Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01844


This item is only available as the following downloads:


Full Text
MHQ XXX. N. 62.
i
Per 3 mezes adiantados 4,000
Por 3 mezes vencidos 4,500
\
lHfcGAIMfe DA SUBSCRIPCAO'*
ario M. F. de Faria; Rio de Ja-
o Pereira Marliiis; Baha, o'Sr. F.
5, o Sr. Joaquim Bernardo de Men-
iiba, o Sr. Jos Rodrigues da Cosa; Na-
'- Joaquina Ignacio Pereira; Aracaly, o Sr.
araos Braga; Cear, o Sr. Victoriano
;Maranho, o Sr. Joaquim Marques
; Para, o Sr. Juslino Jos Ramos.
CAMBIOS.
Sobre. Londres 28 1/4 a 28 3/8 d. por l'ifo
Paris, 340 a 345 rs. por 1 f.
Lisboa, 95 por cenlo.
Rio de Janeiro, a 2 portj/fj de robalo.
Aceces do banco 10 O/o de premio.
da companhia de Beberibo ao par.
i da companhia de seguros ao par.
Bisconlo deletiras de 11 a 12 de rebate.
MUTA ES.
Ouro. Oncas hespanholas. 288500 a 299000
Moedas de 69400 velbas. ". 165000
do 69400 novas. 169000
de 419000...... 95OOO
Prala. Patacoes brasileiros ..... 19930
Pesos coluranarios...... 19930
. mexicanos ...... 19800
PARTE OFFICIAL.
'L

OOVEHNO DA FBOVXNCIA.
* da 13 de auro de 1854.
^A Exm. mareclial eommandante das ar-
ra mandar^ receber a bordo do vapor Jotephi-
eserlores do segundo balallido de infanta-
Irao Jos de Silva e Joaquim Antonio di
roranrremetlidos pelo Exm. presden-
inspector da lliesouraria de fazenda, rc-
copia o avisode II de fevereiro ulli-
Eim. Sr. ministro da juslira declara,
s-augmentado coma lomina de rs.
aberlo nesta provincia para o mer-
ino prsenle exercicio, sulic-
i raarticifo da fazenda a uecos-
s que seja posta na supradila
referido exercicio, nicamente a
2 rs.,que unida a de 14:800rs.,
ftdrda prfaz a de 17:2158242 rs. deque ira-
officio de S. S. de28 de Janeiro ultimo,
'loA o mesmo.lransmillindo os prelse relacftes
(" pravas da guarda nacional, queestiveram dcs-
eadasno lermo de Flores, desde o t. de dezembro.
ano prximo passado, al o dia 17 de Janeiro
), alim de que, estando nos termos legaes, seja
sria importancia aoalferes quartel mostrado
O. balalrfao de infanlaria Francisco Jos Jnaquimde
ufarme requisilou o delegado daquelle ter-
mo.Cummuiiicou-se a osle.
n-Ao mesmo, remetiendo copia do aviso da re-
o imperio de 10 de fevereiro ultimo, do
ihaver-se expedido ordem, para que pa-
irara se ponha a disposicito da pres-
or coola do crdito aberlo, para obras pro-
correnle exercicio, a quaulia de rs.
1, para pagamento das duas ultimas pres-
alivas a^bra do*, de Apollo__Igual co-
ilviuu ao(direclord jbras publicas.
DiloAo mesnio, para i ^^^B>rnecer jg gene-
le llie forej^rerjuisij' los*~t4miefe dAolici,
para.o expediente da respectiva seeritsijp/laliimto
*a despea daquanlia consignada para semelhanle
irdem do tliesouro de 1 de fevereiro ull-
mmnnicmi-se.ao referido cliefe.
bros insinuadores da soriedade Per-
ito receber o officio le VV. SS.,
eremapprovado uiiani-
edade PcrnambuCaua, c
jssoas eucarregadas da.direrc.lo da empre-
regacilo a vapor entre os diversas pontos
u provincias limitropbes. Cumpriudo-me
slar-lhes a summa salisfarao de que me acho
opor lao agradavel noticia, que sem duvida
m prognnslico da fulura prosperidade des-
la provincia ; aprovelo a occasao para assegurar a
VV. SS. que me acharo sempre enm a mellior ron-
a co'adjuva'-los na empreza que lo patriti-
camente turnaran) sobre sens hombros.
oAo juz relator Ua junta de jiislica, trans-
initlindo para scrm relatados em sessao da mesma
procossos feitos aossoldadosOuintlianoo-
i(ngues, Francisco Jos^Pereira, Jos Fran-
i Boelia, e Miguel Gomes de Mello, os dons
priroeiros do 2. balalhao de infanlaria, e os oulros
dacompanliia lita do Rio Grande do Norte.Fize-
ram-se as necessarias communicac/ies.
UitoAo inspector do arsenal do marinba, com-
municando que, segundo constou de aviso da -repar-
ta de 18 do fevereiro ultimo, foram.
imenlos em que Jos Lopes tiui-
i da Silva Kibeiro, Antonio
i Eduardo Freilerico Banks,
e Francisco Antonio Pere-
snras para curlarem madei-
dizendo ficar iuieirado de baver
Kffarenles. pessoas para fprneci-
_ nal, ,os objeclos mencionados em
llcio n. 557, e declarando que apprbva essa
compra.
toAo comraindanle da eslacito naval, inleiran-
deliaver epedido ofdem ao inspector do arse-
e marinha, para mandar fazer com brevidade
vela Bertiofa, os reparos mencionados no olli-
mc. sob n. IIOfliciou-ne neste sentido ao
referido iitsoeclor.
director das obras publicas, approvando
coqueSmc. lomou de comprar para a
obr da ponte provisoiia doRerire, os objeclos in'en-
nados na relacao queSmc. remetleu.Communi-
co6-se a lliesouraria provincial.
Dilo^Aoniesroo.ouirgdnailo a^anlijr'i'rjrlpc pe-
lio de louro. as quaes sSo precisas para, a obra
M no d esgoTo dos pateos da Ribeira e Penba.
/(eiron-se lliesouraria provincial.
Ao eommandante docorpo de polica, aulo-
jB -o. mandar salisfazeras pessoas compctenles
:(7.>59(i0 rs., em que imporlo'u o far-
damenlo conlralado pelo anlecessor de Smc. para a
msica daquelle corpo. .
DitoAo mesmo, concedendo a autorisac.a'o que
pedio para contratar a compra das grvalas e polainas,
qoe forem necessarias as pracas de prcl do corpo sob
seu mando.
DitoA cmara municipal do Recife, conceden-
do, emvisla do seu cilicio, a autorisaro que pedio
para dispender pela verba de evenluaes, alcoflm do
correnle auno municipal, a quanlia de 1:0009 rs.
PortaraAo agente da companhia das barcas de
vapor, para mandar dar passsgem para asAlagoas, a
disposieflo do eommandante do brigue Cearetue, no
vapor Imperador, asi 2. tcnenle da armada Vences-
lao Miguel de Almeida, e Antonio Jos Carduzo e
Galdino de tal pracas de marinha, flcando sem efei-
to na parte relativa ao referido lenentea porlaria de
27 de fevereiro ultimo.Commmanicou-se ao com-
mandanle la eslarilo naval. *
DitaAo mesmo, para mandar transportar para a
corte, por cunta do Roverno, no vapor /ipa ador, ao
2.0 cadete Thomaz Pompeo Lias Wanderley.Par-
lieipon-se ao mareclial eommandante das armas.
DitaAo mesmo, mandando dar passagem pur
conta do governo para a provincia 4o Par, no pri-
miro vapor que passar para o norte, ao caplo de
fragata Fiiippc Jos Ferreira.
DitaAoinciipo, para fazer transportar para a
corle no lugar vaga de passagei/i de estado a bordo
do vapor Imperador, ao Dr. los Augusto Cesar
Nabuco de Araujo.Igual acerca do bacharel Cliris-
toyo de Barros l.ima Monleraz.
DitaAo mesmo,.inaiujamlo dar passagem para a
Babia, por conta do governo no vapor Imperador, a
Januario Jos de Almciu^cmelleve baixa do servi-
jo do exercilo. /"*-">
INTERIOR.
FOLHETIII.
S TOS E LOYMCIO. (*)
(Por Amedeo Achard.)
X
A Hi)R DASERVILHAS\
f
BAHA.
Talla d abertura da anemblea provincial, a' mesma
4irig^la no 1 do correte pelo Em'presidente da
paoVncio, o Sr. r. Joao' Mauricio -Wanderlej.
XenlmrcviiembroiiCasf'mblalegislaUia provincial
Cabeuilo-ine pela segunda vez a honra de compa-
recer anle vos para inslruir-vos da marcha dos ne-
gocios pblicosdesde a ultima scssAo ale o presente,
C il.is provilcn.ias que ellesreclaman! para seu me-
iliorainento, siulo o niaia vivo prazer,' c.congratul-
me com vosco por ver chegada a poca etpce ospe:
ancosa de vxwsa euniflo. Nfls lucos dos cscolhidos
do novo encontra a adminislracao um auxilio indis-
pensavel boa dircrcilo dos nescos, um correcti-
vo a sens erros, c um inrclivo a proseauir no liem
que tiver reilo: nellas confio-cu para que, reinando
a mais perfcila harmona enlrc os poderes provin-
caes, juntos promovam a prosperidade da proviu-
cia que Ihcs esta confiada. Para sso sobra-me boa
vonlade; dn-vossa niiomehe licito duvidar, porque
lici dell recobido conslanlcs proras de consideraeAo
c confiairra, que hilgiidc aqu declarar, c rccuiihe-
ect-me grato.
T1U.\/J|!II,I.II)A*DE PUBLICA.
Srgttranrti indirjdual.
A Iraiiquilliirade publica da provincia nao lem si-
do perturbada, nena ha o uiiuimo reccio de que pos-
sa \ir a se-lo ; jiorquanto no espirita.publico nen-
huma tendencia se maniresto que seja cdnlrarw
manutonca^das inslituicoos, sombra das quaes te-
mos alravessado pocas dfllceis, sem parar na car-
rcra (lo prugresso.
As divergencias mui naluraes asqucsloes admi-
nistrativas nSo acarrelam odios, que tornem os ni-
mos irrcconriliaves, e esle estado habilita o gover-
no para vencer qiiacsquer-embararos, que se op-
ponham a su'a marcha, como sempre"succcdc quan-
do appareccm profundas divisoes, que, sahindo do
campo da poltica, estcmtem-se a todas-as rclacOesda
vida civil, c fazeni de maos inimigos rencorosos e
perseguidores. ,
Pelo que respeito ;i seguranza individual, sinlo
dize-lo, nao he o seu estad anda lisongeiro. As
causas que actuam para 13o Inste resillado, sip
complexas, e nno podem ser de ebofre removidas ,
ncccssila-*e de milita perseveraiia, de reformas na
lcgislacao criminal, lauto em referencia aosdelictos;
como as leis quo regulam o processo ; nos melhora-
menfos da educacao civil fe religiosa, em militas ou-
Iras que seria fastidioso ennumerar, e repetir quan-
do nao cscaparSo .i vpssa peuetracao. Nao temos
porin ficado csladionaros, vamos, posoque com
.enUdlto ( ncm males de tonga dala enraizados po-
dem ser farlmcnlc extirpattos), ohtendo alguns ani-
madores resultados da maior actividade desenvolvi-
"da pclaautoriilades locaes, apoiadas da,forja pu-
hjjcj, para cuja muiiuicuciio faz a provincia luva-
veis'sscrfic.os. O termo de Pamliu, que ora um
aaylo sacado para os criminosos, uao tcm picsen-
ciac|o um s assassiuato desde que ahi resille um juz
formado, e um destacjimento de polica, que tcm de
ser augmentado paro deaccordo com os das Alagoils
c Pcriiambuco perseguirem os criminosos das Ircs
provincias, que fcilmente cscapan s diligencias'
dajuslica, pastndolo de unas para oulras. Naco-
marca do Ro de Cuntas subsislem as mesmas rzocs
para a repel cao dos crimes : mas acha-se boje suf-
ficienlemeule guarnecida de tropa para coadjuva-
cao das autoridades, teodo-se passado parado termo
de Saata Isabel o destacamento delinlia que exista
na do L'rnbu', substituido por forja de polica.
Na puvoac.io iTAraargosa, theatro de lantos hor-
rores no principio do anno lindo, continua estacio-
nado um oulro destacamento, que tem de todo res-
lalielecido a tranquillidadc enlso seriamente amca-
cada ; e sombra das garanlias que elle ofTcrece,
vai-se desenvolvedo prodigiosamente a agricultu-
ra uaquellas ferlilissimas mallas. O indio Bailinga
o mais 20 de seus cmplices foram presos, tem de
responder brevemente ao jury.
A presidencia n3o se descuida de acudir a qual-
quer ponto, onde se torne mister a preseuca de for-
ra, distribuindo-a pelas comarcas de'fvada capla],
mesmo com detrimento do servico desta. Prisoes
de importantes criminosos se tem verificado, e espe-
ro que alguns que ainda zombam dos esforcos da
polica n3o escaparan por muito lempo as diligen-
cias delineadas para sua captura. Foram presos du-
rante o anno 67 crminosos,.sendo 37 de morte, 4
de tentativa, e oulros de graves crimes, como re-
sistencia, roubo ele.
Ainda estaveisreunidos,quando foram commetti-
dososdous horrorosos assassi natos as pessoas do
eommandante superior da Fcira, Manuel Pedro dos
Santos Vital, o do lente coronel Antonio I.uuren-
co de Aranjo. De entilo para c nito se tem a poli-
ca descuidado le pesquizar dos autores de tao bar-
baros altcnlados, nao se consegundo infelizmente
descobri-los. posoque nao fallem fundadas suspei-
tasdequem sejam. O numero dos assassinalos, e
tentativas de morte commellidos durante o auio de
is:t.i i onsla do mappa junto sob u. 1, c comparan-
do-se com o de 1852 v-s que houve diminucao.
O mappa n. 2 moslra os crimes que foram
julgadosperantcojury no mesmo periodo, nolan-
do-se igual dminuicao. Quando a residencia dos
juzes em seus lugares tur mais regular e ronelante,
serSo mais sensiveis os melhoramcntos, pois que as
interinidades inlorpcccm grandemente, e sSo oiiriu-
cpal defeito da administraran da juslira.
3FORCA PUBLICA.
Guarda Sacional.
A orgauisaco da guarda nacional ton prosegui-
do com grande morosidade, devida principalmente
ao syslema das qualificucOes. Achm-se apenas or-
gauisados os cospos couslanles do mappa u. 3, c a
quasi lodos elles falla armamento, e equpamento
preciso.
Forra de linlut.
O mappa n. 4 mostea qual a torca de linba exs
lente na provincia, c a seu emprego. le ella insu-
lieiente para o servico da g'uaruicao, e corpo de po-
lica. A sua disciplina maulcm-sc n'um p digno
de elogio. -
Exlario naval.
' A eslacao naval compe-se da crvela Eaterpe,
brigue cdnopo e alinda, e vapor Colfinlut, os
quaes sao empregados no cruzeiro para evitar prin-
cipalmente o contrabando de africanos, sendo-me
sobre modo agradavel anuunriar-vos que ha quasi
den aunos nao tem apparecido em lodo o lilloral
da provincia urna tentativa so quer do dito coulra->
bando.
Corpo de polica.
Aulorisado pela lei de fixacao de torcas n.427
extingu todas as policas locaes, creando por acto de
8 de fevereiro de 1853 mais urna 6* companhia as
comarcas do sul, daudo-llie a organisarao c inslruc-
coes, que vos foram remedidas por intermedio da
secretoria. Acha-se pois actualmente o corpo de,
polica composto de seis companhas com o numero'
de pracas, que veris do mappa n. 5. Esta drga-
nisacao nao he definitiva, e teuciono antes do encer-
ramentodevossassessoes aprescular-vos aqoejul-
go dever ser adoptada, serviudo-me da aulorisacito
da lei ii. 471, que leve em vista Irazcr o corpo de
liolicia uniddc que deve ter, igualndoos venci-
menlos de todas as pracas, para que podessem ser
transferidas' de urnas para oulras localidades.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda, lodos os dias.
Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Visla, Ex e Oricury, a 13 e.28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas feiras.
Victoria, e Natal, as quintes feiras.,
PIlK.VMAIt DE IIO.IE."
Primcira s 6 horas e 6 minutos da manba. -
Segunda s 6 horas e 30 minutos da larde.
AUDIENCIAS.
Tribunal' do Commerclo, segundas d qttUasfeiras.
ao, tercas feiras e sabbados.
nda, tenjas e sextos feiras s 10 horas.
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 horas.
!* vara do civel, segundase sextos ao meo dia.
2." vara do civel, quarlas e sabbados ao mero d
(Coiuinuaeio.)
Quando depoisda morte do pi, Adriano Bu
foi eabeleeer-se em rari lindo viole
de, sendosenlior de orna rioueza i
I, dera par unte alvo sna inlelliaencJ
adnultido no cloh darua Grande-Bateiire
reo lemliam para esse fin., e e'llE
conceb*ilol 4>Ajteuino foi recelado. No djs-ni Q,re
^P'" rarla yeWte4Wgarn7'nT|a r|,a.
Pars, no arj
brad
comporcrei5!
Mr. de P...
Adriano de'
peo leve o direilo de subir a inhua official do club
no Campo-de-Morle-, em presenr de n:il equipa"ens
iiil curiosos, Adriano seulio a alegra "imi
soldado, que ganba hsjItjboiis e '|in,l;1"
mezes depois seu orgulbo dejockei igualuii siui
alegra de neopbyle.
Mi* Jfc de Bouzonville leu nos jornaes de
** corridas, estas tres lnfc,s dcslrtm-
0 de mil franco', >ei* vatallo*
! Balceme perlencente a Mr.
lie foi vencido.'
mesmo lempo que assignalnva o nome
lie pusteridade, eniiobrecia-o. A'dria-
enl em adquirir n partcula, pois
a davam era porque elle a mereca.
m novo alvo para sua existencia. Elle
rtes nos quaes n tle brilhava em lel-
Iras magnilicas, e reservou asi emitli-los oinico a
poin
to liavia tomado an serio o mellioramenlo di
ni sua cena admiracao por todas
a* que viniwm do Sport, apostara com urna
troica pelo favonio das corridas, o per-
davia a m serle nao abala ss
mandn correr pela primera vez,
elle iprcsenlou- vard desdo amanliaa c
pass i noite : parecia-Ihe que tollos o ob-
leratura o que achava nos fo-
or acoso, e de poltica n que ensi-
las do club entre dua partidas de
jamis um livro nem novo nem ver
na Ma cadeira de tribuna eslava alugada d*
>aa nas primeras represenlacoes dos quatro
-i;--------^
Vide Diario n. til.
ilieatros de vaudev lies. Era essa a nica proteceo,
que Adriand conceda as ledras.
A' mcia-noile, em casa de Torl(|ni, elle julgava da
obra nova coibo meslrc, minando e demolindo ludo
com um desde* magnifico.
Eoi gcral oue elle estafava, segundo o estylo da
orrheslra, era bello e delicado; mas em compensa-
cao o.quc gabatia nada valia.
Dedicado de nascenc,a s modas do anno prximo,
Adriano prezava-se do preceder o gusto; sua roupa
era'mnito larga, qilando usava-se commoda, e mui-
to pslreita quando usava-se justa.
Elle era contado) na primera ordem entre os trin-
ta originaes, que inventaran) o feio e o ridculo, e
era lamhem um dos primeiros que prenderam a lu-
nela enlre o lado do -nariz e a sobrancelia, eaca-
rantonha que fazia para", sustc-la nessa posirao eni-
bellczava-o singularmente.
Quando Mr. Jiouzonvitte se recolhia, um roalhe-
malico se fatigara de contar numero fabuloso das
tola maledicencias, dos crassos absurdos, das nece-
dades nauseabundas, e das Calumnias estupidas que
elle proferir desde a manhSa sem malicia, e s pe-
lo prazer ile fallar, misluraujdu ludo com juizos ridi-
culos, reflfxft impossiveis, leclamacOes monstruo-
sas, frioleras pbaiitaslicas, i e apbnrismos extrava-
gantes. *
Todava tal qual era, Adriano Bouzonville lnha
lugar entre a nata dos gentishomens parisienses.
I al era n liomeni m cojas niaos cabira o segredo,
do qual dependan) a honra eto repouso de madama
de l'lize. i
'Ao anoilccer, elle commonic^ou sua descoberla a
qualro ou cinco billrcs de sua 'especie, e a histeria
espallinn-seiio restaurante TorlCJji, onde foi adiado
de niaravilliosa in\ enrflo o ardil inwente, que desco-
brira o segredo de Helena. V
Duas bras depois, Adriano dssri algumas pala-
vras a esse respeito ao ouvido de algi'is membros do
club, c anles de a noite cliegar a mrfladc de seu cur-
so, jaaliisloria ornada de commciftorios circulava
em uns doze cam.irins. 7
lmqunnlo e?sa escandalosa narriC3" divulg,iva-se.
levada de alcov'a em altova. squi 'los amantes, alli
pelos mandos, madama de Flize cnf!"i|va em seu co-
rai.Au, e perguiilava a si mesma se jko restava-llie
aipnm. meio.de romper com o passr-do-V
Forem nao baslava a Adriano Hue.o club livesse a
coi.tidencia do segredo, elle ajeria que o marid fos-
se lainbem intornjado. Ellaara do numero dessas
pessoas, que lerp a deplorwel mania do dar conse-
llios a quem Ib'os nao pcde,% inlromclter-se em ne-
gocios que n3o I lie dizenr reiweil0, e que esforcam-
se por dizer nos araiaos aquilld. saber, mizeravais que mal j*kem que a mellior de
todas as sciencas be miiilaj v*zes a que ensina a ar-
te, de ignorar.
Ora, Adriana lnlia jorgcii!por seu'. andgo, e essa
amizade provinha de terem juntado urnas doze vezes
juntos, de se lefem enronlraoAem casa de FaustMia,
em roda do nina mesa de lascjuenel, e em muilus
oulros lugares, onde as rarlasV cavallos sao o
principal objeclo de convcrsae,ao.^V
Mr. Bouzunyille julgaya dever abrir os olhos a m
po, porquanlo a experiencia tem mosteado que a
polica no centro deve ser exlranha ao Ingar, e que
o dinheiro dispondido com pequeas fracroes de for-
ra sem ue^o, e sujeilas diversas autoridades, que
se reproduzem tontas vezes, quanlos sao ossupplen-
Ics que se subslituem nos cargos de polica, e em
pura perda, muila vez tcm isso dado lugar i gran-
des abusos. Logo que se realsc a reforma, que le-
nho cnlre maos, farei mudar os destacamentos que
guaroccem os termos do serlao, onde alguns delles
lem-secomporlado de uinmodo censuravel. ou pe-
la ma escolha das pracas engajadas ou porque a mu-
danza de systemas produz qoasi sempre condclos
e reaeces.
Algumas anlordados enlendcm dever ntervir na
dslribuirao, economa e disciplina da farra : offl-
oiaes ha que prclcndem cstobclecer urna indepen-
dencia nociva ao servijo. A uns c oulros vou es-
clareccndo e chamando ao cumprimento de seus dc-
veres. A 6. companly tcm por priucpal oliriga-
cao velar em que nao baja algum desembarque de
africanos ao suida provincia, e a captura-Ios quan-
do os contrabandistas chegucm a Iludir a vigilancia
das autoridades: mas como esse servico seja espe-
cialmente de competencia do poder central, "repre-
senlei ao governo a conveniencia de que parle das
despezas cora a dila^pnipanhia corresse pelo cofre
geral, no que live a salisfacao de ser aUenddo, de-
vendo smente a melado dellas ser supporlada pelo
provincial.
O territorio da provincia he Uo vasto, as rcqaisi-
ccs de torca s3o lao repelidas, que ncm com o du-
plo do que temos poderiamos occorrer ellas. Nao
ignoris que he excessivo, antes esto muito aquein
de nossas necessidades, o numero de pracas que ora
possuimos. Ainda assim procura-lo-hai redazir de
modo que o augmente de sold, qoe volaste, nao
grave em muito ocofre, compensando a quaotidade
com a mellior qualidade da forja.
Parcce-me j nao merecer as honras da discus-
s3o a opiniao daqueltes, que pretendem que o cor-
po de polica nao seja militarmente prganisado. Por
muito lempo ser este o nico syslema adoplavel
entre nos.
Escuso prova-lo, basla-me appellar para vossas
luzes, e consciencia publica.
Permilli que chame a vossa attencao para a sorte
dos offleacs do corpo de polica. Scrvem 20 c mais
annos, e quando lurnam-se inaptos para o servico,
ou pela idade, ou por molestias adquiridas nelle, sao
alirados ao lado sem o mais pequeo recurso com
que se manlenham Osaervicos por elles prestados
nao sao de certo menos meritorios, que os dos oulros
empregados. Urna reforma, dadas cerlas condircs,
he de juslira, ouseja concedida cusa da provincia,
ou do estado, segundo deliberan a asscmbla geral a
respeito do corpo de Permanentes da corle.
Devo antes de findar este tpico scicnlificar-yos
de que, lendo-sc retonhecido a falsidade de varios
recibos com que eram instruidas as contes de despe-
za do costeio do corpo, foi suspenso o eommandan-
te, que os autllentcara com sua rubrica, c medido
em processo com alguns empregados da secretoria
do mesmo corpo. Suscitou-sc por essa occasao du-
vida sobre o foro em que o eommandante devia res-
ponder a processo, se o civil, ou se o milUar, c por
decisao da presidencia confirmada pela relacao,
quando o juz de direilo da 2." vara ulgou-sc in-
competente, respouderam os reos perantc este. Sou
de parecer que crimes desla uatureza devem oslar
sujeitos ao foro militar, c se assim pensardes, cum-
pre qucBprai* esta lacuua do respectivo regula-
mento. >
l.ogo que foram ptenles csses abusos, ordenou-se
uma rigorosa inspeccao, que toi passada pelo dguo
eommandante das armas, e recoiihcceu-se que ou-
lros Jallas nao havia.
.Essas nao s allrbuio ao cx-commandaule, que
sempre passou por militar probo, e si ni i conliaiira
quCdcpositou em algn) de seus subordinados, c
talveza punca vigilancia.
Folgo que este cnceilo tosse confirmado polos
Iribiiuaes, onde acaba elle de ser absolwdo. Eulrc-
lanlo, como o esludo de disciplina do corpo incrc-
cesse serio cuidado, e depois dos factos occorridos
nao Icria aquelle offlcial a forra moral necessaria
para continuar a comuianda-lo, aceilei a sua demis-
sao, Horneando para substilui-lo com approvarao do
governo geral omajordo4. balalhao de artimaa
Alcxandrc Gomes Argollo Forrao, cujas dislinctas
qualidadessao recouhecidas no exercito brasileo,
e para major o capitao Domingos Jos Freir d
Can albo, por demissao concedida ao que senia no
mesmo posto.
CULTO PUBLICO.
Nilo he no corto espaco de um anno 'que pode
ler lido melhorameuto o estado d culto publico,
que cu deva Iracar-vos um quadro diverso d'aqueU
le, quevosar/reseutoi na abertura da passada sessao.
Todava a vossa constante sllicilude pelas colisas
da rcligiao, j volando uma quanlia annual para
reparos de malrizes, j concedendo loteras oulras
grojas, va amparando a ruina, em que lodas ca-
docente r foHsSte itXSsxs.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Os estabcleciinentos de caVidade nao tem feito
grande diferenra no periodo decorrido do anno pas-
sado para r. A Sano, Casa da Misericordia desla
capitel receben nos seus hospitoeso numero de doen-
los constante do mappa n. 8, remetiendo para o
Hospicio de Pedro II na corle 56 alienados, que sao
all pensados, e tratados com exemplar desvello.
Os quadros ns. 9, e 10 moslram o movimento das
casas dos expostos, e das rccolhidas.
A renda da Santo Casa do I de Janeiro 31 de
dezembro de'1853. foi de 120:8509218 rs. e a despe-
za excedeu a receito em 9H)03 apezar da economa
realisada eom a remocao dos .56 alienados. A cares-
lia dos gneros de primera necessidade explica su-
ficienlemenle este pequeo dficit.
O hospital do S. Pedro de Alcntara da villa da
Barra he merecedor- de toda a vossa protecrao.
Com os diminulissimos recursos de que dispOe, soc-
correu 69 enfermos como veris do mappa n. 11.
Pesa-me que os demais hospilaes de caiidade da
provincia, que sao os de Nazarelh, Maragogipe.
Cachoera c Santo Amaro, que recebem constantes
provas de vossa piedade nao me tenham IransmitUdo
em lempo iguaes informacOes, a que devem ser
obngados por uma disposicao legislaUva, sob pena
deselhes suspender as ordinarias marcadas no or-
namento.
O rccolhimenlo seus parcos rendimenlos, eom os soccorrosjiue Ihes
prestaste, esob a admiuislracao do conego vigario
da freguezia de S. Pedro, vai erguendo-se do estado
de dcploravcl abalimenlo que tinha chegado.
Amcarando o edificio immincnle ruina maodei
proceder a alguns reparos urgentes, sendo ainda pre-
ciso reedihear-se um lanro de parede antes que entre
o invern para o que peco Ihe conliuucis a mesma
nrolcctao, |ioisque de vos exclusivamente depende.
O hospital dos Lazaros chegou nas ultimas ad-
ministrares a tal decadencia, queozclo da actual
nao tem sido bastante para p-lo no p em quede-
ve oslar uma insliluicao desla ordem. O novo edi-
fico que se esto ^ouslrnindo para habitacao do ad-
ministrador e mais empregados da casa ha de ficar
coberlo ato mato, c logo que estoja- prompto tora
os enfermos de passar para a parte do edificio
oceupado icio administrador; entrando cni
a em que estao collocadasas enfennarias.
Sendo tambera este cslabfelccmento couGado a
vossa sohcilude, nao lendo recebido uo longo perio-
do de sua existencia adjntorio da caridade dos par-
ticulares, pede a razad que o habilitis com mais al-
guns nietos, principalmente para as obras de que
carece.
A sua receito, c o movimento do hospital constan
dos mappasiis. 12, e 13. Entre
o
Ora
reparos
da relacao d. C, sendo mais ou menos coadjuvadas
com esmolas dos ficis, as commissoes nomeadas para
dirigir os reparos das ditas matrizes.
Quanlo parte mais importante do culto, isto he,
I os-seus ministros, nenhnma diocese do imperio pos-
sne (alrczum clero mais iusliuido, c moralisado do
que o da Babia, reforma devida indubitoyclmentc
ao zelo apostlico do Exm. prelado diocesano,
quem nos cumpre render nossos agradecimentos pe-
la honrosa torca, que emprehendeu, e levar avan-
te, da reforma do clero, iuslroindo-o, moralsando-o
lor meio de uma educacao lplopriada ao santo mi-
nisterio, que tcm de excrcer entre os liomens. To-
das as/reguezias acham-se providas de parocbos, ou
collados, on ciicoinmcndados;Ajisdo metode dellas
porcm nao lem coadjutores, ou^or tolla do sacerdo-
tes, ou porque a incsqoinhez da congrua de 609 rs.
prive a mui tos de m pregare ni-se nas freguezias
contraes.
As ordens religiosas acham-se tombem no-mesmo
estado, que vos expuz, e consta do quadro n. 7.
amigo engaado. A occasao npresenlou-se logo, e
certo como eslava de merecer a approvaco gcral,
Adriano nao quiz perd-la.
A scena passava-se em casa dos irmos proven-
Caes, onde dez ou doze pessoas linliam sido convida-
das para ora janlar dado por occasao de uma apos-
ta perdida. r^
A conversaran saltava dos episodios de corridas s
aventura* de Ibealro ; a galantera e arte hippca a
dingiam. e laucada nesse declivio, ella galopava alra-
vet das maledicencias e das narrasoes mais peri-
gOSflS.
Adriano, que esse dia passra no bosque, comia e
beba anda mellior, e ardia em desejos de contar a
historia, a qual devia lao bellos triumphos ha dous
ou tres das; mas quera entrar era scena de uma
maneira brilbanle, e preparar sua narracao como
urna novidade theatral. Elle bebeu successivamenle
dous ou tres copos de vinho de champagne para ani-
mar-se, lanrou-se no meio das conversaco como
im gapbanhoto que salla de um ramo a oulro do ar-
bosto.
O que o senhor nos diz, nada significa em com-
Parato do que sei, dsse elle inlerrompendo a lord
\\ illiams Slone, o qual o exemplo dos oulros fizera
chocalbero
uma cano.
One sabe o senhor enln? persunlou o inglez.
o qual esvasira melhodicamenle o copo durante a
intcrrnpcfto.
Bofe! exelamnn Adriano servindo,se das in-
jerjeiroes usadas pelos gentishomens oe vaudevlles;
he uma historia admiravel, uma historia como nao
se ve presenlemenle. uma historia como nao se faz
mais, uma historia como nao ha continuou o narra-
ira ; he um pedaco de sarment junio de
na de Verdier.
dorlembrando-se muito a proposito da passagem do
Vrso e o l'ach.
Irra I-diste Mr. de Muncffenol com ar inaravl-
Inado, e um tanto irnico.
Uma historia, mfim, que Ihe diz respeito,
acrescentou Mr. Bouzonville voltando-se para o lado
de Mr. derlize.
A mim 1 exclamnu Jorge.
Sim. vossa excedencia, e vamos mostra-Io
como diz a fbula.
Pois falle, tornou Jorge. ,m^~^
A cousa he de honiem. he a mais nova que ha
em Paris. Ser-me-hia fcil fazer della um foihelm,
o qual obleria um successo magnfico posto em um
jornal; mas serei simples, irei dreclameute ao
Tacto.
E he por sso que comega fazendo um rodeo,
disse Mr. de Monchenol.
~_01l I senhor barSo, toda a comedia tem sua ex-
posc.So, e posto que asss vulgar ero seu desenlace,
a minha nao desvion-se da regra.
I'assemos os actos, o corramos peripecia, ex-
clamen um dos convidados.
Os actos! mas he o que est mais galantemen-
te arranjado Uma carruagem de aluguel cr de tin-
te de escrever, e mysteriosa como a noite, uma mo-
Iher envolta em um grande manto como um pbanlas-
ina na mortalha, tima porta qne -bre-se discretamen-
te, uma aventura liespaaliola em Pars, a amante
he formosa e o amante astucioso como convni aos
nossos Dom Joans modernos, e esse alegre conde de
Boccace vive e palpita claridade do sol, vai, vera,
passea, mostra-se e engaa sdJJjue ninguem o sai-
na, sobretodo o marido. Mas cucheguei, vi e soube!
Depois desse principio, com o qual Adriano conta-
va muito, elle esvasiou de um gete.ocopo cheio al
borda. W**'
Todos applicaram osonvdfc.'Mr. de Monchenol
olbou para Jorge e vio-o um lano paludo e tocando
tambor com os dedos sobre a mesa.
O barao quiz deler a Mr. Bouzonville, mas Jorge
iulerrnmpeu-o dizendo: .
Deixe o senhor fallar, se a cousa me inlerssa,
convem que eu a onca.
Vossa excedencia he um homem de espirito,
e ha de comprehender-rae.
Mr. deMonchenot leve o presenlmenle de que
alguma cousa grave ia passar-se ; mas impedido pe-
la intervengo de Jorge, vio-se obrigado a calar-se.
Demais o vinho obrava sobre a lingua de Adriano,
e nada o lena determinado ao silencio.
Elle comecou a narracao pela descoberla que fue-
ra em uma ra, que nao nomeou, cont'ou como uma
raulher coberla com um manto de velludo prelo dabi
saina, e como desappareca por Irs de uma porta
que_nbria.se antes della ter tocado a rampainha, e
emlim rhogouao episodio do vestido" deTcascmira
branca, e .lodos os convidados alenlos relinham a respira:
idr'lanf M*r W '"""* ,rem,ia nos
t^^&sszSru co,ovc"oa-
vara"cir..,naS?dSSee"CVend0 ^ C5la-
UrZ,0"" IA 5SS r.,l,ro? veslido u casemira
pahic o da roa Blanche, era casa do vossa excedencia.
Todos os olhos voltaram-se para o coade, o qual
empallideceu horrivelmenle ; mas conteve-se, e dis-
se com um sangue fri e Meu charo, a historia que acaba de contar se-
na nma estupida Insolencia, se nao fosse nina abo-
minare! calumnia. O senhor me dar desculpas asu-
ra mesmo, senHu ha de dar-me amanhaa salisfafflo
de todas essas iofamias, e advirlo-lhe que aceitare")
suas desculpas smenle porque esla complelamenle
embriagado.
A essa resposla de Mr. doFlze, Adriano largou
sobre a mesa o copo que leva va bocea, e licuu um
instante mudo ; pois esperando um Iriumpho, en-
conlrava urna provucaeflo ; mas como os fumos do
vinho snbiam-lhe ao cerebro, lauc.ou-se pertinazmen-
te na alllrmacao.
Ora, meu charo conde, exclimou elle, quer
corlar-me o pescoro porque disse a verdade!... Vos-
sa excedencia tem singulares raaneiras de agradecer
a sente... Agrada-lhe ir comigo amanhaa poslar-se
sabida de seu palacio?
Ali! o senhor quer fazer-me crer que a receila
geral da qual desceude, habilava na ra de Jeru-
salem! ,
A css cruel insulto, Adriano levanlou-se, c es-
clamou ;
- os doeiites lalleci-
dos durante o anno, conta-so um que exista no hos-
pital ha 47 annos, outro ha 32, vyendo all anda
l'ranciscoBorgesco,62 anims de hospital, tondo
entrado com 34 annos de idad!
Ocoliegodos orphaos de S. Joaquim manlevc
SI orphaos: o seu patrimonio he superior a 200:000?
rs.casua receito anda-em perto de 200:0009 rs'.
com que foram feitos as despezas, restando ainda
um pequeo saldo.
. O rollcgio das orphaas do Corarao de Jess, -se-
guudo o ultimo rclatorio, quo tenho presente, abri-'
ga W orphaas. Os estatutos mandados organisar pe-
la lei n. 376 toram apreseutodos pela mesa adminis-
tralrva, capprovados pelo governo.
Entre tantos estobeleciinentos de caridade que pa-
tcuteani.e honrara a piedade de nossos maiores,
sente-se a falla de um azylo, que retirando de nos-
sas vistas o triste quadro da mendcdad abrigue, c
soccorra os desgiarados, que licam reduzidos a esse
lastimoso viver.
Osscutimentos chrislaos, c a moralidadc pahlica
reclamam a sua fundncao ; e nao ser pequea gHj|
na para vos, que sejas os promotores desse bem
Paraseucomeroexistem recolhidosao banco com-
mercial 53:000 rs.; dados pelo casa Borel herdei-
ros do finado Meuron, e 3:0005 rs. producto de
beneficio dado no theatro publico.
Lm acto legislaln^H-dcve autorisar a fundaro
desse estaheleciracuto.
SALUBRIDADE PUBLICA.
O Oagcllo da febre amarella,- que so julgava ler
desapparecido, quando abri a sessao" do anno passa-
do, invadi novamcnlo esla captol, causando os
coslumados estragos, principalmente a bordo dos
navios cslraugeiros. Para ocnrativ'o dos aflieclados
de epidemia, creou-se, deaccordo cora acommissao
de hvgieue, um hospital no sitio de Mont-Serrale.
uos suburbios da.cidade, em o qual foram prestados
aos enfermos por commodo prero, e mesmo gralui-
tameulc todos os soccorros, que a sciencia acousclha
em tees casos.
O mappa n. U mostra o movimento do hospital
durante o periodo .que decorre de abril setembro,
quando de todo ressou a epidemia. Reduzi entoo o
pessoaldo hospital ao que ero estrictamente neces-
sario para receber docnles, si por infelicidade uossa
lornasse a vizilar-nos esse tcrrivcl flagello ; e como
nos ltimos dias so dessem alguns casos, posto que
em pequeo numero, mandei o abrir novamenle,
nao havendo porm al hoje sido a elle recolhido
docnte algum.
Todas as despezas toram feitas por conta do go-
verno geral, o qual adquiri por compra a proprie-
dade em que foro fondado hospital. ltimamen-
te, lendo a presidencia sciencia de que na cidadda
Cachoera, e povoacao deS. Flix, que Ihe tica fron-
Icra, apparecera a mesma molestia, deu prompta-
mente as providencias para dislribuirem-se sojj^-
ros a pobreza, e lomarem-sc pela cmara mu<^pal
algumas medidas preventivas. Segundo as ultimas
noticias, os casos foram em pequeo numero, ra-
ros tcm reaparecido.
Na comarca e villa de Monte Sanio, na villa da
Barra, e na de Caravellas foi a populacho atacada
de disenterias de sangue, epidemia que fez bstan-
les victimas u'esses lugares. A presidencia acudi
de prompto com os meios a sua disposicao para alli-
vio de nossos concidadaos ; nomeou mdicos que
visitassem os enfermos, errrtou ambulancias com
medicamentos para serem gratuitamente distribui-
dos. Em todos estes lugares lera cesjfuo o mal, se-
gundo as ultimas inlbrmacoes. Toda?' estas provi-
dencias foram approvadas pelo goveio geral por
conta de quem correram ^despcdG. Atrjbue-se
o apparecimento d'esia uflRia epidemia ser.ca
que deroslou a provincia, obligando a classe pobre a
usSrde uma alimenterao nociva saude, o a expor-
te a ardenlc sol.
Todas as demais enfernudades nao passaram das
que sao communs ao nosso clima, continuando a fa-
zer maiores estragos a phtysica pulmonar. Todava
o estado sanitario da capital, e dos suburbios tem
muito melhorado, apezar de estar ainda longe do
que he a desejar-se.
A limpeza das vallas existentes, a construccao de
oulras, a canalisarao do Rio Camorogipe, causa per-
manente d febres intermitentes, sao melhoramen-
tos reaes, o palpavcis. Um syslema de esgoto, 0
fundaro de cemiteris extra-mdros, a remocao da
maladouro, foco de infecrao uo centro da cidade,
a cxlincrao de eslorquilinios, o emprego de uma vi-
gorosa pohcia medica, sao medidas urgenles; algu-
mas das quaes vao ser erapregadas, e oulras estuda-
das por pessoas habilitadas. A commissao de hy-
gcnc he hoje um grande auxiliar da adminislrarao,
e requsirao snaj se lem conseguido levar effei-
lo algumas medidas sanitarias.
A'bxiga deixou de fazr no anno (indo os mes-'
mus cslr.igos que o antecedente, .
Os mapps n. 15 e 16 demonstran) o numero dos
vaccinadosem toda a provincia durante o auno que
decorre do judio de 18)2 a junhode 1853, e no se
meslrc de jiflho a dezembro.
CumdVc-me n'esla oceasiao informar-vos que, em
execucao ao ds|>oslo ua lei n.' 482, encarre^qu a
presidencia uma commissao comnosladosDrs. Joao.
Francisco de Almeida, SallusUano Kcrrcra Souto,
c do commissaro vaccnador o trabalho de confec-
cionar unuregulamenlo, e sendo apreseutodos dous
projectos foram sujeitos ao consclho de salubridade
que ha poui-o deu seu parecer, acpmpanhado de
.un terceiro. O governo traa de esluda-tos paraado-
Ptar aquelle qne Ihe parecer mais de acord com os
inlercsscs da provincia. Brevemente 'sV trazido
ao vosso coiiheciincnlo.
SOCCORROS PBLICOS.
Em lodo o anno de 1853 foi a provincia victima
da secca, que graves males causea, deslruindo as
lavouraseogado, e reduzindo pobreza grande
numero de pessoas, principrmeute da classe dos
criadores.
Os crcaos chegaram a um proco fabuloso em al-
gumas parles do serbio. A cmara municipal pro-
poz.^e a presidencia approvou por acto de 23 de jo-
dio uma serie de medidas tendentes ao abaslecimen-
lo da capital, e quando jurgava-se ter desappareci-
do a caresta senlio-s novamenle os sens effeilos.
Conlinuaram as mesmas providencias, e munici-
palidade desvelou-se por minorar os soffrimenlo
da pobreza, j lomando a si a direccSo do celleiro,
ja comprando farinlias para revender" sem lucro, e
as vezes com perda., Felizmente vai diminuiudp o
mal, ea estarao prometi- nos uma colheila abun-
dante. A. cmara empregou em compras de farinhas
de dinheiros seus, e ministrados pelo cifre.previo
cial a quanlia de 22:4009000, e o. gov'erno por con-
ta do cofre gera| 15:8J5i40 rs. Se tees soccorros
sao diminutos em si,- nao deixaram de servir para
obstar o crescimentn do preco e o monopolio de um
genero de primera necessidade.
Aos que so"reram por motivo de incendio na ci-
dade de Cachoeira mandou o governo geral distri-
buir a quanlia de 1:5009000, rs. como aos pre-
judicados pelo mesmo motivo ua cidade do Va-
Icnca. No artigo salubridade 'publica dei-vos
conta de oulros soccorfbs minslrados por causa da
epidemia que rcinava em alguns pontos da provin-
Quer provas! Pois bem, hei de dar-lh'as.
O senior esqnece-se de que em materia de dif-
famacao, nao se admitlcm provas.
A voz de Jorge linha-se tornado lerrivel | todava
Adriano, cuja teima estpida era augmentada pela
embriaguez, tentou replicar.
Jorge interrompeu-o dizendo-lhe :
Basta, senhor, se nao fosse de mo grato, ter-
lbe-hia ja locado na face com a ponte dos dedos
Adriano quiz arremecar-se; mas lord Williams
Slone, que eslava junio delle, reteve-o.
Miuhas testemnnhas iro sua casa amanhaa,
lornou Mr. de Flize. Depois voltando-se paraos
convidados, acrescentou :.
Creio, senhores, que nao he preciso pedir a lo-
Os convidados inclinaram-se e Jorge sabio.
XI
VIAGEM A MADRID.
.JL*! se?urle' ?n.tes ? amanhecer, Adriano
completamente desembriagado, vio entrar em sua ca-
sa lord \\ ilhams Slone, e Mr. de Moychenol. A es-
iraueza da scena, que se passra dorante a noile, I
nao Ihe pernnllira esquerer suas particularidades ;
por isso elle esperava essa visita.
O senhor abe gravidade do objeclo que aqui
uos Iraz, disse-lhe Mr. de Monchenol; somos as tes-
lemunnaa Je Mr. de Flize, faca favor de dizer-nos
quaes sao as suas.
Enlfln elle insiste i respondeu Adriano com ar
firme. E tomando o tom e as maueiras de um mar-
quez empoado, ajerescentou.
Na verdade, senhores, he cousa eslranlia nao
poder ouvir-se a jerdade sem oltender-se. Es uma
aventura que me curar da aoiisade.
Estamos a espera de sua decisao, senhor, disse
gravemente o barau.
Enlflo Adriauo abandonando seus ares da regen-
cia, mandou chamar por um hilheie a alguns de seus
amigos que moravam mais perto da ra Tailbout.
Dous desles chegaram e conferirn! com as teslemu-
uhasde Mr. detlize.
O conde tinha smente reservado para si a hora do
cmbale, deixaudo ao seu adversario a escolha das
armas; porquanlo o que quera era un prompto
duello.
IXSTRUCCAO' PUBLICA.
O mppa sob n. 17 mostea o numero de aulas pu-
blicas c particulares do entino primario e secunda-
rio na provincia, e dos alumnos que as frequento-
ram. A inslruecao publica, pelo que fespeita ao en-
esiao sujeilos os autores escarnecidos em um dia de
queda.
Decidio-se de commnm acord que os adversarios
e as teslemuohas iriara a Madrid, e qne ahi teria In-
gar o duello. Erim seis horas da manhSi, e appres-
sando-se um pouco era fcil terminar ludo em urna
hora.
Adriano foi em calera com suas lestemuuhas: Mr. ..
?'%1-*>?*1 emcoap,elord'wil- SffiL'SC'a!
sino primarid
depois da ere
que faeilmentei
pas anteriores <
tam porm muit
quaes vos foi
rio,- e que nao pod
po, para qne
desenvolvinenli
Reclamo pois I
que all exp
dos estudos,
mente, que as fallaj
adminislrali
se o abuso da pr
n'este ponto ofltj
publico servi^
dos-pro fessso
pendente d^
nlo sejam
um anno de 4
capitel ouna
chamar.
Assegurai
razoaveis vene
CSo dos seus I
creacao de uma cai|
garantir suas fami' |
toda a c
sede inexorav
sorte das geracO
Nao seria de
cresse uma cade
da por orna |
As mnlheres pclj
maneiras, e c
ainda em ten
a estas o lirociniod]
riencia entrr
temase tem^^H
neralisando. *
Nao seria tamben
se fizesse coi um-dj
res, publico
lugal o meli
pelo distincto 1
lilho. O noi i
uut tal inven
no seclo, era que
lem publicad.
do Caslilho he uma ]
ser bem desenvolvidl
eslodada, c appticaj
sores, que nuita v^
modificar o ensino.
alumnos. Essa obsj
ouada conten
te, cxclii
gem do pjj
que i
(isas
r.idesc
A despeza I
casas, impressi
peudios, que i
do nielhi
principio i
cida,lioje qn
nienle applicacj
ter, nao s ca
bem compem1
ns coras de
sorva os demais,
menos proficuo.
Em alguns pai
tuitapara a classe
para que possam aq
adoptando-se o prii
obrigado a da
a quem tem meios,
va que busquemos
geirs mais os cuc?
dispende cor
renda ce
Lembrav-me qi
brigadas ao menos
escolas, correndo p
de ordenados, eou
teressando no PW^^^H
lar as vantagens dos
para isso recursos e
gum.imposto com
liras d'elle, quand
para a creacao de i
papel, e outros obje
mo roupa a muitos
aulas por nao ter
consclhos'de inslni.
riam os incumbidos
renda, de accordo i
das escolas. Supp
veis, nicas que des

