Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01841


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Full Text
iHO XXX, J. 59.
Por 3 mezes adiantados 4,000
Por 3 mezes vencidos i 5
SEGUNDA FEIRA 13 DE JUCO DE
8 DA SUBSCRIPCAO'.
M. F. de Faria; Rio do Ja-
.Martins; Bahia, o Sr. F.
Joaquim Bernardo de Men-
, o Sr. Jos Rodrigues da Cosa; Na-
IgnacioPereira; Aracatv, o Sr.
Braga; Cear, o Sr. Victoriano
(aranho, o Sr. Joaquim Marques
ir, o Sr. Justino Jos Barios.
CAMBIOS-
Sobre Londres 38 1/4 a 28 3/8 d. por 1?00
Pars, 340 a 345 rs. por 1 f.
. Lisboa, 95 por cerno.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.
Accoes do banco 10 O/o de premio.
da corapanhia de Beberibe ao par.
da cmpanhia de seguros ao par.
Disconlo de lettras de 11 a 12 de rebate.
METAES.
Ouro. Oncas hespanholas. 285J50O a 293000
Moedas de 6940% vellias. 165JOOO
do 69400 novas. 16000
d 49000T.....9000
t. Pataces brasileiros ... 19930
Pesos columnarios......'19930
mexicanos...... 19800
FAITE OFFIGUL
PARTIDAS DOS CORUEIOS.
Olinda, todos os das.
Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 c 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex eOricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas feiras.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
. PREAMAR DE IIOJE.
Pnmeira as 3 horas e 42 minutos da larde.
Segunda s 4 dorase 6 minutos da manhaa.
K
MINISTERIO DBbKPERIO.
DECRETO X. '1,318-DE*30 DE JANEI-
RO DE 1854.
xecutr a M n. 601 de 18 de selem-
In-o de 1850.
c Ja autorices concedidas pela lei
18 de Miembro de 1850. Hei por bein
eeugito da mrans lei, so observe o regu-
!om,este%aixa, assignado por I.uiz Pe-
Conto Ferraz, do mcu conselho, ministro o
io de estado dos negocios do imperio, que
' leuha entendido e faca oxcculnr. Palacio
le Janeiro, em 30 de Janeiro de' ,1854, tri-
ceiro da independencia e do imperio.
ca de S. M. o imperador.Lui- i'edrei-
m do Cauto Ftrraz.
tapia execueao da lei n. 601 de 18 de
Hembra de 1850, a que se refere o decreto da-
la data.
CAPITULO r.
repurtinio geral das trras publica*.
iti. |,o A aeparlicao peral das Ierras publicas,
readapela lei n. fiOl do 18 de selcmbro de c850,
ibordinada ao ministro o secretario de estado
dos do imperio, o constar de un dkeclor
i larra, publicas, ehofoda reparlicao c de
um fiscal.
elaria se compor Ttc um nfficial-maior,
:iacs, quatro amanuenses, um porleiro c
linuo.
al e um amanuense serio habis em de-
graphico, pudendo ser lirados dentro os
rorpodc engenheiros ou do eslado-maior
eir classe.
Todos estos empregados ser.o Horneados
imperial, excepto o; amanuenses, por-
iiiuo que o.scrSo por portara do inins-
Ctario de estado dos negocios do imperio ;
os vencimenlos scsuinl
ir geral, quatro coulusi/c res.
^Bi contos o quatroceilos mil
l-maior, tres eolitos e duzcnlos
cada 11 m\ dousl contos c qua-
sotos mil ris.
mjwyrft, ,' um cont c
""'" i,>* mil ris.
lo de ris.
acentos mil ris.
4:000009
2:40ll5j()00
3:3005000
2:4O3O0O
1t20WO0
1:3008090
600501)0
flmpole reparlicao geral das torras pu-
fedigao, divisan c dcscripcaa das
rover sobro a sua consenacao.
um rcgnhimciitb especial para as
al iudique o modo' prattoo do.
quaes as informarnos que devem
de que trata o arl. 10 desle
io governo as trras dcvolulas. que
." para a rolonisacao dos
P^Wfundacao le povoaees, atier-
as "c quaesquer nutras spnidos o as-
tobolocinienlos pblicos,
aafeccr ao ministro da marinha todas as
e livor acerca das torras dcvolulas,
o drsua siluagao e abundancia do mo-
as para a coustruccao naval, rouvciiba
rrar para o dito lim.
' a porreo de Ierras medidas, que an7
devercm ser vendidas.
riscalisar a distribuirlo das Ierras -dcvolu-
o a rogularidade das pperaces da venda.
'remover a colonisagau nacional e cslrangei-
Prouiovcr o registro das Ierras possuidas.
'ropor ao governo a formula que devein 1er
le revalidarao e de legilimacao de lonas.
8 10. Ot-ganissre siibincllcr approvacao do go-
famente, que deve reger a sua secret-
is delegados as provincias.
ramente todas as medidas que a
Sfnonslrando convenientes para o
HWPP"as altribniges, o mcllior ex-
:i'n. 001 de 18 de selcmbro de 1850 e
rtfKaineato.
todas as ordens da reparlicao gnral das
s relativas medigao, di v sao c des-
9Jorras devolutas as provincias. .1 sua
Btjae distribuirn, colonisacSo 11a-
naeira, serio assiguadas pelo minislro
ido dos Besocios do im]>crio, c di-
presidentes das provincias. Asinrorma-
' forem necessarias para o regular
iervico, i cargo da mosma reparli-
i exigidas polo dircelor geral de seus
jcquisiladas das autoridades inciim-
uncnlo do reglslr das torras
medii.ao, divisflo, conservacao, fisrali-
la.das Ierras dcvolulas, e da legilimacao,
iodflS.que eslo sujeitas oslas fonna-
cte ao fiscal : '
hecer por escriplo sobre (odas ns
de que lala a lei 11. 001 de 18
.ein" que esliverem envolvi-
do estado, e livor de intei-
%cral*das Ierras publicas, em virlu-
lento ou por ordcn do goyerno.
aobru os recursos inlerposlos das
gdjltles das provincias para o gover-
ireitor geral as faltascomniel-
auloi-idailcs, ou empregados, que
Jo teem de oxoicer fuicrtie con-
ETIM.
|EL0VEyCI0.(*)
' Amadeo Achard.)
l'MA PASTORA DE PAKIS.
lniofiJo.;
^0 repcntinanienle hi-
e madama de t'lize,
onlos que nao se
|BH ilHclir.
[agem, que fra pura limea o
era urna aulipa coviheci-
i, (Iba primognita da fa-
ma de Vli/.e, e Csa-
marqne/. enm o
madama Cbar-
-enhora de una ri-
(uidflilos
|;' mullier o o marido haviam
1 altallio pvrlUido e ama
1I0 (empopara re-
r iiuvido para dis-
e F!i?e; todava el-
^^jlbarcs ile francos, que
^^^HVos inlcresses que cites
ornado
vivera,
j riquezas que uao
sa wptcie de non-
io ; inarccnivi s
aacSo, a af-
-l ronipra-
cernenlcs ao reaislro das Ierras possuidas, a conser-
vacao, venda, medieSo, demarcacao, c BscallsacM
das torras devolutas, ou que estao sujeilas rcvli-
dacao, c legilimacao pelos arts. i. o 5." da lei.n. 601
de 18 de Miembro de 1850.
. *. Dar ao dirertor geral todos os csclarecimen-
los, c informarocs que forem exigidas para o bom
andamento do servico.
Art. 6. Il.iver.i as provincias urna reparlicao es-
pecial das Ierras publicas ncllasexislcules. sta re-
partilo Mr subordinada aos presidentes das pro-
vincias, c dirigida pornmdelegado do director eral
das leijas publicas; ter um liscal que Mr o mesmo
da Ihosoiiraria ; os olliciaes e anniniicnscs. que fo-
rem necessarios, segundo' a afflucucia do Irabalho, c
um porleiro serv indo de archivista.
O delegado, e os ofliciaes Mr3o Horneados por de-
creto imperial; os amanuenses, e o porleiro por por-
laria do minislro c secretario d'estado dos negocios
do imperio. Eestcs empregados ireraeberao os veiK
cinienlos, que forom marcados por decreto,Mgnndo
a importancia dos respectivos trabatm,
Art. 7. O liscal da reparlicao especial das Ierras
publicas deve:
1. Dar parecer por cscripto sobre lodas as ques-
loesde torras, de que lala alci n. 601 de 18de
selembro de 1850, o em que esliverem envolvidos
interesses do estado, c tiver de inlervir a reparlicao
especial das lenas publicas, em virlude da lei, regu-
lamcntu. e ordom do presidente da provincia.
g 2. Participar o delegado lo chefe da reparli-
cao geral, alim da as fjizer subir ao conheciinenlo
1I0 presidente da provincia,'e ao do mesmo chefe, as
faltas commellidas por quaesquer autoridades od
emprcgados.da respectiva provincia, que por esle
roiiilaiiienlo teem de exercer funccOcs coucernen-
les ao registro das torras possiudas, conservacao,
venda, medicao, demarcacao, e liscalisacao das Ier-
ras devohilas, ou que estao sujeitas revalidarao
e legilimacao pelus aris. 4. c 5. da" lei 11. 601 de*18
de selcmbro de 1850.
S 3. Prestar ao delegado do chefe da reparlicao
geral lodos 01. csclareciinoulos, c iufOrmacOes, que
forem por elle exigidas para o bm audameulo do
servico. A
Arl. 8. O govenm (ixaru os eniolumeulos, que as
parles teem do pajar pelascerlidcs, copias de map-
pas, c quaesquer oulros docuineiilos passados as
sccretariasdas rcpai licesgera! o asaspeciaesdas Ier-
ras publicas. Os ttulos porm das ierras, distribui-
das em virlude da lei n. 601 1850, somente pagaran o imposto lixado no art. 11
da niesma lei.
Os emolumentos,' c impostos Mrao arrecadados
como renda do oslado.
Arl. 9. O dircelor geral das.Ierras publicas, nos
impodimenlos temporarios, ser .substituido pelo
oflirial-maior da reparlicao ; e os delesados por um
dos ofliciaes da respectiva Mcrelaria, designado pe-
lo presidente da provincia.
captulo n.
Da medieo das ierras publicas.
Arl. |(>. As providencias, onde houver trras
'levululas, serio divididas em lanos districlos de
medievo, quaulos convier, compreheUdendo cada
disiriclo parle de una comarca,- uniaon mais comar-
cas, e anda a provincia inleira, Mzuudo a quanti-
dade de lenas devolulas ahi e'xislcnles, e a urgen-
cia de sua medicao.
Arl. II. Em cada dislriclo llavera 11 m inspector
geral das medicOcs, aoqual crao subordinados lau-
tos escreventes. desenhadores c agrimensores quan-
los convier. O inspector geral ser nomeado pelo
goveruc, sob proposla do dircelor geral. Qs eMre-
\cnlcs,desenliadorcs, e agrimensores serao noinca-
dos pelo inspector geral-, con approvacao do prn-
denle da provincia.
Arl. \>. As medices Mrao rcitas por territorios,
que regularmente formarao quadrados de ms mil
tiraras do lado, subdivididos em loles, ou quadrados
de quiuhentas bracas de lado, confonne a regra iu-
dicada no arl. lida lei 11. 601 de 18 de Miembro
de 1850, c segundo o modo pratieo proscripto no rc-
culamulo especial, que for orgabisado pela repar-
licao geral das Ierras publicas.
Arl. 13. Os agrimensores Irabalbarao regular-
meuto por conlraclo, que farao com o inspector de
cada districlo, o no qual se lixar o scu.vciicimenlo
por braca de medicao, com'prclicndiilas lodas as des-
pezas com picadores, bonicos de corda, demarca-
cao, etc. etc.
O proco mximo de cada braca de medicao Mr
cslabclccidn no regulaniento especial.
Arl. 14. O inspector he a rcsponsavel pela exac-
lidao das medicos; o Irabalho dos agrimensores lite
sera porlanfo submcltido ; e Mudo por elle appro-
vado, proceder formacao dos mappasde cada um
dos territorios medidos.
Arl. 13. Dcslos mappas far cxlrahir tres copias,
urna para a reparlicao geral das Ierras publicas,'ou-
Ira para o ilelegado da provincia re.specliva, c outra
que deve permanecer em mu poder -formando 11
final um mappa geral do mu dislricro.
Arl. 46. Estes m.1p|>as serao acompanhados de
memoriacs, conlcndo as/notas dcscriplivas do ter-
reno medido, o ludas as oulras indicaces, qu de-
verem. Mr loilas em conrormidade do "rcgulanienlo
especial das medicfies.
Arl. 17. A medicao comecar pelas Ierras, que
M rcpularcm devolulas, e que nao esliverem encra-
vadaspor posses, annunciaudo-sc por edilaes c pe-
los joniaes, se os houver no dislriclo, a medicao que
se vai fazer.
Art. 18. O governo poder com ludo, se julaar
conveniente, mandar proceder a medicao das trras
devululas contiguas lauto s Ierras que M charem
no dominio particular, como s posses sujeilas a le-
AUIWEACIA
Tribunal do Commercio, segundas e qninlasfeiras.
Relai;o, tercas fetas e sabbados.
Fazjjjda, torease sextas feiryss 10 horas.
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 horas.
1-* vara do civel, segundase sextas ao meio da.
2.' varado civel, quarlas e sabbados ao meio dia.
41i
minutos e
Marro 6 Quarlo crcscenle as 4 horas
los e 48 segundos da urde.
14 La cheia as 4 horas, 14
48 segundos da larde.
21 Quarlo minguante as 3 horas 43
- .minnlose 48 segundos 'da larde.
28 La nova as 2 horas, 20 minutos
48 segundos da larde.
gilimacao e seminarias, c conresscs do governo su-
jeitas revalidacao, e respeilando os limites de urnas
e oulras.
Arl. 19. Xesle caso, m os proprielarios ou pos-
Miros visinhos m senlirem prejudicados, apresen-
tarao ao agrimensor peticao, em que exporao o
prejuizo que soOrcrem. Nao olwuinle continuar a
medicao ; e ultimada ella, orgauisados pelo inspec-
tor o memorial e mappa respectivos, Mr ludo re-
mcllnlo ao juiz municipal m o peticionario preju-
dicado for possuidor, ou sesmeiro nao sojeilo le-
gilimacao, ou revalidarao e ao juiz commissario
creado pelo art. 30 desle regulameulo, m o dilo pc-
ticionario for possuidor, 011 sesmeiro sujeilo re-
validacao ou legilimacao. Tanlo o juiz municipal,
como o commissario darao vista aos oppocntes por
cinco dias para deduzircm mus embargos, que serao
decididos, os dcdnzidos pera ule ojuiz commissario
nos (ermos c com o recurso do art. 47 ; e os ditzidos peraute o juiz municipal na- forma das leis
existentes, e com recurso para as auloridades ju-
diciarias competentes.
Arl. 20. As posses cslabclccidas depois da pu-
blieaeao do presente regulameulo, nao devein ser
respciladas. Quando os inspectores e agrimensores
cnrontrarcni semelbanlcs posses, o p^rticiparilo aos
juizes municqiaes para providenciarem na confor-
midade do arl. 2. da lei supracitada.
Arl. 21. Os inspectores nao lerao ordenado fixo.
mas sini grajiflcaooes pelas medices que tizercm,
as quacs serao estabelccidas sob proposla do di-
relor geral das Ierras publicas, com attencao s
difiiculdades que oflerecerem as ierras a medir.
CAPITULO II r.
DareraUdacSo e legilimacao da* Ierras, e modo
pralico de extremar o dominio publico do par-
ticular.
Ai. 22. Todo o possuidor de Ierras que tiver
Ululo legitimo da acquisicao de mu dominio, quer
as Ierras que tizercm parte dclle lenham sido origi-
nariamente adquiridas por posses do mus ante-
cessores, quer jHir concesses de Msmarias nao me-
didas, o nao ?onlirmadas, ncm cultivadas, se acha
gnranlido em mu dominio, qualqucr que for a sua
cxlensao, por virlude do disposto no j; 2. do arl.
3." da lei 11. 601 de 18 de Miembro de 1850, que
excluc lo dominio publico, e considera como nao
dcvolulas, lodas as Ierras que se acharem no domi-
nio particular por qualquer titulo legitimo.
Art. 23. Estes possuidores, bem como os que
livercm Ierras ha vidas por Msmarias, e oulras con-
cessocs do govenio geral ou provincial nao n-
cursas cm commisso por falta de cumprimento das
coiidicoes de medicao, conlirmarao e cultura, nao
tem precisao de revalidacao, nem de legilimacao,
era de Boros ttulos para poderem gozar, hypolbe-
car, 011 alienar os terrenos que m achara to seu do-
minio.
Art. 24. Estao so icilos legilimacao:
S l. As posMs, .que M acharem cm peder do
primeiro occupaulc, nao lendo oulro titulo senSo a
sua occiipacao. .
S 2." As que, posto se achcm m poder de se-
gundo oceupante, nao livercm sido por este adquiri-
das por Ututo legitimo.'
3. As que, achando-M em poder do primeiro
oceupante al a data da publioacao do presente re-
gulamcnlo, livercm sido alienadas contra a prohibi-
cao do art. l da lei n. 601 de 18 lo Miembro de
1850.
Arl. 25. Sao lilulos Iegilimos todos aquclles, que
segundo o direilo sao apios [para Iraosferir o do-
Arl. 31. Os Horneados para este emprego, que
nito livercm IcgilimaCMusa.ajuizodopresidcutc da
provincia, Mrao obrigadosa aceila-lo, e poderao Mr
compellidos sm por mullas al a quanlia de cero
mil ris.
. Art. 32. l;oilaa noineaco dos juizes cnmniissaiios
das medices, o presidente da provincia marcar o
prazo, cm que devoran Mr medidas as Ierras adqui-
ridas por posMS sujeilas legilimacao, ou por Ms-
marias, ou oulras concesses, que eslcjam por, me-
dir, c sujeitas revalidacao, marcando maior ou
menor prazo, Mgr.udo as circumstncias do muni-
cipio c o maior ou menor numero de posses, e Ms-
marias sujeilas legilimacao o revalidarlo, que iihi
existrcm. *
Arl. 33. Os prazos marcados poderao ser proro-
gados pelos mesmos presidenlcs, se assim ojulga-
rcm conveniente ; e ueste caso a prorogarao appro-
vcila a todos os possuidores do municipio para o
qual for concedida.
Arl. 34. Os juizes commissarios das medices sao
os competentes:
I. Para preceder -medicao c demarcacao das
scsniarias, ou coucessoes do governo geral, ou pror
vincial, sujeilas revalidacao, o das posses sujeilas
legilimacao.
2. Para nomcar os mus respeclivos escrivacs, c
os agrimensores, pie com ellos levem proceders
niedicOes c deinarcaccs.
Arl. 35. Os agrimensores serao pessoas habilita-
das por qualquer escola nacional, ou eslrangoira,
rocoiibocida pelos respectivos governos, e Cm que m
ensiuc topographia. Na falla de titulo competente
aerSo habilitados por exame feito por dous ofliciaes
do corpo de engenheiros, ou por duas pessoas que
lenham o curso completo da escola militar, sendo os
examinadores pomcados pelos presidentes las pro-
vincias.
Arl. 116. Os juizes commissarios nao procederao
a medicao alguma sem preceder requerimento de
parle: o rcquerimcnlo deveri dcsiguar o lugar, 0111
14 T
15 Qi
16 0
i 7 Se
18 Sr,
19 D
Art. 26. Os cscriplos parculares de compra c
venda ou doaeao, nos casos em que por direilo sao
aptos para transferir o dominio de bcus de raz, m
consideram legtimos, se o pagamento do respectivo
imposto liversido verificado antes da publicado des-
le regulamento : no caso porm de que o pagamen-
to m tensa rcalisado depois dessa data, uao dispen-
sario a legitinia;ao, m as Ierras transferidas houve-
rem sido adquirida por posse, o o que as transferir
tiver sido o mu primeiro oceupante.
Arl. 27. Estao sujeitas revalidacao as sesmarias
ou oulras consessoes do governo geral, ou provincial
que, eslandoanda nodominiodos primeiros sesmei-
ros, 011 concessioiiarios, se ajliarem cuilivadas, 011
com principio de cultura, e morada habitual do
respectivo sesmeiro, ou concessionario, ou d quera
o represente. (qc nao livercm sido medidas, c de-
marcadas. "
Exccptuam-M porm aquellas sesmarias ou oulras
coucessOes do governo geral, ou provincial, que ti-
verem sido dispensadas das condicOes cima exigi-
das por acto do. poder competeule; c bem assim as
Ierras conceilidas companhias para eslabelecimento
de colonias, e que forem medidas ederaarcadas den-
tro dos prazos da concessao.
Arl. 28. Logo que for publicado o presente regu-
laiucuto, os presidentes das provincias exigirao. dos
juizes de direilo, dos juizes muncipacs, delegados,
subdelegados ejuiz de paz iiiformasao circumslan-
crada sobre a cxslcncia, ou nao existencia era suas
comarcas, termos o districlos de posses sujeitas le-
gilimacao, e de sesmarias, ou oulras cuncesses do
governo geral, 011 proviucial sujeilas revalidarao
na forma .dos arligos 24, 25, 26 c 27
Arl. 29. Se as autoridades, qcm incumbe dar* *"!? :
lacs uirormacoes, dcixarem de o fazer uos prazos ,lulvluos sem 1,iul leailiinodo primeiroopenpan-
marcados pelos presideules das provincias, Mrao
punidas pelos mesmos presidentes com a multa d
crca;ao, cbulro lauto mais d terreno dvoluto que
houver contiguo, com Unto que nao prejudique a
lerceiro, e que cni nenhum caso a extensao total da
Iwsm exceda a nmasesmaria para cultura, ou crea-
ejo igual as ultimas concedidas na mesma
ou na mais viziulia.
Alt. 45. Se a posse que se houver de medir fr
limitada por oulras, cujos possoiros ,,ossain ner pre-
judicados com a cstimaco do terreno oceupado
cada um dos posMiros limitrophes norman um ar-
1 comarca,
bilro, os quaes uni.lo ao nomeado pelo primeiro,
cujo terreno m vai eslimar, procederao em coni-
mum eslimacaodos lmilcs de lodas, para procc-
der-se ao calculo de suas reas, e ao rateio Mgundo
a porfo que cada um posseiro tiver cultivado 011
approveitado. Se os arbitros nao concordaron entre
si, o juiz nomear um novo, cujo voto prevalecer,
e eui que poder concordar com o de qualqucr los
antecedentes arbitros, ou indicar uovos limites,
com tanto que estes nao comprehendaui, em cada
posse, reas maiores on menores do que as comprc-
hendidas uos limites estimados nnln nfenroi ...
bilros.
riles estimados pelos auteriores ar-
- j lugar, em
que he sita a posM, Msmaria, ou coucessao d! gover-
no, e os mus coufroiitantes. '
Arl-. 37. Requerida a medicao, o juiz commissa-
rio, verificando a circumslaiu ia da cultora eltocliva,
c morada habitual, de que traa o. ar(. 6.'da lei n.
