Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01842


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Full Text
NO XXX. N. 60.
Por 3 mezes adiantados 4,000
""i 4,800
TERQA FEIRA 14 D
r
J
MPCAO'.
taofeTopropr lario'M. F. de Faria; Rio do Ja-
neiro, o Sr. JoioPereira Marjins; Bahia, o Sr. F.
Macet, o~Sr. Joaquim Bernardo de Men-
biba,- o Sr. Jos Rodrigues da Cosa; Na-
tal, oSr. Joaquim Ignacio Pereira; Aracalv, o Sr.
Braga; Cear, o Sr. Victoriano
5 Maranho, o Sr. Joaquim Marques
Rodrigues ; Para, o Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS.
Sobre Londres 28 1/4 a 28 3/8 d. "por lXjrj
Paris, 340 a 345 rs. por 1 f.
Lisboa, 95 porcento.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.
Aceces do banco 10 O/o de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de leltras de 11 a 12 de rebate.
METAES.
Ouro-----Oncas hespanhotes, 28*500 a 2W000
16000
169000
99000
19930
19930
19800
Moedas de 69400 velhas
de 69400 novas
de 49000. .
Prala. Palaces brasileiros -.
. Pesos columnarios. .
mexicanos ...
PARTE OrPflAL.


COBBBtAlDO DAS ARMAS
m nuu< <
PinnkiN, aa Mate da Recito,
eaaarca OH.
KM SO SU H. 64.
impo, commandante das armas,
ara as commssoes, que. na forma dos arti-
39 do regulamento de 31 de marco de 1851,
laminar os So. officiaes das riillerentes ar-
> eapilo, e os cadetes a sargentos dos corpos
reHo em guarnicao nesta provincia, ao Srs.
lOHctaat bailo -designados.
a commissao examinadora dos cadetes e'
sargento:
Artiflraria.'
^aronel, Uygino Jos Coelho.
Pi dos Santos.
liciauo de Souza Aguiar.
Cavallaria.
loado, Trajano Cesar Burlamaque.
|or, Sebasliao Lopes Goimares.
; CapitSo, Antonio I.ins Caldas.
InTanlaria.
Taduario, Trajano Cesar Burlamaque.
mente-coronel, Manoel Lopes Peeegneiro.
Major. Joaquim Rodrigues Coelho Kelly.
i tommissSiHxaminadra dos Officiaes.
aduado, Trajano Cesar Burlamaque.
I'enenie-coronel, Hvgino Jos Cocido.
Dito, Manoel Lupes Peeeaueiro.
si Manoel Mnniz lavares he nomemtu
denlas commiudes, c como tal regular
Iraballios, em ordero que sejam concluidos
nmmandanles dos corpos e.eoir.panhias li-
i urgencia ao mesmo'' Se. coronel a
examinandos.
manchal de campo, commandante das
visto da resoluto lomada pela nresiden-
ivipcia em a portara qu segu trans-
ara oesla data desaqaarlelado o conlin-
guarda nacional ib o commandn do Sr.
Jalo Anlonro.draSlaRodriaiaj^ que es-
snle pela r**Ulkljo ">fflgularidado eom
hnuve no servico,T*rece os seus elogiufc
) Sr. caiNUo Paala Rodrigues torrecn-
aenal deperra lodos os utensis rerebiilns
Miaran para o qurlel do mesmo cunlin-
-o que enviar^ quartel-general urna
relago driles. f
inte da provincia, allenden-
___ -JB precisos na guarnicao da pra-
{o* do contingente da guarda nacional
Mata Hade, resolvedispensa-lo do sei-
camenlo. Palacio do governo de Per-
ico. 11 ile marco (de 1851. Jos Beato da
Cunka e Figneiredo.
nado.-Sot Fernandcs. dos Sanios Pe-
reira.
me.Candido Leal Ferreira, ajudanle da
tana encarregado do rdetallie.o
HTERIOR.
RIO BE JANEIRO.
26 efe fecerno, de 185V.
Por decreto de 21 do mesmo mez :
onda a Joaquim Alves Pereira a pena de
te prisao simples e multa torrespondciile
ffcas parles do lempo e cusas, em que fui
nadopor sentenca do jury da cidade dc Cam-
ntos, na proviuria do Rio de Janeiro.
Foram romeados :
coronel corumandanlc do balalbso de in-
i. guarda nacional do municipio da Janea-
rte,.da provincia de Miuas-Geraes, Vicente Ferrej-
ra re Souza.
nenie-coronel cliefe do eslado-maior do corn-
udo superior da guanta nacional dos municipios
capilal e Alliamlra, da provincia da Parahiba,
Antonio Jos Rodrigues Chaves.
-coronel commandante do 7." liatalhSo de
gtarda nacional do municipio da ca-
Ja provincia do Cear, Ravmuijdo Pereira de
Lima.
ajeriantes d'ordens do commando supc-
1 do marro.
OSr. Manoel Moreira da Costa, fazendeiro de Ila-
guahv, reccntemcntc chegado a es|a corle, c que se
achava hospedado uo hotel Dainani, silo na ra do
Ouvirior, prximo ao lrgode S. Francisco de Paula,
ro encontrado morlo hnntem s 2 horas da madru-
gada junto a perla do mesmo liotel. Ignora-sc ani-
da se poz termo aos seus dias precipitando-sc do
urna das jaucllas do segundo andar, ou se foi victi-
ma ile um assiissina lo.
'O Sr. Coala veio de Ilaguahy rom dous amigos o
compadres, os Srs. Sautiago e Periquilu. c com el-
los hahitava o mesmo aposento no holcl. Ante-hoii-
tem, pelas 9 horas da noile,- cciarain em urna sala
do primciro andar, e depois, subindo para o quarlo
que oceupavam no segundo sobrado, pediram v-
nho c cncelaram urna conversa que se tornou la
animada que os criados da casa chegaram a recejar
degenerasse em biiga. Al i mcia noile, porem, ho-
ra em que se rccolhcram o dono da casa e os cria-
dos, n*o lindara passailo as cousas desle poni.
Oque depois occorreu nao se sabe, mas s 2 ho-
ras da madrugada, como cima dissemos, loi encon-
Irado na ra o cadver do infeliz Cosa, sem nen-
hum signal de violencia, e smenle com os ferimen-
los causados pela queda.
O Sr. desemhargador chefe de polica, apenas
leve noticia desle acontecimento, mandou cercar
o hotel e em pessoa procedeu m indagaeoes neces-
sanas e a una busca rigorosa. Sfcnliaso e Periquito
lornnam com a porta trancada, no quarlo onde mo-
ravain com oseu compadre Coafee declararam ignorar
Sueesle nao se achava enlaoTio nesnio aposenlo.
avia all trescadeiras ; na do c-'jtro cslavam urna
colcha c um Icocol. e fem oulra 'ana toalha de ros-
to torcida. Acharam-se tanibenij urna espingarda,
um par de pistolas e urna faca, ukis todas essas .ar-
mas eslaMim cni follia. '
Costa suH-idoii-se ou foi assassinado A' juslica.
oumpre pouelrar esle myslerio.
Santiago c Piriquilo foram presos crecolhidos a
cadcia do Aljube.
Recebemos folhas de Valparaizo at 29 de dezem-
bro prximo |>assado. A repblica Chilena conli-
nuava em (icrfeila paz.
1)o Per' c de Bolvia nada adianlam as folhas s
noticias receidas no dia 26 do mez passado por va
de New-Yorli.
'__2__
Entrn hontcm do Rio Grande o vapor Paraeme.
As linfas de Porlo-Alcgre alcancam alte do Rio
Grande a 46 do mez passado. Nada de importancia
linlia orcornilo na pruvncia deS. Pedro do Sul.
O vapor Paiaente locou em Sania Calhariria, don-
de traz datas ate 2t. Ulna caria que temosa vista,
escripia por pessoa do maior conceilo, diz:
Chegou urna emlian-acAu de Montevideo, c ae-
sezura o capitto que mais una vez correr o san-
gue naquclla capital; que u rrnccilo do partido co-
lorado infensa ao coronel Flores, Kovenidor provi-
sorio, armara a suarda nacional contra a tropa de
liulia da L'iiariiH'ilo da prara c\que scguimlo-se um
conflicto fora obrigado o corunc Flores a refugiar-
se a bunio de um vaso de uuerra hrasilciro. u
A Carla, i\ue he de 2i do mez passado, nao men-
ciona o da era que chegra a Sania Calliarina a cm-
barcacao qHe da esla noticia nem aquella em que
Uvera lugar o otnfliclo. At H do mez passado,
dala das ultimas milicias directas que temos de
Montevideo, nao linlia sido perturbada a paz publi-
ca d'aquella capital, c as cleicf.es corriam placida-
rnenle.
Entrelanlo compre referir que as folhas de Mon-
levido, anteriores a U do correute, aoAnnciain a
sahiila do vapor ,tinu zona* para a barra do Rio Cran
de, c accrescculant qu esse vapor, segundo gcral-
inente se dizia, levava ordem a divisan brasilcira es-
laciouada ua fronleira |ira entrar no territorio ori-
enlal. ;
Ainda assim parecc'-nos qne a noticia de um con
flirlo as ras de Montevideo carece de coniirma-
*o.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
Garuar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundasesexlas feiras.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
PRKAMAR DE BOJE.
Pnmeira as 4 horas e 30 minuios da larde.
Segunda s 4 horas e 54 minutos da manhaa.
%t
ario geral do messio commando, o
lundo Jos da Cunha Jnior,
quartel-meslre dito dlo, o lente Ma-
noel Anlonro Pessoa.
ajudanle ifordens do commando supc-
irda nacional dos municipios de Codo e
la provincia do Marauhao, Frederico dos
Marques, eMarcolino Jos Rrando.
stario.geral. do mesmo commando
Manoel Janseu TeUea da Silva Lobo.
iiiao-quartel-meatro dilo dlo, Antonio Jos
Marques.
reformados nos mesmos poslos :
1 chefe da exlincla 1." IcrSo da guarda
l capital da provincia de Sania Catbariua.
Joaquim Machado de Souza.
major do extinelo balallin de infanlaria da
icional do municipio de S. Joao da arra,
V*.Pr?v"ffa do Rio dc Janeiro, Joaquim Jacome de
Olivara Campos.
xlioclo esquadrao de cavallaria da
tonal do municipio do Sobral da proviu-
a, Flix Ribciro da Silva.
Rs de 25 do mesmo mez:
0- juiz de drreito Joao Bonifacio Co-
ra para o lugar de chefe dc polica da
i ni i de Goyaz.
i"' vidos, por o haverem pedio>, os jui-
*
agual Pereira da Cunlia, da comarca
'nz para a da capilal dc Goyaz.
reulano de qiiino Castro, da co'mar-
alcanti para a de Santa Cruz da inesma
LOVILACIO. (*)
*-aaa Achara.)
Dissemos hontcm que as folhas d Monlcvido au-
leriorcs a 14 do mez passado annunciavam fi sahi-
da do vapor Amazonas para a barra do Rio Gran-
de. Oblivemos depois o Comercio del Plata de 5
a 14. O numero do dia 11 diz :
Na madrugada de hontcm sabio o vapor da ma-
rraba imperial Amazonas para o Rio Grande com o
lim, segundo dizcm geralmeulc neasoas bem infor-
madas, de levar ordena ao excrcito lirasileiro que
oceupa a fronleira para passar a este Estado.
Segundo nossas infonnarOes esta determinaran
do Sr. Amaral foi tomada de accordo coni o gov'er-
no, com o qnal conchiio lodas as negociarOes relati-
vas a esse ausumplo. ,
Nao sendo do dominio publico o que occorreu
a respeilo dcslas iicsociacOes, limitrnoslos a refe-
rir o ra loque passa porveridico, islo he, a sabida
do Amazonas com ordem para a entrada de 5,000
homeus do exerrflo imperial estacionarios na fron-
leira.
Nn dia 12 accresccnla a mesma folha o seguinlc:
" Dissemos bonlcm que a entrada do exerclo hra-
sileiro no territorio da repblica tinha lugar em
virludc de accordo entre o invern e o ministro ple-
nipolencariimperial, segundo as inforraacOcs que
nos eram dadas.
lloje lemos ocrasao de rectificar o fado, dl-
zendo que novas inlormaroes que temos por ver-
dicas nos fazem salier, que a entrada do exerrito
brasilciro no Estado ha dc ler lugar porque assim
o rcqiiereu o gnveroo.
Noticiamos ullimamenlc que entre os habilanles
r.acionaes e eslrangeirns da ridaile de Montevideo
se assiiiava una rcprescnlarao dirigida ao ininis-
Iro plcnipolciiciario do Brasil. Essa represenlaeao,
que no da 13 do mez passado conlinhaniais de 2,000
assignaluras, he do llienr seguinlc :
Exm. Sr. Os habitantes da cidade de Monte-
video virara rom a mais viva satisfarn a presein-a
de V.Ex. nesla capital, porque esUo persuadidos
dos beneficios da rassao de V. Ex. e da elevada po-
llica dc S. M. o Imperador do Brasil a respeilo do
Estado Oriental do l'rugiiay
Eslao conseguiitcmcnte intimamente penetra-
dos de que b governo imperial, prestando sen ge-
neroso apoo a repblica, o faz bascado no espirito
genuino da ronvenrao de paz celebrada em 27 de
aeosto dc 1828, c na lellra dos (ratados de 12 de ou-
tubro de 18.11, que vierain completar c garantir
aquella con veneno ; que os fins a que se propfte. n-
tcrvindn, silo os de sustentar inclume a soberana
deste bslailo, e concorrer para a cstabilidade da
sua iinlcpeiidcncii combatida por tantos elementos
ihssolv cutes ; e que estando reconliccido econsiana-
do com documentos classiros e solemnes, que ointc-
resso que movo ao governo imperial he sanio e legi-
timo, porque se funda em rompromssos pblicos" c
leude a al anear a paz e tollas as aaranliassoeiaes,
nao Irepulam, Exm. Sr., em declarar a V. Ex, que
o apoto que o Brasil offerece Repnblica he consi-
derado por nos cqmoaeueroso, nobre e desiulercs-
sauo, sera que mancheta mais mnima cousa a
diindade nacional.
Urna serie de actos calamilosos para este povoo
levuram a amarsa c difllcil posicao em que V: Exc.
o ve sumido. Para que o rominercio e a industria,
e todos os elementos dc prosperidade c dc riqueza
possam desenvolvcr-sc, s se necessila paz c zaran-
Uas sociaes e concordia entre seus lilhos.
Se para conseguir (ao benficos resultados fosse
neccMno o auxilio de nina inlervencao armada, co-
mo ja he a dos lucios pecuniarios para fazer frente
as desperas da administrarlo, casa inlervencao, se-
nhor. seja liemviuda. porque salisfani nossos "desejos
c servir de sustentculo ordem e s iustiluii oes
da Repblica. ^ i.
Sao estes, Exm. Sr., os motivos que levam a
populacao desta capilal a apreaenlar a V. Exc. a
ranea cxjiosicao dos seus senlmentos, c-o faz eom
lana manir salsfacSo quanlo he grande a certeza
que icm das alias qualidades nessoaes e do elevado
caraclcr de V. Exc.
No dia ."> procedeu-se cleicSo dos depulados.
A grande maoria da populacao da capilal alistcvc-
se ile lomar parle neste acto dc soberana popular.
Os poneos votantes que roram s urnas deram o seu
sulTraaio n lisia colorada que o governo apoiava.
A etcir.10 de senadores, que lie indirccU, eslava
marcada para o dia 12, mas na capilal nao leve lu-
gar por nao se rcunirem as mesas.
O Sr. Joao Jos Agujar |iedio c obteve demissao
uo cargo de ministro das repnrtc,6es de es|raugciros
e interior. Para subslilui-lo foi nomeado o Sr. 1).
i.ahriellereira, mas como esle nao aceilasse, pas-
scii o Sr. /ubillaga para a pasta dc eslrniigcros, e o
onicial-maior D. Jos Gabriel Palomequc para a do
interior. '
O Sr. tlrii partir para Buenos-Ayres no vapor
brasilciro Thelix. *^
Aa dalas de Bucuo~A>res alcancam a II do mez
passado. Reiuava em loila a provincia o maior so-
cego.
O aiii,\ersar0 da balalha de Monte Caseros nao
poda passardesaperecbdoem Buiios-Av res. A im-
preiisa loda recorduu com eiilhusasmo "esse dia em
que M,m i-oiiibalenles dspulavam em um campo
le lialalha, se a juslica de Dos se hnva decumprir
soiirc a Ierra, ou se o crime e a maldade liaviain de
imperar Iriumphantes sobre monlOcs de cadveres.
O Nactoiial termina o seu artigo sobre esse dia de
lona para as armas alliadas com as segrales pate-
ar Ao recordar este glorioso dia saudemos ao Bra-
sil, ao nos* nobre c generoso alliado ua cruzada
"HUra llosas, cojo sangiic correu unido com o san-
guc argenlino c com o sanguc .lo nossos irmaos
onenlaes nos campos dc Caseros, e que, lie! aos seus
anos coinpraniissos, nao quiz oulra recompensa dos
seos csror..-os sena.i a Iiberdadc que nos ajudou a
reiviuu-icar, a feheidade que piraba em nossas niaos.
IX fcntre-Rios ha noticias al 8 do mez passado.
>aua Unha occorndo de iiitercsse. No da :l eslava o
general Lrquiza nasua fazenda dc S. Jos.
MINAS OERAES.
_ P"~ ** "O fewMiro de 1854.
o sr. Dr. Jos Jorge da Silva, depuladu por esla
provrana em una ou mais dasjlegisliiluras passadas,
;ifkn ala monli,. ..,.1.1:____..
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e qnintasfeiras.
Relacao, tercas feiras e sabbados.
Fazenda, tercas sextas feiras s 10 horas.
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 huras.
l.*vardocivel, segundase sextos aomeiodia.
2.' vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia.
Ma
i 6 Quarto croscenteas4 horas, 41 minu-
tos e 48 segundos da larde.
14 Luacheiaasi horas, 14 minutse
48 segundos da tardo.
21 Quarlo minguante as 3 horas 43
miniflos e 48 segundos da larde.
28 La nova as % horas, 20 minutos e
48 segundos da tarde.
13 Segunda. S. S
14 Terra. S. Mathildeai
lo Quarto. S. Hi
16 Quinto. S. O
17 Sexta.OPreci.
18 Sabbado. S. G
19 Domingu
renco extramtr
I E CASAMENTO.
- (ConUtutacao.)
1

horas da urde, depois de urda
noile de lanaquenet, que melira-lhe na algiheira
aal d'Z'}u'*et' m,,?"vf "npcoMcao a devorad-
I Vaavllliers recebeu um bi-
lliele de lellra desconhecida.
era de madama Charpion, a qual pe-
dw le que fosse neste mesmo dia sua casa
era Batigpolle.
? IpngSs flaforcof, Armaml )embrou-se dc
urnas er baixa, secca e bolcosa. que vira em ca-
sa de Helena, e mellendo-e no cabriol!, a curiosi-
dad levuu-o Balignolles.
Charpion nada dissera a respeilo do mo-
tivo que a levara a escrever ao conde.
nlregou aa redeas at> pagem, e bleu i
porli : urna c.-ia de dons ailares de guardaremos
le, ambos os lados da qual eslendia-se o mu-
rando jardm rodeado de um parreiral e
planlado de aores fracliferas.
Urna criada velha recebeu-o em um vestbulo as-
seiioo, e ouvindo tea 0ome, introduzio-o cm urna
sala, que aaya para o jardm, e no meio da "qual ma-
dama fcharpion ausentada junio de urna mesa de aca-
ju, Irabalbava eom um rapaz alio, pallido c louro.
Esse rapaz Italia ocelos na fronte um lano calva,
e um maco de papis na roio.
' Fetkidade levaulou-se entrada de Mr. de Vau-
villier, Mudou-o e aiMe-ltieA
Perdotme. senhor conde, se o dislrahi de seus
negoems, qnesSo prazere; mas o negocio deque
tenho de allar-lhe nin soflre demora. Vosa excel-
lenCia ir ao bosque de Boionha pela avenida exle-
noreravez de ir |ieliCampot-Eliseo., e nada mais.
fcstou s mas ordens. senhnra, responden Ar-
mand, ao qual se prembulo sorpCendeu um pouco.
Como os que nunca team os papis sellados, que
se deiam. em cata do porteiro, Armand nao julgava
ler negocios com madama Charpion.
Assente-se, poi, couliiiuoii ella, e permita-
me que despacha ale senlior. Obro sem caremnnia
com Yoaaa eaeeUeneia por saber que he amigo da sc-
IV