A gente da hos
vante, se pssasse
impostivel. Acaben
. Mr. de Monchenol
driaoo letavam nas.algibetras
colhido para o duello; e
do combate um ciar
A ofiensa era to grave qne uenhuma das qnatro
lestemuuhas susciten difliculdade alguma sobre a op-
portunidado do combate. Apenas uma dellas pr-
gunlou a Mr. de Bouzonville se mo consentira em
retratar-se, e dar uma salisfacao publica a Mr. de
Flize.
Adriano etclamou que julgra tazer.um servico a
um amigo, que o fizera lalvez com alguma grosseria;
masque seu amigo levara a cousa tanto a mal que
elle tambera Adriano Felizberlo Bouzonville quera
uma reparaco, e a quera estrnndosa.
O certo he qoe Adriano soffria cruelmente pelo
xito de sua narracao, uma narracao bella, revista,
correcta e augmentada.
O effeito de sua representacao tinha abortado, o
amor proprio eslava em jogo, e Adriano eiperiunn-
laut essa especie de irrilarao febril e siirda-, qual
liams Slone a cavado. Cada um dos grupos seguio
uma estrada differente.
O Inglez, que montava um cavallo de raca, che-
gou primeiro ao p da arvore colussal, que estende
seus ramos enormes dante do estabetecimento de mo-
das de Bornes, parou e apeaudo-se, passon a redea
no brajo e espern.
Corra entao o pez de marco, e posto que a almos-
phera comerasse a amornar, ncnbuma cor verde
adocava ainda o veyinzenlo das arvores que eslre-
ineciam ao vento ^i manhaa. Tinha chuvido
nbile, oar eslava hmido, uma uevo envolva o ci-
no do bosque, e evaporava-se as primeras clarida-
des do dia que rasgava os Hocos de algodau nos ramos
negros dos olmos e das faias. O cuco.crilava no fon-
do do bosque; algumas hervas brotavam da Ierra
sombra e cubera das folias semeadas.pelo invern;
lenlilhOes e verdelhoes saltavam pelas veredas, pro-
curando seu sustento entr o musgo. .
Nessa hora miilnal Madrid dorma profundamen-
te. Todas as portas e jauelhis eslavam fechadas; um
canudo de fumara volteava na pona de umachami-
n romo para mostrar que a vida nao se tinha retira-
da do meio dessa habitarao voladaao lumullox
O aspecto de Madrid era nesse momento lgubre e
triste, o cinto de arvores que ajodea, deixava cahir
gola a gota o pranto dt noite, massas de vapor as-
sombra vam o co, onde sopriva um vehlo forte e gla-
cial. Bandos de pombos domsticos voavam em tor-
no das casas, c pousavam nos toctos, donde nao sabia
nenhum rumor. Algoms gallinbas com as pennas
ampiadas pelo vento cacarejavam qolfralli. Por
toda a parte rcinava o silencio, ninguem havia na
avenida, ninguem na reir.
Esse lugar onde resoam tantos gritos e risadas no
esto, oudc tantas apostas perdidas, e tantos banque-
tes improvisados reunem tantos mancebos lmeos,
onde lautos namoros eoroecam eacabam, onde re-1
linchara tantos cavallos, esse lugar que v passar tan-
tos veslidos, de seda e tantos chfeos de garca, onde
tantos ps inconstantes pisam n trra, onde*o ruido
das rodas reline desde que desabrochara os lirii
nha entao uma appareneia triste e desconsolada,
que fez impresslo at no Inglez; posto que elle se
dexasse mediocremente influir petos objeclos exte-
riores.
Lord Williams Stone tornou a embucar-se no ca-
pote, e dirigio-se a hospedara pava nquecer-se.
No fim de alguns minutes chegaram a calera e o
coup, astestemunhas e us adversarios saudaram-se.
Estemos no lugar, disse Jorge, toda aexplica-
C3o lomarse xl'ora era diante intil; apressemo-nos.
A porta de Madrid, abrio-se nesse instante, e um
rapaz cingido de um avental tranco appareceu no li-
miar.
HHrWBMMBw
Williams Stone fi
,'r
Mr. de Flize dirigio-se ni
tro, e no fim de cines miati
no lugar designado.
Tinha-se assentado en
baleriam a pistola, que^^H pit_
sos distantes um do ou
adantar-se at qu p,^
cada uro havia de d
No momento de cae.
clienot tentou um^^^H
Adriano. O sangci
ze exasperara o narr
e das conseque'ncias
flectir. Elle raspn
rondicOes que Inelii
prompto para sobmetlar--
pativeis com sua ln
Assim posso sen
pezar.
Mr. de Flize ce
pbndeu de si
ser ouvido:
Aembriagu
los; mas Mr
Adr
nha ii
para o n*-ida
de parle a parte.
signaldade-porlo
servara a presidencia, os ilo^^^BM^hl-
ram um para o oulro cinco p
ramo braco raetmolempo.de
que os dous tiros pareceram uni.
(uub: am immove.
estroadof-
Adriano largou, a pistola vazia e armoo-se com a
segunda; entretanto Jorge cambaleando caldo antes
qne Mr. de Monchenol rep'arasse nesse movimento,
a corresse para A bala de Adriano o liulia al-
cansado acinu ., direilo junto do hombro.
Eis a qoe conflu a cfaeira! exclamou Mr.
Bonzonville.
Jorge foi levado de
Monchenol subi coni
caurao de levar, e o
No momento em q
pareciam, os guardits
trondoj porcm nao
o carro, Mr. de
que Uvera a pre-
lara Paris.
. duello desap-
hidos pelo es-
is do que daas bu-
chas ardendo no lugar do combate, e uma nodoa de
sangue na rtlva.
HR70N(if)tiar-'s-/ia


