Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01845


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Full Text
ANNO XXX. N. 63.
*
f
i
Por 3 meies adiantados 4,000
Por 3 meses vencidos 4,500.
SEXTA FEiRA 17

354.
Por Ann adiao^^H
*Porle franco par;
\BRBGADOS DA SLBSCRlW:AO\
Recife, o proprielario M. F. do Faria; Rio de Ja-
Joao Pereira Martins; Bahia, o Sr. F.
M, or. Joaquim Bernardo de Men-
ta, o Sr. Jos Rodrigues da Cost; Na-
tal, o Sr. Joaquim Ignacio Pereira; Aracatv, o .Sr.
Braga; Ceara, o Sr. Victoriano
Maranhao, o Sr. Joaquim Marques
odrigues ; Para, o Sr. Justino JosaRamos.
CAMBIOS.
Sobre Londres 28 1/4 a 28 3/8 d. por 1500
Pars, 340 a 345 rs. por i f.
Lisboa, 05 porcento.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.
AccGcs do banco 10 O/o de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de ledras de 11 a 12 de rebate.
METAES, .
Ouro. ticas hespanholas. 28S5500 a 295OOO
Moedas de 69400 velhas. 169000
de 69400 novas. 169000
de 49000...... 99000
I'rala., Patacoes brasileiros ..... 19930
Pesos columnarios......19930
mexicanos......19800
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
Caruar, Bonito e Garanhuns nos das 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas feiras.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
. PREAMAR DE HOJK.
Primcira as C lioras e 54 minutos da manliaa.
Segunda as 7 llorase 18 minutos da Urde.
PASTE OFFICIAL.
HO DA PROVINCIA.
da 15 da mareo da 1854.
Exm. presidente da Baha, remcl-
a do alteres Bazilio Magno da Silva.
iu Exm. marechal cnmmandanle das ar-
ra fazer executar o aviso que remelle, por
inislerioda guerra de2l'rie fevcreirn ul-
ero segundo cadete do segundo bata-
llara, Julio Pompeo de Barros Lima,
ecimento de ter pago na recehedo-
rnas desla provincia a importancia
utos relativo a uceara registrada, que
lito llic foi concedida para esludar pre-
lo juiz relator da junta dejuslca, Irans-
.para serem relatados cm sessao da mesma
occisos verliaes dos soldados, Florencio
Manoel da Silva e Joao Baplista Pereira,
a companhia lija de cavalluria, e aqiielles do
Ihao de infanlaria.Parlicipou-sc ao Exm.
niarechal commandanle das armas.
' Ao chefe de polica." irdeirando-o de ha-
littido thesouraria de fatenda, alim de
Blando nos termos lgaos, a cnn|a ein du-
l despeza feita coro dous recrulasde mar-
p vieram do lermo de Flores. '
j^o mesmo, communicando que (ransmit-
iraria provincial para ser paga, estando
aes, a conla que S. me. remetleu das
lilas nos meces de Janeiro e fevereiro ul-
-o uslenlo dos presos pobres da cadeia de
o nm'mandanlc do presidio de Fernan-
Udar abonar diariaucnte ao sentenciado
iPle Magalhes mais urna raro, alm da
le 160 rs. que actualmente percebe.
e i thesouraria de fszenda.
Ao inspector d*|nj^yjjarinha, re-
WtpecaRrdemaocotnm"
ma,jpm. eiitregar ao director das
jura de calcar, que trouxe a seu
je Fernando, e ao juiz municipal
preso Athanasio Rodrigues de
lolFerreira da Cunta, que vieram no
rlio. Fizeram-so as necessarias com-
iratoes-afespeilo.
>.Ao inspector da thesouraria provincial, pa-
|ae, n vjsla do competente ccrlillcado, mande pa-
tTematanle-do 16 lanro da estrada do Po-
a quanlia a que elle lem direilo, por haver
feito dous tercos das obras do eu conlralo. Com-
miinicoj-se ao director das obras publicas.
V cmara municipal de Nazarelh, dizen-
inteirado de haver aquella cmara levado
l os imposto de mscales, c Imceleiras, are-
l-pense medidas, sendo arrematados o pri-
meiro por 429100 r. c o segundo por 329310 rs. ; c
ioem resposla que approva semelhanles ar-
remulares. -., >.
), de conformidade rom a pro-
a -Lourciu-o Cavalcanli de
Albuq
"delega
se ao referid
arda primeiro supplente do
'o-d'Allio. Comniunicou-
policia.
- Foi preso, conforme V. Etc.
, me del Mirlara de :ll de dezcmbro'do
fia criminoso de morte Jos
Seodrada. Nesla dala em c.um-
BP? V. Exr. de 4 de Janeiro do
Hregnei o commandn dodestaca-
o Manoel de CamposLcile Penleado,
tedas as formalidades do eslvlo. Re-
Eie. a relacao dos criminosos, que en-
mesmo capilao. presos pelo destacamento,
liamrccolldos cadeia desla villa, assim
armamento, que mandei tomar as
ii do servico, equo tambem Ihc fizenrega.
Urde a V. Exc. Quar (el do commando do
ilo da comarca da Boa-Vista 17 de fevorci-
154, em Ourirurr. Illm. cExm. Sr. conse-
je Benlo da Cunha e Figueiredo, presidente
a provincia. Jost? Thomaz Ilenriques, ca-
pullo.
Monio Leile de l'inho.
1IIERI0R.
INGIA DO PARAN'.
Exploracao' de rio Chiassn.
e Exm. SrHavendo V. Exc. por.su porla-
i de fevereiro do inno prximo passado me
gado, em virlude dos avisos do ministerio do
o de 21 e 27 do dezembro de 1852. da directo
a eslradi de Guaripuava ao Paran, dando-me em
iria as inslrucces respectivas, e dignaudo-
Imenle de incumbir-me, pelo artigo segnndo
deltas, de fazer diversas exploraroes c exames, len-
s ao mclhoramenlo da communicaees da
principaes estradas ao suida provincia, que tem de
t*irjtm ou que actualmente servem para a e'xporta-
r;lo dos producios existentes, desde esla capital ale a'
tidade de Sorocaba, e desde a fabrica de ferro de
i Vpgnema al villa da Concei?o de Ka-
-, procurando as localidades que mais faclli-
inslrucr^o-de estadas para Iransilode carros,
lonra de participar a V. Exc, que quanlo
pnmeira parle, da commi!
iraballios da estrada de Gu
cupando-me desdo j do rf
relativamtnle i explora^
desla provincia, de que f
oes, pas/to a
diz respeito ao
ao Paran, oc-
"orio, darei o
'do que a
parle,
lo arB^^S das
fara V.ExcTllel las
icOesqoosaopossiveis nesle momelo, frrdagjl""
lenca das muilas cl.uvas, no foi possivel con-
i-toi,"trabal!ioesses sempre indispensaveis para
er claramente ajuizar e facer urna idea exarla
i equivoca acerca de Indos os Iraballios e punios
aes elres fofam execulados.
ixctusivamjepte dasexplorarr.es para aber-
nova estrada da fabrica de ferro de San-
ia ao litoral, por ser este objeolo o
s de U doi, j olhado em relaro ao
estabelecimenlo da m sma fabrica, j em relaco ao
le explor iro dos producios de mnilos
do inUwii j Tinalmenle cm relacao
oolouia etc.
dnpoi porponlo de partida desta explora-
fabrica de ferro xleS. Joao de Ypa-
nema, projelei orna nha ilesse ponto aa /(o ufaneo
fom o liin de reeonhecer a posaibilidada de urna na-
vegaco favoravel at i villa da Conceicjio de Ila-
m, a rumo de S. E., e reconhecendo a impossi-
ie de tal navegado, por ser este rio perfeila-
s saas cabeceiras, prose-
e memo rumo, afai-i
indispenaavel para ga-
e pelas quaes podesse pas-
referi-
que sempre
onslruidts as melliores
'dada para a
e San-Francis-
r localididesem que se
i' construeco e de
^^Hfem todas as Iradas que coiu-
provincia com o seu lilloral,
difllculdades que para serem superadas lem cusladu
i provincia grande despeza do seus cofres, sem se
saber o termo em que devero acabar as suas obras :
a essas vanlagens reunem-sc oulras tambem de cons-
trueco para a nova estrada, que sao por exemplo :
de passar ella por terrenos de mdica porcenlagem
de declilve, de acliar-se muilo perlo o cascalbo, as
pedras, as madeiras, etc., e lambem ler a sna face em
(eral exposla ao Noroeste, nflo precisar de nenlium
extenso aterro, neni de puntealguma consideravel ou
de difllcil lancamenio: necessilando apena de cavas
nos lugares dos fraldejamentos das monlanhas, e ter-
se de dcrriibar, lalvez. urna dezoito leguas de com-
primenld eum a largura precisa para a eslrada, de
matos virgen; porque tendo loda sna exlenjao vin-
le equa'lro leguas, seis sao em geral por campos ou
capoeira.
Alm das cirenmstancias exposlas, alias de lana
monta, militam oulras que, a'meu ver, nao sito me-
nos dignas de merecer a malor considerado do go-
verno imperial e da provincia.
V. E.xc. nao ignorar as vanlagens que devem re-
sultar de urna estrada, quealm de abrir relaje da
rnaior importancia agrcola e commercial ao munici-
cipios das villas de llapetininga, Pirapra, Ilii, Por-
to Feliz, Capivary e Agua Choca, S. Roque, Soroca-
ba. Iguapc, eConceicSo de Itanhaem, proporcionar
cnAm terreno pelamaior parW devolulo, rompre-
hendendo militas leguas quadradas) saudavel, perlo
de embarque, fertilissimo a profiri a lodo o geuero
de cultura, principalmente da especie daquellas que
mais conlribuem para as rendas publicas do paiz, os
meiosparajajajigledmeolo fcil de colonias, que
mais do que em nutra qualquer localidade da provin-
cia pdenlo ellas permanecer c prosperar; accres-
cendolamhcm que para a adminislrarao da juslica
sera essa eslrada a nica cxeqivel que p'ossa satisfa-
cer a necessidade que existe de dar-se comniunica-
{o regular e segura a comarcas do interior, cujos
limites abrangem algumaaece.oes.do litloral.como a-
conlcce cuma toal consta ser um llagello perigoso, difllcilimo se
n3o impossivel de remove-lo, lauto na parte das o-
brascivis, como as'livdralica, cujas dwpezas de
con)ruQi;ao c conservaco devem ser inmensas c in-
cessanies em lo.la a cosa da serra do mar e lilloral,
por onde se pretende desde muilos annos eslabelecer
semclhante coinmuniracao. .
O que verdn de xpr; por incidente, cerca da
commiinicaco de llapelioinga a Iguape, applica-se
igualmente ao projeclo da que se tem imaginado po-
der-te effec'.ttar da fabrica de ferro de S. Joao de Y-
panaina aquella cidade ; e cusa crer, Exm. Senhor,
que al liojo se persevere em laes idea sem nada piK
4gr-se resolver de modo-qrie possa salisrazer tilo de-
ejadus roelhoramontos.
s^lapelininga aspira nm porlo de nwr mais proxi-
mo-do seu municipio do que aqtielle por onde fazsua
mais ampia expof tacad1, e por isso suas'vislas se diri-
gem a Iguapc. Iguape almeja ter rclaces com o in-
terior, e pur esta racao queslioiiH erfectivameute a
favor de lodasas estradas quede serr-acimasao pro-
jcladus para alli, sejam de llapetininga, sejam da
Tabrica de ierro de Apanema, todas llie parecem da
mais racil exequibilidade, sem refleclir-se nos graves
prejuizse desasir que semelhanles lenlalivas lem
3 causado.
A villa da Conceicao de Ilanhaem. se nao me falla
a memoria, em urna das sesses passadas requeren
asscmbla legislativa provincial a abertura de va
de communieasa para seu municipio ; e com razilo
isso o fez, por que nada be de mais urgente necessi-
dade du que talobieclo, todo vital para um munici-
pio como aqnelle que tem permanecido sem meW
ramenlo algum, victima da maior indifferensa que
o lem abslrahido, por aquella falla, apezar de pos-
suir em seu seio mui vastos recursos naluraes, de
marchar como oulros pelo aminho da prosperi
dade.
' Crtio, porlanlo.qoe se poder conciliar todos os in-
leressesde communicarao reletivamenle a esses pon-
tos, abrindo-se da fabrica de ferro de S. JoSo de Ypa-
nema i villa da Conceicn de Ilanhaem. na forma da
projeccan e exames que lenho pralica.lo. urna eslra-
da qne dever passar pela nova e flurescenle fregue-
zia de Nussa Senhora da Piedade de Pirapra ; des-
ta eslrada tirar-se um ramo para Itapelininga, pas-
sando pelo caininhn actual denominado de Boss
/oca c daquella mesma eslrada tirar-se oulro pa-
ra Iguape, passando pelo Morro da Ilalina ou
pelos punios que mais vanlajosos sejam, a gnnhar o
espigao, ou rio denominado Pariopava al o rio
da Ribeira. Emquanlo se executar a eonslrucciio da
eslrada da fabrica de ferro de Ypanema Conceicao,
pode-ss simultneamente explorar e proceder-se os
exames necessarios para determinado dos dou ra-
mos quedell devem partir Iguape e a llapetininga.
Conduindo aqu a digresso que lomei acerca das
coinmnicaces de Iguape e Ytapelininga, prosegui-
r! no mea primeiro assumpto sobre a abertura da
nova estrada da fabrica de ferro do Ipanema i villa
da Conceicao de Ilanhaem. A nica obra, Exm. Sr.,
que primeira visla parecer de maior monta, he a
da abertura da valla, ou canal^lc duzenla brajas de
comprimento, que he preciso pralicar-se sobre a mar-
gem direila do Rio Branco (ou rio da Conceicao} pa-
ra dar villa deste nome ama nova barra ; mas, con-
siderada essa obra em suas dimensOes e posico em
queclla deve,ser exceulada, feloo calculo, conven-
ce do contrario, e prova-se que a despeza he 13o m-
dica, que julgo nao poder ella servir para suscitar a
menor nbjeccao para dar-se de mao a urna obra de Uto
vastas vanlagens provincia e ao paiz em geral, e
que muilo menos cuslar aas seus cofres do que tan-
tas oulras lem cuslado sem possuirem em seu favor
tao inlcrcssanles condinics,
AnlcS de t Incluir, Exm. Sr., esle breve discorso,
permitta-mo V. Exc. que rogue sia attencSo para
urna circumslancia de grande ulilldade geral e pro-
ncial acerca da estrada e nova barra para a villa da
Conceicao. Esla fto^ barra servir de escala aos bar-
co a vapor qne fizi^em a navegaran da corle para o
sol desla provincia, navegaro que lomar maior in-
cremento desde que naquella pnvoajAo sejam eslabe-
cidos arinazeiis re deposito de carvao de pedra, de
que consta abundar a fabrica de ferro e o municipio
de llapetininga, donde poder ir para abastecer os
niesmos barcos, os quaes^tao sentirlo nos mares da-
quellas mincdarOes a falla desse combustivel como
lanas vezes lem aconleciilo. '
O governo imperial e a asscmbla legislativa pro-
vincial, tomando em consideradlo, como coslumam,
tantos e lao attendiveis mellioraiiicdtos, n.lo deixa-
rau de concorrer muluamenlepara airealisacilo da nu-
va estrada e barra para a villa da donceicao de Ila-
nhaem consignando por conla dasllespeza dessas o-
bras, desde j, a quanlia de 30:0OU9, coiicorrendo o
governoimperial com dous lersoj a provincia com
um lerjo desla quanlia. .-V
Nao obstante o embaracoqne'^'e causaramas mul-
la cbqvas desde omez de o*pbro, e haver soflrido
u!lmamenle2idiasdefel.re8inlermllenles, abri as
picadas necessarias, e fllnodas^ as explorac.Oe que
julguei indispensaveis, duraVle o tempo.de tres me-
ces qne estivo internado noseftao do lilloral, aonde, a-
lm do mo lempo. soffria-Mabsolula falla de recur-
sos ; fallando apenas a organlsaeo do orcamenlo ex-
plicado, a planta e oulro trabalhoi de desenlio que
anda nao me oi possivel apkompla-los, o quaes, lo-
go que baja rectificado algurrtwoperacoes no (erre-
no, osapresenlarei a V. Exc.
He quanlo por ora posso informar a V. Exc. at
que lodos os traballiossejatn conclufdos.
Dos guarde a V. Exc. S. Paulo 9 de fevereiro de
1854.Illm. e Exm. Sr. Dr. Josino do N'ascimento
Silva, presidente desta provincia.O engenheiro e-
vil, Jote Porfirio de Lima.
(Jornal do Commercio.)
BAHA.
Falla da abertura da awrwala provinaial, a' mama
dirigida no 1 do cenante pelo Exm. prndente da
provincia, a Sr. r.' Joao' Mauricio Wnndcrlcy,
( Continuaran )
Commitwo do mellwramento do fabrico do assucar.
Sinlo dizer-vos que ainda n.lo foi aprescnlado o
rula torio da commissao nomeada para esludar na
Europa, Esados-Unidos, o Cuba os melhoramenlos
do cultivo da canna c fabrico do assuca". A moles-
lia de que foi logo ao chegar nrommcllido o ebefe
da dila commissao o coronel Carson, e alguns en-
saios e experiencias que procurou fazer nulos de or-
ganisar-se o seu trabalho deram causa a essa falla,
que espero ser reparada antes do cncerramcnlo da
scssAo. Todava posso desde j informar-vos, guia-
do pelos dados que foram-mfc ministrados pelo dilo
coronel, que nao ser impjwucliva a despeza com
a commissao, se os nossosf roprielarios dispozercm-
sc a sicrilicios para mclhorar, senao de lodo refor-
mar, os deleitamos processos de cultura c fabrico
seguidos cnlre dos, e que nos collocam em posicao
ilesanimadora, em relacao a oulros paizes que pro-
duzem gneros similares. Verdade he que para
isso iie.-c-siiain elles lambem de ser protegidos, n.lo
pela accao directa do governo, sempre improlicua
cm taes casos mas com medidas e instituirnos de
crdito, que os resgatem da sugeicao, para nao dizer
da oppressao, m que viven sob o peso de a los ju-
ros, os quaes os inhabililam de leutar mclhoramen--
los que exigem avaneos reembolsaveis a largos
prazos.
Muilo lemos que mclhorar na lavoura, que faz o
principal ramo de nossa riqueza, desde o amanlio
das Ierras al a prepararan do assucar.
Convencidos desta verdade alguns proprielarios,
aproveilando-se- da opportuuidadc da viagem do co-
ronel Carson, maudaram contratar nos Estados-
Unidos Irabalhadores-.praticos no servico do campo :
e poslt^ nao baja ainda suflicienle lempo para assen-
tar-se um juizo delnitivo sobre o.systema por cues
seguido, ja se rcconlieccu nina economa scusivel de
lempo e torcas, proveniente, nao s do melhodo da
cultura, como tambem do emprego de instrumentos
agrarios mais arjerfeicoadog. Varios onlros senho-
res de cngenlio. que examinaram esses traballios,
pediram, e Ihes forana concedidos alguns dos ditos
instrumentos que vieram por conla da provincia, a
qual ser posteriormente indemnisada do cusi del-
les. Para que possais avaliar quanlo lemos ainda
que fazer para cliegarmos a competir no fabrico do
assucar com os paizes rivaes, baslar dizer-se que
um do engenhos visitados pelo coronel Carson cm
Cuba rendeu na safra de 1851 1852 cinco mil cal-
as de assucar de 45 arrobas com 280 cnxadas, c len-
do adquirido ronis Ierras, e construido um caminho
de Terra parausan serviro inlcriio, ronlava-sc elevar
a safra de 1852 a 1853 a sele mil caixas, e na pre-
sente a dez mil. Um oulro eugenho pertencenie a
-Mr. Crable, sendo pequeo, prodnz regularmente
com 100 euxadas 120 caixas iguaes as da Babia, tra-
bajando com um apparclho de IteUerux.
En geral, diz o coronel Carson, lavoura de Cu-
ba est atrazada comparada com a da Louisian ;
mas a producto de 15,000 a 18,000 libras por cn-
xada nao espanta ; um engenho pela combinacao
de escravos da casa e singados consogue tirar com
100 cnxadas 130,000 arrobas' liquidas, depoi* de pa-
gos os jornacs com 30,000 arrobas Porm nos cn-
genlios mais ordinarios a regra geral he de 300 a
350 por enxada. E este quadro s seria desanima-
dor se desespersemos de nossa aclividade. Dcpois
de haver acuradamente examinado as melliores fa-
bricas, resolveu o mencionado coronel de accordo
com saas inslrucrocs fazer acquisijo de um appare-
Ibo dos mais modenios, c experimentados, e cncom-
nicndou em Glatcow um do syslema /lellerux, Cal-
culado para cem enxadas, pelo proco do 3.G00 li-
bras esterlinas. Esle apparelho lem urna machina
de vai>or de forca de 40 cavallos, caldeiras de 50,
applicaudo 30 moagem, extrae mais do que as
moendas ordinarias 30 a 40 por cento de caldo,
evapora e conrenlra por vacuo com lillros de car-
vao animal, purga c refina ao mesmo lempo era Ires
das, sem machina especial de purgar : apezar de
sua forra nao gast oulro combusvel, senao o ba-
gaco, e tem capacidade para fabricar 200 arrobas por
dia.
Foram mais compradas por cont da provincia
duas machinas de descarocar algodao, instrumentos
agrarios, seiucules, e nove auimaes para melhora-
meulo das racas cavallar e vaecu'm, dos quaes mor-
reram em caminho ciuco. Tem-se dispendido al
boje a quanlia de 33:4184I5, sendo cerca de
7:0009000 despezas pessacs, cabendo ao coronel
Carson pouro mais de 2:000-5000 por nao ler queri-
do receber senao as passagens das viagens, que era
obngado a fazer para desempenhar sua commissao,
pelo que he digno le que cu aqui Ihe consigne os
mcus louvores o agradecimenlos por parte da pro-
vincia.
Ter-sc-ba ainda de disponder com o restante do
pagamento da importancia do apparclho 18:0003000
poueo mais ou menos.
Urna aifliruldade porm se me anlolha, lie a col-
locacao|do dilo apparelho em urna propriedade de
engenho convenientemente collocada, ira pode-
rem ser com facildade examinados, e esludados os
mellioramenlo do fabrico, e que lenba os bracos
necessarios para dar vario a torca do apparclho as
occasioes da safra.
A provincia nao poder ( ao menos com a pres-
teza requerida ) monla-lo cm um engenho que seja
administrado de cont sua, e lalvez exija isto des-
pezas, que nao eslamos por ora em oslado de com-
portar. Tenho procurado enlendcr-me com um dos
nossos proprielarios as crciimslancias cima indi-
cadas para que seja o apparelho assenlado em um de
seus engenhos, sendo se experiencias correspon-
dereni ao que se espera, indemnisada a provincia
do seu rusto.
Represerilando-nie um dos .membros da commis-
sao, Joaquim Antonio aloilinho Filho, que, tllan-
do-Ihe esludo dos melliodos usados em nossos engenhos para compara-los com os
queobservou em suas viagens, enconlra embarasos
em elaborar o seu rclalorio; deliberej manda-lo por
tres mezes, c com a gralilicaSao de 200 rtensaes,
percorrer os engenhos do Reconcavo, inenmbindo-o
ao mesmo lempo de examinar o estado da callara
do tabaco, propr. e cnsinar os melhoramenlos de
que ella possa ser susceptivel.\,
Sob proposla do presidente d.-i^mrfiprja 'lavoura,
offlcie ao nosso minislro em Washington) pedindo-
do-lhe de informar-me com que condicoes se pode-
ria obter em Cuba alguns mestres de assucar c for-
nalhas, que trabalhassem pelo syslema mais usado
entre nsej live resposla deque nao lardariaui
muilo os esclarecimentos qno sollicilei.' Nem lodos
os proprielarios poderao fazer os avances que de-
manda o assenlamcnto de novos aparellios, e os
actuaos sao ainda suscepliveis de muilos melhora-
menlos, e a isso nos be preciso lambem altender.
ESTABEI.ECIMENTOS BE CRDITO.
Os estahclccimetilos de crdito existentes nesla
cidade san :
1. Banco Commercial
com o fundo a-
AUi>n:x(,i \^
Tribifnal do Commercio, segundas c q ntasfeiras.
Relaco, terrjas feiras e sabba'do's.
Fazenda, tetras e sextas feiras sJO 'has.
Juizo de OrphSos, segundas e quintas f0 horas.
1 vara do civel, segundase sextas meio dia.
2. vara do civel, quartas e sabbados auneio dia.

6 Quarto crescenleasi horas, 41 minu-
tos e'48 segundos da larde.
14 Luacheia as 4 horas,. J4 minutse
48 segundos da *rde.
21 Quarlo. minguanle as 3 horas 43
minnlos o 48 segundos da larde.
28 La nova as 2 horas, 20 minutos' e
48 segundos da tarde.
13 Qur|
10 Quii
1T Sexta!
18 Sahbaj
19 JJomi
pilal de. .
c de emissoo.
Tem a juros.....
Em cont rorrele.
oque preaza quan-
lia de.......'.
e o tola I de.....
2.* Sooicdadc Com-
merciocom o iu-
do de".......
3. Caixa Commercial
com o de. .... .
4. Caixa Econmica
com.o de. .
ltimamente fuuda-
ram-se mais dous
denominados Cai-
xa das Economas,
que j tem o fun-
do de.......
Caixa de Reserva
Mercantil que tem
o de........
Toda esla massa de
2,00^0008000
lGWtiOm00 3,000:OD?JOUO
2,033:7108000
506:0008000
2,530:7109000
5,539:7103000
j,iO0:tXK>gO00
2,250:0003000
1,810:2603000
108:0005000
175:0005000
capilacs nao lem ainda feito
baixar o juro, a potito de nivelar-sc. com o lucro de
Oulras Industrias ; e por isso apezar dos beneficios
reacs que esses cslabelecimenlos lem feito emquan-
lo o premio dos desconlos e amorlisaeao nao desrer,
deixarao de ler desenvolvimcnlo as industrias que
necessitam de adantamento para seu comeco ou
progresso.
He natural que esle desidertum seja oblido, nao
s com a fufidacao do Banco Nacional, como mes-
mo por espontanea deliberarlo dos eslabelecmieiitos
acluaes, leudo j o Banco Commercial iuiciado esta
medida como proveilosa seus accionistas, casclas-
ses com quem negocia.
ESTRABA BE FERRO.
Nao julgou a legislatura passada dever resolver as
duvidas, que inhibiram-me de assiguar com a jimia
da lavoura o conlralo para a coiislruccao de urna
eslrada de ierro, que parliudo dest "capilal fosse
ler ao Joaze'iro na margen no rio de S. Francisco,
seguudo aiiloiisara a le i. 4.50. Parecia-me, e aiu-
da persisto as mesmas ideas, -qac com a condicoes
desta lei impossivel seria as circumslancias de cu-
'ao, e as acluaes encorporar-se urna companhia,
que ofierecesse serias garantas de execucao da obra;
e exprima a convierto de.que somonte por meio da
lei^ geral de 26 de junhr. de 1852 obteriamos o bene-
ficio de um caminho de ferro no territorio de nossa
provincia. Vej felizmciile era termos de rcalisa-
rem-se esla esperancas; por quanlo, lendo a asscm-
bla geral aulorisado para contratar a construeco
de urna estrada de ferro, que de um dos pontos 'do
nosso lilloral va acabar margem do rica de S.
Francisco, assegurarido a empreza 5 por" ccnlo de
garanta na priineiras20 leguas, foi em 19 de des-
combro ultimo celebrado entre o ministro do impe-
rio, o Exm. conselheiro Luiz Pcdreira do Cotilo I'er-
raz, c o nosso rompalriota o Dr. Joaquim Francisco
-Vives Branca Muuiz Brrelo, um contrato para o
referido flaj com as condicoes constantes da copia,
que junt vos aprsenlo, escusando jior isso expor-
vos as ditas condicoes, que abi lereis detlbada-
menlc.

A nao continuar o oslado de agitrao da Europa,
nao decorrer muilo lempo, sem que vejamos ence-
lada urna obra de tmanlia magniludc. Seria para
desejar que a garanlia de 5 por cento se estendesse
loila a Indiada eslrada, porque suas graudes van-,
lagens eslo em chegar ao magnifico, e frtil- valle
banhado pelo rio de S. Francisco, e seus aiTiuenlcs,
os quaes lodos com mais de 500 leguas de livre na-
vegacao,, ligando as provincias de Minas Gentes,
Goyaz, Prauliy, Cear, e Pernambuco ocreceni um
uturo de incalculaveis lucrosa companhia, e ao im-
perio, logo que os productos, inulilisados pela cares-
lia actual do Inuisporlc, possam chegar ao lilloral
para serem coiisummidosou exportados por diminu-
ios precos. Apenas se offeVecam commodos nietos
de transporte, o algodao, que todo o centro produz
com espantosa facilidade, cousliluir um dos priu-
cipaes ramos de nossa cxportaijao, e assim o trigo, e
lodos gneros alimenticios.
O pensamcnlo perde-s cm considerar lodo o pro-
veloquc se pode tirar da construeco des liaba
frrea, na qual do futuro virao entroncarse por
neto do rio de S. Francisco oulras que partan das
provincias confiuanles. Razes mais polticas que
econmicas limitaran a garanta do estado s 20
leguas primearas. Ainda assim, a dislauca de me-
nos um terco que oflerecc linha quecomcrar desla
provincia cm relacao a qualquer oulro poni do
lilloral; o possuinnos encravadas em nosso lerrilo-
rio as duas margeos do rio de S. Franeisoo ua exleu-
s3o de mais de 160 leguas em cada urna, c os seus
importantes aflluentesrio Grande, rio Prclo, Cor-
rculcs, Carinhanha, c oulros de menor vulto povoa-
dos por urna populacho livre de cerca de 100 mil
almas ; dao-nos urna superioridade natural e incou-
leslavel. Esforcar-uos medante lodos os sacrificios,
que" scr-nos-hao amplamenle compensados, para
que a estrada sp prolongue alm das 20 leguas ga-
rantidas, c cheguc ao rio de S. Francisco, he um de-
ver de lodo o Bibiano, c direi mesmo de lodo o
Braslciro, amigo do seu paiz.