601 de 48 de Miembro de 1850, e que nao sao sim-
ples robados, derribadas, ou queimas de matos, c
oulros artos Mmelhantts, os que eoustitucm a pre-
tendida posM, marcar o dia, em que a leve come
;ar, fazendo-o publico com antecedencia de oitodias,
pelo menos, por edilaes, que serao aflixados nos lu-
gares do costme na frejjuczia, emque s acharem as
posMsses, ou sesmarias, que houverom de Mr legi-
timadas, ou revalidadas; e fazeudo citar os conirou-
lantes por carta de eililos.
Arl. 38. No dia asignado para a medii-ao, reu-
nidos no lugar o juiz commisarjo, cscrivao, agri-
mensor, e os domis empregados na medicao. de-
ferir o juiz juramento ao cscrivao, o agrimensor,
M ja o uao liverem receido ; e far. lavrar termo,
do qual consto aflxa<;o dos edilaes, e entrega das
carias de citarao aos coufroutaules.
Arl. 39. Immedialameute declarar aberlii a an-
diencia, e ouvir a parle, e os coiirroiilaules, deci-
hiido adnriiiislialivameulc, c sem recurso inimc-
Inilo, os rcquerimenlos lano verbaes, como es-
criplos, que Ihe forem aproMiilados.
Arl. 40. Se a medicao requerida fr de sesmaria,
,ou outra concessao do governo, far proceder ella
de couformidadccom os rumos, c conrrontares le-
signados no titulo de coucessao : com tanto que a
sesmaria tenha cultura cffectiva, e morada habitual,
como determina o art. 6. da lei n. 601 de 18 de
Miembro de 1850.
Art. 41. Se dentro dos limites da sesmaria, ou
concessao encontraren! posses com cultura effertiva,
e moradarfiabilual, cm circumstncias de Mrcm le-
gitimadas, examinaran so essas 'posses tem cm mu
favor alguma das exccp;oes constantes da Mguinla
parte do S 2.o do arl. 5.. da lei n.oOl le 18 le se-
lcmbro de 1830"; e verificada alguma das ditas cx-
cepcoes, em favor das pesses, deverSo ellas Mr.me-
didas, am de que os respeclivos posMiros obtenjiam
a sua legilimacao, medrado, cueste caso para o ses-
meiro ou concessionario, o terreno, que rcslar da
sesmaria, 011 concessao, se o sesmeiro uao.preferir o
ratero, de que trata'o 3. do arl. 5. da lei.
Art. 42. Se porm as posses que se-acharem lias
sesmarias ou concesses nao livercm em mu favor
alguma das ditas excepedes, o juiz commissario fani
proceder avaliacao des bemfeilorias que nollas
oxistirem, c entregue o seu valor ao posMiro, ou
competentemente doiiosilado, se esle o nao quizr
rccebiir, as far despejar, procedendo medicao le
conrormidade com o titulo da sesmaria ou concessao.
Art. 43. A avaliacao das liemfeitorias M far |ir
dous arbitros Horneados, um pelo sesmeiro ou cou-
cossionario, e o oulro pelo posseiro ; e se aquclles
diMordarcm na avaliacao, o juiz commissario no-
mear um terceiro arbitro, cujo voto prevalecer, e
cm que poder concordar com um dos dous, ou iij-
" I dicar novo valor, com lauto que nao estoja fra dos
limites dos precos arbitrados pelos oulros dous.
Art. 44. Se a medican requerida for de posses
mo situadas dcnlro de Msmarias ou oulras conces-
soes, porm cm terrenos que se acharem dcvolulos
livercm sido adquiridos por occipaoo primaria,
Arl. 46. Se porm a posM nao fr limitada por
oulras, que possam Mr prejudicadas, a cstiniaoao do
terreno approvcilado ou oceupado poi" anim'aes
tara por dous arbilros, um nomeado pelo posseiro
c oulro pelo cscrivao, que Mrir neste caso de
promotor lo juizo : c m diMordarcm estes, o juiz
nomcara um terccit.o arbitro, que poder concordar
com um dos lous primeiros, ou llxar uovos limites ;
com lano que sojan deplro do terreuo incluido en-
Ire os limites estimados pelos oulros dous.
Arl: 47. as medices,- tanlo le sesmarias e ou-
lras coucesses do governo geral e provincial*, su-
jeitas i revalidacao, como as |>osms sujeilas legi-
limacao, as decises los arbitros, aos quacs. Mrao
submellidas pelo juiz commissario lodas as quesles
c llovidas de fado, que se suscilarem, nao Mrao
sujeilas a recorso alaum ; dos juizes commissarios
porm, quuvcrsarcniMbrc o direilo dos sesmeiros.
ou posMiros, e seus confrontantes, estao sujeilas a
recurso para o presidente da provincia, e deste pa-
ra o governo imperial.
Arl. 48. Estes recursos nao suspenderao a execu-
{3o : ultimada ella, c feila a demarcacao, eMriplos-
nos autos todos os termos respeclivos, 09 quaes Mrao
tambera assiguados pelo agrimensor, organisar li-
te o mappa que a leve eMlareccr ; c unidos aos au-
tos todos osrcqueriiiientos cscriplos, que livor havi-
dp, e Iwlosos documentos apresculados pelas parles
o juiz commissario a julgar por linda; far exirahir
nm traslado los autos para licar em poder do eMrr-
vao, e remetiera os originaes ao presidente da pro-
vincia, anda quando nao eulia l.avido iulerposi.ao
de recurso.
hondia, ella eulerneria-se i visla das lagrimas, ejul-
gava da torga dos enlimenlos pela sua expressao ex-
terior, llavia mesmo na maneira pela qual mere-
cen seus servico* a madama de Flize. depois do rece-
liimcnlo da caria de Mr. de Vanviltiers, nma delica-
deza inesperada, que determinoa esta a aceiln-los.
Madama Charpon linlia entao Irinta e quatro ou
Iriiila e cinco anuos; era secca de corpo, activa, iu-
quiela e de baixa estatura ; linlia as fces angulosas,
os iilhos prrlo c muilo vivos, os cabellos duros
pello qtii'iiiiada pelo habito da vida em pleno ar.' as
maos iloscarimdas e nervosas, os dedles utui alvos
as dtpadjias senas e chalas ; sua falla ora grana, seii
gesta snimqdo, sen olhar inlrcpido como o das pes-
soas habituadas a discutir.
Madama Charpiou em sen Irajar goslava dan cores
escuras, veslia lafel 110 eslo, e merino no invern';
calcada de fortes borzeguins, cuja grossa sola znmba-
va da lama de Pars, com um chapeo le pe lucia
cinzenl 011 de palhinba. segundo a estaco, e cn-
volla eiivuiii grande chale, madama Charpion per-
corriaa culada com a adivinada de tima formiea e
promplidao-de urna barda. O panno do chale varia-
va com o lempo, de crep no mez de junho, e de laa
no mez de Janeiro.
Quando fazia um-frio de dezgraos, madama Chur-
pwa envolvale" em ama capa encorpada e acol-
cMoada como a viuva de um velho, a qual o vento e
a cliuva aronlavam sem que ella seiilisse nada.
Parajnnihima Iterpim distmular sua coildicn,
era preciso que dt^aniasse e nao fallasse, pois ape-
nas alirn a Intcca revelava sua origeni e seus hbi-
tos ; gorda e.farle, ella loria sido rjdicula-e commum
como campauza de Franca ; porm magra ~ peque-
a, enganava no repouso. H
No lempo em que madama de Flize. anda meni-
na, folaava sobro osjoelbos daaia, madama Char-
pion, a qual Imha enlao oito a nove annos. eoncebe-
ra por Helena uica dessas affeiges ingenuas e quasi
animics, que razcm certas creaturas eteravas de
oulras.
Felicidade Pichaul (era esle sen nome quando ol-
leira) suppnrlava cm prazer inexplicavel os capri-
chos da pequea Heleua, e abraeava-a e aflaeava
1 lia.
Madama de Cliarawaiide, a qual se aerificara i
ade do sua lilhinlia fraca e defecada, habitara em
Lloyeites (res ou qnalra anuos, diRjiule os quaes Fe-
cinsocnla mil ris, e com o dobro as reincidencias.
Arl. 30. Obtidas as necessarias informacocs, os
incidentes das provincias nomearao para cada um
dos municipios, em que exislircn Msmarias, ou ou-
lras coucessoes do governo geral, ou proviucial,
sujeilas a revalidacao, ou posses sujeilas legilima-
cao, um juiz commissario de- medices.
licidade se consagrara cm corpo ealma ao diverti-
mento de Helena.
Essa affeicab de sabujo enternecer a nlai, a qual,
anles do morrer. dolou a fazendeira, e depois Mr.
le Uiaramande, liel proteegao da marqneza, casou
reticidadecomoseu administrador Augusto Char-
pion, o qual tinha de sua parle algum dinheiro em
motila.
Os dous-esposos deixaram a provincia e eslabele-
ceram-sc em Paris, onde fundaram urna casa de Ven-
der leile.
lotiriilade levou na direcr.o desse eslalielecimen-
lo o germen das |ualidades" que haviam le engeu-
Urar depois sua riqueza, urna ordei pie vigiava no
mesmo lempo sobre o lodo e sobre M parlicularida-
ilos. urna rigorosa ecuuomia, nina rgida exactidao,
una aclividaile de aranba liiindo a lea.
O eslabelecimenlo dos Cnarpions hrilhava com o
asseio que da lauta repnlaco s qucjarias hllaude-
zasya freguezia augmenlou de dia india, e punco
depois fui preciso augmentar o eslabelecimenlo prin-
cipal, situado na ra Balignolles,' e fundar oulros
dependentes delle do lado de Moiilmarlre, de Clig-
nancourl e de Belleville.
Madama Charpion, installada na casa de Balignol-
les, vigiava ludo ; sahindo pela manhaa cm nm car-
rinbo devimes, quasi sempre guiado por ella mes-
ma, visilava as colonias longinquas, as quaes inlro-
duzira o espirito de ordem e de previdencia, me a
animava.. -
le, devein ser liglimadas, estando cultivadas ou
com principio de cultura, e inorada hbil nal do res-
pectivo posseiro, ou de uiiein o represente, o juiz
commissario far estimar por arbitros so limites da
posM, ou seja em Ierras de cultura ou cm campos
de crearao ; c verificados esses limites, c calculada
pelo agrimensor a rea nelles ronlida, fani medir
para o posseiro o terreno que tiver sido cultivado,
ou esliver oceupado por auimaes, Mudo Ierras de
dama Charpion reservara para si urna especie de in-
tendencia geral, que permitlia-lhe vigiar ludo, e na-
da lazer especialmente.
Na ordem hywarchica por ella criada, o marido
fazia as funeges de primeiro caixeiro, e Augusto em
vez de tentar lular contra a supremaca, que Felici-
dade reservitvtpara si como um direilo. Comprehoii-
di-rasu.i legitimidade e submetlera-se. Tudo emana-
ra della e voltava para ella, Felichlade previa, deci-
da e execulava.
0""'ldMr..Cl.wpon a deixou viuva sem lilhos
em ISitl, l-elicidadefossura perlo de um mill.ao, e
esse iiiilbao, admiravelmeiitoaproveilado, reudia-llie
aiuiualmenlc mais de cenlo e cincoenla mil franco-
lima parl dos quaes era lesliuada h compra le (er-
ras, a 011 Ira aos melboramenlos interiores, cniupras
le animaos e leuovamenlo do material.
Felicdade nflo gastava quatro mil francos
no com sua pessoa. e assim em cinco annos
queza acbara-se quasi duplicada.
As relagoos de Helena e de Felicida.le tinham con-
tinuado cm Pars, mas de modo dillerenle do que
eram na Normandia. Do salao onde folgava com nia-
damesella de Cbaramaude, Felicdade passiira para
a antecmara. Posto que estivesse casada, Helena a
recebiasem pre beni; mas deroiipSo, e nao a despeda,
quando por acaso tinha alguma cousa que fazer fia
alguma pessoa que ver.
A inercadra de Icilcjantra muiias vezes no pa-
L020 emIKl miilamaCharnin., ",., iir 1 ,aclj-ae Fiizc, mas na ulimidade.e quando Heleua
Art. 40. Kecebidos osaulos pelo presidente, .
obtidos por elle todos os esclarcciineiitos, que jul-
gar necessarios, ouVir o parecer do delegado do
directoras tenas publicas, e este ao liscal respecti-
vo, c dar a sita decisao, que Mnf pub\icala na se-
cretaria da presidencia, o registrada no respeclivo
livroda porta.
Arl. 50. Se o presidente entender que a mcdi;ao
to irregular, ou que se nao guardoit s partes o mu
direilo, cm conrormidade da lei u: 601 de 18 le M-
lembro de 1850, e do preMnle regulamento, manda-
r proceder nova medicao, dando as ihstrucgOcs
necessarias correcro dos erros, que tiver havido;
e M^nteudci justo, poder coudemnaro juiz cora-
missacio, o escrivao, c.agrimeiiMr a perderem os
emolumentos, que liverem percebido pela medicao
irregular.
Ar. 31. Se o julgamenlo do presidente approvar a
medicao, Mrao os autos remcltidos ao Iclegado Jo
director oral das Ierras publicas para fazer passar
em favor do posMiro, sesmeiro, ou concessionario o
respectivo Ululo de sua possessao. sesmaria, ou cou-
cessao, depois de pagos na thesourara osdireilos d
cliancel|aria, segundo a laxa do art. 11 da lei 11. 601
de 18 de selcmbro de 1850. Os ttulos Mrao asigna-
dos pelo presidente.
Art. 52. Das decises do presidente da provincia
da-sc recurso para o governo imperial. Este recurso
sera interposto em requerimento apresontado u sc-
erctai io da ]iresidcncia denlro de dez dias, coulados
da dala'da publicaran da decisao na secretaria; e
Mudo assim apreMiitado suspender a execurao da
decisao, cmquaiito peuder o recurso, que Mr re-
mellido oficialmente pelo intermedio do ministro e
secretario de estado dos negocios do imperio.
Art. 53. Os concessionarios de sesmarias que,
posto tenhum sido medidas, estao sujeilas revalidad-
cao por tallado cumprimento dacondirao deconlir-
maeao, a requererao aos presideules das provincias,
os quaes.niaiidarao expedir o competente titulo pelo
delegado do director geral das Ierras publicas, m la
medicao hquver scuteuga passada cm julgado.
Art. 64. Os concessioiiarios de sesmarias que pos-
to lenham sido medidas, nao livercm senlonra de
medicao passada cm julgado, deverao fazer proceder
medicao nos termos dos arls. 36 40 para pode-
rem obter o titulo de revalidacao.
Arl. 55. Os presideules das provincias, miando.
noincarcm os juizes commissarios de medicos, mar-
carao os salarios e emolumentos que estes, mus es-
crivacs, c agrimciiMres deverao receber da parles
pelas medicos que lizerem.
Arr. 56. Findo o praM marrado pelo presidente
para medicao das Msmarias econcesses do governo
sujeitas revalidarao, e das posses sujeilas legilj-
magSo, os commissarios intormarao os presidentes
do estado das mediges, e do numero das Msmarias
de parle bstanle dinheiro para acudir a alguma epi-
zootia accidental.1
Ella lirtlia unta vaccaria na ca pella de San-Ueniz,
e mais de cem caberas de gado espalbadas em suas
'"diflerenlu queijarias.
Fornccia leite para o bairro de Boule, para o bair-
ro de Saint-Hnnorc, para a Chaussce d'Anlin e para
oquarleiran Poissonire.
Seu eslabelecimenlo tinha a regularidade de urna
casa de commercio; hivia urna caixa, nm primeiro
caiieiro e caixeiros subalternos, livros e urna conla-
bilidade mais clara tlvez do que seu leile. romquan-
lo Felieidade se prezasse de fprnecero melltor creme
de Paris.
Elle, havia sido alternativamente caixeira escriplu-
raria ; mas obrigada pelo augmento de- siia frague-
por au-
e.isa ri-
clieuot. Ella era sempre desapiedadamenle excluida
dos banquetes c Mres.
Essa mudanca as relages das duascamaradinhas,
que foleavam iao familiarmenlcsobrea relva de C.loy-
etles, tendo urna cinco ou Mis annos, e a oulra qua-
torze ou quinze, nao se operara sem nll'euder pro-
fundamente a Felieidade; porm muilo prudente
para romper em um lempo em que nao sabia se a
fortuna a ajudaria, ou-uao, ella reprimir seus re-
sentimeulos, e aceitara sua posigo tal qual lh'a
davam.
Todava isso diminuir de tal sorle a amitade que
tinha a Helena, que nao senta mais seuelleilos se-
no em presenga da mesma, e isso por tima especie
de magnetismo, ao qual nao poda resistir.
E.m magnetismo obrara no dia em que madama
Charpion langira-se erilre madama do Flize e um de
zia a demitiir-se de fuoccOea muilo minuciosas, ma-1 seus foroecedres. Mu de longe e entregue sua in-
duslna, Felicdade podia esquecer Helena, e mesmo
aero saber, e por um movimento, secreto do cnrii-ao
al<;grar-so com o mal que Iho aconteca, prompta de-
pois para combater essa mal, se Helena se coutiasM
a ella, ou chorasss em sua presenga...
Se aaalysasMmos o movimento que levara Felic-
dade a salvar madama, de Flize. a prego de dinheiro,
descobririamos- lalvez nelle um seiilimenlo ndehui-
vei de orgulbo e de satisfagao.
Ainercadra de leiletolgava de humilhaT a fidal-
ga obrigando-a a iceilar os soecorros, que sua pieda-
!ie e "irer<'1''' Era i,so "ma viugang da vida-
da oflendida, e um Iriumpho do pequeo sobre o
grande.
Madama Charpion nao pensava em nada disso ;
mas ludo isso agilava-se nella sem que ella peu-
sasse.
Dessas relages ulimas e desdenhosas ao mesmo
lempo, e que pareciam prolecrao e servidao, nasc-
ra no coragao de madama Charpion, nossa pastora,
como a chamava Mr. de Flize, um desojo ardente,
posto que sepultado em seu pensaroenlo, de subir
posigno de Helena. Era essa a chimera, que ella ar-
fagava na solidao de sua viuvez, e como sabia que a
riqueza era o nico degro, que podia njuda-la a
pretender isso, .empregava toda a sua actividade em
aagmenla-la.
Essa idea nao viera repentinamente ao coragao da
pastora ; mas entrra-lhe como essas infillragocs sub-
terrneas, que passama rocha, sem chegarem fra.
Tudo o que ella vira, ouvra e adevinlnira, con-
tribura para desenvolver esse germen: presente-
mente era urna idea flxa.
Nesse pona de visia madama Charpion vio com
prazer Iravar-se entre ella e madama de Flize refa-
ges de urna nalureza inteiramente nova, e Iao es-
treitas que autorisavam confidencial.
A posigao de Helena na sociedad'e permitlia-lhe
apoiarfas prelengoes de Felicdade, e facilitar a rea-
lisagao das mesmas. Bastava primeiramenle que a
recebesse mais vezes e com maior intimidada em sua
casa, e foj isso o que madama Charpion determinou
pedir na primeira Occasiao.
A noile depois do accesso de febre, que pezera a
condessa de cama, Felicidad inclinoti-se para ella
no momento de deita-la, e dase-lite ahragajidn-a,
como fa;ia no lempo em que aninava a menina em
seus joellios; ,
e posses, que se acharem por medir, declarando as
causas que bouverem inhibido a ultimaco das me-'
dires.
Arl. 57. Os presidentes a vista dcstas informa-
ges dcliberarao sobre a justiga e conveniencia da
concessao de novo prazo ; e resolvendo a concessao,
a lominiiuicarao aos commissarios para proseguirem
lias medicc-.
Arl. 58, 1'indos os prazos que liverem sido con-
cedidos, os presidentes farao declarar pelos commis-
sarios aos. possuidores de Ierras, que liverem dei-
xailo de ctimdHr a obrigacao de as fazer medir, que
elles tem cabido era commisso, e perdido o direilo a
seren preeuchidos das Ierras concedidas por mus
lilulos, ou por. favor da lei n. 601 de 18 de Miembro
de 1850, c desla circumstancia farao as convenientes
parlicipagoes ao delegado do director geral das trras
publicas, e este ao referido dircelor, alim d dar as
providencias para a medigao las trras devolutas,
que ficarem existinde era virlude dos ditos com-
missos.
CAPITULO IV
Da medicao da* ierra* que se acharem no dominio
particular por qualquer titulo legitimo.
Arl. 59. As postes originariamente adquiridas |ior
oceupagao, que'nao estao sujeilas a legilimacao por
se acharem actualmente 110 dominio particular por9
lillb legitimo, podem Mr comtudo legitimadas. M
os proprielariospreleuderem obter titulo do sua pos-
sessao,- iKissado pela reparlicao geral das Ierras pu-
blicas.
Art. 60. Os |iossuidorcs que esliverem as cir-
cumslancias do artigo aulecedeute, requererao aos
juizes muuicipaes medigao das Ierras que se acharem
no mu dominio por lilulo legitimo: e estes, vista
do respeclivo lilulo, a dclermiuarao, citados os con-
frontantos. No processo de taes mediges guardar-
se-lulo as leis e regulamentos existentes, e de cou-
rermidade com suas osigoes m larao todos os
recursos para as autoridades judiciarias evisteules.
Arl. 61. Obtida a Millonea de raedigo, c passada
em julgado. os proprielarios poderao solicitar com
ella dos presidentes de provincia o titulo d suas
posscsses; e estes o maudarao pausar pela maneira
declarada no arl. 51.
Arl. 62. Os possuidores de sesmarias. pie posto
nao rossoui medidas, nao estao sujeilas revalidarao
por uao so acharem j 110 dominio dos ciiiicessioia-
rios, mas sim 110 de outrem com titulo legitimo,
poderao igualmente obter uovos ttulos de sua pro-
priedade, fcila a medigao lelos juizes muuicipaes
nos termos dos artigoe anteceden les.