amm
=
DIARIO DE PERNAMBUCO, QUINTA FEIRA 16 DE MARCO DE 185

De algumas Iralei do re-
ulras lomareis conheciraenlo
r doscstudos. A alternativa das ti-
..unos de difiercntes sexo so tem por
efleito reduzir o anuo lectivo melado com detri-
I^BHplDxino. A pralira dos methoios be in-
affe: e finalmente algujnas materias prceisam
rea*eeiitada s que coDslituem actualmente
eom pleto da escola. Sou aveaso. i reformas
precipitada, mas demorar aquellas que a experi-
encia saneeiona nao, passade criminosa apalhia.
^^fenra interina do curse pratico Anna Joa-
d* dos Santos Bonatti reclamou contra a decisao
evidencia, que tob informagSo d# director dos
esludns determinraque n dita profesora abriste au-
la primaria, era qne, ensillando as meninas que
eompareressem, leccionasse ao mesmo lempo as a-
j himnas da escola normal a ortica des melhodos.
Baleado que nao Ije contraria a le a deliberagao
^Ht*. nu resaltando os direilos alheios Uve de
apende-la, depois de ouvido o conseibo deinslruc-
I S*> fl* fi avoravel a dita profejsora. A' vos
rmpete interpretar a lei n. *03, ou reforma-la, se-
gundo couvenha ao ensino. Oa lie desoece'ssario
|. gaslar-se n que W gasta com o ordenado dessa pro-
fesora, visto que a pratica das alumuas pode ter lu-
tafc ana, forma que a dos alumnos, para os
I, ou cutao dever su-
^^^^^^^^Btneninas, limitado, porem o
j baja obstculo ao das
e ioformages a tal
lyceu necessita
[ consideracao de serem
is habis professores da
|t Jieal que deve ser da
^Ho d'aqurllc es-
Langai os olhos
! a frequencia das
utensilio. Dispesde-
bc urna rlanio-
bfessor de gramma
que ao se poiesse a
ddiberacSo, por ser
Decidiris jomo
ihedoria.
datorio do director dos
aulas publicas da provin-
r.udas,us quese acham vagas,
do anuo prximo passado
culares, e collegtos da c-
nido o das iruiaas
ajio havercm. habilitado,
demoiulram o resnlla-
^^^K3cim, do seiniua-
pequeno .terninario de S.
^^B notarna-seem ludo dig-
ocedais aulorisagao
mstruccao publica,
i bnpoe: peco-vos porem
sessio tomar algu-
pe a melliorem ; adia-
forma geral he perpetuar
a amanilla o remedio,
t provciloeanieulc applica-
fecA PUBLICA.
dador Antonio Joaqun Al-
itado para, reger a biblio-
os Lisboa, que vai dc-
ni o zelo do que sem-
publico. O estado da fi-
no relatorio transacto
le atguinas obras, que llie
darelaeao n. 22, aqual
s qoe frequciifaram
mais que no auno
explica em parle
ara em urna pro-
i a nossa pelo scu amor
principio de ro-
es no orgameulo vi-
I novas obras, cuja en-
tros brasileiros em
a este urna lellra no
aquelle de tOOStl) for-
empregadp em eom-
I. e na encaderna-
roxura.
i raesma preslagao, em
um.estabelecimeulo digno
ualogo geral; emes-
encia e arles pre-
Ibe* dar mita raelhor
com a leuli-
i'cile se deve obser-
tabilitam-seos.quedei^ibe a !)2*0162fc1 rs.. e calentado o resto a arreca-
gfeterio necessita^dc retar- dar-sc uo semestre addiciasftl de janeijo a junho do
correnle ,*.passar de COOOtllOOJsOOO rs. A despeza
decretada.na lei n. >> foi de 797:081*618 rs.: mas
polos crdito dos arls. 10 e 11 para Qjecucao dolis
promulgadas no mesmo anno, que traziatn um ac-
crescimo de despeza, leve esta de elevar-sc a
'837:5283*69 rs.
A verificada, porem d.'ntro do anno sobre ja a
867:1219689 rs. excedendo ..assim o orea em
9:39;l220. Veris do jelalario da thesouraria quaes
as verbas em quo fot excedido o orgaruento, e a ra-
mo d'isto, devendo-se notar que somonte na de
obras publicas o excesso conuecido at agora he su-
perior a 50:0009000 rs., o que moslra que aadmi-
uislracSo goube comprehender as vossas patriticas
inloiirdas, empregando em melhoramentos malc-
raos toda a somma de quo pode dispor, sem dam-
no ilc outros servaos decretados.
ORCAMENTO PARA O ANNO DE 1835.
Receita.
A receita para o anno de 1855 vai oreada em
828:9009265 rs,, que com a do colleiro publico,
comprchendida nos clculos dos annos anteriores na
importancia delftSORgMI rs.,chegar a 8il:708406
r. as tabellas respectivas acbam-so explicadas as
bases dos clculos em que se fundou a thesouraria
para orear cada urna das verbas. Conveui que no-
vamcnle meditis no effeito que deve produzir so-
bre a renda algumas medidas que votastes lio or-
cameulo vigente. Citarei, ]>or cxemplo, a suppres-
so da multa por falla de pagamento da dcima ur-
bana, o que lera necessariamentc de diQicultar a
arreradacao de um dos mais importantes ramos de
nossa receita, reproduzindo os processos execulivos
com visivel iletrimento da fazenda p das proprias
parles. Ao menos dver-sc-hia carregar ao contri-
IXHJHlo negligente, o juro legal pela mora do paga-
mento. Alguus impostos merecem ser nielliorados,
supprimidos uniros pelo scu pequeo produelo, que
dfe ordinario sao os mais opressivos. O imposto so-
bre africanos livres que wcrcadejarein ouexcrcercm
qualquer ollicio mecnico parece-me destituido de
razm e at inhumano.
O inspector da thesouraria lembra a sitbslituicAo
dos impostos sobre carnes verdes, c ccreacs, porque
recahem em geueros de printeira necessidade, e de
geral consumo: Creio porem que a caresta dos di-
tos gneros em certas pocas nao provera do impos-
to que suppoltam, e sim de mitras causas comple-
xas, e do monopolio, ou coaliso dos vendedores da
capital.1 i?
A prova esl.cm que, vendendo-sc actualmente
no matadouro publico ? carne fresca de 2&0OU a
39200 rs. a arroba, he constantemente comprada
nosacoagues a prece de JOOO rs., o mais. Que sse
imposta deva de futuro passar as municipalidades
he no que couveuho, podeudo-se desde ja concde-
lo a aquellas que tiverem menos rehdimeplos,
Detpeza.
A despeza provincial para o mesmo anno esta or-
eada em 861:6409061.exclusive a do hospital dos
Lzaro. Sendo o orcamento da receita de 828:9009265
rs, apparece um deQcit de :!2:7399800 rs., que ter
de elevar-se pela sulivenrao companhia de nave-
gacao por vapor, de qne be emprezario o coronel
Antonio Pedroso de Albuqiorque, pelo emprestimo
companhia de Queimado, e augmento de sold
ao corno de polica, segundo a aulorisacao da
lei n. +71.
Allciidenilo-se porem a que o pedido lie foito por
inleiro, c que nem toda a despeza so verifica,
pero que se a nao augmeutardes, os recursos do
auno, apezar da escassez da safra chegarao para
fazer face aos seus empenhos, como sempre lem
suecedido.
RENDA GERAL.
Comnwrcio de imporlao c ejcporlaeao, e agri-
cultura.
Pelo quadro 11. 2t moslra-se a renda geral da
provincia nos seus qualro principaes ttulos sem
comprelicuder a receita extraordinaria c os depsitos
arrecadados) nos oito anuos decorridos depois da re-
forma da tarifa da alfandega, e da cracao de uniros
impostos do interior em o anno de 18M.
K'elta se v os tres periodos da anecailacao que
so o augmento havido, a dimiimicao nos seguiu-
tes annos, c o crescimento posterior dos Ires lti-
mos, sendo a causa fia diminuirn da renda a con-
llaaracao em qur esteve a Ruropa nos anuos de 18i8
a 1850.
O quadro u. 2i demonstra cspecificadaraenle a
receita arrecadada nos tres anuos intimamente fin-
dos, c comparados os seus respectivos artigos, se
conliece a differenca para mais e para menos que
elles lis era ni.
O ile n. 25 he o demonstralivo da renda do in-
terior nos annos do 1851 a 1853, c o primeiro se-
mestre do correntc.
O de n. 26 patntela a receita arrecadada no pri-
meiro semestre de julbo a dezembro do correntc
exercicio, e confrontada com as dos semestres dos
excesso importado cornos productos dos seguintes
annos, faz crer que o geral da renda lera de dimi-
uuirscni mesmo considerar ii'essccalculo a redurao
Ou extincao dos direilos de oxportaftW. Entretanto
se o estahileciuiento do banco nacional tiver de
ciiadjuvar a agricullura, tazeudo bailar 00 descont?
elevados, e prejudiciaes a qualquer industria a que
ora esta aquella sojeila. be de suppor que nos anuos
futuros soja compensada qualquer falta do presente.
(Continua.)
, (Jarnal da Baha.)
PERNAMBUCO.
ASSEMBIJA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
Sesaao' ordinaria em 13 da nurpo de 1854.
Presidencia do Sr. Pedro Cacalcanti.
(Conclusao. )
O Sr.Figueira de Mello:Sr. presidente,quan-
do podi a palavra sobre este parecer, entend deve-
lo fazer para o impugnar, por entender queas razoes
em que a Ilustre commissao sofnndou.sio contrarias
inteiramente juslica e equidade, e consequetile-
menle que o requerente,o professor JosPereira Bor-
ges, a qnem alias nao ennheco nem de vista, tem lo-
do o direito a ser atlcndido por esta casa. Eu pro-
rurare) examinar o parecer profunctoriamente, ea
casa se me der attenefloconvencer-se-ha de queo pa-
recer nao deve ser approvado.
Para avalar bem este parecer devemos dividi-lo
em ilnas partes ; a l. relativa as razes emque se
funda a coinmisso para negar a gratificacAo pedida
pelo professor : a 2. s razes iulrtnsecas^ que fun-
damentam a pretencodi) professor. Em relaco as
ra*0es, em que se funda a commissn para negar ao
professor a elevaro de scu ordenado a 600S rs.. diz
a rommissao que dos documentos que o professor
juntou a sua petizo seconelue, que a sua aiila tem
lido coiislanlemenlo II alumnos de frequencia; e
que no esparo do 6 ahnos se examinaran! apenas 2:
deste tacto lira a commissao a conclus.no, que julga
bastante a paga de 5009 rs., visto que o professor
presta pouco servieo e seus discpulos aprescnlain
pouco a prove Ca ment. Ora, Sr. presidente, segun-
do lodos os documentos qae.existem na casa, concer-
nientes is aulas de lalim do fra da cidade, ve-se que
a sua frequencia em gcral na he de mais de 10 a-
lumnos ; e por conseguinte sendo esse o termo me-
dio de alumnos nessas aulas, nenhnma culpa se po-
de imputar ao professor da Victoria por nao ter mais
alumnos.. No relatorio mesmo de actual Sr. presi-
dente da provincia l-se. que frequentaram as,aulas
do latim de fra da cidade 101 alumnos-: ora sendo
8 as aulas que desteramo da inslruccnopublca exis-
ten! na provincia, est claro, que vem a caber 11 a
12 alumnos a cada anta, o que este numerse acha
em propon; "10 com o dos alumnos que tem a anta da
Victoria. Dsmaisesle tacto, qoe se nota na aula de
latim da Victoria, nao he um faca novo, ja em 1838
segundo se observa do relatorio da presidencia dessa
poca, essa aula linha apenas 8 alumnos, entretanto
o poder legislativo entendeu qu devia conservar es-
ta aula, nao obstante os poneos alumnos que tem ap-
parecido.
Qnanto ao tacto de lerem 2 alumnos apenas feilo
exame nd^spaco de 6 annos, tambem nao pode ser-
vir de modo aIgum para in.deferir a protencae desse
professor, porque eu observare! em primeiro lugar,
que muilos destes discpulos qnando se acham com
alguns conhecimentos da 1 i nana la lina. 011 deixamde
fazer exame no lugar aonde os adquirirn ou o vem
fazernoheeu para all eontinuarem nosestudospre-
paratorios, ou no collegio das arles de Olinda, aiira
de que esses ex'amcs Ihes sirvan) para poderem matri-
cular-so no curso jurdico. Por consequencia esse tac-
to, nao pode dar lugar a deduzir-sedelle, que o pro-
fessor nao tem o zeln e assiduidadc, a inlelligencia
necessaria no desempenho de seus deveres.
Demais o tacto de se lerem examinado somente 2
alumnos no esparo de 6 annos, nao deve servir de
carga ao professor da Victoria, se altendermos que
no anno de 1843, o presidente da provincia declarou
em seu relatorio a e-la casa, que dos 200 alumnos
que frequentaram as antas de latim de fra da capi-
tal", s 4 lizeram exame. Eu lere a parle deste re-
latorio : eis aqui, he o relatorio feito pelo Sr, Barita
da Boa-Vista (l).
Ora, se esse tacto se d em outras aulas, e a res-
peilo de outros losares, como tirar dahi urna induc-
cao contrara inlelligencia, zeta o assiduidade do
professor. ou ao aproveitamenlo de seus discpulos''.
o compararmusmesreo estes dados com os que apr-
senla essa mesma aula, eu vejo que o. professor tem
toda a VRnlasem em sen favor, porque so tendo 10
alnmnos cada auno, 01160 em 6 annos, pode apresen-
lar 2 para exame, segue-se que dos 200 que .fre-
quentaram as aulas de latim em 1843 deveriam fazer
exame pelo menos t ou 7, c nao siinplesmente 4, co-
mo disse o relatorio da presidencia nesse anno.
Por todos estes motivos, parece-me, Sr. presidente,
que lenho razSo para concluir, de que o laclo de ter
a aula deste professor somente 10 alumnos, nada pro-
va contra a sua assiduidade, inlelligencia c zelo no
desempenho dos seus deveres: nem tan pouco con-
tra o aproveitamenlo dos alumnos, porque os alum-
nos podero ter aproveitado muilo, e entretanto ter
deixado de fazer exame, para o tazerem 110 lyceu,
ou na academia.
Devo ainda observar :i casa que esta aula esteve.
supprimida por algum lempo, e qupo prufessor leve
dea creardenovo.dei formar discpulos etc. Ora,
oestudo de latim be pralongado, pelo menos leva
3 annos ; e portento nao deve haver admiracao de
no e-paco de 3 anuos, elle dcixassc de Icr alumnos
promplos e preparados para serem examinados.
Passandoagora a avaliar a segunda parte do pare-
cer, isto he, as razoes que assislem ao professor, para
requererem a gralilicacao, enlendoque toda a juslica
.est a seu favor.
Primeramente observare! que aonde se da a mes-
ma razan, deve dar-se a mesma disposicao: ora, se na
cidade de Goianna dao-se as mesmas circumstandias
f DO OVERNO.
regulamento que llie foi
o algum pequeo
^^^B>. O*" lora denola-
oiorma. Os empre-
ite seus deveres,
-.raute o auno li-
dos quaes, deduzi-
assaporles, que ja oons-
*r antes do citado re-
$m$ rs., quant qne
6ntb de despeza na im|>or-
1SMO0 rs,, resollaute da nova refor-
PROMNCUL.
a mesa de ronda, que tinbam
asado pela dfrajidaco dos
n selfanbro de 1852, taram
ituidos seus einpregos, nio
ever tancar man.do recur-
star convencida da ma
lo apenas demiltido, e
que arha-se oceulto.
f*oceSeu emselembro de 1851
reriicou-e que a defraudaran
*03425r. estando' o
ido da importancia de
Logo que foram reinlregados
oewou o exercicio de diaristas
i. 491, exceprJo'de ilous.
esados encarregados do exa-
lagar de 2. eseriptura-
o*equencia da dmissao pe-
^^^^Bprres, foi nemeado
te da mesa do rendas
Castro, passando ao lugar
o Ribeiro de Sou-
=mprego,
omeacto de um amanu-
lista do crettcklo expedan-
la ser nomeado para es-
e. da extincla reparlicao de obras
Diento algum -de
UAL.
ctor da Ihesoura-
i buido com as la-
da receita, e des-
ensa-me de
Hos vmi'ntns sobre esl
da Vicloria, parece que deve haver a mesma disposi-
c5o. Existe esta idenlidadc de circunstancias ? Pa-
dous excrciciosantcnores v-se iiequena diflerenca,. qae sim, Goianna nao be inferior Vicloria em
d'oudc se podo collier que toda aarrematacao do ac- populacao e extenso ; consta-me mesmo que esta
tual exercicio nao ficar muilo aquem da dos annos val em via de progresso, muilo superior a Goianna,
passado,atten.leudo-se que a renda do consolado no ue. ng"catl*mfnle f "f? esli,r ,wUcIin,!'
1 i. ,' Porlanlo se o professor de Goianna tem b009000
scgunilosemeslrenesemprcnraiSjavulladapelamaior re9 de ordenado, porque razao nao havemos de
forra da safra. dar igual ordenado ao de Victoria"! porque razao
O de n. 27hc relativo as safras do assucar, algo- estando estas duas cidade em ignaldade de cir-
ito, agurdenle, caf, e tabaco dos tres annos de "^SJ''8 r0" T ** apresen.la cm
. .q.ji.,, circumstancias menos favoraveis llevemos veocimea-
18o0 a 18o3T Lom este quadro prova-se -que a pro- (o, ,|e eu8 professores ser desiguae Por oulro la-
duccao do assucar recebido em 1850 a 1851 em as do, eu observarei que esses professores amigamente
casas de deposita .ifcsla capital foi de 4,149,946 ar- recebiam as matriculas dos estudanles, e com ellas
rnha a aher 9 IUVO Pocl,!,m a0 menos P'11"- alJSUel das casas em que
rocas, a saDcr A9,b0 d esta provincia, i.iw,0W morIvanii era por aMm ,|7er uma ^^^ de grali.
arrobas da de Sergipe, e 76,447 arrolws do de Ata- ficacao, que se Ibes dava em addico ao seu ordena-
goas; no seguiule de 1851 a 1852, apenas ebegou do; mas lando essa matriculas passado a ser renda
loda cllaia 2.863,T39 arrobas", e no de 1852 a 53 provincial, os seus vencmsnlos lcaram diminuidos ;
, ,.,._ *.. e, porlanto, cm minlia opiniao o acrescimo de venc-
nioutou a 4,777,^37 arrobas, a saber : 2.983.219 ,Jntn,qae elle pede, he a justa iuderanisacao do
desla provincia; 1,726,692 arrobas da de Sergipo. que acaba de perder. Quando, porem, se n.loqucra
e67,(KK)arrobas dode Alagoas, sendo esta a maior altenderja esta pretenro. nunca o indeferimento
produces de assucar que tfeiu cntrado-nas casas de *"? 8 "Pf8- 1ue "' deva dar, principalmen-
^.;iL c 7 le fundando-o as razOes dadas peta llustre com-
deiHisilosemumanuo. Se os esforcos tivessem sido missao de inslrtic^o pnblica. Podcr-se>hia, quando
regulares, a renda seria muilo avultada, por.quan- muilo, adiar-se o parecer, at que a assembla ap-
ilo a produrrao dos outros geueros -nao esteva muilo provasse o rogolamento dado pelo governo...
abaixo da dos annos anteriores, como se v do res- '^ Vr. flepuiido: Esse regulamento nao diz
.. nada, respeno as aulas de latim, pelo contrario sup-
pecuvo quadro. prime as de fra da capital, logo que vagaren.'
O de n. 28 manifesta a safra do correntc anno do O Sr. Figuera de Mello : Isso he no caso de
>.de outubro a 31 de dezembro, comparado com a ,B entender conveniente, e, porlanlo, s quando Ira-
de igual periodo dos dous annos auteriores, a por ""T* da disci,5f d! regulamenlo; poderemo
avahar se os professores de latim devem ou nao ter
elle e reconhecera a ditTerenca de mais de dous ,gniento de ordenado, se se deve conservar a des-
lerros que lem havido para menos na prodcelo"do gualdade, que entre elles existe, tendo uns mais ou-
assucar cm relacjo a da sitaa antecedente, dimi- ,ros menos; porqnanto eu vejo que o professor de
uuicao explicada pela secca que tem assolado a Jf^ 1^ *^W rs quando o do Limoeiro tem
, ., vu, ^u.uuv n -40(0 : ora, nao me parece que a villa de Iguarassu
proviucia. estoja em crcumstancias superiores do Limoero,
. O documento n. 29 he o mappa comparativo da e nem mesmo a onlras povoaces, como, por exem-
exporlarao dos gneros d'esta provincia para'T>aizcs Pto idade deNazarelh, cujo professor tem 5009
ejtraugeiros, segundo snas quantida.lcs e valore, ^^d0 esta cidade pelo menos est as circums-
' lancias de Iguarassu ; e paranlo seu professor deve
avultando no ultimo anno a exporlacao dos dia- vencer o mesmo ordenado que vence o de Iguarassu.
maute em bruto com o pozo de 4072 1>2 oitavas Conctoindo, Sr. presidente, enlendo que a preteo-
no valor de 1.221:7509000 rs. S*10 l, Professor da Victoria be toda fondada em
Odn. 30-indica o geueros nacionaes dospa- pSsembbCqT^
chados para portas extrangeiros no primeiro -semes- O Sr. Prndente: Esta tara da sala o Sr. Dr.
tredo'corrente esercicio, podeudVso por elle ava- Augusto de Souza Lean, a respeilo do qual a assem-
liar que a exportar*) vira a aefcpooco mais ou me- '''a i'PProvou parecer da commissao de constilui-
no orno a do anno de .lffiOJPst. C Con^loTsrs. Jos Pedro e Barros Brrelo a u-
O de u. 31 be o demoustrativo do valor dos ge- Iroduzr na sala o dito senhor.
eros exportados tanto para fra como para ilenlro A commissao sahe, o voitaudo, lio o Sr. deputado
do imperio uo seis ultimo anuos, d'ondc se ve "l'luz1"la <> as forinaldades do cstvlo, presta
. juvamento, o toma assenlo.
que os valores dos nossos productos exportados Conlinu'a a discussao.
tom dimiuuido, e antes v3o em augmento. O. (ir. Kpaminondas : Sr. presidente, acho to
O quadro n. 32 he a recapitulacao dos valores simple e'clapi a materia que se discute, tao justa
da imporlacao despachada na alfandega nos tres
anuos financeiros ulliroos, e coMem a importancia
lis reexporlaroes para os portos eslrangeiros, e
que podessR roncluirque davale idenldade de cir-
cumslancias. Se porem nada sabeiM a respailo, se
nada consta dos papis, como allirma o honrado de-
putado que ha idenldade de cmimst.TOcias '? Con-
testa por ventura o nobre deputado, qiiftpara oaog-
/Dciito do ordenado do professor de Goianna,, pode-
riam ter-se dado oulras crcumstancias especlaes re-
lativas pessoa c a localidade ? Porlanlo a com-
missao eiilendcn muilo bem nao dover entrar no
exame da deutidade de crcumstancias ; ella expoz
smente as razOes do peticionario, e conclnio que a
paga que elle tem de 5009000 rs. annuaes, hesuffl-
cienlo para o servieo, que.,presta esse professor. Es-
te he que be o fundamento do parecer, fundamen-
to que o nobro deputado nao dcstruio. O honrado
deputado disse smenle que o tacto do professor da
Vicloria ter orizo alumnos, c ter apresen lado dous
examinados,uo lomio esparo de seis annos,be um tac-
to constante que se dava em todas as aulas do latim
da provincia ; mas isl prova, ou be razao suflici-
ente para o augmento do ordenado '! Supponbamos
mesmo que be verdade queo tacto he constante,
que todos os professores de latim s lem ouze alum-
nos de frequencia ; tal tacto nao prova que a pasa
de 5009000 rs. nao lio tiflicicrltc para o trabalho
que um professor lera rom o ensino de onze alum-
nos. A consequencia nao lie rigorosa. Quando a
commissao afilrmou que esia paga era safllciente,
foi por entender que o trabalho desse professor era
pequeo, e "regular, nada linha de extraordinario.
E o nobro 'deputado sabe que cm geral, a maioria
dos empregados c funecionarios publico da provin-
cia, lem ordenados semelhaules, senao menores.
Agora direi ao nobre deputado, que longe deste
professor ter prestado servicos, ao contrario me pa-
rece que a sua aula vai em decadencia ; porque, se
o nobre deputado consoltar o "rclalorio do presiden-
te da provincia, do anno passado, ver no mappa
oflerecido pelo director da iustruecn publica, e que
so acl ia-acosladn aquello relatorio, que o professor
de Goiauna tevc'doze alumnos de frequencia, o de
Nazarcth onze, o de Limoeiro onze, e o da Victo-
ria, sen llores, somente qualro. r Por consequencia,
nem o tacto he constante,nem m deutidade de eir-
cumstancias. Do inappa n queme retiro, se conhe-
ce evidentemente quo a aula dos-o professor vai em
decadencia, qne tange delta ter-sc portado com ze-
ta, e inlelligencia, pelo contrario os estudanles
o v3o abandonando. Porlanto nem do tacto cons-
tante de todas as aulas lerem somonte 10 alumnos,
nem de estarcm cm proporrao qnanto aos exames,
nem da idenldade de crcumstancias, pode o hon-
rado membro lirar argumentas para destruir o pare-
cer que est cm. discussao. O honrado membro cm
ultimo lugar propoz o adamonio........
O Sr. f'igueira de Mello : Nao propuz, pare-
ceu-nie mais razoavel.....
O Sr. Bpaminondas:.....cnlcndeu qne era
mais razoavel adiar-se a parecer al que a commis-
sao de instrucrao publica aprescnlassc o scu traba-
lho relativo a parte do regutameuto de 12 de maio
de 1851, que diz respeilo aos veucimento dos pro-
fessores. O auxilio deste regulamcnfo, senhor pre-
sidculc, que Invoca o nobre deputado, he em favor
do parecer; porque lein-se entendido, \e cu enlen-
do assim ) que.o reculamente he lei da provincia,
e esta da tacto em vigor, independente da approva-
cao desta rasa. Todos os professores eslao cumprin-
doas novas obrigaroes que llie foram impostas pores-
sc rcgula'mento. Emvirtudc delle, Sr. presidente, as
cadeiras de lalim de fra do Ljcu, se acham ex-
tinctas, c deste nnmero he a de que o honrado 'de-
putado quer augmentar, os vencimentos. Ora, nao
se me dir qual he a ulilidade publica de decretar-
se augmento de ordeuado para professores, cujas
cadeiras se acham cxtinclas'! O regulamenlo por-
lanto presla-se em favor do parecer.
O Sr. Figueira de Mello d um aparte que nao
ouvimos.
O Sr. Epaminondas : Se o honrado membro
quer augmentar osvencimeutos por idenldade de
razao, porque nao propc o augmento para o do Li-
moeiro que tem apenas 4003000 rs., porque nao
propOv para os de Iguarassu', e Nazarelh, qne leem
cada um 5009000 rs. ? Creio que nao' lie muilo re-
gular essa alteracao de venc montos, subidamente,
c como (permilta-se-me a expressao) por alfeirao
particular, e isto quando se acha a maioria da classe
sem vencimenlos guaes. Devc-se lomar uma me-
dida geral. E tocarei, Sr. presidente, nessas grali-
ficacoes que a assembla lem ltimamente negado
aos professores, que lem mais de 60 alumnos. Nao
sei porque so-hado dar a Pedro e Paulo, gratifica-
roea dc.duzeulns mil ris. porque lem mais de 60
alumnos, e negar-se a JoaoeAntonio que tem igual
numero de estudanles; on acabemos com essa gra-
tificacfies, o que eu acho mclhor, ou cntao esleuda-
mos esse beneficio a lodos" os professores, que esli-
vercm as mesmas circumstanrias.
O Sr. Brando: Anotado ; a le be igual para
todos.
O Sr. Paes Brrelo: A assembla nao conce-
den anteriormente essas gratificarles, s pelo tacto
de mais de 60 alumuos.
O Sr. Epaminondat: Pois bem ; reservo-me
para quando se Iralar deste assumpto. Aproveila-
rei tsta occasiao, Sr. presidente, para pedir a* V.
Ex. qu d paru orilcm do dia um projcclo que a
este respeito cu, e outros dcputadps apresentamo
o anuo passado, eslendendo o beneficio,da gratifi-
caran por mais de 60 alumnos, nao a um ou oulro
professor queviesse aqu chorar ou tivesse mais prn-
teccao ; porem sim a todos que eslivessem no mes-
mo caso, e nessa occasiao procurarei mostrar e sus-
tentar as minhas ideas a respeito.
Concluo, Sr. presidente; e creio ter dado as ex-
plicarles convenientes, para qae a assembla vote a
favor do parecer. -
O Sr. Baplista : Creio, Sr. prcsidente,fqne o
senlimento de estranheza que mostiou o nobre de-
putado deve anda augmentar com o vc-me tam-
bem impugnando o parecer.
OSr. Epaminondat: Sim, senhor.
O Sr. Baplista: E lenho como materia tao
liquida, que de uenbum modo me pareca que hou-
vesse quem sustentasse a materia do mesmo pare-
cer. .Eu quero fazer uma interpelaran de boa f
ao nobre deputado. O que quer a commissao
Com essa conclusao do parecer ? Diz esta que dos
documentos apresentados consta que esse professor
lem lido onze alumnos cm sua aula, e que no es-
L
-
cisa de retama : os exames do lyeflu nao servem ; o
nico qoe serve he o do curso jurdico ; pira, que
pois, hao do os mocos perder lempo, quando elles es-
1 oeo'ssbtade de aproveila-lo ?
Senbores. be nos exames que s pode conbecer
quaes sao os lios e os mos professores. Eu foi pre-
sidir a exames de lalim ato Olinda, e o result.ibo foi
contra minha vontade: en volentei meu coracao, re-
provanrto alguns alumnos ; e entrando na indagado
uas causa*, tlrci m conclusao que devia retirar meu
filhod.i aula que frequentava. Foi nesa oeeasiaoque
ou conheci que e-tava em erro, assim como oulro es-
tavam. Appareceram meninos que, traduzindo la-
lim, hada ssbiam da artezuha ; e procurando a ra-
zao disto, soubc qne o mostr depois que o alumno
passava a traduzir, nunca mais Ihe mandava eslodar
a artezinba: Iraduza dous, tres annos, sem mal lhe
fazer recordar a arte. A culpa era do professor ;
mas s all he que se vilo conbecer quaes osbons, e
quesos mos professores, e nao pelo numero de a-
lumnos, rem pelos exames.
Sr. presidente, nos temos necessidade de marcar
um ordenado lixo a todo os professores, e nessa par-
le he que eu eslou de accordo com o nobre deputa-
do : um ordenado igual para todos ; mas se iilo he
necessario, como lem o professor de Goianna 6009
rs., tend os oulro menos V Ou e devem elevar lo-
do a 6009000 rs., ou diminuir ao de Goianna 1009
r. ; e nestas crcumstancias o qu devemos fazer, he
consultar-as necessidades do servieo, ver as propor-
e0e9 que ha entre o servieo e a remuueracilo; ava-
lar ludo.
Me parece, Sr. presidente/que o ordenado de 5009
rs. he injulllcente na nossa provincia. Um ordena-
do do 5OO9OOO rs. ho um ordenado pequeo de
mais.
Eu nd sci como um professor pode snusistir eom
um ordenado de 5005000 rs^A missfio de um mestre,
os IrabaUos qjie pezam sobr elle nao se pgam com
5009tHrls. : he orna vida toda de soBrimenlos, he
urna vida de desgostos. ho uma vida de incralidoes ;
e a Tallar a verdade, cu nao sei como existem profes-
sores que secontenlam com 5009000 rs. ecom 4009.
Logo, o raen espirita se inclina anles a dar 6OO9OOO
rs. aos professores.
Mas disse o nobre deputado : porque se nao d o
ordenado para todos ? Eu nao gosto de fazer estas
cousas ex-officio. Dosde'que os professores conhe-
cerem as tendencias da assembla, elles pedirn o
augmento, e a assembla Ibes tara juslica. Nao he
preciso que nos sejamos os procuradores das par-
tes.
Ao argumenta que aqui ouvi produzir, de que no
resutamenta dado peta presidencia, existe a abolicfio
das aulas deUal.im de todas as povoacoes tara da ca-
pital, eu declaro que deploro que lal id se tenha
consignado nesse regulamenlo, idea que eu re-
provo.
Senhorcs, eu deploro o estado da nossa instrucrao
publica, c o anno passado na cmara dos deputado.
lancaram-scaccusaces fortes provincia de Pernam-
buco, e eu nao pude responder a essa aecusaces,
porque se provou que S. Paulo e Rio de Janeiro, t-
nham maior numero lie alumnos que Pernam-
buco.
O Sr guiars um app-le.
O Sr. Baptitta : Concluo votando contra o pa-
recer.
O Sr. Barros Brrelo:Sr. presidente, sempre
qie lenho de succeder na tribuna a um membro tao
i Ilustrado como o he o honrado deputado que acaba
de seutar-se, siuto-me inteiramente acaudado, mui-
lo principalmente quando as opinioes que lenho de
cmittir na casa sao contrarias aquellas que foram
enunciadas por esse honrado membro. Tal be, se-
nhores, a roinba posirao actualmente. Como um
dos sigualaiosdo parecer que se acha em discussao,
siuto-me constituido na necessidade de sustenta-lo,
se bem que j elle fosse inteiramente justificado pe-
lo jneu honrado collcsa relatar da commissao, que a
meu ver arsumeniou irrespoudivelmenle.
Quando o honrado membro, que acaba de sentar-
se censurando a commissao por ter chegado a uma
conclusao. que no seu entender nao 'era aquella,
que elle deveria tirar, ou ter tirado dos documen-
tos que o peticionario ofierecep considerasao da
casa, eu'julguci, senhores, que o honrado membro
quera reorrar a argumentarlo do peticionario;
porm elle concluio lastimando o estado da ins-
lrucc.ao publica da provincia ; nao sei cojnodocs-
lado deplora val da instrucrao publica se pssa coTl
cluir que se deva elevar o ordenado do professor
da Victoria. (Ha um aparte.) Ora, se a commissao
nao pode tbrraar'um juizo em vista desses documen-
tos para emittir o seu parecer ceraa da prelen^ao,
como o forma o nobre deputado ?
Sr. presidente, a commissao em vista das razoes
apresenladas pelo peticionario entendeu, que nao
podia de modo algum salisfazer a sua preleurao.
Priineirameiile observou, que elle s tiulia 11 alum-
nos, e que deste somente dops fizeram exame, no
espaco de seis annos. (Ha um aparte}. .
O Sr. Barros Brrelo : ... e daqni concluo,
que ueste espago, a proviuciadispendeu contos de
ris para lirar,0 proveito de dous alumnos, isto he
1,5009 rs. por cada um. {Ha um aparte.)
O Sr. Barros Brrelo :E quem disse ao no-
bre deputado-, que os dous alumnos examinados nao
Jizeram seus exames em Olinda? Quem lite disse,
que elles ua# foram roprovados? Quem lhe disse is-
so? Ninguem, loso o nobre deputado nao pode cen-
surar a commissao por nao considerar aquillo para
que nao eslava habilitada.
Sr. presidente, cu concordo com o honrado mem-
bro, que o ordenado dos professores he' insutlicen-
le, mas esse argumento applica-se a lodos os func-
cionarios. porque nao s3o somonte os professores os
mal retribuidos, sao todas as elasses de funecionarios
do Brasil.
O honrado membro, rcspoiulendo a um argumento
qne lhe tai apresen lado em aparte, isto lie, de que
tassem augmentados os ordenados de lodos os pro-
fessores, disse que esle argumento nSo devia ser fei-
lo ex-ofiicio, mas sim a rcquerimenlo das partes.
Mas, senhores, eu enlendo, que esta assembla de-
ve proceder com juslica, e que nao deve esperar,
que esta ihcscjalcmbrada: todas as vezes que bou-
ver juslica a assembla deve fazo-la, iudepeudeiilc
de pedido das parles. E, Sr. presidente, a assembla
actual (nao offendendo as legislaturas passadas) tem
procedido com toda a juslica, be credora de elogios
discpulos, qual a consequencia? Era deferir. O cer
lo he, sMhores, que no meio das nossas divergencias,
o painerem que todo* se miram he este, profesores
de latim com 600 mil ris, oulro com 500, outros
eom 400; o nTIo ici se haver algum infeliz que pro-
cur esse emprogo...
O Sr. Jos Pedro :Apezar dsso lia o patronato.
O Sr. Baplista :- -Este be o effeito do patrn to,
o elle dala de mais longe...
O Sr. Jote Pedro :Nao sou en que o digo, nao.
O Sr. Baptista :Esta ao o* san effeito.
O Sr. Barros Barreta :Acabemos com elte...
O Sr. Baptista :Ent acabemos da om modo
justo, que he olhando para a* fnnece qoe e*e em-
pregados exercem, o pgi,ndo-se-lhes um ordenado
equivalente. Declaro que dou de boa vontade 600
mil ris a todos, e lenho cousciencia de que ficam
mal pagos...
O Sr. Bpaminondas:Em relaco suas foncjfie
ou necessidades V
0 Sr. Baptista :O nobro deputado s poderia
saber o que he um professor de latim, se o fose ; e
entao depois de comparar o servieo do fial uslilia
o'ura requerimenlo sobre a tazeoda publica....
O Sr. Bpaminondas:E que Irabalho, ge nao tem
ante?
O Sr. Baplista :-r-Eo j sabia que o nobre depu
lado havia de dzer isto. E entao, o professor de la-
tim nao lem habilitarse?
O'Srx Epaminondat:Sao ieuacs as de um ha-
chare!.
O Sr. Baplista :A respeilo dos conhecimentos
j uridicos nao sao iguaes; a respeilo de todas as maV
devem ser superiores. A respeito.de liabilitajies
(cientficas, parece que o fial justitia deve ser supe-
rior; mas a respeilo de oulras habilitacOe deve ser
igual, porque o professor de lalim lem tambem de
inocular no esludaule o principios de moral...
O Sr. Epaminondat:E nos nao temos?
OSr. Baplista:He o exemplo constante em
presen en de seus discpulos. O jurista pode ser un
homem apaixonado, frentico, sem que d'ahi lhe ve-
lina prejuizo ; mas o nieslrc deve ser prudente, man-
so, deve ser reueclido. Ha outras habilitaroes que
lhe san uecessarias, que o jurista pode nao ter...
O Sr. EpaminonUas :ludo isto he nada em re-
laco as que deve ter o jurista.
O Sr Baptista :Ora, o nobro deputado sabe per-
feamenle que umjuiz municipal lem as mesmas
hab ti taces dd oulro. qualquer empregado da magis-
tratura, e todava lem 400 mil ris de ordenado; por
tanto ja v que por ubi nao vai Iftin.
Eu creio queo que tenho dito be bastante; cum-
pre-me porm fazer uma declararlo, he que eu nao
sei quem he o professor de Sanio Aman; n8o 6ci
quaes sao aquellos qu eslao no primeiro legrso com
iOO mil ris, nem os de segundo com 500, nem os
que eslao cheios do favores da lei com 600 mil ris.
Vai^ a mesa e he apoiada a scgunle emenda:
a Fique o parecer adiado, at quo a commissao de
nslruccao publica aprsente a reforma do regula-
menta do 12 de maio de 185!.Jos Pedro.
O Sr. Figueira de Mello (Insiste na sua opiniao,
e seu discurso publicaremos em oulro dia.)
Encerrada a discussao he o adiamento regeitado,
sendo approvado o parecer.
Segunda parte da or.dem do dia.
Conlinuacao da discussao do projecto de forra po-
licial.
Vai a mesa o heakoiada a seguinle emenda:
Emenda ao 2. artigo.Os vencimento das re-
feridas pracasserao reguladas pela tabella annexa ao
mesmo regulamenlo, inclusivamente ocirurgioaju-
danle e o capello.S Pereira.
O Sr. Baptista sustenta o artigo do projecto.
Dada a hora.
O Sr. Presidente levanta a sesso.