te Diario o. 59.
acalia de mandar publicar no Bom ftjwoa car
dirigir ao directorio ccnlral da campanha, inciiinbi-
do de promover represenlacOes a hem ilarrearao de
nina nova provincia, cuja capilal dever ser aquella
tltlH'IC i
;,i aV' 1>r" '"* ,or"? "PP""5-0 enrgicamente
mea da creacSo; quando porem esla prcvaleca indi-
ca nnh-as ihvisas que suppe mais razoaveis e acom-
miMiailas assim as necessidade da rov imia que se
IHleiide crear, como a que reator dciioia de feitn a
desmeiihracao.
Infenlmci.lc por tuna dessas aberracoes a que cs-
lao snjeilasasmelliorcsnlcllgciicas, o Sr. Dr. Jo-
s Jorge, combatendo os motivos aprcscnlados da
croacao da nova provincia, aceito rnenos razoavel
LrlS ?' Uma hwSr* preconceilo que
elle faz circular com o sello de seu nome. Rcfiro-
iie as ii.runladas qiicxas, do Sul que se considera
ir.uaiio pelo norte como engeitodo
\.?ZTlV ,m>!"- "f0 ,ia, "d mai inexacto.
Minea o Sul, durante o dominio assim de uma co-
mo de mitra pollina foi menosprezado pelo Norte.
Se o municipio dc Lavras, onde reside o Sr Dr.
nlauSS fi16"1 s:i:,'"'""'lile conlemplailo
na. islnlii, cauda reccito, o mesmo succede aos do
worw, anida mesmo aos mais viziuhos desta canitol
e pcrleiiccnlea a mesma comarca. Nao sao prefe-
renciasiiiisciisitas iioruma parteda provincia cm de-
tninenlii dc oulra, a causa dc se nao ler allcndido
apa miraupiosdoSiil, mas a carasse da renda ro-
do"S25!S "ao ?""e'" i.,rupor^0 ,om a cs"^
salisfazci <"JaS "ecess"l,HlcsesU ,,e lesliuada a
As queixas por falto.le pontea! estradas, caricias,
torca publica sao gente*. O Sr. Dr. Jos Jorge o.ive
s" as quenas .le seus viziuhos, c suppoc queso elles
sollrem, que os mais nadara na abundancia de ludo.
0 rorreapondeiile do Bom.Senso engana-se quanlo
epiissivol engaar-. Se esle mOrasse no^oro-
1 relo pensara dc modo iiilciramenle diverso do que
pensa a respeilo morando em Lav ras.
nl,^S".C"i,V,lc '"^'Fomproviiicianos daCampa-
. a..e.P"so ;Vcarc relizinenle nada vejo dc novo :
cao que nao permillc salisfazer simultoneamciilc a
odas as necesidades em todos os lugares em que el-
laf apparcrcm.
Diz-se, por exemplo, no Sul que loda a provincia
roncorre para a ronstrnecao da estrada do Paraliv-
inna, qucsoaproveila ao Norte c entrelanlo' se nao
embrain que (oda a provincia lucra rom o augmen-
te da riqueza cm urna parle dclla, e que aquella es-
trada nao he mais que o principio da cirnelo da
le mincira n. 18, que ordenou a i-oiislruccao dc
qualro estradas, partindo da capital al aos mulos
nais remotos ao Norte e ao Sul, a leste c a oeste, c
hem assim, oulras tontos estradas desuadas a faci-
hlar a coinmiinicacao das comarcas do Sul rom a
captol do imperio.
Ora. nao pudendo a provincia fazer ronslruir a
um lempo lorias essas estradas, ou mais de uma.na-
liiralmenlc ilcvia preferir aquella que intcressassi- ao
manir numero, c eis-ah porque se principioii pela
estrada do Paraliybuna, islo he, pela que liga esla
capilal do imperio,
Nao neg aos habilanles das comarcas que iiedcm
a crearao dc nova provincia o direilu de lancaS- nio
de IihIos os meios lcitos no intuito dc modificar ra-
dicalmente uma situacao que Ibes parece mu.
rodos desejamos memorar de eondtcgn, c se rom
o Iruinipho da dea suscitada pela cmara munici-
pal de Pouso Alegre, c directora da Campanha,
enleiulcm os habilanles do Sul melhorar a sui, mi
iei cu, nem iiingiiem que icnha dous dedos de
'*ri,"c 'es negu o direilu dc pugnar por
que ella se realisc. i o r
Mas se essa idea he realmente mil c vanlajosa,
riiM-usso.cm que Hau cnlrarei, ella deve lirarde si
iiiesina seus meros dc defeza, c nao ir biuca-liw cm
agaravos imaginarios.
Tambcm me parecem muito pouco procedentes
"- argiiineuios deduzdos da iuclllracia da ailminis-
iracao da juslica c da rrequenca dos criines. Os
que se sorcorrem a toes argumentos esquecem una
ma, que o ridadao brasilciro.nao pode esqiieeer.e
"e que a juslica na sua parle mais importante he
applicada mais pelo|Hivodoque pel poder, o alian-
do lie apphcada por funecionarius publicoa sao imites
na sua mxima |irle escolbidos entre os bous oU os
raclhoresda localidade.
Em mu tal estadode cousas nao pode novo le-
var seriamente em conla ao governo a frequencia
dos crimes, mxime a proveniente da impiinidade.
I orque vos que leudes h toca c o queijo em vos-
sas mnos nao corlis o periaco que vos convem Por-
quejuzcs dc paz,solHletegados,delcgados,jiizcs mu-
nicipaes ejurados, como vos nao levanlais como mu
> hoiiicui paranppordes dique iisuppetavel ii bar-
liarida.le, que rom a toca de ponto c o baetuarte
prclendeni abrir caminlio por entre as Brearas de
nossos concidadaos.
A crearao de uma provincia lie poisumaoxilio que
peds contra o crime, porque o nao pedis cohibir?
-Vas se he isso, nao incumbs a oiilrcm a prova da
vossa fraqueza, vos niesmos vos iucuubisles de a
aprpacnlar. w
E nem o remedio que exigis he efficaz, i juslira
liadesersempreadmiiiislrada por vos, c se hoie'o
nao razeis. nao sci |irque poder milaaroao o farcis
uiiiauhaa.
,r!r0 Te ni"?"em se Pcrsoadra no Sul que a
>rta..ao de uma provincia importo .'a emigraro para
o sen territorio de uma nova popularan que* va oc-
dcP.'re|!re.r"1,r- lN> sen,l *? romo nao po-
de ser, Mu-de scmprc servir-*) da louca de rasa, e
para que .lano empenho cm moslrar que ella nao
serve paran uso diario quando se pretende empre-
^.r^i'..e" l"n11"ra,"le lianquete, quando se pretende
provar que ella serve para esse mslr ?
rnriall0".C0,rC?ue,rcr'les ""' (lirci, maior m a
:o^conndo.,er,,e8,K,,,',UC"rCCro -* '""
o que elles dizem sobre esle lopico he a rcpclro
dos suploslos aggravos do Norte contra o Sul rio im-
perio, do que nessa mesma provincia se diz respeilo
aos,municipios de serra cima e dc serra a baix...
niji SC,Vfe|1,,e1 a ca,,sa ,lB ""ha casas recrimi-
naroes nao he local, mas geral, lilha dc nossa silua-
nhora condessa de Flize, que lambem he a miaba
nielbor amiga.
Armand inclinon-se em responder. Para dizer a
verdade a semeeremonia de madama Charpion admi-
rava-o um pouco.
Demais isso levar pouco lempo, acrescenlou a
dona da casa. E lomando a penna que estova sobre
a mesa vnliou-se pata o rapaz louro. e disse-lhe:
Creio que estovamos na casa da ra Thiroux. 1
O rapaz ahaxou os oculos sobre o nariz, e exami-
nando o maco de papis, respondeu.com um accenlo,
que revela va a Normandia em lodas as palavras :
Sm, senhora, a casa da ra Thiroux rendeu
no lim de Janeiro pausado, pagas lodas as despezas.
dez mil e oilucenlos francos pelo auno de I8M.
Senlior Benjamn, tornou madama Charpion
depois de escrever em um livrinho com sellos de
prala, que linha mao, concordemos uma vez por
lodas em deduzr as despezas; assim nao me annun-
ce mais senau a cifra da renda liquida. Continu
agora.
A casa da ra Nova dosCapuchinhos, doze mil
e quindenios e cincoeota francos.
Mil francos menos que o auno passado! inler-
rompeu madama Charpion, he preciso vigiar soBre
isso, senhor Benjamn.
Hei de vigiar, senhora.
Bem;que mais ?
O edificio da ra Uenilmonlanl, alugado a uma
companhia de cairelas de transporte, quinze mil e
seiscenlos francos. A companhia pede approprta-
COesde lugares,.cujo orcamenlo eleva-se a doze mil
Trancos.
- Hei de examinar este negocio; continu.
O hotel da ma de Astorg vinla.mil francos com
arrendamenlo por cinco annos, dos quaes fallam ain-
iqa dous, pudendo revogar-se o arrendamenlo no lim
do lerceiro, sob condisflo de prevenir a nutra parte
sen mezes anles.
Eslamos eniao nos termos (egaet
Sun, seuboia.
Eniao signifique esto noile t revogarMo ar-
rendamenlo; esse quarleirno esl sendo rociTrado,
e os.alugueis augmenlam. Paste o arrendamenlo pa-
ra vlnle e qualro mil francos. Conlinue
>l de Ormdfee arrendado por qualorze
mil francos; o arrendamenlo linda nestes seis mezes.
Henove-O' por dezeses mil.
Os-moinbos de Colombere, oilo mil francos :
os rndenos oBerecem dez mil francos, se R senhora
lhes assignar am arrendamenlo por dote annos
Prepare a escriplnra, que assignarei; esse' mo-
leirot sao ricos.
A larra de Champoorg dividida em cinco fa-
zendas {aneadas no man livro em (olalidade, por
urna renda de vinle e. dous mil francos. -
Irra! eiisuma somma de cem. mil francos em
renda de bens de rail! disse comtigo Mr. de Vau-
villier.
Fallam os estobelecmenlos deBalgnoUes e de
Monlmarlrc, disse madama Charpion comoseres-
pnndesse ao pensamenlode Armand.
d.",n n^"1 alR-,n8 P60*"08 saes dos campos
de San-Deniz e de 1 herr.es, conlnuoa o caiieru.
a|nTn.,m.P.U"Ca.COrUsa,lornou mad"ma Charpion,
algons ni.lhares de francos pouco mais ou meuos.
Seto ou oilo mil.,
Demjit a conlabilidade nos levara moilo Ion-
ge buje, e ha ja muilo lempo que abuso da paciencia
do senhor conde. Va, senhor Benjamn, prepare a
noto das duas qnc.jeiraS para amanhaa.
O ciselro enrolou os papis, (omou o chapeo de
sol que, ao entrar, pozera em um canto, e saino de-
pois de saudar humildemente a madama Charpion.
i -71- mml" en,'io' tornou mercadri de
leile dingindo-sc ao conde; mas linda presta de (er-
imuar esse balanco; ha um mez que o leudo difleridot
de um da para oulro.
M.i> nao acredite que a mxima parle da popula
adas comarcas do Sul solicite a crearao de urna
l-ova provincia petes razoes que va cu.ilesla.las. Se
cito quer realmente, c esl no seu dirclo como
mrrtv?0 "ao11ucrem' l,c ''e certo levada por
motivos mais proccdeulcs.
E nem cu toco cargo'de coulestar quaesquer ou-
iTmT0""-'' C,"bi"e <& aponlarios, porque sao
innis -a ''0 '""a ar.Bd! i"i"'"''*'' c nina grande
rauslica, porque redundara em desar a tollosos Mi-
neros do .Norte e do Sul, do oriente c do pculo,
vi, ,,scuss*?1ue Prccclrain a creaca.i daspro-
vcas lo Amazonasc do Paran, entorne record
que si- ileasem i-oiH, causas dessas creacoes tarifas
dc egcitodo c impunidade do crime.
Para cliibirdes os allcnlados conlna srgnranca
nl.vdnal seonao podis fazer com a legislar
s.sPnCer". ^ .a,ca m^n Tn t:-aii"",!,S' W ***" quizenlcs,
mnisIralivaT *,mp,esrae",e um;l "* rvWw m-
n..varlPrOVi"lequCnao1"ero nristor lauras na
que se abri nesla p
lo em 'riczemlirn,
meropelador, e a ee n^cX^^SZ
m,."lrar! a"an"astuJa "I acalro dc de-
vi(!.I.ermina,^iesU, car,a sem crescenlar que o
den Jim\"C,i" "S0 lCm recs,do-ao Sulos meios
de que pude dispor para a rcprcasSo rio crime.
romee idT?'6'? ^^ P"1""" "6 a da capilal,
coinecada noa lempos coloniacs e que anda si nao
acha concluida, a segunda he a dc S, Juaud'EI-Kei!
cabera de orna daa comarcas do Sul, e que ac lonru-
L.T '"f"1"- 5" Ci""P''-i sccsl conslr-
indo uma cailia n cuata dos corres
enii Olidas esla-se roncluinrio oulra.
vi,.,,L^,|O'0,l'EI"RPi.cVsle "m 'lestocamcnlo de
.^p.asasdo corpo policial, oulro em Pouso-Alegre
de -JO, oulru na Campanha de 12, e a estos hora, 11
parte ou.ro de lOpara Pasaos, aim da^aVas"xis'
lenlcs as reccbe.lor.asda exlensa linha .la fronleira,
.!?*.. ,e.V!??s ? Ji,Vu,,-v "' S. Antonio do Pa
, S. PAULO.
, 2tde revereirode 18.H.
Afinal soou a Irombela do collegioda Franca, que,
situado a quasi /O leguas da capital, linha de prc-1
uunciar a sentenca na grande cans senatorial: du-
ra sentenca que recurso nao ri; severa, iunexivel
comoi a ujiniflo popular quedas urnas pcorompcii.
Esto decidida a queslao; abaixo a alhniospiera
dos odios o mingas, das paixes e malevolencia I
I ara longo dc nos casa poca de desvario, em que
aiiiigoruhi|ie oslaeosque longo passadolorinoii.para
pisar o raminho da Siheria com os olhos vendados
porque de oulra sorle nao seguira; os troperos .la
i-iao-em assustomo mais impvido neophvte. Res-
aiirein-se os lampos calmos e serenos; j"basta dc
alalhas que lanos morios e feridos dcixaiu. Nao
he a morlc do corpo, nem a. ulcera que corroe o
Miysiro ; he a da alma, a ulcera que aniquila o sen-
uueiilo ; venha o reinado da ronscicncia pura e
tranquilla-ja uo temos cleiroes, apalatra de har-
ncel myslerio que faz rir os demonios, que faz es-
quecer o reo e o inferno. Se Mendos Leal pensas-
se bem nesla malcra eleilural, lalvcz o que disse
lo anior apphcassc eleirao. Mas que JlTerenra
ha enlrc nina e oulra cousa? En. cada urna se veo
amor: la nos negocios de Sam.el e Judeo, o amor
dc Isabel Ihe fez renegar as theoriai de Movss,
para vira posse da douzella loucaa; aqu nos da
eleica... o amor da palria, encarando na poltrona
dos pacos do senario, faz virar as caber, esqueeer
o passado, e tozer nmilas oulras ...usas que mi itoo
ro'i,',01:!*!rao.,,r,!!a,;aode',lizer- Vilen'n* P*
rolda clciloral, ranalaii.lo aa qucsloeajtao revolvi-
h1 ,S- *> nipnlliias, servcos, circulares,
podas e loda essa proejas de ideas que sabe cm
quadra cleiteral, com a lista Iriplice, que ah vai
ao, pes rio Ihrono, a quera incumbe laucar o ponto
Iraal nesla Ircmeiiria uracao:
Dr. Jos Manoel da Fons'cca. vti
Dr. Joaquim Octavn Ncbias. -,|-,
Conselheiro C. Carnciro de Campos, 176
Mcoji, pois, o ciimnien.la.lnr Silva cm quarto lu-
r!P?rq.Ue i" '"': "' direi'n da ^anca. .ligo, o
cuiie.iorta Franca, reparti igualmente os volos.
tentoirparter "lci'a de'"-odos; co-
Agora. P"'8; S"c a l,a'lha acabou, agora que ve-
jo rcalisaitos loilas as pro|>osicoes que era rainlia
correspondenea avancei, corramos4,,,,, veo neslas
queslocs. Esta fe.la a lisia, nenhirai ci.radao ten, di-
rclo a intervir ., que se vai paasar; s ,, mouar-
cha lem a palavra. A elle lora mandar que corra o
panno dcsla tragedia .le lanos arlos, c a mm tZ
floTll" S"l ,,'-CU",a' ""C- ""'a slibrc quarqucT
e?\T, ? St'n' acc^la,l,, vi" """" Moa
r^ m.r.ur"vor.as q ccilu conslilucional. Aconsclhar nesla circumstao-
cia seria a racu ver um arlo de indiscririto :
Icmbrar-lhe aM^ao^M^F0' ^
ale ao presente conservei-me
provinciacs, e
Rei he o maior deposite de forra "existente na
vincia, e riepots Pouso-.\legrc.
_ ( Carta particular.)
He o que tenho desconfiado; todava nao que-
ro que meu caixeiro faca-o mudar de domicilio
Sou inleirainenle de seu parecer
len7oeaS ""^'" mS'er' q"e 6U COnher-a ,uas '"
Sempre lve f no futuro.
Pos bem, esperare!; a assignalura de um ho-
vossa cellenca he uma palavra de
tallando assim, madama Charpion mentia agnda-
velmenle, pois a scena do balanco fura meditada g-
mente desde amanhaa. e era de alguma sotfe um
prologo necessarro i comedia, da qual ellif era em
espirito a herona, e Mr. de Vauvlliers o hroe.
Essa relacao de riquezas 15o brevemente passadas
em revisto, toncou em torno de Felcidade uma au-
reola de ouro, que fez Armand considera-la debaixo
de um aspecto inleirameote novo. Ella lomou aos
odos do conde loda a grandeza de sua fortuna.
Madama Charpion adevinhou easa impressao pelo
sorriso, que elle dirigio-lde, rejpondendo que estova
todo a sua disposieau. *
I'os bem, tornou ella, nao abnsarci dessa boa
vonlade, e Iralare logo do negocio. Vossa excelleu-
cia assignou duaa ledras, que parece-me eslarem ven-
cidas, ha muilo lempo.
Estas palavras inesperadas espanlaram Armand, o
qoal exclamoa,: '
Ooel a senhora sabe...
Ellas eslao em minha mao.
Mr. de Vauvlliers inclinou-se.
E sou eu que o persigo uro lano activamente,
segundo creio.
Obrigado, senhora, responden o devasso, tendo
recobrado ja sua Iranqulldade ordinaria.
Oh I disse madama Charpion com ar negligen-
te, meo caixeiro obrou sem ordem ; elle lem procu-
raco rainha; masconsulla-me anles de penhorar a
mobilia das devedores. Ora, esla manhaa elle con-
sultou-me...
Ah ,
E s enlao foi que eu soubo que tralava-se dc
um amigo de madama de Flize, e inlervim.
Ite de leslemuohar meu reconhecimento se-
nhora condessa, j que sua lembranca prolegeu-me.
. Perdoe-me agora l-lo inrommdado, e con-
yenha que deviamos conversar um pouco sobre essa
bagalella.
Conversar he cousa fcil, se o mais nao o he.
' .
mem como
honra.
qucn,TtozSj,,;,d,^r,,Ve,,,enle COm0 mhT^ "
n7n?DS*."me* cunlinnn" Felcidade, lancaremos
ura i?!S. Pape'9,1" VWSa elcelle'=i me-passar
urna so lellra com oulro prazo. Convem-lhe 1
Perfeilamenle, respondeu Armand, o qual s
calculava nesse negocio o lempo ganho.
i .Mad,am1C,,rPi,iiroudagaveto uma folha de
tajldln.e3 e enlneou-" Mr- a Vauvilliers, di-
Faca melhor, assigne-me uma Ietlra de cam-
tezrde um mei' ^ u- sf
ar em sua posiSao leria sido coiifessar "que nao pre-
tenda pagar no lempo do vencimenlo. Como ma
peonada era um mez ganho, elle lomou a peuna.
nZ. i l". "? ,,v?!e um caiaeiro, tornou ella, ds-
penta-lo-Wa dessa formalidade; mas um caixeiro he
um lv raimo.
Uma mui doce tyrannia, qo ho conheco.
felcidade sorrio. e disse :
niT".,. ?m,(lu''""0 'em a penna na mao, para que
A,P^afSdeiLenas emye* rteli<:ar niV unidades?
Armand encaren madama Charpion, e disse com-
Apre I^Jre um negocio!
. T onvIa"Qte eja mercadra de leile. sou um
lauro haiiquelra lambem. Quer o meus crdito 1
' ~~ Do boa vonlade; que quer que escreva ?
Quinze em vez de oilo.
Esl escriplo.
E assignado?
Felcidade mclleu a lellra de cambio na gavela, e
fechou-a u chave.
Ei",'.0 meu Prsioueiro no dia do veocimenlo,
. r,nP-"e "fiaundo vss excellenca obrar, ou ir
a Llichy, ou usar de meu crdito como ihe a-
pronver.
Falicidade lanrou sobre Mr. de Vauvilliers um
olhar profondo, que admirou-o.
Que devo fazer? exclamouelle.
Isso he meu segredo, lornou ella rindo ; se vos-
sa excellenca o soubesse, me arruinara. He melhor
calar-me.
Pois bem I jogarei sem ver, e'redmenle; seu
obsequio me ton as v'ezes de Iriumpdo.
Armand mellen na algibeira o reste da quanlia da
ro,icalieacoiisidcr.ieao.las^riplicc c sxtuplas, e
cu, que eslou ca muito em bailo, rujo de ser intru-
so dizendo que cada candidato lem sen favor mui-
nl" .'"', .: t'.rl" 'ro"'a' l)r- Manuel ser o
mu II'' C"(l" r0"'P'10 '""' n"i,, *" 0PPW'0
que se Ihe anlcpoz. escudado pelo seu uoiue, or
seuspaieiit.-s e amigos, pc|,w seus precclenles co-
mo tiiho da provincia, e iutereasado em seu progres-
so, o Sr. I)r. Nebias ser uma illuslrai-ao ua pro-
.,V.',CIHe- j-"'"'10"" Pitido que o cevon ; o Sr.
conselheiro Carneiro cidadao inveterado no servir
publico. *
Nada tenho pois rom estos,censas, milito mais
quando tenho que notiriar-lhc unirs que por aquj
vao: ja o exor.ho to lougo.
Teve lugar ha licm pouco dias uma cataslro-
uie que eucheude pezar,- seiilimenlo a lodos aquel-
tes que saliera avahar o horror que se apossou de
um pobre moco, que, sem ser asaaaainp, acaba de
eomiiiclter urna raorle na pessoa desla ma.
tsse moi;o vollava da caca|iara sua habilarao, na
Ireguczia rio Braz; e perclieiidn um vulto junto a
una arvore, disparen a espingarda que Irada, pre-
,iiiiiindn que toza puularia a uma caca. Pelo ge-
mido da infortunada velha reconheccii o carador
que linha uiorlo sua propria raai. Ficou quasi
uouiio, pois, segundo rae dizem, lie moco dc Ikmis
roslumes.
Fin rcrolhido i radeia c iiistaiiron-sc o compe-
tente proceso. He pos um re sem crime que
vai subir ao Iribunal, onde a juslira vai exigir que
elle verla algumas lagrimas ouviiido a historia de
sua ley laudado.
Ainda uma tentativa de morte ; mas esto nao
ro preparada pela loiandade rio um joven ; he obra
uo racinora, que, la pelo interior, em pouca conla
tein a r.uca judicial. Tentou-se assassnar, na
villa do Braganca, o cidadao Salvador Nardi dc Vas-
concelos, pessoa iiiiportonlc desse lugar. Exerceu,
no predominio das ideas liberaos, importantes car-
gos da villa, c quasi acalmu s maos dc um scclera-
tela que o ferio na coxesquerda. Anda nao sei
se perig.iu a sua vida. Cumprc jjue se deseuvolva
a vigilancia sobre o assassino: a represaao do cani -
iialisnio he iiecessaria, e quando se trata 4a segiiran-
ea individual, que no interior he precaria, nao ha
queslao de partido; lodos somos inleressados. O
aggressor esrapou-se; mas dizem-me dalli que he
bem roiihecirio.
Aa v iaa de rommuuicarao vao de dia cm dia cm-
pciorando. Consla-me que as iinmeiliaies do re-
gistro da Onra cstoo as veredas iulrausilaveis com a
reproducraotoa chuvas. .Na eslrada Silvana, desde
a morada rio alferes Manoel Cardozo al .i divisa
riesla provincia com a do Rio de Janeiro, distoncia
de legua e mcia, he mpossivel caminhar .seguro.
Accresce que as elidientes rio rio Mambiicaba lem
vedado a pasaagem dos viandantes por >. :1 e t dias.
Ja se coiiiiiiuncou ao governo, que anda lera quo-
la para estradas.
r"'"xe alguma riifliruldadc cm encontrar um
substituto para o Dr. Furtodo na dclegacia da poli-
ca ; esta aiilori.lade, collocada em mao d qualqucr
cidadao sem energa, sem actividade, lie um verda-
Iciro mal. O Dr. Furlado, que a estos qualidades
em alio grao reuiiia a iiilelligenria e o conhec-
mciilu do direilo, fez diflidl a adiada de um sulisl-
tulo. Finalmente o Sr.MalhcusCoiilinho quiz car-
regar o pesado fardo, e esto empossadoda delegaca.
Nao se .1 uViria da iiiteireza rio Sr. Coulinho; to-
riavia este senhor he extremado partidista, impro-
prio por isso para una delegada. O cargo de de-
legado he pordemais melindroso, quando a paxao
poltica he, como na arlualidaile,. urna venda com
que milita gente vai ao .Icspenha.toim.
Pretenda dar maior ampliludc corresponden-
cia dc boje, mas sorprendeu-me asahi.la ilo /tamb,
que se anunnria para jii. Besen o-me para a mala
rio Joseplna, que breve seguir.
Paiabens! O rorreio da corte vai na ilevkla or-
dem. A's vezes he bom grulhar. fldem.)>
. (Jornal do .Cainianrw.;
-----. MIIBmii.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Para' 2 de maree de 1854.
Neste momento acabo de cliegar de fra da captol,
porque conlava que seria boje n riia da chegaria do
vapor rio sul. segundo iuformacoes do agento da com-
panhia dos paquetes; porm appareceu elle mais rie-
pressa duque se conlava, islo he, entrn anle-bon-
tom, e por scmelhanle mulivo pouco lempo leudo a
dispor para Ihe referir algumas noticias locaes, anda
que nao ..eslituidas de maior iuteresse.
Chegou ha dias o vapor Puraense de guerra, e a
sua chegada tranquilina, algons espiritas limoralos,
aa tncasao dos Americanos ; porque contam tolver,
que aquello vas e mais dous tingues do guerra, que
aqu existen), poderilo fazer face a uma tentativa se-
ria daquel es nussos amigos, que almejam por nos
inier etettuacao c prosperidad*. Para mm tenho
em mu pequea conla lao pequea torca quando os
nossos aciluailores se dispozerein decidadamenle a
romper as caudalosas aguas do ./maconas. Ser con-
veiueiile que o governo imperial disponha de
maiorcs forras para obstar a entrada do grande
rio aos eslrangeros. se he que elle contina a sus-
tentar semelh.inte -poltica, como facoractl ao pro-
gresso e i felindade desla porrao rio imperio. Do
contrario leremos de passar por sem duvda por algu-
ma vergonha, supporlando os insultos, que elles nos
queiram fazer. Por ora. de nada me arrceio, cm-
quanlo o gabinete dos listad ocluidos julgar a'pro-
posilo levar diplomnlicainente a queslao da licre na-
vegarao dos .imazonas ; mas desde o momento em
que o bom senso dos seus estadistas lhes aconselhar,
que semelliaule queslao nao mais purier ser lermini-
l por meio de palacras, entao ells procuraran o
seu extremo predilecto, as armas e.a forra, e paraj
esse caso misler ser estarmos preparados c bem
preparados, alim de reeebermos os nossos hospedes
com a corlezania propria rie lio leaes cacalleiros.
Se esla queslao livesse de ser jotgada por mm, nada
disto seria necesario, porque Vmc. sabe a minha o-
puina respeilo da Une naceijacao do noisn rio;
porem nao sao foliculariosda minha ordem, que bao
de aer juizesde Uto transcendentes contendas, e pr-
tenlo subordino o meu pensamenlo s circunstan-
cias, e a opiniAo do governo do meu paiz.
Ainda desla vez nao era o governo dos '/slados-C-
nidos que figurava ostensivamente neria tentativa :
biiscava-se para proteger os emprchendodores a ban-
deira do l'era',e com ella se prelendia cobrlr o va-
por Penobscott; americano, que em breve demanda-
ra o nosso porto.
Depois de iiil'rucliferas diligencias, o de protestos
puMico feilos as fallas americanas pelo cnsul pe-
ruano em New-Vork conlra laes prelrnces, os em-
prchendedures e os seus flibnsteins, desanimando,
mudaram de lenccs, e agora cansa, que sob pro-
pria baudeira americana, rao tozer fortuna l para
o Paraguay.
O brigue escuna Laurelte, qne hontcm ancorouem
nosso porto, procedente de NewYork, nos Irouxe lao
grala c satisfactoria milicia. Portento por agora csloJ
sanada as difflculdads e relirados os embararos em
que lalvez nos venamos com toes hospedes ; e bom
sera que o nosso governo, nao despreze lao melindro-
sa, quan momenlosa quesao.
Sao 11 horas da manhaa, c neste instante acabam
de Tundear os vapores Marojo e/lio Negros esle a
reboque daquelle, procedentes ambos do interior da
provincia. He lal aalegiia, que todos senlem pelo
salvamento do Aro Xegro, que de varios poutos da
cidade sobcm aos ares eslromlosos foguelcs.
Nada Sei do Amazonas, pela prxima barca ihe
coininunicarci o que houvcj de inleressanle.
Adeos.
Relatorio da commissao' de exame.
Seiiliores accionista* do sonco romnferciai do Par.
A commissao derevisaode cnnlas, em cqntormi.to-
rie .los arligos .50 e 51 dos estatuios do banco, lem a
honra de peto primeira vez, ciimprir o salisfaclorio
dever de apresenlar-voa um liel, ainda que pequeno
esboro do estalulo do mesmo banco.
Os algarismos das uperaces deste too ulil eslabe-
lerimenlo, no curio espaco rie sua existencia, sao
toes que bem revelan) o seu prospero desenvolv-
menlo, e nos garanlem um estado mais lsongeiro pa-
ra o futuro, do qne aquello com que.talvez pedere-
mos contar.
O m.iv inieittu da caixa dorante o prmeiro senies-
trei foi de res 10:205975:1, sendo a entrada res
t2.);oo1a0o, e a saluda ris 11 :57t85t7 ; apresen-
lando por conscqucocia um saldo de res 11:0769659,
em que se comprehende a somma de ris 10:0009000
em vales emitidlos, dos quaes, os poucos dados em
pagamento, por mu limitado lempo se demoraran)
uas m-3os dos portadores.
Desc.nlaram-se tt ledras da prara novator de
res 100:0399995, inclusive 4 por hypollieca de pre-
oanco eomntt
mal enteodido pejo.se vad
sempro que abandonan)
Irariam um premio mais
bauco ainda nao leve que i
protestar uma s desuas j
No balanco qne a direc^
quanlia alguma il
fundo de reserva, ct teru
dos estatuios ; bem cono se nao ded
mos lucros os 5 por
perlencenteaa referida
commissao. a direc
gundo semeslre, poca
deudo.
- As duas prestocoe* das
mam o capital efleclivo.
accionistas nos prazoCa^^^^^B
e apenas na l^^^^^H
la com duas aeces, de f.
razao por que se no1
99:9508000, quano
Concluindo, lem i
que, examinando
banco, acharaos esc, iolu
dade a melhodo ; c
rir a modestia don majT
pozeram elles em
borne prospero am
lajoso eslabelecii:
maiores elogios e c
livos como peto acerto
banco ; rada um dos q
lugar que oceupa.mei
daJivros.
Eis ludp quanlo lem a
so conhecimenlo sobre a l_,
cial do Para, espera i
co merilo do presente r .
de l)Sot./oaqui>,
reir Dias, Jos Joa
RELATORIO'DO COI
DO I!
Senhores accionistas i
Cumprindo uma das
bancocommercial
cao deapresenlar-vos o lia
cimento.
Acha-se verificada a en!
prestoroes. menos
pertenceiilesai
e eiTTfi
topro: desla maneir
co em ris 99:9505'
Com quanl
geiro, mosteando unicain
Cueros & Perdas da quan
resultado das Iranaacces n-
inslallacAo.do Hinco
peza que se tornou i
cimento livesse orna
ranea devida, e tam
que liveram ao prir
virio ;i escassz, qne
e que depois si
He fra de letls
tos rontos de ris
relacao com ;
recem boje ; eom
por em quanlo o ai:
A directora ente
vos as vaniagi-
Idido desle eslabele
os juros por empres
todas em proveito do
A directora querr
verbas de despezad.
alugir parleda ca-
o seu expediente, e
quanlia de ris 5009000
Os empregados de-
vas de zelo e injellis
la maneira porque cumpri
Ciimpriiiins. senh: omm daa1
lalulos,*pondo lodsaa lita
da commissao de ea^^^^^H
ocrasiao o seu^^^^H
A presen temo-vos^^^^^H
do bauco.
Enlroo emcaiaaqoaiitiadc
Sahio da n
Descoiilariru-se 44 leltras. in-
clusive 4 por bypolheca, no va-
lor rie > ,
Emissa de vales mximo .
i dedal
eripturarao
devM recula
H.
lellra de cambio, e despedio-se de madama Charpion.
Ella eslava de excellenle humor, entretanto seu
cavallo corra com a velocidade de orna trecha.
Tenho tres cordas no meu arco, dizia ella com-
sigo:
No mesmo momento Felcidade, escondida por Irs
da vidraca de uma janella. cuja cortina levanlra,
vio Mr. de Vauvilliers feir ao Irote do cavallo.
Na verdade, disse ella comsigo, para marido
nao he mo.
No pensamenlo de madama Charpion, a entrada
do bosque dc Boionha era o camnho mais curto da
Balignolles a casa do Maire, onde quera levar Ar-
mand.
Desde que Uvera leltras do conde em sua mo, el-
la concluir do condecido para.o desconhecido. Cm
domem que deiiava protestar sna assignalura. e cor-
rer uma demanda al pendura, nao poda ser ISo
rico como diziam. Ella lomara iutormaces com essa
aclividade conimercial, que faza parle de sua orga-
nisacao, e oque Ihe linham dlo a confirmara em
auas primeiras suspeilas: Mr. de Vauvilliers eslava
oberario-de dividas.
Bem, dissera ella comsigo, leva-Io-hei pe|0
grande camnho das dividas al ao p dos aliares, e
sua ruina me far condessa.
No mesmo nstenle seu plano foi concebido com a
lgica, promplidao e habilidade, de que os negocios
Ihe haviam dado o habito, e ella camiohou directo-
mente ao alvo.
Felcidade nao fallou a Helena nesse projeclo, nao
porque livesse adevinhado as relages da condessa
com Mr. de Vauvlliers; mas baslava que Helena
fosse mulher para inspirar-lhe desconfianza. Ella te-
ma uma rivalidade de amor proprio em falto de
uma rivalidade de amor.
Quanlo ao conde, engano-se completamente so-
bre as nlencoes de madama Charpion, e pensou que
julgando-o rico ainda como fra oulr'ora, ella s
procurava nelle um cliente de mais.
Seu desinleresse he uma isca, dizia elle com-
sigo, hei de mordla.
J vimos como Felcidade alara a primeira malha
da rede com que quera pescar um marido; mas a
presa que ella cobicava, oulra a cobicava lambem:
essa oulra era Fausliii.
Ao principio quando Mr. dc Vauvlliers desperdl-
cava com ellaos restos desoa riqueza, Jausliua nem
mesmo cuidara em casamento; mas depois dessa po-
ca, tendo o dovasso descido medida que ella suba,
aconleceu encoulrarem-se, nivelarem-se easas duas
corrupcoes.
A tonca apenas locou no coraco de Faiislina pro-
duzio nelle um incendio, que ascera como um so-
nho, eslabeleceu-se como um projeclo.
Ella linda sondado o eoracao do amante, econhe-
ca-lhe todos os recnditos. Era um corceo roido
pela vuiddde, faminlo de luxo. seqnoso por devani-
d3o. Ella quiz lornar-se indispensavel e alar eutre
dios.
Os desconlos das leltras monlarama r,s 3:5j\3906,
dos quaes alguns j foram vencidos e recebidos, e ou-
Iros calaca vencer ; as conlas, de gauhos o perdas
em compras.de melaes, apresenlam um resultado de
ieis,.^,;)0; a de juros por hvpolliecas de predios
res .insooo ; e a de conlas correnles garanlidas a
de res i>09l8t.
I-'oi tlispendido com gastos geraes, e ordenarlos
dosempregadosdacasa; res 3:7949212, (cando por
lano liquida a quanlia de ris 5819728, correspon-
dente a lmsj por ge,,,,, do pap^i ltjalisado dur.inle
o prmeiro semeslre, que se reduzo para bem dizer
a qualro e mero mezes de operatoes ; havendo por
lano, eemvijla de scmelhaiiles resullados, ludo a
esperar desla vanlajosa inslilulrao, cum quanlo ain-
da haja alguma repugnancia, da parto dos descuidan-'
Icsdelellras.em concorrercman banco, preferndo
desconla-las a particulares, lalvez com maiores pre-
mios : esle preconceilo. porm,se desvanecer com o
lempo, visto eomu nao pode viugar contra os inle-
resses vilaesriaquelles que se veem torraMos a real-
sar (ransaeces de lal ordem, que, quic por um
elles tocos, que p habito e a necessidade fizessem in-
dissoluveis. Depois de abrir os bracos, abri a mo.
Armand nao rejeilou, e essa prova falal toi-lhe
feliz.
Desde enISo Fauslina julgou-o seu; Armand com-
prehendeu as alluses que ella aventurou ao princi-
pio sobre esse projeclo de uniao hypolhetica, e nao
repellin-as; porquanlo lambem linha seu alvo, e dei-
xava obrar e fallar aguardando a hora eos aconleci-
mentos para pronunciarle.
Desde esse momento, Fauslina dedcou-sc em cor-
po e alma a Mr. dc Vauvilliers, e houve enlre elles
quasi um accordo tcito: ella dar-lhc-hia nmarique-
za, elle dar-lhe-hia um nome, assim ambos tinham-
se entendido sem :iada dizerem um ao oulro.
Essa riqueza que esperava e de que precsava a
lodo o cusi, Fauslina vio-a no principe de Zell, po-
rm, certo de sua forja, nao apressou-se para nlcan-
sarseu fin; ella quera uma conquisto e nao despo-
jos, e para ler ludo nada pedio.
i No dia co que Fauslina fez uto sagazmente que o
principesorprendesse essa caria, que nao liniia len-
{ao do enviar, laneou-s jio pescoco dc Armand, d-
zendo-lbe:
Elle he nosso 1
Esse pronome poste no plural soou aos ouvidos
de Armand, sem que elle revelasse sua odiosa fran-
queza.
Fauslina espreilava sua resposla com o canto do
olbo.
Para 31 de Janeiro da 185J
sidentelenriquede I.a\
I -7T
gustoCorrtia^-Henry
-------"""
^ Marauhao 6
Sempre lamentando a esc.-.
vez, incetarei a missiva do C^^B
qualidade alguma.
A adminislracao vai marcli
{o*-na realisarjo das ideas, q<
provincia. Os vagidos do/:'< i
eram eslridenles,
caveniusoe lugul.
du oulro do mundi
Iha-se elto perfeita!
reir are--, que
trella, chora os st.
sedlas falsas, dos
das violencias das
De toda essa h
go qae. ja devem ler]
bem como da comuleu
vincia seoper.ui,
Iranio, comprehel
ses, esmagou a inl
lalvez nascida d'ui
vesse elto orna mor
acabar aos poucos,dispi
receber os sacramentos,
salvadlo ; ella que merec.'
si que findou os seus dias dc opt^
menle como se tora orna boa er)
morreria at como chrislaa se acal
Armand sorrio e abrajou-a.
Elle he meu! disse ella comsigo.
as crealuras da especie de Fauslina o desejn do
casamento lem lodo, o ardor e loda a intolerancia de
uma lebre; he menos um desejo do que orna paixao.
Ellas procuran) esse eslado com lano maior afinco,
quanlo mais diflicil Ihe he chegar a elto. O casa-
mento para ellas lem lodos os allraclivos do frueto
prohibido^ o nico que parece desejavel a essas al-
mas enervadas; elle he ana chimera. Para a I can-
sar um casamento, ellas caminhariam desea I ras pela
lama, pelas podras e pelos espiuhos. Chegndo ao|
ultimo degrao, as que nao acharam marido, loman,
um amante, o qual vive do suor dellas, hale-as, eu-
gana-as c rouba-as; esse amanto que caminha em
sua sombra, he quasi seu marido, he seu domem.
Se qiizessemos procurar a cansa dessa enrgica
appelcncia, lalvez a aedassemos na vergunda que es-
sas desgranadas lem de si mesmas. Perseguidas por
todos os acasos de sua vida avenlureira, sempre ret
peludas e sempre Injuriada*, ellas procurara no ca-
samente uma consolacao chimenea ; parcce-lhesqu
sua infamia repartida ser menos pesada. O casa-
mento que as faz mudar de nme nao .'eslro o pas-
tado', e esse nome que lhes lie dado nao lie una e-
ponja que lava lodas as manchas, Lazaros da gaUfr-
no fundo de lodofos^oraces, ainda os n
ros, que o hornero que as aceite, ao mesmo lempo a
absolve.
A benrao nupcial que faz inlerrir o cn
da Ierra he uma rehabililaco que eleva-as e consa-
gra-as seos proprioa olhos.
Essa rehabililarb, ellas procurara aira
dos os obstculos, de todos os impe.liru-
dos os engauos; he o porto em que li
de todas as agitaees de sua vida incessante
alormentoda: mas como nio podem chegar a elle
pelas vias honestas, piocuram-no por meio* vergo-
nliusos e vis seducr,oes que fazem com que o a|vo seja
manchado anles mesmo de ser tocado.
Mais que qualquer oulra, Fauslina conheca sua
dcgradar.lo; os exemplos que vira em torno de seu
berco, a educar-io que receben, o luxo alcanrado e a
riqueza adquirida, ludo raoslrava-lhe o casamente
como a nica probablidade que restava-
enlrada as sociedades; onde I
ella esperava levar asenh'ura conde-
Em seu odio de prostitua conlra
bresenlr.iva muila inveja; assim depil
com prodigalidades, elto quera iguala-I,
E demais, que triiimpho!'Depois de Id.
rearia loda a embriaguez da didlcuIdL
Nessas sociedades, das quaes a pobreza
ella esperava que a audacia Ihe poria na fronte ama
cora de condessa.
ecc>-
Uce:
laria, morrapdn solleiras, ellas prnruramsua ressur-
mamenlo ; porquanlo parece-Ibes por um
reirn no
adniiravel etteto
dessa liiubranc
Mr. de V'aovilliers represcnlava pois pi
na o futuro, um nome, urna irosi'
face de Paris e em Pars. -
Etlajlhe linha feito briiharao-
pectiva, e elle nao a rep.
sidades decae libertino
a loda
lucase a todas asseduc{oes; linha-a guhuloo de-
dalo das pmxi.es e aconselliado em seu avillanante,
de Jorte que da devja-lb* em
quera era, por isso
uitina poz-se a Ir. si, e
assim como madama Charpion o possuia pelas auas
ella o possuia peto.
n'i* Armand mais forte
fazer-se de uma pela oulra. I
lira a natureza do seolim
dade obrar, eslaya prompto p
escapar dominarao qu
impor-Ibe, e em vez de soffrer co'udi{es, preparava-
se para dicta-las.
Mr. de Vauvilliers bem. sabia que esse estado'de
antagonismo secreto nift podio durar milito; mas
pretenda protonga-lq batanle rara tirar partido das
circumslancias; pois era um espirito atrevido que,
goslava daasluacoes extremas, e esperulava em tudo
sobre o acaso. -
^f .Conimar-se-it.)