Art. 63. Os juizes de direilo, tas corroiees que
Gzcreiu, indagaro se os juizes muuicipaes sao acti-
vos o degoutesftm proceder s mediges de qne
u-ata esle capilnlo, e que lites forem requeridas ; e
achauJo-os em negligencia Ibes poderao impr a
multa de cem a duzcnlos mil ris. Esla mulla, bem
como a los arligos antecedentes, serao cobradas exe-
culivamentc como dividas da fazonda publica, c para
esse fin as autoridades que as tmpuzerem farao as
necessarias parlicipagoes aos inspectores das Ule-
sourarias. .
CAPITl LO V.
Da renda das Ierra*publicas*
Art, 61. A' medida que for verificando a me-
dicao, o demarcarlo dos territorios, em que devem
ser divididas- as Ierras devolulas, os delegados do
director geral das Ierras pablicas rcinctlcrao ao dito
director os mappas da medigao, e demarcacao cada un dos ditos territorios, acompanhados dos
respectivos memoriaes, c iuformagao de lodas as
circumstncias ravoraveis, ou desfavoraveis ^ao ter-
ritorio medido, e do valor de cada braga quadrada,'
com attengao aos precos lixadds no S 2. do arliao 14
da lei u. 601 de 18 de selcmbro de 1850.
Art. 65. O director geral, de posse dos mappas,
memoriaes e ufoi-macoes, propor ao governo impe-
rial a venda das Ierras que nao forem reservadas
para alguns dos lilis declarados no arl. 12 da lei
11. 601, de 18 de setembro le"1850, tendo atlencao
demanda que houver dolas emeada untadas pro-
vincias, e indicando o prego mnimo da braga qua-
drada que deva Mr fixado, na conformidde do dis-
poslo no S 2." do arl. 14 da citada lei.
Art. 66. Ao governo imperial compele deliberar
como julgar conveniente, m as Ierras medidas e de-
marradas devem mc velididas; quaudo o dcvcm'Mr:
e m a venda m ha de lazer em basla publica, 011 fra
della, bem como o prego mnimo, pelo qual devam
ser vendidas.
j, Arl.,67. Re-olvido pelo governo imperial que a
venda m faga em basta publica, e eslabelecido o
prego niiiiimo, prescrever o mesmo governo o lu-
gar em que a. liaste publica se ha de verificar : as
autoridades perairic quem- ha de ser reila, e as tor-
malidades que devera Mr guardadas, comanlo que
se observe o disposlo 110 <.> do arl. 14 da le Q. 601
do 18 de Miembro de 1850.
Arl. 68. Terminada a basla publica, os loles que
andareni nella, e nao forem vendidos por Calla de
licitantes, poderao Mr posteriormente vendidos fra.
della, quando apparcgam prcteiidenles. As offerlas
para csm fin Mrao dirigidas ao tribunal do lheu-
ro nacional ua provincia' do Rio de Janeiro, e aos
inspectores das Ibosourarias nas.aulrasproviucias do
Iniporio.
Art. 69. O tribunal do thsouro nacional, recebi-
dasas olTcrlas convocara o director geral das torras
publicas, e com sua assisteuca far a venda pelo
proco que m ajuslar, uflo Mudo menor do que o m-
nimo lixado para cada braga quadrada, segundo sua
qualidade c situarao.
Art.-70. Se as offerlas forem teilas aos inspecto-.
res das thesourarias as outras provincias do Impe-
rio, esteg as sub
para deca r.
soaffi
geral das
maro o
dos lotos
Ar!
vnl
00
li
inos
leniente fazerVeii
icaralfifffffffffffffffffffffffffffffj
rao let
exigirein,
bracas di
Depois
rios '
meulo perp
posta tjp di
sempre o lai
lena. *
lorias'
didos
com ani
publica*!
ridade.e
-Vrt. 7!j
reseryadaj
d.
branca eadi
dar-loe oull
donada.
Arl
publicas,!
pelo mioi
marinha,
formages
iiblcasj
de particular^
Art. 81. As,
rao sob a admin
tigao se non
aulorisago, o
uidos com a
de setembro de 18
Adeos, Helena, eslou agaslada por voss nao
ler-se lembrado de mim em seus eiubaragos,, e mais
agaslada carei se nao se lembrar para o fuluro.
Essas palavras, e a aegao que as acotupanhou re-^
cordaudo a madama le Flize lempos longiuquos em
que era amada e protegida pela sua rudecompanhei-
ra. abalaram-na al ao fundo do coragao.
Ha momentos em que as almas perturbadas abrem-
se a todas as emoges. Heleua, a qual achava-se em
um desses momentos. p,Tsou om brago pelo'pescogo
de sua amiga de infancia,' e abragou-a, cousaqiie
nao havia feilo ha muilo lempo.
(rossas lagrimas, qupT Ihe Iremeram nos olhos, mo-
Ihar.iiu as faces trigueas de Felicdade, a qual senlia-
se estremecer al ao fundo das entranlias. Veio-lhe
como 11111a haforada di sua mocidade, quando ella
cuiisolava lodas as dore infautis de Helena; o cora-
gao lallou-lbe no peilo, um oslremecimento correa-
nte pelos membros; ella tomu as mitos de Helena,
aperlou-as ao mo, beijou-as mil vezes e aenlio pas-
sar e correr-lite as veas essa emog.1o deliciosa, que
os anjos enviara as rajs.
Nesse momento Felicdade leria dado todo o sen
sangue, mais que sea sangue, toda a sua riqueza, se
Helena tivesse tido essa pbaulasia.
Ella levou desse dia a impressao mais doce, que
experimentara ha muilos auuos, alfagou essa lem-
brauga luda a noile, e quando amanheceu, escreveu
no livro de suas despezas pessoaes a cifra das duas
seminas, que emprestara a madam com
dala anlerior, e pedio n Helena por urna cari?, que
Ihe screvesse um bilhele, o qual Iheservsse de re-
Helena aenlio um fri no coraga.
la, esrrcveii a respost, que madama Chai \i
Ihe, e quasi arrepeudeu-se de ler aceitado
co. cujo leslemunho era iao depressa exic
Passada a emogo, a mercadra do leili
hbitos do uegocio, e deu aos impulsos ge
sua alma as torgas regulares de urna operar
commercio.
Nos das ses'niules, durante os quacs madama (
piqn visitas Helena lodas as manbSas, nao Ihe
do espirito sise pensamenlo nico tornado entao o
movel imperioso de todas as suas aogoes.
, Entre os meios que apresentavam-ae soa imagi-i
nagan para realisar o sonho, que a sitiava inreesan-
lemcnle, ella hesilava. l"m incidente producido p{le
xobsus irresoluefles.
Arl. 82. Hent
aos limii
torras de
estabelecer-se-l
Arl. 83. Paraj
nao he
esla de
lonia, 1
forem ni
como a e
bao de si
Arl. 8
tonos, e
geiros ; as condii
ridades, que
Arl. 85. O
AbertoOj
alineo e!
vida fra um
A FBBRJ
Visitando s
entre-os bilhr
lo conde de^^H
faltos, 1
querin
Ras. e r
lempo ei
Mada
rnagem do ci
Flize, o vira seu pro
pois desses r
mesa de Helo
A vida que
delle nao de
za do lefio;
um papel se;
O inslii
pareoca como ama 1
realidad*.
ize, eslava de ce
nha deovos d'oure, posto que em se
cusasse de nao por presentemente senao ove
prala.
Armaud eslava, pois, reduzido aos espedientes ;
porm linha j usado muito delles,, e ujo podiam
reader-lhe mais rauita cousa.
CotitinuQr'se-ha.}
ntv^^BiBan
^W


povoa olula comprehondidas
na zoi limites do imperio com
pdrtaml pava ellas, agua
cslrangeiro, deverao
>erno imperial, por in-
araldas trras publica, *ib
ooneesio aos (Utos empizanos de
avalente por cada
-eudo rs trra de
pos- proprio*para
um suicidio par* ajuda
^^^^^^^^Hfclado segundo as diflicul-
didas deverao ser
f* ario pelos inspectores
fr designada no arlo
ulutate alheia.
sio os, conservado-
as. Os delegados c subdelega-
fiocces dos conscrvado-
aes, deverao prore-1
iietlerem os delic-
remelter do-
I^^^^^Htoarados, os respectivos autos ao jni/. m*^
termo para o julgamenlo final.
nipues logo que recebe-
cionados no artigo antecedente,
>r qualqucr meio,
iras devolulas, ou
ido. fogo, pro-
ntra os de-
^^^Hfcipaes.
i lei n.
a reque-
1 que se apossa-
-i
uiAniM ut i-tHwynuuLu atuuitu* .rtiML.tj ut mftttvu
ni iriuttos, ou
lividuos, que
^^Bconfinantes.
idicado
orreiooes que
- mnicipaes poein
i'ooimetterem
^^Bes em
11. 87 ;
sponsabilidade, im pondo-
ca, multa de ciu-
i caso de maiur eul-
sde Ierras, qualquer
^^Bjd*- ou possessao,
^Bijuc posso i -
(So presente re-
iuntar, na' cor-
a data (hada pe-
^^Kios do
para o registro serAo fci-
erao, ou fario
Tipiares iguaes, as-
tatignar pelo in-
possilidores
registro das ter-
; ou quaesquer
is, tutores, cu-
tadus da admiuinislia-
declarajoes, de que
ronrerem al-
Jeclaraces por
ao .multados
respectiva, Ircgue-
vinte e cinco mil
.Ando lercei-
ommumjJBis aos ius-
la eiecuvamcnte
lacioual.
cada ama das freguesas
regados de receber as dc-
e os incuiu-
i'o de suas
leyentes,
b sua responsabilida-
or marcada a da-
loart. 91. inslrui-
lao, de
decla-
devem fazer, as penas
las as explicares,
oin riimprimen-
dadas as missas
uncios, que pa-
lamenta dos res-
poseuidas de-
i, a daignaeJo da
^^^Bo nome particular
rio se fr eouhecida
is ao registro aprc-
cxeniplarcs,
i em ambos urna
^^^ptacao : c
lo prova
^^Bbi guardan-
^^Hrem asde-
^^B*o fazer aos
les a instru-
essas dec.ta-
ulo 6atisfazer
in rros
no registro
r qne se aeliarem
^Hxusa-las.
e registro por
e encerrados.
us escfcveti-
i que Ibes forem a-
^cobrarao do deca-
te ao uuinero de
| razao de dous
farao notar em
|tem em poder
ktas,e numera-
inotando em ca-
fgistrado.
.arein algumas
[ostro, ou uelle
llor'ueni inntel-
nites de
lo obri-
in rece-
i de seu
isto sof-
res, sen-
^^^^beo 11
das a essa provincia (O arrobas de plvora grossa, 20
ditas de dita lina, e una forja pira concertar arma-
mento, todava foram entregues pelo mestre do re-
ferido britiuc. conforme consta das informacoes que
remelle, o lU) barris d plvora que foram transmil-
lidos para"lll iwpateelio limulacao.
DitoAo Exm. director geral da inslrcso publi-
ca, aulpritando-o a mandar apromplarraimoveisque,
segundo consta dos dous ofciosque devolve, sao pre-
ciaos para aula de instraego elementar do-sexo fe-
menino da Tilla de Pao d'Alho,. enviando S. Exc. a
respectiva conla, alim de ser ordenado o seu paga-
mento.
DitoAo Exm. rector do Jyen rfesM cidade, re-
commandando a expedi^go datus orden, para que
o professor de inglez daqnelle ejtahelecimenlo, se -
presenle n academia deOliart, nosdia 10 e 11 do
crranlo, afim de all examinar em semelbante disci-
plina. boramunicou-se ao director da mencionada
caden.
DitoAd Exm. marechal commandante das ar-
mas, Iransmitlindo por copia o aviso da repartQao da
auerra de 1,, de fevereco ultimo, do qual consta lia-
vor so concedido ueeiu;a ao tenento do 4." batalhao
de arlilliana a r Apolonin Peres Campello Jacome,
para concluir na escola militar da corte, o corso da
arma n que pertcnceCommunicou-se athesouraria
da fazend.i.
ito--Ao mesmo, enviando copia do aviso do mi-
sterio da guerra de 13 de fevereiro ultimo, deter-
minando que continu > servir uesta provincia o .
iSo alteres do corpo de saude do exercilo, Dr.
Kozendo Aprigio Pereira Guimaraes, que se acha
empregado no batalhao 11-ode infanlaria.Coinmu-
nicou-se a Ihessuraria tle fa/enda.
DitoAo mesmo, enviando copia do aviso do m-
nilerin da guerra de 1 de fevereiro ultimo, pelo
qual se conceden Iicenta para ir a corte, afim de es-
ludarna escola [uilitnr o curso da respectiva arma, a
Jos Carlos de Olivera Franco, alferes do 2. bala-
lliiio de infanlaria.Communicou-se a thesouraria
de fazenda.
DitoAo meamos dizendp que,pola leitura do avi-
so deJO de fevereiro prximo lindo, expedido pela
repa'rlc.lo da guerra licar S. Exc. cerlo de que se
inandnu servir como addido no7. balalbao de infan-
laria, o alteres do 2." da mesma arma (iuslavo Cliris-
tiano Uesuzar.Tambem se fez igual coipmunirad a
thesouraria de fazenda.
DitoAo mesmo, remetiendo por copia o aviso da
repartirn da guerra de 18 de fevereiro ultimo, do
qual consta liaver-se expedido ordem ao director in-
terino do arsenal de guerra da corte, no sentido de
remelter para esta provincia com brevidade, os me-
dicamentos de que tratam os oflicios de S. Exc. no-
meros 23 e 129.
DitoAo mesmo, Iransmitlindo era soloco ao seu
ollicio de 2b' de Janeiro ultimo, copia do aviso da re-
partico da guerra de 17 de fevereiro prximo (indo,
no qual se determina que, das 13 prajas comprehen-
dlas na relacaoque S. Eic. remellen, sejan escu-
sas do servico as que foram julgadas jnteiramenle
incapazes em inspeccao de saude, seguindu para a
companhiade invlidos da Babia, as que anda pode-
rem prestar algum servico. ,
DitoAo inspector da Ihesouraria de fazenda, re-
metiendo com copia do aviso da repartirlo da guer-
Ta de 20 de fevereiro ultimo, os papis relativos a
despezaquese deve fazer com a remonta dacompa-
nliia fixadecavallaria desta provincia, afim de que
salisraca ao que exige a contadura geral daquella re-
partirlo.
DiloAo' mesmo, inteirandoo de liaver o hacha-
re! Lourenco Francisco d'Aimeda Catanlio, partici-
pado que no da 19 de fevereiro ultimo, passara a va-
ra de juiz municipal do termo de Csruar, ao res-
pectivo primeiro supplenle, por eslar findo oscuqua-
Iriennio.Igual coinmunicajaose fc/.aoExm.couse-
"Iheirp presidente da relacao.
Dilo^Ao presidente do conselho administrativo,
recommendandoque promova a compra dos objeclos
mencionados na relacao que remelle, os quaes sao ne-
cessarjosao arsenal de guerra, para apromplar o far-
dsmenlo pedido para a companhia fixa do Rio Gran-
de doNorl.Fizeram-seasnecessarias communica-
ces a respeitu.
loAo juiz relator da junta de juslira, envian-
do para ser relatado em sessao da mesma juhla, o
processo verbal do soldadodo 8." batalhao de infan-
ria Francisco do Espirito Sanio,Parlicipou-se ao
Exm. presidente das Alagas.
DitoAo inspector do arsenal de marinha. appro-
vando a deliberado que (omou, de mandar forneccr
os manlimentos e sobresalentes requisitados pelo
commandante da eslaco naval para o brigue Cal-
liope. *
DitoAo director do arsenal de guerra, communi-
cando que, segundo constou ile aviso da repartidlo da
aperra de 17 de fevereiro ultimo, foi confirmado Jo-
s Luciano Cabral, no lugar de mestre das ofQcinas
pe i- e 2." classe daqnelle arsenal, e recommendan-
do que ordene ao referid mestre, (rale quanto antes
de pagar na recebedoria de remhis internas, vista
da nqta que tambem remelle porcopia, a importan-
cia dos emolumentos perlencenles a mesma reparti-
Cao.Offlciou-se nesle sentido a Ihesouraria de fa-
zenda.
DitoAo inspector da alfandega, remeltendo por
copia o nfficio em que o commandante da cslnciio na-
val declara os motivos, porque jiiio pode ser empre-
gado no lugar de meslre da escuna Linioya, oguar-
diSo extranumerario da armada Jos Antonio.
DiloAo inspector da Ihesouraria provincial, in-
teirando-o de liaver cncedido ao arremalanle do2.
lan|;o da ramitieaeilo da estrada do sul para a villa do
Cabo, Anfljnio Cam'eiro [.eao, 2 mezes de proroga-
Cao para concluso daquella obra.Ignal commu-
nica^au se fez ao director das obras publicas.
DitoAo mesmo, Iransmitlindo, para servir de ba-
se a arremalaco da obra do 21. lanjo da estrada de
Pao d'Alho, copias do orramenlo e clausulas appro-
vadas na mesma dala, para factura da obra.Com-
municou-se a reparlico das obras publicas.
DitoAo mesmo. Tendo-me participado o direc-
tor das obras publicas, em ollicio de. 6 do correnle,
sob n. 89, que os cnifenlieiros daquella repartico
Francisco Raptiaelde MelloRego, e Francisco do Re-
g Barros Barrete, (endo tomado assenlo oa assem-
bla legislativa provincial, fazem opjao de seus ven-
cimenlos como eugenheiros, e que continuaran por
isso a ser incluidos na follia da repartico, assjm o
commonico a Vmc. para sen confiecimento.
DiloA administrarlo do patrimonio dos orphos,
dizendo que pade mandar para a fregnesia de Santo
A maro,da JabaalAo, alim deser all tratada, a orphaa
llore ulana Emilia, que se acha gravemente enferma,
fazendo aquella admiiiislra^ao a despeza indispensa-
vel a semelhanle curativo.
DitoA cmara municipal desl cidade, para que
de conformidade com a deliberarlo da assembla le-
gislativa provincial, expela diplomas a quatrosup-
plcnles qne suhstiluam aos depnlados l.ourenro
Francisco de Almeida Catanho, Francisco de Assis
de Olveira Maciel, Silvino Cavalcanti de Albuquer-
que, e Caelano Jos da Silva Santiago, que anda se
nao apresenlaram na mesma assembla.
PortaraAo director do arsenal de guerra, para
mandar apromplar com brevidade,alim de serem en-
viados para a Parahiha, nos termos do aviso que ra
melle por copia, os artigos de fardamenlo menciona-
dosna relaco que tambem remelle por copia.Com-
municou-se a thesouraria de fazenda.
Dita>Concedendoao arrematante do U,t lancoda
eslrada da Victoria, Mano'el Francisco de Corvalho-
Paes de Andrade, a prorogaeo que pedio de 40 das
para a concluso daquella obra.Fzeram-se as ne-
cessarias communicac.oes.
DitaO presidente da provincia; atlendendo ao
que llie requereua irmandadede N. Senhorado Li-
vramento, resolve conceder-lhe nermissao para fazer
correr om terco da 6. e ultima lotera concedida a
mesma irmandade, expondo-se desde ja a vendaos
respectivos bilhetes ; cando sem effeitoa parlara de
23 de Janeiro ultimo, pela qual se deu preferencia a
irmandade do sacramento da Boa-Vista, para fazer
correr as tres quarlas partea da 5.a loleria, em favor
das obras da groja matriz daquella freguezia__Com-
municou-se ao respectivo juiz.
pa o avisoda repartico da juslica de 16 de feve-
reiro nltnno^no qual nao s se declara haver-so so-
licitado do ministerio da fazenda a expedicao das
conveiiienles ordena, alim de quelna Ihesouraria de
razcndascjH posta n disposicao quaulia de 4003(000 is. para as despezas com o ex-
pediente da secretara da poIicia,m,1s tambem "se de-
ennina que ajwgma thesouraria remeta ao minis-
Icnojlajiistjajfconi a iiossivel brevidade una de-
monstradlo ffTJeapeza.qne se tem fcilo por conla
da quanlia de 4:760000 rs. qu se marcoii a esta
Srovlucia para os misleres da repartico a cargo de
'no presente auno financeirn. Nesle sen-
tido olUciou-se ao inspector da referida thesouraria.
Dito Ao director das obras publcas.concedeu-
do a aulorisaeao que S. me. pedio para lavrar o ter-
mo de recehimcnlo provisorio da9 obras do embai-
reamenlo da parle da eslrada do Sul.cmprohendi-
da entre os marcos de i c 8 mil bracas, c inleiran-
do-o da haver expedido ordem a thesouraria pro-
vincial.para pagar ao arremalanle das mencionadas
obras Albino .los Ferrcira, a importancia da 2.a
preslacao do seu contrato. Ofliciou-se nesle scu-
lido a supradila Ihesouraria.
Dilo Ao mesmo, dizendo que pode lavrar o
lermo de recebimento definitivo das obra de Ierra
da estrada do Sul,corlo de queso expede ordem a
thesouraria provincial para pasar ao arrematante
das supradilas obras.Joao Paos Brrelo, a parle da
preslacao que se Ihe deve correspondente as men-
cionadas obras. Nesle seulido olltcou-se a referida
Ihesouraria.
Dito A Jos Soares de Azcvcdo.para enviar a
secrelaria do governo dous vemplares d quo al
agora se tem impresso la Eslalsflca do descinbar-
ttador Figueira de Mello, activando a impressao do
reatante, e declarando quaudo poden't ella licar con-
cluida.
Dilo Ao inspector da thesouraria provincial,
para que, a vista do competente certificado, mande
pagar a Manoel Caelano de Medraros, arrematante
do ti." lanco da eslrada do Sul, a iinportauria da
2. -preslacao a quo elle tem dircilo. Communi-
cou- Dito Ao rommiindaulc superior da guarda
nacional do Recfe,para fazer activar a revisao da
quahcacao do batalhao de guardas nacionacs dos
Afosados.
Dilo Ao mesmo, dizendo que a conla dos li-
vros e oulros objeclos comprados para o batalhao de
artimaa da mesma guanla nacional, deve ser en-
viada a secrelaria da presidencia para aulorisar o
pagamento, se por ventura esliver nos termos le-
gaes.