pago do 6 annos s dous lizeram exames. Ora, co- al ao presente, pela juslica com que'se lem porla-
mo disse, eu quero fazer uma interpelacao de boa do, tazeudo barreira para *
l,i HA Ftril.t.ji ,l..ni. 1 !^ ^*...-.u.. .____________t______________1_____!_.. ~- --*___* .-*!-. .__i_^__I ,. t___
Sesaao' ordinaria em 14 de marco de 1864.
Presidencia do Sr. Carneiro da Cunha...
Ao meio-din, feita a chamada, adiandose presen-
te numero legal de Srs. deputados
O Sr. Presidente abre a sessap. __------.
O Sr. 2. Secretario l a acta da ses-ao noterior
que he approvad.
O Sr. 1. Secretarlo menciona o seguinle.
ESPEDIENTE. \ .
Um requerim>o de Manoel Jos de SanLAnna
Reis actual secretario da cmara uiunidat'
mal, nonca pederam alistar eiraWnWtandeiras o-
tenla hornea is diverso"grupos culligadus.
Honra, jjoi, seja feita & moralidad e espirito or-
deiro di opposcw do Paje
Quando em 1852 o regulamenlo sobre o censo,
e obre Pre-
teslo ao raovimei erara
em varias c;
capliveiro lavrou l,
da parle ha homc
Ierra h s focar i
obreopovo ignorar
e da fortuna, pro
entre nos, foram mu diverso dos
ram em Limoeiro, PonTAllit
gare. All todo nos jab
major Porlella e o Revn
anda melhor ; ende que
desgosto que produzio a puhi
U>, por alguns defeilos que
esperamos ver reformado, mu
bilidade ao menos de um aje
fazer reclamaron. Naoprc
o conceilo, que postam mer
elevar o do nosso alem do q
he evidente, que o diverso i
Pajeuenses prova exbuberan
mais consciencia de ti, mais i
da sna liberdade, mis f u
confianza no governo e nos legislador
. Nao conoluirei esta noticia
da, sem accrescenlar, que se nib
pretendo considerar o PajeuenMi
proprio peccado original, nem que
nbecer que, entre nos, lem havido o ba meqibr
corruptos e gangrenados, que sflo ave:
bomens honestos. Nao. Vazendo juslii
geralmente a merecem, nao he meu intente
que nao he possivel esconder e convem mu
uem comprebender aquelles, cujas deprava^
lo tem roncorrido para o desconceito, posto,
justo da trra que os vio nascer.
J 1 no seu jornal ordem, que deo o El
sidenle da provincia para a arreraalacao di <
acude desta villa, que segundo o local que *
le'n designado, deve ser um dos matare i
ulilidade de toda a provincia. 'Muita
Pajeuenses as sabias deliberaces tomada
no proposito de obviar s difficuld
hilado esta comarca ; S. Ex. fazendo ex
e perseEuir os criminosos, por meio i
que ofirecc loda a garaulia a sua \~
ranea, e promovendo ao mesmo ten
mentos maleriaes, conducente* ai'
mais vilae necessidades, moslra qn
lamente comprebendido e apreciado,
rm o beneficio ej completa e nao sirva
le de eslabelecer um monopolio em fav
ou de animar a sua cubica, preciso Iig
cipalidade, ou quem quer que par
tente, procure comprar o terreno comp.
as represas do agita, ou por estipularlo i
nal. ou por desapropriaclo na forma da f__
O nosso delegado continua a reduplica)
eslorros por extinguir os criminosos de toda
ca. e os Jadres que tanta tem celebtisad
do Navio. No dia 24 entraram tiesta'
individuos, capturado naquella ribeira"
gico e dislincto altares Capislrano, vindoj
les o proprio Eufrasio, ha pouco refl^H^
do pelo pai na Serra Branca com
uma de minhas precedentes cartas. He
tatalidade algumas vezes parece arras:
ja salvo do perigo, ao complemento do
lino.
Nao foram baldados os recetas do 1
respeito da ausencia da chuva. O
mais de um mez de existencia e prod
outros inconveniente, uma pesie dt}
tem devastado os campos e is searas i
lade do que a chovas produziram. ]>"j
do mez lindo houveram, depois de grai
.'<
gOe atmospliericas, tro;
de furacOes, e apena
em algum logar.
Se aschuvasvt1"- *
fia, rea"sar-e-li;" .,
prego j vivej^ p,
actual Tecrelario da cmara munici^f*1re^flSdnT! dejiriri Novo,
lliQ^jblicitaudoa approvagodu augmento de
seu ordenado, que lhe foi concedido pela
respectiva cmara.A' commissao de orgamento
municipal.
Oulro do vigario da freguezia de Tjcupapo. pe-
diodo que de novo seja consignada a quota marcada
na lei do orgamento provincial de 1849 para os repa-
ros da matriz, vista nao ler sido ella gasta.A' com-
missao de orgaranlo provincial,
Oulro da professora de primeiras lellra do sexo fe-
menino da cidade de Nazarelh, pedindo que o arliso
6 da lei do orgamento de 1851, seja extensivo a peti-
cionaria.A' commissao de inslruegao publica.
Outr de Jos Francisco dos Santos, pedindo que se
lhe mande pagar o tantamento que se lhe ficou deven-
do.A' commissao de pclieOes.
lie lido julgado objeclo de deliberarlo e manda-
do imprimir o seguntc projecto :
A assembla legislativa provincial de PcxnambU-
co decreta :
lorisado a dispender at quantia de 8:0005000 com
a abertura de urna picada*, segundo a linha mais.rec-
ta possivel, que estaheleg communicagao entre a ci-
dade da Vicloria e Villa Bella, (endo a mesma pica-
da conveniente largura.
Pago da asaemola legislativa provincial dePer-
nambuco 14 de marro de |85i.Carneiro da Cu-
nha. Aguiar.Paes Brrelo, o
He lido e approvado o seguinle parecer :
A commissao de i nslruccao publica* .1 quem foi
prsenle o requerimento do pad(e Manoel Thomaz da
Silva, professor publico do segundo grao da segunda
cadeira na freguezia da Boa-Vista, em que pede
qoe se lhe conceda a sratificago, de que gozam os
professores da instruegao elementar, em virlude do
nrgo 60 do regulamenlo de 12 de maio de 1851; pa-
ra poder iolerpor o seu parecer, requer que seja ou-
vido o director geral da instruegao publica, por inter-
medio do Exm. presidenta da provincia.
ii Sala das commissOes 14 de margo 1854.Paes
Brrelo.Varejao (Continuar-se-haJ
lEItli
as
eir
ru,
Janeiro, vendiam-se a 169l)P0j
ras) lem dado nllimamenle
havia dado 509 o alqueire. ti
e o milbo que havia perdido1
feira prxima a 14 patacas a quarta.
A salubridade vai h mil nutravilh
ta ltimamente ler apparecido caso
nem mesmo as criangas. (Carta p*
COMARCA DE PAOD'ALHO
14 da marqo de 1854.
Nao querendo ser ocioso, approveito o ense
lhe communicar o pouco que por ca vai havendo
iileresse.
No lugar denominado Chaa <\o Carpipa, um n
nio de II annos desfecbou uma davina em
paz de nome Joaquim da Trindade, quesabi
n'uin olbo, havendo receio de que nao escape
(0 que louge desta villa nao devia passar (3o
cebido esse faci, queso ao fim de 15 dias fui
e nao havendo curpu de delicio por se jolg
uma meta
Vi
>*ka^ TBtaWlMH r. masque,
^^^^tfetautroa uo mtmpU.!a- iu re
^8:407964*.
i todas, qu.
I. 12deref
Com esta providencU tem ocredoreda proviiria
soffrido mono embarago na ,caas
quanlias, quasi lado resulta |,, 0
tieagcs, que dexam do reeeber era tem|H> por
deleixo.on pela distancias, cm qu Algu-
| \ as e sua tatalidade, outras foram exeedidas, i
as faltsde urnas comj s iokra de outra,
passando ao anno s^^^Htfdo. que moslra o
competente bala *'-
RECEITA K L'EPE1A DE 1853.
A receita do anuo prximamente Sudo tai or-
eada em 686:9719311 rs., a afrecadada al hoje so-
reexporlagoes
imperio, assim como um calculo dos
atartjftespaehado na dila alfandega para eooiu-
u preporoao das arrecadagies nos primeiros se-
meslres de 1851 a 1852, de 1832 a 1853, e da 1853
\ sendo o valores Teste anno de. menor im-
portaucia que os doos ltimos.
O de a. .33 moslra a procedencia das embana-
ges Bfilraoas de portas eslrangeiros, e comparagao
uvas tatalidade com as dos'auno de
1852, e de 1850 a 1851 : os de us, 34 e 35
as entradas e sabidas dos navios cm relagao a diver-
e uo semestre de julho adezembro- de
1853, comparado com as do semestres correspon-
dente de 1852, Oj(J85i, o o de n. 36 a embarga-
mpregada rio trafico dos rio, e portas do
littora! da provincia.
0 inspector da llieaonraria da faienda, de accor-
do eom as intormagSes ministradas pelo d'alfandega
suppfie quo nos seguintes dous annos a. importagao
nao lera augmento, atienta a superabundancia d'el-
la nos ultimo anno: a diminuta aTra, os pre-
ces bailo em que tem cabido a noasa principal
produego, a diminuirSo do commercio de dia-
mante, o estado iTEuropa, e finalmente o fado
demonstrado pela oslatislica qae era um pertodo dado a iroporUcao decai pelo I dous examinados, assim como o da Victoria, para
c razoavel a eonclusan do parecer, que me. causn
ulguma eslranhcza a resolugao que Inmou o honra-
do deputado que se senta do lado oppostoi de im-
pugnar o mesmo parecer. Nao bstanta ista, como
realmenle apparereu a impugnagao, e eu fui o
membro da enmmissao que rediao o parecer, julgo-
me obrgado a dzer alguma cousa em resposla ao
nobre depulado. apezar de confiar bastaute nos ou-
tros membros da commissao, e ler consciencia de
que elles o defenderiam mclhor do que. cu. Sr.
presidente, o honrado deputado considerou em pri-
meiro lunar a frequencia dos alumnos que lem a
aula de grainmalica latina da cidade da Vicloria,
com a frequencia da de (ioanna; coniderou.era
segundo lugar os exames do uma e nutra eseola ;
considerou em terceiro lugar a indntidaile de cir-
cumstanrias de ambos o* professores, e por ultimo
propoz o adiamento do parecer. Procurarei, Sr.
presidente, responder aos argumentas do honrado
deputado, do melbor modo que me for possivel, e
em minha resposla, seguirei a ordeminversa da que
adoplou o nobre deputado, na exposigao d,c sitas ra-
zOes.
A commissao, senhores, n.lo tratan de emittir jui
zo sobre a idenldade de crcumstancias, que sup
poco nobre deputado existir nlre o professor de
Goianna, e 0 !a Victoria ; porque nada a respeito
consta, dos papis, rom que o peticionario instraio-
a sua petigao. A commissao ignora quaes a cir-
rumslancias que se deram para o augmento do
vencimentas do professor de Goianna ; nos nao sa-
bemos o motivo que levon a assembla transarla a
augmentar o ordenado desse professor. Fora iuds-
pousavel queo nobre deputado provasse que esse
motivo consisti unicnniente no farto'de ler o jiro-
fessor de Goianna onza alumnos de frequencia, e
fao nobre depulado, quero que me diga o que he
que pretende o .nobre depulado com essa conclu-
sao ? Sem duvda. he seguir o systema que eu de-
ploro se tenha seguido entre mis1; systema desacre-
dilado em toda a parle da Europa, "j muilo velitb
e desconecitnado, qual o de entender o legislador
que os professores si-rao mais assiduos as suas
obrigaroes, empregarao mais esforros no cumpri-
i non lo de scusdevres com o augmenta da uma gra-
lilicacao : islo be, seguir um systema, que j boje
uiuguem segu na Europa, e que dcsgragadamenle
se tem seguido, c queda om resultado o estado da
instrucrao publica cnlre nos. Esta desgragada-
mente provado, ha muilo, que lal systema-he in-
conveniente e errneo ; e se nos Tormos folbear .i
nossa legislaran, veremos que ha muilos annos que
tem sido o pensamento constante desta casa o que
o, parecer cm suas conclusOcs indica ; e que deste
pcnsamculo tem resultado osles abuso que o nobre
depulado deplora, e que eu junio minhas vozes s
suas para deplorar.,. Gralificagcs a quem lver tan-
tos alumnos ; gralificages a quem livcr lauto lem-
po de servieo; lano mais para se pagar uma casa,
quaudo o numero dos apranos exigir, maior casa ;
e a instruegao retrogradando, quando nao, pelo me-
nos nao progredindo. E todas essas medidas nao
tem fcfl mais do que complicar a legislagao, ees-
cancarar as portas aos abusos aos favorece a toda
a falta de systema para os professores ; de manera
que elles v.lo comprelieiideudo que nada ganhaiti
em cumplir suas obrigagoes, que as causas estao na
realidado na legislagao, c em ler patronato.
Sr.presidente,nao olhemos para o numero de alum-
nos que tem um professor. 0 uumero de alumnos
depende de crcumstancias, que nao eslao as mitos
dos professores evitar : um professor muito hbil po-
de ler menor numero de alumnos, do que oulro que
nao seja tanto ; isso depende da localidade, depende
do lugar em que esl estabetecida a cadeira, etc.,
ele.
Porlanto, nao pode servir de base para o calculo
que se quer fazer o numero de alumnos.
O/a, supponba o nobre deputado que-o professor
ila Vicloria tem lido menor numero de alumnos, por
crcumstancias inteiramente indepeudentes de sua
vontade; supponba que isto he uma verdade : sup-
ponlia que esta professor he mais hbil para exercer
o magisterio, do qne o de Goianna (fallo em hypolhe-
se), ou de que nutro qualquer. ,Eslar o nobre de-
pulado com a sua consciencia muito tranquilla, que
ir de accordo com os bons principios nesla materia,
dando a este professor menos do queda a oulro as
crcumstancias que aponlei ?...
O Sr. EpaminonUas : Se o trabalho for i-
gual..
O Sr. Baplista : Sr. depotado, em ordenados
de empregos publico, he urna chimera, com que
muilo se querem abragar'em vao, o acolber a igual-
dade do trabalho. O trabalho nao be regular, por-
qne pode um professor ter muilos alumnos e Iraba-
lhar menos, do que aquelle que tem menor nu-
mero... .
O Sr. Epaminondat : Isso he metbaphi-
SICO.
O Sr. Baptiza :Esta ao alcncela inlelligencia
mai mediana, l'de um professor ter mais alum-
nos, ser menos aniduo, menos cuidadoso, quando o
oulro, com menor numero,pode duplicar de esforgos,
aprovetar todo o lempo que est cm sua aula, cha-
mando os provelos para ensinar os mais novo, etc.,
etc., he o mesmo que o chetade tima reparligao. Pois
o zelo depende do numero ? Poi o estwuma aula
cheia far com que o meslre nao seja descuidado,
seja dHigenle ?....
que o patronato nao ve-
tilla surrateiramente ter entrada nesta casa.
(Ha rarios apartes.)
O Sr. Barros Brrelo:Sr. presidente, eii nao
nosso comprebender as razes de equidade de que
falln o nobre' deputado que impugnan cm pri-
meiro luear o parecer o que sene para augmento
de ordenado; pois o nobre deputado sabe iuni bem
quanlo he diflicil apreciar-se a denudada de er-
cumstaiicias, e aten) dista a llegagao taita pelo pe-
licionario da que as matriculas qoe pertenciam a el-
}*. passaram fazer parte das rendas da provincia,
uao procede; porquanto, tai cm 1845 que a lei do
orgamculo mandn arrecadarem-se as nalrieulas
como renda provincial, entretanto que posteriormen-
te o ordenado desse professor foi augmentado. I.em-
brarei a casa este tacto: o producto das matriculas
foi rerolhido como renda em 1845 e em 1848 o
ordenado do professor de Vicloria foi augmentado,
e eslou bem convencido, que esse augmento nao
leve oulro pretexto senao o ler elle deixado de per-
ceber o producto das matriculas.
Cm Sr. Deputado:Eo ordenado do professor
da Goiauna que tai elevado a 6009000 rs.
O Sr. Barros Brrelo: Senhores, sajamos
francos, sao verdades, que nem sempre se di-
zem, mas sao verdades que eu nao dcixarci de
proferir: o ordeuado do professor de Goiauna foi
augmentado lalvez porque-muita- vezes o patro-
nato lem lido entrada neUa casa, porque mui-
tas vozes o ititercsse individual, tem sobrepujado,
tem suplantado o ulerease publico, e por isso neiu
he de admirar,.que o ordenado de um ou oulro cm-
pregado, sem razao alguma tenha sido augmentado.
- Sr. presidente, os honrados membros nao lem
destruido nenhnma das razoes, em que a comuissAo
se bascou para fundamentar o seu parecer, c con-
cluir do modo porque concluio ; por consequencia
nao me demorarei cm demotislra-l, reservndo-
me para entrar de novo ,na discussao, se pon-entu-
ra os nobres deputados me forgarem a isso.
O Sr. Baptista:Sr. presideute, a assembla
provincia! de Pcrnambtico merece o matares elo-
gios, porque cm verdade, senhores, nao poder invo-
car para cxemplo de patronatos senao o augmenta
de cem rail ris uo ordenado de um professer de la-
lim. I -lo abona muito o patriotismo da assembla;
o so ho nosso pon lo que.o nobre deputado lamenta
o patronato, enUo a assembla est sobranceira a
toda a censura, l-'icar um professor de latini com
600 mil ris de ordenado, eis o que se leve como
efleiludo patronato! 0 nobre depulado lem mais
bellos sent montos, por isso o louvo; mas os seus
esforgos favor dos dinlieiros publicos me parece
se devem reservar para pretengoes mais exagerada,
c mais impertinentes do que esta. Eu fago os me-
recidos elogios ao caracler do nobre deputado; mas
poro-Ibo tambem qne nao seja tao minucioso, que
n.lo leve o seu espirita da economa ao ponto de ser
lachado de medroso, porque as cousa tambem nao
devem ser tetadas alin de certa pimo.
Sr. presidenta, o nobre deputado (permitla-nie
di/or-lhe n3o me i'oniprehendeii purfeitamenla,
lalvez iioi- defeito mpu....
() Sr. Barros Brrelo:Nao apiado.
O sr. Baptista:A conclusao da commissao in-
dica, romo eu disse, um sysjjcma, a saberque os
professores que nao tam grande numero de alum-
nos, que nao apresentant muilos para serem exami-
nados, como que dao a entender nao desempenha-
rcm as suas obrigagilos. Se porvenlura eram oulras
as razOes que leve a commissao para indeferir este
prelondentc, entao para que deu esta razao no pa-
recer?
o da aulori
io menino m;
Campello,
le com o* me-
lulrina
IJ crranle de
idade alguma os
__i ta
despachoNesle jnizo
que vezes lio.
sej
Um Sr. Depulado: O nobre deputado julgou um
bom professor, e um que nao presta para nada.
O Sr. Baplista: Senhores, todos os que querem
seguir o systema de conbecer o zelo e assiduidade do
professor pelo uumero de alumnos, euganam-se com-
pletamente.
Porlanto, Sr. presidente, por ah nao von en. De-
claro que o numero de alumnos nao he que me de-
termina para avaliar do mrito de uro meslre.
Agora varaos aos exames :
Ora, Senhores, quem ho^capaz hoje de suppor, em
boa consciencia, que as hanilitagies de assiduidade e
zelo de um professor,se possam avaliar pelonumero de
exames, que tazem seus alumnos Y Nao, nao se pode
avaliar ; porque o nobre deputado- sabe perfeita-
menle que, a respeito de exames, os tactos o qua pro-
vam he, que os mclhore maslres patsam hoje pelo
desgosto de ver que seus alumnos vo fazer exame
em Olinda, porque o exames do lyceu e das aulas
O Sr. Epaminondat:Porque era suMlcenlo.
O Sr. Baplista :Oradiga-me o nobre deputado,
(para ser coherente com o parecer), se por ventura
o peticionario rom documentos podesse provar que
em lugar de 11 alumnos linha cento e tantos, e em
vez dedar dous para" exame, dava 80; que.conse-
quencia devia lirar o nobre deputado que he Uta l-
gico? Eu creio que se o nobre depulado quizer
marchar por esse terreno, lia de reennhecer que o
parecer da commissao nao he applicavel ao caso; el-
lo presta-ge a uma.... legitima, que he a que eu
disse, isto he, o mo systema de se pagar aos profes-
sores qlhando-se para o nnmero de alumnos que lem
e para o exames que fazera: e se islo n3o he assim,
entao diga-me qual a consequencia que se deve ti-
rar ? Sem duvida deferir ao pretendenle. Por tan-
to, abi est o nohre deputado j nao tendo razao, ou
alias nao leudo comprebendido o parecer da com-
missao. Mas ea motrei-lhe ler compreheodido esse
_ parecer. Se por ventara o pelieioiario tivesse do-
nao servem. He este um ponto, ero queo lyoea pre- enmonto para prerarqua linha granda Damero de
COMARCA DE-PAJEU.
Pajea 1 de mr?o de 1854.
Nada de importante' ha occorrido nesta quinzena
que mcrera as honras da publicaran, c deve ler no-
tado, que as minhas ultimas missivas nao lhe le-
nho dailo noticia de um s crime perpetrado nesle
termo, o que prova alguma musa a favor da morali-
dade deste povo, alias tao pouco considerado a mu-
tos respeilos ; ao passo qvje na correspondencias de
outras comarcas, c al mesmo no relrospeclo sema-
nal dessa redaegao cncontram-sc, quasi sempre, cri-
me de difiranles especies, e alguns al de cstuda-
da malicia, e inqualicavel perVersidade.
Assim he que militas vezes, currando, entre certas
elasses pouco esclarecidas c apreciadoras da verda-
de, falsas opinioes o preconceilos, injusiamenle pro-
palados, e machiualmente abragados por pessuas,
que coslumam medir peta mesma hitla a verdade
e a mentira, se faz manifesta e rcvollante injusta
a quem nao esta no caso de a merecer. .v
Existem, desde Ionio lempo, injustas pr;eoccupa-
goes a respeilo desta maltado Paje, que, transmit-
idlas de bocea em bocea, vo como que eti misando
erros pouco decorosos, .que seria convenanle des-
tarrar. Eu proprio tenho ouviilo a pessoasije diver-
sas comarcas e provincias julgar os seus habitantes
de um modo tao insidioso, que fria ver: -onba a al-
guem confessar-se Pajeuensc, para yTio passar
por issassino, ou desordeiro na opinia 0 descartaos
e temeraria desses senhores. O dcsim>niido porm
de um juizo tao destavoravel, quanlo i injusto, feilo
de um povo menos feliz que sensato, nenos culti-
vado e esclarecido que discreto e mi alisado, est
na justa apreciadlo dos fados hisloricb.* da sua vida,
dos seus hbitos e coslumes que repeleiin uma se-i
mediante censura. ^V
Entrar o exame, ainda que mal delalhamv des-
ta historia,*seria uma pretengao tanca e ahsuruVj, pa-
ra qnem se tem imposto o dever nicamente de apr-
obar tactos recenlemenle pralicados, e referi-lo*.
quasi sem critica, segundo a ordem porque elles ti-
veram lugar. Mas para que nao passo sem Igum
reparo uma 13o pesada aecusago, convem dizer,
que poueas comarcas de Pcrnambtico levaran as lam-
pas a Paje na moralldade. botndole, e honesli-
dade dos seus habitantes. Fulla-nos he verdade co-
nbecimenlo das sciencas, ras arles, e mesmo de ta-
itas as especies de industria, cujo exercicio deman-
da um certa grao de dcscnvolvimenlo inlclleclual,
mas sobra-nos, em comper.isago, diligencia e amor
ao Irabalho para, no exe-rcicio das occtipagoes que
cnnsliuem o nosso mojo de vida, vencermos as
grandes difliculdade qu e a Providencia uni ao nos-
so solo.
Os Pajeuenses sao d um genio, posto que natu-
ralmente altivo a cerlfo respeilos, com ludo bran-
do, pacifico e hospilalenro, assim como sao em coral
sizudos, laborioso e econmicos : sao tao obedieipn
les e respeiladorcs dn cipios-e praras reli-.-ijis.is. A respailo desta ultima
especie ja lhe doi utnajda na que Iheenviei'em da-
ta de 16 de Janeiro (veste auno, impressa no sen jor-
nal de 4 de fevereirq finita.
Fazendo hoje jutiga aos seus senlimento polti-
cos, os mais suscejjffiveii de tuna soltara licenciosa,
devo dizer-lhe iffue, nao obstante a cxallago e in-
tolerancia, que ziimta boje se nota em algumas co-
marcas desta ptrov incia, sem exceptuar a da propria
capila!, onde af.imprensa tem ultrapassado os lmi-
tes da decencia), e as raas da dignilade pessoal,
ha nao sgrandlssima tolerancia e moderagao, ma
ainda nao pouca] amisade e harmona nos diversos
partidarios polili-cos desta comarca. Nem se diga
que isso contrasta, com muvmenlos revoltosos, que
aqui lem lido bdgur desde 1818 ; porque ninguem
em boa logic-kpnilern provar que a opposgao de
Paje baleu-se fyin a legalidade em nenhum dos ta-
go havido m Serpa Negra.
Quando em fins detejS assanbou-sc a hydra revo-
lucionaria em qtiasji torito esta provincia, echoaram
tambem nesta comarca ,A bradoi e suggesloes do
directorio de entao ; e alguns opposicionistaidespei-
tados, instigados por fss insinuagOes bosll ao go-
verno reunfram pequettos grupos, (pela maior parle
compostos de homonscrminosos u de diversas co-
marcas e provincia), ^isliram a targa da legalida-
de, fizeram mnrles, e- Ipmmellcram oulro excessos
mais, mas este nao s iPo cnnstluiam o partido da
opposicKo, cojo membfos mais proeminentes deste
termo nunca tomaram uma -parle directa em taes
movimentos, nunca riwam demonstragao positiva do
os adherir, npnca d'i*>ram snas morada e occo-
pagOe, ainda na inatar eftarveseencia das paixoe,
como memo, ape**r *dos os esforc do genio do
cessario processo, em
do ofiensor, lodaVia
policial do dislriclo, fo
do com uma sapca,
menos esse correctivo.]
j que o nosso cdigo
ores de 12 annos, e
seja admitlida como
nao se admittirem e
senlengas do juizo d
la parle proferir-se ose;
nao ha vista.
Sahindo de casa daquclle jorij
um tanto zangado, transportei-l
sa paragem, e vi o que se passa
guezia sem jriatriz ou antes sei
e nada menos vi do que um
e um secularEqual in
mande.
()ue ser ? Que vai busc
nosso vigario ? Que fazem ai _
la entraram gritando e baletido
tusco 1
Mas ninguem se moveu a estes _
dencia do Ilustrado sacerdote aggredid p*
ao furor de dous insensato I '
.Miscravel, grita no fim de tinta o. Jos do Egj
que sem' saber como all se achava. por to I
motivo devia dar-se Uto grande cspedaculo, ca
so alarme em uma povoago, insultar o re
mi eexpor-se aser devidamenle punido.
disse eu, islo sao questaes parochiaes, que | rii
na grejac vao acabar em casa, e para che
passam pela ra, se o destacamento vola;
tivesse. as cousas nao parava'm naquell
lal o terror que inspira o ver -soldadoi ^
os bomens travesos nao querem mostrar^
descu genio.
Acabando detallar comecei a andar tao
e asquecido da scena que leslemunbara, e
'Scntlado, ou ilormindo, ou magnelisado
em casa '&X^Jpbri^i1jg2iriftteir*V#9>'
barbeiroi figura de.fogo ) munido de seu forrlB^Jh'e,
livro onde as linguas ingiera, franceza e ilaliar
escripias com caracteres to desenconlrados, que
cilmente^e .confundiam uma com a oulra. He \
traordinario, pensci eucomigo, esta engenhoso cs
!?




