhor achou nesse carro vestuarios reaes,
joias, prtpfis, accrescentou Mr. de Bourvoisin. .
Urna mullicr, disse o major.
L'ina mtlher exclaraou madamade Fontenav,
que dizia eu ? /
. Sim, senhora, urna mulhcr. >
Bonita f
O major sorrinilo:
Muto bonita, senhora.
O olhar oblquo que laucn madama de Font-
nay a Bourvoisin, nao leve uada de benvolo. Ella
disse depois:
Muilo bem, o senhor fez seu dever.
Espero, senhor major, disse o marquez, agora
que deserapenhou seus pretendidos deveres milita-
res, que hade tornar a por essa senhora debaixo de
rainha protecrao.
Qne 1 elle a reclama, ousa reclama-la I mur-
murou madama de Fontenav, immediatamente tran-
quillisada por esla resposta "secca e breve do major:
------He impossivel, senhor.
Sim, o senhor val, nao liet lo/nou madama
de Fonleuay, faze-la parlir imn,te)iiente^pSra
Pans? ludo isso he poltica.
Absolutamente nao exclamen Mr. de Bour-
voisin, levo-a comgo para a Rusia.
Nao cousmto, senhor major j esrlareca anlcs...
lutorme-se cidadosameiite... Admirado dewo cou-J
nieto enlre Mr. de Bourvoisin, e madama de Fou-
tonav, luto estrauha que nao contribua a tornar a
siluacflo mais clara, o major da 'praca inlerveio ou-
tra vez para dizer^om autoridade : "
A conducta enigmtica J ambos os senhores
torna mais que legitima a minlia, e exige seu com-
Slrecinienlo immediato pcranie ajustca militar de
l'eissemburgo. Os senhores vio ser coaduzidos
sua presenca.
ri Senlior exelomou Mr. de Bourvoisin, reflic-
In no que va i fazer !
Em lempo de guerra, senhor, a juslica do paiz
nos lie devolvida ;ko nos somos a justica..."
t Prisioneiros I
sacrifica-a sua ambico. Afim de evitar senielban-
te calamidade, todos os esforsos lem sido empregados
pelo prncipe que, na vespera da sua ascencJo ao
Hirono, respondeus calumnias de urna parle'e an-
Bourvosin empalldecia, e cscumava de raiva.
Ambos os senhores o s!to.
Prisioneiros oh prisionciros!
Por poucos instantes, senhor, se nada vicr ag-
gravar sua posicao...
Declaro-lhe, senhor major, replicn o fogoso
marquez, que nao aceito sua prelenrao de reter-nos.
, O senhor resiste 1
Agora mesmo.
Senhores, disse o major vollandi^se para os of-
ficaes que o liuliain acdmpanliado, chamera alguns
soldados do posto...
O prmeiro que aproximar-se de roiin gri-
tn o marquez precpilando-se sobro um (inicial, e
tomaudo-lhe a espada. O prmeiro que aproximar-
se de miiii !...
E he assim que o senhor he perfumista disse
o major desembaiiihando tambem a espada...
No mesmo momento ouvo-se gritar tora : A's ar-
mas s armas I eis os Austracos !. eslao j senho-
res dos arrobadles as armas !"s a'rnvis !
Bourvoisin entao cxrlamou :
-r Os Austriacosatocam-nos ? enlJoavante nao,
nao sou mais o caixeiro viajante, o perfumista Mar-
linelli; mas oc^itao de dragues, marquez de Bour-
yoma..^^'
^pHfque ha de morrer capilo, murmurbu Leo-
nardo.
-1- Um cavallo I um cavalio e fogo sobre os
Auslriacos Bofo, senhores, veremos depois se devo
ser ou nao seu prisionero, por ora ao combate !
Sao os Austracos que devenios fazer prisioneiros.
Emilia, corro a defender-te... ludo perdoa-se em
um dia de batalha... demai* juro-te pela ultima vez
que eu ignorava.
Urna chuva de balas que veio quebrar as vdra-
ras da hospedara dos Tret Sa fez immedialaroeu-
le parar Bourvusju uo curso de sua justilicaQao
tarda. De um pulo elle sllou no pateo, e de ou-
tro pulo na ra... As caixas rufavaru, canhHo ron-
coti... toda a cidade ficou em fogo.
Ah I, senhora, pcrgnnlou Leonardo, o qual
encostoii-sc a parole da sala para nao cahir de sus-
to ; ah! suhora, uao lem medo '!
A Alba de um general ;... leus medo
Nao sou fifho de,un'general."
Eia,' lornou^iadama de Fonleuay, 'aprfa. lie
no Mediterrneo, ajudar a Allemanha conlra a
preponderancia de um vizinho lao poderoso. N'oma
palavra, a Franca deseja preservar esse equilibrio de
que depende a seguranca e a independencia dos es-
tados. Qnanto ao triumpho desla santa causa,
marchamos com todos aquelles a quem a iniqoidade
revolla, com todos aquellos que desejam o triumpho
do direilo, da Justina e da civilsaro. Quanto aos
recursos necessaros para executar "efllcazmeiilc esla
grande e leal poltica, a vossa commssao approva a
idea de que devem ser procurados antes em nm em-
praslimn do que. por va de taxaco ; he prudente,
como foi dilo, deixar aos ricos da paz o peso das des-
pezas da guerra.
A comroissao igualmenle approva que plena la-'
titude seja dada ao ministoo da fazendf em ludo que
se refere ao modo e conmjao do empreslimo. Esta
faculdade he urna arma de que o governo saber
ufer para o interesse do thesouro 6 dos portadores
das apolices. Quanto ao emprego ulleriordestes re-
earsos, nao podemos' fazer outra cousa mais 'do que
conAar nesga prudente e enrgica vonlade que, de-
pois del ver Uto nobrcmenle manejado a penna d-
ptomalica da Franja, saber gloriosamenle empu-
nhar a sua espada. (Bravos.)
a Senhores, a vossa commisso vos prop&e dar an
governo do imperador esse assigoalado penhor di
confiance. '
o O nosso pa'iz, qoe se lembra dos desastres de
1812, no precisa lembrar aos scus inimigos que el-
les enlo tveram de sua parle os rigores de um in-
vern mais invencivel do que as suas armas. Esle
pait poda oppor-lhes outras gloriosas recordar-oes :
mas he melhor crear novas. (Bravos.)
a De accordo com o paiz, o imperador nao deseja-
va desembainhr a espada. Mas visto tormos sido im-
pellidos a islo, cumpre que a guerra seja rpida, e-
nergica, e decisiva. (Muilo bem, muito bem.) Seja
efficaz esta grande poltica inlernacial pralicada pe-
las potencias occidentaes contra o perturbador do re-
pouso da Europa, e o continente ser outra ve res-
tituido, petos nosso esforcos, de accordo com a In-
glaterra, a urna seguranca que nao estar no poder
de ninguem perturbar outra vez impunemente, c a
Franca, salisfeila sob a gloriosa egdedo governo que
ella escolheu para si, reassiimirn o livre curso das
suas pacficas conquistas. (Applausos unnimes.) A
vossa commisso unnimemente vospropoe a adopro
do projecto de lei seguate :
Art. 1. O minslro da fazenda he autorsado a
nscrever no grande livro da divida publica a quan-
lia de apolices requerida para produzir, segundo a
razio dar negociarlo, um captol de 250 railhoes de
francos. Estos apolices podem ser alienadas com toes
condicOes que concilcm os inleresses do thesouro
cora a perfeila facilidadeda negociaco. Um fundo
da centesima parle do capital nacional das apolices,
crearlas em virlude da precedente autorisacao, ser
addicionadosommf assigon dacada anno ao fundo
do pagamento da divida nacional.
b Art. 2. Os rendimentos do empreslimo scrao
apropriados, como um recurso extraordinario, s ne-
cesidades do anno em que for realisado.
Quinde M. Biilaull concluio, M. de Flavgny le-
vanlou-se e apresentou algumasobservacoef sobre a
ecessdade de reduzir cerlos impostos.
A discoss ofoi entao encerrada, e os dous artigos
do projecto, sendo ldos peto presidente, Jurara adop-
tarlos sem opposirao. O projecto foi depois volado
pelos 238 merabros prsenles.
M. de Montreuil entao propoz que toda a cmara
fbsse noile ter com o imperador com a commisso,
por quem a. le justamente votada dev ser apresen-
lada a S. M. quo foi uoanrmente approvado.
(Correspondencia do Timen.) '
O bloqnelo commerclal da Zirnaal.
A coustituirao econmica da Russa nao se pa-
gimenlando a nobreza e a adininislrarao.arregimen-
taram tambem o trabalho ; tveram ofllcinas me-
talrgicas, manufacturas de panno, fabricas de se-
da ede algodao, papelarias. etc., etc.,.creares cha-
madas imperaes marchando todas com ordem e dis-
ciplina voz de um general, de um coronel ou de
um chefe de esquadra, segundo a importancia do
objecto. O Irabalhador que se distingue nassa a
cabo de esquadra e depois a sargento. preg
(oso est sujeito lei do bastao como um simples
soldado. Quanto ao commercio, fez-sc delle urna
corporacSo dividida em tres compaohias ou guildes,
temi cada ama seus direitos e suas especialidades,
as quaes sao obrgadas a encerrarem-se escrupulo-
samente. ,
Este sv slcma lem (ido em resultado produzir a
presos exorbitanls papel delestavel,lecidos mais que
mediocres e ferros bastante defeiluoso para que a
Inglaterra, apezar dos obstculos de urna tarifa ul-
tra-protectora, ache meios de derramar seus ferros
em um pajz ao qual a natureza deu em abun-
dancia mineral de primeira qualidade.
No estado actual das retacees .coramerciae* entre
as narescvilisadas,acirra'respecliva das permutas,
aproximada da cifra das popularles, indica com
bastante exaclido a torea productiva e a posicao
dos differerenles estados na ordem econmica. Ap-
plicando esle calculo s princpaes potencias e al-
guns estados secuudaros, acha-se os dados seguin-
tes : .
O prmeiro lugar deve ser assgnado a (ran-Bre-
tanha, que com urna popularao de 27 milhcs de
habitantes, faz no eslraugeiro lim commercio de 4
milhares 623,000,000 Traucos, valores" declarados, o
171 fr.
12*
110
66
'63 50
54
48
4i 30
16
esscixcialmente agrcola, os czares lem. querido im-
provisabas maravilhasda industria. Por isto elles no
tem masiJiado nada melhor da que urna nova ap-
plicai;ao de sua marcha ordinaria de governo., Arrc-
approveitarinos as vauto-
em torno de
nlher, ou a es-
alil occultar-sc
que a cs-
is da fuslla-
ffrer, temo
qu sou eu
nossa, convem Leona'
gens da situacao.
Que pretende fazer,
Ouve-me...
Mas, senhora, o cauhao
nos.
. Pois deixa-n roncar...
E que, senhora... .
Desee ao paleo, e dize a essa
sa moca que esl no carro, que he il
mais... _^,
Nunca, senhora*, as halas...
Dize-lhe-que suba, que vcuh,
tou .esperando. N
Torno a dizer-Ihe, senhora,
I'ollrao !
Unas vezes pollrSo, se qnizer;
da, cuja chuva nao tenho a ufana de
tambera meu amo, o qual nao duvidari
que tenho dado a raao a tuda isto.
Pois tica I irci eu mesma, o saliere! cmfini que
Adalga he essa de vestidos de seda e de Velludo, es-
sa rival... v
Sim, senhora, isso he muilo melhiir... va a
senhora mesma... V
Ver-lhe-hei a cara... E dr-lhe-hei...l
Muilo bem I \ '
Oh ella ha de pagar-me caro os tormn
que causa-inc ha doze das. \
, Sim, faja paga-le#liem caro ; todava lera&rc-
se de que ambas as senhoras estilo prisioneiras.
de quem -'/ a cidade nao he de ninguem ueJ
te momento, e minha rival he rainha. Leonardo"
Ac aqui, hci de precisar de ti quando voltar.
Madama de Fontnay apartou-sc logo ; mas Leo-
nardo gritou-lhe anda :
Cuidado !... as balas nao cessam de cahir no
pateo... Se algum da ella casar-se com raen amo,
nao sei qual dos dous ser mais capitao de dragues.
Ella disserme que esperasse, meu Dos quequere-
r ainda comgo '.' qu querer ainda comgo T Tre-
mo todas as vezes que ella precisa de meus servicos.
Concordo que paga-os bem ; mas expoe-me a lefri-
veisperigos. Meu amo, devo coufessar que he um
libertino';.na ve/pera de casar-se | .i rau-
lher de oulro, e depois deixar aoih
eombater contra s Auslriacos. Elle combato ueste
momento I... e se for morto 'ivir ainda duer-cus
i
lo\
que representa por cabeca.
O segundo a Blgica ; popularao
4,26,000 almas ; valores trocados
490,500,000 francos, ou por individuo.
O (erecro aos,Estados-Unido6. Po-
pulacho 20,000,000 ; valores trocados
2,209,000,000 fr. ; por cada individuo.
O quarlo Franca, popularao'
34,000,000 ; valores trocados
2,2'6,000,0u0 francos ou por cabeca. .
O quinto Dinamarca; popularao
9,100,000; valores trocados 127,170,000
francos ; por caliera. '......
O sexto i Allemanha ('/.ollweren ).
populai;ao23,000,000; valores trocados
1,330,000,000 francos, por caliera. .
O limo ao Egvpto ; popularao,
3,000,000 ; valores tr. .144,500,000
ou porcada iudlvidub. ........
O oitavo a monarchia sueca norwe-
guense ; populacho 4,252,000 ; vatores"
trocados 188,370,000 francos ; por in-
dividuo.................
O nono Hospanba ; populado
15,000,000 ; valores permutados
319,992,000 francos ; ou por cada in-
divido.:................. 21 .
O dcimo Austria popularao
:15,000,000 ; valores permutados 1
645,000,000 francos ou por individuo. 18 o u
O undcimo Turqua ; populado,
sem as provincias tributarias 26,000,000
valores permutados 453,000,000 fran-
cosou por individuo.......... 17 5o'
O duodcimo aos principados danu-
bianos ; populacao 5,000,000 ; valores
trocados 80,807,000 francos ou por ca-
da individuo...............
.E o dcimo torceiro a Kussia, cuja
popularan sem a Filaudia e a Polonia,
se eleva pelo menos a 60,000,000, o
faz com o estraogeiro um commercio
de 74,0OO,O0O francos, valora offl-
daes ou por individuo.
Por agora nao queremos saber nada desses dados
numricos; apresenlamos como una indicarlo apro-
ximativa da acrao desptica dos czares Obre um po-
vo, cujo territorio igual pouco mais ou menos
quinta- parte das torras habitaves em toda a super-
ficie, ilo globo, e para mostrar qual he o valor eco-
nmico de um imperio too formidavel naaparenria.
Se o que nos dizcm do estado miscrav el das popu-
lares egypcacas he exacto, qual deve ser pois a
condieao das populares russas, collocdas tanto ci-
ma deltas na escala"commercial, e cuja forja pro-
ductiva se eleva apenas um terco acunada sua Na
verdade os beneficios do commercio sao desconheci-
dos a nove decimas partes da Russa. As rellitui-
C*es do svstema de alfandegas, a falta absoluta de
communicacao no interior, impede forcosamente o
movimenlo das permutas na fronteira. Ellas, al-
mentam o luxoda corte, da aristocraciae de alguns
ricos particulares em Mosco vr aS.Petersburgo e as
margens do Bltico^
, Sao elles que eunsummcm os viihos da Franca,'
as sedas de Leao, as modas parisienses, os teridos,
as espedarias, as:<|uinquilliarias minislradaspela lu-
glalcrra. O exercilo recebe para vestido os pannos
costosos e pouco duradouros das manufacturas na-
cionaes os quaesservem tambem.de alimento a algu-
mas trocas com os povos asiticos. Quanto aos
meugicks, elles nao conhecem mais os produdos im-
peraes do que os producios eslrangeiros. Tauto
uns como oulros sao naccessiveis i sua pobreza.
Elles liara e tecem a laa de seos rebauhos como os
povos primitivos. Acrescentai algumas pelles de
carneiro e lereis a totalidade de seu grande guarda-j
roupa.
Mas dir-se-lia, com que se pagam pois os frsen-
los ou qualroceutos milhOes de productos fabrica-
. 12.80
dos, qne se
S. Petersborgo, RJ
tedmentoii
dade na Kus T
prezada da
mal aprecia
feilo atada, m
s as necessidade das!
o commercio exter
das altas dasses re
souro imperial pe
das.
Immensos rebanhos,
minslram ans proprietai
nhores, lars,
pjoduzein taboado
leis, s quaes
dao cultor
deravesde li.
productos, dirigidos pocj
vas fluviacs para
lerno.'concentran
de gozos ede rendimentj
tem So governo arrecaij
alfandegas, ama
120,000,000. A' ..
dudo dos direitos de
passagero, d a
tera de tarifa
portados, ella fon.
em fallar il
De lodos os
muta como conlra
goza de maor imp|
ludo nos annos em
zes da Europa..
umahoa fortuna, <|
um alegre
permute dar
portes, c
res mais remo
nimppaibilidade.i
de exlracccs.
lipliraros
comfadldade.i
da continuando
arligos (abricad
dinlieiro a raaiol
Russa.
Mas' estos retaca*^
conferm rrilm atWi
lera tambem
Iria real; a B
los manufac,
tanto daJ
i indos da
oulro ladi
sa para lli
grande pon
principal das ras
sobretodo pe1
ilesta dupla ni imil
tisfazer viessem
prever at onde
marcha da sr
Islo posto,
arma temive
ranea, de sea ej
que recusaudo-se
ligs manufactura}
ao mesmo U i
producto
Esla objeci
;as ao cu,
nenio europ
de daquelta,
um piz,.en-
tro visinho.
Hespanha <
de que a P
para seu!
neceuao
de hectollos.
das em 1846 .
e eremos que estfe a
a muto ma
Ora a Americr do
urna exigencia Uo j
disto, e subsluiria
porque em li
riamos cora as bosh|
O mesmo
tigos agrcola
uossas lrausacces,i
ranhimo, o sebo, e
seus similares em \
Suecia, na Norwegj
Prata, em Boenosj
Brasil, ua Australii
cada dia mai
rosos, que
commercio
jaso para a
mo d seus.
interami
turnados a constelen -
sario ao coii^^H
vem deslrui-
jde: a Europa \>
sia ; 4 Russa alo
Mis, dir-se-lia,
alfandegas, renov
Ira Nicolao o que lentei^
o ler lei lo contra ,
glaterra ? Esles meios
Leoliardo porquo nao lembraste-mc queeu era per-
fumista Como sou tolo se elle for morto uao me
ilira nada. Mas nao he madama- de Fontenav que
volta t m he ella.
; Que lem, senhora ?
Rctirou-se, Leonardo, reliroo-se sou engaa-
da, cruelmente engaada essa mulher fugio I o cae
ro esl vasio! Ah adevinho accrescentou viva-
mente madama de Fontnay : nao adev uhas'.'
Nao, senhora.
Sou victima de urna atroz comeda ; Mr. de
Bourvoisind9se-nos queia eombater...
E lera fetto-ceflloTisse.,
Falso pretexto mentira elle parti com ella,
e-sou eu que pago os gastos da guerra: comprehen-
des agora '.'
A senhora julga que meu amo '.'...
Creio tudo da parte delle ; mas nao quero ler
sido assim ensenada oh nao Leonardo T
Seuhora.
Queres gauhar muilo our?
Nao. senhqra.
Como, nao!
Conheco porque pre^o gauha-se o ouro; disse com-
sigo Leonardo.
Nao senhora, sou mullo rico.
Ouve-me, hei d dar-te...
lie intil, uao quero nada.
.Mas.., Leonardo nao leve lempo de resistir ai
proposices insidiosas de madama
urnas pessoas vinham correndo.
Broc, o eslatojadeiro, e seu Ael
Ah mtame, matan:
les Audrichiens 'lre faiuque
.\ustriacO* tinceru
Isso me he indiuerenlc
AUcz-^^H
odii a prest
C
deu madama
faltar adi
rodoal^
ch'aisse t
urna te
T*,
mais che
MOlll
_|N8
mente. .
Tes eenil
tome... toB
votlre aldessr
em tresarinu*
de tai 3uaaf<
' P
ra! )
rs ciieraux. loui.
i teu11
pohju nao sou mais grisiouei saniju.e trio i c'est frai

i acento all lardo. iiiiiHtoc coattuuou;
i^i^Htons duer
ente, tamos matar
Se (Quarlo de 1
^ tte.j
eles labins.
tfatoteos oelhot.j
tuar-te-ha.)


MnHH.> ,
M

llura he mais brbaro, mi
Je commercio do qu
inguc do que
ra America as espeeularoes
DIARIO DE PEJjHAimJUlQ, StUUNUA FfcUtt IU Ut
~' ii i ^QM*JtE
Itondre 10 denarco de 18S.
O periodo le'quarenla aunes que decorreu desdo
|o da ullima guerra europea teslcnuiihou
ABflIi. Ut
-s
IBM.
teda
Balli
que
lionl
til
davra, dos rucios
ituioao eco-
homa-
niea/as pro
liar as
15*0 que nos
qoe mais pmmp-
laranrlneinor contra a
tn te, ser o melhor o
"oda 00 vencer o excrcito Tus-
qnalquer parte; pode-
1 Mar Negro e no
o Sebastopol, sem
corjesa, de que. novas
0 ameacar Costantino-
rvista ; pode-se at acabar
ni a conviccao
co ou dez an-
casiflo favoravel,
1 enovarSo suas vilen-
se ha de derramar!
^^^Kar, sao desgranados
ovados pelo allraeli-
. Achar-se-ha sempre
niu-ao. Mas se
0 framente calculado vier
se elle nao entrarnos
ional tal romo enten-
ir dlle, seus esta -
lodas as ssebversOes, que podem
elacOcs commerciaes com os
I nancas fiearSo sujeitas as catas-
.illarem do bloqucio de
le om tal systema, cnergi-
lais que nenlium outro a
d assegorar por longos annos o soco-
idos inleresses mo-
e. Pelo menos es-
1 elle garantira effleaz-
tipu, ao qual est unida a
capaes potencias. (Preste;)
r Miagara receberam-
Sew-VoA, at adata do 3t
por ene vapor so pouco
.do congresso rorao sen in-
do ecebeu do presidente
a relativas a aissSo de mo-
udo" do papa nos Estados-Unidos,
asiBiBSKSflHP'Ps^e
^^l Mr. Marcy'ao presir
1 papa ao mesmu; ler-
Antonelli a Mr. Marcy,
r. Lewis, Cassa a Mr. Marcy.
do, aoqual foi enviada ama
do de 23 do corrente, lem a honra
a tradcelo de una carta
1 assignada pelo Sr. cardeal
uocios estrngeiros de S.
lirigida a esta repartirao,
^^^^KCom um despacho, ao co-
dee Estados-Unidos, aununria
ci apostlico junto do
recebeu iostroccao de dirigir-'
et ao fim do felicitar o presiden-
Be despacho, que tinha o nu-
iarco e recebido a 18 de
He impossivel pois
le. Incluso se commu-
rta original de S, Si ao
Ma pelo St. arcebispo. Bedini c
^^| 8e^o a 10 u julho, assim como
1 cora dala de sete do pas-
I- v
igaadapor Pi IX, datada
marco de 1B53:
nkar, satide. Nosso venc-
^^Hfodo, como nosso
apostlico, junto da corle
ido ncasas instruegoes
iados-Unidos). Nos
ludo encarregado
a Msente c eiprimir-
os eenlimentos que
Temos como corto que
en de nossa parte vos
^^Hfeludo de nenhum rao-
a*wivel inuao j nomeado.