Minha opiniao he que interessemos a provincia na
empreza, que so nos oflerece sob lAo favoraveis aus-
picios, e revogando a lei n. 450, que s nos pode
servir de embararos, cslabclcramos novas bases, e
concedamos novos e mais bem calculados favores,
que possam anima-la.
Nao propendo, porem, rcni para a idea de' sul>
vencao cm que se fundn a dila lei n. 450, nem para
garanta de juro por parle da provincia em urna cx-
lons.o qualquer da eslrada. As liases que eu adop-
tara seriam pouco mais ou menos as seguinlcs:
1. A provincia lomara um numero de aeros
da companhia novator de dous mil conlos, o mais,
por loda a linha, e entrara com a quola correspon-
dente as aeces lomadas proporrao das chamadas
geraes.
2. Na extensao das 20 leguas garantidas pelo
governo geral nSo receberia a provincia premio de
suas acces, se nao qando o dividendo excedesse a
a 6 ',, rcverlendo em beneficio da companhia os ju-
ros das arenes proviuciaes.
3." Na parte da eslrada nao garantida, isto in\ das
20 leguas em dianlc, nao cobrara igualmente a pro-
vincia juros das acedes seuique o di\ deudo chegasse
a %.
4. Logo que os dividendos subissemde 6" na ser-
rao das 20 leguas, e de j\ no restante, mela.le do
dividendo provincial formara um fundo de reserva,
que ou servira para auxiliar a construeco de al-
guns ramaes da eslrada, ou seria empregado cm
ompra de acces da companhia, e a nutra niela
entrara nos cofres pblicos como renda.
Eslou que cm pouros anuos teriamos rcliav
qualquer dispendio que a principio licessc-mos:n__
bejsm exemplo interessar-se o esladoem emprezas
d'esta natureza com proveilo seu e dos particulares.
5o. Concedera como parle do contrato um privi-
legio para a navegado por vapor nos rios exclusiva-
mente pertenecntes provincia, como sao : o Rio
Grande con 50 leguas de curso Hvre e navegavel
por grandes barcos de vapor, Correles com 20,-
Rio Preto com perlo de 30, sendo a navegacao
sabir no de S. Francisco livre, por pos nflo rom
lirconceder igual favor as suas aguas.
6. Aflamara a companhia todo o apoio, ja
forra publica, quando ella fosse mislerpara Lar,,,,
lia da conservaco das obras contra qualquer tonta-
ina de deslruicao, j para a polica dos caminhos;
em summa loda a prolecrao e facilidade no seu gy-
ro e administradlo.
Esjes favores deverflo ser concedidos uuicamenle
ao emprezario, ou s companhia que liver direila no
ule
vido
i-in
co
ao
n pe-
da
ran
privilegio geral, para que nao succeda qe um vc-
uha embarucar o oulro. Com .estos ou airas con.
dces equivalentes, que a vossa.illuslraio vos su-
gerir, se nao livermos feito quanlo bast teremos
feito quanlo cabe cm nossas toreas; pa que nao
liquen'em meros desejos as vossas iutenrs, ja ma-
iiifestdas, de dojardes a provincia de se mais im-
portaulc mclhoramenlo.
Nao eslando a provincia obrigada a duda algu-
ma, (eremos o recurso de nosso crdito aida intac-
to, para fazermos face aos cmpcnlios qu contra-
annos.
COMPANHIA UO QLEIMAIH)
No dia 8 de dezembro foi laucada a primera pe-
dra das obras, quc'lcm de executar a cvrnpadiia do
Queimado em cumplimento ao seu contrato Te-;
nlio a maior salisTacilo de ver confirmadas a* pala-
vrasque vos dirig em ol.do marro do annopassa-
do. zia eu que nenhuma duvta tinba de que a
ehiprcza seria coroada de feliz xito, e que a pes-
soas que achavam-se a testa d'clla olfereciam todas
as garantas, e dariam com bi-evidade comee ao
Irabalbos: boje, em menos de Ires mezes en que
estes principiaran, declara o engenheiro Br. fran-
cisco Pereira de Aguiar, por quem as mande exa-
minar, que as obras eslflo se fazcudo com perficao,
e vao em grande adianlamenlo.
O rescrvalorio geral das aguas, os fundameitos
principio da casa das machinas, caldciras'c sei bo-
ciro, a caixa de deposito das aguas no alto da uon-
lanlia estao em lal progresso que no curto espap re-
referido aiham-se feilas cerca de 145,500 ptlmos
cbicos de alvenaria, alem de um movimenld me-
dio de Ierras de 474,500 palmos.
A vista da aclividade da companhia, nao sera de
exlrauhar que em menos de melado do lempo mar-
rado para a eonrlusflo das obras, goze esla capital
do.beneficio de ser abastecida de abundante e cicel-
lenlc agua. A confianea no futuro da companhia
lie lal que as suas acedes sao procuradas com 20 por
% de premio, e nao ha vendedores, t) governo ge-
Val coadjuvou a provincia com a subvencao de
15,000300(1 rs. para esla empreza.
NAVEGAC.AO' POR VAPOR AS AGUAS DA
PROVINCIA.
A companhia Bomfim faz presentemente a nave-
gado coin3 barcos, 2 dos quaes apezar de novos nao
lem a veloeidade propria a lomar mais curtas e
cotiscguintemcnle menos' iucommodas as viagens.
(.bogada a poca de aiigmenl'ar-se para Valcnra o
numero de viagens mensaes, a que a companhia se
obrigu, foi csse dever proniplameiile salisfeilo.
Todo o defcilod'essa navegara nasce do contrato;
mas se a companhia altender a seus proprios inle-
resses conhercr que o iiielliorainenlo ilo seu mate-
rial he condicao essencial de lucro.
Dcpois da aprcsenlacao do relaterio lido na aber-
tura da sessao passada, relebrei com o coronel An-
tonio Pcilrosn d'Albuquerque cm exccco a le .
412 o contrato para a uavegacao por vapor, porlo de Caraveflas al o de Maei, o qual coi-
trato Coi apro'vado pelo i 2. art. 5. da lei do or-
camenlo que rege.
Em virlude de'He cdo celebrado com o governo ge
ral em dato de 30 de agosto de 1852, tez o empre-
zario cnirominenda de dous vapores de ronslrurrao
a mais moderna, que deveriam cabir ao mar por le-
do o mea de Janeiro. Estes vasos sao de 300 tone-
ladas, com 183 ps inglezes de romprimriWlo, 26 de
largura, e 14 de ponlal; calan carregados 8 ps d'a-
gua, podem receber mais de 10,000 arrobas de
carga. A sua marcha he calculada em 10 a 12 militas
por hora no alio mar.
Alem Pestes, o emprezario mandou vir novo ma
chinismo para ser collocado no vapor ConceirSo,
liculo assim habilitado para liein cumplir as con-
dicoes a que se compromctleu. A' esta navegacao
tcin-de ligar-se a dos ros que desaguan! no lilloral
da provincia : lalvez apparec;im emprezarios, que
se proponham a navega-los por barcos efe vapor,
mediante privilegios por alguns annos. Com iria
que desde j marcasseis bases geraes. segundo as
quaes podesse a presidencia sem perda de lempo
realisar os respectivos contratos.
NAVEGACAO" E COMMERCIO BO RIO GE-
QUITINHONHA.
Para mais ampio esclareciuienlo ilo oslado dos
Irabalbos, emprchendidos no Gequilinhonha para fa-
ciliiar a su navegaro, e o commercio desla com
a provincia do Miuas, junto o relalorio do major
Innoccncio Velloso Perderneiras enrarregado d'essa
commissao, o qual lem continuado a desempenha-
la com o mesmo zclo e dedicarlo. As obras conti-
nan a expensas do governo geral, que tem sem-
pre marcado para ellas a cousgnaeo de 2000030O
annualmenle, que nao lem sido dispendidos cm
sua lotolidadc, pela demora com que clicgam sem-
pre as ordens para o competente crdito. Tenho
recommendado que o dilo engenheiro Irale de levan-
tar una capella, que sirva de ncleo a urna poxoa-
S3o no lugar do Sallo, onde os viajantes eucontrem
recursos promptos
Eslou convencido de que as nossas relaoes com-
raerciaes com a provincia de Minas por nenlium lu-
gar poderao ser tao rpidas, e econmicas como por
esse ranal. A empreza Mucury deve igualmente
ser considerada como ulilissima esla provincia, pos-
loque dirja-sc com mais especialidade praca do
Rio de Janeiro. Be urna exposieao com toda de 13
do passado, quedevo aobseqiiios'idade do seu direc-
tor, v-se que ella i-amiiiha cm progresso, e que no
auno vindouro eslarao aberlas lodasas communica-
cOcs do norte de Minas com o lilloral.
Tendo o movimenlo d'essa empreza allrabido \ta-
ra aqnelle lado alguns humeas turbulentos, e mes-
mo criminosos n'esta e da provincia do Espirite San-
to, mandei collocar um pequeo destacameulo na
viUa de Porto Alegre as ordens do respectivo sub-
delegado, que he um dos agentes da sobredila com-
panhia, o que demonstra a boa Vonlade d'cslh pre-
sidencia cm proteger garantir a dita empreza dos
alaques dos maos que lenlem perturba-la no sen re-
gular andamento. Prevejo que desrouberidos como
sin para aquello lado os nossos limites coma pro-
vinerde Minas, nao.se passar muilo lempo som
que apparceam questoos, logo que se vio povoando,
como be natural, as mallas incultas que nos separam,
Emquanlo inleresses de maior valia se au cruzan,
c difiicullam qualquer solucflo, eonvera que sejam
esludados e lixados os pontos de limites das duas
provincias rcpresenlaudo-se para esle fin ao poder
certlral.
TRRAS DE PROPRIEDADE PROVINCIAL.
Asdiulculdades que eu anlevia, .piando vos de
parle de ter Iransmtlido as convenientes inslruc-
coes para que fossem demarcadas margcni dos ros
Pardo, e Gequilinhonha as seis leguas de Ierras em
quadro, que por aviso de 22 de oulubro de 1852, c
cm execuro a le n. 514 do 28 de oulubro de 1848
foram concedidas a esla provincia,v.lo-se rcalsando.
Occupada quasi loda a margem do Gequilinho-
nha, que he aquella que maiores vanlagens oflere-
ce a colonsaeao, seria metter a provincia em plei-
tos iiiterminaveis, se nao aguardassemos 0 regula-
menta para a execuejo da lei n. 601 de 18 de se-
lembro de 1850, que nao lera de demorar-se por
muilo lempo. Sem isso nao poderemos promover a
colonsaeao europea com esperancas do feliz resul-
tado. Nao que cu propenda muilo para a opiniao
dos que esperam .1 colonsaeao espontanea, ms mes-
mo a estipendiada, ou promovida a custa do-sacri-
l'elo que tenho lido ullimamanle, e de algumas
informae.es que torillo procurado,, e oblive da Eu-
ropa, parece-me que ao meu'os, al que se estabe-
leca para o Brasil a corren le de emigrarlo, seramis-
ler que faramos adiaulameutos para chamar os pri-
meaos colonos. Esto materia he (('aquellas que
exigem constantes cuidados, porque sem colon isa-
i;ao o uosso paiz nao lardar a rclrogradar na mar-
cha ila civilisarao em que tem dado too agiganlado-
passos.
A ulilidade de mralos de parren a, de que lems
se valido alguns proprielarios do suido imperio'pa-
ra oblercm colonos europeos, esl ainda em estado
de problema; cquaudotiles teabain o evito, que
muilos esperam, cusloso sera applica-los lavoura
da canna d'assucar em ponto grande. Tem por isso
algumas pessoas interessadas na prosperidade- de
nossa provincia lembrado-sc de tentar a colonisa-
rao de Chius, o quaes tem provado bem as colo-
nias nglczas e francezas. Assim como os inters--
ses agrcolas sao ifTcreulcs cm relaco ao trabalho
empregado, assim tamben os meios de oecorrer a
elles deverflo ser diversos, sem que mis offendam, e
excluam os oulros. E, pois, a par da colonsaeao eu-
ropea, que lera de empregar-se em Irabalbos por
propria cont, cninprc que procuremos jornalemos
que subslituam u grande cultura, os bracos escra-
vos a proporco que forera fallando. Ora nenhuns
em melliores couriices que os Chns, homeus par-
eos e econmicos, soflredores, c afetos a rudes Ira-
ballios.
Fazer alguma tentativa por esse lado nao ser
lempo perdido, embola umita gente, qne ollia le-
vianamele para os inleresses raes do paiz, clas-
silique esla idea como urna das que merecem des-
pre/.o. .
Se aulorisasseis um premio por rada colono im-
portado ou conseiilisscis que a provincia se inleres-
sassecu alguma ompanhia, que se organizasse pa-
ra esle lim, cstou que nao darieis um passo errado.
CATECHESE E Cmi.ISAr.A'O DOS INDIOS.
Da relacao u. 37 v-se qual o numero das aldei-
as da provincia, e dos indios sujeilos a directora
geral. Algumas pequeas alterarles lein-se deter-
minado nasaldcias do Siil.procuraiido-sc colloca-las
cm mais vantojosa posirao. Mandoii-sc um misio-
nario i margem do rio Pardo para procurar calc-
chsar os indios que por alli lem apparecido, c com-
mcllido hostilidades conlra os habilaiilcs. O mes-
mo lem siicccdido para o lado da villa do Prado, o
como a parle ceclesiaslica deste termo pertena ao
hispado do Rio do Janeiro, requisilci a Exm. mi-
nistro do imperio um missioiiarin, que munido das
precisas facilidades so empregue na caleebese.
j' Ha tambem tribus de indios bravios para o lado
'do Mucurj, c pelas inrorniaecs que collii da expo-
sieao a que me referi do director da companhia
Mucury, coulicce-sc que a brandara e a persuasaoi
empregadas para rom os selvagensguoo dito direc-
tor tem encontrado cm suas exciirsoes pelas maltas,
vao conscguiniloMesassomtira-los do receto do con-
tacto com a nossa popula^ao, e liainando-os a vida
social.
Convindo que baja nnidade de vistos no empe-
uho rhrislflo com que o supradilo'dirceuir sp esfor-
ca tiara conseguir um lim, too piulanIropicu, e sen-
do pela provincia de Minas nomcado para dircr.lor
dos Indios do Alio Mucury v o Dr. Augusto Bene-
dicto Otloni, delberei laml>etn noraea-lo director
dos Indios na parte, perlenrcule a esla proviucia,
contando que nao 'se recusara pr oslar este servico.
Segundo as suas requisirucs, scr-lh-hao ministra-
dos pela directora geral os recursos de que precisar
e pdennos dispor, para levar a clfeilo o aldea-'
ment das numerosas tribus, que erram n'aquclles
scrloes.
Ao reverendo prefeilo da -Piedade aulorisei para
mandar vir i cusa da provincia qualro niissioriarios,
para serem exclusivamente empregado na cate-
chese, por senlirinos falla d'estes religiosos, uniros
que se dedicara a Uo rude quanlo glorioso Ira-
ha Iho.
OBRAS PUBLICAS.
'As obras publicas lauto geraes como provinciaes
que estao em andamento, seu estado, o que resta
para sua coucluso, as concluidas durante o almo, e
as quairt as dispeudidas, ronstm dos relatnos an-
uexos a esle, a presen todos pelos engculieiros ao
servir/) da provincia, e da relacao n. 6. Escuso pois
enlrar em cousideraroes detlhadas sobre cada urna
d'ellas, lmilaudo-me. por amor da brevdade a li-
geiras rcllexes, c a mencionar algumas que estao
a cargo de cummssoes particulares, e sao exlra-
nhas.a direcro dos ditosengenheiros.
/tirada de Suba/t em Sanio Amaro.
Mandei por em arrematara esla, e a estrada de-
nominada dos Carro*, que he asua coiit'muacao.
para adanlar a conclusao de urna obra lao ucees-
sacia aquella cidade. Parte da eslrada j foi ar-
rematada, c a nutra parte espero que o ser.
A ponte de ferr, que encommendei na fundi-
cao da Ponte d'Area |>ara ser laucada sobre o rio
Subah, hade oslar prompla at fins de abril, sen-
do seu cusi de 4:2005000 rs. A solidez das ponte
d'csle syslema j esl experimentada, e a sua bara-
teza facilitar a construeco'de oulras cm .pontos,
onde s cora grande trabalho, e dispendio s po-
dera offerecer esse beneficio aos viandantes.
/{tirada do Emparedado.
Foi nomeada urna ommiss.lo para(fiscalisa-la,
pondo-a cm arrema(ar,ao. Appareceu am arrema-
tante, mas como as condicoes |r elle propostos li-
vessem le ser reformadas, mandou-se ouvi-lo por
intermedio da commissao. Parece que o alte prero
a que rhegaram os jornaes o sertao desaniiiou o
arrematante, e essa mesma causa fez cora que nao
se desse principio a obra por adraiuistracao ; mas
quer de urna, qner de outra forma se dar comeco
a ella, logo que cesse esse estado de cousas, todo
excepcional.
Kttrada da Feira de Chique-Chiqtie, no rio de S.
/'raneitro
O mesmo motivo cima referido embarac.ou o
niclhoiainento d'esta estrada, urna das mais fre-
queuladas e nleis. Estao porem ort'anisadas as ins-
Irueces pelas quaeK- se deve guiar o engenheiro
Andr Prcewodwki, nomeado para e\ninina-la, e
dirigir OS Irabalbos, e n'csles dias devora elle se-
guir.
/{tirada.* de Monte .Uto Carinbanha e dos
Leneoes.
Por aelos d10 de outobro e 3 de novembro pas-
sado loram nomeada as commissoes que devem di-:
rigir os Irabalbos d'esta duas estradas.
I'ontes.
Fprain concluidas as pontos sobre o riacho Pin-
dobas, c a das Tres-Minas, no rio de Una, le
Fe Valenra.
Francisco as
servacao das mesmas
Concluio-ac \
sagem do rio d(
construir no ars
dou-se a
Desde
ra da villa do l
provincial volar!
dever, li
d'oata. ol
live informo
(ro do correte an
CORRES
Ifaf
Pelo i
sa. Por aqui boj
que se conlnu
me lorn,
ra deputados j
a Illm. quer
o Dr. Amaro ei
muilo cedo se
supplente da npposi j
sob a diiecco do Dr.
las 10 horas
Oclaviano, j i
lo que elle, i
raque se nflrt
los que semfu(
o que muilo 1o|
rismo, porem, i
gando-se senlir!
separado os vo(
mes da Silva. e
nior, n^
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ronel, e,
phisica i
nflo lie l
berana vontoi'i
o direilo
subir ao
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Os Manofini
polica lamben
vieram \<
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vkiuo a cacetej
mulher cntel
Caicara
que o suppunhT]
o que llie tenho |
ihiuba Ierra, e ]
parte a origeml
quanla's i
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Tem-se dse -
na escala, asgalooiij
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cadas ile co^^^l
s cm urna I
algumas faz
(icios moradore
poderam evadir.
etperlot um es
foi preso no dia ]
de adquirir t
que lenho i
por aqui mel
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chamado a i
Segundo i
do ojurv i
dia 6; f
ferida sua i
leve o Dr. ju
sidade, qii
pararem os I
No dia G foi S. l
visitar a Ihesouraria
rigoroso exanie em lodos i
particao, acb.
Uvros uin pon
motivo a essa inespan
que dera o 11
la repartido,
migo. O papel de ik
indecoroso, e no ca-
ra como Dr. Jcronvw
mais censura
chefe <1^^^^|
le jielo que Uie he i
que essadinunria foi
E por bavereni n
sen devedor fora d.
gucm"por eerto o di
nao quero importar
do came, qu proceden,
Tendo 0 !)r. Pimenlcl d
Pona-Negra, foi pi
mos, aonde ai i
ra que o lfc'.
Negra.
As noticias do centro sai
paito do invern, p
secco, e a farinha a
lacas, e a carne pe?
Tudo o mai-
Muita saudr
aaiaa
vejamait
PAR
Mama.tianap
-l.embrado estar
mado na primeira
zembro do .ano find
(a villa era vantjo-
que che:
de de
preasei-me, f
inonslrando que es!
agriealtnra 4t -. '-nv,: taaaj
rio. p. desla provincia.' j;i da 00"%* Gfea
ifinhan
daiile alguns raelhoramentos'ni
Ierras feriis, c collocadas. ctu posicSo de facilitar
as relaces edAimerciaes.' rom a raptUl,
o primeiro e o mais vital a franquee:
As qualro puntes no termo de Simio Amaro a can! Mamanguape, e no caso de sua impo
go do coronel Sancho de Bitueoiirl a sabe Uade, como subbti
duas sobre o rio Pojuea, oulra sobre o Jacuipe.
lerceira no rio Futido, anda nao estao todas con-
cluidas; supponho que se-lo-lulo antes do iuverpo.
A que alravessa o mesmo rio Pojuea, jiwto ao eu-
genho Aramar, incumbida a urna commissao, de
que faz parle o Dr. I.uiz Barhalho Muuiz Fiza,
est quasi prompla, faltando-llie metade do lastro,
e alargar a eslrada aberto 110 morro fronteiro dila
ponte.
(1 coronel Simao Gomes Ferreira Velloso 1 ons-
truo a sua cost duas puntes* uma no Pojuea,
ficios pecuniarios nao comcear sem quc (enliamps junto a povoacao do Cata, oulra sobre o Jacuipe,
lei-cns feriis e cnttocaibu nm ititato^n .la ran:iL. ______ ____
S; Sebaslifio, e as olfereceu para
uso publico. Mandei que a cmara da villa de S,
l'iac, uraniloae
qnant possivel fr^Jo Camoropim.
gua 00 Mamanguape at alm do po
da Babia, da Traico, no lugar couliecido por PqajH
d'Alagii', e, como corollario, o desempacl
ancoradouro saluciente para mbar
quer tole existente naquella Babia, e o
ment de ara trapiche, que receba as mercad
que forem pelo canal, eos transporte para as embar-
ca eOes ; o melhorameolo da eslrada quefconduz d'aqui
para a cidade de rea passando pelas povoaces de
S. Joao, e Aracazi e menos de urna legua distanta
da villa da Independencia ou Gaarbira, e da povoa-
c,io do Coil; e fiaaltnenteo tnelhoranieutod esira-



=
DIARIO DE PERNAMBUCO
SEXTA FE^> H OE-JHP DE 185/..
i deBaoaneiras,eque pas- i rindo o reqoerimento, etn rtie aprofessora ric primei-
i, lodol purera agrcolas
aharaagrj
eslu fon'de doy ida.
..i apreriaogo de lodos cs-
lueos meas afueres me as
ipio1U- ,mpuz, ma
a meo
para quemo coad-
otislracdo da ne-
iellioranienlo ma-
_^^^^|HjP'e honra, em que
.H^^^^^Hj**-como r> mclhoramento da agricultura de noata pro-
^Bk, augmento desla loca-
ao governo. geral de domo
barra do rio Mamaugua-
9 vantagens qae decor-
i era favor de grande
;rcolat, ja desla provincia, j
orle, que tan leui estanele-
avHIa, do qde da ei-
i oesle esul, e Ralal *o
ia de real conse-
nos urna investiga-
para verificar-se
ar-se aproximada-
r levado
n ulliraos annos j
ionios de ris para
rial de 19 de
que de novo
quanto se ha
^^^Eequea quota concedida
:le para a incisio do ar-
neohuma invesligarao pro-
"^jUqnotaapplicada a coos-
l na capital! E o or-
do depois que che-
___i provincia o aviso
lia reita a tal
estaco invernosa
a cslajao! o fraco
M applicaco de urna verba
i na mesma provincia, pare-
i a cenrrar-se ; quem
mellioramento
un par grande maioria
: qoe por aquella mesma ca-
negada igual con-
le cies.poderme-
sodogo-
i (levemos nos quei-
rdamenlo do raelhora-
tjupe, onde estar pois a
ras lellras da tidade da -gloria pede se Ihe mand
(abonar a gralificaco d> 200JOOO rs., a que se julga
com dh^IlOMr ler mais .le O lumnas ; adiado em
o correflWP1
cito ler olhs da lince
^^^P capital de ver
rourricacSo commer-
i da provincia. princi-
. cidad de rea, corn-
lla procura chamar a
a estrada qae liga
ime da florescencia des-
aos olhos, que apenas rom-
lo Mamanguape, quilhasde
illa asumir a po-
stinoo' : ha in-
nciaes, quedes-
adanm dos municipios
^^^ft avaliar por onde ser
^^^Hhzer a exporlacao de
vi eixam correr o pre-
>s mesmos, os agri-
usmo bastante cul-
o, e procurar orien-
dtdade do melhora-
m embarcacoes de a 1 lo
porque islo corre
ira, depois de ac-
i doSinimb para
80 caixas, qae Sao
(amangtfape
o secca, em
maro, parece-me
-nlwcimeolns
^no pode montar
je liei culhido de
em pequeas
^^^B^al a baha,
^^^Eqoc exislera
le profundidade snpe-
exlenco; que
'.a valla, feila se-
cara avilaras gran-
*.j 'le tantp o leito
^^Bdos por ca-
oto de em alguns lu-
jnoa sem ser arrsta-
lo Camoropim ser de
io 8 mar actusl-
10 do correnWpor haver pedido a palma o Sr.. Pe-
reira de Brito.
O Si: Agviar : Sr. presidente, nao seria con-
veniente adiar este parecer ? urn Ilustre merobro da
casa pedio a palavra quando aquello foi lido, e'por
isso he de presumir que lenha de fater valiosas re-
BejSe sobre, a materia; e en creio qoe isto he moilo
possivel, porquejolgo da mair e mais seria necessida-
de.. liquidar-te o direilo que deve regular era 6eme-
lhanles questOw. O tacto he, qne professoret ha qoe
percebem pelos cofres publico urna gratificacao, por
trem mais de 60 animos, entretanto, que a nobre
commissao de inslracjio publica, indefertoa preten-
cao da tiipplicanle sob fundamento de que ella nao
astenia em disposicao legislativa: se nao ha disposicao
legislativa que aulorise esta gialiHcacSo, lie claro
que as que se leem dado ate agnra to millas e tem si-
do meras grecasdu assembla. Examinemos esta ques-
illo mais profundamente: lie indtspensavelque se fique
saliendo, se porventura lodos os oulros professores
podem ler o mesmo diritoque os j agraciados, por-
que a ser nssim, frea he. fozer-lheVjustica, seno
leem direito entilo deitcme-nos de favores porque nos
nao os podemos fazerf (Apoiados.) Por consequencia,'
bom seria ellucidar esta questn, tirar a linipo o di-
reilo qjie postara ler os professores a respeilo de tal
gralificarao, porque, urna ve/, averiguado este ponto,
oo elles viran, com coniianca, pedir urna concessito
que teem direilo, ou cnlo dcixaro de perder o seu
lempo com reqherimenlos i\ assembla : porque de-
ven estar cerlos de que nilo teem *sse direilo.
Qnixera, portanto, que a commissito me explicaste
seu pensamento, porque nao riuvidando cu votar pe-
lo, parecer me he indispcnsavel antes de ludo ser es-
clarecido.
O Sr. Pac* Brrelo: Sr. presidente, o nobre
depulado que acaba de sealar-se, quer que a com-
missao de instruccSo publica o esclareca a respeilo do
direilo que elle soppOe lerem os professores de pri-
meiras ledras gratiiicaco de -iOO$OUO rs. quando
ensinam mais de 00 alumnos. Diz o nobre depulado,
que, ou esse direilo existe ou no ; se existe deve ser
concedida a lodos b professores, que teem 60 alum-
nos essa gratificacao, e se nilo existe deve-se retirar
dos quea teera: uaolieisso'.' .. ,
O Sr. Aguiar : Ser*.
O Sr. Pae.i Brrelo: Anligamente, isto he,
anles do regulamenlo dado pelo Sr. Souza Ramos,
exista urna lei. que mandava dar aos professores,
que lerciunavam mais de 60 alumnos, a gratificacao
de 200&UOO rs.; em virlude desla lei a assembla
concedeu a-diversos professores a mencionada grati-
ficacao ; mas, nole a cmara, que quando a assem-
bla tomou essa resolucilo, provavelmente nao teve
s em vista o fado de seren leccionados 60 alumnos
por esses professores; mas teria sem duvida em vista
a conducta exemplar desses empreados, o seu mere-
cimenlo e os serviros por elle prestados instruc-
cSo publica ; mas, emfim, o que hoje vigora res-
peilo da instruccao publica he o regulamenlo de 12
de maio de 1851, em que se nao faz menean desta
gratificacao; portante, conced-la hoje, nao he senao
um favor ; e, pergunto eu, podemos nos,.-a vista do
eslado do cofre provincial, cspnlhar por lodos os pro-
fessores da provincia essa gralificacllu?...
O Sr. Aguiar : Nao he isso que eu quero.
O Sr. Paes Barieto : E porque a assembla em
oulra occasiao enlendeu dever dar essa gralificacAo
alguns professores, temos mis a obrigaco de faz-la
extensiva todos, quando alias as circunstancias sito
muilo differenles 1...
Um Sr. Depulado : Se estilo no mesmo caso
porque nao".'
O Sr.Paet Brrelo: Has eu j disse ao nobre
depulado, que a concessao feila a esses professores,
fundava-se u'unia lei que Imjc nao esl.i eiu vigor.....
) Sr. Aguiar ; E porque !
