Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01882


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Full Text
I

V^
L


I DA SUBSCRIPCAO'.
Recife, o propietario M. F. de Feria; Rio de Ja-
neiro; o$r. Joio Pereira MartinsjBahia, o Sr. F.
Dupnd; Maceiu, oSr. Joaquiro Bernardo de Men-
donea.; Parabiba, o Sr. Jos Rodrigues da Costa; Na-
tal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira; Aracaty, o Sr.
Aulonio de Lomos Braga ; Ceari, o Sr. Victoriano
:es; Maranho,o Sr. Joaquim Marques
Para, o Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS.
Sobre Londres 28 d. por 119000
Pars, 340 a 345 ra. por 1 f.
Lisboa, 95 por cento.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.
Aocoes do banco 10 O/o de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de letiras de 12 a lSd rebate.
Ouro.
METAES.
Qneas hespanholas. 285500 a 299000
Moedas de 69400 velhas. 169000
de 69400 novas. 169000
de 49000......99000
Prala. Pataces brasileiros ..... 19930
Peso columnarios......19930
^mexicanos.......19800
PARTIDAS DOS COBREIOS.
Olinda, todos os dias.
Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias l'e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas firas.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
PREAMAR DE 1IO.II-:.
Primeira as 7 horas e 42 minutos da manliaa.
Segunda as 8 horas e 6 minutos da tarde.
Tribunal do Commercio, segundas e quintasfeiras.
Relacao, tercas feiras e sabbados.
Fazenda, tercas e sextas feiras: as 10 horas.
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 horas,
l.'vara do civel, segundase sextas ao meio dia.
2.* vara do civel quartas e sabbados ao meio dia.
Abril.
FPIIEMERIDES.
5 Quarto crescentc a 1 hora, 42 minu-
tos e 48 segundos da tarde..
13 La cheia as 4 horas,, 26 minutos e
48 segundos da manba.
20 Quarto minguante as 2 horas 25
ni i nn los e 48 segundos da manhaa.
27 La nova as 2 horas, 45 minutos e
48 segundos da manhaa.
27 Segunda. S. Roberto kV
28 Ten*. Ss.
29 Quarta.
30 Quinta- S
31 Sexta. Comraemoracao
1 Sebbado. Mar
2 DomiiiL'
cao de S?Tr
rEomciAL.
9
?v.
DO DA JUSTINA.
l. i rio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, i 5 de marco de 185i.
IHm. eExra Sr___S. M. o imperador, a quem
o de V. Ex. de 8 de outubro de
emelteu o do juiz de direito da
.hyhuna, ponderando os inconveni-
lam da observancia do artigo 6. do
regalamento das correieiies de 2 de oulnbro de 1851,
o qual manda comparecer audiencia acral de aber-
tura da correicSo todos os empregados estas, sujei-
tos, sendo que por causa desses inconvenientes ds-
pensou do i oparecimculo os empregados que
uio erfoda visiuhanca, e pede o mesmo juiz una
providencia a este respeilo: liouve por bein o mes-
mo augusto senhor, ouvido o cousollieiro procura-
fazenda e soberana nacional, e em
conformidade da ana imperial c immediala resolu-
r3o de 25 de fevereirodesle auno, tomada sobre con-
ciso de justica do couselho de eslado,
mandar declarar iV. Ex. para faxer couslar ao dito
aix, que alm da autoridade que implcitamente elle
rligo 10 do dito rcgulamenlo, e da qual
dispensar os empregados, por isso que os
pode coodemnar on absolver da mulla, nenhuma
providencia lie cabivel senao a de concederom os
juizes d*direito aos escrivSes, que morarcm longc, e
apretentarem motivo justificado a liecuca, para
DO-rreicao os seus livros e autos por
medio das --peanas por elles autorisadas, e sob
sua responsabilidadc.
Deo guarda a V. Ex.Joc Thomnz Sabuco de
yo. Sr. presidente da provincia de Minas
Gene*.
CircaUr.
ro.Miuislerio dos negocios da justica.-
Rio de Janeiro, 16 demarro de 18 >i. 'l%-.
San. Sr.Constando a S. M.mlmpera-
dor,. por mlio de requcrnienlos-que ten subido
a augusta presenta, que alguV? juizes municipaes
as fallcncias dos coniincrciaules nao matriculados
consideran) os despachos, de pronuncia ou nao pro-
nuncia, ni o dependentes de recurso, e dilinilv*
como sao os dos tribunaes do commercio o rclacito
pelo ari. 20do cdigo do commercio, e 20 do decre-
to n. 707 de 9 de outubro de 18)0 : Hmpor bem o
igusto senhor mandar declarar a V. Ex.,j
constar aos ditos juizes municipaes, que
dos despaclios de pronuncia ou uao pronuncia por'
elles proferidos em, rasos de banca-rota devem u- i
curso ex-o(licio para os juizes de direito,
do artigo 2 do decreto u. 707, visto co-
art. t9 desse decreto o processo da banca-
rota,j^H
a pronuncia ou nao pronuncia,
itroscr
he o" le, exigindo a tbesouraria do siipplicaulc a ver-
elle estabeteceu para os oulros criines.
odefioilivo compele aos juizes de d
que smeute sao independentes de re-
art. 20, e, por excepcito de regra, as pro-
lo pronuncias proferidas pelos tribu-
naea do commercio e da relacao.
guarde a V. Ex. Jos Thomaz Sabuco de
ijo.Sr. presidente da provincia do Rio de Ja-
neiro.
ntal* provincias.)'
4 mil navios. Poderia o governo emprehender a
compra destes 10 milhoes de hectolitros em todos os
nonios do globo, para depon vir vende-los em todos
mercados da Franca.? A experiencia e a prudencia
diziam que esta medida eslava cercada de embaracos
quasl invencveis, de inconvenientes e perigos sem
numero. O commercio amente be que possnia os
meios lioanceiros e maleriaes de tao grande opera-
cao. O governo tez pois a nica cousa praticavel:
animou a liberdade das transacces, tirando ao com-
mercio dos cereaes qnalqer obstculo.
O preco elevado de um genero to necessario
alimentacao geralhe sem duvida orna calamidade,
mas nem era possivel, nem desejavel sublrahirmo-nos
a este mal. em quanlo o dficit nao fosse salisfeilo.
Com elidi, se o pre^o do trigo fosse inferior em
Franca ao dos paizes circomvisinhos, os mercados cs-
trangeiros tem sido abastecidos custa dos nossos.
(f Semelhantc eslado de coosas devia prodzir lo-
davia um desanimo que s se podi combater pela
aclividade do Irabalho, ou' pela caridade publica.
Desde o cometo do anno o goveroo empregou esfor-
cos para abrir crditos, que, excedendo alguos mi;
Ihoes smente os recursos do budgel, occasionassem
com'o concurso das communas e das companhia),
orna qoantidade de trabalhos avallados em 400 mi-
cao do genero, de baver naquclle porto desembar-
cado a dita caixa; e. circumstancia de haver sido a
reexportarlo feita nao para negocio, mas para se
reclamar dos fabricantes o valor da mercadura em
razao da avaria resultante do mu preparo, ou mes-
mo fraudo; resolveu-se por equidade conceder aos
supplicanles a prorogacao pedida por 8 mezes, que
devero ser conta'dos de 14 de agosto ultimo para
a apresentacao do certificado em forma.
' Aomcsmo que, altendendo-sequcLassallcRey
(SC. pagramnorespcdivoveucimeutoa leltra n. 108
da quanlia dc85.'t&000, com que cauciouram a reex-
portado para Porto Alegre de 8 voiumes de merca-
dorias; e maisaque pagara ni igualmente os res-
pectivos direitos de consumo na alfandcga dequelle
porto, segundo consta do covnpeteule certificado,
bem que aprescnlado fra de lempo: resolveu-se
por equidade conceder aos supplicanles a restituirao
que, requereram da imporlaacia da mencionada
letra.
Aomcsmo, que, emalientoaoqucexpoz Nico-
lao Vergueiro no requerimeolo cin que pede ser re-
levado do pasamento da lettra n. 429 da quanlia de
774&0O, que aceitou em caucan do direitos de
consumo de um rarregamento de sal, que baldeou
para Santos; e circuinslancia de haver sido apre-
scnlado o respectivo certificado da descarga naquelle
porto, um dia depois do vencmenlo da dita lettra ;
resolveu-se por equidade, deferir ao supplicante
como pede.
Ao mesmo, que, sem embargo de nap eslar au-
tenticado, de conformidade com o que determina
o arl. 2il dorcgulamcnto de22 de jiinlio de 1836, o
lificado apresfiilado por Flix Anigjie-^Sz-cJrf e propagar, como.espero, por loda a
para^^Ama^to da lettra n. tl.'l da quanlia de
-tili-5.180 rs. com que- garanliam os direitos de
consumo de 504 barrisde-polvora que reexportaram
para l.oanda; loduvitt alleudeudo s circumstauclas,
pelos supplicanles allegadas, de nao haver cnsul,
nem negociantes brasileiros em Angola; (fe estar
supprido o rccouhecimcnto dos do paiz com o do
cnsul gcral do Portugal, e de nao dar-se a falla
dos doze barris, sendo a que liouve proveniente de
nao se encerrar a marca do manifest em nm qua-
drado, como eslava nos barris, segundo se v do
certificado de Angola, e se prova com certidao da
mesa do consulado da cort: resolveu-se, por
equidade, deferir aos supplicanles, mandando que
seja annullada a dita leltra.
A' tbesouraria do Cear, remctle-=e o requeri-
mcnle.de Francisco Martoel Gafanhoto, emque apre-
serilando os respectivos documentos, pede se lhe
mande passar o competente titulo de aposenladoria,
que Hie foi concedida no lugar de ajudante dos con-
ferenles da alfandcga dequelia provincia, a fim de
-Ministerio dos negocios da justica.
Rio de ueiro 16 de marco de 1854.
im. Sr.Recebi o officio n. 63 de 9 do
le V. Exc. participa que, havendo o
lo da comarca de Jacarehy consultado a
icia, te o aviso de 21 de Janeiro do anno
virtudedo qual as tsetemunliasda for-
Ipa, aos proceMOS de responsabilidade,
nqoeridfls pelo juiz proccssanle, compre-
de residirem lias em diversa comarca,
V. Exc. aflirmalivamente que as testemu-
mn ser' inqueridas pelo proprio juiz forma-
dor da colpa, mandando-u citar por deprecada para
comparecerem no seu juizo. Compre-me significar a
V. Eic. que esta dacisao merecen a approvacao de
S. U. I., a quera foi ella presente.
Daos guarde a V. ExcJos Thomas Sabuco
i Aranjo.Sr. presidente da provincia de S. Paulo.
1'MHtOHM"-------
s, dladeinn f do ofiico, pois que lie insuficiente o do-
-n/t-umculo aprescnlado em subsliluicao, liquide o
lempo de servico, c proceda como em cassos idn-
ticos se tem ordenado, c se llie adverte: 1., que
se o individuo de que se trata he o mesmo referido
no documento aprescnlado na f de ollicio, deve
provar- pelos meios competentes a ideulidade de
pessoa; 2., que nao podem ser altcndidos 7 mezes
c 10 dias de servico prestado como escrivao da ar-
reinalacilo da dcima dos predios urbanos da cidade
de Fortaleza, porque nenhuma le ou ordem do
governo, que se conbeca, crcou semelhanle lugar,
para que o nomora um inspector interino da tlie-
Ijfsouraria, o qual nao lioha antoridade para faz-lo;
'<". que deve exigir do supplicante o pagamento
dos direitos de 5 por cento do lugar de ajudante
dos/' conferenles da alfandcga, para que foi nomea-
Jo(por decreto de 27 de maio de 1842, os quaes nao
cojisla dos documentos junios quef fossem pagos,
aptzar de que erao j devidos nessa poca: sendo
qufe da verilicac.lo dcsla ultima hypothcse resolta,
qo* se nao ha liquidado a divida procedento dos
dirjeilos de chancellara, como aliiis muito ter-
minantemente se lem recommendado.
A'de Mallo-tirosso, qiie nao leudo sido execu-
lada a ordem do tbesouro n. 26, de 28 de novembro
de 1850, se lhe ordena que sem demora d impr-
menlo mencionada ordem, declarando os motivos
porque o nao tem Jeito em (So longo espacodc
lempo.
&
OTrrxnio b* fazenda.
d dia 16 d. U.eretro a 185.
ipector da alfandega d corle, que, se
na forma do art. 241 da r.
gulamenlo de 22 do junho de 1836 o certificadio p0r
P. Gaggini e Nepoli apresenlado em lempo bara a
annnllacao dalcltra n. 314 de 609000, rom qu rau-
"cionari >s direitos de consumo do 120 chfeos de
paitai eItalia, que reexportaram para Loaojda, com
indeado s circuiistacias pelos supp,icail|es
e nSo haver "cnsul nem neg(Kian|e'g
ella, e de cs'atsuppridjb 0 n.
dos do paiz pelo do cnsul (eral de
1 nesla corte: -resolven-se por equidade de-,
supplicanles mandando que seja annullada
aesmo, que lomando-se em consideradlo o
allegada requerimenlo do N. Dreyfus ain &
C, .sobi a prorogacao do prazo que pedera para o
vcueim i da lettra da quanlia de 2olJ250, por1
elles aceita em canrao de direitos de consumo pela,
reexpor que fizeram para o liavrp do 1 caixa
com 96 i le porco paraselleiro'; allendendo a
que apta taram os supplicanles o cohipelenlc oer-
tificado, ai que incompleto pela falla de declara-
ILHETIM.
(9m AaMn Aekard.)
XVIII
EXTERIOR.
como sabis, lem prcoecupadoo paiz: a insuflicien-
cia da ultima collicita, e as difil'culdades exteriores.
Mas estas duas quesles, apresso-me em dize-lo, j
inspiram muito menos recejos, porque apezar da sua
gravldade, se pode medir elimiiar a exlensao. A in-
sufficiencia dacollieila ha sido avaliada em quasi dez
milhoes de heclolilros de trigo, representando um
valor de300 milhoes de francos, e o carregamcnlojde
O
CAMINHO DO ALTAR.
("Confinuacao.J
Jorge nao eslava mais em Pars, qnando Armand
ah el jhi. Jinha ido a Cloyeltes, doode bavia de"
partir I Algeria. Os dous meninos (inham sido
confiador i madama do Monchenot.
e ao de sua ehegada, enlrcgaram a
Mr. de ^ i mago de papis sellado?, que
elle ni deu-se ao irabalho de examinar. Estavam
urna nuvem dessa esrriptura iniutelligi-
vel, que I e habitualmeiile os autos das demandas
Armand maginou, que tralava-se de alguma cen-
ia uoliga, coja presenta faligava um anligo credur,
e nao pensou maisnisso.
> mesmo dia, vinle e qnalro horas ape-
i de sua mita, tres desses individuos feos,
desafia vestidos, que a justica lem a
resenlaram-se pelas tres horas da lar-
de mti de Mr. de Viuvilliers, eintimaram-
lie a ordem da segoi-los.
rrrolvia entre os dedos.a certi-
priao por dividas pare-
miieravel para asna Odyssea.
pe nefasto, julgou ler nelle o
9me de madama Charpion, e ex-
ate
Mada
Sitn, aephor,
mereio.
respoudcu o guarda do com-
He em nome de madama Charpion que Vmc.
oerat
O guarda inclinou-se retpeitoaameule.
ingano nesse negocio, seulior, loruou
Armand.
INkle ser, respondeu o homem do tribunal.
Anles de eomluzic-nie a Clicbv, permilfa-me
que faitee essa senhora,
Tenho ordem de nao perd-lo de visla.
Enlao vamos junios.
Io pode arranjar-sc, senhor, queira seguir-me.
O guarda do commercio, que linha suas instruc-
E's, fez Armand entrar em um carro, e levou-o a
lignolles.
Apenas avislou essa casa feliz da ra da I groja, da
u qual tantas ve/es sahira radioso, Armand julgou-se
1 ***o.^
Madama Charpion. que eslava oceupada, f-lo es-
perar nm quarto de hora, e esse pouco empenho em
receb-lo rfssombrou o pensamenlo do libertino. Se
a pastora de Pars se mostraste inflexivel, Armand
eslava perdido ; pois onde adiara jamis bstanle
'dinlieFit para pagar as apmmas que lhe lomara em-
presladoTs.
O guarda do commercio tinha-sc assentado a um
canto, immovel e taciturno como nma esphinge do
vellio Enypto, e nao Krava os olhos de cima de Ar-
mand. Essa solidao acabou de amadnreccr ns refle-
xes do devedor. O pensamenlo, do que achava-se
em face do ullimo capitulo de seu romance, alraves-
sou-llic o espirito. O fim era prosaico,, e pouco dig-
node um homem, que sonhava novas agilacs.
No meio do suas medilares, Felicidade enlrou, e
fazendo um sigoal com a mo ao guarda do commer-
cio, esse retirnu-se.
Ao aspecto de madama Charpion a audacia volloo
ao coracao de Mr. de Vauvilliers.. Ello levantou-se,
e dirigio-se para ella com a mao eslendid, dizen-
do-lhe:
Oh! senhora, islo be nm gracejo sgm duvida.
Nao, senhor, he um julgamenlo, respludeu el-
la com ar ao mesmo lempo firme c risonho.
Armand redobrou de firmeza, e lornou :
Os julgamenlo dSo-se e uao executam-se.
Oh senhor, o tribunal nSo tem talvez o espi-
rito porsi, mas tem o direito ; ora.xo direito basto
para mller a gente nerprisao.
Apre! senhora, .isso he do mate pessimo goslo I
Ao menos confesso-queie a mellior daspre-
cancjOe*.
A senhora lem naverdade tnlenco de conda-
zir-vne a Clichy ?
Perfelamente.
E para queenISn* .
Evidentemente para obrigalo li pagar-me as
soromas, que live o prazer de empreslar-Uje. .
, Armand saudou, e disse atrevidamente:
O meio he detestavel.
VidelK.H.
ne urna quesiao ue lempo.
Armand estreineceu^ Madama
Charnion 'eslava
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Parla S de marco de 1854.
. 'ratina.O lcmpa,das transaccoes j passon, a
obr. la diplomacia, por mais incompleta, por mais
imptenle que lenha sido, est concluida. Agora,
a guerra, esta ultima ralio regum he um faci con-
sumado, urna evcnlnalidade irremissivel, e depois de
qulnzc dias nada novo lem occorrido.
A siluacao da Franca se acha lioje complelamente
tracada, completamente resumida no discurso pro-
nunciado pelo imperador aple lo, na abertura da
sessao legislativa de 18.51: oSrs. senadores eSrs. de-
potados ; desde a vossa ultima sessao, duas qoeaUeb. J^^^ qni a questao tal qual se Irava.
. _. %' ^xEuropa preoecupada de lulas i
lhOes, sem contar 2 milhoes applicados pelo ministro
do interior aos estabelecimentos de caridade.
Ao mesmo lempo os conselhos geraes e munici-
paes, a caridade particular, faziam os mais louvaveis
sacrificios para suavisar os sodrimeiitos das classes
pobres. Recomjnendo sobre lodo vossa attencao o
system. adoptado pela cidade de Paris: porque, se
Franca,
previnir de ora em vante, qnaolo ao valor dos ce-
reaes estas variacOe* extremas, que na abundancia
fazem desfallecer a agricultura em consequencia do
baixo proco do trigo, e na penuria faz que as classes
necessitadas soffram, em consequencia da caresta
excessiva.
Este systema consiste era crear em todos os gran-
des ceiros de populacao urna insttuicao de crdito,
chamada caixa de paoaria, que possa dar dura me os
mezes de um anno mo, o pao com urna laxa muito
menos elevada do que o prec.0 do mercado, anda
que seja pago nm ponco mais caro nos a naos de fer-
tildade. Como esles anuos em geral sao mais nu-
merosos, concebe-se que a compeosac,3o se opera f-
cilmente. Dest'arle consegue-se a immensa vanla-
gem de fundar sociedades de crdito, que em vez de
gaiiharcm lauto mais quanlo o pao he mais caro, sao
inlercssadascomo qualquer pessoa, a que se lorne
muito mais barato; com eleilo, segundo oque lem
aiistido al este momeftlo, lucram nos dias de fer-
(ilidade, e perden nos das de penuria,
Ufaoo-me de vos annunciar agora que sete mi-
lhoes de hectolitros de Irgo estrangero se acham ex-
posto ao consumo, independeule das quanlidades
queeslo de viagem e em deposito; e que Os mo-
mentos mais dilceis da clise esiao passadus. .
Ezisle um fado nolavel que me lem commovi-
do profundamente: durante este invern rigoroso
nenhuma aecusacao ha sido dirigida contra o gover-
no, e o povo tolerou com resignacSo um sol rimen lo
que elle linha lodo o direito a imputar somente s
circumslaneias: nova prova da confianca que depo-
sita em mira, e da conviejao de que o seu bem estar
he cima de todo, o objeclo das minhas conslanles
preoecupacoes: mas anda bem a penuria se vai ex-
linguinde, e a guerra j comer.
O anno passado no meu discurso de abertura,
promelti empregar todos os meas esforcos para man-
ler a paz, e Iranquillisar a Europa ; compri a pala-
ira. A fim de "evitar urna lula tenho feito ludo o
que permillia a honra. Agora a Europa sabe que se
a Franca deseoihainha a espada he porque a islo foi
conslrangida.
Sabe que a Franja nao lem idea alguma de en-
grandecimiento. Pretende sement resistir a perigo-
sas asurpacoes ; assim, eslimo proclamar altamente
o lempo da conquista paasou para sempre ; com cffei-
10 nao he fazendo recuar os limites do seu territorio
que urna nacao pode de ora em vanleser honrada
poderosa, he collocando-se testa das ideas genero-
sas, fazendo prevalecer por loda a parle p imperio do
direito e da justica. Assim, vede os resollados de
urna poltica sem egosmo e sem segunda lenjo. Eis-
aqui a Inglaterra, esta anliga rival, que aperla com
nosco os lacos de urna a'llianca cada vez mais intima,
porque as ideas que defendemos sao ao mesmo lem-
po as do povo inglez. A Allemanha, que a recorda-
caodas antigs guerras aiuda tornava desconfiada, e
que por esla razao preslava ha quarenla annds segu-
ramente demasiadas pravas de deferencia poltica
do gabinete de S. Pelersburgo, j vai recobrando a
independencia dos seos actos, e v lvremenle para
que lado se eocaminliam os seus inleresses. A Aus-
tria sobreludo que nao pode ver com indifferenca os
successos que se vao preparando, entrar em a nossa
allianca, e desla arle vira confirmar o carcter de
moralidade c dejnslija da guerra queemprehen-
demos.
intestinas depois de
quarenla annos, pof onlro lado Iranquillisada pela
moderacao do imperador Aleandre era 1815, assim
como pela do seu successor al hoje, pareca desco-
nhecer o perigo com que poda nmeaca-la o poder
collossal que por suas invasOes successivas abraca o
Norle e o Moio-dia, que possue quasi exclusivamente
dous mare* interiores, donde he fcil aos seus exer-
ciloses suas esquadrasse lancarem sobre a nossa
tranquilla como urna pessoa que tem tomado ama re-
soluto irrevogavel.
Oh 1 senhora, seu ar me faria crer que tem in-
tensan de dexar-mc l cinco annos.
O senhor nao he capaz de aupportar tanto lem-
po a solidao. Um ou dous annos lhe bstanlo.
Senhora, son muito honesto para deixar-lhe a
menor illusao a esse respeito. Nada possuo, e nao
lere mais daqui a dous annos.
Isso he pouco; mas permitla-me que nao creia,
em sua palavra.
Todava nunca fallei mais francamente.
Ah 1 o senhor esquece-se desse lo do l.angue-
doc, cuja historia conlou-me.
Esse lo he um enle imaginario.
Que! essas vinhas Uo magnificas I
Eram castellos no ar, senhora.
E as fazendas, e essas grandes florestas?
chei-as no paiz de Mr. de Crac.
He infinitamente eugeuhoso.
A senhora lisongea-me.
Oh! imagine, senhor, que minba confianza em
sua habilidade anega a ponto de crer que o senhor
se lirar do erabaraco por um novo meio nao menos
espirituoso.
Isso he do mais.
Nao! nao he. Oh I nao emprchendeu o senhor
recenlemenle urna viagem de recreio.
Urna excursSo aos arrabaldes de Paris!
Que estove para leva-Io acidalia alravez da
Suissa. He muito dispendioso correNerraa! _^ -
S3o o pas da familia e os avaremos que es-
pajham esse boalo.
Quaodo vi minhas lellras de cambio do oulro
lado da fronleira,leiniqueoscnborlives.se a phanlasia
de ir.al o Oriente. Foi enlloquedecidi-me, roDr'i:n-
do um pouco no acaso, a lomar alguma precaucao.
O acaso servio-a.
H ao senhor que devo agradecer isso.
Nao ha de que.
Oh I o senhor podi desapparecer. na Turqua,
e volla... isso he bello 1
Armand encarou madama Charpion um pouco al-
tonito. A pastora de Pars mofava dello.
Ah! lornou o libertiuo, a senhora teve a vic-
toria, e acrescenla-lhe a irania !
Perdoe-me. se sigo leu eiemplo.
Essa Iranquillidade aflligio a Mr. de Vauvilliers,
cuja audacia eslava esgolada.
Eia, senhora, disse elle mudando de raaneiras,
restilua-me a liberdade, e empregarei todos os meus
recursos em salisfazc-la.
civilisacao. Foi mister urna pretendan mal fundada
sobre Conslanlinopla para despenar a Europa ador-
mecida.
ujna paz profunda, um soberano exigir de repente do
seu vizinho pacifico algumas vanlagens novas, e como
nao as oblivesse, invadir duas das suas provincias.
Este nico fado era sufllcieoie para armar aquellos
a quem a iniquidade revolla, mas nos linhamos lam-
bera oulras razes para apoiar a Turqua. A Franca
lem lano, ou talvez mais interesse que a In-
glaterra em que a influencia da Ttussia senao estenda
indefenidamente sobre Conslanlinopla ; porque rei-
nar sobre Conslanlinopla he reinar sobre o Mediter-
rneo, e sobre este mar que banha trezentas leguas
das nossas costas. Por oulro lado esla poltica nao
dala de hontem ; ha seculos que qualquer governo
nacional em Franca a lemsustentado ; nao serei cu
quea abandone. E nem venba alguem nos perguntar:
que ides fazer em Conslanlinopla. Vamos com a In-
glaterra para defender a causa do sullao, e ao mesmo
lempo para proteger os direitos dos Chrislaos; vamos
para defender a liberdade dos mares e a nossa justa
influencia no Mediterrneo. Vamos com a Allema-
nha para ajada-la a manler a categora de que pre-
(endem faze-la descer, para assegarar as sucs fron-
teras contra a preponderancia de um vizinho omni-
potente. Emfim vamos com todos aquellos que que-
rem o Iriumpho do direito, da justica *e da civi-
lisapio.
Nesla circumstancia solemne, senhores, assim
como em Indas aquellas em que me vir obrigado a
appellar para o povo, cont com a vossa confianza,
porque sempre tenho encontrado em vos os sentimen-
tos generosos que animam a naco. Por.laoto, con-
fiado nesle apoio da nobreza da causa, da ainceridade
das nossas allianras, e sobreludo confiado na protec-
cao de Dos, espero chegar dentro em pouco a urna
paz que nnguem onsar mais perturbar impune-
mente.
Esto discurso pronunciado a 2 de marro, nos dis-
pensa hojo de qaalquer analyse da poltica da Fran-
ca e de outra qualquer parle. D'ora em vanle ludo
he abandonado ao deslino das balalhas.
Preparativo! de gnerra. Como se devia esperar,
o imperador da Russia anda foi urna vez mais sur-
do s observares dos seus alliados e s influencias-
dos seus amigos; o seu egosmo altivo se recusa a le-
var em conta outia auloridade--iue nao a sua, e
quer que o seu imperio seja sem liniiie, assim como
a sua ambicio. Em sua carta ao imperador Napo-
leao discute elle as condirOes de ajuste que lheha-
viam sido propostas', e declara que s pode entrar
em ncaociacoes sobre as bases que j lem feito co-