0 pelassolidas qualidades
IDO, que o carecterisam, sejn
1a nos confia o cuidado
ote toda a torra, nao pde-
lo sem vos rogarroot, que
m piotoci;ao ao cathoiicos;
e protege-tos em lodo
vossa autoridade. Ccr-
de boa vontade aos nos-
que pedimos, nao
ir nossas humildes supplicas
nevos conceda, illnslre
graea celeste, vos
^^Hf e nos' una pelos
^^Hdadc.
cardeal Antonelii a Mr.
dia que a precedente :
tetana Bedini, arcebispo de
Ir nuncio aposlo-
recebeu inslrucrao de se
o pois Y. Ex. qoe
caieclerisa e Ihe
que elle posea ter ueces-
iffiet de V. Ei. Ihe serao
litar ama rocep-
r ao qnnl elle deve pre-
tal. Alrevo-me a lisonge-
aiteoder ao,ineu pedido e
rara, Se.
arla daiir. Cass Jum-
7 de*ezembro'.
os da minha che-
^Ble logo enlrei no
ve a honra de uina
1 Mercurio de estado, e
bserve o de-
lirar relacOes
1 cardeal fez
ratas, qoe cxprimiain
mesmotcm-
respeito pelo
s. Fer mencfo
r Bedini, nuncio
natisfasSo
S. S.
o"Bcaaicnte,
^^^^^^^^^a ex-
-.
ivolmagnitude m todos os "ra-
|I un* da legisla ro. Lm espirito mais humano, il-
uto c liberal^em examinado c reformado as
1 ulsoes, da sociedade. As restrictjs, dne pri-
, ament foram consideradas como garantas in-
nsaveis doa nossos Inleresses pessoaes oU dai
seguranza nacional, nao lerh sido somenlo
rosadas como su perlhias.was condemoadas co-
oritivameBte nocivas ; porque a nossa prospe-
le e o nosso poder tom ptogredido com aceele-
fada rapidez, medida, que lomos aprendendo a
depositar couflanca nos principios de maior mode-
racao e liberdade. Apenas citaremos alguna exem-
pls: O nosso cdigo penal foi purificado das de-
terininacCes sanguinarias outr'ora reputadas essen-
ciacs seguranea depropriedde.asnossastnanurac-
luras e a nossa agricultura foram aliviadas dessas
teis protectoras e restrictivas que por tanto lempo
eram julgadas ser o palladla dos nossos triumphos,
e presente sessSo do parlamento provavelmente ha
de abrir o nosso commercio costeiro livre compe-
Icncla dos navios estrngeiros.
Agora he do nosso dever considerar e verificar
se o mesmo periodo que servio para remover tantos
preconceitos e decejitoes na mor parte das rolarnos
da vida social lambem nao nos habilitar a tratar
em um espirito mais liberal c humano as leis c
erancas da propria guerra. O assumplo he um tes-
tes a que se tem dado pouca attencao, em qu'anto
para isto nao ha urna causa, immediata. O mundo
eslava crento que as calamidades de um estado de
guerra nao occorreriam outra vez com facilidade, o
ha muila raz3o para lamcular-sc que no decurso da
longa*paz se nao tciiliam feito mais provisOes para
ella ; mas, por outro lado, as circumstancias da ac-
tualidadc sao peculiarmente favoraveis considera-
(30 desapaixonada le taes modificado! na lei das
naces, como o estado do mundo reqoer. As -tros
prinripaes potencias maritimas e commerciaes, "
a Graa-Brctanlia, a Franca e os Estados Unidos
Se acham era termos escolenles. Ouasdellasesto
extrictameute ulliadaspara a prosecu;ao desla guer-
ra, e apenas o povo americano ho menos interessado
do que nos mesmos no triumpho da nossa causa.
A extremadifllculdade ale hojesentida em lodosos
esforsoa previos para mclhorar as usanras da guerra,
pelo que loca aos inleresses commerciaes consiste no
f acto de que em toda a guerra cnlre dous grandes esta-
dos.marirtmos ludo o que foi proposto por um dos bel-
ligeranlcs foi recusado polo outro, c a tentativa pa-
ra impor pela forja qualquer desisteacia das dou-
trinas recebidas acerca da lei 'internacional foi se-
ment urna nova causa de contenda. Neste lempo,
pelo contrario, lemos em nosso poder, pralicando
deaccordp cpra os Estados Unidos, c a Franca, decre-
tar com autoridade quaesquer principios de lei 'com
qne oslas potencias, ou como belligerantes ou como
ucntracs, possam concordar ; e nao duvidamos que
asmodificacOes qne livremente possam ser feilas no
primitivo, cdigo martimo e serio cordialmente a-
doptadas pelos segundarios estados martimos.
Os ltimos annos da ultima guerra, e especialmen-
te desdo 1807 at 1813, leslemuuharam um exage-
rarao de todas as medidas de rigor dantes emprega-
das contra os inleresses commerciaes na prosperi-
dade martima. Napoleao elevou as suas prohbi-
coes extincc3o de toda a.dudependoncia commer-
cial polo systema continental, e suspensao do com-
mercio neutral pelos decretos de licrlim e Milao.
0 governo inglcz desforrou-se pelas suas ordeos em
consclhu, c nessa tremenda dispula todo o legitimo
commercio martimo csteve prestes a lindar. Por-
tanto, niugcm souhu em volver s extremas medi-
das que foram gradualmente introduzidas sob a pros-
sao ou tentacSes daquclla guerra, e no estado pr-
senle do mundo semelliante nlerrupjao das relaccs
ordinarias da-Europa fora intolcravcl. Mas isto me-
rece muilo a considerado dos governos a que nos
lomos mars parlicularmcnlc referido, se nao podem
concordar em ma interprelajao mais liberal dos
lucilos dos nulraes, de jnaneiraque dimiuua lan-
o quanio for possivcl os perniciosos elfeitos da pros-
peridade martima quanto ;i propredade particular-
Nao ha reara a lei das iiagcs que se nao possa
fazer o objecto de negociacao ajuste, e entrando
as hostilidades depoisdetao longo nlervallo de
paz, os governos empenhados uesla cgntestarao tcm
principalmente quo regular a son poltica por Iros
ptjricipius,dirigir a'guerra com o maior elTetlo
possivel Contra o inimigo, reduzir dentro dos' mais
ostreitus limites os dmnos infligidos pela guerra aos
seus proprios subditos, e- evitar as medidas que pos-
sam tender a desenvolver os dainos c perigos da
guerra, concordando-oscom as oulras potencias. To-
da vez que urna medida que possa ser adoptada ce-,
mo meio de embarazar ou enfraqueccr o inimigo,
for acomparharia d grande somma de damnos a
nos mesmos, e de grandes injuslicas aos outros pai-
zes nao comprometidos na guerra, semclhanle me-
dida ao menos deve sor consideradaconia.de um
carador inqueslionavel.
commercio neutral nao pode ser vedado, ex-
cepto pelo bloqucio actual, sem ama interferencia
violenta com os direitos das oulras nacOcs. Masas
vanlageavdcstc commercio nao sao exclusivamente
limitadas a um dosDelligeranles.e, seislo dminuc
a pressao no estado assalladu, lambem ministra sup-
primenios ao assallanlc. Porlauto pode ser duvi-
doso se as medidas extremas quo sao indubitavcl-
menle sau-cionadas pela lei das naces para a cap-
tura dos bens do inimigo as roaos dos nulraes, sao
empro convenientes c vantajosas aquellos que as
pralicam.
Anda mais: o damno cansado ao inimigo he mui-
lo inferior aos perniciosos cll'oilos leste remanescen-
le de prospetidade |tarticular, que at hojo tem si-
do legado pelas potencias maritimas. Aceitar car-
tas do corso de um estado cstranciro contra os na-
vios di um piiiz amigo, deve evidentemente sor con-
demnado |>elas lois de olas as na;oes civilisadas,
comoj he pela lei dos Eslados-l."nilos, e por toda,
a san Jurisprudencia. Podemos dar o nosso assen-
timcnlo ao principio propasado por juristas de no-
la de que a destruido do commercio e navegaran1
he o anico fim lo servido martimo, afim de enfra-
quecer o poder naval^ do inimigo. Grandes ponas
particulares, e injuslicas pessoaes podem ser cans-
das desla sorte, mas fins polticos raras vezes podem
ser oblidos.
A Inglaterra nao ficou enfraquecida pelo syste-
ma continental, nem Napoleao foi vencido pela des-
truidlo do commercio de Franca. Provavelmente
liavemos de causar a Kussia grandes privacOes pela
ruina do seu principal commercio, c ser do nosso
dever fechar pelo bloqucio os portes do imperio rus-
so, nao so no Bltico e no Mar Negro, mas em Ar-
changel, oadese faz um trafico importante. Mas a
captura'da propredade parlicnlar tem comparati-
vamente menor efleito sobre o I cslino dos imperios,
e provavelmente he chegado o lempo'em que esta
pralica sertao repugnante s usaucas honrosas da
guerra no mar como ja he em Ierra. A tendencia
do nosso scalo lie humanisar oslas usaucas, he di-
minuir essas calamidades, tanto quanto he comp'ali-
vel com o objecio a que a guerra se dirige, que he,
nAo causar damnos aos individuos, mas reduzir os
governos a submissSo. Temos razo para erar que
o assumplo est sob a considerarlo do governo de
sua magestade, e das oulras potencias martimas, que
preslanlo um servicoduradouroao generoliumano.sc
ejlcs se aproveitarem desla opporiuuidade para con-
cederem por mjtluo ajusten maior sceuranra p vels partesnnoeetuesno,bmpode sufrra, (Timen;
ahonradeapresenlar esta assembla o seguinle
prnjcclo^eservando-sc para fdndamenta-Io quando
for ello aiscatido.
A assembla legislativa provincial' d*Pornam-i
buco resolve :
0 Ariigo.1. O r^olamontodel2demaode 1851,
ser* execulado confas segoinles reformas:
SI. Ao artigo 7 acrescenle-se e aquellas mate-'
rias do apigo 3.qne o presidente da' provincia de-
signaraob proposta do diroctor geral, lndo em at-
ten;ao-imporlanciads localidades em que forem
situadas as escolas.
I 2. O artigo 12 seja substituido pelo sa-
gninle :
s Pafa a matricula em qualquer das aulas do ly-
ceu, ba certidao do exame das materias do 2. gnio d inslruc-
cao elementar.
1 3. As palavrase as quinla-feiras, do artigo
17, sejam subslitaidas pelas seguintese aquolle da
semana que for designado pelo director geral para ca-
da orna das escolas.
5 tVAo artigo 47 acrescenle-sedepois de cin-
co annos de excrcicio sem ola, os quaes serao con-]
lados para a jubilacao depois de ohlidooo titulo vi-
talicio.
5. O 2. do artigo 63 seja aubslilnjdo pelo
seguinle Inspeccionar e fisclisar as escolas do
lyceu por si e por ; intermedio dn respectiva direc-
tor.
S 6. Ao artigo 50, acrescenle-seO presidente
da provincia marcar as incompatibilidades que se
refere a presente disposijjto, podendo considerar va-
go o lugar quando o professor aceitar cargos que
forom declarados incompatireis com osen magis-
terio.
#
" 7.0 artigo 72 seja substituido pelo seguinle
dente da provincia jalgaj necessarios.
a Cada circulo lera dous inspectores, sendo nm o
vigario da frcguezla que pertencer b circulo, e o
outro de nomeacilu do presidente, e inmediatamente
subordinados ao director geral.
As diversas atlribuic&es desles inspectores sero,
tendo-se em vista o prsenle regulamento, desenvol-
vidas em pstruccOes que o presidente da provincia
dar.
8. Supprimam-se os arltgos 73 e91.
9..0 presidente da provinciaconlratari a im>
pressao dos compendios e traslados approvados para
o uso das escolas, mandando dislribui-los pelas col-
leclorias da provincia, afim do serem vendidos os
pais dos meninos pelo custo da impressao.
10. Os professores das cadeiras situadas a mais
de 50 leguas distante desla cidade, rcceberJo os seus
ordenados das colleclorias provinciacs em vista dos
allesladosdc frquencia passados pelos respectivos
inspectores, e rubricados pelo director geral.
g 41. No impedimento do professor, o director
geral pjr si, e por intermedio dos inspectores romea-
r urna pessoa idnea que o suhstilua, nao exceden-
do o impedimento de 30 das, em cujo caso ser a no-
meacau feila pelo presidente da provincia sob propos-
ta do director geral.
ASSEMBLA T.KGTHt.ATTVA
PHOVtNGLAI..
eaaao' oHUaarl asa 6 da afcrll da XSM.
$dem{a do Sr. Carneiro da Cunha-
folla, a'chamada vetilT-
irem presentes 30 sehore* depnldos.
iieabrea sessao.
I- a acia da sessSo anterior,
k.appr.vda.
> njenciona o seguinle
EDIENTE.
dcanlldaAlbuqaer-
12. He vedado aos directores de collegios
particulares, recebercm em' sUas casas com domi-
cilio lixo oulras pessoaslcm dos mesures, discpu-
los, e empreados regulares* dos mesmos eslabeleei-
raonlos.
13. A' adopeo de livros ou compendios qtfe
conlenhain materia de ensino religioso, preceder
sempre approvai-o do bispo diocesano.
CAPITULO II.
Dos professoret adjunloi. *
(< Arl. 2. Haver urna classe de professores ad-
juntos, cojo numero nao exceder a 'doje, formada
dos alumno das escolas paUicas maiores do 15 an-
nos que mais se honvereny distinguido nos exames
por sua intelligcncia, bom procedimeuts, e mostra-
rem propensSo para o magisterio.
I. A escolha lestes professores ser feita pelo
presidente da provincia sob proposta do director ge-
ral da inslruccao publica, precedendoconcurso, e re-
cebero urna gralificacao que ser regulada riela se-
guale raaoeira :
No priraeiro anno......2503000
No segundo.........3009000
* No lerceiro. .'._.-. 4008000
a 2. Os professores adjuntos serao'addidos, como
ajndantes, as escolas que Ibes designar o director ge-
ral afim de se aperfeicoarem as materias e praticas
do ensino, podendo ser miniadosannualmenle de es-
cola por orilem do mesmo director.
3. No fim do cada anno de exercicio, e at o
lerceiro,, passarao ps* um exame pernle o director
geral, e loas examinadores nomeados pelo presiden-
te da provincia, afim dse conhecero grao do seu
aprovcilamento, ojevendo ser eliminado da classe
aquello que Sot reprovado em qualquer dos an-
nos. -
c 4. O exame do lerceiro anno versar emgcra
sobraas materias do ensino, e especialmente sobre 04
methodos respectivos, e o systema pralico de dirigir
urna escola. Ao professor adjunto approvado neste
ultimo exame se tara um Ululo de capacidade pro-'
fcssional conforme o modelo que se adoptar.
a 5. Os adjuntos que obliverem o titulo de ca-
pacidade profesional serao nomeados professores das
adeiras quovagarem sem dependencia de coocarso;
devendo para este fim o director geral apresentar ao
presidente da provincia ama lista de todos es adjun-
tos que esliverem competentemente habilitados, dan-
do a respailo de cada um as informacoes uecessa-
rias.
8 6. Os adjuntos que liverem o Irieoio Be habi-
litaban serao addidos as escolas publicas al serem'
cmpiegados, designando o presidente denlre elles os
que devera subsliluir os professores nos seus impedi-
mentos.
NcssasoccasiMperccbero mais lOOsOOOdegra-
lilicacaii.
g 7. Quando os adjuntos obliverem licenra para
leccionarem ns escolas e collegios parliculares; per-
lem o diroito a gralificasao, o smenle podero ser
apresenlados para professores em falla le adjuntos
que se conservarem addidos s escolas publicas.
S 8. Emquanlo nao se organisar definilivamen-
t a classe doj professores adjuntos, segundo o syste-
ma dosle rcsplamcnlo, e instrucrOcs que o governo
fica aulorisadoa dar pura'seu complet desenvolvi-
menlo, o presidente la provincia poder nomear afe
o numero de 6 individuos de fora das escolas publi-
cas, os quaes se irao exerci lando neslas pelo mesmo
modo, e com as mesmas obrigaciics e vanlagens dos
membros dqjielU classe.
o Estes adjuntos serlo propostos pelo djrcclor ge-
ral, lendo'pnmoiramente justificado sua moralidade
e idado maior.de 18 annos, epassado por um exame
de sufilciencia c aptidao perante o mesmo director e
dous examinadores nomeados pelo presidente da pro-
vincia.
9. Os professores tirados da- classe dos a^j
lo percebero o ordenado de 70000*0rs. "J
rs gralificasOes e vanlagens eslabelecidas
lamento.
a g 10. Nao he permitalo enli
professores adjuutos sem que
previamente por um conlr.
nenio de habililacao,
magisterio.
Se o caudidalo f>-
, ir menor o contrat sera assizna-
do por seus pas, lo' Mig"
, .. ? .ior, ou curador. i
rcs'adjunlos^,,haycra,um dente e com s"*, S^m\ dos ""f08 *?'
podendo ser a"*79 b^afoc' vanlagens, nao
nham complef?"%" "^Bf^ladcoara que le-
.. =.. nnn.^_?d v annos le idarlo^e n3o devendo
eeder a 6. ^^~
io. O regulamento de ]2demaio
ser de novo redigido e im-
Paes Brrelo.ApHfi JnUMano da
mariet. a
o A assembla legislativa provincial d*Pcrnambu-
co resol\o:
oArt. nico. Ao thesoureiro pagador, e aos agen-
tes pagadores da r i tilicas ser
abonada a qoanU mensal de vinto mil res a cada
um, alm do ordenado qne percebem, segundo o
art, 60 da le n. 286 ; ficando revogadas todas as
disposis55 ero contrario.
Paco la assembla legislativa provincial de Per-
nambacoGde abril de 1854. <- Antonio A\m,de
Soma Carcalho. a
OscompromissosdasirmandadesdeS.Josd'Agonia,
erecta no convenio do Cnrmo do BeCife, e do SS. Sa-
crament de S. Jos do Rio Formoso, approvados na
parte religiosa pelo Ex'm. prelado diocesano,foram re-
mettidos commissao dos negocios cccleswlicos para
interpor o seu parecer ; e a mesma julga, que os
mencionados compromissos estao no caso de ser ap-
provados ; por isso offerece a consider'a*cao desla
assembla a seguinle resolucao. -
A assembla legislativa provincial doPernambu-
co resolve:
Art. nico, ficaram approvados os compromissos
das irmandades do SS. Sacramento deS. Jos do Blo
Formoso, e de S. Jos d'Agona, erecta no convento
do Carmo do Becife ; revogadas as disposiraese m
contrario.
Paco da assembla legislativa provincial da Per-
nambuco 6 de abril de 1851-----Padre Vicente Fer-
rtira de Siqueira VarejUo. Padre Mortal.
He Uda, e approvada a redacto do projeclo nu-
mero 7.
He lido, e approvado o seguinle parecer :
A commissao de ordenados, para poder dar o sen
juizo sobre o requerlmenlo do professor de latim da
comarca do Limociro, que requer augmento 'de orde-
nado, pode que pelos canaes competentes seja ouvi-
do o director geral da instruci-ao publica, para que
informe sobre a aplidao a zelo, com que esse profes-
sor se porla uo descmpenlio de seus deveres.
Sala das commissOes 6 de abril de iS5\.Bpa-
minondat.Clementino.Barro Barreto.
O Sr. Figuira deMello :Sr. presidente.os habi-
tantes da fregueziade Agua Preta, julgando-se sum-
mamente projudicados pela lei provincial n. 31 i le 13
ile maio.do anno passado. que extingui essa villa, e
uni seu territorio ao de Barreiros, para formar
um municipio em Barreiros, que fosse cabei-a do ter-
mo, dirigem urna representaran a esta assembla, pe-
dindo queseja restaurada a villa d'Agua Prela, vis-
to os inconvenientes que resltaram da sua exfinc-
cao. Os habitantes, em sua representacSo, moslram
as difQeuldades que tcem em recorrer a Barreiros,
que tica na ds.lancia de 10 ou 12 leguas, e os incon-
venientes quo Soflru a administrarlo da juslica e a
adipiniilracao municipal o policial ; mostrara alm
disso,quo a freguezia de Agua Prelalcra todas as pro-
porrOes para*ser villa, visto qu*e lem 52 engenhos, e
90 e tantos jurados, e por ceniequehcia pessoas sufli-
cientes para os cargos policiaes e municipaes.Eu per
cousegninle, leudo recebido osla rcpreseutaQao, man
do-a mesa, e cora lano maior gosto, qnanto fui
um daquelles que pugnaram pela nao exlincrao da
Iros nlo serlo lao escrupulosos.
idcnlc, se lem existido tal
idos, lera sido lao SOi^L^L^H
ram no arrdWial 3pIi
villa de Agua Prela e apresentando esla represen-
(acao, eu peco.1 commissao a quera ella tem de ser
dirigida, para que baja quanto antes de dar o seu pa-
recer, porque lendo de relirar-me para o Rio de Ja-
neiro dentro ero pouco, quizera toma'r parle ndete-
la la mesma representado.
Sendo a represenlacSo mandada mesa, he envia-
da commissao de estalistica.
He lido c approvado um parecer da commissao de
inslrucrao publica, sobre a prelenrao do professor de
Nazarclh, adiado de urna das sessoes passadas, por
haver podido a palavra o Sr. Figueira de Mello.
Enlra em diocassao o parecer adiado da commis-
sao de faznda, sobre o requerimenlode Jos Caval-
canli Ferraz e outros..
O Sf. Francitco J0S0 ( Daremos era outro nu-
mero.)
Vai a mesa e lie apoiada a seguinle emenda:
1 He de parecer que se dvolva o requerimenlo
nos peticionarios, os quaes devero recorrer ao po-
der competente, para tomar conhecimento e decidir
a sua preleno.au, na forma eslabelecida" na lei n.
2tJ9, de 2 de maio de 1852.Francitco Joio. o
O Sr. Brandao (Daremos em oulro numero.)
O Sr. Barro Barreto:Sr. presidente, o pare-
cer que se acha em dlscussao, foi formulado por V.
Exc. e poramim, na impossibilidadc de entrar V.
Exc. agora na discosso, oude vir em soccorrn la
commissao, vejo-me na dura necessidade de o fazer
apezar de qoe son o primeiro a recoohecer a minha
insufllciencia para entrar nesla discusso, lano mais
qoanlo ella lem versado sobre in torprelacao de' leis,
e nao sendo en professionl, nao poderei a presen-
lar-me com vantagem na discusso. Enlrelanto von
eipender as razes que teve a commissao para redi-
gir8 parecer que se discute. Fui ter i pastada com-
missao o requerimenlo que servio do Base ao parecer
que se discute, e,a commissao nao delaando de ler
em vista a lei n. 299, que eslabeleceo regras, em
virtude das quaes devem diriglr-se os arrematantes,
ou os devedores da fazenda, que liverem de pedir
abates, ou reraissOes de dividas, enlendeu e cnlendo
u particularmente, que essa lei he sement obriga-
toria para os arrematantes, para os devedores e uao
para a assembla.. As leis pelas quaes deve a as-
sembla dirijir-se sao smente, n acto addicional, e
sua inlcrpretaco. o seu regiment interno ; todas
as oulras leis nao obrigam a assembla, porque sao
feilas por ella, porque pode'rcvoga-las quando Ihe
aprouver.
Vm Sr. Diputado:A assembla nao tem senao
a omnipotencia ICgal.
O Sr. Barros Barreto:Omnipoleucia legal he
o poder que ella tem de revogsr qualquer disposicao
de ma lei. Mas, senhores, dando mesmo de barato
quo assim sejj, quo essa lei seja obrigatoria para a
assembla, lair.-'iem direi que a commissao entndeu
que as formulas eslabelecidas pela lei serviam nica-
mente para garanta do um dircilo e nao para excluir
a assembla de nesla queslo dirijir-se como enten-
desse, que era convenienlo.