guiar catanga ser obrado tagiieleiro do S. A
que foi aqu emprcileiro das ditas testas? Nao he,
diz-ma uma voz desconhccjda, esta figura que
umitas oulras gue eslao na forja se hao de qu<
na prxima testa de S. Severitm marlyr, e be
do Kufinoda Boa-Vista. Callei-mo,
nao cm concluir esta, onde commemoroej
denles por serem ao uma divagacao p
mantica para o que sou desgeloso, mas
como o be tudo quanlo lhe bei contado.
Tenho lido os debates da assembla provlni
niio posso deixar de nolar que os senhores depi
mais bem votados neslecollegln'lenian
opposgao ao projecto. que lende a I
desta comarca augmentando osu le
'do Recife. Eslou bem tange de poder e
prWiagao das razes de J*rebiencia publica, que se
lem presentado em lo importante
s podtrja fazer se tivesse como live
tender ai honra de ser unidos represe
a urna /severa naquella quadra feliz fi
juslicJ>R), poucu mrito e atirou-me para
espectadores mudos. Paciencia ; aquella lii
vio-i ine para cu uao querer vender lo caro o meu
ruin *) peixe.
A pulida d'aqui acaba de fazer duas nrlsoe, nma
de ui.n amigo dos cavallos do prximo, o oulra, um
pobre crioulo de nome Francisco Jos de San'l'Anna
que D*ssou dias sub custodia mililum, por ter a
enofusiSSaa^iejrnpreg,,, 5g)00j-^witVrfn-iriBS.
coMiados, em mismas _mr alma do dono que anda he
yf.\a.
J live noticia da nova'organisagioda.guarda na-
cional deste municipio, e quem sejam os oOiciaessu-
periores, o comquatita nao (tossam ser censuradas as
nomeagoes por lerem recatado em pessoas bem aplas,
com ludo nola-se, que o Sr. leoenle-eorotiel nomea-
do para o batalho da villa lie um nome uteiramenle
eslranho, o*que dexa suppor, on que hmne erro
nome na projiosla ou equivoco
do. He do suppor, que o q^^H
pretendenles ao novo uniforme,
nito que oanligo, j van fazendo cainitas
das graduagAesj que bao de oceupar
mesmo da secgo da gente de reserva,entre
Jos do Egypto quer oceupar o posto de sargento
brigada, ao'qtte lhe d indisputavel i
milavel calligrapliia, o desde j
patricio Manuel das Mechas se
tal erapregn, nao tendo oulro mrito senao o ser ra-
xeiro do commaiidaule. O mais para a segrate.
Y.
(dem.!
DIARIO DE PERMfBUCD.
A assembla approvou hontem em segunda discus-
sao o< projeclos : n. 1, que fixa a targa pol
2, que autorsa ogovertio a mandar vtr alguma ir-
maas.de caridade, dispensando o infersli
bos para serem dados para ordem do dia de hoje, a
qual se completa com a conlinuacao di de hontem.
HOMEOPATHIA.
O systema de carar a enfermidadrs por malo de.



jStaBgjnjjlgMj

*

1
s
';
medicamentos que no estado de saude produ/um de
ordena guies, nao tie mais hoja um objecto de coa-
lestor,ao nem de duvida, a menos que nao seja pan
alguna espirito contornases que negan? al o clarao
da luz que lhe* nflusca a vista. Nao pode ser nem
mais lisongeiro nem mais-animador o horisonte que
moilr a liomeopalhia era todo o mundo civilizado,
e ludo se prepara para a grande resorucao scientillca
que pouco ou nada peder tardar, e que sa grande
forja das conveniencias a tem podido suster at o pre-
senie. Ogrande aple*) III assim como deu um
golpe fatal nos anarchistoa poderia ter dada nao me-
nos forte na medicina ollicial, se tora nm pouco me-
nos eondeaeendenle para.com meia daiiwHe caberu-
dos lentes da academia de medicina d Paris, e nao
cedesseuso1ducaameacaipoisem,frwca niio fal-
tariam capacidades que nodessem igualmente preen-
eher as vara ,oe ellea deiassem na escola, e d'esla
arte e poderla com mais facilidad dar umn deci-
sao final a queelSo tiio debatida e que irreme-
te produilr seu efteito.sem embargo
{Jo que tem encontrado da parte d'a-
a eja mios tem at hoje, infelizmente pa-
ra a tiumanidadc, estado o poder da medicina.
Ntnlium outro paiz mais cjue a Franca est habili-
> revolucao sciei.iifica que tanto almcja-
> astro brilliante da UusIracSo e
la medicina principalmente tem lo-
a todas as outras nacoes, lie n'ella
n levado' o esludn da chimica ao que ha de
W: he n'ella que so tem esmerilhado a
a do organismo homano ; lio n'ella
iprofundado quanto lio possivel as diver-
ges ph\ siolgicas; lie n'ella que a homeopa-
m hoje grandes proslitos e que continuam as
invesllgacoes do immnrlal lialinemann; e nao s tem
dado a luz suas importantissimas. obras como lam-
bem Iraduzido oulras de nito menor transcendencia
publicadas pelos allemesetc. lie na Franca que
mpresso 5 rdicOes do Manual de Medicina
liomeopalhica do Dr. Jahr, a primeira" mais impor-
tante de todas as obras d'esse systema, por sera uni-
3 lado da llieoria acha-se sempre a pralica e
vice-versa.
'alado especial das molestias da polle polo mes-
ehi, o tratado das molestias acudas echroricas
Dr. llarlmaim, c o das molestias do-i meninos
te ultimo sao obras de erando mereciineiilo, e
quesobejamente provam a grande importancia que
est gozando a liomeopalhia eas grandes capacidades,
isto he capacidades europeas, que boje conta ella em
seu sefn.
A segunda edicoao da Pharmacopa de Jalir est
prestes a sahir a lu, vindo d'esta vez accrescent,ida
cum sabias) observaeftes do primeiro pliarmaceutico
leopatha. Mr. Calellan. Alm destas obras cada
tais imnorlante, ha grande numero de outras
sido successivamenle publicadas, e cada qual
s mcrecimento; como seja a doDr. Uering, do
s, a grande historia da bomeopatliia pelo Dr.
as ibteressanlissimas obras do Dr. Brrnnin-
ien,,do DrjCaslaing, do Dr. Salevertde Fayolle
ele, e outras militas quo seria fastidioso enumerar,
es lera tido espantosa eslraco, logo que sao
dadas a luz.
lltorio homeupalliico ra do Collegio n. 25,
primeiro andar. Dr. Lobo Moicozo,.
'(Continuar-tt-ha.)
DIARIO DE PERNAMBUCO, QUINTA FE1RA 16 DE MARCO DE 1856.
CORRESPONDENCIA.
j u tiim
ot.
fhnj
Senkores redactores. Um Tacto de Iranseedcnte
mjsierio se acaba de dar com um empregadn, que
is de 20 annos tem dado provas exuberantes
capaeldde, e incapaz de pralicar qualquer
como a qne se acaba de obrar com o mes-
ai ninguem seria capaz de forjar, seno al-
lenha para si o, posso, quero e mando.
I Sr. Dominaos Alfonso Nery Ferreira,
oda Ihesouraria geral desla provincia.con
l encaixotado vista do Sr. commandanle F"
do vapor SanS^ieiulor quantia de 100:
W o mesmo"commaiidaiile entregar na co
mRoto publico, acontecen que ebegando o di(o
lejiaquella i| | r i ^flj i 1TI1111I
09, faltando por consequencia .
XJJ. 20:5003, falta esta queqil-
Mrrfirio nao far respon . pois para resalva do niesmo, alii
Sr. commandanle que receben aquel-
tia, que assistio a conlgem, e que a vio en-
lemais, o Sr. Nery Ferreira felizmente
i asido pelos seus precedentes, nao s
Mo publico, como homcm particular,
n sua conduela, e julgamos que nao ba-
s pessoa capaz de nos contestar a tal res-
este desgosto pelo qual acaba de passar lao
coma preslimoso cidadao, de certo nos de
. de. ver o que se pralica com um func-
io publico, que ato boje sua vida publica e
lar, nao tem a menor mancha, que Pernam-
tdro esl prompto a atleslar sua honradez,
gando-o incapaz de semelhante picarda ; no cn-
tanto tem de se resignar a soffrer com paciencia, e
pens de sen cargo, a entrar para o tofre com
dentro de 48 horas, ea ser processado; eis o
frnclo do empregado probo e honesto.
indamente este aconlecimenlo,
e desejamos para triu
da honra ultrajar!
Estas
merece Iqdo
seremos semt
Kecj^^H
3 innocencia e descanso
irecido este misterio,
os amisade, que nos
le bem, de quem
A PEDIDO.
Para os
diariamen'
eatudantes
transitara I
inteira_conhc
uoral
cheiras, que
condurao dos Srs.
emia de Olindat que
na lerem e lerem
nao se chimenea ig-
<*555 do Sr" ,o5 Ja Costa Pillma a quantia
de 129000 ts. para dizer 12 missas com a esmola de
ICOOO rs., seto alma do fallecido Jos de Figueiredo.
Boa-Vista U d marco de 1834.O padre
Aianoel Cyrillo de CHiceira.
Illm. Sr. Dr. director da toculdadRTe direilo.
Francisco Antonio de Moraes Coutinho v'em reque-
rer a V. S. se digne de mandar dar-lh por certido
o theor verbo ad verbum da certidSn de baptiimo
apresenladn por Joaqun) Baplisla Moreira Jnior
para malricnlar-se no primeiro anuo do corso jur-
dico em 1845. e bem assim o Iheor do juramento poi>
elle prestado no acto de receber o grao do hachare!
formado em 1849, uesles termos pedo a V. S. seja
servido assim deferir-lhe.. E R. M.
Passe do que constar, linda 30 de Janeiro de
!8.Dr. Coelho, director interino.
Em virlude do despacho supra do Illm. Sr. direc-
tor interino, certifico que a cerlido de idadede que
falla o supplicanle he do Iheor c forma seguinle:
a Francisca Diogo do Souza Souto, abbade da fre-
guezia de San Nicolao da cidade do Porto.
Certifico que revendo o livro dos baptisados da
mesma rrcgueiia, nelle a folhas 201 achei o assenlo
do theor seguinle: Joaquim, filho legitimo de Joa-
quina Baplisla Moreira e sun mulher D. Joanna Mar-
arlda Moreira.moradores na toada Rebolleira desla
freguezia de San Nicolao da cidade do Porto ; nelo
paterno de Joo Baptista Moreira e Mara Thereza
d Souza da freguezia de San Martinho d Pennafiel;
e materno de Luii Maooel da Silva e Thereza de Je-
ss desla cidade: naseeu ao* 5 das do me; deju-
nho do anno de 1824, e foi baplisado por mim ab-
bade desla igrejaao 10 do dito me;. Foi padri-
nlio Benlo Joaquim Pereira, e assistio Antonio Joa-
quim Pereira, cavalleiro da ordem de Cliristo, mora-
dor sobre o Muro desla fresuezia: foram testemu-
nhas Nicolao dos Santos e Simio Carlos comigo assis-
lente, doquefiz esle assenlo, era como cima. O ab-
bade Domingos Luid Pinto Coelho. Nao contiena
mais o dito assento ao qual me reporto.
Porto 10 de uutubro de 18U. O abbade,
Francisco Diogo de Souza Soulo.
Reconhego a assignatura retro. Porto 13 de
uutubro de 1843. Em leslemunlio de verdade.
Thom Jos de Barros.Antonio Joaquim Pereira
i/e Furia, subdito e vice-cousul do imperio do Bra-
sil nesla cidade, etc.
Certifico que a assignatura npra he a propria e
verdadeira do tabclliau desla cidade Thom Jos de
Barros. Dado sb o sello das imperiacs armas desle
vice-consulado no Porto aus I i dooiilubrn do IS.i.
Antonio Joaquim Pereira de Paria, vice-consul.
Revistado a fl. 38 d livro competente. Tei-
xeira. N. 102, rs. 160, Pg. 180 rs. de sello. Recife
13 de marco de 1845. Assumpciio Miranda. E
nada mais se cnntiuha em a dila certidlo que copiei
fielmente.
> Cerlifico mais quo o juramento prestado pelo
bacharel formado Joaquim Baplisla Moreira Jnior,
antes de receber o gro.foidolboor e forma seguinle:
Juro defender a constituiciio poltica do Brasil,
e que nosgrvico de minhas leltras, cujo emprego me
concede o grao que vou receber, me nao deixarei
euiar senao pelos motivos de Justina, equidade e pro-
bidade, e que cum ellas sempre procurarei con-
correr para a fe I i cidade do Brasil.
Secretaria da academia jurdica de Olinda, 30 de
Janeiro de 1854.Eduardo Soaread'Albergara, se-
cretario interino. J
Agurdente radiara .
de cania
i) resillada.
lienebra....... ,
..........botija
......... cauada
.........garrafa
duas arrobas, um alqueire
Licor.....
.....
Arroz pilado -
" em casca.
Azeile de mamona.........caada


Cacan
Aves -
n mendoim e de coco.
de peixe.
9
COMMERGIO.
. PRACA 1)0 RECIFE 15 DE MARCO AS 3
HORAS DA TARDE.
ColacCes ofticiaes. \
Cambio sobre Londres a 27 3)4 d. a prazo."
Dito sobre ditoa 281|4 d. a dinheiro.
onio de lelras de 30 dias 12 por cento' ao
auno.
Assucar mascavadoa 1J680 e 1J750 rs. por arroba.
ALFANDEUA.
Rendimcnto do dia 1 a 14. ; 105:2258690
Idcmdodial.........15:3939719
120:6199409
araras. ... ......
papagaios.......
Bolachas.............
Biscoitos......... .
Caf lioiu...........
restolho..........
com casca.........
b muido ..........'.
Carne secca ... .*..... .
Cocos com casca......
Cbarulos bons......... ,
ordinarios.......
regala e primor. .
Cera de carnauba-........
em velas..........
Cobre uovo ino d'obra.....
Couros de boi salgados......
espigados........
verdes ..........
de onca .........
de cabra corlidos. .
Doce de calda.........,
goiaba.........
seceo ...........
jalea............
Estopa nacional.........
eslranseira, mo d'obra.
Espauadores grandes ......
jiequcnos......
Farinlia de maudioca......
millio ,......
ararula .......
FcijSo..............
Fumo bom......... [
ordinario .........
cm folha bom.......
ordinario ....
. reslulli.....
Ipecacuanba ..........
(iuiiiina. ,.......t
engibre.......]
Lenha de achas grandes.....'.'.'.
pequeas........
toros......... .
Prancbasde amarello de2 coslados. .
louro..........
Coslado de amarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 >j a 3 de 1.......
" de lito usuaes.
Cosladinho de dilo. .
Soalho de dito. ....
Forro de dilo......
Coslado de louro.......
Cosladinho de dilo..........
Soalho de dilo............
Forro de dito........... \
cedro.........'. '.
Toros de talajuba......... quinlai
Varas de parreira. ........ duza
aguilhadas.........
quiris............. n
I
9290
3100
91O0
9W0
.-ISO.
9400
9180
49800
19600
720
I9I20
19280
. 59000
urna IO9OOO
um 39000
(3> 49180
69400
59000
39000
39600
, 69IOO
29800
29SO0
19200
9600
23200
6500
K-TOOO
3160
9160
9170
9090
159000
9200
9240
9200
9360
9280
IsOOO
1000
29000
19OO0
2J800
29OOO
9000
69008
59000
:too
89000
49000
35OOO
329000
29OOO
29000
19600
9600
9.5000
urna I29OOO
79000
cento
s

D
l>
.
.
1)
. um
. i
alqueire
)

alqueire
. Op




alqueire
. ia
. rcnjlo
1-
209000
iOstKX)
83IH
(WWO
39500
69000
552IK)
39200
29200
:1300o
15200
13280
19600
9960
Em obras rodas desicupira para carros, par 405000
matante liaver ,1 si ludo
para fazenda publica do
lira, que consiste, em 20 rs.
oulro qualquer animal de
carro, nao comprehendendo
puxarem, os quaes licam sugeitos
Frs. na razo de seu numero na for-
incial n. 24-4 de 16 de junllo de 1819.
2. ; e do regulamento do governo do 1."
libro de 1838, art. 2, in fine, e 4.", 5., 6.",
.", pelo lempo cima declarado.
Vrl. 2. Esta laxa ser cobrada de lodos os ani-
e vehculos, que passarcm pelas ditas .pontes ;
ta importancia sera declarada cm cada barreira
ntun carla, posto cm lugar saliente, de modo que
ssam saber quanto Ihes cumpre pagar.
I. 4. As laxas mencionadas serao pagas tanto
ida como pela volta, c somente serao isentos de
:;ar : primeiroios que andarcm a p as ponles
1; segundo, os padres e pessoa* que os acom-
m acto de administraban dos sacramentos;
ilos que sao reconhecidamente de pro-
nacional, ou provincial ; e quailo, as pes-
transitarem pelas pontes em actoeffectivode
servido publico.
Art. 5. Toda 3,068501 que deixar de pagar, ou
nSo pagar as laxas marcadas empregando meios
e reprovados, ser multada em 109 a 309 rs.,
bro as reincidencias, alem do pagamento da
pelo inspector da barreira, com recurso defiu-
livo para o inspector geral das obras puhljcaj.
.' Para lomar cllrliva a disposinm do ar-
ecedente, os inspectores das barreiras appre-
lo logo bens equivalentes para o pagamento,
1 is proprias pessoa em falla do bens, e poderao
deprecar ,qualquer autoridad? a apprehensao. que
rem fazer por si ; procedendo-se cm ludo
istralvamente, e sem forma judiciaria.
IrU 7. Quando occorrer duvida sobre o paga-
oda lata, barreira nao ser franqueada sem a
liva entrega da quantia exigida pelo respectivo
tor, flcando entretanto salvo o recurso, de que
Irala o art. 5.
'," Os agentes da arreca Jac3o_s3o ofllciaes pu-
eos que se lhe oppozerem com forra ou amea-
Bro as penas dos arli gos 116cll7do coil.
e elles poderao repcllr a forca na forma do
art. 118 do niesmo cod.
r^
juizes, escrivaes e mais _devolos que hao
de festejar a gloriosissima Senlioru u'Assumpcao,
ial capella da Estancia de Henrique Dias,
icia de Fernarabuco, neste arfno de
1854 para 1855. 1
. Juiz perpetuo e proteetnr.
imo imperador do Brasil o Sr. D. Pedro II
c igualmente Sua Alteza Imperial,
luiz por eleicau.
Exm. Sr. p_residenle da relarao Anlot
naci de Azevedo.
Escrivno.
yM AViuirri^iWMr..
Juiz pnrdevIUSr^ -
O Illm. Sr. Dr. Jos dos Aojos Vieira de Amorim.
Escrivao.
O Illm. Sr. Rufino Jos Correa de Almeida.
Mordomos.
O Ujhv. Sd, Dr. Casiano Xavier Pereira de Brilo.
Itr. Custodio dn Silva tioimarfles
Dr. Jnaqbim Jos da Fonseca.
Francisco Jos do Heno.
.Domingos Rodrigues de Andrade.
Joaquim Speridio de Castro luima-
rSes. *
naquim Antonio da Silveira. '
Francisco Baptista de Almeida.
Antonio d Tal Braga.
Francisco de Salles Cosa Monteiro.
Proteclor.
O Illm. Sr; commendador Manoel (ioncalves
Silva.
Juiz por eleicau.
A fltm.aSr.a Antonif Francisca Cadaval.
Escriva.
A Illm.'Sr." D. Isabel, mulher do Ilhn. Sr. Dr. Mi-
guel Joaquim de Castro Mascarenhas.
or ilevocao!
A Illm. Sr.D. Cindida Henriquesda SiKa.
.
A Illm." Sr.a D. rsula, mulher do Illm. Sr. Joo
Mordomas.
As Illmas. Sras. D. Joanna, mulher do Illm. Sr.
Cambo.
D. Joaguina, fllha do fallecido Sr.
Miguel Bernardino Quinleiro.
Joaquina dos Prazer.es,
mulher do Illm. Sr. Antonio Jos
da S
'\vf Jos Cregorip.da Silta Carcalho,
Coadjutor pr-paroclm.
Descarregam hoje 16 de marro.
Brigue "porluguezDespique de Beirismercado-
ras.
Brizne suecoFlixplvora.
Brisue dinamarquezFriggalaboad p senelira.
Brigue dinamarquez Jennypipas de vinho.
Importacao .
Brigue pofluguez Despique de Beiriz. viudo de
Lisboa, consignado a Manoel Joaquim Ramos e Sil-
va, manifestou o seguinle:
100 barris cliouricos ; a Francisco de l'aula Pe-
reira.
71 barricas sardinhas, 50 ditas cliouricos, 50 dilos
toucinlin, 12 di|os peixe salgado, 50 caaslras bata-
las, eaixinlias pinlioes; a Luiz Jos da Cosa Amo-
rim.
1 cajxote com dous bracos de halanca, 3 mbririhos
paneiros de rame ; a Narciso Jos da Cosa.
100 saceos semeas: a Joaquim Jos de Amorim.
25 barris louciuho; a Domingos Jos Ferreira
GuimarSes.
14 pedras de moinbo, 20 barris sardinhas, 5 dilos
paios, 20dilos cliouricos, 50 canaslras btalas; a Ma-
uoel do Reg Lima.
15 caixas de fruas de doce secco; a Carlos Mar-
lns de Almeida.
I caixot chapeos de pello de coelho de difle-
renla lawanlios e cores, 9. barris vinho linio, 1
caivote mercurio doce, 1 caixa navalhas de bar|lB,
assentadores para as ditas boueles de oleado, 1
caixole peixe, 1 dito marmelada; a Augusto Cezar
de Abren.
115 barris sardinhas; a Novaes & C.
24 pipas e 55 barris vinho linio, 4 pipas e 5 barris
vinagre, 66 dilos azeite-doce; a Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva.
II pp'as o 30 barris vinho linio, 25 dilos dilo
hranco, 15 pipas e 15 barris vinagre, 10 barris paios,
20 ditos chouric.09, 20 dilos toucinho; a Machado &
Pinheiro.
43 barris cal em pedra, 5 gamelas cera; aOlivci-
ra Irmaos & C.
1 barril vinho linio ; a Jos Ribeirn de Brilo.
1 barril vjnho; a Manoel Pereira Teixeira.
3 barris vinho; a Jos Joaquim Pereira.
1 embrulho lvros; a Rav mundo Carlos Le le.
liiarril vinho liuto; a Jos Antonio Basto.
1 cixa agua ingleza; a Jas Teixeira Basto.
27 pipas e 115 barris vinho linio, 100 dilos dilo
hranco, caholes bolacha d agua e sal, 5 caixas ce-
ra cm velas, 1 dila lvros, 2 dilos com 3 imagens
xom seus ornamentos deprala.-l dila seda, relroz,
lio x canolilho de curo, lnlajolas de dilo. galo de
dito, edlo de prala. I embrulho la*; a Thmaz de
Aquino Fonseca & Filho.
1 caixa livros e folhelos, 1 chapeo e nm sinete para
carias, 1 dita impressos; a Miguel Jos Alve*.
8 barricas sardinhas, 1 caixa regislos em paineis,
escovinhasepentes, 6 barris chourijos; a Jos An-
tonio Alfonso Noronha.
21 caixas- cera cm velas. 15 dilas vidros sorullos:
a Francisco Severiano Rahello & Filho.
2,000 mol los ceblas, 21 caixas dilas, 10 pipas vi-
nho; a Antonio Alves Vilella.
15 caicas cera em vetas ; a Antonio V. da Silva
Barroca..
50 canaslras batatas, 18 moios sal; a Jos.Fernan-
des Ferreira.
2 caixas cochim de prala; -n Domingos Alves Ma-
Ibeus.
2 gigos louca de barro; a Jos Marcelino da Rosa.
50 canaslras batatas, 24 barris toucinho ; a Ma-
noel Joaquim da Costa.
2.caixas drogas, 1 dita broxas, 1 dita aguaingleza,'
1 dita purgante de Le Roy, 2 ditas vidros e garrafas
de dito sorlidas, 1 dita frascos surtidos, 1 caixole pi-
llas; a Santos & Ferreira.
1 caixoto gorgurao roxo, tafet dilo, 1 cean de
,fio dilo, e nina cruz de fio da ouro; a Joaquim Fer-
reira Mendes Guimares.
1 barrica linguicas; a Jos Alfonso Moreira.
Escuna nacional Galante Mario, -vindo do Ass,
consignada a Joo Antonio da Sil-va rilo & C,
manifestou o seguinle :
700 alqueres de sal, 200 molhoa de palhas; aos
consignatarios.
Vapor nacional lotcphina, vindo dos porlos do
sul. manifestou o seguinle: -
- (chapas do cobre; a Andrade & Leal.
7 caixoe* e 1 fardo ; ao Exm. presidente da pro-
vincia.
eixus
Melacp.............,
Milbo.............
Pcdra de amolar........
i lillrar........
rebolos ........
Pontas de boi..........
Piassaba..............
Sola ou vaqueta........
Sebo om rama.............@)
Pelles de carueiro......... runa
Salsa parrilha..............(&
Tapioca...............
Unhas de boi............. rento
Sanan ............'....
Esleirs de perperi
Vinagre pipa. .

. caada
alqueire
. urna
. 0
. B
. centn
. motho
. meio
urna
s
169000
9160
19280
9640
69000
9800
39000
9320
29IOO
595OO
9200
20*000
29.560
9200
9080
9160
30-3000
MOVMSITO DO PORTO.
1 caixote > a Antonio Joaqnim Panasco.
1 enilwuliri!; a Luiz Gomes Ferreira.
10 caixas eliarulos ; a F. Dragn.
Iliale nacin?' -Aurora, vindo do Aracaty, consig-
adoa JosMnpod Marlns; manifestou o seguinle:
icaixas velZ'dn carnauba, 1 embrulho e 1 sacca
cera de^rBetUa,. A'.9 saccas cera de carnauba, 588
meios de sola, 169 cC'uros salgados, 2425 esleirs de
carnauba, 11 fardos, 3 tVarricas e 2 civas sapatos, 1
pacole pennas de ema, JlO.courinhos de cabra ; a
ordem. '
6 caixas sapatos, 650 esletiras, 10 lucas carnauba,
100 couros salgados; a Camnha & Filhos.
5 saceos cera de carnauba!. 77 meios de sola, 22
cuurinhos ; a Jos Aflonso Moreira.
CONSULADO TljERAL
Natos entrados no dia 14.
Londres69 dias. brigne sueco Flix, de 180 tone-
ladas, capilao F. 9. Akerslrnu, equipagem 9, car-
ga, fazendas, plvora e mais gneros ; a Deaue
Vouleii Companhia.
Parabiha24 horas, lilale brasileiro Conceicao Flor
das l'irludes, de 23 toneladas, meslre Joao Alves
de Faras. equipagem 4, carga couros; a Pauto
Jos Baplisla. Passageiros, Francisco Fernando
Lim, Antonio A lexaudrino Lima,
libas de Sandivick 70 dias, galera americana
Qyotng America, de 2,000 toneladas, capilao 1).
S. Babcock, equipagem 45, carga nzeite de peixe e
naleia ; ao cnsul, com 25 passageiros. Veio re-
frescar c segu para New-York; anda satirc a vella.
liba de Fernando50 horas, patacho nacional Pira-
pama, commandanle Camillo de Lellis Fonseca/
Passageiros, o ex-almoxarife Joaquim Mendes da
Cimba Azevedo, Lourcnco Jos de Souza Lobo,
Manoel Thumaz dos Santos, J. Xavier Vianua,
Maria Leopoldina de Barrosl.acerda e 1 lilha,
Francisca Rosa de Lima e sua familia, Maria Jos
e 1 lilha, Luiza Maria Noaueira e 1 firho, Felicia
Maria do Carmo, Maria Raymunda dos Aojos, 2
pracas do exercilo e 2 sentenciados.
Aocos salados no mesma dia.
Para e porlos intermediosvapor brasileiro Josephi-
na, commandante o lente Ponl8 Ribeiro. Pas-
sageiros que leva desta provincia, o capilao de fra-
gata Filippe Jos Ferreira, Pedro de Alcntara
lanas Abrcu Lima, Dr. Joaquim Antonio Alves
Ribeiro o 1 criado.
Rio de Janeiro e porlos intermediosVapor brasilei-
ro Imperador, commandante o capilao-lencnle
Oervazio Mancebo. Passageiros que leva desta
provincia, Francisco Tavares Costa, Boaventura de
Q. Bitancourt, Dionzio Francisco Chagas, Hola-
vo Adelo CarneiroCunha, Marcolino Antonio Pe-
reira Jnior, o Exm. Yisconde de Olinda, o Barao
de Piracinunga com sua familia, Chrislovao de
Barros Lima Monlerazo c 1 escravo, Arcelino Jos
Almeida Pernambuco, Jos Nunes Guedes, 1 ex-
cadcle, 9 recrulas, 2 pravas de raarinba, o segundo
lenle Luiz Carlos Lins WandcrhSy, Jos Soriano
de Souza. Ireneo Basiliano Carvalho Silva, Fran-
cisco Moreira Lima, S. de Castro Guedes, Marcoli-
no Scrates de Moura Pogge, Dr. Jos Augusto Ce-
sar Nabuco Araujo, sua senhora, 2 criadas e 3 es-
cravos, Anlonio Jos Duarte Silva Braga, F. W'il-
liam Hermn, Gabriel Alcides Baposo da Cmara.
Rio Grande do NoTle Lancha Feliz das Ondas,
meslre Miguel Archanjo da Cosa, em laslro. Pas-
sageiro, Jos Ignacio Pinto.
Lisboa, Canal e Mediterrneo Brigue portusuez
Tarujo I, capilao Manoel de Olvira Franco,
carga assucar.
Rio de JaneiroPatacho brasileiro Valente, capilao
Francisco Nicolao de Araujo, carga varios gneros.
Passageiros, Bernardo de Freitas, alfares Leopoldo
BorgesGalvSo Uchoa, alferes Jos CarWi de Oli-
veira Franco. Clorindo Olindense Pessoa de Mello,
Candido de Souza Braga.
Natos entrados no dia 15.
Hlitos32 lias, patacho inglcz Lady Suvmorc, de
137 leneladas, capilao J. B. Courad. equipagem
10, carga bacalbao; a Me. Calmont& Companhia.
Aracaly11 dias, Iliale brasileiro Aurora, de 31 to-
neladas, meslre Antonio Manoel Alfonso, equipa-
gem 5, carga sola, couros e mais gneros ; a Jos
Manoel Martins. Passageiros, Uiiilherme Pereira
do Azevedo, Joao Jos da Costa, Anlonio da Fon-
seca fi Silva.'
Boslon-^32 dias, barca americana R. G. 11'. Dodge,
de 306 toneladas, capilao J. W. Friend. equipa-
gem 10, carga gello ; a Henry Fon ter & Compa-
nhia.
Navios tahidos no mesmo dia.
New-York Gatera americana Qi/oung Amprica,
com a mesma carga quo trouxe. Suspenileu do la-
meiro.
BabiaLancha brasileira Licracao, meslre Izidoro
Jos Baptista, carga varios gneros. Passageiro,
Antonio Pereira Vianna.
Rio de JaneiroBrigue americano Anglo Saxon,
capitio C. Solieran, em laslro,
Valparaizo Brigue rosso h'urixim, capilao Isak
Jarmaii, carga assucar.
da
Rendmen|o do dia 1 a II
dem do dia 15
DIVERSAS PROVI
Rendimenlo do da 1 a 14. .
dem do dia 13......
UECEBEDORIA DE RENDAS
RAES DE PRNAM
Rendimenlo do dia 15. .
. 27:1779107
. 2:0699815
29:2479222
IAJS.
2:7629542
2413691
3:0069233
NTERNA'S GE-
CO.
. 1:3703838
PAUTA. ^-^
dos precos correnles do ytsucar, alg'odao', e mais
gneros do paiz, .t/iieve despacbam na mesa do
consulado de Pernatnbuco, na semana de 13
a 18 a 4 de mareo deV854.
Assucaremcaixasbranco I4* ,ualidade
EDITAES.
o o B n 2.
o mase.
bar. esac. branco.
* mascavai
refinado
Algodo empluma de 1." fqualidade
n n 2.
i) 11 i) ,3.
em carolo ....
Espirilo de aguldenlo ,