nhecer. As potencia: i se devem preparar para sus-
tentar por meios. mai s eflicazes a causa que nflo tem
podido fazer prevalecer os esforeps perseverantes da
diplomacia. Em pres enea deste soberano que vio-
lou os tratados de umn uarao, que perturbou violen;
lamento sem motivo d eclarado a paz do mundo, quo
interrompe as transacoiis coramerciaes, que damnifi-
ca a fortuna publica e a fortuna particular, a Euro-
pa seria digna do desprezo eterno da Historia, se sof-
fresse pretencOes que sao hoje um insulto, e que ama-
iilia se lornariam urna ruina.
Esgtado o campo das discusses e das recrimina-
ces, a attencao se divide entre os preparativo:; do
guerra, que dos dous lados da Mancha se eQcctuam
coma maior aclividade, e oprocedimento das poten-
cias allemaas: ludo quanlo parece lanzar alguma
luz sobre as disposices da Austria e da Prussiai he
neste momento o objeclo da mais viva curiosidade.
Por oulro lado o jornal de San Pelersburgo ann un-
ca que a liussia se est preparando Umbein como
para urna lula formidavel, quanlo as pretendidas
violacOes aos seus direitos de polencia bclliger; inte.
Para regular ocomeco das hostilidades hoje iiievi-
taveis, os governos da Inglaterra e da Franca deci-
diram dirigir ao czar urna inlimaro formal,, para
que promeltesse e se obriaasse solemnemente dentro
dos seis dias que s seguirem a receprao dest a com-
municacao, evacuar os principados do Danubio al
36 de abril o mais tardar. Os correios po dadores
dste despacho de Londres e de Paris, partii am a 27
de fevereiro, passaram por Berlin e.Vienna, ecr-se
que os gabinetes da Prnssia e da Austria ex pediram
ao mesmo lempo semelhanles exigencias. e a Kus-
sia-se recusar a subscrever intimarlo ou a dar nma
re-posta conveniente, as potencias considera: rio esla
recusa como urna declaraco de guerra. He mu
possivel que o imperador Nicolao nao aprovei te o ter-
mo formal de seis d.ias, que Ibe foram con cedidos,
pois que o theorda sua resposla nao poderia ser du-
vidosn. Seja qual for, ser sabida anles d e tres se-
manas, e as tropas das potencias al liad as < uojsc
achara de marcha para os seus respectivos i iestinos,
eslaro enlao em eslado de comecar mmed in la men-
te as hostilidades. .Era Franca se est org anisando
urna terceira esquadra de reserva, corapo; la de 10
navios. O Teje, .lennuapes, oBreilaic, o. 'nfiefsi-
lilc. o Suffren, a P-ille de Mancille, o Duj ierre, o
Trident, o Alger; 14 fragata*: a Semillante, a
Andromaque, a Vengeame, a l'ouissante, a Virgl-
ni, a Qenobi, a Alcette, a Sibylle,'a Pene lope, o
Canad, o Panam, o Labrador, o Cristopl \e Co-
lomb, o Albatrar. e 15 corveta*: o Phlegelon, o ta-
pate, o PUtton, o Veloce, o Gattendi, o Locoi tier,
a Tirphone, a Monette, o Afilan, o Lucifer e a Me-
gere, o Fitllon, o l'antour, o Brandan, o Phan '
A esquadra ser posla sob o commando de 1 Ir.
Paiseval Deschenes. O enlhusiasmo pela defeza do
equitibiio'da Europa he geral em Franca, e S. A I.,
o principe Napoleo, o filho do principo Jeronymo,
o ex-rei de Weslphalia, dirigi ao imperador a car-
la seguale: *
a Senhor. No momento em que a guerra esu
para arrecentar', venho rogar a V. M. me permita
fazer parte da expedico que so esla preparando.
Nem peco commando importante, nem cousa algu-
ma que me distinga ; o posto que me parece mais
honroso he o que mais me aproximar do inimigo. O
uniforme que me ufano de usar mpOe-me deveres
que me julgara feliz de cumprir, e quero ganhar o
alto grao que as nossas afleices e a minha posicao
me deram. Quando a naco empunha as armas, V.
M. ver que o meu lugar he no meio dos soldados,
c rogo a V. M. que rae permuta ir collocar-me entre
.elles para sustentar os direitos e a honra da Franja.
A Inglaterra lambem vai prosseguindo nos seus
armamentos com aclividade. Os tres balalhes de
que ja fallamos em nossa ultima caria, formaram
urna brigada sob o commando do coronel Bertlinck.
O coronel Calor foi noraeado para o commando da
artilharia. Sir Colin Campbell, grande amigo de
Sir Charles Napier, deve ler o commando de outra
brigada. Estas duas brigadas formam un diviso de
que o duque de Cambridge foi nomeado general.'
O lente general Brown deve ler o commando
de oulra divisao, e ha lugar para crer, qne o coro-
nel Lyse lera lambem o commando de urna brigada.
Os 12,000 homens de tropas expedicionarias sero
Iransportadassob os vapores, o RiponvMamlla. da com-
panhia oriental e peni mu lar, e talvez no llymakiya;
o Orenoco, navio da campanhia das indias occiden-
laes, e talvez os navios Cambria e Siagora de M.
Cunard, e o Golden Flecee da companhia geral a h-
lice com os navios da rainha, o Vulcon e o Simoon.
Tomaram-se 1 i-transportes a vela para artilharia
Tenho muito medo que lhe torne a vir o desi
jo de viajar. /
Ah I senhora.
Oh 1 quem vio a Snissa, deseja ver a Hespa-
nha. O senhor conhece o amor dos contrastes.
Dar-lhe-hei minha palavra do nao afaslar-rae.
Sua assignalura era tambera urna palavra.
Armand fez um gesto de indignacoo.
NSo repare nisso, senhor conde, acrescenlou
Felicidade, nao son nenhum genlilliomem, seu mer-
cadnra de leite.
Essa'resposla esmagou o devasso, oqal eslava
tambera vencido. Parcia-lhe que as paredes da pri-
sSo, em que devia exliuguir-se o resto de sua moci .
dade, erguiam-se danle dalle. Falto de esperanza ,
lenlou um ullimo esforco, assim enmo um nadad or
que sen le ondas passarem-Ibe por cima da cabe- .'
Se a llimeza nada podera sobre madama Charpi n
talvez ella se deixasse enternecer pela sobmis jao'
Armand capilulou como urna fortaleza falta de mu-
uroes.
Pois bem, senhora, dicto Vmc. mesma a i con-
dicoes de meus livramcnto; seiaro quaes f orem.
acetlo-as de antemao. '
Os olhos de Felicidade ace
phoros.
Eis o que hemerhor, c lalvez conco rdemos.
Falle, sjnliora.
lla,nm meio, senhor; mas um s..
Adopto-o.
iCuidado! urna vez adoptado, o mel
vogavel.
Oh senhora, quem tem a prisao a
nao pode recuar I
Enlao, senhor, aperle esla mo.
Casar cora a senhora I exclamou Mr
villiers, o qual nao pode enganar-se sob
de Felicidade.
Justamente, disse ella.
cavalloea cavallaria. A arlilharin se compora de
200 ofliciaes e soldados que serio divididos em qaalro
navios, toado cada um 50 homons, com as suas pe-
tas, bagagens o com o seu equipamepto completo de
campanba. Alm da arlilharia, seis regmentos de
cavallaria receberam ordem para se apromplarem,os
8.- e 7.- sao do numero ; alm de 16 balalhes de
inlanlariaouc liveram ordem para marchar para o
Orienle.ffes outros corpos estacionados aclualraenle
no Medutetauoik rocebeeam-ordem para partir para
o Danubio ; sao oT 1, 4jm 49 regmentos. Se se
reunircm as furcas aelfra as armas lem-se mais de
20,000 soldados, que jumos aos 12,500 marinheiros
e soldados de marinha, elevam o corno auxiliar in-
glez melilanle a perto de 33,000 humens. O esta-
do maior se compe da roaneira seguinle : general
commandanle em chele lord Itagl.ui, secretario mi-
litar tenenle corone! Sleele; ajudantes do campo,
major lord Buighersh, lenle Somersel ; lente
general Sir G. Brown ; major general S. A. R. o du-
que de Cambridge; ajudantes decampo, major Mac
Donald, capilao Cleflon, capiUlo Alcx Macdoncll,
capilao Wtilunore; leuente- Peorsou ; lenle
coronel L. W. l'aulel, lente coronel Tvrwilh.
brgadeiro general Sir Coliu Campbell ; adju-
danles de campo capilao Shadwell ; capilao
Sterling: brgadeiro general >Vm. Lyre, ajudante
de campo tenenle lord Graham major Uope.
A Inglaterra presentemente nao lem menos de
230 navios de todas as ordens em servico activo com
52,000 homens, e neste algarismo eslo comprehen-
didos 15 navios de guerra a hlice. Qaalro ou cinco
mais eslo promplos para ser lascados ao mar, e
equipados, e quasi 26 naos promptas a seren arma-
das, se for necessario.
A Inglaterra e a Franca por toda a parte tem col-
locado os seus nacionacs dbeixo da sua mutua pro-
teccao por via de circulares dirigidas pelo mioistro
dos negocios estrangeiros de Franca a lodos os agen-
tes diplomticos e consulares de Franca, e pelo mi-
nistro da marinha a todos os ofliciaes generaos supe-
riores.e a outros commandaules no mar, e por circu-
lares dirigidas pelo ministro dos negocios estrangei-
ros aglez, e pelos lords do almirautado a todos os
agentes diplomticos e consulares e aos governado-
res das colonias da Gria-Brelanha.
As duas grandes potencias germnicas nao arraam;
resolvern] combinar al o fim os seus esforcos para
conservaren] urna posicao independeule til toda
Europa, assim Allemanha; que Ihes permuta exer-
cer urna influencia moderadora sobre as parles op-
poslas, e continuar a obra de conciliariio, assim que
a siluacao a presentar probabilidades favora veis. Pr-
tendeu igualmalilc manler tanto quanlo for possivel
urna neulralidade franca e leal, incapaz de causar
sombra quer ao Oriente quer ao Occidente.
A Austria que a sua posicao chama principalmen-
te lalvez a representar um papel' activo e importan-
te, sempre se lem pronunciado com grande firmeza
em favor dos pontos que foram estabelecidos no pro-
tocolo da conferencia de Venn de 5 de dezembro
passado. Releva ler confianca na lealdade e no ca-
rcter cavalleiroso do joven imperador, e ha garan-
tas das disposices do seu governo nos inleresses dos
seus povos, inleresses que sao idnticos com os dar
oulras potencias occidentaes.
A Prussia pela sua parle, lendo os olhos cravados
sobre lodos os seus inleresses que lambem se
acham perigosamenle amearados, ser lalvez no dia
em qne for mais immediatamenle implicada as com-
plica roes, emque urna guerra de invaso se tornar,
paradla immincute.
Na Servia a missao de Edein Pacha malogrou-se, o
commissario imperial volla para Conslanlinopla. O
senado deu a sua opiniao sobre o firman, declara que mos cora estes grande
aceitara com reconhecimenlo a confirmadlo dos pri- [ da Estrella de Sorle
vilegius da Servia, mas acrescenla que nao pode dei-
xar em silencio que os tratados rasso-turcos de Bo-
chares!, de Akyrmnede Andrianople eslo em vi-
gor. Qaer qne a Servia manlenha as suas relaeSes
positivas eslabelecidas por tratados coma Russia e a
Turqua.
Este documento assignado pelo principe Alexandre
foi entregue a Edein Pacha, que ficou mu irritado.
A ordem dada para a retirada das tropas turcas esta-
cionadas as frouteiras da Servia foi revogada; se es-
las noticias forem confirmadas, o firman sobr qoe o
sullao conlava para fazer que a Servia se .declarasse
em sea favor, pode ser considerado como leltra mor-
a. Entretanto' nao se deve concluir que a influen-
cia da Russia triumphe. Um corporusso est enllo-
cado sobro a fronteira do principado: a acitacAo sem
reserva do firman, islo he, a abrogado do protecto-
rado, lhe houvera ministrado nm motivo para entrar
no lerrilorio serva, e fazer arrebentar um movimen- -
toque os agntese os partidarios do imperador Nico-
lao preparam ha muito lempo. Nesla siluacao difll-
cil o principe Alexandre se voltou para a Austria,
cujo couselho e apoio elle reclamou.
No Danubio, as operaces e os combates em Ga-
lalz. em Bracjaw em Giorgewo nao liveram impor-
tancia real, e nao houve vantagem real para urna das
parles belligeranles.
Um novo acrescimo aos contingentes das eventua-
lidades be um movimenlo insurreccional, manifesta-
do sobre a fronteira grega. Da-se esta revolla dos
lidenos como completamente rganisadae com pro-
babilidade de Iriumpho. O planoconsistia em fun-
dar urna confederarlo grega e tomar aos nsteles as
ilhas Junnias, e em geral chamar a attencao dos Tal-
cos e das potoucias occidentaes sobre as fronleiras de
Sud-oeste, afim que os Russos podessera por all ven-
cer iqais depressa o exercilo de Ornar Pacha, antes
que as potencias alliadas viessem ao encontr com as
suas torcas. Somonte estas tendencias dos Gregos
nao tem o sentido de urna submissaq ao protectora-
do da liussia, e n.o podiam ser de tonga duracOo.
Na Albania a i-mreao fez grande e rpido pro-'
gresso; lodo oJmvSe levantou sob o estandarte da
cruz, porque foi em,nome da igreja' catholica qoe o
movimenlo se produziu.
llexpanlut.Asilnaco crilica deste paiz nao tem
mclhorado. Soube-so qne ua dala de 22 de feverei-
ro toda a Hespaliha foi declarada em eslado de sitio ;
o ministerio, a rainha Isabel II, permanecen! firmes
nesla occasio. Desde que o general Jos de La Con-
cha fora preso em Almunio, o governo que Uvera
aviso dos seus actos em Saragoca, ordenara que o re-
giment da Cordova, commandado pelo, brgadeiro
Hore, sobre cuja fideldade haviam suspeilas, fosse
enviado a Parapelune. A 20 de feverwo esto regi-
ment devia deixar Saragoca para o seu novo desti-
ne, e foi precisamente esto que se subtevou, com o
seu coronel testa, apoderando-se'do fofle Aljafario,
se tornando senhor da ponte do Ebro, prendendo e
armando todos os burguezes que passavara por aquel-
le lado. N'ura recontro dos mais vivos o brgadeiro
Hore cabio'ferido com tres balas, e a desordem nao
lardn em se manifestar as fileiras da insnrreii*ao, e
rcslabeleceu-se a Iranquillidade. Nao. se profera
um s grito de natureza lalquc desse a conhecer a
bandeira dos rebeldes; espera-s que a represso del-
ta-desordem assegure e consolide a existencia do -mi-
nisterio, legitimando s seus actos.
Faca* industriaes^Do oosso continente europeo,
onde as ameacas da guerra iofluem sobre lodos os
inleresses, segue-se com olhos de inveja o desenvol-
vimenlo commercial e industrial, de qualquer grande
eslado, que, como o Brasil, so acha sobtrahidoa todas
as aguaraes do nosso vdho mundo. Soubeinos que
a existencia de urna mina de carvao depedra fora
verificada na provincia do Rio Grande junto da cida-
de do Triumpho, que as primeiras tentativas para ex-
plorar liveram resultado favoraveis.' Este carvao
que nao he de chamraasassimcoraoodosEstados-Uni-
dos, nem por isso dei varia de ser de nso inferior a
outros carvoes. A explorarlo em grande lera bnm
xito ; isto nao he duvidoso, e a provincia do .Rio
Grande tornando-se o imperio do corobuslivel exlra-
hido, podera fornecer navegaro vapor do Prala
por prero que far concurrencia mni viva ao carvao
estrangero. He isto urna eventoalidade inicuamen-
te industrial.
A revista dramtica desla quinzena ofierece um
fado de importancia: he a Estrella do Sorte, de
Meyerbecr, opera cmica era 3 actos.
A primeira represenlacao reuni na Opera Co-
mique ludo quanlo Paris conten de grande, illustre,
e elevado no governo, -as sciencas, as lellras e as
arles. Anda que a sala fosse dez vezes mais vasta
nao leria podido conler a mullidao que se inscrevia
ha dous mezes no escriptorio do theatro. O lanc
d'olhos era esplendido. As senhoras Irajadas com
vestidos de baile, rivalisavam em belleza, em rique-
za e em elegancia. Estrangeiros da mais alia ds-
lincco vieram de proposito assislir. A Inglaterra, a
Blgica e a Allemanha enviaram os seuscrilicos mais
habis e mais competentes para lerem noticias promp-
tas e certas desla eyentualidade musical. A Estrella
do Norte he urna obra prima digna do' illuslre mes-
tre a quem o mundo ja deve estas Ires grandes e
ramortaes creaces, Roberto doDiabo, o lluguenot
e o Propheta.
A Franca solTreu duas grandes perdas, nma as
sciencias, a outra as lellras. M. Blanqui do Institu-
to, M. de l.amenuais. De oulra vez nos oceupare-'
disse urna
ram-so com- piios-
lie irre-
Irs de si
Senhora coodessa de Vauvilliers, espero Suas
ordens.
Esse nome soou -como urna harmona divina aos
onvidos de madama Charpiou, a qual radiante, de
alegra chamou o guarda do commercio, e disse-lhe:
Pode relirar-se, j concordei com o senhor
conde.
Mas deixou-lhe os autos. Armand comprehendeu
. qi ie a arma ficaya-lhe sempre suspensa sobre a cabe-
( a. O inimigo nao quera depor as armas senao de-
jioi s da assignalura do tratado de paz. He verdade
que Armand nao linha o menor desejo do sublrahir-
se s consequencias dessa paz. O accordo era perfei-
lo de ambos os lados.
a a tarde Mr. de Vauvilliers janlou com mada-
ma Cl larpion, o volln para casa triumpbante.
Elle nao teve um pensamenlo, nem urna saudade
de mad ama de Flize.
O un Ico senlmenlo que expermcnlou foi talvez
alguma admiraro. A audacia de sua fortuna sor-
prenda- o um pouco. Arruinado e sem apoio certo,
elle achav 'a repentinamente ama m3o para salva-lo.
Esse resu liado de urna entrevista, cujo comeco tan-
to o assusl-ra, convenceu-o profundamente do que
nada esi inteiramente perdido para quem sabe ou-
sar. Sua vida pareceu-lhe a mais racional de todas,
pois o soocesso a coroava, escu condotlicrismo pari-
siense nao deixou-llie o menor rcraorso.
armand era um homem, .que bavia separado a
cosciencia c a moral de sua personalidad.;, assim
como decolam-se os mos ramos das arvores. Corta-
das essas eminencias do enle, nao ha porta baixa por
onde nao se possa passar. Armand lancnu sobre seo
futuro um olhar claro, .eprotestou comsigo mesmo
pretender.ludo lego que entrae ao gozo dos cem
-_:, r..Mi ilp ramia de. Felicidade.
. de Vau-
re a acrao
Armand nada mais linha que esperar
Helena, e Fauslina, a qual elle Iludir
inevilavelraente impar condifOes antes d
em lira-lo de Clichy. Essas condirOes .
conhecia. Assim, eulre duas mulheres de
gem, mas das quaes urna era irreprehena
conducta ao passo que a oulra eslava m
olhos de todos, nao bavia que varillar.
Felicidade era mais rica do que Fauslio:
Mr. de Vauvilliers Tez todas estas r
um segundo. Depois iuclinou-se sobre a
licidaile. tu>iinu-np disao.lho
mil francos de renda de Felicidade.
Decididamente, disse elle comsigo, a linha cur-
va he o caranho mais curio de uro ponto a oulro.
O monologo interior a que se cntregava, leria pro-
vado aos mais incrdulos a que cynismo, o excesso
de lodas as poiJOes tem fatalmente conduzido certas
almas nestes lempos de perturbac.6esem que nos agi-
tamos. Armaod linha tal desden i repulacao, e lal
desprezo sociedade, a qual sondara como um mer-
gulhador sonda o Ocano, que nao duvidava de che-
gar.a ludo.
Cem ral francos de renda pareciam-lhe urna cha
ve propria para abrir lodo. Quanlo ao passado, era
urna bagagem que convnha repudiar. Depois de ri-
co, niuguem obfa como quando eslava alcaocado.
mo" de 'e-J Os' olhos da spciedade nada veem' atravez de tres
milhes. HH
lo lado de
, quereria
8 consentir
Vrmand as
. igual ori-
iv el em sua
aculada aos
Alm disso
i.
eflexGes era
Paria 6 de marco a<
A 2 de mar^o, lev
dos marechae*n ab
18.it. O ceremonial foi
todas as recepcOcs solemn
rei a este respeilo. No
le representativos, o chef
pessoa ao seio.da assemblea, bol
nario na pessoa daqtielles que.
fado lambem linha lugar no teJ
e na monarchia de jnlho. Out|
coslumes. Verdade he
caminliavam ab lado darealeza
legislativo e o senado i
dos de Napolea.HI. e
a seus criados,
citamos, e sobrelu
so que resume em s
so da coroa he i
luatidade. O discurso de
espectativa geral. Nao noj
A preoccupacSo do momj
mente s a Austria seria j
discurso da corea nos deixou
mo estado que dantos: jul|_
Austria que So .pode ver
lecimenlos que se prepara
lianca e vira desl'ai
ralidadeede jnsli
mos. A Austria enlr|
eis-abi nm futuro que^rl
Quauto Prussj
de que nao i
potencias prelendfl^^^H
mada ; pois qae w
acadasde um
de acontecer,assin
Isto n3o in>]
ao termiuar o seu d
cha com npseo conlr
lhe communique um Ir
Nem nos pergu
em Constautinopla !
fender a causa
ilireilos-dos chrisl-
dade-des mares e a uo*
terranen. Vamos
a conserrar a-catei,
rer obtiga-Ut a d
fronteira* contra
omnipotente. Em fim
que quercm o triumph
civilisacao. n
Esta mane Va de pi
urna especie de vassaila
proleccao que lhe prodi.
ce rio rancor contra ^^^H
lac do Oriente, e nao r
no-isa alliau'ca.
O discurso
, a' Nesla crcum-
em todas aquellaa|flH
para o. paiz, cdtltc
effeilo tenho sem[
meatos generosos
liado ua vossa coai
em- a tineerida-ie da<
ando sobreludo i
gar dentro em po.
der mais perlurl
Eis-abi o paragr api i.
curso cuja primeira' parte loda^
s versa sobre a ins ffici
em 10 milhoes de hectolitros uj
do_ um valor de per lo
Mas a preoecupacao do niom-1
isso esla tonga memor
pela assemblea. Apeni o I
plausos; por isso o eiTc
Assim que se conclu
corpolegislativo e do senado
lugares respectivos danisoas w
cometo' aos seus tr
o governo lem apr.
maior parte he relativa
mos e de imposifoes cX
dos indigentes e das clasi
Mas ha duas quesles m
toes de inleresse local;' be
questao do emprestimo. Ha pon
uo apreseutod ao couselho de
18.55 equilibrado sobre
conselho de eslado aven
mas o imperador mandn
nenhuma, eo couselho de estai
mente. '
desde mullo
para chegat
bolsa. Afiual, honlem, 'pela nm
projecto no conselho de > estad o
no mesmo dia por M.-I teroch*
O governo exige a auto.risacao
livrd dos lituloSde rend s um vale
algarlsmo do emprestinio pedido
ras despezas da guerra. O corpo legislal
de impedir que asdiscuss esdemasiado pr
desla le nao causassem co ufusio'na bolsa,
iramediatament para exa mina-la.
O jornal de, S. Pelersbu rgo de
passado pubhca'a resposla c lirgida peto i
Despindose para gozar de um repouzo que to
bem ganhra, Armand mirou-seem um spelho. Sua
fronte comejava a desarmar-se no cimo, e as rugas
sutcavam-lhe a superficie assombrada ; suas palpebras
inferiores tiiham essa iuflammacao, qued o habito
das tongas vigilias e da devassidao; suas faces lioham
urna cor de chumbo coberla de linhas vermelhas,
seus heicos eslavam descurados, e os lagrimaes dos
olhos avermelhados. As agitaeftes dessa vida ator-
mentada e libertina haviam deixado seu cunho nesse
semblante envelhecido antes de lempo.
Bem, disse elle, meu semblante tende para a
poltica ; he preciso que o naraorado venha a ser es-
tadista.
E depois deiloi-sc.
A essa mesma hora Orna carruagem de posla en-
trava em Paria pela barreira do Tron, a qual vnha
de Strasburgo e condnzia madama de Flize.,
Era urna dessas noles, qiie Irazem memoria o
mez de dezembro no mez de maio. A chuva caba
como se fosse penerada pelas nuvens ; o co baixo e
escuro cobria com seu zimborio impenetravel a ci-
dade Unanle de fri; a agua dislillava das casas.,
gotejava dos ledos, e corra como lagrimas nexgola-
veis de todas as arvores, donde brolava a seiva.
Pareca que a cidade loda cborava.. Os reposos
de gaz luziamas calcadas, trac,avara pasmas sol-
eos de fogo, charcos brilhantes, c voltas luminosas
que crepitavam de baixo dos ps dos cavallos, o dis-
persavam-se em faiscas.
Nao hvia utras lojas aberlas no bairro de Saint-
Antoine senao um peqoeno numero de armazens de
vinho, onde bebiam anda algunaobreirs j embria-
gados. Uns retiravaro-se varillando, outros repo
pela centesima veze cora voz avinhada os estn
de alguma canc.io bacchica. Patrulh de guardas
municipaes passavam silenciosamente pelas vendas
apandando os cantores mais turbulentos, eos ocio-
sos mah indecisos.
Quando a carruagem de posla chegou praca, lu-
do eslava deserto; Os mnibus nao circulavam mais,
os thealroseslavam vasios e n dnas liuhas
de fogo, que srpenleam di na de Julho
at iRreja da Magdalc, o sobr o asphal-
to paludo e luzenle como nm espelho.
O aspecto d grande cidade -muda entristeca os
olhos; as ruas.que.lermiqavam nos boulevards co-
mo ribeiros em um grande.rio, abriam suas pers-
pectivas profundas e nenras salpicadas de estrellas
como as avenidas solitarias de urna cidade myslerio-
sa. As casas linham fechado as janellas que lhe ser-
veradeolho, eapeots viam-se claridades perdidas
uas mansardas, essesdomici (ios ac.
oa da m ser I
No canto da ra Grange Batelien
jockei club radiavam na esc iridio,
ra Richelieu, Helena ouv io
orchestra, inclinou a cabera c
de.um baile pelo qual a long, '
eslava luminada.
Esse baile o o jockei dub.ten axeraB-l:
ria a vida passada por lados^di. uer
unta visao.
Madama de Flize alojoa-se i >m ara Ik
Rivoli, nao longe da roa da Paz, onde man
ma de Monchenot, a qual ella in lo:
gada por um bilhele.
Carolina acudio'immedialanienl e. s
que a esperava, tendo a porta d
te, e lanr;oo-se-lhe nos bracos.
*As lagrimas que- aml
uas de fallar.
Depois que setraiiquiHisara-
conlon a Madama de Monchen. '?'S
Armand a deixra. Carolina Wme en-
ja tristeza profunda e grave -. aflih
lhe esperances pelas perspecl ivas <'
possivel; mas Helena abanou a cal
Serei tanto mais severa para
quanlo raen marido foi melt ior,pai a mira. Qoerc
que elle saina que juiz de mi uba alta, |condenei-
me mais do qne elle fez.
Helena (ola emmagreculo h orrjvi 1 mente em poa-
prcell ana cobria so as faces
-; om circulo azul rod ava-lbe asptoebras
fatigadas pela iusoiunia e pelas lagrimas ;'sinfroaos
estavam ddgadas como as das imageus da Virgem,
que pintores aoligos pinlavam n as,vidrasas das igre-
inbama alvura Iranspare nte do alabastro. A
m Se sua airo lia-e-lh e nos olhos p
!: i ndos comoomar.
Melade da noile passou-se 'era elfusoes" quaalrvis-
vam o espirito de Helena. -E1U deu parle a Caro-
lina do sua resolucao de deixar o mundo, renunciar
a sua mocidade e liberdade, e santificar sua vida
tao perturbada em seu vero,
Sers cora meosTUhos o u llimo laco que roe
unir a Paris, disse ella terminar ido.
Masque pretendes fazer?.' pergunto-lhe Ca-
rolina inquieta.
Retirar-me para o conven lo" 3'as Agoslinhas do
Sagrado Corado de Mara.
(i :

da Russia
Esta
ador dos Franczes.1
crno consonara cm segredo appa-
passado no Moniteur, roas depois de
ubln-ada pelos jornaes eslrangch-os. Este
lo diplomalico tai escripto com urna liabi-
^Hkulur, eom urna de franqueza
hale que devcm seduzir aquellas pesoaa.que,
seguido desde o principio a quesillo do Ori-
^rebeode-se tambem que o governo fraa-
^^jo- perigo na respectiva pubueacao. O
da Bossia ^^ ^o
| nni fado evidentemente falso ; e este
vexadmUido, rou delta consequencias
ara lgicas.
*^^%gesladealtribu occopacaodosptiu-
[dos o inconveniente de ter sbitamente trena-.
portado a queslo do dominio da discossao para o
** t,c*ofc Has te esquecc que esta occiipacaq, ain-
1 Purme"le eventual, foi precedida, e-em grande
to occa mu fado anterior imti grave,
quadras combinadas oa visi-
!em de queja muitoantos,
lietitavaem adoptar cou-
^^^Hp' comminalario, Vossa
rtmeiro envin sua esqua-
meira vez
a mentira : s depois da
los fot que as escuadras appa-
isiuhancas dos Bardrtenos, e de cer-
"ii mulla reflexao. Eis-aqui
'lis srrave:
lemedianeirono
SJSlade, se pretenda fa-
dadosmeus feimigos, ntao,
s digno de Vossa Mages-
*. declarando-me guerra...
a, M agestado pela pri-
s declarares verbaes que se me
n aqu, anda nao me trabara dito nada a este
ndoao mesmo lempo es mau-
o das Uopa trca sobre o seu proprio ler-
poteudas resolveram 'vedar-no* a
> do Mar Negro,... Anda que Vossa Ma-
deeida.nao sera diante da aroeaea que
e-bao recuar. A minha confianza est em
Deo e no ufen dtrito, e a Kassla, respeosabiliso-
B por ato. sabera morfrar-se em 1854 o que foi em
1812..
O jornal de S. PWersburgo, depois da caria do
mi trctps, publica um manifes-
qne annuncia ao seo povo que se prepa-
guerra santa:ha oestylo dos cruzados.
tonel: ueir seguinle :
alendo em favor dos
tnidos que professam a f de
^^B aa voz para
ihjsso aaivador! qne temos nos a
lo,
os seus inimigos
s se fazem na Russia para
ipte esl' para travar-se. O
'do fim de marco, leria um
cm armas, Um va-
se qne S. Pelers-
imeoto onde s lia
me em Fran-
Os estateiros de rnarnha, m
de projedis ile guerra
noile. Em toda a parte o
i duplicado." Em Vin-
21,000 cartuchos por dia ; o
Aqui organis-se una
lo armados.
io que foi nomcado ge-
> expedicionario do I,e-
a evitar'es conflictos que
las vtees-entre o general em che-
lor, q mareclial S. Arnaud reunir
as ''i s.. A ana partida esl annuncteda
para quinta fera. Recber o ordenado de 80,000
f. por mea e 400,000 para se cslabeleccr. A sua
i edita que elle possa re-
sucoessos que o a-
ienle. Sen embargo, parece qaie
eranca. Na'nllima re-
cepca-
f niaio nao restara um
s tropas que devem. fa-
, eslao Cm cami-
reeese.devein a-
A prtfneira divisao
inda a 15de abril, Por
antes do' fin de- abril
seria, salvo se honver
anda nao esl oflsial-
Dizem que ha poneos
es enviaram a S.
o por objeclojle-
I os principados al 15 de
l para responder ; o seu'si-
em ur.ia recusa, e enlflo a
arada.
orcosamtnte as hoslili-
e no mar ; limilani-sc a
aigumas esc am impodaucia. Ha lem-
l,esl,i < Mar Nezro que as esqua-
: igadas a se abrigarem
presente s lem acm-
i sobre as castas da
caso iicm)iib el rei modificar o systema.adop-
tado
lia poneos das so doram dous fados mui signUi-
calivot, e" que provam com evidencia, que o ele-
niciilo republicano n.lo est ISo aniquillado como
queriam faer crer. O prjmeiro leve lujara H dft
fevereiro, diado annivewario da revolntiVode 1848.
i. seiembre que depVjis de 2 de dewsfclreo, um
B de Lnix Napoleio aboli todas as feslas
^Baes, sob preten ,zim lombran-
cordacoes dolorosas,' e so conservou a resta de
rS do agoslo, aniversario do nascimenlo de Hapo-
leto T, como represenlando a era nova o gloriosa
da Franca. He mui singular que NapoleSo III pa-
reca votar um odio tao vilenlo rcvolucao de
48> Com efleilo, sem esta pobre rcvolucao, onde
estara elle O qne seria elle? Um avenlureiro arras-
tando o seu despoilo ambicioso e imporlanle m
Ierra eslranha I A revolucBo levando n generosida-
de al a cegueira, abro-lho as porlas da mai patria,
e fez de um exilado obscuro um magnifico impera-
dor. B'ctte aecusa-a, e renega-a! Decididamente
he um ingrato. Mas ha homens que lem a memo-
ria mais agradecida, e que volaru no fundo do co
racao um culto religioso a esta rcvolucao I3o a-
lumniada. Por tanto, a i de fevereiro se diri-
giram praca da Baslilla, a lim de depor coras de
immortaes sobre os tmulos dos seus rmaqs mor-
ios em defeza dh liberdadei O governo instruido
de sejicllinnlis disposices, imaginou suiTorar a
manifestado republicana por urna inauifestacao na-
polionina, cm favor da guerra. Alguus agentes de
polica disforzados, antigos membros da sociedade
de 10 de' dezembro, devam confundir-se com a
mullidao., bradando : viva o imperador I viva a
guerra 1 morram os Russos Entretanto, o minis-
tro do interior antes de adoptar esla ideia nm pou-
coaudacosa, quiz consultar os commissarios de po-
lica do 12." arrondsement de Pars. Os funcejo-
narios subalternos costumam sempre applaudir as
uvenc5esi dos seus superiores, anda quando no
fundo do coracao as rcpnlem absurdas. Assra os
commissarios de-polica se inclinavam, em signa!
de asseulimenlo, esculando a. proposr,o do minis-
tro, quando um dos seus collegas, commissario do
faubourg Sanio Antonio.tevc a coragem de tomar a
palavra e fallou com tal salisfacao e lgica contra a
opporlunidade de scmelhaule manirestaso, Vum
momento em qnca falta de traballio e a caresta dos
vveres lem diado os operarios dos faubourgs,
qne o ministro pareceu abalado. Entilo todos os
commissarios de polica fizeram coro com o seu v-
lenle collega, e a proposiro foi abandonada. Mas
a autoridade quiz tomar medidas para embargar a
manifestado republicana : foi isto o que .leu luaar
asprisoes de que Ihe falloi na minha ultima carta.
Yo mesmo lempo o prefeilo de polica chamou a
sua presenca os chefes das principaes offldnas de
Paris,eeucarregou-os de previnir aos operarios que
nao lizessem reunioes, por que o governo eslava
na firme.inleusao de dcspersa-los immediatamente
por via da forca armada. Apesar desta ameaca e
lalvez por causa della urna mullidao iinmen-
sa se dirijo a 2i de fevereiro praca ;da Bas-
lilha que ja se acbava invadida por inspectores de
quarleirao e por espies armados de enormes cce-
les: Alguns gritos de viva a repblica foram prorc-
ndos, dispararam-se liros para a dreila o para a es-
querda, rizcram-se numerosas prisocs e tudo lor-
nou para o estado habitual.
Deraiis de qoalro das, apreseula-sc urna occasiao
para se fazer urna nova manrestacao, e o partido
republicano se, aproveilou della com avidez. O pa-
dre Lamonnais acaba\ a de morrer, decidio-se que
se acoropanharia o seu enterro,'O governo instruido
desle projecto, aproveilou-sc do tacto de baver o
padre Lanieuiiais recusado, al o ultimo momento,
os soccorros da rcligao, c prohibido que o seu cor-
po fosse levado a igreja alguma, pandar urna sa-
lisfacao ao publico e fazer que esta manifestado
era urna manifestacao ante-religiosa. Enviou urna
nota ueste sentido a todos os jornaes para annunci-
ar-lhes que a autoridade se achava advertida, c
que havia- lomado as suas medidas para que os
prenles e amigos de M. de Lamennais possara a-
companhar otnlerro; Urna lista foi dada a polica
pelos ejecutares testamentarios; e lodas aspessoas
quenao figuravam ucsla lista foram arredadas pelas es-
quadras depermanenles. Esta mullidaocalculada-em
20,000individuos, relrocedeuparaa praca da Baslilha
poronde o prestito devia jiassar para irparao cemiterio
do P^c-ta-Chaise. A guarda municipal a cavallo que
eslava estacionada na prara rarregou sobre a mul-
tidSo para dispersa-la ; cffeetuaram-se perto de 300
prisoes no mesmo lugar, c ludo concluio-se. Os
jornaes receDeram ordens para nao fallar as oc-
eurrencias, e as folhas minislcriaes da tarde, tal-
lando do enterro de Lamennais, noticiaran) Fran-
ca c Europa, que ludo se havia passado na me-
Ihor ordem. Eis ah como o governo escreve a his-
toria.

DIARIO DE PERMMBUCO, SABBADO I DE
panh.
Asia.
O carna\,
(as a:
iil-tir
xeCo
suasrelarOH
iw ocj
duqu
nnia opiniSu
luido, mas entretanto as fes-
erte. Um principe alle-
>ourgose dignou visilar-
ts honras que convem a Uo
.Vssun todos os das ha festi-
xlraordinaros na opera, con-
stas, etc. Sabe qne cos-
com perfeicao. Dizem
>ae Cobourgo involve
diplomalico. Releva acre-
i artigo seguale publka-
R. o duque reinante de a-
samatancias actuaes lem um
il de sr apeado. A
i dai
ledmwtoqne
^^^^^^^^^^^^^^Baropa,
.partencia a
EolSo con-
iiintc ar-
^Bihoui :> i: hahitanb 123,000;
orne is Stm contar a resnra.
i-lcilo do artigo
,-m .leste joven priii-
de admirado aqui ;-lia
u descoberto com o im-
^Fatislriaco branco, ciiin
lado por urna ponte, o que
nano .lo bailo imperio-.. Km
ara com oSpriu-
-xe Cobourgo lie
i Uistiuda, o
i p'apcl
anda
Os emigradoAPolacos se querem aproveitar da
guerra que se prepara cdnlra a Russia para induzi-
rero a Inglaterra e a Franca a reconstruir a sua na-
cionalidade: he islo mui natural da sua par(e, e he
da poltica angolo-franceza impelli-los nesl estra-
da para crear embararos Russia. Mas eisaqui um
boato bastante eslranho, viudo nao sci de que par-
te, e que depois de alguns das se espalhou no mun-
do polilico, he que pela sua parte, o imperador da
Rnssia linlia p projecto de ressnsciter o reino da
Polonia e da-lo ao seu tereciro filho. Certas dipl-
malas acredilam com rauta razao, que eslc boaln ha
sido espalhado de proposito, pela Franca e pela In-
glaterra, para augmentar as destonfiancas da Aus-
tria e da Prussia para com a Russia e decidi-las a
entrar na sua allianra. Com effeil, estas duas po-
tencias alleraaas nao veriam, sem nquclac.o, re-
conslituir-se- um reino, cujos'despojos ellas parti-
Iharam com a Russia.
Todos os Russos residentes em Pars voltaram pa-
ra S.Petersburgo segundo as ordens do seu governo.
A princeza deLiewciifoi urna das ullimasque dcixou
a uossa capital. Dizem que os seusadeores aos seus
amigos polticos c a outros, foram mui pafoticos: o
proprio M. Guizot diorou. Paris. lie a residencia
da predeccao dos Russos; por isso foi mistej urna
ordem formal do imperador para decdWos a par-
tir. O Rosto respira livremcnte em toda a parle ex-
cepto na Russia. Assim o rompimen lo das rclacOes
diplomticas entre os donspaizes foi paramuilos
Russos um arresto de exilio. Um deltas praticou um
aclo heroico para evitar esta condemiiacao. Poucos
diasantesda parlidadcM.deKisseleff.foi procurar o
barao de Bouneltild e Ihe disse : barao, lenho um
grandefavora pedir-lhc.-Falle, principe, cston s
suas ordens. He forca que hoje mesmo me fa5a me-
ter em Clichy ( Clichy he a prisao por dividas;. O
barao recua espantado ; sabe que o principe lie ri-
co da milhes. Mas, principe, vossa alteza nao me
deve nada.Nao impurla ; passo-lhe urna letlra de
18,000,000 de francos, nao a pagarei, o barao ob-
ter um mandado, e cu irei para Clichy : barao,
salve-me a vida. O barao se dcixou enternecer, e
no dia seguiule o Boyanl leve o prazer de se ver
preso. Mas escreveu a M. de KisselelT para pspor-
Ihe o embanco cm que eslava : he mistar que elle
escreva para a Russia para ler os 18,000,000 f. De-
pois de alguns correios a somma he rcmmctlidaao
principe, quedeelara eiilo que fica em Franca, e
queabandona o resto da sisi fortuna ao imperador
da .Russia.
HfSlL
honra <
ves tcm occo
''"HjfiVija.U.Cot .bu. Umcoro
overn,
refugiara m c
Jo (lio.- Dizem que seo
i'slrangeira em Afric a.
incorporado na
RIO DE JANEIRO.
20 a*marco de 1854.'
or decreta de 15 do correnta mez foram nomeados:
Arcediago da callusdral do Par, o chantre del
Muundo Severino de Mallos.
l>Jonle do subdelegado da fregnezia
uionio lves Bolelhe.
,
a prebendado Antanio Eleulerio de
u urna cadeira di prebenda iuleira
rges Ferreira e Silva na fre-
oora da Escada deOlivenca.
o lagar de juiz municipal e
rmo da tilla do Conde, da provincia
I
..Apraposicao real i pedindo aos estados as verhas
uecessanas n lomar para fa-
lade decidido
n debate prtaa^jtans da
^nrriMa^py di -Fn, e depo- de urna breveidisrus-
Ha "r.leil s de is hurguezes e dos caropouezes,
as qualro orden-1 y0i iram a proposicao.
oJnlgamos prQxktt orecoiihecimento oflicialpela
Russia da nossa neul nlidade, e sajemos qoe em
1
j -
I UdillS.
Foi aceita
i-nca que fez Francisco Joaqun)
da Silva Juc lo primelro tabellio e escri-
vio dosorphaos da vilta de San MigBel, na provin-
cia das Alagoas.
. Por decreto de 16 domesmo mez foram nomeados:
Majores-rindantas de ordens do eommando supe-
rior da guarda nacional dos municipios de Vianna e
Mearim, da provincia do Maranhao, Tiberio Conrado
ele Souza e Francisco Salazar Padilha.
Capilao-secrelario geral do mesmo eommando, Ig-
nacio Antonio Mondes. *
Capiao-cirurgiao-mr dito dita, Manoel Lopes de
Magalhaes.
Capilao quartelmeslre dilodilo, Jos Joaqoim da
Silva I.eite.
Foram reformados:
O tenente-coroEel da anliga guarda nacional da
provincia da Bahia, Joaquim Ignacio de Angao
Bulcto, no posta de coronel da mesma guarda.
O mnjor do exlindo primeiro corpo de cavallaria
da guarda nacional da cidade. capital da provincia
de Saata Calharina, Jos I.uiz Goncalves Sabro.
Por decreto de 17 domesmo mez foram amnistia-
dos Flix Jos Camelro Barros, Jn3o Carneiro da
Silva Bellro e Francisco Jos de Barros Silva J-
nior, que se achavam pronunciados pelo crime de
rebelliao, que leve lugar na provincia de Pernam-
buco.
Foi perdoado aJoaquim Alvos Ferreira.o resta do
lempo que Ihe falta para enmprir a pena de 17 an-
tros, tres mezes e 20 dias de prisSo, e mais um anno
de gales, a que foi condemnado por sentenca do ju-
ry do termo de Formigas da provincia de Minas Ge-
raes.
Foi commulada a Joaquina de Jess Mendcs. em
200, para o imperial hospital dos'Lazaros, a pena
de dotis mezes de prisao simples e mulla correspon-
dente melada do lempo, em que foi cndemnada
por sentenca do subdelegado da freguezia de San
Jos dcsla corle.
Foi concedida ao brigadeiro I.uiz Manoel de Lima
c Silva, commandanle superior da guarda nacional
da comarca da capital da provincia de San Pedro do
Rio Grande do( sul, a gralificacSo annoal de 1:200
emquanlo estiver no exercicio do dito lugar.
-><....
PROVINCIA DO PARAN'.
Coritlba 1 de marco de 1854.
A qfladra corre loda eleitoral. Os partidos csto
em campo : disputa-se a primaste, seno dos princi-
pios polticos, ao menos das influencias lncaes.
Os partidos chegaram, felizmente, a um accordo.
Eslipularam-se as condic/ics, e a deirao primaria pa-
ra a de um senador, principiada no dia 26 do mez'
findo, (erminou honlem pacifica o regularmente.
Na capital concordou-se em que cada um dos par-
tidos dsse melado dos eleilores para esla eleico :
cada qual volou nos seus. Assim, a maioria ficar
sendo conhecida smenle pelo numero dos volos que
blenlo em resultado os respectivos eleitores.
O concurso dos volantes foi numeroso, o nunca a
Coritiha vio eleices mais pacificas. Ouir'ora, um dia
destes era um receio conslante da perturbarlo da or-
dem, um verdadeirodesgosto para as familias dos pa-
cficos, habitantes da cida'de. A' vista de homens ar-
mados de trabucos, espadas o faca de ponta, aflluin-
do para a matriz, de lodos os pontos dos arredores,
fanalisados pelo espirito de partido, vidos 4o rixas,
era urna cousa horrivelmente assusladora. A Cori-
tiba con verlia-se enl um campo do balalha. A menor
desa venca se pedera converter em um sanguinolen-
to drama.
A lista trplice pura a senatoria, em que concorda-
ran! os partidos colligados, dever ser composta,con-
forme se diz, do barao de Anlonina, de Manoel Gon-
Calves de Moraes Roseira e do lenenle-coronel Mo-
'dcslo Goncalves Cordeiro, tres cidadaos cslcs bastan-
temente nolaveis pela probidade, fortuna eservicos
e mais qualidades que os recummendnm.
Na cleico do depulado i assembla geral, a que
se lem de proceder no dia 5, cada partido volar no
respectivo candidato : os saquaremas ou aueudos no
Dr. Antonio Candido Forrara de Abren ; "os luzias
ou farrapot nosDrs.Anir-o Francisco de Azevedn
e Josino Marcondes de 0 %ira e &.
Dos saquaremas s montono a Antonio Candido,
por me constar nao haver presentemente oulro desse
parlido, que solicite dos eleilores a honra de repre-
sentar a provincia. O Dr. Joaquim Ignacio Silveira
da Molla, de quem fallei em urna das minnas car-
tas anteriores, dizem-me 1er dcixado a soa causa
correr revelia. Ausente da provincia no lempo em
que os oulros candidatos se achavam j em eampo
Irabalhandoparaa deptitacao, o Dr. Molla dcixou-se
atrasar na sua pretenco, lalvez desanimado do re-
sultado. Tendo por ultimo chegado provincia,
e adiando j feites as combinacOes sem coularem
com elle, dizem-rae estar resolvido" a nao appa-
recer.
.As probabilidades da victoria enntnuam em favor
de Antonio Candido, e agora ainda mais com a reti-
rada do Molla.
Para os vinte deputados provindaes, a cuja eleico
se lem de proceder em aclo consecutivo do depn-
lado geral, accordaram os partidos, por.conselho, di-
zem, que do presidente da provincia, cm que cada
qual apresentasse'dez deputados.
A chapa organisada em virtude desle accordo lie a
ABRIL
DIT854.
por dias Ihe soube oppr nma heroica resistencia,
auxiliado por dez homens armados que com elle se
achavam, al qoe desta critica suaco o veio tirar
urna forja mandada em ten toceorro pelo subdelega-
do do termo Francisco Manoel de Asss Franca.
O governo, apenas informado destes tristes aconle-
cimenlos,expedio orna forca deprimeira linha.com-
posla de doze praca e nm satgento,anm de estacionar
na villa de Guarapoava em subsliluicao das pracas
policiaes em sarvico, enja ditciplina fronxa e Irregu-
lar nia-battiva para granlir a sedranea indiridual
conlinumenle ameacida naquetles lugares' lao dis-
tantes, Creou urna delegada em Guarapoava, e no-
meon para delegado ao mesmo cidadio Francisco
Manoel de Assii Franca, qoe nesla emergencia pres-
tara lao valiosos qu3o promplos servicns.
O lenenle-coronel eogenheiro Hnrique de
BeaurejtireRohan-chegon um dia destes da sua ex-
cursao pelas estradas que foi examinar com o fim de
apresenlar o plano da que convm preferir por mais
commnda e breve para o Iitloral. Recolhidn em seu
gabinete, prepara os respectivos trabalhos para apre-
senla-los ao governo.
Aqui chegaram lambem ha dias, vindos dessa
corte, para servirem no corpo provisorio da guarni-
cao.omajorCaetano Manoel de Faria e Albuquer-
que, o lente Carlos Betbez Nery, os alteres Leoca-
dio Jos de Figueiredo. Guihcrroe Marialh, e alguns
cadetes. Dos queira que estes ofllciaes possam por
termo s dcsercSes infelizmente lao Traqueles no
corpo, e reslabeleccr em seu devido pea disciplina
militar, que at agora nao lem estado boa, apezar
da boa vonlade e diligencia do capitn Fernando Ma-
chado de Souza, qoe o commandava interinamente
na ausencia do majur Albuquerque.
! Carla particular.)
{Jornal do Commercio.) '
==
rEKMHIHCO.

seguiule, se eslava bem informado um eleitor que
m'o disse :
Bacharel Jos Malillas Goncalves Guimaes.
Manoel de Olveira Franco.
Manoel Antonio Ferreira.
Joaquim Jos Pinto Bandeira.
Padre Agosliqho Machado Lima.
Bacharel Jos l.ourdnco de S Ribas.
Francisco de Pauta Ferreira Ribas.
Manoel Ignacio do Canta e Silva.
Jos Marqoes de Souza.
Bacharel Francisco Jos Correa.
David dos Sanios Pacheco.
Bacharel Jesuino Marcondes de Ojiveira e Si.
Manoel Goncalves Marques.
Modesto Goncalves Cordeiro.
Manoel Goncalves de Moraes Roseira.
Antonio Jos de Fari.
Manod Antonio Guimaraes.
Manoel Leocadio de Oliveira.
Fernando Antonio de Miranda.
Antanio de S Camargo.
Nn dia 22 abrio-se o jury da capital. Havia s
menta dous processos a julgar: um contra Manoel
de Sant'Anna, pelo crime de roubo; tai absolvido:
oulro relativo aos criminosos comprometlidos na-
quella horrivel carnificina de S. Jos dos Pinhaes de
1852, de Irisle recordaran.
Nesla ultima questiio appareceu o espirito de par-
tido a querer sobrepujar a judien publica com osall-
(igos coslumados escndalos; e a nao ser a prompta
c enrgica resnlucao do presidente da, provincia, a
lei leria sido vilmente Iludida, representando-se em
seu nn.-ne urna grosseira comedia. Alguns exagerados
parlidariosque interessavam na absolv ic.io destes reos,
empenhavam-se para que nao houvesse da parle do
promotor publico.appellacao da sentenca para novo
jury. Conlavam com certeza com este resultado, e sa-
lisfeilos ji de anteman se congralulavam. O promo-
tor publico interino em exercicio, Dr. Jos Lonrenco
de Si Ribas, do mesmo parlido dos reos, isto he, do
parlido farrapo, julgando em consciencia nao se
achar no caso de acensar os-seu alliados polticos,
averbou-se de suspeilo, e rclrou-se. O juiz de direi-
lo nomeou para o sobslitur aoDr. Jesuino Marcon-
des, que, aceitando o cargo, preparava-se aexer.
ce-lo, quando o presidente da provincia, infor-J
mado da marcha que iam levando as cousas, e o 'js-
candalo preparado, nomeou promotor ao Dr. J ose
Mathas Goncalves Guimaraes, o qual, apresen .tan
do-se immedtatamente com o respectivo titulo n a jj.
la do jury, pedio ao juiz de dircilo que, vista nj
adiar elle ao fado do processo, houvesse-de a diar o
respectivo julgamenlo. O juiz de dircilo nao p oaedn
deixar deannuir a lojusla reclamacao, e tambeni
porque faltavam testemunliasjquecstavam er tugares
distantes, fechou o jury, e Iransferio para a sessao
seguiule a causa em queslo.
Este aclo do Sr. Zacaras tem sido geral mente ap-
plaudido pela gente bpa do qnalquer dos p artiidos. O
julgamenlo e a subsequente soltura da semelhaoles
criminosos emvespcrasdeelcicOes poderhi neulra-
lisar de alguma sorle a accSo benfica d a politjca
conciliadora, queS. Eic. se lem esforcado por p|Bll.
lar nesla trra, onde os nimos anda,(a'uto se resen-
lem das passa.las lulas, as quaesa de S. Jos dos
Pinhaes sem contelato oceupa o primeiro lugar.
Na quadra actual a menor imprudencia de qualquer
dos parlidos pode faier apparecr.a exallaciodas
ASSEMBLA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
Sessao' ordinaria em 29 de margo de 1854
l'retidencia do Sr. Carneiro da Cunta.
(Concluso. )
O Sr. Paes Brrelo: Sr. presidente, direi mui
poucas palavras, porque esta materia ji foi suflicien-
(emente discutida, quando a assembla tomou della
conhecimenlo em urna dassesses passadas ; mesmo
o nobre depulado, apezar de lodo o seu tlenlo e il-'
lustracao, apezar da antipata que vela a este pro-
jecto, nao pode hoje apresenlar i consideraco da ca-
sa novos argomentos, novas razes contra elle : tudo
quanlo o nobre depulado disse, j foi allegado con-
tra o projecto, e todava a assembla em sua sabedo-
ria enlendeo, que devia approva-lo tal qual Ihe foi
apresentado pela commissao de instruccio publica ;
smenle e nobre depulado descobrio de novo, que se
quera com o projecto estabelecer urna anarchia, orna
lula enlre os poderes legislativo e administrativo, por
isso que este eslava autormdo a crear cadei-
ras... .
O Sr. Oliceira: Lula, nao.
O Sr. Pats Brrelo: Man, me parece, que esla
anarchia s existo na imaginaco do nbre deputa-
todos os dias o governo he aulorisado para tomar
do
ssio que pedio o bacharel Pe^ 'deas e o choque das paltes com as suas falaes
sequcncias.
Arespeilo da seguraba individual temos a de-
plorar urna horrivel oceurrencia qoe leve ltima-
mente lugar em Guarapuava. Ha vendo os indios sel-
s atacado a raleada de Domingos,FloriaOo Ma-
no dia I. de tevereiro, conseguiram assassinar
o dita Machado e a mais oito pessoasde sua familia,
deixandoa'mais eineo gravemente feridas, de que
duas vierama fallecar pouco depois, e enlregarama
casa devassidao e ruina. Out'ro grupo destes fe-
ro7es Beduinos dos nosses deserlos, no mesmo dia pz
cerco i fazenda de Jote Nugueira do Amaral, que
certas providencias, e nem por isso a assembla fica
inhibida de lambem tomar providencias idnticas,
se acaso julga conveniente faze-lo. Porque a assem-
bla aulorisou o governo a crear cedeiras tanto para
o sexo masculino, como para o femintoo, nao se se-
gu que a assembla se quizesse despir de nm direi-
lo lo imporlanle, como he o do vetar sobre a ins-
Iruccao publica da provincia, e ainda quando a as-
sembla quizesse despojar-se dessa interessante al-
iribuicao, nao o poda fazer, porque a isto se oppe o
acloaddiconal...
O Sr. Braga : Mas fc-lo.
O Sr. Paes Brrelo : Nao; deu ao'governo es-
saautorisacao, mas nao despior-sc dodireilo de pro-
var as necessidades da inslruco publica.
Ora, se islo assim he, se pelo fado de se aulorisar
ao presidente a crear cadeiras de primeiras lellras,
nos nao' perdemos o direilo de- tambem crea-las, onde
esl a lula, a anarchia con o poder administra-
iivo ?
O presidente creando caddras de primeiras letlras,
marcha danlroda orjita da lei, assim como nos fa-
zendo o mesmo, praticamos aquillo para que estamos
aulorisados; cada um esl no seu dirdto, nio ha
Iota,nao ha a dcsarmonia como enxergoo o nobre de-
putado.'
Mas, senhores, diz o nobre depulado que, se o pre-
sidenta creasse estas cadeiras, seriam ellas muito
boas, mas como a medida parle desta casa, perdem
ellus esse carcter ?! Pon ventura os ados da presi-
dencia sao mais sabios do que os nossos ?..
O Sr. Oliveira : Nao, por certa.
O Sr. Paes Brrelo : Por ventura o presiden-
te l em mais ioleresse pelo hem publico do que esta as-
sembla J
Senhores, eu tenho loda a consideraco para com
0 presidente, eslon persoadido de que diese interes-
sa grandemente pela prosperidade de Pernambuco,
mas de certo nao mais do que nos. {Apoia-
ios.)
Di.t o nobre depulado, que ha povoacoes mais im-
portantes do que aigumas villas, e entao se havemos
de crear cadeiras para todas as villas, creemos antes
para asi povoacoes mais populosas : mas o nobre de-
pulado nao reparn, que pelo regulamenlo que hoje
he lei, smenle o presidente pode crear cadeiras as
villas e cidades populosas...
O Sr. Jugutlo de Oliceira : Ha exemplos em
conlraf io.
OSr: Paei Barreto : Mas csses exemplos nao
destroe m a lei, e por ella smenle podem ser creadas
cadeira s as villas e nio as povoacoes.
O Si'. Oliceira : Trala-se das povoacoes.
O Sr : Paei Brrelo : Mas porqoe nao havemos
de tazei r o que podermos ?
Nem diga o nobre depulado, que esta projecto in-
volve et tusara ao presidente, que d a entender que
elle tai i segligente nao creando a s cadeiras para qoe
eslava a ulorisado ; porque o presidente pode enten-
der que nao convm essa creac, e mis entenderme*
diTwa mente, divergimos de opiniao, mas nao ha of-
eusa n isso,
Quet r o nobre depulado, qoe esta materia seja tra-
tada qi lando i commissao der o seu parecer a respeite
do re; /-llmenlo da instrnecao publica : j declarei,
qne a commissao nao lem em vista reformar o reg-
lame lo nesla parte ; j disse qoe a commissao pre-
leude reformar o regolamenlo a respeibi da i aspee-'
Cao das anlas, dando ao poder administrativo mais
acc o meios mais vigorosos, para chamar os profes-
sorf 3 ao cumprimenlo de seus deveres.
i l respeitodo regulamenlo, silo estas as reformas
qo- a commissao pretende apresenlar, bem como al-
gu ma cousa a respeito da creaco de orna classe don-
d : sejam tirados os futuros professores; mas islo na-
1 a tem com a crearlo das caddras, e nem vejo que a
i ,-ialeria teja lo imporlanle e de lo difficil esludq,
jue seja indispensavel que se trate do regulamenlo,
e de lodosos ramos da instruccao, para que lomemos
urna providencia este respeito.
Sao estas as observares que tenlio a fazer em res-
postaao qne disse o honrado depulado.
O Sr. Francisco Joao concorda com as deas do
projecto, julgando entretanto conveniente que ellas
.'.enliam mais lalitode, isto he, que abranja o projec-
t.-ia idea de se aulorisar o governo a estabelecer ca-
ii liras de primeiras letlras em lodas asopovoacoes
q u c pelas suas circumslancias o exigirem ; e por isso
bffi -ecci consideraco da casa a seguiule emenda :
Val mesa e he apoiada a seguinle emenda :
E ficandoantorisado o presidente crear em lo-
das i is povoaies importantes cadeiras de primeiras
letlra: para o en si no do seio leimnino. .S. R.
Franc i*co Joao.
, O Si '. Jos Pedro coinjffrla.nor novas rates a op-
por-se a io projecto, corobofezM^pHsBmra discussao,
e declai -a-se contra n emenda.
O Sr. Francisco Joo fazcudo jiistira intelligen-
cia do n obro depulado que o precedeu.entende toda-
va, qu e he da mais estricta obrigaco o melhnra-
menloe dilusao da iustruccao primaria pelos dilfe-
reutes p ontos da provincia, difusao qoe se nio pode
obler sei. Uo pela creacn de cadeiras.Pondera mais,
qne lo i tomentosas sao as vantagens ahtancadas pela
salisfaca. > dessa grande necessidade social, que se nao
deve rec aar peranta o medo de dispender at 25 con-
is com o eslabelecimento de 20 cadeiras de
o primaria oas villas oa povoacoes mais
Sos ; que acnfasao taita pelo preceden-
entre o pensamento da dilfusao das tuzes e
lo sysiema existente, oa vicios dos melho-
ados e das pessoas dedicadas ao professora-
tc servia de mostrar a necessidade de me-
o ensino publico, mas que nio poda aulo-
tos de re.
instrucca.
importan
te orador;
as faltas;
dos a.lop
lo, smn
lhurar-se
risar a coi dnsao por elle lirada, de qne se nio de-
vam crear mais cadeiras alm das existentes; e
ennelue dizendo que a assembla nao se acbava reu-
nida para gastar o lempo em discossOes esteris, mas
sim, para procurar os meios de dar ao povo a inslruc-
cao, que deve fazer parar a carreira dos crimes, e a
par della oulros meios indispensaveis ao verdadeiro
progresso publico.
O Sr. Mello Reg diz, qne nSo tendo inlenco de
entrar na discussao que se agita, principalmentede-
poisque na casa se tem dito, que lodos quantas Ss
oppoem ao projecto, rio inimigos do derramamento
da inslruccao poblica; v-se com tndo obrigado a
manifestar a sua opiniao em vilta do caminho que
lem levado o debate, collocadoem um terreno lodo
desvantajoso e odioso para os que nao compartilham
as ideas dos sustentadores do projecto. Observa qne
pelos proprios dados oflerecidos pelo Sr. Figoeira de
Mello, em prmeira discussao, o projecto he injusto ;
porque ao passo que vai crear cadeiras para o sexo fe-
minino em tillas de'SOe 60 casas, exclue povoacoes
de 150,200 e mais casas, como aigumas que pasca a
enumerar ; nao desconhece que villas ha, laes como
Limoeiro, Cabo e olras que se acham em condicoes
de ler tal creaco ; mas deve ponderar quejmra tal
nao he necessaria a disposico do projecto ; pois pelo
regulamenlo pode o goveruo da provincia faze-lo, co-
mo jase tem ponderado na casa. Alm disso o pro-
jecto accarreta o grave inconveniente de augmentar
as difliciildades com que lula o governo oo tacante a
instruccao ; publica no refalorio do Sr. director da
iiislrucrao publica, que o orador acaba de ver no jor-
nal da casa, se v que o mal nao provm principal-
mente da falta de cadeiras ; he elle em grande parle
devido ao sysiema, que he vicioso, i falla de cumpri-
menlo de seus deveres por parte de alguns professo-
res, indulgencia de muitos inspectores de circuios,
o finalmente at a incuria de muitos paisde familias
pobres em mandar seus filhos s aulas. Portante, o
qae parece razoavel he, que antes de qualquer oulra
medida se reforme o mo sysiema, procore-se esln-
da-lo, e matar-lhe o vicio profundo e radical que
o corroe ; mas nao esleja a assembla a crear cadeiras
sem examet sem reflexio mesmo ; nada valem laes
cranles se o sysiema he mo.
O orador passa a ler diversos trechos do relatorio
do Sr. director da instruccao publica, para corobo-
rar as suas reflejos, enlendendo qne he melbor
deixar por ora as cousas,comoesiao,deixando-seao go-
verno a fculdade que Ihe d o regulamenlo de ir
creando cadeiras para meninas as villas e cidades
populosas, em quanlo que a assembla deve ir pen-
sando nos meios de reformar o sysiema de ensino.
Vm Sr. Depulado: ltamaraca be villa ? "Ah
creou-se urna cadeira para meninas.
O Sr. Mello Reg diz que he sua opiniao qne o
governo exorbitou, que nSo sendo Ilamaraci vilta,
nao poda a disposijo do regulamenlo ser-lhe ap-
plicada...
(Ha varios apartes, e o oradorproseguindo a l
0 relatorio do Sr. director da inslrucrilo, para
apoiar suas opinies acerca do projecto, / cont-
dema
a Art. 2. A p
categora de vilta.
Nova da Buique, qu
termo.
Arl. 3.o Fleam r*
em contrario.
Paco da assembla leswtal
namboco 30 de marco de 185
Catiro-' Metra.
DIARIO DE
lamntenle interrompido de modo que no poe*. -cVtirsi'delTre.
do com a emenda offerecida pelo nobre depata i
provincia a crear caddras de meninas em todos os
povOados importantes. Portante, para que a argu-1 buco decreta :
menlacio do nobre depulado livessealgum valorse- i
ra precise-qoe elle mostrse, que ataumas das nos-
sas villas nao podem manter ama cadeira- de primei-
ras lellras por falta de pessoas que a frequenlem. Se
elle provine isso poderla lachar o projecto de injus-
to ; mas o nobre depulado nio o fez, e al mostrou
ler muito pouco conhecimenlo das nossas villas, por
qne sendo contestado por um honrado membro, que
ja estove em Cimbres respdlo do numero das catas,
que deu essa villa, vio-se toreado nSo continuar
na sua argumentacao, potapie nao eslava habilitado
para contrariar aquelle nobre depulado. De mo-
do que o honrado membro, que desde a prmeira dis-
cussao deste projarlo di como razao para combte-
lo, o crear elle cadeiras em aigumas villas que nao
precisam deltas por falta de populacao, ainda nao
moslrou quaes as villas que se acham nessascirenms-
tanrias, e al deu entender que nao esl habilita-
do para faze-lo.
Senhores, en enlendo, que os povoados de Ilapis-
soma e Ponta de Pedras. que o nobre depulado apre-
senlou como muilo populosos, csiau no caso de ler
cada nm a sua cadeira de meninas, nao meopponho
isso, e a prova est em que aceilei de bom grado a
emenda que foi ollerecida ao projecto. Mas aporque
em Itapissuma e Ponte de Pedras devem haver ca-
deiras de primeiras letlras, segue-se que as villas
nao as devem ter ?
Senhores, a commissao propoz crearlo de ca-
deiras com preferencia para as villas nio s por-
que, pelo tacto de serem esses povoados elevados
categora de villas ddxa crer que possuem nume-
rosa populacao, mas ainda pela razio de que as ca-
deiras ncllas creadas podem e devem ser melbor
inspeccionadas do qne as simples povoacoes, aonde
nioresidem as autoridades superiores, e aonde por
conseguinte a fiscalisacao nao ser 18o efflcaz e van-
(ajosa. 'Foram estas as razes que moveram l com-
missao a propor a creaco de cadeiras para meninas
com preferencia as Villas: entretanto, nao me op-
ponho e antes desojo que lambem se creem cadei-
ras nos povoados importantes.
Ainda insisti o jmbre depulado no argumento
deque s o governo he que pode crear cadeiras de
primeiras letlras, que s elle esl habilitado para
julsar da conveniencia dessa creaco,..
Um Si. Depulado: Quem disse isso?...
O Sr. Paes Brrelo: Digo en paraphrasando
o nobre depulado. Sr. presidente, o proprio gover-
no foi qaem remelleu para esta casa nm'a represen-
taco da cmara do Limoeiro, pedindo a creaco de
orna cadeira de meninas para aquella villa : o go-
verno submeltendo esse negocio ao conhecimenlo
da assembla, mostrou que a considerara mais ha-
bilitada do que elle para decidi-lo ; entretanto o
nobre deputa'do nao admilte que posamos fazer al-
guma cousa a este respeito; que tudo deve partir
m
mos acompanltar mais o seguimento do seu dis-
curso.)
O Sr. Paes Brrelo:Sr. presidente, antes de
responder aos argumentos com que o nobro depula-
do, que acaba de senlar-se, combaleu o projeclo, de-
vo dizer duas palavras respeito de urna parte do seu
discurso, que me diz respeito pessoalmenle. Tendo eu
dito, quando fallava o nobre depulado, que sabia ler
dle viudo preparado para comnaler o projecto, Uve
em resposla, que se eu sabia disso era porque tinha
consciencia de que o projecto, que apreseotei,. nao
deve ser approvado...
O Sr. Mello Reg :Eu disse, que o nobre depu-
lado sabia da repugnancia qne eu tinha i esse pro-
jecto.
O .Sr. Paes Brrelo :Parecen-me ouvir oulra
cousa; mas como enganei-me, nao insislirei ueste
ponto. .
^Sf. presidente, o honrado membre nao apresenton
contra o projecto consideracoes que ja nao livessem
sidoapresentadasna primeira discnsso,; apenas de
novo leu alguns Ireehos do relatorio do director ge-
ral da inslraccio publica, tirando conclosoes, qne de
certo u.lo se conlm as suas palavras. Porque o di-
rector geralVntende, que a inslroccao publica na
provmcia nao se acha no melhor p, e reclama provi-
dencias contra os abusos, qae commellem alguns pro-
fessores, nio me parece lgico concluir, que elle se
oppOc i creaco de novas cadeiras. O que se deduz
das iuformarcs dadas pelo director geral he, que
convm melhoraro systema de ensino at aqui adop-
tado ; he providenciar para qae nio continuem os
abusos de que elle se queixa,e contra os quaes se pro-
nuncia. Tanta o director geral da inslroccao publi-
ca nao reprova a creaco de novas cadeiras de ins-
truccao primaria, que o nobre depulado, tendo esto-
dado o seu relatorio, nada enconlrou nesse sen-
tido.
O Sr. Mello Reg :Apenas passel pela visteo re-
latorio.
O Sr. Paes Brrelo :Sr. presidente, como mui-
to bcirt observon o nobre depulado, qqe ainda ha
poucc sustenten o projecto de urna' mneira lao bri-
I liante, dous sao os pontos que devemos ler em vista
na quetiao que nos oceupa ; 1. difl'usao da inslroc-
cao pnblica ; 2. melhoramento dos melhodos esvs-
lemas adoptados para o ensino. Infelizmente nem
a inslrnccao publica acha-se sofflcientemenle espa-
ntada, nem systema adoptado esl isenlo de incon-
venientes. Sao por tanto doqs os males qne exjslem;
dous lambem e diversos devem ser os remedios. O
primeiro mal provm do systema adoptado p'ara a
inslroccao, o segundo da falta de meios para diffun-
di-la pela populacao...
O Sr. Mello Reg:Falta de meios, nio diz o di-
rector que baja.
O Sr. Paes Barrfto :Nao esleja o nobre depu-
lado allrihuin.lo ao director geral da instruccao pu-
blica opinies, que nio se acham consignadas no sea
relatorio, o que de cedo elle nio tem.
Na discussao das reformas ao regolamenlo de 12 de
mato, que brevemente serS aprsentelas, (eremos
occasiao para lomar todas as medidas e providencias
tendentes destruir os vicios e detailos, qoe se no-
tam no sysiema da instruccao, e entao leremos mui-
lo em vista o relatorio do diredorneral ; mas nao he
disso que se Irala actualmente, o objeclo qne nos oc-
eupa he moito diflerente ; Irala-se dediffundlr a ins-
lroccaoprimaria lao limitada e-reslringld na pro-
vincia de Pernambuco. Ora, o meio para chegar a
esse fim he augmentar onumero das cadeiras d pri-.
meiras letlras, e he isso justamente o que conlm o
projeclo. Nao cumprebendo como os nobres deputa-
dos, ao passo que se moslram lito desejosos de ver a
inslrnccao disseminada, se oppem ao meio que con-
duz css resoltado.
Sr. presidente, eu disse em um aparte ao nobre de-
pulado, que allega va a nossa pobreza; paracombaler
a creaco de novas cadeiras, que provincias mais po-
bres do que a nossa, ou lao pobres como ella, linham
muito maior numero de cadeiras de inslraccio pri-
maria do que nos. A presenlarei S. Paulo, cuja ren-
da he inferior de Pernaniboco, e que entretanto
possus 130 cadeiras de primeiras lellras, quando nos
temos apenas 70 tantas ; cilarci a Bahia, que lem
135 caUciras, Minas que possue pedo de 200...
Um Sr. Depulado :Mas Pernambuco he lio po-
bre....
O Sr. Paes Brrelo:'Senhores Ser jipe, que es-
t muito abaixode Pernambuco em riqueza o popu-
lacao, v as suas escolas frequenladas por um nu-
mero de discpulos muilo superior ao dos nos-
sos....!
Um Sr. Depulado :E quanlo pagam 1 '
O Sr. Paes Barreto :Se o nobre depulado leva
a queslo para esse lado, poder-seJia dizer, que na
soa opiniao somos pobres para crear cadeiras, mas que
(emos bstanle dinheiro paraaugmcnlar os ordena-
dos dos professores, c que nlslo faz consistir o grande
remedio para que a instruccao publica, prospere em
toda a provincia.
Senhores, nao he augmenlando-se os ordenados
dos. empreados pdblicos, que a provincia se adianto-
r~~n"estraila do progresso; olras e bem difiranles
sao as medidas que para isso devemos lomar.
Quando o nobre depulado o Sr. Francisco Jo2o,
mostreva que a inslrnccao publica era nm elemento
de ordem, porque lendia a esclarecer u populacao e
a moslrar-lheos seus verdadeiros inleresses, c qoe
por tanta mdhora-ta di0ondi-la. era o primeiro de-
ver desta assembla, disse-se,outros enlendem que
he fazer estradas cu acrescentard, e oulrosquerem
que seja augmentar os ordenados dos empregadospu-
blcos.
O honrada membro, que me preceden, disse qne o
projecto era injusto, porqneesquecia-sede povoa$es
importantes e populosas para crear caddras de me-
ninas em todas as villas, aigumas das quies achara-se
em circumslancias menos allendiveis.
Senhores, este inconveniente acaba de ser preveoi-
legislativa provin
Torios
s do
Buique be elevada a
ominaran .lo __Villa
Jais e disposif
Um outro argumento de que se-prevalecen no-
bre depulado para edmbater o projeclo em disenso"
sao, foi que nap se devam creer mais cadeiras de
primeiras letlras, porque algilns professores do in-
terior gao procedm com regularidade e deixam de
cumprir exactamente as obrigaces inherentes ao
seu magisterio. Pos, senhores, porque cm tima ou
oulra reparlic.lo so cncontram alguns abasos, n3o
devemos nos tratar do prove; as suas necessidades?
Qual he a reparlicao aonde nao se cncontram fal-
las I Por ventura smenle na reparlicao de instruc-
cao publica he que ellas apparecem ? Nio de cer-
to ; em lodas as reparlicCes inclusivamente aquella
que pertence o. nobre depulado, apparecem fal-
las e abusos, que muitas vezes nio podem ser pre-
venidos, apezar do zelo dos seus dietas. Qnereria
o nobre depulado que por causa desses abusos
abandonassemos a reparlicao das obras publicas,
por exemplo, desprezassemos as providencias de que
ella neceSsta, e al mandassemos suspender a cons-
Iruccao das nossas estradas e oulros
los? O remedio para o mal aponlado, nao he sup-
priniir os lugares', ou deixar de crear os que forein
necessarios ; o remedio esl em examinar esses abob-
aos, condemna-lose reprimi-los.
Sr. presidente, o honrado membro'tratando da
creacSo de urna cadeira de primeiras lellras para me-
ninas em ltamaraca, feila ltimamente pelo presi-
dente da provincia, disse que o presidente exorbi-
lra de suas attribuices. Permita o nobre depu-
lado que Ihe observe, que sem duvida o governo
enten/le, como eu enlendo, que com quanlo a sede
Honlem approvoa a asea
discussao o projecto qae reg l arre.
matedles das obras publica ^rt 0 qo9
divide oofficio de escrivao derpUea. Continu-
ando a discussao do que rea cadeiras de primeiras
ledras para o sexo feminino em (odas as villas f-
cou adiado pela hora.
Marcou-se pera ordem do dia de hoje a primei-
ra discussao do orcamenlo provincial, e tontnua-
eo da de honlesA.
****?**
Pelo vapor Imperalri;, enlj
recebemos jornaes do Rio de
a 20 do passado, da Bahia a
Foi efJeclivamente nomead
truccio publica da edrfe o !
qom Rodrigues Torres.
O Sr. Francisco Mariani, ;
de Goiaz, pedio e obteve de
do substituido interinamente |
sidente, o Sr. Dr. Antonio Ao
lina.
Eram esperados no Rio os vaporea.
mao e Uequitinhonha, mand^^^H
glalerra, e achara-se nomeadopara^^H
meiro o Sr. capilao lente Francisco
OSr.capitio-tenenteNoronha Torreza
mente nomeado para o eommando da cor
Mana.
O banco rural e hypolhecario da corla
sua sessao em assembla geral, eelegeu
gados.
Tambem o Instillo Histrico ostebron a s
nnnual, e nomeou os empregades qae bao de
em o novo anno
Foi nomeido provedor interino da SiNsW
Mizericordia, o Sr. commendador Ca
reir de Faro,
Eram aponlados na corte como cj^^H
loria peto Par, o Exm. Sr. rcebi
general Andrea e o conselheiro Souza Franco
Consla-nos que se acha nomeado proCu
da thesouratia d'esla provincia o Sr. Dr. I
Affonso de Mello, sendo aposentado o Sr. c
dador Antonio Joaquim de Mello.
Em lugar competente ene-
peucosdespachos qoe pelo mir
ram lugar,
. -. UaBahia e Alagoas nada tofX
^MJHlMCADOSf
Homeepathia.
Tratamos no antecedente artigo da grande adia-
da da verbena como remedio infallivel para"curar a
febre amarella : dssemos como o' nesso^^^^^^|
presuroso em mandar que a acadi-
medicina lomasse conhedmento da
o seu parecer, e do que disse
posta : agora proseguiremos a
Bem penoso he que estojamos
jeilos ao flagello horrivel da fe1
peste que tantas vidimas tem ri
mclhoramen- zer, e quehe causa de lanos o!
recendo no dcsenvolvimenlo di
ildustriarempecendo desrarte"
do nosso ameno e tao desejado |
He inegavel que muilo tem
mercio com a maldita peste,
vios ogem dos nossos' porlos, q
noticia da existencia da febre, como qt
(Caqui para oulros, e nao levam carta^^B^
sujeilos a damnosas quarenlenas, s mais
sem proveito, porm anda em moda pelo s
atraso da sciencia medica
pe__,
do termo fosse transferida para Iguarass, nem por nhpm conhecimenlo que se tem das verdad;
isso a anliga villa de ltamaraca perdeo essa cate-
gora. Edive aigumas vezs na Ilha de ltamaraca
e sempre-onvi chamar villa ao novoado que anliga-. opioioes, a mor parle oppostas
/
mente servia de sede do termo.
(Ha um aparte.)
O Sr. Paes Barreto: Islo nio he novo : a se-
de do termo de Cimbres foi transferida para I'es-
queira, e todava a anliga villa ainda lie conside ra-
da como tal. Por lano, se ltamaraca ainda he con-
siderada como vilta, bem que a cabera do termo
seja Iguarass, o presidente obrou em regra e m'ar-
choude accordo com o regulamenlo.
(Ha muitos apartes.)
. O Sr. Paes Barreto : Bem, nao conlinuarei
nesla discussao, al porque he inleiramente alheia
ao objecto que nos oceupa. Concluo o que linha a
dizer, declarando que nenhum inleresse tenho na
approvario deste projeclo ; apresenlei-o, porque en-
lendo que era de vaulagem para a provincia ; fiz o
meu dever ; agora a assembla qne faca o seu.
Tendo dado a hora.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia o le-
vanta a sessao.
causas das epedemias: pois como
queslSes da sdnda ha smenle gi
nicQorcB
Sessao' ordinaria em 30 de marco de 1854
Presidencia do Sr. Carneiro da Cunha
As 11 horas, feila a chamada, verilica-se es,irem
prsenles 28 Srs. deputados.
O Sr. Presidente abre a sessao. >
O Sr. 2. Secretario l a acia da sessao ante-
rior, que he approvada.
O Sr. i. Secretario menciona o seguinle '
EXPEDIENTE.
Um requerimenlo d'Alexandre da Molla Canto,fis-
cal da freguezia de Sanio Aniao, na cidade da Vic-
toria, pedindo a approvacio da quantia de 1005000
rs., que Ihe foi concedida peta cmara municipal
respectiva. A' commissao de orcamenlo munici-
pal.
Outro de Jorge .Virior Ferreira Lopes, procara-
dor da cmara municipal desta cidade, reqnereudo,
que se Ihe conceda finco por cenlo de loda aarreca-
dacan, e constata que o supplicaiile em seu impedi-
mento possa chamar a um empregado da mesma c-
mara para exercer o seu lugar, sob soa responsabi-
lidadc, approvando a mesma commissao. A' com-
missao de orcamenlo municipal.
He lida e approvada a redacro do projeclo n. 3
deste anno, que crea duas cadeiras de primeiras
lellras, una no lugar denominado Peres e oulra cm
Quina p.
Sau lidos, julgdos objeclos de deliberacoff"niai,r
dados imprimir os seguinles projeclos.
A assembla legislativa provincial de ijernam-
buco decreta-: i
< Arl. I. Fica exlincta a villa da Boa-^isla, o
elevada a esta cathegoria fe ptmt^o da^nssagem
do Joazeiro, com'a denomnac30 rfeJVlflte da Pas-
sagera, servindo-lbo de tBhno lodo o territorio que
constitue a freguezia (leX-mia Maris.
o Art. 2. A sede d*Jregucza de Sania Maria se-
r transferida para/^gr(.;a rta villa novamenle crea-
da, logo que se jfelac em estado de servir decente-
mente ao callo.
.Arl. 3. H* igualmente elevada categora de
villa, com a dcjllunlnacao do villa de Cabrob, a
povoaco do nwno nome. servindo-lhc de termo o
territorio da rtspecliva freguezia.
Arl. i.ticam desmembradas da freguezia e
termo da Essagem, o fazendo parlo do termo da
Caurob/-todas as Ibas que se acham na fot do ria-
cho Jcaro riara bajIOl e que oulr'ora pertenciam ao
lermo e fregu^a da Boa-Vista.
Ar1, F*a"> revogadas qaaesquer disposi-
Ces em contrajo.
Paco da \,ssembl,i legislativa provincial de
Pernambuco 30\da marco-de 1854Joo Jos Fer-
reira de ^-tr\.,irraaeMco Xavier Paes Bar-
reto.
a A assembl
boco resolve
Art. Unir 0', 0 presdent8 oa provincia fica au-
torisado a rs^uiarjjar as loteras concedida por le
provincia^' expe.lindo* para esse fim os regnlamen-
los precjfloj, revogadas as disposicOes era contrario.
a P.50 da assembla legislativa provincial dePer-
em hypotlieses gratuitas.
Pelo lado da emigrarao nao tem
males que o nosso paiz nascente e que pro
de bracos, tem sofTrido, pois que a notiei
ra de urna molestia que mala aJamml
ros que .liegam de novo ao' paiz, I
se desviem para outros onde
Ihanle raalasma, e mesmo lem 3
especulacao a certas agentes de ,
favorecidas e mais zelosas qne nos,
conseguido com esse pretexto, embora nao lh
tcm outros mnUos ao menos axavJos, desviar
nossas plagas aqnelles qoe para das tenrionam emi-
grar ; e sem duvida que ose preceder, alias nao
muito honesto, lem-uos causado mates incalcula-
veis, e arredado de ama maneira
emigracao de individuos laboriosos
dos os dias se dirigem para olras
plmenle para osEstados-Unidos. I
jN3o podemos deixar de leccr os
mos ao governo, quando procura tmlea?
raex'in-air. urna molesiia, que par, *) vai
tomaduo endmica enlre nos ; nao poden Idxar
de rec0B,lecer 1ue governo faz muilo
corar "S0 menos remedios que eurem a molestia,
urna ve' 1ue na P01^ cooseguir qu ella dese
dedese'1V0'VEr"*e :^m^SSUrm 8'1'0 sol'I^H^^
prowrfcpgt^fou- esse flagelIcW
consegofdo Por ora nada. Porque
se attribuido a febre amarella e seu a]
peridico a muitas e diversas causas, i
nenhuma dellas explica salisfwtoriame
leticia da molesiia, e ainda menos 1
que ella vem agora em certas pocas, i
difiercnlcs, como muito distinctamenta tais ob-
servado : por ex.: o apuo passado appar
I fbres~quauu'u j o invern eslava da ti
cido, em quanlo que uo verao qnSH^^H
no, poucos ou nciiliuns casos se den
livemos alguus casos em Janeiro,
apparecido, coincidindo com ,a L
Consultorio homeopathico, ruar
I. andar.Dr. 060 Mosco;o.
mom.
o, e age
au>"3
mblarfcgigiaij,
!: /
gislaliva provincial de Pernam-
-w TaajiTRO-9t&jSABBL_
Era o nosso primeiro artigo publicado no Diario
n. G de 18 do correnta promeltemos vottan ao as-
sumpto, sobre que eserevemos, isto he, o Ibeatro :
vamos agora cumprir a nossa promessa.
Nao nos demoraremos cm fallar do Sr. Agr, as-
sos he elle conhecido, o seos servijos prestados, com
sacrificios oao pequeos ap Iheatro, sobre terem sido
devidamenle. apreciados por varios escriptores, pela
commissao Oscalisadora.e mais que tudo, pda presi-
dencia da provincia, eslao patentes por tai modo,
que nio podem ser coloslidos,senao por escriptores
que nem urna consciencia leem do que escrevem,
e que s para gozaremdo satnico prazer de arrui-
nar repulacoes, calcara escandalosa:
seus ps a verdade por lodos reconhecida
res quo lomando a seu cargo
de fazer crua guerra, nao tanta .1
como pessoa do.mais sabio, pru.l
paternal administrador, que le
como be o Eim. Sr. Dr.
que inventar contra S. Ex. ibjam efleida-li
mando o actual emi
preferido pelo g m4e; ,, apo.
dos, seus iiisullos produzera o mesmo effeito que
ladrar do do paras la.
Enlregaemos porem estes mlseraveU "ao desprezo
que merecem, e vamos ao que nos importa.
Qne o ihcalro Mo pode prosperar, nem mesmo
continuar no p em que hoje m o mdi-
co subsidio que Um, he urna verdade reconhecida
por qualro anuos de experiencia bem amargosa para
lodos os que se tem encarreg.i
preza. J mostramos de oulra vez
veis qoe temos para assim pensar, ecom nosco pen-
sam todos os que despidos de qualquer prevencio,
leem observado a marcha do Iheatro. Comparemos |
agora Santa Isabel coro o Iheatro do Rio Janeiro e
de oniras provinda*.


I


*~
r
.
f
i
I.

OSr. Jlo Cacito dos Santos, eraprezario do. RENDIMECTO* DA" MESA DO CONSULADO
lhetrosda corle, lera de subsidio primado pelo go.| NO MEZ DE MARCO DE 1854.
par o thealr deS. Pedro tre. coates de to de. 5 por eeuto. b2:622479
por mei, (IrioU e seis por annu) para o da ]
01 ARIO DE PERNAMBUCO. SABBA00 I DE ABRIL DE 1854.
conloa por an
Beiro I
los qs
Iros muilo nu
^^^m es-
os Ihea-
por coose-
apiezario; ape-
1 o rendimento e
apenasteae despez. q.le de-
mudan o. referido* he.lrw,e maiu, yme< .
d0 "* eons e Ira visto em grande,
apuros para cumpriresto, deberes.
*n de S. Luir he matar que
acuse maWsntanle do thea-
* o govwaajDjtaqaella pro-
eaugmeolar-so subsidio,como
aralo que novamenle cele-
Jarmano Francisco de Olivelra.
Miro da S. Joao por falla de subsidio
lldea do Uiealro e a illostracScr >
ajado fechado, e a corapanhia que
Hvidida por ootra. provincias.
na Isabel por san davida lera a
; a nossa Ilustrada assembla
Sacar para elle as suas vistas.
Jrezario do Santa Isabel" leem sido
mal oo as suas emprezas, e mais que -nem
l ido o Sr. Agr. Por espirito de pa-
rme coragem.........t:875000
re geral,, .de 15 por cenlo 9759000
^^^^^^^Bte das capaiazias. 7099013
......... .l;2B2ao
Emolumenlos de cerlklocs. 169040
02:6229479
4:8579475
Dicertat provincias.
Dizimo doalgodo e oulros
gneros doRio,Grando do
,Norte........... 369761
Dito dito dilo dito da Para-
nib.a............5629727
Hilo do assucar e oulros g-
neros da dita........ 1:3649205
Dilo dito dito dito do Rio
Grande do Norte. .... 596)844
Dilo dito das Alagos. .5:0819096
67:4799954
7:6419633
75:1219587
B -~ *-- ,*-e- !/ tajiiiiu us pif- w......,t.-,.i.w u iii,i O. a I .Ot ->C' I _->
(lisia*'de interesses pecuniarios, es- RENDIMENTO DA KECEBEDORIA DAS REN-
lambacano digno de melhor sorte. se DASINTERNAS GERAES DE PERNAMBUCO,
____._ ._ .. 1)0 ME/ DE MARIO I TMin. 1RRU
u contrato a duras condices: em
contrato diminuio o proco dos camaro-
mm de dea mil reis passaram a oilo, os
cinco.e os de quatro a tres; estadiOereoea.e
enca do publico, nao obstante ter lioje
melhor companbia que ha no Brasil, tem
iprezarlo-em gravissimos apuros, por
riindo o rendimento, cresceu conside-
a despeza, e despeza indispensavel.
estas considera;oes obrigam-nos a advogar,
segundo nossas Tracas tarcas, a causa da actual em-
vigor est firmado na Justina que (he as-
iremos anda, questao. Americus.
PlBLIIAjAO A PEDIDO.
Mu | por infracto do regulamenlo
laxas de csaravos.......
> juiz, etcfico, thesoureiro. procurado-
t mais mesarlos, homens prelos, que ho de ,
mandode de Nosta Senhora Assump- Salario de africanos lirres.*
pao da imperial eapella das Fronttirat da Es-
tanda, do meilre de campo Uehrigue Ota, netta
provincia de Pernambuco em o anuo de
- 1834 a
1855.
Jniz administrador,
rmao ex-Juiz Antonio Ferreira da Hora.
Escrivo.
procarador Joao Silvestre Francisco ds
Mello.
Procarador geral.
O irmao juiz Gerado Jos Pereira.
Procarador,
man difinidorRoberto Manoel do ampirilo Sanio.
Thesaureipu- y
O irmao difinidor KomuaJUo Antonio do Sacra-
mento, j
Msanos.
O irmao ex-juiz Joao da Cpsla Palma.
mo escrivo Vctor Anlonio de Sacramenta
Peana.
nao theaonreiro Sabino Henriques Luiz.
O irmao Torqualn Jos dos Sanios.
) ei-escrivao Benedicta Corris de Barros.
vO irmao difinidor Jos Pedro de Sania Anna.
O irmao difinidor Soteno Pedro DamiAo.
10 difinidor Cyriaco Alves de Jess,
nao difinidor Manoel Roberto da Paz.
Olriraonnocencio Paz de Mendonja.
O irmao Francisco Xavier de Lima.
So JoAo Germano do Espirito Sanio.
O irmao Jos Gomes de Souza.
O irmao Cosme Manoel do Nascmenlo.
O irraaq Josa Conceirao Vianna.
nimo da Molla Monleiro. O padre.
rtgrio da.Silva Carcalho, coadjutor pro pa-
rodio.
COMMERCIO.
PHACA DO RECIFB 31 DE MARCO AS 3
HORAS DA TARDE.
Couros saceos salgadosa 170 rs. por libra,
e letlras de 4 metes1 % ao mez.
ALFANDEGA.
ato do dia 1 a 30. .2,56:4669815
dem do dia 31........12:46991-23
268:9339910
Deiearregam hofe 1. de abril.
americanoBreeze tartana e bolachinhas.
--piezaMargaritasal.
oezTarvjo ///-diversos gneros.
-Ifestmerlandmerendonas.'
Emento do mez de marco de is54.
tmenlo total........... 268:9358940
Reslituiroes............... 9
Rs. 268:9359910
Direilo. dn consumo......."...
Dilo. de 1 por cenlo de reexportar
para os portas estransciros. ..."..
dilo para os porlus do imperio. .
dita do baldeado ........
Mente de 5 por cciilo dos gneros
irla de guia..........
|2 por r. dos gneros do paiz.
I D2 por c. dos gneros livres.
igera de 1 por cenlo das mer-
irinv..............
la da plvora..........
|2 "ir cenlo dos assignados
Calculadas nos despachos. .
IrVrsas. f^.<...... .
^^K i............
Mdqspacliaalesgeraes .
-.SSOeciaes..........
i ttulos dos niesmos, dos cai-
s despartanles, &r.......
menlus de eerlidOes.......
263:7519213
59810
1069000
209520
345*715
3009832
289711
'8089628
549990
9069243
3389018
1289000
529160
759000
, 379500
49800
2.59760
Rs. 268.-9339940
Na* tegninles etpecic.
Dmheiro 120^66262
. 118:2699678
Dtpotilo.
lio ultimo de
40:6869102
3:9249269
44:6109371
4909885
(uinlet tfpecie*.
Be'..... 1r2429960
telnis. ...... 21:9469526
Alfandega dePernambuco 31 de marro de 18>l( *
Oesrrio, /
Fauttino Jone dos Simios.
Importacao .
Depsitos sabidos./...,. 244858
Ditos existentes.......1:2699147
Mes do consulado de Peruambuco,3l de mareo
ro de 1854. o escrivo,
Jacome Gerardo Mara Lumqchi de Mello.
Export a cao .
Aracaly, hiale nacional aurora, de 35 toneladas,
conduzio o seguinte :-*l27 volumes gneros estran-
geiros, 9 dilos ditas nacionaes.
BECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlodo da 31.......1:8439123
DO MEZ DE MAR^ FINDO, A SABER
Renda dos proprios nacionaes.
oros de terrenos de marinha. .
Landemos...........
Siza dos bens de raiz......
icima addicional das corporaces de
mao mora........_.
irelos notos e velhos, e de chauce-
laria...........
zima de dita '. *"
alrculas do curso jurdico, e carias
de/bachareis ...'..,,
Sello fixo e proporcional ..." .*
Premio dos depsitosTlublieos .
Emolumentes. .......
mpostos sobre tajas e casas de descan-
tos............
Dilo sobre casas demoris, roopas, ele.
fabricados em paiz eslrangeiro. .
'lo sobre seges .....
Dilo sobre bancos do interior.'
259700
i 189093
999150
2:6139690
6439558
2:24476l
4309192
9:6558600
5:7319483
458594
4859320
6:4399960
809000
719200
119400
189678
4679000
1:1919394
30:3759673
Recebedoria 3f de marco de 1854. O escrivo
Manoel Antonio gimdcs do Amoral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlodo dia 1 a 30 51 ''918087
Ideui do a 31........1:1589032
52:4499119
MOVIMZNTO DO PORTO.
Navios entrados no da 31,
Rio de Janeiro e portas intermedios 10 das 15
horas, e do ultimo porta 13 horas, vapor brasilero
Impcratrlz, comraandanle,o ifi lenle Jos Leo-.
poldo de Koronha Torrezao. Passageros para esla
provincia, Joao de Aquoo Gaspar e cscravo,
Francisco de Paula Rufino, Joita Belizario Soarea
ile Souza, Jos Mara da Silva Velho, Luiz Anlo-
nio da Silva Nones, altares Anlonio Malhoso de
Andrade Cmara, saa senhora, 2 filhos, 1 soldado e
1 criada, 2. lenle da armada Euzebio Jos An-
lunes, saa senhorae 2 filhas, Francisco Mara de
Sodr Pereira e 1 escravo, Joao LuzSares Mar-
tins, Pedro Anlonio FalcHo Brano e 1 escravo,
Francisco Goncalves Marlins e 1 escravo, Ernesto
GnnralvesMarlins e 1 escravo, Luiz Marques Pin-
to e 1 escravo, Pedro da Veiga Ormillas e 1 escra-
vo, Casemiro Pereira de Caslro e 1 escravo, Anto-
nio Pereira Vianna, lenle Joaquim Jos dos
Santos Araajo. Dr. Antonio de Carva Iho Raposo,
Anlonio da Cosa Lobato, DarquincvTlieolonio de
Abreu Gaimaraes, Florencio Jos Pereira, 1 filho
e i criado, Francisco Ferreira de Andrade, Ma-
noel Pereira Cimillo, Anlonio da Silva Abom,
lenente-eoronel commandantp do 10. balalhao.de
infantaria Manoel Rolembergde Almeda, sua" se-
nhora, 2 filhas e 5 escravos, captao Benevenulo
de Spuza Marnhn, capilo Manoel Pereira de
Soaia Benely, sua senhora e 6 filhos, tenenle Jos
Carlos Galdino de Souza, Dr. Francisco de Assis
Gaimaraes, sua senhora e 1 filho, altares Guillar-
me dos Santos Sazes Cadil, Dr. Nicacio Alvares de
Sonza, Dr. Jos Marcelino de Aragio,, Dr. Jos
Garca. Teixeira, Dr. Miguel Augusta BarbalhoJ
Prlanco, Dr. Antonio Raymnndo Lins Caldas 5
cadetes, 122 praces de pret, 45 mulheres e filho.
das pracasdeprel, 1 soldado de cavallaria Manoel
Francisco de Souza, 1 desertor do 4. batalhao de
artilharia, 2 ditos do 2. batalhao de infantaria, 3
pitras ile polica e 4 ex-pracas do exercilo. Se-
gaem para o norte, capillo Anlonio Caetano Tra-
vasso, sua senhora c 2 filhas,' lente Joao Pereira
' Bathoso, Dr. Antonio Henriques Leal c 1 escravo,
tenenle Paulo Leskle e toa senhora, DrJ Jos An-
tonio Alves e sua senhora, altares ManoeJ Joa-
quim da Costa, 3 cadetes, 57 pr.ic.as de-pret, 9 mu-
lheres e filhos das mesmas prajas, 1 desertor do
batalhao 11 d infantaria e 6 x-pracas do exer-
cilo. i
Cdiz26 dias, polaca hespanhola Ardilla, captao
Pablo Pags, carga sal e mais gneros; a Aranaga
& Urjan. Sequo para o Rio de Janeiro.
Rio Grande do Sal30 dias, brigoe Leao, de 217 lo-
neladas. capitSo Alejandre Jos de Jesns, equipa,
gem 13, carga carne secci; a Rodrigues Isaac 4
Companhia. ,
Ass8 dias,. polaca brasilera Koua Stnhnro do
Carmo, de 1% toneladas, capillo Manoel Jos
Marlins, eqaipagem 12, carga sal; a Manoel Jos
de Sonza Carnero. Veio largar o pratico e seguio
para Santos.
Trieste60 dias, brigue dinamarquez Cora, de 163
toneladas, capilo John P. Plum, eqaipagem'10,
carga farinha ; a nrdem.
( Navio* sabido no mamo dia.
Ro de Janeiro pela BahiaVapor inglez Thamet,
rommandaiite AV'illlam Slroll. Passageiros desla
proviada, Dr. Rodrigues De Lamarc Correa Pinto,
Marietta Baderoa e 1 criada.
CanalBrigoe iglcz Albana, capilo Wm. Barran,
carga assucar.
EDITAES.
O HJm. Sr. contador servindo de iuspeclor da
Ihesour.ira provincial, em rumprimqnto da resolu-
to da junta da fazenda, manda facer publico, que
no da 27 de abril prximo viudouro, se' ha de ar-
rematar a qncm por menos fizer, a obra dos con-
cerlosda cadeia da villa de Garanliuns, avallada em
2:2499280 rs.
A arremalajao ser taita na forma dos arls. 24 e
27 da tai provincial n. 286 de 17 de mata de 1831,
e soh as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremataran
Vapor inuler. Thamet, rindo dos porlos da Euro-
iestou o segriinle :
r JOlS a*. Xy 1XSD. no |juwqd ijuu o%i |>i>.|.i.. i i.in n unn m i uiiiiiiiii 2 dita amontaos; a Fimm Mo- comparecam na sala das sesscs da mesma junla, "no
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constarse maudou aflixar o presente e pu-
blicar zielo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 28 de marco de 1854.O secretario, Antonio
\ciTeirq_da Annunciaco.
ctou*ula**tpecaet para o. arremataro.
i.* Os concertosda cadeia da vHIa de Garanliuns
far-se-liao de contarmidade corn o orramento ap-
provado pela directora em conselhe, e apresenlado
a approvac.ao do Exm. Sr. presidente da provincia
na importancia de 2r.il99-.280 rs. V
2. O arrematante dar principio obras n6 pra-
zodedous mezes e deveni conclui-las^no de seis
mezajambo. contados na furmado^H^t-Ar le
arrematante seguir, gf^Cu trabalhos ln-
dooquelhesfor.dflermiuaap.pelo respectivo en-
gci.heiro.nao so para boa eacBcjjo^ obns, ,,
eraordem; mo lempo par o
serviep publico todas as partedeaiflcio
^gamenlodaimpbnCu, ua arremataco
lera ligar em tres prestaeoes Uaei. lt ,, -,
de fciU a metade da obra: a 2.,depo9 ,, ,.n,rcsa
provisoria; e. a lerceira na enlreg, dcfiuitiva.
5. O prazo da responsabilidad^ scr de seis
mezes.
6-' u'tra ,odo que ao se adiar dt(e,rminado
resentes clausulaTem no orcamenl* ^auir-
caixa retogios c machinas ; a ordem.
; F. Souvage & C.
bo peridicos, 2 ditos arriostras ; a Rus-
cnibrulho amostras; a L. Lccoiit
Karl J.Scliamellon.
i cnuserva* e livros ; a V. L. Guima-
A. Siqueira.
L. Sdiuler & C.
; a E. Burle.
J. P. AdourA C.
i C. l'oeugdcslre,
Hiclwrd Rojle.
. Cal mo ii 1 & C.
Paler 4 C.
i Jos' Uarte Rodri-
paasaros; a Adamson
ledo
799954
19273
se-ha o que (lispOe a respito a tai provincial n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaco.
O Illrn. Sr. contador ghindo de inspector da
tliesouraria provincial, em cumprimento da resolu-
So da junta da fazenda, manda fazer publico, que!
no dia 20 de abril prximo vindouro, vai novamen-
le apraca para ser arrematada quem por menos fi-
zer a obra do a?ude dePaje de Flores,avaliada em
3:1909000.rs
A arrematacao ser fcila na forma dos arl., 24 e
27 da tai provincial n. 286 de 17 de maio de 1851
c sobre as clausulas especiaes abaixo copiadas :
As pessoas que se propuzerem a esta arrematacao,
comparecam na sala das sessoes da mesma jaula no
dia cima declarado, pelo meio dia competentemen-
te habilitadas.E para constarse mandn afiliar o
presente te publicar pelo /Mario. Secretaria da
thesouraria provincial de Pernambuco 15 de mar-
co de, 1854. O secretario Antonio Ferreira
aAnnunciacao.
Clausula* etpciaes para a arrematarse.
1. As obras desle acude serao taitas de contar-
midade com as plantas e ornamento apresenlados a
approvasac- do Exm. Sr. presidente da provincia,
na importancia de 3:1909000.
2. Estas obras deverao principiar no prazo de
dous mezes, c scro concluidas no do dez mezes
contar conforme a lci provincial n. 286.
3. A importancia desla arremataran ser paga em
Ircs prestaeoes da maneira seguinte : a primeira dos
dous quinlos do valor do osamenta, quaudo liver
concluido a melade da obra ; a segunda igual a pri-
meira, depois de lavrado o termo de recebimento
provisorio : a terecira finalmente de um quinta de-
pois do recebimento definitivo.
4. O arrematante ser obligado a communicar a
repartido das obras publicas com antecedencia de
30 dias, o da em que lem de dar principio a execu-
sao das obras, assim como trabalhar seguidamente
dorante quinze dias, afim de que possa o engenhei-
ro oncanegado da obra assslr aos primeiros tra-
balhos. *
5. Para ludo o mais que nao esliver especificado
as presentes clausulas seguir-se-ha o que determina
a lei provincial n. 286, de 17 de maio de 1851.
Contarme. t secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaco.
O IUm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, em virlude da resolurao da
junla da fazenda, manda fazer publico que no dia 6
de abril prximo vindouro va novamenle a praga
para ser arrematado a quem mais der o rendimento
do imposta do dizimo do gado cavallar nos munici-
pios abaixo declarados:
Limoeiro avaliado annaalmente por 589000
Brejo s 509000
A arrematarlo ser taita por lempo de tres annos,
a contardo 1." de jnlho de 1853 ao fim de junho
de 1856.
A. pessoas que se propozerem a esta arrematacao
comparecam na sala das sessoes da mesma junla no
dia cima declarado pelo meio dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernambu-
co 4 de marc,o de 185 O secretario,
Antonio Ferreirfi O Illm. Sr. contador, servindo de inspector da
Ihesooraria provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 9 do correle,
manda fazer publico qaeios das 4, 5 e 6 de abril
prximo vindouro, peranle a junla .da fazenda da
mesma thesouraria, se ha de arrematar a quem por
menos fizer a obra do 21." lauco da estrada do Pao
d'Alho, avahada em res 14:9608000.
A arrematacao scr taita na forma dos ar(igos24 e
27 da tai provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a osla arrematacao,
comparecam na sala das sessoes da mesma junla nos
dias cima declarados pelo meio dia,compelen temen-
te habilitadas. ,-".,
E para constar se mandou aflixar o prsenle o pu-
blicar pelo piarlo.
Secretaria da ihcsoararia provincial de Pernambu-
co 13 de marro d 1854. O secretario,
Antonio Ferreira Clausulas especiaes para a arrematacao.
1. As obras do 21 lauco da estrada do Pao d'Alho
seraofeitas.de contarmidade com o orcamenta, plan-
ta e perfis, approvados pela directora em conselho
e apresenlados a approvacao do Exm. Sr. presidenta
da provincia na importancia de 14:9608000 rs.
2.' O arrematante dari principio as obras no pra-
zo de.um mez e sero concluidas no de 12 mezes, am-
bos contados na forma do artigo 31 da lei nume-
ro286.
3.* O pagamento da importancia da arreuiatacao
realisar-se-ha em qOalro prestaeoes guaes : a pri-
meira depois de tailo o primeiro trc.o das obras ; a
segunda depois de concluido o segundo terco; a ler-
ceira na occaso do recebimento provisorio ; e a
quarla depois da entrega definitiva, a qual realisar-
se-ha um anno depois do recebimento proviso-
rio.
4.a Seis mezes depois de principiadas as obras, de-
ver o arrematante proporcionar transito publico em
toda a exlenco do lan^o.
5." Para ludo o que nao se acha determinado as
presentes clausulas tem no ornamento, segair-se-ha o
que dispe a respeilo a lei provincial n. 286.
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira
S Annunciaco.
O Illm. Sr. contador servindo do inspector da
thesouraria provincial, cm cumprimeiilo da resolu-
cao da juntada fazenda, manda fazer publico que
no dia 27 de abril p. vindouro, vai novamenle
praca para ser arrematada a quem por menos fizer,
a obra dos conccrlos, da cadeia da-Villa do Cabo, a-
valiada em 8259000 rs.
A arrematacao ser taita na forma dos artigo
24 e 27 da lei provincial u; 28S de 17 de mai o de
1851 e soh as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematacao
comparecam na sala das sessOes da mesma junta no
da cima declarado, pelo meio dia, competente
mente habilitadas.
E para constar se mandou afiixar o presente e
pubjicarpelo Diario.Secretaria datliesouraria pro-
vincial de Pernambuco 28 de marro de 1854. O
secretario, Antonio Ferreira da Annunciaco.
Clan salas especiaes para a arreuuitarao:
l.'Os conccrlos da cadeia da villa do Cabo far-se-
hflo de contarmidade com o orrameulo approvado
pela secretaria em conselho, e appresenlado apro-
vacao do Exm. presidente da provincia, na impor-
tancia de -8258000 rs. .
2."0 arrematante dar principio obras no pra-
zo de qninze das, c dever conclui-las no de Ires
mezes, ambos contados de contarmidade com o arl.
31 da tai'n. 286.
3." O arrematante seguir nacxccurao lado o que
lho for proscripta pelo engenheiro respectivo, nao
s para boa cxecuc,o do I raba Un como cm ordem
de nao inulilisar ao mesmo lempo para o servico
publico lodas as partes do edificio.
4" O pagamento da inporlancia da obra verili-
car-sc-hacm duas prestaroos iguacs: a depois
de taitas dous tercos da obra, e a seguanda,depois
de laucado o termo de recebimento. /
5- Nao haver prazo de responsabilizado,
6. Para ludo o que nao se acha deertqinailo na
presentes clausulas nem no .orramento, seguir-se-
na o que dispe a lei n. 286. Conforme. O se-
cretario, Antonio Ferreira d"Annunciaco.
O Illm. Sr. contador, servindo de inspector da
(hesouraria provincial, em cumprimento da ordem
do Exm. Sr. presidenta da provincia de 28 docorren-
te, miada fazer publico.que nos dias 18, 19 e 20 de
abrilpfollmo vindouro, peranle a junta da fazenda,
da mesma thesouraria, se ha de arrematar a qoem.
mais olerecer, o aendimenloMp imposto da laxa d
barreira de Sanio Amaro de Jafaato, avahad
4:0OO90Ors. por anno. V__- *
A arrematacaoser taita por lempo de 14 mezes
contar do 1." de maio do corren lo anno, ao fim de jn-
nho de 1855.
. As pessoas que se propozerem a esla arrematacao,
comparecam na sala das sessoes da mesma junta, nos
dia. cima indicado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitada..
E para constar, se mandn afflxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesooraria provucial do Pernambu-
co 30 de marc,o de 1854;
0 secretario.
Aulonio'.Ferreira da Annunciaco.
O Illm. Sr. contador, servindo do inspector da
Ihesooraria provincial, rm cumprimento da ordem
do Exm. Sr. presidenta da nrnvinri. de 7 do rnr-
_____
renta, manda fazer publico, que nos dias 4, 5 e 6 de
abril prximo vindouro, perante a junta da fazenda
da mesma Uiesouraria.seha de arrematar a quem
por menos fizer a obra, da cadeia na cidade do Rio
Formulo, avahada em 33:0009000 rs.
A arremataco ser taita, na forma dos Higos 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de mata de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que e propozerem a esta arrematasso
comparecam na sala das sessoes da mesma jonta, no.
dias cima declarados pelo meio dia.competenlemen-
te habilitadas.
E para constar te mandn afiliar o presenta e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernambu-
co 13 de marco de 1854. O secretario,
Anlonio Ferreira Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.a As obras serao taitas de contarmidade com o
orcamenloeplanta.nesta data approvado. pela direc-
taria em couselho, e apresenlados a approvacao do
Exm. Sr. presidente da provincia na importancia de
33:0009000 rs.
2. O arrematante ser obrigado a dar principio as
obras no prazo de dous mezes, e conclui-las no de 20
mezes, contados de contarmidade com a disposcao
do arligo 31 da le provincial n. 286.
3." Para execucao das obras, o arrematante deve-
r ler um meslre pedreiro, e outro carpiaa da confi-
anca do engenheiro encarregado da obra.
4." O pagamente da importancia d'arrcmatasao se-
r taita em seis prestaeoes da forma seguinle: a pri-
meira da quanlia de um dcimo do valor*da arrema-
tarlo, qoandoesliwem taitas todas as plantas al b
nivel do pavimenioTerreo, e juntamente o cano d'es-
goto ; asegunda da quanlia de dous decimos quando
esliverem fritas todas as parles exteriores e interio-
res al a altura dereceber o travejamenlo do primei-
ro andar, e assenladas todas as grades de ferro das
janellas: a lerceira da quanlia de dous decimos quan-
do esliver assentado todo o travejamenlo do primei-
ro andar, fcilas lodas as paredes at a altura da co-
berta, e embocadas os cornijas; a quarla tambero de
dous decimos, quando esliver prompla lodaacoberta,
assenlada o travejamenlo do forro do primeiro andar
rebocado e guarnecido todo o exterior do edificio; a
quinta lambemde dousdecimos.quandoesliveremcon-
cluidas todas as obras, c recebidas provisoriamente ; a
sexta finalmente de um dcimo, quando for a obra re-
cebida definitivamente, o que lera lugar um anno
depois do recebimento provisorio.
. 5." Para Indo o mai. que nao esliver determinado
as prsenle.clausulas, e nem no orcamenta seguir-
se-ha o que dispOe a respeilo a lei provincial nume-
ro 286.
Contarme.O secretario,
. Antonio Ferreira "Annunciaco.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
Ihesoararia provincial, cm comprimento da ordem
do Exm. Sr. presidente, da provincia, manda fazer
publico, que no dia 6 d abril prximo vindouro,
peranle junla da fazenda da mesma thesouraria,
vai novamenle a praca, para ser arrematada a quem
por menos fizer, a' obra do acude da pov oacao de
Bczcrros, avahada em 3:8418500 rs.
A arrematacao ser feila na forma dos arls. 24 e
27 da lci provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrcmalac/io
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas. *
E para constar se mandn afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da I hesouraria provincial de Pcrriam-
bnco4 de marco de 1854.O secretarioj Antonio
ferreira da .Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arremataro.
1. As obras desle acude serao taitas do contar-
midade com a planta c orcamento approvados pela
'directora em conselho, e apresenlados a approvacao
do Exm. Sr. presidente da provincia importando era
3:8449500 rs.
2. O arrematante dar comeco as obras no pra-
so de 30 dase terminar no de seis mezes, conta-
dos secundo o artigo 31 da lei n. 286.
3." O pagamento da importancia da arrematacao
ser dividido cm tres parles, sendo urna do valor de
dous quintos quando hpuver feito metade da obra,
outra igual a primeira quando entregar provisoria-
mente, c a lerceira de um quinte depois de um anno
na occasiao da entrega definitiva.
4. Para tudo o rtis que nao esliver especificado
as presentes clausulas seguir-se-ha o que determi-
na'a lei n. 286.Conforme.O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciaco.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
Ihesooraria provincial, em cumprimento da resolu-
Co da junta da fazenda, manda tazer publico que
no dia 27 de abril prximo vindouro, vai novamenle
apjaca, para ser arrematada a quem por menos fi-
zer, a obra do acude na Villa Bella da comarca de
Paje de Flores, avallada em 4:0048.
A arrematacao sera taita na forma dos artigpss
24 e 27 da lei provincial n. 286, de 17 de maio de
1851, e sob as clausulas especiaes afcaixo copiadas.
A pessoas que se propozerem a esta arrematacao
comparecam na saladas sessoes da mesma juula no
dia cima declarado, pelo meio di, competente-
mente habilitadas.
E para constar s mandou aflixar o presente, e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 23 de marco de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira d'Annunciaco.
Clausulas especiaes para arrematacao.
1. As obras desle acude serao taitas de contar-
midade com as plaas c orcamenta apresenlados a
approvacao do Exm. Sr. presidente da provincia, na
importancia de 4:0049000 reis.
. 2." Estas obras devero principiar no prazo de
dous mezes, e aerflo concluidas no de dez mezes a
contar contarme a lci provincial n. 286.
3." A importancia desta arrematacao ser paga
cm (res prestaeoes da maneira seguiute : 1.", dos
dous quintos do' valor total, quando liver amrhii-
do a metade da obra: a 2. igual a primeira, de-
pois de lavrado o termo de recebimento proviso-I
rio : a 3.", finalmente de um quinto depois do re-
cebimento definitivo.
4.a O arrematante ser obrigado a' communicar a
repartirn das obras publicas com antecedencia de
trinla dias, o dia fixo cm que tem de dar principio
a execucao das obras, assim como trabalhar se
unidamente durante quinze dias fim de que possa
o engenheiro encarregado da obra assislir aos pri-
meiros trabalhos.
5." Para tudo o mais que n3o esliver especificado
as presentes clausulas seguir-se-ha o que determina
alei n. 286.Conforme. O secretario, AntonioFer-
reira (CAnnunciaco.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial,-cm cumprimento da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia de 19 do cr-
renle, manda fazer publico, que no dias 10, 11 e 12
de abril prximo vindouro, perante a junta da fa-
zenda da mesma thesouraria, se ha de arrematar a
a quem poc menos fizer a obra dos colicortos do
qarlel da villa do Cabo, avahada cm 5309000 rs.
A arrematacao ser taita na forma dos rticos
24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851 c sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematacao
comparecam na sala das sessoes da mesma junta nos
dias cima declarados, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 22 de marco de 1854O secretario,Antonio
Ferreira d!Annmciar&.
Clausula*--especiaes para a arrematac.
jj^Asobras serao feilas de conformiilade com a
planta e orcamento approvados pela directora em
conselho e apresenlados a approvacao do Exm. Sr.
presidente da provincia, importando em 5509000
ris.
2. O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de um mez e as concluir no de tres mezes,
ambos contados pela forma do arl. 31 da lei n. 286.
3.a A importancia da arrematacao ser paga em
tres prestaeoes iguaes ; a primeira depois de feila a
metade das obra. ; a segunda depois da entrega pro-
visoria ; e a lerceira.depois do receblmeulo deflnilic
vo, que verificar-se-ha tres mezes depois da enlreg-
provisoria.
4.a Para -tudo o que nSo se acha determinado.'
as prsenles clausulas nem no orcamento, seguir-
se-] o que dispe na lei o. 286. Conforme. O
secretario Antonio Ferreira Annunciaco.
41 Illm. Sr. ronlador prvutn do innAi>lnr di
thesouraria provincial, cm cumprimento da resolu-
Cao da juula da fazenda, manda fazer publico, que
no dia 20 de abril prximo viudouro, vai novamen-
le praca para ser arrematada a quem por menos
fizer a obra do acude do Buiqae, avahada em
3:3009000 ris.
A arrematacao ser taita na forma dos artit
e 27 do regulamenlo de 1.7 de maio de 1851,
is clausulas especiaes abaixo copiadas.
A. pessoas qoc so propozerem A esta arrematacao
comparecam na sala das sessoes da mesma junta -no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te, habilitadas. E para constar te. mandn affixar o
presente e publicarpelo Diario. Secretaria da Ihe-
soararia provincial de Pernambuco 15 de marco de
1854. O secretarte, Antonio Ferreira d' Annun-
cico.
Clausulas especiaes ia arrematacao.
1. As obras do acode do Hinque serao feilas de
contarmidade com a planta e orramentos approva-
do. pela directora em conselho, e aprereiitados
approvacao do Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de 3:3009 ris.
2. Estas obras deverao principiar lio prazo de
sessenla das e serao concluidas no de dez mezes,
a contar da dala da arrematacao.
3. A importancia desla arrematacao scr paga cm
Ires prestaeoes da maneira seguinte : a 1.a dos dous
quintos do valor total, quando liver concluido me-
lade da obra ; a 2.a igual a primeira depois de lavra-
do o termo provisorio; a 3.a finalmente de um
quinto depois do recebimento de fiuilivo.
4; O arrematante sera obrigado a communicar
repartido das obras publicas com antecedencia de
30 dias, o dia fixo em que tem de dar principio a
arrematacao das obras, assim romo trabalhar se-
guidamente 15 dias, alim de que possa o engenhei-
ro encarregado da obra assislir aos primeiros'tra-
balhos.
5..Para tudo o mais que nao esliver especificado
as presentes clausulas seguir-se-ha' o que determi-
na a tai provincial n. 286. Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira aVAnnunciaro.
O Illm. Sr. contador, servindo de inspector da
thesouraria provincial, em cumprimento da resolu-
C3o da junta da fazenda, manda tazer publico, que
no dia27 de abril prximo vindouro, vai novamenle
praca, para ser arrematada a quem por menos fi-
zer, a obra dos concertos da cadeia da villa de Seri-
nhaem, avahada em 2:7508000 rs.
A arrematacao ser taita na forma dos arls. 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.^
As pessoas que se propozerem a esta arrematacao
comparecam na sala das essoes da mesma junta np
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandoa afiixar o prsenle >
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 28 de marco de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arrematac.
i. Os concertos da cadeia da villa dcSerinhaem
tar-sc-hao de contarmidade com orcamento appro-
vado pela directora cm conselho e apresenlado
approvacao do Exm. Sr. presidente na importancia
de 2:7508000.
2.a O arrematante dar principio s obras no pra-
zo de um mez e dever conclui-las no de seis me-
zqs, ambos contados na forma do arl., 31 da tai
n .-286. '
3.a O arrematante seguir nos mus trabalhos tudo
6 que lhe for determinado pelo respectivo enge-
nheiro, nao s para a boa execucao das obras como
em ordem de nao inulilisar ao mesrao tempo para o
servico publico todas as parles do edificio.
4. O pagamento da importancia da arrematacao
lera lugar em tres prestacSes iguaes; a Ia, depois
de feila a melade da obra; a 2a, depois da entrega
provisoria; a 3a, na eutrega definitiva.
5." O prazo da responsabilidade ser de mezes.
6." Para ludo o que nao se acha determinado as
presentes clausulas nem no orcamento seguir-se-ha
o que dispOc,a respeilo a lei provincial n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaco.
Um cadete...... Rezendo.
Um quartel-mcslre ... a RibMro.-
L'm soldado...... Monleiro.
Cazuza........ Roteado.
Maneco ........ n Pe
Andteza, mulher dojeilor. Sra. D
mota......
vidados, piseadorej, pretos
oca..A aec&o
Hoje 1. de abril rto praca, p
movida pela segunda vara civel, e depois da respec-
tiva audiencia, Joao, negro, velho, aptleiro, Rita,
negra, de meia idade, quitandeira. Jo;
Bl|m (Ifi na
i Luiz Lope,
ra a ra
ira o bi
Dcneoov as
DECLARARES.
Correio geral.
As malas que deve
ronduzir o vapor Impe
ralriz para os porlos do
norte principiam-se a
fechar hoje (1 de abril)
a urna hora da tarde, e depois dessa hora al o mo-
mento de lacrar recebem'-se correspondencias com o
porte duplo.
, A escuna brasilera Sociedade Feliz, tacha a
mala para o Rio de Janeiro, boje ao meio da.
' Carlas seguras vindas do sul para os sculiores:
Francisco Antonto Pereira Brito.
F. de Paula Silva Lins.
Izidora Senhoriuha Lopes Chaves.
Joaquim Rodrigues de Albuquerquc.
Salvador Henriques de Albuquerquc.'
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
termo do Recita, se faz publico, que se acham cm de-
posite dous quarlos rucos : quem se julaar com di-
reto aosmesmos, compareca nesla subdelegada,aon-
de se exigir os signaes certas dos referidos'quarlos,
depois do que lhe sero entregues.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
termo do Recita, se faz publico, qoe hontem a noile
foi lomado a dous individuos na Solcdadc, um barril
com manteiga franceza : a pessoa a quem o mesmo
foi furlado, compareca nesla subdelegada afim dse
proceder as averiguarocs precisas.
Companhia de Liverpool.
O vapor in-
glez La Plata,
que devia partir
de Liverpool no
dia 10 de marco,
espera-se nesle
porta por (oda
semana que en-
tra em2deabril;
(.dvcrle-se mais,
que o vapor en-
Irar para o mos-
queiro, para commodidade de passageiros que lenham
de seguir para o sul. Agencia em casa de De.ne
Voule & Companhia, roa da Cadeia Veilia n. 52.
O (bailo assignado, cnsul d Blgica em Per-
nambuco, tendo de dar alguna esclarecimenlos aogo-
verno Belga, se lhe taz preciso que os subditos da
mesma nacao aqui residentes, apparceam em cas de
saa residencia, ra da Aurora n. 58, das 7 as 9 ho-
ras da manha, e das 3 as 6 da tarde. Consolado da
Blgica em Pernambuco 29 de marco de 1854.,
Manoel Caetano, S. Carneiro Monteiro.
Le Soussign, Cnsul de Belgique Pernam-
buco aj ant de donner quelques renseignemenls i son
gouvernemenl, il est ncessaire que les sujels Belges
rsidents dans celte province, de compariilre sa
rsidense, ru d'Aurara n. 58, des 7 heures jusqii
9 du matin, el de 3 6 da soir. Consulal d Belgi-
que a Pernambuco le 29 mars 1854.
Manoel CaetanoS. Carneiro Monleiro.'
t^5?%/
SABBADO 1. DE ABRIL DE 181
BENEFICIO DO COSTA
Represcnlar-se-ha pela primeira vez nesla pro-
vincia, a excellcnle comediaOriginal Brasilera
ornada com umitas e boas pecas de msica.
0 PEIMIMWAM
NA
Actores.
Sr. Pinto.
Sra. D. (iabrila.
a a Maria Amalia.
a Maooela.
O beneficiado.
Sr. Santa Rosa.
Btzerra.
Euzebio.
Mendes. .
Aouedo.
- D.l..
Pertonagens.
Anastacio, velho negociante.
Carlota, toa filba .
Rozaura, coaitada d.Aoasla-
cio.........
Generosa, criobla .
Moleque, escravo de A nada-
do ........
Manoel, taitor.....
lcnrique administrador. .
Um caixeiro de Anastacio. .
Um brigadeiro.....
Capilo, nlho do dito. .
I'm Unonl.
estacn
sido *i^^H > o* thealros do KM
Confia o beneficiado que'a execucao precn
vistas do sen autor, lornai esta ama das bellas noi
les do Uiealro de Santa Isabel.
Seguir-se-ha a repreMnlaeJo de ama eicellento
tarca.
Dar fim o espectculo com tt engracado duelo,
poesa do Sr. Concejero, e msica do Sr. orooha.
O PH1X0SOPHO DO CAES
E
O PRAIA GRANDE
Cantado pelo beneficiado e o Sr. Ribciro. Esla
composicao ama das mais felize* do Sr. Noronha;
por si s deu endientes nos Ihcatros da capital.
A Sra. 1). Manoela representar o' papel da criou-
la Generosa em obsequio ao beneficiado, por nao
ler peta seu conlrato obrigacao de Irabalhar em par-
tes desle'genero.
O beneficiado espera que o publico apreciador
dos bons espectculos, lhe d ama rmuneraco des
esforcos que lem empregado para efecluar esle
Urna endiente.
Os bilheles acham-se a dposcSo do respeilavel
publico em casa do beneficiado ra Bella o. 21, e
no dia do espectculo no escriptbrio do Ihealro.
Comecar s horas do cnslume.
AVISOS martimos.
PARA O RIO DE JANEIRO.
. Saliecom milita brevidade o brigue
Conceicao, por ter o seu carregamen-
to Muasi todo prompto : quem no mesmo
ftuizer carregar o resto, ir de passagm
ou embarcar escravos a frete, falle com o
capitao na--praca, ou no escriptorio'de
Manoel Alves Guerra Jnior, na ra do
Trapichen. 14.
Par* o Rio de Janeiro sague viagem com mul-
la brevnlade, por ter prompto a matar parte de sen
carregamento, o muilo velleiro bergantim brasiteiro
Despique de Beirit: quem nellequizer carregar om
hir de passagm para oque lem excelleules cora-
modos, dirija-s ao escriptorio de Manoel Joaquim
Ramos e Silva.
Para a Rabia, vai sabir em poneos
dias o hite nacional Amelia : quem
no mesmo quirer carregar, ou ir de pas-
sagm, dirija-se ao mestre a bordo, ou aos
consignatarios Novaes & Companbia, na
ra do Trapiche n. 34.
Para Lisboa com escala pela Ilha de S. Miguel,
o brigue portuguez Bom Succcsso pretende seguir
com toda a brevidade : quem no mesmo qoizer car-
regar od ir de passagm, para o que oSerece bons
commodos,-trate com os consignatarios T. de Aquino
Fonseca andar, ou com o capilo Francisco Jeronvmo de
Mendonca, na Praca.
Vende-se a escuna hollandeza Albert, ancora-
da nesle porto, muilo propria para a navegacao de
cabolagem, de lote de 90 toneladas inglezas, pouco
mais ou menos, forrada de cobre, ainda m bom uso.
de marcha muilo snperinr, e prompla para seguir
qualquer viagem : os prelendenles dirijam-se aos con-
signatarios, no Trapiche Novo n. 16, aonde o inven-
tario pod ser examinado.
" Para a Bahia sahe com brevidade o hiale Noto
OUnda; para o resto da carga (rala-as com Tomo Ir-
mos.
J. M. Warduc, capitao do cter americano
Bay Cety, declara que nao se responsabilisa por di-
vida alguma queseja taita por gente de saa tripola-
So. *
Rio de Janeiro.
Segne cm poneos dias por ler a matar parte da. car-
ga engajada o patacho nacional Alfredo, capitao Ma-
noel Comes de Ojeira: para o restante, passageiros
e escravos a freler para o que ofierece as melliores
accommudaroes, Irala-sc com o consignatario Jos
Baplisla da Fonseca Jnior, na ra do Vigario n. 4,
primeiro andar, ou com u capitao na praca.
PARA O RIO DE JANEIRO.
A barca-nacional /pq/iic acaba de forrar de cobre novo e fazer costado filo ;
segoe viagem para o Rio de Janeiro em pouco. dia.
por ler dous terco, da carga prompla : para o restan-'
te, trata-se com Bailar & Oliveira, na roa da Cadeia
Velha n. 12.
Para o Rio de Janeiro segu por es-
tes 8 dias o brigue brasileo Hebe, por
ja' ter parte do carregamento prompto:
quem no mesmo quizer carregar ou em-
barcar escravos, cntenda-se com O capitao
a bordo, ou com o consignatario Manoel
Alves Guerra Jnior, na ra do Trapiche
n. 14. i
LEJXAO
ceira do
fieu, e
cial; coala]__
zdo de seu.
lualicl
Desapp
gaezia da E,
escravo de n
altara regalar, cor
grande com canto
e sanguino
ter 40 anno
Sr. Se
ro; po
seule n
poe^e
j foi i
cia.i {^^^^^H
aos senhort
XratMtiaWmW
erecta!
vem n
buco, ql
hedfl^^^^H
Rio de Jaoer

seu no
m
que a .beriu
este jornal, t
noile, na ra
loja de Mr. S
e lodos os dij
bi Inst, ai
rasem dil
prese
GRANDE LEILAO SEM LIMITE
Qnarla-feira "> do correlo no armazem da ra do
Collcgio u. 14, s 10 )i horas das manha haver
lcilao de diversas ol>ras de marcinciria, como bem
mobilias de janirand com pedra e sem ella, obra do
ultimo gosto,.chas de amarcllo, duas ricas camas
francezas de jacaran com cortinados, duas ditas de
amarello, cadeiras geuovezas de ge*to modernissimo,
Ires pianos inglczes, dous sautuarios, om lindo pre-
sepe, c outras pecas fiaas, retogios para parede,
para cima de mesa e para algibeira, diversas peras
de vidro e crysll, candieiros de differeiile. qua'li-
dades, varias quinquilharas para entalles de sala,
urna grande porco de chapeos pretos de massa, c de
palha de trigo: e alm desles objeclos haverao ou-
.ros milites que eslarao .patentes no mesmo arma-
zem. i .
0 AGENTE BORJA GERLDES
far o leilo dos objeclos cima mencionados sem
limite, pois a prova j foi vista no leilao do dia 28
do mez passado. '
AVISOS DIVERSOS.
O Sr. Carlos Gillain ainda tem a
carta na livraria n. 6 e 8 da praca da in-
dependencia.
Predsa-se de um feitar no sillo do Sr. Guerra
ora occnpado pelo Sr. Feotn: na passagm
magdalena oo mesmo sitio, antes da. 9 lloras
manhaa. c depois das 4 horas da tarde.
Precisa-so fallar ao Sr. Manoel OcUviano de
Carvalho, e como se ignora ga morada, para se
lhe entregar urna encommenda vinda de fora, roga-
se-lhe de annunciar sua morada com brevidade, poi.
o portador tem de relirar-se.
Perdeu-se urna bolsa de couro com
quatro chaves: quem achu queira en-
trega-la nesta typographia, onde sera'
gratificado'com a quahtia d 205000 rs.
sendo que eflectue a entrega hoje at a's
10 horas,
* Furtaram em marco do anno passado no Inga'"
chamado Po-Amaretlo, propriedade do engenho
Macujc, ura_ quarto pertenrem ao Sr. do engeulio
Concctaao-Nova da freguezia da Escada, e seqs sig-
naes sao os scgiiintes: "rodado, claro, grande, muilo
bem feito, noy e gordoanda baixo roaito pouco,
tem, alm de oulros ferros, no quarto direito, um G
mal feilo c retorcido no quarto esquerdo. Quem
ilellc der noticia certa ser recompensado ; e levan-
do-o ao engenho Conceic3o-ova ou no Recita ua
ruado l.ivramento ao Sr. Joaquim' Correa de Re-
zende ter 103000. A este respeilo ja se fez an-
nuncio no Diario n. 97 do anuo passado, mas al o
presente nenhuma noticia tem apparecido. SuppSe-
sc ter sido negodado para o sul.
praias 4
Con
caire
D. Pe
Con
as me
Ton
em 1831.
Urna
Nerwiog.
A p-
dose sol
1853.
Urna hala!
e turcas
O hor
gem para a i.n
Um enterro
ANTTGDIDAD^
SALSA I
ASAL'
A SALSA
de *S3-_
pulacao se4
annunci Te que
dispeo^^^^^H
provocaf^^^^^H
e proprielarii
medeSands.
Estes senhi
rilha de Bri:
bricaram ama
Eis-aqui a c
ereveram ao I
e que se acha
Btalo
Nosso a precia vel sen hor
Em todo oj
dades conside
yrac,
nquelles que aj
dita medie"
quizer
nos resultara
Vmc. Tem* j
sobre esle
daqi a
muilo {
ton, o.l
Ficra s I
t..eAin
claramente
eque a de _
Saal esle drogt
ristol.
2.1
oaaBaaBaa
Ven
nomo;
JAHR *JBl tradiizido
A. Lobo M ^^Hboulen
jsorlai
Veta, etc.,- etc. peto tro^
cdernados
Diccionari
lomia, pharn
nado
Urna carleira de 2* m*dicamenffw oa
eos de linduras indispensavei.
Dita de 36 ......
Dila, de. 48.....
I.'made60lnbosr.,-
Diladel44c.
Cada corte:
das duas obras. ciii
Carleira. de 24 tu:
beira
: 48 ditos ...
Tobos avulsos de glbulo*
Frascos
Ha luabem par* ,,..-.
. O Dr.Thomassin, medico
, sullas todos os dias uteis
1 manhaa al o mdo dia, era sua casa
; Cadeia de S. Anlonio n
Precisa-se de um.i
soas de familia, para co
mai servico de easa, e comp
vier, dirija-w i ra ite Api
quem precisa.
Precisa-M i
urna casa de
a quizer alugar,
4, padaria.
O abaixo assigoad^^H
diaole detxa de e.
goso, assim como lhe
com que senil
seu diminuto presumo.
sao de ra
promplam
JSSS
lavrece
Idf marca de 1851.
jncalces Vira.
Precisa- de urna ama portpgueza: na ra da
praUdo Caldeireiro n. 3.
Qoem atinuorion om moleque para dar para
*? bdeclmento tem
.**' urovincialO, 12.
*ai* 1' o mui insignih-
eantes rep>r i.u- :ns absoluta
te, accrescendo qu |0 conbuslivel ha
mui inconsideravel. Os senhores de engenho, pois,
e outra. quaesquer pessoas que precisaren de ma-
clunisrno sao respeilosamenle convidados a visitar OJ


m

DIARIO DE PERMAIIIBUCO SABBADO i DE ABRIL DE 1854.
=
IHANISMO PIRA EUGE-
NIOS.
. H1AO DE FERRO DO EIRO
tlWW. BOW1W BU,
insmos proprios para engenl
meias mocnda-i da mais moderna
H^HP*0? lo, de
e boe-:
iiarausoseo uoinhos
de mandioca, etc. ele*
ISA MESIA FlXDI(;\0
rulam Indas as enconimendas com a superiori-
dadej conhecida, e cora a devida presteza e cottjmo-
F* para*ra das
ido andar.
'O'DfTSabiim Olegario Ludgero Pinho mu-
dou-se para o palacete da ra da S. Francisco
m (mundo novo) n. 68 A.
Lotera de n. s. do livramento.
O cautelista Salustiano de Aqino
lEO^PU
lu-se r
aviM o repeilavc Hilese
cutelas estilo exo^H premios
eraiid^^^^^^^^l do Imposto Retal.-
Bilh . 6.000 5:000*000
... 2:50611000 .
irtes ... . 1,300 1:2009000
Decimos . 700 .. 5009000
Vigsimos ..... 400 2505000
J. Jarre,Dentista,
contina residir na tua Nova, primeiro andar n. 19.
lotera de n. s. do livramento.
As rodas desla lotera andam a 21 de abril proxr
mo futuro, e o resto dos bilhete acha-sc a venda
nos lugares ji conheeidos, na botica do Sr. JoSo Mo-
reira ra do Cabuga, na ra do Queimado toja do Sr.
Morae.O lliesoureiro, Joto Domingues da Silca.
de e retirar prosima-
mente para Europa, ropa aos seus devedores
o favor de virem saldar suas contasdadata
desle a oito dias. Recife 17 de mareo de
seas "J^^^^D
aborto
la Da
um
Sin. qoe no en extenso es-
iitinua a fabricar
;>lidao',lodi a qualidade
^^M agricultura, navega-
Sara inaor commodo de
ilicoemgeral, lem
rmazonsdoSr. Mesqui-
Jo arsenal de mariuha,
Aluga-se um sitio
na estrada dos afilelos confronte a igreja do mesmo
tugar, bastadle grande, com boa casa de vivenda,
murado n frente e Tundo, com muitas frucleiras :
qilem o pretender, dirija-so Ponte de Uchoa em ca-
sa de Frauciseo Antonio de Oliveira Jnior, que lam-
ben! o permuta pnr predio na prac,a,ou vende.
i l'K MACHINAS
lecimento.
apeadores um completo sorli-
s, com lodos os melho-
irigraaes) de que a
s tem mostrado a neces-
ite baila e alta presso,
abatidas como fundidas,
conduzir formas d assu-
dioea, preitsas para di-
to, fo! alidopara farinha, arados de
ferro da mais approvada cons'trueco, fondos para
artas para foraallias, e urna
is de ferro, que seria enfadonho
psito existe urna pessoa
inteU^^^H ada para receber todas as en-
tic, que os annunriantes contan-
do co s officinaa e machjnismo,
e pe .se compromelleui a fazer
ejecutar, r. m, perfeico, e exacta
rmidade con los.ou desenlio, e inslruc-
ue lhe forer>
ATTENCAO'.
Arrematacao de propriedades do recolhi-
oarass
na. 27 do corren le
priedades de que trata o an-
tenlodo Sr. I)r. juiz de di-
civel desta ridade, flenu
beira prac.a que deve le
na sala das audiencias de-
reil
ella
luc


^^B e adminis-
icolo das freirs do
de lguarass, faz sa-
'ber. i seguinte,tem de
serar -a praca do juizado ci-
eira vara da eidade do Kecife. 2 sitios de
daquella villa, sendo o pri-
exlenso de legua
em i la cscriptura com
urna peque laipa' e tena, cujo ter-
reno eucerr .ladate offerece a vanla-
HOMEOPATHIA.
CLNICA especial das molestias
^ nervosas.
(Ilysleria, epilepsia ou gota coral, rheuma-
lismo, gola, paralysia, deleitas da falla, do
ouvido e dos olhos, melancola, cephalalgia
ou dores de cabec, enxqeca, dores, e todo I
rnais que o povo conheco pelo nome genrico
| de nervoso.)
As molestias nervosas requerem muitas ve-
zes, alem dos medicamentos, o empregu de
outros meius. que despertem ou abtanla sen-
sibilidade. Estes meios pussuo eu agora, e os '
ponlio a disposicao do publico. .
Consullas todos os dias (de graca para os
pobres), desdeas 9 horas da mnha al as 2
da (arde. Ra de S. Francisco (mundo uovo)
n. 68 A. Dr. Sabino Olegario Ludye
\ Pinito.
rllenle
tos para i
genbo e
.rKS
Uiho em alto ponto,
daas, rio de ex-
!Io para animaes, boosal-
tlas para o fabrico do en-
ladeirn consianlemente.
'islancia de daasle-
porlo de embarque,
n da vida. O segundo
Jar Freirs, he silo
legua distante
a da estrada
ibatinga de li-
is para canna e ca-
mos'pBr roa, millio, feijao,
:reado |>ara criar vaecas para
villa-como cosluma. O primeiro
m 1Q:0099000,eosegundo
valiadn'res os litros. Srs. coronel
es Campello, e capilao Ma-
9, proprietarios
pinho, para coja ven-
iceuca imperial. Quero
~e;a por si ou seus
se anlecedentemen-
rer, dirijam-se villa de
i\o assigoado, ou com o
Ferreira Duro, o o es-
d Mello e Araujo,
- com ellas mostr-
is fevereiro de 1854. O
i Albuquerque.
sa ao respeitkvel eorpo
^HRpossa, que em sua
^^^^^HKldp da admiois-
omingos da Costa
s Srs. Manel Jos
es (itiimaracs, Joaquim
^^H Marlins da Silva.
lu Guimaraet.
riei relita-se para
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-sea venda os billietes da lotera
15. do tliesouro publico, cuja lista se es-
pera pelo vapor ingle/, ate 4 do prximo
mez'de abril; os premios serao pagos a'
chegada da lista.
RIDOUX & GARNIER, L1THOGRAPHOS,
Ra da Cruzn. 24, primeiro andar,
parlicipam ao respeilavel publico, qoe tendo dado
maior exlosSo ao seu estabelecimcnln, acham-se
promptos para exeeular com toda a brvidade os tra-
balhos que Ihes forem encoiumendtdos, como sejam :
facturas, cuntas, ledras de cambio e da'trra, conlie-
cimenlos para navios, circulares, correspondencias
aulographadas, presos correnles, carines de casamen-
to, e bilheles de visita, etiquetas para botica c outras,
msica e ludo o que pertenre a sua arle.
O Sr. Joan Nepomuceno Ferreira de Mello,
morador na passagem de Olinda, lem urna carta na
livraria n. 6 e 8 da pra^a da Independencia.
Pede-se a pessoa.qoe comprou urna moedade
oucp, lihra'eslerlina, com lai;o liso, proprio para en-
riar cordao para bolar ao pescojo de menino, oo sem
elle por baver sido lirado a um alfaiate no dia 22 de
fevereiro proiimo'passado ou muiln perlo desle da,
dirija-se a roa das Flores n. 98. afim de averiguar
negocio que lhe din repello. Piide vir sem rereio al-
gum, certo do que nenhnm prejuizo lera relativo a
esle negocio da compra referida, sevicr por este cha-
mado a casa indicada.
J. Chardon, bacharel em bellas letlras, l)r. em
direilo, formado na universidado de Pars, ensina
emsua casa, ra das Flores ji. 37. primeiro andar do
sobrado que faz a esquina da ra das Flores com a
ra da Concordia, a> ler, escrover, traduzir e fallar
correctamente liagun franceza e tambero d lc,0es
particulares em casa de familia.
Arrenda-se o engtnlio I.eao, silo na-fiegoezia
daEscada; os pretenden les pdemappareeer no ater-
ro da Hoa-Visla, sobrado n. "i3. segundo andar, que
acharan com qiicm tratar, ou na freguezia da Escada,
noengenho Vicente Campello, com Manoel Goncal-
veaPete
l'erde-s no dia2fi do correnle, na estrada de
Camaracim, orna carleirn contendo- 1109000 rs. era
edulasde tta000rf.,-ediversos papeis.de importan-
cia, qu so podem servir ao seu dono ; peswaque
achar, podera enlregar na ra do Trapiche Novo 11.
8, que ser generosamente gratificado.7
MOBILIAS DE AL*UGUEL.
Alugam-se electivamente mobilias
completas ou-qualquer traste separado a
vontade do alugador, e por preco commo-
do ; tambem se slngamcadeirasem gran-
de porco, para bailes'ou oilicios; na ra
Nova, armazem de trastes do Pinto, de-
fronte da ra de Santo Amero.
Precisa-se de um feitur para um ngenho perto
desta praca, e de urna criada : no aterro da Boa-
Vista, loja n. 18.
Jos Alves da Silva Guimaraes de-
clara pela ultima vez, que estando por es-
tes tres ou quatro dia a retirar-se para-
Europa, enao tendo as pessoas que teem
penbores em suas maos os tirado, apezar
de ter nao s avisado particularmente a
cada um, como tambem o tem feito ver
por varias vezes por esta folha; elle pro-
testa por qjalquer reclamarao que appa-
recerpossa, visto que a nenhum destes
avisos os interessados se feem movido.
Francisco Manoel Cocino'faz ver ao publico,
que havendd oulro (le igual nome, de hoje em dian-
tc se assiguar por Francisco Manoel dos JAissos Coe-
Iho.
Albert F. Damon, cidadao americano reli:a-se
para os Estados-Unidos, levando em sua conipanhia
sua scnliora, dous flihos menores c um criada.
A pessoa que se quizer encarregar de trazer duas
duzias de caramujos, os mais bonitos que soja possi-
vel arranjar, ao escriptorio da Sra. viuva Amorim &
l'illiu, ra da Cruz 11.45, ser mui liem recompensa-
da, pede-se toda a promptidao.
Paulo Gaignou, dentista,
pdtcr procurado a qualquer hura emsua casa
na raTarua do Rosario 11. 36, segundo andar.
Precisa-se de um. cont e quinientos mil ris,
sobre hypothcca em casas, livres e desembarazadas.
a um por cenlo, pelo lempo que convenciouar-se :
na ra do Raogel n. 54, na loja ou annuocie.
COMPRAS.
Compram-se ossos a peso : no ar-
mazem da illuminacfto, no caes do Ra-
mos, travessa do Ca
Compr sexos, de 10
a 20 anno, para as figuras,
pagam-se bi G6.
Compram'-seesertvusdeidide de 12 a 33 an-
nos, assim como te recebem de commisio : na ra
Direita
um cofre de bom lamanho : quem
liver para vlider, annunci para ser procurado.
Precisa-wcomprar umescravode idnde : quem
liver, dirija-se a ra das Cinco Ponas n. 38.
Compra-se novo ou uzado um compendio de
chronologia* por' Bernardino: na botfca de Bartho-
lomeu, ra larga do Rosario.
Compra-se toda a quadade de Irasles novos e
usados, e tambem se trocam trastes novos por velhosl:
ua ra Nova, armazem de Irasles do Pinto, defronle
da ra de Santo Amato.
VENDAS
Vende-se um bonito escravo moro, bom tirador
de leile e bom trabalhador de enxada : a traar na
ra da Guia o. 42, segundo andar.
Vende-se urna morada de casa de pedra e cal,
chaos proprios, na eidade de Olinda, ao'p da ladei-
ra da S, confronte ao sobrado do fallecido conego
Carneiro : quema pretender, dirija-se ra Augus-
ta, em casa de Antonio Nobre de A Uncida, que acha-
ra com quem' tratar. \
Vendem-se duas moradas de casas terreas, sen-
do urna no pfteo do Carino que faz quina para a cam
boa do mesmo Carino, aonde lem urna taberna, ou-
tra ua ra do Aragiloda Boa-Vista, ambas bem cons-
truidas ; os pretenderles poderao dirgir-se ao seu
proprielario, na ra da Concordia, em casa do Sr.
Francisco Pereira da Silva Sanios. ,
Vende-se um escravo moco, de boa
conducta e bom cozinbeiro, tanto de for-
no como de fogao : na ra Direita n- (56.
Vende-se um prelo cozinhcro: a Iralar na ra
do Crespn. 10.
No paleo do Carmo, taberna n. 1, vende-se urna
mulata, propria para lodo o servieo.
NOVO ROMANCE PELO SR.
DR. KIACEOO
autor da Moreninha,- Moco Louro, Dous
Amores, Rosa, d comedia Phantasma
Branco, da tragedia o Ceg, e de outras
composicoes d gosto e merecimento,
rmciPiot ko tolhi;tim
DA
MARMOTA MSO
DE TEKCA FEIRA 7 DE MARCO.
Abrio-se urna assignatura desta folha,por 39 rs.,de
marco a junho, tendo os senhores assignanles, alem
de V1CENTINA em flhelim, (oda a vanlagem
dos desenlies, msicas, figurines coloridos e retratos;
sendo os primeiros destes os. dos snhotes conselhei-
ros
PAULINO JOS SOASES DE S0LZ.1
JOS CLEMENTE PEREIRA
nao o Silva, achando-se
no em orlographia, of-
do commercio e (oro,
to em dia, e isto com
Mavifr, procure na ra
taii
cer
mimaraes faz scicnle ao
i ercio, que desa-
ge tinha com o
/ja de
uja seied*de
^^Hbs>& Com pan hl a,
ntiuuarilo d es-
:r :apor lodo
orrenle
^^^Baes se-
1130 bdca, es-
ato larga, oje
usa, *na-
>la estreil.,
i colarinho:
aptura
ensado.'poden-
^^Bltdino
..60, ou
-enJior
i forneiro, de nm refinador e
> servieo de casa:' as Cinco
al embarca para.*
ioulas, de nome
ib, fula,, de idade
im sellim, drija-
laquim Mi-
ra*]- aper-
os da
)'-.- e pratica
H^fece u
teda a
CHRYSTALOTtO.
Novo estylo de retratar, quer chova, quer faca sol,
J. J. Pacheco, recenlemenle chegado dos Estados-
Unidos, convida ao respeilavel publico, a visitar o
seu eslahelecimenlo no Ierro da Boa-Vista n. 4
casa em que morou o Sr. I.elarle.
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas- bara-
tas, rna do CoUegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, finas e grossas, por
precos mais baixos do queemou-
tra qualquer parte, tanto em.por-
coes, como*a retalbo, amanendo-
se aos compradores um s preco
para todos : este estabelecimento
ahrio-se de combinac3o com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, francezas, allemaas e suis-.
sas, para venderfazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto offerecendo elle maiores van-
tagens do que outrp qualquer ; o
proprietanp deste importante es-
tabelecimento convida todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, paca que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem fla ra .do
CoUegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
JL
jse tiomes r
ve tender od
1 cha;
OtTerece-se um homem portuguez, casado, com
23-annos deidade, para caiseiro de ra, comendo e
dormindo em sua casa, e se preciso for dar conhe-
cimento a sua conduela, e quanloa ordenado oo se
deizar de ajuslar: quem precisar annuncic por esla
folha p ara ser procurado
Fredcrico Chaves, 'solicitador dos auditorios
desta eidade, participa a seus consiiiuintes, e ao res-
peilavel publico, que se acha de tudo reslahelccido e
de volta do campo, pelo que offerece o seu presumo
a todas as pessoas que precisaran, tanto no civel co-
mo, no crime, podendo ser procurado em sua casa no
aterro i\ Boa-Visla n. 17, das 6 as 9 horas da m-
nha, e das 3 da tarde em ditnte.
Aloga-se urna casa grande na Passagem da
Magdalena entre as duas pontea, com duas salas, 6
qunrlos, solflo, cozoha fora, quintal murado coro
banlio para o rio: na ra Direita 2.
A POLICA.
Antonio Jos Nogueira nao se pode reti-
rar paradora dapi-ovincia, conforme an-
nuncia pelo Diario de 24 do corrente,
sem que venbapagar ao abaixo assignado
aquantia de rs. 270^470, importe de tres
tettras vencidas.. Pois nao sera' fcil desta
vez destruir este debito conforme o fez
com a quantia de rs. 159jf462, importan-
cia de diversos genero* queme tinbacome
prado, que sendo'chamado a juizo para
documentar esta divida, atreveu-sea que^
rer 8ar um jramntQ d'alma, que nada
me devia. Recife 27 de marco de' 1854.
Joaquim Tilippe da Costa.
ROB LAFECTEUR.
0 nico auloritado por decitUo do consclho r e
e 'decreto imperial.
medico* dos hospitaes recommendam o arrolle
.sendo' o nico autorisado pelo go-
Reat Sociedade de Medicina. Este me-
in d'ura gosto agradavel, e fcil a tomar
lia real desde mais
ra radicalmente'ern pouco tempo,
com pouca nespeza, sem-mercurio, as affeccoes da
pclle, impingens, as consequencias da sarnas, ul-
la idade critica e
dos humores; canvrn aos
itraccoes, e a fraqueza
1 abuso das ingecrOes ou de
r.rrpbe cura em
icldes, que vol-
npregoda co-
e represe-
0 I.affecleuv
1 -_,_ a as doenras
&e ira Lisboa,
pie serao distribuidos ni) corrente mez, assim como a
nova quadrilha -,- Saudades da Parahiba -^-linda
inspiradlo do Sr. J. J. tiovaqpo :
Guilherme da' Costa Correa Leite
mdou o seu escriptorio para a ra do*
CoUegio n. 21, segundo andar
BRITISH CLERKS PROVIDENT ASSOCIATION.
On Salurdayisl. of April theTreasurer willallend
at lhe Rooms h. 11 pra^a do Corno Santo, between
lhe hours of 5 and 6 PM. Jo receive lhe depsils due
on llil ilay.
N. 1!. lhe usual quarlerly meeling will bchehl
same eveningal IheRoomsof lhe Brilish and Poreign
I.ibrary.Thomas Blakeley., Hon, secrelary.
Christiany & Irmo, com fabrica e loja
de chapeos, na ra Nova n. 44, receberam
pelo navio Gutlato l, chegado ltima-
mente do Havre, orna nova factura de chapeos prt-
losdo bem conhecido fabricante (bus Pere & Tus,
o rnelhor que. at hoje se ha conhecido em Pars, e
por isso avisa aos seus freguezes para virem comprar
chapeos anda nflo apparecidos nesle mercado, tanlo
as formas por serem as da ultima moda, como pela
superior qualidadeda fazenda.
O abaizo assignado faz scente a todas as pessoas
que liverem lettras ou oulros quaesquer documentos
i seu rogo assignados, queirantos apresentar no pra-
zo de l.dias, afim de que sejam os mesmos rubrica-
dos por seu proprio punho ; assim como ser de hoje
em dianlo uullo todo e qualquer documento assigna-
do seo rogo, salvo a pessoa que se achar legalmen-
leaulorisada para esse fim. Recife 30 de marro de
1854.Joaquim Pacheco da Silca.
Precisa-se alagar um prelo oumoleque, que le-
nha principio de cozinha e seja fiel : na ra da Au-
rora n. 62, segundo andar.
No pateo do Carmo, loja n. 7, engomma-sc com
promptidao e aceio. '
Antonio Curcalino retra-se para fura do im-
perio.
Perdeu-sc na noilc do dia 28 do ror-
rete mez de marca (ou furtaram) urna
cahrinha bixo, de cor amarella clara.
com'una listra preta pelo espinharn, e urna esbran-
quicada desde os olhos al o focinho, de rada lado,
sendo o focinho mais escuro do que ocorpo; tem
urna pequea mancha preta no pcito, e as candas
tamben! tem urna lisia preta em cada urna, e tem
um pequeo .carocinho junto a Um dos bicos dos
peitos que parece um outro bico. Quem a achar c
levar, ou della der noticia cerla no principio da ra
da SOlcdadc, casa terrea le quatro janellas que faz
quina para a estrada que entra para o Manguind,
ser recompensado com o valor da mesma cabri-
nlia.
Aluga-sc um grande sitio no lugar do Salgadi-
nho, estrada que vai para a eidade de Olinda, com
boa casa de vivenda. c de farinha com seus perlen-
ces; conlm muitos arvoredos e frucleiras, Ierras para
planlacao e grandes baixas para supprir o pasto de
20 a 30 vaecas : quem o pretender, diria-se ao se-
gundo andar do sobrado n. 18 da ra do Queimado.
Precisa-se de freguezia para 3 caadas de leile
puro, dando-se a quem o lomar todo ou de caada
para cima a 160 rs. a garrafa: na ra da Cadeia do
Recife n. 9.
O Sr. Antonio Jos Nogueira nao deve tirar
passaporle, seni que pague ao abaivo assignado a
quantia de rs. 29W539 saldo de gneros que lhe
comprou./. /. Tasto Jnior.
Roga-se ao Sr. Jos Rodrigues que levou as
amostras de bicos da casa de madama Koulier, mo-
dista franceza, na ra Nova n. 58, de torna-las a en-
tregar immediatamente.
Precisa-so de 2005000 rs. a juros, garantidos
em duas assignaturas ou em urna -propriedade de
casado pedrae cal: a tratar na travessa da ra das
Cruzesn. 10.
Pede-se ao Sr. M. J. C. queira ler a bondade
de mandar ou ir pagar a quantia de 123000 rs. que
ha muilo deve e passou um vale, e nao ignora
quem, se n$o quizer ver seu nome por extenso.
Faz-se qualquer negocio cm a taberna, na ra
do Rosario da Boa-Vista n. 53, com poneos fuodos,
isto por o dono ter de Iralar da sua sande.
Negocio vantajoso.
O dono da loja de calrados,inlil ulada Estrella 11.11),
ra do l.ivranienlo, em um dos melhores locaes,mili-
to afreguezada em calcados e surraaem de couros, d
por balance- a qualquer pessoa habilitada e diligente,
dando garaolia no que receber,, c lendo osen orde-
nado Mineros; faz-se, este negocio por motivo de
molestia, e tambem vender-se-ba, querendo, sem
fundos para quem lem pouco dinheiro : ua mesma
loja achara com quem tratar.'
Antonio Jos da Costa Cabral embarra para o
Rio de Janeiro a sun escravaj crioula, de nome Qui-
letia, de idade 15 annos.
Pi-ecisa-se de dous ofllciaes de ta-
bem sendo bons:
Na botica da ra larga do Rosario
n. 5G, de Bartbolomeit F. de Souza, ven-
dem-sg pilulas vegetaes verdadeira, arro-
be 1'aFecteur verdadeiro, salsa de Sands
verdadeira, vermifugo ingle/.(emvidro
verdadeirovidros de bocea larga comro-
Iha de 1 at 12 libras: O annunciante af-
ianca a quem interessar possa a veracida-
de dos medicamentos cima, vendidos em
sua botica.
Vende-e o engenho Limernha, situado a mar-
gem doTracunhaem, com 600 bracas de testada e
urna legua de fundo, com as obras mais precisas, to-
das novas, eoptima moenda, com bons partidos que
com 2 carros e 4quartos podem moer al 2.000 paes
n que he da grande vanlagem para um principiante.
He de oplimo assucar e de boa prdueco, Unto de
canna como de legumes : venderse com algum di-
nheiro V vista, e o mais a pagamento conforme se
poder convencionar : os pretendentes dirijam-*e ao
engenho Tamatape de Flores.
Pianos.
Os amadores da msica arham continuadamente
em casa de Brunn Praeger &Companhia. na da Cruz
n. 10, um grande sortimento de pianos fortes e.fortes
pianos.de dilerenles modellos, boa construyo e bel-
las vozes, que vendempnr mdicos preco-s; assim co-
mo toda a qualdade'de instrumentos para msica
Vipho Bordeaux.
Brunn Praeger & Companhia, ra da Cruz n. 10,
receberam ltimamente St. Julien e M. margol, em
caixas de urna duzia, que se recommendam por sua
boas qualidades.
MELLO FRERE.
Vende-se o direito das pessoas, por Mel-
lo Freir, traduzido em portuguez com
notas,*parao uso do terceiro anno jur-
dico : na praca da Independencia n.
6e8.
Vcnde-sc um escravo cabra, de idade 39 an-
nos, bom mostr carpina, c Irahalhn alguma cousa
de marcineiro ; pela quantia de 3505000 rs : na ra
do CoUegio n. 23, primeiro andar.
Vende-se urna cscrava com 30 annos de idade,
i qnal sabe cozinhar o diario.dc urna casa, lava mui-
lo bem, o he mnilo diligente: na ra do Livramen-
to n. 1.
Vendem-se 12 escravos; sendo 1 ptimo mole-
que de idade 18 annos, 3 escravasde bonitas figuras,
que engommam, cosem, cozinbam e fazera labyriu-
tho, 1 mulalinha de idade 17 a 18 annos, 2 escravos,
nm dolles carreiro e oulro canneiro, 5 escravas da to-
do servieo : na ra Direita n. 3.
Bom e barato.
Na ra do Passeio, lojan. 9, de-Albino Jos Leite,
vnde-se um grande e variado sortimento de cortes
de vestidos de cassa, c cambraias de baas, pelo di-
minuto preco de 35000, 3&5O0. 4000 e 45O0 cada
'um, ditos de dita a 3&000 e 39100; a elles, antes que
se acaben).
Vende-se urna batanea, pesos e medidas, que
servem para urna pequea taberna, e urna casaca pre-
ta, nova, de bom panno, para pessoa secca do corno:
no pateo do Terco n. 13. .
Vende-se um cavallo ruco, andador de baixo
rneio, esla bstanle gordo, lie debohila figura, e nao
tem o menor achaque : na ra do Queimado n. 46,
loja de Bezerra & Moreira, se dir quem vende.
Vende-se um palanquim da Babia sem coberta:
na ra do Hospicio, casa terrea confronte o stlio da
viuva Cunta.
Vendem-se excedentes cobertores- de cores a
19440 : na loja de 4 portas n. 3, ao lado do arco de
Saulo Antonio.
Vende-se urna barcaca de 35 caixas, nova, e
com lodos os seus pertences, em muilo bom esladp :
irala-se no Recife com Jos Teixeir Bastos.
Na rnadaPcnha n.2, primeiro andar, vnde-
se um escravo excedente, bonita figura, capaz de
todo o servieo do campo, a que est acoslumudq, he
bom carreiro e melhor serrador: quem o pretender,
dirija-se a mesma casa a qualquer hora.
ATTENCAO'.
Vendem-se 7 bois mansos, proprios para qualquer
senhor de engenho.por terein sido j desle trafico.por
pre^o commodo : a tratar na ra Direita, taberna n.
127.
-r- Vendem-se muilo bons urreios- para carro com
ricas alanternas,. assim como excellenles chicotes
inglezes: no armazem de M. Carneiro, na ra do
Trapiche n. 38.
Vndem-se duas parelhas do cavados novos e
bem carmMoa, e j eusinados, sendo una rodada e
outra prelada Iralar na cavallarice de Joo da Cu-
nha Rcis, ra de S. Francisco.
! CHAPEOS DA MODA.
Na praca da Independencia 119.
24,26, 28 e 30,
vendem-se superiores chapeos, de castor preto, in-
glez, do e igualmente hrancos, chapeos franeczes de bo-
nitas formas e melhor quadade postivel, ricos cha-
peos amazonas para montara de senliora, chegados
du Jlavre no ultim navio, bonetes para homens e
meninos de todas as qualidades, ludo por precos mui
razoaveis.
Velas de carnauba.
Vendem-se caixirihas com superiores velas de cera
de carnauba, fabricadas no Aracaly, por commodo
prer: na ra da Cadeia do Recife n. 49, primeiro
andar.
Vendem-se dous vehculos oo carros de quatro
rodas de carregar fazendas na alfandega, por com-
modo preco: a'tra dojlamos n. 8.
TAIXA^DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora .em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
ra do BrumlogO na entrada, e defro*-
te do Arsenal d MariPbJ* lia' sempre
um grande sortimento de'taichas tanto
de fabrica nacional tonc estrangeira,-
batida, fundidas, grandes, pequeas",
razas, e fundas ; e 'em ambos os logares
existem quindastes, para caiTegar ca-
noas, ou carro livres de despeza. O
presos sao' os mais commodos.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companbia
em Santo Amaro, acba-se para vender
moendas.de cannas todas de ferro, de um
modello e construccao muito superiores.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro acha-se para vender ara-
dos de ferro de superior quadade.
NO ARMAZEM DE C.J.ASTLEY
EGOHPANH; Rl'A DO TRAPICHE N 3,
lia para vender o seguinte :
Oleo de linljaca em latas de 5 galocs.
Cbampagne, marca A. C.
Oleados para mesas.
Tapetes de laa para forro desalas.
Formas deolha de ferro, pintadas, para
fabrica de assucar.
Ac de Milfio sortido.
Carne devacca em salmoura. ,
Lonas da Russia.
Lazariras e cjavinotes.
Papel de paquete, inglez.
Brim de vela, da Russia.
Relogios de ouro, patente inglez.
Graxa ingleza de verniz para qn-eos.
Arreios para um e dous cavallos, guarne-
cidos de prata e de latao
Cli cotes e lampeoes para carro e cabriolet.
Couros de viado de lustre para cobertas.
Cabezadas para montarla, para senliora.
Esporas de ac prateado-
fek Vade-mcum dos bomeopathas ou @
(A o Dr. Heringtraduzidoem por- (g)
m. tugue?.
V) Acha-sc a venda esla importantissima o-, J
bra do Dr. Hcring no consultorio homo?o- (m
palhco do Dr. Lobo Moscoso rna do Coller ^4.
gio n. 25, 1 andar.
Vende-se superior farello em saccas muito gran-
des, e por preco commodo : na ra do Amorim n.
48, armazem de Paulo & Santos,
feijao.
No armazem do Sr. O-i
do algodiio, I
muito novo, e em saccas grandes : I
Ctuz n. 15, segundo andar.
Ao barato.
Na loja de Guimaraes & If^^L
n.5, vendem-se.lencos de carhbrai* I
le do trapiche
lW mulatinho