O arl. 5 da le n. 299, Sr. presidente, lem servido
de lliema argumcnlai-ao da parle do nobre deputa-
do que acaba de senlar-se. o qual pretende que len-
do este artigo s fallado dos devedores da fazenda,
que pedirem moratoria e reraissao, n5egtrf~"Eell
incluidos os que pedirem abat. ^Cntio que o no-
bre deputado pensando a&jh, olvidou o quo se acha
no fim deste arligo qi; ail a9sim ,)
Logo lodos os rem empregacJs pMblicos, todos1 os que nao eslive-
rem nesl-Mpp^ esuo na letlra do artg0. Senho-
res, a agumenlncao tirada do art. 6, parece que
tfs no caso o*
abale
ama sao s os arrematantes!
e liou-esecca lodos os criadores
soOrecara tambero prsjnizos ; enlrelanto, para Coto
estes, nada de misericordia, para com estes nada da'
condescendencia; haja eondascendeucia rnenle
para aquellos que coniralam com a fazenda, porque
quero contrata com a fazenda ja costa qu os cofres da
hesourari devem eslar sempre aberras para indem-
nisa-los 110 caso .de perda. Disse o nobre deputado
aindi, que o parecer nao devia ser approvado, por
que ja outros se lem dado abales. Esla razio para
mlm nao he de peso, e asseguro ao nobre deputado,
que se taes abates se deram, nao foram com o meu| voto'-
e que porlanlo nao merejo censura por ter assignado
o parecer da commissao.
Sr. presidente, eu nao iusislirci em que o parecer
da commissao seja approvado ja, porque eslou dis-
posto ar o meu voto emenda oOerecida pelo no.
bre deputado ; ja que a casa enlende, qoe as formu-
las eslabelecidas par aquella loi devem ser guarda-
das, porlanlo concluo, declarando, que vot pela
eroend.
O Sr. Francitco J0S0 procurando novamente
reconsiderar as observacOes que fez casa, acompa
nha ao honrado membro ( o Sr. Brandao) nos seus
sentimentos de admiraco pelo diroito romano, que
elle irouxe para resolver a especi#em queslao ; ediz
que nenhuma 1 uvida lem tambbera em renderrespei-
tosa vassalagem a lcgsla-o desse povo rei, que de-
pois de ler governado o mundo pelas armas, aioda-
hoje o goverrta pelas suas leis.
Tirando asconsequencias dos principios estable-
cidos pelo orador a quem combate, chega a conclu-
s8o, de que n sua emenda est nao s de accordo com
esses mesmos principios, como de mais fundada nos
estylos |ia casa, que assenlam cm lei expressa ; e
por isso conclue depois de ouerecer considerado
da casa mais algumas observac&es,volando pelo pafecer
emendado, ou 110 sentido de se oblerem asinforma-
Soes que julga convenientes.
O Sr. Brandao (Daremosem outro numero.)
Vai mesa a he apolad ajseguinle emenda :
a Que seja deferida a pretensao, adoplando-se a
seguinte.resoluclo; Arligo nico, fica concedido a
Jos Cavalcanti Ferraz de Azevedo, arrematante dos
dizimos degado#dss fregoetiasdo Brejo, Aguas Bel-
las, e liUlras, o abato da quarla parle do pre^o da
arremalai-o, em relacao aquellas duas freguezlas ;
aproveitaudo o mesmo abale aos compradores dos
ramos, nos termos da lei n. 299 ; revogadas as dis-
pusieses em* contrario. Brand&o.
O Sr. Figueira de Mello: Sr. presidente, a
materia tem sido j mui discutida, e pouco porlan-
lo, ser o que eu terei a acrescentar sobre ella. Exis-
ten- na casa Iras opiniOes relativamente represen-
to do arrematante do dizimo do gado varrum e
cavallar de algumas freguezizs da provincia, pela
qual se pede o abate dn quarto parlo do preso de
sua arrematara : a priraeira opiniao quer, que se
ndefira a pretensao do requerente ; asegunda, que
se lhe conceda esse abate; e a lerceira, que se ou;a
o presidente da provincia e a tbesouaaria, os forma
de urna lei proviocial em vigor. Eu reprovo iuloira-
mente a-primeira ea segunda opiniao, porque tn-
dem o fazer-nos decid ir uraaquesiao sem verdadeiro
conhecirSenlo d causa. Negar-se o abale que pede
o peticionario, como fez a commissao, s porque esse
abate se oppOe ao seu contrato, me pareco nao ser
conforme aos principios de equidade, emquanlo nao
obtivermos todos os esdarecimentos possiveis, e por
elles conlicermos se o peticionario tem ou ojio jus-
lica no que pede; porlanlo, no caso de em sen-favor
terem recnhecida juslisa, parece-me que a .assem-
bla provincial nao pode deixar de conceder-lhes
esse abale que ellft pedem ; se pelo contrario, po-
rm, nos convencer mos de que- nao existe razan pa_
raaesse abale, Gcarao patentes os fundamentos, por-
que deve subsistir o contrato feito. com o arrematan-
te, e porque foi indefirida sua prelencao ? Em ver-
da*, como poderei eu apreciar essa reprcsenlaco,
volar com todo o conliecimonto de causa sem ser
primeiro esclarecido por quera pode dar-me esses
esdarecimentos ?
A segunda opinilo quer que eu d esse abale da
quarla parte do preso da arrematacao, smenle fun-
dada uos documentos que nos apresentou o arrema-
tan le, que se diz prejudicado ; mas esses documentos,
orno muilo bem j se disse, nao sao senao docuraen-
-os graciosos, e nao lendo portento era si valor al-
gnm, segue-se que n3o podemos deciilr esla queslao
sem primeramente ouvir ao ipresidenle da provincia
e as repartices fiscaes sobre a materia. -
Senhores, se smenle se atlcnder letlra do con.
trato e as disposicoes de nossas leis fiscaes, nao me
parece duvidoso que a prelencao do arremtenle
deve ser imlellrida ; mas nao haver nisso falte de
equidade 1 E seria isso conforme a boa razo? J os
juriscopsultus Romanosdisseram Summum Jm um-
mainjuria; isto he.que quando se segu o diroito strio
to, muilas vezes se faz una injuslica, porque sedei-
xou de allendera equidade. Por oulro lado atlender
documentos graciosos, quaes os que se apresentao
ram junios a representecao do arrematante, sera pri-
meiro eonlrasla-los com informaste, officiaes e dcs-
inleressadas, me parece que seria um erro, uma
falta de prudencia admtnislrsllva, uma precipilacao
perigosa.
Na minha humilde opiniao os exiremos sao sempre
perigosos, e nos podem induzir a erro. Qui amat
pcriculum,inilloperibil,quera so arriscaaosperigos.
nelles perecer ; e, portento, em vista desles princi-
pios desprezando os dous extremos, eotendo que de-
vo seguir um meio termo, qu be neste caso, a emen-
da do Sr. Dr. Francisco Joao f este opiniao so funda
a meu ver com toda razao na lei provincial n. 299
de 6 de maio de 1852: esta lei determina no art. 5.,
que lodos os requerimonlos e represen tasos, que li-
verem por (im pedir moralorias, on reraissao de di-
vidas a este assembla, venliam por intermedio da
presidencia e da Ihcsouraria. He verdade oue ella
ahi nao fulla era abates, como o faz no art. 6., c
neste caso parece-me, que alguma razao lem o nobre
deputado, oSr. Dr. Brandao, qnande pretende que
o requerimenlo foi bem dirigido a casa independen-
te da informases' ouTci^-masSrfiini(Jaconcednido-:
se qoe a onljJ ai nobre deputado sejaprDWd(,nle,
conoMoraado lodao a* cirflrnalas
occorrertii^^^^^^^^^^^^H^
nos era vista de suas razOet d
nl ? E por ventura he conve
dignidada desta assembla, que ella di um passo
desles, de uma maneira tao precipitada e seoxponlia
ssim a ver as anas leis nao Bancclonada, pelo pre-
sidente, sendo obrigada a revogar eue acto dentro
de pouco lempo, s porque leve a leviandade de nlo
instruir-se dos fados t De certo que nao.
A' viste destas considraseos, Sr. presidente, eu
entendo quo tanto o parecer da commissao como o
emenda do Sr. Brandao, devem ser regeitados, e vo-
t pela emenda do Sr. Francisco J0S0 como a mais
prudente, a mais legal, a mais conforme com a dig-
nidade desla assembla.
O Sr. Cqtanho (Nao resliluio seu discuno).
Julgada a materia discutida,he approvada a emen-
da do Sr. Francisco Joao, ficando prejudicado* o
parecer e a emenda do Sr. Brandao,
Tendo dado a hora, ,
'Ofr. Presidente designa a ordojtn do dia, ele-
vante a sessao.
>apP^iBaaaaaaaaal
1 cnntl^^^H
Saasa'o ordinaria em 7 de abril do 1854.
Vice-pretidencia do Sr. Carneiro da Cunha.
Ao meio-dia, feila a chamada, acham-se presentes
21 Srs. deputado*.
O Sr. Presidente abre a sessao.
O Sr. 2 Secretario 16 a acia da sc=s3o anterior,
qoe he approvada.
O Sr. 1 Secretario menciona o seguinle
EXPEDIENTE.
Um ofllcio do Sr. Dr. Francisco de Paula Caval-
canti de Albuquerque, participando que, achando-se
anojado pelo fallecimento de sua cnnhsda, nao pode
comparecer por estes dias s sessoes da assembla.'
Mandoo-sc desanojar.
Outro do secretario da provincia, acompanhando
um plano, segundo o qual se raostra que o edifiaio da
casa de defensao, prximo a coneluir-se, preste para
accommodasoes de diversas repartisOes publicas__
A commissao de orcamcnlo provincial.
Um requerimenlo do Dr. Aleandre Bernardino
dos Beis e Silva.A' commissao de orcamenlo muni-
cipal.
Oulro de Salvador Henriques de Alhnquerque.
A' commissao de insIruccSo publica.
Outro de Joaquim Francisco de Paula Estoves Cle-
mente.A' commissao de orsamento municipal.
' Uma represenlacao defamara municipal de Po-
d'Alho, enviando as suas posturas para serem appro-
vadas.A' commissao de negocios de cmaras.
Um requerimenlo de Vicente Coelho Fcrreira da
Silva.A' commissao de inslrnccao publica.
Foi lido, e ficou adiado, por haver-se pedido a pa-
lavra, o seguinle parecer :
Na confeceo do orsamento provincial nao tra-
lou a commissao de fazenda de simplesmenle marcar
funds para satisfazer as despezas resoltantes de leis
j existentes, e de outras que necessariamcole bao
de ser.decretadas nesla sessao; mas, considerando em
geral asnecessidades da provincia, noque mais par-,
licularmente incumbe nos seus cuidados, propoz va-
rias medidas no seu entender de ulilidade publica,
e os meios de a ellas prover segundo sua importancia,
c a receita futura provavel: nao esqueceu as matri-
ces, o culto publico, os soccorros de beneficencia,
cajas verbas raontem a mais de 60 cbntos de ris e,
pois, pense a commissao que sem graves prejuizoi de
do o roj
gando ti
quando tinham-i
1 irtenal, os t
quererem vender |
10, 12 e 15 mezes
alm de mil outro!
Paseando a j
o peticionario
ment do ota
sacrificios que j lem fej
va que em seu contralo^^^^H
da fazenda, e qoe de alguma
peticionario, o qual ae obriga
temperies, comprando-os i
no fim de 12 aniios.a cnlrega-los
tos.em bom estado,o sem direito
tente. Nota que em nenhumaj
tem feito contrato desta ordera,
que,' no Bio o Baha, si
gastando-fe muilo dinheiro para cJ
raisleres tendentes a ella.
SuppBe que os outros nobres de
dizer, que o contralador foi um
que nao fez os seos clculos
cunoedendo que talvez ludo assi,
cerlo que elle hoje est toftVeodo
restaodo-lhe smenle recorrer i
cial; para que da pesando todas ssj
Ees, e nao haveudo prejuizo pira os
eos, o lire da siluaco embaracada enj|
Declara que he a priraeira vez que li
rmenlo, a nao sabe qua! a mulla iro
cionario, nao cumprindo este seu
esl convencido que sea multa fosse
se teriasojeitado ada ;porque, quat
chegam a cerlo rigor-, as vezes convej
tirio, e sujdtar-s a Orna pena mea!
que se evite um prejuizo maior., Fal
servisos prestados pelo peticionario al
conheddos por todos ; que a Ilumina
feito as necessidades. da populare asi
ura servico bem administrado, e qnml
dor, mais bem administrado do
onde muitas vezes, s 10 e 11.
travam os lanipides apagados,
tedor recebido favores, que o d'aqej
porque o da corle lem lido sua di
africanos para o servh-o da tH^^|
tende com o governo, nao se
provtndal.
Observa igualmente qoe c
comraissSo he muilo limitada,
ceio que possa haver, deve ~
do modo porque a commissao a
o que em commercio se chama
e que neste caso o favor que al
nao deve causar-receios, porque
negociante muUs~zw faz a ourl
uasao de prazo de 6 aneaes, qoe
no principio do anuo o qoe tem
mente, parece ndo por tonto-a
prejinzos, que da concessio feita
provem provincia, sao nenhu
naro esl no caso de merecer o
outros ramos de serviso publico, nao pede o cofre' Q Sr. Franciteo Joo pedm p
provincial sobrecarregar-se de novas despezas dessa
nalureza, e que deve a assembla indeferir os reque-
rimonlos das freirs e irmandade do Senhor dosMar-
tyrios de Goianna, de Nossa Senbora do Amparo de
Olnda, e da Senhora da Fronlcira, pedindo auxilio
para concert de suas igrejas.
o Sala das commssOes.7 de abril de 1854.Car-
neiro da Cunha-----Jote Pedro.Barro Barreto.
Primeira parle da ordem do dia.
Enlra era priraeira discusso o projeclo n: 20, que
aulo'risa o governo a mandar pisar as dividas dos
exercicios Godos.
* O Sr. Mello Bego : Sr. presidente, eu quero
mandar um adiamento mesa. Este projeclo diz
que fica o governo autorsado a mandar pagar as di-
vidas constantes da tabella junte, mas essa tabella
anda nao veio ; por isso peso o adiamento at que
ella venha casa.
Um Sr. Deputado:Foram a imprimir.
Vai mesa o he apoiado o seguinle requerimenlo :
a Bequeiroo adiamento de discusso al que seja
distribuida na casa n tabella a que se refere o projac-
lo.^-Mello Rego.n
Encerrada a discusso ha o projeclo approvado,
sendo regeitado o adiameolo.
Entra e'm primeira discusso o. projeclo n. que
concede a Antonio da Silva Gosmao, por adianla-
menlo do preso da illuminac,o, sessenla conloa de
ris.
O Sr. Barro Barreto '. Assignando vencido o
projeclo'em discosso, devo justificar o meu voto.
Tendo sido presente i comraisses de.orsamento pro-
vindal e petises o requerimenlo do Sr. Gusmao, pe-
diodo o adiantmfento de 60 conloa de ris para pagar
dcnlro de 5 annos, descontaudo-se-lhe pela. quinta
parle em cada anno, a commissao de orsamento 0A0
pode encontrar na pe sao desse senhor uma s razio
que servase para justificar a sua pretensao ; porque
a allegasao de que .tinha collocado 900 lampees nao
procede porque he este uma condiso do contrato ; a
allegacao de que leve de fazer proviraeolo de azeile,
lambem est subentendida porque sem azeile e sem
torcidas elle nao poderia fazer a illuminacao pelo
systema deque usamos. Nao h'avendo, portelo,
cousa nova allegar, nem ao menos-o ter-se quebra-
do meia dUzia de lampees, a commissao de fazenda,
enlendeu que o peticionario nao estova no caso de
merecer o adiantamentn de 60 contos-para pagar den-
tro da 5 anuos. Nao obstante a Ilustre commissao
de pels<2ea enlendeu, que poda achar um tormome-
mais
te regu-
1 classe dos
ndidato so obligue
a servir, depois do
lO anuos pelo menos no
m nao deve merecer alinelo: o art. 6 nao he
tem por isso se segu que a casa nao possa pedir es-sj dio eulreo"coce>idefcsee o negr-so o pedido feito
o seu numero t
Arligo trans,
de 1851 assim a/*""
Aerado,
..... "odas aUcracoesadoptadas, em ordem
a constituir
im s enrpo de Id, afim de facilitar a
cada por !
l> preso da fe
Now-Yorfc.
ha desenio 1
(Journal es Deoatt}
- -..,
ocnsiderai!
as'wferasOes, que julgasse eonvententerl '
ordem a supprir as fallas, e eorrigir os defeitos, VB
por ventura encerreo mencionado regulamento, tv"'
* "
sua execucao
* .a ?. % commissfies da assembla legislativa
provincial 0 perambaci)j 6 da abril dn 1854.
\.ranC'fC%acier Paes Brrelo.Francisco Joao
OT!>elrjda Cunha.P. Vicente Ferreira de Si-
queira ^arejSotom reslriceao.
*55embla legislativa provincial de Peroambuco
resolve/,
*,Ar/'
. jy(. 1. Fica o presidenle^a provincia anlorisa
^e as cireumslaocias pubmaso exigirema laxar o
-^eeo das carnes verdes no municipio do llecife, to-
jo que Gndar o contrato celebrado com a eompanhia
creada para o forneciraento exclusivo desse genero.
Arl. 2. Esla laxa, que podem variar, segundo as
necessidades do mercai'o.ser, assim como suas alle-
. publicada nos joma com a necessaria anle-
Art. 3. He aborte ao presidente da provincia para
To da prsenle lei um crdito de quarenla
n de reis.
ft.,4. Fiearevogada a lei provincial o. 278, e
'-todas as dispodsoes em contrario.
Sala das commissOes 6 de abril de 1854.Frois-
cfieo /ito. Carneiro da Cxinh.-r-FranrUco Xavier
tenjj
seno o complemento do art. 5 o que diz este arligo?
Diz o seguinle (l)
Ora se a lei nao faz excepro de devedores, senao
daquelles que forem einpregados pblicos, be claro
que todos aquellos devedores, que quizerem pedir
abales assembla s o devem fazer dirijindo-se
presidencia previamente. Demais, qual seria a ra-
zao, porque a lei deveria fazer cxccpcao dos devedo-
res que pedissem abales? Nao a vejo, tanto mais
qiando cu enlcndo que re'missao pode ser de loda,
ou de parto da divida. Porlanlo, Sr. presidente, eu
nao posso concordar com o nobre deputado, que o
peticionario nao estoja nu caso do artigo.
Eu cniundoj-uc a emenda do nobre deputado o
Sr. Francisco Joao, lie muilo razoavel e nao duvido
votar por ella.
O nobre 'deputado quem me tenlio dirigido, en-
trando na apreciarlo do parecer, disse que ningucm
poderia negar, que tvesse havidosecca em o anno
passado, e nos anteriores. Senhores, sobre isto j
houve uma discusso muilo animada em o anno pas-
sado oeste casa; nao entrarei nesla discusso como o
fiz nessa occasio; mas direi aonnbre deputado, que
se com efleito esta secca lem sido 18o continuada co-
mo o nobre deputado disse*, nao sei para qoe os ar-
rematantes foram arrematar o imposto, sendo a secca
tao conhecida; se o lizeram conhecendojsso, na rea-
lidade nao se poder negar que foram.irnphKlenles:
e a provincia nao deve pagar essa imprudencia
Senlfores, a commisso em seu parecer, j expen-
deu as razos que leve para convencer casa de que
nao deve conceder abates, smente por Ihe serem pe-
didos pelos interesiados, sem que aprsentelo docu-
mentos que provero o allegado. Os documentos ofle-
recidos pelos peticionarios, para mim nao devem- ler
grande valia, sao docomcnlos arrancados muilas ve-
zes pela condescendencia, e o nobre depulado sabe
qne faz-se fcilmente um favo**, qbando isso nao nos
loca muilo de perto.
Um Sr. Deputado Pode ser, mas ea nBo- rele?
que um homem de certe probldade, v dar um docu-
mento enntendo ama mentira, pelo menos, eu nao
o darci, nem ao maior meu amigo.
O Sr. Barro 'Barreta : -^ Eu tambe nio da-
sas informases, pois a casa esl em sen direito pe-
dindo-as coran agora o faz.
Mas, senhores, eu nio quero agora atlender para
a letlra da lei e sim para o seu espirito, como pri-
meira regrapara inlerpreta-la,.e neste caso eslou na
opiniao do Sr. Francisco Joap, isto he, digo, que a
lei no seu espirito, quer que todas as ropresentasoes
de arrematantes de imposto.*, 'quer pesam moratorias
e remissaode dividas, quer simplesmenle abates, ve-'
nlram pelos canaes competentes, isto he, cora as in-
formases la presidencia e da Ihesouraria provincial.
A razan que se dapara que Isto se pralique a respei-
lo dos arrematantes, que pedem moralorias e rerais-
sao, d-se lambem para os que pedem abates, por-
que quer em um, quer em outro caso me parece que,
a assembla desoja proceder com juslii;a, dando a
cada uro o que he seo e que nao pode bem fa-
zer, sem ser cabalmente informada. Diz-se que a
razao da lei consiste em que pela remissaode dividas
nu moratoria de pagamentos, os cofres provinciaes
1 podem gravemente ser prejudicados ; mas'esta ra-
zan tambera pode dar-se nos casos do abales, porque
estes pela sua grandeza, podem igualmente prejudi-
car os cofres provinciaes, e ha abates que pdem ser
superiores a rcmissOes de dividas,
Porlanlo, senhores, se o espirito da lei he tal, como
eu entendo, lie claro que as peliecs de moratorias,
remissOos e abales deverao ser sempre pelo governo
encaminhadas esla assembla com informaefies,
proprias esclarecer suas dccisDes.
O nobre depulado que se pronunciou desde j
pelo abato pedido, na sua argumentaran o que mos-
Iron foi smenle, que o prelcudonle tinha algum fun-
damento quando apresentou o seu requerimenlo
sem essas informacoes, mas com isso nao pode de-
monstrar, que a assembla deixe de ter toda a razao.
rqnando pede essas informacSes presidencia, anda
mesmo quando imc- bouvesse uma lei expressa que as-
nino determina, tomo essa queja foi aportada.
O nobre depulado appellando para o acto addido-
pal, disse igualmente que a assembla nao esl obri-v
nada a faze-lo, e que sinda quando lome uma de-
liberas contraria a essa que propoz o Sr, Frandsco
Joao, ninguem lhe tomar contas ; concordo inldra-
menlccomo nobre depulado, porifuc ninguem sem
duvida poder cbamar'a assembla responsabilida-
de ; porrn, o nobrejdeputado deve lembrar-se, qne
lia tima responsabilidad moral, qne nflo pode des-
prez'ar-se: primoimmente ha a responsabilidad 1
nossa cuoscienria, que nos obriga a nao commeltcr-
roos orna injusti(a, desalendonrfo oa diclames da
equidade; e rm segundo lugar 1 rSporisabUdade, se
fez uma especie de ajust, tUBnni'*1 i^'airrtiiTrrr
uma conciliaso de inleresse e om vez do adianter
por cinco annos, propOe o adianlamenlo por nm an-
uo. A commissao porro de qoe faco parle enlen-
deu que, nao podendo dar o que pedia o peticionario,
tambera nao obrara bem runcedcodo-lhe parle, por
isso assignei o parecer vencido com o oulro nosso il-
lustre collega.
O Sr. Siqueira Cavalcanti sustente o parecer, di-
zeodo que a assembla nao deve s'milar-sea facer
concessOes que liverem em seo favor o direito, roas,
lambem as que forem fundadas oa equidade, diz
mais, que sa provincia li quem (em gaoho comease
contrato, enlrelanto que o peticionario tem lido gra-
ves prejoizos, e nao he just qoe a assembla qutdra
o aniquillamenlo da fortuna do peticionario, o con-
clue d izendo queso a resolucao prevista pelacouiiViissao
habilita ao peticionario a cumprir com mais desvello
e aclvidade os seus. deveres, o que se essa esmeessao
nao olfeode aos interesses-da fazenda, en|cnde que
a casa deve votara favor do parecer.