n
o
11
caada
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria provincial,
em ciimprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, manda fazer publico, que no dia 16
de marco prximo vndouro, vai novanieule a praca
para ser arrematada a quem por inenosjizer, a obra
do acude da Villa Bella da comarca de Paje de Flo-
res, avahada em 4:00'i9000 rs.
A aneinaiaciui ser feita na forma dus arligos 2i e
27 da lei provincial n. 286 do 17 de inio do 1851, e
sob as clausules especiaes abaixo copiadas,.
As pessoa que se propozerem a esta arremalarao
cnmparecam na sala das sessoes d.1 mil i da razenda
da mosmu tbesouraria, no dia cima declarado pelo
inein dia, competentemente habilitadas.
E para constar se maiidou allixar o prsenle a pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provinciM do Pernam-
buco 16 de fevereirode 1854.O secretario,
Antonio Ferreira SAnnunciaco.
Clausulas especiaes para a arrenuxtae-io.
l. As obras deste acude seriio feitas deconfor-
midade com as plantas e orcamenlo apresentados
nesla data approvacan do ExTrh-presideut-tia-iro-
Vinc'ia na importancia de 4:0019000.
2.a Estas obras .lvenlo principiar no prazo de
2 me/.es, e serao concluidas no de dez mezes a con-
tar conforme a lei provincial n. 286.
3.a A importancia desta arrematarlo ser paga
em 3 preslacses, da inancira seguint : a primeira
dous quintos do valor total, quando liver concluido
29300 a-metade da obra ; a segunda, igual a primeira.de-
I99OO pois de lavrado o termo do recebimento provisorio ;
I96OO ealerceira, finalmente de um'quinto de|iois do re-
28600 cebimento definitivo.
19850 4. O arrematante ser obrigado- a commnicr na
29720 reparticao das obras publicas, com antecedencia do
5990O trinta dias, o dia fixo cm que tem de dar principio a
5500 execncao das obras, assim como trabalhar seguida-
59100 mente durante 15 das.fim de que possa u encehei
19475 ro ncarregido da obra, assi9lir aos primeiros Ira
95-iOlbalhos.
5.3 Para ludo o mais que nd esliver especificado
nas prsenles clausula, seguir-se-ha o que determi-
na a loi provincial n. 286 de 17 de maUrdc 1851.
Conforme. O socrelario,
Antonio Ferreira O Illm. Sr. conlador, servindo de inspector da
tbesouraria provincial, cm cumprimenlo da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, de 7 do cr-
reme, manda fazer publico, que nos dias 4, 5 e 6 de
abril prximo vndouro, pera ule a junta da fazenda
da mesma tbesouraria, se ha de arrematar a quem
Eor menos fuer a obra da cadeia na cidade do Rio
ormoso, avahada em -33:0009000 rs.
A arremalaco ser fella na forma dos arligos 2 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de I8SI1
e 60b as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas qUe se propozercm a esta arrematarlo
compurecam ua sala dassessOes da mesma junta, nos
dias cima declarados pelo meio da,competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandn affivar o presento e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernambu-
co 13 de marco de 1854. O secrelario,
Antonio Ferreira d''Annunciacao.
Clausulas especiaes para o arremalacao.
1.a As obras serao feitas de conformidade com o
orcamintoe plaa,nesla dala approvadospela direc-
tora cm conselho, e apresentados a approvaco do
Exm. Sr. presidente da provincia na importancia de
33:0009000 rs.
2." O arrematante ser obrigado a dar principio as
obras no prazo do dous mezes, e conclu-las no de 20
mezes, contados de conformidade com a disposicao
do artigo 31 da lei provincial n. 286.
3.a Para execuc.m das obras, o arrematante deve-
ri ter um meslre pedreiro, eoulro carpina da confi-
anca do engenheiro eucarregado da obra. .
4." O pagamento da importancia d'arremalaco se-
ra finta em.seis preslacOesda forma seguinle: a" pri-
meira da quantia de um dcimo do valor da arrema-
lacao, quaudo esliverem fcilas todas as plantas al o
nivel do pavimenlo Ierren, e juntamente o canod'es-
goto ; a segunda da quAntia de dous decimos quando
esliverem feilas todas as parles exteriores e interio-
res at a altura de receber o travejamenl do primei-
ro andar, e assenladas lodasas grades de ferro das
janellas : a terceira da quantia de dous decimos quan-
do esliver assenlado todo o Iravejamenlo do primei-
ro andar, feifas todas as paredes at a altura da ro-
bera, e embutidas os cornijas ;a quarla lambom de
duus decimos, qjiando esliver prompla toda acoberta,
asscnlada o Iravejamenlo do forro do primeiro andar
rebocado e guarnecido lodu o exterior do edificio ; a
quinta lambemde dousdccimos.quandoesliveremcon-
c l u das todas as obras, crecebidasprovisoriamente ;a
sexta finalmente de .um dcimo, quando for o obra re-
ceida definitivamente, o que lera lugar um anno
depos do recebimento provisorio.
5.a Para ludo o mais que n3o esliver determinado
nas presentes clausulas, e nem no orcamenlo segnir-
se-ha o que dispOe a respeilo a lsji provincial nume-
ro 286.
Conforme.O secrelario,
. Antonio Ferreira d'Annunciacao.
O Illm. Sr. contador, servindo de inspecior da
lliesouraria provincial, cm cumplimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 9 do correle,
manda fazer publico que nos dias4, 5 e 6 de abril
prximo vndouro, peranle a junta da fazenda da
mesma lliesouraria, se hade arrematar a quem por
menos fizer aobra do 2|. lanco da estrada do Pao
d Alho, avaliada em res 14:9609000.
A arremalacao ser reita na forma dos arligos 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematado,
comparecam na sala das sessfles da mesma junta- nos
dias cima declarados pelo meio dia,coiiipeienlemen-
le habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o prsenle o pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernambu-
co 13 de marco de 18.54. O secrelario.
Anlonio Ferreira d' Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremalarao.
1." As obras do 21 lauco da estrada dol'od'Alho
serao feilas de conformidade rom o orcamenlo, plan
la e perlis, approvados pela dirceloria em consclln
apresentados a approvaco do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia de 14:9609000 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras no pra-
zo dfe um mez e seriio concluidas,no de 12 mezes, am-
bos contados na forma do artigo 31 da lei nume-
ro 286..
3.a O pagamento da importancia da arremalacao
renlisar-se-ba em qualro preslacoes iguaes : a pri-
meira depois de feilo o primeiro terco das obras; a
segunda depois de concluido o segundo terco ; a ter-
ceira na necasiao do recebimento provisorio ; e a
quarla depois da entrega definitiva, a qual realisar-
se-ha. um anuo depois do recebimeulo proviso-
rio.
4.a Seis mezes depois de principiadas as obras, de-
ver o arrematante proporcionar transito publico em
toda a extencao do lauco.
5.a Para ludo o que nao se acha determinado nas
presentes clausulas nem no orcamenlo. seguir-se-ha o
que dispoca respeilo a lei provincial n.286.
Conformo. O secretorio, Antonio Ferreira
d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria provinci-
al, em cumprimenlo da resoluto da junta da-fa-
zenda. manda fazer publico, que no dia 23 de mar
co prximo vindouro, peranle a jaula da fazenda
da mesma lliesouraria, vai uovamentc a praca para
ser arremajada a quem por menos fizer -a obra 'dos
colicortos da cadeia da villa de Serinbacm, avaliada
em 2:7503000 rs.
A arremalacao ser feita na forma dos "arligos 24
c 27 da lei provincial 11 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas quo propozerem a esta arrematacao
comparecam na sala (las sessoes da mesma junta 110
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas. .
E para constar se mandn aflixar o prsenlee pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernam-
buco 21 de feverciro de 1854.O secretorio, Anto-
nio Ferreira da Annunciaraoi
Clausulas especiaes para a arremalarao.
I." Os concerlos da cadeia da villa.de Scrinhaem
far-se-hao de conformidade com o rrarueulb ap
provado pela directora em rouselho aprescutado
approvaco do Exm. presidente, iia importancia de
dous eolitos sele eolitos c cincocula mil ris.
2. O arrematante dar principio as obras no
prazo de um mez c deven conclui-las no de seis
mezes, ambos contados na forma do arligo 31 da
lei n. 286.
3." O arremalaiilc seguir nns seus trabalhos lu-
do oque lhe for deltcrmnado-pelo respectivo enge-
nheiro. nao s para boa execueflo das obras como
cm ordem de nao iiiutilisar ao mesmo lempo para
o serviro publico todas as parles de edificio.
4." t pa-.-ami-i 1.10 da importancia la arremala-
rao lera lugar em Ires preslacoes iguaes ; a primei-
ra depois de feita a melade da obra, a segunda de-
pois da culrega provisoria e a Icrccira na entrega
dilinilva.
5. O prazo de rcsponsabilidadc ser de seis me-
zes.
6". Para ludo o que se ada determinado nas
presentes clausulas e no orcamenlo scgiiir-sc-
lia o que dispoe a respeito a lei provincial n. 286.
Conforme. O secrelario Antonio Ferreira
a" timtnciaro.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
lliesouraria provincial, cm virlude da reoruco da
junta lia fazenda, manda fazer publico, que cm cum-
primenlo da lei se ha de arrematar por arreada-
ment, peranle a mesma junta, nos dias 14, 15 e 16
do corrate, a quem mais der, o sitio do jardim Iw-
tanico da cidade de Olinda, avahado annualnienle
em 15I9O00 rs. *
O arrendamento ser feilo por lempo de 27 me-
zes. a contar do primeiro de abril do correute anuo,
ao fimde juubo de 1856.
As pessoas que se propozerem a esta arremala-
cao comparecam ua sala das sessoes da mesma jun-
ta nos dias cima indicados pelo meio dia, coiupc-
lenlcmcnlc habilitadas.
E para constar se mandn offixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 2 de mari;o de 1854. O secretario, Antonio
Ferreira de AnnunciarUo.
O Dr.- Custodio Manoel da Silca Guimares, juiz
de direilo da primeira cara do civelnesla cidade
do Itecife de. Pernambuco, por S. M. I. e Cons-
titucional o Sr. D. Pedro l, que Dos guarde,
etc.
Faco saber aosque o presentecdilal virera c dclle
noticia livrem, que 110 dia 27 de marro prximo
seguint se bao de arrematar por \cnda,a*quem mais
dr, em praca publica desle juizo, que lera lugar na
casa ilas audiencias, depois de meio dia, com assis-
lencia do Dr. promotor publico deste termo, as pro-
priedades denominadas Pilauga e Taliatinga, sita-
da frcsirezia da villa de Iguarass, pertencenles ao
patrimonio dasrecolbidas d>i convento do Sanlissinio
Corarfln de Jess daquclla villa, cuja arremalarao foi
requerida pelas mesmas recolbidas em virlude da lis
cenca que obtiveram de S. M. 1. por aviso do 10 de
novembro de 1853,do Exm. ministro da juslica; para
o producto da arremalacao ser depositado na tbesou-
raria desla provincia alser convertido em apolices
da divida publica; A propriedadePilanga em altn-
Silo as dastrulces qne lemsoffrido suas malas, e a
qualidade da maior parte das trras, avahadas por
10:0009000 de rs.; e a propriedade Taba tintn por
seremuma estrada que offerecemuita vantagem.com
um riacho permanente, e urna casa de laip.1 coberla
de tenas, ainda nova, avaliada por 1:0009000 ; sen-
do a siza paga a cusa do arrematante.
Epnrn qnechegue a noticia de todos, mande! pas-
sar edilaes que serao publicados por 30 dias no jornal
de maior circulacfio, e afiliados nos lugares pbli-
cos.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Pernam-
buco. aos 13 de fevereiro de 1854.Eu Manoel Joa-
quim Baplisla, escrivao interino osubscrevi.
Custodio Manoel da Silva Guimares.
BANCO DE -PERNAMBUCO.
Oconseliio de direcrao convida aos se-
nliore acciouistas do banco de Pernam-
buco a realisarem de 1 > a 5! de marco do
crtente anno, mais 20 por 100 sobre o
numero de aecues com e|ue tem de car,
para levar a cubito o complemento ao ca-
pital do banco de dous mil coritos de ris,
conforme a resoluqao tomada pela assem-
ble'a geral de 26 de setembro ultimo.
Banco de Pernambuco 11 de fevereiro de
1854.-^-0 secretario do conselho de direo
ro.Joao Ignacio de Medeiros Reg.
De ordem do 'Exm. Sr. direcler gerat da ins-
trueco publica, faco saber a quem eonvier, que S.
Exc o Sr. presidente da.provincia, em portara de 4
de marco, creara urna cadeira de nstrucciio elemen-
tar do sexo femenino ni freguezia de Itamaraci, a
3mil est em concurso com o prazo de 60 dias, conta-
os da dato desle. Directora geral 6 de marco de
1854,O amanuense archivista,
Candido Eustaquio Cesar de Mello.
Pela capitana do porto desta. provincia se faz
publico, para couhecimento de quem; por direito lhe
competir, que 110 dia 8 do correntc foi tirada do fun-
do do rio Capibaribe, urna canoa de ferro, no lugar
em frente ao sitio do Sr. major Florencio Jos' Cr-
neiro Monteiro, a qual consta ja se adiar alli ha moi-
to aTuiidaila, contra o disposto no capilulo 1." artigo
9 do regulamsnto das capitanas de 19 de mai de
1816, e para que se proceda, como esl determinado
nos arligos 116, 117 e 118 do precitado regulamento,
mandn o Illm. Sr. capilao do porto Elisiario Anto-
nio dos Santos, que se fizesse o preseute anuuncio,
que s correr por 8-dias. Capitana do porln de
Pernambuco 11 de marco de 1854__No impedimen-
to do secretario da capilania,
Joao Lint Catalcanli de AlbuquerqUe.
Real companhia de paquetes inglezes a
vapor.
No dia 23 des-
le mez ou antes,
espera-se do sal
o vapor Seiern,
commandanle
Il.i-l. o qual de-
pois da demora
do cosime se-
guir para Eu-
ropa ; para pas-
tageiros, trata-
se coui os agen-
tes Adamson Howie Compaiiliia, ra do Trapiche
Novo n. 42.
Pela subdelegada da freguezia dos Afo3ados se
faz publico, que se acha legalmenle depositado um
canillo que foi remedido a esle juizo pelo inspecior
da Imbiribeira, pelo que quem se julgar com direito
ao niesmo, provando lhe ser entregue. Subdelega-
da da freguezia dqs Afosados ',1 de marco de 1851.
O subdelegado, Delphino Gonralcs Pereira Lima.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, para fornecimenlo do
arsenal, em virlude da aulorisarao do Exm.'Sr. pre-
sidente da provincia, tem de comprar os objeclos se-
goiules, para a botica do hospital regimeolal :
Assucar refinado, arrobas 5. assafelida, oncas 4, al-
cassus, libras 16, allhea, libras 64, abutua, libras 2,
amendoas doces, libra* 4, acido azolico, libras2,.aci-
do clilorhydrico, meia libra, acido actico, libras 2,
acido oxlico, meia libra, acido benzoico, meia libra,
avenra, libras 2, alecrim, libras 4, azotato de polas-
sa, libras 8, aniz estrellado, libras2. arsnico bran-
co, me* libra, actalo de potasa,meia libra, bi-car-
boiialo de soda, libras 2, borato de soda, libras 2,
historia, libras 1, belladona (folhas), libras 2, ti-car-
bonalo deputassa. libras 1, bi-iodurclo de mercurio,
oilavas 4, bi-cblorurelo de mercurio, libras 1, lian lia
de porco, libras32, bejoin, libras 2, carbonato d'a-
moniaco, libras2, carbonato de soda, Huras 4, car-
bonato de potassa, libras 4, cevadinha, libras 2, cas-
cas de raz de rnmeiras, libras 2, caroba, libras 8,
enchicada, libras 2, cubebas, libras 1, caima fstula,
libras 2, cblorurelo de calcio, libras 4, cal virgem,
libras 8, cynoglossa, libras 2, cblorurelo d'ouro, oila-
vas 4, coloquintidas, libras 1, cascarrilha, libra 1,
cravo da India, libra 1, curcifm, libras 2. disilatis,
libras 2, deuloxido de chumbo,libras 4, extrsclo d'al-
cassus, libras 1, extracto de guaiaco. meia libra, ex-
tracto de salsaparrilha, libra 1, extracto de ralanhia,
oncas 4, essencia de rosas, oilavas 4. esseucia de li-
mo, onca 1, essencia d cravo. onca 1, essencia de
alecrim, oncas2. essencia de alfazeina, libra 1, essen-
cia de hnrlela pimenla, onca I, esponjas finas, li-
bras 2, fumaria, libras 2. gramma, libras4, genciana,
libras 2, guayaco razuras, libras 4. gomma de batata,
libra 1, gomma hedrn, libra 1, hera terrestre, libras
2, hera doce, libras 2. herva cidreira, libras 4. hys-
sopo. libras 2, iodo, libra 1, incens, libras 4, jalap-
pa, libras 4, kermes mineral, onca 1, licopodio,
meia libra, losna, libras 2, limalbas de ferro, libras 4.
mann, libras 32. nz moscada, libra una, nzvomi-
ca, meia libra, oxido de /neo. oncas 4. oleo de linha-
ca, libras 32, oleo de amendoas doces, libras 32, opio,
libras 2, ponas de viado, libras 4, poligul de sene-
ka, libra 1, prolo cblorurelo de mercurio, libras 2,
pastas dejo libas, libras 2, phosphoros, oncas 4, pe-
rliurim. meia libra, papel para filtro, resmas S, dito
pardo, resmas 8, ruibarbo, libras 4, rezina eleme, .li-
bras 4, robe d'amoras, libras 2, robe de sabnsueiro,
libras 4, rezina de btala, libra 1,semenles d'Alexan-
dria, libra 1, scilla martima, libras 2, scamonea, li-
bras 4, sipo de chumbo, libras 4, salva, libras 2, sul-
phalo de soda, libras8. salsaparrilha, libras 64, sal
purificada, libras 8, sebo puro, libras 16, dilo de rim
de carueiro. libras 8, soban branco para opodeldoc,
libras8, sloraque, libras 2, slrykmna, meia onca.
limbo, libras 2. lurbilb, libras^, tarlato acidulo de
potassio, libras 4. valeriana, libras 2, vinagre, garra-
fas 32, vidro de antimonio, meia libra, vidros a es-
meril de duas libras 50, dilos ditos de urna libra, 50,
dilbs dilos regulares de bocea larza 30, dilos de boc-
ea larga de 4libras, trinta,ditos ditos ditos deoitavo
com rolha 30, dilos para opodeldoc, duzias 12, vasos
com lampas para ungentos 211, fu ni I de vidro de 4
libras 1, ditos ditos de 2 libras 2, dilos ditos de 1 li-
bra 1, dilos ditos de meia libra2, graes de vidro- re-
gulares 2. dilos dilos pequeos 2, ditos de porcelana
2, ditos ilitos pequeos 2, spatulas de marfim 6, dilos
de vidro 6, machina pe I ula r 1, pedra para emplastro
i, licor de labarraque, garrafas 20, capsulas gelati-
nosas de copaiba, caixas 20, mercurio vivo, li-
bras 8.
As pessoas que liverem os objeclos .-.enunciados
poderao comparecer no dia 17 desle mez na secreto-
ria do conselho administrativo. Hospital militar 28
de feverciro de 1854.Jos.de Irilo Inglcz, coronel
presidente, Bernardo Pereira do Carmo Jnior,
vo'gal e secretorio.
O commandanle do corpn de, polica faz publico,
que lem de contra!ar para o mesmo corpoo seguint :
371 grvalas desoa envernisada, 371 pares de polai-
nas, dando o ron'raante o panno, e 371 escovinhas e
ngulhetas com cormas envernisadas. As pessoas que
interessarem devero comparecer no dia'20'do cr-
renle pelas 10 horas da manhit.i na secretaria deste
corpo. Quartel do corpo de polica nas Cinco Pontos
15 de marro, de 1854.Bpifanio Borjes Menezes Do-
ria, lenle secrelario.
O conselho da administrar,10 naval contraa o
fornecimenlo dqs gneros abaixo declarados para os
navios armados, barca de escavacao, enfermarla de
marinha e mais cslabelecimcutos do arsenal, sendo :
assucar branco de primeira qualidade, arroz branco
do Maranhao, azeite doce de Lisboa, dito dilo do
Mediterrneo, dito de carrapalp, agurdenle branca
de 20 graos, bolacha, bacalbao, carne verde, dita sec-
ca, 1'arinha de mandioca, feijilo mulatinhn, lenha em
achas, pilo, toucinho de Sanios, vinagre de Lisboa,
velas ste.iriuas c de carnauba, bonetes cscossozes,
carne de vacca salgada, camisas e calcas de brim bran-
co e de ganga azul para marinhagem ; pelo que con-
vida-se a auem eonvier dilo fornecimenlo a compa-
recer as 12 horas do da 20 do -correute na sala das
sessoes do mesmo conselho com suas amostras e pro-
postas. Sala das sessoes do conselho de administrarao
naval em Pernambuco 15 de marco de 1854.O se-
crelario, Chrisloco Santiago de Oliceira.
O cnnsellio' a Iministratii o,em cumprimenlo do
art.-22 do regulamento de 14 de dezembro de 1852,
com o consignatario Manoel Alves Guerra
Jnior, na ruado Trapichen. 14.
PARA LISBOA E PORTAJE
segu com loda irevidade a barca Nvssa Senho-
ra do Ilom Succesio, por ler parte de seu rarrega-
menlo : quem na mesm quizer carregar, on ir de
passaoem, para oque tem excellenleseommodos, dr-
rija-se a Francisco Alies da Cuuha i\ Companhia,
na ra do Vigario n. 11, primeiro andar, ou ao capi-
lao na praca.
Ceara', Maraiiho e Para'.
Seaue em poucos dias por ler a maior parle da car-
ga engjaila. brigue escuna nacional Graciosa, ca-
pilao Jos Manoel Barbosa; o restante e passageiros,
para s quaes offerece ptimos commodos, Ira
com o consignatario J. J. da Fonseca Jnior, na roa
do Vigario D. i, primeiro andar, ou com o capilao
na praca.
Para o Aracaly segu com toda a hrevidadeo
hiale Duvirioso ; para o resto ,1a carga e passagei-
ros, trala-se na ruada Cruz n. 15, segundo andar.
Para o Aracaty com escala pelo Ass e Rio
Grande do Norte, segu.uestes poneos dias chiatK bra-
sileiro Exallarlio, meslre Eslacio Mendes da Silva :
a tratar na ra da Madre de Lieos, taberna n. 36.
KIO DE JANEIRO.
A nova e releira escuna nacional Linda, que se
espera lodos os dias do Rio de Janeiro, seguir para
o mesmo porto, oito das depois de sua ebeaada ; e
por ter o carregamcnlo prompto s pode receber pas-
sageiros e escravos'a frele : os pretendenles dirijara-
se rna da Cruz n. 28, escriplorio de Eduardo Fer-
reira Bailar.
Ullh,
nret
Joagxiril; na SenzalIa.Velha
uro.em bruto#eorjlfc !-i-,i com a
mus obras, que e^^^^^^^B Praia no
otlaleiio do Soa^/fitn. urna alvareuga em
principio de constructvjo, no
Mattos, estaleiro do Pin
cobre em cavilhas e ver
teneente ao espolio
tugue?. Joao Itodr!
como' nesse n
venda do reste
espolio do finado" suWit;
;os Jos de 01
;i do Vinario ti
CIUlllUUS,
para depois se nao c
cia.
Parliodl
i vapor de
I de
er o li_
para onde,
Mnito
co bem
honrado emp
conducta
o caracp
lindos MioeirosO
provincianos.
Nao he o 01
senao supprir a
deveres m q
o seu embarque.
cio ; e porqu isso ac
eslranhos a nossa von
publicar em signal d
profundo respeito, e j
consagramos.
Iim-FEIIU 23 DE MARCO DE 1854.
RECITA EXTRAORDINARIA LIVRE DA
. ASSK'.NATURA
A FAVOR 1)0 PRIMEIRO MMICO COMPO-
SITOR E BAILES, JOS' FLIX DE-VECCI1Y.
Depois que os nenhores professores da orchestra
ejecutaren) a ouverlura da opera Seminares,
repiestar-se-ha o novo drama em 2 actos, qne se
intitula,
OS DIRE1T0S DO HOMEM.
Traducrao de D. Joanna Piula Manso de Noro-
nha- Idedncomze I
O abano .,
nuncio do Sr. Jo
feira 13 do i
lem.desse quartel l
ma lem feilo,
a entrega da
Cinco Pontas. I
ridade, de cujo i
xeira procurador, i
ile-lhe qualquer
chama a pagan
toes chamados ao p
Como Ihesoureiro
recebi do Sr. Severia
455833 rs. correspoj
I nas Cinco Pcntas,_J
Seguir-se-ha o applaudido baile trgico em 3 actos
composto por J. De-Vecchy,
No primeiro acto, grande bailado bespanhol, pela
Sra. Marida Baderna, Jos De-Vecchy. Cristina Can-
larelli, Henriquela Pessina, Rosa Cardella e Jezui-
na. ,,
Segundo acto, solo pela Sra. Baderm.
Terceiro acto, crande bailado final pela Sra. Bader-
na, ncompanhado pelas Sras. Caiitarclli, Pessina,
Cardella e corpo de baile.
Finalisar o espectculo com o novo vandcville em
2 arlos, ornado de bella msica, composlco lo mes-
lre Noronha,
INNOCENCIO
ou
0 ECLIPSE DE 1824.
Jos De-Vecchy espera merecer do benigno publi-
co desla cidade a sua valiosa protecro.
Principiar as 8 horas.
Os bilbctes vcndem-se'na ra da Cadeia de Santo
Antonio n. lti, primeiro sudar.
THEATfiO DE APOLLO.
QUIiYTA-FElRA.16 DE MARCO DE 1854.
Beneficio do artista Jos da Silva Reis.
Em consequencia de se adiar doente e de cama a
actriz, a Sra. I). Manoella, nao pode ir hoje scenao
espectculo annunciado, com os Dous Renegados, de
que pede desculpa o beneficiado, adverlindo que esla
tolla nao he sua, mas sim lilha do acenso, a qual elle
busca remediar.apresentando aos seus cunvidados.em
vez da pera annunciada,
IM BRILHAOTEE VARIADO ESPECTACILO.
Primeira parte.
Depois que a orchestra liver execulado a muto
apptoudida symphonia
PARTIDA DO MARINHEllo,
represenlar-se-ha a comedia cm 2 actos, ornada de
msica
Em seguida Mmc. Deperini e o Sr. Ribeiro, por
obsequio, caularao o eugracado duelo da opera
mo de feveretroj
al que se lhe di
A de marco de
Lemos tunl
N. B. Declaro
chaves da dito
Manoel P|
venlnario do ol
gravos, mudou o'
n. 25, segundo
O capilao de
tirando-se para a
do despedir-se
sua" amizade,
sen prestalo
lima mulj
jada ha pouco.,
urna casa de familia1
Precisa-se de ni
lar massas, paga-se b
rio n. 13.
Roubara
A Togados, dei^^H
Porlella. escandalosi
cima de umamesa,
lulipa e nutro set
lesoura de corlar p
i firmj J. N. S.- P,
deixou to carredorrj
tambero leva
jectos forera oflrecii
na ra Imperial n. 1
lificada.
Segunda parte.
Ksecnlar-se-ha nquarloaclodo grande drama
ORACA DE DOS.
O beneliciedo far o papel de l.auslalot, e a Sra.
D. Orsal por favor o de Maria.
Terceira parte.
O beneficiado executor a grande sceua trgica de
sua coinpo-irfici, intitulada
O PARRICIDA.
Quarta parte.
'I'cr.-i tugara reprcscnlacau do muilo jocoso, vaude-
villc cm 2 actos, ,
O CARA LlftiDA.
Dar fim o espectculo com e divertida valsa da
executoile pelo Sr. Ribeiro.
,0 beneficiado pede a'-jodos os seus convidados que
hajam dedesculpa-lo pela, mudar-ca do espectculo,
a qual foi toreado a fazer,para nao transferir os seus
convites para um dia que nem mesmo podia assig-
nalar.
Comecar as Shoras. <
LEILOES.
Ao
c i>.
nhia, Siqueira & Pereira, Richard Roy le &jCompa-
nbia. Joaquim Antonio dos Sanios Andrade, Anlonio
Pereira de Oliveira Ramos e a Tinn Mousen e Vinas-
s, para forneccrem : o primeiro, 1,263 pares de sa-
palosde sola e vira, feilos na provincia, a 1.3.500 cada
par ; o segundo, 60 covados de casemira verde, a
23300 o covado ; o lerreiro, 20 esleirs de palha de
carnauba, a 200 rs. cada una ; o quarlo. 4 pecas de
madapolno, a4:>800.1,300 varas de hriin branco liso,
a 350 rs. a vara, 117 covados de chita para robera,
a 220 rs. rada invado, e 700 varas de algodaozinho,
a 170 :i vara ; o quinto, i bacas blancas, a 500 rs.,
13 dilas pintadas, a tilo, 21 copos entre finos a 500
rs., Sticasaes de chicaras e pires, a 2M> o casal, 12
bules, a 10500; 12 assucareiros, a mi rs.. GO pralos,
a I~I2H a duzia, c 5 duzias de colheres de metal li-
no, a T.Vi'.iu rs. a duzia ; o sexto, Ss', varas de brim
branco lino, a i50 rs. a vara, 709 ditas de algodaozi-
nh, a 170 rs., e 7G0 covados de hollaiida de forro a
93 rs. rada covado ; o selimo, 20 hacas de rame,
sendo 2 grandes para banho, e 18 sortidas a G60 rs.
rada libra ; o o>lavo, 50 bonetes para recrulas do se-
gundo lia Ial bao de i uto nlaria, a 19300 rs. cada um, e
90 grvalas de sola de lustre, a 380 ; o nono. 15
grozas de bolocs brancos de ac ; e avisa aos referi-
dos vendedores, que devem recolher ao arsenal de
guerra os referidos objeclos no dia 16 do crranle.
Secretaria do conselho adminislralv para forneci-
menlo do arsenal de guerra 14 demarco de 1854.
Assicnado.Bernardo Pereira do Carmo Jnior,
vogal e secretario.
DEGLARACO'ES.
Peta subdelegada da freguezia da Boa Visla,
tormo do Recife, e faz publico que foi encontrado
nas ras desta freguezia um quarlo caslanhu com
cangalba: quem se julgar com direilo ao mesmo,
comparec neata subdelegacia, onde lera de dar os si-
gnaes eertos. Subdelegacia da fre#iezia da Boa-Vis-
ta 5 de marco de 18M.
AVISOS martimos.
LEII.O DE MOBILIA. CARRO, CAVALLOS E
SITIO.
Gosset Bimont far leilfio, por intervencSo do
agente J. Galis, no dia 29 do crrenle, as 11 horas
da inanlia .era poni, na ra das Cruzes n. 28i se-
gundo andar, a saber: (res armarios envidracadns,
um melodion com cxcellenles vozes armoniosas; que
bem podern servir para igreja, sof, cadeiras, mesa
redonda com pedra. dilas sem pedra, guarda livros,
conmiodas, cunelos, guarda roupa, lavatorios, qua-
dros com estampas, folhas de esludo para desenlio e
pintura, lillradeira para agua, alaulernas de casqui-
nha, vasos de porcellauae vidros para cima de mesa,
ele, ele; assim como tambera urna pequea lypo-
graphia que pode imprimir um pequeo peridico,
cavados que tanto sen em para sella como par car-
ro, carro de qualro rodas com coberla e arceios.sdlns
para montara de homcm e de senhora, um pequeo
silio na estrada de Joo de Barros, quasi em frente
do becco do Espinheiro, com casa, estribara p.ira
qualro cavallos, casa para banho, todo cercado de
limoeiros, com bstanles fruleiras, tanto do paiz ti-
mo da Europa e diversos instrumentos proprios par.i
sitio.
0 AGENTE BOBJA 6ERALDES.
Quiula-fcira 16 do correnle, as lOliabora da
manhiia. no seu ormuzcm na ra do Collegio n. 14,
faro Idilio de diversas obras de marcineiria, o onlros
muitos objeclos que serao paleples no aclo do leilo.
LEILO NO HOTEL NA l'ASSAGEM DA
MAliDALE.NA.
francisco Antonio Coelho far leilao.por interven-
Cao do agente J'. Galis, sabbado 25 do correnle, as 11
horas da manilla em ponto, de loda a iiinhola e mais
perlenrcs do seu hotel da Passagem da Magdalena,
no priucipio da estrada nova, a saber : cadeiras de
jacarando, ditas de oleo, dilas i|e amarello, e ditas
americanas, mesas redondas com pedra e sem pedra,
dila elaslica, cousulo* com pedia a sem pedra, sotos
de Jacaranda e de oleo,- marquetas, um rico tnueador
de jacarando com pedra, e mais per|ences, lavato-
rios, banq-uinhas para jogo, urna secretaria, comino-
das, urna cama franceza de jacarand.i, um berro de
dilo, nm guarda-roupa, jarros e vasos de porcelano
para cima do mesa, tapetes etc. etc. ; assim como
um cxcellenle jogo de bilharj-e dous ptimos caval-
los de sella com oscompetentfc arreios. .
J.H. Ganesley.fara' leilao, por ih-
tervencao do agente Oliyeira, de grande
sortimento de fazendas francesas, alle-
maas suissas, as mais proprias da esta-
co actual e do mercado : sexta-feit,
docorrente, as 10 horas da manhaa
seu armazem, ra da Cruz.
. O sitio da Ubi i
assignado. e qu
fazer outra ^H__
Sr. Maxjmo Jote
escripUira^^^H
Frneit\
Nocolj^^^H
ra, loma-se
bordado de seda.
modo : a fall
Precisa
nhecimento idneo ']
de Muribeca. (
fim, e que qu
nho ale o fl^^^H
ASra.D.Mai
dar a reparticao do
dos porlos do sul.
Precisa-sede -
da Senzala Nova, qi
ordenado.
Quem preeis
urna casa,que cose,
roa da Linguela sol
ca e de idade de 20
LOTERA DE N. S
As rodas desla I
mo futuro, e o i
nos lugares i con\
roa do ^^^^L
Moraes:O ^^^B
Ponles, Pires f
que o Sr. Domingo
deixou de ser seu el
le mez.
O abaixo
publico, que^^H
sita na ruad
Ponles Fernandes^
taberna; se alga
de presentar
da dala rao mais loclama^^H
Mano-
Precisa-se de um bo,-
de Santo Amaro de7aboai
n, 10.
Precisa-se de um cane
a 16 annos ; a
ou na ra da Mad
Desappare
Alexandre, d nacao
tolla demorada e S^^h
lequer, francez, mo
pertenceu ao Sr. |
em suas freqnenli
de S. Francisco, e refuj
Doce, e ah se pod,
se a quem o pegar, us
fabrica de caldeireirf,
ser recompensado.
na mesma
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu com toda a brevidade o mutto
veleiro brigue brasileiro DousAmigos,
por terquasi todo o carregamento promp-
to, quem no mesmo quizer carregar o
resto, ir de passagem ou embarcar escra-
vos a rete: entenda-secont capitaoJo-
se'Ezequiel Gomes da Silva, na Praca, ou
se ne un cM^PjjjH
i Iralar
;recc-u n^PJjjJlllllllllB
O abaixo asi
le deixado de
Pire* & Comp
muilo agradec
tratado tonto
presente por'|
Domingo
AVISOS DIVERSOS.
No dia-fS do corren te, pelas 10 bo-
ma nlia, se hao de arrematar'na
msulado de Portugal, e em
' ^_,.- i in o n ::_ 3I ._ goiumadeic, trabalhade tornofaz doces, muito
o1 lm^Sr. Dr. juiz de ausen- Smnoseo serv.Co, a qual acaba de ser experim
J. Chai
direito, formado
em sua casa, ra 1
sobrado que faz
ruada Concordia,
correctamente ali
I larliculares em ca
A segunda
eos do furo
no sil a rcspet
cora 0 acerca dos 1
vns dosjulgado
cipianles cm prali
tor: na praca da li
AOSAMIGO
Livraria da ra
Ricardo de
F.'anca lodas
ni endndas do
ni toes, itolia 1
m. Milenio da
da enli
cm to.mmendas devem ser 1
1 ida dos vaporee para Eutj
que se
umex
punco
manan
,5o parece do natural ;
nga azul ja meia desb.
peo re; bas largas sem pello, urna Ira
com ruup.ie urna rede: quem o pegaron t
ciado mes ru dirija-se a ra do Cabug toja de
dezas.de'4 perlas n. 14, que ser generosemenl
compensada: esle escravo he perlencente ao om
Jos Jnoa'rio Pereira Lima da provincia da PJ
hiba.
Quen 1 quizer possuir Sima boa escrava de
annos, que j foi recolhida, perito cozinheira e i
.oaixo awign.i
le idade 20 am
baixo. com os
e guando anda
tes, 1
punga estMJa'.do Jacobina, um cavallo
com arre que se aclia na coclieira do
penmen-
lada; he ct icgar. ao preco c fallar com o Sr. major
Firmiano, i oja de fazendas u. 11, no Passeio Publico.
O serviro d,s piesma val par tres das outras em fa-
milia.