DUBIO DE PERNMBCO TERQ* FEIR 14 DE MARQO DE f 1854.
i
t

pfia, i tules per milmclos dama [talaren, nao qui-
zesse Oear impe
Nao phanlazio; o* do grupo da Httrca, quando
por um desses jucomprehensiveis favores da Provi-
dencia, eocon I rassem uma ressurreicao. estou, que ja-
mis podoriam alcanzar a perniciosa influencia de que
os, el-;
'< cilaaaaaaaaaaBnnaaaaae^LnaV*1
jcau tancla lepras a indulgencia, a
emenda dos peer
rdSS^? *!"** **** fcqoe soa Daloralrnen-
vl da contcmplicao da
toen* ataaiiaa tnsior i a. Se i, aue devo dehar os roer-
lo em seos Iumulos, e assim passarao* ehroniea dos
que vivem. que somenlo esta he a minha obrigaclo
para com vm,
A seguranza individual continua fnalleravel. ni-
camente seipela parle ufticial rio expediente do go-
verno.quea este cosl, que fra morlo e criminoso
Joflo (iorgullio, no lugar denominado Eux nu lermo
de Chapada, pelo soldado da segunda companhia de
pedtilresGeraldo Anlouio Nune*, perleucente par-
tida que diligencian captura.delle, e d'oulro cri-
minosos, em eonsequeneia de haver rwisudo pri-
kao con unarma de fogo e um trarado, e lenUido
o uicsnio soldado. Essa morle causada por
motivos de torea maior, lem de ser verificada conve-
iiieulemente con a instaurarlo d*uro processo e
prieto, do soldado, segundo se v da parle ollicial a
que me retiro. Nao leudo mais faci algum alienta-
torio ii seguranza individual qu narrar-ltie, per-
inilla que aqui faca eu um pequeo parallelo com o
que nessa provincia se passa, (ranscrevendo-lhe do
Constitucional o segoinle trecho de urna carta d'ahi
escripia, viuda pelo AveUna, com dala de 20 do pr-
ximo pastado mea. Ei-lo:
a Neste momento, he meio dia, acabara de assassi-
nar Fernando Awtonio Fldi, natural de Lisboa, n
ociante d'algodao nesla praca ; o aesassino enlerrou-
Ihe a faca do corceo da profundidade de 7 poli*ca-
ima das ras mais publicas do bairro do Ke-
uguem lanrou m'o do assassino, oem a poli-
leu providencia*. Sabe-qe quem o reandou as-
sassinar, mas ninguero se atreve pronunciar o seu
nome
recisa de comroento de qualidade algu-
e em Casias, durante ofuneslo lazir da
que tiveraos, entre nos, (actosdesea iiatu-
rexa, cujo horror cede a tola cxpcclarao huma-
na l:
I carnaval foi esle auno bem frtil de cabacinhas;
lo que o povo entregue loucameule essas lol-
gancas de bem remola rigem, nao occasiooou dsa-
lualidade alguma, excepto o que houve
cea) o mestre da toja de alfaiate do Sr. A. Auguslo,
que por nao querer jogr as ruada com o celebre
Aeassio (*o mico, ambos liis michelolus
do Dr. Maiaj, leve de soUrer urna tremenda marra-
se cahio redondamente sem senli-
lancando algum sangue pela bocea.
lio est sendo processado, e a sua victima, vai
ibeleeendo.
i do crrante, parti para a ctdade d'AI-
o l)r. chefe de polica, para orna commissao
lio francscipsf, capilao Pugibel perdeu-
> arrecife da fortaleza de S. Marros
ilo dia 28 do passado porf un-
a, que Ihe sobreven, apenas
:r opharol. Como navio,acar-
lamente, escapando toda Iripolacao
a, excepto o capilao ; que ficou bem
o. per(en:ia aos Srs. Matsou-
ae, esses filhos do Havre, donde vinha, e
a-e aqui io|Srs. Faurnier Rodaf & Com-
hra-se lamber nos baixos da Bdcanga, urna
a d ferro, qu dala parti com deslino ao
t nicamente a tripolacilo. que 1ra-
o dixm de 3 pessoas!.
tabas ultimas, fallando-lite da per-,
(, emitti um juizo, que conveni ago-
i d'algum modo eu o modifique, pois estou ao
circumssancias, que at entao ignora-
i exiga a Jescarga do navio para po-
examiuado, e designando o dia para esse
ir para o caes de commendador Porto,
ente no porSo 60 ou 80 saceos de
nudo a detenninacao da mesma vestoria
.jrlini ilese poder inclina-lo convenientemente para o
lado, e assim fazer-se o exame no fundo. Quanlo i
ir lodo a cuuha, a mesma vesloriamaos nao men-
t declarou que o poda fazer sem
l costume do porto, aonde tem enea-
Hiedo navios de maiores dimenstes do que a Tin-
n ludo i cunta, como at carrejados
dio. Como naquella occasiao nao podesse enca-
ir, os pralicos roamlaram voltar o navio para o an-
sotegresso, que vasando j a
lie um vento de irovoadas de Ira-
bruscamente lirando-sc-lhc logo do
i 80 saceos 3'assucar, al sem avaria
i tes do casco eapparelho, fizeram es-
rdinarios para tira-lu do lugar do enca-
stante essessforcos.e grande dispendio,
le ha que consegoiraro tira-lo, ma
Be opioiao geral. que aqui
ra fazer a pora de que precisa : cnnscaui-
rao apenas aiamancar para ir faze-la Europa, aon-
ico se hade Kastar. He pena, que i*n lo
i: tal lim I
iante do Rio, cliegou nesle vapor o Exm.
IB coronel Dr. Joaquim Jos d'Oliveira.
commissao, examinar aobrn eorranienln
S. Exc. j comecou os scus importantes
la-sc hospedado em palacio.
uno passado mez finlisoii-se a
teatro; e aleuus dias antes o dis-
mano d'Oliveira tomou sobre|si a nova
;a 1. de maie, seudo-lhe o
nao s para, em quanlo nao
vos trabamos, poder-se retocar o
ae muito carece de certas pinturas, como
mesmo para ir a essa cidade contratar novos achires,
elle segu ueste vapor, sendo prova-
lle nos traga contratadas, enlre oulras, as
insignes actrizes Manoelita e Baclena. O nosso pu-
biieov rendo a maneira com qno o Germano,
dota. talentos de que lodos o couhecem, ao pon-
em cerlos papis emparelhar com o
-nico rival que lalvez elle possa
stippo niio deseja privar-se desse grande actor.
e ludo espera de soa nova empreza, do mesmo modo
que urna igual conlianca nelle dr pauta o govrno da
provincia, queo conlralou.
reza que acaba de cenclilir-se, a todos os
luperiora i compirohia Mir, fez-nos co-
B apurado gesto da arle, de que Unto prc-
eisvl i regeneraeSo, pois, do Uosso llteatro
ificio feilo pelo Germano, sobre qoem dc-
pequena gloria, a elle que nao pou-
pou I ibalhos, e at sacrificios para levar ao cabo o
'qvo tomou de offerecer-nos dramas nunca
n nossa scena..como de termos occasiao de
>a voz anglica, que possue a Sr." Car-
) rais distiucla cantora que nos tem visila-
seohora tambem parle nesle vapiir, e he
de esperar, segundo ella mesma o promelteu, que
meo esteja da volta em companhia de
a, muito embora ella conli-
arrostr esse pequeo numero de
le em (odas as pocas circula ni o ver-
ito. A Sr. Carmella parte chcia de vi-
e saudades por um povo que semprc
ibem segu neste vapor o ar-
Ire, esse actor alegre e sizudo que em to-
dos os papis sabe brillhr, demonstrando assim os
os passos, qu vai dando a esse alvo de sa-
a que tendero lodos os bons artistas'
Em obsequio ao ramoso arlisla da ami-
ga companhia, o Sr. Pinto, cadeu-lhe o Germano o
ihealro, para dar-lhe um beneficio, loda a compa-
nhia pre*loii-se de boa Vontade em coadjuvar o'Sr.
Levou elle acea o Ualifax, eujo papel
i 'maneira digna de si. A
rrencia foi mroeosa, e o beneficiado collicu
ptos louros, que forarsarernir-se aos oulros
que he tinjam a fronte. Por occasiao da ultima
ipreza, as duas actrizes Caro-
carmel* fnram summamente applaadidas.
Asabas foram caroadas com ricas capellas de prala.
Geera chegou o artista Goimeres, que he ini-
iermano, e desejaudo elle de
areeer em scena, pedio o theatro para ilar
I reacesentarao era beneficio dos educandos. Pa-
ra alcancar ase fim, tem-se empregado todas as
mollas do empenho, pas o Germano absolutamente
Iba denesa e theatro. Conliecendo esle que a appa-
ri cao do Ga i maraes, segundo elle mesmo o procla-
ma, nao hemaisdoque um achile, muito embora se
acoberte elle com idea de um beneficio aoedu-
candos ; e vendo mais que este seu inimigo parece
buscar nioso um motivo de desunido enlre1 os adores
. spectadorea; e aindamis, reconhecendo que os
trwlhoti que o material do theatro precisa, ato po-
dase supporUr ama deUaaa pelo motivo da repre-
seotaco pedid. ottente, segando son in-
le atado algara ceder-I he
mira qualquer occasiao,
aar etaaplo,,catar prnrapto a aalis-
iroaader do Germano tem
-eaUeodei'-
dos espectculos durante
desejos do publico mais se
|>ie gozar do Iheal
^ie lleve a empreza
odermos 'a estar?
^eavel se torna o procdi-
meal__
,,<">0 irante a primitiva em-
presa qaaudo o Germano logo aqui chegou, offere*
aaH
enelicio do* educandos,
mente dentado.

j^^K na*r*f_MM|; maneira concisa, e o cs-
rocom el Bymeil compadre aprsenla o
seu primeiro Ir^pParJ, de que dlspeede urna encllenle critica, e de talen-
tos recemmetidaveis.
Aqui concluo, porque o vapor est a largar.
r O rendiroeiito da alfandega, durante o mez de fe-
vereiro prximo passado, he de 30:l53a971
-------------------*-*
PIATJHY.
Tbereuna 1* de fevereiro de 18*.
(Javaco em guisa de prologoVista retrospectiva.
Ctiegada eposse do Exm. presidente, Dr. Pereira
de Carvalho.Primeiros aclos de sua admioistra-
cJo, e beneficios que se esperam.Caual do Ieua-
rassu.Navegaco do Parnahiba.O jury deMar-
vflol-actos diversos.EleicSo provincial.
Nao ha livroscm prologo, uein artigo de jornal sem
introdocn, ou cuuta que iso vallta.Eassim deve
de ser para que o aulor nao passe por incivil.O
Erologo he urna cortezia, que se faz ao respeilasel pn-
lico, ou urna prova da considerac,3o e respeito, que
lite he devida. Um prologo em sna sciencia. assim
como urna bem rasgada cortezia seus preceilose re-
gras. De um prologo mal alinhavado nasce de ordi-
nario a ruina de urna obra ; porque he a primeira
cousa, que se l; conseguinleincnle he o prologo um
panno de amostra, ou o frontispicio do monumento,
que a lauto custo levanten a intclligcncia ao pobre
escriplm-, Temosouvdo dizer, que um prologo para
agradar deve ser lgico, breve e incisivo, o que os
demasiadamente longos sao parles maiores do que o
lodo : e, pois, dislinguir-se-ha u nosso pela brevida-
de, j que nao o podemos adornar das pulras quali-
riaries.
Senhor redactor do Diario de Pernambuco, vamos
dat-lhe regularmente por intermedio de um compa-
dre, o seu correspondente do Maranhao, noticias do
Piaiihy : nao queira Vine, saber das umitas razoes,
porque tomamos esta deliberaran : satisfazermos-
Ihe nesla parte, ser um nunca acabar, e teremos a
parte maior do que o lodo, quando fazemos proposito
de ser lacnico. U que lite podemosaflirmar, he que
llie diremos scinpre a verdade nua e crua, seremos
judicioso; porque n3o temos paixOes, nao nos emara-
nhamos no dedato da polilica, e conhecemos o terre-
no, em que pisamos. Nossa profissao de f resme-
se em tres palavrasverdade, prudencia e imparcia-
lidade.
O que mais nos lem dado na cabeca li o cstjlo em
que llevamos atinhavar as nossas correspondencias
para seu jornal; lomos pensado seriamente nesla
qnestao, c em resultado temos concluido que devemos
escrever em estvlo variado, temperado e com simpli-
cidade, porque, se bem nos recordamoshe o mais
adequado e conveniente narraran.
Antes de fecharmos a porta ao prologomais algo-
mas palavras. '
Vine, est bem ao fado de ludo quanlo diz o jor-
nalismo, e pois se ha de Icmbrar, que o illuslre cor-
respondente ilo Jornal do Commercio no Maranhao,
sempre que se refere ao Piauhy diz: Nao ha nada
de novo, nao consta cousa de importancia... Est
bem visto, que tal laconismo he injusto, e sua liogua-
gem pouco verdadeira : porm nos desculpamos o Sr.
correspondente: deve S. S. fallar sempre esla lin-
guagem porque nao tem aqui quem Hiede noticias,
quem oponha par das necurrencias. Por isso eper
oulras razoes mais tem a nossa boa provincia vivido
esquecida, como que Solada, e sem pezar nada na
balance polilica do imperio.
Nao he possivel, que esse estado de cousas conti-
nu ; queremos, que Piauhy apparera, queseja co-
nhecido c fallado, qoe lome lugar que merece, como
urna parle importante, que he, do organismo poltico
do imperio.
Esto he o nosso fim ; a empreza he superior i nos-
sas forjas: porm Dos nos ajudar.
Tem o Piuuhy urna poca bem nolavel, um faci
bem imporlanle registrar em seus annaes;referi-
mu-nos mudanca da capilal.
O Exm. Sr. Dr. Jos Antonio Saraiva, dotado de
um genio emprehendedor, medindo todo o alcance do
pensamento da mudanca, chamou-o de novo a dis-
cosso, e finalmente conseguio leva-ln al a realida-
de, com grande espanto daquelles, que diziam ser
essa conceprao um bello sonho, e nada mais do que
isto. O sonho se desfez e desappareceu ; facto exis-
te consumado, e suas consequeucias -vao chegando
como lempo.
A rclirar-se o Exm. Sr. Saraiva para a corle,
como depulado por sua provincia, e cerlos de que nao
voltaria presidencia, raziamos votos ao Todo Pode-
coso, para que o soveruo imperial fosse feliz na escu-
lla do administrador, que livesse de nos mandar.
Heconheciamo, que a escotha era difticil ; porque
nossa provincia, com o fado da mudaiica da capital,
se achava ero urna situadlo delicada e especial. Pen-
savamos bem, quando diziamos que ogovernn impe-
rial nao devia nomear um presidente, que simples-
mente soubesse fazer juslica e zelar a fortuna publi-
ca ; porque necessilavamos de quem. reonindo essas
qualidades fosso tambem incansavel em promover
mellloramenlos malerias, creador, praticn, financei-
ro, e capaz de realisar grandes colisas por soa inlelli-
goncia c energa.
Nessa posicao receiosa e embaracada, ficamos por
muilo lempo, at que nos veio a noticia dehaversido
transferido da provincia do Rio Grande du Norle
para a nossa, o Exm. Sr. Dr. Antonio francisco Pe-
reira de Carvalho. Esla circumstaucia, de haver S.
Exc. acabado de administrar una provincia, foi-nos
dejiom annuneio; porque vamos no novo adminis-
trador o homem pralico, que desejavamos, e i quem
nao era fcilo perder-se no labyrinlhb de nossos
oegncios,o administrador capaz de substituir o Sr.
Saraiva, e de continuar a sua obra.
No dia 3 de dezembro do anno prximo passado
alrnvessou o Exm. Sr. Dr. Carvalho o rio Parnahiba,
c desembarcou no porto desla cidade, onde foi rece-
bido com as solemnidades do eslylo, e d'alli arompa-
nliado para o palacio de sua residencia pelo primeiro
vice-presidenle Dr. I.uiz Carlos de Paiva Teix/ira,
por lodo* os empregados pblicos, pela maioria. dos
habitantes e pelo pessoal do eslabelecimento dos edu-
candos artfices.
No dia'5 pelas 10 horas do dia presin juramento
S. Exc, e tomou posse da administraran.
Que faz um presidente nos primeiros mezes de sua
administrarlo ?
Ouvir, ver e pensar.
Salisfazer as necessidades imperiosa} e de mo-
mento. ,
Calcular 'os recursos de que poritr dispr.
Preparar o terreno, juntar es elementos disper-
sos, que devam servir obra, que vai encelar.
Esludar os costumes e o carcter. do povo que
vai sovernar, suas tendencias, &c, c.
lato posto,' que poderemos dizer da administraran
do Exm. Dr. Carvalho ?
Como deve saber, S. Exc. j administrou urna pro-
vincia ; e cnnscguinlemele muilo fcil lite ter sido
o conhecer, ao primeiro (nlpede vista, nossa situaran
presente, nossas necessidades, uossos recursos.
No corlo espaco de dous mezes nao poder ler S.
Exc. posto fem actividade todos os recursos de soa
intolligencia : mas esse lempo he sullicenle, para que
elle lenha dado conhecerquaes seuspensamenlos,
quaes suas aspirarcs.
S. Exc. lem eslreado a adntinistraco desta provin-
cia |ior aclos bem signilicalivos, por exemplo:
. Vio, que a popnlacao dela cidade uecessila de
agua melhor do qne a do rio Parnahiba, que no lem-
po das endientes senao presta aos usos domsticos ; e
manduu abrir poros.
Vio, que nossas finaiicas se achavam um pouco
embarazadas, e qne muilos enlraves se odereciam i
arrecadaco dos dinheiros; e tomou as mais acertadas
c enrgicas providencias, para que dcsapparecam
esses embaraces, e seja prompla e regular a arreca-
-daeao dos dinheiros pblicos. Essas medidas ad-
ministrativas vio j produzindo scus benficos resul-
tados.
Vio mais, que pela irregularidade das esla^Oes
nos annos anteriores, e falla de chuvas na presente
estacan invernosa, estavamos ameaeados de urna forte
secea, e seus funestos resultados; e de prompto lo-
mou providencias, para conjurar esses males ou pre-
veni-los.
Para a seguranza individual e-de propriedade
tem S. Exc. dirigido com solicilude toda a sua alten-
C'.o ; seus actos ofiiciaes respiram esse unbre e grande
desejo de acabar com o crime, perseguiudo seus au-
tores.
Precisamos de urna casa de feira nesta cidade,
e oSr. Dr. Carvalho dispelogo os elementos neces-
sarios, para a mnsiruccao densa obra de grande utili-
dade. cuja falta se torna muilo sensivel.
Aflirmam-nos, que muilas oulras obras se vao cm-
preliender, como sejaro, casa para o estabeteciinenlo
dos educandos, quarlel de polica e de linha. Lua-
mos com orna difiieuldade: nao temos bbnsmeslres
deoflicio ; porm dizem-nos, que S. Exc. os mandar
ensajar em oulras provincias.
O governo imperial acaba de dolar-nos com ris,
7:OOSOO0, que scrao applicados obras provin-
ciaes.
Por ura sao esles os actos de S. Exc, depositamos
puraj nn futuro muilas eperan(;as, se fr sua aduuV
nislrarao duradoura, como he de presumir.
Esperamos ver nossa capital com lodos os eommo-
dos e cmivenienleinonte aformoseada ; melhorado
nosso estado financeiro; muilo resumida nossa e-
latislira criminal coma represso assidna p rigorosa
do crime ; a inslrucra pnhlira reformada e melhn-
rada ; a navegacao de nosso no desenvolvida em
maror escala ; e finalmente, lodos os melhoramenlos
qoe devem ser a eonsequeneia da mudanca da ca-
pital.
^Vai entrar1 em fonrec55n a abertura do conal de
Igiun-asa, em urna das barras rio rio Parnahiba, qne
foi cm o auno prximo passado .arrematado por qnasi
4:0008000 rs. Von fallar-lite com franqueza acerca
d essa o lira. Em minha "humilde opiniao nuuca ella
se concluir; so* arrematado foi muito baixa :; se
'alguma cousa fizero arrematante ser tan mal feila,
esse /-.'.;.
are
froota
so theatro, lie
ceder. Esper
apreeent-se
motns ana
fres p
ni!:'- desejaria ver
^e;u progn
ia vez
nube
o bri-
Mir