O Sr. Jlaptista diz que aquillo, quo Jpcnsa escnle
acerca da materia em discusso. ja por nanitas vezes
o liulii dito na casa; e que era certas assumplos
procura sempre collocar-se ero um mi\o tormo, em
favor do qual lem observado que a esperiencia de to-
dos os lempos se levante para exibir decisivas pro-
vas. Enlende quo as assemblas provinciaes devem
ter muilo zelo, muilo cuidado nos di nhdros publico.*;
que devem fediar as portes a lodos os pedidos a pre-,
lenecs desarazoadas ; que leveo sor muilo restric-
tas para com aquelles que com as thesourarias fizem
conlraclo, e Ihes devem tirar toda} as esperapsas de
especulasao ; mas lamben enleJo qug a sua con-
veniencia, o o seu verda fechar os olhos arAtfdas as prtonse, sem querer
aquilate-lar, yiii-iiideferi-las, pois que ea mullos
casos a equidde irope precellos muilo rigorosos pa-
ra um espirito coosciencioso.
Ob?erva quo hoje nao temos appello para o sobera-
no; para os superiores poderes do estado, afim do
que elles apreciando certas causas, certas razoes es-
peciaes, que pdelo aparecer ero favw de um ou ou-
tro devlor, ou mame contralador'expessam os seos
alvaru...., tomos efe sau lagar as assemblas
vinciaes, qua jao as com plenlos pa
vendo um s homom que, pensand
rer.a destrisJo drama frluna paaaiiaiiaW
V.: pul.':"
pontos, e; loaos os respoitos, os ezlrenis sao perigo-
vncar esclaree i montos acerca da:
tratando-se de urna despeza avull
se o estado ds cofres a compOi
depulado inspector da thesou;
cimenlos seguintes : *, so ul
^sivel sem prejuizo das despezas
era segundo lugar, se acha
conveniencia, visto que .estando o
quera se refere, a testa da primeira 1
da provincia, deve ter os dados necea^^^H
taes esdarecimentos.
O orador reserva-se para depois qu
do, considerar a exposicao de prioci
at que ponto he verdadeira, e se po.
bem ter justa applicas&o na eept
(Mo,
O Sr.Jos Pedro responde as interpeUse
pele precedente orador.
Tendo pedido a palavra varios s
dos, fica a discusso adiada pela ho
Segunda part da. ordem o
Con.tinMeao da segunda discusljo
orsamenlo provi.irid, com as emendas 1
cidas.
OSr.f eiga Ptssoa : Sr. prsideni
o desenvolvimenlo eprogreaso dos di
de industria racional da nossa .provij
deixar de prestar de muilo bom gra !.i
mente emenda olerecida pe
o Sr. Dr. Brandao ; porqu en 1
urna consignadlo mui proQcn
efleitos sao sem dovida incontestar
Sao da lei n. 222,quc creou uma
corporada ao lyceu desla cidade. E,|
dcsle nobre senlimeolo, erecoohecel _
dado, eu peso licensa a casa para aao
considraseos, qoe servem i juslirVr ]
Anda, Sr. presidente, devem eslar 1
nadas em nossa memoria as hrillianl
qne foram desenvolvidas nesla casa.
Iruccao primaria, por occasio de
projeclo, creando cadeiras
villas da provincia, anda ha
mos dizer, que a ioslruccao pri
meirn, ao menos um dos procipaes1
ralidadedo povo, elU servia muilas
as susgestoes dos especuladores, q
apreseotava emfim outros muilo bo
ulilidade, e, sera querer no entonto di
alta imporlancia, ao contrario me
quanto se disse de be
Ss,-errpTsideule, entendo .uenjo
imporlancia c inconstavel apres, be a
profes ional. a instrueco daquella pacto,
Sao miraos abastada, que, leudo recebdd
ros rudimentos, o nao podendo por f,
frequen lar as ailas superiores e scien
tre unia escola onde possa dar l
lentos), inclinasSes e capatidadi
der os preceitos e regras das arli
mejA de trabalho mais aperfeieado e hooaai
icar sua subsistencia de conformad.-!
ndole e condiso.
De que setnorsenhores, esta instnreeJo d
cia(aoefiiptalosameate dirigida.se no
que ella cessa, ojoten quo-a recebt^^H
Ulo, que nio professa os mesmos priodpaal
cias?
Eque serve sabir los ananaes o
orplios essa immonsidade de educa;
contra ummeio-dcaperfeiroar-se, isto be. aa
belecimento lambem dado peto governo, ondi
aprovdlar esles primeiros rudimentos coma;
{5o aos preceitos des diversos' ramos do
Ira?
Fallo,%r. presidente,.como j disse, aquel
le da populaso que na tem meios de estadar
cademias, e que carece de obter meios ade
vida, a que se deslina.
Isto posto, me parece que po-
de errar, quo a inslrucsiio primar
principios e ulilidade na inslruccao j
to. he, nao dar aquello proveilo, quej
perar, senao for completada pela
Irial.
Dosle principio, senhor preside^
o dever do legislado r por meiox
regulamentos, em gerd por
fluencias dos membros da
opporlunidades de desenvolv
de accordo com a sua con l|
que nasce em geral
populasSo a insirucc5i K ;coj
Irial.
. O Sr.
esta revegada.
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^^Uta^!tftftttSH@ ^'"'v -"' '
nacamente
I osla
DIMUQ DE PEBM1BUC0. SEGUNDA FIRA
'erio-ede eonfurmidade om a infor
. niluitria,
aslitices
overo saliera das
i professar este;
B P*fa logo oiyle possa m
conhecimeatos da arlo
'a ser bousofllciaes, e al ex-
nos mesmo existe nm fado,
I do inslit.iiees desla especie,
(* artistas, a qu.1 como sabemos
*ons resulta dos da a d a n tameh-
a nossa populacao arlislica ; pelo
<*> nos jomaos.
eonsideracoes, que me levam i rolar
honrado depalado, que j m
a qaal (em por llm consignar urna quola na
emento para por-se em execurao urna ins-
il, e animadora dos interesses indus-
Wta : porlanto voto por ella.
fConlinuar-te-ha.)
Umn doSr. aeputado Jos Pedro da
mctofo no ettlo de 5 do crtente
e*t*no no /o publicado na mesma
W Pedro respondendo ao orador que in-
**uss8o diz, que Uie eonsla que o professor
polilca nao s lem sempre dado lices,
ambem .que (em do sufilciente numero de
t mala que.durante os 3 primeiros mezes
apresentou all a Ihesouraria, para cobrar
que elre oulras modificarocs, que se deveru fazer
aocnlralo, se lome urna providencia acerca du pre-
iscaldeS. Jos, remoliendo o mappa do consunto na semana de 13 a 19 Lles, inclusive 04 pelos parjicaterea. que aconscitaram a medid adoptada pelo Sr. Souza^
S50- Ramos, e sanecionada pelos antecessores de V. Ex.,
too, pedindoa cmara requisitessedo enlenue esla cmara que nem os contratados, nenv
i podem vender carne
da nacional, para o guarda municipal da por m,5 alto preco, do que est estipulado no con-
., que tora chamado dito servico. ,rado. Com eOeito, lodos sabem que a vantagem
ortlcius. i sua S. Exc, pedindo dispensa, qe na etl,j| 0 raolttpo#(ie hel0 e 0 monopolio le-
an separa dito goarda, como para os das demais fre- gal, h que, sob o minio do primeiro, o'#*.sura-
guez.as, e tambara para os repesadores dos acougues dor nao s esta cxposlo s (luctuaeOcs do preco im-
posto pela vonlade caprichosa do mohopoliador, co-
Ouirpdo actu.l arremtenle das areric.oes, respon- mo tambera isevonlualidades da falla do genero no
tendo ns pet.coM dos.q..c representara conlra os a- mercado {no enlanlo que sob o monopolio le-al
busos por elle praliendos. 0 comumidor (em a cerleia & enconlrar no metcdo
Resolveu-se, que fosse a resposla transmitllda por o genero monopoliado.e sempre por nm preco certo.
copia S. IM., d,zendo-se que, nao contando ella Quando. o primitivo autor dd cntralo permillioque
razBesplaaMveu.qaejU.lincaisem o procedimento os criadores e atravesadores lalhassera carne, me
doaferidor.passavaacamaraaofnciar-lhepara que diante ..malaxa pagaaos confiadores, oquequi*
se absl.vesse de proceder da maneira irregular porque foi ampliar o circulo dos talhadores; porque vio que
lera obrado obrigando a que as partes alirAm por estes podim comprar gado tito barato, que ota
ara roe.odinerentodaquelle,que a le tem eslabele- obstante a laxa que erara obrigados a pagar, toda-
cido. -Neste sentido mandon-sc offlciar ao aferi- va achariam lucro em lalhar carne pelo preco es-
.' lipulado. Mas, snpponhamos que nao fosse esla a
Foram approvados os seguinles pareceres : (Wncao do primitivo autor do contrato, islo he, r-ue
Sian^T ,B 'riCaSa' cnlend5nd0 Z1 ol m ? aterr.Tn, d" ^S3*"' ,0e Ulh,,r cvne f" mais all PWS "o que est estipu-
10 DE ABRIL DE 1854.
9 i
-g-
.refere o offlci do presidenle da commissao de hi-
-------..... """""i imiacuurar .,,,,, ,, o- ---- ici poaem tirar as me ores rezes, aue comorarprn
a, alteslado do curaprimen.o de tl^TZ^oTZ^ ? Pe! ^^ C da-'aS a indivi(,u' "'' M tZ! Zo
! pelodirecor do.yccujqueo ^^^^^T^ P'Xos rc"ue- "do de pessoa, es.ranbas ; en^lo os consumidores
imeacao quo tinha a recebar. Ihe fui ?nt0' romoPela 'ncompetenctada cmara para o terim r.rn .. .Ld.a......_
0 so teriam carne magra e ruim pelo preco do contra-
to. Esta cmara no diz que os actuaes contratado-
^
ldagratincasaoquetinh.iarecober, Ihe foi ?"
BanSa,e que para se desonerar osU *^'
que leccionot. e enraprio todos ?at" da Pe.< dos Srs. Reg, e Ba- res. praliqilem es|e [acto\as he uma cousa **
.o restante do anno. l' "a" M ^ndo a 1ue adoP'a"o o pro^o cil realisaa-0) cuja possibilda(,e devo ser ^
tmatsalgum.s oomi,eraC5e, bre a n-i'aP^ntado na assembea legislativa provincial 0 quc 8e conseguiri,T, declarando-se que ninguem
nuauaoao desla cadeira, principal- da "P*nU,Ho de algumas corpor.Soe. re- pode .alhar carne por alto prego do quLsU
Ma.de.nn. que te. e justificando. ^-'''desta cidade, urna vez que a su. disposia" no contrato. Alguem diz que esta medida
Wc la commissao de que fa, parte, por tveo contrato, que, abtoris.da pelo art. 61 do re- he!.ma violacao da liberdade de indus.ria gTani-
i le. do orcamento con- g"l*mento do cem.ter.o, fez a cmara para a conduc- da pria consluicao do estado. Ora, esla objercSo
aodos cadveres, afim de se evitarem reclamaCOes, he iflui ftil, pois qae ludo na sociedade esl sujeilo
que dahi se podem originar, visto que nao se julga a as TesIriccOes que o estado prescreve. No ha nada
cmara as circumsiancias de montar o eslabeleci- era que a liberdade do homem nSo enconlre limites,
ment de carros fnebres-. e estes limites silo as condiff.es essenciaes para o
Ooiro da commissao de pelicia dizendo, quo se in- desenvolvimenlo regalar da mesma liberdade ; sera
formasseaS.Exc.accrcadoofflciodoDr. chefe de esles llmiles nao leriamos liberdade, tcria'mos a l:
. ^"aJ:?.br.,nd0._d dre?'or.*"" .bra5 P"blicas. ,.Sa, a an.rcl.ia. Se .determinado do preco he
Jo no projecto de le i do orcamento con-
t esta despeza, concluio dizendo qu
sentir na sua eliminacjto.
------*-------
REQFE8 DE ABRIL DE 185*.
A"S HORAS DATARUE.
^Dara n,ra r 1 ""T rCpreSen';",do *wta Pra,iea dB sa fazere *P- "' "e"" Principio d. livre coeurrencia^en- Pcrm,Uam sen ,0
McToT^?. ZT,r S fnS '",r-,*Bde ta cae9' "-e- sem da P- overno a infringi es.e principio, qnando !erV, Pr0V,nc'a
i amanhaacomerara a Igre- |,c,a, nao se pde vedar semelhante coeluroe. (endo deu o privilegio' do (albo das carnes verdes. tr r
W,d,raJ,),og!ue^. sidoirapr^ficuas as providencia, dadas pela, cmara individua, quando impo^ l. de m I re m^Z^^k^^^0,0 ""V1"'
a. lermmaram ns sermoes quares. tiara ~<. nm m. n.,..ji- ...m:. i. ami cnceituado Diario, o deparando com
remes dia, pregaraTe^ quasi ^Ti^SiV^r.^^ ^^^ ,alhar carne.. Ma, esta "-corre^ondeucia da provincia da, flageas, nHc
i d esta capitel, e a Semana Santa vai mais proprios para' os despejos.
M ^.1"^. Con,emplacio d0 ^i --F'cou adiado requerimento do Sr. Gameiro, o
^M^LV^^Z^T- "" Pwec" da commissao de edificado, relativo A pe i-
I IbSZI T^T T PrePara" a de J1""I8I de Carvalho Mcdoica, so-
Chantes, e por iuo bem qu.xeramo, bre m lcrren0 de h .
ieanossalarefa;mashe torca passar (,,
la e pouco qae occorreu nos ltimos 7
mais nao saja pan contentar a todos, e
ial* aos da (icrecrrnfa.
medio de noeses correspondentes, receb-
is eotnarcasda Boa-Vista; Flores, Bo-
wboso e Nazareth. Gozam lodas ellas
nenas na (erecira houveum assaf.-i'nalo
ala de ntras desordens particnlares
OlOtantes.. Os habitantes da Boa-Vista
ja falta de ch uvas, "a fome como sua
Wvet consequencia ; em' Flores, porra,
lo invern semanifeslava, suavisando
i. da populacao, e prometiendo indem-
dos males passados.
hegon dos porlos do norte o vapor Jose-
o qual nada adiantou s noticias vindas pelo
qae pencos dias o preceden. A paz
ra Inalteravel em todas as provincias d'a-
qoeHelJo. .". '.f
'adkenientroudosal.nodia, o vapor inglex 1^""""^a'nu ue AiDuquerqae, de Lniz Ma-
blica do Uru- ^,oel Rodr?ues Valenja. de D.Mariada Paix3oMat-
loi- (Ip Manopl FifuairA-i An i,'^., ....___ __ .
#
Acha-se pacjicadl a republi__
tallada a sua constituate, sendo por esla
ara substituir o Sr. Gir, ex-presidonlc, o
llores, que s tem de exercer o sea novo
lempo que qaelle f.ltava. Da corte pro-
qoasi nada veio de importancia, a excep-
baronatos com qno foi augmentado o
Mlitolares do imperio.
i do dia 7, sahio da igreja da ordem ter-
a venerirel procisso do Triurapho,
I nlelicidade que apenas pnude transitar
i Flbr.ese Nova, sendo logo obrigada a
Rosario pela copiosa chuva que d'esde
nlo eahlo it a noite: foi om destrono con-
por todos nentido. l'clas 9 horas da
maiiou menos, recolheo-sc ella ao lem-
i sahira, aproveilando urna pequea pausa
m.vapor entrou este semana em nosso por-
o La-Plata, procedente da Eur.ona, o qual
I erreira do Rio de Janeiro para Buenos-
a de positivo adiantou elle acerca dos
o oriente: o vell.o mundo permaneca .no
lartod incerlesae aguacho,
e abril nao quiz desmentir o anligo pro-
primeiros das do seo governo tem sido
satisfactorios. Dees queira que oulro tanto a confe-
sa por esses centros;
m ao todo 18 embarcasoes e sahiram 13.
fea a Handega $3:0669209 rs.
1 i43 pessoas : 12 homens, 5 mniheres e
, livres; 7 homens, 3 mulheres e 2 parvu-
lHA MUNICIPAL SO RECITE.
HtTRA0BINARrA DE 22 -DE MAR
CODEti.

.,. V ------- ......--------~...- iaao no contrato : entao o gove
giene publ.cn, dirigido ao Exm. presidenle da pro- qac arruinara os nlraladorcs, e impossibilit
TuZtt^fi^J0?^*?1?"^* rMlSa5 ai Va'*en5 """""o monopolio
ZJZ daS.lvaeLuizJosda Costa Araorim, legal. Anda mai, ; pode dr-se m abuso fatal,
nrocedendo-seprev,amenleaonece,sar.oorcamenlo, que aniquilara o proprio contrato. Esta cmara
oo'S^1^TreHnt ".PUnt"r"',rIV",a eS, l0"*e PPq "tuaes contratadore
c3edel.Th r |C 'T7q a-P,-" ^"l ftfr ouUludrasobrigacoesa
Z? fT ^' a mUn,CJ,Fal- V "jeilaram, mas a hj polhese que ella vai fi-
dade.e qual a que per.ei.ee aos propnetanos dos si. gurar he mui verosimil,/^ Ber reaiisa Uu,con.,guos.-Neste sentido se mandn inforraar lkpilid.de. Corao he permil.ido talhar carne por
Oulro da comrissao de oelcoes. suslentendo que "".'u PreS0' ',*" ^ ** es*i',uado no conlral.
senegassedefermenloap^iC.odevarios.aberne! ZZ, P"5' ^^ dePedrolr-
rosde,..cid,de,requer.ndoaderroSacl,odo a. 9 S aKrnrT'T ** 80,0rifa""s Pcla
til. lldas posturn mnnicipaes, nao s pelo nenham ", / ***** reZCS' qm comPrarem-
n e da-las a individuo, estraohos para tall.alas, como
cmara cnteude que nem n'um nem n'oulro caso Pude v6r o ndilTerema as expr
d-se infraccao do principio Por tanto, vista TSSZ^^J^n
A' requerimento do Sr. Barate, resolveu-se que se
oflictesse ao emprezario dos carros fnebres, para at
a primeira sessn, imprelerivelmcnte, apresentar no-
vo fiador ra que o actual lem perdido as qunlidades para con-
tinuar a se-lo.
O Sr. vereador Reg, tratando do officio qu lhe
foi rcmetlido na sessao passsdi, de administrador'do
cemilerjo, relativo a extncrSo de forn.igas, dcclarou
que nao hava vantagem no offerecmenlo feilo pelos
dous eslrangeiros que se querem eaicarregar desse
trabalho, visto que o meio por elle* empregado nao
evita reprodcelo do insecto.'"
Despcl.aram-sc as pelifoes de D. Anna Rila Au-
gusta do N.lscimento Crespo, dealgtins donosde ta-
bernas desta cidade, de Candida Mara co (Soccorro,
de Jos da FunseeaeSilva'deJosepba Maria daCon-
ceitao, de Joao Maooel de Siqneir a," de Joaquim
MauricioCavalcanti de Albuquerqae, de Luiz Ma-
pude vtr com indilTerema as expressoes um pouco
Mmente censura,
.. ..jgno e hbil redactor do
Wutang:lUn. peridico inleirameulc cslranlio pb-
lil.ca c meramente oflicial, pelo simples motivo lis
mas com a condico que ninguem possa 'J'10 i,llervir nos negocios poli lieos, que boa* resida-
nos lem colindo aquella florescente provincia.
lie na realidailc, Srs. redactores injuslic. inqua-
lificavel ceiisurar-c a um homem que na qualidade
de empregado publico-c inleiramente allaslado dos
negocios polticos, cumpre o sen dever com plena ap-
pruvacSo dos homens sensalos da provincia e espe-
cialmente dos presidentes com que ello tem servido :
Tnrfn *aTJ ',.". i FI'Cla; e esse homem, Srs. redactores, he o' mui diano c
Tendo sido apprebend.dopelocarcere.ro da cade honrado Sr. Dr. Jos Alcx.ndrino Di de Mouri
desla cidade ,o preto Paulo, cscravo lo Sr. Balitar, secrelario do governo daqueHa vincte ,'
TJlll ** "f" ,recflh, !*fea ***&** vf or?s: c cm Pral. a p"e ja, que o mo.ivo porque ce" u,Ta e^se hab.l
destas considerasOes, ntende esla cmara guo o
contrato dove continuar,-pois he de.uma ulilidade
wnmensa, mas com a cndilo que ninguem possa
lalhar carne por mais alio preco, do que est csla-
beleciilo, qne se promolguem penas severas aoscon-
tratadores para a boa realisacao do raesmo contrato.
Barata.
Repartirlo da polica.
Pliin nf,(VA.LAnft..l.____ I_______________* x.
Ios.de Mnoel Fgueira de Faria,. levantou-se a
sessao.
Eu Manoel Ferreira Aceioli a. escrevi no impedi-
mento do secretorio-Boruo de- Capibaribe, prm-
denle. llego ytlbuquergue.iPianna. Afame-
de Gameiro.Reg,Barata ./ Almera.
Ilm. e Exm. Sr. Em soln;5o ao que me foi or-
denado no olllcio de 13 de cor rente, cabe dizer que
a minio oplniao acerca do fovnecimenlu das carnes
verdes foi'moi expressnmente manifesteda no pare-
cer que corre Impresso, e que foi dado pela commis-
sao nomeada peto governo da provncia para consul-
tar a este respeito, da qual ti ve. a honra de fazer
parte com o mui digno presidenle desla cmara. Re-
forimlo-me porm as opin'wes, quo perante roim fo-
ram manifestadas na sessao de 13 do corrente, direi
qae s enxergo dous meios di providenciar cerca
deste objectee sao, on conlrtta. o fornecimenlo com
nm. compinhia, que dello se i !ncarregac, mediante
certo c determinado preco, e aranlias que affian-
cem o fiel e exacto cumprimc.lo do contrato, que
se celebrar, sem detrimento d o publico! ou estabe-
lecera laxa pela qaal deve ser vendida a carne ver-
de nos arougues, admHlida a 1 ivre concurrencia.
O primeiro systema, poslo q ue offereca a< desvan-
lagens, qne a experiencia lem mostrado, aobresa-
hindo entre ellas a de ser lalhajda nos arougue
carne de peior qualid.de, e de inad* ser sufficinle
mente prvida, quando ha escEsjse
minha opiniao, preferivel aosegujndo Bteio, porque
abstrahindo da illegaldade de ai n c oulro systema,
lenj.o serias apprel.ensfies de que nao sendo o for-
necimenlo toreado, fiquesafflcientemente gar.nti'du,
qyando o preco do gado as fei ras for elevado on
nao possa por circumsiancias imprevistos ser oblido
o numero de rezes sufficienles. para o fornecimenlo
diario, sem sacrificio ou grutes difllculdades. A
consideraco de qae a texa h*m poder ser periodi
ESTADO DA GUARDA NACIONAL DE PENEDO
Em 21 dejunbo de 1831 Icrminou seos Iraba.os
o conselho de revista, fican.lo feila a quaJilicacfio
ordenada no decreto n. 722 de 23 de oulubro de
1850, artigo 1.
No'dia 22 de Janeiro de 1833,. prestoram ara-
menlo os cenles coronis do l.o, e 2." batalhao :
tomaramposse nu dia na forma, da lei, e enlrarani
_. cm exercc.o de seus ..ovos pastos.
jupenles chamados.abrio-se a ses- esla difllculdade, sulste a i ndicada em weumln ln- or. P"aria '" presidencia de S de abril do an.rt>
gar. N caso deseadoptar este segnndo'svs.eraa, Xf^ESSZZrZESZZ
Ka do Sr. bgrao de Capibaribe^
r --i~ -'.mu (muela oer pcnoni-
, Reg e Albuquerque, Reg, Ma- ca e determinada peto preco do gado as feiras me
ato, fallando sem cau- nao satisfaz, nem tranquil lisa, porque, removida-
., ----------------J-....."' -"-"" incnu ua;oi norneaaos, com tk :. fi."J----
e a lax ross e per.odieamenle marca- poucas excepces, tiraram patente, prcslaram jura' Pr* 'T aw-naas, 1
uinzenas, oracr nur ra.la m.i o mi. ment e tomaram posse. rracRer 0c. l
acreacao'd'ecora^nS.Tuese Z J"**V?1^.>* .* 0^^?
tgBinte e^u proporia que
EXPEpiENTEt dj, quer por q
te Exm. presidente^da provincia, re1 promovesse a creaco de compnhias, que se for
ni contormidade comaiTJlilMlfto da as- mussem para numdar comprar e lalhar gado pelo
llim provincial, o parecer ftpr copia, pre^o da texa, podendo o governo auxiliadlas com a
de rendase orcamento municipal,- ubseripco de actes, uu mesmu com algum em-
aWimento qae tamben. remetlteN, de Mi- preslnio. Adoptado, poTm, o primeiro svslema.
.-.F.eneiredo.peraqueacara.rain- seria conveniente determinar o nlaximo. p^lo3 orS^iJcnci^ra''^^SSST
te reapeito Qa se ouvisse o dvoRado, se podesfe vender a carme verde nos acoagues, qae cional deste municipio, seu andamento e regulari
>fcreape- nao fossen', d. companihte, estabelecendo uma mu- dado.
la para os nue quizessem faze-lo, para o hospital
ogado, manifestando o seu requer- de candada, e combinando a sua importancia com
cripto. acerca dos mejosdejH-ovi- a clev*tao dbpreco, poe modo qae nao covidasse os
contratadore* a pagar a mulla so* nome supposfo f'rcm"etti.te a lisia das pracasqualificadas na forma Aseguinle: 4,620 saceos con. assucar mascavado
do artigo 3i do predilo rceulamcnlo. / -com 23.100 arrobls.
GE-
iseossSo.oSr. Barata ofiereceu o sen Vo- Pr vender a\carne por preco mais elevado. Quer
o mesmo objecto, o qaal vai adopto um \systema, ^uer outro, quer seja ad- para reserva, e liveram baila i.,.,
iplo, resolvendo a cmara de- millida a livre concurrencia, roe parece indispensa- servindo no servico activo, pela falla das nieyhas
iscussao, qao fossem ambte as opi- vel eurgonlo proveivso acerca di > estabeiec.mento l'8Ias,lv. /
(per, copia S.Exc, para .preciar, do um logrado/.r^proximo cidade, no qu.l b,fam|!' ti"-'?'!p 1 3. lenente coronel fio i .o
viada,,,, idea, emi.,id,s. p..ssa conservar o gad>n a.guns dtes, para faci.i- San^^Z^
. croara se inclina a favor lar o ferneclmenlo, e vilaKos mali's quo se seguem ^.851, para de contormidade a le fazer exlral.ir as
sconcurrenci.. aind. de cAes.r osado causado'. Aio Her onde repouse I"?!"' "Partindo-se nomiualmenle os guardas pe
ll.or
des.
rmilta a livre concurrencia, anda
| as imposicoes, que pesam sobro o
so consumo desla cidade,fim do me-
envolver o fornecimenlo das carnes ver-
l de Santo Antonio, participando
17 do corrente, o prazo de 3 mer
lanoel de Siqucira, para, re-
nr roa da Concordia, i mar-
otiveaw Siqoeira rado 1-
m teuha, coletudo ainda resta-
qnerimenloda parte,
r mais. 5 meses, para
skka, a caar, corice-
doa cora-
ndn n
de cAeg.r o gado causado,
por algn dias. Heqaanto
'icerca do referido olllcio; a
solucao, e offerece embaraces /que nao podem ser
obviados, senao pela experiencia que for adqueri-
da pete pralica de ambos os tatemas.
Dos guarde a V. Ex. R( fe 18 de marco da
183*.Illm e Exm. Sr. barira ej
lado
no contrato j eolSo o gnvrno era q proprio
quando se quizesse chama-las pela qualificeao infe-
rior i de 1851, com a nova divlsflo de seis comp-
nhias em dito, complicadas estao urnas com outras.
Como prsenle communicado nao temos por fim
aggredir pesoa alguma ; a nossa rnissSo pedir ao
Exm. Sr. presidente da provincia, saluteres-provi-
dencias, em visl, das omi
jaleamos ter havido, e fazer
os lenles coronis das Gu;i
i.cdo teem procurado por su a p.rte dar rognteri-
dade e disciplina a seus rpos, cujo commando
pelo Augusto Munarcl.a, lhe foi. confiado,
e que fe os mesraos crpos nao acharn-se com o
r, que jn deverian. ler depols da
nova organisatao, he porque dos comftandantesno Desceios
depende somante esse desenvolvimcnto.'
Cidade do Penedo 2* de feverciro do 1851.__
Jos Vicentp de MeJeiros. Jnnocencio Jos da
Corta, lenles coronis, comm^ndantes dol. e
2.o batalhOes.
CORRESPONDENCIAS.
O Dr. Custodio Manoel da Silva Guimarcs, iuiz de
d.reilo da primeira vara civel e do con.mercio
neste cidade do Recito e seu tormo por S. M. I. e
C., que Dos guarde etc.
Fat-o saber aos qne q presente cdilal virem, qne
da dala deste a 20dias, se ha do arrematar por ven-
da a quem mais der em praca publica, uma casa
terrea com solao, sil n. travessa da na Augusta,
avallada em 1:O00jO00 rs.yjenhorada a" Jos Maria
Placido de Magall.es, por Txeeu^ao que lhe move
Jos Joaquim Dias Feman.lcs.
E para quechegoe a noticia d lodos mandei pas-
sar.o presente e mais dous do ra'esnio theor, que se,-
rao allixados pelo respectivo porleiro nos logares de-
-.......-~.......-.-......... .cH-u, i..omemnonrano enrollo, cm vez te '""^"^08 pelo arligo 538 do decreto numero 737
^S^StSK-SiSSiSi *"*?- tttttti o^o..este cidadedoRec-fe era 29 de marCo de
publica scrnelhanlc aporeliensao, para x|ue, a pessoa
que se ulgar com drcito i dita carteira dinlteiro,
se appresenle neste secretaria reclamar i soa en-
Irew, mediante provas justificativas do sen dominio.
Scrrelaria de polica de Peniamlu.ro 8de abril de
1851.O. primeiro amanuense, Jote Xaeier Faus-
tino Hamos.
N. B. Por engao do empregado que copiou o
avia* supra, foi elle publicado neste Diario com a
assig.ialura do Sr. Dr. choto de polica, quando o
devera -ser smenle com a do primeiro amanuense.
suppoS,c3o de ser ella tortada, vis.o como, sal.indo emprendo, esse homem honrado enrobo emvezde 'erm'";"lus Pel""?o538_.!o decreto numero 737
hojeo mesmo prctojcomotroacorrent.do para fa- o olTender, como talvez sja o seu m^ de a"uma de 26 de noverabro de 1850, e publicado pela ips.
l$^^^^t%1r* .^-'-dadedo Recito era 29 -le marco de
genio pacfico. nonraaez. e 18o4.Eu Joaquim Jos Pere.ra dos Santos, escri-
*_.. ___ Vilo O mli.erni. !_l/^uilnJi'n 1 r_ >.l -1 _. i*.' f___ -t.
DIARIO DE nNAlBIlGO.
A assembla ante-llntem approvou cm primeira
discassflo o projecto de orcamento municipal, e en-
trando na discussSn do parecer da commissao de fa-
zenda, adiado na sessao antecedente, sobre a prclen-
CSodo emprezario do theatro, ficou esta ainda lidia-
da pela hora, tendo o Sr. Jos Pedro mandado mesa
a seguinte emenda:
dente da provincia autorisado a pagar ao supplicau-
te os6:0008000que devia receber, caso tivesse .pre-
sentado a companhia Ij rica.
Passando segunda parte da ordem do d'i, con-
cluio a discussao do art. 5. do projecto de orca-
mento provincial, tendo lomado parte na discussao
do mesmo, os sentares Meira, Joso Pedro, Baptisla, e
Olivcira.
A ordem do da de hoje comprehende: a conlinna-
tao da arite-honlem, e mais a primeira discussao dos
projectos ns. 2i, 25, e 26.
O primeiro, rete ti vo is carnes verdes.
O segundo, abonando um quantilalivo mensal an
pagadorve oulros agentes das obras publicas.
O terceiro, appwvando algunscompromissos de ir-
raandades.
A tereor. discussao do de n. 13,que coifcede loteras
a diversas irmandades ; e finalmente a continuaciio
gaoo, no na ,,]a segunda do orcamento provincial.
COMMUNICADO.
-------_------.._.v .,fc PWI W1UUMVU U l^MII. 1C
presidente da provincia, ao coromandanle superior
interino, para expedir as convenientes ordons para
precederle ao novo alstamelo da Guarda Naci-
onal deste municipio, na confurmidade do regula-
menlo n. 1130de 12 de marro ultimo.
Lamentemos que at hnjeteha sido olvidada cssa
-w-------------- *. W -"!.....' lili 15
icrorrc nondernr cmPanmas' "e ji tinham mdo divididas n.nne.i-
flecorre ponoerar camente por.qoarteirOes, e assim poder chamar ii
UTia ne ded.rncil serv.cpM guardas ltimamente alistados que na
eslao na matricula antiga: responde., o mesmo com- Cambios,
mandante superior interino poroflicio de 27 do mes-
mo mez. qoe os livros nao cstavam em seu poder,
tm 29 de julho de 1833 olllcou novameule o
lenle coronel do 1 batalhao ao cUetlivo com-
mandanle superior, requisilando-lhe os menciona-
tlQS Itvi'iK itarji n tnaom.i ti. __ .u..... _
........w-ipibaribe, pro-
Idente da cmara municipal, o/abogado daca- ateft0.SPara ^^ ^?* b,eV rcspos,a
Uta do
fcque
mar, Jos Bernardo Galca .llcinfofado.
. Voto do Sr. Barata, em forma de .
s municipal tend, maduramente i
do acerca da consulta, que V. Ex. seMignou fazer-
Ihe no seu olllcio de 11 do c. irrenlefconcloe da ma-
neira segninte : Sem em!jar& .fe algamai filias
que a experiencia ha mostrado, ni) ha duvid. qae
o contesto para o fornecin rento das cirnes verdes
he un ',culavelp,-,ra a panular,o deste ci-
eesteverdade he univcsalmenfe rcconlieci-
,U'PC> ,>o, gozado'de lo-
Mfl { mas com tu-
olosVpara que elle
cwrtinoe. Enlrelanlo, e ^ cmaro que, pa-
ra qna serealise o id( egisladr Jeve*tn
ste, e a verdad* da ttewii ttonomia, le misier
Admirava por certo, que sendo esta provincia
una das mais adiant.das na cultura do espirito, c
mesmo a oulros rcspeilos,vdas do imperio, fosse ama
das mais alrazadas no necessario empenho de dar
educacAo ao sexo ferainino, reparo esto notado por
quanlos homens entendidos teem visitado nossa
provincia. Esla necesssidado. conhecida e asso.lha-
da lo.los'os dias, nao linha al agora dispertado os
precisados de dar eilucarao suas filhas; sendo que
da educacao c instruccao do sexo deriva a boa, ou mi
directa da infancia daquellesquenosdevem sob's-
lituir.
(iracas porm phlantropia e esfortos de um ho-
mem, que alias nos lem prestado servaos relevantes
a muitns respeilos, dedicaudo-se sem descancos a va-
rio* melhoramenlos. Elleconheca eslamingua, e
se determinou a fnndar um coUegio de' meninas,
onde a par da moral mais para, garantid, por sua
familia exemplar, vai ensinar primeiras lellras, gr.v
matica portugueza, historia sagrada, historia univer-
sal, arithmelica. geographia, a lingua franceza, o
lingua inglcza, alera dos preceitos religiosos, e arles
de goslo. l-'ez-me o fundador deste collegio o ob-
sequio de moslrar-rae os Eslalulos, o edificio desti-
nado ao collegio, a regra interna n seguir, a disiri-
bnicao dos esludo-, e methodo a empregnr, e de lo-
dos esses meios fique, sobremancira salisfeito. lie de
lamentar, que ama mSo vigorosa e generosa lia mais
lempo n5o tivesse alembranca de animar e anxiliar
este homem e sua creac,ao.
Nao.pretendo, fazendo juslica ao merecimenlo,
nem da leve abalar o melindre de pessoa to digna,
nao he esse o meu fim ; mas smente noticiara
meus palricios, a acquisicao qoo fazemos cora a fun-
dacao deste collegio, recomeudando-o aos pais soli-
dos de dar ..esla mesma Ierra uma boa educado
suas filhas, desnecessitando manda-las alm dos ma-
res, eatravez de pericos, e a poder de avultadas
despezas, mendigar ha Ierra cjlrnh. iustrucci.. de
queprecisam. Nao por mhn.immediatamente, mas
por meus patricios, sen. eterna a minha grati oxal que me visse cm circumsiancias propicias, ^u
palomeara estes meas sentimentos.
Pcrmittem senhores redactores, publicar este por
e ao seu assignantc. &c,
geniobacifico.
Kaod, o Sr. Monr apre'co a algumas. palavras
coniinpara a mereceros maiores elogios e a sjnipa
Ihia dos Alagoanos, que muilo apreciara as sus bel
las finalidades e sobre ludo a sua capacidade intelcc
tual, que esl cima de todo oelosio:
os preco lem de s'uolr pete alia'
do frete na Europa, e quasi ceric-
[' -z. dagu
Farnha de trigo- Nao llvemos cnlrailas; em conse-
quencia do consumo o deposito
liaixou par 8.800 barricas, ven-
deu-sedeao.-i
.....Os do Lisboa 'foram vendidos de
20}J^a2l2por i
Manteiga Esta'enjoada, por haver no n
do 3,300 1
lera-se a 500 rs.
ingiera.
- Rebateram-se lelras de 12 a
auno.
Fretes ----- Os procos dosgenero* nao tem da-
do lagar a frelanienlos; bem que
as noticias da Europa dito all pre-
Cos altos, principalmente para por-
tes eslrangeiros.
Ficaram no porto 5t einbarcacOes, sendo: 3 ame-
ricanas, 1 argentina, 27 brasiiciras, 2 din.marqaezas,-
2 francezas, 1 hamburgneza, hespanhnlas, 1 bollan-,
deza, 17 iuglezas, 5 porlnguezas, e 1 sueca.
As pessoas que so p
compa'rcrainii
dia cima decterUf
liabililadas.
. E para constar se
publicar pelo Diario,
MDVIMENTO DO PORTO.
navios sahidas no dia 8.
Rio de JaneiroVapor inglcz ln Plata, comman-
uanlo bcorgo Harara. Passegeiros desla provin-
cia, Antonio Francisco Belem, sua senliora c 1
hlho. (
liba de Femando de NoranhaPatacho nacional P-
rapdma. commandaulcCamillode Lellis Fonseca.
Conduz 2i presos de Justina e 13 pracas do excrci-
lo, Manoel Thomaz dos SaMos. Innocencio Xavier
Vanna, Lourenco JusUniauo deSouza Lobo, Au-
gusto Ilartholomeu Dantas, Francisco Xavier da
Silva, Fcticia Maria do Carmo, T[icreza Candida
de Jess Bandera, Maria Francisca da Concekao,
Mara Thomazia de Aquiuo, Jos Joaquimde San-
t'Anna.
Naci* entrados no dia 9.
Havre36 dias, barca franceza Pernambuco, de 19-1
toneladas, eapiao Duruty, equipagem Ii, carga
fazendas ; jj. R. Lasserre (J Companhia. Passa-
geire, SchoTt Filippe Ignacio.
Rio de Janeiro para o .Para com escala por Pernam-
buco eMaranhao23 das, brgue de guerra bra-
sileiro Capibaribe, commandante q capiao-teneu-
te Jos Mara Calhardo.
Para33 dias, patacho brasileiro Josephina, de 119
tonelada?, capitio Ctirstovao Heuriques Andrs,
equipagem 8, carga lastroe algn* gneros: a Jo-
s Baplista da Fonseca Jnior. Conduz 1 escravo
a cnlrcgar.
Terra Nova36 dias, brimie inslez Rosarte, de 228
toneladas, capiao Thomaz White, equipagem 13,
carga bacalho ; a.Mc. Cilmonl & Companhia.
Ro de JaneiroJ2 dias, galera franceza Havre, de
2o5 toneladas, capilao Eoniere, qnipagem 13, em
lastro; a 1. R. Lassefre & Companlfhl
Maeeii.24 ho-as, briguo a vapor de guerra inglez
Trydent. commandaiiIeR. B. Harvev. .
LondresSi das, brgue sueco Delphin, de 280 to-
neladas, capilao Cari Falkembert, equipagem II,
ert lastro : a Sliramm Whalely & Companhia.
Acarac16 dias, l.iaic brasilc'iro Sbrateme, de
9i toneladas, mcslro Joaquim JoscdaSilva Ralis,
cquipaecm 3, carga sota ; a Caetano Cvriaco da
Costa Moreira. Passageiros, Jos Raymundo Fer-
retea, Frederico Rodrigues Punen le. Joao Gomes
de Castro, Conslanlino Comes da Silva, Adlonio
Francisco Alves. Domingos Antonio dos Santos e
' Justino Jos Rodrigues.
Natos sabidos no mesmo dia.
Genova por LisboaBarca brasileira Sociedade. ca-
pilao Jos Maria Regs, carga assucar.
Rio Granito do Sul pelo Rio de JaneiroBrige bra-
sileiro Pallas, capilao Jos Alves de Brito, carga
assucar. :
EDITAES.
*ijwiiii 'V i c.riiil "US C'IIUJ>, fMIC
vio o subscrevi.Custodio Manoel da Silca C.ui-
maraes.
-------------.., p,., oiijuiinra. paiavras, maraes
%^l^^W?ti%*; r Oarsena.demarinbacompranodialOdocor-
con.inue'o caminno, que tora il hoje Tri hado q'ue \S^SSSSTS d Iw^^' S "v'^
conLuparamerecero." maiores eloaos e a svnma- \1??>"l?l:.T*es!op.a dc.e7lbir" Pcnnas di,
|- lap.s, bandeiras imperiaes de i pannos, bronzes p"c-
I* qoc.ios de ferro, limas chalas de 12 a 16 pollesadas,
- dilasdeineaca.inadel2ditas, limalOes grossos dc
meia dita, prgos de guainicao grandes o pequeos,
pedras de amolar, cola da Bahia, cabo de Jinho de
possa ofiendera^M^taKcorrespondente: qoe'n^o S&S ,?.0 ^Mc^S' P6"0' *,*>
lenta a honra de conhecer, e creia. aue l?ac ri ft" *<& *'"6 *"!?**' """? do f de 15,
17, 18, 19 e 20 ps, ptessaba, papel ilo pesa, azc.le
sendo este
possa ofender-ao .lluslrdo correspondente, que nao Entornas te nateiite z .u
lenta a honra de conhecer, o creia, que lraca:.do 17 < To ^P, S l
otas toscas unta nao he o meu lito ofende-lo? pois de'coro nira^.d^^'!^ T'6'
que pode muito bem ser. aun elto ,,d,.in P. de coeo para o pharol ecamo de pedra
ou^mesmo pelo shnples motivo ddTnotic7a,^ T = ,aS P**"'S "Ue ^u,zerem semeltanles
casse ( posto que de leve ) nsa pessoa, q, rae ta tf 1' comParcam nps"' in.nect.lo no din cima
mu chara. q L"i*dV.,n -'. .""s propostas. Secretaria dains-
E cornmetlerei aigum crime de les.-magstade,
Srs. redactores, defendendo a um amigo, que te-
iha sido censurado por um dos colaboradores do seu
Oirtof^ Ci^aaiTia^rmu^^V^^ .,,~0rIllln- Sr'. fiador servindo de inspector da
ferie, repilo, ou algum termo menos*Milico Zvr S?*S\?T'Vi.CmJP.uri?n, da..rCS0"-
lorie, repito, ou algum termo menos poltico l.ouvcr
escapado, en rogbao Sr. correspondente que me re-
leve, pois que nao tenho embistas oirend&'to.
. O inimigo do mrito
' ______
COMMERCIO.
PIUCA D RECIPE 8 DE ABRIL AS 3 <
HORAS DA TARDE.
CotacOcs ofliciaes.
Descont de lellras de 3 mezes1 l.s '. no taet.
ALFANDEGA.
Rendimenlo dodia 1 a 7 '. 69:674^715
dem do dia ....... 7:032.51)90
9 76:7079705
-Oescarregam hoe 10 de abril.
Briguo brasileiroSagitariodiversos.gneros.
Brgue'inglezComclycarvao. .
CONSULADO- GERAL.
Rendimenlo do din 1 a 7 .... 17.-72i*2i2
dem dodia 8. ....... I:ti2s883
18:837S125
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 4 7......9692021
dem do dia 8.......t '4579653
i-A-meei
Importacao
Brigue nacional Sagillario viudo do Ro de Ja--
neiro, consignado a viuva Carneo tic Filhos mani-
fesinu o seguinle :
30 saccas nozes, 22 barricas pnlussa, 1 caixa dro-
gas. 3 caixas rap, ,4 caixOes chapeos, 138 saccas
rap; a ordem.
167 pipas vasiasa D. M. F. de C. Carneo.
14 caixas fazendas, 1 pacota amostras a Brnn
.,, vindo de Dt.ndee, consig-
nado a Deane Youle &c. C. manifeslon o seguinle :
275 tonclladas de carvao, aos mesmos cousignala-
rios.
Exporta cao'.
Boston, barca americana R. G. W. Dogde de 336
tonclladas conduz o seguinle : 5.900 saceos com
29,500 arrobas de assucar.
1 barrica cora palitos para denles.
Barca ingteza Globo de 429 tonclladas conduz o
II.IC1IIO. / -VI* J...IUU rtlIUUflb.
! passaram em 185K srECEBEDORIA'DE RENDAS INTERNAS
niitormada lei, eslSo RAES-DK .PERNAMBUCO
I.. tniln An. ^ n jf.*. It U n A i m o 11 11. An .11. W *"I^70
Rendimenlo do da 8 .
CONSULADO PROVINCIAL.
Rciidimenimlo dia i a 7
I den. di dia 8 .
16:029|13l
9133639
16:9429770
PRACA DO RECIFE 8 DE ABRIL DE
1851, AS TRES HORAS DA TARDE.
fecisla semanal.
' lf"n !,,nl32r0 IT s"s'cn,ai|""s quintos do vate
Jo o preco de M a 28 S d. por* concluido a melado d)
19 a ainneiro, e 2< 3|4i prazo. mcira, depois de lavrado o termo dc recobime
Al0odao---------En['.VJ"^ '*) a ven.lcu-se provjsoro : a terecira finalmente dc um quinto i
^5*50.1 a 58900 por arroba do de pois ,|0 rcecl.iiiienlo dflinilivo.
rtmeira sorle, bem nne as itoli- t o ..,-,,,..i-..,.,. <,; ,,i,r;,i-i < nninimt.
de^'JOl
.'primeira' sorle, hem qne as noti-
cias vindas da Europa fossem des-
favoraveis.
SSSt.^fff'^ Acucar JX3fr*J, pre5o; pa-
;,..........-, v......,.v# c u uu jujiife, potas
continuas requ.sicOes (par. prestar Torca ), e falta
de gente qoaltlicada para as sat'.sfazcr, o tenenle
coronel do 1." batalhao, pela lerceira -ve* olliciou
ao commandante superior interino, peiiindc-llic es-
rlareciinenlos a fim de saber, so devia chamar ou nao
servico os guardas qual ficados em junbode 1851,
respondcu-ll.e, que ia pedir ao Exm. presidente
da provincia esses csclarecimenlos: anhelamos a
sua vinda.
Tem cada om dos batelhes nifo compnhias pela
nova cr"j3o, e'pela antiga seissomente : tiestas s
res, das do-redor da cidade, era enda batalhao,
fazem o servico.chamadas peta mesma antiga que-
lilicagao ; masfeil* sssim a rlumada, pclodesflque
que lemsoffrido no periodo do dous annos e oito
mezes, que re nao tem feilo qual(icac;ao, presenta
laa pauea gente, que no he possivel cumprir-e
bera o servico em atropello : as mais por talla da
nova qoar.ncaco de 1851, nao sao amadas, e
"
.^.^^ rH.HaH M^ ^^.....,,u,.bv.......
por causa da ba&a que tem solTri
do na Europa. A entrada vai di
minuind.
Couros-------- Conlinuaram procurado, cobtem-
se francamente 170 rs. por libra
dos seceos salgados.