tm
rrevio*- t lodos u ftliore relojneirfte, dta a
Jo um resio da
le.com crrenle de ou.
11*. 'MOaS. 14J, dco ap-
)ilu Miliias de Azeveito
Cres|>,loj;i n. J Uu ta sua resi-
-iiiii 3,
*e*onde faUurtatto namaiinjia ,. jgs,,,,
- -----
DIARIO OE PERNAMBULQ QUINTA FElRft 16 OE MARCO DE.JI54.
i*
ua casi;
no ler-,
1. ccuHdo andar, qu
na fregoezia da Escada,
ropellu, rom Manoel Gongal-
^HJ ten^ muilo fresca, na roa
^^^Bnuerdo, adianto do
iieve olera os se-
h milia: duas
[denla para escravos,
ftf, quintal, no fun-
ien|: ua mesiua ca-
iquein Iralar.
rROTYPO
ter-
blirar no da 16 do tt
LaaaMBorespeila-
-se de seu pres- @
das que lem 9
^ "o est aber-
l da lar.lc.
ndim, na ribeira
com safra creada para
fa e nssentamenlo para re-
^^escravos, igual numero
\> pretender, dirija-se a
oaquini dos Sanios, ra
dgero Pinho mu-
1 de S. Francisco $p
(ira de Mello,
i urna caria na
ndencia.
E JANEIRO.
_ ras publicas de
3a 10 do correte ;
fe a venda ras lojag do
cfevem chegar pelo
i vier depois daquelle
pagos a' entrega das
pequeos de 12 a 15 anuos
armazem do Caes da
rapaziada.
iodos (tevem fazera sua
' | j paraassistiremaosaclos
r ; por linio nao de-
^^B. Bazar Pernam-
io prelo, a boa case-
iomlhor chapeo.de
^recebe do Kio de Janeiro
fazendas islem mais as
atadas e brancas,
, buloes para ca-
es de ouro para relo-
'docanna e prelas,
objecios de porcelana,
e oulros muito* objecios
os freguezes.
o venha ver e com-
!
izar Pernambucano ,
chale* de touquin de c-
janles ou enfi-iles
idernosc do me-
l diffcrenles
iras de dito,
is dodilo prc-
^we blonde,
^^Kseda bra li-
nde diuerenlesr
^^^biscos, dilo
(afeites de
''"'.ejJbcw,frocs
!c*de jiuiviii
com a
cairtadasas
laqueHesla-
lo a serj con-
LAMENTO.
Aquino
s seus buhles e
ugares docostu-
I dous* premios
Aposto geral.
5:0008000
2:500O0O
l:25000O
- 5009000
2509000
-vico externo
^na pessoa ;prefere-
panno : na roa do
: livraria n. 6 e 8,
' que de Albu-
a laja da roa
liba da sua mo-
da audiencia do
tara, se arrema-
: oni andar, sito
io de Frede-
lirs do tinado Or.
loes ; he a ultima
annuociot I
oflerecia ao pu- I
a pliarmaceulico,
ilico Antonio
na botica que foi
limares, si- |
i.naose leudo
i enlre aquel-
urques Ferreira, e o
, efTectuado a sociedadean- I
ir meio do presen- i
* aVeasclusivamento em a
ida, onde poder ser
^^^Ka para os misleres !
le de ncnlium eflilo,
i nuncios, e I
io chegando i
^^^Hpferido, ne- '
luzir.
854.,
ruz Sanios.
I trete.
ernambucaiio,veudcni-
de vollarete. No
urna niulhcr para o ser-
^^Keiro andar n. 19.
f
kTHIA.
wf
H. 28. ,
opatfi-
menlos. |
59000
19000
AO PUBLICO.
No armazem de fszqpas bara-
tas, roa do Collegio n. 2,
vende-se um completo tortimento
de fazendas', linas e grossas, por.
precos mais buixos do que eroou-
tra qualquer jiarte, tanto em por-
cOes, como a retalko, atrancndo-
se aos compradores um s preco
para Wdos : este estabelecimentoj
ahrio-se de combinacao com a
maior parte das casas commerciaes
ingieras, francezas, allernaas e suis-
s, para tender fazendas mais em !
conta do que se tm vendido, epor
8to offerecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietano deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
A pessoa desta cidade, que-lem um escravo fn-
{dn de nome Pedro, e que liouve cm pacameutn l
para as parles do Inga, provincia da Paralaba, pode
obter alguma noticia na ra da Madre de Heos n. 32.
Tcndo-*e deseucaminhado 60 acjOe da compa-
Jlhia de Beberibe, de n. 1856 a 1900. e 1789 a 1798,
que perlenccram ao finado l)r. Jos Eulaqnio Go-
mes, roga-se a possoa que as acliou de entrega-las ao
lestameuteirn do inesmo' Dr., ou no escriptorio da
companhia, que ser gratificado.
Roga-*e aos Srs. credores do casal do finado
Jos Francisco Ribeiro de Souza, para que por favor
apresentem seus ttulos de crdito a Jos Antonio
Pinlo, na rui da Cruz n. 8, terceiro andar, para se
conhecer sua lolalidade, visto que se vai proceder a"
inventario: islo no prazo de 8 das.
Os Srs. Bernardo Jos de Moura Guimaraese
Rym. Antonio de'Oliveira Antunes, Jem carta* no es-
criptorio do Sr. I.iuo Jos de Castro Arauio, ruada
Cruz n. 3$.
Prefsa-.'e de urna ama forra ou captiva, prefe-
re-sede meia idade, para cozinhar e engommarem
casa de um homem solteiro: na praca da Indepen-
dencia n. 19 e-21.
-^ Precisa-se de urna ama de meia idade, <{ue sai-
ba engommar, cozinhar e lavar, e que d fiador a sua
conducta : quem quizer, diriia-se ra dos Marly-
nos n. 14.
Oflerece-sc para caiieiro um rapaz brasileirot
sabendo bem arillimelica, francez e inglez, etc., e af
testaru sua boa conducta: a Iralar uo Paleo do Pa-
raizo, sobrado unido a igreja pelo lado esquerdo, se-
gundo andar..
Hurlara m mdia 111 do corren lo, a urna horada
larde, os seguintes objecios: qm l de linlio prelo
com lpicos e una flor no meio, um argolo de ouro
esmaltado de verde, um par de meias prelas de seda
e um lenc,o de soda escoce/, de quadros azues: roga-se
porlauto a quem ditos objecios Torero offerecidos, ap-
prehender e'levar isCiuco Ponas, sobrado n.42, se-
gundo andar, que ser recompensado generosa-
mente. .
Precisa-se alogar um sitio que tenha boa baila
para capim, eslaudo j beneficiado, paga-se bem : na
ra dos Marlyrios n. 22.
Francisco Antonio de Barros e Silva, morador
no engenho Firmeza, freguezia da Escada, lend0
comprado ao Sr. JoAo Gomes da Silva, morador n
Cra'val. 6escravos de nomes.seguintes: Benedicto,
Maria, Marjoel, Joaquina, Pedro c Sebasliao, e comn
os meemos livessem fgido,rosa-sea qualquerautori-
dade policial ou capilaes de campo da os appreliender
e levar so dilo engenho, que ser recompensado ; as-
sim como hci de punir com as penas da lei a quem
ds'occullar.
. O bacliarel Seraphico, professor de
rlietorica no collegio das artes, comeca a
dar lirofig particulares de^eograpliia e
rhetorica em 15 -do corrente, na ra Di-
reita n. 137.
Dinheiro a juros. -
_Na ra do Rangel, casa terrea n. 35, se dir quem
da dinheiro a juros, com firmas a contento. >
Luiz Jos Rodrigues de Souza, administrador
liquidalario da loja dos Srs. Tinoco & Moraes. roga a
indas as pessoas que devem ou teem lran*acc,cs a
liquidar com a dita firma, que appareram com a
maior Lrevidade possivel na inesma loja, ru doi
Queimado n. 13.
Perdeu-se urna leltra da quanlia de 1508000
rs., passada por Jbs Andr Pereira de Albuquer-
que, a favjr de Joaquim Jo Ferreira & Compa-
nhia, vencida no ultimo de Janeiro, cuja letlra acha-
va-se dentro de urna carta escripia pelo mesmo Jos
Andr ao reverendo vigario da Boa-Vista, para sa-
lisfazer a referida letlra ; portanto pessoa alguma
faja lransac;o com a dita letlra, e quem a tiver a-
rhado, querendo reslili-la, dirija-se a prensa de Joa-
quim Jos Ferreira & Companhia.
Oliciaes de funileiro.
Precisa-se de officiaes de funileiro : na loiaTla ra
da Cadeia do Recife o. 64.
Montero 12 do corrente ausenlotr-se da casa de
seu senlior o prelo de nomeMannel,crioulo,de 26 an-
uos, tendo os sianae seguintes: baiio, meiocheiu do
corpo, falla alguma cousa alrapalhada, he quebrado
de ambas as vlrilhas, pelo que Iraz umn funda de
mola, he pndeico e foi eslivador de navio, por isso
lem callos nacostas das maus de amassar, e na pal-
ma da mesina de quandn foi eslivador, signal esle
muilo visivel, tem algumas sicatrizes de chicle e
calabrote, pelas costas, cosluma andar quando foge
pelos suburbios da cidade : quem o pegar leve a seu
senlior na padaria do paleo da Sania Cruz u. 6, que
ser recompensado generosamente.
No dia 17 do corrente, depois da audiencia do jui-
zodocommercioda primeira vara, na respectiva sa-
la, tem de se arrematar diversos escravos, prala e um
cavallo, por eiecucao de Francisco de Paula Queiroz
Fonseca, contra Francisco de Paula MarinhoWan-
derley, escritao Cunha. #
Quem precisar de 1KI009000 rs. a joros de um
e meio por cento ao rao, sobre'hypolhecaem bous
predios, aonuncie para ser procurado.
A pessoa que annunciou por este jornal para
saber da residencia do abauo assignado relativamen-
te a urna caria de seu nteresse particular, tenha a
bondade de dingir-se i ra da Aurora ii5tj, primei-
ro andar.Jos Maria de Yatconclloftlourbon.
Precisa-se alugar urna preta para oservico in-
terno de urna casa : uo aterro da Boa-Vista n. 75.
Quem quizer comprar a lypographia que foi da
vniva Roma, constaute de deus prelos o diversas on-
tesde lypos, dirija-se a Jos Jacome Araujo, que a
vende muilo cm conla.
^ Na roa dasCruzeso.22, precisa-se de orna ama
de leile, orra uu camisa, esem filho.
Antonio Maia Corles exporta para fra da pro-
vincia a sua flserava de najo, de nome Antonia, de
idade 43 annos. ^
Ainda faz-je qualquer negocio com urna loja
propria para qualquer estabelecimeolo, por ser em
urna das principaes ras de cnmmercio desta cidade:
quem pretender dirija-so a ra Nova u. 4, que acha-
ra com quem tratar..
Quem precisar de urna ama para cozi/fnar e
engommar em casa de homem solteiro, advertindo
que nao salie a roa para comprar: dirija-se a roa da
Assumpjo, n. 64, junto ao sobrado.
Admittem-se dous bons ofliciaes de lanoeiro
ua reslilla$ao da praia de Santa Rila.
No dia 18 do corrente estar o m-
nibus Peroambucana meia noite de-
_ fronte da secretaria te polica, ilim
de condozir as pessoas que sahirem do Ihealro at
Apipucos : quem quizer bilhete de entrada dirja-
se a ra das terangeras u. 18. Adverle-se que se
chuver estar o dito mnibus junto ao theatro, e no
da 19 as* horas da manba (como he coslume) par-
tir da.rua do Crespo para Apipucos, e regressa dahi
as 7 huras da nuiie.
Precisa-se de .um rapaz de 12 a 14 annos para
raueiro de urna taberna, em Cachanga ; quem qui-
zer, dirija-se ra das Larangeiras n. 18.
dica preco, a dinheiro ou a prazo: no pateo da Santa
trazo. 10. '
Quem deixar' de lazr um ves- B
tido pelo.
Na na do Queimado n. i(i, loja de; Bozerra S
&Mnreira, vende-se pelo haralissimo pre^o de 2!
25600ocovado, n inelhor e legilima sarja lies- 2
panhola que aqu lem viudo. Franque'iam-se s
c unr prcto de 40 annos poucomai* ou: & amostras, c tambcni se manda mu caixero
Devoto Gluistao.
Sabio aluza 2." cdiriodolivrinho denominado,
Devoto tlirislao,mais,correctoeacrescenlado: veode-
so nicamente Ha livraria n. e 8 da praca ua In- ,
dependencia a 640 rs. cada exemplar.
uieno, que foi creado no mato e enteiide de lavoura,
e he casado com una parda Torra, vende-sen diuhei-
m ou a prazo mo largo do Corpo Santo n. 25.
ti- ^^.dem-se com pouco uoos livros seguintes:
Historia, Sacra:, Tabula; Phajdri, SalosUus, Vir-
B'lli Rjfi, Ord. VerborumSalnstii. History r Rome
(por Gotdsmilhs ). dila Sagrada por llernardluo),
tbllcc()ede Problemas : na ra do Collegio n.8.
Vqnde-se um sobrado de um andar com inuitos
bons commodos, quintal bastante grande, prnpro plir
er edificado de uovo, chao proprio : a roa Direita
defronledo becco do Serigado,sobrado de veranda d
pao: trata-sc no mesmo.
FAZENDAS BARATAS.
Na nova loja de 3 noria na ra do l.i trmenlo n. 8,
junlonn armazem derlouca.
Vende-se superior sarja preta hespauholaa 2200,
2S(X), 33OOO e 38200 rs. o covado; selm prelo de
Macao superior a 29400, 29600. 29800, 4aO0O, .458OO
eo-9000 rs. ; superiores mantas prelas de filde linlio
a 109000. 119000, 129000e 149160 rs. ; casemiras
prelas superiores; paunos pelos pruva de limflo; cha-
peos pretos de massa ; meas prelas de seda (de psol:
uvas prelas de seda ; ditas aberlas de relroz, cou-
tras diversas fazendas por preros commodos.
Vende-se um escravo crioulo, de 8aonos,scm
vicio, e de bonita figura : a tratar na ra do Vigario
Vendem-se por mdico prego, ps de coqueiros
muito proprios para mudar-se: quem quizerannuu-
cic oara ser procurado.
Figurao.
\cnde-se um escravo pardo, bstanle corpolento e
proprio paro o serviro de campo.e sado : a tratar na
ra do Crespo loja n. 13.
veude-sn umacasinh de cal e lijollo, com ca-
cimba propria: nos Afogados, ra do Motocolom-
bo : quem a pretender, dirija-se ao aterro da Boa-
Visla n.4l.
Vende-se om caiao proprio para deposit de
bolacha ou de assucar, sendo feito com mu i u perfei-
gao, e nflo tem 5 irieze* de feilo, vende-se jinuilo em
cunta pelo dono se mudar e nao ler commodo para o
dilo caixSo : quem o pretender, dirija-se a ra do
l.itrmenlo u.38, por estes tres das.
Por precisan vende-se im bonito molequede 17
anuos : na ra da Praia armazem de Antonio Fran-
cisco Marlins de Miranda.
Na ra da Penha n. 23, primeiru andar, se dir
qaem vende um rosario de ouro com crucifijo, cor-
dOes, medalhas, brincos, rosetas, aunis e alfineles
para peito de seohora.
Vende-se urna negra de 20 e tantos annos de
idade, muilo sadia, cnlcmle de rozinba e heboaqui-
landeira : quem a pretender, dirija-se ao becc do
Vetas casa n. 7, que achara com quem tratar.
Vende-se um terreno com 100 palmos do frenlc
e mais de 600 de fundo, 110 melhor lugar da Ponte de
Lchoa, por ser do lado do rio, com caes j' feito :
quem o pretender, queira culeuder-Se oa ra do
Queimado n. 10, loja.
Vendem-se em casa de Tinn -Mou-
sen S Vinassa, na praca do Corpo Santo
n. 13, os seguintes objectos: obras de ou-
ro, comosejam : adrenos, meios adere-
mos, pulceiras, a nneis, cor rentes, rosetas,
alinetes, etc., tudo chegado no ultimo
vapor da Europa. Charutos da Havana
verdadeiros, candieiros e casticaes,#ara-
dos de ferro, vaquetas de lustre para co-
berta de carros.
com as peca* para quem quizer comprar, ver.
Bracos de batanea Romao & Compa-
nli'u
clifgadpiulliroamenle de Lisboa pelo bricue porlu-
limeirn, proprius para biilco, e por
Pr'SJ de Maehado; Pinheiro, ou a Iratar na ra do Viga-
Mcundo andar, escriptorio dos rnesmos.
Cera em velas.
Ven!e-se cera em velas, fabricadas em Lis- j
fP boa.em caixas de 100 e 50 libras, e por prego
6$ o mais barato do que cm nutra qualquer par-
@ te : 'na ra do Vgaiio n. 111, secundo andar,
@ escriptorio de Machado & Pinheiro.
. t OYAS DO SERTAO.
Vendem-se barato e muilo frescaes ovas do serbio:
na ra do Queimado n. 14.
Vende-se a taberna da ra estreita
do Rosario n. 10, bem afreguezada para
a trra, e compoucosfundos, efaz-se van-
tagem ao comprador: quema pretender,
dirija-se ao armazem confronte a Madre
de Dos n. 22.'
FARINHA DE MANDIOCA.
iNosarmazens de Antonio Aunes e Cazuza, na es-
cadinha da Alfandega, descarregada honiem, de su-
l,er"'r qtialidaile, prego commodo, oh a Iratar com
J. B.da Fonseca Jnior, na ra do Vigario n. 4, pri-
raeiro andar.
Cliita* baratas.
Na roa Nova n. 33 Bazar Perhambucano, ven-
Veudem-se chitas do cores fixas padres claros e de-*8 verdadeiro hico de linho, tanto brauco comojbr^an
ewuBtM.a 120 KiO, 180e200 rs. ; dita franceza mol-rPrelov. .
:a padrOe dovos imitando cassa, a 320 rs. o 'na do Trapiche n. 14, primeiro andar I ere
_@@S|:S-S@
SUPERIOR FARINHA DE MANDIOCA.
fl Vende-se farinha de mandioca, nova, chega-
da de Santa Calharina; a bordo do patacho ffi
4% Clemenlina, por prego commodo : para por- @
goes, no que se fara differenra ilc prego. Ira- @
la-so no escriptorio da na da Croz n. 40, pri- @
nieiro andar. f
S@:S@@g
\j oy a.
Vinle e tantas qualdades.
De bolinhos para cha
Confronte ao Rosario
Numero trinla c nove A.
Amendoas c chocolate,
Paslinas c confeitos,
Docesde qualidades
CaixiDhas com enfeiles.
Biscnitos cslrangeiros,
Juntamente nacionnes
A'visla dos freguezes
Se mostrara cousas mais.
i
Pannos Jinose casemiras.
Vende-s superior panno lino preto,a 29SOO,
49, 59,59500, 69 e 79OOO o covado ; casemra
prela franceza milito clstica, a 78000, 89000,
10, 12 e 149 rs. o corto : na ra Nova, lo- J
ja n. 16 de Jos Luiz Pereira & Filho.
--------------------,-_____.------------. millo
lito eanoeiro, 1 molequede bopila figura, de idade
16 annos, 2 escravas moga; que engommam, coscm;
enzinham e fazem labyrintlm, 1 mqlatinha do idade
18aunse 6 escravas ptimas para lodo serviro \ na
ra Direita 11. 3.
Vende-se um cavallo alaso, carregadnr baixo,
oslando cartido, novo e manso : quem pretender,
dinja-se ao aterro da Boa-Vista n. 48, segundo andar.
v a A 49500.
vendem-se na ra Nova n. 35, saecas com farinha
de mandioca, pelo diminuto preco de 49500 a sacca.
- A3S000rs. -
Vendem-se saceas de farinha de mandioca,propria
pura escravos; pelo barato p'reco de 39OOO rs. a sacca:
na ra Nova, loja n. 35.
Sarja e setim preto.
mn*"''6"*6 superior sarja preta hespanhola,
29(00 e 296OO o covado ; selm prelo macu
superior, a 2100,29800, 39200, 4 e 5 rs. g
o covado; as amostras sao francas: na roa
Nova loja de fazendas n. 16, de Jos Luiz :
Pereira & Filho.
COMPRAS,
1 00 Pro-
Brasileiro,
fUVtnno.
n Na rua.Nor
a^iaawcv Irmao, acaba dereceber p ___
^B navio chegado do Havre, um comiilelo^oru*
os de feltro amazonas para nfcas-.Tto, ffl
n,eeo,nas, com enfeiu. e Mm !H< dS
Uro braneo. pardo, e pralo. para hothen!', diZ
2US a?,nWf ? 2e',""?4e lem vindo^'a tt
mercado, ditos de oleado W^ criadas forma, mnt.
modera bone.s paTa rx^i ffij
lides. Nate inemo eslabelectrnenlo achare um
grande sQrLnnealo.de materae> para mpram-se alguna adornos para uso de men-
o sejam: moeda de ouro.veronicas de S. Jo,1o,
ioha, assim comoum ntrde clcheles : na ra-
dasai lores 11.23.
- Compram-e ossos a peso : no ar-
mazem da iUuminacao, no caes do Ra-
vessa do Carioca.
5 om sobrado de um andar, ou duas
terreas graudes: la ra NoVa 11. se dir quem
para a obra do hospital Pedro II, 12
Irnos de comprido, e 10por 9 polle-
ossora, 500 caibros de 30 palmosreforga-
dos, 80 duzias de ripas de 18 palmos de comprimen-
'J*>, 15,000 lelhas : as pessoas que quizercm vender
obiecUis, dinjam-se ao director da mesma obra.
Antonio Jos Gomes do Cqrreio, para iralarem do
Coinpra-se urna escrav mulata oucrioula, pre^
renndo-e a primeira, quriej moga, prendada 6 de
bons coikimea, que he para orna familia no Rio de
Janeiro ; pag-se bem : quem liver urna nestas ci-
dirija-w a Luiz Gomes Ferreira, no
Vende-se rap de Lisboa o mais uovo.do mer-
cado, a 39OO rs., por falla de troco : na ra da Sen-
zalla Velha n. 70, segundo e terceiro andar.
Vende-se urna escrava, croula, de 18 annos de
idade, com algumas habilidades: na Cambra do ar-
mo n. 24.
Vendem-se as rasas terreas n. 68 e 106 da roa
das Cinco Ponas; n. 67 da roa do Jardim: n. 72 da
de Sania Rila; e n. 81 da ra Velha : na ra Direi-
ta n. 40, segundo andar,
Vende-se nm cavallo rodado apalacado, ?8f
bastante grande, com todos os andares: quem ^
o quizer, dirija-se ra do Queimado n. 18, *
. a fallar com Lauriano Jos de Barros. 3
Vende-se a padaria n. 154. sita"as CincoTo?
tas: a tratar com Vicente Jos da Silva lavares na
casa junio mesma.
Cairas e jaquetas francezas.
Vendem-se caigas fe jaquetas francezas de brim de
quadros e de luirs pelo barato preco de 29000 cada
urna: na ra Nova n. 16, loja de Jos Luiz Pereira &
Filho. "
Chapeos de seda e blond para senhors.
VenJem-se os maja modernos e bonitos chapeos de
seria e blond para senhors, muito bem enfeitados
pelo barato prego de 10 a 169000 : na ra Nova, loja
n. 16, de Jos Luiz Pereira & Filho. .
Vestidos baratos.
Vendcm-se veslidos brancos de barra, a TSOOO
ditos de 1 e 2 babados, a 49500 ; ditos de 3 a 5 ditos!
iSntt carabr"?8 aJ,er,as I>"as e de cores, a'
39200 a pega ; cortes de cassas de bonitos nadroes a
*ite?,1,2W cortes de d,USde
barra, a 2100e 39 rs. ; cassas francezas, a 560 es -
e outras fazendas que se vendem baratas: na ra N
va n. 16, loja de Jos Luiz Pereira iS Filho.
Casemiras francezas.
Vendem-se casemiras francezas de bonitos padres
claros e escuros, a 49000 e 59O0O o corle : na ra
ova, loja n. 16 de Jos Luiz Pereira & Filho.
Aa ra Nova n. 2,
vendem-speilosde mugulina branca para camisas
de homem, e colannhos.
Na rita Nova n. 2,
yende-se panno francez prelo muilolino.dto azul, di-
lo cor de cafee finas abotoaduras douradas.
Acaba de chegar urna porgo de bolOes de melal
duurado, propfios para fardas de guardas nacionaes:
que se vender por pregus commodos: na ra da
Cruz n. 18, armazem.
Na frente do Livramento, loja de A. F.
de Pinho.
Cheaaram pelo ultimo navio de Lisboa superiores
de n!,.Lrl,rr Prf las'PrPrias I" o Presenil lempo
de quaresma,vendem-se tanto em duzias como o Dar.
Palitos francezes.
Vendem-se palitos francezes, de brim de
linho ehretanha, a 33000 e 49 rs., ditos de
alpaca prela e decores, a 89 e 109 rs., ditos
de panno lino, a 169, e 189 e 09 rs., avista
do prego e su peripridade da nizenda nin-
cuem deixar de comprar : na ra Nova lo-
ja de fazendas 11.16, de Jos Luiz Tereira &
Filho.
S
DEPOSITO DE CVLEPOTASSV.
Na ra de Apollo, armazem de Lenl
Reis, contina a ter superior e verdadeira
potassa da Russia e da America, assim co-
mo cal em pedra chegada no ultimo na-
vio, cujos barris conte'm o peso liquido
de quatro arrobas, tudo a preco razoavel.
SACCAS COM FARINHA.
Vendetn-se saceas com superior fari-
nha da trra, por menos preco do que
em outra qualquer parte : na ra da Ca-
deia do Recife, esquina do becco Largo,
loja n. 20.
No aterro da Boa-Vista n. 8, defronlc da boneca,
chegaram ltimamente os verdadeiros figos"de coma-
dre, por pregu muito commodo, peras seccas a 480,
ameixas a 400 rs., passas a 320 e 480 rs., bolachnha
de lodas as qUalidades, cha hysson o mais superior do
mercado a l&tiOO. 19700, 19020 e 29560 rs. a libra,
e um completo sortimento de lodos us (eneros de mo-
lhados, por prego muilo favoravel ao comprador..
Vende-se no armazem de Jaimes Hal-
liday, na ra da Cruz n. 2, o seguinte :
relogios de ouro sabonetes patente inglez,
sellins inglezes, sillines para montana de
senhora, arreios para cabriolet, Iftnternns
para carro, eixos de patente e molas de
5folhaspara carros, candelabi-os de bron-
ze de o, -te5 luzes.
S5@g:g@@
Na esquina da ra do Crespn. t(.
Vende-se nesta loja riquissimos e modernos
W corles de veslidos de barges com babados, fa-
zendn ainda nao vista nesle mercado ; pede- JS
se a altengin das senhors de bom goslo, afim @
de que comprem esta linda e inleressante fa-
zenda.
. Redes acolchoadas,
brancas e de cores de um s panno, muito grandes e
de bom goslo : vendem-se na ra do Crespo, loja da
esquina que volla para a cadeia.
@@@
Os mais ricos e mais modernos chapeos de
aeda e de palha para senhors, se enconlram
sempre na loja de modas de madaine Millo-
chau, no aterro da Boa-Vista o. t, por um pre- @
@ go mais razoavel do que em outra qualquer &
Parle-
es e, a 800 rs.; ditas de pellica, a 800 e19O00 o mj
ditas de seda, a 19280 e 19000 ; ditas de rSda os-
s,a finas, franjas engradadas e torcidas prelas. para
capul.nhose manteletes, ditas brancas e de crespa-
ra cortinados e tralhas, ludo por commodo preco s
para apurar dinheiro. *
Na fente do Livramento, loja de A. F.
de l'inlm.
ConlDiialer os lindos tergos engradados em ara-
mee encarnados.e crucilixos dedlTerentes lamanhos
para igrejas eoratonos, e oulros objectos que se Iro-
cam por pouco dinheiro.
Farinha de mandioca.
\ einlem-se saceas grandes com superior fa-
rinha de mandioca, por prego cummurio: na
i r(!'a,,do Amorim n. 51. armazem da Machado
i Pinheiro, ou a Iratar na ra do Vigario n.
19, segundo andar, escriptorio dos rnesmos.
go, que tem ordem para a comprar.
:ompra-seum moleqonho de8a 12
Wde, que seja bo ""
36, terceiro andar.
g- >~ir~juminou:quinnoae6-al2 anuos de
t, queseja bomto.: na ruado Livramento n.
VENDAS
Vende-se urna armasa. rars uberna por mo-
Vende-se sal do Assii, a bordo do
brigue Conceirao, uudeado defronte
do Forte do Mattos 1 a tratar a bordo com
ocapito do mesmo, ou no escriptorio de
Maoel Alves Guerra Jnior, na ra do
Trapiche> n. 14.
Nacocheira do Sr. major Sebasliao vende-se
um cavallo castanho, com arreios ou sem ellos.
Vende-se urna cabra milito bo* leileira, com
ama cabntinha muilo nova e linda, por preco com-
modo ; na ra Augusta n. 68.
No sitio do Retiro, que foi do Sr. Francisco An-
tonio deiFigoeiredo, vende-so urna boa va cea com
leile, de bezerro novo, por prego commodo.
Vende-se urna armsgao com tres caixesdede-
posito : a Iralar na ra das Cinco Ponas n. 38.
Vende-se urna escrava de idade 18 annos, bo-
nita figura, a qual veiodo mallo, para remirui de-
bito ; a ella, que he pechincha :*na ra da Madre de
I/COS [1, S.
_ Vende-se sola boa em pequeas e grandes par-
tidas, cera de carnauba' primeira sorle, pelles 'le ca-
bra de diversos prcgos.esleiras de palha de carnauba
e pennas de ema : na roa da Cadeia do Kccife n. 49,
primeiro andar.
Vende-se selm prelo lavrado, de muilo bom
costo, para vestidos, a 29800 o covado : na ra do
Crespo, loja da esquina que volla para a cadeia.
A 59000 RS. A PECA.
Na loja de Guimarles& IIenriques,lrua do Crespo
11. 5, vendem-se chitas de cores escuras, cm um rs.
queno toque de mofo, pelo barato prego de 55000pe-
a pega, cora 38 covadqs.
Velas de carnauba.
Vendem-scaixinhas com superior velas de cera de
carnauba pura, fabricadas 116 Aracaty, e por commo-
do prego; na ra da Crnz, armazem de couros c sola
n. 15.
Cera de^arnaba.
Vende-se em porgan e a relalho : na ra da Cruz,
armazem de couros e sola 11. 15,
Vendcm-se saceas com feijo mulalinho de
muilo'boa qualidade : na ra da Cadeia do Recife,
loja n. 5.
covado : na ra Nova Urjan. 16 de Jos Luiz Perei-
ra e& Filho.
Vendem-se relogios de ouro e prala, mais
barato de que eni qualquer outra parte:
na praga da Independencia n. I8e20.
Capeos pretos francezes
a carij, osmelhors e de forma mais elegante que
tem viudo, c oulros de diversas qualidades por me-
os prejo qne em outra parle :11a ra da Cadeia do
Recite, n. 17.
Ao barato.
Na loja de Gumaraes i Henriques: ra do Crespo
n. 5, verldcm-se leiigos de cambraia lina e de puro
linho, pelo barato prego de 59 e-49500 a duzia, sendo
cada duzia.em uma-caixiuhacum lindas estampas
OS EXCELLEiMES SALLU1KS DEB0L0M1A,
recentemente chegadosde Genova,vendem-se^prego
razoavel : na ra da Cadeia do Recite n. 23.
Vendem-se pianos forles de uperior qnalida
de, fabricados pelo melhor autor hamburgvcx na
ua da Cruz 11. 4.
Bpoiito da fabric de Todos o Santoi na Baha.
Vende-se,emeasa dcN. O. Bicber &C, na ra
da Cruz n. 4, algodas trancado d'aqaella fabrica,
muitoproprnparasaccosdeassucar e roupa de es-
cravos, por prego commodo.
Na ra do Vigario ni 19, primeiro andar, h a
para vender, chegado de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, o seguidle: saceas de farello muilo
novo, cera em crume 6 em velas com bom sorti-
mento de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, novissima.
Vendem-seem casa de Me. Calinont & Com-
panhia, na praga do Corpo Sanio n. II, o seguinte:
vinho de Marscilleem caixas de 3 a ti.duzias. linhas
em novellus c cairelis, breu em barricas muilo
grandes, ago de mlaOsorlido, ferro inglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a lia-
ver um completo sortimento de moen-
das e metas moendas para engenho, ma-
chinas d vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os tamaubos, para
dito. l
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Rerlin, empregado as co-
lonias inglezas e fiollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metliodO de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N- O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz, n. 4. ,
SANDS.
v SALSA PABRILHA.
, > cente Josc de Brito, nico agente em Pernam-
biico de B. J. D. Sands, chimico americano, faz pu-
blico que tem chegado a esta praga una grande por-
go de frascos de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os consu-
midores de lao precioso talismn, de cahir nesle
engao, tomando as funestas consequencias que
sempre costumam Ira/.cr os medicamentos falsifica-
dos e elaborados peU mao daquelles, que antepocm
seus interesses aos males e cslrasos da humanidade.
Porinlo pede, para que o publico se possa livrar
desta fraude e dislingua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada e recentemente aqui chega-
da ; o annuncianle faz ver que a verdadeira, se ven-
de nicamente em sua botica, na ra da Conceigao
do Recito n. 61 ; e, alcm do receituario que aco'm-
panha cada frasco, tem cmbaixo da primeira pagina
seu nome impfcssu, e se achara sua firma em 111a-1
nuscripto sobre o invollorio jmpresso do mesmo
fracos.
@ Vendem-se relogios de ouro pa (
^. ten-te inglez, por. commodo pre-r .
co:na ruada Cruz n. 20, casa de '
^ L. Leconte Feron & Companliia. m
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, yiolao e flauta, como
S,cjam,quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo",
chegado do Rio de Janeiro.
Charutos de Havana.
Vendem-se verdadeiros charutos de Havana- por
prego muilo commado :. ua ruada Cruz,' armazem
POTASSA E CAL.
Vende-se potassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo por prec.fj mais commodo que em
outra qualquer parte : na ra do.Trapi-
chen. 15, armazem de Bastos Irmaos.
Com toque deavaria.
Mndapollo largo a 392OO a pega : na ra do Cres-
po, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Muita attencao.
Cassas de quadros muilo largas com 12 jardas a
25400 a pega, corles de ganga amarella de quadros
muito lindos a 1500, corles de vestido de cambraia
de cor com t lv2 varas, muito larga, a 28800, ditos
com81|2 varas a 38000 rs., cortes de meiacasmira
para caiga a 3JJOO0 rs., e outras militas fazendas por
prego commodo 'i na fu do Crespo, loja da esquina
que volta para a Cadeia.
PARA A CUARESMA.
Um lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Panoo fino prelo a 33000. 3200, 49500, SJoOO e
65000 rs., dito azul a2800, 35200 e 45000rs., dilo
verde a '296OO, 35600, 45500 e 53OOO rs. o covado,
casemira prela cnfeslada a 58500 o corte, dita fran-
ceza muilo lina c elstica a "5500,8JO00 e95000 rs.,
selm prelo macao muilo superior a 35200, 45000 e
555OOo covado, merino preto muilo bom a 35200 o
covado, sarja prela ninlo boa a 25000 rs. o covado,'
dla hes|*nfioln a 2&U00 o covado, veos pretos de filo
de linho, lavrados, muilo grandes, fil preto lavrado
a 480 a vara; e outras muilas fazcnda de bom goslo;
na ra do Crespo, loja da esquina que volla para a
Cadei .