O Sr. Paes Brrelo : Eu enlendo que depois
do regulamenlo de 12 de maio, toda a legislacao
respeilo da instruccao publica temeaducado...
O Sr. Joi Pedro : Houve orna lei posterior
qoeexplicou.
O Sr. Paes'Brrelo : O. que existe he a lei do
anno passado, que.mandou continuar as gratificares
que alguns professores j percebiam...
O Sr. Jos Pedro : Foi depois do regulamenlo.
O Sr. Paes Brrelo : Assevero ao nobre depu-
lado que n,1o existo essa lei...
' O Sr. Jos Pedro : Pois eu digo que existe.
O Sr. Paes Brrelo : A lei de 9 de maio de
1853 diz o eguinle : (le).
Mas, porque a lei diz que tac; professores tem di-
reilo gratificacao que percebiam anteriormente, se-
gne-se quea lei, em virlude da qual a gratificacao
foi dada, esteja em vigor ? Ter direilo a essa gralifi-
cacii, qoerdiier que a assembla enlendo, que o re-
gulamenlo nao prejdica ao direilo que cerlos pro-
fessores linham adquirido gralificaco animal de
2008)000 rs. O que eu digo he que, lendo a assem-
bla. aulorisado ogoverno para reformar a inslruccao
publica; e lia vendo o governo fcilo um regulamenlo,
no qual nao vem consignada a gralificaco de 2009
rs. para os professores que liverem mais de 60 alum-
- n3o se Uies pode dar semellianle gralificaco se-
qxielles qu gozavam da vantagem de os receber.
adiantados^ur consequencia, minhn opiniaa be que
a respeilo que hoje tem essa gratificacao, ern vir-
lude de uncto especial, nao estn elles su)eilos n
qualquer rjbeiarao, que a assembla possa (ornar.
Portanlc lulando com as duvidas que lenlio cx-
nao porque quizesse entrar na diiCuetao desta materia,
mas sim, porque lendo votado contra aiauns parece-
res, que nesle sentido te tem apresentadTb, devo de-
clarar, as rizOes porque o flz. Eu votel contra esse
pareceres, porque n3o estava bem esclarecido ^
peito da qnesUo, e por coosequeocia nao poda
3
nao por favor. Com a publicacao cessou o direilo i
essa gralificaco...
O Sr. Jote Pedro : Porque orna le posleror o
fez.
O Sr. Paes Brrelo : A lei nao diz islo : o que
ella ileterminou foi, que os professores, qne j linham
oblido a gralificaco continuassem a percebe-la be
cousa muilo diversa do que quer o pobre depulado.
E. tenhores, se a assembla jolgasse essa lei eni
vigor, n8o precisava fazer semelhanle declaradlo
respeilo de cerlos e determinados professores, diria
1M a grande
traz da
illa lera de profuo-
I aslacio;e fio'almen-
|pelo tir npiuna.acima
^^H, e da Prc-
|a -polica, nao ser
res soflicienles para o
i que he postivel en.
Indios, exisle na
sulcienle para a
trapiche'; e removidos os
verifica estarem prjudi-
: desempachado.
idadedeAra, pa-
:il tranzilo ainda
i srandes capilaes,
^^^Htgne pala a capital
qu* em verdade
^^^Bni um maior
inirgem do Cuit,
um alagado qoe
des. Joo'e Carnauba,
entras localidades e aterros
'vicos mais precisos; o me-
tra Bananeiras demanda em
r, parece-me porm que nao
es dispendido dinh'ero al-
atlender a maior
i necessidade dos melhora-
lo, he bstanle tmente lan-.
.ment de nos"-
cialidadc inna e prin-
lerreno,
lura da canna
les lucros aos
- porm tornam-se
fazew os enm-
ucar comprado
iialidade, coo-
alidade por
sucar d'nqui'
i'nos .so-
aes ber-
llMUII i
simplesmenle qae cdfilinuava em vigor a lei, que da-
va aos professores pblicos urna gralificaco do 2005
rs. quando livessem mais de 60 alumnos.
'Emfim, pode ser que os nobres depulado enlen-
dam^ que a anliga legislacao esl em vigor, eu en-
tend; qne nao; hoje as gralificares, que os profes-
sores podem ler acham-se marcadas no regulamenlo,
que nao s Ibes augmcnlou os ordenados, como Ibes
deu mais urna certa quanlia pelos alumnos que elles
apcesenlarem a exame, mandou-lhes pagar as casaB
pelo cofre- provincial, concede-j-lhes urna gratiOca-
cilo quando liverem mais de 12 annos de servico, e
diversas oulra- vaulagens; islo he o que esl em vi-
gor, e foi, allendendo a essa considerarlo, que a
coinmisso lavrou o seu parecer ; agora, se os nobres
depulados entendem que deveni dar aos professores
20US rs. de gratificacao, um terco do ordenado, de-
pois que liverem 12 annos de servico, a quanlia ne-
cessaria para casas, mais cinco mil rs. porcada alum-
no que examinarem, o al mais alguma cousa, qne o
facam; eu nao..,
O Sr. Barros Brrelo: Logo havemos de Ihes
dar comida, roupa-e ludo o mais.
O .Sr. Paes Brrelo : E al.havemos 'de pagar
o r que elles respirara.
o Sr. Jos' Pedro oppoem-se ao parecer da
commissao por julgar importuna a occasiao de Ira-
tar-sedos urdenados e mais vencimentos que-deven)
ter os professores, visto achar-te conuneltida a com-
missao de ioslrocco publica e reforma do regula-
menlo de 12 de maio de 1851. Sustenta que se acha
em vigor a lei que concede a cerlos professores a gra-
tificacao de 2(jO00 rs. quando tivereqj mais de 60
alumnos, e declara que nao duvida que a peticiona-
ria lenha direilo a esta gralificaco, mas que nao leu-
do entrado nesla invesligaco pelo motivo referido,
aguarda a discussan de dita reforma para lhe fazer a
juslica que merece.
O Sr. Aguiar : Sr. presidente, eu quando fiz
algumas reflexes a r.espeilo do parecer, declarei lo-
go que nao eslava longe de votar por elle; o meuTifh
nao foi outro mais do que provocar urna dscussao,
ou anlcs urna deliberaco a respeilo Jesse direilo
sempre aqni contestado por uns e defendido por ou-
lros, relativamente as gralificacoes dos professores,
que teem mais de 60 alumnos: iulguei eu que nao
iams bem concedendo um beneficio a um e negan-
do-o a oulros; era necessario por consequencia averi-
guar em que legislarn asscnlava esse direilo, e se
essa legislacao eslava revogada ou ainda em vigor.
Kespondere ao nobre primero secretario, que eu
n3o quero encher os professores de gratificarles nem
,de vencimentos, conformefiarecen elle entender;
mas quero que sejamos o mais justos possivel na dis-
li fbuieao dos ordenados dos professores. Entrando,
porm, na queslao do direilo que assisle requeren-
te, eu direi que a disposicao da lei de 186, que con-
cede gralflca;Oes aos professores que contaren) em
snas aulas mais de 60 alumnos esl em vigor, por-
que esta assembla foi quem assim o delerminou : o
nobre primero secretario leu a lei do anno passado,
que concedeu a alguns professores desta cidade a
gralificaco de 200$ rs. nos termos da lei de 1846, e
de sua disposicao se v que esse preceilo nao cado-
cou, (wecendo-me, perianto, que nesla parle ne-
nlium Jnsurdo avanepu o nobre depulado, que aca-
ba de seolar-se; essa lei, fazendo vigorar o direilo
de algunS professores aquella gratificacao, deixou
claro, deou evidente que a di-posicao da lei de 1816
e nao estava"revogada pelo regulamenlo de 10 de maio
i de 1851, tenlo assim que, a despeilo desse regula-
menlo, a le do anno passado invocan a de 46 para
dar essa gratificacao, e te ella'lioestivesse em vigor,
sem duvida a lei de 1853 nao poda invocarla, por-
que seria enlau absurdo o dar vigor a urna lei em fa-
vor nicamente de 2, 3 ou 'i individuos, e se a lei
estava era vigor para esses qualro individuos, lie cla-
o qtte logo que se apresenlarem oulros em idnticas
.slancas, a assembla por espirito de juslica
itrigada a proceder, do mesm modo. Assim
rae parece que o regulamenlo de 51 nao cevogou
uio tal disposicao, porque se houvesse
ersiuvida nenhuoiaa lei de .1853 nao lhe
necialmenle a respeilo de individuos
o dfai 8 e 9
^^Ktavam definhaudo t<
neftendo em breve a
contra a to
o tnilhoeat.
i para exp
> entra no asna
do
puco.
isivativa
pncou..
-arco de 1854.
Yo Catulcant
BIA.
PtMCtr da commissao dei nsIruccSo psblici, iudee-
Prtiden\
iifiliR immu; opiniao nao
pprovando es-
i em disposi-
um tem ura differente pen-
remeltesse alguma
ocso li-
para po-
professo
.iiveuienle fli-
vellar le sino tirando a
ds de urna lei conceder a cerlos individuos
i por jalgar que a mereciam, que sejam
-ad.s tmenle para nivel lar..lodos os. ven-
>'s temos visto multas vetes, que, em
virlude de urna disposicao legislativa, alguns empre-
gads licain era melhores condicOes do que oulros;
por cxemplo. quando te mandou pagar os ordena-
dos depois de vencidos, aquelles que recebiam tri-
mestres adiantads Ikaram recebendo, embora a dis-
posicSo dessa lei prejdicasse aot empregados, que
hnuvetsem di ter nomeados dessa data em vanle, en-
tretanto que sempre ficou rcsptilado o direilo da1-
cusso dtfgul&meiito, e nesse sentido mando um
requerimeo.
(i Requ'o o adiamanto do parecer, at. que se
discuta o egulimenlo da instruccao publica.
Aguiar. ;
O Si Paes Barreta :En comprehendo, 'qae
o nobre (miado que acabou de fallar, sustente a
opinUfo rqoesedevedar a peticionaria a gralifica-
co qne ia requer, porque ao seu enlender esta ain-
da em vor a lei que aiilnrisa urna lal cnncesso ;
nao compltendo porm que o nobre depulado, que
he inspesr da thesoraria lenlia a mesma opiniao,
confeisato.qne essa lei foi revogada...
OSr. j Pedro: E eu confessei'!..
O Sr.pes Brrelo :-*-0 nobre depulado disse,
que a leiue mandava dar gralificacfies aos profes-
sores, linlsido revogada pelo regulamenlo de 1851,
vigorandeoraento a lei de 1853, qae mandou pagar
a cortos ndessores aquella gralificaco. Toda a ar-
gumenta? do honrado niemhro, runda-so em que
lendo a asmbla mandado pagar a alguns professo-
res nina plificacao, lodo tem direilo ao mesmo fa-
vor..,..
O Sr. .sr Pedro :En nao disse lal consa.
O Si: ues Brrelo :Sr. presidente, 09 professo-
res que a sembla em 1853 julgou cora direilo es-
sa gratifico, ja a percebiam anles do regulamenlo.
de 12 de o de 1S51 : allendendo sem duvida es-
sa consid-aco, n8o quereudo destruir um direilo ja
adquiridla assembla mandou que continuassem el-
les perdier a gralificaco de queja eslavam no go-
zo, mas mguem dir qu a peticionaria e mais pro-
fessores e leem requerido a mesma gratificacao
acham-sem circumslancias idnticas ; nem esta as-
semblen,mr ter respeitadoum direilo adquirido, es
l na obtraco de crear novos dirgitos. E,_nole|o
nobre dealado, a lei de 1853 refere-se especialmen-
te aos prlessorcs, cujos noroes menciona ; nao esla-
belecc um disposicao geral que possa ser invocada
por ouin, atan daquelles de que ella trata. Como,
pois, poe o Honrado membro adiar nessa lei toda
especial,undaraenlo para sustentar que lodos os pro-
fessores ce liverem roais do 60alumnos, leem direilo
a graliiioeao de 2003000'!
Senorts. a assembla fazendo a concessao expres-
sa na el rilada de 1853. leve em visla nao s que o
profesores atii desianndos ja eslavam no gozo da
gratifraco anles do regnlamento, mas tambera con-
sidera 09 bons temeos prestados no seu magisterio
por eses professores, os quacs, segundo as informa-
coes aie lenho, sao os melhores que possuem as nos-
sas ecolas....
Un Sr. Deputaio:Todos os que tem requerido,
sao til bons como esses.
O ir. Paes Brrelo :NSo he assim, ha algnns
bons oulros soffriveis, e inuitos petsimos.
Os Sr. Depulado :Os qne leem pedido sao to
boiu como os qne ja lem a gralificaco.
- OSr. Paes Brrelo:O que eu digo, he um fac-
i rcunhecido por lodos, muilo embora nao queiram
conessa-lo. Senhores, como di/.ia um orador francez
rapeilo de cerlos assumplos ha verdade simples-
tnette, e verdade rerdadeira. Nao ponho em duvi-
da ru seja verdade o que cana de afiirmar o nobre
depilado, mas o que cu digo he a verdade verdadei-
ra ;ha bous empregados, c pessiraos, nos devemos
anillar aos bons c prolege-los...
f '11 Sr. Deputado :Tarahem he verdade verda-
dein, que nao se sabe quaes sao os bous, nem quaes
os naos ; por exemplo o Sr. P. Joaquim Raphael,
que he um dos primeiros meslres de latim, esl qnasi
sem discpulos, tem 4 ou 5, quando ha oulros pessi-
mos. que tem muilos...
(l Sr. Paes Brrelo :En nSo sei se lem muila
razio o nobre deputado no que esl dizendo...
m Sr. Deputado :Repito, hoje um dos melho-
res meares de ltiro, tem 5 alumnos.
O Sr. Paes Brrelo :Nao sei se o nobre deputa-
do est bem certo no fado que Irouxe ao conhecimen-
luda assembla porque consla-me o contrario ; o
Sr. I'. Joaquim Raphael, tem mais de 50 alumnos, e
nao ensind maior numero de discpulos, porque
nao quer ; mas emfim, seja como fdr. o que he certo
he, que os bons professores, sao ordinariamente pro-
curados.
O Sr.'jo.' Pedro: Logo, esta requerente he
boa professora, porque tem mais de60 aluminas...
O Sr. Paes Brrelo : Eslou dizendo em geral
o que acontece, mas em hypolbese, nao sei o que
ha ; nao confiero a peticionaria, nem tculioa res-
peilo della informac.6es seguras.
O Sr. Baptista : A inslrnceo publica enlre
nos esl perdida, eu estoo al horrorisadoAo seu es-
lado.
OSr. Paes Brrelo:Perdoe o nobre deputa-
do, a inslruccao tem mclliorado muilo depuis do no-
vo regulamenlo', e acha-se em vivo progresso; n3o
esl seguramente no p a que deve chegar, mas
nao tem retrogradado. E permita o nobre deputa-
do que lhe diga ; nesla materia o grande mal vem
de Olinda, aonde se ensinam preparatorios em dou9
mezes, e al em 15 dias, e depois approvam-se os
eslndantes por patronato; islo he que tem concor-
rido gravemente para o eslado em que se acha a
instruccao publica na nossa provincia, sao os escn-
dalos, quo la se coramettem nos exames, san os pa-
tronatos ojie os professores atli exercem, em favor
dos esludanles que ensinam por cinco e dez mil ris
por mez.
Um Sr. Deputado : Esl-sc cnsinanJo pliiloso-
phia em 30 dias.
O Sr. Paes Brrelo :Ha fados miio singulares
a respeilo do entino nesla cidade. O lycen lem ca-
denas qne nao sao frcquenladas por cinco alumnos,
entretanto que pcrlo desse cstabelecimen lo exislem
meslres que lem 50 e mais alumno, e porque'.'
porque esles coiilarh ser chamados acxameimme-
-dialamcnle...
O Sr. Pinto de Campos : Esludam ahi por
uns folhelos a qne chamam capadinhos, em 15 dias,
aprenden) o lal capadinho, c nada mais. .
O Sr.'Paes Brrelo : ... em quaolo os discipn-
de oulros meslres e os do lyceu nao sao chamados.
Mas eu acho que todo islo nao vem para o caso; o
que digo be que a lei que conceda urna gratificaran
aos prolessorej que livessem mais de 60 alumnos nao
esl em vigora e que sendo a concessao feila a cerlos
professores em 1853, em razSo dos direlos adqueri-
dos por elles anles do regulamenlo, nao se pode sus-
tentar que os oulros professores achara-s,e no mesmo
casoe que essa concessao Ibes he applicavel.
' Mn Sr. Deputado : A do anno passado'?...
Sr. Paes Brrelo :Pois porque a assembla
enlendeu, qu devia continuar urna gratificado a
cerlos e determinados professores, segue-sc que Iodos
os Huiros tem direilo a ella '.' O nobre deputado to
inlelligente, to ilustrado nao coraprehende que es-
sa lei s tem applicacao a osses individuos, que espe-
cifica ?
(Ha i/m aparte.)
Eu exponho a queslao. Urna lei anterior mandava
dar urna gralificaco aos professores, que livessem
em sua aula mais de 60 alumnos: cm virlude oessa
lei quatro ou cinco professores percebiam esta grali-
ficaco. Entretanto publicado o regulamenlo de 12
de maio deixaram de perceber a gralificaco de qne
eslavam no gozo ; contra isso reclamaran! elles, e en-
l3o a assembla delerminou que elles continuassem
110 gozo da gratificacao ; mas isto querer dizer, qoe
a lei anterior ficava em vigor, nem que lodosos pro-
fessores linham direilo a essa gralificaco ?
Eu supponho que entre esles e aquelles professo-
res ha una grande dislantia ; e o nobre depulado
que lanas vezes lem pugnado pelos direilo* adquiri-
dos, deve allcnder a que nns j tinham adquirido o
direilo gralificaco, e os outros nao, e que porten-
to a assembla poda, sem oflender os direilo dos
professores. negar-Ibes o favor que requeren)...
UmSr. Depntado:Assima, romo se conceden) a.
esses espccameute, pode conceder-so a mais al-
gum lanificio especialmente.
O Sr. Paes BrrreJo : Nos nao somos obrigados
a eslar portudo quaiilo fez a assembla transacta,
nao temos essa solidariedade, que o nobre depulado
quer estabelecer; tambera nao procurara entrar nos
motivos que leve a assembla de 50 para conceder
essa gratificacao, ao que atiendo he ao facto ; o que
est l'ciln,fcilo est.
Agora o Sr. Aguiar, aprsenla um requcrmcnlo
de adiameulo, mas para que adiar esta materia ?
Se na .occasiao, cm que so discutir o regulamenlo
da instruccao publica se lomar alguma deliberaco
a respeilo dos ordenados dos professores, embora o
parecer seja approvado, essa deliberaco ser gen-
rica c aprovcilar peticionaria.
Tciiho ouvido os nobres depulados fallarem mui-
lo cm igualdadc quando se trata de ordenados ;
mas nao sei porque cscolhcm sempre a igualdadc
para o mximo ; por cxeyplo, ha una cerla classe
de empregados, um dos quaes tem um maior orde-
nado, he este o que se escole para eslabelecer a
igualdadc ; j uniera esse argumento foi Irazido;
disse-se ha nm profcssor que tem fiOOSOOOrs., logo
lodos devem ler 6OO3OOO rs. ; agora porque tres ou
qualro professores percebem unta certa gratificacao,
qwr-se a liluio de igualitario que Indos tenhan a
mesma gralificaco. Porque razan nao escolbeh os
nobres depulados o ineuor ordenado para eslabele-
cer a igualitario '?
Porlnnlo, insisto as conclusois rio parecer: a pre-
loncao ria professora rie primeiras lellras ria ridade
ria Victoria, nao asseula em iicnlluina disposicao le-
islaliva em vigor, riar-lhe essa gralificaco ser
nm favor, favor, que csui mesma assembla j lem
nefario a muilos [irofessoios, pois que este nao he
primeiro parecer, que a commissao d a respeilo rie
prctencOes semelhanlcs, e a assembla os lera ap-
provado, V seria odioso-que tendo-se negado pedi-
dos semelhanlcs a oulros se conceda, peticionaria.
Sr.-presidente, quando examinci a pasta da ins-
lruccao publica, onconlrci-a cheia; mas de que'
de pedidos paja augmento (le ordenados; nao en-
conlrei o "menor trabalho sobre a instruccao, ralo
vi que um s professor procurasse mostrar seu es-
turin respeilo da materia ile sua prolisslo,ludo he
augmento rie ordenado! Ti'um anuo elles pedem
oenlo.de ordenado, no outro qnerem umacer-
la quanlia pira allugucl de casas, no seguiole pe-
den) gratificacao por 12 annos de servico, elogo de-
pois, porque tem 60 alumnos, e al exigcm iudent-
nisaca. pela matricula que rato percebem, ora, is-
lo deve acabar, a assembla deve limitar-se ao qne
ilispoe o regulamenlo de 12 de maio, e'evitar por
urna vez estas importuiiaces constantes: vol pelo
parecer.
O Sr. Jote' Pedro continua a sustentara sua opi-
niOes que eraillio no primeiro discurso, e responde ao
Sr. primeiro secretario.
OSr. Metra : Sr, presidente, pMi a palavra,
posto, detiria que se adiasse esle negocio al a dis- aprecia-la ; e at euleodia, e anda he esle o meu
- pensamento, qoe todas essi* discussflet deviara ser
adiad, para quando se discatUtse o regnlamento de
12de maio de 1851 cerca da inslruccao publica, por-
que ahi por nmi acto, para mim dizer, e preve-
niriam todas essts pretencOespor umas medida qoe
fixaste o direilo de lodo o professores a lae gratifl\
cacSes..
Se a casa tivesse tomado a deliberaco de adiar
lodas estas prelencOcs, para quando liveise lugar a
dscussio do regulainento citado, tomando entouma
medida genrica respeilo de todas ellat, fechara a
porta easas exigencias, rom que quolidiaiamente
ccs mui valiasas. A atteinblo convencen-e dessa
considerasrits.e 111 (de 2008000
pelo(rescimo de trabalho, a emenda foi porUnlo
~|^(nda cora toda* imparcialidade, porque a assero-
la cumpria nm preceilo comliluc.onal, qual o da
premiar em proporrAo do merecimenlo de cada um.
Porventura, haver parcalidade, quando se premia o
merilo ? Quando filio dos professores remunerados
com esta gratincaco, deve entender-te, que eu sou
excluido, porque sou o mai inferior dellet, todava
nao pono deixar de Iraordinjriamenle, no entretanto que alguns deixa-
vam de trabalhar e al eram refractarios 00 compri-
menlo de seus deveres.
Emquanto a parecer, devo declarar que o nlo as-
signei, poslo que seja membro da commissao.por que
n8o concordo com essa opiniao nelle emillida, em-
quanlo aos seus fundamentos, eu enlendo que todos
os professores, que provarem que eslo nat mesma
somos incommodados. Temos de discutir o regula-' circumslancias dos oulros devem lera mesma gralifi-
menlo, ahi necessariamente tomaramos urna provi-
dencia, qae terminaste lodas essas reclamaces, e lo-
dosos professoresficariamsabendo, se linham ou nao
direilo a essa gratificcJto, ou eniao quaes aquelles,
que eslavam ou nao no caso de percebe-la. Tenho
volado conlra Iodos os pareceres acerca de iguaos
pretendes e o declaro apezar de tenido a votteao
por escrutinio tecrelo,_assim como votarei contra o
que se acha em discnsso.
Agora, Sr. presidente, entrarci sempre na queslao.
Enlendo que ella se reduz a dous pontos capilaes:
primeiro, a lei que conceden a gralificaco de 2009
rs. aos professores que tem mais de 60 alumnos esl
ou nao em vigor 1 Nao hesito responder pela aftirma-
tiva. A lei que concedeu a gralificaco de 2000000
rs. aos professores, que livessem mais de 60 alumnos,
esl em vigor, e a peticionara tem direilo gralifi-
caco que pede.
A le esl em vigor, porque o artigo 6 da lei n.
261 de 28 de junho de 1850, que concedeu laes gra-
lificaces, diz o scguinle : Com os ordenados e gra-
tificarnos aos professores de primeiras lettras. Pican-
do concedida a de 200"5000 rs. aos professores Jos
Joaquim Xavier Sobreira, padre Vicente Ferreira de
Siquera Varej.lo.Manoel JosTeiteira Batios Jnior,
Joaquim Antonio de Castro Nunes e a professora ^ D.
Alexandrina de I.imae Albuquerquc, que dever &
presidente conoeder-lhes (odas as vezes que elles lec-
conarem nuthero superior rie 60 alumnos, devenrio
reslringi-lif al o ponto de extingui-la quando este
mesmo numero se tornar inferior ao de quarenla e
seis... .
He isto orna lei especial para esles professores ; a;
qui nao ha lei geral; ha urna lei especial quanto
gratificacao de 200900(1 rs., e geral quanto aos orde-
nados. Has o nobre deputado disse que nao eslava
em vigor este artigo da lei do 1850. que era urna lei
geral...
O Sr. Paes Brrelo:Nao disse tal...
O Sr. Meira : l.ogo he urna le especial ; eu,
porm, entend dizer o nobre deputado que era urna
lei geral e nao urna tei especial, ora. a esta lei de
1850. seguio-se o regulamenlo da inslruccao publica
de 17de maio de 1851 ; e entrn em duvida se este
regulamenlo revogavaa lei citada ; sendo que at a
lliesouraria duvidou pagar a esses professores bene-
ficiados aquella gratificacao, e enlo a assembla pa->
ra dissipar essas duvidas, julgou misler declarar,que
eslava em vigor a lei de 1850, e de fcilo o declarou
pela lei n. 302 de 9 de maio de 1853, que diz o se-
grale:
cr Art. nico. Os professores de primeiras letlras
desla cidade, padre Vicente Ferreira deSiqueira Va-
rejao, Jos Joaquim Xavier Sobreira, Joaquim Anto-
nio de Castro Nunes e U. Alexandrina de Lima e Al-
buquerque, teem direilo gratificacao concedida pe-
la lei do orcamcnlo provincial n. 261, art. 6 de 28
de junho de 1850.
Por consequencia nao ha duvida que a lei, que con-
cede a gralificaco de 2009000 rs. aos professores na
mesma especificados esl era vigor.
Agora vejamos se em virtude desla lei, a peticiona-
ria lem direilo a gralificaco.
Creio que sim, porque, Sr. presidente, eu enlendo
que a assembla, quando concedeu essa gralificaco,
nao teve em visla individualidades.
Um Sr. Deputado : Tanto leve, que individua-
lison.
O Sr. Meira .-Creio que he urna injuria, que o
nobre depulado irroga casa, julgando que ella re-
solverse conceder urna gratificacao ao Sr. padre Va-
rejao e oulros all mencionados s em attencao e ob-
sequio a laes'pessoas, creio cerla raen le qne assim nao
foi, e anles enlendo queosenlido da lei nao poda
ser outro, seno recompensar o trabalho e mrito
desses professores, por mediante essa gralificaco que
foi requerida por elles; por consequencia, ao passo
que seda urna disposicao geral. porque esla disposi-
cao especial deve ser baseada, e o foi sem duvida, no
principio invariavel de juslica, qual o merilo do pro-
fessor, seu trabalho. zelo e cursprimenlo de suas o-
brigaees ; a casa nao poda ler oulrs vistas senao
estas, logo lodos os professores em idenlidade de cir-
cumsutncias, lem direilo a igual remunerarao. Se
islo noesi na leltra da lei, est cor lamen le 110 seu
espirilo, c nao devenios suppor, que oulra fosse a in-
lenco ria assembla provincial de 1850.
Eu enlendo, porlanto, que se a peticionaria esl
as mesmas circumslancias daquelles professores, se
lem em seu favor os mesmos requisitos, se mililam
para com ella as mesma razes nao pode deixar de
ler direilo a essa gratificacao. f'
Se um professor qualquer, senhores, reclamar pe-
ranlc esta assembla, que lem mais de 60 alumnos,
que he zeloso no cumplimento de seus deveres, que
tem mostrado um procedimento regular, e que te a-
cha constituido mis mesmas circumslancias em que
que eslavam aquelles de quera trata a referida lei, e
a quem foi concedida a gralificaco de 2008000 rs. ;
esse professor em miiiba humilde opiniao lem direi-
lo a ser gratificado, porque repilo, nao posso conce-
ber que a assembla livesse cm vistas dar urna grati-
C3o de 2OO9OOO rs. ao Sr. padre VarejSo, Castro Nu-
nes e oulros por ella designados por mera parcalida-
de, afl'eicao e favor para com esles professores.
Senhores, eu nao quero entrar no exame do mere-
cimenlo da peticionaria, sobro que a nobre commis-
sao guardn silencio, nao quero mesmo indagar, se
por este lado, tem ou nao ella direilo ao que requer;
apena procuro mostrar que o parecer da commissao
devia assentar em unirs bases ; e que o fundamen-
to do parecer de que a preteheo da supplicante nao
asseula cm lei alguma, me parece menos acertado. O
segundo fundamento de que os cofres pblicos, nao
podem supporlar esta despeza, lambem lhe nao deve
desfavorecer ; se nao podem, enlo convm tirar
aos oulros essa gralificaco que j se Ibes conceden, e
que se nao quer estender a todos em iguaes circums-
lancias. Acaba de dizr-se, que era preciso por um
dique a essa chusma de prelencoes : c eudigo que es-
sa chusma de prelendenles nao provm senao de se-
melhanle desigualdade, acabe-se com ella, que as
pretencOes acabaran ; ou tenham lodos os professo-
res de reconhecido merilo essa gralificaco ou ne-
nhum ilelles. porque he mui natural que elle ob-
servando que a laes individuos foi concedida urna
gralificaco por se darem nelles laes eircumslaocias
em seu favor, e remirado om si essas mesmas cir-
cumslancias venham na mais firme convieco de
seu direilo na mais robusta esperanra de seren al-
lendirios, reclamar esta assembla a mesma gralifi-
caco j quefles concedida.
v Um Si: Deputado : E os primeiros por qae pe-
dirn) '.'
O Sr. Meira : Estes veem bascados n'iima lei,
os primeiros pediram lalvez um favor. Sr., como j
disse, cu nao me fiz cargo de avaliar o merecimenlo
da professora, e nem paia isloniejulgo habilitado;
porquanlo com toda a rinceridade declaro a casa,
que a nao conhego, uo sei te he ou nao habili-
tada, se cumpre suas obrigaces.; nao sei mes-
mo se he bonita ou feia; enlendo sim que em
vista dos nicos fundamentos do parecer em discns-
so se nao pude contestar que esleja no mesmo caso
dos professores agraciados pela lei de 1850 ; devendo
notar-so por 'ciernis que a commissao nao disse o con-
trario, e prescindo de entrar nesle exame, deque a
propria commissao tambera prescindi; porque, como
ja disse, enlendo que a discusso- de laes pareceres
heactnalmenle nopporlnna,e por isso voto peto'adia-
manto.
Por ultimo, senhor presidente, responderei ao que
diss o'Sr. r. Baplisla, conlra os professores de la-
tim....
O Sr. Baptista : Fllei da inslruccao publica
em geral.
O Sr. Meira:Ouvi dizer ao nobre deputado,que
o Sr. padre Joaquim Raphael, era o nico professor
de lalim.e qae lodos o mais eram inhabeis', e nao sa-
ban) ensinar a preceilo a lingua latina.
- O Sr. Baptista: Ouvio mal, disse, que era un
dos melhores
O Sr. Meira: .Bem, eu nao quera, e eslve
longe de querer contestar que o Sr. padre Joaquim
Raphael he um dos melhores professores, e lalvez
mesmo o primeiro, mas nao podia aceitar a propos-
cao de qoe os domis ignorara o que ensinam ; por-
quanlo oulros ha, que xabem ensinar o lalim, e cu-
jos discpulos teem feilo exames com aproveila-
rae.nlo.
O Sr. Baplisla: E que gloria, lhe resultads-
so, quando ningiiem o contestou 1
O Sr. Meira: Kesulla-me a gloria/le fazer jus-
lica a quem a merece, e de deflender a quem he in-
justamente acensado.
O Sr. VarejSo : Sr. presidente, nao tencona-
va lomar parle nesla discussao.nis vejo-uie obrigado
a dizer alguma cousa, porque sou um dos professores
agraciados com a gratificacao de 2009000, e vendo
anilar-seesta queslao na casa, lencionava conservar-
me silencioso, porem as observaees do nobre depu-
lado que sesenta aq meu lado nie foreain a pedir a
palavra, para deflender a assembla provincial de
1850 dalacba de parcial que inmerecidamente lhe foi
irrogada. Eu referirei oque se passou : quando em
1850 seachava uesta casa.em segunda discussflo-o pro-
jeclo do nrcamenln provincial, houve um deputado
cuino 1. secretario, que coofeccionou urna emenda
elevando o ordenado dos professores a mais 1009 rj.
Nessa occasiao houve nina discusso alguma cousa
calorosa a este respeilo, e Os que se oppiinham
emenda disseram.que negavam seu vol porqueaug-
menlando-se o houorario dos professores, indisliucla-
racnle, se galardoaria nao o merilo, ms a vadiacao
eo demerito; por que alguns professores haviam que
eram menos zeloso nesse pomo e al nao cumprido-
res de suas obrigaces; finalmente a emenda foi rc-
gelada. Pasaados?algunt dias.enderecamoteu, meu
muilo especial amigo ( e hoje nunca assaz chorado)
professor de Olinda o Sr. Bastos, e o meu nobre ami-
go e colleja Ha Boa Vista oSr. Sobreira, um reque-
rimenlo a assembla,periindo augmento de honorario,
com o fundamento de que sendo nos obrigados a lec-
cionar 5 horas por da, voluntariamente leccionava-
raos grande numero' de alumnos CoJa amanhaa e
da larde, isto he : man lempo do que o do nusto con-
trato, a alem desla presentamos oulras coniidera-
caeo, islo he : deve-se fazer extensiva aquelles por
urna lei, a disposicao legislativa que concedeu a es-
tes. Enlendo lambem, que a peticionaria nao provou
asen allegado, por isso nenhuma duvida lenho em
negar-lbe o pedido, mas quanto ao pensamento geral
do parecer nao ; porque julgo, como diste, quea lei
deve ser igual para lodos, e por consequencia em
igualdade rio recompensa. Nao accrescento mais nada,
porque o meu fim nico, foi o allaslar d'assembla
de 1850 a pecha de parcial, que lhe foi irrogada, por
qoe lat pecha lhe 1180 he cabida.
Vol conlra o parecer, pelas razoes que expuz.
O Sr. Baplisla sustenta o parecer, e responde
extensamente aos precedentes oradores.
Encerrada a discusso, he o parecer submellido
a votacao e approvado, sendo regeilada a emenda do
Sr. Aguiar. ,
O Sr. Presidente designa a ordem do da, e le-
vanta a sesso.
REPABTI^AO' DA POLICA.
Parle do da 16 de marco de 1854.
lllm. e Exm.Sr.Participo. V. Exc. qae das
partes hoje recehidas nesla reparlicao. consta lerem
sido presos: minba ordem, o pardo Miguel Alves,
por tuspeilas de ser desertor; ordem 'do subdele-
gado da frcgueza de Santo Antonio, Manuel Anto-
nio da Rocha, sem declararlo do motive ; ordem do
subdelegado da freguezia de San-Jos, o prelo etera-
vo I.uiz, por andar fgido; e ordem do subdelega-
do da freguezia da Boa-Vista, l.uiz Manoel Kozendo
de Brito, e Antonio Rodrigues, ambos sera declara-
cao do motivo.
Por ofliciokle 12 do correte, communicou-me b
delegado do ferino de Iguarass, que no lugar deno-
minado Itapiruss do segund, dilriclo de aquello
termo, no dia 22 de fevereiro lindo, Antonio Correia
de Acaojo e Jos l.uiz d' Assumpcao, um lilho do mes-
mo nome, e Candido Marques de Santa Anna, en-
contrndole com um individuo de nome J,oaquimFi-
delis e disputando com esle a passagem do caminho
accdmmetlteram-uo eolri facas c armas de fogo, e
Iravada a lata na qual o_riilo Joaquim Fidelis pro-
curou eflender-se, resu *,on d'ella suecumbir esle c
um dos qualro aggressore. Candido Marques rie Sania
Anna, tendo-se evadido o de nome Antonio Correia
de Araujo, e presos Jos Luiz d'AssumpcAu o sea li-
lho em urna casa, onde com senlinellas avista se es-
lo tratandorios ferimenlos que receberam.
Accrescenta o mesmo delegado que a respeilo deste
facto se estava procedencia nos termos da lei.
Dos guarde a V. Ex. Secretarla da polica de
Pernambuco 13 de mareo de 1854. Illm. eExm.
Sr. conselhero Jos Bento da Cimba e Figueredo,
presidente da provincia.Luiz Carlos de Paita
Teixeira, chefe de polica da provincia.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A assembla approvou lionlera em 3.' discusso
o projeelo 11. 2, que manda vir algumas irmaas de
caridade, com una emenda do Sr. Aguiar.
A ordem do dia de boje comprehende a priluci-
r discusso do projecto n. 7, a 3." do de n. i, e a
continuaran da rie boje. ,
Slleta fundaco, tem-se calculado, que basta urna
Dia de entrada por cada socio da quanlia de 209000
rs., e a quanlia de'19000 rs. meimaes, para ella po-
der eslabeleeer-se prosperar.
Sendo principio admillido, que todos o grandes
agricultores da provincia sao* !os socios na-
tos, nao haveudo necessidade i o, e assim
quanto queiram tendb adra. ie, re-
solta, que desde sua fundadlo dever considerar o
numero de teii ocios aventajado e mais qae bastan-
te para a aociedade promover em grande* escala, o
progretso da agricultura da provincia em lodo ot
seos ramo.
E qnal era ese agricultor, que alimente o"eaprl-
cho de nao ter tocio, quando de o ser vem lo gran-
de beneficio ao seu paiz natal, quando sem despeza
tem ua disposicao a escola onde eu filhosou met-
mo teut eacravos*possam aprender todas as peryoe
pralicas da agricultura, e daquellas indutlriat indis-
pensaveis as grandes propriedades ruraes? Onde
poder mandar tem cusi, tem dispendio melhorar,
por meio dos garanhues, rabes, flamengos ou bie-
lde, que all para isso se conservaren), a rara ames-
quinhadado cavallar rio paiz ; o mesmo emquanto a
caca bovina e de mais animaes domsticos : onde fi-
nalmente encontrar sempre um provimento de te-
nientes exticas, quando queira variar o genero de
cultura, ou fazerensaiofjlf Nao podemos porlanto con-
celler receios de que semelhanle instituicao encontr
eslorvos, quer as opinies polticas, quer no capri-
cho, quer no indeferenlismo.
Devendo ser composla esta sociedade de todos o
grandes agricultores da provincia e de lodos os indi-
viduos, que se queirnm inscrever, para seu rgimen e
ordenada direceo dever eleger urna commissao li-
rada dos socios para administrar os fundos e dirigir
as operai-oes internas e externas da sociedade; astim
como se crear urna directora a testa da escola pra-
lica, subordinada aquella commissao; e porque n
projeelo de estatutos melhormente especifica a or-
ganisacao da sociedade, sabmetlemo-lo ao conlteci-
menlo publico para melhormente se avaliar a idea con-
cebida para esla creaco.
Nao obstante porm termos a consciencia de bem
obrar, propondo-nos desla sorle a promover o esta-
belecimento de urna sociedade de agricultura nesla
provincia, quizeramos merecer os conselhos de todas
ai pessoasentendidas. nao s sobre a conveniencia e
inconveniencia do aclo, como dos mais adequados
meios de levar vanle o projecto concebido: e delle
deduzirmos os maioros beneficios possiveis.
Esperamos lambem auxilio eflicaz dos grandes se-
que possuimos, a larefa he denos lodos, a todos
caben) os bons'resultados, he de razao, pnrlantb, que
lodos concorramos, cada um conforme as suas fa-
cilidades.
CORRESPONDENCIA.
.Sr. redactores.Conslando-/iie que o- barao de
Suassuna tem querido persuadir aos moradores das
Ierras sobre que versaran! as accoes de forc,a, que
liveram lugar entre elle e 0 fallecido' meu pai, das
quaes eu c meus manos j lomamos posse judicial,
que elles nao podem plantar em ditas Ierras sem
sua licenca, ameaeamlo al a um delles, que ha
bem punco lempo, ektava fazendo um rucado para
plantar roja, que, sel elle plunlasse o meado, nao
s mandara arrancaf-lhe o roca, como deilar-lhe
abaixo a casa, com o pretexta de que essas Ierras
anda estao cm litigio, pcco-lhe que publiquemos. Bfijtree a sentenea a fl." 394 por ler
manda
res cari
prevaleceni!
esse esbalhi'.
cxtcnsilo de i
Confcssai
onde houve
so Dada mai
porque a Ierras ci
qu? all sempre eu
den do que pelo depoiir
zidas palo aulojes esta
les por si, e pelos seus anli-p.
longos annos na poste do ler
nelles exerceram sempre actos de
ribaraenlo de m
dos reos nao referen), q
ererdos por' elle, sendo qae
taescorleas lenha, acto.
ticar clandestinamente
plantar to grande ex temi
forara plantados pelos autores :
dos reos depem contra ^^^H
qne os moradores da Bulhes plaull
res, como consta de seus dcpoii
nforraaedes |fl. 358, quando d
Maria da Peona, demolida pelea
bilada por moradores do engenho
priedarie dos olores, que contra a
ferecidas pelos autores nao te
qne as tornen) snspeitas, en
sao pela mr-parte moradores
ras dos mesmos reo, e por iso
de, que a testemunhas do reo!
delles he no logare denomi
Branpo, quando o esbalho foi
gare e Urub, como consta do
temunhas dos autores e aulo di
358, qae o lugares em que se fi
gando a visloria a 11. 213 os mesmos
o autores em sua petico a fl 2, e
nhas aflirmam serem de posse dos
que com o requerimenlo a fl. 215,
teslemunhas offercidas pelos reos,
elles, pretenden) elles anles provare:
priedade do qne o possessorio, oqi
queslao nao Um lugar por ser contraj
ordenaco Iivro 3. Ululo 40 litlo
4., ttulo 54 principio, allendendo G|
z5es ponderadas de urna e de oulra
petir aos autores a prsenle acco,e
a abrirem m3o das trras demandad
damnos cansados, rendimenlos que
zir esses terrenos e cusas.
Recife 14 de novembro de 1848.
reir Gomes.'
Sentenea.
Vistos esles autos embargos a 11.39;
(So e sustentadlo, pretendem os et
ga-
lores,
no.mellcrem
roa grande
Desde da 9 at o ultimo de fevereiro prximo
passado foram presos, por ordem do capilo Carlos
de Mornes Can 1 sao, comnianrianlc do destacamento
volante, e delegado do termo de Garanhuns, sele
criminosos, sendp qualro por crime de homicidio,
cnlre os quacs se ai-liam 2 escravos autores da mor-
le do infeliz Jos Bazilio de Frailas Peixolo,
Os malfeilnrcs riaquclla comarca, perseguidos in-
cessantementc pela forra ao mando do dito capilo,
lem-se ido homisiar cm diversos lugares desta, ou
das provincias limitrophes.
Em Comuna foi capturado o ultimo dos assassi-
nos do infeliz capilo Francisco Cavalcauli da Cu-
nta Vascoucellos.
Na .comarca da Bda-vista lem sido igualmente
capturados pelo destacamento, ao mando, do, capi-
tn Jos Thomaz Delinques, varios criminosos, en-
tre os quaes se conla Jos Carneiro Nogueira de
Anrirada. indiciado cm crime de mortc.
duascerliducs juntas, das quaes consta que nos > ence-
raos nao s a accSo de forca qne nosso fallecido pai
intenlou conlra o barao de Siiassuua, como a qi/e
elle intentou conlra, nosso fallecido pai.Sou seu
constante leilor, Antonio Pires Ferreira.
Recife 14 de marco de 1854.
Antonio Ignacio de Torres- Bandeira, cavalleiro da
ordem deCliriste, ocrivlo de appellaecs e aggra-
vo da relacao desla provincia.
Pelieao inicial.
Certifico avista dos respectivos aillos serem as pe-
ras pedidas por cerlidao na petico retro as se-
gu ules:
Dizem Gervazie Pires Ferreira, e sua mulher D.
Jenoveva Perplua de Jess Caldas"que sin senho-
res e possuidores do engenho Bullioes silo na fre-
guezia de S. Amaro de Jaboalo municipio desta
cidade, e por si e seus anle-posseidores (nao se etv-
leudia a oulra palavra pelo mu estado do papel)
na posse manca e pacifica, como proprictarios do
engenho dos silios de Ierras denominados Mangar,
Urub, eslrada rio Catle do Tanque, partes do
mesmo engenho, igualmente das lerrasdj^rajmjnM
iho Novo, S. Amero" fuste 'esta conservada
COMUNICADO.
_^
La richesse n'est poinl aux mines de (Honrad,
Elleestauxchampaheureuxquele travalfeconde;
J.'Espagne a Irqp connu l'indijence de l'or,
l.e sol rie la patrie esl son premier Irsor :
L'or s'epuise, el jamis la Ierre iupuisable
N'a refus ses dons l'hemmc infatigable.
Dellile.
Em lodos 0% lempos e muilo anles de Dellile, os ho-
inens entendaos de lodos os paizes, reconlieciara e
proclamavam, que a minas de ouro as mais fecun-
das se exaunam'; mas uao acnnlecia assim constan-
te fecundidade da Ierra, verdadeiro manancial da vi-
da e prosperidade da sociedade humana.
Ainda nao corre um secuto, que as naces collas da
Europa se convencern) que era indispensavel ajudar,
instruir e esforcar por lodos os meios possiveis a clas-
se que fecunda a Ierra e sustenta a sociedade, e foi
por isso que por diversos meios, uns directos, oulros
indirectos; uns de clTcilos mais rpidos, outros me-
nos ; uns dependentes do legislativo, outros do go-
verno ou das autoridades administrativas ; uns dis-
pendiosos e difficcis, outros facis por barato ou gra-
tuitos ; sim por todos esles meios empregados e apro-
piadamente, levaram a effeitn fazer resurgir da ab-
jeceao em que geralmenle se achava, a agricultura
nesses dilTereutes estados do velho mundo. A' ultima
especie perleurem as sociedades de agricultura, adop-
lando-se na Franca, que os administradores geracs
e administradores dos conselhos, pela grande influen-
cia que tinham em seas respectivos districlos, reu-
nsseni e manlivessem estas sociedades, devendo ser
ellas compostas dos naturalistas, dos lavradores mais
respeilaveis por seo saber, por seus haveres ou por
sua capacidade pessual, rios Iliteratos e dos parocbos,
porque esles lera recursos, uns em seus tlenlos ou-
tros em teu carcter para pi>dcrcm.aconselhar, riou-
Irinar o convencer os libios ; estas sociedades, repe-
limos, presididas pelos raaioraes das Ierras produzi-
raiii niara!Ibas de urna importancia incalculavel.
Um, autor qne acompanhamos 110, que dizenios, expri-
me-se a respeilo da ulildade das sociedades de agri-
cultura da nwneira seguinleEm muilas parles, se-
no fr era lorias, haver quem sem outro salario mai
do que a gloria de haver bem merecido da patria, se
prumptilque a dar em prelecces nocturnas o ensillo,
o cus'rao de que os rsticos iecessilam e a distribui-
rn de pequeos premios, em cada om anno, de ins-
trumentos novo ou mais perfeitos para a industria
rural, ou de algumas semenles de esuccies vegetaes
presladias, c ainda uao.vulgares, creara a emulacao,
v alent mola da machina social e furnias vezes mais
valenle do que as de ouro.
Fioalmente. menos 'ainda do que premios mate-
riaes...simplices estmulos de honra, que nSo cuslam
d'raheiro, priem arribar a grandes resultados. A
rosa de Salney decretada moca mais casra e vir-
tuosa, como premio,- promoven e conservou largo
lempo intacta a virlude das donzellas. OrA se urna
rosa, a cousa mais ephemera, foi pos-ante para fazer
da mais frgil cousa do mundo a mais valenle, que
seno poderia esperar, que influisse nos homens sira-
plices do campo, o grangear por esforcos alias lucra-
tivos para elles mesmos. a esperanen de ouvircm ao
domingo o seu nome pregoado pelo parodio, como
exemplo ; de o verem pregado na porta da igreja, na
da cmara, na adminislracAo geral, como premio para
elles e uceirijvn para oulros? Emlim saberem,que
a imprensa os fazia conhecidos por loda a parle ; co-
ndecidos como verdadeiro benemritos... A rique-
za de urna nacao nao consiste na posse das ricas mi-
nas de Golconda ou do Polosi; ella consista em saber
fazer prodiizir a Ierra mais abundantes colheitas e
com menor dispendio ; a mais orgenle necessidade,
em que nos adiamos. D'aqui pois deduzimos, pri-
meiro que ludo, e como base, a necessirtarie^e ulili-
riarie ria rreacao das sociedades de agricultura ; e se
essa necessidade se deu na Europa, onde muilos ele-
mentos exisliain, que em parta supriam ; com muilo
maior razo clamaremos por semelhanle medida, por
semelhanle crearlo eulre mis.
Dcmnnslrario esl* pela llieoriae pela pralica, que a
assoeiaro he o emblema da omnipotencia humana.
Qualquer problema social, diz, um eteriptor denota,
como nao seja intrnsecamente alisurdo, applicando-
se-lbe a assoriacao, elle se resolve infallvelmenle.
Para isso basta que os associados queiram com nm
querer desengaadopodem porque julgam poder
disse Virgilio possunl quia posse videjilur e o
Evangelho repelise quers podessi vis potesA
falta ou Jpfraqueza do querer lera sido, sem urna uni-
r excepfo, o escolbo em que as sociedades tem nau-
fragado, .
Pretendemos'pois.insinuar ecrear nesta provincia
urna sociedade de agricultura, e com ella urna escola
pralica da todos os procesaos ruraes ; u5o urna escota
raesquinha e cirenmscripla, porm um eslabeleci-
menlo solido e digno da provincia, indepondente de
ambicas scienlificas inlempeslivas, e sobre ludo de
ideas e calculo de poltica.
Appellamos para o bom enso da provincia, appel-
lamosparaa CircoiMpeeclo rio partidos que a divi-
den) ; ficando cerlos de a ver prosperar (a sociedade)
e alcancar os ten fras, se lodo se compenetraren) de
sua ulildade.
Ao paiso qoe esperamos ver fundada urna socieda-
de rom meios sulcienle para nao desmerecer a con-
sideraran ria provincia ; n3o desejamos nem espera-
mos que ella precise de onerar com dispendios aval-
lados a cada nm dos socios, pelo contrario, nSo obs-
tante de comportar ella vultado fundo para, sua cora-
das Engenhi
desde os antecessores dos supplicanles rie lempo
inmemorial, sem excepcao ou coulrariicco visla e
face rios proprietariosdo engenho Stiassutia, tendeos
snpplicautcs sens adminislradores e escravos junta-
mente plantado cm ditas- Ierras, e achando-se
plantadas nma de roca em eslado riese fazer fariuba
nutras rom socas de canoas, succcrie.que na noile do
dia ripzeseis para dezesete do-mez de Janeiro pr-
ximo passado do corrente anno, o coronel Francs--
ro de Paula Cavalcauli de Albuquerquc senhor do
eugeuho Suassuna, ronliguo para o lado do sul
com o sobredito engenho dos supplicanles, mandara
pela primeira vez arrancar por seus escravos c apa-
niguados para mais de doze mil covas de mandioca
em eslado de se fazer familia que eslavam plan-
tadas nos'sitios de Mangar e Urub (uao se en-
lendeu o mais, pelo mesmo molivo cima riilo),
e mandou mais derribar a machado no dia 19 de
do dilo mez de Janeiro a casa de urna moradora de
nome Maria da Penha que de muilo lempo morava
com permisso dos supplicanles no sitio de Manga-
r, cuja casa bem valia 509000 ris. ^E bem que
uao satisfeito o supplicado com esse primeiro esbu-
lbo, no dia 24 do mesmo mez de Janeiro, depois dej
tr reunido e armado no seu engenho Suassuna os
seus escravos que ueste engenho Irabalham, e os do
outro sen eugenho Camorim e mais gente assalaria-
da, capitaneados todos por seus irmaos por a segun-
da vez, mandou enlrar toda a dita forra armada pe-
las casas dos supplicanles denominadas de engenho-
cas de S. Amaro, otarias ncllas situadas, c por o
mesmo engenho Bulhes arrancaran! para mais rie
oilo carros de canna de socas antigs, plantadas nas
trras de S. Amaro, com cujo facto nao s coramel-
teu o supplicado verdadeiro esbulho aos supplican-
les, como o prejnizo de ilezescs mil ris a razao de
dous mil por cada um carro de canna arrancado.
E hem que ainda pela lerceira vez na noile do dia
3 pare 4 do mez de junho dcste -anno, mandou o
supplicado arrancar por seus escravos e com asss-
tencia do senirmao Manoel Francisco Cavalcanli do
Albuquerquc para mais ric vinlc mil covas de
mandioca, sendo doze mil covas de seis mezes, e
oilo mil de dons mezes, c urna grande porcao de
inilho e foijao. sendo plantado nos sitios de Urub
estrada do Tanque, repetindo assim o supplicado os
actos paliativos da posse nao inlcrposta dos snppli-
canles, e dando o prejuizo de um cont e iluzcntos
mil ris, sendo a seis mil ris 'o cenlo das covas de
mandioca, arrancada, c islo ftn razao do dous al-
queires de rendimenlo. E bem que, finalmente, c
por a (piarla vez na uole de vinlc cinco de oulubro
ricslc auno mandou mais-arrancar p snpplicado por
os seus escravos para mais de oilenla mil covas de
mandioca, sendo vintc mil cm estado dse fazer fari-
11I111 quarenla rail pequeas, todas plantadas nos silios
denominados eslrada do Calle, Urub e Tanque c
mais Ierras adjacenlcs, c com mais esle facto aug-
menlou o supplicado o esbulho da posse dos suppli-
rantes na pacifica posse da grande ex tensao de ler-
ras indicada do seu engenho Bullir>esyt^gC.n|,ora
de S. Amaro; requerem os supplirafj|es provar o
deduzidocom clacao rio supplicariojf sua mulher D.
Maa Joaquina Cavalcauli ric AlLuqucrquc pa
serem restituidos na plcnilude C Jlosse que linlm
nas ditas Ierras, sendo os supplijJdos coudemnados
a levantar mSo, nao s rios esti|ilos fejtos oomo (ie
oulras quaesquer perturbacnts que tenrionem fa-
zer, he por accao conipelenli ^ ventile o dominio
legal de caria 11 m dos eii,.|IS dos supplirarios
e rios supplicanles, mas ^,| conrieninailos os
idos a pagar aosyapplicanles os prejuizus
causados no valor declaradlo, que jurara ossupplirau-
tet ser o mais haixoques |Ml,|e dir, e que effecli-
vanienle imporlaara ditos prejuizus, e finalmente
sendo ciiiiriciniia||,,s os supplicarios a pagaren! aos
supplicanles os r^Iuiimcntns arar Ierras esbulhadas
cm relacao do qljC poileriam ellas prodzir para os
supplicanles na sir ,,,,--.. se eslivesse liqnirianrin-se
esle rcndsmento c^ ^fiier,o ao lempo que durar o
desapossamenlo, pntleslam os supplicanles litigar
tmenle sobre o gsorio. Pedem a V. S. Sr.
Dr. juiz rio c)e^. e sirva admillir os supplican-
les a provaj/ exp^j com citacao dos supplicados
R. Me.
cho
conlra ai provas'dos autos, e sem qu 1
visloria requerida a' fl., alia, indisp
recimenlo da verdade no prsenle i
nao se podem absolutamente deslig
posse e de dominio, porque se aquel
em dominio legitimo nao goza dos prj
reilo, allendendo porm que na acc
te pode Iratarihjjjomijn^^/porque<
jejJadn-etiriSaio do esooiip, Or
2 til. 78, 3. Ord. liv. 4.,
do que o jalgador nem
melter^se nella. Gomes, maoai
Vanguerve Pial. Jud. pagina'
lendendo que ao eshulhado o
he a sua posse, embora seja el!,
la ou injusta, Correa Telles, d1
la 384^183, sendo qe como
gado a mostrar o Ululo de tua posse;
que as lestemunhas dos embargado provarm
tes e concludentemenlc, que. elles e seas ar.li
res esliveram sempre na posse dos lugares de que I
rara esbolliados, e que a visloria a O. prova islo uta
mo, sendo que os embargante de algum modo o con
fessa'm, visto a aeco de reivindicacao que do doc
ment a fl. 255 se v propozerara contra os eral:
porquanlo a reivindicacao suppoe da parle do autor
o dominioe da do reo a posse, Carrea Telles riigeslo
lomo.l.o, 873, doulrina das aecoes, 69, Correa
da Rocha, Dir. Civ., 406; allendendo que te.
os embargantes conseguissem provar pela vistor!
dominio nos lugares da queslao/ isto nao he aprove
lar-se para excluir a inlenjao dos embargados, visto
que elles tem a posse, e essa he o ltalo sufiicienta p
ra aeco de forca, ainda mesmo quando viciosa,
queja cima disse, allendendo ainda quo se>
presente accao summaria, Correa Telles, doulrina
das aeces, g 189, e como tal nos breves
excluidas as solemnidades civeis, Pereirae Souza, g
479, no entanlo se acha ainda em primeira instancia
quasi ha 17 annos sem duvida,por deliberado propo-
sito de algumas das parles, nao recebo os embargos j
fl. 397, e por islo mando que se cumpra a senl
emhargada a fl, 394, pagas pelos embargantes
las, aos quacs deixo salvo o direilo que por v
tenham.
Recife i de maio de 18.50. Joxc
Costa Menestt.
Accordam em relarao.
Accordam em retaca que negam prxima
aggravos iulerposlos a fl. 28, a 11. 20$^^^B
los os autos de fl. 380 por nao citar li
pagem os agravantes as castas. Entrando
recimenlo da appellac3o confirmara a senlenc
riela por alguns dos seus fundamel^^H
amos c disposices de direilo; coiiderun.
tantas nas cusas.
Recife 22 de julho de 1851. Azem
It.Leo.Souza. Rebello. Lim
Pereira Monleiro.
Accordam em relacao.
Accordam cm relacao quc.sem embargo 1
Ibas que nao atlendem por sua maleiiae auloi
pra-se o accordam embargado, tramite a
livremenle pela chancellara, e pague o
as cusas.
Recife 25 de oulubro de,1851. Azecedo, \
dente.Leo.Souza.Rebello.Limas'Frt\
Pereira Monleiro.
Sentenea final.
Vistas expostos c relatados os presentes aulo-,
revista civel entre partes, recrrante o barao de
para o fim requerido?)
De
Distribuida, justifiquen
para o qae se paste' man
zernbro de 1833.Bastod.
', rilados os suppiicarios,
lado.Recife 11 de tle-
S'ntenca.
-Visto estes anlos all[Cgam os aulores qoe sao se-
nhores c posiuidores da manca e pacifica posse dos
silios denominados Manjgarei Ui-iraa, Tanque, Ca-
lote, em cujos lugares ^Tanlavam por si epor seus au-
le-possuidores, exeram de lempo imroenvoraveis
todoos^ctos poste^oria, em face dos reo e dos an-
le-pqsuidorej do/ engenho Soassona, qne os reos
suna e sua mulher, recorrido Manoel PjrJ
e oulros berdeiros do finado Gervazio |
negam a pedida revista por nao haver Jf
loria, nem nullidade manifesla
se recorre. Regressem porla^fi,,
onde foram sentenciadas, /pagas pelos recorr,
cusas.
Rio de Janeiro <- anj10 de ia>2. Duarfe,
presidente.Na> 'i;io,vencido.P,
Ccrqueira.- >u'cira, vencido.P,
Veiga." Ihaes.C Pran
cido.-*P
J^* fl^ n dili
eacl ^Jquc co^^^^le appetlacoes,, Auli
Igna file Torres BartaeirtNiqui bem e fielmc
r por cerlidao do prodrio original ao)
reporto, vai a prsenla semjcousa que duvida faca
conferida, concertada, subsckpla e assignad com o
official que lambem abaixo a*ignOu.
Cidade do Recita 6 de marto de 1854, trrfusimo-
lerceiro da independencia do imperio. Fi eacrever,
subsrrevi e assignei. Em f de verdade. e concertada.
Antonio Ignacio de Torres Bandeira.
Illm. eExm. Sr. eenselhei* presdenle da reta-
cao. Dizem Anlonio Pires Berreir;i e oulros
precisam queoescrivo Ferreira de Carvalho, a
lo dos aulos lindos dexevisla Civel. enlre i
senador Francisco de Paula Cavalcanli de Al
que e tua mulher, os snpplicaiite e 01
ros de Gervasio Pire Ferreira, 'ih*
a peticao inicial, documenta all.-' iras da
primeira instancia, accordo da retarn e tentenra
do supremo tribunal; por issoP. V". Ex. man-
de pastar a certido requerida B K. II.
Passe. Recife 4 de marco de 1854.^ Azeredo.
Antonio Joaquim Ferreira d Cattatho, escrieo
de appellacoes t aggraros do suptria
da relacao desta provincia jmr S. M. l.e C
Certifico que vista dot aalos findos mencionados
na*petico retro, delles consta as pecas pedida
certido em dila peticSo, as quaes sao as t*fo
PelirSo a fl. 2.
Dizem o coronel Francisco de 1
canli de Albuquerque.es
Joaquina Cavalcanli de Al
qae sendo elles senhores e p
pacifica posse do engenho -
suas Ierra, pastas, m rlMcts
acontece que urna noile de 1
oeiro de 1833 ;por ordem df
V-


*
A

o Bulhoes, foram arrancadas
no lagar dfiart Mangar urnas cannns dos sup
plicautes, nascidas em um partido margem esquer-
da do riacho Suaainna, produelo de olenta carros
de canoas qne lioliara ido plantados em agosto de
183a. O .terreno onde foram. arrancadas ts
canoas pertence ao engenho Suassuna de
.neniarla), a vista e face de lodos e em conlradica
de (Mata aigumi possuido pelos m
Paula Cavalcanti de Al ,ior do
mp unas man-
da mais alera por
Aanda uassnna. onde faiia
asa plantarles. Bar-
atanricio Pin lo,o Pedro
am em trras do engenho Suas-
Ue possuidur do dito co-
dos sapplicanles, tambem
>ram arran-
scannas dos supplicantes, e mais adianto de
banda do riacho Suatsuna, estenden-
lanlacaes para a parte de Bulhoes, al
Tanque, sem que nunca all
os possuidores do engenlio Bullioes, nem
adores, nem seus escravos. O terreno on-
l arrancadas ditas cannas 6ca em parte ao
ft m parto ao Sardo marco da Assudada,
minavam aa ppsses do engenho Bulhoes, fa-
' Uua linlias, urna desse marco em
e, e.oulra do mosmo marco em di-
confinando por ambas as ditas
er cow as posses do engcnlio Suns-
nao entra emduvida que os suppli-
ferido procedimenle lem commetlido
s sapplicanles que devem ser
liga posse com todas as perdas e
Sfmos reqoerem ns supplicantes se
admita a justificar o expendido, para que pro-
os supplicados condemnadtis a mencio-
nada reslitucitu, a proteslam os supplicantes liligar
Mmente sobre o pnssessorio. Pede a V. S. sirva-
f a juslicar na forma requerida, os sup-
Genaslo Pires Ferreira e sua mulher I).
Perpetua de Jsus Calda, paravcremju-
nanhas E R. M. Distribuida, justifi-
dos os supplicados. Itecife 10 de Janeiro
Bastos. Certifico que sendo nobairro
i termo desla cidade do Recife citei o
rvaaio Pires Ferreira e sua mul'jer D.
Perpetua de iesus Caldas por todo con-
peli^o e despacho supra, os quaes fica-
los, passo o referido, em f. de venia-
DIMJIQ, OE PERNAMBUCO',' SEXTA FEIRA 17 DE MARCO DE 1854.
e janejro de 1831.O oflicial de jus-
, Joo fernandes Campos.
Documento fl. 52.
llexandre Bczerra. Suassuna 17
Recebl a sua carta de hoje, na
c no robado que esfou fazendo as
Tengenho, entrara para as Ierras
Bnlhoes, e.roesmo orna picada pa-
a Zombi,*e pop isso espera que
sem que chegue sen dono : ao
nder-lhe que ha qualro dias nao te-
f esse rocadQ, e por isso tal vez se le-
eiitrado alguma cousa, devo porm
;u mesmo marquei as lionas que se
tadirecrao dos mens marcos, quede-
|"denlr dos malos 0 capoeiras, pois este
lo demarcado, e tem legitimes ll-
se agora nao eslito as lindas
kpalenles principalmente por
ido porque os escravos* do enge-
Bas plantajes lem entrado para
Ro, sem que seuvdono seja sa-
iWBradorcs, existo urna casa as
ngendo, e a moradora diz estar all pos-
sendores de Buldes, alm de outra com
uas extremas, dizendo-moque o engenho
e chama a posse at a margem do riacho
la-Mirim, no que certamente ha engao ;
os mesmos ttulos me dq ambas as margeos
icho, esteja por tanto cerlo que eu nao plan-
tillo que me nHo pertencer, e nem enlra-
> trras alheias ; pois isso nao lie de meo ca-
nem de um vellib que sse contenta com
tha pertence, alm de que este engenho nao
is trras dos vizinlios. Esta tarde ede-
S esse rorado eseguirei na direccao que me
i os meus ttulos, independenle da assis-
) hereo confinante ; com tudo, se quizer di
b'om sera. Dos o guarde como llie dese-
Bde Vm. muilo alteulovenerador. Fran-
i Paula Caealcani. Becouheco verdadei-
ra'a lettra c signal da carta retro. Recife 21 de Janei-
ro de 1833.Em testemando de verdade.Eslava o
signal publico. O labetliao publico, loao Francisco
Higueira.Eslava o sello das armas imperiaes com
o sello do theur seguale. N. 821. Pagoa 41) rs. de
sello. Recife 12 de fevereiro de 1831.Ferreira
enl

Sentenca fl. 15.
ibargos a lolhas cento e seis nao rece-
| porque teul contra si o que determina
O promisoria acerca da administraran da
Irt. 14, vistos os autos ; quanlo porque
ira qoe oacto a fulhas 102, nao se con-
___ida, deve concluir-se para ler lugar di-
stes, como pretenden! os embargantes
os mesmos embargos, accrescendo que
vstoria de que se traa foi pelo juizo orde-
"imenlo da verdade. e por esta po-
fluesl*>, no lie applicvel a Ord.
jaTS'S/.que-fegrsIa apenas sobre re-
fprocedimeutci das partes, eprinci-
Kto no havendo em restricco de di-
Junio, o deferimento a fulhas 104
(dado com o assento de 16 de fe-
Bm do segando quinto. Assim
js referidos embargos cumpra-se
l'fulhas 101, e pagem os embargantes
lo incidente. Boa-Vista 15 de junho de
lento Joaquim de Miranda llenriqucs.
: Sentenca fl. 313 r.
i estes actos, ele. -Tomando cm primei-
r em considerado a eicepcHo folhas oilo,
cedo; por quanlo, posto que o lugar cm
3 1 lugar o eshulho esleja compreheudi-
b l nbminacno de Mangar, com tudo de
e distinelo daquellcs, em que os reos fi-
sbullin, de que trata o documento folhas
ill'frr^r p-rlnnt^JmliilmtiTTlTnin nln
llsen;3o allegada. 0 requerimento folhas
Indetiro, porque sendo o bjecto da pre-
eslSo a pos^e, ao cabo investigar quaes os
as propredadesdos litigantes, como se pre-
> requerimento mencionado, pois assim se
iam a qusiao de posse com a de proprie-
d4o, o que nao tem lugar em, face da ordennro
livro ., titulo 40, livro 40, lilulo'58. A respito
oeiDaJjatgo pela forma sguinte.
pue sendo senhores possuidores
uia, de que Taz parte o sWqJeno-
> Manear, ah plantarara 80 carros de caVnas,
mta foi arrancada na.noile de 16 para 1J de
le 1833, por ordem de Gervasio Pires Fersei-
ilwr do engenho Bnlhoe: que tendo lies pot
se pacHlca por si e |ior seus antecessores no terrena
em questo, commelteram os reos um vefdadeiro
irrancandf as cannas, e por isso pedem qoe
^---sepn estes condemnados a restituir a sua posse, epa-
gar os dainos e prejuizns causados.
Defendeu-se os reos allegando qne o terreno em
esta coiupreliendido as Ierras do engenho
Bulhoes, deque elles ao senhores e pnuidores, sen-
do que sempre exerrilaram nesse terreno por si e pe-
didores lodos os icios possessorios, j:
plantando roen, cannas, ja dando lccnra para all
murarem, ja cobrando rendas desses moradores etc. :
que disto eslavam cenvencidos os autores que tendo
o reos enecluado forra em Janeiro de 1833, os aulo-
e intentar a presente aeco que somon-
te propozeram depois que os reos intentara ni a ac^ao
de forra, mencionada no documento folhas 48 :e al-
iendendo, que posto pareja a prjmeira vista que o de-
poimento das leslemnnlias de urna e oalra parle es-
das dps reos sao contestes, indivi-
rroboradas com o doonmenlo folhas
ios autores reconliece que Mistiam.
^^^^^^^^Ht moradores postes pelos reos, e
os. reos
) at a margem dono Siiassuna-
atolugarem que houvesse o ar-
annas: attemlendo qoe as Ijslemu-
^^^^^K autores.i faldas 1.1, e seguin-
n oiferecidas pelos mesmos aa-
guintes, porquanlo as primei-
s pessoas que plataram no lu-
n Pedro Paz, Mauricio Pinto,
le coiiformidadc com a
'r^Bnto'que 09gqilos dim
quequem plaoton nesse lugar foi Jos Home Fer-
rralidoqne as leslemnnhas folhas 288,
alenrde serem suspeitas de parcialidade por serem
lodo moradores em Ierras dos autores, depoem con-
tra o allegado a folhas 2, sendo denotar que a pri-
mara a principio disse nada saber, e depois deu oseu
depoimento folhas 288, que a segunda nio especifica
0 logar em que Comes Ferraz plantn, que' a tercel-
ra depondo em 17 de fevereiro de 1834, folhas 24,
disse que linha deixado de plantar no lugar contro-
vertido ha 8 annos, c no correte anno depdndo diz a
folhos 291, que deixou de plantar nesse lugar a Han-
nos, do que resulla ou que a testemunha plantn no
lugar da quesUtoem 1834, e perjurou quando nessa
poca disse.que deixou de plantar h8 annos. ou que
agora falta.a verdade ; que a quarla testemunha nao
sabequem coslumava plantar no lugar em queslao, e
diz que Ferraz planlava ao nascenle do paredto da
assenla'da, lugar mui distante do da quesISo, como se
*< da declaragao dos agrimensores fallas 296, que a
quinta depe vagamente sem indicar o lempo nem as
pessoas! que se reere : allendeodo que pela vislo-
ria folhas 102, se evidenciou que o terreno em ques-
ISo he da posse dos reos, que to clara se tontea cssa
verdade, que os mesmos autores requereram a folhas
102, o nova vstoria, a qual tem somenle por objec-
lii ronhecer a linda divisoria entre os dous terrenos,
objoelo este cslranhon queslao de posse e que ainda
quando fosse admissivel smenle loria lugar em vis-
la dos ttulos dos hereos cnnflnaules, enflolendo por
base pontos arbitrarios indicados pela parte, conside-
rando quo terreno em litigio, c de que trata a pelicao
foyias 2, foi reconhecido por ambas as partes a Tu-
llas 287, verso 288. e sobre ser da posse dos reos de-
pe 0 lestemunhas por elle oflerccdasde um modo
conteste, individual e concludente, ltenlo oque
mais dos autos consta julgo nao lerem os autores pro-
v.ido.suainiencao, e portante absolvendo os reos da
instancia condemno os autores as cusas.
Recife 9 de dezembro de 1818.Vicente Ferreira
Gomes.
Sentenra folhas 344.
Allendeodo que os embargados provaram com
leslemuiilias contestes e concludenles, que sempre
estiveram na posse do sitio Mangare, sendo qu
a sua prova se acha corroboradaapelas lestemunhas
[Jos embargantes que sobre^erem parciaes, como" mo-
radores em trras dos mesmos embargantes M. Car-
nero, capitulo terceiro paragraphn 257, Praxe Fo-
rense, sao divergentes entre si, como bem demons-
trou a senteniyi embargada ; pelo documente a folhas
>2,que he esoripto porum dos embargantesreconhe-
cem a posse dos embargados, embora se julguem com
o dominio no objeclo dessa posse est.lo privados g$
68, o 69 da doutrina das'acQoes de Correa Teles: at-
lendendo que os embargantes comoiautores deveriam
ler provado a sua posse, qualquer Wue ella fosse, no-
la 381, ao g 18> da doutrina das accoes, para o que
he necessaria a vstoria, .que sendo nidispensavcl cm
algnmas questoes, he de nenhum proveilo no caso
presente, servindo apenas de retardar a accao, qu
porsua iratiireza hesummaria g 189, da obra citada :
attendendo finalmente que os embargos a folhas 319,
cm nada oflondem a sentenca emBargada ; por todas
estas eousideraefles, e mais que dos autos consta des-
piezo os .referidos embargos, mando qae se compra a
sentenca embargada, como nella se contm, pagando
os embargantes as castas. .
Recife26 de junlio de 1850.Ijs /la/mundo da
Costa Mene:es.
ada baisse conlnha em ditas scnlcncas.
Accordam.
Accordatu em relacSo : qlie aos agsravos folhas
oileula e eineo, follias % verso, folhas 115. verso
negam provimento visla dos auUndsposicOes de
ilreilo a rcspeilo, e dos aggravos folhas 270,* follias
300 verso, oaolomam conhecimcnlo, por nao serci-
Uda a ordenaro, assento, ou outra disposico que os
autorise. Entrando no merecimenlo da causa contir-
mam a sentenca appellada por alguns de seus funda-
mentos e prova dos autos. Os appcllantes paguem
as costas em que os condemnam.
Recifel8denovcmbroJe 1851.Precedo presi-
dente. Villares. Leo. Sou:a.fcbello.Lu-
ma Freir.
Accordam.
Accordam cm TeU{ffo: que sem embargo dos de
folhas qualrocentas o seis, que noatlendem porsua
maleria e autos, mandam qae o" accordam embarga-
do subsista ; pagas pelo embargante as cusas.
Recife 1 de marro de 1852pillares.Leo.
Souza^-Jlebello. Luna Freir.
Sentenca do suprema tribunal.
N.o qualro mil oiloecntose vinie um. Vislos
expostos e relatados os presentes autos de revista ci-
vel entre partes recorrntfi Francisco de Paula Ca-
valcanti de Albuquerque, e sua mulher ; e recorir-
dosoaberdeirosde Gervasio Pires Ferreira, e sua
mulher; negam a pedida revista por naohaver in-
jnslica noloria nem nullidade no accordam de que se
recorre. Regrcssem perianto ns autos ao juizo onde
foram sentenciados, pagas pelo recorrenteas cus-
tas. .
Rio de Janeiro 8 de marc,o de 1853.Duarle pre-
sidenle.-/'mo.Pee anha PerdigUo Malheiro.
Cerqueira Lima. Sigueira, vencido. A'meida,
vencido.natos, vencido. Veigm. p0uM. C.
Franca- vencido.Nabuco.
Nada-mar se conlnha as pecas aqni cxlcahidas
dos proprios autos aos quaes me reporto ; evai esta
na verdade, sem cousa queduvida faca, conferida e
concertada, snbscripta e assffnada pormim escrivao
nesta cidade do Recife de Pernambaco, aos 6domez
de marso do anuo de 1854, trigsimo terceiro da in-
dependencia e do imperio do Brasil.Snbscrevi e
assgnei em f de verdade.Antonio Joaquim Fer-
reira de Carcalho. '
Importacao"
100 barricas .graxa ; James Cralitrci & C.
120 balas, I caixa palitos de fogo ; a Timm Mou-
seujC.
2 liarris drogas ; a J. C. Bravo.
800 barris plvora : a Jous 8 barrjs linta ; a eo Kenewurtly & C.
7caixas gneros de algodao, 25 barricas cemento,
2 barris cal, 2 caixas vinho, 1200 barris plvora,
1 caixa com 1 piano ; a Fox Brothers 4C.
320 barra plvora i Me. Calmont & Ot
2 caixas lencos de seda ; a Adamson Hov, ie & C.
1 caixa papel ; a Russcll Mellors & C.
40 barris salitre, G dilos sal inglez ; aD. A. Ma-
theus.
40 canos de ferro; a companhia de Beberilic.
1 pera de inardiua ; a ordem.
Barca americana R. G. W. Dodge viuda de Bos-
tn, consignada a llenry Forsler & C, manifeslou o
sguinte:
330,000 libras gelo, 1 balanca e seus perteuces,
3 embrulhos ferro, 4 fogoes e 1 caixa com perlcnccs
Eara os mesmos, 6 carnudos para meninos, 2 meias
lricas farinda de Irigo, 12prauchns, 167 remos,
1 caixa globos para candiciros, 1 barrica candiciros,
l.volumc Ion-idas. 20 volumes raios, 4 caixas rclo-
gios, 1 caixa com 1 facSo para corlar carne, 20 a-
rados, 8 volumes cun iionla de ferro 46 caixas
cadeiras ; aos mesmos consignatarios.
CONSULADO (iF.HAI,.
Bendimenlo do da i a 15 ,
dem do dia 16...... ,
29:2478222
3:5138687
32:7609909
IMVERSAS PROVINCIAS.
Kcndimenlo do da 1 a 15......3:0078233
dem do dia 16....... .'. 3818918
3:3898151
E.^toortacao'.
Colingniba, sumarj \acional Flor de Angelim,-i\e
98 toneladas, rondo' V> scgulnle :110 barricas
bacaldo, 300 arrob ,carne de charque, 3 pedras
de filtrar. i \r*"
Rro de Jauero, br ui^ileiro Ook Amigos, de
216 toneladas, com _,o o sH;unle : 600 barricas
bacalho, 6 caxoes razendas, 46 barris pxe, 17 bar-
ricas nozes, 10 barris agurdenle de Frai.ra, 38 la-
boas de costado amarelln, 30 saccas cera re carnau-
ba. 26 ditas algodo, 4518 meios de sola, 50 barricas
117 saceos assurar, 1,650 cocos com casca, 30 pipas
agurdente, 6 loros de nudeira, 21 molhos de eslei-
rs de carnauba.
Parabiba, dale ncionaK/Ves Irmaos, de 30 tone-
ladas, eonduzio o sguinte : ^volumes de gneros
eslraiiseiros, 1,5O0#rrohas de c.*ne secca.
RECEBEDORIA DE RENDA INTERNAS E-
RAES DE PERXMBUCO.
Kcndimenlo do dia 16. ./.... 8743633
CONSULADO .PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 al.....20:6-27762
dem do dia 15....." 1:4953223
22:1223985
Rendmenlddo da 1 a 15
dem do illa 16 .
22:1223985
2:1608-561
21:2838546
MOVTMENTO DO PORTO.
Vaco entrados no dia 16.
Phladelphia30 dias, patacho americano Sea Foarr,
de 188 toneladas, capitn Thomaz J. Moure. equi-
pagem 8, carga farinha de Irigo; a Rostren Roo-
ker tV Companhia.
Malaga27 dias, brigue hespanhol Paboln, de 216
toneladas, cnpilaoS. Sensat, equipagem 13, carga
vinho e mais gneros; a Aranaga Brvan.
Rnlherdam32 dias, escuna bollandeza lbert, de
96 toneladas, capilo P. R, Bok, equipagem 6,
carga queijos c mais gneros ; a Brander a Bran-
dis. ,
Havre32 dias, barca fr'anrcza Gstate II, de 231
toneladas, capitao Haulbois, equipagem 13, carga
razendas e mais generps,; a Lasserre & Compa-
nhia. Passageiros, I.evy Dambcrt, Cassagno An-
tonie, UidierEmile, Villetle F. Xavier, Lais Au-
gusto.
tVoro cabido no mesmo dia.
Parahiballiale brasileiro Tres Irmaos. meslre Jo-
s Duarle de Snoz, carga varios gneros. Pas-
sageiros. Nicolao Francisco da Costa, Albino Jos
Guacal ves.
EDITAES.
PIIBLIC4CA0 A PEDIDO.
Para o Si-s. donos de cocheiras, iiue
diariamente allugam carros, na condurn dosSrs.
estudanles para as aulas da academia de linda, que
Iranaitam pela ponte da Tacarona lerem e terem
inleiro coimocimento, para que nao se cbamem a ig-
norancia.
1.Que poder o arremalante haver a si ludo
quanlo pertence cobrar-se para a fazenda publica do
rendimenlo da dita barreira, que consiste, em20rs.
porcada noi, cavallo ou oulro qualquer animalde
carga, e 40 rs. por cada carro, nao comprehendendo
os animaes que puxarem, os quaes ,ficam sugeitos
ao imposto de 20 rs. na razSo de seu numero ua for-
ma da le provincial m 24-4 de 16 de junho de 1849.
artigo .18 S2. ; e do regulamenlo do governo do 1.
de seteinuro de 1838, art. 2, in fine, o *., 5., 6.",
l" a' Pdo lempo cima declarado.
Art. 2. Esta laxa ser cobrada de lodos os ani-
maes e vehculos, que passarcm pelas ditas poutes ;
ea sua importancia sera declarada em caite barreira
emum carlaz, poslo em lujar saliente, d modo que
lodos possam. faber quanlo Ihes cumpre pagar.
Art. 4. As laxas mencionadas serao pagas tanto
pela ida como pela volla, e somenle serao isenlos de
as pagar : pnmeiro,os que andarem'a p nas pontes
sodredilas; segundo, os padres e pessoas que os acom-
panhnrem em aelode adminislracjlo dos sacramentos:
te cero os effeilos que sao reconliecidmenle de pro-
priedade nacional, ou provincial ; e quaitn, as pes-
soas que Irahsitarem pelas pontes em acloellectivo de
servido puhlicd.
Art.- 5. Todk a pessoa,que deixar de pagar, oa
tentar nao pagaras laxas marcadas empregando meios
illicilos e reprovifdos, ser multada em 10 a 0 rs.,
e no dobro nas rcJncidencias, alem do pagamento da
laxa, pelo inspector barreira, com recurso defini-
tivo para o imped eral das obras publicas. -
Art. 6." Para lonai- eflectiva a disposico do ar-
tigo antecedente, os inspectores das barreiras appre-
demlerao logo liens eqliivalrntvs para n pagamente,
ou as proprias pessoas wn Taita de beus, e poderSo
deprecar qualquer aulorrdarfe a appretSeusan, que
nao poderem fazer por s ; procedendo-se em tudo
adiniilslralvainenle, eseiif forma judiciaria.
Art. 7." Quando occorrer du\ida sobre o paga-
mento da laxa, a darreii.-.i nao ser franqueada sera a
eilei-liva entrega da quanuia^xigida pelo respeetvo
inspeclor, ficando cnlrelalo s.Tvo""i recurso, de que
traa o art. 5. \
Arl. 8." Os agentes da arrecadacS sao officiaes p-
blicos, e os que se lhe oppozerem corh forca ou amea-
cas, incorrerio nas peuasdosarligorfl16c 117docoil.
crmi. ; e elles podero rcpellir a Hirca na forma do
arl. 118 do mesmo cod.
COMMERC
BCO.
16 DE shARCC
O Illm. Sr. contador servindo de inspeclor da
lliesourara provincial, cm cumprimento da resolu-
rSo da junta da fazenda, manda fazer publico, que
no dia 20 de abril prximo vinilouro, vai novamen-
le praga para ser arrematada a quem por menos
nzor a obra' do acude do Buique, avallada em
3:3008000 ris.
. A arreraatarno ser fcila na frma dos arl sos 24
e 27 do regulamenlo de 17 de maio de 1851, e sob
as clausulas especaes ahaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem esta arrcmalarao
comparecam na sala das scssOes da mesina jimia "no
dia cima declarado, pelo meiodia, competentemen-
te habilitadas. E para constar se mandn affixar o
presente e publicar pelo -Diario. Secretaria da Ibe-
souraria provincial de Pcrnanibuco 15 de marco de
1854. O secretario, Antonio Ferreira tCAiinun-
ciarao.
Clausulas espeeide* da arrematado.
1. As obras do acude alo Buique serao fcilas de
con forra idade com a planta e orramentos approva-
dds pela directora em conselbo", e apresentados
approvacao do Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de 3:300 ris.
2. Estas obras .lev eran principiar no prazo de
sesscnla das e serao concluidas no de dez niezes,
a contar da dala da arremataran.
3. A importancia desta arrmalacao ser paga cm
tres preslac,ocsda maucira sguinte : a 1. dos dous
quintos do valor total, quando li\er concluido me-
lado da obra ; a 2." igual a primeira depois de terra-
do o termo provisorio; a 3. finalmente de um
quinte depois do recebimento definitivo.
4. O arrematante sera .obligado a commumear
rcparlic.lo das obras publicas com antecedencia de
30 dias, o dia fixo em que tem de dar principio a
arrmalacao das obras, assim romo Irabalhar se-
guidamente 15 dias, afim de que posea o eugenheiJ
ro encarregado da obra assslir aos prinieiros Ira-
daldos.
5. Para ludo o mais que nao esliver especificado
nas presentes clausulas segiir-sc-lia o que determi-
na a le provincial n. 286. Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira WAnnuncianm.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
llicsouraria provinrial, em cumprimento da resolu-
rao ila junta da fazenda, manda fazer publico, que
no dia 20 de abril prximo vindouro, vai novamen-
leaprarapara ser arrematada quem por menos fi-
zcr a obra o arude de Paje de Florcs.avaliada cm
3:l90000.rcis
A arrmalacao ser fcila na forma dos arl., 24 e
27 da le provincial n. 286 de 17 de maro de 1851,
e sobre as clausulas especaos abaixo copiadas :
As pessoas que se propuzercm a esta arrematado,
comparecam na sala das sessocs da mesma jnnla no
da cima declarado, pelo mcio dia competentemen-
te habilitadas.E para constarse mandou afllxar o
presente e publicar pelo Diario. Secretoria da
Ihcsouraria provincial de Pcrnambuco 15 de mar-
ca de 1854. O secretario Antonio Ferreira
dAnnunciarn. ,
Clausulas especiaes para a arrmalacao.
1. As obras deste acude serao foilas deconfor-
midailc com as-plantos c orramcnlo apresentados a
approvacao do Exm. Sr. presidente daprovincia,
ua importancia de 3:1903000.
2. Estes-obras deverao principiar no prazo de
dous niezes, e scr3o concluidas no ile ilcz mezes
contar coufonnen lei provincial n.286.
3. A importancia desla a nema (aran ser paga cm
tresprestoces da mancha sguinte : a primeira dos
dous quintos do valor do orcamento, quando liver
concluido a melado da obra ; a segunda igual a pri-
meira, depois de lavrado o termo de recebimento
provisorio : a terceira finalmente de um quinto de-
pois do recebimento definitivo.
4. 0 arrematante ser obligado a rommunicar a
reparlico das obras publicas "com antecedencia de
30 ibas, o dia em.qac lem de dar principio a execu-
riio das obras, assim como Irabalhar seguidamente
durante qninze das, alim de que possa o engenhei-
ro encarregado da obra assistir aos primeiros tra-
balbos.
5. Para ludo o mais que nao estiver especificado
nasprescnlesflausulas seciiir-se-ha <> que determina
a le provincial n. 286, de 17 de maio de 1851
< aludirme. O secretorio, Antonio Ferreira da
AuMtnetaru.
Olllm.Sr. contador, servindo de inspeclor da
Ihesonraria provincial, em cuiiiprimenloda ordem do
F,xm. Sr. presidente da provincia de 9 do corrente,
manda fazer publico que nos dias 4, 5 e 6 de abril
prximo vindouro, peante a junta da fazenda da
mesma Ihesouraria, se ha de arrematar a qem por
menos fizer a obra do 21.o lam-o da estrada do l'a
d'Alho, avaliada em ris 14:9608000.
A arrematarlo ser feila na forma dos artigas 21 e
27 da lei provincial n. 286, de 17 de maio de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas. ''Vj'lira
PRAGA DO RECIFE 16 DE MttECO AS 3
HORAS DATAIUVEr
r Co'ar.Cos ollltifties. x-
Cambio sobre Londres aji?ri|8 d. 60 div.
Assocarmascavado eseoUido a 18810 rs. por ar-
roba.
. ,. ALFANI^EA.
Rendimenlo ilo dia 1 a 15.
dem do dia 16 .
meirs depois de feila^primeiro terr,o das obra; a
segunda depois eeira na occaiio do recebimenlo provisorio ; e a
quarla depolrda entrega definitiva, a qual realisar-
srbji um anuo depois do recebimento proviso-
rio.
4." Seis mezes depois de principiadas as obras, de-
ver o arremalante proporcionar trausilo publico em
teda aexleofSo do lauco.
5. Para ludo o quonoscacha determinado nas!
presentes clausulas nem no orcamento. segoir-se-ba o
que dispfle respito a lei provincial n.286.
Conforme. O secretorio, Antonio Ferreira
d'Annunciacuo.
O Illm. Sr. inspeclor da Ihesouraria provinci-
al, cm cumprimento da resolucao da junta da .fa-
zenda, manda fazer publico, que no dia 23 i mar
co prximo vindouro, peranlc a jimia da fazenda
da mesma Ihesouraria, vai nvamentc a praca para
ser arrematada a quem por menos fizer a obra dos
eoncertos la cadeia da villa de Serinhaem, avaliada
em 2j75f*000 rs.
A arrmalacao ser feita na forma dos arligos 24
c 27 da le provincial n.286 de 17 de maro de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que propozerem a esta arrmalacao
comparecam na sala das scssOes da mesma junto no
dia aeima declarado, pelo mero dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou afllxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretara da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 21 de fevereiro de 1854.O secretario, Anto-
nio Ferreira da Annuneiiun.
Clausulas especiaes para a arrmalacao.
1. OiTconccrlos da cadeia da villa de Serinhaem
far-se-hao de conformidade com o orcamenlo ap
provado pela directora cm ronselho apresentado
approvacao do Exm. presidente, na importancia de
dous eolitos setc cuntes e cinc-nenia mil ris.
2. O arremalante dar principio as obras no
prazo de um me/, e dever conclui-las no de seis
mezes, ambos contados na forma do artigo 31 da
le n. 286.
3.a O arremalante seguir nos seus Irabalhos lu-
do o que lhe for detlerminado pelo respectivo enge-
iibciro. nao s para boa execucao' das obras como
em ordem de nao inulilisar ao mesmo lempo para
o servico publico todas as parles de edificio.
4. O pagameiuo da importancia da'arremata-
cao lera lugar cm tres preslao&cs iguaes; *a primei-
ra depois de feila a melado da obra, a segunda de-
pois da entrega provisoria e a terceira na entrega
diliuliva.
5. O prazo" de responsabilidade ser de seis me-
zes. '
6". Para tedo o que se acha determinado nas
Tsenles clausulas c no orcamento seguir-se-
a o que dispOc a respito a lei provincial n. 286.
Conforme. O secretorio Antonio Ferreira
a" Jimunciacu~o.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
cm cumprimento da resolueao da junta da fazeu-
da, manda fazer publico, qu no dia 23 de marro
prximo vindouro, peraute a junta da fazenda da
mesma Ihesouraria, vai uovamenle a praca, para
ser arrematada a quem por meuos fizer a obra dos
coucerlos da cadeia da villa de.Pao d.Alho, avalia-
da cm 2:8608000 rs.
A arrmalacao ser feila na formados arligos 24
e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de"l851,
c sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta aiTuniaterao
comparecam na sala das scssOes da mesma junto no
dia cima declarado, pelo mcio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constarse mandou afllxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernam-
baco, 21 de fevereiro de 1854.O secretorio, Anto-
nio Ferreira da AnnuHciarBo.
Clausulas especiaes pura arrmalacao..
1." As obras dos reparos da cadeia da villa do
Pao d'Alho serao feilas de conformidade com o pla-
no c orcamento approvados pela directora em con-
ellio e apresentados a approv aran do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia na importancia de 2:86080(K)
ris.
2." Asobrascomecarao noprazodc trinla diase
serao concluidas no de qualro mezes ambos contados
de conformidade com o que dispoe o artigo 31 do
re'.'iilamenlo das obras publieas.
:!." A importancia da anemalacan ser paga em
Iros prestacoes, sendo a primeira de dous quintos,
paga quando.o arrematante huuver feito a metode
das obras ; a segunda igual'a primeira paga no fim
das obras depois do recebimenlo promisorio ; c a
ultima paga depois do anno de responsabelidade,
c pnlrega difiuiliva.
4." Para tudo o mais que nSo estiver determina-
do nas prsenles clausulas, ou no orcamento seguir-
sc-da as disposiccs da lei n.,286 de 19 de maio de
1851.Conforme.O serretorio, Antonio Ferreira
da .tnnuneiaco.
O Illm. Sr. contador, servindo de inspeclor da
Ihesouraria provincial, em cumprimento da ordem
do Exin. Sr. presidente da provincia, de 7 do cor-
rete, manda fazer publico, qae nos dias 4, 5 e 6 de
abril prximo vindouro, pecante a jnula da fazenda
da mesma Ihesouraria, se ha de arrematar a quem
por menos fizer a obra da cadeia na cidade do Rio
Formoso, avaliada era 33:0008000 rs.
A arrmalacao ser feila na'frina dos arligos 24 e
27 da le provincial n.286 de 17 de'maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrmalacao
comparecam ua sala das sessoes da mesma junta, nos
dias cima declarados pelo meio da,competenlcmen-
te habilitadas.
' E para constar se mandn afllxar o presente e pu-
blicar pelo Diario. :
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co 13 de marco de 1854. O secretorio,
Antonio Ferreira d'Annunciacuo.
Clausulas especiaes para a arrmalacao.
1.a As obras serao feilas de conformidade com o
orcamtuitoe planta,nesta data approvados pela direc-
tora em Conselbo, e apresentados a approvacao do
Exm. Sr. presidente da provincia na importancia de
33:0009000 rs.
2." O arrematante ser obrigado a daV principio as
obras no prazo de dous mezes, e conclui-las no de 20
mezes, contados de conformidade com a disposico
do artiga 31 da lei provincial n. 286.
3.a Para execucao das obras, o arremalante deve-
ra ler om meslre pedreiru, e oulro carp na da confi-
anca do engenbeiro encarregado da obra.
4." O pagamenloda importancia d'arremalaco se-
r feila em seis prestacoes da forma sguinte: a pri-
meira da quanlia de um dcimo do valor da arrma-
lacao, quaudo esliverem fe(as todas as plantas'al o
nivel i< pavimente terreo, juntamente o ranod'es-
goto ; a segunda da quanlia de dous dcimos quando
esliverem feilas tedas as parles exteriores e interio-
res al a altura dereceber o Iravejamenlo do primei-
ro andar, e asseoladas todas as grades.de ferro das
anchas; a terceira daquantia de dous decimos quan-
do esliver assentado lodo o Iravejamenlo do primei-
roandar, feilas todas as paredes al a altura da ro-
bera, c embucadas os cornijas ; a quarta tambem de
dous decimos, quando estiver prompto toda a cubera,
assenlad-ri o Iravejamenlo do forro do primeiro andar
rebecado e guarnecido lodo n exterior do edificio ; a
quinto tambemde dousdccimos.qoandoeslverem con-
cluidas lodas as obras, crecebidas provisoriamente; a
sexto finalmente de um dcimo, quando for a obra re-
celada definitivamente, o que lera lugar um anno
depois ilo recebimenlo provisorio.
5.a Para ludo o mais que nao esliver determinado
nas presentes clausulas, e nem no orcameute'segur-
se-ba oque dispe a respeilo a lei provincial nume-
ro 286.
Conforme.O secretorio,
Antonio Ferreira aVAnnunciacao.'
O lllni. Sr. inspeclor da Ihesouraria provincial,
em cumplimente! da resolucSo da junta da fazenda,
manda fazer publico, que no dia 23 de marco pr-
ximo vindouro, peranle a junla-da fazenda da mes-
ma Ihesouraria, vai novamenlc a praca, para ser
arrematada a quem por menos fizer a obra dos
coucerlos da cadeia da villa do Cabo, avaliada em
8259000 rs.
A arrematac-ao ser fcila na forma dos arligos
21 c 27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851 c solios clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esto' arre matacn
comparecam na sala das sessOei da mesma junta no
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitada*!
E para constar se mandn affixar o presente c
publicar pelo Diario.
Secretoria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buen 21 de fevereiro de 1854.O secretorio, An-
tonio Ferreira d'Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arremataeo.
1.a Os coucerlos da cadeia da villa do Cabo far-se-
hao de conformidade com o orcamento approvndo
pela directora em conselbo, e apresentado a appro-
vacao do Exm. presidente da provincia na impor-
ancia do 8259000 rs.
2.a O arremtenle darn principd a obra no pra/n
de i|uinze das, e dever ronrlni-la no de Iros me-
zes, ambos contodos de conformidade com o arl. K
da le n. 286.
3. O arrmalanlc segura na execucao ludo o que
lhe for proscripto |ielo engenbeiro respectivo nao s
para boa execucao du Irabalho romo cm ordem de
nao inulilisar ao mesmo lempo para o servico pu-
blico ludas as parles do edificio.
4.a O pagamento da importancia da arrmalacao
verilirar-se-ha em duas prestacoes iguaes: a primei-
ra depois de feilos vlous tercos da obra, e aseguh-
dadepojs de lavrado o termo de rerehimeujo.
5.a Nao da\er prnzo de responsabilidade.
tudo o que nao se" acha determinado
buco, 27 di fevereiro de 1854. O secrelario.ln-
tonio Ferreira d'Annunciarao.
Clausulas especiaes para arrmalacao.
i.> As obras deslc acude serao feilas de ronr-
midade com as plantos e orcamento apresentoui a
approvacao do Exm. Sr, presidente da provinciana
importancia de 2:5000000 res.
2." Estos obras deverao principiar no prazdc
dous mezes, e serao concluidas no de dez me a
contar conforme a lei provincial n. 286.
3.a A importancia desta arrmalacao sera pja
s prestoces da maucira sguinte : |., os
dous quintos do valor total, quando liver concli-
do a metode d'obra,: n 2." igual a primeira, e-
pois de lavrado o lermo de recebimenlo provis-
rio : a 3.", finalmente de um quinte depois do r-
cebimento definitivo.
4.a O arrematante ser obrigado a communican
reparlico das obras publicas com antecedencia i
Irinta das, o dia fixo em que tem de dar prinrip
a execucao das obras, assim como Irabalhar !
unidamente durante qiiinzc dias fim de que poa
engenbeiro encarregado da obra assislir aos p-
meros trabalhos.
5." Para tudo o mais que nao esliver esncifiejo
nas presentes clausulas segnir-se-ha oquedispOa
le ii. 286Conforme. O secretario, Antonio Ff-
rexra d Annunciaco. ,
. O Illm. Sr. contador servindo de inspectora
llicsouraria provinrial, cm cumprimeuto da ordni
i'-,'m" presidente da provincia, manda faer
puliliry, que no dia 6 de abril prximo vindouo,
peranle a junto da fazenda da mesma thesouran,
vai novamenlc a praca para ser arrematada a quin
pornftmos fizer, a obra do melhoramento do rio Gi-
auna avallada cm 50:6009000 rs.
A arrmalacao ser feito na forma dos arts. 2e
27 da le provincial n. 286 de 17 .le maio de 1851 c
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalato
comparecam na sala das sessoes da mesma jnnla io
da cima declarado, pelo meio dia, compelcnlcmo-
te habilitadas.
E para constar se mandou afllxar o presente e n-
lilicar pelo Diario. '
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernaa-
o de 1854.O secretorio. Antoio
siilente da provincia, tem de comprar os objeclos se- coramodij
gninles, para a botica-do hospjtol rcgimenial : dros
Assucar retinado, arrobis atufelida, 011533 4, ai- pktora, fill;
cassus, libras 16, althea, libras 6l,abulua, libra* 2, | nha, vasos "
amendoasdnees, libras 4, acido azolico;ttbs2, acH[elc., ele; a
do cblordydrico, meia libra, acidoacelico, libras
acido oxlico, meia libra, acido benzoico, jneia libr;
avenca, libra*2, alecrim, libras i, aztate de polas-
sa, libras 8. anz estrellado, Ubi
co, meia libra, acetato de polas
dnalo de soda, libras 2, boral
bislorto, libras. 1, belladona (ful
dona te de polassa, libras 1, bi-ic
rete de mercurio, I
de por bejoin, libras 2, c,-.rbo^^^^^^^^H
Crboualo de soda, libras
ibras4, ccvdinlia, libra
cas de ra 'ira, libras 2, caroba, libra 8,1 f->rc
cochlearia, libra 2, cubetas, libras 1, cam
libras 2. chlorurelo de calcio, libras
libras 8, c> noglossa, libras 2, cdlorurelo d'ouro.
vas 4, coloquinlidas, libras 1,. cascarrilha, libr
cravo da India, libra 1, crcuma, libras 2, digitalii,
libras 2, deuloxido de cliumbo,libras 4, extracte d'al-
cassus, libras 1, extracte de guaiaco, meia libra, ex-
tracte de salsaparrilda, libra 1, extracto de ralanha,
oncas 4, essencia de rosas, oi.lavas 4, esseucia de li-
mo, onca 1, essencia de cravo, oaja i, essencia de
alecrim, oncas2, essencia de alfazema, libr* 1, essen-
cia de dortelaa pimeuto, onca I, esponjas fina, li-
bras 2,fumaria, libras 2, gramma, libras4,-genciana,
libras 2, uuayaco razuras. libras 4, gomma de batata,
libra. 1, gamma dedra, libra 1, htra terrestre, libras
2, derva doce, libras 2. herva cidreira, libras 4, hys-
sopo, libras 2, iodo, libra 1, incens, libras 4, jalap-
pa, libras 4, kermes mineral, onca 1, lycopndio,
meia libra, losna, libras 2, limalhas de ferro, libras4,
mann, libras 32. n/. moscada, libra urna, nz vmi-
ca, meia libra, oxido de zinco, oncas 4, oleo deliuda-
cn, libras 32, oleo de ameudoas doces, libras 32, apio,
libras2, pontos de viada, libras 4, poligula de sene-
ka, libra 1, prolo chlorurelo de mercurio, libras 2,
pastas de jujubas, libras 2, phosphoros, oncas 4, pe-
edurim, meia libra, papel para filtro, resmas 8, dito
pardo, resmas 8, ruibarbo, libras 4, rezina eleme, li-
bras 4, robe d'amoras, libras 2, robe de sabugueiro,
libras 4, rezina debtala, lilira l,semenles d'Alexan-
graphia que,
cavallos que
ro.earrodeqaalrej
para montara deh
dra, libra 1, scilla marilima, libras2, scamonea, li-
bras 4, sipo de chumbo, libras 4, salva, libras 2, sul-
phalo de soda, libras8, salsaparrilda, libras 64, sal
buco 4 de marco
Ferreira da Annunciaco.
Claiisulas cspeciaen para a arremataeo.
1.a As obras do melhorameulo do rio tiuiama
far-sc-liao de conformidtdeeom o orcamento plai- Pu""cada, libras 8, sebo puro, libras 16,-dilo de rim
tos e perfis appovados pela directora em conselbo e I de carneiro, libras 8, sabao branco para opodeldoc,
.iprcsenlados a approlarao do Exm. Sr. presideiiel ras8' s'oraque, libras 2, strvkmna, meia onca.
da provincia na importaucia de 50:6009001) rs. limbo, libras 2, lurbith, libras 2, lar tolo acidulo de
2.a O arrematante dar principio asobras no pra- Potossio, libras 4, valeriana, libras 2, vinagre, garra-
zo de tres niezes e as concluir no de tres.anuos,
ambos contados pela forma do arl. 31 da N n. 286.
3. Duranle a execucao dos Irabalhos o-arrema-
tonle ser obrizadn a proporcionar tranziio as ca-
noas e barcacas. ou pelo canal novo ou jiclo leito
actual do ro.
4." O arrematante seguir na exerucSo das obras
a ordem do trabalbo que lhe for determinado pelo
engenheiro. *
5.a O arremalante sera nbrcado a aprescutor iio
fim do priiicro anno, ao menos, a quarla parte das
obras prompta, c oulro lauto no fim do segundo an-
no e faltando a qualquer ilessas coudire pagara
uina multo de 1:000o000.Couforme.O secretorio,
Antonio Ferreira da Annunciarao.
0 Illm. Sr. contador ^crvindo de inspeclor da
Ihesouraria provincial, cm comprimento da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que 110 ilia 6 de abril prximo vindouro,
peranle junto da fazenda da mesma ihesouraria,
vai uovamenle a praca, para ser arrematada a quem
Sur meuos fizer, a obrado acude da povoacao de
ezerros, avaliada cm 3:8449500 rs.
A arrmalacao ser feila na forma dos arts. 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de. maio de 1851. e
sob as clausulas especiaes abano copiadas.
As pessoas que se propozerem a esto arrmalacao
comparecam na sala das sessoes da mesma junto 110
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente c pu-
blicar pelo Diario. .
Secretoria da Ihesouraria provincial de Pcrnam-
buco 4 de marco de 1854.O secretorio, Antonio
Ferreira da Aitnunciaao.
Clausulas especiaes para a arremata/o.
1 As obras desle acude serao .feilas do' confor-
midade com a planta e orcamento' approvados pela
directora em conselbo, c apresentados a approvacao
do Exm. Sr. presidente da provincia importando em
3:8419-500 rs.
2.a O arremalante dar cpmeco as obras no pra-
so de 30 dias.c terminar no de seis mezes, conta-
dos segundo o artigo 31 da lei n. 286.
3.a O pagamento da importancia da arrmalacao
ser dividido em tres partes, sendo una do valor le
dous quintos quaudo Irouver feito metode da obra,
oulra igual a primeira quando entregar provisoria-
mente, c a terceira de um quinto depois de um anno
na occasiao da entrega definitiva.
4." Para tildo o maisque na esliver cspecficailo
nas presentes clausulas scgu'rr-se-ha o que determi-
na a lei n. 286.Conforme.O secretorio, Antonio
Ferreira da Annuncianio.
O Dr. Custodio Manoel da Silca Guimaraesjuiz
de direito da primeira cara do cicel nesta cidade
do Recife de Pernambuco, por S. .W. /. e Cons-
titucional o Sr.D. Pedro I/, que Dos guarde,
etc.
Tenca saber aosqueo prsenle edijal virem. e del'le
noticia liverem, que nu dia 27 de marco prximo
sguinte se bao de arremeter por venda, quem mais
dr, em pu^a publica deile juizo, que lera lugar na
casa das audiencias, depois de meio dia, edm assis-
lencia do Dr. promotor publico desle lermo, as pro-
piedades denominadas Pitonga o Tabalinga, sitas
da freguezia da villa de Iguarass, pertencente* ao
patrimonio das recolhidas do convento do Santissinio
Corajo de Jessdaquella villa, cuja arrematacSofoi
requerida pelas mesmas recolhidas em virlude da l-
cenca que obliveram de Sj M. I. por aviso de 10 de
novembro de 1853,do Exm. ministro da justira; para
o produelo da arrmalacao ser depositado na Ihesou-
raria desla provincia al ser convertido em apolices
da divida publica. A propriedade Pitonga em allen-
C-u as dcstriiircs que tem soffrdo suas malas, e a
qualidade da maior parte das Ierras, avaliadas por
10:0009000 de rs.; e a propriedade Tabalinga por
serem urna estrada que.offerecemuila vantagem,com
um riacho permanente, e urna casa de laipa coberlc
de ledas, ainda nova, avaliada por 1:0009000 ; sen-
do a siza paga a cusa do arrematante.
E para qne chegue a noticia de lodos, mandei pas-
sar editaos que serao publicados por 30 dias no jornal
de maior circularlo, e atusados nos lugares pbli-
cos.
liado e passado nesta cidade do Kerife de Pernam-
buco, aos 13 de fevereiro de 1854Eu Manoel Joa-
quim Baplisla, escrivao interino o subscrevi.
Custodio Manoel da Silca Guimaraes.
Jacaranda, duas te c-
americanas, 1
dito elstica, 1
de jacarando
de jaca;
ros, banqui
das. ama can
dito, am gu,
para cima de
um excellenle jpf*)|
los de sella coi
J-11
tervenrao do agj
sortimento de t
maas suis
qSo actual
do cotTente, as
seu armazeui, rt
- O
de. Bruna Y
tos 32, vidro de antimonio, meia libra, vidros a es-
meril de duas libras 50. ditos ditos de urna libra, 50,
ditos ditos regulares de bocea larga 30, dilos de boc-
ea larga de 4libras, trinla,dilos ditos dilos deoilav
com rolha 30, ditos para opodeldoc, lucias 12, vasos
com lampas para ungentes 20, funil de vidro de 4
libras 1, ditos dilos de 2 libra 2, dilos ditos rfe 1 li-
bra 1, ditos dilos de meia libra 2, graes de vidro re-
gulares 2. dilos dilos pequeos2, ditos de porcelana
2, dilos ditovpequenos 2. spalulas de marni 6, dilos
le vidro 6, machina pelularl, pedra para emplastro
I, licor de labarraque, garrafas20, capsulas gelali-
osas de copaiba, caixas 20, mfcurio vivo, li-
irasS. ^
As'pessoas que liverem os objectos annunciados
roderSo comparecer no dia 17 desle mez na secrela-
ia do conselbo administrativo. Hospital militar 28
le fevereiro de 1854.Jos de Brilo Ingle:, coronel
irftidenie, Bernardo Pereira do Carmo Jnior,
'ogal e secretorio.
O cummaiidanle do corpo de polica faz publico,
(ue tem de contratar para o mesmo corpo o sguinte:
371 grvalas desoa enveriiisada,371 pares de polai-
nas, dando o contraanle o panno, e371 escovinhas e
igulhclas com correias envernisadas. As pessoas qne
ioleressarem deverao comparecer no dia 20 do cor-
rente pelas 10 horas da manhaa na secretoria deste
corpo. Quartel do corpo de policia nas Goeo Pontos
15 de marco de 1854.lipifanio Borjet Menezes Do-
ria, lenle secretario.
- O conselbo da ailministrarao naval contrato o
fornecimento dos gneros abaixo declarados para os
navios armados, barca de escavacao, enfermara de
marinha e mais cslabelccimenlos do arsenal, sendo :
assurar branco de primeira qualidade, arroz branco
1I0 Maranhao, azeite doce le Lisboa, dito.dito do
Mediterrneo, dte de carrapato, agurdente branca
de 20 graos, bolacha, bacalho, carne verde, dita sec-,
ca, farinha de mandioca, feijao mulalinho, lenba em
adas, pao, toucinbu de Santos, vinagre do Lisboa,
velas siearina e de carnauba, bonetes escossezes,
carne de vacca salgada', camisas e calcas de brm bran-
co e'de ganga azul para marinhager ; pelo que con-
vda-se a quem convier dilo fornecimento a compa-
recer as 12 horas do di 20 do cnrreule na sala das
sessoes do mesmo conselbo com suas amostras e pro-'
poslas. Sala das sessoes do conselbo de admin"
naval em Pernambuco 15 do marco de 1854.
crelorio, C/iristoco Santiago de Uliteira.
fllido Jos;
oSr. Dr. ju
lellras e mais__
do a dila massa, sexla^
ras ila manhaa. no eso
ra da Cadeia do Ree
linuaco do mesfno
res preces q1
contrados na^^l
um relogio
cordoe
caso os d
aviso, nao
do leilao.
nr^io iiai^ai^ai^aH
idefgaA
naoveJ^^^H
AVIS<
DE SI4,
BECLARACOES.
Pela subdelegaca da freguwia da Boa Vista,
lermo do Recife, se faz publico que foi encontrado
nas ras desta freguezia um quarlo castandu c'om
cangalha: quem se jlgar com dreilo ao mesmo,
compareca nesta subdelegada, onde lera de dar os si-
gnaes cerlo*. Subdelegada da freguezia da Boa-Vis-
to 5 de marco de 1854.
BANCO DE PERNAMBUCO.
0 conselbo de direcro convida aos se-
nhores accionistas do banco de Pernam-
buco a realisarem de 15 a 51 de marro do
corrente anno, mais 20 por 100 sobre o
numero de accoer com que tem de icar,
para levara elleito o complemento ao ca-
pital do banco de dous mil con tos de ris,
conforme a resol uc5o tomada pela assem-
ble' igeral de 26 de setembro ultimo.
Banco de Pernambuco 41 de fevereiro de
. 120:6(99409
. 14:907S203
135:S2S6I2
As pessoas que se propozerem a cala arrematarn, JW"'presente9 clausulas nem no orcamento, Beguir-
comparecam na sala das sessoes >^n--fc jimia -nfT sc-ba ogue dispoe 11a lei n. 28f>.'Conforme. O
Deiparregam hoje 17de marco.
Brigue porluguez Despiq ue de Beirismercaiio-
rias.
Brgae dinamarquFn'ffc/atabeado.
%M.rennypipas de vinho.
Barca americanaG'. '. boag'n* gello.
Hiale brasileiroMroragenero* do pafe.
das cima declarados pelo nielo dia,couipetenleraen-
le babililadas.
E para constar se mandou aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretoria da tbesouraria provincial de Pernambu-
co J 3 de marro de 1851. O secretario.
Antonio Ferreira Clausulas especiaes para a arrematarW).
1. As obras do 21 tonco da estrada do Pao d'Alho
serao feitos de conformidade com o orcamento, plan-
ta e perfil, approvados pela directora em conselbo
c apresentados a approvacao do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia de 14:9608000 rs.
2.a O arremtenle dpr principio as obras no pra-
zo de um mez e serao concluidas no de 12 mezes, am-
bos contodos na forma do artigo 31 da lei nume-
ro286.
3. O pagamento da importancia da arrmalacao
realisar-ae-ha em qualro preslacoes %oaes: u p'ri-
Hoje 1
hollandezes. J
Os abaixo
eepecialmente
velmen"
mo
Cd da r
gjrava debai
tencendo o estobe!
Porto, e o passivo a
nio Augusto F.
Rocha Bastos.
Pede-seao
seca o favor de
esquina; que se
ci que S. S. nal
do & lrmao.
Os sen!
cisco Tibnrcio
lorio da Dominei
n.54.
Perdeui
corrente,
apo, ten
o achar que
hotel, quo s
PrecSI
de (res por d
paga-se bem
Ro-
campo, ou 1
do moleque ]
do corrente'(
signaes so o
nos de ida
lacoa ida
nariz chati
dos cale
mor lia pouC
em lodos os '\
sonso quando1
muito conhecl
snas circunaij
dio sem cliai-i
encdovalliad.il
abertura de !.
bem.queassimc
a quem o lerar (
n. 55, assim
quem o acoit,
20. RECITA DA ASSIGNATCRA.
SABBADO 18 DE MARCO DE 1854.
Depois de execulada pelos professores da oredestra
urna ilas melhores ouverlaras, subir a scena o ex-
cellenle drama cm 5 actos.
S, TROPEZ,
lazendo osprincipaes papis osSrs. Germano, Cos-
ta, Bezcrra, Amodo, Meiides, Coimbra, e as Sras.
11. Gabriella, Amalia e Joauna.
O Sr. Germano, tendo edegado uovamenle a esto
cidade, e querendo dar mais uma'prova da eslima'
em que tem o actual emp ezario desle tdeatro, se
prcslou a representar o papel de Jorge Mauricio no
referido drama ; assim como emoutros espectculos
que no curto espaco de sua demora lein igualmente
de subir scena.
No fim do drama ser dansado pela companhia de
baile o qnarlelo lirado da opera (iuilherine Tell, com-
pesicao do Sr. De-Vecchy, no qual se distinguirse
os Srs. Kiheiro e Baderna.
Acdandn-se novatoenle ligada a companhia desle
thealro aSra.'Carmella Adelnide I.ucci, que^ tantos
elegios merecen dos Marandenses, far a sua reen-
trada, cantando com i Sra. Deperinio duelo da
^j .svp iyg 7sr ^y
Dar fim o divertimenlo com o passo a dous, dan-
sado pela Sra. Baderna e Ribeiro,
REDOWA POLKA.
Principiar s horas do coslume.
Os billietcs acham-se desde j a venda 00 escriplo-
rio do tdealro-
AVISOS martimos.
seciclar.o Antonio Ferreira d'Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da llicsouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 23 do corrente, manda fa-
zer publico, que nos dias 2, 22 o 21 de. marco pr-
ximo vindouro,1 peranle a junto da fazenda da mes-
ma tbesouraria, se lia de arrematar a quem por
menos lizer a obra do acude na povoacao du Sal-
guciro, avaliada em 2:5308000 res.
A arrematoeao ser feito na forma dos artigoss
24_e 27 da lei provincial n. 286, de 17 de maio de
1851, e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esto arrmalacao
comparecam na saladas sessoes da mesma junta"110
dias cima declarados, pelo meio dia, 'competente-
mente diidelitadas.
E para constar se mandou afllxar o prsenle, e
publicar pelo Diario.
Seo|plria da llicsouraria provincial de Peroaiu-
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu com toda a brevidadeo muito
^ veleiro brigue brasileiro DousAmigos,
185TOae^etarTodo concho de^"direc- fr01" terquasi tOQO can-egamento promp-
ijao.Joao Ignacio de Medeiros Reg.
Pela capitana do porto desta provincia se faz
publico, para conbecimento de quem; por direito lhe
competir, que no dia 8 do corrente foi tirada do fun-
do do rio Capibaribe, urna canoa de ferro, no logar
em frente ao sitio do Sr. major Florencio Jos Car-
neiro Monleiro, a qual consto jase adiar all ha mol-
i afondada, contrajo disposto no capitulo 1. artigo
9 do regulamenlo das capitanas de 19 de maio de
1816, epara que se proceda, como est determinado
nos arligos 116,117 e 118 do preeiladn regulamenlo,
mandou o Illm. Sr. capitao do porto Elisiario Anto-
nio dos Santos, que se flzesse o presente annuiicio,
que so correr por 8 dias. Capitana do porto de
Pernambuco 11 de marco de 1854.-No Impedimen-
to do secretario da'rdpitania.
Joo Lins Cavalcanti de Albuquerque.
Real ninpanliia de paqueles inglezes :!
vapor.
No dia 23 la-
le miz on antes,
esperarse do sal
o vapor Seicrn,
coma andante
Has!, o qual de-
pois da demora
do coslume se-
guir para Eu-
ropa -, para pas-
sageiros, traa-
se com 05 agen-
tes Adamson llowie & Companhia, ra do Trapiche
Novo n. 42.
Pela subdelegada da freguezia de S. Antonio
desla cidade se faz publico,quo no dia 14 do corren-
te' mez foi apprebeudido um moleque de nonio F-
lix, de 14 anuos de idade, pouco mais ou menos, o
qual diz ser escravo de Jos Joaquim de tal, senbor
do engenho Arariba da pedra. Subdelegacia de S.
Antonio 16 de marco de 1854.
Pela subdelegacia da fregoezia dos Afo3ados se
faz publico, que se acha leglmente depositado um
cavallo que foi remellido a este uizo pete- inspector
dalmbiribeira, pelo quequem se julgar com direilo
ao mesmo, provando lhe ser entregue. Subdelega-
cia da freguezia dos Afogadus 9 de marco de 1851.
O subdelegado, Delphino Gonralcts Pereira Lima.
CONSELHO ADMINISTRATIVO
O conselbo administrativo, para ferneeiroento do
lorisaco Uo Esm. Sr. pre-
to, quem no mesmo quizer carregar o
resto, ir depassagem ou embarcar escra-
vos a 'rete:. entenda-se com o capitaoJo-
s Ezequiel Gomes da Silva, naPrara, ou
com o consignatario Manoel Alves Guerra
Jnior, na ruado Trapiche n. 14.
PARA LISBOA E PORTO
segu com loda a brevidade a barca Nosstt'Senka-
ra do Bom Successo, par ler parle de seu carrega-
menlo : quem na mesmaquize carregar, 00 ,ir de
passagem. para oque lem excellenleseommodos, di-
cija-se a Francisco Alves da Caoba & Companhia,
na ra do Vigario n. 11, primeiro andar, ou ao capi-
lo na praca.
Ceara', Maranhao e Para'.
Segu'era pouros das por lera maior parle da car-
ga engajada, 11 brigue escuna nacional tirariusa. ca-.
pilo Jos Manoel Barbosa ; o rstenle e passageiros
para os qaes oflerecf -ptimos eommodos, Irala-se
com o consignatario J. J. da Fonseca Jnior, na ra
do Vigario n. 4, primeiro andar, ou com o capitao
na praca.
Para o Aracaly segu com (oda a brevidadeo
dale (il)tividosoa ;. para o resle_da carga e passagei-
ros, Irala-sc na ruada Cruz n. 15, segundo am:
Para o Aracaly com escala pelo ss e Rio
tirando do Norte, segu nestes poneos dias o hiato
sileiro F.ratlaro, meslre EstocioJ^cud'
a Iralar ua ru da Madre de Dos, taberna n. 3fi.
RIO DE JANEIRO.
A nova e veleira escuna nacional Linda, que se
espera todos os dias do B.io de Janeiro, seguir para
o mesmo porto, oilo dias dermis de tua ebegada ; e
por ler o carregamenlo prompto s pode receber pas-
sageiros e escravos a frete : os pretedenls dirijam-.
se ra da Cruz n. 28, cscriplorio de Eduardo Fer-
reira Bailar.
LEILOES
I.EII.AO DE MOBRIA. CABRO, CAVIXOS ,E
SITIO.
Gosset Bimont Cara leilao, por inlervencao do
ageute J. (jalis, no. dia 29 do corrente, as II horas
da manhiia em ponto, na ra das Cruzcs 11.28, se-
gundo andar, a saber: (res armarios envidrarlos,
ellenles vozes armoniosas, que
bem pe jara igreja, sof, cadeiras, mesa
redonda con pedra, ditas H pedra, guarda livros,
i Ia
ras da manliai
porta do 1
presenca do
tes", urna ca|
punga estrai
com arreios qt|
Joaquim.. na S,
urna em^
mas obras
estaleirq
principi'
Mattos,
cobre em
tencente
tuguez, Joaoj
como nesse
venda do
espolio do lin
mingos Jos de'j
na ra do Vi,"
tes poderao i^^^H
cionados, n
para depois s<
cia.
GRA
Nao tendo sid'
de resida'O iria'
di, quando pe
termo se fe/
ventariodosbei
mente em 11
abaixo dedarado
servava,ofalleCH
dos; ebavendo
dagacoes quene'
duziram.e antes <
cao de que os
subtrabidos na c
do infeliz succes
do mesmo Fidic
afiluioa saca
efiet; avisa-e i
mais pessoas,'^^B
dos 011 aprese^^B
apprehender
pche, ca
lis-sima,
be ns do finad-
tezadequees
nessa deca ra
lia de 50s(IO(
os indiados objecl
do lugar onde
ro com brilht
quilates, cujo
bem de b
umaesmerald
1 para cas
ilinda no 1
_
O abaixo assignado comproa a tobiru.
na do Nognoira n. 49 ao Sr. Manoel Martina: quem
fiir credor da mesma apresante saas cantas nesles 8
dias para serem conferidas e fatfria o raleio, fiados
os qaaes nao ser mais responsavel por qualquer cou-
ta que apparera. Recife 16 marto de 1854.
Joo Baptitta di Barros Machado.
Como o abaixo assignado proraelleu ao Sr. Joao
Francisco Texeira \ declarar a sua morada, logo
que o mesmo Sr. Texeira dectarasse por esto fnlha o
negocio que dizia ler con o mesmo abaixo assignado,
ex agora cumprindo o promeldo, scientifioando-o
que he morador na roa do Collegio 11.19, lereeiro
andar.Seceriano Jote-de Maura.
Precisa-se de na ama qne saiba engommat e
coziriliar : na ruaireita o, 112,
atacade


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 7 DE MARCO DE 4854.
InS.DEGRATIFUM'O
it*s commo
ian* do
em os se-
Gaignou, dentista,
pode ser procurado a qualquer hora em sua
V nto. rott&r a ra do Trapiche n.
Anwda-se o eiigenho Lcati, silo na fiegaezia rf-n j i i-ic u.
Escada: os pretenden tes pdernppwecerno^leV-l*0' Primeiro andar, ou levar ao sitio do
> ".'-'" d3^HK.' '**2Saf ?" em Sant"Auna, iim cavallo re-
aro, de bom tamanho, carnudo,
ador, lendo o casco do pe esquer-
a nona-
bem furto'u nm palito
megclado escuro, e um par de sapatoes
mglezes, novos, e falla alguma cousa fran-
cez.
Licpiidaco.
As fazendas da lo)a ilo menle Joan Anlonio de
Araujo esto venda na loja da estrella, roa do Quei-
mado n, 7, c estn se, trocando jior sdalas a vista,
quasi por melada do seu valor, como abaixo se v :
pecas de coila coro 38eovados a *W00, dilas dila en-
lrelina a S0GOO r. ditas dila muito Tina a 638OO, pe-
cas de alBottaozinho a 13600 e "28000 rs., ditas de ma-
dapolao fino e largo a 38800, cambraias organdiz a
<80 a vara, cassas chitas a 240, chitas francezas muito
.largas a 200 rs. o covado, ditas nglezas a 120 e 140,
ditas ditas em relalhos (levando o que liver o rela-
lho) a 100 e 120 o covado,' meias rasemiras de algo-
dio pa; acalca a 240 e 300 r. o covado, meias cruas
para homem a 120 o par, lencos de camhraia >para
m3o a 120, dilos dila com hico a roda a 180, chales
de laa muito standes a 18000 rs., dilos de dita mais
pequeos a 320 e 640, euulras militas .fazendas, que
s com"a vlsla os freguezes podero conhecer ns di-
minutos precos por que se estflo vendendo; cheguem
freguezes, anles qne seacabem.
Precisa-se de uro ama que saiba cozinhar e
engommar, para casa de pouca familia ; a tratar na
roa do Cabug, loja da quina n. 2.
Deseja-se faltar a Sr. Epiphanio,irmo do Sr.
Dr. Serapiao, morador outr'ora na villa de Bom Jar-
dim : roga-se pois ao dilo Sr. Epiphaoio aniiuneie a
sua morada, ou dirija-se rua Imperial n. 25, das6
as 8 horas da mnnhaa, e das 3 da tardo em diante,
pois o negocio he de reciproco interesse.
Existe n delegada de Santo Anlo nm cavallo
que foi encontrado com cangalha ; quem fr seu do-
*, cKimba e quintal, no fnn-
einuc alar.
AS.
ollegio 11.9.
-se de mandar vir de
>brai qne Ihe forera encom-
nceres, ingleses, hespa-
a 150 rs. o franco no
1 rs. no momento
entrega, incli cala e commissao. As
as & dias anles da par-
JPt** na sua livraria en-
logos, e o preco per-
ncadernacoes em Paris.
boa escrava de 23
' a cozinheira e en-
ooilo ac-
erimen-
r..major
seto Publico.
tras em fa-
enuipo qne d co-
no engenho Novo
habilitada para dito
o referido coge-
r ira do Mello*
lem urna carta na
ependencia.
|DE JANEIRO.
^^K publicas de
0 do corrente ;
la as lojas do
1 chegar pelo
depois daquelle
:opagosa entrega das
pequeos de 12 a 15 annos
110 armazem do Caes da
ipaziada.
m fazerasua
ra assistrem aos actos
por Unto no de-
. 33, Bazar Pernain-
> i.-io preto, a boa ease-
elhor chapeo de
10 Rio de Janeiro
^^Hk eiislem mais as
^^^Hhtadas e brancas,
^^m, bul oes para ca-
^^^ttde ouro para relo-
rr de canoa e prclas,
los de porcelana,
^Kjps muitos objeclos
'eguetes.
id ver e com-
lambocano ,
uqiiin de'co-
naote ou entalles
lis modernos e do rae-
I? difieren les
bmeiras de dilo,
^^^^^^B de dito pre-
mcos, e de blond,
eias de seda bran-
^elim de dflerentes
lioviscos, dito
iicn, ou enfeilesde
^^^Hk cres.frocos
^^^Uca de
1'.: temas que s com a
1 convidadas as
11 aquelle esta-
^^Bir&o a sea con-
-IVRAMENTO.
< de Aquin
'us bil heles c
a nos lugares do coslu-
hdarf os dous premios
imposto geral.
:000000
.". 2:5008000
. 1:2509000
5009000
250JOOO
ra o serVieo externo
essea;prefere-
110 : na rua do
1, livraria n. 6 e 8,
^^prqnea de Albu-
^Hno da loja da rua
e saiba de sua mo-
1 audiencia do
^^^Bt vara, se arrenia-
ir:,-,:'. de um andar, sito
h'*e*ecucao de Frade-
lo finado Dr.
gques ; he a ultima
- Vende-se urna mesa grande ptima para casa
deaslo, com arranjos para despejos de louens oh!
otos objeclos : na rua da Cadeia do Rerife, loja de
feagens n. 56, onde' ella se ach: ha precteSo e
ptissn. todo negocio sfar.
CALCADOS BARATOS.
lorzeguins elsticos para homem 4*000 rs.. sa-
ppes de lustre para hornera a 39000 n., sapaloes de
d para menino a 29000 rs.: na praca a Indepen-
diHa.ji. 13 e 15. loja do Arantes.
- Verfie-se um escravo da Costa,- proprio para ser-
vo di campo, e pira canoas : na rua da Cadeia do
ifcife n. o:.
*- Vendem-se dous bracos de halanca
r Romao & Companliia, proprios
mazctndeassucarou padaria : na
ta da Cruz do Reeife, loja de cera do Sr.
brttinato, n. 60.
- Vende-se um esoravo, crioulo," de jdade de 12
anos, e de bonita figura: na rua da ConccicSoda
flj-Visla, casa o. 2.
Vende-se um bom cavallo,'
proprio para carro e sella, e por
prero commodo : tos qutro
catos da rua do Queimado n 20.
A jOOO rs. cada urna,
ticas romeiras bordadas com bonitos U511S a 4SO0O
rs meias pretas e brancas de seda, muilo superior,
ds brancas para meninas,luvas de seda branca para
mninos, sarja preta da melhor que ha no mercado,
cernir preta e panno fino preto. prova de limo,
riw cortes decollete de casemira bordados, ditos de
som prelos e hrancos (ambem bordados, e ontras
mita fazendas: na rua do Queimado n. 18, segun-
daba.
-Vende-se urna armacao fpira taberna por mo-
dio preco, a dinheiro ou a prazo: oo'p'ateo da Santa
Caz n. 10.
Devoto Chtisto.
ahio a laz a 2. eilican do livrinho denominado
Bolo Clirislao.mais correctoe acrescenlado: vnde-
se inicamenle na livraria n. (ie 8 da prara da In-
doendencia a 640 rs. cade exemplar.
" Vende-se um prelo de 40 annos pouco mais on
miuw, que'foi creado no malo e cntende de lavoura,
e le casado com urna parda forra, vende-se a dinhei-
rooo a prazo: no largo do Corpo Santo n. 25,
Vendem-sc com pouco uo os livros seguintes:
noappareca para reccbe-lo. sob as condicoes nece.- ,?j?.,0.i,'c,.SSLcr?'\rTal>ul.T Pha>dr, Salustius. Vir-
sarias. Sil" Bodi, Ord. Verborum Salustii, Histnrv of Rome
i OSr. Jos Jacome Tasso haia de fazero divi- P?!" olJmil.s ), dita Sagrada ( por Befnardino),
dendoJos 3009000 rs. que lem em caia com os ere- ColleC^<|e Problemas : na rua do Collegio n. 8.
dores da taberna queS. S. tomou cotila e vendeu, do Vende-se um sobrado de um andar com mnilos
finado Antouio Luiz Viriles, pois S. S. nao pode ser bons commodos, quintal bastante grande, proprio para
lulor dos beus alheios etjnlra a vonlade das parles. ^r edificado de novo, chao proprio : na rna Dircita"
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e fa- defronte do beeco do Serigado,sohrado de varanda de
zer todo mais servicole urna casa : no largo do Ter- P:': lrata-se no mesino. ,
jo o. 21, segundo andar. FAZENDAS BARATAS.
Farinha de mandirJ
Vendem-se saccas grandes com suji
rinh de mandioca, por preco cwnmuT!
rua do Amorini n. 5i, armazem da Machado
& Pinheiro, ou a tratar na rua do Vinario 11.
19, segundo andar, escriptorio^los momos.
brigue defronte
do Forte ordo com
o cap iptoriode
Mano^pl Aivs Guerra Jnnior, na rua do
Trapiche n. 14.
No sili do Retiro, que foi doSr. Francisco An-
tonio de Figueiredo, vende-se urna ba vacca com '
leile, e de bezerro novo, por preto commodo.
Quem deixara' de fazer um ves-
tido preto-
a Na rua do Qneimado 11. 46, loja de ltezerra 2
a &Moreira, vende-se pelo liaralissimo preso de S
^ 28600 o covado, a melhor e legitima sarja hes- S
paiilmla que aqui tem vindo. l"ranqueiam-se *"
1 amostras, e tambem se manda um caixeiro @
1 com as pecas para quem quizer comprar, ver. fit
Chitas baratas.
em-se chitas de cures lisas padroes claros e
'uros, a 120 100, 180'e200 rs. ; dita franceza mui-
larga padroes novos- imitando cassa, a .120 rs. o
covado : na roa Nova loja n. 16 de Jos Luiz l'erei-
rae & Filho.
Ism-screlogkis deooroe prata, mais
qnalqucr otilra parle:
. Chapeos' pretos francezes
a cariji res e de forma mais elegante que
lem vi :is de diversas qualidades por me-
nos pr q*tin outra parte : na rua da Cadeia do
Reeife, o. 17.
Ao barato.
Na loja.de Goimare) firenriques: rua do Crespo
n.5, vendem-se lencos de cambraia fina e de puro
linho, pelo barato proco ile 58 e i9500aduzia, sendo
cada dozia em urna caixinbacom lindas eslampas.
.OS XCLLEMESSALUMES DE BOLONIA,
preco
1 uncios
.1 ol
nace-utico, .1
o Antonio "
blica que fot J
J I
|i.53,nao se (enclo
do entre aquel-
^^Bm Ferreira, e o
iedadean- !
lo presen- {
iente em a !
poder;i ser 1
^^^in as misteres 1
mm elfeilo,
nuncios, e
o chegando I
^^Bnrererdo, ne-
pode produzir.
si.
^^Bs Santos.
iltarete.
vaanbacaao,vendem-
d ollarele. No
n.i mullier para o ser-
r andar n.' 19.
hia.
. 4 8; ,
ojialh.
r
^^Hpcamenlos.
c-ilai 1
pOerece-se urna ama para cozinhar e lavar em
casa de pouca familia l na rua da praia de Santa Ri-
la n. 37. jf
Boa gratiicacfio.
esappareeeu no dia 15 de fevereiro prximo pas-J
sado, do lugar de Vertenles em Taquaretinga, comar-
ca do l.imoeiro, um escravo. cabra, de nome Alexan-
dre, d idade 22 annos, altura e gordura regular,
lem um signa! pequeo por liaixo de nm dos olhos,
denles limados, ps grossos; levou camisa de algodael
de lis I ras, chapeo de pello velho, e armado de laco
e clavinole, e levou em sua companhia urna mulata
Torra de nome* Joaquina da mesma cor cabra, allura
,e corpo regulares, denles lirnados, cabello corredicoi|
e amarrado, e da mesma idade : por isso roga-sc aos
capitaes de campo e as autoridades policiaes dos lu-
gares de Santo Antao e do Reeife, e bem assim qual-
quer parle qpsul, para onde consta elles seguiram,
queiram apprehender o dilo cabra e leva-lo a sen se-
nhor Antonio Barbnza de Souza, morador em Ver-
leoles, ou na rua do Queimado n. 7, loja da estrella,
de Gregorio & Silveira, qiie ser8o generosamente re-
compensados.
Ao publico.
t O sitio da ilba do Retire anda perterree ao abaixo
assiguado. e quem est autorisado a vende-lo ou a
fazer outra qualqiier Iransacco. eom o mesroo, he o
Sr. Mximo Jos dos Santos Audrade, aonde se acha
a escriptura da pbssc do inesmo.
Francisco Antonio de Figueiredo.
No collegio das orphas, sito na rua da Auro-
ra, loma-.se toda equalquer qnalidade de costura, e
bordado de seda, laa elalaaarca. ludo por preco com-
modo : a fallar directora do dilo collegio.
ASra. D; Maria Jezuina Cavalcanli queira man-
dar a reparticodo correio receber urna caria viuda
dos porlos dosul.
Precisa-sede um smassador, na padaria da rua
da Senzala Nova, que tenha Ireguezias: paga-se bom
ordenado. ', -
LOTERA de n. s. do livkamento.
As rodas desla lotera andam a 21 de abril prxi-
mo futuro, e o resto dos bilhetes cba-se a venda
nos lugares j conhecidos. na botica do Sr. Joao Mo-
reira roa do Cabugi, na rua do Queimado loja doSr.
MoraeS.O lliesoureiro. Joo Dominguct da Silva.
Pootes, Pires fS Companhia avisam ao publico
que o Sr. Domingos Rodrigues de Carvalho Jnior
deixou de ser seu caixeiro desde odia H do andan-
te mez.
Ronbaram no dia 6 do corrente, no aterro dos
Afogados, do primeiro andar do sobrado do mejor
Portella, escandalosamente as 3 horas da lardeMc
cima de orna mesa, 2 rasli.;aes de prata, sendo 1 con
tulipa c nutro sem ella", c 1 bandejazinha com ma-
lesoura d corlar pavio de velas, tudo de prata e eom
a firma J. N. S. P, ; adverle-se mais que o ladro
deixou no carrodortlm par de estribos de latan que
(ambem levava : rosa-se a pessoa a qoeni laes ob-
jeclos forem oflerecidos, de os apprehendcr e leva-Ios
na ra Imperial n. 79, que ser generosamente gra-
tificada.
Precisa-se de um bom cozinheiro para o hotel
de Sanio Amaro de Jahoilao : a Iralar na rua Nova
o. 10.
Precisa-se deum caixeiro para taberna, de 10
a 16 annos; a tratar na'rtia da Calcada, casa o. 8,
on na rua da Madre de Dos, taberna n. 36.
Quem precisar de 1:0009000 rs. a joros de um
e raeio por cenlo ao mez, sobre liypollieca em boqs
predios, aoooncie para ser procurado.
A pessoa que anouncioo por esle jornal para
saber da residencia do abaixo assignado relativamen-
te a urna carta de seu interesse particular, tenha a
bondade de dirigir-se i rua da Aurora n. 56, primei-
ro andar.Jos Marta de Vasconcellos Bourbon.
Precisa-se alugar ama preta para o servico in-
terno Je urna casa : no aterro da Boa-Vista n. 75,
IQuem quizer comprar a lypograpliia que foi da
vinva Roma, constante de dous' prelos e diversas fon-
lesde lypos, dirija-se a Jos Jacome Araujo, que a
vende muilo em canta.
Na roa das Cruzes n. 22, precisa-se de urna ama
oe leile, forra ou captiva, esem. filho.
,. Anlonio Maia Cortes exporta para-fra da pro-
vincia a sua escrava de nac,o, de nome Antonia, de
idade 43 annos.
No dia 18 do corrente estar o m-
nibus Pernambucaaa meia noite de-
_ fronte da secietaria de polica, alim
de conduzir as pessoas que saliirem do theatro al
Api pucos : quem quizer bilhete do entrada dirija-
se rua das F.arangeiras 11.18. Adverte-se que se
choverestar o .lito mnibus junto ao theatro, e no
dia_19 as 6 horas da manha (como he costume) par-
tir da rua do Crespo para Apipucos, e regressa dahi
as 7 horas da noite.
Precisa-se de um rapaz de 12 a 14 annos para
eaixeiro de urna taberna em Cachang ; qiiem qni-
zer, dirija-se roa das Larangeiras n. 18.
Manocl Pires-Campello Jacome da Gama, ser-
venluario do oflicio de esrrivo de appella^Oes e ag-
gravos, mudou o seo carlorio para a rua do Collegio
o. 25, segundo andar.
Urna mulher porlugueza, do meia idade, cit
gada ha pouco, se ofierece para o servico interno de'
una casa de familia : na rua Nova n. 17.
Na nova loja de 3 portas na roa do Livramenlo n. 8,
junio ao armazem de loaea.-
Vende-se superior sarja preta hesrianhola a 28200,
29*00. '19000 e 39200 rs. o covado; selim preto de
Macan superior a 29400, 2600. 28800, 19000,15800
eo9000 re. ; superiores mantas pretas de fil de linho
a 108000. 118000, I29OOO e 1*8160 rs. ; casimiras
pretas superiores; pannos pelos pr. .va de liman; cha-
peos prelos demassa ; meias prelas de seda (de peso);
Invas prelas de seda ; .lilas abertas de retroz, c 00-
Iras diversas fazendas por precos commodos.
_ Vende-se um escravo crioulo. de 18 annos, sem
vicio, e de bonita figura : a Iralar na rua do Vinario
n.29.
Vendem-se por mdico preco, ps de eoqueiros
moito proprios para mdar-se: quem quizer annun-
cie para ser procurado.
Figurao.
Vende-se nm escravo pardo, bastante corpolenlo e
proprio paro o servico de campo.e sadio : a Iralar na
rua do Crespo loja n^13.
Vende-se urna rasinh de cal e tijollo. com ca-
cimba propria: nos Afogados, rua do Molocolom-
h. quem a pretender, dirija-se ao aterro da Boa-
Vislan. 41.'
Vende-se um caixao proprio para deposito de
bolacha 011 de assocar, sendo reito.com muila perfei-
cao, e nflo lem 5 mezes de feifo, vende-se muito em
conla pelo dono se mudar e nao ler commodo para o
dito caixao : quem o pretender, dirija-se a rua do
Livramenlo n. 38, por estes tres dias.
Por precisao vende-se m bonito molequc de 17
annos :'na roa da Praia armazem de Antonio Fran-
cisoo Martins de Miranda.
Na rna da Penha n. 23, primeiro andar, se dir
quem vende ora rosario de ouro com crucifijo, cor-
dOes, medalhas, brincos, rosetas, aunis e allineles
parapeilo desenhora.
Vende-se um lerrcno com 100 palmos do freql
e mais de 600.de fundo, 110 melhor lugar da Ponie de
Uchoa, por ser do lado do rio, com caes j feito :
qnem o pretender, queira enlender-se na rua do
Queimado o. 10, Na.
Vendem-se em casa de Tinn Mou-
sen & Vinpssa, na praca do Corpo Santo
r. 15, os seguintes objectos: obras de 6u-
ro, como sejam : aderecos, meios adere-
cos, pulceiras, anneis, correntes, rosetas,
alfinetes, etc., tudo cliegado no ultimo
vapor da Europa. Charutos da lavara
verdadeiros, candieiros e casticaes, ara-
dos de ferro, vacpietas de lustr para ,co-
berta de carros.
*? faunos linos e casemtras. 3s
I Vende-sc superior pan no fino preto,a 29800. M
R 49, 59.590Q, 69 e 79000 o covado ; casemira M
Jg preta franceza moito elstica, a 79000, 89OOO, S
3J 109, 129 e 149 rs. o corte : na rua Nova, lo- S
ja 11. 16 de Jos Luiz Pereira & Filho. ES
Bracos de balarica Romao & Compa-,
nhia,< y
cbesados ltimamente de Lisboa pelo brigue portu-
guez Tarujo Primeiro, proprios para halco, e por
preco commodo : na rua do Amorim o. 54, armazem
de Machado & Pinheiro, ou a tratar na rua do Viga-
no n.'IO, segundo andar, cscriploro dos mesmos.
vS@@S@ife:g.i5@
Cera em velas.
2 Vende-se cera em velas, fabricadas cm Lis-
? boa.em caixas de 100 e 50 libras, e por preco **
59 o mais barato do que em nutra qualquer par- c-:
&{ te : na roa do Vigario n. 10. se&undo andar, f ;
i escriplorio de Machado i\ l'inliciro.
a* =: 1 3*^@
6YAS DO SERTA.
Vendem-se barato e muito frescaes ovas doserlao:
na ru do Queimado n. 14.
' Vende-se a taberna da rua estreita
do Rosario'n. 10, bem afreguezada para
a tena," e compoucosfundos,, efaz-se van-
tagem ao comprador : tjucm a pretender,
dirija-se ao armazem confronte-a Madre
de Dos n. 22.
SUPERIOR J'ARINHA l)E MANDIOCA.
(K Vende-se farinha de mandioca, nova, ebega-
da de Santa Catliarina-; a bordo do patacho G.C
3C Clementina, por preco commodo :, para por-
cOes, no que se far difierenca de preco. Ira- (
ta-se no escriplorio da rua da Cruz n. 40, pri- @
meirn anda. ;.'
@:aa$@
0 3'JA.
Vinte e tantas qualidades.
i)e bolinhos para cha
Confronte ao Rosario
Numero Irinla c nove A.
Amendoas e chocolate, .
Paslillias e confeilns.
Doces de qualidades
Caixinhas com enfeiles.
Biscolos eslrangeiros.
Juntamente nacinnaes
A'visla dos freguezes
Se moslram codsas mais.
!i Palitos lrancezes. {(*
Vendem-se palitos francezes, de brim de
linho ebretanba. a1 39000 e 49 rs., dilos de
alpaca preta e decores, a 89 o 109 rs., ditos
de panno fino, a 1 (ir. c I89 e 209 rs., avista
do preco e snperioridade da Tazcna no-
giiem deixara de comprar : na rua Nova lo-
ja de fazendas o. 16, de Jos Luiz Pereira &
l'ilho.
W
recentemenle chegadosde Genova,vendem-sc
razoavcl : na rua da Cadeia do Recile n.23'.
' Vendem-sc panos fortes de superior qoalida
de, fabricados pelo melhor aulor hamburgecz na
oa da Cruz n. 4. -
Depotito da fabrica de Todos o Santal na Bahia.
Vende-se, em casa de N- O. Bieber & C, na rua
da Croz n. 4, algoda trancado d'aqueUa fabrica,
moitoproprioparasaccosdeassocar e roupa de es-
cravo*, por prego commodo.
' Na rua do Vigario n. 19,. primeiro andar, h a
para vender, chegado de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, o seguale: saccas de farello muito
novo, cera em cruiiic c em velas com bom sorli-
menlo de superior qoalidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, novissima.
Vendem^eem casa de Me. Calmonl & Com-
panhia, na praca do Corpo Santo n. 11, o seguinle:
vinlio de Marseilleem eaixas de 3 a 6 duzias, linhas
em novcllos ecarreleis, breu em barricas muilo
grandes, aro de milaOsortido, /^rroinglcz.
AGENCV
Da Fund9ao' Low oor. Rua da
Senzala nrf,. 1. 42.
Neste estabeleci^i. continua aba-
ver um completo sortimeto de moen-
das e mqjas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido'
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
AOS SENHORESi DE ENGENHO.
. O arcano da kivencao' do Dr. Eduar-
do Stolleem Berlin, empregado as co-
lonias nglezas e kpilandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramentp dp
assucar, acha-se a venda, em latay de 10
libras, junto com o me,tliodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. X).. Bieber & Companhia, na rua- da
Cruz, n. 4.
SANDS.
SALSA ['ARHILHA.
Vicente Jos de Brilo, nico agente em Pcrnaro-
huco de B. J. D. Saods, chimico americano, faz pu-
blico que lem cliegado a esta praca una grande por-
cao de frascos de salsa parrilha de Sands, que silo
verdaderamente falsificados, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem acautelar os consu-
midores de tilo precioso talismn, de cabir neste
engao, lomando as funestas consequencias que
sempre costumam Irazer os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela ni.io daquclles, que anlepoem
seos interessesaos males c estragos da humanidade.
Porlanlo pede, para que o publico se possa livrar
desla fraude c dslingua a verdadeira salsa, parrilha
de Sands da falsificada c recciitcinenlc aqui chega-
da ; q annuncianle faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente cm sua botica, na rua da Cooceiro
do Reeife n. 61 ; e, alm do receituario que arom-
paiiha cada frasco, lem embaixn da primeira pagina
seu nomo impresso, e se achara sua firma em ma-
nuscripto sobre o invullorio impresso do mesmo
freos.
Na rua Nova 11. 33 Bazar l'ernambucano, ven-
de-se verdadeiro lileo de linho, tanto branco como
prclo.
N rua do Trapiche n. 14, primeiro andar
vende-se o seguinle :pasta de lyrio uorenii
melhor.artigo que se conbece para lmpar osdentes,
branqoece-os c fortificar asgengivas. deixando bom
goslo na Iwr le mel
sarar 1
moa ti
cao faz
' ;nacio*|4p| prejoscommod-.
Taixas para engenhos-
Na -fundicao' de ferro
Bwmann, na rua do ]
do o chafariz ,' continuti
completo sortimento de taixas
fundido e batido de ."> a 8 p
bocea, as quaes acliam-se a venda,
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-e em carro
sem despeza ao comprador.
Moinhosde vento
eombombasderepoxopara regar.borlase baixas
dorapim, na fundicao de 1). W. ISowman:na roa
do Brumos. 6.8el0. .
V1NHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisde4., 5. e 8.: no armazem da rua
do Azeite de Peixe n. 14; ou a tratar no
escriplorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. 54.
Padaria.
Vende-se urna padaria muilo afreguezada: a tratar
com Tasso & trinas.
Ao senhores de engenho..
Cobertores escoros de alzorijlo a00 rs.,dilos mui-
lo grandes e eucorpados a 19400 : na rua do Crespo,
loj da esquina que volta para a Cadeia.
Vende-se farinha de mandioca m di-
to superior, em saccas, e chegada recente-
mente : no armazem de Machado & Pi-
nheiro, na rua .do Amorim n. 54, ou a
tratar no escriptorio dos mesmos, na rua4 I
do Vigario n. 19, segundo andar.
Na rua da Cadeia Velha n. 52, em casa de
Deane Voule & Companhia,
vende-se um carro americano de 4 rodas ; pode ser
visto oaCocheira de PoVrier. no aterro da Boa-Vista.
rilha 4e lessem obter, fa-
bricarai
Tin-: R. D. Sands es-
ereveram ao Dr. Rrislol no dia 20 de abril de 1842,
e que se acha m noseo poder:
'
No
Be
claramente.pr^
eque ade^^^
qual este drogis
Brislol.
2. A soperiorid
he incouleslavel: [
renria da de Sands, e <
paraedes, ella tem man
si toda a America.
As numerosas ex_
salsa parrilha em toda
pela impureza do sanara
la curte pelo Illm. "r.
academia imperial de 1
Dr. Antonio Jos Pe*
afamada casa de saude i
Dr. Saturnino de Oliveiri?
por varios oulros mdicos,
clamar al tente as viril
rilba de Brislol vcude-se
O deposito desta sais
franceza da rua da Cruz,

Deposito d vinho de cham-
tagne Ch;keau-Ay, primeira qua-
idade, de'propriedade do condi
de Marcial; rua da Cruz do Re-
eife n. 20-: este vinho, o melhor
de toda a champagne vnde-
se a 56$000 rs. cada caixa, acha-
se nicamente em casa de. L. Le-
- comte Feron $ Companhia. N. B.
As caixas sao marcadas a fogo .
Conde de Marcuil e os rtulos
das garrafas sao azues.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Na rua de Apollo, armazem de Leal
Reis, contina a ter superior e verdadeira
potassa du Russia e da America, assim co-
mo cal em pedra chegada 110 ultimo'na-
vio, cujos barris contm o peso 'liquido
dequatro'arrobas, tudo a preco razoavel.
SACCAS COM FARINHA.
Vendem-se saccas com superior fari-
nha dii trra, por menos preco do que
em outra qualquer parte : na ra da Ca-
deia do Reeife, esquina do becco Largo,
loja n. 26.
' Vende-se no armazem de James Hal-
liday, na rua da Gruz n. 2, o seguinte :
relogips de ouro sabonetes patente inglez,
sellins;inglezes, silhOes para montara de
senhora, arreis p'ara cabriolet, lanternes
para carro, \3xos de patente e molas de
5 l'ol lias para carros, candelabros de bron-
ze de 5, 4 e 5 luzes.
'(S) Vendem-serelogtos de ouro, pa fejb
ten-te inglez, por commodo pre- i
co: na rua da Cruz n. 20, casa de T?
L. Lcconte Feron & Compan!iia. (^
Na rua to" Visarion. 19. primeiro andar, lem
i venda a superior flanclla para forro dcscllins,,che-
gada recenleinente da America.
COMPRAS.
paNova n. ,
|Rle chapeos de i^^^^^B
*^^^^Bf> soaba de rece! VBk
do Havre, nm completo
e todas as qualidader.comn sejam,
as para senhoras, dilos para
retos para homem, ditos
es que lem vindo a ate
Jo' para criados, formas muito
para meninos, do lo Jas as quali-
1. Neste mesmo eslabelycimeulo acha-se um
Je sortimento de matete* para dita offleina.
No dia 17 do corrente, depois da audiencia do ju-
commcrcioda primeira vara, na, respectiva sa-
la, lem de.se arrematar diversosescravos, praia eum
cavallo, por execuco de Francisco de Pauta Qoeiroz
Fonsera, conlra Francisco de l'.i'ula Marinho Wao-
derlej,scrivao Cunta.
Compram-se alguns adornos para aso de meni-
no, como sejam: moeda de ouro,vernica* de S. Joo,
e liguinba, assim como um par de clcheles : na rua
das llores n.23.
Compram-se ossos a peso : no ar-
mazem da illuminacao, no caes do Ra-
mos, travessa do Carioca.
Compra-te para a obra do hospital Pedro II, 12
as de 40 palmos de coinprido. e 10 por 9 polle-
gadas de grossura, 300 caibros de :10 palmos reforra-
dos, 80 domas de .ripy.de 18 palmos de comprime'n-
5,000 toldas : as pessoas qjje qiiirem vender
b|eclM,,dirijam-se ao director da mesma obra.
onio Jos Gomes -do Correio, para Iratarem do
ira-se urna escravamulata ou rrioula, pre-
"ira, qneseja moca, prendada ede
:ie be para una familia no llio de
lem liver urna neslas rir-
a |,ute liomes Ferreira, no
e temordem para a co^ppaar.
T.i-seiim molcquinlio de 8 a 12 annos de
le'.seja bpiiilo : na rua do l.ivramento n.
' um prelo ou preta de meia idade,
riera, engommar, e tenha boa con
1 praca da Independencia, loja 1:
>ra-e um ollioinglezune esteja embom
lado : quem o liver, dirija-serua d Praia n. 43.
VENDAS
Vendera-*e 12 escravos, sendo 1 carreirn, outro
dilo canoeiro, 1 molequede bonita figura, de idade
16 annos, 2 escravas mocas qoe eogmmam. cosem
enzinham c fazem labyrntho, 1 molatinha de idade
JB annos e 6 escravas ptimas para todo servico ; na
rua Dircila n. 3.
Vende-se nm cavallo alaso, carre'gadnr haixo,
estando carnudo, novo e manso : quem pretender,
dirija-se ao aterro da Boa-Vista n. 48, segundo andar.
A 49300.
Vendem-se na rua Noya n. 35, saccas'com farinha
de mandioca, pelo diminuto preco de 49500 a sacca.
' A 39000 rs.
A endom-se saccas de farinha de mandioca, nropria
para escravos, pelo barato preco de 39O0Ors. a sacca.:
na rua Nova, loja n. 35.
Na esquinada rua do Crespn. 16.
W. Vende-se nesla loja riquissimos e modernos
@ erirles de vestidos de barges com babados, fa-
@ zenda anda nao vista ueste mercado ; pede-
@ se a atlencn das senhoras de bom goslo, afim
de quecomprem esla linda e interessanle fa-
zepda.
Sarja e setim preto.
Vende-se superior sarja preta hespanhola, M
. 29(00 e 29600 o covado ; selim preto macu M
superior, a 2JM00,29800. 39200, 49 e 59 rs. M
ocovadj; as amostras sao francas: na rua S
I Nova loja de fazendas n. 16, de Jos Luiz
Pereira & Filho.
Vende- urna escrava, crionla. de 18 annos de
idade.com algumas habilidades: na Camboado Car-
ino n. 24.
Vendem-sc as casas, terreas n. 68 c 10C da roa
das Cinco Ponas; n. 67 da rua do Jardim; n 7-1 (|
de Santa Bita; e n.,81 da rua-Velha : na rua I)Tre-
ta n. 40, segundo andar,
Vende-se padaria n. 15*. sil as Cinco Pno-
las: a tratar com Vicente Jos da Silva lavares, na
casa junto i mesma.
Calcas e jaquetas francezas.
' .Vendem-se calcas ejaquetas francezas de brim de
quadros e de listras pelo barato preco de 29OUO cada
orna : na rua Nova n. 16, loja de Jos I.oiz Pereira &
Filho. "


> ende-se .un deposito (lo paleo do Terco n. 18,
eom poneos fundos, e d-se em conla a quem pre-
tender. 1
idas Cruzes n. 10, vendem-se afiaderes
de cortica milito bem filns, e por preco commudo ;
a elles, que esto se acabando.
Vende-so sal do Aasi, a bordo dohate Ang-
lica: a iralar ua roa ..da Cadeia do Becife o. 49,
primeiro andar.
Vende-se superior farello em saccas muito gran-
des, e por preco commodo ; na rua do Amorim n
48, armazem de Paulo & Sanios.
Vende-se a taberna e refiaacao, sita em Parna-
JKMdi : a tratartia mepta, ou na ru Direita n, lo.
-.
Chapeos de seda e blond para senhoras.
yenJem-se os mais modernos e bonitos chapeos de
sed e blond para seolioras, muilu bem enfeilados
pelo barato preco de 10 a I69OOO : na rua Nova, loja
n. 16, de Jos Luiz Pereira Filho. '
Vestidos baratos.
Vendem-se vestidos brancos de barra a '19000
dilos de 1 f babados, 3 4.-iOO ; ,li|0> de':! a 5 ditos!
a 59 rs. ; rambnias abertas brancas e de rres a
SpaOO a peca ; corles de cassas de bonito* padroes' a
29OOO; dilos de barra a 2$200, corles de chila de-
barra, a 29100e 39 rs. ; cassas fraucezas, a ."Kirs
e oolras fazendas que se vendem baralas; na (ua ji'it-
va n. 16, loja de Jos l.uiz Pereira & Filho.
Casemiras francezas.
Vendem-se rasemiras francezas de bonilos padres,
claros e escures, a 19000 e 5gfl0t) o corte : na roa
Nova, loja n. 16 de Jos Luiz Pereira Filho.
Na rua Nova n. 2,
vendem-se peitos de murulina branca para camisas
de homem, e cularnhos.
Na rita Nova o. 2,
vende-se panno francez prelo muito fino.dilo azol, di-
to cor de cafe finas abaleaduras douradas.
Na frente do Livramenlo, loja de A-. F.
de Pinho.
Chegiiram pelo ultimo navio de Lisboa superiores
lavas de retroz prelas,proprias para o presente lempo
de quaresma,vendern-se lauto em du/ias como o par,
esle, a 800 rs.; ditas de pellica, a 800 e 19000 o par;
ditas de da, a 19280 e 4*600 ; ditas de fio .da liseos-
sja finas, franjas enfrailadas o torcidas prelos, para
rapotinhos e mauteletes, dilasbrancas ede cores pa-
ra cortinados e. loalhas, todo por commodo preco s
para apurar dinheiro.
Na frente do Livramenlo, loja de A. Y.
de Pinito.
Continua a ter os lindos tercos engradados em ra-
me e encarnados,e croeifixos dedificreiilcs lamanhos
para igrejas eoratorios, e ootros objeclos que se ti u-
cam por pouco dinheiro.
Na cocheira do Sr. major Sebasli um cavallo csatanoo, com arreius ou sem elles.
Redes acolchoadas,
brancas e de cores de um s panno, muito grandes e
de bom.goslo : vendenvse na rua do.Crespo, loja da
esquina que vulla para a cadeia. ,'
@@S@@ @@@@
^ Os mais ricos e mais modernos chapeos de @
@ seda'C de palha para senhoras, se enconlram
sempre na loja de modas de madame Millo- f
$$ chau, no aterro da Boa-Vi'slan.l, pornm pre-
50 mais razoavel do que em oulra qualquer ^
9 Par,le-
@@@@@@ @@@@@
Vende-se sola boa em pequeas e grandes par-
tidas,'cera de carnauba primeira sorle, pelles de ca-
bro de diversos prccos,estei~as do palha de carnauba
e peonas de ema : na roa da Cadeia do Becife n. 49,
primeiro andar. '
Vende-se selim prelo lavrado, de molo bom
costo, para vestidos, a 29800 o covado: na rua do
Crespo, loja da esquina que volta para a cadeia.
Velas de carnauba.
Vendem-sc caixinhas com superior velas de cera de
carnauba pura, fabricadas no Aracaty. e por comino-;
do preco; na rua da Crnz, armazem* de courps c sola
n. 15.
Cera de carnauba.
Vende-se em porco e a retalbo : na roa da Cruz,
armazem de couros e sola n. 15,
Vendem-se' saccas com feijo mulalinbo de
mnito boa qoalidade : na rua da Cadeia do Becife,
loja ir. 5.
Q@,S:?*@@@@
Cortes de chita baratos e bons.
Vendem-se corles de vestido do chila do
barra, ct fixa, os quaes se lem vertoido por
29500 cada corte : vendem-se aaora pelb mui- _
lo bar-ln prejo de 29WK) rs.; islo para ac-
bar : na loja do sobrado amanero, nos quatro
cantos da rua do Oucimado n. 29.
@@@ @@:@@t @e@
tesela de Edwln Maw.
Na roa de Apollon. 6, armazem de Me. Calmon
& Companhia, arhu-se constantemente bons sedi-
mentos de taixas de ferro coado e balido, tanto ra-
sa romo fundas, moendas ineliras todas de ferro pa-
ra aniniaes, acoa, etc., dilas para a miar em madei-
ra de Indos os lamanhos enldelos os mais modernos,
machina hoiisonlal paca vapor cun forra de
i ravallos, cocos, papadeirai do Ierro eslauhado
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, estro veos para na\ms, ferro da Sueciu, c Tu-
llas de llaudres ; ludo por barato preco.
Na rua da Cadeia da Reeife n. GO, arma
zem deHenrique. tiibson,
vendem-se relogios de ouro de alinele, de palele
inglez, da melhor qualhlade, e fabricados em Lon-
d res, por preco commodo.
POTASSA.
No atitigo deposito da rua da Cadeia do Becife ,
aernazem n. 12, ha para vender muito nava polassa
da ltussia, americana ebrasileirn.ein pequeos bar-
ris de 4-arrobas; a boa qualidade e precos mais ba-
ratos do que em oulra qualquer parle, se afliancam
aos iue precisarem coinjirar. No mesmo depo-sito
tanibem ha barris com cal de Lisboa em pedra, pr-
ximamente chegados.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
lha de Sands: na botica franceza, da rua
da Cruz, em frente ao chafariz.
FARINHA DE TRIESTE.
Primeira qualidade.
Tasso Irmos avisam aos .seos fregueze-, que lem
para vender farinha de trigo chegada ltimamente
de Trieste^ sendo a nica nova que daquella proce-
deucia exisle no mercado.
Vendem-se cobertores de algodo grandes a 610
1 *. e pequeos a 560 rs, : na rua do Cres-po nome-
1 o 12.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
cliegado do Ri de Janeiro.
Charutos de Ha vana.
Vendem-se verdadeiros charolos de Havana por
preco moito commado : oa ruada Croz, armazem
n.4.
POTASSA E CAL.
Vende-se potassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo por preco mais commodp que em
outra qualquer parte : na rua do Trapif
chen. 15, armazem de fiastos Irmaos.
Com toque deavaria.
Madapoln largo a39200 a peca : na rua do Cres-
po, loja da esquina que volta para a Cadeia.
Muita atten(3o.
Cassas de quadros milito largas coSi 12 jardas a
29100 a peca, corles de ganga amarella de quadros
muilo lindos a 19500, cortes de vestido de cambraia
de edr com 6 1|2 varas, muito larga, a 29800, dilos
com81i2 varas a 39OO0rs., corles de meia casemira
para calcaa39000 rs., e. nutras militas fazendas por
preco commodo : na rua do Crespo, loja da esqoina
qoe volta para a Cadeia.
PARAAQUARESMA.
Um lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Panno fin preto a 39000. 39200. 49500, 59500 e
69000 rs., dito azul a 29800. 39200 e 49OOO rs.. dito
verde .1 298O, 39600, 49500 e 59000 rs. o covado,
casemira preta entestada a 59500 o corte, dita fran-
ceza muito lina e elaslicaa 79500,89000e99000 rs.,
selim prclo maco muito superior a 39200, 45000 e
59500o'cnvado, merino preto mnito bom a 35200 o
covado, sarja preta muilo boa a 29000 rs. o covado,
dila hespanhola a 29600 o covado, veos pretos de fil
de linho, iHvrados, muilo grandes, fil prelo lavrado
a 480 a vara, o nutras miiilas fazeuda de bom goslo;
na rua do Crespo, loja da esquina que volta para a
Cadei .
PAVID"WILLIAM BOWMAN, engenheiro ma-
cbinisla e fundidor de ferro, mui respeilosamcnle
annuncia aos seniores proprietarios de jsngenbos,
fazcndciros,e.aorespei(avel publico, que o seu- esla-
belcimcofo de ferro movido por machina de vapor,
na rua do Brum passando o chafaiiz, contina em
efieclivoexercicio, ese acha completamente montado
com apparejbos da primeira qualidade para a per-
feila confeccad das maiores pecas de roachibismo.
Habilitado para emprehender quaesquer obras da
soa arle, David William Bowman, deseja maispar-
ticularmenle chamar a atlcnca publica para as se-
guinles, por ter dellas grande sortimento ja' promp-
lo, em deposito na mesma fundicao, as quaes eons-
Iroidasem sua fabrica podem competir com as fabri-
cadas em paiz cstran'geiro, lauto em prc;o como em
qualidade de materias primas e ma6 de obra, a
saber:
Machinas de vapor da meltinr construca. *
Moendas de canoa para engenhosde lodosos la-
manlios,- movidas a*vapor por sua, nuanimaes.
Bodas do asna, moinhoffde vento eserras.
Manejos independen tes para ca vid los.
- Bodas dentadas.
AsuilhOeS, bronzes e clin mace i ras.
Cayilhoes e para fosos de lodos os lamanhos.
Taixas, paroes, crivos e bocas de foroalha.
MoinhoS de mandioca, movidos a raa ou por ani-
maos, e prensas para a dila.
Chapas de' fogao c foruos de farinha.
Canos de ferro, tornciras de ferro e de bronze.
Bombas para cacimba e de repoxo, movidas a
ma, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hvdraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras publicas. '
Columnas, yarandas, grades e portos.
Preosas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de man carados de ferro, etc., etc.
Alm da snperioridade das soas obras, ja' geral-
mentcreconhecida, David William Bowman garante
a mais exacta con formidade cornos moldes e dse-.
nbos remet idos pelos senhores que se dignaren! de
fazer-lhc encommcodas, aproveilando a occasiao pa-
ra agradecer aos scus numerosos amigse freguezes
a preferencia com que lem sido por elles honrado,
e assesura-1 bes-que nao poupara esforcose diligen-
cias para contDoar a merecer a soa confianca.
feijao.
r4 (iuerr; .
do algod.lo, lem.para vender-se feijlto niulalinho
muito novo, e em saccas grandes : a tratar na rua da
Cruz n. 15, segundo andar. ,
Vende-sc um completo sortimento de fazendas
prelas, romo : panno lino prelo a 35OOO, 49000 ,
59OOO e 69000, dito azol 39000, 49000 e 59000, ca-
semira preta a 29500, selim prelo muilo superior ,
35000 e 4JO0O o eovado, sarja prela hespanhola 29 e
2?5(K) rs., setim lavrado proprio para vestidos de se-
nhora a 29600, militas mais- fazendas de niuilas qua-
lidade.-, por preco commodo : na rua do Crespo loja
n i:
respei tusamente annonchnn']
tahelecinienlo em Sanio An
com a maior perfeicao e prori
de roacbinismo para o uso
cao e manufactura, e que
seus numerosos freguezes e-d(
abcrlo em um dos grandes 1
ta na roa do Brom, alraz J
Ora
DEPOSITO DE
construidas no dito seo eslab
..lli achara o os comprado
ment dcjmocndas. de canoa,
ramenlos (alguns ilelles novo* eo,
experiencia de roollos annos tem]
sidade. Machinas de vapor de I
taixas de todo tamanho, tanto bstit
carros de mi e dilos para condo
car, machinas para moer
to, foruos de ferro batido pf_
ferro da mais pprovada *onsB
alambiques, crivos e portas par
inlinidade de obras de ferro, '
eoumerar. No momo dep
iulclligenle e liabililada p
comraendas, ele, etc., que w
do com a capar idade de suas <
e pericia de seusofJlciae
execul.tr, com a maior preste
[ronfonnidadecom osmodelo
coes qoe lhe forem fornecid
m CONSILK
do
DR. P.A.LOBOl
Vend-sc a nielhor de toda 1
Tiomcopalhica tS" O NOVO
JAUK jga Iraduzido era portu
A. Lobo Moscozo, conteiido un .ai
portantesexplicaedes sobre a applicarao
diela, etc., etc. pelo traductor : quatro f
cadernadns em dons
Diccionario dos termos de medicina, riru
lomia, pbarmacia, ele. pelo Dr. Moscozo: <|
nado '
Urna corleira de21 medicamentos com (
eos de linduras indispensaveis
Dila de 36.......,
Dila, ''c 48.......
Una de 60 tubos com 6 frascos delinc
Dita d 144 com 6 dilos ....
Cada carleira he acompanbada de 11
das duas obras cima mencionadas,
Ciirtciras de 24 tubos pequeos para
beira........
Dilas de 48 ditos......
Tubos avutso's de glbulos.....
Frascos de meiaonca de lindura 3000
Ha tambem para vender grande quantida
tubos de crystal muito fino, vastos e
manhos.
-"A'liperioridade desles medicamento
lodos reconhecida, e por sso dispensa j
fi. B. Os senhores que assignararo <_
obra do JAH-K, anles,de publicado o 4
dem mandar receber esle, |UB ser 1
innmanln da nrnon ~*-_
m

POTASSA BRASILEIRA. 1
Vende-se superior potassa, fa- ^j
A bricada no Rio de Janeiro, che- ^
Mi gada recentmente, recommen- ^
S da-se-aos senhores denfjenho os Xk
^ seus bons ell'eitos ja' experimen- ^
j tados:. na rua da Cru2 n. 20, i> W
mazem de L. Leconte Feron & W
^ Companhia. {?
Vendem-se pregos americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car; e alvaiade dezinco, superior quali-
dade, por precos commodos: na na do
Trapiche Novo n. 16.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem 110 DEPOSITO na
na do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Matinha ha' sempre
um grande soilimenlo de taiolias tanto
de fabrifca nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
existen! quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
precos sao' os maU commodos.
Vende-se nmgrande sitio na estrada dos Afllic-
i Jos, ouai defronleda igreja, o qual tem muilas ar-
vorerde fruclas. Ierras de planlaces, luixa para
capilii, e casa de vivenda, com bastantes coininn-
dos : quem pretender dirija-so ao mesmo sitio a
enlender-se com o Sr. Antonio Manoel de .Moraes
Mesquila l'imeiitel, ou a rua do Crespo 11. II), no
esrri;>tork.-ilo padre Antonio da Cunha e F'guc-
Vende-se em casa de S. P. Jonh-
ton & Companhia, na rita da Senzala Nos
va 11. 42.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Chery, em barris de quarto.
Sellins para montara, de homem e se-
nhora.
Vaquetasdelttstre para coberta de carros.
Relogios de uro patente inglez.
Vendem-se lonas, brinzaS, brins e meias lo-
nas da Bussia.: no armazem de N. O. Bieber 4
Companhia, na rua da Cruz n. i.
n.6.
Vendem-e cobertores brancos de algodilo gradV "los
augmento depreco.
Na Ioja.n. 2 da
^. vendem-se casemiras pa
(S carro.
I
X
_
Na rua Nova. Joja 1
vende-se a dinheir* a vista -- Lencos de fil de linbq de 3 P^^E
brir cabeca, proprios parasenbi
vio a igreja. a .
Veos de linho branco, a jl
Dilos a .Jl
Dilos n 11 )i a ^
Leques de seda bordados,
Dilos de papel, a IflOOO,000, flW
Bicos de seda pela, baratos.
-Barato.
Na loja n. 2, da rua Nova otras- da m.
ilcm-se
Filas para carias de hachareis ,1 .
Colteles de seda para meninos a '. .
Sobrccasacas de panno prelo; a .... I
Dilas ;i )> decoros, a .
Casacas prelo, a .
Dilas o- de cores a .
Palitos n alpaca na...
des, a 19440 ; ditos de salpico l'ambeni grandes, a
19280, ditos de salpico.de (apele, a 19100: na rua do
Crespo loja 11. 6.
Caixas para rape.
Vendem-se soperiurescaixas para rap; fcitas na c-
dadeole Nazarelh, pelo melhor fabricante desle ge-
nero naquellncidade, polo diminuto preco de 19280:
na rua do Crespo loja n. 6.
Pianos.
Os .amadores da msica acbam continuadamente
em casa de Bruno Praeger A Companhia, rua da Cruz
n. III, um grande sortimento de pianos fortes e fortes
pianos.de dillerentes modellos, boa cnnslim-cau e bel-
las vozes, que vendem por-tnrtlicps procos;-assm co-
mo toda a qualidade de instrumentos para msica.
Vinho Bordeaux.'
llrumi Praeger & Companlria, rus da Cruz n. 10,
receberam ltimamente SI. Julien e M. margal, em
caixas de orna dozia, que se recomiendan) por suas
boas qualidades.
ARADOS DEPURO.
Na fundicao' de C^Jtarr. & C. em'
Santo Amaro acha-se para vender ara-
dos de ferro de superior iptalidade.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundioio de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, ^acha-se para vender
moendas de caninas todas de ferro, de um
rnodello e consti't'.ccTio muito superiores.
ouro de lustre
de boa qualidaile; vende-se por menos do queem
outra qualqocr fearle para liquidar con las : na rua da
Cruz n. 10. -,
) Obras de ouro,
como sejam: aderecos e meios ditos, braceletes, brin-
cos, allineles, botrs, anneis. correles para relogios,
ele. etc., do nn<'moderno goslo : vendem-se lia ra
da Cruz n. iOycasade Bronn Praeger & Companhia.
ANTIGLTtodDE E SUPE1UOBIDADE
merino setim de core, 'a .
'Vendem-se camisas para hon
it-^A, rj^ run Nova.
Camisas brancas com peitos de linho p,
homem, a......
Dilas dilas com ditosde cambraia
Ditas de cores muilo finas, a
Grvalas de cassa brancas cora bordados ,
linho, a........
Colarinlios para camisas de homem, a duzia
SALSA PABMLHA.
DE
As numerosas experiencias 1
salsannflha em todas as enft
pela/lmiiureza do saugue, eo I
orle i>eIo Film. Sr. Dr. Sigud, -pTesidcule da aa-
deifia imperial de medicina, pel illustra
Antonio Jos Peixoto cm sua clini
Fiada casa de saude na Gamboa, pelo Illm
Saturnino de Oliveira, medico do exercito e.pn
ros oulros mdicos, permittem boje de proclamar
allainenle as virtudes cflicxzes da
SALSA PABUILHA
. de
BRISTOL.
ola.Cada garrafa contera dujs. libras d liqui-
do, e a salsa partilba de Brislol be garantida como
puraucjile vegetal sem mercurio, iodo, polassium.
O de|>osilo desta salsa mudou-se para a botica
franceza da rua da Cruz, em frente ao chafariz.
ESCRAVOS FGIDOS.
SALSAP
\ DA
ARREZA
DE BRISTOL
A SALSA PABULA -Di SftKBS.
Altcncao'
A SALSA PABBILHA DE BRISTOL dala dos
u 1832, e tem consta tcmente maiildo a sua rt-
[ilaco sem necessid ide de recorrer a pomposos
annuncios, de que as ] ireparaces de mrito podem
dispensar-se. O succifsso do Dr. BRISTOL lem
provocado iuflflitasr vejas, e, entre oulras, as dos
Srs. A. B. D. Sarufls. de New-York, preparadore-
e proprielarios dasfeisa parrilha conhecida pelo nos
me de Sands." f
Esles seiilioreh solicilaram a agencia de Sais par-
Desappareceu no dia 13 do corrente o prelo
Alexandre, de nocao S. Thomc, idade 3.) annos,-alto,
falla demorada e corpo reforcado: foi escravo do Me-
lequer, francez, morador o Rio Don nenie
pertenceu ao Sr. Ednar Pollt luma
em sua rrrqucnlesfnsidasun.! praia
de S. I lanc'isco. e refugiar.se do Rk>
Doce, e a|ii se podni rom certeza
se a quemo pegar, mi delle tler nc
fabrira de caldeireiro, na rua do Bi qoo.
ser.-i recompensado.
Desappareceu ,do poder n...|o
um escravo crioulo, de nome J
pouco mais oo menos, bai
lanle curios' e camodo*, e quando .
manqueja, com as palmas das mili
cas, e a pelle qoe
misa c caira d gansa ?
peo r^londo de abas lu
com rimpa e urna rede: quem
ca do mesmo dirija-se a roa dd
dezas de K portas n. 14, que
cumpensailo ; esle escra\
Jos Januario Pereira Lima da'
hi lia.
Pr.lT>. 4 rV. P. de r*rl,- IBM.


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