Bacalho Vcndeu-ie om carregamonlo en-
trado esta semana a 169, para ser
entregue no Rio de Janeiro, onde
ET^ consta eslava de 208 a 21500 em
atacado. Retathun'seaqui d 148
a 148500, ficando em ser 1,700
, barricas.
Carne secca Vendc-se de 38500 a 48000 por
arroba d,T do Ro Grande, da qul
, existem no mercado 30,000 ar-
rotas.
Girvta de pedra- Nao liqave Yenda, wn preceqe
....4..,.v.w, M.in ,e. cuas piuptistas. aecrciana ua .ns-
peccito do arsenal de mariuha de Pernambuco 5 de
abiil de 1854.No impedimento do-serrelaro,
Manoel -Ambrosio da Conceiri Padilh^
rao da junta da frzenda, manda fazer publico, que
no dia 27 d abril prximo vindquro, se ha de ar-
rematar a qitcm por menos tizer, a obra dos con-
cerlos da cadeia da viUadcGarauhuns, avaliada cm
2408280 rs.
A arrematarr.o seni feila na forma dos arls. 24 e
27 ta lei provincial n. 286 dc 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixn copiadas.
Ai pessoas que se propozerem a esta a.rcnialacao
coinparecam na sala.das sessoes da mesma junta, no
dia cima, declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constarse mandn aflixar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria, provincial de Pernam-
buco 28 de marco dc 1854.O secrelario, Antonio
Ferrea da Annunciaro.
tmusulas especiaes para'a arremqtafao.
1." Os colicortos da cadeia da villa de Ga'ranbuns
far-sc-hao dc contormidade cAiii o orcamento ap-
proVatlo pela directora cm conselho, c apresen lado
a approvarr.ci do Exm. Sr. presidenle da provincia
na importancia tic 2:2499280 rs.
2.a O arrcmataule dar principio as obras no pra-
zo de dous mezes e nevera conclui-las no de seis
mezes ambos coulados na forma do art. 31 da le
n. 286.
3. O arrematante seguir nos seus Irabalhos lu-
do o qae Ibes for determinado pelo, respectivo en-
genheiro nao s para boa execucflo'tlas obras, como
em ordem de nao niililisar ao mesmo lempo para o
servico publico Indas as partes to edificio.
i." O pagamento da importancia ta arrematacao
lera lugar cm tres prcsIacOos iguacs: a 1, depois
dc feila a metade ta obra: a 2-', depois ta entrega
provisoria; e a terceira na -entrega definitiva.
5." O prazo ta respoiisabilidadc ser de seis"
mezes.
6.Para ludo o-que nao se ahar determinado
as presentes clausulas nem no orcamento, segiiir-
se-ha o que tlispe a rspeito a lei provincial n. 286.
Conforme.O secrelario, Antonio ferreira da
Annunciaco,
O Illm. Sr. contador sci-vimlotlc inspector da
Ihesouraria provincial, era cumplimento ta resolu-
C'lo ta junta da fa/.enda, manda fazer publico, que
no dia 20 de abril prximo v.ndouro, vai novamen-
te a pra(a para ser arrematada quem por menos ti-
zer a obra do acude dePaje de Florcs,avaliada cm
3:19090fK>.rcis
A arremataeflo ser feila na forma dos art., 2i e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 185t\
c sobre as clausulas especiaes ahaix'o copiadas :
As pessoasque se propuzercm a esta arrematacao,
comparceam na sala das sessoes ta mesma jnnla" uo
dia cima declarado, pelo meio dia compclenlemcn-
Ic habilitadas.E para constarse mando., ailhar o
presente e publicar pelo Diario. Secretaria da
Ihesouraria provincial .de Pernambuco 15 de mar-
co de. 1854. -* O secrelario Antonio Ferreira
d'-tiinunciarilo.
Clausulas eipjyacs para a arrematarlo.
1. As t.las Jestc acude atrito fcilas defontor-
midailuasUm" as plantas e orcamento ajircsenladoa a
approvacao do Exm. Sr. presidente da provincia,
na importancia de 3:19HSO00.
2. Estas obras devenlo principiar no prazn dc
dous mezes, e scrao concluidas no de doz mezes
contar conformen lei provincial n.2$6.
obra ; a segunda igual apri-
lavrado o termo dc rerobimcnlo
de-
il.l IIU t ClUll.H... 11" tu ...Mlt.ti.
4. O arrematante ser obrigadn arommunicar
rcparlicao .las obras publicas com antecedencia .
30 liasi o dia em que lem tic dar principio a e\ec
cao tlasobras, assim come trabalhar scgiiitlamenlc
rtao .eve alteraran n preco pa- c3o dasobras, assim com trabalhar scguidamen
rece porm que estilo pouco firmes jUranjc quinze das, afim de que possa o cngenl.e
nnr causa ta hai\a nue. Ir.tnsotlri-___..______. .i- n^. .:..,;. ...... ..-;..:. _
2. O arrematante dar., prideipio as obras no pra- Hcmnanhia
.de um mez e as concluir no de tres mzes, ^mPan
ambos contados pela forma do art. 31 da lei n. 286!
3." A importancia da arrematacao ser paga cm
tres prcslacocs iguaes; a primeira depois de taita a
metade das obras ; a segunda depois da 'entrega pro-
visoria ; e a lerceira depois do recebmeulo delinitie
vo, quo veriticar-se-ha tres mezes depois da entre-
previsoria. teress
it. 1 ara ludo o que nao se aclia determinado por pessoa fidem
as prcseules clausulas nem uo .orcamento, seguir- ter allchegadoej
se-ta o que dispe na Jci n. 286. Conforme. O navio Gali W
secretario Antonio Ferreira tfAnnunciacao. a /'
* O Illm. Sr. contador servindo de inspector da a prub.bitid.de]
tlicsouraria provincial, em emprmenlo da. resoln- vmo, o primeui
Co da junta da lazenda, manda fazer publico, que poucos di?
no da 20 de abril proxi.no viudouro, vi novamen- Bahia.e Rio
je a praca para ser arrematada a quem por menos commda passagei
eL. a ''ra do acude do Buique, avaliada em portugneta, n. eisi
3:3008000 ris. '>i
A arremataran ser fcita na forma dos artgos 24
e 27 do regnlameuto de 17 de maio de 1851, e sob
as clausulas especiaes abanto copiadas.
As pessoas que se propozerem esta arrematacao
coinparecam na sata das sessoes da mesma junta no
i !?"?* dec|arado, pelo meio dia, compeientemen-
'.abilitadas. E para constar se maudo afiixar o
presente e publicar peto Diario. Secretaria da lhe-.
ti II, r'l I'i -I i ...... n.nl J. 11________l- .. I- >
soiiraria provincial dc Pernambuco 15 de marco de re,!lc Pr le"-
1854. O secretario, Antonio Ferreira d'Aiih'Jn- ""'camente pa
CMIfttO.
Clausulas eipeciae*daarrematarao.
l.'As obras do acudo do Buique scrao taitas de
contormidade com a plante c orcanicntos approva-
dos pela directora cm conselho, e jpreseiitadus
approvacao do Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de 3:3008 res.
2. Estas obras deverao principiar no prazo de
sesenta das e scrio concluidas no do dez mezes,
a contar ta data da arremalafatt.
3. A importancia deste arrematacao r.i paga em
----------~-r-.~..w. ..w,. uiitiiim,ir,,u ,et.t paga era
tres prestacoesda maneira seguinte : a 1. ios dous .
quintes do valor total, quando livor concluido me- carregam
lade da obra ; a 2. igual a primeira depois de lavra- passagen .
0 'ilIJ'"^80",0.; 1?'\ Analmente'da um com o Sr. cor
. .---------- ,'-.-..-w.w ..." mictiiucii
quinto depois do recebimentli de fiulivo.
*. O arrcmataule scra-obrigado a communicar
reparlicao das obras publicas com antecedencia d
h> das, o dia fixo em que tem de dar principio '
arreniaterao' tlasobras, assim como trabaltar se-
guidamente 15 dias, alim tle que possa o eugenhei-i
ro encarregado da obra assislir aos primeiros Ira-
. 5. Para;ludo o mais que nao estiver especificado
as presenjes clausulas seguir-sc-ha o que determi-
ua a le provincial n. 286. Conforme.O secretario!
Amonto Ferreira-WAnnundarao. '
O Illm. Sr. contador servindo de inspector
ta Ihesouraria provincial, cm cumplimento ta re-
solucaoila junta da lazenda, manda fazer publico,
que no da 27 tle abril proxiro vindouro, vai nova-
meute a praca para ser arrematada a quera por
menos hzer, a obra dos concerlos da cadeia da villa
de Pao d'Alho, avaliada em 2:8608000 rs.
A arrematacao ser feila na forma dos artigos24
c 27 da le provincial n. 286 de 17 de naio de 51.'
e sob as clausulas especiaes abano copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematar-ao
coraparecain na sala das sessOes da mesma junta no tf
da ac.ma declarado, pelo meio dia, competente- "
mente habilitadas. CjUizer carregBF
E para constar se mandou afliiar o presente e OU embarcar
publicar pelo Diario.
, Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 28Mc marco dc 1854. O secretario. ,nc
6'IatMutqx especiaes para a arrematar-to.
.1. As obras dos reparos da cadciaa villa dc Pao
d Albo serao feitas do contormidade com a planta c
orcamento approvados pela directora cm conselho.
e presentada a approvacao do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia de 8608000 rs.
2. As obras comoearao no prazo de 30 dase serao
concluidas no de quatro mezes, ambos contados de
contormidade com o que tlispoe o art. 31 do rega-
l.mento das obras publicas.
3. A importancia da arrematacao ser paga em1
tres prestacOes, seudo a primci.a de dous quintos,
paga quando o arrematante houvcrfeito a metade das jn
obras ; a segunda igual a primeira, pasa no fim das Dauhu na
obras depois do recebnneuto provisorio ; c a ter-
ceira paga depois do anno de responsabildade,
c entrega definitiva.
4." Para Indo o mais que nao esliver determina-
do as presentes clausulas, ou no orcamento se- ; **fVi
guir-se-ha as disposices ta lei n. 286 de 7 tle maio tJaMl*-[e^
tle 1831. Conforme. O secrelario. Jtnn* L"' Rento J
tle 1831. Conforme.
Ferreira d'. innunciacHo.
le O!
IIUIIIU.V VJlli.. "11(1.-. I1I1II1 Ul, "IUV IIVJJM V HliVUI.1.1----
ro cncanegado da obra assislir aos primeiros Ira-
balhos.
5. Para ludo o mais qne ..an esliver especificado
as presentes clausulas scguir-se-ta'o que determina
a le provincial n. 286, de 17 de maio de 1851.
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira da.
Annunciarao.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector daj
Ihesouraria provincial, em cumprimeiilo da
Co da junta da fazenda, manda fazer publii
no di.
apjac
zer, :i
Aarrsi
24 e 27 da
1851, e sol as clausulas espHaes abalxo coptadas,
.iiciiii ii .i/iniiiif;iuUO. ........
O Illm. Sr. contador, servindo dc inspector da s",**."*838 ***
Uiesouraria-provincial, cm cumprimenlo da resoln- 7 ru'V
Cao da junta ta fazenda, manda fazer publico, que ""^ef88 att *'
no dia 27 dc abril prximo vindouro, val novameuie B
.. praca. para ser arwmal&te mura por menos fi- Pa.ra < *< P.
zer, a obra dos concerlos da catete da villa de Scri- eiJao pm c
nhaem, avaliada em 2:7508000 u u*>' um caW
A arrematacao ser taita na forma tos arls. 24 e GRANDE
27 ta lei provincial n. 286 .le 17 do maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas. ,, .
As pessoas que se propozerem a esla arrematacao Jr^.
comparecam ua sala das scssBcs da uiesma'junte no J
da cima declarado, pelo meio dia, competente- ^-mS
mente tabililadas.
Epara constar se mandn afflxar o presente e lnV "^l
publicar pelo^iorio. P*^"
Secretaria da Uiesouraria .provincial do Ptnam- I 9
buco 28 demarco de 1835.-0 secretario, "S Porr.ell,'
ferreira da Annunciaco. de Hih mes,
Clausulas especiaes para a arrematado. ST?
1.. Os concerlos da cadete da villa do Serinheni %Z?*S
far-ee-tao de contormidade co.n o orcamento appro- ;
vado pela directora em cousclho e apresenlado i !
approvacao do Exm. Sr. presidente, na importancia ,,JJ T*
de 2:7.508000.
2. O arrematante dar principio s obra no pra- "
zo de um mez e dever conclu-las no de seis nje- d"?,c"mv?0'd'
zes^ambps contados na torna, ,1o art. 31 da lei {JJ^ S"J
"3"." arrematante segninrnM seus trabamos tudo' ttl'Z,\?
oque lhe for detormiuado pelo.respectivo euse- J.J.
nheiro, nao s para a boa excejieao das bras como n,n
cm ordem dc nao ii.utilisar ao mesm.. lempo para o i-' L
servico publico todas as parles do edificio,,
4.* O pagamento da importancia da arrematacao ^ .-
lera lugar em tres preslat;Ocs igsiaes; a 1", depois n-y
de feila ametadetla obra; a 2a, depois da eutreg.t -
provisoria; e a 3", na entrega definitiva.
5.a O prazo ta rcsponsabilidnde ser de 6 mezes.
6." Para tudo o-que nao se arha'dclcroiinado ..as
presentes clausulas nem no orramenlo seguir-se-ha
oque dispc a respeito a'lei provincial n. 286.
Contoruie.-yO secretario, Antonio Ferreira . Annunciaco.
O Illm. Sr. coolatlor servindo de nsplctor d.
Ihesouraria provincial, cm cumplimento ta re
cflaila junta da tazenda,- manda fn.
no dia 27 de abril p. vlndoi;
praca para ser arrematada a
a obra dosconeerlos, da cadei
valiadaem 82380
dous
_
em (res pf.
dous quinto
do a mclaile da obra: a 2. ignal
pois do lavrado o termo de recebiraeuto proviso-
rio : a 3., finalmente de um quinto depois do
cebmento definitivo.
i." O arremtenle ser obrimdo a communicar a |
rcparlicao das obras piblicaMom antecedencia de I
Irinla dias, o dia lixo era que tem dc dar | -1
a cxccucao das obras, assim como trabalhar
guidamente durante quinze dias fim de que possa ':j
o engenheiro encarregado da obra assislir aos pri-
meiros Irabalhos. conl
5. Para tudo o mais que mo estiver especificado nho
as presentes clausulas seguir-se-ha o que deten H
a le ... 28(1.Conforme. O secretario, Antonio Fer- compai
reir d'Annunciaco. aa___
t O Illm. Sr. contador servindo de inspector da le habilitadas. I
Ihesouraria provincial, cm cumprimenlo da ordem Epara cans
do Exm. Sr. presidente da provincia de 19 do 'cor- blicacpel
'rente, manda fazer publico, que no.diaslO, 11 e 12, Secreter1
de abril prximo Vindouro, pcranle ajante data- eo 30 de ni
zenda da mesma Ihesouraria, se hade arrematar a
a quem por menos fizer a" obra tos concerlos do
quailel da villa do Cata, avaliada em 5508000 rs.
A arrematacao jera feila na forma dos-artrgos
24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851 e sob as clausulas especiaes abaixo Copiadas.
As pessoas qne se propozerema esta arrematacao (WnnsaaaaaV
comparecam na sala .las sessoes ta mesma junta nos arl. 00 do
trias cima declarados, pelo meio dia, competente- (./niihltMi
mente habilitadas:'
Epara couslar se mandou affixar o presente e Juntar nar. f
publicar pelo Diario. > ivi.aiL -
SecVetaria da Ihesouraria provincial de Pernam- a
buco 22 de marco de 1854.-0 secretario.-^non.o yl^o
Ferreira d!Annunciaco. ',' "
4 .C'.au"?,a, P*"l Par" a arrematacao. tarii S
l.'As obras serao feitas de contormidade Com a no^Pe? ,,
planta c orcamento approvados pela drectgria em Srio*
consc ho c apresentados a approvaEao do Exm. Sr. lll
presidente da provincia, importando em 5508000
DE
'
Pasta gen
cmara.
2.
3.' a '-
A barca naci
-n. unit lid
'rvelmente p
lritla-se com Bal
Recito n. 12.
Paran
guir em poui
ranea, e lam
para carga e
modos, Irall.^
loja de-Cunha _
Para o |
dporrentej
tario, o fjua
co da Silva (,
n. 17sgu'nl
a bordo.
Para o Riq
no dia 10 do
quem no __
embarcar escti_^
escriplorio Pira a BJ
Olinda; para o
mos.
Para aT
te Amelia
sageiro, ti
Novaes & Compa^
n. 34.
PARA O RJ
Sahe con:
Gonceico. .1 p|
to quasi todo proi
fcapitao 11a praca
Blanoel AlTes Gu<
Trapichen.
CPar. Lisb
gue pbrtngncz B
con toda a brevidatle
regar oo ir. de
enmmodos, Ira
Fonseca t.Eil!
andar, ou coi:
Mendon;., na P
Para Listel
capilao Sverto
brov Wadc poi
os quaes tara
sobredito capil
Carnciro, na
A arroma t:
24 e 27 1
?peetees
As pessoas o

em.tac,::
rormidae iiTcameato uarun
em conselho, e appfesentado apro-1 Aurora n.!
1 Boa-Vista, ruada
un alcovas,
Kna nuda


DIARIO DE
PEfiMttfUCO
SEGUNDA FEIRA 10 DE ABRIL DE 1884.
mi
OlTrCIAESlE Al.KAIATE.
-> ta rua Nova, tajada equina da- Male da Boa-
> tildaos de alfaialo para obaas
ABINETE PORTUGUUZ DE LEITURA.
BE MARCO.
j rs..d
ilapm
tcaMtea- censelhei-
REIR
como a
fal linda
V COREE
ComUluicao'
il^..Jorge;
llura, lomar
e de gracaa
^^^BKis. e mais anda
m 6 meses no es-
iirslituicao u. 61,
aria da pra-
EJANEIRO.
hetes da lotera
Sanitario, cuja lista se
do' corrente mez: os
os- logo que se fizer a
. emprezario do thea-
ie levar depois
,a ana e dueto do
D a farra as duas
as, linas e grossas, por
o* do que enl ou-
I tra qualquer parte,tanto em porr
roes, como a retalho, amanendo-
se aos conipidores um s preco
para todos : este estabelecimento
ahrio-se de combinaco com a
[ maior parte das casas commerciaes -
inglezas, francezas, allemaas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
eonta do que se tem vendido, epor
'isto offerecendo elle maiores van-
|' tagens do que outro qualquer ; o
proprietano deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
eus patricios, e ao publico em ge-,
ral, para que ven^am (a' bem dos
seus interesses) comprar fazenda*
baratas,' no armazem da ra do
Collegio n, 5, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
Dous amgnanlet.
uno procuradora
: iade Seixas, ven-
gue o sobradp n. 2
ao sen casal est rom
ira ser arrematado em
a da senlcntfi obli-
rnita & Daifa sem
loc os credores da
"irtidos, como aliaso de-
- inleressados n qiKgfl.
i o curador fis-
lirar e proseguir
como era do
sua qaalidade de
ue fora aberta ao
a todas as leis auligas e
imperio, e pelo qu%
ile contra os autn-
kia monstruosa c contra
semi proteslo inser-
u Brasil; vem
kIu'o imperio pro-
is esta Violaclto e
lija c novissima:
^^^fe. Mosquita & Dulra
pelo juizo roinmer-
eu casal eslnvaui
ni izo m> fallcncia:
^^itodas ru-
jeitaudo-g*. ao
leudas pres-
se que uui
i capital e jo-
iiaiscredores, que
iegio e igualdade,
seo Al ves 4a
i 1842 o pro-
Tirprcoramcr-
i ida instrumento, e
lio e forra a legis-
videutemenle he a
de maio de 1776,
De 22; que
direios dos
ographarios, etc.,
leaos ditos exe-
;strar no tri-
referida hypothera,
um esse reyis-
^Bo cdigo que
rarem 1851 (art.
^^^heca fora lavrada
noque jamis po-
lo 3 do art. 179
pressamente-7-que
-e anda mais em
737 de 25 de
ue- lie .claro luz
Moquita & Dulra
na legislado espe-
jo cod. e 133 do
a fallada hy-
^^^Kga os
vembro de 1850 e
lalmente, porque
'a sao devedures ao
particulares
iuOr parle da
, pois, das razoes
sos do dlreito, vem
raessaexecueflo, e
[io competente
dayer.se pro-
'postergada'
a desde a inicfaco
iraesinho o apho-
^^^Hfl.'l ali ini/io Iraclu
Silta Seixas.
Negocio vantajoso.
O dono ra'do ivraraeiiio, cm um dos melbores locaes, mai-
lo afreguezda em calcados e surragem de'cooros, d
por balanco a qualquer pessoa habilitada e diligen-
te, dando para isso garanta no que receber, e
tendo o seu ordenado nos lucros; faz-se osle negocio
pur motivo de molestia, e lambem vender-se-ha que,-
rendo, sfm fundos para quem tem pouco dinheiro:
na mesma ~Joja se achara com quenvtralar.
Precisa-se de apreudizes de atraale: a tratar
no aterro da Ila-Visla n. 66. ,
O general Scara transferio a sna residencia da
roa do Hospicio, para o atierro da Ba-Visla, casa
m 38.
CIIRYSTALOTYPO.
Galera de ricas pinturas pelo antigo e
^iovo estylo. "*
A.lcrro da Boa-Vista n. 4.
De caixas, quaHros, raedalhas, allinetes e pulcei-
rt* ha nm rico sor limen lo para col locar retratos,
por preto muilo baixo.
Metliodo repentino de leitura e escripta,
em vinte lieoe?, no collegio S- Francis-
co Xavier, dirigido por Francisco de
Freitas Gamboa, no seu sitio da Ca-
puiiga.
O director lepdo oblido do Exi. governo d"t
para "^
'InicrAo p
de condecofj
meul per
om os quaes ne-
^3o firifia de amrzade. de alguns, pouco
jlo ; sendo estes exames presididos pelo
errimo inspector do quarlo circulo liltcrariu, o
lllm. Sr. Dr. Loureiro : fazcndo.justicaa imparcia-
lia'ie deslessenhores, nan pode o gio S. Francisco Xavier,' atlrlbir a patronato o bri-
llinnte resultado desle exames ; mas sim i sua feli-
cidades uflo scicncia, pois que puura on neuhuma
pnssue ; ccomo a felicidade vem smente de Dos,
confiado no seu poder omnipotente, .vai alirirno da
quinla-fcira, 20 de abril, um curp de leiturairepen-
lina, que ser execulada em 20 Rfues, das 8 horas da
mandila s 12, e das 2 s 6 da larde. O prejo s,lo
.HOjjOOO rs. adiuurados, os quacs o director tornar a
restituir quelles alumnos, que al ao 1. de dezeni-
bro do corrente anoo nao estiverem promptos. Us
desconailos podcrSo depositar essa quanlia em po-
der do lllm. Sr. subdelegado da freguezia da Bua-
Visla. o qual senlior poder admillir seis artistas pa-
ra serem leccionarios graluilamenle das 7 iis9 horas
da noite, sem, outro omis mais que a sua boa con-
duela. O director lambem e onerece para receber
gratuilardenle dous alumnos internos, ou do collegio
dos orphilos, ou de arsenal de guerra, com lanto que
sejam menores de 10 aunseiguorem ahsylutainenle
qualquer methodo -de leilura, sejam csperlos e sa-
*os. llavero discpulos promplos no lim le um
mez, de dous, de tres; ele.; isso depende da capaci-
dade de cada um. Aquello que i terceira li;an se
mostrar inapto, u per fallas ou por m conduela,
ser despedido c restituida a quanlia adntada. Du-
rante as 1 i roes a aula no poder ser vMilada,.o se o
fiir por autoridades, deverd parar as lices,' pois s
no lim da vigsima se proporo os eximes. A larefa
he ardua! Dos nos ajudar. to dia 8 aleo 19 do
correle abril esl aberta a matricula para a leitura
e escripia repentina. Francisco de Freils Gam-
boa, director.
Viveiro em vegetacao.
Augusto Renoult, horticultor, chegado
Arrenda-se o engenlio denominado Canda, na
Comarca de Sanio Aulito, distanto da cidade da Vic-
toria duas legnas, moenlo c corrente, com bons par-
tidos e de muita producao. A pessoa que intentar
arrends-lo, dirija-so a ditn cidade da Victoria ao seu
proprietario o abaixo assignado
^^^Hhlar um
; a :ralar na ra
io Brum se-
ires de euro
lia rua Velha
Aluga-se um!
ra urna grande fa
Boa-V:
rua do I^^^^^^^^Kgi^^H
D-se jlinlicr a juros sobre pi
ou prala, em pequeas quanlias
h. 35.
Aviso 'mportantissimo.
Exige-se do Sr. Jos Pinta da Costa, mais co-
ndecido por Jos da Pcnha. com venda na rua i-
reila n. 14, a restituirlo de urna leltra de 1839550,
a seu favor, passadu por Francisco I.oureneo Carlos,
que por requintada mi fe do annuuciado, no tem
Sucrido entregar, e tenia cobra-la, sem ser cre-
or 1!!! Previne-se aos credores do dito Penda, e
quaesquer oulras pessoas, que nao recebam por
iraiisaeflo alunia dita leltra invalida, e para que
ninguem allegue ignorancia faz-se o prsenle.
Precisa-sc alugar urna ama Jorra ou captiva, pa-
ra o servido de urna casa de pouca familia': na rua
estreita do Rosario n.' 12 primeiro andar. -
Ao meio dia de 27 de mareo do corrale anno,
desappareceu da casa do abaixo assignado a sua es-
crava, cripula.de nomo Angela, de idade 30>apnos,
pouco mais ou menos, com os signaes seguinu!: cor
bstanle prela, cabellos cresridos na frente, e coslu-
ma abrir ao meio, fallam-ldc 2 dentes da frente da
parle d cima; levou vestido de cassa roxeada de flo-
res grandes, e mais ama pequea Irouxacom roupa.
Esta escrava foi pelo mesmu abaixo assignado com-
prada em 10 de fcvcrero prximo passado ao Sr.
Jos da Silva Loyo, o qual a veudcu por eonla c or-
dem do lllm. Sr. capilo Antonio Mara de Castro
Delgado : consta que cosluma andar fardada de sol-
dado do quarlo de artildaria em Olinda, e que fora
vista cm Santo Amaro e suas visinliaucas estes das:
recummenda-se as pessoas qu ilella tnliam noticia,
leva-la ou manda-la ,i loja de ferragens da rua da
Cadeia do llecife n. 56 A, que se gralicarii genero-
samente.
A mesa actual da irmandade do Senlior Bom
Jess das Cliagas, participa ao respeitavel publico,
que rcsolveii mudar a sua procisso para boje (10 do
correnle!, visto nao ser possivel por empralicauo dia
antecede'nte, conforme o anterior annuncio, pelo ino-
deFranca, conduzioumaexcellente collecJ livo do enverno nao dar lugar. eacriva,
Vende-e urna mulata com todas as habilida-
des, principalmente no engommado por ser perita; o
moto da venda so dir ao comprador : na roa da
Praia n. 43, priitfro andar.
Vende-se urna armadlo para estabelecimento,
confronte ao quarlel da Soledado : e no mesmo duas
lem pretc
a Dire n> I
ou a^^H
relo f^^H
laftlo, leudo
e estribara
doafcavjllo-: i fcra loja.
i-se no arm \i jnaleriaes da rua
Concordia, ultima casa dolado do nascente ao
virar para as ras do Alecrim o Augusta, na frente
da qual tem um relabulo, telha, lijlo de alverjana
grossa, ladrilho quadrado c comprldtf; tapamento, cal
branca e prela, ar grossa e de fingir, barro, etc.
etc., ludo damelhor qualidade, e mandam-se botar
as obras.; lambem se alugam carrosas para con-
ducho de trastes ou oulros quaesquer objeclos, e se
incumbe de mandar buscar as olarlas alvenaria
grossa e are* no rio. No mesmo se vende um boi
para carroca muito bom.
Doce ino de goiaba.
Na rua Ilircilan. 32, vende-sc Hoce fino o melhor
que se pode encontrar, vista da qualidade se dir o
prer;o.
Vendem-se ricos crlesde vestidos prelos lavr-
dos,os niais modernos que" da: na loja de qualro por*
las da ru Antonio.
, V'cndam-se cobertores escuros, pelo barato pre-
co de 800 rs. cada um : na loja da rua do Crespo n.
3, ao lado'do arco de Santo Antonio.
Vendem-se corles de edita pwa vestidos,ronp&es
ou chambre para s> uhora, pelo baratwsimo preco de
2$ rs. cada corle: na loja de qualro portas da rua do
Crespo n. 3, ao lado do arco de Sanio Antonio.
Vcndciu-se queijos de manlciga por prcQO
enmmodo, e cera amarella do ccrlao : na rua da Ma-
dre de Dos n. 36. "'
Na rua das Cruzes n. 22, vende-se para fura da
provincia urna mulata de 22 anuos, bonita figura,
perita engommadeira e cozinheira, cose chao e lava
de salino, urna crioula de 26 anuos _com as mesmas
habilidades, e um escravo, crioulo, vindo do mallo,
proprio para servico de campo.
Vende-se urna escrava de meia idade, sem vi-
cios, cozinha e-vend na na : na rua Direila m>li(i.
"V^j^ Vende-s um lindo cabriolet com
rv^^_/___um bonito cavallo : na rua da Sen-
zala, cocheira de Joaquim Paes Pc-
ta2**mrmi reir da Silva. Tambera se vende
Bom e barato.
, Na rua do Pasaeio, loja n. 9, de Albino Jos
vende-se um grande e variado sorlimenlo de
de vestidos de cassa, e cambraias de baas, pi
o preco de 38000. 3*600. 4000 e 45IX
um, ditos de dila a 39000 e 39400; a elle:, ante
fibtK'm.
ar, vende?
capaz
madoi
cleni
Perdeu-se no domingo 2 do corrente, na ma-
triz da Boa-Vista, por occasao do sermao pelas7 ho-
ras da noite, urna pulceira de ouro pum esmalte :
quem liver adiado, querendo restituir, pode levar ao
aterro da Boa-Visla, segundo andar por cima da co-
clieira do Sr. Anlunes, ou na rua do Ainnrim n. 35,
casa deTasso Irmiios, que ser gratificado.
Estampas de santos santas.
Chegou a loja de miudezas. da rua do Cnllesio n.
1, novo sorlimenlo dos seguinles noines de santas c
sanias em ponto pequeo e grande; S. Luiza, Aujo
da Guarda, N. S. do' Bom Conselho, N. S. da Con-
ceicio. S. Marliiido, N. S. do Rosario, S. Tliercza,
S. Carlos, N. S. entregando a S. Pedro a chavea,
N. S. do Carme, A'lora^o dos sagrados cnracOes.
Salvador do Mundo, S. Anloiiio, S. Jos; S. Agos-
lindo, S. Francisca, S. Antonia, S. Jnaiina, Nasci-
rtenlo de Jesns, S. Mara. S. I.uiz Uonzaga,. Sa-
grada.Familia, S. Francisco de Paula e de Salles,
S. Pedro S. Paulo e a Igreja, S. Jo3o Baptila, S.
.Miguel, N. Senlior Crucificado, K. S. alas Dures,
Desciment da Cruz, assim como mitras muiUts que
ae deixam de annunciar.

faz scienle ao pu-
Antonio delr-
^^^K ns.
ue Ihe
bjerlos pant vender em
ei
od|
mais
[que os queiram
'lito Sr. Viclor,
dala em di-
por cousa alguma
MHrtaca Carlos, que
adaria, o importe
le marco de 1852,
uiio-fn possivel encon-
Aviso aos rapazes solteiros.
Chegou a toja de miMezasda rua do (jillegiou.
1, um segredo que 41 avista do comprador he que
se pode mostrar, he.fazcnda de primeira qualidade,
marca J?. R. R41 a ella antes que se acabe, porque as
encommendas sao mujlas.
Casa da afericao, na rua das Aguas-
Verdes h. 25.
[ O aferidor participa, que a revisan leve principio
So dia 1 de abril corrente, a linalisar-se no dia 30
o junbo prximo futuro: segando o disposto no
rl. ti'do regiment municipal.
Quera quizer encarrecar-se de curar un mo-
lecoU: que tem urna ferida na perna, precedendo um
ajuste, annuncie para ser procurado.
O Sr. Joan Nepnmuceun Ferrelra ,de Mello,
morador na passagem de Olinda, lem urna caf la na
livraril n. 6 e 8 da praca da Independencia.
*Precisa-se alugar una ama que saiba lavar,
engommar, rozinliar e fazer lodo o servico de orna
casa de pouca familia: na rua Direila n. 119, loja
de slleiro.
Alugam-se carrocas para carregar trastes, ma-
teriaes, madeiras e lodos' e quaesquer objeclos, ludo
por preco muito commodo eaelivjdadc : no porto do
Pociuho, armazem junto a taberna.
-t Procisa-so de urna ama para casa de homem
solleirn, para coziohar e engommar : a pessoa que
eslivr neslas circumslancias, dirija-searua do Ran-
gel 11. 11, segundo andar, das 6 horas da manhaa as
9, ou das 3 as 4 da larde. .
NartiaNova n. 27, acha-se om complelo sorli-
mento de vidros para, vidracas de todas dimensoes,
em parro e a rclaldo.
Fabrica^de chapeos. *
Na rua Nova n. 44, ha um completo e va-
riado sorlimenlo de chapeos de massa
franceza do melhor fabricante, hoja co-
ndecido cm Pars, de (idus Pero & Fils, assim como
oulras muilas qualidades, e ludo por preeos mais
baratos do que em oulra qualquer parte.
Precisa-se de orna ama que 'saiha cozinhar,
lavar de sabio e engommar, para casa.de pouca fami-
lia: na rua Nova 11. 49.
cao de plantas e flores, a qual breve Es-
pora' a' venda.
Oflerece-sc um bom afinador de piano : no pa-
leo do Paraizo, sobrado junio a igreja, segundo an-
dar.
Antonio Jos de Souza Guimaraes segu hoje,
6do corrente, para a Europa, c consliluio seus pro-
curadores uesla cidade. para eurarem dos seus nego-
cios durante a sua ausencia, a Barros e Joaquim Filippe da Cosa ; aquelle em pri-
meiro, e cale em seguinlo'lugar.
' Arrcnda-s um siljo na estrada do Rosarinho,
defronle do sitio do finado coronel Almeida, e lam-
bem se vende; os preteudenles de urna e de oulra
cousa queiram dirigir-se i rua do Trapiche Novo n.
4, ou rua da Cruz u. 15, armazem.
No dia 10 do corrente, as 4 horas da lard, na
porla do Dr. juiz de orphilos, na rua de Horlas, se
lia de* arrematar por ser a ultima praca,. urna casa
mei'aguade tres andares, sita na rua do Amorim 11.
21, pertenecido a orphaos, e vai i praca a requeri-
menlo do tutor.
Paulo Gaignou, dentista,
pode ser procurado a qualquer hora em sua casa
na rua larga do Rosario n. 36, segundo andar.
NO CONSULTORIO UOMEOPATHICO
do
DR. P. A. LOBO HOSGOZO.
Vende-se a melhor d todas as obras de medicina
Tiomopalbica tsj- O NOVO -MANUAL DO DR.
JA'UR JSt Iraduzido (in pnrluguez pelo Dr. P.
A. Cobo Moscozo, contendo um accrescimo de im-
portantes cxplicac.ocs sobre a applicaco das doses, a
dieta, etc., le. pelo traductor : qualro volumes'en-
cadernados em dous 20JJO0O
Diccionario dos termos de medicina, cirurgfa, ana-
lomia, pharmacia, ele. pelo Dr. Moscozo: encader-
nado 4000
Urna carleira de 2i medicamentos com dous fras-
cos de linduras iudispeusaveis 4O9OOO
Dla de 36..........4.55000
Dila, de 48.........509000
lima de (Oluboscnm 6 frascos delinearas, 60&000
Dii do 144 com 6 ditos......IOO9OOO
Cada carleira he acompanhada de um exemplar
das duas obras cima mencionadas.
Carleiras de 24 tubos pequeos para algi-
beir ............ 89000
Ditas de 48 ditos.........169000
Tubos avulsos de glebulos ...... I9000
Frascos de meia onca de lindura ... .' 29000
Ha lambem para vender grande quanlldade de
tubos de cryslal muito fino, vasios- e de diversos 1,1-
nianhos.
Asuperioridade deslcs medicamentos est boje por
lodos reconhecid, e por isso dispensa elogios.
N. B. Ossenhores que assignaram oucompraram a
obra do J Alllt, antes de publicado o 4* volume, p-
dem mandar receber esle, que ser entregue sem
augment de preco.
Arrenda-se o engenho Leo, sito na fieguzia
da Escada: os prelendenles pdemapparecer no alcr-
ro da Boa-Vista, sobrado n. 53, segundo andar, que
acliarAo com quem tratar, ou na freguezia da Escada,
no engenho Vicente Ca'mpello, com Manoel Goncal-
ves Pereira Lima. *
JL
HOMEOPATHIA.
O. Dr. Casanova mudou-se para a rua das &
9 Cruzes n. 28, secundo andar.
Ero presenca do Dr. juiz de orphaos e ausen-
tes, se proceder a arremalacAo dos.lieos de Fran-
cisco Jos Gonralves: no paleo do Paraizo n. 2, as
10 horas da mandila do dia 10 de abril corrente.
1> aliaixo qssignad roga a lodos ossenhores que
jubscreveranr a beneficio da familia do finado de-
sembargador Domingos TI. Ramos Fcrrcira, dse reu-
"nirem tec;a-feca prxima, 11 de abril ao meio dia,
no escriplorio do lllm. Sr. Manoel Joaquim Ramos
Silva na rua da Cadeia do Rcife, para delermina-
rem a reparlicao pelos berdeiros, das apolices da
' I

^^Hannuncio
dbado 8 do
j^ourenco Carlos,
^^debitou
siinaimpor-
n seu estabe-
a comfolhas
;ou o abaixo
cidade,
i nd seu
.110 deve
luir quan-
anndnciante
s a 11 nos nao
*iegse agora
nlo. Pague c
Cirino Itodriguet Campos.
-y Vendc-sc muilo barato um prelo de nacao, ida-
de 30 anups, sem vicios nem achaques, muito pos-
sa,nle, e proprio para engenho : na rua da Panda,
laberna nova, de Joao Pinto Regs Souza.
Na ru da Mangueira n. 5, vende-se orna junta
de bois ipansos para carroca.
Casa de commissao de escravos.
Na rua Direila, sobrade de Ires andares, defronle
do becco de S. Pedro n.' 3, recebem-se escravos de
ambos os sexos para se vender de commissao, nao
se levando por esse Irabalho mais do que dous por
cento, o sem se levar cousa alguma de comedorias,
ollrecendo-sc para islo'toda a seguranza precisa pa-
ra y di los escravos.
Manoel Francisco Marques faz scienle ao pu-
blico, que se retira para fdra do Imperio i tratar de
suasaude, c dolxa uncarregados de seus negocios du-
ranle sua ausencia a seu cimbado o Sr. Francisco
Joiio de Baos, e seu mano Joao Francisco Marques.
Precisa-se de urna'criada para lodo o servico de
urna casa de pequea tamilia ; paga-sc com ene-
rosidade : na rua de Apollo n. 20, segundo andar.
Na rua do Alecrim n. 15, exisle urna caria
viuda do Para para o Sr. Jos Joaquim Duarte.
Attenrao.
O ahaixo assignado, morador' na povoacio de Bc-
bcribe junto a ponte, avisa a bella rapaziada aman-
te do bello e delicioso banho, que em sua casa lem
commodos para receber hospedes, prometiendo bom.
Iralamenlo e serv-los com aceio e ponlualidade;
b*m como tem estribarla para accommodar 12 ou
mais cavallos, e abundancia decapim para os pensar.
fenlo de Crcalho Muios.
Manoel Joaquim Mendes, artista do Idcatro de
Sanla-lsabel, tetira-se com a sua familia para a ci-,
dade do Maranbao.
Hoje se ha de arrematar por ser a nllima pra-
5a, perante o Sr. Dr. juiz do cvel da primeira vara,
depois da audiencia, urna casa lerrea sita no areal
das Cinco Ponas, pendolada a Joaquim Rodrigues
dos Santos, por execucao de Joaquina Mara da Con-
ceicoe oulros.
Os ladrees, qoe soppoe vindos pelo interior da
Soledsde, e foram em Ires quintaes da rua do Sebo,
e fuTlaram calindas, duas gamelas de cobre, leudo
urna bastante grande e oulra mais pequea, e roupa
de mulhcre meninas, se qnizerem (Aapparecer ou-
lra vez, achanto cern quem tratar.0 furlado.
Viclor Lasne, cdadao F'rancez vai Europa.
COMPRAS.
Compra-se urna morada ,de casa
que no exceda a um cont de res, em-
bora nao seja no centro da cidade ; nesta
typographia. > -
_Compram-se esclavos do ambos os sexos de 10 a
25 aunos para dentro e fura da provincia, tendo boas
figuras pagam-se bem: na rua Direila n. 66.
Compra-se patacoes brasileiroseHes-.
panbes: na rua da Cadeia do Recilb,
loja de cambio n. 24.
Na rua da Cadeia do Recife n. 54, compram-se
patacoes brasilciros .e hespanhoes,
Wkz
cada urna das causas separadas
' .Vendem-sc duas escravas que en-
gommam e cosem bem, ambas mocas e
de boa conducta, um preto cozinbeiro,
tanto, de fogao como de lomo, muito bom
escravo, um mulatinho de 16 annos, bofa
para pagem, todos por prero razoavel :
na rua Direitn. C6.
PALITO'S DE ALPACA FRANCE7.ES.
Grande sorlimenlo de palitos de alpaca e de brim,
na rua do Collegio n. 4, c na rua da Cadeia do Reci-
fe n, 17 ; vendem-se por preso muilo commodo.
OVAS DO SERTA.
Vendem-se muilo frescaes ovas do serlSo, por pre-
efl commodo : na rua do Queimado, loja n. 14.
Delouche, relojoeiro.
Vendem-e relogios e concerlam-sc, mais
barato do que em oulra qualquer parle ; as-
_ sim como tem vidros. correnles e chaves :
na rua Nova n. 11. Tambem vende agua argeuto-
magnelica para pralcar.
Jta rua do Vigario n. 33, vendem-se saccas com
superior farinha de mandioca, por preco- commodo.
Conlinua-se a vender a bordo do patacho
Clementina muilo boa farinha de mandioca,
por preco commodo, e para porches se far
alsum abaiiinrutn : a tratar no escriplorio da
rua da Cruz n. 40. .
O abaixo assignado declara em lempo, que em
sua companhia se acha presentemente um prelo de
nome Antonio, em estado de molestia, o qual diz
terem morrido seus senhores; cporlanlo. avisa
quem elle puder perlcuccr, alim de que baja de
procurarlo, certo de que o annuncianle se nao res-
ponsabillsa pelo que a seu respeito acontecer.
Jos' Ciaudino Leile.
Recife 6'de abril de 1854.
tptmmmmmm
As mais modernas ricas obras JCE
dcouro.
Osabaixos assignados,. donos da nova taja g|
de eurives da rua doCabug 11. 11, conijB- 33
le ao pleo da matriz e rua Nova, franquiam $$
ao publico em gem um bello* e variado sor- |@|
lmenlo de oliras de ouro de muilo bous gos-
los, e pfecos que nao desagradanlo a quem
queira comprar, os mesmos se obrigam por
qualquer obra que venderem a pnssr ma
conla com responsabilidade, especificando a
qualidade do ouro de 14 ou 18 quilates, fi-
cando assim sujeitos por qualquer. duvida
quo apparecer.Scra/im & Irmiio.
Sementes novas.
^vende-se no armazem de Antonio Francisco. Mar-
lins, na rua da Cruz n. 62,s mclhorcs sementes rc-
cenlemenlc chegadas de Lisboa na barca pwrtngueza
Margariria, como seja : couve Ironxuda, monvarda,
saboia, feijao carrapalo de duas qualidades, erviiha
loria e direila, cucnlro. salsa, nabos e rabanetas de
todas as qualidades. ,
,Vende-se um escravo : quem prelender dirja-
se ae sobrado do aterro da Boa Visla n.53'de l hora
da tarde era van le al 6 da. tarde achara com quem
tratar.
Velas de-carnauba.
Vendem-se caixinhas com superiores velas de cera
de carnauba, fabricadas no Aracaly, por commodo
pre^o: na roa da Cadeia' do Recife n. 49, primeiro
andar.
ra venderse chapeos de
preco,
feijao.
No armazem do Sr. Gtferra defronle do I
de alsodao, lew "para vender-je feijo mulatinho
muito novo, e em saccas grandes : a tratar na rua da
Cruz n. 15, segundo andar.
Ao barato.
Na loja de Guimaraes & Henriques: ruado Crespo
n. 5, vendem-se lencos de cambraia lina e de puro
linho, pelo barato preco de 59 e 49500 a duzia, sendo
cada duzia em urna caixinhaeom lindas estampas.
Caivas p ara rap.
Vendem-se snperiorescaixas para rap feitasna ci
dade de Nzarelli, pelo melhor fabricante desle ge-
nero naquella cidade, pelo diminuto prec,o de 19280 :
na roa do Crespo loja n. 6.
Vendem-se relogios deooroe prala, mais
barato de que em qualquer oulra parle :
na praca da Independencia n. 18 e 20.
Chapeos pretos francezes
a carij, os roelhores e de forma .mais elegante que
tem vindo, e oulros de diversas qualidades por me-
nos preco que em oulra parte : na rua da Cadeia do
Recita, n. 17.
Depoiito da fabrica de Todo* o Santo* na Babia.
Vende-se, em casa de N. O. Bieber &C., na rua
da Cruz n. 4, algodaG trancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para sacos de assucar e roupa de es-
cravos, por preco commodo.
Na ru.1 do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender, chegdo de Lisboa presentemente peta
barca Olimpia, o secuinte: saccas de farello muilo
novo, cera em anime e em velas com bom sorli-
menlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa ero pedra, novissima.
Vendem-se em casa de Me. Calmon t & Com-
panhia, n pracafloCorpo Santn. 11, o segnnte:
vinho deMarseilleem caixasde 3 a 6 duzias. linhas
em novellns ecarreteia, breu em barricas maito
grandes, ato de milao sorlido, ferro inglez.
# AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a lia
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
AOS SENHORES.DE engenho.
O arcano da invenijao' do Dr. Eduarr
do Stolle em Berln, empregado na co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o mellioramento do
assucar, acha-se a venda; em latas de 10
libras, junto com o methodo de empfe
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber Si Companhia, n rua da
Cruz, n. 4.
SANDS.
SALSA PARRILIU.
? Vicenta Jos de Brilo, nico agente em Pernam-
buco de B. J. D. Sands, chimico americano, faz pu-
blico que lem chegado a esla praca urna' grande por-
cio de frascos de salsa parrilda de Sands, que sao
verdadeiramenle falsificados, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os consu-
midores de lao precioso' talismn, de cabir neste
engao, tomando as funestas consequcucias que
sempre coslumam Irazer os medicamenlos falsifica-
dos e elaborados'pela mo daquelles, que anlepoem
seus interesses aos males e estragos da humanidade.
Portante pede, para que o publico se posaa livrar
desta fraude e dislingua a verdadeir salsa parrilha
de Sands da falsificada e reccnlemente .aqu chega-
da ; o annuncianle Taz ver que a verdadeir 'se ven-
de nnicamenle em sua botica, na rua 'da Onecilo
do Recife n. 61 ; e, ,alm do receituario que acorn-
panha cada frasco, lm embaixo da primeira pagina
seu nome impressn, e se achara sua firma em ma-
nuscriplo sobre o invollorio impresso do ,mesmo
fracos.
Crtiz n. 26, pr
Taixas p
Na fundicao
Bowmann-, na
do. o chafariz cor
completo sortimento d
fundido e batido de Z
bocea, as quaes acham-se i
pret-o commodo e com i
embarcam-se ou cart^^H
sem despeza ao compr
Moinhos d
'ombombasderepnxapara
de-capim, na fundicao de D.
do Brum ns. 6,8 e 10.
I
Vade-mecum dos homeopathas ou
O Dr. Hering traduztdo em por-
tuguez.
Acha-se a venda esta imjiorlantissima o-
bra do Dr. Herios no consultorio horoo'o-
paldico do Dr. Lobo Moscoso rna do Colle-'
go 25, 1 andar.
VEJADAS


companhia de Bederibe. em que -se acia empregado
producto da subscripto.Luiz Gomes Ferreira.
Aviso a rapaziada.
AmanbSa 8 do corrente haver someta de abaca-
edi, p caf das 5 doras da larde ein dimite, no alcr-
ro da Boa-Visla por baixo do Sr; Frederico Chaves,
assim romo lodos os dai das 7* horas da noile al s
10. lambem onerece coir.modidade Jiara s familias
que quizerem apreciar o bom sorvele/e que para is-
so tem salas independentes.
Rap Amarelinho.
Viuva Pereira da Cunta encarregada do deposito,
de rap Princeza de Gasse grosso, meio grosso e Uno,
noticia a seus freguezes que acaba de receber um.
novo rap muilo apreciado no Rp de Janeiro, a que
chamam amarelinho: e em verdade a suaqnalidadc
o torna rccumiueiidavcl: seo preco he de 19280 de
5 libras para'ciina. Os amantes pois, da boa pitada
>Sr".que' encontraran em seu deposito na rua da Cruz 11. 23
aado, quizess 'odas as qualidades de rap cima especificadas, su-
e de j*ilaudo-o a quaUfucr reclamado que pqssa haver.
^0 rapaz porluguez de idade 14 annos, qiie an-
uuncou no Diario de liontem, para ser caixeiro, di-
rija-sea ruado Trapiclie Novo n: 20 que achara com
quem tratar.
Precisarse de uma'aroa: na rua do Hospicio
casa 11. 1T.
Muilo se precisa saber, se'nesta cidade 011. fora
ella, exis irente 00 berdeiro da finada
morirn, o no raso que exisla, mu-
allar para negocio do seu muilo iuta-
1 gusta taberna o. 1, ou no engenho
ssa Senhora do Livramento.
ulaiii as rodas desta lole-
1 mcsmaenliora, avis-
ao reta du-
f, e esperan
afto cenliniieio.a
venda
A 13 d corrale marco, negociel com o.Sr.
Joaquim Francisco do Reg Givalcanti, e 14'ama-
iilicceii fgido o escravo llerinirdo, crioulo, bem ne-
gro, idade 20 anuos puuco mais ou menos, se bem
me record tem nina cicatriz pequea na testa, c
sobre quaesquer oulros signaes dos quaes uflo don
noticia as poucas horas que esleve em mcii poder,
sobresane a lodos, as duas ponas das orelhas fractu-
radas c diminuidas, ao que parece, por faca ou ou-
tro qualquer instrumento de corle, ha atainna pro-
babilidade de andar para o Ro-Koniioso ou praca
ita Kccife, se be que no anda pela ribeira da P-
rabrlia, do Pilar al a cidade, cuja captura peco c
recommendo a polica, sabjeitando-me. a quaesquer
despezs que para isso fizer; e aos particulares ou
rapiUtcs mediaritc 5090000 rs. de gralilicato, e >3
rs., a quem der do mesmo 'escravo noticia exacta,
no engenho Agua-azul prximo a Crua'ngy, ou no
Recife ao Sr. Manoel Ignacio de Oli,vera.'
Antonio Luiz Pereira Palma.
m
($) HOMEOPATHIA.
m Rl\DASrRKZESN.28. <
(k No consultorio do Dr. Casanova, acbain- (
22 se venda por
I CINCO MURIS. !
Algumas carleiras com 24 medicamenlos.
Os competentes livros .... 55000 '
A Graude soMimento de carleiras e ca xas i
/ de lodosos tamaitos por prefos commodis-
^ simos. I
1 tubo de glbulos avulsos. ."T -^^500
1 frasco do } onca de Untura a ^^"
63 escolha.........I5000
TRUFFES.
Dlj PERIGORD.
em meias latas : na rua da Cruz n.-20.
*U*^LlWsnyFTBT.RacirA.
Na loja do sobrado amarello, na rua do '
Queimado 11. 29, vendem-se sobreludos de
borracha, proprios para o invern, e por pre-
to commodo.
VendeseTTma prela que sabe cozinhar o diario
deumacasa: na rua do'l.ivramento u. 1.
Vende-se carvo de pedra de superior quali-
dade, em pnrcao grande ou pequea, a vontade dos
compradores,-e por prejo commodo : a tratar ua ru
ova n. 27.
Vende-se arroi de casca mnrto novo a 39500
a sacca : na rua do Vigario, armazem n. 5.
GS3tt> $
9$ \ endem-se chales e nieos ditos de rctroz,
bordados, de primorosos nostos, e por preco @
9 muilo commouo : na rua do Queimado n. loj de Bezerra FAZENDAS BARATAS.
Vendera-se relogios de ouro, pa ^
ten-te injjlez, por commodo pre-
co: na,rua da Cruz n. 20, casa de
L. Leoste Feron & Companhia.
o.
MECHAKISMO PARA ENGE
' NHOS.
U FUNDICAO' DE FERRO DO EMiEMIKRO
daiid.w. iom;is, u ba do brlm,
SSAADQOCHAFiRIZ,
ha sempre um grande sorlimenlo dos eguinles ob
jectas de mechSusmos proprios para engenhos, a'sa
ber : moendas e meias moendas'da mais moderna
rtr* a tif aajl rtTi 11 f aaCaetaa* JU A (4vr. f.t kAl^l^ & 1__. I 1 .1 _l _
QMmpreeiu
cc|#, de caaas^
res, entrand ludos mu pPr
teaces, mastros de qualquer lmante, etambem lo-
dos o pettenres de barcj;ade qualquer tamanho:
dirija-se ao escriptoric, de Wanderley & IrmSo para
em lempo fazerem-se para fura as encommendas me-
diante os ajuste,
) (mando a
_
Jar-batane
para esies eslabeleci-
mentas como para qualquer pessoa particular ; os
pretendenles quaudo o nao acnem em casa na rua da
Senzala Vellia n. 112, lerreiru andar, podem deixar
Mus nomes no primeiro, para serem procurados.
I ir mina Jos Flix da Rota._
J. Jane dentista,
continua rezidir na rua Nova, ptimciru andar n. 19.
con9lruc(So ; laixas de ferro fundida batido,'de
superior qualidade, e de lodos os lamanbos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de (odas as propor-
ces ; crivos e boceas de fornalha e registros de boei-
ro, aguilhOes.brouzes parafusos e cavjldoes, moindos
de mandioca, etc. efe.
U MESMA FDSDJCAO-
a superjori-
decida, o com a devida presteza e cmmo-
em preco.
Aluga-se urna escrava que cozinlu, lava e en-
rua do Seve, casa terrea com
Na.-nova loja de 5 portas, na rua do Li-
vramento ao pe do armazem de louca
n.8,
vende-se superior sarja preta hcspanhola a 28200.
2*400, 26600, 25800 e 3-520(1 o covado, selim prelo
de Maco :M0, 3S600 e 42000 rs. o corado, ricas
mantas prelas de lit de.linhn, e gosto moderno, lu-
va de seda prela, ditas .iberias de lor5.1l, superiores
meias de seda prela (de peso), dilas de menos preco,
casemiras pretas (setiir). pannos pretos de prova de
limo, superiores chapeos de massa de forma moder-
na, dilos de panno, telenda mais superior, e> mais
leves o duraveis, e oulras muilas fazendas por preco
mais em conla do que em oulra parle.
Na rua Nova n. 39 primeiro andar, chegaram
excellenlescabelleiras para baile masqu;'na mes-
illa casa se vende um excellenle. cavallo rnsso, muito
gordo, e se trata da venda de urna casa sita no Poco
da Panella margem do Capiharibe com bstanles
. commodos e eslribaria, e por prejo o mais barata que
he possivel.
Grande pechincha !
-Vndem-sc corles de cassa do nllimo goslo, c cores
fixas, pelo baralissirrto preco de 1*920 o corte : na
rua do Crespo n. 5. >
Vende-se urna casa de sobrado de um andar e
soiao, com ^anellas para o oilao, leudo batanles
commodos, c em urna' das melbores ras de. Sanio
Aulonio : a fallar com o correlor geral M. Carnclro.
KAVALHAS A COiNTEMO E TES01IIAS.
.N.i 111a da Cadeia do Recife 11, 48, I" andar es-
criplorio de Augusto C. de Abren conlinuam-sc a
vendor a 8,000 riso par (preco lixo) sj bem ro-
nhecidas e afamadas navalhas de barba, taitas pelo
hbil rabriranle que foi premiado na exposiclo de
Londres, as quaes alm de durarcm cxlraordnara-
le nao se sentem no roslo na acrao de corlar: ven-
(lem-se com a condicnoile no agradando poderem os
compradores devolve-lasiilcldias depois da compra,
resliluiudo-sc o importe; na mesma casa ha ricas
lesournhas para uiih-eijas pelo mesmo fabricanle.
. ptimo vinho de Collares,
em barris de 7 em pipa: no escriplorio do Augusto
C. de Abren ua rua da Cadeia do Recita ; 4bS_
andar.
Chapeos pretos de castor,
de qualidade superior a de lodos* qnantos al agora
lem apparecido: no 'escriplorio de Anguslo C, de
Abren na rua da cadeia do Recitan. 48, 1andar.
ATTENGAO'!!
Vende-se o verdadeiro fumo de Garanhuns, de
primeira qualidade, por preco commodo.: na rua Di-
reila fi.76, esquina do becco dos Peccados Morlaes.
Saccas grandes.
Vende-se milhn novo, em saccas grandes, a 2*500 :
no armazem de Tasso Irmiios, rua do Amorim n. 35.
Vende-se sal do'Assi, a bordo do
brigue Conceicao, undeado defronte
do Forte do Mattos: a tratar a bordo com
0 capitao- do mesmo, ou hO escriptorio de
Manoel Alves Guerra Jnnior, na rua do
Trapiche n. 14. '
. Vende-se a-verdadeir graxa ingle-
za n. 97, em barricas de 15 duzias de po-
tes, em casa de James Crabtree & C., rua
da Cruz n.*\2.
Devoto Christo.
; Sabio a luz a 2.a edi^Ho do livrlirho denominado
Devoto Chrislilo.inais correctoe acrescentado: vende-,
se nicamente na livraria 11. Ge 8 da praca da In-
dependencia a 640 rs. cada exemplar.
Redes acolchoadas, ,
brancas e de cores de um s panno, muilo grandes e
de bom goslo : vendem-se na roa do Crespo, loja da
esquina que volla para a cadeia.
-r- Na" rua da Cruz n. 15, segundo andar, vendem-
se 190 pares o"e coturnos dricouro de luslre, bem fei*
tos, pelo diminuta preco de 2*500 cada um.
Agenciado Edwln Kaw.
Na rua do Apollo h. 6, armazem de Me. Calmon
& Companhia, aclia-se constanlemcnte bons sorli-
menlos de taixas de ferro coado c balido, tanto ra-
sa como fundas, moendas deliras todas de ferro pa-
ra animaes, agoa, etc.,' dilas para armar cm madei-
ra de todos os tamaitos e modelos os mais modernos,
machina horizontal para vapor com fon;a de
4 cavallos, cocos, passddeiras de ferro estanhado
para casa de purgar, por menos prco que os de co-
bre, esco vens para navios, ferro da Suecia, e fo-
1 lias de ilandres ; ludo por barato prejo.
Na rua da Cadeia do Recife n. 60, arma=
zem deHenriqueGibson,
vendem-se relogios de ouro de sabooele, de patenta
inglez, da melhor qualidade, e fabricados em Lon-
dres, por preco commodo.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violo e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo
chegadp do Rio de Janeiro.
. FARINHA DE TRIGO.
Vende-se no armazn de Tasso Irmaos, farinha de
trigo de todas as qualidades, que existem no mer-
cado. '
Muita'attencSo.
Cassas de quadros muito' largas com 12 jardas a
2*400 a peca, cortea de ganga amarella de quadros
muilo lindos a l*50t', cortes de vestido de cambraia
de cor com 6 1|2 yjras, muito larga, a 2*800, dilos
cnm81|2 varas a jtOOp., corles de meiacasemira
para calca a3*000 rs.., e oulras. muilas fazendas por
precc- commodo : na rua do Crespo, luja da esquina
que volta para a Cad eia.
PARAAQARESMA.
Um lindo e varis.do sortimento.de fazen-
das- pretas e ele todas as qualidades.
Panno fin preto 3*000. 3*200, 4*500, 5*500 e
6*000 ra., dito azul a 2*800, 3*200 e 4*000 rs., dilo
verde a 2*800, 3*600, 4*500 e 5*000 rs. o covado,
casemira prela entestada a 5*500 o corle, diln fran-
ceza muito fina e elstica a 7*500,8*000 e 9*000 rs.,
selim prelo maftio muito superior a 3*200, 4*000 c
5*500o covado, marin prelo muilo bom a 3*200
covado, sarj;rT>ret 1 muito boa a 2*000 rs, o covado,
dita despalillla a '2*600 o covado, veos pretos de fil
de linho, lavrados, muilo grandes, fil preto lavrado
a 480 a vara, e oul ras multas fazendas de bom goslo ;
na rua do Crespo, loja da esquina que volta para a
Cadei .
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recente! nente, recommen-
da-se aos senh ores de engenho os
seus bons eeitos ja' experimen-
tados : na rua da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
gniiuna o diario: ua
etilo.
Aluj-se a loja do paleo do Terco n. 9 com rom-
modos riirfamilia,e vende-se aarmacSo da laberna
que nella leve propria para qualquer stabeleei-
ment: na laberna junta n. 11 se dir com quem-
se trata.
Q Deposito de vinho de cliam-
^ pagne Chateau-Ay, primeiraqua-
t* lidade, ,de propriedad do contii
I de Mareuil, rua da Cruz do Re-
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a champagne vende-.
M sea 36S000 rs. cada caixa, acha
se nicamente em casa de L. Le-
^9 comte Feron & Companhia. N. B.
O As caixas sao marcadas a fpgo
j$) Conde de Mareuil e 0$ rtulos
i das garrafas sao azues.
Na rua do Crespo, Joja n. 23,
vendem-se corles de casemira prela lina a
I 5*000, sarja prela larga, tazenda superior, a
'& 2*000 o covado, soliiu de Maco muilo en-or- SS
i pado a 2*>00. chatas de Illa escuro a800 rs., @
^ panno prelo c azul a 3*000, cortes de rasemi- Qt
ra parda a 2*00(1, dula franceza larga com @
S iileuin mofo a OO rs. o royado, Jilas linipns
muilo finas a 240, riscados francezes de cores @
53 fixas a 180, riscados de linho os inelhoccs que @
JfJ ha o mercado a 240, o oulras muilas fazen- @
' das, por preco baiiilissimo.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, tem
venda a superior llauella para forro desellius, che-
gada recenlemenlexla America.
j-J^cndem-secoberlores dealgodSograndes a 640
rs"e pequeos* 560 rs. : na rua do Crespo nume-
FARINHA DE MANDIOCA.
Venderse em porgues de 50 saccas pa-
ra cima : pava ver, no armazem do For-
te do Mattos, defronte do trapiche do al-
godao, e para tratar, no escriptorio de
Manoel Alves Guerra Jnior.
Mkj pretas para senhora.
r Vendem-se meias de seda prela sem defeito algam,
pelo liaralissiinu pVeco de 1*500 e 2*500 o par, ditas
dcalaodao de varias qualidades e preeos; na rua do
(Jueimado. taja Vende-se lialala, ibocolle e marmelada, ludo
chegado un ullimo navio do Lisboa: na rua da Sen-
zala Nova 11. 1. Na mesma casa precisa-sede urna:
ama para cozinhar e engcuumar,
^^^^aPawaBaaBBaBaMHBBai LaJaaaaaaaaaaHaaiaai
os americanos, em
proprios parla barricas de /assu-
/ntiali
Vendem-se. pr
barris, proprios pa
car, e alvaiade dezinco, superior ;qi
dade, por preces commodos: na/rua do
Trapiche Novo n. 16.
Na rua da Cadeia Velha n. 52, em casa de
Deane Youle & CompanWia,
vende-se um carro americano de 4 rodas ; pode ser
vista na cocheira ele Poirrier, no aterrada Boa-Vista.
Vende-se um complelo sortimnhto de fazendas
prelas, como : panno lino prelo a [35000, 4*000 ,
5*000 e 6SOO0, dito azul 3*000, 4W)00 e 5*000, ca-
semira preta a ; >>0, selim prelolimiilosuperior ,
33000 e 4*000 o covado, sarja .?:;'.:> hespanhola 2* e
2*500 rs., selim ilavrado prjuri" para vestidos d se-
nhora a 2*600, muilas mais razendas de muilas qua-
lidades, por preco rummodol: na rua do Crespo loja
n.6. 1
VtJis de carnauba.
Na rua da Cruz 11. 15, segundo andar, vendem-se
velas de carnauba, p-uras e composlas, taitas ao Ara-
caly, por menos prc-c.0 do que. em outra qualquer
parle.
Vendem-se cobt lores braneos de algodito gran-
des, a 1*440; ditos xle salpico tambem grandes, a
1*280, dilos ilo^Sfpic o de tapete, a 1*100: na ma do
Crespo taja
Deposito/d algo dao da fabrica de todos os
/ santos.
Encasa de/Deane ^ foule & Companliia^ vendem-se
os algodes dfesta fabri ca : na rua da Cadeia Velha
n.52. 7S
Dposato'ie farmhas de trigo.
Acha-se farinha de SSF a mais nova no mercado,
como lambem (um sorli ment de farinhas americanas:
110 armazem de llJeauc Youle & Companhia, no bec-
co do Gonra'
Relofeios de ouro inglezes :
vendem-se encasa de Deane Youle & Companhia.
Venilernf-se em ca< a de Deane Youle tf Compa-
nhia, rua da^Cadeia Vel. ba n. 52, ac de Milo \er-
dadeiniflrf!u-viio patente, proprio para tarreiros.
Jutle-ec do e esc silente falla de carnauba.
i! a relalho, p or preco muilo em cund:
110 portlo do Pocinho, ari nazem junto a taberna.'
VINHO DO PORTO MUItOl
Vende-se superior, vinho do i
barris de 4., 5. e 8.: no arrr.az
do Azeitode Peixe n. 14,
escriptorio de Novaes & Compl
rua do Trapichen. 34.
, Padark.
Vende-se urna padaria muito afregael
com Tasso & Irmaos.
Aos senhores de
eoberlores escuros de algodSo aSMTl
to grandes e encorpados a 1*400 : 'na'ra!
loja da esquina que volla para a Cadeia.
POTASSA.
No anligo deposito darua da Cadeia
armazem n. 12, ha para vender muitaj
da Russia, americana e brasileira, e
ris de 4 arrobas; a boa qualidade e
ralos do que em oulra qualquer
ad que precisarem comprar. I
lambem ha barris com cal de Lbboa
ximamenle chegadoe.
Vendem-se lonas, brinzaa, hrii
as da Russia'. no armazem de N
Comoanhia, na rua da Cruz n. 4.
Calcado 720, 800, 2$000
no aterro da Boa-Vista loj
da boneca.
. Troca-se por sediilas anda mesmo!
vo c completo sortimento dos bem
loes do Aracaly para todas as m
rs.; botina a 2*000,sapalOes de
3*000 rs.: assim como um nevo
niculo de calcados francezes de
tanto para homem, como para a;
mininas, e um completo sorlimei
Indo por preco muito commodo
dinhetto^
Ven"2e^e a tabet.,
do Rosario n. 10, bem"!
aterra, e com-poucosf|
tagem ao comprador: q[^
dirija-se ao armazem coi
de Dos n. 22.
Vendern-se dous vehculos
rodas de carregar fazendas na
modo preco: a tratar no
Vendem-se 4 escravos, 1
1 moleque de 17 annos, 1 pr
madeira, 1 prelo de 40 'tanos
co : na rda larga d i
Vende-se selim prelo lavrado,
goslo, pjra vestidos, a 2*800
Crespo,.loja da esquina qne vi
Luvas pretas.
Vendem-se luvas prelas d<
mo preco de 800 rs. o par, di
de pellica e sem defeito' de qu
rs.; na rua do Queimado, loja de
tama n. 33.
Na' bofica da rua larga d
n. 5G, de Bartholomef F. de
dem-se pjlulas vegetaps verd
bel'affecteur ve^acfelro, $
verdadeir, vermifugo in
verdadeiro.vidros de bo
Iba de 1 at 12 libras. O
ianca a queminteressrpos
de dos medicamentos cima,
*ua botica-
TAIXAS DE FERRO
Na fundicao' d'Auroi
Ami-o,. e tambem no1
rua do Brum logo na enti
te do Arsenal de Ma
um grande sortimento
de. fabrica nacional co;
batidas, fundidas, gram
razas,.e fundas ; e em ami
existem quindastes, par*
nOas, ou carros livre*
presos sao' os mais comtt
MOENDAS SUP:
Na fundicao de C. Starr
em Santo Arnaco, aclia-se ]___
moendas de cannas todas de fer
modello e construccao rr
ARADOS'DE F
Na fundicao' de C. Sta:
Santo Amaro acha-se para ver
dos de ferro de superior qualii
.Vendem-se 9ejn.vas, sendo
do idade'18 anuos, duas eserai
que engommam, cosem, cozinliam/
llio, cinco dilas de todo servico e ar
idade : na,rna Direila n.
Vende-se um mulato de
bonita ligura-; na rua da Praia
arsenal de guerra.
Veodem-se 600.
pelo barato preco de
sacca : na rua da Praia ]
do arsenal de guerra.
Vende-se na ro do Trapicli
poroso de adoclla! que foram de
*de azeite ifcrff*" '"'" como a
lados da fucsina madeira..
Ve/de-se urna escrava
ra, semJOefeita nem achaques,
lidadejjT: na rua Direila n. 36,
i*
ESCRAVOS
goeri.i
ravo Antonio
Desapfarcceram da engenhoQ
deS. Migud deBarreiro-
crias, prtencentesa Pedr
dordo mesmo engenho, sendo o c*
do, idade 40 annos, de corpoe altu
prlos e crespos,, nariz dalo e |
da.de nome Ignacia, idade 38j
regular, cabellos pretos
cia de caboctada, odos amare'
4 mezes. As duas crin;
annos de idade, com a cor
da ma, nariz afilado e pe
mezes de idade, bem ajvq,.,
orelhas acabaadas: recom^
les escravos s autoridades p
lae*decampo, que se oa pegarer
ao dilo engenho, ondeaerao reco:
smente.
A 28 do mez prximo passai
casado coronel .'os Ciaudino l.ei
Cacliangii, urna sua escrava de no
os signaes seguinles : esi
corpo, nariz grosso, dei
reprsenla ter 23 annos :
cassa encarnada de II
recommenda-sc a
as autoridades polirme, I n qualquer
ser gralifcado, d ip Can
largado Rosario por 1
esappareceu
anuo, um escravo
signaes seg i otes:
nal, cor avermelrm
da aleijadp, e de bonita
anda sempre apretsada, 1 ia com que
fugio, mas he de coslum e ramiza, a
sempre descalco, levou chapHfo Chile fino de abas
pequeas, porm j al do Ico, d
veio haperlo de e paranlo au-
toridades policiaes e capilaes mesmo, e mandarem-no entre senhores na
ruado Brum armazem de assucar 11. 2S 011 defronle ga_
da cadeia 11. 26 tarreiro andar, que seao recom- 7;'^
pensados.
Vvn.Tn.aM.T, da FarU.-~l8M


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