Crtei de chita baratos e bons.
Vendem-se corles de vestido de chita de
* barra, cor fixa, osquacs se tem vendido por
rv 25500 cada corte ; vendem-se agora pelo inui-
$. to barrio prego de 25000 rs.; isto para aca-
~har: na loja do sobrado amarello. nos quatro
cantos da ra do Queimado 11. 29.
$: @@@@

Agencia de Edwla Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Calmon
& Companhia, acha-sc constantemente bons sorli-
menlos de taixas de ferro coado e balido, tanto ra-
sa como fundas, moendas inctiras lodas de ferro pa-
raanimaes, agoa, etc., ditas para armar em inadei-
ra de lodos os lamanhos e modelos os mais modernos,
machina horisonlal para \a|ior com torca de
4 cavallos, cocos, passadeiras.de ferru eslaiiiaih
para casa de purear, por menos prego que os de co-
bre, esco ven* para navios,,ferro da Suecia, e fo-
Ibas de tlandres'; tudo por barato prego.
Na ra da Cadeia do Recife n. 00, arma
zem deHenrique Gibson,
vendem-se relogios de ouro de sbemele, de patente
inglez, da melhor qualidade, e fabricados em L011-
d res, por prego commodo.
POTASSA. *
No anligo deposito.da ra da Cadeia do Recife
arinazein.n. 12, ha Dar vender muilo noya potassa
da Russia, americana e brasilera, em pequeos bar-
ris de 4arrobas; a boa qualidade e pregus mais ba-
ratos do que era outra qualquer parle, se aOiancam
aos que precisarem comprar. No mesmo deposito
larabem ha barris com cal de Lisboa em pedra, pr-
ximamente chegados.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
lha de Sands: na botica franceza, da ra
da Cruz, em frente ao chafariz.
FARINHA DE TRIESTE.
Primeira qualidade.
Tasso Irnios avisam aos eus freguezes, qne tem
para vender farinha de trigo chegada ltimamente
de-Trieste, sendo i nica nova que daquelljt proce-
dencia existe no mercado
POTASSA BRASILEIRA. <$
Vende-se superior potassa, fa- (
bricada no Rio de Janeiro, die- A
gada recentemente, recommen- /<*
da-se aos senhores de engenho os *%
seus bons ell'eitos ja' experimen-
tados : na ra da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron 4
Companhia.
Vendem-s
w. e pequeos '
rwl2.
rloios de algodao graudes a 610
>-. : na ra do Crespo nume-
Vendem-se pregos americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e alvaiad dezinco, superior quali-
dade, por precos commodos : na rita do
Trapiche Novo n. 16.
TAIXAS DEFEgRO.
Na' fundicao' d'Attrora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
ra do Bru logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Marinba ha' sempre
um graiifje sorliniento de laichas tanto
de fabricii nacional como estrangeia,
batidas, (fandidas, grandes, jietnienas,
razas, e IbndaS ; e era ambos os logares
existetn yuindastes, para carregar ca-
noas, oacarros livres de dspeza. Os
precos sao' os mais commodos.
Vende-se umgrandesilio naeslrada dos Afflc-
tos, quasi defronleda igreja, o qual tem muilas ar-
vores de friiclas, trras de planlages, baixa pora
capim, e casa de vivando, com bastantes commo-
dos: ipiuin o pretender dirija-se ao mesmo sitio a
enteuder-se rom o Sr. Antonio Manoel de Maraes
Mesquita l'imenlel, ou a ra So Crespo n. 13, no
escriptorio do padre Antonio da Cunha e I'iguei-
redo.
Vende-se em casa de S. P. Jonh-
ton & Companhia, na rita da Senzala Nos
ya n. 42. '
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Chery, em barris de quarto.
Sellins para montara, de homem e se-
nhora.
Vaquetasdelustre para coberta de carros.
Relogios de uro patente ingler.
Vendem-se lonas, brinzafi, brins e meias- lo-
nas da Russia : no armazem de K, O. Bieber &
Coiupauhia, na ra da Cruz u, 4.
vende-se u.stmiiito :paila uelyrio II
nielhur arliglpje se couhece para limpar
branquece-oTforlificar asgeiiEivas, dcixando bom
goslo na bucea agradavel cheiro; asua de mel
para os rabcUus, limpa a c
lustre
sarar sardas, rujae, e embeili.
moa tintura imperial do Dr. Broun, esl
gao faz os cabellos ruivosnu hraucos.complctan
trelos e macios, sem damiio dos meemos, tud
pregos commodos.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum, passan-l
do o cliafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acliam-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcamrse oii carregam-se em cano
sem despeza ao comprador.
Moinhos de vento
eombombasdercpuxopara recar borlase bahas
decapim.nafundigaodeD. W. Bowman:na ra
do Brum os. 6. Se 10.
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto em
barrisde-i., 5. e 8.: no armazem da ra
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
ra 'do Trapichen. 34.
Padaria.
Vende-se urna padaria muilo afreguezada: a tratar
com Tasso k Irmaos.
Ao se altores de engenho.
Cobertores escaros de algodto a 800 rs., ditos mui-
lo grandes e cncorpados a I5IOO : na ra do Crespo,
loja da esquina que volla para a Cadera.
Vende-se farinha de mandioca mui-
to superior, em saceas, e chegada recente-
mente : no armazem de Machado & Pi-
nheiro, na ra do Amorim n. 5.4, ou a
tratar no escriptorio dos meamos, na ra
do Vigarion. 19, segundo andar. |
Na ra d Cadeia Velha n. 52, em casa de
Deane Youle & Companhia,
vende-se nm carro americano de 4 rodas ; pode ser
visto na cocheira de Poirrier. no aterro da Boa-Vista.
obler, fa-
U. r>. Sands es-
^fc abril de 1812,
'ritlol.
sobre este essu
daqui a um mcV
muito prazer em
Non, n.79.
Ficamt ordena de Vr
(Assiguados) Al
CONCLU
1.e A nnliguidade da sal
claramente provada, po
e que a de Sands s a[
qual esle drocuisla nao!
Brislol.
2. A superioridade da salr
he inconlestavel; pois que na
rencia da de Sands, e de
paragGes, ella lem mantid'i^^H
si toda a America.
As numerosas experiencias &
salsa parrilha em lodas as enfi
pela impureza dosanque, e oii
ta corle pelo Illm. Sr. Dr.
academia imperial de medicina;
Dr. Antonio pse Peisoto cm J
afamada casa de samlc nGamb
Dr. Saturnino de Oliveira, medico^
por varios oulros mdicos, pi
clamar altamente as virtudes _"
rilha de Bristol venderse a 58080|
O deposito desla salsa 'muda
franceza da ra da Cruz, era fi
Deposito de vinho de cham- (^)
iagne Clisiteau-Ay, primeira qua- ^
idade, de fpropriedade' do condi /A
de Mareuil, ra da Cruz do Re- *a
cife n. 20:Veste vinho, o melhor
de toda a i champagne ,'vende-
se a oC.SOOO rs. cada calva, aclia- z*
se unicamejnte emeasa de L. Le- j?
comte Fern di Companhia. N. B. w)
As caixas sao marcadas a fogo7- ^
Conde de Mareuil e os rtulos $
das garrafa sao azues. (A
Na ra d^gario n. 19, primeiro andar, lem
a venda a superior flanella para forro desellins, che?
gada recentemente da America.

DAVID WILLIATtf BOWMAN, ensenhciro ma-
chinista e fundidor de ferro, mui respeitosamente
annuuca aos senhores proprielarios de cnsenhos,
fazendeiros, c aorespeitavel publico, que o seu esta-
belecimento de ferro movido por machina de vapor,
na ra do Brum passarido o chafaiiz, contina cm
eflectivo qxcrcicio, ese aeha completamente montado
com apparelhns da primeira qualidade para a per-
feila confeegao das maiores pegas de machinismo.
Ilabilitado para emprehender quaesquer obras da
sua arte, David William Bowman, deseja mais par-
ticularmente chamar a atlenga publica para as sc-
guinlcs, por tordellas grande sortimento ja' promp-
lo.em deposito na mesma fundicao, as quaes cons-
truidas em sua fabrica podem competir com as "fabri-
cadas em paiz eslranceiro, tanto em prego como cm
qualidade de materias primas e mao de obra, a
saber:
achinas de vapor da melhor conslrugao.
Deudas de caima para cnsenhos de "lodos os la-
manhos, movidas a vapor por agua, ou animaos.
Rodas de agua, moinhos de vento e serras. 1
-Manejos independen tes para cavallos.
Rodas dentadas. '
Acuillics, bronzes e chamaceiras.
Cavilhoes eparafusos de lodosos lamanhos.
Taixas, paroes, crivose bocas defornallia.
Moinhos de mandioca, movidos a mao ou poran-
maes, e prensas para a dita.
Chapas-de foga c tornos de farinha.
Cauos de ferro, tornciras de ierro e de bronze.
Bombas para cacimba e de repuxo, movidas a
maG, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchse.macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras publicas.
Columnas, varandas, grades e portees.
Prcusss de copiar cariase sellar.
Camas, carros de maOe arados de ferro, etc., etc.
AIem da superioridade das suas obras, ja' gcral-
menle reconhecida, David William Bowman garante
a mais exarla conformidade cornos moldes e dese-
nhos rcmeltidos pelos senhores que se disnarem d?
fazer-lhe enconnnendas, apxoveilando a necasia pa-
ra agradecer aos seus numerosos amigus e freguezes
a preferencia com que lem sido por elles honrado,
e assegura-lhes que na6 poupara esforgose diligen-
cias para continuar a merecer a sua confianga.
Feijao. '
No armazem do Sr. (inerra defronlc do trapiche
do algodto, lem para vender-se feijao- mulalinho
muito novo, e em saceas graudes a Iralar na ra da
Cruz n. 15, segundo andar.
Vende-se um completo sortimento de razemlas
prelas, como : panno fino prelo a 33OOO, 43OO .
55000 e 63000, dilo azol 3000. 48000 e 53000, semira prela a 28500. setim prelo rmiilo superior
.15000 e 43OOO o covado, sarja prela hespanhola 25 c
2550!) rs., setim lavrado proprio para vestidos de se-
nhora a 2$600, muilas mais fazendas de muilas qua-
lidades, por prego commodo : na ruado Crespo loja
i
alo film

respe i lusamente annunciam que no
labelecimento em Santo Amaro, cpbJ
com a maior perfeigo e promi
de machinismo para o uso da ag
gao e manufactura, e que para
seus numerosos freguezes e do pib1
aborto cm um dos grandes fc
ta na ra do Brum, alraz do ar
um
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seu eslabeleclrnenlu.
-Wl acharao os compradores um toa
ment de moendas de canna, com lodi
radenlas 'aliaos dellcs noven cori^^H
ciperienria de muitos annos tem
Siiladc. Machinas, de vapor de baij
taixas de todo lamauho,lano batida
carros de mo e ditos para conduzii
car, machinas para moer maii
lo, tornos de ferro bahjthM
feTO da mais approvadafctnv,
a''diques, crivbs e porias p3,
1 Jatfe-nVebja^iT fc,TOi,
en erar. No mesmo deposiii
inle. cenle c habilitada p.-i
coinmeudas, ele, ele, que c
do com capacidadede suas 1
e pericia de seus ofliciaes, se c]
execular, com a maior presten,
conformidade com osmodelosou
gSes que lhe forem fornecidas-
MI COMLTORIO ll#flHI
DR. P.A.LOBO )
Vende-se a melhor de todas as ol
nomcopalhica tsr O NOVO MAJ
JAHR ^st Iraduzido em porl
A. Lubo Moscozo, conlendo um
portantesexplkagOes sobre a appl
dela, et<^., ele. pelo traductor : qoatl
caileriiados em doos
Diccionario dos termos de medicina, cir
lumia, pharmacia, ele. peloUr. Musco*
nado
Urna carleira de 24
eosde linduras'in
Dito de 36 .
Dita, <'e 48 .
Urna de (ilubos
Dita .e 144
Cada carie:
das doas obras
Carlciras de 24
lieira .
Ditas de 48 ditos
Tubos avuUos de
r'raseps de meia 01
Ha tambem para
tubos de crvslal muilo
manhos.
A superioridade (lestes
todos reconhecida, e por isso
N. B. Os senhores que assii.
obra do j A lili, anles de pubi
dm mandar receber este, que ser
augmento de prego.

IAM.AL.DO
NO ARMAZEM DEC.
n.G.
Vendem-se cobertores brancos de algodo gran-
des, a 18440; ditos de salpico lambem grandes, a
18280, ditos de salpicle tapete, a I3OO: na ra do
Crespo loja n. 6.
Caixas para rape'.,
Vcndem-se saperiurescaias para rap] feilasna ci-
dade de Nazarelh, pelo melhor fabricante deste se-
ero naquella cidade, pelo diminuto prego de 18280 :
ua ra do Crespo loja 11. 6.
Pianos.
Os amadores da msica acham conlinuadamenle
em casa de Brunn Praegeid Companhia. na da Cruz
n. 10, um grande sortimento do pianos forles e fortes.
pianos.de diflerentes modellos, boa constr'ucrau e h'
las vozes, que vendem por mdicos pregos; s :
mo toda a qualidade de instrumentos para
Vinho Bordeaux.
Bruno Praeger & Companhia, ra d.
receberam ltimamente Si. Julien e f
caixas de ama duzia,.que se recomo;
boas qualidades.
ARADOS DH F
Na fundicao' de C. Stari-. & C- em
Santo Amaro aclia-sif )a,a vender ara-
dos de ferro de superior qualidade.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Slarr & Compaiiiia
em Santo Amaro/, acha-se pa/ vender
moendas de candas todas de &ii-o, de uto
rnodello e eon*h-ucao iruAtO superiores.
CArjro dk lujru-e
de boa qualidad; vende-se ,por menos do que em
outra qualquer pir[e para liquidar coutas: na ra da
Cruz n. 10.
"Obradeouro,
como sejam : aderoroj^ meios ditos, braceletes, brin-
cos, alhneles. l")IO.yfaneis. correnles pa_ra relogios,
etc. etc., do mais r^udero eoslo : vcndem-se na ra
da Cruz n. 10, c^3 j iraau PraeRer & Companhia.
_. ANTlGDID^pE E SUPERIORIDADE
TV. DA
SALSAPARRD^A DE BRISTOL
sol'ire
A SALSA PARRllUA DE SAKDS.
Atttmcao'
a !o LS' PABMU,A DE BRISTOL dala dos
do 18.12, e lem constantemente manlido a sua re-
puafao sem neeessidaule de recorrer a pomposos
annuncins, de que as prtparagocs de mrito podem
d.spensar-se. O succeifeo. do Dr. BRISTOL lem
provocado infinitar invW e, entre outras, as dos
srs. A. 11. IJ. hands, *e New-Vork, prparadore-
e proprielarios da salsaf parrilha couhecida pelo nos
me de Sands. J
Eslseuuoress|!uclaram a agencia de Salsa par-1 P.iTn. ** M, r. 4*Fui*.-lW
ti 'r
, EC0MPAIM1IA; RA DO TU-
ha para vender o seguinte :
Oleo de linhaca em latas de. 5 ga
Champagne, marca A. C. .
Oleados para mesas.
Tapetes de laa para forro desalas.
Copos e calix de vidroordinal
Formasdeolha de ferro, pit^^H
fabrica de assucar-
Aro" de Milao sortido.
Carne devacca em salmour.
Lonas da Russia.
Lazariras e clavinotes.
Papel de paquete, inglez.
Brim de vela, da Russia.
Cabos de linho da Russia.
Ceraemo deHambnrgo (novo).
Helogios de ouro, patente inglezt
Ciraxa ingleza de verniz para arreios.
Arreios para um e dous cavallos, gu
cidos de prata e de latao
Chicote e lampeoes para carro e c
Couros de via'do de lustre para coh _
Cabecadas para montarla, para senhora
Esporas de aro prateado.
Vende-se o engenho Limeirinha, situado amar-
gem do Tracunhaem, com 600 bragas de 4
urna legua de fundo, com as obras mais precisas, to-
das novas, c ptima muenda, com bons partidos que
com 2 carros e 4 quartos podem moer al 2,000 pues
o que he de gran e vanlagem para um |irincfpianle.
He de ptimo assucar e de boa produegao, tanto ile
canna como d Iegumes : vende-se com algom*di
o visto, e o mais pagamento roufori
jonrencionar : os prelendeirtes dirijam
/hoTamalape de Flores.
f Jos Baptiila da Fonseca Jnior, na roa do VI-
n 11. 4,'primeiro andar, lem para vender chapeos
alba doChili, aba estrella, e de feltro, pretos,
os e de cores, a prego commodo.
$! Na loja jSaV'dJ'l'IIH NuWv-^^
^ vendem-se-fasemiras para forro de
A carro.
Na ra Nova, loja n. 2,
vende-se a dinheiro 11 vista.
I.engos de lil de linho de 3 ponas para ro-
luir cabega, proprios para senhors que
vSo a igreja, a.........ijOO
Veos de linho brapco, a......1
Ditos 11 a.....
I>ilus bu 11 a.....
I.eques de seda bordados, a.....;
Ditos de papel, a 18000,25000, 3*000 e. 49OOO
Bicos de seda prela, baratos.
Barato.
Na loja n. 2, da ra Nova alraz- da matriz, ven-
dem-se
l'ilas para enras de bachaacis a .
Colleles de seda para meninos a .
Sobrecasacas de panno prelo, a .
Ditas 11 u decores, a .
Casacas preto, a .
Ditas de cores a .
Palitos i) alpaca .
Ditos i) merino scli 111 de coi
Vendem-se camisas pura homem, na loj
n. 2, da ra Nova
Camisas brancas com peitos de linho para
homem, a .
Dilasditas cora ditosde cambraia pa
Hilas de edres muito Onjs
Grvalas de cassa brancas com borda
li"l'- a........ .jOUO
Colannhos para camisas de homem, a duzia 43)000
53000
15000
1(1301 w
na'
son
159000


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EVCSKSZV2_SL05BW INGEST_TIME 2013-03-27T15:17:56Z PACKAGE AA00011611_01844
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES