Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01848


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Full Text
,^B
vencidos
UBSCRIPCAO?.
Recife, o proptieteoM.F. do Faria; Rio de Ja-
!ira Marns: Bahia, o Sr. F-
ir. Joaquim Bernardo de Men-
Jos Rodrigues da Coila; Na-
Mqnim Ignacio Pereira; Aracaty, o Sr.
eraos Braga; Ceara, o Sr. Victoriano
4 Maranho, o Sr. Joaquim Marques
o Sr. Justino Jos Ramos.
TERQA FEIRA 2!
CAMBIOS.
Sobre Londres 28 1/4 a 28 3/8 d. por 1$00
Pars, 340 a 345 rs. por i f.
Lisboa, 95 por cento.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.
Aceces do banco 10 O/o de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
, da companhia de seguros ao par.
Disconto de lettras de 11 a 12 de rebate.
I
METAES.
Ouro. Chcas. hespanholas. 288500 a 299000
Mas de 69400 velhas. 16#000
de 659400 novas. 169000
I de 49000...... 99000
Prala. latacoes brasileiros..... 19930
F:sos columnarios...... 19930
mexicanos...... 19800
PARTIDAS DOS CORREHK.
Olinda, todos os dias.
Caruar, Bonito e Garanbuns nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas feiras..
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
PREAMAR DE 1IOJE.
Primeira as 10 horas e 6 minutos da manha a.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da tarde.
official.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio,'segundas e quintasfeiras.
Relacao, torcas feiras e sabbados.
Fazenda, tercas e sextas feiras s 10 hora .
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 horas,
l-'varadocivel, segundase sextas aomeiodia.
2." vara do civl, qtartas e sabbados ao meio dia.
Marco
-H
da
rmenlo
UTO ZtA PROVINCIA.
la 18 de naat-go 1SM.
Exija, director geral da instrucro
t> de haver, em vista de sua infor-
jdido don* mezes de llcenca com venci-
rofessor de primeiras lettras da villa de
Marcolino Antonio Xavier, o recommen-
formidade com supradita informa-
n substituto para dorante esse prazo
la cadeira. Coramanicou-se ao ins-
ana proviocjal.
da thesooraria de fazenda,
da repartidlo da guer-
no qual n.1o ssc de-
J mai do teqenledode-
o de infanliria Eugenio I.uz
eonsigoac,es de que trata
le remelle, pertencentes ao exer-
lT e que se liquide o que for relativo a
i anteriores, mas tamben! se declara que
ia a esse oflicial segundo a guia anne-
orequcrimenlo para.compra ile urna ca-
i e urna basta de bagagem, vai ser liquida-
a pela tbesouraria de fazenda do Rio Grande do
Sul.
i'oao mesmo, dizendo que pode mandar pa-
i Jos-Cardoso Ayrs a quanlia de 2178100, que
sr devr de gneros vendidos par* o eipe-
reparticao d polica,, sadindo essa ries'pe-
Jensignada para semelhsiite fim na
rdem de 23 de fevereiro nllimo. ,
EXTERIOR.
EUBt
uDnblin 2 de fe euro.O Freeman's
que, por motivar m condecidos do liar-
lo qu representa, teTirfcre.Tiente-htislilsado o,m-
i actual, da o scguinlc tcstcmunho da conduela
! :dos ministros, relativa qtfesiao o-
a energia convque derendeu o principe
__das accusacs Uto lihcralmcnte accumula-
Uc, durante us ltimos dous mezes.
sitente de ministros que sofTrcu o peso
riiiie>es, por muitos mezes, e era acal-
de
t
a mais ignnbil conduela, indiana nao somen-
inglez, ou d'um estadista iuglez,
mais nfimo inglez, aqnelle que era
da Rnssia nos conselho* de Inglaterra, e
e eom o principe Alberto revelava aos
eslrangeiros, c aos soberanos os actos mais
i. desejavao dia omque podesse aliviar-se ilo
imso dslas acensares. E elle o fez coiii
bomresultado. Na verdade, a lourura
o faltava por si mesma, c o primeiro m-
9aouda exageraran das Iraircs que llie
(S eipresses com que rebateu a ac-
onlra o principe forani enrgicas. Nao se
taram fados para destruir a sentenra popu-
contra o principe, porm seria dilUculloso pro-
uma negativa, e a opiuiao publica deve coulen-
je com o desmentido de liomens taes com l.ord
Aberdeen.
Em todo o caso devemos aceitar g justifica r,lo
presidente, collocar o principo Alberto no terrc-
constitucioual do qual os'seus iuimigos procura-
vam dcsloca-lo.
a As roldas de Cork dizcm que o valenlc major
general sir Joseph Tliatckraell, partir d'aquella ci-
io dia 31 de Janeiro, em direcrao a Londres,
ihde liavia sido chamado, por uta aviso lele-
graphico.
Supe-sc que, no caso de guerra com a Ras-
sia, sir Joseph Tbatckmell ser noiuedn para com-
mandar alguma forja, paralo que ge aclia sullicienle
habilitado nao so por urna tonga experiencia de ha-
ver feito campanhas em qifasi todas as partes do
mando, mas tambem por sua disposiro pin sica.
anda interamohle,capaz de sotTrcr todas as fadL-as
iucommodos inherentes a ah activo servir uo
campo.
O capitaoJerningham, da marinlia real, c corn-
os voluntarios reacs c navaes da costa,
[Segunda feira, da sua missao, tendo per-
inctuindo Taabert, Kilnisli, Carri-
olt, e Gilrvay, e parti liontem de manhaa para
rk, para eslabelecer um deposito cm Quecns-
toidn:
e bravo offlcial fot rauilo bem recebido, em
toa disressao ao longo da cesta e foi ouvido
, com respeito, e at com prazer quando c\poz, e ex-
V aos vteotes pescadores da costa occidental
res, e as vantagens do novo serviro da ma-
^Tu1'Ficoii muilo satisfeilo com o bom espirito
lodos se acliain animados, e leve o prazer
ir 252 homens experimentados c robustos,
idade, c alguns ainda mocos.
y os sentimentos de patriotismo fo-
us especialmente pronunciados.
rielo de Claddagh, as mullicrcs com urna
eddciajle heronas, exclamaram, nfo
indos vos acompanharSo, rh*Maiil)em
i c se alguin ae recusar d'eulrar,no ser-
i'gonliareinos, olTerecendo-nos vo-
l. Tal foi o nobre senlimenlo das
Claddagh, e os pescadores applaudi-
loanloreajract'crislico das mullicrcs
lamento do rapilao Jernihgham,
leram que a patria demaml o auxilio
Mndczes. o /-;r/,0 Popular.)
Julgamos fazer um serviro aos leitores, extrabin-
do do Journal dit Ilacre, um relalorio que eslo pin
blira, cm que resumidamente expOe todos os do-
cumentos publicados pelo governo franco/, com re-
lacao questSo do Oriente. Por este relatrio se
pode apreciar qual tcm sido o desenvolvimento
dessa quesillo, e como ella chegou a actual criae.
A publiracao de ou l ras noticias a que obstar a in-
seran do alludidn relalorio, pouco im'porlara visto
que por ora sao de limitado alcance. Visto que pe-
queos combates nada podem influir sobre o anda-
mento da pendencia.
Documentos francezes relativos queslo do O-
ricntc.
A primeira publicarlo dos documentos acerca da
qucsian do Oriente, consta do seis despachos, dous
dirigidos ao cmbaixador de Franca em S. Peters-
burgo, tres ao embaixa'dor de Franca em Londres,
e um a Mr. de Lacour, cmbaixador em Conslanli-
nopla.- O primeiro, datado de 25 de Janeiro de 1853,
encarreg o cmbaixador trancez em S. Pelcrsburgo
de dar ao conde de Nesselrode as convenientes cx-
plieartcs, para fazer comprehender Russia as in-
lenp->es da Franca, na queslao dos Lugares dantos :
O governo do imperador, diz o despacho, pres-
lou Amais-scra atlenran as circiimstancas, exis-
tentes ha mais de sesscnU anuos; nao quiz accordar
no imperio oltomauo, ja tao abalado, as paixoes
ftligiosas, que inrallivclmenletcriainsido foneslasao
proprio Sultn; tambem se esfircou por nao of-
fender ossentimcnlos pessoaes de S. M. o impera-
dor Nicolao, diere, no scu paiz, de urna icligiao
ideulicaa que profossa a maioria dos rbrislaos ; foi
por oslas con sido races que o governo francez li-
milouassuas prelcncOcs ao que so exigiam a sua
dianidade c o scu dever. Quanto maior foi a modc-
racao, a prudencia c o espirito conciliador que em-
pregarnos as nossas negociacOcs, tanto maior foi a
*ossa sorpreza, devo corssa-lo, vendo os esforcos
que a missao da Russia em Constanlinopla empre-
gou para aunular as concessoes. posto qae bem in-
figuiliculcs, que nos hviam sido feitas...
Nao s nao qiizemos encelar urna lula de in-
fluencia com a Russia, n'um tal assumpto, sonao
qiic, nem nos fembramos, apezar dos textos, a que
poderiamos recorrer, de privar os chrislos do rilo
gregododireito deusorniirem'as vnlageus que o
tempo Uies ha garantido.
a Onosso hiico proposito foi acabar com o estado
de inferioridmld da religiao calhalica, esUdo que
era indigno dclla e de nos. Seria esta por ventura a
causa do desennlenlameato que reina em S. Pe-
Icrshnrgo ? n
O segando despacho, dirigido ao cmbaixador cm
Londres (21 de fevereiro de 1853), Iho ordena de.
cominunicar ao governo inglez, ludo que possa es-
clarece-lo acerca do carcter e fins das ncgocijcocs
dp governo Trancez com relacao aos Lugares San-
ios.
Fcilmente 'condecora que nunca intentamos
reclamar, ora Ihvor dos padres latinos da Torra-
Santa, quaesquer vantagens de que a Russia deves-
se arrecear-sc.
O gabinete de S. Pelcrsburgo nao nos offerece
amafiase de conciliacAo; na occasiAo em que eu-
via a Constanlinopla o principe de Menschikoff, a-
pezar das nossas ponderarnos propoe-nos que ac-
ceilcraos condiees que collocariam uovamente a
igreja catliolica cm Jcrusalem, n'uma posirao 'in-
ferior e aviltnnte, e que oITcndcrian gravemente a
ennsiderarao de que devemos gozar no Levaute.n
O terceh-o despacho {10 de marco de 1853) tam-
ben dirigido ao cmbaixador em Londres, cominci-
nira-lbe a partida da esquadra do Mediterrneo pa-
a o mar da Grecia. .
Posto que ignoramos ainda se o governo de S.
M. Britntmica approva adelilieracSodo sen agente;
se o coronel Roze cbainnii a esquadra ingleza; e so
o almirante Dundas julgar conveniente, ou se se
considerar autorisado para acceder, a este chama-
menlo sem recorrer a Londres, o governo de S. M.
Imperial quiz dar um lestemuuho de quauto se in-
teressa jia crise actual, pelo.destino da Turqua,
com urna dcmonslrarao, que todava nao compro-
meti as suas posteriores resolucoes, c"que na pre-
sente conjnnctura apenas tcm o carcter de urna
cautelosa preveneao,
O quarto despacho dirigido ao cmbaixador em S.
Pelcrsburgo fl de marro de 1853) referc-se posi-
cao que adoptar o principe MenschiknlT cm Cbs-
laiitiuopla, o qual parece ter viudo mais para inti-
mar um ultimtum do que para tratar.n
Desde 1815, c especialmente desde 1830, um
principio salular servia de,norma as rclacOes das
grandes potencias. De certo que a Franra, a Aus-
tria, a Prussia, a Inglaterra e a Russia nao haviam.
alienado sua I i bordado de accao : porm em lo-
dosos negocios que podim comprometter os seus
inleressesgeracs, ou equilibrio europeo, linliam
por cusame comhinarem-sc e procurarem por
meio de esforcos diplomticos por termo a duvidas
ou qurstoes que outr'ra scriam resotvidas pela
forc-a.
" A Rjglitot*^^^^5ii agora para com a Tur-
iiij^!nIiiicaiido-sn nimia siluacao quasi hostil em
face desla potencia, como em 182G que s rompeu
cen ella depois de dar conhecimeute aos seus alia-
dos da legitimidade e forra dos seus aggravos, a-
gora proceden com o maior segred, foi de impro-
viso que deu uin passo cujo alcance ainda a Europa
nao pode prever.
O cmbaixador deve pois, dando conhecimeute
deste despacho ao conde de Nesselrode, pergunlar-
Ihe se o gabinete de S. Pelcrsburgo, regeitando o
principio que ha'trinta anuos dirige as relarocs das
6 Quarto crescenieas* horas, 41
los e 48 segundos Ja lard'
14 Luacheiaas4 horas, 14 rninu
48 segundos da tarde- -^
.21 Quarto minguante as_-3^Ji6ras 43;
niinnios.e 48 segundos^fe larde.
28 La nova as 2 borev'20 minutos e
48 segundos da tarde.
u
OLHETIM.
Icft
DEL0\ELAC10.(*)
- (Por AtU. Acktri.)
XII
CAPITULO DAS CONFIDENCIAS,
quiz que Mr. de Flize estivesse ocenpado,
ijher vollou, pois se se livessem encou-
* verdade houvesse rebciflado cjino
cerrn-se noqtiarto, e quiz orar; mas
^^Bstava preso tetra e au tinba azas
tdou vir os flldos, assenloii-os em seus
nu-os com furor, comosereceiasse per-
k> despedio-os sentindo acodirem-lde
tos.
i, Helena abri um livro ; mas seus nidos
la, e alin disso nao rumpre-
ler ; porque" lia em espirito
a em caracteres de fogo.
us.dedos cadiram sobre
ii* Iqste e dure ; esse ge-
la corresponder s magoas do
al que as ultimas vibra-
lima haforada de
na vela, e derra-
que a iialii'
ida da
leseo
os passarinhos
fendenj
.;.!. i e per-
^^^^Ba restar
legre e
camelia
^^Hva as
grandes pobncias, intenta fazer-se o arbitro dos
deslinos da Vurquia, se a Rnssia pretender substi-
tuir a esla rolilica de commum accordo qual o
mundo dev< a paz de que goza, nina poltica sola-
da c arbitrada que torear os oulros gabinetes, na
crise que st aproxima, a s altenderem aos' seus
|f>roprios int-resses, c a s terem como regra os seus
designos paH.icnlares.n^
O quinto despacho dirigido ao cmbaixador em,
Londres^Je marco de 1853)encirrcga-lliedc cha.
mar a alloman do gabinete, inglez para a reuniao
dos Ires cor jos do exercit roseo, e para os prepa-
rativos que te fazem em Sebastopol, os qnaes coin-
cidem com t missao do principe MeschikoA" em
ConslautiuQnla, e parlicipa-llicquc a esquadra Irn-'
roza vai' fudear em Salamina.
o A nossa demonslracSo, de resto, nao "tem, na
actualidade, outro fim scnSo collocar a nossa es
quadra na mesma linha de observaran da ingleza.
1)esde o momento cm que a esquadra iugleza entrn
em Malta com provises para seis mezes, julgamos
que a providencia do govcrnojdc S. M. Britnica
nao dorma ; rongralulamo-ndr cntAo, e congratu-
lamo-nos agora, porque (emosA firme confianca de
que se a> silucao se aggravar,*s tlous gabinetes*-po-
doraii. com a presenca das suas esquatlras nos ma-
res do Levaiite acudir simultneamente a tedas as
neressitfadef.
O sexto despacho dirigc-sc ao embaixatlor cm
ConslanliKopla (23 de marco de 1853) conlm as
lustruccocs do que lite rumprc fazer o dizer na crise
por que paisa o imperio otlomano. Tres hypolbcses
podiam entao imagiriar-se.
1." Na primeira occiipacao, por parte da Russia,
dos principados da Moldavia e da Valachia, o em-
baixador dever esperar que a Porta, considerndo-
se em gacrra com a Russia, formulo um pedido de
inlcrvencao, c ueste caso tica autorisado para dize
entrar a esquadra no estreito dos Dardanellos.; po-
rm, ainda quando tal pedido nao se realis, a si-
luacao exige sempre urna particular e activa vigi-
lancia, e o almirante la Susse, dever ser convida-
do a vir fondear ou as Das d'Ourlae, ou no gol-
pho de Enos.
2.o Se a esquadra de Sebastopol se move, ese o
exercito russo entrando as provincias do Danubio,
se aproxima do lilloral oltomano do Mar Negro, en-
tilo j nao resta duvida alguma, a guerra est deda-
da, e o sultao ipto fado desligado do tratado de 13
dejulho de 1811. Ento chegou o momento em
fue a nossa esquadra deve trauspor os Dardanellos,
c nem deve hesilar-se em a levar para alm dos
Caslclltos, no caso de adherir a esla comdinacao.
( Nao' esquecercis, accrescenla o despacho, de
lhc arnnselliar de dirigir um igual pedido a embai-
xada de S. M. Britnica. Em todo o caso daris
contada vossa resoliirao, ou ao coronel Roze ou a
lord Slralford de Redcliffe, e devoris dizcr-1lic.
qde a Franca impcllida nicamente pelo interesse
geralqne excita a manutenraodo imperio otlomano,
e sem algum intente reservado, sentrria muilo que
a Inglaterra nao se associasse aos sus esforcos.
3. Se a esquadra russa ameaca ou tenia" pausar o
Bosphoro, e haveudo ulh novo e instante podido da
Porta, o cmbaixador dever convidar o almirante
de La Susse, para se aproximar de Constanlinopla,
tendo guarnecido convicnlcmcnle os caslellos, de
manara que torne segura a retirada, e para dar
aos Turcos o apoio material da sua esquadra, bem
como o auxilio da sua experiencia militar.
De resto parecc-me impossivel, accresccuta o
ministro, que dada esla hypothesc na qual esta com-
promeltida a existencia ou a queda do imperio ot-
lomano, parecc-mo impossivel digo, que a mari-
nha insleza nao seja chamada a cumprir o sen tle-
ver ao lado da marinha franceza ; e nao esquecercis,
se a situacao lomar este aspecto amcacador, fazer
saber embaixada- de S. M. Britnica os poderes
extremos que nos sao conferi.los.
Este despacho conclue nestes termos :
Estas graves resolucoes, senhor, forani inspira^
das ao goyenip do S. M. imperial nicamente pelo
interesse que a Europa tem cm que o imperio ol-
tomano seja desmembrado. Eslas instruQcOes po-
rcm sao applicaveis a lodos os casos que vos pare-
Cm por em risco a existencia da Turquia.ir-
Totlos estes despachos sao assignados- por Mr.
Drouy de Lhuys.
(Jornal do Cnmmercio de Lisboa.!
ini.
O Journal de Debat, tratando do Annu ario pu-
blicado pela ente des Deux Monde, exprime-se
d mancira seguinle acerca da America :
lie sobre o Novo-Mundo que o Annuario forneco
os documentos mais extensos, e mais instructivos.
Pelo menos estudamos com mais cnriosidatle essa
parte da eollcecao. Ha tanto que dizer e tanto que
saber sobre a situacao, sobre os destinos desse mun-
do nascentc, que'he como o renov c o*dcsdobra-
inento do nsso He tao natural qae o nosso velho
mundo Ihe consagre um teresse paternal Passc-
mos pois o Atlntico, e vamos procurar nesse slo
virgem as lices c os exemplos que elle nos pode
oftereccr. O primeiro objecto de ssouibro e do re-
flexao he o ronlrasle qne existe entre as duas mc-
tades do continente amcricauo, entro os estados de
origem.ingleza e franceza, que cobrem quasi toda a
sua parte selemptrional, e as populaces de raca
hespanhola, que oceupan a parte central e a parte
meridional. Nada mais notavel do que estes qua-
drosjuxlaposlos das duas Americas, em que se v,
ao norte, a sociedade a mais prospera, a jais flores-
cents c a mais esclarecida, de que fenha apparecido
cxcmplo no mundo ; ao sul, a anarchia, as insur-
roicOes, os golpes de eslado, a guerra civil, e as re-
plalas brilbantes cm sen voo incerto, e precipita-
va-as no chAo, assim todas as suas alegras linliam
murchado de urna em urna.. ,
Grossas lagrimas cahiam-lhe dos nios sem que He-
lena cuidasse cm enuga-las. Suas faces eslavam ba-
ndadas como bellos lirios cobertos de orvalho matu-
tino; ella ia evinba, assentava-se e levantava-se
mortatmente triste comQ, Desdemone cantando o ro-
mance do Saule, e sem saber o que fazia.
Helena tiuha fechado a porta; porm madama de
Moiiclienot, que lemia por ella desde o dia' em que
o bario Ido dolara a disloria do duelo, insisti com
a camarista, o ontrn no quarto da amiga. %
Apena- avislou Carolina, Helena lancon-e em
seus bracos e poz-se a chorar com sofoco-. Madama
de Monrlienot assuslnu-se com esse movimento im-
petuoso e essa emocao profunda, e exclamou :
Oh I por Dos, o que tens'.'
Estnu perdida I responden Helena, cujo corn-
ea lo longo lempo cerrado, abria-se einfim, e pal-
plava a quebrar-se debaixo da mo de Carolina.
Madama de Moiirbenot creu seriamente em urna
calaslrophe, apertoir-Uelenp nos bracos como para
protege-la, o adracou-'-eojiio urna .mai abraca Sua
lilha. r'-^
Helena eslava em um desses "momentos em que i
alma derrama-se violentamente bem como a agua de
urna fonle mnilo cbeii.
Ella tomou as mam da Carolinxenlre as suas, e
conl-iu-lhe loda a sua historia. \
Vinle vezes os solucos inlerromperarn-na, e viole
vezes ella inrnou a cumerar sua lamentavel narra-
Cao, nlsoceultando iiem omillindo nada, Xmoslran-
tlti aos odos da amiga assuslada todas as cbagas des-
sa alma, que naonascora para o mal, e que o mal
volucocs em permanencia. Todava a mesma for-
ma de governo reina no norte e no sul. Totlos os
estados que nao dependem da Enropa a excepcao
de um s, estao constituidos cm repblica. Tanto
he cerlo que a primeira cendicao de progresso e de
feenndidatlc para os governos e para as inslituires
polilicas, he serem apropriadas ao carcter, aos cos-
tumes c ao genio dos povos I Tados condecem n si-
tuacao dcploravel, em que depois de; sua cmanci-
pacao, eabiram as antigs colonias hespanholas'. To-
dos sabem que essas repblicas sao, ha trinta anuos,
dilaceradas por dissencoes intestinas, por ciumes en-
tre as provincias e cidades, e pelas rivalidades dos
chafes militares, qde de mao armada arrebatan! o
poder daquclles que o possuom. O que porm nao
se sabe tad gcralmente, he que a revolucao de' fe-
vereiro veio accrescentar a remessa de suas funestas
dan trinas a todos os males que ja devaslavam estas
bellas regios. Em verdade, os principios do fcvc-
reiro, vencidos no solo cm que nasceram, alraves-
saram o ocano, c foram implantar-se ao p dos
Ailes. Cada cidade importante leve entao snas
manifestaeos populares, suas sociedades democr-
ticas a semclhanca ile nossos elnbs, chegando at as
suas gazetas a apregoarem a idade de ouro e a ver-
dade republicana.
Todava ha graos e cores intermedias nesse eslado
gcral de analimento, de fraqueza c de mizeria. Os
Ires estados, que mais tem descido na escala dapros-
peridade, sao b Mxico, a ,N ova-Granada c a Con-
federacao Argentina ; desses porm o que mais pr-
ximo est de sua raina, o Mxico, lula simultnea-
mente contra as faeces interiores, contra as nsur-
reirf.es perpetuas das tridos indianas, e contra a
visinhanra ainda' mais temivl dos Estados-Unidos,
cuja ambicao a crea e cinge por todos os lados, co-
mo a giboia prestes a devorar a sua preza. A cha-
ga da Nova-Granada he o socialismo. Ha cinco ali-
os, que a patria de Bollvar he officialmente go-
vernada segundo o evangelho da repblica demo-
crtica e social. A constilicao granadina votada
em 1851 consagrou os sonhos os mais insensatos da
demagogia europea : a liberdade Ilimitada da im-
prensa, a liberdade illimitada do culto, da reuniao,
o tlireilo ao soccorro e a instroccao graluila, a abo-
liCito absoluto da pena de morte etc. O plagalo he
portante flagrante a parotlia completa. Alli, as-
sim cont na Europa, o reinado dos clubs e da sedi-
Cao foi prompto em dar seus fructos : a impotencia
e a inercia do governo, a dissolucq da sociedade, as
perseguices y-ligiosas, a desordem nas finanras, a
ruiua do commercio, da industria e da agricultura.
Os dous estados visinhos, o do Equador e o de Ve-
nezuela, aiuda nao attingram esse ideal, mas ap-
proximam-sc dellc. A Bolivia, menos adiantada,
lluciuava entre a guerra civil e a guerra estrapgei-
ra. "Que milicias porm ha dos estados do Prata,
tao cnibecidos por nos pelo papel que a Franca re-
prcsciilnn em suas desunios interiores t He sabida
a revolucao que derriban o dictador Rosas, rujo ju-
go pesava, ha vinte annos, sobre essas regics ; as
duas margens do Prala, Bucnos-Ayrcs e Monte-
video, a repblica oriental e a confederarlo argeik-
tina libcrteram-se com o mesmo golpe. Mas cm
quanlo a repblica oricnlal aproveilava-sc de sua
emancipacAo para organisar um governo regular, o
que se passava em Buenos-A y res ? O anuo tic 1852,
que couiccra pela queda de Rosas, c que devia ser
a aurora de -urna nova era, acabou cm plena guer-
ra civil, depois de ter visto succederem-sc duas re-
volucoes novas c um golpe de eslado ; cahio o dic-
tador argculiuo, mas a anarchiteina-em seu luar.
No dia immedialo ao da revolucao, houve uma or-
gia de,liberdade, que ainda subsiste. Havia enlao,
e ainda boje ha em Buenos-Ayres uma gazeta qne
reclamava tambem a liberdade illimilada da im-
prensa, o direito illimiUdo de reuniao, o imposto
sobre o capital ele. Essa aazeta leve o singular ca-
pricho de se intitular Gazeta dos Debates re-
parc-se bem na cscolha do Ululo! 0s ac.orileri-
mcnlos marcharam ; Buenos-Ayres pondorse em es-
tado de rompinAito c de lu aberte com toda a
Confederacao. A capilal argentina acha-se, ha al-
guns mezes, sitiada e bloqueada pelas tropas fede-
raes. O destecho desse drama ter lugar em occa-
siao opportuna; at o presente porm sao esles os
resultados da ntcrvcncSo e da poltica europea.
Rercorra-sc a America hespanhola em totlos os
sentidos, em toda a parte se encontrar o mesmo
cspectacnlo, a mesma confoso e anarchia. Dir-se-
hia que o estado revolucionario aclimalou-se, como
a febre amarella, no solo deste vasto couluiente.