velas
caty,
tto o
mu-
-
de puro 1 Cresii-
inho, pelo barato-preco d 5* e 4500 a d
cada duzia cm urna caxinhacom lindas estar
Cai\as p ara rap.
Vendem-se superiorescaixas para rap felas na e
dade de Nazarelh, pelo melhor fabricante deate (re-'
ero naquella eidade, pelo diminuto preco de 18280 :>
ua ra do Crespo loja n. 6.
Vendem-se relogios de ouro e prala, mais
barato de que em qualquer oulra parle:
na praca da Independencia n. 18 e 20.
Chapeos pretos francezes
a carij, os melhores e de forma mais elegante que
tem vindo, e oulros de diversas qualidades por me-
nos preco que em outra parte : na ra da Cadeia doi
orEXCELLENTES SALLAMES DEBOLONHA
recenlemenle chegados de enova,vendem-*e a preco
razoavel :'na ra da Cadeia do Recite n. 23.
Bcpoiito da fsbrioa de Todo* o Santo* na Baha.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber & C, na ra
da Cruz n. 4, aleoda trancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para saceos de anucar e roupa de es-
cravos, por prego commodo.
Na ra do Vigario n. 19, -primeiro andar, h a
para vender, chegado de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, o seguinte: saccas de farello muilo
novo, cera em grume e em velas com bom sorti-
mento de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, novissima.
Vendem-seemcasadoMc. Calmoni & Com-
panhia, na praca do Corpo Santbn.11,0 seguinte:
viuho de Marseil leem caixas d 3 a 6 duzias, linhas
em novel los e carretela, breu em barricas muito
grandes, ac de milasortido, ferroinglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Roa da
Senzala nova n. 42.
Nestc estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e metas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito. '
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado. as* co-
lonias inglezas e- hollandezas, com gran-! preco commodo e com
de vantagem para o mellioramento dol embarcam-se ou carregam-
assucar, acha-se a venda, em latas d 1Q sem despeza ao comprador.
v emleiii^ae penetras oe arl
Ihor fabricante de-Liaboa.
proprio por pagarlas e refina
deni de 7 a 83000 rs..
vista da boa.fjuali'
\entiem*c li
Kirsch em caixas, assij
'rancez da melhor qualj
parecido, tudo chegado
'rancez, 'e por P*^H
ra da Cruz n. 2o,
Vende-ce muito
meira qualidade, em'
bem fardos de fumo
possivel para charutos, d
mente da Baha, epor p
corita; assim como urna _
de charutos i por preco baral
he para se finalisar contas :
Cruz n. 26, primeiro andar.
VINHO DA FIUEIRA.
Vendem-se barris de quinto de vinho i
no armazem de Tasso Irmos.
Vende-se urna escrava moca, que
bem e tem boa conducta, ama dita 4
que cozinha o diario engomraa liso, 1
mocos e um mulato bom para pagem: 1
n. 66.
Na'ra da Cruz n. 15, segando auc
se 190 pares de colarnos de eouro de 1
los, pelo diminuto ptecode 2*500 eadVa
Taixas para engenho
Na fundicao' de. fem
Bowmann, na ra dp Brui
do p chafariz continua
comrijeto sortimento de ta
fundido e batido de .5 a'. 8. |
bocea, as quaes acham-se a
Vende-se urna moleca. bonita figura, de idade
de 7 a 8 annos: rta ra Nova n, 63, segundo andar.
OLEADOS PINTADOS.
Praca da Independencia. .
Joaquim de Oliveira Maia, receben ltimamente
um completo sortimento de oleados pintados, de su-
perior qualidade e pgdroes muilo modernos, de dif-
fereotes larguras, e a presos muilo commodo*.
Deposito de algodao da fabrica de todos os
santos.
Em casa de Deane Voule & Companhia; vendem-se
os algodOes desta fabrica : na ra da Cadeia Vclha
n.52.
Deposito de farihas de trigo.
Acha-se farinha de SSSF a mais nova no mercado,
como lambem um sorlimenlo de farihas americanas:
no armazem de Deane Youle & companhia, no bec-
co do Gonealves.
Relogios de ouro inglezes:
vendem-se em casa de Deane Voule & Companhia.
Vendem-se em casa de Deane Voule & Compa-
nhia, ra da Cadeia Velha n. 52, aro d Milao ver-
dadeiro e carvao palele, proprio para ferreiros.
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz, n. 4.
SANDS.
SALSA PARRILHA. n
Vicente Jos de Brilo, nico agente em Pernam-
buco de B. J. D. Sands, chimico americauo, faz pu-
blico que tem. chegado a esta nraja urna grande por-
co de frascos de salsa parraba de Sands, que sao
verdadeiramenle falsificados, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os consu-
midores de tao-precioso talismn,, de cahir ueste
engao, tomando as funestas consequencias que
sempre coslumam trazer os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela mito daquelles, que antepoem
seus interesses aos males e estragos da human idade.
Portante pede, pata que o publico se possa livrar
desla fraude c distogua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada e recenlemenle aqoi chega-
da ; o annunciante faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente emsua botica, na ra da Canecillo
do Recife n. 61 ; e, alm do receituario que acom-
panha cada frasco, lem embaixo da primeira pagina
seu nome impressu, e se achara sua firma em iria-
nuscripto sobre o involtorio impresso do mesmo
fracos.
vento
Boira
CORTES DE VESTIDO PRETO. @
3$ Vendem-se cortes de vestido prelo, de cha- {
$ malote e grosdenaple bordados, de superior @
@ qualidade, e lindos descnhns: na loja do so- @
" brado amarello da ra do Queimado 11. 29.
as "
Vendem-serelogiosdeouro, pa
te-te inglez, por commodo 'pre-
co: na ra da Cruz n. 20, casa de
L. Leconte Feron & Companhia.
J
la de
ame nai eu me-
nos, con corpb,
'nao lem lili imbigo
grande, pernaitai r cima
de um do ealeni urna denla-
da quesoffreude he nlga,
bem rallante; ronsla que anda pelas imediacOes eiitre
Oliuda e Fragoso: quem o pegar leve-o a ra Direi-
ta. padaa n. 24, que ser gralificado com OOJOOO
noeiro, pagpm-se bem sendo nons; na
destilcSo por detraz da igreja de Santa
Rita,
de potas a em Lisboa, rde Bar- Quem quizer cncarregar-se de curar um mo-
lo Alves de Azevedo, pra-1 lecoto, que lem urna frula na perna, precedendo um
-" ajuste, ani mcie para ser procurado.
-O Sr. Antonio Jos Nogur nao se pode reti-
rar sera que pague a Joao Marlins de Barros a
quantia de rs., 6359203 que lhe deve por saldo da
exliucla firma Frauciseo do Prado & C, da qual fui
socio gerenle.
Charles Forsler Jnior, relira-se para fora do
imperio.
Na rnrheira da ma da Cadeia de Sanio Anlonio
-"* .1----u Ml -_c T I?- < V C
ca de D. P< acaba de chegar urna [
grande porto de garrafas.grandes e pequeas, vin-
das directamente deParis, de rosa do Sr. Boyveau-
l^iffecleuv 12, ru Richev i Pars. Os formularios
dam-s gratis em casa do agente Silva, na praca de
U.Pedro n. 82. No Porto, em casa de Joaquim
Araujo; na Baha, Lima & Irmos; cm Pernani-
buco, Soiini; Rio de Janeiro, Rocha & Pililos, e
Moreira, loja de drogas-, Villa-Nova, Joao Pereira
de Magales Leile; Rio-Grande, Francisco de Pan-
i- r....... s.
A liquidat"ao esta' a acabar.
As fazendas do ausente Joao Anlonio de Araujo,
por melade dos seus valores, na loja da estrella ra
do Quuimado n. 7, defronle do horco do.Peixe Frilo:
Pe^as de camhraia lisas de 6 !j varas a 2$C0O
Corles de cambraias do seda de 49500,
59000 e ...........89000
Corles de cambraias de cores a 29000 e 2950O
Mantas de garca a ........25000
Luvas de relroz prelo sem dedos par 320
Ditas dementara, par a ....... 400
Fil de algodao branco e de cores, vara a 480
Lencos de cambraia lingindo linho a 180
Ditos de chita finos, a duzia......2$i00
Chales de cambraias bordados a 800
Dilos dilos adamascados a ..;... 610
Ditos de laa muilo grandes a ..... ljOOO
Caisnclas de laa mescladas o covado a 720
Alpacas mescladas o covado a j (lio
Cambraias de cores organdiz wjra a 480
Corts de meias casemiras d* algodiio bonitos
padroes a ........... 19280
Meias cruas para homem o par a 120
ilas de cores muilo boas o par a 200
e outras muitas fazendas que s com a visla dos fre-*
guezes poderao eooheccr os diminuios precos porque
se esli vendendo.
Veodc-se um terreno foreiro a matinha o qual
lem asscguinlcs frentes : para a ra de S. Francisco,
para a de Santo Amaro, rna Bella, e roa do Caes ou
do Sol na freguezia de Santo Anlouio desla eidade :
quem o-prelender falle a Manoel Lizda Veiga pera
o ajuste.
Sementes novas.
Vende-se no armazem de Antonio Francisco Mar-
lins, na ra da Cruz n. 62, as melhores sementes re-
cenlemenle chegadas de LlsboaSii barca porlugueza
Margarita, como seja : couve tronzuda, monvarda,
saboia, feijao carra palo de duas qualidades, ervilha
loria e direila.coetilro. salsa, nabos e.rabanetes de
lodas ns qualidades.
Vende-se um escravo : quem pretender dirijar
se ao sobrado do aterro da Boa Visla n. de 1 hora
da larde em vanta al 6 da tarde achara com quem
l^a.
Ainda se vende a posse de alguns terrenos ala-
gaJos em parle beneficiados por detraz da ra da
Concordia, na primeira ra projeclada, e na travessa
do Monteiro, dita do" Caldeireiru, com 160 palmos
de fundo, e a frente que cada um quizer : os preten-
dentes pdem entender-se com o Sr. Pedro A. Teixei-
r Guimaraes, morador no sobrado novo, janlp ao
mesmo lerreno,que se acha autorisado para ajuslar e
apresentar a planta do mesmo.
.__Vende-se a casa terrea, sita na ra do Motoco-
lomb n. 44, bairro dos Afogados : a Iralar na roa
da Concordia n. 20.
A-TTENCAO'!!
Vende-se o verdadeiro fumo de Garanhuns, de
primeira qualidade,'por prejo commodo : na roa Di-
reita n.76, esquina do. becco dos Peccados Mortae?.
Saccas grandes.
Vende-se miHm novo, em saccas grandes, a 28500 :
no armazem de Tasso Irmos, ra do Amorim' n. 35.
Veride-se sal do Ass, a bordo do
brigue Conceirao, fundeado defronte
do Forte do Mattos: a tratar a bordo com
ocapitao dome8mo, ou no escriptorio de
Manoel Alves Guerra Jnnior,na ra do
Trapichen. 14.
Vende-se a verdadeira graxa ingle-
za n. 97, em barricas de 15 duzias de po-
tes, em casa de James Crabtree & C, ra
da Cruz n. 43.
Devoto Christo.
Sahio a luz a 2." edigao do livrinho denominado
Devoto Clirsto,mais correlo ac'rscentado: vende-
se nicamente na livraria n. 6 e 8 da praca da In-
dependencia a 640 rs. cada exemplar.
Redes acolchoadas,
brencas e de cores de um s panno, muito grandes e
de bom gosto : vendem-se na ra do Crespo, loja da
esquina que volta para a cadc'ia.
. Vende-se setim prelo lavrado, de muilo bom
costo, para vestidos, a 29800 o covado : na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a cadeia.
Velas de carnai'tba.
Vendem-se caixinhas com superior velas de cera de
carnauba pura, fabricadas no Aracaly, epor commo-
do preep ;"na roa da Crnz, armazem de codros e sola
n. 15.
Cera de carnauba.
Vende-se em porcAo e a relalho : na roa da Cruz,
armazem de couros e sola n. 15,
Agraciado Edwin Ww.
Na ruado Apollo n. 6, armazem de Me. Calmen
l Companhia, acha-se constantemente bons sorti-
mentos de taixas de ferro coado e batido, tanto ra-
sa como fundas, moendas inetiras todas de ferro pa-
ra animaes, agoa, etc., ditas para armar em madei-
ra de todos os tamanhose modelos os mais modernos,
machina horisoulal para vapor com orca de
4 cavallos, cocos, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, esco veus' para navios, ferro da anecia, e fo-
1 has de flaudres ; ludo por barato preco.
Na ra da Cadeia do Recife n. 60, arma-
zem' dellenrique Gibson,
vendem-se relogios de ouro de sabonete, de patente
inglez, xla melhor qualidade, e fabricados em Lon-
dres, po preco commodo.
O Deposito' de vinho de cham- ^
(0) pajjne Chateau-Ay, primeira qua-
*j lidade, de propriedade do c^di (g)
^ de Mareuil, ra da Criiz 6 Re- a
cife'h. 20: este yirirr-o-meljior
@ de toda a champagne vegdc- W
se aoCjOOO rs. cadacaixu, aclia-
^ se nicamente ern casa de L. Le- \
comte Feroi*N& Companhia. N. B. W
ao marcadas a fogp \
Conde d Mareuil eos rtulos
das garrafas Sito azues
Na ra do Vigario n. 19, prjmei-
ro.andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quarilhas, yalsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
. POTASSA E CAL.
Vende-se potassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa
tudo porpreep mais commodo que em
outra qualquer parte : na ra do Trapi-
che n. 15, armazem de Bastos Irmos. i
Moinhos de
'pmBqmbasderepuxopara regar]
decapim.nafundicadeD.W. B
doBrumns.6,8eiO.
. VINHO DO PORTO 1
Vende-se superior vjnli
barrisde4., 5. e 8.: no
do Azeite de.-Peise n.. i4
escriptorio de Novaes & Ctj
ruaf56Trrpfhen.'34.
/Tadia.
Vende-se ama padariaViuilo afregae
com Tasso & Irmos.
Ao senhores de ei
. Cobertores escoxos de algodao a M
lo grandes e encorpados a 1j400 :
loja da esquina que volta para
Na ra da Cadeia Velha
Deane Youle & C<
vende-se um carro americai
vislo oacocheira de Poirri-
POTASSA.
No antigo deposito da ra da Ca lea
armazem n. 12, ha para vender mi
da Russia, americana ebrasileira, en
ris de 4 arrobas; a boa qualidade e
ralos do que em oulra qualquer pa
aos que preeisarem comprar. No
lambem.ha barris com cal de Lisboal^^H
ximamente chegados.
Vendem-se lonas, brinzaS, brin e m|
as da Russia: no armazem de N. O. I!
Connajihia, na ra da Cruz n. 4.
Calcado a720, 800,'2J00O
no aterro da Ba-Vista loja def^
da boneca.
Troca-se por sedulas ainda mesmo velhai
vo c completo sortimento dos bem conheeii
toes do Aracatvpara todas a
rs.; Iwlinsa 28000, aapaloes de l
30000rs.:.assim como um novo
ment de calcados francezes de l
tanlo para homem, como par
mininas, e- um completo sorlimenlo!
Indo por preco muito commodo afii
dinheiro.
FARINIfA DE. TRIGO.
Vende-se no armazem de Tasso Irmqs, farinha de
trigo de todas as qualidades, qoe exislem Do mer-
cado.
Milita attencao.
Cassas de qoadros muilo largas com 12 jardas a
25400 a peca, corles de ganga amarella de quadros
muilo lindos a 15500, corles do vestido de cambraia
de cor com 6 1|2 varas, muilo larga, a 25800,. ditos
com81|2 varasa 3*000 rs., cortes de meiacasemira
I Vende-se um excellenle terreno
nata calca a 38000 rs., e outras omit fazendas po
preco commodo : na ra do Crespo, loja da esquina
que volta para a Cadeia. .
PARAAQUARESMA.
Um lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Panno fino preto a 35000, 35200, 4&500, 55500 e
65000 rs., dito azul a 25800, 35200 e 4000 rt.. dito
verde a 25800, 38600, 45500 e 55000 rs. o covado,
casemira preta entestada a 58o00 o corle, dila fran-
ceza mullo lina e elstica a 75500,88000 e 98000 rs..
selim prelo maco mnilu superior a 38200, 45000 e
555OO o covado, merino prelo mnilo bom a 38200 o
covado, sarja preta muito boa a 28000 rs. o covado,
dila hespaliola a 25600 o covado, veos pretos de fil
de linho, lavrados, muilo gtandes, fil prelo lavrado
a 480 a vara, e outras muilus fazendas de bom-gesto;
na ra do Crespo, loja da esquina que volta para a
Cadei .
deia de Santo Antonio: trala-se na udo
n. 10, segundo andar.
CHAPEOSFRANCEZES
Vendem-se chapeos franceze
de, e. formas elegantes, pelo bwatissiroe
mencionado : na ra Nova 44. .*
Vende-se a taberna d:
do Rosario n. 10, bem afn
a trra, e compoucosfundos
tagem ao comprador: quem
dirija-se ao armazem con!
de Dos n. 22.
ESCRAVOS FGIDO!
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
1 bricada no Rio de Janeiro, che-
k gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenho os
seus bons elfeitos ja' experimen-
tados : na ra da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
Vendem-se pregos americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e alvaiade dezinco, superior quali-
dade, por preros commodos: na ra do
Trapjclie Novo n. 16.
Vende-se um carro coup.'de muilo bom gos:
lo, c alguns objeclos da China, como sejam : venta-;
rolas, leques de marfim, dilos de chara, livros de
eslampas, e um navio de marfim : na ra da Ctuz n.
66, escriptorio de Jos Candido de Barros.
Vende-se um completo sorlimenlo de fazendas
pretas, como : panno fino prelo a 35000, 48000 ,
55000 e 65000, dito azol 35000, 4-5000 e'55000, ca-
semini prela a 25500, selim prelo muito superior ..
3JOO0 e 45OOO o covado, sarja prela hespanhola 28 e
25500 rs., selim lavrado proprio para vestidos de se-
nliora a 25600, muitas muis fazendas de muitasqua-
lidades, por preca commodo : ua tua do Crespo loja
n.6.
Vende-se em casa de S. P. Jonh-
ton & Companhia, na ra da Senzala No*
va n. 42.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinli Cliery, em barris de quarto.
Sellins para montara, de homem e se-
nliora.
faquetag-delustre part> coberta de carros.
Relogios de uro patente inglez.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, tem
i venda a superior flanclla para forro desellins, che-
gada recenlemenle da America.
Vendem-se cobertores de algodao grandes a 640
rs. e pequeos a 560 rs.: na ra do Crespo nume-
ro 12.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se em pon-oes de TiO saccas pa-
ra cima : para ver, no armazem do For-
te do Mattos, defronte do trapiche do al-
fjodao, e para tralar, no escri-
Manoel Alves Guerra Ju
torio de
Oleo de'rhnhacaem botijas.'
'Vende-se na botica do Barlholomeu F. de Sonza
na ra larga do Rosario n. 36.
Obi'as\deouro,
como sejam: aderemos e meios dilos, braceletes, brin-
cos, alfinetes, bolOes, anneis. correnles para relogios,
etc. etc., do irais moderno costo : vendem-se na ra
da Cruz 11. 10, casa de Brunn Praeger & Companhia
aro de lustre
de boa qualidade; vende-se por menos do que em
oulra qualqujir parle para liquidar coulas : na ra da
Cruz 11. 10.
VeiMRe-searroz de casca 3 -ljiSOrs^aalqueire,
medida elha, e milito muilo novo a 35520: na caes
Ra' (. a bordo da barcaca Amxzaie.
Desappareccu do sobrado n. I
a cscrava Thercza, preta, de i
va, grossa, bi^os salientes e calo,
lem 30 annos de idade pouco mais
cicatriz era forma de lllio nu-
do, e marcas de chicle as co
de zanga azul e saia de linho da me
a appreheoderceutregar.no dito aflbrado.j
compensado. ^
No dia 24 do corrente de__
assignado um seu escravo de
lio, de idade de quarenfa e tanlos t
do corpo, pouca barba, denle lr
arossos, anda e falla muilo- desear
de algodao trancado de lisia azul |
azul trancado, cajo escravo I di
rianna da Cnnceica'o Pereira, e ha
andar na Boa Vlagem ou Santo Al
d'onde ha pouco chegou da difj
se conservado oilo mezes den[
recommenda-se as dignas aula
gar e cap! lies de campo a cap
serao generosamente recmapeasl
po n. 10, Jai Goucalces Malt\
Ao meio dia de 27 de
anno, fugio da casa do abaiio <
crioula, por nome ngel;
maisou menos, cornos sisnaes !
lante prela, cabellos crescido na
abrir no zc,, fallani-lhe doos,i
parle_de cima, levou vestid'
daKWres grandes, e levou mais
CoVn roupa. Esta escrava fo i pelo roat
simad" coirojirad em 10 de fevereiro pr
do ao Sr. Jos da Silv Loyo, o qu.
conta e ordem do Illm. Sr. capilo
Castro Delgado : recommeiida-sc
la lenham noticia,' leva-la on manda
ragena da ra da Cadeia do Recife n. 56 A. qoe n
gratificar generosamehle.
Antonio Joaq
Desappareceu no dia 28 do co
Jos crioulo, idade 30 annos,- ponen
estatura .regular, rosto redando, abe
olhos prclos, nariz chato, bocea rcg>
barba pouca, pernasum pouco
do Illm. Sr. Jos Vieira Brasil
ntio Bem-Josus da malla; qu
licias abordo da eeeunabrasi
ou ao lado do Corno Santo lo,
ser recompensado.
Do engenho Coroala
fgio no mezde outubn
r.iz, de idade de 22 lirios ec
les: lem a cor de taioeg^^f
corpo, ps e cara i
olhos propqrcionados,'(|
cidos, na p"do
um lalho, e no erabl
rocinho.poucc
(elba e lijollo
Casa Forte ou no e
leve-o i1
David i!
se lem conlr,
Passeio Put
compensado.
Desappai
lo da 1
da pas-
la, enj
corvermeib
cinto.
Babia trancado e
pegar leve-o a pad
que ser bem reconipet
I
POT.-Tn.mi.
.w*.


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