niaiiiii" buuaa iih u iiiiMimiouit. nvn iu iiioi ioiiU|
lualmenjrde um quecollocar para o fulero o governuh contingencia
i aaquefles que san dcilirados nmt- de mandar acabar, ou aperfeicoar.
(O aleum alte ,v..,...., r,.l. 1.1_____ j. n____u:... .r. ... j:=_:i :__.___ .
BBBBBBBBja UeHUUiao 110 110*-
^^t modo aleura possocoB-
ernia-
' culit'. daranlc. a emprezn,
-
ret por esta occasiao um Jos priateiros u exigir-lhe
esse favor.
Junto lhe remello a correspondencia de aieu
compadre do Pitajry. Como v eHe promelle jnfa-
liarras rio Parnahiba sSnile difficil ingresso, e
ara grande obstculo para a sua navecagSo porm
um canal bem rnastruido remover esse grande era-
o. Aquetlc, que vai ser construido por 4:000>
lo pode preenetier lorias as condieoes evigidas
em urna obra de tanto alcance, pelos resultados que
delta esperamos colher.
Com a mudanca da capital, a navesacao da Parna-
-e' lem animado eonsideravelmante : uestes ul-
das lentos sido visitados por mais de 10 gabar-
''-, viudas da Parnahiba, e de oulros porles inter-
mediarios com fazeooas. gneros molhados, e de
primeira necessidade. Grande numero de balsa*,
carregadas demadeirase farinha, navegando de gran-
de distancia lemrhegado ltimamente nosso por-
to. limas viudas ria comarca de Parnagua, outras
das nascencas do Parnahiba. nos limiles de nossa
provinera, com a de Goyaz 1 Esle facny he bem sig-
oifiolivo, e nos das grande* esperance* de vermo*
para o futuro desenvolvida a navegaban do Parnahi-
ba em grande curso, e atravez de nossos vastos cer-
loes, que sao hanhados por suas asnas.
O Parnahiba he o mancial de nossa grandeza futu-
ra : a queslo de sua navegabilidade por barcos de
vapor acaba de ser decidida, com a chegada do enge-
nheiro Dr. Joo Nunes de Campo, que havia sidoon-
carregadodesua cxplorar.io. Este hbil engenheiro
ofltciou-nus, que na exlincfo por ello percorrida,
(desla cidade da Parnahiba) o rio offerecia propor-
i;oe3 para ser navegado na seeca por barcos d vapor
Je Corsa de 35 cavallos, e que no invern poderiam
entrar fragatas vapor. A inaceessibilidade das bar-
ras e a falta de limpeza, sao os maiores embarazos
que pode oflerecer o rio \ urna navegacao regular ;
ditriruldailes estas, que com faciliilade se podem re-
mover, s.em grandes dispendios.
Se pesiar as cmaras este anno o projecto do nos-
so disliudo patricio, o-.Dr. Parnnagu. esperamos ver
brevemente o nosso grande rio cortado por barcos de
vapor, porque vemos o governo imperial mullo em-
penhado em empreza* dessa ordem, e temos no paiz
alguns capitaes disponiveis.
A qnestao da utissa navega^So a vapor, lem sirio
encarada por aqui de morios differentes, e por um*
medida bem acanhada. Aosque nao acredilam em
sna exequibilidade mandamos nos com vista rau-
rianca da capilal. Aos que riizem, que o rio nao of-
fet cce propor^Oes respondemos nos : sois peo-
res do que S. Thom. Aos que se aprnximnni da
inexequibiliriarie, considerando a empreza .difiicili-
ma, ilizeraos nos: vos nao conheceis o paiz, nao
sabis, nemesturiais sua siluaco presente. O paiz
lodo converge boje para as emprezas desta ordem ;
devemos aproveilar essas tendencias do espirito pu-
blico, c chama-las em nosso favor. Os lucros dessa
empreza ho de corresponder aos capitaes emprega-
dos, e nao he s isto, os emprezarios lerAo as garan-
tas da lei. Com esle raciocinio pouco desenvolv-'
do, lomos conseguido chamar alguns descridos ao
seio da verdade.
No nllimo jury de MarvSo (comarca do Principe
Imperial) foi ahsolvido Pedro Ribciro do Mello, as-
sassino de Joao Severo Santiago. Este escandaloso
jury de Marvo he eonsequeneia de oulrrt do igual
natureza, que na mesma villa se rieu em o anno pr-
ximo pastado, com a ahsolv i jao de Jos de Barros Mel>
lo c Galriino Kibeiro Mello, todos autores da morle
do Joiio Severo erios horriveis allenlados do Pelo Sig-
nal. A proporsao que os chefes de quddrilhas silo
absolvidos, o mesmo jury que os absolveu.conriemna
aos rigores das leis os seus agentes, seus instrumen-
tos, como snccedeu com Cosme Vieira do Espirito
Sanio e Jos Soares das Chagas, que foram condem-
narios 1 annos de prisan, uro medio do arl. 193.
Estamos convencidos de que esses mizeraveis foram
condemnados, porque sao pobres, e nao riispoem da
influencia poltica de seus amos,
Desscs escndalos c patronatos el cheia a historia
de nossas sesses jodiciarias, e no Principe Imperial
avullam elles como em parle alguma. Se essa comar-
ca nao tivesse o honrado e severo juiz de direilo que
lem na pessoa do Dr. Jos Bandeira de Mellomuito
dolorosa seria sua situado, U Principe Imperial ha
muilos an-ios quesollre por odios o rancores de fa-
milias, ehe regada.pelo sangue ri innmeras vcti-
mas do puulial e bacamarte dos ferozes assassinos da
familia Mello. Parecia-nos, que comas prisOes.de
Pedro Dota, Jos de Barros e Galdiuo Mello, aquella
comarca ficaria complelamenlc desassombrada ; po-
rm enganamo-nos: corlou-se o tronco, poriri fica-
ram ramas bem perniciosas. Um prenle dos Mellos,
Dr.padre Jos Lu* Lopes Teixeiratem ltimamen-
te couimetlido enormes allentados com o fim de
proteger scus prenles, o ver se os livra da justa pu-
nirn que mcrecem : seus tenebrosos planos vao vin-
ganrio ; por machinarnos desse bom padre acaba de
ser instaurado no Ip um processo monslro, em que
sao envolvidas mais de vinle pessoas do Prncipe Im-
perial, a maior parte deltas da familia Santiago, e
cidadaos pacficos. Os jornaes do Cear tem regis-
trado esses fados, pois estamos dispensados de fallar
nellescom mais ininuciosidade.
Em o anuo prximo passado houveram 114 julga-
mentns pelo jury. Eram Recusados de homicidio 58,
de ferimenlos 31, e do oulros crimes 25!.' Mais de
dous tercos dos aecusados foram absolvidos pelo jury.
Os juize conformaram-secom 99 absolvi$pes,recorre-
ram de 7 e appellaram de8!! As aberrac/>es, escnda-
los e immoralidades de nossos jury* sao innmeras e
frequenles! Vou conlar-lhe um fado digno de ola:
Em o anno passado Toram absolvidos pelo jory
de Oeiras Vergalino Goncalves liamos e Alexandri-
na Solia de Mello, criminosos de morle! No primei-
ro julgameulo foram esles assassinos condemnados
gales perpetuas, e no segundo a pena ultima; po-
rm io terceirntriumphou o patronato, eforam ab-
solvidos I !! Dos se amrele de nos....
Na caricia desla cidade foram rodilludos em o an-
uo prximo passado 89 presos; actualmente existen!
1 de crime de morle, e alguns oulros do deudos
menos graves.
as cadeias de Paranagn, Oeiras. Jerumenha, Pe-
racuruca c Parnahiba foram recolltidos 143 presos
durante o anno de IS.'rJi c no auno prximo passa-
do Vi. *
No dia 15 do prximo passado, pelas 5 horas da
tarde.fui assassinado nos suburbios desla cidade o me-
nor de nome Itoiuo, escravo do Sr. Jos Alves de
Azevcdo, pelo soldado do meio balalhao Francisco
I-'crrcia de SoozaSantos, smenle pela razao de nao
querer pagar a sua victima 40 rs. de gneros que ha-
via comprado *m seu taholeiro. Esle monslro conse-
guio evadir-se. eapezar das diligencias, que ha feilo
a polica, anda se nao conseguio caplura-lo.
Na noite de 26 de Janeiro passado foi assassinado
no lermo desta cidade o fcilor de nome Raymundo,
do lenle coronel Joao do Reg, por seu parceiro de
nome Agostinho, que conseguio evadir-se.
No termo rio MarvSo foi ltimamente assassinado
Joao Antonio Tellcs deMenezcs por Del lino Jos de
Oliveira.
No lermo de San Raymnndo Nonato foi preso
Francisco Pereira Falclo; porrn seus prenles reu-
nidos-e armarios conseguiram loma-lo ria escolta.
No dia 14 do passado foi assassinado no termo de
Jaicoz, Francisco Pereira Mala com um Uro e nove
Tacadas, sendo autores desle horrivel crime Fidelis
Jos Correa, c seu irmao Vicente Jos Correa; igno-
ra m-se os motivos que dessem logar a esle assassina-
lo. No mesmo termo de Jaicoz foi assassinado em 29
de noveinbio do anuo passado Filippc Pereira dos
Sanios com um tiro, qne lhe dera Tlteotonio Correa
Jaques, que conseguio evadir-se, e dzem.se refugia-
ra no termo do Onricury dess provincia.
Foi preso por desertor no termo do Principe Im-
perial Antonio Jas l.eilc Ferreira, e na occasiao de
ser preso declarou peranle o delegado haver assassi-
nado a Joaquim Ferreira, rio lermo de Valenca, por
mandado de Anna Mara, muther de Andr de Sou-
za l.eile.
Por ordem da delegada desta cidade foi preso Pe-
dro Pereira Mnrinho, por suspeitas c denuncias que
o arcusavam de ler assassinado em Campo Maior em
1839 vAntonio Jos Velloso.
Por diligencias da polica foram presos no mez
passado dous criminosos de morle, e seis individuos
indiciados no mesmo crime, lodos rio lermo de Ca-
las, provincia do Maranhao, para onde foram re-
medidos.
No dia 27 do passado afosou-se casualmente no
porto desla cidade o escravo Daniel do lenente-coro-
nel Balduino Jos Coelho. Esse infeliz escravo ba-
nhava-se no rio, quando succedeu calor em um pero,
d'ondc nao pode mais sabir.
Km o mez passado spprescnlou-se na polica o me-
nor de nome Bclizario' (Indio) queixando-se ric que
Candido da Bocha Falcan, 'do lermo de Valenca, o
fbnuvera comprado um ci?ano por dous cavallos,
nao obstante saber que era livre. Esse brbaro ho-
mem, que se dizia seu senhor, nao satisfeilo com re-
duzira pobre enanca livre ao capliveiro, a inaltra-
lava deshumanamente, a poni de cljcgar a cortar-
Ihe tima orelha para nao fugir de seu poder. Por
muito .lempo soO'rcu o infeliz Belizario as torturas
porque o fazia passar o brbaro Falcan; at qne fi-
nalmente foi vendido Joao Paulo rie Aii'm Lean, do
mesmo termo de Valonen, de cujo poder fugio para
esla cidade. Foram interrogados acerca leste faci
Joo de Souza Cabial, e Alexandre de Albuqnerque
Maranhao; e conhecida a verdade foi Belizario reco-
lliirio casa dos educandos. Crimes desla ordem
merecem e\einplar punirn, para que se nao repro-
duzaii).
Concluiremos esle capitulo com a narrado de mais
um horroroso assassinato !
Em 21 do passado foi'brbaramente morlo com
um Uro e nove facadas, a 10 leguas ria villa de Prin-
cipe Imperial, BentoFerreira ele Aquino, sendo au-
tores dcste crime os dous irmans da victima de nomes
Francisco Thontaz de Aquino e Claro Thomaz de
Aquino. Estes sicarios evadiram-se, porm sao enr-
gicamente perseguidos....
Hasta: a imaginadlo recua espavorida em presen-
c.,t de tantos horrores !
Ha dias teve lugar- a apurarao gcral das acias da
eleicao dos'deputados pruvinciacs, que lem de func-
cionar na legislatura de 18541855, edeu o seguin-
te resultado: "-^^^
1 Tcnente coronel Raymundo Josccra Carva-
lho e Souza. .".........~f ,.
2 Dr. Simplicio de Sooza Mondes......
3 Dr. Antonio de Souza Mande* Jnior .
4 Dr. Joo Ignacio lintel to dp Magalhes .
5 Tenente-eoronel Joo do Bego Montelro .
6 I>r. mlielino Mnreir.i de Oliveira l.ima. .
7 Tenenle-coi nnel Ba/ilio Frnnriscn da Bo-
cha....................
8 Tenenl -coronel Ernesto Jos Baptisla. .
9 Comtnandanle superior J. M. de Almendra.
10 Dr. Jos Marianno l.ustosa doAntaral. .
11 Coronel. Roberto Raym'indu de Aguiar. .
12 Capilao Francisco Jos da Silva ......
13 Teneute-coronel Joo Marliniauo Fonla-
nelli...................
14 Major I>, F. do Albuqnerque Cavilcanli. .
15 Padre Mamcde Amonio du l.ima. ....'.
16 Tenolc-coronel Benedicto Ferreira de
Carvalho.................
17 Tenente-eoronel Joaquim Domingues Mu-
re-ira...................
18 Coronel AutonioFertiande* de Vasconeellos
19 Dr. Itaymundo Antonio rie Carvalho .
20 Dr. Antonio Francisco de Salles......
SuppleiHct.
\ 1 Major Antonio Joo Baptisla Ferreira .
9 Tenenle-corouel Jos Francisco de Miran-
da Ozorio.................
3 Tenante-coronel M. J. de Araujo Cotia. .
4 Franeiseo Meodes de Souza
5 Dr. Manoel Pereira do Silva.........
6 Dr. Jos Luiz ria Silva Moura......, .
7 Dr. Jesuino de Souza Mariim.......
8 Dr. Benjamn Luiz da Silva Moura.....
9 Dr. Manoel Joaquim Rodrigues de Mieedo
10 Dr. Jos Servio Ferreira
12 Tenenle JosMartins Pereira de Alencastro 64
13 Tenente-eoronel Ricardo Pereira da Silva. 63
14 Major Ellas de Souza Martin* ........ 01
15 Touenle-coronel Gabriel Frentico de A-
raujo Costa.........|...... 60
lf> Major Jos Lourcuco de Brito....... 59
17 Major Gustavo de Souza Martina..... 50
18 Padre Francisco de Paula da Silveira. ... 54
19 Padre Antonio Ricardo de Albuqnerque
Cavalcanti................ 50
20 Dr. Antonio de Sooza Martjns....... 49
21 Capilao Ortaviano Jos de Amorim..... 48
22 Dr.'Sinlpiicio Hemelerio Machado..... 44
23 Tenente-eoronel Francisco Felrx Correa 37
24 ele, le, ele.
Parahiba 12 le marceo de 1854.
Est o vapor do norle no porto, e eu nao sci se
osla poder seguir por elle, por quanlo a pressa
dos taes senhores he tanta, que mullas vezes rcli-
ram-se para x barra antes de termos couhecimento
de sua apreoiavcl presenca. A pesar disso semprc
Uie escrevo, porque, seno alcancar o vapor, alcan-
rarei fndubilavelmcntc o correio terrestre, que deve
parlirnmanltaa.se Deosquizer.
Nenltuma novidade nova lem occorrido nesles
dias contra atranquillidadc da patria, e a massa cor-
prea dos cidadaos, cuja inviolabilidarie constitucio-
nal lem'eido una realidade bem real uestes lempos
de liberdiide. Os tliugg* andam parcos na dislri-
huicao de scus passaportcs destapara a terrivcl, e
lem-se querido tornar homcus de bem. Conservem-
se elles nesse santo proposito,' que serflo aponlados
na posteridadn como convenidos ao divino preceilo
ama a leu prximo como a ti mesmo.
Teremos uo dia 25 susponsao de pernislicio com
um baile, que prelendem dar ao Exm. prfesi-
rienle; o qual, ao que affirmam, ter de servir de
instalan! de nina sncieriade de lia i les. Eu, pelo
meu maldito septicismo, nao creio na lal sociedade,
msate ver nflo lie tarde. Deve ser por sem dun-
da esplendido, e mui concorrido o primeiro baile,
que he dado a S. Ex. Eu, senao liver ricsarranjo
no meu machinismo, pretendo assisli-lo, nao pro-
meti dansar, porgue tenho as pernos como as da
estatua de Naburodonosor, ric que tanto falla un
meu auligo camarada ; o hei de pnlar-lh'o.se a lau-
to me ajudar engcuho e arle, que, como sabe, mui-
lo me falltam no genero descriptivo.
Hontem, passando casualmente pelo \ cilio gali-
nheiro do Varariouro, vi-o aherto, assim com visos
de ter urna representa;3o. Enlrci. e apezar de ver
na platea v inte e tantas pessoas (lidiadas molemen-
te, c como em paluscada pelos solitarios bancos, c
apenas duas senhnras em um'nico camarote venc
a repugnancia, porque a curiosldadc, o que berdi
da parte materna, sobrepuja cm mim a lodos os ou-
lros seulimeutos, c subi a segunda ordem tic cscani-
nhos de taberna pobre, a que cliamam camarotes.
Felizmente ia comigo um cantarada, apreciador do
bom, e fantico pelo.ptimo em qualquer genero,
que tinha comprado, ou arrendario um dos taes
escamudos, no qual nos inauguramos. Nao'lite sei
dizer o seulimcnlo que Uve quando me achei na-
quclle lugar, e ouvi uns nove muzicos soprando, c
esfregando uns uslriiioenlos, que por sua pallle/.
parcciaui anlc-diluvianns. As pecas eram de au-
tores ainda nao condecidos, c certamentc seus com-
positores (os das pecas msicas ) haviuin recebido
taes nspirae>s n'alguma leuda de caldcirciro.
Depois de uma ouvcrlura liem sopeada e esfrega-
da, subi ao silvo de um apilo uma cortina velha,
ou panno de trapos (nao envenenem : olliem que
nao he o pavilhao, do vapor, que tem de navegar
o Amazonas) c aiiareceu um demonio (nao sei se o
era, mas pareca) vestido cr de fogo com uns ade-
manes bruscos e estpidos, querendo carregar na ca-
bera um outro de fofas, e um pequeo por con-
trapeso. O tal das fofas linlta as nadegas rolcas,
onde era ovadamente o centro de gravidade, e o
mariola a cabeca.oval, c por isso nunca mais appa-
ret-eu o equilibrio com bem susto do fardo, c pra-
zcr dos espectadores. Quasi iguacs esses foram
os outros jogos a que Uve afleugnia de assistir por
hora e meo terminando para miinoespectacutocom
urna iutersan na ordem natural. Eu me explico. Su-'
bio o panuo,e eis que vejlo tal tartufo depenriurario
pelas peruas como um carueiro'.quanrio deva ser ao
inverso, c um sujeilo procurando subir-llic pelocor-
po, que elle agilava como um epilptico ao com-
passo da msica. Rc(irei-me quando tal vi, nao
sei se admirando mais o arrojo do tal manririao, que
al ousou convidar S. Ex., ou se a paciencia de
ineia duza de rapazes que all vi.
Felizmente S. Ex. l nao foi, e seu camarote
foi oceupado por uma quautidade ric meninos, que
com os cartazos as mos davam assim uma seme-
Ihanea de escola de primeiras ledras.
Milito de proposito lhe descrovo scmelhante sce-
na, para envergonzar os dircclo^cs do thealro, que
o cedein fcilmente a semclhaulcs hislrics, que
apresntando em scena quejaudos espectculos,
concorrem muito tara desacreditar a provincia o
nosso goslo c civilisacao. Que juizo farian de nos
os estranhos, que assislissem a scmclhantes desafo-
ros *
Entender algucm, que hc'pouco mal.ljulgada e
amesquinhada nossa provincia ? Digam os dissabo-
res e humilhacijcs injustas, porque lem passado os
filhos dolas, que se han adiado cm oulras, quando
a pedantaria dclla trata sem o maior couhecimen-
to. alm do que lite pode ilar ntcia hora de visita un
demora de um apressado vapor.
As chuvas lem parado nesta capital, mas no inte-
rior coutinuam. O preco dos vveres coulnu'a o
mesmo.
J esl marcado o lugar de umnribcira, c vai co-
merar a obra, que esU't oreada, segundo ma infor-
man), em qualro contos de res. .-
Dizcm-me que S. Ex. vai cuidar no planto de
arvores uo pateo de palacio. lie uma boa idea,
lembradaao finado Neves, masque a morle'nSo,
deixou rcalisar.
Pouca actividade lem-se notado nesta qninzena,
em o nosso mercado de gneros de exporlacao, mo-
tivada pela escassez das entradas.*
Em assucar pouco ou nada so.leni feilo, e o depo-
silo a espera de preco, nao exento de 14,000 saceos
enlre ntascavado e braoco. ,
O algoit.Tfi lem oscillado de 55500 a 59100, e pre-
sentemente com pouca animacao dos especuladores,
em razo da*pessimas novasrecebidas pelo paquete
ultimo chegado da Europa, respeilo ao estado bel-
licoso em que se acha o Oriente. O deposito desse
genero he pouco maisavultado, que o notado na mi-
nha ultima, que disto tratava.
Em cooros observa-se a mesma apalhia. Consla-
me, no enlanlo, uma venda, cujo negocio, mais in-
formado, lhe communicarei.
Despacharam-se para os respectivos destinos os na-
vios seguintes carregadus com producios nossos :
Em Ifi do passado, para Hamburgo o hrigue ham-
burgus Henriette & Molly, com 3,600 saceos de
assucar ntascavado c 500 cooros seceos salgados.
Em 17. do mesmo, para Queenslow, a barca in-
glesa Crutader com 6,200 sacras de assucar masca-
vado.
Em 21 do mesmo, para o Canal a barca inglesa
-Vortal, com 4(300 saceos de assucar dito.
Em 3 do crrente, para Liverpool a barca ingleza
Commerce, com 1,000 saceos de algodo e o lastro
de 2,200 sacras ric assucar dito.
A carga doA'oreae o lastro do Commerce ohli-
veram nessa, segunda me informam, aquella 15720
rs. por arroba posto a bordo, e esle 19800 rs. na mes-
ma conformidade.
Esle Commerce he o mesmo navio, que anterior-
mente lhe disse, viera consignado ao mui digno Mr.
agente dos algodOcs, o qual pesou as referidas mil
sacftajj-que elle desle genero carregou com a serie-
riade e rigorismo ja mencionados, cabendo-lbe a sa-
tisfarn de encontrar o peso nao s exacto, porm
ainda com algum accrescimo em provello do com-
prador. Seja riilo do caminho, que o inlezerrimo
Mr. agente nao cessa agora de elogiar a boa l econ-
celo do nosso commercio. depois dos exemplos que
por experiencia lem obtido, islb com toda a soa aos-
leridade nacional ; parecendo um pouco propenso a
desconfiar da seriedade dos seus patricios do velho
mundo, em quanlo as celebradas quehras do nosso
genero na Europa, e, diz afbulamenle que, se as
casas de sua inspecrao apparecerem reciam'accs, fl-
ca com ampio conliecimenlo para julger donde pro-
cede-a subir aeco.
O Mr. agente nao esperava esle resultado de sua
imporlanle commissao. Como uma bomba cahio o
Mr. agente de improviso em nossas prensas, espe-
rando encontrar nos algodoes a embarcar ja promp-
los e enfardados as fallas de peso reclamadas da In-
glaterra, e conlava seguro por este motivo, com um
novo principio de fortuna, do qual fazia alarde, so-
nhanrio com um enorme potos, eslabelecendo-se em
nossa Ierra, que elle acha 13o mesquinha, e receben-
do como inspector dos generas comprados pelos se-
nhores negocianles ingleses dessa praca, os navi H
que aqui viessem carrega-Ios sua consignarn, tr
pingues commissoes nao chapara o Mr. agent.
Que negneinhos de bicco nao se poderiam arranjar I
.Que california nao be tima Ierra, onde elle diz que
ha tanto pello No entando este ilourado sonho des-
vanecan-se completamente, vista rio caminho que
fui tomando a sna incumbencia, e, presentemente,
romo que para suavisar elo Cnnlralempn da incons-
tante roda, passa britnicamente os dias assentado
junto ama mes* robera de lina qualidade de gar-
rafa* de grog e eerveja, lomando laes enlhusiasmos
sem inlerrnpro de dia e noite, que nao ha agua
que o farte para acalmar a efiervesceneia dos liqui-
do* que lhe escaldara a cachola.
He um prazer ouvi r o Mr. agente diseorrer sobre
a queslo russo-tiirca, quando assim est entusias-
mado, a ha necasies em que a sita escandeseencia
chega a tal auge que o Mr. agente, qual outro Qui-
zte do immorlal Servantes, empunha um cabo de
profanado o caixto em qne nos grande* dias secos-,
tuma embiocar com loda a suadignidade.
Deixaurio esla dna entidades com.uanexim
Deosos faz e nao sei quem osajunla, pasto a dizer-
lhequea barca Couniet ofZellani, queencalhou
em uin pedra em o nosso Cabo Branca, segundo j
o nformei, finriou honlema sua descarga de volu-
mes para a alfandega e car vao para estiva, e na
terca feira 14 do crrenle aquella reparlicao vai pro.
ceder ao leihlo dosvolumesda carga que se encontra-
ran averiados, constando de 3 fardos com coberto-
res de laa, 1 dilo com pesas de lona, 1 dito dita* de
baelilha, 1 dito tpeles de algodao de cores, 1
dito brins lito* ordinarios, t cala calcado, 1 dita
com relalho e brinqnedos para crianra, um* por-
?ao de barricas coro eerveja em garrafas e urna por-
vao de queijos ingieres, estando limpos lodos o* mais
volumes descarregado* e existentes na alfandega, os
quaes, segundo riizem, devem ser reembarcados para
o Cabo rie Boa Esperanza.
O cnsul ingles esta proredendo a trabalhos para
virar o navio,, afim de mandar examinar a fundo
pelos perito] da irte que forem Horneados, os quaes
devem decidir so o navio esl em eslado de, coa al-
guns reparos, poder seguir aquello deslino com a
carga considerada livre rie agua salgada, ou em caso
contrario julgado em abandono, para ser arrematado
por cunta do seguro.
Dir-lhe-hei ainda o resollado de lodo esle nego-
cio para sua intclligencia.
Saude e patacos lhe desejo por innmeros annos
na paz do Senhor..
Pernambuco 13 de margo de 1854. Illm. eExra,
Sr. eonselheiro Jos Benlo da Guaba e Figueitedo,
presidente ria provincia.Luiz\Carlo* de Paira
Teixeira, chefe de polica da provincia.
DIAfiJO DE PmilBllC.
lenlemeiile, e bem assim toda a-guarda: o preso"
rixoeo tambem Ucoii ferido, e se uao fosse a valenta
desle cmela e da ma forja leria-se evadido a
151
145
145
142
137
136
$
133
132
129
129
125
123
111
107
107
100
98
95
90
82
75
75
75
75
73
73
;nl^"f
ALAGOAS.
Macei 12 de marco de 1854.
A chegada do vapor veio desapontar-me horrivcl-
rrtonie, apezar do pomposo aunando que fez o Dio-
so no Philangelho, pret euindo que as partidas dos
paquetes licavam transferidas para 5 e 28, e que o
vapor ( hlice) Jotcphina devia aqui locar hoje, nSo
me liciciit lal prognoslico, e infelizmente fiquei lo-
grado, eis que ouco os dous Uros que iudicam a ap-
propinquac^o da bella Josephina, (a quem Dos d
melhor sitia do que a rio S. SebatliOoe triste recor-
dac.lo '. corro ao Unteiro e nao sei o que lhe hei de
escreveT.por estar halriissimo ao naipenovidades;
para nao ser porm lachado deomisso logotn princi-
pio, resolvi-me a escrever-lhe eslesdesconchavos, por
saber que uma das eximias qualidades queomama
suacalhohca pessa, he ifha paciencia jobina, i to-
lerancia a loda a prova para as massadas dos seus cor-
respondente*.
Segundo lhe noliciei na que lhe dirig em dala de 3
do correle, os bemavenlurados eleilos da provincia
se haviam reunido por convocaclo. presidencial ex-
traordinaria : a eonsequeneia de lal convocaran foi o
estarem ja sancdpnados, e com feires de leis.aquel-
les projeds, creando as duas comarcas de que lhe
fallei, e mudando o dia da inslallaco das sessoes or-
dinarias para rf 1, de marco, excepcito da deste an-
no que fura marcada para o dia 8 prximo passado.
Promclli-lhe contar o que tal respeilo soubesse, e
al mesmo lhe deixe entrever que Itavia de enfro-
nhar-mc naquella caxjquinha preta, e comparecer ao
acto ; pois bem, assim succedeu, depois de bem esco-
vadinho. para o palanteme dirigi em companltia do
compadre Teixeira (bem entendido !)
A 1 hora da larde (que parece ser a hora ollicial da
provincia diegou o presidente, o secretario, e aju-
dante d'ordens que tiveram lugar no sacrosanto re-
cinto, bem como pticos quos arquut Jpiter amaril
que conslituem a alta aristocracia ; eu que sou um
pobre plebeo fui procurar o meu cantinho as gale-
ras, bem disposto a ser mero espectador, diverlin-
do-me em olhar para as casacas pretas dos depulados,
para as fardas bordadas rio Romeiro, e rio secretario,
e do ajudante d'ordens, que ficavam i direita ria me-
sa, e para oTilara-e Passos que se collocaram aes-
querria : nao sei se lhe disse que o presidente da as-
sembla era o coronel Gomas, o que os secretarios
eram n tenente-eoronel Tlteotonio, e o Manoel Clau-
riino; conlo-lhe aqui muilo em segredo que ha muila
gente que deu o cavaco com esla eleico, sendo co-
dilhada em uma rahalinha que fez. Eslava pois dis-
posto, como hi-lhe contando, a ser mero espectador,
mas prodigio desta feila opvi pcrieilaineutc ludo
quanto disse o presidente, e nada mecscapou : nao
sei so rieva at'.ribuir esse milagro aquella mesinha
que eu disse que ia lomar, a qual me foi dada pelo
compadre Teixeira, como um exccllente remedio pa-
ra as ouras, ou se foi o Sr. Saraiva que (omon algum
corroborante peitoral ; o caso he que ouvi distincta-
menle ludo, o poder-lhe ia narrar tim Um por Um
lint se tivesse lempo ; pojs desde pequeo tenho uma
lal memoria que meu defnnlo av, quando rae ou-
via repetir algamas daquellas bonitas, historias da
Mara Korralheira etc., dizia sacudinrio acbelaes-
te menino lia de ser gente, e com efleito realisou-se o
ico vacticinio; pois firmemente creio que entre os
seres creados oceupo o meu legarzlnho no genero
Aomo; mas deixando o meu pobre av que Dos ba-
ja, voltemos a assembla, e oigamos o Sr. Sa-
raiva.
Depois dos preliminares passon logo o homem para
a sua cera, Isto he, 5 segurancaindividu.il, demons-
trando o eslado deploravel em que a finita encontra-
do, c o que havia feilo em ordem conseguir o -me-
Ihiiramenlo cm que agora se acha ; encamnhou-se
logo aos 3 celebrrimos municipios da vellia comarca
da Alalaia, onde como ja lhe disse a seguranza indi-
vidual era lamentavel porachar-se nullilicada a ac-
aads auloridarieslocaes pelas influencias eleito-
raes. O primeiro Irabalho rio administrador mais
inimigo de criminosos que eu eonheco, foi aniquilar
as influencias pernicin-as, desmontando as autorida-
des que se achavam sem accaoe quasi coactas, osubs-
tiluiniln-as por oulras estranhas aos lugares, muni-
da da forc;a necessaria para serem respetadase ga-
nharem prestigio, s qnaesordenou a prisaodos gran-
des criminosos oHlenles que se lornayam um. estor-
vo para o reslabelecmento do prestigio da autorida-
de : a senhaqtie estas novas autoridades receberam
foicapturar o* grandes delinquenles que qnc-
riam dominar pelo crime e pelo terror: a eonse-
queneia fui a prisan de grande numero dos laes ma-
chacases, e a retirada de outros para tora daquelles
municipios, que assim ficaram mais desassombrado*.
Pelo que ouvi no Sr. Saraiva, conheci que. o Mello
Vasconeellos nao me liutia engaado, quanno me af-
firmou que nos 3 mezes de setembro, oulobr e no-
vemhro, linham ItaviJo na provincia 12 assassinalos,
e que nns 3 ltimos mezes de dezembro, Janeiro e fe-
vereiro, apenas sabia de 3 mortes 1
Embirroo o Sr. Saraiva em querer por forra me-
lhorar a seguranza indiviriuiri, e tem ferio delta o seu
cavallorie balalha : julga elle que conservando por
algum lempo naquelles rrluuicipios as forjas que la
exislem, e provendo'se as rias comarcas rie juizes.que
alm de illustradossejam despidos de loda e qualquer
preleiu;3o eleiloral.e que all permanecam, conse-
guir seu desidertum ; Dos o ajude cmsua difil-
dlima tr.refa, e a mim nao desampare com alguma
chuta para as ininhas |>lantacoes.
Passou depois a tratar sobre a adininistrarao da
jostira, eslalislica e iustruejao publica ; com quanto
nao emndense do riscado, achei mui luminosas as
ideas que sobre taes tpicos emiltio, o sobreludo gos-
lei da sva que leyaram osprofessores: lembrou elle
a conveniencia d mandar um dos mais habis visi-
tar escola normal da Babia, afim de inslruir-se na-
quelle melhodn de ensino, ou roesmo a Portugal es-
ludar o syslema de leitra repentina ria in\ enrao do
Caslilho, eslon convencido- que a adoprao de qual-
quer destas medidas Irar Roiavel melhoramento ao
ensino primario da provincia ; fallando depois no se-
cundario, faz mui judicios* reflcxOes acerca daor-
ganisarao que ntrenos se lhe d, o achei-lhe muila
grac,a quando disse que o estrangeiro que estndasse a
nossa organisaco administrativa poderia allianhir
que nao linhainos prerUAd senao' de mdicos e juris-
consultos : caite rie rijo sobre o lyceu, quejulgacon-
veniente ser melamorplloseario em nm intrnalo :
prope finalmente a creaco de um eslabelecimento
de educandos arlifices para a orphandade da pro-
vincia,
A administraco do Sr. Saraiva tomou por norle es-
pecial o raeUiormenlo da seguranza individual, e da
salubridade publica,e a promoc,ao rie melhoramenlos
materiacs; por isso o sen relalorio foi dividido em
duas parles: na 1.a tralou do que venho a dizer, e
na 2.a oceupou-se largamente de obras publicas: se se
podesse por em pratica todos os melhoramentos e o-
bras, cuja conveniencia lembrou, (torcerlo quea nos-
sa provincia dara um passo de gisaate. Tratando
respeilo de reparlices publicas, falla sobre a Ibesoa-
raria provincial. Sem duvida havia ric ler chegado
ao sen conliecimenlo o alcance que all houve em
1852 de cerca rie 12:0009 ; ltimamente foram presos
dous primeiros cscriplurarins ria mesma Toparlicao,
por cansa de um cerlidao falsa. 0 presidente no-
meou uma'commisso composla rie embregados ge-
raes para fazer um exame tendente a rehabilitar o
crdito daquella enlatflo, c propz a sna rcorganisa-
j3o no sentido inilicariu pela dita commissao.
Fallando-lhe com franqueza, dir-lhe-hei que foram
rauilo apreciadas as bellas ideas que recumam de lo-
do o relalorio : o Sr. Saraiva no se occupooem vaas
utopias. Praza a Dos que tivesse a provincia o re-
cursos necessarios para por em pralica ludo quanto
propz o seu Ilustrado administrador f
Ainda nao se me varren da daaouee grande re-
ceto ile que me achava pgssuiaV respeilo das Ira-
vessuras do bello Phaelonle : as chuvas contintiam
reltelriesTitiiis genero* alimenticios mui caros, feliz-
mente a salubridade publica nao he m : Irata-se a-
goraria edifieaeo do cemileriu, ruja piinieira pedra
fra asseularia pelo Sobral,e vai bstanle ariantndoo
hospital de raridade.Vlete.
A assembla approvou hontem o oarecer da com-
missao de ordenadosdenegando o pedido de professor
de lalim da Victoria, e bem assim o argo 20 do pro-
jecto que fixa a forf a policial.
A ordem do da para hoje he a mesma de hontem,
e mal* a primeira riiscussao do prejeclo n. 4, crean-
do uma cadeira de primeira* ledras para meninas,
em toda* a* villa* da provincia.
Chegou hontem do* porto* do sul o vapor Jotephi-
na, trazendo-nos jornaes do Rio de Janeiro at 5 do
crrenle, da Babia al 10, a rie Macei al 12.
Em logar coropetenle deixamos transcriptas as im-
porlanies noticias de Montevideo, e bem assim as que
reipeilam a Buenos-Ayrcs, Rio Grande do Sul, S.
Paulo e Minas.
A volarlo eonher ida no Rio de Janeiro para ora se-
nador por aquella provincia da o segrate resid
lado:
Enzebio de Queiroz.....713 votos .
Joo Faro........687
Baependy........503
l.ima e|S'ilva .... 142
Marques Lisboa......62
O Sr. desembargador Alexandre. Joaquim de Si-
queira, chefe rie polica da corle, pedio e obleve t-
cenla para tratar rie sua saude, e constata que o
substituira durante seu impedimento o Sr. Dr. Jos
Mallozo de Andrade Cmara.
Por decreto de 21 do passado. foi promovido a2.
cirurciao alferes do cor pode saude rio exercilo, o Dr,
Antonio Jos Pinheiro Tupinamb.
Por decreto da meama dala, se conceden riemissao
ao 1,o tenenle do corpo de ensenhdiros, l)r. Igna-
cio da Cunha GalvAc, do servico do exercilo, por as-
sim o haver pedido.
Foram nomeado* para a conladoria geral da guer-
ra: 1 .o escriplurario, o2.dito BrasilianoCesar Pe-
Ira de Barros;2. escriplurario, o 3.' dito, Lino
Jos de Souza ;3. escriptnrario, o 4. dilo Estt-
vao Joaquim Jos Pereira Gui maraes.
Oulros despachos mais tiveram lugar pelas ministe-
rios da justica e fazenda, es quaes vo publicados na
parle ollicial.
No dia 3 do correle celebraram-se na igreja de S.
Francisco de Paula, as solemnes exequias mandadas
fazer a S. M. a rainha de Portugal, a Sr. 1). Mara
II, pelo corpo dos negociantes portugueses da corle.
L-*e no Correio Mercantil de 27 do passado :
n O rendi ment liquido da alfandega da Orle no
t." semestre de 1853), foi de 0.275:5053630 ; a recoila por depo-
sito*, de 300:8733093 ; sendo o lotal da arrecadaco,
0,582:439S323.
Nos 5 ltimos semestres fra o frendiraenln liquido
o seguinle:
2.o semestre de 185253 (Janeiro
a junho de 1853) A
l.o dilo dem. ^ ^"*
2.o dilo de 1851- <52 dem.
l. dilo idem. f
2.o dito de 1850l idem.
Comparados entre si os 6 semestres, colbem-se os
seguinles resultados :
maior
Ribetro, del-,
liria, apteeen
do a respeilo
dice da cata
maraes, c o S
com mandan I
Caltele. o
a Hendimento tota
para alfandega e
de fevereir
Bcccbedoriaproviu
Vero peso, para a i
cpal. .
Rendas internas
Manoel Fernaudes
o expediente de po-
^^^^kin-
Lbbbh *"e"
ndsco
li.i:333#B5
69479S7li
^-f
1:705a
4:0M4366
0,233:4093772
7.389r219!9044
7,:iU:5:i09622
0.7%:746SS96
5:0I0:594081
Acerca do Maranhao e Piauhy referiroo-nos in-
leirameiite as carias recebidas, para oudje remelle- '
mos o* leilore*. '
No Cear, segando noticias recabWa* de qunsi
todos os ponto* da provincia, ronst^^^^HKdo
com mais ou menos abondancia em toda Hh;. *Na
capilal chuvera bastante no dia 28 do pitaniln
Alguns homicidio* haviam Ido praticado* em di-
versos lugares. A esse respeilo le-se ne Clrense
o seguinle:
Attasrinatos.Mais don* assassinalos se deram
no dia 14 de fevereiro em Layras, segundo nos in-
formam. Chamamos a allencSo de*
que se iiileressc por isso, visto que a polica do lo-
gar parece iiiriffercule ao crime.
Escrevem-nos o seguinle:
a Lavras 15 de fevereiro de 1854.
Honlem tarde cm menos de le
veram duas mortes por causa de enihri
publicamente nesla villa, e oulra mcia-legoa pela
polica.
. a O estado desle municipio he assiistarior, nao ha
seguranza para ningnci;i. EsU't-se no eoslu
alirar-seeiiium homem com a mesma sem cj
na, como se fosse em uma fera.
o Os assassinados do 'dia 14 loram Francisco da
Guida. mizeravel pa Je.familia, o segunde um asut-
sino vagabundo da companhia do* Sereno^ que ulli- *
mmente tinha por aqui appnrecido eB^^Kduas
mortes, alm de oulras, eandava iiqu
funccOes e jogo*; vista, e. face rio delegad
Em Quixeramobim uin malvado assassinon nata
escravinha doSr. Miguel Cmara p.na violenta-la. O
assassino foi preso.
a Eis o que dalli se no* escreve :
ii Quixeramobim 20 de fevereiro de 1S
ii Um caso agora acaba de acontecer aqol
rajado: ei-lo. No dia 14 ou 15 um>ei
do, morador nesla villa,brbaramente..
negriolta de 15 annos, escrava do nosso
Alves de Mello Camara,com o fim de
A negrioha vinha da fazend distante
tegua comprar carne, que a senhora
perverso cabra que de uma casa vizinha
va, vio-a passar, bolou-se alraz delln
meiod.0 camiuho.e depois de urna grande
a negrinha semprc resisti vrtuosan
do.que nao consegua seu brutal inlr
13o furiosa cacetada na fon te, que a lei
neamente mora O aviso- chegon a
demora, e o cxecravcl aesataino foi i"JJj^^^^^|
preso, grata* a actividade da polii
u malvado, confessou todo o crime revesl
icuinslancias mais aggravanles. Teremos t
PIBLICACAO
Queo do maiol rendlmento foi o. ri exercicio |de morle para ojurv, que deve princip! r a seas
de 185152, na importancia de 7,389:2193044; lifunccei no dia 15 de marco.
Que o de menor reuriimcnlo foi o 2. exercicio de I E o mais he que, havenrio para esle jt
185051, na importancia rie 5,010;594&09I ; ^criminoso* de morle, algons dos qu.ats a\
Quo o lermo medio ria renda do* 5 semestres ante-, casados por parle da justica, nao temos aqa
riore* ao finito, foi de 6,555:0295855 ; <
Que, em relaco ao do lermo medio, o rehdimen-
to do ultimo semestre julho a dezembro de 1853) a-
presenla a dillerenca para menos de 279:4043220, ou
Que em relacoao semestic anterior (Janeiro a ju-
nho de 1853) mostra o ultimo lindo o augmento de
42:1558858;
Que desde 185051, fra a renda da af.whgada
corle em constante e progresivo augmento, al se-
gundo semestre de 185253 (janean" a junho de
1853J, em que decahio nolavelnieiUc, mostrando a di-
minuido de 1,155:8003272, ou 15,6^ em refaco ao
primeiro do mesmo exercicio, e a de 1,111:I20850,
ou 15 *., comparada com a do semestre correspon-
dente do exercicio anterior (Janeiro a junho de 1852.)
Durante o semestre lindo enlraram rie porlos es-
(rangeiros 5(3 emharcacOes com 160,841 toneladas,*
8,402 pessoas de equipagem.
Destas 54;1 embargaees vierara com desuno a este
porto, ou nelle ries/rregaram 399, sendo os seus car-
rcgamenlns ossagnintes :
De carpe secca......30
Carvao.........73
Farinha de trigo.....-. 54
Madeira........ 29
Sal..........13
\ arios gneros. ...... 200
. 399
O movimenio da navegacao de cabotagem foi de
1,234 emharcacOes entradas, com 118,053 Ion*, e
10,155 homens rie tripolaco : sendo de porto* de ou-
tras proviodas 488 embarcaees com 54,949 tony, e
4,202 pessoas de equipagem, e dos (torios da do Ro
de Janeiro 746 embarcaees, com 03,704 lons. e trl
peladas por 5,953 pessoas.
Dos porlos das provincia* fofSih:
A'nifc. Ton*. Pessoas de equip.
S. Paulo .... 149 14,589 1,500
Ilio Grande do Sul 78 13,233 72:1
75 8,228 591
Sania, Catharina . 71 6,334 440
Espirito Santo . 63 4.518 436
Pernambuco . 33 5,843 351
Alagas .... 13 1,560 114
Sergipe .... 6 644 , 47
Iroitacao'.
Se eu morresse amanliSai, que dor (erla
Nao vendo junio ae leiteKnba irntaa
Minha inai sem me dar seus anaj
Bem cruel esle golpe me seria,
Se eu morresse amanlia '.
Que dort que magoa eu sentira,
Depois de trahalhar coro lano afn ;
De repente vh- a morle couduzir-me
O fnicto de meu* sonho* perdera,
Se eu; morreas? amanlia.
Urna lagrima sequer eu nae vera
Dos ollios d'um amigo, d'uma irroa ;
Minha campa de cipresle matizada
Aqui em solo eslranhojtao leria,
Se eu morresse amanlia.
Ignoto e sozinho passaria
Nessas ras, como passa a sombra va*.
O meu fretro caminhando a cemitrio,
Afdelle !.. nenhum peilo lhe dira.
Se eu morrease amanhaa.
Era um homem nesle mundo, que morria,
Qu'imporla, que uma Oer murehe iueeta.
Se logo aps vem oulra mais vico*a ? 1 I
Qual da flor a minha sorle imitara,
Se eu morresse amanhaa.
Que saudades crucis nao malaria
A minha chara inai ; a minha irma.
Se eu morresse por aqui sem vel-'ao menos ;'
Que raerle tao cruel en nio feria,
Se eu morresse amanhaa.
Edeltrudo de Mediiroi.
Kecife 13 de marco de 1853.
66
11 Coronel Jo* Ferreira de Carvalho..... M
vassoora,instrumento privilegiado dasVelhas, e com
elle aecommette os moinhos de vento quVa soa fer-
mentada phanlasia descobre por entre sombre*. O
ex-coroneli-bisee-eonsuli, digno hospede deste ge--
nio-, com receio de que o Mr. asente lhe escanga-
Ihasse o* quadros e movis, deapio-lhe a sala destes
rnalos, edeixou-a de forma que p.le honrada-
mente ser comparada a qualquer das que exislem
no grande hospicio de Pedro II em nossa porte, ou
a sala do jogador da espada preta.
Snpponho que o Mr. agente ir no prximo v-
por qu se espera do Norle alegrar com a sua esti-
mivel presenca os felizes habitantes dessa larra, po-
nho-o ja de prevencao par* acaulelar-se de alguma
qucholada do jaez deslas que lhe communico ; por-
que e homem tem eslado aqui 18o endiablado que
at pelo carnaval quiz ir no carro su generh do so-
bredilo ex-coroneli, accommelter o* cltrUUo* da lal
exposicao burlesca ou folguedo do m*r de eternas
luminarias, cm honra das poteoda* franco-ingletas,
vendo-te ne** occasiao o bsce-consul las, para o chamar ordem, e conte-lo na* raas do
bom juizo; pois que Dio dewjav ver elrgado oo
PEiMBIJCO.
HEPARTICjAO' DA POLICA.
Parle do dia 13 de mar^n de 1854.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc. qne das
parles honlem -e hoje recebidas nesla repartirlo,
consta lerem sido presos: a ordem do juiz municipal
da primeira vara, Luiz de Franca Barbota, por se
adiar sentenciado ; ordem do delegado do primei-
ro dislriclo deste lermo, Trajano Hnlriguet Marlins,
por furto ; ordem do subdelegado d freguetia de
S. Ir. Pedro Goncalves, o prelo escravo Jos, per
desobediencia, o marojo Manoel Joaquim, por fur-
to ; ordem do subdelegado da fregueza de S. Josa,
o prelo Jos, que diz ter escravo. de JoM Mauricio,
por andar fgido, o preto escravo Joto, por ebrio ;
"ordem do subdelegado da fregoetia da Boa-Villa,
os prelo* Antonio Jos de Carvalho 'e Francisco, es-
cravos Indos de Domingos Ferreira, sem declarara
do motivo, o soldado' do 4. halalho de arllluariaa
p Malaquias Lei te Braga, por denuncia de ler cha-
ve* falsas para abrir porta*, e o pardo Filippe Anto-
nio da Silva, por desordeiro ; e a ordem d sebdeta
gado da freguezia do Poco da PanelU, Antonio Fran-
cisco Paz da Silva, para recruta.
Dos goarde a V. Exc, Secretaria da polica de
" 488 54,9 4,202
Nao eslo comprehendldos nesle numero o paque-
tes do vapor da companhia brasilera, nem nos do
interior os vapores que navegara para os portes de
barra a dentro.
No mesmo semestre o valor das materias primas
despachadas livres rie direilos de consumo, para uso
das fabricas da corle e provincia rio Rio do Janeiro,
foi rie liu!203162; e o dos direilos remetlidos, de
61:8319242. Eslas cuucesses apenas pagaram o ex-
pediente rie 1 } % no valor de 2:1753733.
Despacharam-se isenlos de lories os direilos e ex-
pedientes, para diversas empresas induslriaes, em
virlurie de lei uude contratos com o'governn, varios
arligos, na importancia de 193:5603000, sendo os di-
reilos dispensados nu yalur rie 50:180$000. E da
mesma forma para o servico do eslado, pelos diver-
sos ministerios, JilTerenlts nbjectos uo-valor de ris
35:4539000, cujos direilos sao computados em ris
10:6359000.
Na Babia tinha sido capturado, pela polica,.
Pedro Joaquim Correa Negrau, um dos fabricantes de
moeda falsa, na occasiao em que ia *m, uma cadira,
as8 para as 9 horas da imite de ti do corrente.
Quanlo a Alagoas remellemos us Ieitores para a
carta do nosso correspondente de Macei, que vai
transcripta em outra parte.
Pelo vapor Imperador, entrado honlem tambem
dos porlos do noric, recebemos gazelas do Amazonas
que alcancsm a 21 do passado, do Pac* a 2 do corren-
te, de Maranhao a 4. do Ceara a 8 e do Piauhy a 9
do passado.
Recebemos igualmente as cartas de nossos corres-
pondentes na segunda, lerceirae quarta das provin-
cias mencionadas,as quaes van exaradas em lugar pro-
prio.
No dia 18 do passado, na cidade da Barra, capilal
do Amazonas, celebrou-se um oflicie na igreja de N.
S. dos Remedios, pelo eterno descanso da alma da se-
nhora D. Mara II, rainha de Portugal, assislinrio a
esse aelo o presidente ria provincia, as autoridades ci-
vis, eedesiaslicase militares, os empregados pblicos,
muilos ofliciaes da guarda nacional, e numeroso con-
curso rie cidadaos e eslrangeiros. 0 olQciu foi feilo
a expensas rio subdito portugus, o Sr. Alexandre
Paulo de Brito Amorim.
Lc-se na. Eitrella do Amazonas:
3arra do Ro Negro 15 de fevereiro de 1854.
a As 8 horas da noile de 10 do corrente, enlraram
neste porto vindo do Para, e no dia 12 seguirn) via-
gem para Lorcto.. os dous pequeos Vapores Tirado e
Iluallaga, que o governn peruano mandn construir
nos Estados-Luidos para serem empregados na ex-
plorado do Ucayali e oulros rios interiores do
Peni.
Vieram como passageiros dous ofliciaes da mari-
nha peruana, os senhores Villar e Fauig, que dews
rao lomar ocommando des ditos vapore* em Lorelo
depois que forera entregues pelo vendedor na con-
formidade do respective cntralo. Do Para at esle
porto gaslaram 30 das porque nu navegavam duran-
te a noile, e a pessoas entendidas temos ouvido qne,
alienta a fraqueza. e mo eslado rio machinismo, a-
lm da falla de varias peras rio apparelho, dever a
vmgeni daqui para cima ser ainda mais morosa e dif-
ticil.
A sua bandeira he a peruana, e levaram passa-
portes das presirieuris do Para e riesla provincia,
permillindo-lhcs o transito al Tabal inga conforme as
orden rio governo imperial.
Ao que communic o nosso correspondente do
Para, cabe-nos addicionar o seguran}, que extrablmo*
do Diario da mesma provincia :
a Na larde de 25 do correle, o Sr, delegado Ma-
noel Fernandes Kibeiro, ehcarregado do expediente
da secretaria de polica acumpanhario rio Dr. Jos de
Araujo Roto Danin, promotor pnblico, o primeiro.
ollicial da mesma secretaria Joao A ulonio Barbosa de
Oliveira, e do esrrtvSo do crime Barlholomeu Jos
Vieira, deram busca era casa rio porluguez Luiz Al-
ves SimOes, laberneiro, tnorarior na, ra do Bali-
que, por denuncia (segundo riizem) que leve o mes-
mo delegado de que elle Simos passava moe&as de
450 rs. douradas, quarlo de peso americauo por 99.
O francex ourives Ptoyon era quera as dourava por
19000 r*. cada uma, e ambqs esto preso* no quarlel
de polica, etc., etc.
o Na busca nenltuma moeda se enconlrou ; o fran-
cez nao nega qe a* dourava a pedido do referido
SimOes, ma* nunca se persoadindo que a par* mos
(Ins.
Em os numero* de 23 do passado e 2 rio corrente
publica o Trese ie Mato as seguinles noticias:
No riia 21 pelas 6 horas ria larde na occasiao de
eulraretu para, a cadea os presos que Irabalbam na
fachina, um que eslava embriagado desobedeeeu a
guarda no ado de entrar para a pristo, de que re-
sultes licar ferido 0 corneta do corpo rie polica Ce-
alrlo Manee! do Nascimenlo, que se portou excel-
VARIEDADES.

Carta de Braz Tisana, boticario do Tiliaaa. ae
barhelro.
Dezembra 27,
Afoncher. Nao sei so j lhe disse que a seobe-
ra Anselma Jos, cidadoa da villa ria Po
Iho do Moura, pegou n'um facalhlo ; a
ciriailao Manoel de Mallos, c com o I
perforante, e cortante abrio-lhe o I
lhe astrias ao sol 1 fallo-lbe serio, q
maluco com esta notida uma mulhet
ce ao bello sexo, assassinar um hu
lo para a outra vida he de rae fazer. suar o i<
oUie que ostou embirrando com o al b
muilo mais com a sem ceremonia com que
se mala gente, como se fossem porcos'.
Doclaro-Ilic. que em mo abordan
se chame Anselma, faco-lhe tuna i
ao iliabo Com verdade quo lia lempos*
te nao Icio nos jornaes senao prol
c assassinalos Sempre houverr
llios mas o que dautes se pagava r
sobre o lombo, hoje paga-se com uaP")
facada, ou com a boca, de um bal&marte !
nasccr esla mudanca de coslumes ?
Uns, mestre, attribucm esla especie efe feroce
impoteacia das leis criminaes oulros
cao rios juizes outros a conscieitria
dos jurados outros mpunidade !
(a ilc civilsacao e ha mesmo quem
culpa ao governo mestre, todo isto
esla calamidade ; que se torna mais si
so que os canudos da opiniaoj
oulros utensilios edificantes
que il.inles donniam nos cartoric
Com ludo seja a causa qual fot
de vier, o que he certo he que o ]
se propaga ; c que curapre dar
guerras civis riescaraclcrisam
niiiguem Irazia punhal, e ape
rar pennas'. hoje.j
conriecoraciu coino^Tniabili
havia um inlendenle geral da polica, cojo nomo
'nidia medo d'antes havia o Hvro 5.' e os juizes de
vbeca, o sem ella, o apftcavara sem eercmettia d'an-
tes os padres absolvan! menos, e o penitente chu-
chava a sua nenitoucia, e nao pordia o amor
.lose!
Mestre, longe de mim o lemhrar-me de medida*
rigorosa, nuedidas que neje serian un anacaro-
nisrao : com Indo riirei qae a impunidaae aleata es
'rimes, e a rorrupeao os facilita. Cocerde que a
falla rie illiislraco. e mesmo a pouca rivlisarie da *
um grande contingente pan esles crimes ; e aeWo
veja os assassinalos que ha em Lisboa e Porta pe-
de dizer-se que oeuhum, mas em quanlu a civtlwa-
00 nao se propaga por todas as provincias be pAj^
r.iso <|ite as autoridades loraes ariminislratas pre-^j^.
vnam os crimes, e amariem as
O governo nao manda assassinar pessok algauta,,'
e como neo esle nem o que vier depois deste wlevi-
nba, nao pode evitar que um hornera seja a*sassina-
jJo : a accAo do governo e -dados locaes; j
estas ^toilem prevenir o ci upre-
enlregar o criminoso s maos da justica, e o 4ever
da juslica he casliga-lo. Com tuda be de esperar
que o ministro do reino active a vigilancia da Deli-
cia preventiva ; o que o da jnslica o ajude pele sen
departamento. Os patuchos podrra coHcerrer mni-
to para esla obra da regenerarlo moral, poc sua-
praticas, conselhos, e templo* : mas iafelimente
* agua que salte destas fooles nao he a atai* pun !
Medre, eu abomino lanle o faaatitmo, romo
aborrerea desujorausteo. Deleite lano um jui-
sangoinaro, como um juiz sem consriencia, e snt
moral. Amo a liberdade, mas nao sei que posta
haver liberdade, onde nao ha religo nem ha jus-
lica A polilica entre nos lem getade crimes e pe- /
cas virtudes. A poltica cerrompeu a sociedade ; e
a sociedado imugurou o imperio do ndivirinalsmo.
Poneos padres' solicitam uma igreja para servir a'


I
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Va
V*
I
V

'V
1
t *
1
Ir
Dos, e tratar da morrinha das anas ovelhas. e pou-
ras cansas se decidcm en que nlo entre a poltica,
o patronato e a veualidade-
A impaeosa, que dcvia prestar grande auxilio
rivilisaeo, tantbem tem concsariilo para cslo eslado
de indiflereulismo sucia, ocsacrcdilando as au-
toridades tira-lhes o prestigio raspa-Ibes a vergo-
nha. Em fim, mestre, vamos indo, edeixemosao
lempo cura dos nossos malea. Euj nlo me a (Di-
jo muito com estas coasas, e espero tudo do lempo,
que he o mellior de todos os mdicos, que eu coche-
ro, apesar de nao ler o ano de doutoi.
A cmara do pares acaba de receber ama des-
feiU. I nlo he a primeira : acaba de ser chamada ao
tribunal superior de eonlas, o conde de Porto^Cvo,
qOe aposarde ser milionario, nao pode resistir a
morte, neta n medicina. Este cavalleiro, antes de
so chamar conde, chamava-se Joaqnim da Costa
Bandeira; era uatural de Vianna do Gaslcllo, c t-
nha nascidoa 11 dedozembro da 1785. Era presi-
dente da assenltilca do banco, e da junta do crdito
publico, Me varios cstabelecimentospios. Foi mi-
nistro da fazenda na jornada de Belem. Era ho-
ineni serio, e de ideas moderadas, mas constitucio-
nal.
Ouvi dizer que horda toda a sua fortuna um, pri-
mo o* sobrinho, que nio drixa de licar bem arran-
jaditiho. Parece que deixra seis cotilos de res ;i
ta-pia, o que lizera outras esmolas : Dos se lem-
bre da sua alma. O nosso principe da Cnnlin j dc-
butou na electiva. O Ilustre dcpulado por Beja
pedio que o overuo o orientas-e sobre o que gas-
lou de subsidio e ajuda de custo com o Avila, na
viajero, estatistiea de Bruselas Islo nao admira !
o Avila est mal visto no arrai.il Torrada, depois que
aceitn commissOea do governo.
A'sacia dos Rebellinhos finge estar de njo com
este procedimenlo do principe, e at se diz que sua
alteza deixara de fazer parte da redacto da Impren-
ta e Lei, fleando com as honras! Nos pasmato-
rios circula o boato de que o Avila vai para Roma
orcupar o lugar do naro da Yenda da Cruz. O Avi-
la he capaz de beijar o p ao papa com a maior dig-
uidailc. Conlinuam os meslrcs de primeiras ledras
a guerrear o methodo repentino do Caslillio, qne to-
do os dias he seringado pelo visconde de llorralem,
oante fizo das pulgas industriosas. O nosso Ro-
ler j tomn assento na cmara electiva, e revis-
oa aoberana luneta as senhoras galeras.
Veremos o que d'aqui sahe.
Saber queem Saint-Mol, Franca, duzenlos car-
eiros do arsenal se insurgiram por Ibes dinii-
nuirein os salarios no invern, Na Succia ho'tive
ibem um alvoroto as elasses pobres pelo alio
prega do pao e das batatas, que silo o alimento das
elasses operaras. O principe Christiano de Dina-
, acaba de participar so imperador Napoleao
que sua espoza dera a luz orna, princesa pequea ;
i-e a realcreansa Thjra Amalia Carolina
Carlota e Anua.
Os pescadores da Mancha eslao sallando de con-
baixou do mar do norte urna quanlidade do
arenques, que os barios de pesca nao tem maos a
medir Um Americano acaba de fazer urna revo-
lurio na imprensa. Invcntou tres projertosda nipis
or importancia um novo syslcma de fundirn de
lypos om novo niodo de fabricar papel c um
novo methodo de prensas. Em cada hora, e com
menos gasto, se cxlrnliem 100 mil ejemplares.
Participo-lhe que oMNiholkqs da CaliiwHynKiii-
daram de prsenle ao eajehre padre inglez Nc^an
um anel deouro, qne pfea 18 onc,as: vale 400 duros.
Tenbo presente a estatistiea dos banhos de Bailen-
Baden, neste anno : a numero dos banhistas foi de
13:184. Nos, meslVe. lambcm podamos tirar
grandesjejjirso djisjiqasas aguas thermaes; mas
"~m jWTiesl^ToInoilcos as fez Morrcit em Pa-
rs a condessa viuvade Boiirbon-Bussel, filba do con-
de de Boignes, ministro que foi da marinha de
Luiz 15.
Escrevem da Baviera ao meu piatirante, que Mr.
Kaulhach concluir o seu lenco tnonstro represen-
ta a -apreseutacao dos artistas de Munich a Luiz 1.
O lenco conten e retrato em corno inteiro de 72
notabilidades artsticas, que possuc actualmente a
Baviera em sciencias, arles, e bellas ledras. He de
corto o pai de lodos os lencos Estao conslruiudo
naliollanda um salflo inmenso para seis mil pes-
soes: be destinado* para a grande fesla musical que.
ha de ter lugar em marco, e em que eutrarao 900
msicos. S8o convidados os de Franca, Alema-
nia, e Inglaterra ; c-tei c a rainha liSo de assis-
. tir.
Tambem se conslrue em Amslcrdao um palacio
de crystal de grandes dimensocs, para a exposirito
anoual das flores. Sinto dizer-lhe qne a morte an-
da pelos boticarios. Acaba de fallecer o Antonios
Jet deSouza, que linba urna anliait pbarmacia no
campo de Sanl'Anna, em frenle do cbafariz ; era
homcm esmoler. As ultimas Dolidas do Oriente sao
que o invern continua a ter as hostilidades suspen-
sa, c que as uacoes anda gasta m papelada diplo-
mtica para raanler a paz com. cara de guerra, e a
guerra com cara de paz I Os laes diplomticos, aqui
para nos, esli cacuando com o sultao, que no fim
slmpre paga as cusas e a mulla, eolio o lempo
lh'o mostrara. Saude, pataco e fraternidade.
Souelc. seu amigo Leeitoven Sraz Tisana.
EMTGRACAO DA PRATA DA EUROPA PARA
A AZIA.
No mez lindo, um jornal inglez, o Economisl,cha-
mou a atiendo da Europa financeira sobre a enor-
me quanlidade de moeda em prala expedida para a
Aajfl por va de Inglaterra durante o anno do 1853.
Aquella expedirlo subi a perto de 110 milboes do
eos. Como a Franca possue proporcionalmenle
a maior circularlo monetaria em prala que exisle
na Europa, conciuo-sc inmediatamente que ella
devia ter eoncerrido mullo na cxporlarflo daquelle
metal, e islo deu lugar a um tal ou qnal alarme,
qnanto subida da prala cunliada do mercado
franrez.
Um jornal do Havre, tratando dcsle objecto,
pcrgunlou so os te'ceios que se Itaviam manifestado a
este respeito nao eram cxaggerados, c duvidou que
inca, tivesse lido urna parle Uto considera vel.
aWajjJilgava, na caportaeSo da prala effcclua-
da, por via d'Iuglatorru. As conjccluras porm ,
haviam formado, cslojiistiliradas segundo
ora nove trabalho que o Economist acal*
r, em umdosseus ltimos nmeros. Eis
poBorosullado:
aga Ierra, nao faz por si so lodo o coni-
Cbina com o interior, lio pelo menos o
*ro. Segue-se que quando mesmp a^ba-
e favoravel Otila Bretauha, uas relajos
imperio celeste, o saldo seria contra
> trataase de regnlar_j**nas cotilas rom
[8o, qrae apena consom o opio dos pro-
'angeiros. Desta maneira, leve durante o
de foffaw_uju_^Mcde)itc em nii-
o, porque T uuico consumo ^importante qne
Pi, tem estado parausado em con-
l fasarreicto, porque o imperio cbiucz
esta passande ha a Igum lempo.
felizmente para o rcsulla.lo las re-
lacaes que manlin com a Europa, nao couliecc a
i de banco ; nern tem nanea mooda proprla
cuchada em onr ou praU, qe possx servir de in-
termedio as sitas trnusacroes. Apenas possue una
moeda de cobre com o valor inferior a um cntimo.
At ilimamenla obvia-e a e*U dinicutdade, pr-
tate os negocios do imperio celeste aretavam em
pagaifto as b/arrasMc oaro ou de prata ; mas ile-
poi de certa iioca. leudo aquclles negorianies re-
que as moedas de rlespanha, que rr-ce-
llHlilS O
DIARIO BE PERNAMBUCQ, TERQ FURA 14 DE MARCO DE 1854.
/
fc
tido urna enorme diBereilca a pagar, durante todo o
anno ultimo, lirou da cirrularao toda a moeda cu-
uhada no lempo do imperador Carlos. Parece que
osiBglezes.preoccupados por este embaraco, se pro-
poem cunbar debaixo da sua propria respnnsabili-
dade, nraa moeila de bom loque, que possa servir
de intermediaria : mas uo teem a certeza que ella
seja admittida ; e consta mesmn que se julgam obri-
gados a adiar as suas esperanzas a estoTespeito,
ate ao triumpho absoluto da nsurrcii;ao.
Seja porm o que fr, eis o que julganios impor-
tante concluir pelo que fica exposto, em relacSo ao
uso particular- da Franca. As pec,as do cinco fran-
cos, como se sabe., foram excluidas da moeda da
Europa, que dcvia circular nos ros aziatiros. A
moeda daquelle paiz, por tanto, nao pode ter etr
Irada uos 110,000.000 francos em escudos ou barras
de prata, que no anno lindo sabiram da Europa ;
mas se a^ Inglaterra, como parece incontcslavel
lera all felo transacoes de ouro coulra prata he
necessario para llio dar um oulro destino, uue pode
esmo sor para a America do norte; c ncsle oaso
o perigo nao era tSo grande, como do lado que se
poder ia suppr que aprcscnlasscm mais vastas pro,
porcoes. (Jornal, do lacre.)
(Jornal do Commercio de Lisboa.)
GOMMERCIO. '
PRACA DO RECIFE'U UE MARCO AS 3
HORAS DA TARDE.
CotacGes offlciaes.
Cambio sobre Londres a 28 1|8 d. 60d|v.
Dilo sobre o Rio de JaneiroJ de descont 15, e
2S4(v. ea prazo.
Descont de letras de 40 dias 13 por rento ao
auno.
Assucar mascavado18800 por arroba, e com 3 me-
tes de prazo.
ALFANDEUA.
Rendimcnlo do dia 1 a 11. : 91:353*535
dem do da 13'........8:4419168
99:79iS703
biam para co*verter em barras,-linham'
tema pese, adoplaram-nns como momia de crcu-
< tfoi* -ib Ihe haver posto um determinado
mal.
* Admittido cele habito no imperio, lnrnou-se a
moeda hespan!na a nica especie monetaria coiii
I1" China e poden pagar as mercadorias; e
i dhlao os chinas nao.se rontenlam cora urna
aaoeaa qaalqu er de Hespanha, e muilo menos com
urna igual de ari, do Mxico, ou d oulro qual-
quer paiz. .A.doptarara, com exeliMBo de todas as
ontras, as que tem a efigie do imperador Carlos,
rormecidas par co4!aoarias, sujeilas s alteraceade
proco, que ikepemle da maior ou menor abundan-
cia daquella moeda fra do imperio celeste. Os man-
darins chin.ezcs, considerando-sc superiores os in-
leresses da narao enlenderam eonvenieutemenle
excluir da eireulacso a iaaoeda americana, assim
como tedas- as heipaamtla, oatealanda o amigo
ceaUme d|t> admitlir acollonaria do imperador Car-
io*.
Desta maneira, o prero eslabeleriilg varia e
preporefles considera veis : lio deprejaa o seu val
is, como sobe a 5 sehelnr
sebel: 6 peuces em Canta'
nesmo a 7 achef, em Shanghai. Esta moeda
oetaatmente craHo cara, porque a Inalaterra li
Dcscarregam hoje 14 de marro.
Barra inglezaGeireciecemanleiga.
Briaue dinamarquezFriggotaboado.
Brizne dinamarquezJennypipas de vtnho.
Brigue porluguezespigue de lie iriscebolase ba-
la tas.
Brigue francezContensal.
Barca brasileiraIpojucapipase barricas vasis.
Importacao
Barca inglea Geneciere, vinila de Liverpool, con-
signada a Deane Youle & Compagina, muireslou o
segointe:
4 fardos tecidos de 1, 3 caixinhas ditos de linho,
1 embruiho relogios de ouro e prala ; a J. Hallidav.
3 fardos panno, 1 caixinba cujelos para escripto-
rio ; a Deane Youle & Compaiihu
13 fardos e 2 caixas lecidos defalgodao, 3 caixas
biscoilo, 15 gigos e 8 barris louja; a A. C. de
Abreu.
2pipas vinasre; a N. O. Bieber j& Companhia.
5 toneladas carvo queimado; a ('.. Slatr i\ Com-
panhia.
1 caixa objeclos bordados; a J. H. Gaensley.
1 barrica pregosde composirjo, 50 barris manlei-
ga ; a Itotlic & Bidoulac.
6 fardos lecidos de algodo; a James Crabtree &
Companhia.
26 caixaa e60 fardos tecidos de algodo, 4 dils di-
tos de laa, 1 dita ditos de las e algodAo, 6 caixas di-
tos de linho. 100 barr manteiga, 1 caixa grvalas
de seda ; a James Ryder & Companhia. .
3 caixilibas, 1 gigo e3 barris ignora-se, 4 caixss e
2 barris queijos e presuntos, 24>arris viulio, 2 dites
agurdente do Franca; a K. Oreen.
1 caixa ferragens, 31 fardos e 1 caixa tecidos de
algodo, 10 caixas cobre, 60 barris manleiga, 2 cai-
xas musanla, 1 barrica rrvilbas, 20 presuntos, 40
qoijos, 6 botijas passas, 24 ditas doce, 10 latas fari-
nha de aveia; a ordem.
1 caixa brreles para marojos, I caixa aguIbas; a
Wolpbupp & Companhia.
1 caixa meias curias e luvas de algodo, 3 ditas
lecidos de algodo, 1 caixinba objeclos de borracha,
| dita veos prelos ; a Luiz Antonio de Siqueira.
G caixas e 2 fardos lecidos de algodo. 3 caixinlias
ditos de dito, 11 caixas ditos de bla ; a J. Keller &
Companhia.
6 caixas fundos de cobre, 4 ditas follia de cobre ; a
Antonio V.'da Silva Barroca.
5 fardos e 5 caixas lecidos de linho, 4 fardos ditos
de laa, 14 dilos e 30 caixas ditos de algodo, 3 caixas
ditos de ditoe linho. 159 barris manteiga, 1 barril
cervja, I caixinba 1 chapa e sinele, 2 presuntos; a
Jobnslon Pater A Companhia.
21 fardos e i caixas tecidos de algodo, 1 caixa di-
tos de laa ; a Rosas Braga & Companhia.
49 fardos e 20 caixas tecidos de algodo, 9 caixas
chapos de sol, 1 ca sao com I carro, 1 caixa arreios
para cavalios, 1 dita 1 cama. 1 fardo tapete, 1 caixi-
nba objeclos de escriplorio e clleilos particulares; a
R. Ilojle.
150 barris chumbo mi irlo, 1 barrica presos de cu-
bre, 6 barris estaiibn em barras. 44 barris ferragens,
12 pares folies, 7 barrissellins, 97 presos de ferro,
20 embrnlhos pas de ferro, 1 barril caetas de ouro e
prala para lapis e miudezas, 13 caixas chapeos de
sol de seda, ditos de algodo, armacoes para ditos,
baleias, bengalas, e objeclos para escriplorio, 1 cai-
xa com I lampada, 5 fardos barbante, 1 barril miu-
dezas, 2 barris vidro ; a E. H. Wyall.
6 caixinlias e 2 fardos lecidos de linho, 17
fardos e5 caixas dilos de algodo, 1 volume papis
para-forro; a C. J. Aslley & Companhia.
2 fardos barbante, 80 voumes pas do ierro ; a S.
P. Johnslon & Companhia.
58 fardos e 23 caixas tecidos de algodo: a Fox
Brolers. ,
4 barris ferragens; a Brander a Brandis & Com-
panhia.
3 caixas e 4 barricas drogsa, tinta, e farinha de l-
nbaca, 6 barricas tinta, 6 ditas alvaiade, 2 barris vi-
dro ; a J. da C. Bravo.
88 fardos e 60 caixas tecidos de algodo, 1 fardo
(apeles, e lecidos de algodo e laa, 1 caixa tintas, 1
dita tintas e miudezas, 4 ditas miudezas, 3 barricas
loura, 1 volume jaqnetas de oleado, 10 toneladas pe-
dras para calcada, 1 caixa selim prelo, damasco de
algodo, cubridures de mesa, lencos e grvalas, 2
caixas fazenda escosseza. 2 dilas grvalas, 2 ditas le-
cidos de linho, 1 dita sedas, 10 ditas lucidos de linho,
e algodo, 3 Hitas ditos de algodo e seda. 2 dilas di-
tos de dilo e la, 12 barris cerveja ; a H. Uibson.
i volume sapalos; a E. Fenton.
2 caixas cooros; a Manuel Joaquim Ramos &
Silva.
1 fardo tecidos de la, 5 caixas ditos de dita, e al-
godo, 1 eaixinha cha, 1 dita somenles;a Russell
Mellors & Companhia.
33 fardos e II caixas tecidos de algodo, 2 fardos
dilos de laa; a Adamson lio ie & Companhia.
6 fardos e 8 caixas lecidos de linho, 7 caixas cha-
peos de sol de alsodao, 21 ditas e 8 fardos lecidos de
algodo, 5 caixas chales pintados/ 1 dita tecidos de
algodo e la, 1 dilasellins ; a Patn Naah'& Com-
panhia. .
i cama de ferro ; a D. F. Barros.
Barca nacional Ipojuca. viuda do Rio de Janeiro,
consignada a Bailar & Oliveira, mauiCeslou o se-
guinte:
100 pipas vazias, 900 barricas dilas; aos consigna-
tarios.
2 caixas chapeos, 60 rolos de fumo; a Guerra Ja-
nior.
* ScaixOes chapeos; a Pereira de Mello.
1 dilo dilos; a Regis Sonza.
40 saccas (irinlia; a Alves Barbosa.
I1 calxao chapeos; i Ferreira 4 Aranjo.
6 barricas'larinha; a V. J. de Brito.
Hiale nacional Anglica, vindn do Ass, consig-
nado a Tbeophilo Seve & Companhia, manifestou o
segunde:
_ 380 alqueires de sal,2 pipas, 5 quarlolas, 10 bar-
ricas e 39 saccas cera d carnauba; a ordem.
2 barricas cera de carnauba; a Manoel F. Alves de
Moraes.
27 saccas la, 450 courinhos, 4 couros salgados, 4
meios de sola ; a Jos Antonio da Costa & Irmao.
Polaca franceza Comlant, vinda de Gfllc, consig-
nada a Oliveira Irmos \ Companhia, manifestou o
segninle :
200,000 Kilogrummas de sal; aos mesinos consig-
natario).
i Escuna dinamarqueza Jemuj. vinda de Aveiro.
consignada a N. O. Bieber & Coinpaniia, manifes-
Inu oseguinle :
76 pipas. 204 meias ditas, e 125quinUis de dita vi-
nbo tinto, 90 quintosazeite doce, 15 sacias alfazema;
aos meamos eonsignalarie.
4 gigos albos, 2 ranastras ceblas, 338 resteas cebo-
las ; ao capitn. ,
Brigue dinamarquez Priqga,, vindo de Copenhag-
ue, consignado a Kolhe & Bidoulac, manifestou o se-
gninle:
- 242 duzias e 8 la boas de varias dimences, 4A bar-
ris alralrao, 100 saccas faralln, 30caixas agurdenle
deginja, 36 cadeiras, 5 barris, 12 meios dilos e 10
caixas cervejk, 6.TJ00 ladrilhos; aos tpesmos consig-
iiatarius.
Brigue nacional ConeeirSo, vindo'do Assii, con-
signado,! Manuel Alves Guerra Jnior, manifestou
o segointe:
906.alqueires de sal, 100 molhos de palha ; ao
mesmo consignatario.
Vapor nacional Imperador, indo dos porto do
norle, consignado a agencia, manifestou o seguinle:
4 caixas fazenuns; a Ouilherine da Silva Uuima-
rea.
1 caixa doce; a Marcelino JosAntunV
1 molde de pao; a Manoel Ignacio de Oliveira.
igue inglez fullenia. vindo de Dundee, coa-
soadoa-DeaneXonle &C, manifestou oseguinle:
29j toneladas earvo de pedra; ao mesmo con-
natano.
CONSULADO GERAL.
o do da la 11.....22:706*670
"3 -... 3:1948855
Exportacao".
Philadelphia, brigue americano
303 loneladas, conduzio o seguinle
coro 15,000 arrobas de assucar, 4,581 cours salga-
dos com 130,862 libras.
Babia, hiato nacional fortuna, de 61 toneladas,
conduzio o seguidle:2 voluntes miudezas, 344 di-
tos molbados, 7 dilos fazendas, 89 dilo cera e vela
de carnauba, 1 dilo obras de ouro, 11 ditos sebo, 13
dilos drogas.
Lisboa, Canal da Mancha, e Mediterrneo, de 348
loneladas, conduzio o seguinle : 3,900 saceos com
19,500 arrobas de assucar.
Trieste, brigue porluguez Laia, de 321 tonela-
das, coaduzio o seguinle :4,200 saceos com 21,000
arrobas de assucar.
Valparaizo briguo russiann Covriren, de 216 to-
neladas, conduz o seguinle: 3,900 saceos otra
19,500 arrobas de assucar.
Buenos Ayres .por Montevideo barca hespanhola
San Miguel, conduzio oseguinle:1,13* barri-
cas e200 barriquinbas com 9,601 arrobase 2t libras
de assncar. 140 pipas agurdente.
Rio do Janeiro patacho nacional Valente, conduz
o seguinle : 100 barricas bacalhn, 10 barricas al-
piste, 19 caixas fazendas, 1 dita morroquins, -1 dila
relroz. 1 dita palbetas, 1 cimbeles linha, 1 encapa-
do corchetes, I embruiho amostras, 35 pipas agur-
denle. 100 barricas e 250 saccas com 1,998 arrobas e
22 libras de assucar, 2,060 meios sola, 150 rolos fu-
mo, 10 barris oleo de cupahiba, 142 duzias de co-
cos seceos, 2,000 cocos com casca, 170 molhos com
3,370couros de cabra, 2 garrafes farinha, 1 caixilo
doce, 1 embruiho pellos de bicho, 24 pranchoes de
amarello, 2 caixOes hcelas de doce, 1 caixao com 7
arrobas e 13 libras de assucar.
KECEBEUOR1A DE KENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimento do dia 13.......2:372S(i8
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcnlo do dia 1 a 11.....16:9309164
dem do dia 13........2:4899619
MOVIMENTO DO PORTO.
Natos entrados no dia 13.
Barc/dona29 dias. brigue hespanhol Julio, de 203
toneladas, capito Fernando Torres, equipa&em
13. carga vinho e mais gneros; a Manoel Joa-
. quim Ramos e Silva.
Parahiba24 horas, hiale brasileiro Exaltaran, de
-.37 toneladas, mestre Eslacio Mendos'da Silva,
equipagem 5, carga loros e mais gneros; a Men-
douca Vianna. Passageiros, Vicente ferreira Lo-
pes, Bozendo Francisco de Oliveira, Joaquim da
Silva Longras.
Rio de Janeiro o porlos intermedios7 dias, e 18
horas, e do ultimo porto 16 horas, vapty brasileiro
Josephina, cnmmandanle o lente Ponte Ribei-
ro. Passageiros para esla provincia, Dr. Francis-
co Ferreira Correa. Domingos Monleiro Peixolo,
Rodrigo de I.amare Carvafho Pinlo, r. Ovidio
Tiiouiasiii, Dr. Joaquim Antonio Alves Ribeiro e
1 criado, Ignacio Alves Nazarell Jnior e 1 escra-
vo, Jno dos SantosNeves Jnnior, Leandro da Sil-
va Freir, Joo Lopes de Carvalho Lobo, Julio
Anguslo da Silva, Conrado Alvaro de Cordova Li-
ma e I escravo, Leandro Francisco Borges, Pedro
I,usiense Calazans c 1 escravo, Francisco Antonio
Pessoa de Barros, Dionizio Rodrigues Dantas el
escravo, Jos Maria do Valle Jnior, Tilo Augus-
to Pereira de Barros, Joao Peixolo de Miranda Ve-
ras, Pedro de .Menear de .Miranda Veras, Joaquim
Rodrigues Seixas, padre vinario Antonio da Rocha
Vianna, Francisco, Joaquim Alves Rodrigues, Rav-
mundo Lonrenco Seixas, Antonio Jos Duarle da
Silva Brasa, Manoel Joaquim Duarle Guimares,
Americo Netlo de Fermiann Moraes, Joaquim Go-
mes de Souza, I prafa do exercito, lex-pracadilo,
1 dila de marinha, 2 escravos a entregar, 2 deser-
tores. Seguem para o norte, Dr. Trislo de Alen-
car Araripe, sua seuhora, 2.(lhos menores, I cria-
da e 2 escravos, Joao Baplista da Costa (ornes.
Dr. Ignacio Carlos Freir da Carvalho, t criado e
1 escravo, Jos Trindade Mari i ns, 2. cadete Ber-
nardo da Costa Barros, dito Jo3o Baptisla de Cu-
perlino Barros, 2 cx-prar,as do exercilo, 1 preso de
ji|-lira, 6 africanos e 3 desertores.
Para e porto intermedios11 dias e 6 horas, vapor
brasileiro Imperador, comniandanle o capiUo-le-
nenle Gervazio Mancebo. Passageiros para esla
provincia, Luiz'Carlos Wanderley, Fernando Ma-
ranhense da Cimba, Americo Jan'scn Lobo e 1 es-
cravo, Joo Pugibet, Joaquim da Costa Barradas,
Se ver i no Dias Carneiro e I escravo, D. (".armella
Luccy, Germana Francisco de Oliveira, Silvestre
Francisco Metra, Joaquim. Jos Pacheco, sua se-
nbora, I criada c 1 menor, Joaquim Mendes da
Cunta e 1 escravo, Zeferino (lili Pires da Molla,
Joo Porfirio da Molla, Sergio Porfirio da Moda,
Allino Lellis llego Jnior, Jos Alexandre de A-
morim Garca. Joo Paulo de Aranjo Danin, Tbo-
maz Dniehy, Joaquim da Silva Coelbo, Jos da
Silva Coelho, Antonio Francisco de Oliveira, Joo
Vidal Goncalves Ramos, cadete Jael Remigio de
Mello, cadelo Pampilio da Rocha Mureira, sargen-
tos Bellarmino Accioli de Vasconcellos c Antonio
Pedro do Andradc Barros. Para a B iliia, Manoel
Antonio dos Santos Braga e Antonio Jos Moreirn.
Para o Rio de Janeiro, Ricardo Alves de Carvalho,
alfercs Jos Pina Ranzcl, sua senbora e 2 lilbns,
" Jos da Rosa, Bruno Cahral de Gotivea e 1 escra-
vo, cadetes Joao Joaquim de Alenla Pinto e Jos
Bento dos Passos, 24 recrulas para o exercito. 1
para a marinha, I desertor e 37 escravos a entre-
gar, sendo 2 para Per na minien.
-Varios sakidos no mesmo dia.
Triestellrigue porluguez Laia, capitn Augusto
Antonio do Coulo, carga assucar.
Buenns-Ayrcs por MontevideoRrigue hespanhol A'.
Miguel, capillo M. Ventosa, carga assucar e agur-
denle.
e 27 da lei provincial n 286 de 17 demaiode 1851,
ll'm. Pric, de. e soh as clausula especiaes abaixo rupiadas.
:3,039 saceos As peefcwmje.propozereiu a esla arremalacao
c*mm^^MB|Pr*ala cas sessoes da mesma junta no
dia arima declarado, pelo meio dia, compelente-
meiile habilitadas.
E para conslar se mandn a(11 var o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da llicsouraria provincial de Pernam-
buco 21 de feverciro ilc 1854.O secrelario, Anto-
nio Ferreira da AnnunciarSo.
Clausula/ especiaet para a arremataran.
1." Os concerlos da radeia da villa de%e*rinhaem
far-se-hao de conformidade com o orraiuenlo ap
provado pela dirccloria em ronselho aprcscnlado
approvarfio d Exm. presidente, na importancia de
dous conloa scle ceios c cincoenla mil ris.
2. O arrcmatanle dar principio as obras no
prazo de um mez c devora conrlui-las no de seis
mezes, ambos contados na forma do artigo 31 da
lei n. 286.
3. O arrematante seguir nos seus Irabalhos lu-
do oque lhe for dedcrniinado pelo respectivo enge-
nlieiro. nao s para boa exccuc,ao aas obras como
em ordem de nao iuulilisar ao mesmo lempo para
o m'inico publico todas as parle de edificio.
4." O pagamento da importancia da arremata-
cito lera lugar em tres prestaces gimes ; a primei-
ra depois do feila a melado da obra, a segunda de-
|iois da entrega provisoria e a terceira na entrega
difinitiva.
5." O prazo de responsabilidadc ser de seis me-
zes.
6a. Para ludo o que se acba determinado as
prsenles clausulas e no ornamento seguir-se-
ha o que dispoc a respeito a le provincial n. 286.
Coufoimc. O secretario Antonio Ferreira
d'Aiinttnriarao.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
Ihesouraria proviucial, em virlude da resolucau da
jimia la fazenda, manda fazer publico que no dia 6
de abril prximo vindouro vai misamente a prar;a
para ser arrematado a quem mais der o rendimenlo
do imposto do dizimo do,gado cavallar nos munici-
pios abaixo declarados:
Limoeiro avaliado annualmenle por 58*000
Brejo 503000
A arremataran ser feila por lempo de (res anuos,
a contar do 1." de julho de .1853 ao fim de jtfnho
de 1856.
As pessoas que se propozerem a esla arremataran
comparecara na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia, competentemente
habilitadas.
Epara conslar se mandou aOltar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co 4 de marco de 1854. O secretorio,
. Antonio Ferreira d'AnnunciarSo.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
cm cumplimento da resolurao da juula da fazenda,
manila fazer pubfico, que no dia 23 de marco pr-
ximo vindouro, pcranlc a junta da fazenda da mes-
ma Ihesouraria, vai novamenle a praca, para ser
arrematada a quem por rtienos fuer a obra dos
concerlos da cadcia da villa .do Cabo, avaliada ero
8258000 rs.
19:4205113
quem por
'iSal-
EDITAES.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
cm cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, manda fazer publico, que no dia 16
de marco prximo vindouro, vai novamenle a praca
para ser arrematada a quem por menos fizer, a obra
do a(ude da Villa Bella da comarca de Paje de Flo-
res, avaliada cm 4:0018000 rf.
' A arrematarlo ser feila na forma dos arlgos 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, e
sob as clausules especiaes abaixo a-opiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematarlo
compareram na sala das sessoes da junta da fazenda
da mesma Ihesouraria, no dia cima declarado pelo
meio dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandn allixar o presente a pu-
blicar pelo Diario.
Secretoria da Ihesouraria provincial do Pcrnam-
bucbttide fevereirode 1851.O secretario,
Antonio Ferreira n"'Annunciarao.-
Clausulas especiaes'para a arremataran.
1.a. As obras deste acude scro feitos de confor-
midade com as plantas e ornamento apresenlados
nesla dala approvacao do Exm. presidente da pro-
vincia na importancia de 4:0i80OO.
2. Esto obras deverao principiar no prazo de
2mezes, e serao concluidas no de dez mezes a con-
tar conforme a lei provincial n. 286.
3.a A importancia desla arremataran ser paga
em 3 prestaces, da maneira seguinle : a primeira
dous quintos do valor total, quando liver concluido
a melade da obra ; a segunda, igual a primeira, de-
pois de lavrado o termo do recebimenlo provisorio ;
e a terceira, finalmente de um quinto depois do re-
cebimenlo definitivo.
4.a O arrematante ser ohrigado a commnicr na
repartido das obras publicas, com antecedencia de
Irinta-dias, o dia fixo emque lem de dar principio a
execn<;ao das obras, assim como Irabalhar seguida-
mente durante 15dia,fim de qdc possa o engenbei-
ro encarregado da obra, assislir aos primeiros tra-
badlos.
5." Para ludo o mais que nao esliver especificado
as prsenles clausulas, seguir-se-ha o qne lelermi-
ua a lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
Conforme. O secretorio,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
, O Dlm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
cm cnmprjineiilo da resolurao da junto da Tazcn-
da, manda fazer publico, que no dia 23 de marro
prximo vindouro, pranle a junto da fazenda da
mesma Ihesouraria. vai novamenle a piara, para
ser arrematada a quem por menos fizer a obra dos
concerlos da cailcia da villa de Pao d,AIho, avalia-
da cm 2:8608000 rs.
. A arrcmalacaii ser feila na forma dos arligos 24
e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arreniatorao
compareram na sala das sessoes da mesma junto no
dia cima declarado, pelo meio. dia, competejte-
menlc habilitadas.
E para couslarse mandou aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretoria da Ihesouraria prnviurial de Pernam-
buco, 21 de fevereiro de 1851.O secretorio, Anto-
nio Ferreira da Animnrnrao.
25:9018525
i DIVERSAS PROVINCIAS.
la do dia la 11......2:5218714
Jia.13......\. 628095
2:5839809
A arremalarao ser feila na forma dos arligos
24 e 27 da lei provincial u. 286 de 17 do maio de
1851 c sob as clausulas especiaes abaixn copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematoslo
comparctam na sala das sessoes da mesma junto no
dia cima declarado, pelo roci dia, compclculc-
menle habilitodas.
E para constar se mandou aflixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 21 de fevereiro de 1854.O secretorio, An-
tonio Ferreira a"AnnunciarSo.
Clausulas especiaes,para, a arremalarao.
1." Os concerlos da cadeia da villa do Cal far-se-
hao de conformidade com o orc,amculn approvado
pela direcloria em conselbo, c aprcscnlado a appro-
varo do Exm. presidente da provincia na impor-
ancia de 8258000.rs.
2f O arrematante dar principio a obra no prazo
do quinze dias, e dever ronclui-la no c tres me-
zes, ambos contados de conformidade com oarl. 36
da lei u. 286.
3.-1 O arrematante seguir na execucao ludo o que
Ibc for proscripto pelo eiigenliciro respectivo nao s
para boa execucao do trabalho como em ordem de
nao iuulilisar ao mesmo lempo para o serviro pu-
blico todas as parles do edificio,
4. O pagamento da importancia da arremalarao
venbcar-se-Jia em duas piotarOcs guues: a primei-
ra depois de feilos dous tercos da obra, e a segun-
da depois de lavrado o termo de recebimento.
'" Jao haver prazo de responsabilidadc.
6." Para ludo o que nao se acha determinado
as presentes clausulas uem no orramenlo, seguir-
se-ha o que dispe na lei n. 286. Conforme. O
secretorio Antonio Ferreira a"AnnunciarSo.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em ciimprimeiilu da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 23 do correute, manda-fa-
zer publico, que nos dias 21, 22 e 23 de marro pr-
ximo vindouro, peranle a junta da fazenda da mes-
ma thesourana, se lia de arrematar a querr
menos lizer a obra do acudo na povoaoao de
gueiro, avahada cm 2:5308000 reis.
w ilKrema,lava< ser feila na forma dos arligoss
24 o 27 da le proviucial n. 286, de 17 de maio de
18.1, c sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
as pessoas que se propozerem a esto arremalarao
romparecam na saladas sessoes da mesma juula no
mas anua dcrlarados, pelo meio dia, compelentc-
inenlc habelitodas. r
Epara couslnr se mandou aflixar o prsenle, e
pnblirar pelo Diario.
Secretoria .la Ihesouraria provincial de* Pernam-
bueo, >, de fevereiro de 1854. O secretorio, An-
tonio Ferreira d'AnnunciarSo. -
Clausulfis especiaes para arremataras.
.'^-Aa ol)Fi,s midattc com as plantas e orcernento apresenlados a
aprajRacao do Exm. Sr. presidente da provincia, na
importancia de 2:5008000 reis.
2. Estas obras deverao principiar no prazo de
dous mezes, scraoconcluidas no de dez mezesa
contor conforme a lei provincial u. 286.
3. A importancia desla arremalarao ser paga
em tres prestorOes da maneira seguinle : tv, dos
dous quintos do valor total, quando tiver 'conclui-
do a melade da obra: a 2.a igual a* primeira; de-
pois de lavrado o tormo de recebimento proviso-
rio : ii:i.", final mente de um quinto depois do re-
cebimenlo definitivo.
4." O arrematante ser obrisado a commnnirar a
rcparltcao das obras publicas coi antecedencia de
trilito dias, o dia fixo em que tem de dar principio
a exerurju das obras, assim romo Irabalhar se
aludamente durante quinze dias lim de que possa
o engciilieiro encarregado da obra assislir aos pri-
meiros trabadlo..
5." Para ludo, o mais que nao esliver especificado
as prsenles clausulas segnir-se-lia o que dispe a
le n. 286. Conforme. O secretorio, Antonio Fer-
reira tvAnnunciarSo.
O. lllm. Sr. contador servindo de inspector da
Ihesouraria provincial, cm cumprimenlo da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que no dia 6 de abril prximo vindouro,
peranle a junto da fazenda da mesma Ihesouraria,
vai iiovameule a praca para ser arrematada a quem
por menos fizer, a obra do melbui amento do rio Goi-
auua avaliada em 50:600801)11 rs.
A arremalarao ser feila na forma dos arls. 24 c
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esto arremalarao
roniparoram na sala das sessoes da mesma junto no
ilia cima declarado, pelo meio dia, rompetcnlemcn-
(ejbabilitodas.
E para ronslar se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretoria da Ihesouraria provincial de Peniam-
bnco 4 de marco -de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira da AnnunciarSo.
Clausulas especiaes para a arrcmatarSo.
1.a As obras do melhoramenlo do rio Goianna
far-se-hao de conformidade com o orcaiiicnto plan-
tas c pertis appovados pela direcloria em coiisciho.'c
apresenlados a approvafAo do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia de .VfcOfttfHHI rs.
. 2. O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de tres mezes e as concluir n!> de tres anuos.
amitos contados pela Torma do arl. 31, da lei n. 286.
,3. Unanle a cxccgcao dos Irabalhos o arreina-
tanle ser obrigado a proporcionar tramito as ca-
noas c barcacas, ou pelo canal novo ou pelo 'leito
actual do rio.
4." O arrematante seguir na execucao das obras
a ordem do IrabaHio que lhe for determinado pelo
eiigenlieiro.
5.a O arrematante sera obrigado a apresentar no
fim do primeiro anno, o menos, a quarta parte das
obras prompla, e oulro lano no lim do segundo an-
J
mente, e a terceira de um quinto depois de um auno
na occasiao da entrega definitiva.
4.a Para tudo o mais que nao esliver especificado
as prsenles clausulas soguir-se-ba o que determi-
na a lei n. 286.Conforme.O secretario, Antonio
Ferreira da AnnunciarSo.
O lllm. Sr. contador servindo de inspector da
Ihesouraria provincial, cm v rinde da resolucao da
junto da fazenda, manda fazer publico, que em cum-
primenlo da lei se ha de arrematar por arrenda-
mento, peranle a mesma junta, nos dias 14, 15 e 16
lo correute, a quem mais der, o sitio do jardim bo-
tnico da cidade de Olinda, avaliado annualmenle
em 1518000 rs.
O arrendamenlo sera feilo por lempo de 27 me-
zes, a contor do primeiro de abril do correte anuo,
ao fim de junho de 1856.
Aa pessoas que se propozerem a esla arremala-
rao compareram na sala das sessoes da mesma jun-
to nos dias cima indicados pelo meio dia, compe-
tentemente habilitadas.
E para constar se mandou oflixar o prsenle e
publtcar.pelo Diario.
Secretoria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 2 de marro de 1854. O secrelario, Antonio
Ferreira de AnnunciarSo.
O Dr. Custodio Manoel da Silva Guimares, juiz
de direilo da primeira cara do cicelneita cidade
do liecife de I'ernambuco, por S. M. 1. e Cons-
titucional o Sr. D. Pedro II, que Dos guarde,
etc.
Faro saber aosqneo presenteedital virem. e della
noticia tiverem, que no dia 27 de marco prximo
seguinle se hao d arrematar por venda,a quem mais
dr, em praca publica deste juizo, que lera lugar na
casa das audiencias, depois de meio dia, com assis-
lencia do r. promotor publico deste termo, as pro-
priedades denominadas Pitonga e Tabalinga, sitas
da freguezin da villa de Iguarass, pertencentes ao
patrimonio da recolhidas do convento do Sanlissimo
Coraro de Jess daquella villa, cuja arremalarao foi
requerida petos mesmas recolhidas em virlude da li-
cenc que obliveram de S. M. I. por aviso de 10 de
novembro de 1853,do Exm. ministro da jusiica; para
o produelo da arrematarlo ser depositado na Ihesou-
raria desta provincia al ser con ver lido em apolices
da divida publica. A propriedade Pitonga em alten-
(ilo as destruirnos qne tem solfrido suas malas, e a
qualidade. da maior parle das Ierras, avadadas por
10:0008000 de rs.; e a propriedade Tabalinga por
serem urna estrada que offerecemuila vanlagem,com
nm riacho permanente, e luna casa de laipa coberla
de telhas, anda nova, avaliada por 1:000800Q ; sen-
do a siza paga a custa do arrcmatanle.
E para qnecbegue a noticia de lodos, roandei pas-
sar editaes que serao publicados por 30 dias no jornal
de maior circularau, e anisados nos lugares pbli-
cos.. '
Dado e passado nesla cidade do Recito de Pernam-
buco, aos 13 de fevereiro de 1854.Eu Mauoel Joa-
quim Baplisla, esrriv.lo interino o subscrevi.
Custodio Manoel da Silva GuimarSei.
DECLARADO ES.
smalas que tem de conduzir o vapor Impe-
rador para os portas do sul, serao fechadas hoje (14)
a 1 hora da tarde, e as correspondencias que vierem
depois desla hora, pagarao o porte duplo.
As malas que tem de conduzir o vapor Jose-
phina para os porlos do norte, scro fechadas hoje
(14) a 1 hora da larde, c depois dessa hora s se re-
cbenlo a correspondencias com o porto duplo.
Carla seguras viudas do sul e do norte para os
senbores: Francisco Jos Leile, Fraucisco Jos da
Silva Paula, Guilherme Jos Pereira dos Sanios, Joa-
'quim Arsenio Cintra da Silva, Johnslon Paler &
Companhia, Manoel Joaquim Ramos e Silva.
SOUTH AMERICAN
AND
GENERAL STEAM NAVIGATION COMPANY
NOVA TADELLA DE PARTIDAS E CHEGADAS
. Principiando com a
. uniILEIRl
no dia 24 de marco.
UM
Partida de Liverpool.
De cada mez.
Liverpool. > parte 24
Lisboa. 29
Mailcira. 1
'I'ernambuco. ~ a 12
Babia deve ch'egar. 14
partir. 16
R. de Jan. chegar. 20
n partir. 24-
Moutevido. chegar. 29
B.-Avres. 1
Partida para Liverpool.
De cada mez.
ao mesmo, provando lhe sera entregue. Subdelega-
ra da freguBria dos Afoliados 9 de mar<;o de 1854.
O subdelegado, Delphino Conraltet preird Urna.
Compart i i i ele Liverpool:
~ No dia 14 espera-se da
Europa o vapor Luzila-
na, comuiandaule Sa-
mes Brean ; depois da
demora do coslume se-
guir para os porlos do sul. Agencia em casa de Dea-
ne Youle & Companhia, deia Velhi n
Companhia de navegrflo n vapor luso
.brasileira.
O abaixo sssignado,
lem a satisfaco de an-
nunciar aos Srs. accio-
nistas residentes nesla
__ cidade a todas as pes-
soas que tomam interesso cm tilo til empreza, que
o primeiro vapor da companhia, D. Maria //..era
esperado de Inglaterra, no principio do corrento
mezde morco, em Lisboa, d'onde deve sabir al
20 Ho mesmo mez, c*m desuno de Rip de Janeiro
com escala pelas Ibas da Madeira e Cabo Verde, Perr
nambuco e Babia,
Este encllenle vaso, primor da obra no seu todo,
como asseveram pessoas entendidas e eslraohas i
companhia, que o visilaram ; espera-se chegar ai
aguas deste, nos primeiros dias do prximo abril, se-
guindo depois da precisa demora. Para scieucia dos
intereasadosou de quem quizer embarcar, antcipa-
se a poblicacao da tabella dos preces e condicoes das
passagens e fretes ; e para quaesquer outros osclare-
rimenlos de que precisarem podem dirigir-se a roa
do Trapiche n. 26, que serao puntualmente servidos.
Tabella das passagens que inclue roupas e todas as
outras despezas de mesa, sercida com tinho de
pasto, de Porto ou Lisboa, exceptuando outras
qualidades de vinhos, agurdenles, licores e ser-
teja, que se encontram a bordo por ptecos coot-
modos.
I*f IVnmmbio, para
(.CMARA.
Pe* forte*.
S ii::m
lo 4SMI
15 G1SO0
18 1:000
l ', '.ir.:130 _
Osprecoscima sao para cada um Beliche. Ua ca-
mariiu de 4e 2 Beliche*.
O passagelro que quizer irs n'um camararim pa-
gara os outros lugares que oceupar com o abalimen-
lo de20 '.,. Ha beliches de ida e volta, cora o aba-
lim'enlo de JT> ;, estes beliches pagos no acto do ajus-
to, na sua lolalidade, sao pessoaes e s aproveitaveis
dentro do prar.o de 6 mezes contados da data emque
principiar a viagem.
Tabella dos fretes dos capares.
Do que se carregar em Lisboa pagar o frele no
acto de receber os ronhecimehlos,
O embarque e desembarque he por conla da fa-
zenda.
Recebem-so cncommendas para lodos, e de todas
as partes; o frele he igual.*
Ouro, prala em moeda ou barra, diamantes e
dedras preciosas.........' ," 4 J
Hilo dilo em obras ou joias. ... 2 \
Volumcs nao excedendo a 2 ps cbicos. 1000
I>'los B 5 ,-. 3j000
Ditos 8 49500
Ei-.cunlrando-se especie ou objeclo sonegado paga\
r triplicado frele.
Tudo he calculado cm moede forte.
Manoel Duarle Rodrigues.
damanhaa em ponto, na n -sn.98, se-
gundo andar, aablxr: armarios envidracadns,
um melodion com vote armoniosas, que
bem poder servir para igreja, sof, cadeiras, mesa
redonda com pedra, dila* sem pedra, guarda livros,
commodas, consoles, guarda roupa, lavatorios, qua-
droa com estampas, fnlliasde anido para desenho e
pintora, filtradeira para agua,*lnleruas de casqui-
nha, .vasos a ltttt
ele., etc.; i .imbem un
graphia que iiieuo peridico,
cavad i como para cr-
rnini gflliin

5-S | Bucnos-Ayres deve partir.
-Mi? \ Montevideo'.
' (Rio de Janeiro deve chegar.
partir.
Babia chegar.
- partir.
Pernambuco. ii
S. Vicente.
Madeira. n u
Lisboa. chegar.
( partir.
Liverpool. ir chegar.
e fallando a qnalquer dessas rondicoe-. pagar
':00051HKI.Conforme.ti secretario,
, Clausulas especiaet pura niremalurSo.
1.a As obras dos reparo da radeia da villa do
Pao d'AIlm serio feitos de conformidade com o pla-
no e orramenlo approvados pela directora em ron-
elho o api escolados a approvaritn do Exm.Sr. pre-
sidente da provinria iia-lmportanria de 2:8609000
ris.
2.a A obras comecarflo no prazo de Irinla dias e
sero rom-luidas no de qualro mezes ambos ronlados
de ronformidade rom o que ilispe o artigo 31 do
regulamenlo das obras publicas.
3." .A importancia da arremataran ser paga em Lci"piri-rain na sala das
tres prestorOes, sendo a primeira de -lirnii nijilltoirJ dia arima declaradrpcl
paga quando o arremalanle hoiiver feilo a melade '
das obras ; a segunda igual a primeira paga no fim
das obras dermis do recebimento provisorio ; e |a
ultima paga depois do auno de responsabelidad,
e entrega difinitiva.
4.' Para ludo o mais que nao esliver determina-
do as presentes clausulas, ou no urcamenlo seguir-
se-hii as ilisposiroes da lei n. 286 de 19 de maio de
1851.Conforme.O sen-otario, Antonio Ferreira
da AnnunciarSo. **
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provinci-
al, em cumprimenlo da resolurao da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que no dia 23 de mar
Su prximo vindouro, peranle a junto da fazenda
a mesma Ihesouraria, vai novamenle a praca para
ser arrematada a quem por menos llzer a obra do
concerlos da radeia da villa de^ Scriuhaem, avaliada
em 2:75ulJO0O rs.
A arrcmafaciio ser tolla na forma dos arligos 4
ilma mulla de 1
Antonio-Ferreira Ja Annuneia^ao.
O lllm. Sr. contador servindo de inspector da
Ihesouraria provincial, em comprimcnlo da ordem
do Exm. Sr, presidente da provinria, manda fazer
publico, que no dia 6 de abril prximo vindouro,
peranle a junto da fazenda da inesma Ihesouraria,
vai DOVameale a prac;a, para ser arrematada a quem
Sor menos lizer, a obra do acude da povoacao de
ezerros, avaliada cm 3:8449500 rs.
A arrematado seca feila na forma dos arls. 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de inai de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalacao
oiuplireram na sala das scsscs da mesma junta lio
ia arima declarad,-pclo niciudiu, compelen lmen-
le habilitadas.
E para ronslar se mandou aflixar o presente i- pu-
blicar pelo Diario.
Secretoria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 4 de marco de 1854.-O secretorio, Antonio
Ferreira da AnnunciarSo.
Clausulas especiaes para a arremalarSo.
1.a As obras deste acude serio feitos de confor-
midade com a planta e orcameuto approvados pela
direcloria em ronselho, e apresenlados a uppcovarao
do Exm. Sr. presidente da provincia importando em
3:8449500 rs.
2.a O arremalaule dar comeco as obras i no ora-
.1,. 'ni a: t-------:-__ __ .1* -_./ r.
so de 30 dias.e terminar no deseis meze, coula-
dos segundo o artigo 31 da lei n. 286,
3. O pagamento da importancia da anjeniatncAo
ser div idilio em (res parles, sondo unta di valor de
dous quintos quaudo bouver feilo metodeTua obra,
outra igual a primeira quando entregar ifrisoria-
12
15
20
29
2
?
6
13
19
21
22
27
N. B. A l.iisiiania, que devia parlir de Liver-
pool "o dia 21 de fevereiro nao locar na Madeira'
e S. Vicente, e regressr do Rio de Janeiro o mais
tardar no dia 24 de marco, demorando-so na Ba-
ha Mmenle 12 lloras tanto na ida como na volta,
ua sua loma viagem para Liverpool locar cm S.
Vicente e Madeira, devendo chegar uaquellc o mais
lardar no dia 6, e neste no dia 12, cm Lisboa 15, e
Liverpool em 20 de abril.
A ramilicacaii da linha do Rio da Prala ser fei-
la pelo vapor La Plato, que leve -parlir de Liver-
pool no dia 10 de marco, chegar no Rio de Janeiro*
no di de abril, dciAorando-se all smenle dous
dias para receber ca \ ao, devendo chegar em Mon-
tevideo n> dia 12, c em Buenos-Ayres no dia 14,
regressando para o Rio de Janeiro em lempo para
conduzir os passageiros da Brasileira no da 24 do
mesmo. -
Pela subdelegada da freguezia da Boa Visto,
tormo do Recito, se faz publico que foi encontrado
as ras desla freguezia um quarlo caslanho com
cangalha: quem se julgar com direilo ao mesmo,
corupareca nesla subdelegada, onde lera de dar os si-
gnaes cerlos. Subdelcgacia da freguezia da Boa-Vis-
ta 5 de marco de 1854.
Companhia brasileira de paquetes de
vapor. /
As passagens dos escravos que embarcaren! nos va-
pores da companhia brasileira, Qcain sendo d'oraem
diante para o Ro de Janeiro, a 22*000 rs. ;. para a
Babia a 109000 rs. ; e para Macei a 5OUO rs. ; as-
sim como se dar passagem a lodos os escravos que
forem munidos de passaporle legal da auloridade
competente. Os passageiros para o Rio de Janeiro
em qualquer estarao do anuo he de 1205000 rs. na
cmara, e 229000 rs. no convez.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O conselbo de direccao convida aos se-
nliores accionistas do banco de Pernam-
buco a realisarem de 13 a 51 de marco do
crrante anno, mais 20 por 100 sobre o
numero de accOes com que tem de licar,
para levara eli'eito o complemento ao ca-
pital do banco de dous mil coritos de ris,
conforme a resolucao tomada pela ssem-
blea geral de 26 de setembro ultimo.
Banco de Pernambuco 11 de fevereiro de
1854.O secretario do conselbo d direc-
cao.Joao Ignacio de Mcdeiros Reg..
De ordem do Exm. Sr. director geral da ins-
lrucc,3o publica, toco saber a quem eonvier, que S.
Exr. 0 Sr. presidente da provincia, em portara de 4
do mano, creara urna cadeira de nslrucco elemen-
tar do sexo femenino na freguezia de I (amarar, a
qual est em concurso com o prazo de 60 dias. ronla-
dos da dala desle. Directora geral 6 de marco de
1854.O amanuense archivista,
Candido Eustaquio Cesar de Mello.
Pela adminislracjio dos estaurlcciinentos de
caridade se faz publico 'a todas as pessoas.que tiverem
expostos em ana companhia, de os apnresentarrm na
casa dos meamos no dia 15 do correute pelas 9 horas
da mantilla fim de serem examinados pela cominis-
sao da h> giene publica-.
Peto capitana do por lo desla provinria se ftk
publico, para eonhecimeuto de quem. por direilo lhe
competir, que no dia 8 docorrcnle to tirada do fun-
dinlo rio Capibarilie, una canoa de ferro, no lugar
en frenle ao silio do Sr. major Florencio Jos Car-
neiro Monleiro, a qual consta ja se adiar all ha mili-
to afondada, contra odisposto no capitulo 1. artigo
9 do regulamenlo das capitanas de 19 de maio de
1816, e para que se proceda, romo est determinado
nos arligos 116-, 117 e 118 do precitado regulamenlo,
mandoln lllm. Sr. capitn do porto Elisiario Anto-
nio dos Santos, qu se lizesse o presente aimuncio,
que s correr por 8 dias. Capitana do porto de
Pernambuco II de marco da 1854.No impedimen-
to do secrelario da capitana,
Zoilo Lint Cacalcanti de Albuquerque.
Real companbia de paquetes inglezes a
vapor.
.No dia 23des-
le mez ou antes,
espera-se do sol
o vapor Secern,
com mandante
Hast, o qual de-
pois da demora
do coslume se-
11 ira para Eu-
ropa ; para pos-
geiros, trata-
se com os ajen-
ies Adamson llowie & Companhia, ra do Trapiche
Novo n. 42.
Pela subUelegacla da (regnezia dos A follados se
faz publico, qoe se acha legalmenle depositado um
eavallo qne foi remellido a ale joiw pelo nspeetor
di Imbiribeir, |**o que qum se Joigw eoi dfreiio
llalli .
Rio A* Janeiro
Sara Vi: rol--. .
Ma.l.-ira .
I.i-a.,,
3. CMARA, 3. CMARA,
'reis forlen. reb lorie*.
i 20:500 i "O
30AM t i IsaOO
13 :*-.S00 6 *7:OU0
II! 7O0O 7 SI.-000
10 aSOS 0 1:300
do ber
qualro cavalios, casa para b*e
Nmoeir
moda
silio.
0AGEHT1
manhiia. no sen ai
far leiUo de diver
mntds objeclo qi
Brrin P
leilaopor intervenr
ra de um excellente
das de diversas q-
crrante, no seu arn
n. 10, as 10 boas e
I.EILA NO HOTE
M.\q^H
, Francisco Antonio Coel
cao do agente J. Oat^^H
horada manilla em pon
pertence do sen hotel da Passi
no principio, da estrada 1
Jacaranda, tinas de oleo,
americanas, mesas redor
dila elstica, cousolos com pedr,
de Jacaranda e de oleo, roarqu
de Jacaranda con) pedra,
rio, banquinhas para joro.
das. urna cam'a franceza 4
dilo, um guarda-ra^^^H
para cima de mesa, tapete
um exctllento jogo da b
los de sella eom o competente*
^|B5
SI4,
WPM Na ra Nova 1
I e loja de- chap-i
^SsWc\ Irmao, acaba
ultimo navio ebegado do |
menlo de. chapeos de
chapeos de feltro amazonas]
meninos e meninas, com enfj
de feltro branro, par.i
de massa franceza os ni
mercado, ditos de oleado
modernas/ bonetes
dades. Neste rae
grande sortimenlo de ra
D.Therez Tsuacia 1
Ee raberal do seu ra(
) Velho de Merlo, fal
a linha divisoria el
casal da aunoncianle. do <
lar com a determinada na
lebrada comoSr. r. I-i
tas,epor isso'a,annunc
ella.seja com osl ~
Ibo, ou com queirT__
nho Una : e declara a^nnne:
res berdeiros 00 a pessoa Itue I
genho Una, quizerem nir
rao.ella est prom
2. HECITA IA ASSIGNA TURA.
TERCV-FE1HA ih DEHARljaDE I8H4.
ANNOS Di S. M. 1. A 1MPERATR12.
Ser cantado peranle o busto de S. M. I. o bym-
no nacional pela senhora Deperini e a companhia
dramtica.
Seguir-se-ha a represenlaQo do excellenle vande-
ville em dous aclos ornados do msica, intitulado
No inlervallodo primeiro aosecuudo ac sera can-
tado peto Sr. Ribeiro e a senhora I). Gabriela a aria
e o duelo do
l'inalisar o expeclaculo com o aparatoso baile cm
tres actos
Os bilhetes acham-se desde j a venda no seripto-
rio do Iheatro-
THEATRO DE
QUINTA-FeIRA, 16 UE MAl$ql) 1854.
Beneficio do artista Jos da-filva Reis.
O qual achando-se desligado da companhia do
llicatro de S. Isabel, por convenci feila Com o em-
prezario do mesmo, recorre a protoeco dos seus ami-
gos e affeicoados. e a lodo o Ilustre publico d'estaci-
dade, para que se dignem hoara-lo com a sua pre-
senta n'esla noito em que elle lem de apparecer pela
ultima vez na scena peir'-*uhucana.
Depois da simph-" epresenlar-se-ha o drama-
pnema em 5 actos e\ djos
OS D0l#hEKiD0S.
Personagens.
Pedro Goncal' -js. .
I.opo da Sj**^
Simo Aflfc_.' ....
O pagem Mourisco. .
Fr. Jorge >ogado. .
Prime' f inquisidor. .
Seg1 jO dito.....
|i il dominico inquisi-
Kr. joao Leigo, servindo de
carcereiro. -. Santo Rosa.
Simeao......'. Costo.
Samuel.......O beneficiado.
Benjamn .A joven Thomazinha.
Isabel. .-......1). Manoela.
Leonor ,......1). Jesuina.
Esthcr.......1). Orna!.
Cavalldros, damas, inquisidores, officiaes e fami-
liares da in(|uisic,ao.
Seguir-sc-ba-pelo Sr. Ribeiro a linda vvalsa
DA PANDERETA.
Dar fim ao espectculo a jocosa comedia em 1 acto
4S DIAS BEMUiS.
O beneficiado grato a este publico que tonto o tem
j distigjgoido, agradece recoiibecidamenle as pessoas
que, prolegenilo-o, honrarem o Ihealro de Apollo nes-
la noito de seo beneficio.
Os bilhetes acham-se venda em casa do beneficia-
do, largo do Paraizo n. 16, primeiro andar, e no
Ihealro em o dia do espectculo.
Principiar as horas do coslume,
Actores.
Os Senhores:
Pinlo.
Bezerra.
Monleiro.
Ribeiro.
Amoedo.
Joaquim.
N. N.
Mendes.
AVISOS martimos.
para
do de
lian.
avisos mv
sr. irr. rrarassssssssssj
L.annunci
sT^rd
uemqBfr q
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu com toda a brevidadeomutto
veleiro brigue brasileiro DousAmigos,
por tiTquasi todo o carregamento promp-
to, quem no mesmo quizer carregar o
resto, ir de passagem ou embarcar escra-
vos a l'rete: entenda-se com o capitaoje
s Ezequiel Gomes da Silva, na Praca, ou
com o consignatario Manoel Alves Guerra
Jnior, na ruado Trapichen. H.
PARA LISBOA ^ PORTO
segu com toda a brevidade a barca A'ox(i Senho-
ra do Bom Successo, por ter parte de seu carrega-
mento : quem na mesma quizer carregar, ou ir de
passagem, para oque tem excedenteseommodos, d-
rija-se a francisco Alves da C un lia & Companbia,
ama do Vigario 11. 11, primeiro andar, ou ao'capi-
to ua praca.
PARA O 1110 DE JANEIRO.
O brigue nacional Hidra segu em poneos dias;
anda recebe alguma carga niiuda, passageiros e ajad
cravos a frele : lrtfta-"e com Machado VV PinlieiiB
roiisiunalarios do mesmo, na ra do Vgarn. 9,
segundo andar. I
Ceara', Maranliiio e Para'.
Segu em poucos dias por ler a maior parle da car-
ga ensajada, o brigue escuna nacional Graciosa, ca-
pito Jos Manoel Barbosa-, o restante e passageiros,
para os quaes ooerece ptimos, eommodos. trata-se
com o consignatario J. J. da fc'unsec.-i Jnior, na ra
do Vigario n. 4, primeiro. andar, ou com o capilo
na praca.
A barca nacional Firmeza deve^
chegar boje ouamanbaa do Ass, e depois
de urna demora de poucas horas seguir'
para o Rio de Janeiro : recebe passagei-
ros e escravos a frete: a tratar com Ma
da Sirva Santos na ra da Cadeia do
Recife n. 40.
Para o Aracaly segu enm toda a brevidade o
hiato oDuvidoso ; para o resto da carga e passagei-
ros, Irala-se na rua>da Gru n. 15, segundo andar.
T.y.it.n'Fg
I.EH.O DE M0H.IA, CARRO, CAVALI.QS E
SITIO,
-fiosnet Bimont far feilo, por intervencao do
agente J. Gatls, 110 dia 9 do correle, ull,horas
Al .
Ao lllm. Sr. t
S. Salvador, <| 1 ic '
no Rio de Jane:
encor menda a
deses-lhe encar- 1
nunciar a sua rn
curado, ou man
do ba ir ro de Si i
primeiro andar,
g De-Veccjii.
$BKK98K%0EsW&&
A pessoa desta
gido de nomo Pedro, c
para as parles do I
obter alguma nolici
-Tendo-se deaenca J
nhia de Beberibe, de I
que-pertenecram ao fin
mes, roga-se a possua qu^
leslamenteiro do mesmo
companhia,*-que ser* gra
Roga-se aos Srs.
Jos Francisco Ribeiro i
apresentem seus litlos 1
Pinlo, na ra da Cruz n.
conhecer sua lolalidade
inventario: islo no pra _
' Roubaram no dia I
do menino Jess, com os 1
mizinha de selim branco
por baixo, e na fren
de prata, duas volta j
nha encasloada e un
della souber, dirija-se i roa
que ser generosamente rec. |
Os Srs. Bernardo Jos 4
Bvm. Antonio do Oliveira An
criptorio do Sr. Liuo Jos de
Cruz n. 34.
Precisa-se de urna ama f(
re-se de meia idade, para cozig
casa de um hornero sol
delician. 19 b 21.
Precisa-se de una ama d|
ba engommar, cozinhar lavarj
conduela: quem quizer
ros n. 14.
Oilerece-se para
sabendo bem arilhmelil
testar sua boa conduc
raizo, sobrado unido a igrej
gundo andar.
Furlaram.no dia 10 do r 1
larde, os seguinle obj
com salpicos e urna llor n
esmaltado de verde, un
e um lenco de seda oseo
perianto a quem dilos o:
prehender levars Cinco J"
gundo andar, que ser^J
mente.
Na ra Direila n. 1 csx;
pa com perfeifo e comn
Precisa-se alugar u
para capim, estando j
ra dos Marlyrio n
Francisco Anl
no engenho Firmo
comprado ao Sr. J
Craval, 6 escravos
Maria, Manoel, Joaqn
os mesmo livexsem fo_
dade policial ou ciplaas]__
e levar ao dito engenho, qoe]
sim como bei de punir com j
osoccultar.
Adrailtem-se dous
narestillafSo da praia de Santa 1
O bacharel Sei
clietorjca no cllegi'
dar licoes particulares
"rhetorica em 15 do corre
reita n. 157.
Dinheiro a juros.
Na ra do Rangel, casa terrr,
d dinheiro ajuros.com firmase cen'
Luiz Jos Kodrigii a)llllTll 1
liquidatorio da loja dos Sr
todas as pessoas que devem ^ a
liquidar com a dita firma, -am a
maior brevidade possivel na mesan loja, raa do
Oueimailo n. 13.
Perdeu-se nma ledra d quanlia de 1509000
rs.. pausada por Jos Aialr Pereira de
que, a favor de Joaquim tar' Ferreira 4 Coi
nhia,-vencida no ultimo de janein, cuja I
va-e dentro de urna carta escripte pelo mesmo Joso
Andr ao reverendo vinario da Boa-Visla, para sa-
lisfazer a reerida lellr > pessoa_ alguma
fa^ Iransacrao com a di quem a' tiver a-
rhado, querendo resiilni a prensa de Joa-
quim Jos Ferreira & Compan I
Atten
Precisa-se alugar um prelo para b o, no
pateo di Terco 11. "Opa-
Ihico, e na mesma qua-
si novo, e venderri-se mi; Iran-
geiro por commodo prr
Offici
Precbut-te i ra
da Cadeia d
Hontei sa de
seu aenhor o -6 an-
uos, le
de ambas a<
idos nai costas das
ma da mesma de qu
mallo visivel. tea ab
calabrote, pelas costas. -uando foge
peloaaoburbies da datad lev e a teu
senhenapadaria-dopa: n. 6, que
sera recompensado gener
Ainda fa-e qua ia eom ama leja
propria para qualquer estbetocimenlo, por ser
urna dasprlncipae roas de eommercio desla eidaBe:
quem pretender dirga-e a rila No n. 4,'qne acha-
r com quem traa r
Quem precisar de urna ama para cozinhar e
engommar em casa de hornera solteirn, adverlindu
que nao sabe a rna para comprar: dirija-se a ra da
Atsampejo, u, 16, junio ao sobrado.


'--'-
.P
3:
=r=
DIARIO DE PERMMBCO
TERfA FEIRA

14 DE MARCO BE 1854.
4
Precisa-*
para caixeiros di
AlUndeg B
Perdeu-senodia
fw. CO:
Imlo di!
pretos. i
liada, lie opaj^^H
guia Cade*
romnn*>.
Oflerer
dirija-** a ron
Naro* i
/ora. a
cotilJ^^^^^H
tofcrai
- -< I fc i
menos de 12 a.15 anuos
mazem do Cae*,da
tallo ru-
telum do
lie nenia pasca o corrcs-
Xivier Carneirn da.Cu-
eleuder,
da Assenibla,
ija-s* saber
ponienle d Sr. 1
nlia Campello, para se Iralar de negocio do mesmo
ssnhor ; quem Itir anuuocio por ate Diario.
LOTERA de n. s. do livramento.
O qalttelista Salustia.no de Aquino
Ferrira."
respeibwel (iii os setis bllieles o
are docosiu-
iles inteiros
Meios ......
Uuarlos.....
lo
-^f
sva para lodo o servido
familia, paga-s* bem : na
de Santiago Lessa tem
Alago* Nova : na prai;a da In-
exla feira, na occasiao do semino
__i por ler cabido de urna
> envido ein prala, com circu-
t I pcsso* que acliou leve I roa
uo ijweirer n xs. qua recebar o adiado.
o prelo a obra deDirei-
p metro auno, e que tem
endio este anno ; assig-^
tor, e o Sr*. academi-
-eceberHO as folhas na loja de livros
do de Frats, na ra do Colle-
ugnatura 5S000.
Roubo.
nhores relojoeiros, ou a
i or nlTerecido um relogio de
*b->nete,com correnle de ou-
,efina.de na. 340-28,1475, deo'ap-
a_seu done Malillas de 'Azarado
__ l.loja n. 1. ou na sua resi-
o, segundo andar da casa n. 3,
nlia do di ll de marco; assini
uleiro dos segundos do
irado o lado inferior, e
.__Boa que eulregar o dilo relo-
r drao.v
Gaigoou, dentista,
a qualquer hora em sua casa
asariu ii. 36, segundo andar.
i engento l.eao, silo na fteguezia
entes podem apparecer no aler-
m. 53, segundo andar, que
raiar, ou na fregnezia da Escada,
ampollo, com Mauoel Goncal-
uino Ferrira aluga um sitio,
i. e do Manguind, Ca-
ucho*, que seja bastante plantado
h i xa, com capim ou que a teiiha
lias proporres.de 4009 at 5008
chen. 36, seguudu andar, daS*!!
4 da larde. y^
filio com soflrivel casa.'a estrada
Wle a casa do Sr. inspector:
Alo ao pe do que faz quiua no becco
i casa tenca muito fresca, na ra
doAdo esquerdo, adianle do
BfnUd* de novo, e lem os se-
ellenles para familia: duas
iodepeideute para escravos,
ca, cacimba e quintal, no fun-
i pequea: na mesma ca-
erte* com quem tratar.
'ELO ELECTROTYPO
i Boa-Vista n. *, ter- |!
o andar. @
ndodese retirar no da 16 do
res dosnl,avisa aorespeita- $$
ili>ar-scdeseu pres- @
m poucos das que lem
'beledmcnlo est aber- @
fia at as 4 da larde. Sg
o os dona premios
6,000 ajOOOjOfJO
.1,000 2:5003000
1,500 ->oiaooo
700 .. 0O#000
, 400 .. 250800
recisa-se de urna ama para o servico eilerno
e interno de urna casa, conlendo una pesso*;prefrre-
se urna crioula Torra que ande de panno : na ra do
Torres n. 16.
Tem de se arrematar em praca publica, na por-
ta do juiz dcvjaz de 8. Jos, ao da 13 do correnle,
as 4 horas da larde, 50 rolos de rumo. 10 duzias de
(pellas, '2 duzias de prelos, meta pipa de vinagre de
Lisboa com 40 caadas : quem pretender, dirija-se
no dia marcado as mencionadas horas.
Candido Josda Silveira,eidadito brasilciro, val
a liba de S. Miguel a tratar de sua saude.
Attenrao.
l"ma pessoa, que lem boa lellra e bastante prali-
ca do servico mililar, seofferece a fazer (oda a enrrp-
luracio de algum balalho da guarda nacional:
quem ile sea prestir* se quizer utilizar dirija-* a
ra Nov n. 16.
No dia 15 do correnle se lio de arremalar au
depon da audiencia do Dr.juiz da segunda vara do
civel. 5 scmtos, 4 quarlaos o orna porcao de prala,
porezecuciode Joaquim Mauricio Wanderley, con-
Ira Francisco de Paula Marioho Wanderley.
COMPRAS.
Ao publico.
Oabaixoassignado, tcmlo feilo annuncios
CDr este jornal, em us q na es otlerecia ao pu- j
liconseu presumo, como pliarinaceulico,
em sociedade com o pliarmaceolicn Antonio
Mara Marques Kerreira, na botica que foi
do finado Joaquim Jos Pinto (juimares, si- j
ta na ra Nova desla cidade n.53,nose lendo
porcommume amigavelaccordoenlreaquel- i
le Sr. Antonio Mara Marques Ferrira, e o
abaixo assignado, effecluadtra sociedade an-
nuaciada, vem declarar por meio do presen- ,
te. qne se acha "s, e eiclusivamenle em a j
sua botica cima referida, onde poder ser i
procurado a qualquer hora para os niisteres !
desua prnHssAo. licando de nenliun elleilo,
e como se nunca exislissem os annuncios, e
sociedade j mencionada, que nao cliegando
a realisar-se pelo motivo supra referido, ne- I
nlmm eQeilo valido pode produzir.
Herir 10 de marco de 1854.
Jote da Cruz Santos.
do Bru.
chafaHz, i
aviles a
sabs,*eM
lemaqcei
Aos amantes do voltaiete.
Na roa Nova n. 33, Bazar t'eriiambucanii,>endcm-
se as mais linas cartas para o jogo de vollarele.' No
mesmo Bazar se precisa de urna mulhcr para o ser-
vico de urna casa de'familia.
Ultimo gosto.
' Os abaixo assignados, Bonos da nova loja deo urives
da ro do Cabtig ii. II. confronle ao paleo da ma-
triz e ra Nova, Tranqoeiam ao publico em geral um
bello e variado sortimento de obras ile oiiro de mui-
lo bous goslos.e presos que nao desagradaran a quem
quejra comprar, os mesmos se'obrigam por qualquer
obra que venderem a passar urna conla com respon-
sabilidadc. especificando a qualidaife do ouro de 14
ou 18 quilates, licando assim sujeilos por qualquer
duvida que apparecer.Serafimd Irmo.
O Dr. Sabino Olegario l.udgero i'inlio mu- @
dou-se para o palacete da roa de S. Francisco @
(mundo novo) n. 68A.
i-cidamenfe aosaenlio-
its com os abaixo assig-
do Crespo n. 9, de sulda-
para assim nao ser ne-
aosmeios jndictaes.
1 iSCompanhia.
a de Lima Sanios I
i etercicio de sua
^^^^B^Mceidindo como esl
i aa a Nova n. 69, continua
I -o e a pobreza no quan-
e, nao s no que res-
do interior, como na arte
^^Hpperaroes.ctim especia-
mam as infennidades,
(ai
Aluga-se a loja do sobrado da ra Collegio do
.o. 18, coro armrrio nova, propria para taberna : a
Iralar na loja do sobrado amarello da ra do Quei-
mado n. ).
J. Jane, Den lista,
conlina residir na ra Nova, primeiro andar n. 19.
O Sr. Joan Nepnmuceno Ferrira de Mello,
morador ua passagein de UlinJa, lem urna caria na
livraria n. 6 e 8 da prat-a da independencia.
f^) HOMEOPATHIA. jft
RA DAS aUZES ^. 28. |
No consultorio dn professor homopalh- *^
Oosset Bimunl, acham-se venda por {En
CINCO MIL RIS. i
Algumascarleirasconi 2i medicamentos. ($5)
Os competentes livros... .' 3*000 (A
,t>rande sorlimenlo de carteiras e calzas "1^
de todos os laman los por preros comino- (n
dttsimot. j.
1 Inbo de glbulos avulsos 500 *v
1 frasco de j om;a de Untura a g)
cscotha.........18000 Ti
Cpmpram-se. alguna adornos parauso de meni-
no, como sejain: moeila de ouro.vernicas de S. joo,
* llguiuha, assim como um'par de clcheles : na ra
das Flores n. 23.
Compram-se ossos a peso : no ar-
mazem da illuminacao, no caes k!o Ra-
mos, Iravessa do Carioca.
Compra-sepratabrasileira e despa-
lillla : na ra da Cadeia do Recife, loja
de cambio n. 24.
Compra-se um sobrado de um andar, ou duas
casas terreas grandes: na na Nova n. 4, se dir quero
pretende.
VENDAS
Devoto Christao.
Sabio a luz a 2. eilico do livrinbo denominado
Uevoto Cliristao.mais correcto e acrescentado: vemle-
se nicamente na livraria n. lie s da praca da In-
dependencia* 640 rs. cada exemplar.
SALSA PARK1LHA.
DE

Vende-se urna escravatrioula oplima engom-
madeira : narundcHorlas n.6,se dir quem vende.
Vende-se um mulato PCfj^^^^B^10* de ida-
de, proprio para pagem por saber tratar de cavados :
na ra do l.ivramenlo ti. 2!).
lits fraii
Vendem-so pililos francezes, de brim de
lindo e breunha. a 39000 e 48 rs., dilos de
alpaca prela e decores,'a 8 e 10 rs.. dilos
lde p*ino lino, a 1 ?. e 18 e IIJ> rs., avista
ilo prejo e superioridad.' da'fazenda nin-
J guem deixar de comprar : na roa Nova lo-
ja de (alendas n. 16, de Jos l.mz Pereira &
I FiUw.
_^^H Frescondim, na ribeira
ente, com safra creada para
-lufa e assenlamento para re-
Tia, com 24 escravos, igual numero
em o pretender, dirija-se a
Feliciano Joaquim dos Saldos, roa
klojas d cata n. 44 da toa'da
Jnior, ru* do Collegio
ilarques de Albu-
rigir-*e a praca da ln-
aria n. o e 8, que se llie
VJ appKec* na ra do Queima-
J o negocio que nao ignora,
do contrario se publicar seu
r c Aztttio,
I lis, situado as grandes
^^^*J>om de prodnerao, com boa
l todo mais: quem pretender ar-
Ponie dos Cirvallios, a
i comaExma. Sra. Mar-
-O D JANEIRO.
a lias obras publicas de
correu de'8.a 10 dp corrent ;
-tea venda as lojas do
Uttas devem chegar do dia
rega das ques sao pagos
Mello coma miior fran-
Me declara publicamente ao Sr.
ilva, que. nada Ihe deve at o
^^uum j mais Ihedeveu
diminua que rosse.
la excellente sala para
de advogado por ser
di cidade : quem a
ua doCabuga' loja
4portasn^ IB.
nado aciia-se procedemlo a inven-
il de sea Haado logro Anlonib
pelo prsenle quem se
sal, que se habilite para
quanlo antes, do contrario dei-
is dbitos.
"tntto de Soma.
d'obras, tanto
ticulares.
'ador que sabe bem
a que se Ihe offere-
saa oceupaco, dirija-se
^^^^^HBdii.
i devem fa/.erasua
i ein alisarlos
mo nao do-
l'ernain-
f* lente da 1. cadeira do 5." anno do curso ju-
rdico 'e Olinda, aviso aos Srs. acadmicos quinla-
nislas, que as suas prelerres uo anno correnle
bao de ler por base osseusElementos de Economa
PplilicaT-que se eslSo imprimindo na lypographia
do Sr. Ricardo de Freilas Kibeiro. em cuja livraria
eslabelecida na ra do Collegio, podem deixar osseus
nonies c inoradas. No mesmo lugar pode subscre-
ver mais qdem quizer, sendo o preep da subscrip-
cilo 59000 iVjjSgos na oacasiao da entrega da olir.
Alii mesmo, e un Olinda em casa do Sr. I.uiz Jos
tionzaga vendem-sc os elementos da l'ratica do Pro-
cesso, e as inslitafOcs de Direilo Civil Brasileiro,
composiejo do mesmo.
ao muco.
No armazem di -endas bara-
tas, ra do gio n. 2,
vende-se um completo sortimfnto
de fazendas, finas e> grossas, por
precos mais baixos dt"rjue em ou-
tra qualquer parte, tant n por-
ijoes, como a retalbo, afhu^ando-
se aos compradores um s-preco
para todos : este estabelecin 'to
ahrio-se de combinacao cont.
maior parte das casas co'mmercia.
inglezas, francezas, allemaas e suifX
sas, para veridei'fazeridas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto offerecendo elle maiores van-
" tagens do que outro qualquer ; o
proprielano deste importante es-
tabeleci ment convida a'todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a'bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
As numerosas experiencias redas cora o uso da
salsa pamllia em todas as enormidades, originadas
pela impureza do sanguc. c o bom exilo obliilo na
corte pelo Illm. Sr. Dr. Sigaud, presidente da aca-
demia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peiiolo em sua clnica, e em sua afa-
mada rasa de saude na amboa, pelo Illm. Sr. Dr.
Saturnino de Oliveira, medico do excrcilo e por va-
rios uniros mediros, permitlem lioje de proclamar
allaniciile as virtudes efiirazcs da
SALSA PAKRILHA
BRZSTOL.
ola.Cada garrafa conlem duas libras de liqui-
do, e a salsa parrilha de Bristol he garantida como
puranieulc vegetal sem mercurio, iodo, polassium.
U deposito desla salsa mudou-se para bolica
franceza da ra da Cruz, em frente ao.charariz.
Acaba de cliegar urna porcao de boroes ,|e me(a|
ilouradf., proprios para Tardas de guardas nacionaes!
que se yeudera |wr precos commodos : ua ra da
t.ruz n. 18, arinazeui.
Na frente do Livramento; (oja de A F.
de Pinbo.
Chegaram pelo ullimo navio de Lislwa superiores
luvas de retroz pretas.proprias para o prsenle lempo
de quarcsma,veiidem-se lano em duzias como o par
es e, a 800 rs.; ditas de pellica, a 800 e 1000 o par
lilas de seda.a 19280e I&600 ;ditas dedo fia Escosl
sia linas, franjas engradadas e torcidas prelns, para
capolinhos e manteletes, ditas brancas e de cores pa-
ra cortinados e loadlas, ludo por commodo preco s
para apurar dinbeiro.
Na frente do Livramento, loja de A. F.
de Pinbo.
Continua a ler os lindos tercos engradados em ra-
me e encarnados,* crucilixos doditlerentcs lamanhos
para igreja* eoratorios, e outros ohjcclos que se tro-
cam por pouco dinbeiro.
, Vende-se a .taberna da na estreita
do Rosario n. 10, bem afi-egiiorJUa para
a tena, e com poucos fundos, e faz-se van-
tagem ao comprador: .quem a.pretender,
dirija-se ao ai-mazem conlronte a Madre
de Dcos-n. 22.
-~ Vende-se sal do Ass, a bordo do
litigue Conceico, uudeado defronte
do Forte do Mattos: a tratar a'bordo com
rocpitao do mesmo, ou no eseriptoriode
Mauoel Alves Guerra Jnnior, na ra do
Trapiclie n. H.
Vende-se a taberna, sita na ra do Pilar n.
JO, roesmo em ilesobriga, etn'razao de o dono preten-
der mudar de eslabelecimenlo os prelendcnles di-
rijam-sc a mesma.
Na cocheira do Sr. major Sebastian vende-se
um cavado cislanho, com arreios ou sem cllcs.
> onde-se urna cabra muito boa leiteira, com
urna cabnlmlia muilo nova e lida, por preco com-
modo ; na ra Augusta n. 68. .
Ovas do serto.
Vendem-se barato e muilo frescaes ovas dosertSo:
na ra do Queimadu n. 14.'.
No siim do Retiro, que foi doSr. Francisco An-
oiiio de Figueiredo, vende-se urna boa vacca com
leile, e de bezerro novo, por preco commodo.
Vende-se urna armacao com Iros caixes de de-
posito : a Iralar na ra das Cinco Ponas n. 38.
Vende-se o engenho S. Vicente da comarca de
razarolli, con\escravos, bois ebestas: a Iratar em
Cutumguba, engnbo da.mesma comarca.
'. Vende-se urna escrava de dado 18 annos, lio-
nila figura, a qual veio do mallo, para remir um de-
bito ; a ella, que be pechincha : na ra da Madre de
Dos n. 32.
Na ra Nova n.'lO, loja de Manoet Joao
Francisco Duarte. successor de Mada-
ma A. Poirson,.
cncontra-se sempre um lindo sorlimenlo de.boas la-
rendas de moda e de lindos goslos, assim como as se-
guinles, recentemente chegadas : ers de aples
prelo de varias qualidades, manas de fil de seda
bordadas, fie retroz prelas, sarja hespanhola muilo
boa. roeas de seda prelas muilo linas e varias oulras
qualidades ditas de baria de seda, luvas prelas asse-
liuadas para senhoras e liomens.dilas p'ara meninas,
prelas e de cores, lencos darelroz dilos dilos, romei-
ras de relroz de cures, manlelleles prelos, ricos t de
cures, chapeos de sol de sed, ricos, para seubora,
ditos para liomeus, chapeos de seda para cabera de
senhoras, muilo ricos, enredes para caberas de se-
nhoras, chapos francezes para homens, los- para
meninos, luvas de pellica para homens e senhoras. e
oulras muilasfazendas prelas e decores, e de muilo
boas qualidades, por preso muilo commodo.
O 39 A.
Vi lile e tantas qualidades.
- De' holinhos para cha
Confronle ao Rosario
Numero Irinta e nove A.
Ameiidoas e chocolate,
Paslilhas e conleitns.
Doces de qualidades
Caixinhas com enredes.
Biscoilos eslrangeiros.
Juntamente naci.onaes m
'visla dos freguezes
Se moslram cousas mais.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Na na de ApoHo, armazem de Leal
Reis, contina a ter superior e verdadeira
potassa da Russia e da America, assim co-
mo cal em pedra ebegada no ultimo na-
vio, cujos barris contm o peso liquido
de quatro arrobas, tudo a preco razoavel.
Quepecbineba.
Vende-se una boa casa na Estrada Nova, decente
para qualquer lamida, coro' mudo bous commodos,
em um local muilo bom para negocio, e d-se muilo'
barata por se precisar de dinbeiro: nesla lypographia
se dir onde se trata.
SACCAS COM FARINHA.
Vendem-se saccas com superior fari-
nba da trra, por menos preco do que
em outra tpialquei parte : na ra da Ca-
deia do Recife, esquina do.becco Largo,
loja n. 26.
ATTENCAO*.
Vendem-se duas casas terreas acabadas de pouco
lempo e edificadas em urna das novas ras do Corre-
dor do Bispo, asquaes rendem inensalmenle 8000
rs. cada urna, sendo o terreno das dilas casas roreiro,
e leudo de frente 60paimos e tic rundo 300, com a
vantagem de poder edificar nos fundos, por eslar em
alinbamciilo com onlra ra ; os prelendcnles diri-
jam-se ao aterro da Boa-Visla n. 66, das 10 horas da
nanbaa em ilianlc, queenconirarflo com quem Ira-
lar ; tendo a lembrar, que o dono por ler de retirar-
se com brevidade as vende por prero moi razoavel.
Armacao.
Vende-se urna armacHo tle loja.de madeira de Ion-
ro e amarello. com algum uso, mas em perfrilo esta-
do : a tratar na ruada Cadeia fio Her fe n. 18 e 20,
uujia ra do Queimado n. 3 e 52.
FAMA.
No aterro da Boa-Visla n. 8, defronlc da boneca,
chegaram ltimamente os verdadeiros lisos de coma-
dre, por preco mudo commodo, peras secras a 480,
amsixasa 400 rs., paseas a 320e480rs., bolachinha
de todas as qualidades, cha hvsson o mais superior to
mercado a 1600, 19700, 19920 e 29560 rs. a libra,
e in completo sorlimenlo de lodos os gneros de mo-
Ihados, por prero muilo* voravel ao compradoi.
Vende-se o sobrado de dous anda-
res esoto da ra de Apollo n. 9, bem
como o dito de um andar da ra da Guia
n. 44 : a tratar na ra do Collegio n. 21,
segundo,andar.
Vendem-se relogios de ouro c prala, mais
barato de que em'qualquer onlra parle:
na praca d* Independencia n. 18 e 20.
. Chpeos pretos francezes
a rarijo, os melhorcs e de forma mais elegante que
lem vindo, e ulroa de.diversas qualidades por me-
nos preco que em oulra parte : na ra da Cadeia do
Recire, n. 17.
- Ao barato.
"Sa loja de Guimaraes & Henriques : ra do Crespo
n. 5, vendem-se lencos de cambraia fina e de puro
Irnho, pelo barnlopro de 59 e Iff.iOO dHzia, sendo
rada duzia em urna eaixinhacom lindas eslampas.
OS XCELIEMES'SALLAMES DEBOLONHA,
recenlenicnle cbosadns de Genova,vendem-se apret
razoavel : na ra ila Cadeia do Recile n. 23 .
Vendem-se pianos fortes de superior qualida
de, fabricados pelo uiellior autor hamburgoez ua
ua da Cruz n. 4.
Guarda nacional.
Forlunato Correia de Menezes, com loja
de cirgueirn na praca da Independencia n.
17, lem para vender boas espadas do metal
principe com coroa e sem ella, chapeos ar-
mados a moderna, barretinas, dragonas, ban-
das de franjas de ouro e'ile relroz, le ins brau-
cos e prelos, c ludo o mais que he preciso pa-
ra os uniformes dos Srs.olliciaes; por prero o
mais commodo possivel. ^^^
rakras^BBBssa p%s3saffg&5a
Vende-se no armazem de James flal-
lidav, na ra da Cruz n. 2, o seguintc :
relogios de ouro saboueies patente ingle/.,
sellins ingle/.es, sillines para montara de
senliora, arreios paia cabriolet, laiilcrnis
para carro, eixos de patente e molas de
folliaspnra carros, candelabros de bron-
z d 5, i fia luzes.
Bepoiilo fia fabrica de Todos os Santoi na
Venderse, em casa deN. O. Bieber iC, na ra
da Cruz n. 4, algodaO trancado d'aquella labrica,
muiloproprinparasaccosdeassucar e roupa de es-
cravos, por preco commodo.
r Na ra fio Vigario n. 19, primeiro andar, h a
Sara vender, chegado de Lisboa presentemente pela
arca Olimpia, o seuuinlc: saccas de Teredo muilo
novo, cera em gruiiie c em velas com bom sorli-
menlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa ero podra, novissima.
. Vemlem-scem casa de Me Calmont & Com-
panbia, na praca to Corpo Santn. 11, o seguinte:
vinho fie Marsoilleein caixas de 3 a 6 duzias. liubas
em novel|,iS e rarreteis, hreu em barricas muito
grandes, ac de mila sorlido, ferro inglcz.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Scnzala nova n. 42.'
Neste estabelecimento continua a ba-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias inoendas. para engenho, ma-
chinas dt^vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
AOS SEXHORES DE ENGENHO.
O arcano da invenrao', do Dv. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e ollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metliodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
V. O. Bieber & Companbia, na ra da
Cruz, n. 4.
Na ra Nova n. :13 Bazar Pernambueano, ven-
de-se verdadeiro bieo de linlm, lano branco como
prelo.
Na ra do Trapiche n. 14, primeiro andar
vende-se o seguinte :pasta de lyrio flarenuno. o
mellior artigo que se condece para impar os dente*,
braiiquece-os fortificar a teignas. deiando bom
gosto na bocea e agr :ua de mel
para os cab< Ihe mgico
lustre; aaua de perol cocosmtico par
sarar sardas, rusas, eerafaellezar o roslu
moa linlun imperial ilo Dr la prepara:
rio faz os cabellos ruivosou I.
prelos e mseios, tero daiimo dos meamos, l*
preros commodos.
Taixas para englfaos.
Na fundit-a' de ferio de W.
Bowmann, na ra do Brum, pastan-
do o cbafariz continua baver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido batido de 5 a 8 palmos de
bocea, -as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Moinhos de vento
'ombombasderepuxopara regar borlase baixas
decapim.-nafundicade D. W. Bowman:na roa
doBr.umns.G.SelO.
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barris de ., 5. e 8.: no armazem da ra
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companbia, na
ra do Trapichen. 54.
Padai'ia.
Vende-se urna padaria muilo afreguezada: a tratar
com Tasso & Irmaos.
Aos setihores de engenho.
Coberlores escuras de aigoilAo a 800 rs., dilos mui-
lo grandes e encorpados a I'iOO : na ra do Crespo,
loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vende-se farinha de mandioca mili-
to superior, em saccas, e chegada recente-
mente : no armazem de Machado & Pi-
nheiro, na ra do Amorim-n. 54, ou a
tratar no escriptorio dos mesmos, na rita
do*Vigario n. 19, segundo andar.
Na ra da Cadeia Velha n. 52, em casa de
eane Voulc & Companbia, .
vende-se um carro americano de 4 rodas ; pode ser
vislo ua cocheira de l'oirrier, no aterro da Boa-Vista.
rilba de Brislol. e como alo o podesnem obter, fa-
bsicaram um* imilarSo de Bristul.
Eis-aqui a caria que os Srs. A. B. I). Sandses-i
ereveram ao l)r. Brislol no dia I de 1842,
e que se arda en n**i> poder:
Ero
mlu
Vmc,
ffuell
Na esquina dama do Crespn. I j*
Vende-se usla loja riquissimos e modernos
@ cortes tic vestidos de barges com babados, la-
@ zenda anda nao visla neste mercado ; pede- S
$i se a allencin das senhoras de bom goslo, alim @
de que coinprcm esla linda e intcressanle la- i
:;; zenda. y
@@9@@@:@3@@@@
Presuntos para liambre.
Na roa d'Aurora, junto a fumlico, anda existe
um reslo dn ramoso presunto para se fazer fiambre,
be por preco razoavel, por o dono nao ser usura-
rio.
Vende-se 1 pardo de idade 20 annos, um prelo
de idade 40 anuos, nm molequecrioulo de 17, nina
prcta da Costa, boa engomnindeira e lavadcira.clam-
bem vendem-se 1)0 travs de pao d'arco de 45 palmos
de comprido, c palmo e Ierro de largura : quem pre-
tender comprar procure m rua larga d Bosario n
35 que se dir quem os vende. .
SALSA PARRILHA.
ViccnlcJosc de Brito, nico agente em Pcrnam-
Imco de B. J. I). Samls, chimico americano, faz pu-
blico que lem chegado a esla praja una grande por-
cao de frascos de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente fal.si lirados, c preparados no Bio
de Janeiro, pelo que se devem acaujelar os consu-
midores de lito precioso talismn,, de cahir nesle
engano, lomando as funestas consequeucias que
sempre rostumam Irazer os mediramcnlos falsifica-
dos e elaborados pela mAo daquelles, que antepoem
seus interesses aos males e estragos fia liuniaiiidade.
l'orlanlo pede, para que o publico se possa livrar
desla fraude c dislingua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada c reccnlemeiile agui chega-
da ; o annuncianle faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua bolica, na rna da Conceicito
do llecife n. 61 ; e, ajm do receiluario que acom-,
panda cada frasco, lem embaivn dn' primeira paain*
seu nonie impresso, e se achar sua firma em m*
nuscriplo sobre o iuvollorio impresso do mesmo
fracos.
Deposito de vinho de cham-T
tagne Chreau-Ay. primeira<(ua--
idade, de propriedade do condi<
de Mareuil, rita da Cruz" do Be-
cifcdn. 20; este vinho, o mellior.
de toda a champagne vnde-
se a."Cs'OOO rs. cada caixa, acha- |
se nicamente em casa de L. Le-
comte Feron & Companbia. N. B. (
As caixas sfio marcadas a fogo '
Conde de Mareuil e os rotulo;J
das garrafas sao a/.ues.
d*qui
muilo ****>'
ton, o."
l'icam as orden* de Vmc.seus setd
(Assignad
CONC!
1.e A anliguidade dasatoa
claramente provad*. poi qne ella c (
eque a de Sands s appareceu em]
qual este droguista: nao pode obter
Brislol.
2. A superioridade da salsa pan
he incouleslavel; pola que nis on
renci* da de Sands, ede ama iKirri
paracOcs, ella lemmanlidoasua i
si loda a Aroerica.
As numerosa* experiencias re
salsa parrilha em todas as enr
pela impureza dosansue, eo
la edrte pelo Illm. Sr. Dr.
academia imperial de medicinis
Dr. Antonio Jos Peinlo em sua
atamada casa de saude n* Gambo
Dr. Saturnino de Oliveira, iiiediri
por varios outros mdicos, permitiera I
clamar altamente as virtudes eflicazes >f
rilba de Brislol vende-se
O deposito desla salsa
franceza da ra daC
FUNDIDO' DA
Na fundicao d'Aurora a
completo sortimento de mactiu
iTalla como de baixa prcssSV
approvados. Tambcm se aprOs^^H
da de qualquer forma que ae po'ani
maior presteza. Ualiis pnn
para as ir assenlar, e os faliricaul
coslumc afianram o perteito Ir
ponsabilisam por qualqner defeil
apparecer durante a primeira sai
as de vapor construidas nesle
estado era conslaule servico
eal 1 ti anuos, e-apenas tem
cantes reparos, e aigumas al l
le, accrescendo qne
mu i inconsideravel. ssenhores
e oulras quaesquei pessoas que prec.sai
chinisnio sflo rcif '
eslabelecimenlo
Ful-
\
Na na do Vigario n. 19. primeiro andar, tem
i venda a superior flanclla para forro dcsellins, cher
gada recenlemcnle da .
Vendem-se relogios de ouro, pa
ten-te inglez, por commodo pre-
L. Leconte Feron & Companhia.
Cortes de chita baratos e bons.
g Vendem-se cortes de vestido de chita de
9 barra, cor fiza, os quaes se lem Vendido por
5500 cada corle; vendem-se asora pelo inui-
lo bar-lo preso de 23000 rs.; islo'para aca-
r bar: na loja do sobrado amarello, nos qu
@ cautos da ra do Queimado n. 89,
@!8&i*$t:ij)@@ @5t
Vende-se um eseravo de nacao de bonita finu-
ra : quem pretender dirija-se-a ruando Passeio Pu-
blico loja n.7.
Vende-se urna escrava de. nacao da Cosa, pro-
pria para vender ua ra, muilo fiel, sem vicios nem
achaques: na ra do Bosario da Boa Vial* n. 22, se
dir quem vende.
Vende-se urna boa escrava chegada do malo,-p-
tima figura e de 18 annos, garanle-se vicios e acha-
ques, coro urna cria de 4 mezes, assegura-se ler
muilo leile, e propria para crear qualquer menino de
eslimacao : no pateo do Carino, sobrado n. 16.
Redes acolchoadas,
brancas e de cores de um s panno, muilo grandes e
de bom goslo : vendem-sc na ra do Crespo, loja da
esquin* qne volla para a cadeia.

^^ks de
nenio,
lala.
J.J.Ti
neiru a su
i l.uiza,
ArrematacSo de propriedades do reco"""
ment de Iguarass.
O abaiso assignado, como procurador e adminis-
trador do patrimonio do recothimenlo das freirs do
SS. CQraco deJesus da villa, de Iguarass, faz sa-
ber que no dia 27 de turen prximo seguiule
lem de ser arrematados por venda em praca do jui-
zo do civcl da primeira vara da cidade do Becifr, 2
silios de trras, silo* na freguezia aquell* villa sen-
do o primeiro denominado Pilanca, da extensaO de
legua em quadro, como se mostrara da escriplura
com urna pequea casa nova de laipa e lelba, cujo
terreno enserra oplmas qualidades e oflerece a vanta-
gem de se puiier levantar engenho em alio poni pois
quetjem bailas extensas para caimas,rio de excedente
agua, grande cercado para auiniaes, bous altos para
roca, lambem mallas para o fabrico do engenhoe al
.parase vender madeira conslaiileiiienle, e serrar la-
boas, e demais esl na distancia de 2 leguas de villa
eade ha oplinio porto de embarque, alem das ,le-
maiscommodidadeMa villa. Osegurido sitio, conde-
cido por Tabalinga das freirs, he sito cima da po-
voaco deTabalinga.meia legua distante da villa; lem
casa de vivenda na beira da eslradareal pira Goian-
na, corlada pelo rio Tabalinga de liuissiina agua,
rom ptimas baixas para canna e capim, os altos Ter-
lillssiinos para roca, milho. feijao, lambem com bel-
lo cercado para criar vareas para veuder-se leile na
romo secasluma. O primeiro roi avadado judi-
cialmenle em 10:00(njO0O, e o segundo 1:00090(10,
ele* valiadores os Illius. Srs. coronel Manuel Tho-
" Tnz Rodrigues Campello, e capilo Mauoel Caval-
de Albuquerque i.ius proprielaros dos ijnce-
ulios Cumbo e Mussupnlio, para cuja venda ohli-
veram as rtcolhidas, iicenra imperial.,Quem pois os
quizer arrematar compareca por si ouseus procura-
dores no indicado dia : e se anlecedentemenle os
quizerem ver e percorrer dirijam-se a villa de Igua-
o abaixo acsiunado, ou o capilo
Adolpho Manoel Camello de Mello e Araujo que
apresenlarso as escripluras e com ellas mostraran os
silios. Becife 13 de fevereirude 1854.U padre Flo-
rencio Xavier Oias de Albuquerque.
I'reeisa-sc de urna ama que s.iiba cozinhar e fa-
zer lodo mais servico de urna casa : uo largo do Ter-
ndar.
idepcndencia, livraria n. 6 e 8,
Marques de Alliu-
o dono da loja da ra
.-Ihe queira annunciar,
arta-feira 15 do corrent, as,
manhaa, se proceder' a ve-
udas existentes na loja n. 47 da
ilo Oiieimado, perUjocente ao ausen-
oao Antonio Alves,~eni prsenra do
| Illm. Sr. Dr. juiz de ausentes, e do Sr.
cnsul portuguez.
leai rrui
e I ,.oc,
os objeclo!
SI PEBIOB FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se farinha de mandioca, nova, cliega- \
da de Sania Calharina; a bordo do patacho t
@ Clemenliim, por preco commodo : para por- i
roes, no que se far dillerenra de pr,*co, Ira-
la-se no escriptorio da ra da Cruz n. 40, pri-
meiro andar.
FARINHA DE MANDIOCA.
.Nos armazens de Antonio Annes e Cazuza, na es-
cadinha da Alfandega, descarregada honlem, de su-
perior qualidade, preco commodo, ou a Iralar com
J. B. da Fonseca Jnior, na ra do Vigario n. 1 pri-
meiro andar.
Quem deixara' de fazer um ves-
tido preto.
Na ra do Queimado n. 4(i, loj. de Becerra
iMoreira, vende-se pelo baralissimo preco de S
23600ocovado, a mellior elecilima sarja hes- S
panbola que aqui lem vindo. Franqueiam-se
amoslras, e lambem se manda um caixeiro
com as pecas para quem quizer comprar, ver
:e':a
Bracos de balaura Roinao & Compa-
nhia, .
ebegadoa ultimamenle de Lisboa pelo brigue purlu-
guez Tarujo Primeiro, proprios para balean, e por
preco commodo : na ra do Amorim n. 54, armazem
fie Machado & Pinheiro, ou a Iralar na ra do Viga-
rio n. 19, segundo andar, escriptorio dos mesmos
Cera em velas.
Vende-se cera em velas, fabricadas em Lis-
bos.ero caixas de 100 c 50 libras, e por preso
o mais barato do que em oulra qualquer par-
te : na na do Vigario n. 19. segundo andar,
escriptorio de Machado Pinheiro.
@S:*^S
Vende-se o engenho Sania Rita, na freguezia
de Iguarass, moente e correnle, com 10 ou 20 es-
cravos, 25 bois". 25 beslas, safra rumiada, com Ierras"
desmaneadas para safrejar 1,50f> paes, allos frescos,
vaneas todas de barro mass.ip, e partidos de varzea
proprios para se abrir, e ludo muilo perlo do enge-
nho, com porto de embarque, que um carro pode eon-
dazir 80 saceos por dia; ii visla do pretndeme ve-
rao ou Iros commodo que dispeusam aqni dizer-se
lambem se arrenda e vendem-se bois e beslas e a sa-
fra : quem o pretander, dirija-se ao mesmo-engenho
para tratar com o proprielorio.
Farinha de mandioca. f
Vendem-s* ceas grandes com superior fa-
rinha de mandioca, por preco commodo: na
ra do Amorim n. 54, armazem Va Machado
4 Pinheiro, ou a Iralar na ra do Vigario n.
19, segundo andar, escriplorio dos mesmos.
Os mais ricos e mais modernos chapeos de
seda e do palha para senhoras, se enconlram
sempre n* loja de modas de madaine Millo-
chau, no alerro da Boa-Visla n. 1, por um pre- g)
50 mais razoavel do que em oulra qualquer q
parte.
Vende-se sol* boa em pequeas e grandes par-
tidas, cera de carnauba primeira sorte, pedes de ca-
bra de diversos pret;os,esteiras de palha tle carnauba
e pennas de ema : na ra da Cadeia do Recile n. 49,
primeiro andar. ,
Vende-se setim prelo lavrado, de muilo bom
rosto, para vestidos, a 29800 o covado: na ra do
Crespo, loja da esquina que volla para a cadeia.
A 59000 RS. APEGA.
Na loja de Guimaraes (\ Henriques, ra do Crespo
11. "), vendem-se chitas de cores escuras, com um rs.
queno toque de moto, pelo barato preco de 59000pe-
a pera, cora 38 covados.
Velas de carnauba.
Vendem-se caixinhas com superior velas de cera de
carnauba pura, fabricadas no Aracaly, e por commo-
do preco; na ra da Crnz, armazem de courps e sol*
n. 15. i
Cera de qarnaba. .
Vende-se em porcao e a retalbo : na ra da Cruz,
armazem de couros e sola 11. 15,
Vendem-se saccas com feijao mulalinbo de
muilo boa qualidade : na ra da Cadeia do Recife,
loja n. 5.
Agenciad* Edwui Kaw.
Na roa de Apollo n. 6, armazem de Me. Calmon
& Companhia, acha-se constantemente bons sorli-
menlos de taixas de ferro rnado e balido, tanto ra-
sa como fundas, moendas ineliras todas de ferro pa-
ra animaes, agoa, etc., dilas para a rmar em madei-
ra de lodosos laman luis e modelos tis mais modernos,
machina horisontal para vapur coiu torca de
4 cavados', cocos, pussaderas de ferro eslanhado
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, esco M'iis para navios, ferro da Suecia, e fo-
l fias de (landres ; tudo por barato proco. '
Na ra da Cadeia do tt.ecife n. 60, arma-
zem deHenrique Gibson,
vendem-se relogios de ouro de sabonele, de patento
ingles, da melhor qualidade, e fabricados em I.on-
d res, por preco commodo.
POTASSA.
No/anlgo deposito da ra da Cadeia do Recife
arniaxem n. 12, ha para vender muito nova potassa
da Russia, americana e hrasileira, em pequeos bar-
ri.y6c 4arrobas; a boa qualidade e preros mais bnv
ratos do que em oulra qualquer parle, se alliancam
aos> que precisarem comprar. No mesmo deposito
lambem ba barris com cal de Lisboa em pedra, pro-
liraamente cbogados.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
lha Jde Sands: na botica franceza, da ra
dati-z, em frente aochafariz.
' FARINHA DE TRIESTE.
j Primeira qualidade.
Tassb Irmos avisam aos seus freguezer., que lem
para vender farinli* de Irao chegada ltimamente
de Triwte, sendo a unir nova que daquella proce-
dencia exisle uo mercado. ^^
Vendem-se coberliues de algodo grandes a 640
r. e pequeos 560 rs. : na ra do Crespo nume-
ro 12. "
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quaarilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
Charutos de I la va na.
Vendem-se verdadeiros charutos de Ha\ ana por
preco muito coromido : a ruada Cruz, armazem
n. 4.
POTASSA" E CAL.
Vende-se potassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo por preco mais commodo que em
outra qualquer parte : na ra do Trapi-
chen. 13, armazem de Bastos irmaos.
Com toqu de a varia.
Hadapolao largo a 392OO a peca : na ra do Cres-
po, loja da esquina que volla para a Cadeia.
. Minia attenrao.
Cassas de quadros muito largas com 12 jardas a
500 a pera, corles de ganga amrella de quadros
muilo lindos a 19500, corles de vestido de cambraia
de cor com 6 1r2 varas, muilo larga, a 29800, dilos
com 81l2 varas a S9OOO rs., corles de meia casemira
para calca a 39OOO rs., e oulras militas fazendas por
preco commodo : na ra do Crespo, loj* da esquina
que volla para a Cadeia.
PARA A OUARESMA.
Um lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Panno fino preto a 38000, 39200, 49500, 59500 e
69000 rs., dito azul a 25800, 39200 e 49OOO rs., dito
verde a 2*800, 30600, 49500 e 59000 rs. o covado,
casemira prela enfeslada a 59500 o corte, dita fran-
ceza muito lina e elstica a 79500,85000e 99000 rs.,
selim prelo macan muilo superior a 39200, 49000 e
59500 o covado, merino prelo muilo bom a 39200 o
covado, sarja prela muilo boa a 29000 rs. o covado,
dita hespanhola a 29600 o cqVado, veos pretos de fil
de linlio. lavrados, muilo grandes, fil prelo lavrado
a480 a vara, e nutras muitas Tazenda* de bom gosto;
na ra do Crespo, loja da esquina que volta para a
Cadci .
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se*uperior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenho os
seus bons etl'eitos ja' experimen-
tados : na ra da Cruz n. 20, ar-
mazem de L." Leconte Feron &
Companhia.
Vendem-se pregos americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e alvaiade dezinco, superior quali-
dade, por precos commodos : na ra do
Trapiche Novo n. 16.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambera no DEPOSITO na
ruaNjo Brum logo na entrada, e defron-
te dA. Arsenal de Malinha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
e\istem qundastef, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
precos sao' os mais commodos.
Vende-se umgrandPsjlio na estrada dos Alllc-
tos, quasj defronlc da groja, o qual lem mudas ar-
vores de fruclas, Ierra de plantarnos, baixa para
capim, e casa de vivenda, com bstanles commo-
dos: quem o pretender dirija-se ao mesmo sitio a
enlender-se com o Sr. Antonio Manoel de Moraes
Mesquila l'iini'iilel, ou a na do Crespo n. 13, no
escriptorio do padre Antonio da Cunda e Figuei-
redo.
Vende-se em casa de S. P. Jonh-
ton & Companhia, na ra da Senzala Nos
va n. 42.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Chery, em barril-de quarto.
Sellins para montara, de homem e se-
nliora .
Vaquetas de lustre para coberta de carros.
Relogios de uro patente inglez.
Vendem-se lonas,brinzafi, hrins e meias lo-
nas da Russia l no armazem de N. O., Bieber &
Companhia, na ra da Cruz 11. 4,
HA
chinisla e fundidor de ferro, mu respllosamenle
aiinuncia aos senhores proprielaros de ngeiihos,
fazendeiros, c aorespeilavel publico, que osen esla-
belecimenlo de ferro movido por machina de vapor,
na ra do Brum passando o chafar, continua em
efleclivo exercicio, esc acha completamente montado
com apparclhos da primeira qualidade para a per-
feila confeccao das maiores peras de machinismo.
Habilitado para empreheiuler quaesquer obras da
sua arte, David William Bowman, deseja' mais par-
lirularmenle chamar a attenrao publica para as e-
guintes, por tordellas grande sorlimenlo ja' promp-
to, em deposito na mesma rundirn, as quaes cons-
truidas em sua rubrica podem competir com as fabri-
cadas em paiz estrangeiro, lauto em preco como em
qualidade de materias primas e inaO de obra, a
saber:
. .Machinas de vapor da melhor eonslrucao.
Moendas de caima para engenho* de todos o* la-
manhos, movidas a vapor por agua, ou animaes.
Rodas de agua, moinhos de vento eserras.
Manejos independenles para cavados.
Rodas denudas.
Aguilhes, bronzes e chumaceiras.
Cavilhoes e parafusos de lodo* os tamauhos.
Taixas, pares, crivos e bocas de Tornadla.
Moinhos de mandioca, movidos a ma ou porani-
maes, e prensas para a dita.
Chapas de foga e tornos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de bronze.
Bombas para cacimba e de repuxo, movidas a
ma6, por animaes oa vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hvdraulcas ede paratuso.
Ferragens para navios, carros e obras publica*.
Columnas, varandas, grades e portoes.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros de maoe arados de ferro, etc., etc.
Alm da superioridade idas suas obras, ja' geral-
menle reconhecida, David William Bowman garante
a mais exacta con fermidade cornos moldes e dese-
nlio* remettidos pelos senhores que se dignaren de
razer-lhe encommendas, aproveilando a oceasia pa-
ra agradecer aos seus numerosos amigos e freguezes
a preferencia com que lem sido por elles honrado,
e assegura-lhes que nao poupara esforrose diligen-
cias para continuar a merecer a sua conanca.
feijao.
No armazem do Sr. Guerra defronte do trapiche
do algodao, lem para vender-se feijao mulalinho
muilo novo, e em saccas grandes : a tratar na ra da
Cruz n. 15, segundo andar.
Vende-se um completo sortimento de fazendas
prelas, como : panno lino prelo a 39000, 49000 ,
59OOO e 69000, dito azul 39000, 49000 e 59000, .ca-
semira prela a 29500. setim prelo muito superior ,
3*000 e 49000 o covado, sarja prela hespanhola 29 e
2950O rs., selim lavrado proprio para vestidos de se-
nliora a 29600, mudas mais fezendas de mudasqua-1
lidades, por preco commodo : na ra do Crespu loja
n. 6.
Vendem-se cobertores brancos de algodao gran-
des, a 19440 ; ditos de salpico lambem grandes, a
19280, dilos de salpicojde tpele, a I9OO; na ra do
Crespo loja n. 6. --^__
Caixas para rape.
Vendem-se superiorescaixas^para rap, feilas na -f\
dade de Nazareth, pelo melhor febricanle desle sel
ero naquella cidade, pelo diminuto preco de 19280 :
ii* ra do Crespo loja n. 6.
Pianos.
Os amadores da msica achara continuadamente
em casa de Brunn I'raegeriStCompanhia. ru* d* Cruz
n. 10, um grande sorlimenlo de pianos torios e feries
pianos.de dillerenles modellos, boa conslrucrao e bel-
las vozes, que vendem por mdicos precos; ssm co-
mo toda a qualidade de inslrumentos para msica.
Vinho Bordeaux.
Brunn Traeger & Companbia, ra da Cruz n. 10,
recelieram diurnamente St. Juflen e M. margol, em
caixas de urna duzia, que se recommendam por suas
bas qualidades.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. St C. em
Santo Amaro acha-se para vender ara-
dos de ferro de superior qualidade.
MOENDAS SUPERIORES.

Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de Ierro, de um
rnodello e construccao muito superiores.
Couro de lustre
de boa qualidade; vende-se por menos do que em
oulra qualquer parle para liquidar conla*: na ra da
Cruz n. 10.
Obras de ouro,
como sejam: aderecos e meios ditos, braceletes, brin-
cos, allloeles, bolocs, anneis. correles para relogios,
etc. ele, do mais moderno kosIq : \cudeni-sc na ra
da Cruz n. 10, casa de Brunu l'raeger & Companhia.
ANTIGUIDADE E SUPERIORIDADE
t>A
SALSAPARRILHA DE BRISTOL
sobre
K SALSA PARRIUIA DE SANDS. g
Attencao'
A SALSA PARRILHA )E BRIS". '1
de 1832, e lem constantemente man! \
putarao sem necessidade de recorrer
annuncios, de que as preparaces de m
dspensar-sc. O successo do Dr. B"
provocado infinitas invejas, e, eulre <
Srs. A.R. I). Sands, de New-York, ,
e proprielaros da/salsa parrilha ronheci
me de Sands. jr ..:..
Eslessenliofessolicilaram a agenciad-
NO CONSll
DB. f. A. LfM 10
Vende-se a mellior de todas as
Tioinopalluca Jy O NOVO
JAHR -m Iraduzido em |
A. Lobo Moscozo, con tendo um
jibrlanlesexplicacoes sobre a ap
diela, ele, le. pelo traductor :
callentados em don*
1 Hccimiario dos termos de me
lomia,. pbarmacia,' ele. pelo Dr. Mum
'-nado
L U*Vi-areTft il ^Th^karnenlos w
cosLy linduras imlisTiensa^eis -
Dita de 36........
DMa, .'e 48 >. ,
Urna de 60tubosenm 6 frascos dclinclui
Dita de 144 com (i dilos
Cada carteira he acompanb
das duas obras cima mencionadas.
Carlciras de 2ilubua peqi
beira ....
Dilas de 48 ditos ..
Tubos avulsos de glbulos .
Frascos de meiaoina delmrlura .
11* lambe01 para vender grande
tubos de crjslal muilo fino, ya
manbos.
A superioridade desle* rneil
todos reconhecida, r por isso dispetm
N. B. Os senhores qua assius^^^H
obra do JAHR, antes de publie
dem mandar recebtf este, qu;
augmento de preco.
NO RIAZEH DE
E COMPANHIA; 8!
lia' para vender ojj^^M
Oleo de linhae~em I
Cliampagne,~narca A. C. .
Oleados para, mesas.
Tapetes ele laa para forra de s
Copos e cabx de vidra ordina
Formas delolha de ferro, pintadas,
fabrica de assucar.
Acp de MilSo sortido.
Carne de vacca em salmoura.
Lonas da Russia.
Lazariras e ca vinotes. "
Papel de paquete, inglea.
Brim de vela, da Russia.
Cabos de linlio da Rusta. ,
Cemento de Hamburgo (no
Relogios de ouro, patente ingle/..
Graxa inglesa de verniz para
Arreios para um e dous cavados,
cidos deprata* de ltao
Chicotes e lampedes para carro
Couros de viado delusfa-epar?
Cabecadas para montara,
Esporas de ac prateado-

I
Vende-se o engenho Limeiri
gem i!o Tracunhaem, com 600 b,
urna legua de fundo, com as, obras,
das novas, e oplima moenda,-com
cora 2 carros e 4 quarUo* podem n __
n que he de grande vantagem para ul
He de ptimo assucar e de boa prodi
canna como de legme* : ven
uheiro vista, e o mais a pagamento
poder convencionar : o prelendenles \
engenho Tamalap* de Flores.
Na botica da ra
11. 36, de "Bartholomeu F.'
dem-se pilulas vegetaes ve
be i'aiFecteur verdadeiro, salsa
verdadeira, vermfugo ingles (e
verdadeiro,vidros de bocea larga con
Iba de 1 at 12 libras. O annunciai
fiSw a quem interessar possa a ren-
ae dos medicamentos acimu, vendidos em
sua botica^
eo de linhacaem botijas.
Vende-se na bolica de Barlbulomeu F
na ra larga do Rosario.n>6;
Jos Sapliif da Fnsec^jinic
uario n. 4, primeiro andar, lem |>ara ver
de palha do Gbili, aba estreita, e de Miro, pretos,
partios e de cores, a preco com nodo.
ESCBAVOSlFTjq^lS.

A
Nos flns do mez de selemh rodo nno f
passado, desappareceu do engeiil it^^H
de S. I.oorenco da Malta, um
me Rogerio, que reprsenla le 2 a
poueo miis ou menos, com os signaes
xo, serco do corpo, rodo redondo, prim
barbar, com falla de denles na (lenle, cal
pos porem sollos, ecm cor uro lauto acaslanhada,
leudos olhos quasi da inesnxa cin-, pernas finas com
um geito de zibas, pes um pouco apalhelado* : ro-
ga-se porlaiilo a lodos os senhores oceupados em fa-
bricar novos edificios, que admilliim algons jorna-
leiresqoeiram observarse enlre ellisapparece algum
coro os signaes cima referidos : ass im como lambem
s senhores que cnslumam crear va-.-ras em seus silios
para o que tem elle muila prnpen:
facieres de estradas, nu em oulras I
em que possa elle ser admiltldn cor 1
hajam de o apprehender e enlre^a-li
Boa Vila ao Sr. Jos Alfonso Ferr>tir
10 ao nieiicionado engenho S. R i
seu sen'hor abaixo assignado, que r- fcebei
cacao deOars. Adverte-so queesti; moi
nos passados andn fgido e esleve a Ululo de forro
oceulto nos suburbios desla prat;a.
Jote Im: de And rade tima.
O abaixo assignado gratifica com OSOOOrs. a
quem apprehender a sua escrava. ci mime
Auna, que desappareceu un dia 15 d e frvereiro pr-
ximo findo, leudo Ido vender frucla- liole-
ro, f qual lem os t
nos, e reprsenla Ii
Celo que lem as liocliecl
e50s abatidos, allnra ri rnm pouco
fula.barriga um ponen quebrada para rr R.mnas marra
tle foveiro em nm* ou ambas as pernas junto ao lor-
nozelo, 04 dedos mnimos dos pe* (orliis parosla-
dos, loma tabaco e gosla dAastiardeiile ; levou ves-
lido de chita e panno da Cosa usados, h* provavel
que esleja occulla nesla praja ou mesmo fra f quem
a levar a estrada nova, adianle da Magdalena, pri-
meira casa azul, rerebera a quanlia cima offerecida.
Joao Antonio Vilia-Serra.
^*rm.t-Tn>.** H. T, a F*ri*.- IVA.
r

,*
*,


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