Na lista dos estados repnblicaiios, siimcnle se podem
citar duas excepces estas regras ; o Per', ha oito
annos, o Chili, ha vinle, parecem comprclicntler e
apreciar cada vez mais os beneficios' de um governo
sabio e regular. Depois de terem comprimido fe-
lizmente a crise revolucionaria, a que deu lugar a
ultima transmissao do poder execulivo, os governos
desses dous estados continuam a marchar na seuda
los melhoramentos legislativos, administrativos, eco-
nmicos e financeiros. cm que j tcm feito progres-
Sos ronsideraveis. Mas de todos oseslados sul-ame-
ricanos, o que se pode com mais razaopropr aos
oulros como modela, he o imperio do Brasil, o nni-
co eslado monarchico do continente.
Descmbaracado dos obstculos que empecan) a
sua marcha nos primeiros annos, que seguiran
proclamacao ta sua independencia, forte pela sua
constilicao liberal e pelo seu governo conservador,
o joven imperio americano pode consagrar-se ex-
clusivamente ao desenvolvimento de sua poltica in-
teriore exterior, exploracao e colonisacao de seu
immenso lerrilorio, ao papel preponderante que
Eis-abi ludo exclamou ell terminando: ago-
ra vas desprezar-ine.
i. slinro-te. pobre Helena; cts que en tam-
Om sewirreprehensivel'. disse Carolina.
oas amigas encarjram-se. Helena niite ad-
mirada, Carolina tranquilla e serena,
m, eu, tornou esla.
:r- Oh 1 he impossivel, tu sorris, tu es reliz.
Talvez; se queros, Tacamos urna troca de con-
fidencias.
Com uma ~deza exquisita. Carolina desviara
de seu curso ~itos de Helena forcaudo-os
dlrisir-ef ^*liK>jjf!
.Ella transformara o juiz em culpado, e de um s
golpe destruir a confoso de Helena ; porquanlo
coyunda salva-la e nao envergonba-la. Madama de
Flize ltenla e consternada contemplava Carolina.
Se dizes a verdade, quanlo te lastimo! tornou
ella.
As duas amigas abracaram-se como duas irmaas,
e ficaram urna junio da outra com os bracos enlre-
laoa.los,
A historia do meu casamento he a historia do
teu, disse Carolina. Meas pais casaram-me com Mr.
de Mnncbenol porqne elle linda como eu um nome
dourado, e nossas riquezas eram iguaes. Alm disso
linhamu-uos enconlrado algumas vezes nas socieda-
des,- e parece \w que llovamos walsatlo Ires vezes
juntos. Assim nosso conhecimenlo eslava feito, se-
gundo as ideas do mundo, e lindamos podido apre-
ciar-nos mutuamente. He cerlo aueMr. de Mnncbe-
not walsava muilo Bem, e eu nao dansava mal. Ha-
via, pois, compalibilidade de humor. No principio
as modas, os bailes, as visita e as apresenlaroes oc-
cupavam minha vida ; meu noivado foi um noivad
de enfeites.
Assm como o meu foi u'm noivado de roman-
ces, disse Helena.
No fim de certo tempo parecen-me que os ves-
tidos e os chapeos nao eram a felcidade, procurei-a
en. torno de mira, e nao achei mais nem sequer meu
mundo. Todava eu nao eslava sosinha, um amigo
de Mr. de Monchenot encoutrou-se ah...
Sempre um amigo! v__
Quererias que fosse um inimigo? Nossos iuimi-
gos nao veem nossa casa!
Helena inclinnu a cabera sem responder, e Caro-
lina conlinuou :
aspira representar no Novo-Mundo. Saa rcenle. independencia e integridade'da Turqua. Esloii
ao .nos negocios do Prata, que contribuio | persuadido que, posto que o governo inglez deseje
concluir a questo de uma maneira pacifica, nao 'es-
t dispnstn a consentir que o imperado d Russia
continu a ganhar lempo, pois que (ingindo mgo-
ciar, vi fa/endo realmente preparaces beHicas que
poderosamente para a queda to Rosas, he um pri-
meiro signal de vida e de poder internacional, um
primeiro passo de laclo nesta senda dffiejl e perigo-
sa, em quedeve eslar aparcldado para lular contra
as rivalidades e os ciumes dos estados visinhos. De-
ve-se ignalmenlc honrar o governo brasileiro |icla
ilctlitla lao tongamente demorada, em virlude da
qual aboli definitivamente o trafico de efcfavos.
Tantnuo interior, como nptexterior, os seus pro-'
gressos sao sensiveis, incontestaveis. A .imprensa
goza de ampia liberdade-, as Icllras sao honradas o
animadas. E o Brasil nao possuc boje litteratos, que
traduzam Virgilio. Water Srott o. aiateairiantl
He lima evenlualitlade um governo serio, regu-
lar, inteligente, conservador no meio de todos
estes estados devastados pela anarchia e pelas revo-
lucocs.' Todava esla eventualidadc nao he senao
a historia inparcial e vcrdatlcra do governo brasi
lero nestes ltimos anuos.
Em" quanto assim andamos no gyro do globo acal-
mado por um mohiento, o velho mundo, comer a
abalar-so de novo ; varias complicares, lenlameii-
le accumuladas, ha dez mezes, se precipitan) e vio
preparar maleriaes para os annuarios folnros^ Ser
preciso pronunciar .anda esla fatal palavra -.Alea
jacta est ? Hojc porm a melado da Europa de
que parece prompta a representar este jugo da-tor-
ca edo acaso. Oxal que este novo lance de dados,
se a desgraca permKlir que essa melade empenhe-sc
na lula, aprovcile mellior Franca c a Europa
iuleira do que o lance de 21 de fevereiro de 1818.
(L. Atloury.)
Londres 1 de fevereiro de 1854.
o Lord J. Russell.Sr. presidente, o governo nao
tem razao para queixar-se da maneira porque a fol-
la, e a mensagem ha sido recebida al aqui. Pelo
contrario, tenho de agradecer casa em nome do go-
verno pelo geral espirito tic moderacao que tem pre-
valecido, e pela maneira porque os honrados tnem-
bros tcm declarado, relalivamente a esta grande
qneslio oriental, que estao promplos a esperar e a
consultar os documentos que forem depostos. sobre a
mesa, e que em quinto estes documentos nao forem
examiuados nao declaram ojuizo que clles tem for-
mado. (Apoiado.)
o Sr. presidente, se apparcer alguma cousa ne
principio da discussao que accasione alguma critica
acerca da marcha segnida pelo governo, contento-me
em responder a semclhanle critica com a falla do
honrado baroncle,.memor por Tamvvurlh (Sir R.
Peel), que ralln com grande eloquencia e habiliaa-
de sobre esla queslao. (Apoiado.)
a O honrado cavallciro que se dirigi casa, fez
algumas observAces philologicas sobre as phrases do
discurso de sua magostad*i em vez de occupa'r-se com
os principios da nossa poltica exterior. Quanlo a
esta poltica, s posso dizer que tcm sido dirigida
com inluilo de preservar os dons da paz Inglater-
ra e a Europa, c que tem sido cohduzda, qoer no
caso de uma concluso pacifica ,ou bellicosa, para
preservar a honra e os inleresses tiesto paiz. (Apela-
dos.)
Sr. presidente, se esla honra e ses inleresses
nao livessem sido consultados, quando vimos a ag-
gresso dallussa sobre um visinho innoffensivo, nos
loriamos abstido de levantar a nossa voz em seu
apoio, e de demonstrar que, se fosse necesario, es-
lavamos preparados a usar de oulras medidas, e dar
passos que previnissem a eventualidade do que nos
pareca ser uma arbitraria e injusta invasflo. O hon-
rado cavalleiroalladio'aos termos da nota de Vien-
na. Esla nota, como j expuz em ama das primei-
rassessoes, foi organisada, nao pelo governo inglez,
mas pelo imperader da Franca. Algumas addices
e roodificacocs foram feitas pelo governo austraco, e
aceitamos esta note como um meio pelo qual a inte-
gridade e independencia da Turqua podiam ser def-
fendidas contra as prolcncos que o imperador da
Russia linda manifestado. Qoando esta nota chegou
a Constanlinopla o governo turco mostreo nao
nose genuino sentido, nao no sentido qne lhe foi
dado pelos representantes das quatro potencias, mas
qae no sentido qae lhe pode ser dado por um visi-
nho invejoso o hostil, pode infringir a independencia
da Turqua.
Entao nao hesitemos em recpmmendar estes
modificacoes suggeridas pela Turqua ao imperador
da Russia. eu-se uma resposta a esla proposcao,
mas a explcacao dada pelo conde Nesselrode do sen-
tido em que a ola de Vicua havia sido entendida'
pelo governo de S. Pelersbnrgo, era que o impera-
dor da Russia nao esteva disposlo a recuar das suas
prolcncOes. mas qae eslava prompto a accrescentar a
uma injusta c infundada aggressao o que qer que
seja quo nao hesitarei de qual idear como fraudulen-
to. (Applausos vehementes.)
a Sr. presidente, eu Iludira a casa, se manifes-
tasse o mi firme esperanca de que as proposlas feilas
agora serSo aceitas pelo imperador da Rnssia. Mas
posso dizer,em referencia a uma odsorvacSo do
honrado cavallciro. o qual esperava que nada* havia
contrario independencia e integridade da Turqua
nos termos agora propostes,que sao termos que fo-
ram ajustados entre as qaatro potencias e os minis-
tros turcos, e que o proprio ministro dos negocios
estrangeiros da Turqua assignou a note em qae es-
tes termos sao contidos. De modo que, aconsejan-
do a S. Pelersburgo a aceitacao desta nota, nflo se
pode dizer que estamos dispostes a dar' um golpe na
Esse amigo (has de permittir-me que deixe seu
nome em silencio, porque nao vale mais nem menos
qne os oulros, posto quo vida mais qae Mr. de Vau-
villiers), esse,amigo, digo, amou-me, ou ao menos
fingi amar-me. Infelizmente aconteceu com nos
ambas a mesma cousa. Eu esteva sosinha, casada co-
mo somos quasi sempre... Que te direi'.'... vim a
aina-lo lambem. ou talvez persuadi-ino de que o
ainava ; pois quando pens nisso agora...
Que I j acahou-se ?
, O qae cometa depressa., inulia pobre Helena,
Mepressa acaba.
Que queres dizer ?
Uso he muito simples, o amante cu'rou-medo
Helena encaran Carolina com a sorpreza pintada
no semblante. r v ^
Nao me comprehendes, lornou ella; mas ha-
vias do comprehender-me se le dissesse que o mari-
do cara do casamento ?
Ha os filhos, responden Helena.
Essa he a crcumslancia atlenuante, conlnnou
Carolina com um sorriso. Primeramenle. minha
querida, ambos nos eramos muilo romnticos, algu-
ma cousa como Komeo e Julieta diante da varantla
eu procuravo seu olhar nas estrellas, elle ouvia mi-
nha voz no susurro da folhagem. Eu era sincera em
toda essa poesa etherea... Um poeta que en ronheca,
disse-nn sempre que eu linha a phvsiononiia de uma
hlala... Pela sua |iarle, era um hornera, nada mais
ifem menos. O substantivo diz a cousa. Os dmeos
nunca lera o tempo de serem sinceros no amor, o
qual paradles he um recreio.epara nsavida inleira.
lara li lanihem?... Entretanto-ests bem con-
tente..... w -.
Oh! eu lancei a poesa no mar, quando vi que
a poesa ia fazer-ir.e sossobrar. Fq em uma laidede
outono ; as arvores linliam folhasdeouro allumiatlas
pelo crepsculo, eslavamos sos, o amigo de Mr. de
Monchenot e en em um pavilhao margom de um
regalo, que cantava entre a relva e aspedrnhas. Era
um poni de reuniao? Receto que im. Parece-me
que linlnomos vindo ah nao sei como, nem porque
camiiikos. A gente s cuida nisso depois que ah se
Porque razao nao morre uma mulher quando
para ah se dirige?
Se a geiilc morresse 13o depressa, nao leria o
tempo.de arrepender-se. Sim, minha pobre rma,
o arrependimento nos vem de Dos, nos faz vollar
para elle.
Helena deijou silenciosamente a mao de Carolina,
que laodrandamenle a lira'va da confoso.
Era nessa hora, conlinuou madama de Mon-
chenot, em que a trra abrazada sorri para o co co-
mo uma noiva; as colnviaa perdidas no.firmamenlo
saudavam o sol no sen declivio. Eu contempleva as
bellas campias, que uma nevoa longinqua comeca-
va a eobrir, eslava alegre e Iriste ao mesmo lempo...
Nomo amigo linha minha mi sobre as suas... Pare-
ca qne elle lambem embriagavasse com essa alegra
melanclica, que a gente acba em contemplar os
campos magnficos nessa hora em qne a serenidad
desee do co... Elle levou minha mao aos labios.....
sen braco insinuou-n como aro-: errante em Ionio
de minha cintura, c inmediatamente senti sua respi-
rarlo ardenle cm minha face. Todo o sangue das
veias acutlio-me ao roracao. Nao te repelirei' o reci-
tativo de Donna Anua sorprendida por Dom Juan;
pois ouviste-o nos italianos. Nunca rae esquecerei
dessa hora... Cada mnate deixou-me na lembranca
um vestigio de fogo... o piopro tempo nao o apaga-
ra. Quando sahi dopavilhan, esse homem que eu
amara, eu o desprezava!
Tu nao liuhaa macula I
r Acaso he pura quem tem a alma contamina-
da exclamou Carolina arensando-se geuerosaniente,
afira de que .Helena nao se duraUhasae. Eulre nos
nao ha rinlia (lill'ereucj senao a da rirrumslaiiria ?
do acaso, l'alvez eu livesse cedido na (aspara! U
que fiz entao, podes lazer boje. At. prinripio eu
quera confessar Indo ao meu marido... Uma refle-
xao mais madura impetlio-nie disso ; mas romo li-
nha nma falta que reparar, consagrei-me sua fel-
cidade... Nada cuslou-me para chegar a isso, e che-
guei. Elle nao sabe que essa paz que o rodea, e essa
alegra que acha em seu lar domestico vem do arre-
pendimento... Elle goza, e se eu choro, minlias la-
grimas sao uma ollera, que foco a Dos. Nao sabes
quanto a paciencia e a boa volitada tornam Tacis as
cousas, que parecem impossiveis... Fiz Mr. de Mon-
chenot vollar para mim... Crcio verdaderamente
que elle prefere-me ao whist... Tenho loda a sua
confianca, e nao sei se elle pollera emprehender na-
da sem consullar-me. Essa felcidade de que o ro-
dete he lambem minha. Crome, Helena, ha mais
egosmo do que se pensa em fezer os oulros felizes.
Mas posso eu foz-lo agn ? exclamou madama
de Flize.
Pde-se sempre; mas prmeiraroente he misler
romper com Mr. de Yauvilliers.
Coilado I he sua morte que rae pedes 1
Nos todas temos sempre essas illusoes ; qual he
a mulher que naojulga queaquelle a quera ama es-
te promplo para morrer ao primeiro signal de aban-
dono? Esses desesperados conduzemsuas victimas ao
caf de Pars... Esles sao os mais sinceros... Oulros
levam-nas ao Ranelagh.
Helena fez um gesto de horror.
Ouve-me, disse Carolina severamente,
vinle annos, um auno menos que eu, e discorres co-
mo uma rapariguinda. Era la ida
da, as mnlberes de Pars devera ter
renta annoi, que a experieac
dao, Romper! agota raesraacc Mr
nos aedarao totalmente desprevinidos. (Apoiados.V
t Quando- ok documentos'esliverem aqui njo bc-
silarei entrar nestas qnestes, eja qual for o v'oj da
discussao. Posso dizer qae. considerando < posicao
da Russia respecliv mente Turqua, a posico da
Inglaterra oda Franra eslava lomada para oppr-e
a qualquer designio na fronteira torea! Pensamos
quesera una vanlagcm immensa1 se a Austria e a
Prussia combinassem com nosco para prevenir lima
guerra que pode resultar das aggrcssOes que tem si-
do feilas pela Russia. Foi publicado pelos jornaes
um protocolo, assiguado pelos ministros; essa decla-
rarlo nao est plenamente de armona com os de-
signios do governo da ra-Bretanha,mas sempre
he uma grande vantaeam em quanlo podermos r jun-
ios. Nao algo improvavel que o governo ta Aus-
tria perceba que a guerra est mminentc, e que as
negocacocs em qne desejava lomar parle nao consi-
gan! fazer que o imperador da Russia desiste do sea
intento, e que s ama medida mais forte e um golpe
mais decisivo ajuda-la-liaa cealisar este tocio. Digo
qae se as grandes potencias, se a Austna allender
aos seus inleresses que sao maiocs dp que os de In-
glaterra e da Franca (apoiades), e allender lambem
que os inleresses da Europa eslao comprehendidos
na soluco da queslao, juntamente com' el-rei da
Prossia actuar cordalmentc com nosco, he indubi-
lavel que*o resallado final,o resultado immedialo
ser, digo eu, que, considerando as coasas do um
modo geral, o nosso tempo nao tem sido perdido.
Por algum lempo adoptamos medidas de paciii-
cacao, e ludo quanlo podemos fazer, rompativel com
o honra, temos feito, esforcando-nos ^ persuadir ao
governo da Austria para que tomasse uma medida
mais feliz. (Apondos,)
No correr da discussao fizeram-se algumas. ob-
servacOes acerca de varios assumptos,acerca de al-
guns negocios estrangeiros o deobjectos domes!icos,
c de ontros nao mencionados no discurso do Idroqo.
Convcnho inleiramente sobre a importancia do tra-
1ado com a repblica do Paraguay,julgo as prop'o-
siCes incluidas como as mais imprtenles, e por or-
dem de Sua Magestatle, j presentei ao governador
o tratado ratificado.
(c Considerando a imporlaucia dos tpicos referi-
dos, se acham con|idos no discurso da coroa tantos
quanlos eram possiveis.c a menos que os honrados
membros desejem afoslar-sc de todos os autigos pre-
cedentes, e organisar uma falla lao e.-ltnsa como a
mensagem dq,prcsidenlo dos Eslados-Umdos, tora
impossivel incluir lodos os tpicos ueste documento.
Um assumplo muit imprtenle foi alludido pelo
honrado memhro pkr Tamworth, a educacao.
o Sr. presidente, tenho para mmqne nao ha quem
mais deseje do que eu receber e ter um' bom syste-
made educacao desenvolvido e.estebelecido nesle
paiz; mas he necessario considerar os mena por va
dos qoaes se possa por em praliea.
i Quanto a uma parte deste grande assumpto,
considerado como um todo,a saber, a queslao das
universidades ioglezas,temo-la temada em conside-
raca; e espero, durante lodo o mez de fevereiro (no
meiado ou nos fins deste mez) apresentar orna medi-
da para o melhoramedlo da nniversidade.de Oxford.
Acerca de oulras medidas relativas educacao, dese-
jaria esperar e ver o progresso das numerosas medi-
das qne temos a lomar e.que o^overno tenha lempo
para proceder a respeito das medidas que j tem
proposlo.
tt Um honrado memhro fallou sobre o Bill de re-:
forma, em parte parece concordar eem parte des-,
concordar com os honrados membros por Liverpool.
Disse-nos elle que Pitt, em 1793,declarara que j nao
puguava pela medida da reforma parlamentar, e qne
cumpria guerrea-la cm aclivdade. Sem embargo
da grande auloridade, pela minha parle preterira
entrar antes na guerra a proceder na reforma parla-
mentar. (Apoiados.) Mas nao julgo o precedente ap-
plieavel na actualidade; se o tora, nao seria um li-
geiro adiamento da queslao da reforma, porque esse
hill Je reforma de 1793 s foi adoptado depois de 40
annos, e certemenle no posso admillir. um adia-
mento de semelhante exlensao. (Apoiados e risadas.)
Mas-, Sr. presidente, se deve considerar se este
desculpa he boa sem este ajuste, porque Pitt Aquel-
te tempo esteva empenhado a resistir e procraslinar
o espirito de republicanismo e democracia, e julgava
imprndente permiltirque este espirito se descnvol-
vesse pelo acorocoameato de qualquer medida de re
fot-ma ; presentemente achamo-nos n'um eslado total-
mente diSerente, porque quaesquer que-sejam as
queixas que tendamos a fazer contra imperador da
Russia, nao podem ser as mesmas que se fizeram da
revolucao franceza, porque elle agora sta empe-
nhado em espaldar os principios de democracia. (Ri-
sadas.) Nao podemos dizer que o imperador da Rns-
sia baixra um decreto de fralernisago, por. va' do
qual espera espaldar o republicanismo; por tente nio
ha semelhanra entre os casos, e nSo concordo com o"
precedente que o meu honrado amigo invocou. O
tempo u3o be importuno, dizem alguns membros,
para agi(ar-se a questo da reforma parlamentar. Sei
que para aquelles quo nio goslam de uma medida
dizem queo lempo de sempre inoporluo. (Apoiados.)
n Mr. Wyudham poda sempre apresentar esles
argumentos, e acerca de uma medida goc* foi pro-
iiers, e elle nao se matar. Em Pars ningem tem
tempo para malar-se... De mais s os homens de bro
he que se raatam, e Mr. de Va'uvlliers nao o tem.
Elle! exclamou Helena com um acceoto, no
qual brilhava* toda a forra de sua crenca.
Assevero-te qus elle nao tem brio! tornou Ca-
rolina com mais terca.Como portou-se elle comtigo?
Despojou-te, roubou-le! Oh I nao me repulas... Se
he preciso rasgar-te o coracao para arrancar-te dahi
a sua im.-igeni, eu o rasgalei. He uma alma gingre-
nada pelas mis pases ; ludo nelle he mentira... el-
le nunca te aniou... fosle uma cons lucrativa... Tens;
pago seu estado na sociedade com lagrimas!... Acaso
diminua elle o mo ?., Augnienloii-o Ofba.para t,
pobre amiga, o dize-rue se a paixao que Inrna as fa-
ces lvidas, os odos huidos o a fronte paluda be om
amor sincero e dedi^atlo Tens sido a victima e elle
o algo*. Entretanto que fazia Jorge, leu marido?
Cobria-le com sua honra e sua vida; uao fallava,
obrava ; lavava com seu sangue a injuria que te ha-
viam feito... edepois calava-se!
Pois bem! exclamou Helena, rei ter com Mr.
de Flize, dr-lhe-hei tudo oque tenho foto, cahirei
a seus pes, e se depois de ouvir-ine elle malar-me,
beijar-lhe-hei as raaos. Ser o castigo depois da coii-
fissio.
Helena levantra-se com o semlilaule em fogo, e
corra para a porte, qnando madama de Monchenot
lom'ou-a nos bracos, e disse-lli
.i Espera, infeliz; queresenvenenar-llu
"~ P
lira me abraza, he o verme q
Pois bem. ella ser tua p
nlioa jninha. Tens acas
pouso de Jorge? Ha condsse
coracao como esses veri
vasos quaoscon cidade
de teu marido ser entossa-
rao le
resigna'
fl
dveis,'0 a.nc
num tempj
lhante ao homem
os sympten
rar-s de ui
dos. n Os lempo.
djiam so oppunba
dos't.queriam i
foracio
ile paz quer
1? eslava sei
guenlos. ASi|
tempo nao h^^H
parlan
pecial em
mocrai
bro por Moni;
pensei que nao
Entao, dizia
algumas das
gumas del!
opinio qoi
-^-quando
vouicnl
svsloni
tedo periq
qne uma |
tenho para human
rado perigoso lie
C3o popular.
Dizia cu i
seiilimeolo
mente couside
lia tempo i
tan da refqg
rom.augn
penara, i
se fazem gran
guerra
bem.)
Has suppori
mdade
queiici,
dos 'ene.
veniente paraj
povo, I
sobre elle, qu
esforco,i
Quando o li
bros ter
les sorprendo
era imprude'1
nesle le
reforma
for, Ipui,
mos lomar ai-
lo a este res|
cupava
enla da
queza ai
te lempo, e v
lado e|ta don
sentada. (Apti
Agora,
neirajeralasj
do discurso *
do casa para um M^^^H
qual c
ncuhum moi
as calumnias
alteza, real o
Se eslas cali
vessem somonte]
xa-las-cm olvidj
lempos; mashj
torpe calumnia
guns.es.
principe
a Primeit
de iuterfi
teza real,
e por lodas
que actuasse1
rilo da t
do que ;
MagesUdo aceiH
pela casa dos ro
lianca. 'Apoildt
Melbourne prini
plena conli
SirR. Pecl.e
confianca de
ceder a Sir R.
dus>inlo i
dizer coi
(ade lodi
que um
casiao para mu
gratidJo peta-t
pela .atlenoao co
C6es foram allenj
li i
Ejilo, nio j
Cio que, ao pass|
cipe 'consorte
quell lempo, leniia
intei ramele
no, o principe i
pralicado de um rol
goma cousa intei]
em seinalbante exposj
niraiinu nvA
Oh! elle.
Todas?-
Sim
te oppo
. He cou
a cabera con
Meu Dec
A peior.
nao est |
plces sempre, no coi
vicios de lodas as
noile como lac
tte, que I
redempcio.
-. cou-
i telena er i
^^^klr.d
na, ana madama de
^le querer'talvez] poisque a qamarista sahio,e esl tnvade
1 (ConliwtaMf-Aa.



illusao, que CU i
DIARIO OE PERNAMBCO, TERCA FIRA 21 DE MARCO
I v jdenlificar-se com a sua poscao e os seus iuieres-
e afaslaria deate proposita se procurasse oc-
:u separado ilu sen proprio, especial-
ipflrtaijte cargo de commandanle em che-
fe, o desfarle lornar-se respoosavel poroutros deve-
,side-
i.ord Mel-
a SuaMa-
|" l i a negocio*
arranjos dn
i aos mais anos e ordina-
islro. Masdlividoso
i qtte adoptara, elle reeor-
!a oblor; drigto-
scus de-!
u nleira
rjusT se bc-
linii nfnistro, seguira*
ifr'Melbourhe dcsigura.
depois da aseencJo de Sua
ciBU-se com o princi-
pe consorte. A posiro
aria era semelliante a
Era, como a casa sa-
i'iiro, e foi depois que,
uicira um niembro do
iln algumas duvida
e que cousiderasse o
^^^Hrfo Dio s era ca-
do a sentar-se no con-
^^^Krhc cou*ultoi-Ac,
iianto ao precedi-
rra dos despachos
i eflet secretas do ro-
i Iwida aleuitia de
ronimunicaria como julgasse
orle, e que eu mo pen-
l para com S. Mgeslade
flo algum a este respeite.
se Lord Melbourne ou cu
ocio naqolle lempo ao
perfeitameotc eerlo, tanto
quan i loa Lord Melbourne e a nm mes-
isso dever aconseihar a ra-
-cu eemportamente acerca dos
i<,-des- Tenho para mim
ooaeiKo fora ridiculo c iucon-
res, e pelo esauco deoutros poderes que nao os que
Su Magestade linha a cumprir. (Acdaraatjoes.) Im-
[inodiatamenle depois que esta respusln foi dada,.Uve,
i ii .ura de ama entrevista com sua alteza real, quan-
leu orna carta que eserevra ao duque de
nglon, e eu expressei a minha opinio deque
lea real liavia periwdoco-m extrema reelidao,
minado escrupulosamente a sua posirao. (Apoia-
" Julgque baviam oulras razies alem daqueilas
em virtudc das quaes o principe Alberto nio quera
exercer o cargo de commandanle em chele ; mu era
iileiramcnle desnecessario expolias, pois que as ra-
ides dadas por sna alteza real eram mui sufficientes,
e muslrava.ni que, ao passo que considerava que nao
^evia ser commandanle erochefe, considerava seme-
llia>itaraenle se nao podia ajudar e asslslira Sua M-
gestUeV.e senta que fosse obrigado a dar todo o seo
espirito, hleHigencia, zelo e Iiahilidadc aquello as-
sumpto. (Acclamaces.)
n Quanto s aecusaces taitas contra sua alteza
real, mullas dolas sao rao frivolas que nao merecen)
alien can. sendo meras cascas de alhos, que appareceni
n'iim dia, e desapparecem noseguinle : Mas agora,
comoj explique! a siluaoao geral do.principe,urna
siluaro da maior importancia,mencionare! algu-
mas djs accusacflesqc lem sido feilas contra elle
acerca dos differentea ramos do servico pnblico. A
respeilo do exercito em'. particular tem sido assoalha-
do que sna alteza real cosluma interferir constante-
mente. Agora direi, que quaudo o duque de Wel-
lington exigi a decisao do principe Alberto acerca
da sugeslao que Ihe fizera, elle ao mesmo lempo dis-
se que nao era verosmil que a rainlia seoecupasse
pessoalmcnlc com os nroraenores do servico militar,
mas esperava que sua alteza real dara sempre a sue
alleucao a qualquer cousa que pertencesse ao estado
e eflicacia do exercito. Sua'alteza real tem praticadb
isto acerca de quaesquer quesloes geraes qne elle jul-
gav'a inherente ao seu estado e eflicacia, mas quanto
lis oceupacoes ordinarias da repartijo/'da guerra
nunca inlcrvcio de maneira alguma.^poia'dos.)
me de corresporider-se com os ministros eslrangeiros.
(Acclamaroes.) Ha um caso,,creio que o nico,
em que acontecen quo o roiuislro de um palz estran-
geiro llicescrevcs leiejado por elle, nao
solliclndo por elle > inmediatamente remel-
leu a carta o secrelario de calado dos' negocios es-
trangeiros, e desejgu saber que res'posla daria. (Ae-
clamas&es.) Qnanto A cdrle de San Petersburgot crelo
que as nicas communicarflesque liveram lugar fo-
ram relativas a esses negocios de civilidade ordina-
ria ; e, n'oulra oeeasiSn, quando um prente prxi-
mo de S. Mgeslade, sendo o representante da Aus-
tria oaqoella orle, foi atacado de urna perigosa en-
fermidade, Sir Hamillon Seymour, nosso embaixa-
dor all, escrevia repetidos rclalorios de dia em "da
acerca do esldo de sade do teu prenle. (A poja-
dos. )
i'ensoquecheguoiatc ao poni que devia che-
gar acerca destas difTerentes aecusatoes; .e sgora es-
pero qne me nao ser necessario pedir a esta casa
que considere, mas espero que o paiz ha de conside-
rar qual deva ser a posigodo principe com referen-
cia S. M. Tivemos dous soberanos do sexo femi-
nino, cujos reinados sao grandes c gloriosos na his-
toria ingleza. A rainha Elsabelh, nSo ha duvi-
da que ella nao dividir o cu poder, osen espiri-
to, e fortaleza, e ambicio eram plenamente iguaes
direccao de lodos os negocios dle reinado como
a casa sabe, nnnea secasou. A rainha Anna foi ca-
sada, mas com um principe de inlelligencia liSo mui
dislincta (risadas), e lodos nos sabemos que ao passo
que prevaleca a poltica de Marlborough, grandes
victorias foram calilladas, e em enmequencia de urna
mudanca de influencia no paco urna dama sup-
planlando oulra estas victorias foram trocadas na
con veneno de Urtreclil.
a Sua Magostado esti em circumslaocias differen-
les de qualquer deslas rainha-: Sua Magestade ha
casada rom um principe de dotes singulares (Apoia-
dos),'e sua vida domestica he um bom cxemplo pa-
ra todos os subditos da rainha, assim como o seu rom-
pnrla.nenio constitucional he um modello para todos
ossoberanos. (Applausos.) Se eu dissesse que a rai-
nha nunca consullnu com o principe consorte, que
eu teuho justamente pintado, acerca dos negocios
que neccssariamenle inleressam a fortuna da sua co-
ma, a prosneri vida interior, c das musas relaces com muitos da-
quelles que Ihe sao charos ; (Apoiads.)Ningbem me
m
z
Pens todava que a casa concordar comgo, acreditara, so eu aflirmasse semelhanleasseixSo. Di-
1
lia acontecer que
i>meiito, discutira aco.-
MagesUde; c, (iclgir que
\ informales das gazc-
|>asso que S. Ma-
llos o informacocsoflt-
ple um absurdo, nas
vel. (Muito bem).
do priBcipc, he lo-
averflailc na cor que
sna alteza real para
| respeito; que Lord Mel-
vou o principe do
lo estado, e que Sir R.
ssn que o inlroduzio no co-
(Apoiados). Tenho pa-
ii lempo de Sir R. Peei
il estivesse presente du-
raioistros tiveram cero a
i f niesrao lempo que, se
10 deLord Melbour-
o se passava e sabia
ilo quanto uccorria, a
so gabiuete qundo os mi-
ageslade era me-
la accrcscenlava ao
-ipe nao eslivesse presen-
iresenle, mas nao sem-
vam com a rainha,
iicado o que occor-
i falso do que os ministros
sedo menos conveniente de
^^^B real estivesse pre-
o quas nao careno
aitelligencia, a n-
lo que i Ihe perlence,
Sua"Magestade nao
s negocios de grande
le deslas relaces sem refe-
insntocionaes queexis-
ninistros, porque eu
ra honve queixa alguma de
tHsm prqpriamente conduz-
SrB. Pcel, mas Ixird
ooselhamos (e pensa-
-egndo pleno es-
lavamos sle couse-
plenamente informa-
i de interese nacional.
pie Lord Melbourne,
I que nao liavia vanla-
este conselho ? Compre
iourne lomou a si na ascencu
lade, aconseihar sobre
^^Btava Sua Mages-,
Peel aceitara as re-
ladc ja se tinha casado.
>t que Lord Melbourne es-
os termos seguioles:
ird-Melbourue nao pode
eXpor VossaMa-
elle leve a honra de
eilo de sua alteza o
Melbonrnc lem farreado a mais
ncia, ndole e dscrieao
Ihe lie dado sentir grande
ilexo de que deixa Vs-
semellianle conselho
Melbourne senle
rrer melhordo que
tao, e
Melbourne formara
lleza rcal,e posso di-
eem sua alteza real nao
e apreciar de ama
^^^Bncia e habilidade
o observa^oes que son
iembrar que eslou
incipeque se acha
lijimad por um escao-
;e eslaliea primeiraop-
ra se'' fazerem al-
lOes.) Sua alteza
o que i mencionci,
mpre qne era neces-
empreque aclia-
i a deferencia
ipo tributada
i compre ob-
lo no decurso
, qne os
emissao
urna cousa
am obrigado*
io soberano;
as axfminislra-
iim voto des-
un raso
lerar,a
*de nina
res|u-
que depois do duque de Wellinglon (er feilo a exi-
gencia qtie ja mencionei, dizendo que quasi nao ere
crvel que Sua Magesladeatlendoss a estes pontos qne
os res seus predecessores linham, era juslo que sua
alteza real acercadas quesloes geraes que lendiam a
melhorar o exercilo, lhe< prestasse a sna allcnrao.
^Apoiiidos.) Acontecen que dahi lia poaco lempo oc-
correu urna circuinstancia que tem sido lao perverti-
da, que cumpre que en lome a lberdadc de expor
qual (o o comporlamenlo real do principe. O aju-
dante e quarlel mestre general sao nomeadospeloso-
bejano e nao pelo commandanle em cliefe, mas o
soberano, como se pode suppor, ordinariameu-
le ouve ao commandanle em diefe. quando lem
do fazor estas nomeaces. Occ5rreu urna diffe-
renea de opinio entre lord Hardinge e Sir G. Brown
cerca do peso que o soldado devia carregar, e de o li-
tros pontos de delalhe nos arranjos militares. Sir G.
Brown, cuja correspondencia me fura mostrada, es-
creveu-me urna, carta alem dos termos convenientes,
-dizendoque, como havia um differem;aconsideravel
de opiniao entre lord Hardinge e elle, e como a sua
propria opinio era formada do que elle ouvira da
boceado duque de Wellinglon, jolgava meHiof resig-
nar o posto de ajudanle general, e pedia a Lord Har-
dinge para appresenlar a sua resignarlo anle a ra-
ulia. Agora pretciidem que esta resignaco ha sido
de alguma srlc produzida pelo intermedio do prin-
cipe Alberto. Esla historia he totalmente falsa ; por-
que a resignara foi inteiramnle filha da difl'erenra
de opiniAo queja cilei. (Apoiados.)
. Lord Hardinge inmediatamente apresenlou a
sua resignario permite Sua Mgeslade. e re'commen-
dou que Sir (i. Calhcart fosse nomeado como succes-
sor de S. ti. Brown, reputando-o ser um mui dislinc-
to oflical, de ama idade qne o habilitava a cum-
prir os deveres acUvos daquelle cargo. Sua Mgesla-
de aniiuio a semelhanloconselho, expresando suincn-
t'c a esperanza de que o general Wetnerall, que he
filho de um cscudeiro que esteve sempre ao servico
do finado duquede Kent, c que-opoisenlrou para o
cargo, podesse ser escolhdo. Certanveule he natural
que Sua Mgeslade, em considerado dos serviros do
pa do general Wclherall, desejasse que se lestemu-
nhasse toda a allenco c consideracao a este valenle
oflical. |^ird Hardinge disse que eslava promplo a
pagar toda a considerarlo ao mrito do general We-
llierall ; que o reputava um ofllcial mui disliucto, e
que liavia bem Camprdo os seos deveres na gnarni-
cjio; mas que nSo o considerava lio sufliciente como
Sir (j> Calhcart para o posto de ajudante general.
Com tudo disse qne eslava promplo a tomar .medidas
para mostrar que se nao pretenda de maneira algu-
ma desapprovar o comporlamenlo do valenle ofllcial,
e Son Mgeslade manfestou ao general WetheraH o
altoapreco em que tinha os seus serviros, e com urna
assevcraeao de que nao era em menoscabo destes ser-
viros que os conselhos'de Lord Hardinge linham si-
do acquescidos; quanto ao general Welherall mostrou-
cia de Sua Magestade,e nao se queixou de maneira al-
guma da nomeacao foila. Todava, dzia-se presenie-
menteque Sir l>. Brown havia sido fallado a esle
respeilo por lord Hardinge, e que este dissera ; mas
eu lerei a carta em que se couter a allasao. A carta
he datada em 20 de Janeiro, e he da maneira se-
guinte : ,
Greal Stanhope strul, Janeiro 20.
Lord Hardinge 'aprsenla os seus comprimen-
tos a sir George Brown, e chama a sua allcnrao para
um artigo do Storning Aittrliser de 18 de Janeiro,
que descreve sir George Brown como tendo n'uma
occasiao respondido com grande cmpliasea' Lord Har-
dinge, que sabia que elle jurara vassallagcm a S. M.,
mas que nao reconhecia a auloridade do principe
em uegocio algum concerniente ae seu cargo na
reparlicao da guerra. Lord Hardinge deseja ser
informado se, na Iransacgao dasoreupaecs olliciacs
da reparlicao do ajudanle general, algum dia leve
lugar cutre elles semelhante conversado como a
descripla ?n
A esla ola sir George Brown respondeu da-ma-
neira seguinle: -
61, /ialnn-tquare, Janeiro 20.
mentos a lord Hardinge, e em resposta sua nota
recebida nesle momento, assevera a S. Exc. que nao
tem a menor lembranra de liaver recebido ordens
spas como emanando do principe.Alberto, e que por
consequencia nunca se expressou nos termos que Ihe
emprcstaram no artigo inserido no Mnfning Adcer-
titer, transmlldo com n nota de S. Exc.
a Quanto a oulras historias relativas repartirlo
da guerra, a mesma conlradicc^o, se merecessem, po-
dia ser dada. ^Acclamaroes.) Julgo que tenho de-
monstrado exactamenle o estado das relaces que
existem entre o principe Alberto e o commandanle
em ebefe. Quando oduque de Wellinglon eracSm-
mandante em clicfe, eslas commuiiicaroos eram rr'e-
quentes. ltimamente tem sido menos frequentes,
mas todas seTeferem efliciencia geral eao estado
do exercito. Ha oulro assumpto acerca do qual
avenlurou-sc da mesma sorle urna asserrao especifi-
ca. Risscram que as quesloes de poltica eslrangei-
ra, e mais especialmente acerca da questao do Orien-
te, qoe presentemente absorve em 13o graode grao
a allenco do paiz, o principe Alberto tem pretendi-
do, contrariar o conselho dos ministros responsaveis
de S. M., e que, em verdade, costumava escreveraos
nossosministros estrangeiros. Pois bem. Lord West-
morelarid, ao perceber urna allegarlo desta nalure-
za dirigi a caria seguinle ao Morning Adcrrliter:
Aoedirlui do Morning Adft&iter:
-ir. A mirilla allencan foi rliamada boje pa-
n paragrapho no Morning Adverli$er de U do
irrenle, que diz o seguinle: Que se esles nnhres
dSIratfordjle Kedcliffe e lord Westmoreland)
idos a expor por. escriplo tudo quanto
i-m paseado entre urna illuslre personagem e el-
|iies!3o do Oriente, e publicar
nao iluviilanios que appareceriam
que havia revelai;es que espantariam o povo de loglalerra.
idasede- Informo-lhc que nao ha o menor fundameulo
ipposiso-ileile fado. Nao tenbo lido com-
i alguma directa ou indirectamente, com a
..-.,,-:.. ,: alludida desde que chegaci ii
bi ama caria do principe, con-
re polilica, sobre horneas pu-
publicos. A nica carta com
irou-me. retwit e a negocios
de publici-
'-alliado pelo
aneiro de 18
que estas illegaces tomam
be evidente qoe podem ser ao
i mesmo lempo contrariadas da maneira mais decidi-
cclamarOes.) Sna alteza real nunca leve costu-
goenlao, espero qne .para o futuro nao havera illu-
so a este respeilo. Nao ha oll'ensa em dizee urna
verdade, e toda a verdde acerca desta materia. Sua
Magestade c o principo vivom inscparavelmente nn-
dos, e ambos acerca dos conselhos pblicos e acerca
dos negocios particulares, nao lem maior consolaeao
do que se con-imuncarem reciprocamente ; e quando
o povo desle paiz houver reflcclido sobre esles nego-
cios, julgo que o resollado destas calumnias, torpes
como sao, deslas illuses, cegas como lem sido, ser
ligar o po\o desle paiz cada vez mais forte mente com
a rainha desle reina, e dar um fundamento mais fir-
me e mais solido ao throno. (Grandes applausos.)
(Time/..)
ITOMBIJCO.
descifra
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
Sum' ordinaria em 17 da mareo de 1854.
Presidencia do Sr. Pedro Cacalcanti.
Ao meio-dia, feilaa chamada, acham-se prsenles
26 Srs. dcpulados
. O Sr. Presidente s\ixe a sessao.
O Sr, 2. Secretario le a acta da sessao anterior
que he approvada.
O Sr. i.>Secretario menciona o seguinle
EXPEDIENTE.
O diploma do Sr. Dr. Lourenro Francisco de Al -
raeida Calanlio.A' commisiao de constituirlo e po-
deres, y
Um offico do secretario da provincia, acompa-
nhando Ir^s posturas da cmara do Kccife, qne foram
provisoriamente'approvadas pela presidencia. A'
rommssao de negocios das cmaras.
Um requerinieulo do Exm. prelado diocesano, pc-
dindo um.quola para a conslruccilo da obra da ma-
triz de S. Jos. A' commissao de orcamento pro-
vincial..
He ljdo eapprovado o seguinle parecer :
a Cincnalo Mavignier pede quo esla assembla a-
ceile quatro retratos de S. M. I., que oll'crere para
serem collocados em diversos estabelecimentos pbli-
cos, dando-se-lhe como grallicacao a quaolia de 300$
rs. por cada um.
e A commissao, leudo pensado sobre a materia do
referido requerimento, e considerando que nao he
conveniente fazer-se semelhante despeza, que bastan
temen le ir pezar sobre os cofres provinciaes ; consi-
derando quo tres dos estabelecimentos pira que of-
ferece o suppTicante os 'dilos retratos san geraes, e
que sao despezas que dcveiu ser feitas pelos respecti-
vos cofres ; he de parecer que nao soja allcndido se-
melhante requerimento.
a Sala das cooimissAes 17 de marro de 1851.
fctris FllippeSiqueira Cacalcanti. ,
II el ido e fica adiado, por pedir a palavra o Sr. Fi-
gueirade Mello; o seguinle parecer :
Mara Benedicta da Molla Silveira, prefessora
de primeiras letlras da cidade de Xazareth, allegando
ter sido augmentado o ordenado do professor tambem
de primeiras ledras daquella cidade em mais de 1009
rs., requera est assembla Ihe fa ferido augmento, visto achar-se em idnticas cir-
custancias.
A commissao de inslrocco publica, consideran-
do que pela regulamenlo de 12 de maio de 1851, a-,
cha-se declarado o Ordenado que devem ter os prnfes-
sores de insfrucrao elementar, o qual Iie. rs. ; he de parecer qoe nada ha que deferir, deven-
do a peticionara esperar pela approvarao nesla par-
te do mencionado regulamenlo.
Sala das commisses 17 de marro de 1851.Paes
BrreloVarejao. ,
lleudo e npprovado o seguale parecer :
ii A commissao de coiisliluicrao e poderes, leudo
em consideracao o diploma do Sr. depulado eleilo,
Dr. Lourenro Francisco de Almeida Calanho, e o a-
chaudo conforme com a apuracao geral, he de pare-
cer qne o mesmo* Sr. depulado lome assenlo.
n Sala das commisses 17 de marco de 1651. A-
guiarFigueir'a de Mello.
IntroduzidooSr. depulado comas formalidades do
regiment, presta juramento e toma assenlo.
OBDEM 1)0 DIA.
Enlra em lerceira discussao e lie approvado o
projcclo rr. 3, que manda vir algumas irmias da c-
ridade.
He igualmente approvado em lerceira discussao o
projeclo n. I, que fixa a forra policial.
Entra em prmeira discussao o projeclo n. 14 do
anqo passado, que eleva calhegoria de villa a po-
para se publicarem, eslo ao alcalice de todos os hon-
rados membros que ai quizerem examinar: insiste;
emqne o projeclo pode ser approvado emJ
discussao, visto que a commissao se comprometi a
dar todas as informarles, poilondo a casa regeilar o
projeclo em segunda discussao se ellas nao satisfize-
rem ; e conclue pedindo ao honrado membro baja
de retirar o seu reqoerimento.
OSr. Paes flarre/o,juslficae manda i mesa o se-
guinle requerimento:
Requeiro o adiamento do projeclo, fil que se-
jam apreseotdas na casa as informacoes que sobre
ella deram o Exm. presidente e a cmara municipal
Paet Brrelo.
O Sr. Figueira de Mello insiste em que o seu re-
querlmenlo deva ser approvado pelas razoes que ji
produzio. (Publicaremos o seu discurso em oulro nu-
mero.)'
O Sr. Aguiar (pela ordem) : Sr. presidente,
permitta-mc V. Exc. que averige umi questao, qoe
me parece ter toda a influencia sobre a rotardo que
hi pouco tere lugar, a respeilo do projeclo que ao-
lorisa a vinda de irmaes da caridade.
Estou lembrado de que lionlem V. Exc. pon-
do i volado esse projeclo e as diversas emendas
elle oflerecidas, declaroo, qoe no caso d.e ser ap-
provada a emenda qoe en live a honra de apresenlar,
(icaria o projeclo primitivo prejudicadp, e como (al
lera cssa emenda urna quara discussao na forma do
regiment.
Entretanto, assim nao succedeu ; porquanto, len-
do-se votado a emenda, e sendo esla approvada, le-
ve ella hoje quarla discussao ; e quaudo V. Exc a
sobmelteu a votos, a fez acompanhar do projeclo
primitivo que havia sido prejudicado na sessao de
honlem ; de forma'que, devendo a emenda apenas-
ser votada, porque foi sobre ella que vesou essa
quarla discussao, e porque foi ella que passou a ser
substitutiva do projeclo, esle lambem foi incompe-
tenlemenlegsugeito volar.lo.
Vm Sr. Depulado : Mas sem prejudicar o pro-
jeclo.
Q Sr Aguiar : Com'prejuizo do projeclo, por-
que, repito, nao era urna simples emenda, e sm,
substitutiva de lodo elle. Acho, pois, que a volaco
nao foi a que devia ser: posso eslar em erro, e por
isso peco a V. Exc. que me exclarera...
Um Sr. Depulado : r~ Lea o requerimenlo.
O Si: Aguiar :O requerimento diz, que quando
forem adoptadas emendas em lerceira discussao, lo-
rio eslas orna qaarla, qoe ser volada como projec-
lo ; mas isto he quando a emenda faz parle della, e
nao quando he substitutiva do lodo.
' Um Sr. Depulado: Dirmais, qne o resultado
desta votarao ser o do projeclo.
O Sr. Aguiar :Mas o projeclo primitivo j nao
exista '.'
Eu vejo que ns arligos additivos, lembrados pelo
nobre depulado, nao podem ler aplicacSo, nem po-
dem ser entendidos sean em relacao s emendas que
alteram o projeclo em parle, mas nunca a, respeito de
emendas sobslilolivas de lodo o projeclo ; tendn por
isso evidente que o projeclo primitivo, lendo ficado
honlem prejudicado, nao podia hoje ser majs vo-
tado.
Peco, pois, n V. Exc, que se fo'r possivel exclare-
ta-me sobre a duvida em que, eslou.
O Sr. Presidente: Eu posso asseverar ao no-
bre depulado quo nao he a prmeira vez que esta
duvida, jiclo nobre depulado apresenlada, tem sido
(razida ao conhecimenlo da assembla. Ji lm ap-
parecido por oulras vezes. Eu uniendo, fundado
no arl. addicional do regiment, que a assembla,
quando approva urna emenda em 3. discussao sem
que o projeclo se vol, sem que elle fique prejudi-
cado, suspende-so logo a votarlo sobre o projeclo,
para ter lugar depois da 2." discussao das emendas
e fica suspenso o seu juizo sobre o projeclo, al que
se resolva acerca das emendas. A casa lembrar-sc-
ha, que eu nao disse honlem que o projeclo Meara
prejudicado, nem o poda dzer,- disse que baveria
oulra discussao sobre a emenda approvada. Tal
tem sido sempre a pratca da casa, o que a assem-
bla leve em visla quando determinou, que as
emendas em lerceira discussao, livessem urna oulra,
foi,que naopassassememendas como desorprez.vp.ie
nao se votasse materia alguma, com urna s discus-
sao ; esle o spirilo do regiment. O juizo da casa
obre o projeclo fica suspenso, porque elle depende
do resultado qoe liver a emenda ou emendas nessa
ultima, discussao que o regiment determina lo-
nham s emeudas de 3." discussao. A simples leit-
lura do arl. addiccional demonstra o que acabo de
dizer. Isto nao he novo, lem-se sempre praticado, e
esla duvida nao he a prmeira vez que apparece na
casa, ja o anno pasado o Sr. Macicl Monleiro a
Irouxe, c a rasa coajcorilou como que acabo de ex-
por.
O Sr Pae$ Brrelo' toma' parte na discussao, c
sustenta que a decisao tomada acha-se de accordo
nao i com os eslillos da casa, mas anda com o re-
giment.
1. discussao do projeclo p. 7,deste anno, que ao-
lorisa o governo a dispeuder al aquantia de oito
conios de jis com a abertura de urna picada, se-
guindo alioha mais recia possivel, que eslabeleca
acommurcacao cnlre a cidaddtla Victoria e Villa
Bella. .
Nao liavoiiiin qiiom acerca dellc peca a palavra,
lie submetlido votarao eapprovado. -
Em seguida, tambem he approvado em prmeira
discussao o de n. 6, que antorsa o governo a jubi-
lar o professor de primeiras letlras de Pao d'Alho
lenlo Francisco de I-aria Torres.
Eulra em prmeira discussao o de n. "3, que crea
urna cadera de primeiras letlras na povoacao do
Tigipi.
O Sr. Mello Reg acha quo o projeclo lie des-
necessario, porque, pelo regulamenlo da inslruc-
cjto publica, o governo est aulorisado a crear ca
deiras de iiislrucrao primaria nos lugares que julgar
conveniente, sob infoiuiarao do director da instruc-
tao publica, pelo que se cssa cadeira he uecessaria
para bem dos povos, elles que se dirijam ao gover-
no, c esto que os atienda como for de juslica, pou-
pando assembla o estar legislando lodos os das
sobre la! objeclo que ella {commellcu ao governo,
para nao augmentar a confusSo que ja cxslc crean-
do a assembla e o governo cadeiras ao mesmo lem-
po, pois anda ha poucos das foi creada por urna
porlaria, son proposta do director gemida instruc-
cao, urna cadeira de inslruccao primaria para o se-
xo feminino na ilha de Itamarac.
OSr. Paet Brrelo:Sr. presiden le, nSoacho fun-
damento na argiinienlacao do nobre depulado. Se o
governo esl aulorisado para crear- cadoi ras dc,i nslruc-
jao primara nos lambem lemos igual direiloja facul-
dade concedida ao preside ni o pelo regulamenlo de 12
de maio,dc uenhum modo poda restringir o direito
[penas sllenla e lanas cadeiras; que em-
ulo aquellas provincias'lem as suas aulas fre-
quentadas por 9 e 10 mil alumnos, n tenhamos
apenas dous mil ; acho isto vergonhos) ; espalha-
lhemos a inslruccao publica na provinen, somos a
isso obrigados pola constiuiicao do impeo. Senho-
res, apezar de todo o meu desjo de faz- economi-
as a este respeilo ndo ollio a despea; porque
eslou persuadido de quo.dar inslrucraoao povo, he
am dos grandes beneficios qne poderos fazer-Jhc.
O .Sr. Mello Reg : Sr. presidec, ou slnlo,
que as minhas pequeas reflexfies tivosem prpdu-
zido tanto calor da parle do nobre diputado. Eu
continuo anda a protestar ao nobre denilado, qu
rae nao opponho ao projecto pelos mol vos que elle
suppe ; tambero nao quero dizer, qoii esses loga-
res nao precisan) dessa cadeira, nao; julgo que
precisam, porque os povos apedem. Eio que digo,
lie i|ue hoje existelegislarao a cslerespiilo,que dao
governo a allr ilmirao de crear cadeirai, o qu na
verdade foi moilo conveniente, porqueenlendo que
esta medida he mais administrativa, d( que legisla-
tiva, c por isso acho que a assembla nib deve fazer
urna exceprao no regulamenlo, creaud* agora urna
cadeira. De duas urna, ou o artigo do regulamenlo
he fundado em til idade publica, ou n>...
Um Sr. Depulado : NSo se refin ao artigo,
porque elle nao torna esse direito cxcluivo do pre-
sidente.
O Sr. Mello fego : O arUgo do iegulamcnlo
hoje he Ici, por conseguinle xlevc ser'respeilado.
Eu nao neg, que a assembla lem osle (irrito; mas
eulendo.quc ella por conveniencia publi a nao deve
exercer esse direito ; mesmo porque entendo lam-
bem, que a medida da assembla, importa uniar
censura ao governo, se he que elle devendo crear
essa cadeira nao o fez.
Sr. Prcsidenlc, cu lamento com o iiibre depu-
lado o estado da inslruccao publica one nos, mas
entendo que o meio de remediar o mil que ella
soffre, nao he este.
Levantei-me sement para fazer estas pequeas
reflexocs,te com ellas termino o quo linha a dzer.
Ttepois de algumas reflexOcs dos Srs. l'igueira de
Mello em apoio do projeclo, cujo discurso publica-
remos depois, e dos Srs. Jos Pedro e Augusto de
lveira contra o mesmo, pelo fundamento de que'
o presidente est aulorisado para a crearao de ca-
deiras de ins(ruccae*)rimaria,e nao por;de>conliece-
rem dcsvanlagcm ni 'projeclo
A discussao fica adiada pela hora.
O Sr. Presiden!': tlevanta a sessao; lendo de-
signado a ordenado da.
lados pela tabella annexa vo mesmo regulamenlo, o
qual fica approvado.
ii O cirurgiao ajudanle c cnpellao do corpos per-
eeberao os vencimenlos nel1 ados, u 1."
quando fr creado o hospital. ido a forja
fr elevada a 600 precaV- reto
O Sr. Paes Brrelo :No artigo 2. redigdo pela
commissao se diz, qoe a tabella nao fica approva da i
respeilo do cnpellao e cir urgiso ajudanle, ms en en-
tendo qoe toda a,tabella.foi approvada, fomente com
a restrieco de nao recebercm os vencimenlos Dalla*
designados, o cirurgiao, emquanlo nao for creado o
hospital, e o capellao emquanlo nao for elevado o eor-
po a 600 praca: este foi o pemamento da casa, ap-
provando a emenda qoe aprsenle!; entretanto pelo
modo porque est redigdo u artigo, pode haver algu-
ma duvida e he para evitar isso, para qoe fique mais
claro esse pensamenlo da assembla, quo eo tomo .a
liberdadedeoflerecer urna nova redaccao ao arti-
go 2.".
O Sr. Mello Bego justifica o proced mrito da com*
missao, explicando como ella enlendeoa emenda do
muilo de
Fique poisben
a autoris;
cadeiras deprii
cilamenle a cernes
di assembla, pode
entender qne esse oso ba o
blico.
Nem se diga, Sr.
melhor exercer tima semelb
esta assembla, porque, se
ciaes para chegar ao conhed
dsla ordem, nos tambem a
visto como nos adiamos em
nobre depulado, que era apenas addtiva ; e conclue a populacho, econheeerooi por ta
declarando que por sua parte nao faz questao por mente os lugares que reclaman) taa
voaro da Escada.
O Sr. ^Moitso rfe Oliceira pede a palavra, nao pa- 1ue ,cln cs,a amWa de crear as cadeiras que jul-
ra oppor-se ao projeclo, mas lao smente desejoso
de que a nobre commissao que o formulou, d al-
gans esclarecimentos .que o orenlem na vola-
?ao.
O'Sr. Pinto de Campos declara que nao podendo
salsfazer exigencia que Ihe he feila, porque casual-
mente Ihe ficaram em casa as informacoes dadas peto
juiz de direito e cmara municipal da Victoria, sobre
as quaes tem de fundamentar a defeza do projeclo,
lembra i casa o expedienta de se apnrovar o mesmo
projeclo em prmeira discussao, compromeltendo-se
por parte da commissao a dar na segunda lodos os
esclarecimentos que se exigem.
(l Sr. Figueira de Mello rom.quanto se nao
oppuiiha por ora ao projeclo, jnlga necessario qne, a
respeilo desua vanlagein, seja ouvida a presidencia
e a niiiuicipalidade respectiva ; enl acha convenieii-
gar necessarias,; rommcltcramos,no meu-entender,
grande erro, se nos privassemos de urna atribuirlo
tao inquiranle, qual he a de promover* c dissemi-
uar a instru-cao publica na provincia.
Quanto ao riiiulanienloque leve commissao para
pro por creario desta cade ira,direi que a commissao le-
ve em visla salsfazer una represenlarao dos habitan-
tes de iffgipi, Barro, e Peres dirigida ao governo .c
por esle remedida assembla; para que ella lo-
masse urna deliberarn a respeilo....
Um Sr. Depulado: Em que poca '?
O Sr. Paes Brrelo : O anno passado.
Um Sr. Depulado : Fez mal. >
O Sr. Paes Barreta : Fez muto bem :e o nobre
depulado enloinlo, que o lugar para onde o pro-
jeclo determina que se cree uma*radeira nao a
Sessao' extraordinaria am 18 de r-ut-90 de 1854.
Presidencia do Sr. Pedro Cacalcanti.
Ao meio dia feila a chamada, acha-se presente nu-
mero legal dos Srs. dcpulados.
OSr. Presidente ubre a sessao.
O Sr. 2. Secretario lo a acia da sessao anterior
que he approvada.
O Sr. I. Secretario menciona o seguinle
EXPEDIENTE.
L'm oflicio do secretario da provincia, acompa-
nhando um requerimento do emprezarto do Iheatro.
A' commissao de orramento.'
Oulro do mesmo, remetiendo 38 ejemplares im-
pressos do relatarlo do inspector da thesouraria, do,
balancelc do primeiro semestre do exercicio de 53
a 51, edo orramento da receita edespeza de 54 a 55.
Mandaram-se distribuir.
Oulro do mesmo, Iransmiltndo, para ser sobmel-
lida a sancriio da assembla legislativa provincial,
urna postara addicional da cmara municipal do Re-
cita, prohhindo o uso de jogos prejudicias.e permit-
tndo os innocenles.A' commissao de posturas.
Outro do mesmo, enviando copias do oflicio dad-
niara do Brejo, relativamente ao fnrnecimenlo de lu-
zes para a cadeia dessa villa, e da resposta dada mes-
ma cmara em dala de 25 de jullio do |anno passudo*>|
A' commissao do orramento municipal.
' Um requerimenlo de Jos Cavalcanli Ferraz de A-
zevedo, e outros, arrematantes ecompradores dos ra-
mos do dizimo de gados das freguezias do Brejo,
Aguas Bellas e oulras, pedindoo abal da 1.a parle do,
preceda arrematadlo lotal.A' commissao deorca-
menlo.
Outro de Eduardo Cavalcanli Vcllez Guivara, pe-
dindo que n lci do orcamenlo municipal se consig-
ne quola para pagamento da.quanlade 2899845 rs.,
que Ihe deve a cmara deOlinda, proveniente de cus-
las em qoe foi condemnada.A'commissao de orea-
menta municipal.
Outro de Jos Mria da Cruz, pedindo a revogaco
da disposirao do artigo 3. da le provincial 11. 276.
A' commissao de legislarao.
Um requerimento dos habitantes da freguezia da
Loz,e logares vizinhos, representando acerca da sop-
pressao da dita freguezia.A' commissao de eslalis-
lica.
Foi lido, ejulgado objeclo de deliberarn, e man-
dado commissao de commercio o seguinle projeclo:
11 A assembla legislativa provincial de Pernambo-
co resulve :
Artigo 1. A presidencia da provincia ficaaotorisa-
daa tomaras providencias que forem mais conveni-
enles para melhorar, os processos do cultivo da can-
oa, e fabrico do assucar, procedendo para isso as ne-
cessarias informares, e ao estado em queseacha esse
ramo de industria na provincia.
Arl. 2. Para a rcalisac,ao da disposico do artigo
antecedente, he aberta ao governo provincial a con-
signarlo de 50:0011.? rs., de cujo emprego dar espe-
cificadainente cunta a assembla provincial.
11 Art. 3. A presidencia fica aulorsada a contra-
lor com o juro annual, qoe nao oxceda a l."> "., o ein-
prestimo, que for preciso para, preenchera quadlia
cima estipulada no caso de exceder, em lodo ou em
parle, as torras da receita da provincia.
( Art. '1. l'ara soluro do eniprcslimo contrabido,
fica garantida urna annuidade correspondente i sexta
parta ilelle, alm do joro conveheionado.
11 Arl. 5. Da consignaro estipulada no artigo 3.,
distrahir presidencia da provincia a somma de rs.
10:0009, para ser emprejada no melhoramenlo da in-
dustria de algodo, na forma eslabelecida na^irl-
go 1.
a Pa^o da assembla legislativa provincial de Per-
nambuco 18 de mar^o do 1854. S. R.Manoel CU-
mentino,Machado Silva.I.ui: Filippe.
Tambem he lido, e remedido i commissao de ins-
lrocco publica, o seguinle projecfu :
e Artigo 1. Fien o governo aulorisado a fundar em
subsiiinicuo ao lyceu desia cidade, um collegio ou in-
lernalo sob o molde dos collegios reaes de Franca, ou
o cojlegidje Pedro II do Rio de Janeiro.
Arl. 2. Fica o governo aulorisado igualmente a
fundar urna escola normal para o ensiiio elementar,
onde sejam educados os futuros professores de inslruc-
cao pblica primara, eslabelecendo em favor destes
as garantas que julgar convenientes, e podendo .mo
mesmo lempo reformar o actual regulamenlo de ios-
truccao publicar
Arl. 3. Para a oiecuc,ao da prsenle le, fica no
governo"ab'erlo nm crdito de 15:0000 rs.; revogadas
as disposScs enj contrario.
Pac.o da assembla 18 de marro de 1854.A. F.
de Olivara, a >
Tambem he lido e approvado o seguinle parecer :
Miguel Archanjo de Figueiredo, eslabelecido
com uina\cochera de carros de alague! na roa da
Cad*ia, da freguezia de Sanio Antonio, pede a esla
assembla que lome em considerarn o regulamenlo
municipal de 23-de selembro .lo 1852, dado para a
roliram.-a da laxa dos carros da atugael, nao s.O para
que se d nova forma a essa rohranra, vistoser one-
lares que mesma foram remedidas (publicaremos
esle discurso em oulro numero.: ,
O Sr. Pinto de Campos : J foi ouvida a c-
mara e o juiz de direito da Victoria.
O Sr. Figueira de Mello entende que essas roes-
mas informacoes devem ser impressas, fim de que
todo os membros, .da casa possam Indar conve-
nentemcule materia e formar sobre ella nm juizo
seguro; e nesst sentido oflerece considerarlo da
assembla o seguinle requerimenlo :
a Va i mesa e he apoiadn a seguinle reqoeri-
mento :
11 Hequeiro o adiamento do projcclo.al quesejam
impressas no jornal da casa a representaco dos ha-
bil.inles da Escada ees informafnes que sobro ella,
deram o Exm. presidente da provincia e a cmara
municipal da Victoria.Figueira de Mello.
OiSr. Pinto de Campos vd-se forcado a votar con-
tra o adiamento prsposto pelo honrado membro que
o precedeu, porquanto julga desnecessario serem im-
pressas essas informacoes, qne alm de serem exleu-
slssimas, e levarem por consequencia jnoito lempo
le que sejam impressas no jornal da casa as represen- j elle, porque o presidente esl aulorisado para deli-
cie a representarn,- nn me parere una raz3o al-
Icndivcl, porque o nobre depulado nao nega que a
assembla possa crear cadeiras, c te lomos o direito,
nao se porque nao havemos de decidir a questao,
urna vez submellda ao nosso conhci-imc
Um Sr. 'Depulado : He urna medida paiaia).
O Sr. Paes Brrelo : Eulao o nobre deputa
quer urna medida geral para islo 1 Supponha o no-
bre depulado que ha urna povoacao, que hoje nao
merece, pela sua pouca populacho, (er urna cadeira
de inslruccao primaria, mas que daqui a algum lem-
pe,por circumstancias partcularcs.esse povoado tor-
na-se importante ; ser justo que por nao se lomar
urna medida especial a esta loealidaile a povoacao
fique- privada deese beneficio* Senhores, eu
declaro a assembla a minha opiniao a respeilo
da crear,ao de cadeiras de inslruccao primaria ; pe-
lo meu vol os povoados importantes teram urna
escola publica. Acho vergonhono para a nossa pro-
vincia, que omq.11.1nlo a Baha, possue 130 cadeiras
de inslruccao primaria, dando-se a mesma cousa
em S. Paulo, Minas e oulras provincias} nos lenha-
prerisa, combala o projeclo, mas argumentar contra ^osa |>e|o modo porque presentemente se eflectua, co-
mo lambem para que se reduza a termo razoavel a
mulla a queeslAo sujilos os conlribunles da menci-
onado laxa, quando nao a salisfazcm dentro do prazo
marrado pelo referido regulamenlo.
a A commissao do rendas e orcamenlo municipal,
a quem foi prsenle essa preleueo, he de parecer que
sobre ella seja ouvida a cmara municipal desta ci-
aliin-de que o 'peticionario possa ser deferido
com fundamento e juslica.
a Sala das commisses 18 de marco de 1851.
Theodoro M. F. Percha da Silva.^Barros de la-
eerda.
1 He liila a redaccao do projecto n. 1 deste anuo,
que fixa a forc policial.
O Sr. Paet Brrelo :Tenho de fazer urna emen-
da i redaciSo do projeclo, he cousa simples e j.ior
no ado bom que se decida ja, por isso peco urgen-
cia para se discutir o parecer.
Consultada a casa, he approvada a urgencia.
Em seguida va i mesa e he apozada a' jeguixile
emenda : *
O artigo 2. redija-se da segointe maneira:
Os vencimenlos das referidas pcacas serio resu-
-J85r ->...Tj BIRIr^^^^
causa da redaccao, que, quer d'oma, quer d'nulra
forma, nao adera o pensamenlo do artigo.
O Sr. M. Clementino comecou por declarar qoe era
forcado a lomar parle na discussao, por haver assig-
nado a redaccao do projecto submellda a approva-
Sao da casa, e depois de fazer algumas observarles,
mostrando que a redaccao do projeclo eslava confor-
me com as decises da casa, "que"a commissao. havia
conservado, e esse era o seu dever, as ideas comidas
no projecto de fixacjo de forra, e na emenda a elleof-
ferecida, disseque Ihe pareca, alientas as suas obser-
varle que a queslo era toda de pala vi as, e de for-
mulas.queqor certa nao eram das mais proprias para
prender a altanero da assembla. Declarou finalmen-
te, que apezar de Ihe parecer convenienle a redac-
cao, como seachava, nao fazia opposiro a emenda
a ella ufferecida, porque bem podiam ser mais con-
gruentes ao pensamenlo da casa as palavraseroprega-
das pelo honrado depulado seu autor.
OSr. Figueira de Mello :-(Naorestioio seu dis-
curso.)
Requeiro por 15dias o addamenlo do projeclo,
sendo a represenlarao dos moradores de Tcgipi, Pe-
res e Barro, remedida, ao presidente da provincia,
afim deserdeferida como for de juslica. S. B.A. de
Oliveira.
O Sr. Oliceira : Sr. presidente, o requerimen-
lo do nobre depulado contm urna contradicho, por
que quer o addamenlo do projecto por 15 das, e que
entretanto se remeda a represenlarao dos habitantes
de Tegipii presidencia para defer-la, como adiar
de juslica. .
O Sr. AugustoUe Oliceira:NSo ha conlradic-
jao alguma.
OSr. Oliveira: Enlendo que a supponha-
mos que linda o prazo doaddiamenlo sem que a pre-
sidencia lenha tomado rcsolco alguma, oque tara
a assembla neste caso ?crcar a cadeira ? nao, porque
afleclou o negocio a presidencia para decidi-lo defi-
nitivamente; e enlao deve deixnr que ella delibere.
Logo de nada serve o adiamento, urna vez, que.se if-
fecla o negocio i presidencia. Desejo, pois, que o
nobre depulado se explique, declarando-lhe, que em
todo o caso vol contra o adiamento, porque quero
que o projeclo passe.
Um Sr. Deputitdo :Ento para que a explca-
580?
O Sr. Oliveira t Porque quero' ouvir do nobre
depulado a prova deque o seo requerimenlo nao con-
lm a conlradicco, que acabo de notar. '
O Sr. Augusto de Oliceira:(Nao reverleu o seu
discurso.)
O Sr. Aguiar :Sr. presidente, eu nao tencio-
nava lomar parle nesta discussao, e al pensei que o
projeclo fosse logo votado ; porm algumas proposi-
roes aventuradas pelo nobre depulado, que he aulor
do adiamento, Gzeram-me mudar de resolucao.
, O Sr. Mello Reg: Ja linha pedido a pala-
vra^
VSr: Aguiar :Tinha pedido honlem, he verda-
de, mas ja me hajia feto riscar ; e urna vez que rae
proponho a combler, aproveitarei a occasiao para
dizer lambem alguma coosa a respeito da'matara que
honlem se discutio.
Corn.ec.arei, Sr. presidente, dizendo cmara, que
eu nao sigo a opiniodaquelles que enlendm que as
assemblas provinciaes nao podem crear cadeiras d
primeiras ledras indefinidamente.
OSr. Augusto de Oliveira :Quem negou isso 1
o nobre deputado ost levantando castellqs para os
combater.
O Sr. Aguiar :Eu nao me eslou referindo ao
nobre depulado.
O Sr. Augusto de Oliveira':Eu tomo parlo por
lodos que fallaran) na materia.
O Sr. Aguiar : Perdqe-me o nobre collega; o
Sr.l.0 secretario, quando fallava liontem a respeito
desta questSo, disse que a assembla podia crear ca-
deiras de primaras ledras em todos os lugares que Ihe
parecessem Teclamar essas creacOes ; porm ento um
illuslre membro conleslou esta proposiro, dizendo
que a assembla nao podia crear cadliras indefinida-
mente, e foi esla ultima proposico qoe me 'refer,
nao esposando a opiniao daquelles que assim nen-
sam. Estando as assemblas provinciaes investidas
do direito de legislar sobre a inslruccao, conforme a
duutrina do S 2., artigo 10 do acto addicional, com
asexcepees ahi designadas, lie evidente que podem
ellas crear tantas cadeiras de inslruccao primaria,
quantas entendrrem que sao convenienlese necessa-
rias a illuslraco da popplaro das differenles locali-
dades, e islo, sem temor de errar, chamo eu um
direito e direito indefinido, porque a sua limi'.aco
esl nicamente no bom sonso das mesmas assem-
blas. Porlanlo, e isto he urna verdade inconlosla-
vel, creio nao haver oxees :o de minha parle,, comba-
lendo e protestando contra urna proposico, que pa-
rece pflr em duvida e restringir.urna ampia autorisa-
ro de que se acham investidas as assemblas provin-
ciaes.
Sr. presidente, lambem nao descabro razan valiosa
que jnstifiqne o pensamenlo de alguns honrados de-
purados, centre elles o nobre aulor do adiamento,
que enlendeu que urna vez o governo aulorisado a
crear cadeiras de primeiras ledras quando as julgar
necessarias, por esle simples tacto, a assembla pro-
vincial est inhibida4e-itecretar iguaes creac,oes,
qnando julgar queas 11111 1 i^^^[rulilii 11111111111111
Eo comprebendo, senhores, e mesmo eslou
dido de que esta assembla pralicou um aclo de sa-
bedoria e previdencia em favor do bem publico, au-
lorisando o governo a crear cadeiras de primeiras
ledras naqaelles lugares que, por sna popularlo, ca-
recen) desse .beneficio, porque poderia- muilo bem
acontecer que esses lugares nao fossem aqui lembra-
dos, entretanto que o presidente poderla tambem ser
mais promplo nesse remedio, urna vez que lem direc-
tores e inspectores quem corre a obrigarao de dar-
Ihe ampias informacoes ; mas, pode-se razoavelmen-
te d'aqui tirar a illaro de que esta assembla nao
temo direito de crear cadeiras? pode-se lgicamen-
te concluir que a assembla renunciasse absolutamen-
te esse direno e que o nao possa exercer, porque
conferio ao presidente a taculdarie de'nsar dclle? mo
parece que nao, porque, nao s nos nao poderiainos
despojar-nos de um dirciioque nos contare o aclo
addicional, anda quando o quizessemos; porm mes-
mo porque, quando o livessemos feilo, urna, seme-
lhante renuncia era insubsistente e por conseqaencia
inconstitucional e nudo o acto que a consagrasse
Porlanlo, j ve o nobre depulado queda parte da as-
sembla n.lo se d excesso algum quando discale e
delibera sobre urna ou oulra necessidade desla ordem,
embora o presidenta la provincia possa cumulativa-
mente exercer tamliem ee direilo, cujo pso Ihe foi
conferido pela mesma assembla.
Uro honrado membro, impugnando o projecto que
se discule, 'disse anda, que nao leudo sido o actual
presidente quemcnvon esla casa a representaco
que molivou o m.esmiprejeclo, e sm um oulro ad-
ministrador, coirylilia devolver essa represenlaco
aquello, afim dafquefizesse elle essa creaco no caso
dea adiar razoayd e convenienle. Mas, senhores,
pcrgunlarei eu/lodos nos ( creio quo o posto dizer )
nao conhecemos o lugar para onde o projeclo manda
crear essa cadeira de primeiras ledras ? lodos nos nao
sabemos, que he um logar extenso, que contera urna
esta a^^^H
sido cflf^^H
grande populacho, e que esa populado reclama
taro direito aos beneficios que o. acto addicional asse-
gurou com a creacSo das assemblas provinciaes f
todos nos nao sabemos que- nao ser possivel aos
habitantes daquella povoacao mandar os seus lilhjps
a esta cidade, da qual dista creio que duas le:
OSr. A. de Oliceira :Ninguem cooteslou isto.
O Sr. Aguiar : Se ninguem conlesla esla con-;
veniencia, e se estamos de accordo a respeito da ne-
ecMidade e utildade dessa crea^o, porque nao a ha-
vemos de fazer, apando isto s de nos depende ?
lodo:EolSo do-
no o dBo faca. "
sem que dependamos do governo..
O Sr. Paes Brrelo :...qoe
cuidar.
(lia oulro aparte.)
O Sr. Aguiar: E par qne
querer invocar esde principio1
mos sso para as queslfies pral
sevemo-nos paracm objeclo*i
com o principio de confianza.
O Sr. A. de Oliceira: Q01
flanea t
O Sr. Aguiar:lgoem a
redro o nobre depulado : n
proposiro que neste sentido aqui <
sando desta maneira, estou
dido de que...nao tem muila
radas membros, que querem q'
cial se prive de um dos mais I
confern o aclo addidonal para
te ao governo, enlendendo, outi
mais usar delle porque o sen ex
administrarn. Quanto a mm,
semelhante Iheor, seria esla a
inleiramenle para fazer o bem que
peito da inslruccao publica, e a pal
resultara que, qualquer que fojse
da ao governo'sobre qualquer
sobre ella a acro da assembla, v!
ca aquelle a (ornar-se o nico 1
e o verdadeiro represenlanleda pro
o que, sem duvida, seria o mais depl
do. Assim, me parece que o requerir-'
ltenlo do nobre membro que lomoi
lao, nao pode s.er approvado, c peco liee
zer-lhe,que nesse requerimento ha un
apezar dos esforcos que o nobre deputado A
provar-nos qoe nao existe.
O requerimento diz o seguinle (l
adiamento do projecUnlOT 15 das,
se remella a represenlacaoV presii
ca para deferir como julgar de just _
Ora, se o projeclo aclia-se bascado
Cao que os moradorJBTiglpi i
verno, eesleremer es
rccnvia-la, depois c
ella se haver lomauc-'
inilispulavelmeni o c .11
jeila? Nao seria islo urna co
nos falla; o preciso direilo
direilo compete exclusivamente
o qoe succederia, se a represenll
oo o presidente creava a cadeira, ol
ro caso, ficaria inutlisado o pi
pensamenlo de' que smenle ao
sembla compela o direilo de
conforme ja disse ; no. segundo'
mos de continuar com a dsc
que poderiainos ter feilo sera
qualquer atlribuicao da admini
res, me parece soberanamente
o honrado membro, autor do req
suadido de que o regulamenlo da i
smenle ao presidenta da provincia
cadeiras de primeiras ledras, con excl
bla, nesle caso requeresse para que t
fosse devolvida sem que o projcclu
continuar a ser discutido, lio caso
verno ; porquanto, reservando este
claramente que, apezar da disposico d>
lo, nos temos o direito de crear aula-
recr convenienle. Porlanlo a contra
sem duvida alguma, entre o seu rt^^H
inlelligencia, que elle da ao regulamenti
quer qoe o governo seja sopremo e oniro
Cues ; pis que se por ventura a asseov
realmente afaculdada quese Ihe con
esta formal con Ir'ad cro, o honrado raei
requerer simplesmenlc que a represe
medida an governo, para qoe elle def
me nlendesse, nao reservando poij
requerimenlo um correclivo a q>
favoravcl que o governo houvesso
tas reflexOes, Sr. presidente, me Je
que melhor ser rnnliuu)r-se na d1
to, sobre a qual podemos bem e conscl
volar, sendo desnecessarjo ocioso dai
esse Irabalho : e se slo he am bem pal
Tigipi, Prese Barro, nao vejo razepara que
tacamos por nos mesmo : parla o beneficio desta
porque nos o podemos e islo somos obrigad
isso muilo mais simples e conveniente, di
ao governo que cumpra o nosso dev
Sr. presidente, u at agora era mal
Isascrearoes, porque entenda, e ;i
realmente o magisterio nao he bem d
porm boje, embora ainda esleja|
modesempenho, eslou resolvios!
cao de cadeiras, que aqu se pro;
lendo que, logo que o governo qu
le, esse magisterio ser bem desempe
dos ampios c multiplicados ineios qa
bero inspeccionadas as escplas.
res, eslou na (irme crenca de q:
desags creai;oes conseguir em cada anaj
Irucco primaria-a seis, oito ou dez iml|
despeza ser da maior ulilidade e do
neficio provincia. Ado, que OOvi
dispendidos annualmenta para tirar t
ia a esies indlvdOns, he unv-dinhl
penaN^astar.
que a provTnda carfegne
vez que a mesma provincia receba as
esse mesmo onos Ihe proporciana. '
Ea concord, em que os ordenados de)
saopequenos ; lou persuadido deque,
sor nao pndcr. viver (bem, coro o
percebe, porm pergunlo eu, lem-*e co
at hojea aceitar cadeiras de primer
dos nao sabem, que nao podem ler m
1I0 que aquelle que. esl marcado na le
Professando tees ideas, Sr. 1
dcixarde votar pelo projeclo, ecomn n
elfe he vantajoso, c pode ser adoptado pe)
pendente de qualquer i nletvenci do g
contra o adiamento.
Encerrada a discussao, he r
do Sri Augoslo de Oliveira,
em prmeira discussao.
He tambem approvado' em
projeclo n. 5, que marca o subsidio c
para os membros da assembla, na fu!
ra ile 1856 a 1857.
Enlra em discussao o prbjecli
governo a crear cadeiras de pri
sexo feminino, em todas as vll
OSr. Augusto de Oliceira
discurso.)
O Sr. Jos Pedro oppe-se
cusso, nao por descoiiherer a
porquenulliflca a disposic
lo de 12 de nr.aiode 1851,
veniente. Pondera .
esta sbmellido a com
para propor a soa re|
tuna a occasiao-para
crearao decadeira^^M
nio era todas
quese va (azi
nientes qqe re
lisfnco de urna nece^
oulras, eas forras dos
pronuncia-se
dos actuaes pr
das cadeira '
a Vaissssssssssssa
uroaeo'
mos bom
ordenados q.
O Sr. Paes Bar
os nobres deputado
sustentar que a a


dado ao presidente sot-
la vic-
cali-
*

i niao de-
mioefra
oprimir
llerecer algu-
Mrodas cadeiras, orde-
propor e acredila
joissao scr3o do mesmo pa-
onvenientc pode haver
em discussito. O bon-
uuraria pcrguhtando qoanlas
i passaf o projeclo, e se a com-
o-a rtespeza que esa creado tra-
es : acredita o orador que essa
ceder 17 ou 8 contos, e ainda que
20 nSO deiiaria de apresenlar opro-
enlendcque semelhante despeza deve
.randes beneficios a provincia, n.io ja, mas, pa-
to pode ser indeftarenle o ter urna po-
strada ou ignorante. Se. como allegou,
l.de Oliveira, villas existemque nao lem gran-
ie populacho, foram elevadas i essa calhegoria por
empenhos, o nobre dcpulado que as indique1, e pro-
ponda algoma emenda no sentido de nao se crear
i cadeiras de primeiras lotlras. Em conclusSo.
que a queslao he milito simples, e que
ce de qualquer scnbor deputadosaber se
no crear escolas de instrucrao primaria
as nosas villas, parerendo-lhe por
islir na discuss3o e fazer longos' discur-
imMria.
lugusto de Oliceira :;\5o restituio o seu
discurso.)
iacussao fica adiada pela hora.
tiiente designa a ordem do dia e levan-
Jiil era decorrido, quasi meio seculo, que, depois
ei I.ourcitco missionario, rapuchinlio, se pap
izmonte nesla Sorra do Marlins ( lioje
cidade da Iuiperlriz ) a algum desses minislros da
ola de Jess Cdristo, 13o clieios de ahnc-
nunciar da cadeira da verdade a di-
lia quasi meto seculo sim, que nos os fiis desle
do orbe catlioltco necessitavamos desse Uo ap-
preciavel presente, e com o qual nos quiz hoje a
Divina Providencia favorecer e brindar, enviando-
nos o reverendo misionario cap'uchjiiho Fre Sera-
fin de Catania, este ministro apostlico; em quem
sobre um verdadeiro amor de Dos, e acrisolado
zelo por sua gloria, v-c brilhar com todo esplen-
dor em scu espirito a cloimeucia do maos dadas com
a mais vasta erudicjto : sim, um cabal couhecimentoj
das escriptutas .santas e do Evangelhn ;- das obras
dos DI), e SS. PP.-; da moral cltrisUta ; alm d'uma
noticia exaeta_c completa da puilosophia, da geo-
grapliia, etc. ; eis o que sempre resumbra em lodos
os seus discursos, quando do altada cadeira evang-
lica prega e annuncia a palavra de Dos vivo; e
com qne, docemcnle insinundo-sc nos nimos dos
seus ouvinli-s, faz tocare mover o cortejo mais pre-
venido e petrificado 1
Achav amo-nos efectivamente em aquellas cir-
cVimslaiicias, quando somos advertidos queda villa
do Apoili algumas pessoas linham lomado a delihe-
racito de ir a cidade do Aracaly ( na provincia do
Cear ) onde entao se acliava missionand o Sr.
Frci Seialiin, a convida-lo para que por alguns dias
se dignas.se abrir lambem misscs naquella villa ; e
que sua reverendsima, assentiudo gostosamente,
havia cedido s'upplica c pia exigencia que se lhc
tcabava de fazer.
P%flE PEBMMBUCO, TERCA FErR* 13 DE MARCO DE 1854.
de, c seus contornos, manifestaseni o extremo^ac-
[ sejo, e vivo interesse," que esse ministro do Benhor
os viesse tambem honrar com sua esliinavrf presen-
r c repartir com elles os frnctos da div:t" palavra,
em as san-
a feliz retirada desse bom "padre* que lalvet^fM
acompanhado por ainda maior quanlidade
al o topo da laileira : ahi novamcnle desped
e dizeudp oseu derradeiro adeos, seguio caminlio
para a villa de Porto Alegre ( nesta mesma provin-
deilando a .lodos nos, om cttjos peitosj ha-
via plaulado a eslima e gralidao, nudosas o incon-
solaveis por*|fn dura wparaco.
Dos eja sempre em rompaula de tao virftoso
sacerdote, por cujas venturas fazemos incessantes
vo tos.
Receiamos, cora o que vientos de dizer, teuham
sido oITcndidas a. modestia c evanglica humildadc
do reverendissimo Sr. frei Serafim ; porem descul-
pe-uos S.re\erciidiJsima, por que s6 fo o nosso in-
tuito (ao escrever estas toscas linhas) render urna
lioracnagcm a virtudc e ao mrito ; c provar qu
tantos bens, c relevantes servicos j mais seriara
por nos desconberidos, c sepultados na tenebrosa
lioile do esquecimenlo.
Nao podemos dizer ao rcrlo todos os infindos bens
que nos trouxcfam as santas misscs; por quanto s
Dos le no coracito humano; porem o que asevera-
mos, e damos um tcstemunlio aiilhenlico, he, que
muilos infelizcs, que se achavam como que aferrados
aovergonhoso 6 detestavel peccado da manceba,
veem-se feliziiienle hoje clelle libertados, e ligados
malrimonialmiitc ; acrescendo, se ter servido a
Divina Providencia ( em o 5. dia das misses ) en-
riqueccr-iio coni urna copiosissii-;a chava, que con
linua, c lia inundado nossos valles e campias :
(om milagro!) porque na ardente cancula sob
que nos achavamds, nao era para esperar um tao
evlreiuo IieneficijT
Qciram,SrsJcdilores, .lar pubiiddad a estas li-
nlias que mail/ obrigarao aos Habitantes da ci-
rial' da /mpetatrii.
Pora islo haslantc, para que respirando por aqu da, ,mPc'al
na IRo grata nma, lodos os habitamos desla cidj^ S'~ J:l ia. escapando registrar dons fados hem
I
ORDINARIA EM 20 M.
^Bb Sr. Pedro Carakanli.
lea horas da manhaa, fcita a cha da
lentes 31 Srs. depntados.
idente abre a sessao.
Secretario: lo a acta da sessao .nterin
trovado.
Stnretario menciona o segiiintc :
EXPEDIENTE.
meio do secretario da provincia rcmet-
o 'V.iino de urna rompanhia para o tor-
das carnes verdes. A* commissao ilc
as municipaes.
lesmo.remettcndo um cilicio da cama-
icipal, pedindo autorjsarao para alugar os
la estrada novamentc aherla no sitio do ci-
l'eiieira. A commissao de orramenlo-
ial.
lutro do mesmo, remetiendo a informadlo do di-
sirucrSo publica,relativa ao reque-
z Barbalho I.iusJ'ciu'ia.- A com-
Iruccao publica. f
menlo de Antonia %> da Silva, ar-
impedios da eanf ~;do Carnarja, pe-
irao^in abala^uc lite coucdey a
mra. A^arfmssao de orcamento mu-
que com lao grande vaulagcm-
las mis Jes.
Den
o ncgoi
pubtici
i
luima oilra^*
de
X
ova, era esse
Ja a altencao
issirn dizer.) de
.oss pastor, dcs-
cnlhusiaslico por o
viite.se lia em ossem-
mesmo compenetrndo-
se cllas.se achavam Se ser
> as na santa doulriua do Evatigc-
II" apenas, soube da chegada do rc-
vereiu. ; rafim, ir-lhe igualntcade fazer sentir
o desejo i e n nifetava o scu rebanho em parlilhar
da ingcnU gioi'ia, c' doce satisfago de'ver-sepor
alguns d ias ni posse d'um d'aquelles ministros
apostolic os, por vnja vinda ha tanto almcjava e sus-
pirava.i \
Appro.veitou de leilo a deliberarao....
E cntho ao alvorcce'NU'o dia -22 do moz de Janeiro
pro^itnW passado, quando~uaquclla villa havia ter-
minado a sua tarefa reIigosa*U-L$ubai o reveren-
iln fni-^inn iri.. tiiK.i-.il... ..i.......:i...i_ **... .1__.
V*sclo Hcnriqucs da Silva.pedin-
na lei do orcamento para pa-
lagem estipulada no 3 da lc
de I8U. A commissao de o r-
il.
adado de N. S. da Assampcio das
ido se lhc concoila um auxilio para
zas de que necessila a sua capelia.
isslo.
fiSFrancisco Vieira de Lima, pedindo
pelos serviros que presta como con-
|na do govcrnq. A commissao de
pradores da freguezia da Varzca, pe-
ibracao dos terrenos em que morara
ndo ao Poco da Panella. A'
lislica. f
_^iprovados os segniiles pareceres :
o de orramento municipal precisa de
s minuciosas da cmara de Oliuda
cor sobre o requerirneulo do Jos
ira, que com;. herdero de* Bernar-
a Vciqa, pede a renda da casa junto a
'. SeliastiSo da'cidade do'Olinda.
5 commissOes 30 de mar de lS-)t. Bar-
inrda A. de Oliceira Machado da
fo de negocios de cmaras, leudo ex-
s inclusas posturas addicionaes da cmara do
jarecer que sejam approvadas ; cpn-
e se impriniam para enlrarcm na ordem dos
los.
das commissocs
tntonioijo de Oliceira
a fenriqus. -
18 de marco de 1854.
'Leonardo Antunes- Mei-
(Conlinua.l -
ERRATA.
:toe parecer da commissao dejustira ci-
il publicado no Diario de hontein," pag.
atumni 7.' ultima lindadeve lr-se
SUta Neicacom rettriccao:,.
EPABTX^AO' DA POLICA.
'arte do dia -JO de marco do t8(.
i'Exm.SrParticipo a V. Ene. que das
Iwnleme boje receladas nesta repartido.
reni sido presos: i ordem d, delegado s'up.
primeiro distrieto deste termo, AntonioMa-
, Thomaz Elias l'inheiro Salgado, e Ale-
Pereira, Iodos para averiguarles poli-
wdera do subdelegado da freguezia de S.
Yntno, por ebrio-, i ordem do sob-,
1 freguezia de Sanio Antonio, Ralbioo Jo-
de, Thomaz Francisco de Almeida, pa-
je ordem d) subdelegado da freguezia
'edro' Goncalves, Clara Mara da Concci-
IgUavOcs polieiaes, e Jos Correia de
or -.e achar indiciado na morto ilo portuguez
'deo do sobdelegado da freguezia da
Meria Joaquina de Espirito Santo, por
Wa^jJjtfo^jDjltla. por ebrio, o poru-
nio PinloSoares, por ser encontrado ar-
omjogo;(le pistolas, o Cladino Marlins
i recrota ; e ordem do subdelegado da
k> Poc.0 da Panella, Manoel Mendos da
rverignacoes policiaca, Alexandre Ma-
ritn Santo, porler espancado a preta es-
^Kiidio, travo de Fl'rmino de lal,
por ti
le a V. Eli Secretaria da polica de
demar..-o de 1854.-Ulm." eExm.
ReiroJos BeDlodaCuuha e Figneiredo,
Wmncia.-ttti- Carlos de Paita
ife di polica da provincia.
fifi1
* PERMUBIJCO.

ia approvftu honusm em primeica discus-
.0.4 que crea cadeiras de primeiras'
Bl femenino em todas as villas da
ei.. 8 que divide os ampio, ,iee,eri.
. m felos da faienda, e estb,lece
lo de lajietliap, e^ um contador de
a de hoje comprehfnde a j discus-
> n. :i e 5, o 1.- que crea urna ra-
Irae ledras em Tegini, e o 2. que
d dos membros da asseinbli na legs-
> correnle, *o p wn, saluda de Montevideo com
'c em frenle do nosso
ir, toepu nos baixos de
> recifeem frenledo Rio
igo, immedialamcnle fo-
lia do porto todos os soc-
lea noileeonneauio-se quo a
- pedras para den-
Teea prafa, onde
raUndo.e agora
I a separam,
do missionario a iugrime c alcaiililada ladcVtadcno-
minada dos Picos, urna dasquebrem caminho pvt
esta cidade : c anda bem naodavia elle galdido a
rumo- da monlanba, que um numeroso concurso de
reulenas de pessoas de ambos os sexos, onlillercnte
qualdade, alli antecipadanjeule reunido, coma
pressuroso j encontrar o suspirado sacerdole, como
que para a porfa darem-lhc a boa viuda, e fazercm-
lhesuas homenagense fclicitaroes.
.Dado oque, recebendo-o as irmandades com seus
andores primorosamente ornados, seguiram todas
em prestito, e em numero deduas mil pessoas pouco
mais ou menos para a igreja matriz, onde o mesmo
reverendo missionario celebrou.
Nao podendo porem o Sr. Frci Serafim dar co-
meco aos seus religiosos (rabalhos no mesmo dia da
sua chegada poro enfado da forra daviagem, e por
se ainda nio haver preparado a Jalada : era jfcira
ver a effusao de jubilo, a solTrcguidao e nluosias-
nto, com que o povo, sem .listiiic<;ao de idade, scy>
e gerarchia espanlancamcnte se prcslava e dodicava
a coustruccao- da Jalada.
Emdousdias emeio se acliava ao lado da igreja
malriz, em o lugar mais conviiihavel, urna talada,
que por sua coustruccao, aceio e maguitude (pois
que alojou commodamene cerca de seis mil indi-
viduos ) hem se a podia denominar a latada por cx-
celloncia l
No dia 2. do mesmo mez (Janeiro) dia da conver-
s3o de S. Paulo Apostlo, precisamente o quarto de
sua chegada, cstreou o digno missionario a sua tre-
la espiritual: consumindo as manhaas no tribunal
na penitencia ao qual em unmero sempre ascenden-
te e prodigioso aflluiain os fiis; as tardes c parte da
noile deiUcava-as ao calbccismo c sermAo. Ahi,
reinando flenipre a mais religiosa altencao, vcuera-
tao e rspeilo da parle de (3o extraordinario con-
curso, que se chegava as santas missOes, ecujo animo
procurou o mesmo missionario d'anle mao preparar,
demonstrando a necessidade que ha da nenlrama roa
preveitcao antecipada, e sim da deliberada e cor-
deal ilisposira, para provcilosamente se poder rc-
cotlicr e receber os influxos da sacro-santa pabjvra.
que, qual oulra sement, s germina, dcsenvolve-se
c fortilica-se em o terreno proprio, c conveniente-
menle amanh.do : ahi (dissemos nos) o erudito sa-
cerdole Iralavn e desenvolva largamente, e a no-
de"*ar cousa alguma a desojar, varios assumptos e
materias ; rada'qual mais iittcrcssantc por sua im-
portancia e gravidade, e mxime pela relacao c con-
-ruencia com o.fim a que se ellas dirigiam.
Era para admirar a mancira eloquenle o persua-
siva com que esse dedicado ministro explicava, e
piocurava imbuir em todos os nimos e coraroes as
mximas e regras da moral santa do cruxificado.
Corabatcndo,porxcmplo, cslgmatisando coma
hbcrdadi- do orador sagrado o vicio com todas as
snas eflicienles e primordiaes causas : a murmura-
>,ao, a menlira, o perjurio, as calumnias e injurias,
asupertieSoc fanatismo, o incesto, o concubinato,
o furto'coni todas as suas especies, o homicidio, etc.,
reprvando alUmentc as escandalosas proteccOes, que
alguns mandoes, para inculcar importancia, soem a
prestaraos autores de alrozes eximes, contribulado,
tresfarle para que se elles reproduzam frequcute-
-mente na sociedade: oh como nao nos cnsinava el-
le, prevalecendo-sc das doutas c edificantes lroes
ji. do Evangclbo, e j da sagrada historia o meio de
com acert-couduzirmos o&r ilaivcl da vida no
mar procclloso das paixoos ;...
Proseguindo nesse sanio ldar o louvavcl empe-
nho, quantas veres com a hahildade do consunta-
do orador, c para cada vez mais fazer o cj.rislao en-
trar na verdadeira f, fazia-o refleclir no mwterio
da rolcmprao, e contomplar no pcnsamonlo o nos-
so Salvador padeci oignominibso supplicio da
cruz, o mais bargtro c alroz, qne a crueza humana
hagcradocmsua-maldade para torturar o bomem
Dos, quo nSo havia alma sinceramente christaa,
que nao se sentase intimamente compungida c a-^
margurada, c nao se lavasse .le pi c copioso pran-
lodc ternura o arrependimeuto !
*E mesmo qual a alma lao dura, que, pensando
um momento sobre essa elevadora prova de lao
divina bondade do Salvador, c do seo prodigioso ex-
cesso de amor paternal, que, para nos remir, deixou
se passar pelas mais duras provancas, abnegando a
propria vida, nao se embrande'ccr, e se compungi-
r reronliccida ?'.
Sim, hentister despir a natureza humana, rene-
garespirito < coraejto, seren lim mais que demo-
nio ) e ainda esles crtiem e leinem, crudriit el ean-
tremhrm,,. -Episl, Jac.cap v. 10 )para ab-
jurar e re,llir a Jess, expirando em um madeiro
infamo, perdoando a seus carrascos, e rogan.lo
por seus duros algozes !!
Alfim, depois que o mui digno missionario ha-
via ensillado e demonstrado qual o camin*, do ho-
rnera para Dos, e o meio facilde-eongrassar-se a
creatura com o seu Creador; provando que he a f,
esse nosso consol suppremo nesla Sida de augns-
cU^ZT ": ajU'la a co"""r odas as in-
ros^e oWin' r ": ""**"< ^v la. os er-
res eobsbnacoes do espirito, dissipaudo as Irevas
?** ^PUHofe abrila
asporlasdos ceo, concluio as W em o dia 5
enle mez pela forma a mais tocante
imporlantcs, c J|ue jamis deviam ficar em olvido ;
o roram primeTro, q-.c, vendo o Sr. rei Serafim o
estado de alrazo om que se aclia o olira di igreja
matriz, rallando-Ilie, alora de outras muitas coiisas,
atorre o fronlispWo, fez logo pro'moxer entre a
.classe mais abastada ( que he limitadissima ) unta
subsn-ipcao, cujo completo diz-se ter montado em
60O5000 rs; o (ora a prodigiosa quanlidade de pedra,
que por penitencia, fez o missionario chegar por lo-
dos sem excepcao^m seus proprife hombros e rabo-
sas, que por pnraproximado calculo eleva-se a nun-
ca menos ds 800 carradas, peifra lalvez'sumcicnle
para loda/ ra precisa da igreift. Segundo, n por-
]uepor varios ijilviduos foi apresen-
da imitilsitr ppr o mesmo missidna-
lada, o
rio. |
I
co:
........
Blscoih .......
Cafo bom.........., '
r> restollio...........
com casca.........
ii raoido...........
Carne secca ........
Cocos com casca........
Charutos bous..........
ordinarios.......
-. > regala c primor .
Cera de carnauba........
em velas..........
Cobre novo nuTo d'obra.....
Couros de boi salgados......
>< espitados........
verdes _, .....
|> de onca.........
' de cabra cortidos. .
Doce de calda.........,
i "guiaba.........
seceo..........'.
_ jalea............
Estopa nacional.........
estrangeira, mao d'obra.
Espanadores ..grandes ......
peqnenos.. ....
Farinha de mandioca......
milho........
._ araruta.......
Feijao............
Fumo bom........;. .
>l ordinario..........
a em folda bom.......
" ordinario ....
reslollm.....
Ipecacuanlia ;.........
tiomma. ,............
(jengibre'. ;......\
Lenha de adas gnuides. i ." .'
pequeas......
loros ............
Pranchasde amarcllo de2 costados. .
louro ..........
Costado de antarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 X a 3 de I. ..... .
de dito usuaes........
Cosladinhu do dito. ....!.'...
Soalho de dilo.....* .......
Foiro do dilo.............
(".oslado de louro. ...........
Cosladinlto de dilo..........
Soalho de dito...... _.
Forro de dito. '.........*.".'[
n cedro....... .'......
Toros de tatajuba. .
Varas de parrara. .
a.-nilhailas
quiris.
uma ,0s no quando, Real rnmran lmu>iM inalrvr
- Darles uterinas o inl.rin- comlrafl* ^ ^nvetOr^^^H
39400
:isiino
janetias I
do esliv
roSaudar
cento
G8000
8>>000
5160
S170
090
150(/ ro286.
00
S210
3200
S3M
3280
1*000
18000
25000
19000
23800
23000
3000
63000
59000
:t3000
89000
4,7000
33000
32-3000
23000
23000
cento 13800
3600
93000
urna 123000
73000
.
- II} 4
1)
. um
...
alqueire
. -

alqueire


alqueire
t'ara tuno o mais que nao eitiyer determinado
as presentes clausulas, e nem no orcamento segitir-
so-ha oque dispOe" a respe i lo a lei provincial nunie-
209000
109000
SJKIO
6*000
. 33500
. (9000
52O0
39200
29200
33000
quiulal 1200
. dtuia 13280
. 13600
- Hun............ 59C,
Km obras rodas desicqpra para carros, par 40aO00
163000
CIO.
PRACA DO KECIFE/20 DE MARCO AS 3
. HORAS tk TARDE.
CotacOe/ olliciaos.
Cambio sobre Londres -< a 28 1i8 d..60 div.
Dito sobre ditoa 28 Ij4 d|v.
,. ALFANDEA.
Rcndimcnlo do dia 1 a 18.
dem do cja20 ....
. 160:4473796
. 9:9799153
/
170:4269949
, Descarrcgaik hofeMdc marro.
I'nguo inelezKriendxbacalho.
Bngne sueco/'el.rmercadorias.
Brtgpe portuauezDespique de Beirisvinho.
BaV j porlouezaA/ar^aridavindo, batatas e ce-
bolas.
Importacao .
'.7mtargarda. vinda de Lisboa,
Irmaos^C, manifestou o sc-
Felciano Joso Gomes.
.' 4 varas do lagedo, t barril
o de porco ; a Luiz Anlo-
a Victorino Jos Mon-
a Rento Candido de Mo-
Galeri.,, tortnanez,
coiisigiiaaiCrfOlivei
guinte. f"'
3 barricas viftl-^
26 pedras de cai>
vinlo,2 ditos paios
nioSiqueira.
1 caixa litros impre*
leiro.
15 caixas cera em} veFa
raes. -
: 1 caix chocolate ; a Fonles A Irmos.
3calxascom,l nialorioc.itnagens ; a Jos Antonio
de Araujo. ^
6 caixoles imagens ; a JSp Marlins de. Bar-
ros. ^W
10 caitas cera em vela9, 30 saceos dinheiro ; ao ca-
pilao. |
\n"ua r3p Manoel Goriralts da Silva.
10 barris azeile doce ; a Luiz Marques da Silva
2 barris rindo, 2 ditos azeile doce : a
ceicao Bravo.
vn b?rrisaMle. 20 pipas e250 barris vinho ntd,
.) barris azeile, 1 carnuda mercurio ; a Tdomaz de.
Aquino Fonseca Fildo.
2ancoretasvjnlio,2-dilasvinBgre ; a Joaquim Jo-
s Gomes.
10 barricas viudo; a Jos Marques dos Santos" A-
guiar.
5 barris azeile doce : a-Joaquim, Lopes de Al-
meida.. .
20 pipas vinagre ; a Novaos & Compandia."
10 pipase 61 barris vinho, 8 pipas vinagre: a Ma-
noel Joaquim Ramos o Silva.
39 pipas e 105 barris vinho, 19 caUinhas velas de
ceta, ,t caixoles com 1 oratorio o imagens, 1 dilo ima-
geus, 1 Ula sementes, 1 sacco legumes, 49 uioios de
sal; a Oliveira Irmaos & C.
180 barris loucinho. 4icaixas velas ; a Francisco
Sevenano Rabellc-S Fildo.
'.iOe?-'-'V,?cebo"i,s' iJSmoldos de ditas; a Antonio
Alves Viiella.
1 barril azeile ; a Jos Pereira da Cemita.
30 barris vinho, 24 meias pipas vinagre; a Jos
Antonio li.islo. T
5Jb.arris v.'nl,.'lilnsciiouri.;os, 10 ditos toucindo,
10 ditos azeile doce ; a Jos Allorwo Moreira.
lometas pipas vinacrc, 20 barris banda,' 10 ditos
paios, 16 ditos chouricos, 25 caixas hlalas. 30 ditas
cebollas; a Antonio Joaquim de Souza Ribeiro.
lo barris azeile ; a Manoel Ignacio de Oll-
1 caira chapees de senhora ; a Jos Correia do O-
3 pipas vinaare ; a JosMaria..- ,
3 lalas ; a I). Mafalda Pilaluga.
2caxas ; a Jos Mara Costa Carvalho.
I dita ; a Manoel Pires Marlins.
1 embriilho ; a Antonio Dias Silva Cardeal.
1 dilo calcado ; a Jo3o Pinto de'Lentos Ja-
nior.
3 barris carne, I caixa livros, 1 barril vinho.l ju-
mento para raca, 1 caixao e 8 caixinias ignora-seo
conleudo. 1 comiera, 2 aiolas passir., 1 caixo
cociiios 2 padrees armas portuguezas ; a or-
exos
Melacs)...... .
Milite.......
Podra de amolar. .
lillrar. .
rebolos .
Ponas de boi. .
Pinssaha......
Sola ou vaqueta .
Sclio em rama .
Pellcs de carnciro
Salsa parrillta. .
Tapioca......
Ludas de boi. .
Salmo.......
Esleirs le perperi
Vinagre pipa. .
.
. ranada
alqueire
. unta
.
.. ;
. .certlo
. molho
. meio
. @
. urna
.". ..'

. cento
.
. um
.
3160
1-3280
3650
63000
3800
33000
3320
23100
53.500
3200
203000
3800
3200
3080
3160
305000
MOVIMEKTO DO PORTO.
Navios entradoyw da 20.
Rio Grande do Norte4 dias, lancha brasileira Fe-
a idC"- nda*> de ^ toneladas, mestro Miguel
Archanjo da Cosa, cquipagem 4, carga assucar;
a Joao da Cunda Magalhes.
Liverpool37 dias, brigue inglez tVeslmoreland, de
19.> toneladas, capilo Arcbihald Haliidav, equi-
pagem 10. carga fazendas e nais gneros"; a Me.
Caimont Si Compaiihia.
ObsercafSo.
l'undoou ao norte de (Miada (por circumslanca) a
corveta americana Jameslown, commandanle l)o-
wing; qual segua de Montevideo para New-Vork.
EDITAES.
s mdulgenca plenariVi, S. S. padre Be-
MM.
e pene--
do o
' m,aior ^lidade, pegflu da ima-
to. e com ella as n,aos.(hurailda-
* i. edio a (odos perdao, ao quo corros-
tf I" g? da*wlata coBvintes om
Igera e tern.ts.mo ptani0. A ^^
p^ocusao do oenitencia, a qi,a. foi i^L^"Z
fervorosa devocao
eguinte (las 6 hoias .la" i nha deu-se
Brigue inglez Fricnis, viudo de Jersey, eonsis-
nado a Me. Uilntonl & Companhia, m; tnifeslou o se-
gtitnle :
2,000 barricas bacalho; aosmcsmjs coiisignala-
Palacdo nacional Santa Cruz, vine o deCotinjui-
ba, consignado a Cactano Cyriaco da Costa Moreira,
manitestou o seguinte:
888saccos assucar branco,312 ditos dito mascava-
dos, bt couros salgado ; a Jos Teixe ira Basto,
n A ,*CONSULADO GERAI. .
Hcndimcnlo do da 1 a 18......36:2923:103
dem do dia 20
3:0833752
3a.-3769055
i
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo do da 1 a 18.".....3:70V*OSi
Idemdodia20....... 296118
4:1873612
. Exportacao".
Canal, barca ingleza iMdy Kinnard. de515 lone-
!;'-,J: cond.Ml0 seguinte:, "J.'OOO saceos com
.lo,000 arrobas de assucar. ,
Riode Janeiro, brigue nacionaL FJct'ra, do 181
toneladas, conduzto o seguinto : 3,5 alqueircs
.,?.. ... '.isbo1'' vlumes gneros csJrangeiros,
P43 ditos dilos nacionacs. '
Genova, polaca hespanltola Mana; de-250 tonela-
das, couduzo o seguirte:2,700 saceos com 13,500
arrobas de assiicar.
KECKBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAESOT PERN.lSfliUCO.
Kendiraenlo do >lia 20..... .. 4813G7-
CONSL-VDO PROVINCIAL.
Rendlmenl do dia a Is
Ideui do da 20
28:3819946
*239jt50
30:6243096
PAUTA"
don preros torrentes d assvwir, algodao', emais
genero* do pas, que se d*spaclim na mesa do
TZ?f de ternaminKo, na- semana de 20
a%->ae marco de 1851.
Assucaremeaixasbranro 1.a qualiilade
2."
mase. .
bar. esac. branco. .
mascavFido.
I refinado .....
Algodo em pluma de 1a
D i> 2^41
n 3.
era carco
quaiidade
Espirito de agurdenle. .
Agurdente cachara .
de canna .
>' resillada .. ,
Genebra........
caada
wf............: :::cnaX
,_ .,,.......garrafa
Arroz pilado duas arrob-ts, um alqueire
em casca............
Azeile de mamona.........ranada
mendoim e de coc
b de peixe.........
Cacan...... _, ,.,
15950
297IB
53900
58500
r5too
19475
&550
s:oo
3400
W0
8400
9'tso
8400
180
48800
19600
3720
13120
13280
58000
Olllm. Sr. inspector da Uiesouraria provinci-
al, em ciimprimcnlo da resolitrno da jimia (la Ta-
zenda, manda fazer publico, que no dia 23 do mar
CO prximo vindouro, perante a jimia da fazenda
da mesma llicsouraria, vai novameirio a praca para
ser arrematada a quem por menos lizer a. obra dos
roncerlos da adeia da villa de Seriuliaem, avaliada
om 2:7.50-3000 rs.
Aarrematacao ser feita na forma dos arligos 24
e 2/ da lei provincial u. 286 de 17 dcmaiodcT851,
c sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que propozerem a osla arremalarao
coinparccam na sala das sessoes da mesma jimia no
da cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se maudoi aflixar o presento e pu-
(blicar pelo Diario.
- Secrelaria da thesouraria provincial de Peruam-
hicd 21 de feveteiro de 1854.O secretario, Anto-
mS\ Ferreira da Annunciaruo.
Clausulas especiaes pitra a airematqrao.
i.J Os concertos da cadeia da filia de Serinhaem
far-s.c-hao provaTO pela direcloria em conselho .rcsoulado ,
approva^ao do Exm. prcsideulo, na importancia de
dous coutos setoecutos e cincocnla mil ris.
2. O arrematante dar principio as obras no
prazo de um mez e devora conclu-las no do' seis
inezes, ambos- contados na forma do artigo 31 da
lei n. 286. -
3. O arrematante seguir nos seus Irabalhos lu-
do o que lhc for di.'ttcrmiuado pelo respectivo ettge-
nheiro. naos para"" boa execuco das obras *i-omo
em ordem de nao nulilisar ao mesmo" lempo para
o servido publico tcr.'as as parir, de edificio.
4." O pagamciuo -Ja importancia da arremata-
cao tera lunar em Ires^preslacoes iguacs; a printei-
ra depois de feita a itfladc da obra, a segunda de-
|>ois da entrega provispra e a lerceira na entrega'
(lihuiliva. V.
5." O prazo dcTespousJ.bilidde Sen) de seis me-
zes. \
6f. Para ludo o que srh^f'ta determinado as
presentes clausulas e no Srcamenlo seguir-se-
ba o (pie dispoe a respeito a le'i.provincial n. 286___
Conformo. o secretario i*- Antonio Ferreira
d'Jnnunciaro.' ^
O IIin. $i\ inspector da lhcsoh\aria provincial,
em cunipriinonto da rosolucao la jiJiila da fazn-
d,t, manda fazer publico, que no diaSj'de marro
pnninio vmdouro, perante a junta da lajjenda da
inesjna llicsouraria, vai riovament anraiv1 para
ser arrctnalada a quem por menosjrtera o\r>j 'los
colicortos da cadeia da villa do Pao d.Alho, ava'ii-
da em 2:8609000 rs. V
. A arrematarao ser feita na forma dos arligos 'K
c 27 da le provincial n. 286 lo 17 de nfi.io de 185l
esob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As p,-ssoas.quc se propozerem a esta arrematar-So
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
da cima declarado, |ielo meio dia, comtteteule-
menle habiutadas. '
E para constarse mandou alTixar o presento e nu-
bhcar pelo Diario. y
Secrelaria da llicsouraria provincial de Pcruam-
buco, 21 de feverciro de 1854.O secretario, ^/i(o-
MO Ferrara da Annunciaro.
Clausulas especiaes'para arremalarao.
1. As obras dos.reparos da cadeia da' Villa do
Pao d Albo scrao fcitas de conformidade com o pla-
no c orramento approvados peta directora om con-
eilio e apresentados a approvarao do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia na importancia de 2:860=OIKt
res.
2. As obras comocatflo no-prazo de trinta dias e
serao concluidas nodo quatro mezes ambos miados
de coulorinidade com o-que dispoe o artigo 31 do
rogiilamcnlo das obras publicas. .
3." A importancia da arrcmatacSo. ser paga em
(res prostacOes, sendo a primeira de dous quintos,
pasa quando o arrematante houver fcilo a metade
das obras ; a segunda igual a priinena pasa no lint
das obras depois do rcrcbiineiilo
ultima paga depois do auno
c culrega difiniliva.
Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira d'.JnntmcictcBo.
O Dr. Antonio Mara de Faria Noves, juz municipal
supplenlif-em exercicio da primeira vara e execu-
c8es criminaes nesla cidade do Recite, e sen termo;
por Sua Magostado o Imperador, que Dos guarde,
etc.
lamen?
Alexandre
...ilo .da se-
gunda vara criminal da comarca do Recire, me foi
communicado haver marcado o dia 24 'le abril pr-
ximo vindonro, pera aodioncta coral da abertura da
correico pelas 10 horas do d(anacasada runiao do
jury, na qual devem comparecer chamada no dia,
hora e lugar designados, os senliores juizes munici-
paes, de orphaos, delegados, shbdelegados. juizes de
paz, promotor publico e d residuos, curador geraL'e
thesureiro de orphaos,.solicitadores de residuos, ta-
bclliaes. escrivaes, contadores de justica,"carcereiro,
porleiros.jidminisIraJoresdc capellas,"juizes, sndi-
cos, Ihesooreirosou procuradores das ordens t|rcei-
ras, irmandafles e confrarias ou quaesques olciaes
competentes para representa-Ios.devcnrio todos com-
parecer para apresenlarem seus Ulules, autos, li-
vros e papis que lem de screm vistos era .correicao
para oque sao pelo presente convidados a compare-
cer sob as penas da lei.
E para que chegue a noticia de (odos mandei pas-
sar o presento que Sera publicado pela impreosa.
Dado e passado nesla cidade do Recire, aos 18 de
marco 'de 1854.En Joaquim Francisco de Paula
Esleves Clemente, escrivao privativo do jury e exe-
cuees criminaes o escrevi.
Antonio Mara de Faria Seces.
O Dr. Custodio Manoel da Silva GufiparSM, fuf
de direito da primeira cara do-ccelnesla cidade
do Recife de Pernambuco, por S. .1/. /. e Cons-
titucioiial o Sr. D. Pedro II, que Dos guarde,
Faco saber aosqiieo presente edita! vircm. e delta
noticia tivercm.queno dia 27 de marro psoximo
seguinte se bao do arrematar por.vcnda.a'quem mais
i'er, em praca publica dest juizo, que lera lugar na
casa das audiencias, depois de meio dia, com assis-
tencia do Dr. promotor publico desle termo, as pro-
pnedades denominadas Pitonga e Tabalinga, sitas
da freguezia da villa de Ianarass, pertenecntes ao
patrimonio dasrerolhidas do convenio do Santissimo
Coraco de Jessdaquella villa, cuja arrematac,Soro
requerida pelas mesmus recoldidas em virtude da li-
cenca que obliveram de S. M. I. por aviso de 10 de
novembro de 1853,do Exm. ministro da justira; par-
o producto da arremalarao ser depositado na Ihesoua
rana desla provincia at ser convertido em apolices
da divida publica. A propriedade Pilonga em allen-
&J 'es'niiecs qno lem sofl'rido suas malas, c ,a
ql,a''urtP la maior parle" das Ierras, avahadas por
10:0009000 de rs.; ea propriedade Tabalinga por
ser em urna estrada qne offerecemuila vanlagem.com
um riacho permanenle, e nina casa de taifa- coberta
de ledas, ainda nova, avaliada por 1:0003000 ; sen-
do a siza paga a cusa do arremtame.
E para qnecbcgue a noticia de todos, mandei pas-
sar editaes que serao publicados por 30 dias no jornal
de maior circulacao, e aullados nos lugares publj-
Dado e passado nesta cidade do Recile de Pernam-
buco, aos 13 de fevereiro de 1854.Eu, Manoel Joa.
quim Baplisla, escrivo interino o subscrevi.
Novo
DECLARACO'ES.
0 conselhu
cao do Exm. Sr. presid ... lem
comprar os objecto:
Para a companhiaji.ra rio Ido Grande
Bdoetes.-fi; grvalas desoa de lustre. _
tos, pares 250; mantas de lila, 25.
Companhia da Parahiba.
Bonetes, 127; grvalas de sola de luslre, 50; pan-
no azul para sobre-casacas, calcas e frdelas, cia-
dos 762 ; hollanda -de forro, covados- 974; casemira
verde, covados 20; algodoziuho, varas 385; sapatos,
pares 83; mantas de la, 50 ; esleirs, 51.
' Arsenal de guerra.
Caixa com vidros, 1 ; meios de sola garroteada, 50 ;
mantas de laa ou cobertores do papa. 209 ; Icncoes
de cobre de 6 a 7 polegadas, 8; meios de sola curti-
da, 100.
cautas do segundo batalluiode nfantaria. ,
Pares de sapatos, 50; maulas de laa, 50 ; ootoes
de osso prctos, grosas 10.
Companhia de cavallarta.
Espadas, 39 ;. pares -de coturnos, 46 ; sapatos, pa-
res 46; penachos 69.
Fortaleza He Ilamarac.
1 bandeira imperial do lileli de.6 pannos.
4. batathao de artilliaria.
36 grosas de boloes prctos de osso; 370 pares de
.sapatos ; 40 mantas de laa.
Quem quizer vender laes nhjoctos aprsente as suas
proposlas em carta fechada, na secretaria do conse-
|ho, as 10 horas do da do correnle mez. Secretaria
doconselho administrativo do arsenal de Guerra 17
de marco de 1854.Assigndo.Jos de arito In-
glez coronel presidente. Bernardo Pe eir do
Carmo Jnior, vogal e secretario.
C0MPANH4 PERMMBMAM.
O conselho de direcrao da companhia
Pernambucana avisa riovament aos Srs.
accionistas, que ainda nao izeram a sua
primeira entrada de 25 por cento, que o
prazo delinivamentc lixado para esta
prestarlo lie atodia 00 do corrnte mez,
esperando que se prestm a babilitar-l
quanto antes a dii-ecrao, a fazer a cncom-
menda dos vapores ; a pessoa encarrega-
da de taes uecebimenfos be o Sr. Frede-
rico Coulon, ra la Cruz n. 20.

ATOEN
' 27. RECITA DA ASSIfiX-VriTnA.
TERCA CEIRAi\ DEMARCO DE I83.
Exondada pela orcdeslra a svmphonia
A PARTIDA DO MARlNHElRO,
subir scena o muito applandid e >cmpre desejado
drama em 5 aclos. ornados de msica,
A draea
provisorio ; o a
le responsabclidade,
4: I ara ludo o mais que nao esliver determina-
do as presentes clausulas, ou uo orcameuto seguir-
Be-ha asdisposicf.es da lei n. 286 de 19 do man do
18jI.Umforme.^-0 serrelario, ionio Ferreira
ta Amiiinciardo.
O Illm.Sr. contador, servindo de inspector da
Ihesourar.a provincial, em cumprimento da ordem
do fcxm. }.r. presidente da provincia, de 7 do cor-
rente, manda fazer publico, que-nos dias 4. 5 ,. (i de
ahi-H prximo vimtoiiro, peranlca jnnla da fazenda
da mesma Ihesouraria.seha de arrematar a quera
por menos lizer a obra da cadeia na cidade do Rio
t-oi-iii.ko, avahada em 33:0003000 rs.
A arrematocao sera feila na forma dos arligos 24 e
27 da le. provincial n. 286 do 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiae abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalarao
comparecam na sala dassessoesda mesma junta, os
das cima declarados pelo meio dia.compelenlcmen-
le habilitadas.
E paro constar se mandou afflxar o presente e pn-
T pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de lternamhu-
co 1.1 do marco de 1864, O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremataeo.
1." As obrassero feitas de confurmidade com o
orc.nniiito e plaa,nesta dala approvados pela direc-
tora cm runselho, e apresen lados a approvarao do
Exm. Sr. presidente da provincia na importancia de
33:0009000 rs.
2." 0 arrematante ser ohrgarlo a dar principio as
obras no prazo do dous mezes, e conclui-lai no do 20
inezes, contados de conformidade cora a disposicao
do rtico 31 da lei provincial n.
3. Bara execucao das obras, o arrematante deve?
ra terum mestre pedreiro, e outro carpina da cou-
anea d ngenheiro encarregado da obra.
4. O pagamento da importancia d'arrenuU
ra feila em seis preslacies da fe
meira .la quantia rJZ.
t.Co^uaadoeWv.rer, ^0
nneldttpivimeatonrr- .
de Baiiholomou Jos de Carv.tilip, de Mace*"' P3"
ra o padre Manoel Emdio d Oliveira, com /"" re-
cibo de Francisco Ferreira (r&Ainlrade do /emnil
reis: urna dita tle Ezequicl & iehas, de t,*!,oa' !'-
ra Jos Eugenio da Silva Ramos, com uJ8 or;ienl.
aUascom um recibo-; e urna dita deJo^uim MarT
tins Ferreira, do Porto, para Aulonic/ Pereira de
Oliveira Ramos, com unta ordem da qjuanlia de ris
9*600. Por ultimo procedeu-se a quei ,m.a''.';'*.n"'ras
(tasnu>Kflao incerravan dinheh-o, c>u ocamentoa
do qnosi lavrou o respectivo termo, i "Ja '""P'-1 abai-
xo se I -.inser.m-. Adniinislracao ,11" correio de
Peri.rmbiiro i de Janeiro de 1854. |-''"/no Jos
Cuines do Correio. Administrador] thesoureiro.
Termo de consumo das cartas atrasada pertenren-
tesao ejercicio [indo de 185:Va fK.
Aiis qualro dias do mez de Janeiro de 1854, nesla
adminisli-acao docorrcio'do'Pernamb u*p as de/, ho-
rasda mnnhaa.e calando presepte-sosS <"s.|administra-
dor e Ihesoureiro Antonio Jos Gome '" d" Correio,
e mais empregados abaixo assignados proccile-se
cm virtode do artigo 38 do regulamenlc ** orretos
de 21 de dezembro rte1844, a cnsul, ,0 de mil e
dnzentas e quinzo cartas selladas, e mil cen' lia-
renta e tres cartas com porte por pasar no valor
de (rsenlos c noventa mil oito ceios e i ^ rs- cu-
ja importancia vai descarregada nesla da 'a' oo res-
pectivo Ihesoureiro. E para constar lav. rdu-se este
termo em qne vai assignado o adminislla soureiro, e eu Domingos dos Pitusos Mira ntfa,
danto e contador que escrevi. Antonio
mes do Correio, administrado
ajudaule e contador Donungo, ,k- paaac
olllcial papelista,
lialdin.
Eduardo
lempo eompelciik
Na qual tem o Sr. Germano Francisco de Oliveira,
em obsequio a esta mpreza de fazer a parte do tom-
mendador, e o Sr. Silvestre Francisco Meira a de Pe-"
driulio, que achando-se nesta cidade, e no llieatro'
fazendo.parto da companhia, vai se apresenlar de jio-
vena secna pernambucana, e espera a emp'eza que
mereca a mesma aceitacau que eutao mcrece\i.
No fin do primeiro ao segando acto ser dansa-
do por pedido de muitas pessoas o qutelo lirado da*
opera GnildermeTell, que tanto IcmKradado, em o
qual se distingue a Sra. Baderna e Ribeiro.
No Gm do segura!o ser cantado pela Sra. Depe-
rini urna aria de sua escolhn.
No lim do quarto. ser dansado pela Sra. Baderna
c Ribeiro, o passo a dous, ,
A ALMSUH.
em o qual daver scenas de dilliceis execuces que
milito satisfarn o publico.
Finalisar o especlacnlo com o ultimo acto da
peca.
Os bildeles ucltam-se desde ja a venda no escripto-
ro do Iheatro.
Principiar s doras do cosame.
AVISOS martimos.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O cohselh'o de direcrao convida aos se-
jiliores accionistas do banco de Pernam-
buco. a reabgarem de J 5 a 51 de marro do
corrnte anno, mais 20 por 100 sobre o
numero de aceites com que tem de ficar,
para levara elieito o complemento ao ca-
pital do banco de dous mil contos de ris,
conforme a resolucao tomada pela assem-
bla geral do 26 de setembro ultimo.
Banco de Pernambuco 11 de fevereiro de
1854.O secretario do conseibo de direc-
cao.Joao Ignacio de Medeiros Reg.
Pela capitana do porto desta provincia se faz
publico, para conhecimentodo queiii; por direito Ibe
competir, que no dia 8 do correnle foi tirada do fun-
do do rio Capibaribe, urna canoa de ferro, no lujar
em frente aoslio do Sr. majar Florencio Jos Car-
nero Monteiro, a qual consta j se adiar all ha mui-
to afondada, contra odisposlo ;io capitul 1." artigo
9 do rcgulamento das capitanas do 19 de maio de
1856, e para que se proceda, como est determinado
nos arligos 116, 117 e 118 do precitado resiilamcntn,
mandou olllm. Sr. capilao do porto Elisiario Anto-
nio dos Santos, que se fizesse o prsenle aununcio,
que s correr por 8 dias. Capitana do porto de
Pernambuco II de marco de 1854.No impedimen-
to do secretario da capitana,
Joo Lilis Cacalcanti de Albuquerq'ue.
' Pe|o juizo de orphaos desla cidade do Recife,
vai a praca no dia 27 do corrnte, por arrendimiento
annual as casas terreas de pedra e ral,sitas no aterro
dos A fosados, una na ra de S. Miguel n. -2, e outra
na na de Pranga n. l.com olaria.e a' meiarito do si-
lio e casa no mesmo logar da Piranga denominado
Castelbano, sendo esta praca a- requerimenlo do
tutor dos menores filhosdo linado Jos Pedro de Fa-
rias, e aeda-sc o escriplo em poder do porleiro do
jury. '
.(*)Pelaadmiiiislrarao docorreiodeslaprovincia se
faz publico, que cm conformidade do decreto ii.
787 de 15 de maio de 1851 c respectivas ins|roccoes
leve hoje lugar o processo da abertura das carias a-
Irasadas porleneentes ao exercicio de (852 1853.
condemnadas ao consumo pelo artigo 138 co rcgu-
lamento dos correios de 21 de dezembro de 18ij-. c
assisliram ao dito processo- os Srs. negociantes Ma-
noel Pereira Rosas, c Jos Baplisla da Fonccca Ju-
nior. Uesta abertura resultan acharem-se soinenlc'
Ireze cartas com a quantia e documentas seguimos,
cujas cartas, dinheiro, c documentos achanpse dcs-
criplos^m livro para esse lim desuado, ficando
ludo rccolliido conveiuenlemenle para ser entregue
' r/ueni de direilo perlencer Urna carta de Cice-
rw^iQixcira Ferreira Chaves, de S. Bernardo, pro-
viucamjo Cear, para Domingos Alves Ribeiro com
niil.rcsTSlIina ''ta de Antonio Gomes deAvellar,
do Rio de Ja**"''0' para Joao Hara Cordeiro de
I.ima, com um V^'l" de E.& H. I^Btmcrth, da
quanla 19737S0 ri^ ''"'a dita de Antonio Gomos
Netto, do Rio de Jane. r> para" Francisco Belmiro
da Cosa com urna leltrav o protoslo^la quantia de
um corito e quindenloimiiceis : urna lila de Loii-
renco (iraca, do Para, para Jo.. 1llim Belforl .".ornes,
com um auto do inventario di ws; urna, dita de
Epifauio Manoel lavares do Rit' uc Janeiro para-
Marques & Irmaos com urna pscripi'11"3 de venda:
urna dita, de Jos Joaquim de Frcilas, c Balita, pa-
ra 1-ilippe Nerj JOlivcin. com i^.MtiK^" ni
dita rom ura> ccrlidao do canuto do 7 batiiTt "ido-^, l-^ l ..Bcuu'!
infatuara Manoel d'O.iveira Gnlmar^: a* Uto ^^'; eravosa frete dtr.ja^e aos con.
Maranbao e Para'.
. Segu em poucos dias por ler a maior parta da car-
ga encajada, n brigue escuna nacional Graciosa, ca-
pilao Jos Manoel Barbosa ; o restante o passageiros,
para os quaes otterece ptimos commodos, Irala-se
com o consignatario J. B. da Fonscca Juiior, na roa
do Vigario n. 4, primeiro andar, ou com o cap tao
na praca.
Para o Aracaly com escala pelo Ass e Rio
(i ra nde do Norte, segu uestes poucos dias o Jiiale bra-
sileiro Fxatlacao, meslrc Eslacio Meiides da Silva :
a tratar na ra da Madre de Dos, taberna- n. 36.
-T- Vonde-sea fescina bollaudeza Alhert, ancora-
da ueste porto, muito propria para i navegaran dp
cabolagem, de lole de 90 toneladas.iuglezas, pouco
mais ou menos,_ Torrada de colire, ainda cm bom oso,
de marcha mulo superior, e prompta para seguir
qualqner viagem : os prelendenlc-s dirijam-seaosenu-
sigualarios, no Trapiche Novo n. 16, aond o inven-
tario pode ser examinado.
O brigue porlguez Viajante, do primeira
marcha, segu para Lisboa no dia 29 do correnle :
para passageiros, Irala-se com os consignatarios Tho-
maz de Aquino Fonseca & Filho, na roa do Vigario
n. 19, primeiro andar.'ou com o capilao na praca.
Para o Aracaly em din-i tura, segu oestes pen-
cos dias, por ter parte da carca prompta, o ljate bra-
sileiro "Hxallaco, mestre Eslacio Mondes da Silva :
a tratar na ra da Madre de Dos n. 66.
PARA O RIO DE JANFIRO
sabe no dia 2-1 do correnle o patacho Santa Cruz,'*
recebe passageiros e escravos a frete : tratarse com
Caetati Cj riaco da C. Moreira, no Carpo Santo, ti
ja de massames n. 25. V
No fin do correnle mez dwticlie^
gr do Ass o patacho nacional>-< stfc, o(|tial seguir' para o/io de Janei-
ro, pors aqui tera' j>Oiio(r*remora : quem
signatarios Novaes c5 Companhia, na ra
do Trapichen. 54, primeiro andar.
LEILO'ES.
I.EILA DE MOBII.IA, CARRO, CAVAJJ.OS E
SITIO.
Gusscl liimoi.l far lcilao, por inlrvenjao do
ageute J. Galis, no dia 29 do correnle, a i doras
da mauha em ponto, na ra das Cruzes n. 28, se-
gado andar, a saber: Ires armarios envidracado,
um melodion rom excellenles vozes armoniosos, que
bom poder servir para igreja, sof, cadeiras, mesa-
redonda com pedra, ditas seni pedra, gu
emumodas, consolas, guarda mua, lavni
Iros com estompas, fnlhesdeesludo para desenlio e
pintura, lillra leira para agua, alaiileriias
nha, vasos de porrellaua e vidros para cima de n
etc., etc.; asnir como lambem urna pequea
Braphiaqaepode imprimir um pe
ravallos qne lano servara para sella ^T^
ro, carro de quatro rodas com tobertn
para montara delinmcm o desenh.
sitio ua estrada de Joao de Bar ejn,
do becco do E'pindeiro,
quatro cavadas, casa par;-
limoeiros, com bast
nio da Europa o di
sitio.
leu
Franr
cao do i
dependen)
tonio Fewl
derna, prop
tamcommodl
dir quem fu
No da!
I.no Jos
Joao Ferna
nos de i
lo corlado rento]
cabado da pn
de edita escu
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saber IranzlTi
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ReciTe, na
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.-
ala: as preten
DIARIO

DE PERNAMBUGO TERCA F
te oh1 licas de
ente ;
>ida nns loja do
liegar pelo
>is daquelle
pagw entrega das
pequeos de.12 15 annos
wmaze? "
nlio mu-
a S. Francisco
AMENTO.
Aquino
is bilhelesc
iqarea docosH:
^^( os doiis premios
^^^dn imposto Eer.nl.
II00800O
OOSOQO
. l:25OJ|O0O
. 500300O
... 250800U
ntista,
aeiro andar n. 19.
PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
' M*iento
por; i
I 1
isas cotnmerciaes 1
inglesas, francezas, allemas e suis- j
I sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
8to offerecendo elle maiores van-
tggens do que outro'qualquer ; o
proprietario deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Luiz dos Santos & Rolim.
Homeopathra
Para favorecer a posirflo de cada familia, o l)r. Ca-
sanova lera anounciadn varias vezes por esto jornal,
que os seos tralamenlos se acham redutidos a 5,10.
1.1 e-JUJOOO rs e nada mais, ulendendo por estes
annoncios, que cada lenle pagara 53000 rs. por ca-
da visil. imento beodo
mais alqu
clase n lo que
maior parle
nenio, en-
!lc-> !--i v i : rtl! l< !u) que so dc-
ballio, oulrus
^er Irafados
>ncas que appareressem durante ain
menos mal seria se ao rocnot a re-
los dotles tratados livessom pago os, lOou.
2TO000 ts.!! visla dsles abusos fieam os ditos an-
nnncins dencnhum elTeilo, e d^ora em dianle aspes-
rom quequixerem continuar a honrar com asua cn-
fianra o dilo facultativo, o acharlo sempre prompto
para acudir a qualquer chamado, declarando ser .o
mais razoavel possivel nos seus Iralamcnlos, porm
sem coudico nom obrisa^Ao alguma, a menos de um
ajuste convencionado enlre as parles, (o rei vellio
sempre dizia, pelos roaos, ho dt solfrer os bous "He-
rir 5 de ma" o de 1851.
igA 21 DE MARCO DtfrflM.
Vendem-se sacras com milho : na ra da Ca
deia do Recite n. 13,. cm porc,ao, a vonla mador.
Devoto Chtistao.
Sabio a luz a -I." edicaodo livrinho denominado
Devoto Chrislao
se nicamente
dependencia a (
ilado: vende-
pra^a RilliKuclii
(por Gotds
5M0 PARA ENGE-
NfiOS.
!U FUNDICAO' DE FERRO DO KMMIKII10
DAVID W. BOYYHAN, !U RUA DO BRUM,
PASSANDO 0 CHAFARIZ.
Ha
\. 28.
^^H|h)BWopalh-
^^^Epr
IIS.
Iilicamenlos. '
590OO'
^taie caitas
500
vultos
19000
1)0
a -21 de abril proxi-
Hp eha-se a venda
a do Sr. Joao Mo-
li Queimado loja de Sr.
Dommgucs da Silva.
Ijpogsapdia que foi da
dos o diversas fon-
ne Araujo, que a
Qf XKBQSB83
se; retirar proxima-
uidevedores
mas da rtal
ie 17 de roarijo de
II......ni i mi
nposla de marido,
J se querem arran-
precisar,' dirija-se ao
| achara com quem
ja d miudezas'do Sr.
[T, te dir quem dn
i "casas terreas.
a 22 do rorrele,
i municipal, urna casa
jara pagamento de di-
passagem da
i, com boas salas, t
ho no fondo, e bas-
i.se alusa o bem conhe-
rn casas eslrange-
el, cozinba e com-
mgomniada.
loja, se dir a pessoa
e engommar com
ir eslrangeiro que
(O
ilronle a igreja do mesmo
oa casa de vivenda,
nuilts frucleiras :
ie.de tlchoa em ca-
a Jnior, que lam-
ia praca.ou vende.
^^t coral, rheuma-
!a falla, do
Cephalajgia
i \..: dores, ludo
'orne- genrico
cnv rboitiu ve-
rego de
^^palam a sen-
ra, e os
graca paraos
^^^Bmaa at
^^^^^^^Ruodo
iidgero
hazam de Bar-
Sre n. 4.
I trato :-tja coclieira da
* penliores de prala c
se dir quem d. Na
pa canoa de 500 UJoa
ArrematacaoMe propriedades do recollii-
mento de Iguarass.
O abaixo assigoado, como procurador e adminis-
trador do patrimonio do recolhirnenlo das freirs do
SS. Coracao deJesus da villa 'de Iguarass, faz sa-
ber que no dia 27 de marca prximo seguinle
lem de ser arrematados por venda em praea do jui-
zo do civel da primeira vara da ridade do Recite, 2
sitios de '.erras, silos na freguezia daquella villa sen-
do primeiro denominado Pilanca, da extensao de
legua em quadro, como se mostrar da escriplura
com urna pequea casa' nuva de taina e telha, cujo
terreno enserra ptimas qualidades e ofcrece a vanla-
gem de se poder levantar engenho em alto poni pois
quel em haixas extensas para cannns.rio de excellenle
agua, grande.cercado para animaes, bous altas para
roca, tambem mallas para o fabrico do engenho c al
Cara se veoder madeira constantemente, e serrar la-
nas, e demais est na distancia de 2 leguas de villa
onde ha ptimo porto de embarqoe. alero das de-
mais commodidades da vida. O segundo silio, conde-
cido por Tabalinca das freirs, he silo cima da po-
voacaodeTabalinca.meia legua distante da villa; lenv
casa do vivenda na heira da estrada real para Goian-
na, corlada pelo ro Tabalinga de linissima agua,
com ptimas bailas para canoa e capim, os altos fer-
lilissimos para ro^a, milho. feijao, lambem com bel-
lo cerpado para criar vaccas para vender-se leile na
villa como secostuma. O primeiro foi avaliado judi-
cialmente em 10:0005000, e o segundo 1:0009000,
polos avaliadores o Illms. Srs. coronel Manuel Tho-
rnar. Kodricues Campello, o capilao Manoel Caval-
caoli de Albuquerque Lins proprietarios dos enge-
nhos Cumbc eMussupinho, para cuja venda obli-
veram as recolhidas, licenca imperial. Quem pois os
quizer arrematar compareca por si ou seus procura-
dores no indicado dia : e se antecedentemente os
quizerem ver e percorrer dirijam-sc a villa de Igua-
rass a fallar com o ahaixo assignado, ou o capilo
Francisco das Cha'gas Cernir Duro, e o escrivo
Adolpho Manoel Camello de Mello e Araujo que
apresenlar'o as cscripluras e com ellas moslrarao os
sitios. Recite 13 de fevereirode 1854.O padre Flo-
rencio Xavier Das de Albuquerque.
INSTITU1CO FRANCEZA.
A Divina Providencia cujos designios sao impene-
traveis,, lendo aparlado-me por lempo limitado do
circulo de minha infancia,nao me dispensou das obri-
gsOes inhcrenlM ao carcter augusto do sacerdole,
deque eslou revestido, lima das'priucipaes obrgv
^oes do sacerdole be instruir os puyos, segundo eslas
palavras de Chrislo.Euntcs doule omnet gentes.
l)esejando pois correspon i importante missao divina' qoe me foi confiada, cu
me dedienrei todoinleiro. em urna Ierra eslranha, a
educado da mocidade. Esla carreira to dillir.il e
tao penosa, quando se quer cumprir concenciosa-
Biente lodos os deveres que ellaimpoe, lem oceupa-
do a maior parle de minha vida. Apenas sabido das
aulas fui mandado a diflerentes esta beleci roen tos de
Franca para exercer o cargo de professor, e Uve a
fortuna de alcancar bous resollados. Ohrigado pela
necessidade a lular contra as difllculdades que a cada
passo se olferecem no exercicio do ensino, solicito a
confianza dos paes de familias que quizerem encar-
regar-m'e da inleira educacao de seus lillius, queem-
pregarei lodos os meus esforcos para iaslificar.
A capital desta provincia possae j;i no seu seio prp-
fessores nolaf eis por seu saber; seria pois dillicil jun-
tar alguma cousa nova ao saber de seus discpulos ;
eo ro'eu desejose limita, a achar alumnos que ve-
nham co loda fra tecza, senpur isso osdislrahirdo esludo do
rico idioma nacional.. Desejo ler alumnos, mas que-
ro que sejam estudiosos, sendo o meo fim inslrui-los
na bella ingu4franreza,quc "ies dve abrir o cami-
nlio para as arles liberaes. O annunciantepadre
Besse reside no convenio de S. Francisco, onde pode
ser procurado das 6 horas da roanha, as 6 da larde,
para o fim a qoe se propoe.
Obras de ouro as niais mpdernas.
Na ra doCbug, confronte ao paleo da matriz,
loja nova de ourives n. II, de Saraphim & Irmo,
ffaoquease constantemente ao publico em geral uro
grande sortimento de obras de ouro de diflerentes
gostos e presos muilo commodos; conlinua-se a pas-
tar urna conta comresponsabilidade de toda obra que
fr vendida, especificando-se a qualidaile do ouro de
1 i ou 18 qVilales, fleando assim sujeitos os donos da
dita loja por qualquer duvidajqucr apparecer.
Roga-secncorecidamenie a pessoa que compron
a9 seguinles pecas de ouro : duas vernicas de S.
Joio, umaguiuha, urna* moed, (libra esterlina), e
um par de clcheles, ludo on smenle as pecas miu-
dat, ou a moeda sem asuutras pecas, que dirija-se i
ra das Flores n. 23t a negocio que Ihe diz respeilo.
Afanca-se a essa pessoa que iieuhum prejuizosof-
frer relativo a compra que fez, se vier com esle cha-
mado cata indicada. I)-se por oraemslgaal, que
os referidosohjeclos foram vendidos por um atraale
no dia 22 de fevireirn prximo passdo.
A pessoa que precisar de ama ama, chegada lia
ponco da Matriz da Varzea, que sabe cozinbar, en-
gomroar e fazer (odas as qualtdades.de doce, prefe-
rindo-se casa de hornero solleiro, e adverlindo-se que
so faz o servido de casa e ,n3o para comprar, dirija-se
ra da Assumpco n. (ii.
l'recisa-se de qualro fabricantes de charutos
de tres pordous: na fabrica da ra dellorlasn. 1,
paga-se bem.
Aluga-se urna casa de dous andares no'liairro
de Sanio Antonio c Boa-Vista, ou de um andar e so-
lOo, queseja decente e tenha suflicienles commodos
para grande familia : quem a tiver annuncie, ou di-
rija-se Soledade, silio dos qualio lees^ que achara
com quem Iralar,' a qualquer hora do dia.
Offerece-se um rapaz de 17 a 18 annos para
caixeiro^e taberna, da qual (ero algutna pralica, ou
para qualquer eslabelecimeuto : a fallar na ruado
Santo Amaro n. 8, laberria.
Joaquim Vieira de Barros retira-se para fra
do imperio a tratar de suasaude. e de prsenle mora
na travessa da Madre de Ueos, segundo andar da ca-
sa n. 10.
ha sempre um grande sortimento dos seguinles ob-
jcclos de mechanismos proprios para engenbos, a sa-
ber : inoendas e meias moendas da mais moderna
conslruccao ; laixas de ferro fundida e balido, de
supeejor qualidade, e de todos os lamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaes. de lodas as propor-
cees ; crivos boceas de fomallia c registros de boei- ~ ennMe superior lare.io em sacras mu..o
ro.aguilhes.bronzesparafusosecavilhes, moinbos 't'f '.P^ Pf.^ Sl'*l!"..ra* d0 Arao"
de mandioca, ele. etc.
IU IESI.11YMW
se execulam todas as.cncominendas-com a superiori-
dade j condecida, e com a devia presteza e cummo-
didade em prejo.
O ahaixo assignado, com taberna no aterro da
Boa-Vista n. 49, faz ver aos seus credores, que ten-
do sido execuladn por JoSo Evangelista da Costa e
Silva, pela quaulia de 22&.O0, e reconheceudn aos
mais credores o mesmo direilo de embolso, resolveu.
fechar amesma por alcuns das al que se realiseo
negocio que est para effectuar, relativo venda da
mesroa,' para mais depressa faz-los embolsar de seus
dbiles.Antonio de Almeida Brandao e Sunza.
Val novmente a praca pelo juizo de orphaos,
no dia 23 do corrente. a renda da casa de um andar
n. 1(1, sita na ra das Cruzcs desta cidade, a reque-
rimcnlo de Antonio Baptista Kibciro de Faria, tutor
da orplia Anna Baptista.
No dia lo do correnlc mez de marco de 1854.
desapptreceu a escrava Josepha, crioula, de cor pre-
la, moca, cara redonda, bonita, nao be gorda nem
milito magra, oreihas pequeas,.maos e pes bem fei-,
tos, bem fallante, altura regular, lem dous denles da
frenle querendo apodrecer, tero ma costura grande
de um tumor que levedebaixo dobrajo direilo quasi
junto an subaco, sabio com vestido de cassa branca
coro palmas roase panno da Costa novo com mata-
mes brancos, traz argolas lisas, pequeas, de ouro,'
as oreihas: quema pegar, leve-a ao pateo deS1. Pe-
dro do Recife, casa n. 20, quesera recompensado.
Manoel Jos Lopes faz scienlo ao respeilavel
publico, que o Sr, Mximo dTrindade Moura, des-
de odia 19 de marco do corrente anno,deixuu de ser
seu caixeirn.
^^^^^Htlhrns seguinles:
i, Saloslius. Vir-
^rom Saluslii, Hislory o Rom
^^^H^aria ( por Bmardino),
ColletOf na ra do Collegio n. 8.
Vende-sum terreno rom 100 palmos do frenle
r- mais de 600 de finido, no mellior lugar da Ponte de
Uchoa, por ser. dn lado do rio, com caes j feilo :
oaem o pretender, queira enleoder-se na ra do
Queimado n. 10, loja.
Vende-senm carro(coup) de rpnilo bom goslo e
novo, urna rica parelda de cavallos muilo mansos 8.
haslanles sordos, dous pequeos cavallos pitra meni-
nos : para ver c ajuslar na ra Nova, coclteira por
baixo da cmara.
Adiam-se venda na loja de livros n. 16, no
paleo do Collegio, retratos, do Exm. e Rvm. Sr. ar-
cebispo da Babia.
Vendem-se 4 escravos, sendo. 1 mulato de 20
annos, 1 prefo de 40, 1 molequede 17, 1 preta de 22.
boa engommadeira e lavadeira e 30 Iraves de pao
d'areo de 40 palmos de comprido c palmo e torno de
trossura : quem pretender, procure na roa larga do
Rosario n.2.
Vend-sc urna excellenle casa e silio, na Ca-
punga, lugar denominado Campo Alcsre, lendoo si-
lio 100 palmos de frente e 500 de fundo; quem o
prelender, dirija-se ra do Vicario n. 31.
Vende-scsaldo Ass, a bordo dnlile Ang-
lica : a Iralar na ra da Cadeia do Recife n. 49,
primeiro andar."
Vende-te superior farelln em saccm muilo gran-
8,o por preco commodo : na ra do Amoriin n.
48, armazem de Paulo & Sanios.
Vendem-se missaes romanos, muito bem enra-
dernados, e da ultima ediccao ; urna flaula de bano
com ochaves, oapparelbada'de prala. e o iiielhodo
completo para flauta por T. Berbiguier : na ra do
Encanlameuio.arnia7.emn.il I.
Vendem-se as casas terreas n. 68 e 106 da roa
das Cinco Ponas; n. 67 da ra do Jardiro; n. 72 da
de Sania Hila; e n. 81 da ra Vclda : na ra Direi-
la n. 40. segundo andar, '
Farinha de mandioca.
Vendem-se saccasgrandcscom superior fa-
rinda de mandiori, por irero commodo : na
na do Amorim n. 54, armazem da Machado
& Piriheiro, ou a Iralar na ra do Vicario n.
19, segundo andar, escriplorio dos-mesmos. *j
Vende-se sal do As, a bordo do
brigue Conceicao, undeado deonte
do Forte do Xlattos : a tratar a bordo com
ochpitao do mesmo, ou no escriptorio de
Manoel Alves Guerra Jnnior, na ra do
Trapiche n. 14.
a ca
lem
Vendem-se dous bracos de batanea
do autor Romap & Crimpanhia, proprio
para ai-mazem de assucar ou padaria : na
ra da. Cruz do Recife, loja de cera do Sr.

eouroe prala, mais
luer onlra parle:
i 18 e 20i
^^^^^^Bbs francezes
ruis elegante que
^^H -as qualidades por me-
nos preco que em outra parte : na rira da Cadeia do
Recife, n. 17.
. Ao barajo
Na loja de Guimares & Henrques: ra do Cretpb
n.5, vendem-se lencos de canAraia fina e de pltro
linho, pelo barato prec.o de 5 e 450O a duzia, sendo
cada duzia em ama caixinhacom lindas estampas.
OS EXCELLENTES SJ.LIA1F.S DEBOLONHA,
recenlemcnte chegadosde Genova,vendem-se apreco
razoavel : na ra da Cadeia do Recile n-. 23.
Vendem-se pianos fortes de superior qualida
de, fabricados pelo melhor autor hamburgoez ; na
na da Cruz n. 4.
Sepoiito da fnbrica de Todos os Santos a Baha.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber &C, na ra
da Cruz1 n. 4, algodaO Iran^ado d'a'quella fabrica,
muito proprio para saceos de assucar e roupa de es-
cravos, por preco commodo.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender, chegado de Lisboa presenlemente pela
barca Olimpia, o s.-cninle: saccas de faello muilo
novo, cera em grume e em velas com bm sorli-
menlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pe.lra. novissima.
Vendem-se em casa de Me. Calmont & v'Com-
panhin. na praca do C.orpo Santn. 11, o segrinte:
vinbo deMarseilleom caixas de 3 a 6 du/.ias, lindas
em novellos ecarreteis, breu em barricas mWib
grandes, a AGENCIA .
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelccimento continua a ha-,
ver um; completo sortimento de moen-
das e metas inoendas part engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas tie ierro batido
e coado, de\todos os tamauhos, para
dito. .
AOS SENHOllES DE ENGENHO.
O arcano da nvencao' do Dn Eduar-
do Stolle em Berln, empregad ^nas co-
VINHO DA FIGCEIRA.
Vendem-se barris 'de quinto de vinho da ligueira:
no armazem de Tasto IrrriSos.
Na ra do Trapiche n. 14, primeiro andar
vende-te o seguinle :pasta delyrio floren lino o
mellior artigo qoe se-condece parstimpar ot denles,
branqoece-os forlicar as gengivas, deixando boro
W
lustre; agua de perolas, eifemagiceeoroelicopari
mo a linlora Imperial do Dr. Brewo, esta prej*
cao faz os cabellos ruivot no brancos.com i
id_
presos commodos.
Taixas para engenho-
Na fundicao' de ferro de i). W.
iBowmann, na ra do Brum, paswn-
do o chafariz contina~ haver um
completo sortimento de taixas de ferro
mdido e batido de 5 a 8 palmo* de
bocea, as quaes acham-se a yenda, por
prero commodo. e com promptidao' :
embarcam-se pu carregam-e em carro
sem despeza ao comprador.
Moinhosde vento
'ombombasderepuxopara regar hortase baixas
de capim, na fundicao de D.W. Bowman:na ra
doBrum ns.-6. 8el0.
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barris de 4'., 5. e 8.: no armazem da ra
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapichen. 34.
rillia deBristol, el
Eis-aqui
ereveram ao Dr. BrisW
e que se acha em nos
m obter,(a-
P.' Sands es-
Padaria.
Vende-se urna padaria muito afreguezada: a tratar
com Tasso & Irinaos.
Aos senbores de engenho.
lerlorcs oscuros de alodo a 800 rs., ditot mui-
to grarVdes e encorpados a 19400: na ra do Crespo,
loja da eVouina que volla para a,Cadeia.
Vi^*l-se farinha de mandioca mui-
Ficam s ordea
l.eA antiguidade da
claramente provadi. poi|
eque adeSandt s ap|
qual este droguista n"
Brlslol.
2.Anperi
he incoutestavel:
rencia da de San<
paraces, ella tero man ti
si toda a Amerioo. ^^^
At numerosas experiencias
salsa parrilha em todas as 0
pela impureza dosangue, eo
la corle pelo Illm. 'r. DrJ
academia imperial de uM^^^|
Dr. Antonio Jos Peiwtownso
afamada casa de saude/na Gaml
Dr. Saturnino de Oliveira,
por varios oulros mpdicos,
clamar altamente as virtudes I
rilda de Britlol vende-se a
O deposito desta salsa
frauceza da ra da Cruz, em
BO ARMAZEM DEC
rs. <* ra
COMPRAS.
gran-
tO do
de 10
mpre-
casa de
da
na ra
Coropra-se um sellim inglcz. ou destes, feilos na
Ierra, com. seus perlences. queseja bom. e com pouco
uso : na ra da Madre de Dos, loja n. 7.
Compram-se duas vaccas paridas, novas c gor-
das, e qu dm bom leile f pagam-se bem : nos Afo-
lados, a fallar com b leneule-coronel Manoel Joa-
quim.
Compr/i-se uoiasalva de prala j usada, que oc-
cupe 4 copos para agua : na ra eslreila do Rosario,
casa de ourives n. 7.
Compram-se ossos a peso : no ar-
mazem da Uuminacao, no caes do Ra-
mos, travessa do Carioca. i
Comnra-se nm prelo bolieiro e sapaleirp, qoe
seja moco e sem achaques, c sirva para lodo qual-
quer trabalho de urna casa ; quero liver. dirija-se ao
sobrado de um-andar n. 15, no pate da ribeira de
S.Jos; ou- loja n...., na ra largado Rosario, que
se dir quem precisa.'
VENDAS
Vende-se urna negra crioula, de bo-
nita figura, e com algumas habilidades ;
ou mesmo troca-se por alguma casa ter-
'rea, e o motivo da venda se dir'ao com-
prador : na ra de Santa Thereza n. 54,
se achara' com quem tratar.
Pannos Irnos e casemiras.
Vende-se panno lino prelo superior a 2>800, jOOO,
4500, SfiOOO, 6S000e 7SO00 rs. o covado, dito azul,
proprio para fardas de guarda nacional a 3#000rs. o
covado, dito muito superior a 59000 rs. o covado,
casemira preta, franceza, muilo elstica a 65500, 7jj.
8000, lOJOOO e 12JJO00 rs. o corle, dita de cores a
300Q e 53000 rs. o corle, merino prelo muilo fino a
33000 rs. o covado, alpacas de cores a 800 rs. o co-
vado, dita preta muilo fina a 600, 720, 800, 1*000,
e I52OO o covado : na ra Nova, loja de fazendas n.
16, de Jos Luiz Perpira & Filho.
Palitosfrancezes.
Vendem-se palitos francezes de brim de cores e
brancos, de brelanha, a 39000 e 4*000 rs., dilos de
alpaca prcla e de cores a 85000 e 105000 rs., dilos de
anno lino muilo bem acabadot e da ultima moda a
B5000.183000 e 205000 rs. : na ra Nova, loja de
fazendas n. 16,' de Jos Lo'rz Pereira & Filho.
DISTO NEM SEMPRE APPARECE.
Chapeos de seda para senhoras, com alguns defei-
tos, para as mocas curiosas enfeita-lo de novo : ven-
dem-se a 15500,25000. 39000, e 49000 rs., ha tam-
bem um muilo perfeilo por 75000 rs.: na ra Nova
n. 42.
Na na do Queimado n. 55, vende-se urna pre-
ta moca.
Vende-se na liberna de'Joao Baptista dos Sari-
tos Lobo, travessa do arsenal de guerra n. 1 A, mi-
lho em saccas, arroz de casca, dito pilado e palha de
carnauba,' ludo pelo mais barato preco do que em ou-
tra qualquer parle.
Vende-se muito barato um porlao de ferro, fei-
lo na Inglaterra, proprio para qualquer sitio : quem
o quizer comprar, pode ve- lo 110 sitio denominado
Cordeiro cm.Sanl'Anna, que foi do finado commen-
dadnr Antonio da Silva, junio a casa da beira'do rio:
a Iralar na rna do Vigario n. 7.
Bracos de balanca llomo & Compa-
nhia,
chegados diurnamente de Lisboa pelo brigue portu-
guez Tarujo Primeiro, proprios para balcao, c por
preso commodo : na ra do Amorim 11. 54, armazem
de Machado & Vinheiro, ou a Iralar na-rua do Viga-
rio n. 19, secundo andilr, escriptorio dos mesmos.
Cera em velas.
Vende-se cera em velas, fabricadas em Lis-
* boa,em caixas de 100 e 50 libras, c por prejo ~
;-3 o mais barato dn que em oulra qualquer par- C-;
@ te : na ra do Vigario n. 19. segundo andar, Q
m escriplorio de Machado & I'iiilieirn. 3
@)@|S:S>
OTAS DO SERTAO.
.Vendem-se baralo c muilo frescaes ovas do serbio:
na ra do Queimado n. 14.
n Vende-se a taberna da ra estreit
do Rosario n. 10( bem afregue/.ada para
a trra, e compoucos fundos, e fa/.-se van-
tagem ao comprador: quema pretender,
dirija-se ao armazem confronte a Madre
de Dos n. 22.
- O 39 A.
Vinte e lanas qualidades. i
De boliahns para'ch ,
Confronte ao Rosario
Numero Irinlac nove A.
Amendoas e cdocolalc,
l'aslilhas e con feilos.
Doces de qualidades
Caisinhas com enfeiles.
Biscoilos etlrangeros,
v Juntamente nacionaes
A'visla dosfreguezes
1 Se moslrm cousas mais.
DEPOSITO DE CVLErOTASSL
Na na de Apollo, armazem de lieal
Reis, contina ater superior e verdaq,eira j
potassa da Russia e da America, as^mco-
mo cal em pedra chegada no ultimo na-!
vio* cujos barris contm o peso) liquido:
dequatro arrobas, tudo a precoA'azoavel.
Redes acolchoada/i,
brancas e de cores de um t.panndi, muilo grandes e
de bqm goslo : vendem-se na rua|do Crespo, loja da
esquina que volla para 1 cadeia,(
@e@@ @^@*
@ Os mais ricos e mais modlernos chapeos de
$ seda e do palha para senhqtras, se enconlram >
@ sempre na loja de modas/de madainc Millo-
,@ chau, no aterro da Boa-Vjfslan. 1, por uro pre-
gi ro mais razoavel do qudj ero oulra qualquer @
Parlc-
to supern
mente :
nhiro, na
tratar no esc
do Vigarion._.
Na ruada Cadeii..
Deane Youli
e chegada recnte-
le Machar. & Pi-
5 ou a
a ra
Ion tas inglezas e I ollandezas,
de vantagem pata o melhor
assucar, acha-se a yenda, em L
libras, junto com o. mctliod o
ga-lo no idioma portuguez, era
. O. Bieber & Companhia
Cruz, n. 4. <
SANAS:
SALSA PABRILHA.
Vicente Jos de Brilo, nico agenle cm Pernam-
buco de B. J. D. Sands, chimico americano, faz pu-
blico que tcm chegado a esla praca urna grande por-
co de frascos de salsa parrilha de Sands, que silo
verdadeiramenle falsificados, e preparados no Bio
de Janeiro, pelo que se devem acaullar os consu-
midores de lAo precioso lalsman, de cahir ncsle
engao, lomando as funestas coosequencias que
sempre costumam Ira/.cr ospedicamenlos fals'ficar,
dos elaborados pela mao dabuelles, que ante' illm
seus interesses aos males e estragos da Human!, .adW-
l'orlanlo pede, para que o publico se possa liyrar
desla fraude e distingue a veradeira sals^^rrilha
chega-
vende-se um carro amern
vislona cocheira de Poirrier.
ua-
9r. Deposito de vinho d.
f) pagne Cliateau-Ay, prim\ Jra
rft fidade, de propriedade do cy^j-,
q. de Mareuil, ra da Cruzi do g.
cife n. 20: este vinho, jo meltor
PT de toda a champagne vendL
se a 36$000 es. cada caixa, acl*a_
se imicamente em casa de L. ^^
comteFeron ^Companhia. N. B.
A^/aixassV ^margadas a fogo
"Conde de Marcuii e os rtulos]
das garrafas sao azues.,
de Sands da falsificada e recen
da ; o annunciante fa ver que
de nicamente emsua botica, 1
do Recife n. 61 ; e, alero dj||(
panda cada frasco, lem ernT^
seu nome impresso, e se a-
nuscripio sobre o invollO;
fracos.
nenie a(,ui
verdajjstira se ven-
ruaida Conceicao
"mtrio que acoro-
a primeira pagina
sua firma em ma-
impresso ,do mesmo
Vendm-serelpgios de ouro, pa
ten-te inglez,.pcjr. commodo pre-
co: n ra' d^Truz. n. 20, casa de
L. Leconte^. eron & Companliia.
$
I
nalalnho, que dizser
10 torrente: quem fr
lie se interetse, procu-
dando 05 slgnaes cer-
n obras de ca-
no sejam **s seguinles :
icelins, carones,
i-tea roa estrella
a pessoa, em po,
ts amostras de bi_
de quatro.
ilregur na
la mesmas causa
\a por
Macia Fer-
Precita-se de um pequeo para catzeiro de la-
de 12 a 10 annos, prefere-se dos chegados
ullffirenle do Porto : a Iralar na ra da Senzalla
Nova nS
PrecisSe de urna ama para casa de pequea
familia, poroiljue t^t cuidadosa e enlenda deto-
do o servico neces^srio delima casa : na ra do Hos-
picio n. 34.
GRATIFICAfJA
1 Nfio tendo sido encontrados na casa on-
de residia o tinado Fernando Antonio Fi-
di, quando pelo juio de ausentes detes
termo se fez o respectivo sequestro e in-
ventario dos bens do mesmo finado, final-
mente em fl do corrente, os objectos
abaixo declarados, os qnaes s sane, con-
servava o fallecido, o sQo milo conheci-
^f* dos ; ehuvendo-seprocedido a diversas in-
dagacois que nerliuin bom resultado pro-
dti/iain, e. antes cunfirmain a presump-
cao de q>'e "* referidos objectos foram
subtraliidos.nu occasio em que por cansa
do -infeliz successo que poz termo aos das
esuio Fidie em 20 do mez pausado,
o a sua casa gente de diverjas, condi-
l^aes; avisa-ce a todos os seribores ourives e
a quem possam ser fieici-
ntados esses objectos, de os.
ou declrarem na ra do Tra-
6,'ao.cnsul de S-'M. Fide-
I estfio lioje entregues os
1 virtude da le. Bu cci-
ctjm .i 1 (iiiii
em llies apresenlar
er certeza
etedeou-
los; o
Vendem-se duas canoas em bom uso, que cr
regam de 700 a 800 lijlos : a .fallar ao lenle- coro-
nel Manoel Joaquim, nos Afogados. '
Vendem-se duas vaccas recientemen-
te paridas, bem como doiis Jasaes tf.'pa-
voes, dous ditos de gaese verdadeiros,
alguns mutuns,. jacus/eoutras.aves de
penna : na.chacara d na do Hospicio,
habitada actualmepnc pelo "general Seara.
Vender alpis7a 1-iOrs. a libra, vinho velho
engarrafado a 500 iV, manleiga ingleza ny.i a 720 a
libra, queijos a l!ttK)0, e oulros- mullos gneros por
menos. prero dnftjac ero oulra qualquer parle: na
ra de Horlayf taberna n. 31.
VeojUpsc um escravo de bonila figura, de na-
' l^cm prelender, dirija-se a ra do Passeio Pu-
ojan.7. t ...
tVendc-so um excellenle cavallo com lodos os
andar s, por prejo commodo. por eslar alguma cou-
sa descarnado : na ra do Crespo esquina que volla
para a -adeia.
_ N^rua do I.ivramento n. 27, vendem-se vig-
simos da 1 'olera de Nossa Sendera do Lis ramelo.
"* LiquidacSo.
As fazenda s da luja do ausente Joao Antonio de
Afaujo estilo venda na loja da eslreila. ra do Ouei-
inailn 11. 7, e (sto-se trocando por sed ti las i visla,
niinsupor inelta.i. jn eu valor, como abaixo se v :
pees de chin conr.18cov.ldos a ii00, dilas dila en-
trefina a SSIIOC-trs., ditas dila mulo lina a I^SBU, ite-
ras tic algodaoi*ntu) a ISfiOO e 2)000 rs., ditas de ma-
dapoln tino e I'argo a :19S00, rambraias organd/, a
480 a vara, casi as chilas a 2i0, cdilas franre/as muilo
larcas a 200rs. o covado, dilas Inglezas a 120 e IO,
dilas ditas em rclalhos (levando o que liver o rela-
llio) a 100 e 12i ) o covado, meias casemiras de algo-
dao para calca a o'iO e 300 rs. o covado, nielas creas
para hnmeni a 120 o par, lencos de cambraia para
milo a 120, dli 1S ,|ia enm bico'a roda a 180, diales
de !a muito s raudes a 11)000 rs., dilos de dila mais
.pequeos a 3? 0 e O'iO.c nutras militas fazendas, que
s com a visla os freguezes podero roiihecer os di-
minutos jirej- ns por que se cslo vendendo ; cheyuem
freguezes, ar.ies que se arabem.
i Fruas novas.
Na ra r^irca .do Rosario 11. 11, vondem-se line-
las corft peficegos, damascos, peras c ameias, e lalas
com biscoil ip8 d0 principe Alberto e de mais autores,
bolaehinhJ l( de soda e nozes a 120 rs a libra, conser-
vas, agua j je flor de laranja, amendoas, ervildas, ce-
vdinda df, franca, caslandas muilo novas, c oulros
: muilos obj ,eclos : vende-so ludo em conta.
Vjendem-se .em casa'deTiun Mou-
v'yinassa, na praca do Corpo Santo
Venderse sola boaK'm pequeas e .grandes par-
tidas, cera de carnauKa primeira surte, pellos de ca-
bra de diversos prec;o'j,esleiras de palha do carnauba
e pennat de orna: 11 ra da Cadeia do Recife n. 49,
primeiro andar. *('
Veride-se felo lavra'do, de moilo bom
goslo, para v?f 29800 o covado: na ra do
Crespo, loja qoe volta para a cadeia.
Carnauba.
Ve _m-s*cas^_-irye'oiii superior velas de cera de
car' jaha pura, fabricadas no Aracaty, e por coromo-
(l preco; na roa da Crnz, armazem de couros c sola
' Cera de carnauba.
' Vende-se em porreo e a retal lio : na ra da Crnz,
armazem de couros e sola n. 15,
Cortes de cjjita baratos c.bons.
Vendem-se corles de vestido de. chila de
@ barra, edr fixa, osquacs se lem vendido por
@ 2">00 cada corle; vendem-se agora pelo mui-
lo baralo prer;o de 23000 rs.; islo para aca-
bar: na loja do sobrado amarello. nos quatro @
cautos da ra do Queimado n['2.
g!^ @
Agencia da Edwln Maw,
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Calmon
& Companhia, acha-se conslanlemcnte bons sorti-
m'entos de taixas de ferro cnado e balido, lano ra-
sa como fundas, moendas incliras lodas de ferro pa-
ra animaes, agoa, etc.,dilas para a rmar em madei-
ra de lodosos lamanhose modelos osihaismodernos,
machina liorisonlal para vapor com for^a de
i cavallos, cucos, passadeiras' de ferro eslandado
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, esco vens para navios, ferro da Suecia, e fo-
lhas de (landres ; tudo por barato prcc,o.
Na i-ua do' Vigario n. 19,* primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas/para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrillias, valsas, redqwas, schc-
Slticfces,, modinhas, tudo modernissimo ,
|| chegado do Rio de Janeiro.
Charutos de Havana.
Vendem-se verdadeiros charutos de Havana por
preco muilo commado': na ruada Cruz, armazem
POTASSA E CAL.
Vende-se potassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo por, preco mais commodo que 'em
outra qualquer parte : na na do Trapi-
chen. 13, armazem de Bastos Irmaos.
Com toque de avaria. (
Madapolo largo a 3200 a pesa: na ra do Cres-
po, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Milita attencao.
Cassas de qufidros muilo largas com 12 jardas a
2>100 a peca, corles de ganga qmarella de quadros
moito lindos a 19300, corles de vestido de cambraia
de cor com 6 1|2 varas, muilo larga, a 2)800, dilos
com 1i2 varas a 39000 rs., cortes -de meixasemira
para caira a 39000 rs., e mitras muitas fazeudas por
preco commodo : na ra do Crespo, loja da esquina
que volta para a Cadeia.
PARAAQUARESMA.
Um .lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas de todas as qualidades.
Panno fino prelo a 39000, 39200, 49OO,-5500 e
69000rt.,dilo azuta29800. 39200 e 49000 rs., dito-
verde a 29800, 39600, 45O0 e 5*000 rs. o covado,
casemira prela entestada a 59500 o curte, dita frau-
ceza muito fina e elstica a 79500,8*000 e 99000 rs.,
selim prelo macan muilo superior a 3S200, 49000 e
59500o covado, merino prelo muilo bom a 39200 o
covado, sarja" preta muito boa a 29000 rs. o covado.
dila bespanhc la a 29600 o covado, vo pretotde fil
de linho, lavr ados. muilo grandes, fil prelo lavrado
a 480 a vara, i' nutras muitas fazenda de bom goslo;
na ra do Cre spo, loja da esquina que volla para a
Cadei .
Ilor com quatro pequeos brilhantese
"a esmeralda no centro ; 1 atacador de
ira casaca com um camafeu (ino.
m gurlter, i precisa-s altigar urna anta forra ou captiva,
ao p da qoe faca o setvico e compre : na ra larga do Rosa-
I rio n. 33. seaundo andar.
i seguinles objectos: obras de ou-
sejam : adereces, meios adere-
iras, anneis,oorrentes, rosetas,
etc., tuo chegado no ultimo
Via ^Europa. Charutos da Havana
verdadeiii js, candieiros e casticaes, ara-
dos de fe to, vaquetas de lustre para co-
berta de ( "'ros.
Na ra da Cadeia do Recife n. 60, arma-
zem deHenrique Gibson,
vendem-se relogios de our de sabonete, de patente
inslez, da melhor qualidade, e fabricados em Lon-
d res, por preco commodo.
POTASSA.
No nnligo deposito da ra da Cadeia. do Recife ,
armazem n. 12, ha para vender uiiiilo nova polassa
da Russia, americana e drasilera, em (quenos bar-
ris de 4 arrullas; a boa qualidade e piecos mais ba-
ratos do que em oulra qualquer parle, se alliaiicam
aos. que precisarem comprar. No mesmo deposito
tambem ha barris com cal de Lisboa cm pedra, pr-
ximamente chegados.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
lha de Sands: na botica franceza, da ra
da Cruz, em frenle uo chafariz.
FARINHA DE TRIESTE
Primeira qualidade.
Tasso Irmos avisam aos seus fregueses, que tem
para vender farinha de trigo chegada ltimamente
de Trieste, sendo a nica nova que daquella proce-
dencia exisle no mercado.
Vendem-se coberlorct de algodo grandes a CO
rs. e pequeos a 560 rs. : oa ra do Crespo nume-
ro 12.
Vendem-se 80 palmos de terreno com mijitos
arvoredt,' nalravessa da Soledade, que vai para a
Estancia, junio do sitio do Sr. Amaro do Barros Cor-
rea : quem os pretender, dirija-se a Jos Aniceto da
Silva, no niesmu tugar.
Para a qttaiesina.
Vende-se superior sarja prela liesp.inhola a 29000,
2200,2t<)0, 29600 e 298011 u covado, selim prelo
maro superior a 28100, 29600. 39000. 3500, 49000
e ."JOOO rs. o covado, ifleiaa pretas de seda para se-
nlioras aij^'iOO o par, e d-so as amostras de linio :
na ra Nova, foja u. 16, de Jo-* l.uz Pereira & Fi-'
Ido,
PO' TASSA BRAS1LEIRA. i
Vene le-se superior potassa, fa- ,
bricade i no Rio de Janeiro, che- (
S gada n centemente, recolnmen- i
^ da-se a os senbores de engenho os ^
JE seus bo ns el'ettos ja' esperimen-
w ta4os: na ra da,Cruz n. 20, ar-
w mazem de L. Leconte Feron & '
(0) Companhia.
Vend :m-se pregos americanos, em
barris, pro. prios para barricas de assu-
car, c alvai: ide dezinco, superior quali-
dade, por p recos commodos: na na do
Trapiche No vo n. 16.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundir ao' d'Aurora em Santo
Amaro, e ta mbcm no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e defron-
te del Ai-senaA.' de .Marinha ha' sempre
um prande sortimento de taiclias lano
de lubrica na ciohal como estraiigeira,
batidas, ll'unc'idas, glandes, pequeas,
razas, e funda .5 ; e em ambos os logares
evistem quind; istes, para, carregar ca-
noas, ou carro s livres de despeza. Os
precos sao' os mais commodos.
Vende-so omgra nile silio na estrada dos Afile-
los, quasi delrnnleda igreja, o qual lem muilas ar-
voret de truel.is, Ierra i de planlacoes, baixa para
capim. e casa de vive nda, com bstanles comino-
dos: quem o prelender dirija-se ao mesmo silio a
entoiider-se com o Sr. Aolonio Manoel de Moraes
Mesquila l'inieulel, on l rua do Crespo n. 13, no
escriplorio do padre Au touio da Cunda e l'iguei-
do.
Vende-se em casa de S. P. Jonh-
ton & Companhia, na rua da Senzala Nos
va n. 42.
Vinho do Porto, supe rior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Chei-y, em bar -is de quarto.
Sellins para" montara de homem e ise-
ijhota.
Vaquetas delustre para coberta de carros.
Relogios de tiro patcnl e ingle/..
-Vendem-seIonas .brinza O, lirio*e meias lo-
nas da Russia : no armazem Ue N. O, Bieber '&"
|7 '
Cunipaula, na rua da Cro*
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, te
venda a superior flanella para forro desellius, che-
gada recenlemenle da America.
Vendem-se licores de absyntho e
Kirsch em cai\as, assim como chocolate
francez da melhor qualidade que tem ap-
parecido, tudo chegado pelo ultimo navio
lsancez,- e por preco muito barato : na
rua da Cruz n. 2(i, primeiro andar.
Vende-se muito bom cafe' de pri-
"meira.qualidade, em saccas, como tam-
bem fardos de fumo da melhor qualidade
possivel para charutos,' chegados ltima-
mente da Sabia, e por preco muito em
conta ; assim como urna porcao 'de caixas
de charutos, por preco baratissimo, qne
he para se inalisar contas :. na rua da
Cruz n. 26, primeiro andar.
Vende-se um bom escravo, de idade 32 annos,
boro canoeiro, sem achaques, muilo proprio pare set-
vico de eugenho por Irabalhar bem de enxda, le-
vantar paredes e la'itrilhos sem roeslre ; enlende lam-
bem da graduaco do calor de Torno para assar qual-
quer peca : na rna da Soledade, n arqueador do con-
sulado geral, informar o vendedor:
-<- Vende-se urft pequeo silio com casa de laipa,
em Ierras proprias, urna legua distante desla cidade:
quem prelende-!o, dirija-se a I.uiz Epifanio Mauri-
cio Wanderley, na travessa da Casa Forte para o Ar-
raal, ou ao aierro da Boa-Visla n. 34.'
Vende-se urna escrava crioula. de O anuos, op-
lima cozindeira e lavadeira, de boa conduela: na
rua de Horlas n. 60, se dir quem vende.*
Vende-se urna canoa aberta para familia, em
bom estado: a Iralar na rua Nova, loja de'Jos Ma-
ra da Cotia Carvalho.
Vende-se urna caiade msica com 6 peras :.a
tratar na rua Uireila, loja de calcado ti. 48.
Oleo delinhar; em botijas que re-
gulam dous e meio galoes : vende-se no
arnbzem de Manoel da Silva Santos, na
ruado Amorim n. 56 e 5cT.
Ven.lem-se peneiras de rame amarello do me-
lhor fabricante de Lisboa, e de um tamaito muilo
proprio pora padarias e refinar/es, as quaes se ven-
dem de 7 a 89OOO rs., preco esle muilo cm conta
visla da lioa qualidade: na roa Uireila n. 76. *
Attencao.
Na na do Queimado 11. 30, vende-se um negro de
nacjio, com elegante figura, sem achaques nem vicios,
muilo reforjado, proprio para Irabalhar no trafico de
assucar, ao que j esl habililado : quem quizor, di-
rija-se a casa indicada, loja, que ahi achara com
quem Iralar.
feijao.
No armazem do Sr. Guerra* defrunlc do trapiche
do algodao, lem para vender-se feijao mulatindo
muito novo, e em saccas grandes : a iralar ta rua da
Cruz n. 15, segundo andar.
Vende-se um complelo sorlimenlo'de fazendas
pretas, corno : panno lino prelo a 39000, 4S000-,
59000 e 69000, dito azut 39000, 49000 e 59000, ca-
semira' prela a 29500, selim prelo moilo superior ,
:O00 e 49OOO o covado, tarja preta liespandola 28 e
2550O rs., selim lavrado proprio para vestidos de se-
nhora a 29600,ullas mais fazendas de muitasqua-
lidadet, por preco commodoTmt rua do Crespo loja
n.6.
Vendem-se cobertores brancos de algodao gran-
des, a 19440 ; ditos de salpico lamhem grandes, 1
18280, dilos de salpiccAde tapete, a 18400: na ma do
Crespo loja n. 6. .1
Caixas para rape.
Vepdem-se superiorescaixas para rap| tenas na ci-
dade de Nazaretd, pelo mellior fabricante deste ge-
nero naquella cidade, pelo diminuto preco de 19280 :
na. rua ao Crespo loja n. 6.
Pianos.
' Os amadores da msica acham conlinuadamcnle
ero cata de Brunu Praeger Companhia. rua da Cruz
n. 10, um grande sorlimenlo do pianos lories e forlet
pianot.de dillerenles modellos, boa conslruccao e bel-
las vozes, que vendem por mdicos prcros; assim co-
mo toda a qualidade de instrumentos para mutica.
Vinho Bordeaux.
' Brunn Praeger & Companhia, rua da Cruz ii^IO,
receberan ltimamente SI. Julien e M. margo!, em
caixas di urna duzia, que te reconimeudaiu por snas
boas qualidades.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Sanio Amaro' cha-se para vender ara-
dos de ferro de superior quahdade.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acha-se para-vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
modello e construccao muito superiores.
Couro de lustre
de boa qualidade;
oulra qualqu
Cruz 11. 10.
Obras de ouro,
ronio sejamjflftlerecos e meiosdilos, liraceleles. brin-
cos, alliuehC, doldes, anneis. correles para relogios,
ele. ele,/ornis moderno goslo : vendeni-se na rua
da Crui-i. 10, cosa de Brunu Praeger tS Companhia.
~~" ANTIGUIDADE E SPERIORIDADE
DA
SALSAPAfeRILHA DE BRISTOL
sobre
K SALSA PARR1LM DE SANDS.
Attencao'
A SALSA PARnit.lIA DE BRISTOC dala do*
de 1832, e lem cobslanlemenle maulido a sua re-
pularo sem neefessidade de recorrer a pomposos
aiinuncios, deqe as prcparacOosde mrito podem
dispensar-se. tr successo ^iln Dr. BKISTOI. tem
provocado infi#las invejas, e, eulre oulras, as dos
Srs. A". K. UTSanils, de New-Vork, preparadore-
e proprielajsda salsa parrilha ronhecida pelo nos
me de Sm .
Estes se ,hores solicilarara a anenciaae Salsa par-
E COMPANHIA; RUA DOTIfl
ha para vender o seguinte :
Oleo de lir}ara'^nata <4^H
Carn)agne, marca A. C
^' dos para mesas.
T etes de la para forro
r pos e calix de vidroordi
otmasdeolha de ferro,
fabrica de assucar-
Ac'de Milo sortido.
Carne davacca em.salmou
Lonas da Russia.
Lazarinas e clavinote*.
Papel de paquete, inglez.
Brim de Vela, da Russia-
Cabos de linho da Russia.
Cemento deHamburgo (npyo).
Relogios de ouro, patente ingle
Graxa ingleza de verniz paWy
reos para um e dous cavalk
^>lqs de prata e de **
Chicotes^ lampeSf]
Couros cfeVyiaj*! de 1;
Cabecadasp, \iotaril
Esporas de ai, prateado
M ILTOI
DR. P.A.LOBO Si
Vende-se a melhor de i
nomopatliiea XSf~ O NOVO
JAHR JSH Iraduzido em f
A. Lobo Hoscozo, conlendo um j
portanletexplicacOet sobre a aj ^
diela, ele, ele. pelo traductor : cadernados em dons
Diccionario dos termos det__
lomia, pharmacia, ele. pelo Di
nado '
Urna carteira de 24 medie
c.osde linduras indispensaveis
Dila de 36 ...
Dila, <'e 48 .
Urna de GOtuboscnm 6 frascos det
Dita de 144 com 6 ditos
.Cada carteira he acompanhada
das duas obras cima mencin
Orleiras de 24 tubas pequeos par
beira .......
Dilas de 48 dilos ......
Tobos avulsos de glbulos .
Frascos de "meiaonca de Imclura
Ha tambem para vender grande qaa
tubos de crystal muito fino, vatios e d* <
manilos.
A tuperioridide destes medicamentos
lodos reconhecida, e por isso dispe
N. B. Ossenhores que astignararo on c
obra do JAHR, antes de publicado o 4
dem mandar receber este, que ser enlreg
augmento depreco.
SALSA PARRILBA.
As numerosas experiencias feilas n
salsa parrilha em lodas as enfermidada
l>cla impureza d> sangue, e o
corle pelo Illm. Sr. Dr. Sigajid, i
demia imperial de medicina, peln
Antonio Jos Peixolo em sua clnica
mada rasa de saude ua Gamboa
Saturnino de Oliveira, medico i
rios oulros mdicos, permittem h
altamente as virtudes eOicazes da
SAXSA PARRILHA
BRISTOL.
ola.Cada garrafa coolcm du|
do, e a salsa parrilha de Brislol Ii
puramenle vegetal sem mercurio
O deposito desta salsa mu
franceza da rua da Gru, em
FDNblCAO' _
Na fundirSo d'Aurora act
completo sortimento de m*
d'alla como de baixa presago
approvados. 'lambem se aproa
cja d qualquer forma que se possa
maior presteza. Habis orociaes
para as.ir assentar, e os fati
costume afiancam o perfeito lr.ib.nlln
ponsahilitam por qualquer defeilo i
apparecer durante a primeira salra.
as de vapor construidas oeste es$al(
estado em constante servico nesla f
eal.16 annos, e apenas tem exigid
cantes reparos, e algumas al nenhuij
le, accrescendo que o consummo "J
mui inconsidcravel. Ossenl
e oulras quaesquer pessoa* que pr\
chinisroosdo respeilmanienle.cWivill
estabelecimento em Santo Am
ESCBAVOS FGIDOS.
___e^se por menos do que em
para liquidar coalas : na rua da
_ p,'o dit 16 do corrente desappart
por nome Julio, de nacao, iJadej
mais ou menos, feio, olhos muilo e
lirado de nma das virilhasj levou
curo, camisa de madapolSo, jaqut
lindo azul, desconfiare andar pelos
dado onde j lem sido pegado por ven
autoridades policiaet e capilaes d c
prchender e leva-Io rua do Cr
que volla para a eaoeia.
Boa grati(icac,ao.
Desappareeeu no da 15 de fevereir
sado, do lugar de Vertenles rn
ca do Limoeiro, om escravo, r
dre, de idade 22 ahnos, allura e
lem um sigual pequeo por buiv
denles limados, pes grossos; le\
de listras, chapeo de pello \elh
e rlavinnle, r levou em sua e. m|
tona de nome Joaquina da mesina '
ecurp regulares, denles limado
e amarrado, e da mesma'idade : por I
capilaes de campo e as autoridades, poli*
gares deSanln AnlSo c do Recife, e beiril
quer parle ilosul, para onde consta elle
queiram apprebendr o dilo cabr o leva-lo a se
ndor Anlonio Barlinza de Soiiza, mofador em Ver-
lenls, ou na rua do Queimado n. 7, loja da estrella.
de Gregorio & Silveira, quescrao generosaroenle re-
compensados.
Desapparefu nosfinsde fevr^
sado urna escrava de nom.
Culi, secca do corpo, Hfi anm"
mmenos, cozinba, lava e engot
he quilaiideira, lem urna peqoi
zello do podirelfo, e consta u
daTanella: quem apegar. Icro-a li*
lo, na rua Nova, q
Desappareci tad
um escravo ci
puuco mais ou ruc:
lanle curlus e can
manqtieja, com as paliu
a pelle que nao p.m ref ca-
misa e caira de gan.i zu
peo redondo de ai
com luupt e urna rede :
ca dp mesmo dirija-- (.-'^''1*
dezas de 4 por
compensado; esli
losjanuario Per
diba. Jos 4lvet

Perm.i-Tjr.

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