DitoAomajorJoaoNcpomiicenndaSitvaPortella
delegado do termo de Florcs.para lazer uegressar ao
corpo de polica a que perteucem.n cabo de esquadra
Jos Francisco Coriolano c o soldado Paulo Soares
ila Fonccca, e quando nao existam eni servico na-
quella comarca para onde destacaran) ha mais deum
auno, com em que S. me. informe que deslino tive-
ram cites.
Dilo Ao capilao commandante do deslaca-
menlo volante do l.imociro. Couvm que Vmc.
nao se conserve eslacionado m un sci lugar, mas
sm que percorra inccssanlemcnte o lerrilorio das
comarcas qne foi encarregado de policiar, afim de
capturar os criminosos que nellas se acharem ; de-
vendo oulro sm preslar ao juiz de dircito da co-
nuirea do Pao d'Alho a forc.a que elle jalgar neces-
sara.na occasao em que all esliver trabalhando o
jury.
Dte Ao juiz de dircilo da comarca do Rio For-
imiso.cnmmunicando liaver concedido 15 dias de li-
cenea ao labellio publico daquelle termo.Joso Go-
mes Coiuibra.
Dito A jamara municipal do Bonito, dizendo
licarscieutc do liaver aparecido um augmento de
receila com a ullma arremalaco das rendas da-
quelle municipio, a qual anda corre por conla do
anno municipal vigente, e coiicodendo a autorsa-
SSo quo pedio a mesma ca'iara para dispender a
quantia de 6003000 rs. com os objeclos menciona-
dos emsou oflicio de 23do'feverero ultimo.
Porlaria.Prorogando por mais 30dascom onlenado
a liccnra queem 23 de Janeiro lindojfoi'concedida ao
jiuz municipal do termo do Brejo. bacharcl Jos
Rodrigues do Passo Jnior. Fizcram-se as neces-
sanas rommuuiracoes.
Dita Nnmeaudo de conformidade com a pro-
poslado commandante do batalhao n. 1 de iiifauta-
ria da guarda nacional dete municipio.os cdados
abai.xo declarados para ofiiciaes do mesmo batalhao.
1. Companhia. .,
Alferes Eugenio Marques de Amonio.
3." Companhia..
Alferes Candido Cascmiro Guedes Alcanforado.
4." Companhia. ,
Alferes Prudencio Marques de Amorim. '
Vjrloriiio Jos Soares Travasso Jnior.
Commuucuu-se ao respectivo coinmandaiilc su-
perior.
FERMBIICO.
he de parecer que soja indeflridb o rcquerimenlo;
perianto julga. a commiarto qae a paga do 5WI8000
^K^
i
Offi^
qne, soMMlofe
l.dado
doarsanal
de guerra Ha i 3la remetli
no lirigoe Forttumdo Norte, afim de serem eora-
10
Oflicio Ao Exm. presidente do Mallo Grosso
aecusando recebidos dous exqmplarcs da falla com
que S. Ex. uslallou a assembla legislativa da-
quella provincia.
Dilo Ao Exm. presidente das Alagoas, aecu-
sando recehido.o oflicio, i que aconrpanharam dous
exemplares da falla com que S. Ex. abri a sessSo
extraordinaria da assembla legislativa daquella
provincia.
Ogy Ao Exm. hispo diocesano, remetiendo
por copia um oflicio do promotor publico da comar-
ca da. Boa-vista, ifini de que se digne de lomar em
cQii8iderac,o o que se reprsenla cm dilo oflicio
coalra o parodio da freguezia do E\u', Jos Ignacio
Pereira do Lago.
- AoExm. mareefial commandante das ar-
mas, inleirando-o de haver concedido, mas registra-
da, a licenca de20 dias que pedio o msico Sabino
de Castro 'Guimaraes.
--Aomesmo, recuntendando a expedirn de
siias orden para que o 1." cadele do segundo"liala-
bao de infanlaria, Julio Pompeo de Barros l.iina
pague quanlo antes na recebedoria de rendas iuler-
as desta provincia, vista da-nula que remelle
por copia, a importancia dos emolumentos relativos
registrada que Ihe foi concedida por aviso
rticao da guerra de 21 de Janeiro ultimo,pa-
stmiar preparatorios ucta capital. .
smo, para mandar por em liberda-
i tnnoeencio Flix Cavalcauli que apre-
-al,
lor d.i Ihesouraria de fazenda,
lia com brevidade,aim de
lente da Baha, a guia do
l'o llxo daquella provincia, Bazilio
a Silva, na qual se deve declarar a poca
ni de cessar o pagamento da quantia de,
referido t alferes conaignou de seu
[uismitlindo urna copia do
a a eitraceSo do segundo
edida.
Igual copia re-
reape lade.
Aa nn indo que, segundo
ias, ees-'
I do Janeiro ultimo deser feite pela botica
MUclmeolno de caridade.o fornecimento de
imentos para o hospital rcgimental, passan-
Mlo liospilal a ser fornecido de remedio
pecliva botica.
Ao Jniz relator da junta da juslica, traos-
nm indo, para ser n^^^HH da mesma
junta o processo verbal dolRSo do 8.. batalhao
de lafaufana, Jo3o Luiz Ferrcira. 'Parlieipou-ae
a Exm. presidente daquella proviucia.
rs. he bstente para o servico quo presta o proles- que assim como at boje este corpo no estado emqne
sor da Victoria o o pouco aproveitameiflo
documentos queajuntou aoseu requerimenlo,mus-
ir que liveram os seus discpulos.
Sala das commissoes 9 de marc,o de 1854__Epa-
minondasManotl ClcmentinoBarrot Brrelo.
O Sr. Agvtiar: V. Ex. tenha a bondade de di-
zer-ma se. este parecer nao foi adiado, por haver pe-
dido a palavra um membro da casa.
O Sr. Pretienle Ficou adiado por haver pe-
dido a palavra o Sr. Figueira de Mello.
O Sr. Agular: Eu propora, que o adiamento
deste parecer, se prolougnise por mais um eu dous
dias, visto qoe nao se acha presente este digno mem-
bro, qne talvez tenha razOes ponderosas, qne levem
a casa a convicefies diversas: do mais, tendo sido
sempre o eSlylo, quando essa demora no lie por
moilo lempo, julgo que seria conveniente obsrva-
lo ; e por isso. se V. Ex. me permute, eu mandarei
um requerimenlo de adiamento nesle sentido.
Va mesa, e be apoiado pafS entrar em discus-
>3o.
k Rcquciro o adiamento do parecer por mais
dous dias.Aguiar.
lie approvado.
Em seguida entra em discussno c he approvado o
seguinle parecer:
Rita Olimpia de Albuquerque, professora de
primeiras lctlras da cidade da Victoria, alegando
exercer com zelo e rcgularidade as runcijOes do
magisterio, c ser a sua aula frequentada por
ASSEMBLA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
Sessao' ordinaria em 10 de marco de 1854.
Pretidencia do Sr. Pedro Cavalcanti.
(Concluso. )
O Sr. Paef Brrelo nao esl muilo cerlo nos es-
tylos da casa, mas persuade-se, visla do regimen-
t, que a mocao apresenlada pode ser considerada
como um requerimenlo, e entrar em disrusso in-
dependenlcmenle de ir com'missSo ; tembra a ne-
cessidade de decidir-se logo este negocio, pois que
esl a chegtro vapor em quo o Sr.visconde d'Olinda
deve rclirar-se para, a corle; e conclue observando,
que tendo lodos us membros da casa assignado o re-
querimenlo, desnecessario se torna ouvir sobre lie
a commissao, que de cerlo n3o fara mais do qne re-
lardar urna, decisao que ja nao he duvidosa, e que
cunvein seja logo lomada'..
O Sr. Augutlo de Oliceira:Sr. presidente, visto
haver duvida acerca] da definieao que se deve dar a
mocao qne acaba de ser lida na mesa, isto he.se es-
sa mocao deve ser considerada como indicacao,. on
como requerimenlo, parece-me qne em tal hypolhe-
se devenios guiar-nos pelos precedentes desta assem-
bla, e estes ho sempre considerado laea mocees
como indicarnos as diversas vezes em que te tem
aqui prnposto que se dirija um valo ou mensageos
de -agradecimentos a alguns presidentes de pro-
vincia.
Por tanto, entendo que nesle caso nos devem ser-
vir de norma esses precedentes; qnanlo ao inconve-
niente que apresenta o nobre deputado acerca da
demora que pode liaver na commissao, por nao te
acharem na casa os membros da commissao respecti-
va, parece-me que V. Ex. tem o arbitrio a seu al-
cance de providenciar, nomeando membros interi-
nos para osla commissao. Nao havendo pois incon-
veniente algnm para que se considere essa moro co-
mo indica5ao, parece-me que oulra deliberacao nao
pode V. Ex. temar, seno enviar essa mocao com-
missao de constituirn do poderes.
O Sr. Presidente : Eu coosidero a mocto co-
mo indicacao, e come, tal mando-a a commissao de
constituicao ; por quanlo desde alguns anuos
qne Idilio assenlo nesta casa, sempre vi que,
apresentadas tacs mocOes, assim hao sido considera-
das; e nao me acho aulorisado a alterar o regiment.
Eu tambem desojara que esla materia podesse
ser decidida j ; mas nao posso dispensar no regi-
mcnlo ; e como disse, tenho observado que esses
pedidos de fclicilacoe sempre vio a commissao, e
que, se tolos os membros que'a compBe nao cslao
prsenles, para ella poder fuuccionar, nomeiam-se
um ou dous membros substitutos.
A morao vai a commissao de conslituic5o n po-
deres.
Val a mesa, c lio aprovado o seguinle requeri-
menlo :
Rcqueirb que se uomciem dous membros para
coniplelarcm a commissao de constiluico c pode-
res, alim de dar com urgencia seu parecer sobre o
objeelo de indicacao (pie acaba de ser aprescnlado.
S. R. Paridla,
He approvado.
Achando-se presente o Sr. Aguiar, he uomeado
o Sr. Paes Barrete.
He lido, julgado objeelo de deliberarnos n
do imprimir o seguinle projnclo :
A assembla legislativa provincial de Pcrnam-
huco, resolve: .
Art. nico. O subsidio,, e ajuda do cusi dos
deputados provinciaes para a futura legislatura de
1856 a 1857 sertlo regulados pela lei provincial n. 4
de 30 de maio de 1835.
8 Paco da assembla 10 de marco de 1854. An-
tonio Jos de Oliteira.
Primeira parle da ordem ilo da.
DiscussSo de pareceres adiados..
Entra cm discussaoo seguinle parecer :
na cidade da Victoria, requer a esla assembla que
Ihe augmente o seu ordenado igualaiido-o ao do pro-
fessor de Goianna, que cusina tambem a gramma-
tica latina, visto que tendo o producto das matricu-
la dosesludanlcs das aulas de inslrucao secundaria,
passado a ser rcuda provincial, entretanto que
oulr'ora era dado aos rofessores para pagamento
de casa c utensiliosdas aulas soffreu b peticionarlo
stensivel desfalque em seus vencimeutos, e adta in-
sufficienle o ordenado dc5Q08000 rs. que actual-
mente tem paramanter-se. A commissao de orde-
nados, pensando bem as allegaccs do supplicanle,
e conherndii dos propios documentos com que el-
le iiislruio a sua pelie*, que asna aula lem cons-
tantemente onze allumnos que, a frequenlam, e no
mais de 60 alumnos, pede a esta assembla que se
Ihe conceda urna gratificaran, que pelo mesmo mo-
tivo foi concedida a diversas professoras.
o A commissaodeinslrucraopublicaentendo quea
pretencao da peticionaria naonsseula em neuhuma
disposicao legislativa em vigor, e considerando que
as torcas ito cofre provincial nao comporlam despe-
zas que s por favor podem ser alorisadas ; he de
parecer que se indefira a pretencao da professora de
primeiras lellras da cidade da Victoria.
Sala das commissoes 10 tle marco do 1854.
J. P. Machado PortellaF. X. Paes Brrelo.-
Segunda parle da ordem do dia.
Segunda discussao do projeclo n. 1, que fixa a
forca policial para o anuo de 1854 a 1855.
Eulra em discussao o art. 1.
O Sr. Oliceira: Sr. presidente, eu nao posso
vqlar pelo artigo em discussao, porque o achedefei-
luoso ; parece-me qne elle nlo salfaz o fim: o acto
addicional incumbe a esta assembla fixar a forca
policial sobre informacoes do presidente da provin-
cia. Entendo que essa formalidad n5o he mera,
he urna formalidad essencial, por quanlo he o dito
presidente quem mais habilitado esl para conhecer
das necessidades do servico publico, h verdade que
a assembla nao esl adstricta a volar por ludo quan-
to a presidencia propoe, e tambem he verdade, que
neslas occasiOes a assembla cosluma dar-Ihe on ne-
gar-lhe um voto de conanca:sc elle,he, como o ac-
tual, qua lem desenvolvido o maior desvello pelos
mclhoramenlos maraes e materiaes Ja provincia, en-
tendo que esse voto Ihe deve ser dado, tanto mais,
qnjndo vimos, que -elle achando-se aulorisado pela
lei vigente a augmentar a forca policial com mais 200
pracas, se assim o exigissem as necessidades do ser-'
vico, uo quiz prevalecer-sedessa aulorisaeao, aguar-
dndole para informar a esla assembla, como o fez
no seu reta lorio, que jnlgava necesario que o corpo,
mesmo em eireumstancias ordinarias, tivesse seis-
centas pracas; c que no caso de que a assembla tam-
bem assjm enlendesie, conviria muito que em lugar
de mais duas companhias de'infanlaria, se creasse
ama de cavallaria ; entretanto vejo que a commis-
sao desatiende a to.
Senhores, o corpo de polica desde a sua organi-
sacao, que dala de 1831, teve sempre. urna compa-
nhia de cavallaria, companhia que foi exlincta em
1810, em consequencia de te haver creado um es-
quadrao de linha, que se preslava sempre ao tervico
de polica ; mas m virlude de avisos imperiaes nao
pode essa companhia ser empregada em servico
alheio; nao devenios deixar de saiisfazer a proposla
da presidencia.
Senhores, eu nao sei se tem lugar, ou se he mui-
lo cabida a disposicao qne conten o artigo de man-
dar elevar o corpo de polica a 600 preces em eir-
eumstancias extraordinarias, porque crio que para
o corno de polica, nao se d5o eireumstancias extra-
ordinarias ; o seu servico he sempre o mesmo: o
que se enlende por eireumstancias extraordinarias *
sem duvida os casos de sedicn, invasao de inimigos
externos, a I lera gao da Irarfquildade publica, etc.,
mas para isso existe o exercilo e a guarda nacional,
que he sua auxiliar ; por consequencia, nao vejo que
para o corpo de polica hajam eireumstancias extra-
ordinarias ; e se a commissao dando ao presidente
da provincia a faculdade de elevar a torca a 600 pra-
cas, em eireumstancias extraordinarias, ^demonstra
que deposita nelle plena coiifianea, porque Ihe lie-
ga a companhia montada ?!
Senhores, a perpetrarlo dos crimes esl quasi sem-
pre na razao directa da facilidade de escapar i pu-
niego : quando"essa forca nao he sufflcente para sa-
listazr de promplo lis diligencias da administraco
policial, coni facilidade consegue.-n os criminosos es-
capar i prisad. Assim vou apresentar ama emenda
ao artigo, a qual tambera se acha assignada por tres
Sr. deputados, e he concebida nos seguales termos,
(le-)
Aguardo as razes da nobre commissao para con-
tinuar, no caso de que o entenda necesSario.
ATaimesae he apoiado o seguinle'artigo substi-
tutivo.
Emenda substitutiva ao rfrt. 1.- do projecto
n.1.
A forra policial para o anuo financeirn de 1854
ti 1855 constar de 450 pracas, formando cinco com-
panhas, qualro de infanlaria, o urna de cavallaria a
qual lera cincoenta pracas. O presidente da pro-
vincia lhc dar a organisicao, que mais convier
disciplina, o economa do corpo. OliceiraApri-
gio Veiga Pessoa Machado Silca.
0 Sr. Mello /lego:Sr. presidente, nao pensan-
do a commissao que assignou o projeclo que se acha
em discussao, de modo diverso do quepensao nobre
deputado acercarlo actual administrador da provin-
cia, nem depositando nelle menos confianca do quede*
posla o nobre deputado, ella nao duvidaria satisfazer*
a qualquer'medida. que elle reclamasse no seu rea-
torio, se nao livesse motivos poderosos com que po-
desse justificar o seu procedimento, sem que dahi se
podesse inferir que nelle nao linha essa confianca que
por lodos os ttulos merece, e essa consideracao de
uossa parle a qne Ihe dao drelo o seu mrito e rele-
vantes servigos, que eu nunca deixarei de conside-
rar devidamenle. A commissao tratando de formu-
lar o projecto em discussao, teve antes de ludo de
considerar o que a tal respeilo se acha, consignado no
relalorio da presidencia, e examinando at ondeche-
garia a despeza que se deve fazer com urna compa-
nhia de 50 pracas montadas, achou que ella era bas-
tante crescida e tal,que nao poderte ser satisfeita sem
sacrificio de nutras verbas de despezae prejuizo de
oulros ramos do servico publico ; e que nao deixava
de ser um embarace para a commissao, que nao de-
sejando desaltender a um pedido do governo da pro-
vincia, baseado na necessidade do servico publico,
n3o desejava tambem sobrerarregar os cofres da pro-
vincia com despezas excessivas. A." visla disso ella
procurou por meio de um de seus membros, enlen-
der-se com o Exm. presidente, para rombnarem o
melhor meio de resolver a ditliculdade. Talvez nao
fosse necessario dizer isto, se se refleclisse que quan-
do se trate de medidas que envolvere a questao de
confianca e que lem de ser concedidas por urna cor-
poracao qac esti em inleira harmona com aquelle
que as solicita e tem de executar, nunca essa corpo-
racao loma urna deliberacao a tal respeilo, sem que
tenha iulellgeuca previa com aqucllequeas pede...
o Sr. Oliceira:E de que serve o relalorio ?
O Sr. Mella fcgn :O relalorio serve panaexpr
as necessidades da provincia, para darinteiro conbw^lP6'11 creacao dessa companhia
("imollfl a qHamKln i.-.d n ~ ^1 .1 ._ J -u CI-.-l-h tirlili r. ...!,-., .(.,<...!..
Ut i KM.
m
que convm tambem ser Hendidos, concordou que
nao deviam ser elles sacrificados ao corpo de policia.e
qua a
uno-ao enere de polica, remetiendo porco- espaco de seis anuos ^nas dous fizeram exame ;
seacha vai preenchendo at necestidadea do srvco
publico, supprindo o zelo c actividade das autorida-
des a falta de forya que se nota, poderte continuar
do mesmo modo daqui por diante, continuando aad-
ministracao a prevalecer-scdos recursosquo Ihe po-
dem ministrar seu zelo pela causa publica e seu in-
lereso pelo bem estar da provincia. O Exm. pre-
sidente, portante, animado dos mesaos dsete qu
a commissao, nao perdendo de viste oulras bBbss-
dades da provincia, anlorisou-a, digo.mal, concor-
dou com cite no projeclo que foi apresentendo, con-
cedendo para as eireumstancias ordinarias gomenle
400 pracas.
. (Ha im parle que no ouvimos.J
Diz porm o nobre deputado,'e nisso he aco'mpa-
nhado por oulro nobre deputado, que o relalorio he
odete!, c que he por elle que se devem regular.
Este aparte dp nobre deputado, he um pinico oden-
sivo commissao; porque pfie em duvida o que el-
le assevera. A commissao nao vfria asseverar lia
casa urna mentira ; se ella nao livesse lido intclli-
geucia com o adniinslrador da provincia, se nao
livesse liilo da tua parte urna acquiescencia. Se S.
Exc. estivesse convencido de que nao devia desistir
das pretoucoes do relalorio, a commissao leria bas-
tante coragem, bastante cnnsriencia do seu dever,
para nao ceder da sua idea nesta casa se acaso en-
lendcsse que nao devia ceder, e entao lomara a res-
ponsabilitedc do seu procedimento, sem se acober-
ter com o nome de ninguem; dira franca mente : a
presidencia pensa de tal modo, mas a commissao
peusa de modo diverso: nao somos obligados a
pensar com S. Exc. lima vez, porm, que a com-
missao diz, para ser ouvda pelo proprio adminis-
trador, que est de accordo com elle no projeclo qu
formiiliui. eulcudo, que iienhiim membro deste casa
lem o direilo de invocar o relalorio como pera ofli-
cial, e duv dar da palavra da commissao.
O Sr. Olirriru : F.n nao duvido; digo que para
mim vale mais o relalorio, que he peca oflicial...
O Sr. Mello Reg :Mas note o nobre deputado,
que a entrevista da commissao. foi posterior ao rela-
lorio, que o presidente poda modificar suas ideas, e
mesmo nao modificando, poderte por amor do servi-
co publico, por amor dos ootros ramos do servico,
nao querendo que elles fossem sacrificados ao corpo
de policva, fazer em nmesforco umaconcessSo mesmo
de sua parte, e ir te remediando coma forca existen-
te actualmente.
A commissao dndo-se ao trabalho de calcular
a quanlo montava a despeza com essa companhia de
cavallaria, achou, Sr. presidente, que para 50 pracas
do pret, com tres ofiiciaes, smenle na parle relativa
a sidos, forragens, e compra de cavadas anda por
mais de 30 contos de res, nao sendo incluida nesla
quantia o equipamento da companhia nem OS farda-
montos, porque a commissao nao lev em suas raaos
os dados para calcular o cusi desses objeclos, que
eu supponho nao andarro por menos^de 10a 12 conlos
de n-is, os quaes addcciouados aos trir.ta e tantos
elevam as despezas a 40 e tantos contos de ris. E,
Sr. presidente, quando o Exm. presidente he o mes-
mo que nos diz baseado no relalorio do Sr. inspector
da thesouraria, que ha a presompcao de um dficit
do ceuto e tfnlos contos, no exercico vindouro, nao
deveremos nos fazer todos os esforcos*para reduzir ai
verbas da despeza, afim de que desappareca esse
dficit?...
Um Sr. Deputado :Nao est verificado...
O Sr. Mello Reg:Agora o nobre deputado diz,
que nao esl verificado; agora nao acredita no rete-
torio...
O Sr. Oliceira:Ello nao assevera,' diz
Ihesouraria tem receto.
O Sr. Mello Reg :Se a thesouraria tem este re-
ceto, elle deve ser fundado com alguma cousa, e co-
mo nesla parte o que nos compele fazer he remover
esses receios, lomar as cntelas para que se nao rea-
Use esscdelicil, affaslar a desconllanca que parece ter
apodrado-se do animo da Ihesouraria, ctimpre-nos
reduzir o mais possivcl as despezas...
O Sr. Oliceira:Sem prejudcar serviros que sao
de absoluta necessidade.
O Sr. Mello Reg:Sem prejudcar o servico in-
dispensa vcl, caso em que se nao acha a companhia de
cavallaria, porque eu digo, ou disse j, qne aquelle
que tem de executar a lei que vamos volar, satisfaz-
se com a forca que a commissao propoe...
O Sr. Oliceira :Assim como o Sr. Ribeiro se sa-
tisfaz em 1852.
O Sr. Mello Reg :Eu nao merefiro aoSr. Ri-
beiro, nem me importa saber o que elle disse ; nao
sei a que proposito vem o aparte do nobre deputedo..
O Sr. Oliceira d um aparte.
0 Sr. MelloRego :Entao suppie o nobre depu-
tado que qualquer qne fosse o administrador da pro-
vincia, que conhecesse que esses meios erara indis-
ponsaveis para o servico publico, annuiria a qne Ihe
nao fossem concedidos? Sr. presidente, que este ra-
mo do servico publico pode ser aalisfeito, com a for-
Ca que propoe a commissao, prova-o o facto de que
tem sido feto at boje. E note o nobre deputado
qne o Exm. presidente nao exige, nao pede como urna
necessidade indeclinavel, diz qne conviria. E de-
pois disso, estando elle na idea de que oulras despe-
zas uso devem ser sacrificadas a essa, s insistira por
tal pedido, quando o jnlgasse de absoluta necessida-
de, mas nao...
1 m Sr. Deputado :Elle diz qoe 600 pracas sao
necessarias em eireumstancias ordinarias.
O Sr, Mello Reg :Eu leio orelatorio (le.)
a Necessarias mas nao ndspensaveis. Ninguem
desconhece que essa forca he necessaria ; eu sou o
o primeiro a confessa-lo, e se a nossa renda nao fos-
se tilo diminua, en propora, nao para que se ele-
vasse a torca policial a 600 pracns mas a800a 1,000
afim de que houvesse destacamentos em. todas as co-
marcas, em todos os municipios, em lodos os termos;
mas quando nao ha renda para lano, como faze-lo?
No relalorio nao ha urna exigencia, ha urna demons-
trarSo...
Um Sr. Deputado:Demonstra cao de. urna ne-
cessidade lao urgente.
UmSr. Deputado :S.Exc. exprme-sc assim por
modestia.
O Sr. Mello Reg:Quando aquello que lem o
dever de expor as necessidades da provincia, lembra
urna medida, que convm lomar para o bom anda
ment da administraro e vem ao seio da represnte-
lo provincial apresenta-la, nao se expressa com mo
desla, diz o que he necessario e pede-o. Nao sei o
que seja modestia em urna pera oflicial como um re-
lalorio, em que s se (rala de expor as necessidades
da provincia e pedir as medidas que sao de conve-
niencia publica. Niio vejo por tanto razao, Sr. pre-
sidente, para se querer augmentar a torca policial
com essas 50 pracas, tanto mais quando o adminis-
trador da provincia se contenta com as 400, como
j ponderei, fique tambem cerlo o nobre deputado,
de que a commissao sem queqneira fazer garbo d
confianca que lem no actual administrador, nem os-
tentar inlimidade c harmona com elle, nao recusa-
ra ao Sr. conselheiro Jos Bcnto nma medida, an-
da de mais alcance do que a de que se trata, se elle
a pediste como indispensacel para saiisfazer a indas
as necessidades da polica da provincia ; porque elle
nao faria nina tal exigencia sem ter bem pasado to-
das as razoesde utilidade publica; e, como j disse,
a commissao nao peusa diversamente do que pensa o
nobre depnladn acerca do administrador da provin-
cia. Portante nao he preciso chamar a questao para
o terreno da confianca.
Senhores, eu regulo-me mais pelas informacoes do
nobre presidente da provincia do que pelas dos nobre
depnlados...
t.'m Sr. Deputado : He por isso mesmo, que se
pede a creacao da companhia.
O.Sr. Mello llego :...enlendi-me com elle pes-
soalmenle, e visla das razos quo Ihe aprsenla,
da quantia a que se elevara a despezado corpo de
polica coa mais essa companhia, elle nao duvidou
esperar por lempos mais prsperos para insislir entao
cimento'a assembla provincial de ludo aqujBo que
convm fazer-se a bem do servico publico, mas nao
se segu dahi," que todas aslembraneas, lodasat me-
didas indicadas no mesmo relalorio, tenham necessa-
riamenle de ser adoptadas pela assembla, porque
nao caberte as torcas dos cofres pblicos saiisfazer
todas essas necessidades. A presidencia por sba parte
lem obrigacao de Irazer ao conhecimenlo da assem-
bla todas as necessidades publicas ; e assembla
correa obrigacao do saiisfazer essas necessidades al
onde poder, considerando sempre cm primeiro lugar
a queforem mais urgente) A commissao pois, como
eu la dizendo, enlendeu-se com o administrador do
provincia, e este nao tendo deas diverta dasda com-
missao acerca de oulros ramo de servico publico,
Disse anda o uobre deputado que acha o artigo do
projeclo menos conveniente, poique-nao enlende o-
que sao eireumstancias extraordinarias. Aqui nesla
casa jase defini o que eram eireumstancias extraor-
dinarias, o o nobre deputado aceitou esta definico,
e votou pela emenda que consignava essa defi-
nieao...
O Sr. Oliceira:yutreutef...
O Sr. Mello Reg .Importe, qua o nobre depu-
tado comprehendeu enlo o qoe boje diz qus nao
comprehende ;. parece, que com o andar do lempo
desajircndeu nula parle. Circumslanria extraordi-
narias sao todas as que nao forem normet: nao. he
preciso qne baja guerra externa, ou rebelliao para
que ellas se deem; ludo qnanlo eoaeorrer para a aU
.
teraco dapaz publica ho circunstancia extraordi-
naria. He verdade que, como diz o nobre deputa-
do, em laes casos compele ao governo geral tocoorrer
a provincia com a forca necessaria ; mas ndt pelar nos-
taparle devemos ajuda-lo, porque lemos inlretie
uamamitencaodaordem publica, na provincia
mos os mais inmediatamente internaado na conser-
vacao della, porque somos t. i de
perto (odrera com a sua altera i
O Sr. Oliceira :Em eireumstancias extraordina-
rias, nao" ha precisa autortafo ao governo, porque
elle faz o'que julaar necessario e de'pos. d conla.
O Sr. Mello Reg :Na...
O Srr Oliteira:Augmenta 0 corpo de polica, e
depoisd conla.
O Sr. Mello Reg :Sou muilo novo na carreira
publica ; em meo lempo aiuda sean den isso, nem
tei se o governo j o tem feilo...
O Sr. Oliteira:Anda em 48 o 49.
O Sr. Mello Reg :Mas, para que por o governo
nessa posicao. te nos podemos j prevenir o caso, dan-
do-lhe a aulorisaeao ? Sr. presidenle, eu pelo quo
vejo, convenco-me de que o nobre deputado nao quer
convencer-so das minhas razos. Creo, qoe eslou
perdeudo o meu lempo, e consumindo o da casa para
mostrar qoe a commissao fez o que devia, que pro1
ceden regularmente, e que o projecto deve ter ap-
provado. Entrego pois ao criterio da casa as razoes
que acabo de apresenlar ; faca ella o qoe entender;
uao tenho interesse individual no projeclo, nao he
cousa que deva interessar mais a mim do que a oulro
qualquer membro della. A commissao nao teve ou-
lras vistas, nao fui guiada por nenhum oulro sent-
mente, que nao o amor do interesse publico. Vote
pelo projeclo e contra a emenda do nobre depu-
tado.
O Sr. Machado da Silta : Entendo, Sr. presi-
dente, qoe urna das ideas, que mais nos devem do-
minar a nos que nos interessamos pete felcidade
desta provincia, he cerlamenle a de promovermos
o seu desenvolvimcntn material ; porque dftse des-
envolvmenlo depende, sem duvida, o seu ensran-
decimento e progresso. Entretando, pensando des-
te modo, entendo tambem que por salisaco de ne-
cessidades imperiosas, devemos por disposicao do
governo meios coactivos, oa forca publica, com qoe
posta elle garantir a nossa segoranca individual,
quando, por ventara, seja ameacada ou estremecida.
Se pelo desenvolvmenlo material podemos levar
nossa provincia carreira do seu eugrandecmenlo,
facultando e pondo a disposicao do governo esses
meios deque fallei, concorremos direclamento para
a garanta de interesses e de direilos que nos sao ca-
ros e preciosisjimos.. Eslou, por tanto, convencido
de que quando se trata de remediar e saiisfazer nos-
sas necessidades, nao devemo-nos oceupar exclusi-
vamente de urnas, esquecendo-nos de oulras; por-
que desse modo de proceder podem resultar-nos gra-
ves males.
Em verdade, se nos deixassemos levar tmenle
telas vantagens que podemos gozar com o factura
de estradas, esquecendo-nos de nossa seguran ca in-
dividual, que he a base da soriedade civil, certa-
mente leamos de telar com graves embaraces; o
talvez que nao gozassemos dessas vantagens, por mais
acertadas que fossem as medidas, que empregasse-
mos para oble-las. Em consequencia, por lano,
desles principios, qne religiosamente' professo, de-
claro qne nenhum escrpulo tive em assignar e-
menda que se acha sobre a mesa, em virlude da qutl
fica o governo aulorisado a crear urna companhia
de cavallaria nesta provincia. Realmente, Sr. pre-'
tidenle, a,creacgo de urna torca desta nalureza he
surama e convenientemente necessaria, em qualquer
paz ou estado, mormenle na nossa provincia, cuja
civilisacao, tinto dize-lo, nao he tao adiantada cmo
eu desejava q\ie o fosse ; mormenle na nossa pro-
vincia, cuja vias.de communicarao anda nao te
acham em estado (al de perfeicio que possarn, por
assim dizr, diminuir a grande distancia do seu vas-
to territorio; mormenle na nossa provincia, onde
a accao da juslica, e o imperio da le ha sido algu-
mas vezes entorpecido...
Um Sr. Deputado : Como em muitas oulras.
O Sr. Machado da Silca: He verdade, nao
neg. Em consequencia, pois, Sr. presidente,.de
que tenho dito, supponho que nesla casa nao llave-
ra quem razoavelmenle ponha em duvida a necessi-
dade da creacao de urna companhia de cavallaria.
Nao se diga que essa creacao he detnecessaiia, por-
que temo urna companhia de linha dessa natureza ;
nao: pois a que entre nos existe, he constantemen-
te empregada no servico da guarnico desta cidade ;
a se por ventura o ha sido algumas vezes, se bem
que raras, em anxilio e para garanta de nossa segu-
ranea individual, nao provari isso, attendendo-se
aos felizes resultados que se tem obtido de seme-
lbante emprego, a necessidade da creacao de urna
companhia montada, cujo nico fim seja prestar-te
exclusivamente aos reclamos da autoridade publica,
quando eireumstancias imperiosas o exijam ? Cerlo
qoe sim.
' Felizmente o noble depntado que acabou de fal-
lar, recooheceu ess ncoestidade, como deve estar
lem.brada a casa ; entretanto, disse-nos qne tentia
nao poder volar de conformidade com a emenda que
se acha sobre a mesa, por serem nossas renda mui
exiguas e limitadas. Senhores, eu tambem tei que
o estado de nossos cofres nao he muito lisongeiro;
mas parece-me que nao podemo-nos prevalecer des-
se argumento, para delle deduzirmos a consequen-
cia, de que em qnanlo at rendas da provincia nao
avultarem,*as nossas necessidades, por mais palpi-
tante! que tejam, devem (car por serem satisfei-
las ; nao : quando muito, concedo quo delle se con-
clua que essas necessidades tejam remediadas, po-
rm com a maia sev era economa. E he per isso
que talvez tenha eu de oderecer consideracao d
casa urna emenda, para que se nao augmentem, por
ora, os vencimenlos das pracas de pret do corpo de
polica, alim de que, dexando-se de abrir essa ver-
ba de despeza, nao seja muilo sensivel ao nosso co-
fre a creacao da companhia montada.
O Sr. Augusto de Oliceira d um aparte que
nao oavimos.
O Sr. Machado da Silca : Perdc-me o nobre
deputado : eueslon convencido da necessidade des-
se augmento de vencimenlos,. que preserftemenle
sao mui escassos: e por isso digo com toda a sinee-
ridade, de que sou capaz, que cbnddo-me da sorle
dos pracas do corpo de polica ; porm, parece-me
que, perora, nao ser conveniente aogmentarem-se
esses vencimenlos, porque lemos de saiisfazer ne-
cessidades muito palpitantes, que, por assim dizer,
siiffocam o sen lmenlo generoso, que nutro em favor
desta parle de uossa torca publica. Assim, poU.aug-
mentcmo-los em oulra occasiio, que nao na aclua-
lidade, isto he, quando nossas rendas o permillircm.
Sei, como disse o nobre deputedo que acabou de
(aliar, que devemo-nos oceupar 'com o detenvolvi-
meiilu material da provincia ; o que por conseguiu-
te muitas obras lemos a fazer, como estradas, ele,
ele, ; entretanto julgo que por cansa deste ramo
do servico publico nao devemo-uus esquecer de ne-
cessidades que reclamam a nossa attencao. como pa"'
rece pensar o nobre deputado a.quem me retiro.
Senhores, eu conheco a necessidade que temos da
vias do coinmunicaciiu, porque ellas Irazem, por as-
sim dizer, a riqueza e a civilisacao ao coracSo de
qualquer paiz ; mas em verdade, nao devemo-nos
dominar someale por essa necessidade esquecendo-
nos de oulras ; porque disso podem resultar graves
inconveniente-, aos nossos proprios interesses, como
j disse. Facaino-las, pois, como o pbrmillirem as
fprcas dos nossos colres; mas lem bremo-nos tam-
bem da segurauca individual, que exige imperiosa-
mente que re ponha disposicao do governo lana
forca publica, quaula seja bastante para garanta do
nossos direilos.
Sr. presidente, aqui termino, declarando' que
voto a favor da emenda, e contra o artigo do pro-
jeclo que se discute.
O Sr. Souza Carvalho :Sr. presidente, decla-
ro que entro nesle dbalo nicamente porque, na
qualiilndc de membro da commissao de polica, son
obrgado a sustentar o projecto. jmla que as ob-
jec.coes, que Uto fazem, julgo lercm sido cabalmen-
te refutadas pelo mcu nobre amigo o collcga o Sr.
Mello llego.
l'ma das razos dada em defesa da emenda fun-
dam-se no pedido feilo pelo E\m. Sr. presidente no
seu relalorio..,.
O Sr. Oliteira:E em mais alguma cousa.
OSr. SoHzn Canalh o:--Mas fnnda-se tambem
e especialmente no relalorio: a proceder esla razao
segue-se, que nos nao devemos s dar a companhia
de cavallaria, mas devemos dar tambem o quarlcl
de polica e oulras mullas coosas, devemos saiisfa-
zer grande numero de nocossidados que o relalorio
e todos reconhecenw mas quo infelizmente nao po-
demos satisfazer.^le bem claro, que um paiz no-
uo pode prever
lades que experimen-
. presidenle prescinde
pensar este angme|
O Sr. Apri
presidentes.
O Sr. Sousa C
presidente fcx Bil
tanto nao foi, que
medida, mas depois, co|
realisa-la, concordou e
crilicar oulras verbas a
Senhores, quem
nao tem dinheiro pa|
sidades'.' Entre oslas
tilo palptenle e tao
cJo, que a assembla
urna lei autorisaiido um emp
saiisfazer a essas ueceaaidados k i
lamnos com os ongos reudimemv
empreslimos, como havemos de pri
da quaMia que se Ibes pode d
ludo com a torca policial? O nobre
calculou eiuquaulo importa esse augmeu1
la pouco mais ou menos em cincoenta
ris E o que fica o.ntft para as obra pal
lo maii quanlo, j Kuautia
virlude de contratos e me affirraa o
que essas quanlias sobcm a. noventa
Alm disto convm advertir que, n
companhia de cavallaria, s o augiaa
ris diario no rendintentos dote
um accresrimo de despeza de dbze ce
Com lodos estes augmento onde iremos
Agora examinemos al qo*poulo de
esleale cm relacao i seguraoca, esse
augmento de torca policial, e veremos1
dade nao se 'acha por maueira neolir*
rao com a qnaulia que iremos
Primciramentc, no que toca
s com a torca policial que devemos
dinheiro: nesle ramo lia oulras despezas
talvez anda muilo mais ulei. I
bem he muilo "necessaria, e nio sei.se
putedos por este maueira gn!
los contos chegar tambera o din'i
ileia, a nao ser elle elstico;
dinheiro que, segundo os nobres d
tico; parece que a necessidade qi
polirtel, tambem tem a mesma pi
se houvessem 600 pracas, os nobres
nham a mesma razao para dizerem e
a torca era poura, que anda as neceai
cas nao estavam salrseites...
O Sr. Augusto de Oliceira:Ne\i
duas mil pracas.
O Sr. Souza Carcalho :N'ama prj
tem duzcnlas teguas de cxtenc3, arhai
depulados que sao 50 pracas mais qi
fazer a todas as necessidades da' pol
ponto julgam os similores que nos vai
Dado de Saturno este augmento de 50'
l caprii
ua utilidade i
liria?

contra o
Esl demonstrado, -enhores. por
qucjiao sao os soldadosede polica
maiores serviros; a forarmada
Ve para auxiliar as dligenria-
Ihores resultados be o dinheiro,
oulros agentes que nao sejim i
granadeira. O nobre depi;'3do quea
teve^ccasiao te observar, roino'o-alcjwk,
ca, um tacto desgranado milito recente,
cu de que Ihe servirn! o qirinze'^^H
vallara- cujos ca vallo ficarnm i
diligencias? quem eflectuou a pr
so? foram os agentes secretos, ai
tenciam ao corpo de polica... i
Um Sr. Deputado:lao he i
O Sr. Souza Carcallto:-
O Sr. Brilo: Isto foi um i
O Sr. Souza Carcalho'.4sl
reza das ecusas, e nao ha quem
nutilidade do corpo de polica
de polica.
Os nobres deputados que let
projeclo teem apresentado ideas gerae
lem dito bellas cousas a pro! da sei
mas tambem, se fossmos a lrar to-
cias da sua idea, se esta fosie a un:
a que se devesse attender, deviamo j
dinheiro'com esla verba;- mus tambem
pollera responder, que a nica cousa i
'para a seguranca individual, nao sao
dados de polica. Os interesses dos difl
mos do servico estes tao ligados entre si \
tem' mutuo soccocro. As vias de rommun
instrucoa, a religiao, tambem r^^^H
para que liaja seguranca de vid.
rao, anieuisando os cosame n^HB^K
tinelos (para semr^ne da phrasc de um \
lega). Se eu possuisse a eloquencia
potados, lambem podria diaer bellas
respeito.
O Sr. Aprigio: Antes de b^M
individual.
O Sr. Paet Brrelo:.... qu
50 pracas.
OnSr. Souza Carcalho (ele\and a
dexemo-no de liccoes, seuhore; fall
corpo de polica no he mais do que nu
corpo de linha exlraord inariomente desi
disciplinado.
O Sr. Oliceira:to sel a]
caso.
O Sr. Souza Carcalho:Ven
deputado avista de ludo isto, dj
com o corno de polica, um i
Irmento de oulros objeclos", i
ser mais aproveilado.
Sr. presidente, julgo ler de
deve adoptara idea emitida na
membaps, porque a utilidade qu
proposlo para corpo de polici
riy, porque a sua influencia
blica Dao se equipara ve
n'um orrameiilu de sote centi
e finalmente porque, se adopli
nao poderemos allender a ou
muilo allcudiveise nccessariosi
O Sr. Aprigio: Sr. presiden
do artigo substitutivo ao primeiro <
posso furlar-mc a fazer certas j
algum tanto acanhado, por i
nos do projecto sao Lio illaslra
Ibes nao podcjxi. cabalmente '
consciencia Que tenha da I
fendo.
Respondendo ao nobre
segundo lugar, eu dirci quei
zendo corlezias a um
fez, nem lao pouco tomos lev j
ideas por meras cuisidera
eu declaro qua lenho
Exra. presidente, nun
guei dever dar ctla
nobre deputado cm fallai
(Ha alguns apartes.) I
P Sr.. presidente se e x pri me- por esla forma I
Se assim o enlewtesse esla assembla,
ra antes urna companhia de evglU
em lugar das duas da jutantai
olhos de lodos a iiccesdade <# un
primeiro aceno dos agentes da
com a maior celerdade possivel.
Ora^l salta aos olhos de lodos, si
urna verdade palpitante, urna n
est consignada por S. E
O Sr. Souza Carcalh
tei de polica.
O Sr. Aprigio: -
que nao podemos dar qu:
nao. devemos crear unu^^B
Eu nao pretenda loe
Cao qu audiencia que
missaoliveram com o |
chamar sso para o
vamos da honrada palavra Ta \
sempre, que n*o estou adslri edades das
opinies da presidencia, e nem por islo se me poder
chamar illogco, cingindo-me ao que elle disse na
sua peca oflicial.
Hernia verdade que provincias menores lem pra-
C-n montadas; eu venlio do Ceart, que tem um
cela diminuta, em relaj.lo j nos-a, maulaba
Cas policiaes mouladas.
O nobre membro da commi-
fez lembrar a crescida despera qne viril ac i


i
ess companhia em 42contnsde ris: ora, eu "Jo vejo', que quarenla
o lanloa costos de rii tejara 8 quanlia enorma que
obate a urna metida necessaria, nao vejo qoe esta
despeza taja lo avultadt para que nao creemos nina
conta da tanta necessidade que taita aos elkos de
todo*. Tralou o nobre dcpulado que falln em ulli-
gar, do dficit qoe m rcceiave. na lliesouraria;
masqisnlo aesso deli bemqueo Exm.I
presidente diz tslo no
A lliesouraria pare e se
lem da arrecadar al o lim do exereicio nao cheguc
para (atar face as despena quenelle lem de ser pagas;
e aprsenla era .reanlltdo dewug clculos um dficit
de 144:4299783.
a Cein quanio, na verdade, se nao possa contar
comban vaotejoso rend mani em consequencia la
diminua nafra de aasticar, todava parece qoe nao lia
fundamento para recetar-se que a thesouraria uflo
poa aalisfaier poitB|lmenle os seus empenlios;
porqeanto, anda suppnndo que a receta do exerc-
inual a menor dos.qoatro ltimos
lia de arrecadar no segundo semes-
trimeslre addicional a qoantia de res
) unida ao saldo, que passou do pr-
s> d aem duvida urna somma sullir icn-
10 pagamento das despiezas decrela-
aioda para o exereicio seguinte orna re-
l:19738l; e istu sem contar com o aug-
sirel da renda, nem cam a maior arreca-
ieida activa, que se p% ohter empregan-
eclvidade na cobranca, vislo ser quasi
lodn ella realisavel.
, que o resto do exereicio corra, se
elmeule como o anterior, ao menos
ment do crdito da provincia, e
yseeao dos raellioramenlos tnaleriaes en-
rgenlemenle reclamados pela commodida-
de publica...
e temos estado prospero dos cofres....
Souza Carcalho: Mas nao chega para
3.
frigio: Eslon que 140 con los sempre
para a companhia policial de cavallaria.
bam e nobre depolado que falln em pri-
r, que onlros ramos do servico publico li-
neados. Eu naovou fazer umadisserta-
seguranca individual, mas direi semprc
ID dos ramos que roais deve merecer as
ns poderes consliluidos; e nao vejo que
ses, que fiquem lao prejudaados com a
40 conloa enm urna companla de caval-
l mesmo que osses ramos devam ser prefe-
seguranza individual e de propriedade.
i o honrado depnlado, qoe a assembla nao de-
ve satisfazer todas as proposlas do relatorio: eu
lambemei lando qoe a assembla so deve satisfazer
oa pedidos que Ihe parecerem razoaves. Eulende-
pedido be razoavel, e por isso o adpta-
nos por consegniule do acord com as
ideas do,nobre roembro a lal respeilo.
Dda o bonradn collega, que nao deviamos
nia de cavallaria, mas sim hospital,
t Poi, porque nao podemos fundar u
orque uSo podemos satisfazer a todas as
i, aegue-se que nada .levamos fazer'?
tuzo Carcalho : lambem se pede o
qaartel.
(Hietira: O qaarjrcl esl- alteclo ao go-
ver no geral
O Sr. Aprigio :
.Nao me le van le com
raides dos nobres coll
que no p
-vfiyjW^MUIBLwrt
sedisc
es Barreta requer e be approvada a ur-
lido o seguinte parecer da commis-
ilsao e poderes sobre a indicacao que
,0 qual be approvado sem discussao.
^^HPbnstlur.m e poderes, n quem
indcarao assignada por 4 mombros
a, "para que se nomee urna commissao de
y UUm sen nome agradeca ao Exm.
Hna, os serviros por elle presta-
a; considerando que em verdade,
ovantes io os serviros que o distinelo se-
| bajireslado em sua.longa c|r-
aclno, Sr. presidente.
lamen lo de pulversar ai
\ commissao, porque Tora
adar coala. Tive s por
'pelo artigo substitutivo, que
A
ublica em lo.l Timperio, e especialmente'
ia de Pernambuco, qoe anda o anno passado
oa prova do zelo, com que aquella Ilustre se-
ilentoo no parlamento e no conseibo de es-
direilos e interesses desta provincia na im-
portante; questo da estrada de ferro, cuja concessiio
vida em grande parle nos seus eaforcos; be de
parecer que seja .approvada a referida indicarlo.
das- commissoes 10 de marro de 1854.
Paula BaptislaAguiar___Paes Barreto.
Sr. Presidente nomea para a commissao especial
i trata a indicacao, aos senhnres Paula Ilaplis-
ta, Aguiar e Paes Brrelo.
viar :. Sr. presidenle, lenlio pezar de
dizer, qac voto contra a emenda presentada pelos
deputados, e o sinlu porque essa emenda,
alm de ser assignada por alguns nobres membros, a
quem muilo respeilo, n foi lambem por urna pessoa
com quem (tosejara estar muilo de accordo ;" mas,
le antes de ludo, devo obedecer i mi-
nha consciencia.
lente, eu nao aceitarei como priqcipio va-
lioso e correnle,o que'ayaneou o nobre segundse;
crelirio, quando falln em prmeiro lugar, islo he,
quede cerla maneira deveria ser muilo acalado, moi-
la> respeilado a ponto dequasi obrigar a assembla,
te que fosse proposto e indicado pelo pre-
sidente da provincia'.
. Oliceira :r- Nao disse tal.
OSr. guiar: -* Disse, que o projeelo era defei-
tuoso, porque se tinlia apartado da pruposla do go-
vemo.
a : Proposta que eu jalgo conve-
niente e urgente.
tr :I.ogo, lie exacta a proposirao
de enunciar, e entao nao duvido aflirmar
^^^Bhos principio semellianle, as assem-
^^^BpassaHam de meras cbancella-
^ O presidente da provincia, co-
Ldas cousas, tem o direito que
Fonfere, de propor assembla
asflconvenienles, rpas lambem o
Hl JcixoU i assembla o direito
ilalsr essas propostas e dar-lhe o scu
revarao : por'anlo, j se v que
srle forra policial nao andou err-
is estvlos, nem apresentou defeito al-
elo, quando apartando-se do pensa-
, redir/.io a forra nicamente a
la infanlara, negando a compa-
Jffaando mesmo a nobre commis-
pisa forja, lbo negara o meu
lembrado e alguns dos sen bo-
que enlSo lnham assento na
houve, um lempo em que
ico creou e manteve time
'que a julgou necessaria,
cm Pernambuco ; enlr'e-
que levo o exercilo e as
.e-da provincia,o Sr.ba-
r*W|anisada em i'ernambuco a
inpanbia d cavallai
lAceira : l'm esquadio.
ir : XSo fajo qneslao de nome, se-
Irao que boje est reduz'nlo a urna coni-
--nlili-a en la eiilendea einsua sabedo-
iiar as neressidades
ter essa despeza enorme
companhia de cavallaria que Ihe cuslava mtii-
iam eu"elo, aboli, essa crearlo
....
h>ge 13 ha anno-,que a pro-
!e infanlara scui havera
p Parque a de linha se pres-
.anlo quantn.linda
idele entender que
brea, elle o ordena-
OUieira : A forja est muilo reda-
cao, porque j disse, o meu principio he qoe o presi-
dente lem o direito de approvar ou nao approvar ;
m ser que o presidenle jnlgae conte-
niente esa Torea, mas a assembla tem o termmetro
porqu guiar a respeilo de laes coocessSes,
vet raciocinio dos algarsmos. Fer-
ie a assembla augmentar a sua desue-
le tendu esperanca de que a sua receta seja
ule angmenlada '! creio que ningoem
/.oavelmenle dizer que sim...
r, Olitein:Pode, porque lem esperanca de
augmento.
O Sr. Aguiar : Sao nobre depnlado quer dar
todo o valor s sseveracoes da presidencia, deve ser
coherente, e nestecaso,,asslm como aceita a conve-
niencia da creacao de urna companhia de cavallaria
conformo ella propOe, entao aceite lambem os seus
temores e os seus receos de que a renda no anno cor-
rele, nao ser bstanle para satisfazer os empenhos
existentes. E se essa renda s baslar para os empe-
nhos existentes, o que se segu dahi ? lia de se se-
guir de duas, urna, nu que havemos de ter um dfi-
cit, que podemos evitar,ou que algum dos oulros ra-
mos do servico lia de padecer. E nao nos engae-
mos, sciihores, o ramo do servico que te de ser pre-
jodicado em laes casos, he odas obras publicas,
porque lambem ho o que lem urna verba mais
crescda ; e sendo assim, perguntarei eu, quando
os empregamos lodos os esforcos quando te-
mos feilo tanto e h tantos annos por dotar
a provincia com estradas, lim de que os seus produc-
ios possam chegar com monos Irabalho e com mais
baratezao mercado, quando procuramos aliviar efa-
vorecer a agricultura rio nosso paiz, devemos ir in-
lerromper esses melhoramentos para crear nma com-
panhia de cavallaria, que a mea ver, lio dispeasa-
vel?
O 5f. Olittira : He de urgente necessi-
dade.
O Sr. Aguiar : Nao me digam que existe "ur-
gente necessidade se porventura a seguranca pu-
blica pergasse pela ausencia dessa Torco, sem duvida
eu coofessaria essa urgencia, e menos Ihe negara o
mea voto ; mas se eu vejo que o servico da polica
lem sido feto sem ella, se vejo que nenbama raz3o
valiosa lem sido produzida al agora pelos uobres de-
pulados que suslentam o arligo substitutivo, e por
consequencia esse augmento, como he, qoe hei de
classficar de urgenle e absolutamente necessaria se-
melbanle creacao'.'
Por estas consideracoes, Sr. presidente, sou levado
a volar contra o artigo, porque en leudo que o projee-
lo conservando o corpo da maneira porque esl, com
a organisaco ltimamente dada polo presidenle, lem
satisfeiloe pode satisfazer, quanio he possivel, as ne-
cessidades publicas.
. OSr, Oliceira.: Sr. presidenle, se o nobre de-
putadn livesse prestado mais atteneno i minha argu-
menlacao, lalveznao repclisse as mismas razes, que
apresenlaram os membros da commissao.
Eu declarei a primeira vez qae fallei, qoe reco-
nliccia, que, com quanio o aclo addicional desse ao
presidente da provincia a allriburao de propor a Tor-
ca policial, lodavia a assembla nao. eslava adstric-
ta a volar por todo quanio elle pedisse ; por con-
sequencia os nobres deputados nada dizem de
novo.
CmSr. Deputado: Aonde esla" o defeito do pro-
jeelo?
OSr. Olittira: O defeilo do projeelo esl em
se ter atlendirio urna necessidade urgenle.
Senhores, raja disse, que desde a organsaciio da
Torca de polica', esle corno leve scinprc urna compa-
nhia de cavallaria, a qual foi extincla no anno de
1840, como desnecessaria.peia razan de se ter creado
nm esquadrao de cavallaria, que se preslava ao ser-
vido da polica : esso esquadrao foi depois cxliuclo,
e cm sen lugar creou-seuma companhia, que boje es-
ts reduzda a um pequeo numero de tiraras, e be
comosdemais corpos de linha empregada no serv-
jo da guarnirlo..
Ora, persunlo eu, leudo o chefe de polica de desempenhar urna diligencia importante, para a'qua-
seja precisa forca montada, ha de esperar que a com-
panhia de cavallaria esleja de folga % mas se essa di-
ligencia livor de ellectuar-se, no da em que a com-
panhia esliver no servico da guarncan, nao tirar o
chefe d polica de macis aladas?
Dizem os nobres deputados, que nao ha necessida-
de da companhia de cavallaria. porque o servico se
tem Telo independenle della Eu j fiz ver, que a
Torca de cavallaria de linha nao era oulr'ora lo li-
mitada como boje, alm disto nao dava o seu contin-
gente para a servico da guarniro : antes ella prest-
va-se .as diligencias da polica : presentemente nao o
pode Tazec pelos motivos queja expuz. Porque ra-
zo, pois, nao havemos nos remediar esse nial ?
E, senhores, o ramo das obras publicas ser smen-
le o que mais atlenco nos deva merecer t Nao de
cerlo. *
o servico nt\
r e se ha de
O Sr.
zida.
oy>r. Aguiar irm devemos al-
uce tem podido ser
lual'a razao jusli-
a dispender mais quareu-
-landn essa quanlia pude
le empregada ?
testa maneira jul-
opodera julgar avesso adminislra-
Um Sr. Depnlado : He um dos mais importan-
tes.
O Si. Oliceira :Aseguranza individual,nao me-
rece mais do qoe as obras publicas ?... '
Um Sr. Deputado : Todos os ramos do servico
publico, nos merecer attenro.
O Sr. Oliceira :Dando nos os meios, de que ca-
rece a polica, nao concorremos lambem para os me-
lhoramentos maleriaes ?
Senhores, havendo boa polica, o numero de va-
dios ser menor, e mu los delles nao se oceuparaopor
espirito de malvadeza em arruinar as estradas e nu-
tras obras.
Disse o nobre deputado, que falln em ultimo lu-
gar, que a provincia nao poda supportar essa despe-
za, vislo que do relatorio da presidencia consta va o
receio de um dficit no fim do exereicio correte.
Mas no mesmo relatorio diz o presidente, que espe-
ra, que se a arreeadaco se fizercomo se deve...
Um Sr. Deputado : Espera, espera...
O Sr. Oliceira: Espora, que se a arreeadaco
se fizer, como cumprc, haver um saldo de cento e
tanlos ceios ; sendo qae em lodn o caso seriam sa-
(isTeitos os compromettmenlos da thesouraria : por
tanto, nao procede o argumento do nobre deputado;
masqaandoprocedesse, quando Tosse verdico, enlSu
en armonizara as minlins ideas com as da nobre
commissaf/ dizendo : yois bem nao se pode crear
um corpo com 4 companbias cavallarii, cre-se um corpo com 3 companbias de
infanlara e urna de cavallaria, e assim parece-me
que a despeza ficava reduzda.
Senhores, se nos tivessemos urna companhia de ca-
vallari, lalvez a polica livesse conseguido inmedia-
tamente a captura do monstro, que ha pouco com-
melleu um brbaro assassinalo em urna das nas des-
la cidade, lalvez se livesse efficluado a prisao com
mais brevdade.
Um Sr. Deputado:Nao fui a cavallaria, qae ser-
vio para isso. ,
O Sr. Oliceira: Mas porque nao serve n'um'
caso, seaue-se qae nao sirva n'oulros '.'
Um Sr. Deputado : Entao, nao traga o caso pa-'
ra exemplo.
O Sr.' Oliceira : '.Trago ; mas lambem sempre
a polica secreta responde aos lius que se desejam ?
Respondan) os nobres deputados!...
Cm Sr. Deputado: Sempre.
0 Sr. Oliceira: Nao, nma ou oulra vez, por-
que basta ser negocio secreto, para se nao poder con-
tar com resultado seguro ; e demas temos nos poli-
ca serreta '.' nao, porque para have-la sao precisos
meios pecuniario!!, o mis no os temos.
1 i Sr. Deputado: E porque be que no Ro
de Janeiro se (em feilo una polica que espanta?
o sr. 0lice}ra Na enre*da-ge unta quanlia
de .V) ou tiH eolitos' para seuielhanle fim ; mas na
provincia de Pernambuco, quando o chefe de poli-
ca lem qiutro ou cinco conlos por anno; lem nma
quota. grande, e dssa quola lem de sahir todas as
despezas com empreados extraordinarios.
t m Sr. Deputado: E para que trouxe para
aqu a qucslaoda eonfianca?
O Sr. Oliceira-: Senhores, eu toquei uesla ques-
to, nao porquehouvesse aqu algum merabro ilifen-
so a actual admnsttato, Irouxe-a, porque em dis-
cussoes desta nalureza quasi sempre se traz o voto
de confianza. ; NSo quero, lodavia. que se. euleuda
que eu vol por mais ou meaos forca, coiTrme o
grao de eonfianca que lenha no administrador, nao ;
eu entendo que'qualquer que seja o governo, pois
qae he sempre um ente moral, um elomeilo de or-,
dem, urna vez que a assembla reconhec que a far-
ra pedida he-uecessara, deveda-la, e eu a darel.
Em jurama oulras consideracoes eu leria a fazer,
mas nao querendo abusar da bondade da casa, e es-
tando persuadido, de que qualquer que seja a sua
decisito, ella ser justa, dexode continuar.
OSr. Pae.< Brrelo sustenta o arligo em dis-
cusso, o qual ero nada contrariabas vistas da presi-
dencia, que foi consultada pela commissao, edeuo
seu assculmenlo ao mesmo arligo ; diz que se KB3
lado dos cofres provnciaes Tosse maM prospero
teria duvida em volar pelo augmento do Torca pro-
posto, e al por maior numero, mas que as crcams-
lancas em que o digno inspector fia lliesoura-
ria descreve a situaran financeira da provincia, nao
julga-pode-lo Tazer; esl persuadido de que nao ha
de ser com mais 50 pracas di polica que a seguran-
za individual melhorar ua provincia; lembra que
em pocas anteriores e quando o corpo de polica
compunha-se de600 pracas, os crimes'apparccam
como boje, e at em maior escala ; est persuadido
de que a companhia de cavallaria de linha poda mui-
lo bem Tazer o servico que os autores da emenda
qqerem que seja Teito pela companhia de'cavalla-
ria de polica, nao Ihe parecendo procedente a razao
allegada de que o governo geral nao quer qae a tor-
ca de linha se empregue no servico da polica ; o
que o governo to qner he que os soldados da caval-
laria sejam empregados em serv'ir de ordenanzas as
autoridades civis e policiaes,.como al cerlo-lempo
se pralicava, mas nao que faca'm o servico propra-
mente da polica, Unto assim que exisliudo na pro-
vincia 1,300 pracasdelinha,qaasi todas ellas acliam-
se deslacadas e fazendo o servico -de polica, sendo
que al diversos oflicaes foram nomcados delegados,
e lem prestado relevantes serviros. Nao Ihe he in-
difierenle dar um voto de eonfianca ou desconlanca
ao actual presidenle, cuja adminislracao-patritica
c Ilustrada presta sincero apoio, mas como j nolou,
esl convencido de quemarcha inleramenle de accor-
do com os desejos .'de S. Esc'., approvando o arligo
em dscusso. 4fe
Tendo dado a hora.
OSr. Prndenle designa a ordem do da e levan-
ta a sessao.
Sessao' ordinaria em 11 de mareo de 1854.
Presidencia do Sr. Pairo Cacalcanli.
Ao meio-dia, feitaa chamada, ucham-se prsenles
6 Srs. deputados.
O Sr. Prndente abre a sessao.
O Sr, a. Secretario l a acta da sessao antece-
dente que he approvada, "
O Sr. 1." Secretario menciona o seguinte
EXPEDIENTE.
Um ofiicio,do secretario da provincia, Iransmiltin-
do a copia da informarn dada pelo direclor das fl-
oras publicas, acerca da pretencao do escripturario
daquella reparcao Joao Francisco Regis.A com-
missao de ordenados.
Um requer ment de Porfirio d Costa Bloreira Al-
ves, professor publico de grammatica latina do 4.
circulo litterario, pedindo assembla Ihe cooceda a
gratificado marcada no artigo 60 d regalnmento do
12 de maio de 1851, a que lem direito. por ter mais
de 12 annos de exereicio.A commissao de iustruc-
cao publica.
Oulro de Jos da Main, pedindo o privilegio ex-
clusivo por esparo de 10 annos'alim de eslabelcccr
por meo do urna companhia, linhas de carros lira-
dos por animaes para o transporte dos gneros das ci-
dades da Victoria, Goianna, Pao d'Alho, e Cabo.A
commissao de obras publicas.
Sao lidos e approvados os seguintes pareceres:
a Tendo sido presente commissan de conslluco
e poderes a indicacaode alguns senhores deputados,
para que sechamem lanos supplnles quanlns forem
necessarios -para sappriras fallas dos membros desla
assembla; que anda nao compareceram, observou a
mesma commissao que lem deixado de lomar asiento
os senhores deputados eleitos Francisco de Assis de
Olveira Maciel, Caelano Jos da Silva Santiago,
l.ourenni Francisco de Almcida Calanho,e Slvino
Cavalcanli de Albnquerque ; e porque consla que o
prmeiro dos indicados senhores (em declarado que
nao pretende lomar parte nos Irubalhos desla casa
para continuar a exercer o lugardejuiz de dreilo in-
terino da 1. vara crime desla cidade ; que .o segun-
do ja ofiiciara a cmara municipal, communcando-
Ihe que poda chamaru supplenteque lem de osubs-
liliiir ; c que os lerceiroe quarto. com quanio pre-
lendam tomar assenlo, nao o farao senao mais larde ;
he a commissao de parecer que se chamem para subs-
liloir a Talla dos indicados membros os senhores
Francisco Joao Carneiro da Cunha, JosQninlino de
Castro I.eao, Augusto de Souza Lea, e Caelano Es-
tellilaCavalcanli Pessoa, que na rdem da votarn,
e de conformdade com a acia da apurarn geral ap-
provada por esta assembla, s8o os immedatos em vo-
tos ; sendo que urna semelhanle resolcao he Tunda-
da lano nos constantes estvlos da mesma assembla,
como na conveniencia de ficar a representarlo pro-
vincial completa, segundo o disposto no acto addici-
onal, e poder assim dar maior regulardade ao seas
Irabalhos.
Sala das commissoes-11 de marco de 1854.Fi-
gueirttde MeKo.BdmlUla.Aguiar.
Florencio de Soza Leao.arremalaole do imposto
sobre a balanza do assucar no'municipio da Victo-
ria, nos annos de 1842 a 1845, pede o abate de-1008
DIARIO DE PERMMBUCO, SEGtflIOA FElfl K DE MARCO DE 1854.
1-----------z=z '--------------------------------------------------
lie lirio, jnlgad objeclo de deliberarao, e remetli-
do, a pedido do Sr. Augusto de Olveira, commissao
i.iisyl, o seguinte projeelo :
i al legislativa decreta:
Art. nico. O ofllcio de escrivao privativo dos or-
pbilos desle municipio do Recif Tica dividido em
dous, cujosservenluarius traballiaro por dislribuicao
em todos os negocios que Ibes dsserem respeilo, sen-
do igualmente entre elles proporcionalment dividi-
dos os Tetos existentes : revogadasas disposicOes em
contrario.
it P?o da assembla 8 de mar<; de 1KH-. Au-
guilo de Oliceira.F. H. de Mello llego.Pinto de
Campoe.P. Baptta. (Cantinuar-sc-ha.l
"".....
Discuno pronunciado pelo Sr. Dr. Luis Carlos
rsj, allegando prejuzos que procura justificar com
um documento meramente gracioso.
presente essa prelenrao, tomandp-a em considerarao,
he de parecer que seja indeferda, nao s pela nalu-
reza desse documento com qrie a inslruo o peticiona-
rio, como lambem pela informaran que sobre ella deu
a respectiva cmara municipal, a quem se mandou
ouvir, da qual v-se que o peticionario sujelou-se,
no termo da arremalato, a lodos os casos fortuitos e
imprevistos, qae occorressem na cobranca do referido
imposto.
Sala das commissoes da assembla provincial, ll'
de marco de 1854.Machado da Shallego Bar-
ros de Lacerda. .
Francisco Beringuer Cesar deMenezas, profes-
sor publico da povoacao do Nazarelli, allegando ter
mais de 12 annos de exereicio do seu magisterio, sem
nola.ueminlerrupcao alguma, pede que Ihe conceda
a aralificaco marcada no art. (>1 do regulamcnto de
12 de maio de 1851.
oA commissao de inslruccao publica necessila para
daro seu parecer sobre semelliante,prelenrao,queseja
ouvida.por intermedio da presidencia,a directora ge-
ral da uslrucrfio publica, que informar se a respeilo
do peticionario se dao os qulsilos,que o citadoregula-
mento exige, para que lenha lugar a gratificarn in-
pelrada.
Sala das commissoes 11 de marco de 1855.Paes
Brrelo, VarejSo.
Mara Joaquina deS. TImm, professora publica
de prmeiras ledras na freguezia de S. Frci Pedro
tiohealves, allegando que soflre diminuirn to scu
ordenado, porque dclle tira animalmente a quanlia
de 1009000 rs., para alugucl da casa em que mora,
w-locoiii" nsiiii.-. rs. que recebe nao basta 111 para
pagar urna casa decente, o situada cm boa ra, pede
a esta assembla, que Ihe augmento o quanlilativo
para casa em mais t00$000 rs.
A commissao de inslnircao publica tendo cm
vista a dsposirao do arligo 79 do regiilamenlo de 12
de maio de 1854, que manda pairar pela thesouraria
provincial os alugueis das casas em |que moram os
professores pblicos, julga que prcteneSo da peli-
cionaria, deve ser indeferida. Sala das commissoes
11 de marro de 1851.Paes Brrelo. VarejSo.
Isucz Barbalho I.ins I. rli'a. professora publica
de primeiras lettras na cidade dr> lioianna, allegan-
do ter mais de 12 nnirt o baver servido sempre com zelo e assiduidado, pe-^
de que se 16c conceda a gratifiCaeSO que a le man-
da dar aos pTOTessores de inslruccao primaria, que
por niaisile 12 anuos de nao iiiterrompilo exerei-
cio, sedislniguivni por seus rniiliiM-iiuenlos profes-
sionaes, zolo no i'vroirio, e por lir.ind' iiuiiieroib*
discpulos aprnvetados.
A commissao de nstmerao publica precisa pa-
ra dar o sen-parecer sobre semelhanle pretenrao,
que seja ouvda, por intermedio da presidencia, a
directora geral da inslruccao pnblica, que infor-
mar sea respeilo da peiiriouaria se dan os requisi-
tos que o regnlamnnlo ile 12 de mato julaa indis-
pensaves para que Icnila lugar ti cralficacao im-
petrada. Sala das commissoes 11 de marco de
1854.Paes Brrelo.I"arejau.
1 A commissao de cor.stiluicao elWlercgTa qOTnT]
foi present a indicacao de dous senhores deputados,
Pnlo de Campos e Manuel Clemcnlinn, para Hornear-
se urna deputacao, que raaniTeste a S. M. o Impera-
dor o profundo pezar de que se acha possuida esta
assembla pela infausta morle de sua augusla irmaa
D. Mara II, raioha de Portugal; considerando de
vidsmenle o assumpto, e convencida de que essa ma-
nifestado he a expressao fiel e verdadeira do senti-
menlo desla assembla e de loda a provincia, he de
parecer que a mesma indicacao seja approvada, an-
lorisando-se o Sr. presidente para nomcar urna depu-
tacao de cinco membros.
a Sala das commissoes 11 de marjo de 1854.
Paula Baplisla.Figueira de Mello.Aguiar.a
Brandao. na sessao de 9.
O Sr. Brandid*:Eu'pensei, Sr. presidenle, que
o nobre deputado, relator da commissao, me conven-,
cesse da ioadmissibilidado da inconveniencia dos
principios que aprrsentei na casa em snstenlacao da
emenda ao parecer em discussao, persuadi-me mes-
mo, que elle me mostrasse, que me convencesse, que
a pretenrao do cdado Jo.aquim Pires Carneiro Mon-
leiro era excntrica, absurda e insuslentavel, mas
felizmente para a causa que defendo, o nobre relator
da commissao apor.ar do (alent que o distingue, nada
disse que podesse firmar a couviccao da que com ef-
Teilo esse parecer da commissao deva ser approvado.
As ra/.es unidas apresenladas pelo nobre relator fo-
ram as seguintes: I.a que nos temos muitas obras
importantese urgentes a Tazer, como diz o relatorio
da presidencia; 2.a que a admi(tir-se a pretenrao do
cidadao Joaqum Pires Carneiro Monleiro se abririam
as porlas a quanlas prelencies houvesse do mesmo
genero, e enlo a assembla nao se poderla entender
com o numero dos prelendenles; 3.a qne da parle do
peticionario n3o sehavia mostrado um tlenlo su-
perior e rero, que levassea assembla a subsidia-lo.
E ltimamente disse, qae a argumentarn funda.la
no exemplo do esludante Jacobina nada provava,
porque esle esludante quando pedir igual cutir es-
sao assembla j esta va no 5." anno, o que deu lu-
gar a qne a mesma assembla cntendesse que o de-
va approveilar.
Concluo o nobre relator da commissao dizendo
anda, que era conveniente esperar que chegasse o
esludante Jacobina, para que a assembla vsse se
com ell'eilo os dnheiros pblicos lnham'sido bem
empregados com o esludo delle, e eulao depois dislo
tomara urna resolcao. Me parece em resumo le-
rem sido estes os fundamentos apresenlados pela no-
bre relator. Mas, Sr. presidente, eu entendo que
nenlium d'elles deve resolver a nobre assembla pro-
vincial de Pernambuco a negar a concesso que re-
quer o cidadao Joaqoim Pires Carneiro Monleiro, e
que pelo contrario a conclusao que delles se deve ti-
rar, he aduplar-se a resolcao ollcrecda como emen-
da ao sobredilo parecer.
Tralarei do prmeiro fundamento. Antes de ludo
observarei que elle nao esl provado, e nem o nobre
relator da commissao, nem loda ella poder mostrar
o contrario do que hei asseverado. Em verdade a
commissao nao provnu que o llicsouro publico pro-
vincial se ache em lal estado de decadencia, que nao
possa comportar a pequea despOf) resultante da
coucessaorequerida; e, pois, se assim o nao Tez, he cla-
ro que a sua argumentarlo nao deve. Tazer inclinar
esta cmara contra a mesma concesso.
Muitas vezes, senhores, se lem mandado um ou
muitos en ge 11 he i ios a paizes cslrangeiros cm commis-
sao do governe ; a provincia da Baha, j assim pra-
licou e lrou bous resultados: como pois *e julga ex-
traordinario e iuadmissvel o pedido quo Taz o nos-
so cunri.ladao o Sr. Joaqum Pires?'
' Tatvez se diga que a ausencia do peticionario po-
de prejudicaros servicos de que se elle acha encarre-
gado, mas a isto responder! que semelhanle Talla,
caso se de, he compensada pelo maior proveito que
da conccss3o tem de resultar.
Um Sr. Deputado :Falla, Taz...
Oulro Sr. Deputado:E se nao Taz falla suppri-
ms-se o lugar.
O Sr. Brandao :'Muitas vezes ha um cerlo nu-
mero de empregados em tal ou tal reparlico que
nao pode ser desfalcado, sera paralysae.no e detri-
mento do servico ; porcm oulros casos se de,em que
esse desfalque nao causa prejnizo consderavel, e
ncslas circumslancias te acha a repartirn das obras
publicas,.em rolarn a um ajudante de engenheiro.
Um Sr. Deputado : Nao paralysa, mas prejo-
dica.. ,
OSr. Brandao :Podeprejudicar, mas nao repu-
lo esse prejnizo fio consderavel que ebegue a tra-
zer damno publico, e suspenso as obras em anda-
mento.
Um Sr. Deputado : E-pode ser que a vanla-
gem qae se lire de elle ir estudar na Europa, com-
pense esse pequeo prejnizo.'
O Sr. Brandao : Por cerlo ; consesuinlcmenle
nao se leudo demonstrado al o presente, em como
o estado dos coTrcs he lal, que nao se possa por es-
se motivo mandar 4im engenheiro da provincia em
commissao estudar na Europa, entendo qoe nao de-
ve ser abracada a idea da commissao. Ha, por ex-
emplo, um melhoramento material qae muilo mere-
ce ser esludado, he o das vas Terreas ; e nao seria
conveniente, e de summa udade para a provin-
cia que o peticionario Tosse cucarregado desse estu-
do? Nao poderia ser esla urna das condiees im-
postas no termo qae elle hauv.ssse de assignar? Cer-
lo que sim : por tanto he visto,'que o prmeiro fun-
damento exhibido pelo nobre relator da commissao
em sustentculo do seu parecer nao procede ; o oulro
fundamento que se firma na comparado fela entre
o peticionarlo, e o esludante Jacobina, lambem nao
procede, porque em favor do-dito Jacobina se fazem
despezas que o peticionario nao solicita para si.
Com efieilo, na le de 6 de jnnho de 1819 se esla-
belece urna ordem de dispendios emrelaco aquel-
lo esludante, que bem a aliados, excedem tres ou
quatro vezes ao que o peticionario requer ; den-se-
ibo um subsidio para estudar em Coi mina e em Pa-
rs, oulro para viajar na Allcmanha, Inglaterra,
etc., ect., e finalmente anda oulro para Tazer pu-
blicar urna memoria ; por .conseguinlc he claro que
a concesso que ora pede o cidadao Joaqum Pires
nao pode ser equiparada com aquella, nem lap pou-
co deve ficar prejudicada pela confronlacao do nobre
relator da commissao.
Senhores, "o syslema representativo, segundo as
condccs de sua organisar.io, deve soecurrer o la-
tente e aproveilar aS nocari.es desde o momenlu que
ellas se fazem conhecdas...
i Sr. Deputado : Eulao rocompensem-se os
bons desejos.
OSr. Brandao :.....por lano he errneo dizer-
se, que a assembla proviacial deve seguir oulro ru-
mo. Alas affirmou o nobre realo r da commissao
que o peticionario nao provou asu.11 capacidade, ao
que responderei que os documentos junios peli-
53o mostram o contraro, mas quando assim nao fos
se, bastava refiectr que a commi sao nada allegon
conlra a habilidade do peticionario, o que he bs-
tanle para se dever crer que elle a tem; quanio
mais que o art. 3." da resolcao ah esl para remo-
ver todas as duvidas.
Eu disse no meu prmeiro 1 lscurso. que linha
consignado aqueUc arligo mu lo de proposito, por
que nao quero que se eulenda,. que o meu fim he fa-
zer protecc,u a este eu? quelle inviduo; nao,
mena senhores, oulras sao as minh.is idasQ eslon
promplo para proteger com o meu vol as arles, a
indnslra de lodos os gneros, eslou disposlo a pros-
lar o meu l'rai'ocnnlingeiile, animar pelos meins a
-meu alcance a lodo Brasleiro,, a.lodo patrelo meu,
qne nulrr seulinieulos de pi-ogresso, e desejar ser
11 til ao san paiz ; c he nesleseinido que me pronun-
cio em favor do peticionario.
Eu poderia, senhores, levar lidiante as ronhas ob-
servac,es, porm persuado-rus que ja lereis forma-
do um juizo definitivo sobre a deciso que ides pro-
ferir, e por isso concluo, es| .erando que volareis
conlra o parecer da commissc e cm favor do pro-
jeelo de resolcao que submet li vossa saba cousi-
deraego.
Iho faltn para dzer-sebellae cmplela. Mulosan-
nos hara qne nao era ella exposta vista dos fiis,
circunstancia jjue por assim dizer lho deu maior
realce,' ou antes grangeou-lhe maior. applauto eve-
ueraca* Muilas pessoas desta cidade, inclusive va-
rios terceiroi franciscanos, all se apresentaram na-
qoelle da, e al mesmo algumas familias houve que
o foram passar mus alegre edivertido. O quarloba-
talhSo de arllhara, com a sua banda de msica,
acompanhoua procissao e lho rezas honras do es-
lylo.
Fallecen no da 5, e foi sepultado no seguinte, no
cemilerio publico de S. Amaro, o Sr. Dr. Jos Fran-
cisco d Pava, advagado degrand: e um
dos maii distinctos qae centava o fot dade :
sucenmbio urna loga e penosa entermidade, con-
trahida sem duvida pelos habites de sua vida appli-
cada e sedentaria. O Dr. Pava eserceu por alguns
annos e com dslncco, o lugar de lente de rbetorica
no collegio das arles de Olinda, do qual pedio demis-
aao, e era o advogado da cmara municipal do
Recite.
No dia'7 enlrou em nosso porlo, procedente do sal,
o vapor ,V. Salcador, o qual nenhuma noticia nos
tropxc de maior ulerease. Varios casos de febre ama-
relia haram apparecdo na capitel da Baha, a bordo
das embarcares surtes no porlo.
Na madrugada do da 9 chegou ao hospicio da Pe-
nha desta cidade o seu digno prefelo, o Rvd. Ir.
Caetano de Messina, de volla da sua long'a viagem ao
interior ida provincia, onde presin innmeros ser-
vicos relgiao c no estado, j edificando igrejea
rondando recolhimenlos, j dissipando os odise dis-
cordias parliculares. e congrarando os povos em no?
me de Dos e da humanidade. Detoto mezes em-
pregou esse incansavel e zeloso ministro do Senhor
na sua pesada o espinbosa trete ; e os que houverem
lido a nossa follia tero de cerlo conhecido circums-
lanciadamente qun fecundos resultados pude elle co-
Iher nesse espen de lempo, que mais bem empega-
do nao poda ser.
No da ||, poup depois do meio-dia, Tallecen re-
pentinamente em urna taberna da esquioa da.rua do
Collegio, um pobre almocreve que all esteva com-
prando urna porcao de bacalho para o seu uso. Ata-
cado por urna dor, cabio no mesmo instante, dando
apenas por geslos idea do mal que soflria ; e sendo
conduzido a um facullalvo da vizinhanca, nenhom
soccorro pode receber, porque j eslava inanimado.
Foram-se as chuvas, eo mez de marcoy como sem-
pre, icm-nos mimoseado com o mais intenso calor
que dar-se pode.
Enlraram durante a semana 32 embarcaees e sa-
biram 20.
Renden a alfandega 43:5109567 rs.
Fallcceram durante a semana 53 pessoas : sendo
18 domen*, 5 mulheres e 21 prvulos, livres ; 5 do-
mea, 3 molheres e 1 prvulo, cscravos.
rsperava, e odeposilo augmenlou,
por falla de compradores para ex-
purtacjMV Os possuidores tendo-o
pago por-precos subidos, jasecon-
lentam acl 10 perendo
a brajagem cspS, perl tem si-
do rejeitados; pedem elle* boje
pelo branco muilo lino de 2800 a
3, bnns e ba-
de ^liiOi^^^^H
pelo m,
Couros ----------CtWgar. artida
le, e lem
por libra,
1til rs.
Azeiledoce- Venden-se a 23800 pi
do Mediterrneo,-e a290 Pon
Bacalho De quatro rarresamen'.n. ;
mos esla semana, doi
para o snl, indo um tratado para
ser entregue na Barda, e dous fo-
ram vendidos aqu; nm de tinas,
dizem que a 15J, e outnj de barri-
cas entre 148500 e 148700. O con-
sumo lem augmentado, e tem-se
relalhado de 148 a 16 por quin-
tal, ficando em ser boje de 4,500a
5,000 quiilaes.
Carnesecca- Exislem ticamente no mercado
22,000 arrobas da do Rio Grande
do sul; tendo-se vendido de 38600
18100 por arroba.
Carvao de pedra- Vendeu-se a 158 Por tonelada.
Farinba de Iriso- O mercado esta bem snpridocom
13,000 barricas que boje ficaram
em ser.- Vendeu-se a 148 Pr bar-
rica da de Ricbdmond, de 218
228 da de Baltiraore, de 238 a 248
da de Phladelphia,a238 da de New
Orleans, a 248 da de Funlane, e
de -_>:8 a 25 da de Trieste SSSF.
Vendeu-se urna partida da de Bal-
limorc a 198500 por barrica, e se-
suio para o sul um carregameuto
da mesma cidade.
Vinhos----------Vendeu-se nm carregamento do
Eslrrito a 1548 por pipa.
Desconlos Continuaram de 12a 15por % ao
anno, nao leudo -o banco bastante
dinhera para as precisOes.
Frelcs ----- Os consignatarios de navios pedem
70 por tonelada de assucar, nao
havendo quem aceite pelos precos
subidos do mesmo.
Ficaram no porlo 63 einbarcac/>es,' sendo : 3 ame-
ricanas, 36 brasileiras, 4 dinamarquezas, 1 Trncela,
4 hcspanholas, 9 nglczas, 4 porluguezas, 1 russa e 1
sarda.
do Trapiche n. 26, que ser.
Tabella das pastan* -oupui fn^oj a
utras despeza-
'pasto.de Porto tmndo outre
guqlidadesd cintos, gguardtntet, lieori
ceja, que se tncmtram a bordo por mecos com-
modo*
i)o l'.r. ,
oen.m na prwwm i^s.
Do que 1
acto cfj^^^^^H
Om
zenda.
Rece!
as parles; o
Oorn, pr.i'a em nej
/ledras preciosas.
Dito dito em obras
Volamos nao exced
Ditos i)
Ditos
' Encon Ira udo-se esp
r triplicado frele.
ludo deca'
BEPABTCAO' DA POLICA-
Parle do da 11 re marco de 1851.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc. que das
partes hoje recebdas nesla reparlicao, consta terein
sido presos : a ordem do sobdelcgado da freguezia
de S. Frci Pedro (ioncalves, o preto Ignacio, escra-
vodeManoel Jos, por hrga ; ordem do subdele-
gado da freguezia de S. Jos, Genoveva Mara dos
Anjos, e Rosa Maria do Espirite Santo, ambas por
hrga ; e* ordem do subdelegado da freguezia da
Varzea, o pirdo Jos, que diz ser escravo de D. Lui-
za, sem declararn do motivo, e Joao da Silva, para
remita.
Dos guarde a V. Exc. Secretara da polica de
Pernambuco II de marco de 1854.Illm. eExm.
Sr. consclheiro Jos Benlo da Cunha e l'igiieiredo,
presidente da provincia.Luii Carlos de Paica
Teixeira, chefe de polica da.provincia.
MOVIMENTO DO PORTO.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A assembla oceupoa-se ante-honlem com a ap.
provarn de varios pareceres de commissao ; e con-
tinuando na dscusso do projeelo de lixaco da for-
ra policial, apprpvouo arligo t, ca.liou pela hora a
dscusso do segundo.
A ordem do da de hoje be a mesma que eslava
dada.
PUUCACAO A PEDIDO;
ose Flix De-Vecchy e Gabriella da Cunha De-
Vecchy, em exiremo penhorado, pelas maneira* ob-
sequiosas com que o reverendo padre gnardao e mais
reverendos da ordem de S. Francisco, com especiali-
dade o reverendo padre Espirite Sanio, se prestaran]
gratuitamente, nao s celebradlo do Sanio sacrifi-
cio da missa e memento, pela alma do finado Jos
Candido da Silva, como lambem para a promptfica-
cao da cea e lochas, para a mesma ceremonia. Ibes
agradece com profundo recnnhecmenlo aquella acto
de pbilautropa e caridade ; bem como, aos Srs pro-
fessores da orcheslra abaxo transcriptos, que cora
igual desinlercsse se prestaram para tornar mais so-
lemne aquello aclo.
Oulro sim, agradecem infinitemenle ao Sr. empre-
zaro e a lodos os seus collegas, a espontaneidade
com que foram depositar urna lagrima e urna oraran
no tmulo daquelle que Tai seu companhero.
bornes dos senhores professores que se prestaram
gratuitamente a tocar na missa por alma do fi-
nado actor Jos Candido da Suca, v
Illms. Srs.
Mojor Patricio Jos de Souza, direclor da orches-
lra. .
Theodoro Oresles, regente da orcheslra do thealro de
Santa Isabel. >
Melquades Jo> da Coste.
Theonhilo da Boa-Morle. -
Simplicio.
Franklin Piulo de Sorbonna.-
Alexandre. >
Caelano.
Lucas.
Manuel Malaqnias.
Francisco Correa de Querogu.
Jos de Lima.
Hyppolilo. 1 '
Manoel Gerald...
Joaqum Pereira.
Patricio Baptisla.
Conceicao.
Filippe Barcellos,
Dimas Barcellos,
Manoet Jaaqum da Encarnarlo.
Manoel Augusto de Menezcs.
Comparecern! na missa os lllins. Srs:
Manoel Goncalves Agr, empresario do iealro de
Sania Isabel.
Manoel Baptisla Lisboa, ensaiador "e director da
sceni.
Actores
Joaqoim Jos Bezerra.
Luiz Carlos Amoedo.
Joo Antonio d Cosa e sua senhora.
Manoel Joaqum Mendese sua senhora.
I.uiz Antonio Mouteiro e sua senhora.
Diouizo das Chagas Soares.
Jos da Silva Reis.
Joa'o da Orara Gentil.
Joiio Jacintlio Ribeteo.
Ilernardino deSenna.
Manoel Jos Piulo, f
Luiz Canlarelli e.sna irmau.
COMMERCIO
A'aetos entrados no da 11.
Assu8 das, barca brasileira Firmeza, de 244 tone-
ladas, capilo Ferminiano Goncalves da Kosa,
equipagem 12, carga sal e palha ; a Manoel da
Silva Sanios. Passagero, Antonio Vieira de Mi-
randa Ave. Veo largar o pratico e seguio para o
Rio de Janeiro. Suspendeu Tora do lameirao.
Aveiro20 dls, escuna diuamarqueza Jenuy, de
114 toneladas, capilo D. Thieson. equipagem 7,
carga vmho e mais gneros ; a N. O. Bieber &
Companhia.
Lisboa30 dias, brgae porlagaez Despique de Bei-
ris, de 285 toneladas, capilo Joaqum de Azeve-
do Canario, equipagem 16, carga \inho e mais g-
neros; a Manoel Joaqoim Hamos e Silva. Passa-
geros, Manoel F'rancisco Goncalves, Manool Mar-
los de Amurim, Jos Lopes Baptisla.
.Vai-ios sahido* no mesmo din. I
AracalyHiate brasleiro Capibgrit, meslre Anto-
nio Jos Vianna, carga varios gneros. Passage-
ros, Antonio Lopes, Miguel. Lacorle, Domingos de
Moraes, Jos Gravena, Antonio Rodrigues de A-
brantes.
Rio de Janeiro Barca americana David -Lapolg, ca-
pilo George Suuner, em laslro.
ValparaizoBrigue inglez Anne, capilo Wlliam
Telley, carga assucar.
Terra NovaBrigue inglez Crecan, raplao W. Ra-,
mier, em laslro.
LondresBarca ingleza Thomas llarrison, com a
mesma carga qoe trouxe. Suspenden do lamei-
rao.
Nacios entrados no dia 12.
Porlo24 das, barca porlugueza Olimpia, de 256
toneladas, capilo Pedro Jos da Rosa, equipagem
16, em laslro ; a Barroca & Caslro. Passaseiros,
Anlonio Nones, Jos da Sitea, Maria da Paixo
(prela lvre).
Assu*8 dias. escuna, brasileira (alante Maria, de
150 toneladas, capitao Francisco de Assis Goncal-
ves Pcuna, equipagem 9, carga sal'e palha; a
Joao Anlonio da Silva Grillo,
dem12 dias, brigue hrasiteiro Conceicao, de 192
toneladas, capilo Joaqoim Kcrreira dos Sanios,
equipagem 12, carga sal c palha ; a Manoel AI ves
Guerra Jnior.
Jersey37 das,'patacho inglez Gem, de 113 tonela-
das, capitao petei Hermn, equipagem 8, carga
bacalho ; a ordem.
Sucios taidos no mesmo dia.
Babialliale brasleiro Fortuna, capilo Jos Se-
vero Moreira Ros, carga varios gneros. kPassa-
geiro, Antonio Cardoso de Mesquila.
PbladelphaBrigue americano ll'm. Price, capi-
lo Daniel Gug, carga assucar,
TERCVH
ANNOS Di
Ser cantado per
no nacional pela se
dramtica.
. Seguir-se-ba j
vlle em dous ac
No intervallo
lado pelo Sr.
e o duelo do
Finalisar o'e
tres aeS
EDITAES.
' Faro saber a quem convier que no dia 13 do
correnle lera lugar o exame de rhelorca e geome-
tra, alem de geooraphiae lalim ; no dia litera la-
gar o de geographia e uglez, alem do de rbetorica;
no da 15 lera lugar os de geometra, francex e geo-
grafa, alm de phitnsophia : vislo eucerra-se no re-
ferido dia 15 a matricularse houver grandenumero
de esludanles, malriculandos a quem fallam os exa-
mes das referidas disciplinas. I) secretario interino
Taca affixar e publicar pela imprensa depois de regis-
trado. Faculdade de direito de Olinda 11 demarro
de 1854.Dr. Antonio Jas Coelho, director inte-
rino.
Peranle a cmara municipal desla cidade con-
tinua a eslar em prara no da 15 do correnle a obra
do novo matadouro publico, que deve ser construido
no lugar da Cabanga, oreada em rs. 150:0008000:
os prelendenles que quizerem consultar a planta, or-
cameulo e prosramma da obra, p.oitem dirigir-se em
lodos os das uleis ao paco da mesma cmara ; e pa-
ra que possam laucar, deverao apresentar fiadores ha-
bilitados na Turma da le. ou propostas. Paco da
cmara municipal do Recite em 8de marro de 1854.
Baraode Capibaribe, presidente.No impedimento
do secretario, Manoel Ferreira Accwli.
O Dr. Custodio Manoel da Silva -Guimares, juiz de
dreilo da primeira vara do commercio, desla ci-
lla.te-do Recite, por S. M. I. e C, ele.
Faro saber aos que o presente edilal vrem qne no
dia 31 do correnle mez. se lia de arrematar de renda
quem mais der, depois da audiencia destejoizo, na
casa das audiencias urna rasa terrea sita na ra dos
Ouartesn. 6, avallada cm 88000 rs. meusaes, penhu-
rada por execuco de Raymundo Carlos Leile, con-
lra Jos Rodrigues doPasso. E para que chegue -a
nolicia de lodos maudei passar edilaes, que serd
publicados pelos jornaes e afixadus ua pra^a do com-
mercio e casa das audiencias.
Dado o passado nesla cidade do Recite aos II de
marco de 1851Eu Manoel Jos da Molta, escrivao
o subscrevi.Custodio Manoel daSilca Guimares.
QUI
BeneJ
o
Ideal
prezarl
gos e a;
dade, rl
senra U
ultima vez
Depois d
poema 1
Pedro Gonc.
Lopo da Sil'-
Simdo Affon-
O pac
Fr. Jorge Yo
Prime i:
Fr. Gil dominico
dor. .
'Fr. Joao Leigo, srv(
carcereiro.
Simeao ....
Samuel ....
Benjamn .
Isabel.
I.eouor
Esther
Cavalleiros, dama
liares da inqusicao.
Seguir-se-ba pelj~
Dar lim ao sp
O beneficia..!
j distinguido
que, prelegeo
la noile de seu be
Os bilhele
do, largo do Pa
thealFO em od.i I
Principiar s
PRACA DO RECIFE 11 DE MARCO AS 3
DORAS DA TARDE.
CotacOes officiaes.
Cambio sobre Londres a 28 1|4 il. 60d|v.
Descont de lellras de 3 mezes1 \ ao mez,
ALFANDEGA.
Rendimcnlo do dia 1 a 10.....87:6953016
dem do dia II ......... 3:6578619
91:3535535
Descar-regam hoje 12 demarro.
Barca ingleza--G'eHeciei-emerendonas.
Brigue inglez Barkilbacalho.
Barca iugle/aIrisdem.
Brigue dinamarquezFrif/golahoado.
Brigue dinaniaiqurzJenuypipas de vinbo.
Hiate americanoHaype de hla.
Balea brasileiraIpojurapipase barricas \aias.
c.ONSl l..\l)<) t.KltAL.
Rendineiilo do dia 1 a 10.....22:3203836
dem do dia 11........3859834
PIVERSAS PROVINCIAS.
22:7068670
--------
DECLAHA^OES.
Rendimcnlo dn.dia 1 ajO.
dem do da 11
2:4083662'
1133052
2:5213714
1 RECIFE 11 DE MAB.CO DE 185V.
A'S 6 HORAS D. A TARDE.
" RETROSPECT SI1A1UJL.
Nao To smenle a cidade do Recite quem leve a
fortuna c o prazer de ver el .celada a Ouaresma por
urna procissao de Ciuza, soler nublado que os Deis lan-
o apreciara : Olinda tamba .11 os leve ; com a difle-
renca de ser a sua feita no 1 lomingo 6 do correnle...
Em abono da verdade, cuan pre-nos dizer que i essa
procissao presidirn] todo o ( isseio e decencia devidos,
parecendo mesmo superior no que geralnicnle se es-
perava das Torcas do lugar ;| foi dirigida com inui boa
ordem e recularidade, eso] nao leve a pompa e o es-
plendor que por c prese| icimos, pelo menos uad*
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kcndimenlodo da 11.......6933219
CONSULADO PROVINCIAL. ,
Rendimcnlo do da 1 a 10.....15:532}742
dem do dia 11........1:3973722
16:9303464
PRACA DO RECIFE 1J DE MARCO DE
1854, AS TRES HORAS DA TARDE.
Recista semanal.
Cambios SaconJka 28 % i. por I3OOO, no
principio da semana, e depois al-
guns a 28 }, ao qual hoje esta
mais firme.
Algodao Vieram ao mercado 536 saetas, e
fizeram-se algumas vendas de
-OO a 53MO por arroba, sendd
o ultimo pela muilo escollado.
Assucar- A entrada, fei soperior ao'quese
Pela administrarlo dos eslabclecimenlos de
caridade se faz publico todas as pessoas,que tiverem
expostos em sua companhia* de os appresenlarem na
casa dos meamos no da 15 do correle pela) 9 horas
da manhila fim de serem examinados pela commis-
sao da hygiene publica.
Pela capitana do porto desta provincia se faz
publico, para conhecimenlo de qaein- por direito Ihe
competir, que no dia 8 do correnle foi lirada do fun-
do do ro Capibaribe, urna canoa de ferro, no lugar
em frente ao sitio doSr. major Florencio Jos Car-
neiro Monleiro, a qual consla Ja seachar all ha mui-
lo afondada, contra o disposlo nb capitulo 1. artig
9 do regulamenlo das capitanas de 19 de maio de
1846 e para que se proceda, como est determinado
nos arligos 116, 117 e 118 do precitado regulamenlo,
mandouolllm. Sr. capitao do porte Elisiario Anto-
nio dos Sanios, que se lzesse o presente uimuiicio,
que so correr por 8 dias. Capitana do porlo de
Pernambuco 11 de marco de 1854.No impedimen-
to do secrelario da capitana,
Joao Lim Cacalcanti de Albuquergue.
Pela subdelegada da freguezia dos ATo3adossc
faz publico, qae se acha leglmenle depositado um
cavallo quefoi remetlido a este airo pelo inspector
da Imbirbeira, pelo que quem se julgar com dreilo
ao mesmo, provando lij ser enlregue. Subdelega-
ca da Tregue/.ia (I subdelegado, Hrtphiii llonrulres Pereira Ulna.
Compariliia te Liverpool:
Nodia 14 espera-s da
Europa o vapor .uzila-
. na, roinmandaule Sa-
mes Browu ; depois da
demora do coslume se-
guir para os prtosdo sul. Agencia em casadDea-
110 Voule & Companhia, ra d Cadea Velh o. 5J.
Companhia de navef^aqao a vapor luso
brasileira.
O baixo s^
tem a salsfacd
nunciar aos Si
nita residen 1
cda mnleresse em.tilonti!
o primero vapor'da companhia, D. Mari
esperada de Inglaterra, no 1
me de morco, em Lisbo
20 do mesmo mez. com d
com escala pelas i I has da Ma>
nambuco e Bahin,
Este excellenle vaso, primor 1 j
como aiseveram pessoas entendidas e e
companhia, que o visitaram ; espera -se chegar]
agnas deste, no primeiros dias do prximo abr"'
guindo depois da precisa demoi
inleressadosou de quem q
se a publicacSo da label w e condii.ies jJ
passageni e Tretes; e para quaesquer outros eacli
LEILO.Dl
(iosset Bu
agente J. Ga
da manha em pul
gundo andar, a sai
um melodion com
hem poder serv
redonda com pedrj
commodas, <
dros com estami
pintura, lili
nba, vaso* 1
ele, etc.;
grapbiaqUc
cavallosqui
ro. carro de qu:
para montar
sitio na esln
do becori'
quatref cav
lmoeros, com be
mo da Europa e
sitio.
oa:
Quin' "'
faro leilao de diver^
muitos objectos que
Brui
leilao d ui.
zendas de ciiveil
ra, 14 do .com
ra da Cruz. n. i
_ C.J. Astil
riraro, poi
leilao de espen!
das, para seguntj
10 horas da ma|
tera" lugar no a
pich No\
nteiisAo
Franeisen Anton
cao do agente
horas da man:
pertences do s
no prin
jacarai.
americanas,
dita el,.
i-ios, banqiiinhas p|
das. un
dito, um au;u
para cima d.
um excellenle jof tes de sella c.
A^
precsa-s
qnerque
do Queu
|i servico ue wli
FCUOdo ,1
fharel
de Pita
despedir-se
. meo
I; 'desde J Ihes bypolheca seu presumo
cimenlo de o,ua precisrem podem dirigir-s a rtta' Hqolla lugar, ou onde quer que w wle.


4
DIARIO DE PERHAMBUC SEGUNDA FEIRA 13 DE MARCO, DE 1854.
ment audam nodia
thesoureropcdc os
ir os bi-
is.seiu
^^^Btcarj
'..''.... Ha
O Sr. Se\eriano Jos de Moura que morou
n Cinco I'onUs, queira declarar onda lie a ug re-
sidencia, que se lhe desoja Tillar a negocio de eu
i.i|lerea\ ou dirija- Fura de Portas, ra dusGua-
rarapesTuSi.~Jb Francisco Teixeira.
Alugsm'-sc as tojas da caa 44 da na da
t}uia ; a tratar eom Souza Jnior, ra do Collegin
Stgundo andar.
Tayas" que embarcarem nos
ilunie p.i a Rio de Ji ; para a Bai
h1
^ktor9
soort
0-jOOO
5:0008000
3:0009000
1S000
iJOOO
13000
>SQ00
VJOOO
2008000
1609000

1:600*000
1:4008000
0:0009000
^^Uo sugeilos
le oulubro 18l:,
pprvo. Pala-
i.o de 1854.
o teitede Pinho.
pequeos de 12 a 15 anuos
lio armazem do Caes da
>de marco, um cavallo ru-
. tem sobre as eostellas do
ia barroca, tem pos e mitos
~r do mesmo.. cauda ri-
irtlo nem magro, c levoa com-
rmir, saceos-vasios e al-
ii o pesar leve a ra da
i pr inieiro aodar, que ser re-
l ama de leite: quem pretender,
n. 102.
i; aprotnpta-se jantar para
er qualidade de comida, to-
i da Rocha lem urna caria
Crespo,toja n. 7.
Rio de Janeiro os
a, rique e Joo.
a ra de "Apollo :
i largo da Assembla,
icma para todo o servico
familia, paga-se beiii : na
le todas as qpalida-
onsMiccab de casas
i alm da todos os seus "per-
illo, tambem lo-
^^^Her'tamauho
I rmo, para'
iinndas.me-
iliago Lessa tem
praja da In-
a, na occasi.To do scrnio
ler cabido de urna
ii prata, com circu-
tiou leve a ra
ido.
deDirei-
n D>. Au-
niDOJ e que tem
anno ; ssig-
e os Sis, acadeiui-
i de livros
i do Colle-
o.e'000.
"lores relojoeiros, ou
Ferecido um relogio de
.com'correnle de ou-
fi8,1475, de o ap-
^HNe Azcvedo
i na sua resi-
ir da casan.3,
o Ota lete marro; assim
leiro dos segundos do
ido inferior, c
.:ar o dito relo-
ii, dentista,
alquer hora em sua casa
_undo Bdar
no lie a ultima
iencia dnSr.
Mi renda da casa
uzeVdesta ci-
JOOO rs. por anno.
na neguezia
apparecer no aler-
iiudo andar, que
/.ia da'Escada,
^^Koel Gonral-
~ luga um sitio,
oguinho. Ca-
Blantado
iie a tenlia
i 00 al 509a
indar', das 0
Ido apeadft-se o m'etlido o
obrado da ra estrella do
|Br. T.F. deC.Madera, c
auno Dr., quando deseeu
aclrau os estribos, pelo
os os ruesmos
, e querendo
pensado.
^^HV' ('oelho
estrada
sr. iuspeclor:
^^Bf no becco
^^Kesc, Ba ra
^^B, adjante do
i, e tem os se-
^^^Hpmilia: duas
^^H^*ra escravos,
iutal, no fu-
a mesma ca-
^^HfV" tratar.
HOTYPO
da 16 do fg
orespeita-
se de sempres- @
- dias que tem @
est aber- @
la tarde. O
^^gaossenho-
^^^feixo assifj-
, de slda-
lo, ser He-
dientes.
uuciar sua
ominado
la, pee-
ir Antonio da
lores oe-:
le roslii-
seu ca
os parai
3o rompe- i
ia cmara, I
i portan de prata.
un Mauricio Wanderlev, con-
tra francisco de Paula MarinhoAVandertey.
O Sr- Antonio Marques de Albu-
(juerque queira dirigir-se a prara da In-
dependencia, livraria n. c 8, que se Ihe
precisa fallar.
No paleo Jo Tejco n. 21, precisa-se da urna
ama que tenlia bom Iele, forra on captiva.
Na Ponte de Uchda, no sitio de Anlonio Mar-
qus de Artiorim. 'se necessita de urna ama para criar;
deseja-seurna mullier livre, e cujo leite seja novo.
OSr. Antonio Joaquim de Almeida que nego-
cia ou negociou com escravos, lem urna carta na li-
vraria n. 6 e 8 da praca da Iudependeucia.
No da fi do corrente desppareceu -o preto Cae-
(ano, de liarlo, perlencenle aos or pililos de Jose .Ma-
ra de Jess Muniz; dever ser encontrado pelos
barros de Santo Antonio e Boa-Vista, e costama
emliriagar-se c fallar muilo ; quem o pegar leve-o i
ra do Brum n. 28, fabrica decaldireiro.
Atuga-so o tereciro ailar da casada ra do
Vgario n. 5 ; a iraiar na de n. 7.
Sr. Francisco da Cunda Pedrosa e o Sr. Jos
Frederico de Arce, tem cartas ua ra do Crespo n.
19, viudas da cidade do Porto.
1) Sr; F. A. P. 1!. apparera na ra do Qoeima-
do n. 49, para liquidar o negocio que nao ignora,
isto no prazo de : das, do contrario se publicar sen
nomo por extenso.A. /, de Azecedo,
- Arrenda-se o engnlio Film, situado as grandes
varzeas do Cabo, muilo bom de prodcelo, com boa
casa de vivenda, t ludo ma: quem pretender ar-
rendar, queira dirigir-so Ponte dos Carvallios, a
Iraiar com o proprielario, od com a Kxma. Sra. Mar-
queza do Kecife, na ra do Seve.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
A lotera pitava das obras publicas de
Nictheroy con-u de 8 a 10 do corrente ;
os bilhetes acliain-se a venda as lojas do
costume, e as listas devem cheo^ir do dia
1 t a 21 ; a' entregadas quaes sao pagos
os premios.
P abai;o assignado anuuncia a quem convicr,
que acba-selegalmenle empossado do cargo de tabel-
liap publico de notas desta cidade, para o qual fura
nmeado por carta imperial, e acba-se em exercicio
de boje em diante ha n do Collr-gio, toja do sobra-
do n. 17.Francisco Baplitla de Almeida.
Na ra da Cadeia do Recife, loja'
de cambio n.2i, compra-seprata brasilei-
ra e hespanhola
Aluga"-se urna excellente sala para
algum esciiptorio de advogado por ser
collocada no centro dt cidade : quem a
pretender, di rija-so a ra' do Cabga' loja
de miudezasde 4portas n. i.R.
Siqueira &Perera embafcam para oRio de Ja-
neiro os seus escravos de nome Supina, tregoria, A-
nacleta, Quirina, Paulo e Francisca.
O abaixo assignado acha-se procedendo a inven-
lario dos bens do casal de scu finado sogro Antonio
l.uiz de Souza; por isso avisa pelo prsenle a quem se
julgar rredor do mesmo casal, que se habilite para
dito inventario, isl quanlo antes, do contrario dei-
xarao de ser attendidos os seus dbitos.
Joao Sepomuceno Paulo de Soiza.
Aos senliores arrematantes d'obras, tanto
publicas cmo particulares.
Quem precisar d'um adminislrador que sabe hein
deseinpenbar toda ejualquer obra que se llie ollerc-
ea fa/.er, por lersidiiscmpresua occupaeo, drlja-se
a esta lypograpbia.
A bella rapaziada.
, He chegada a quaresma, e todos devem fazer a sna
casaca, cal^a e collete preto, para assislrem aos actos
da PaixAo do Nosso Redemptor ; por tanto nilo de-
vem deixar de r a ra Nova n. !:t, Bazar Pernain-
lmcano, comprar o bom panno fino preto, a boa case-
miradila, o bom coltele dito, eo mxlhor chapeo de
sedaTlos que nicamente recebe no Rio de Janeiro
Mr. Vrtslin. Alcm deslas fazendas existem mais as
melliores meias de seda curtas, piuladas e brancas,
grvalas de difforentes qualidades, boloes para ca-
misa, ditos pora cotleles, enfeiles de ouro para rclo-
gio, luvas"dejouvin, brancas, cor do caima e prelas,
um completo sorlimento de objeclos de porcelana,
lindos vidros para cheiros.'e utros moilos objeclos
que estarlo patentes a vista dos freguezes.
Deseja-se saber quem lie nesla prara o corres-
pondente do Sr. Francisco Xavier Carnern da Cu-
nta Campello, para se traanle negocio do mesmo
seuhor ; quem rdr annuncie por ste Diario.
Quem t'tver bom gosto venha ver e com-
prar.
Na riia Nova n. 33, Bazar Pernambucano ,
os mais lindos e verdadeirosdiales detouquin de co-
res burilados a matiz, lindos turbantes ou enfeiles
para cabeca de senhoras os mais modernos c do ijie-
lhor gosto possivel, cortes de vestidos de dffcreotes
goslos, chales de relroi bordados, romeiras do (tilo,
ditas dito de lil branco a cardinale, ditas de dito pre-
las, lalhos para vestidos, prelos.brancos, q de blonde,
alguns delles bordados de prala,meias de seda bran-
ca para meninas de 3 5 anuos, setim de differentes
cores, fil de linio branco, liso e de cbovisco?. dito
preto bordado,, marahs para cabera, ou enfeiles de
chapeos de senhoras, crep de dilferentes ciires.frocos
com rame, e sem elle, luvas de pellica de jouvin
para senhoras, e oulras muilas fazendas queso com a
vista se pdenlo apreciar.paran qucsilo convidadas as
senhoras de bom gosto a frcquenlaremaquelieesla-
belecimenlo, que s. assim comprarHo a seu con-
tento.
lotera de n. s. do livramexto.
O cautelista Salustiano de Aquino
Ferreira
avisa ao respflilavel publico, que os seus bilhetes c
cautelas estao eiposlos i venda nos lugares do costu-
me, e paga sob sua responsabUidade os dous premios
grandes sem o descont de 8 ", do imposto geral.
Bilhetes inlciros ..." 6,000 5:0005000
Meiqs......... :),oot) 2:3003000
Qul ....... 1,500 1:250S000
"eeimos....... 700 .. poatXX)
Vigsimos ...... 400 ., 2303000
Precisa-so de urna ama para o serviro externo
e interno de urna casa, cunteudo urna pesso*a;prefere-
se urna crioula forra que ande de pannu : na ra do
Turres n. 16.
*- J. J. Tasso Junio'r embarca para o Rio de Ja-
neiro a tua escrava_mulata, de nome l.uiza.
Tem de se arrematar em prara publica, na pnr-
la do juiz do paz de-S. Jos, no dia 13 do corrente,
as 4 horas da larde, 50 rolos.de fumo. 10 duzias de
ligellas, 2 duzias de pratos, ineia pipa de vinagre de
Lisboa com 40 caadas : quem pretender, dirija-se-
no dja marcado as mencionadas lluras.
O Sr. Antonio Francisco de Miranda tenlia a
bondade de ir a loja da ra do Queimado n. 29.
/. M. Lopet.
Candido Jos da Silveira, ciilad.to brasiloiro, vai
a I llia de S.Miguela tratar de sua saude.
(i. Augusto daGra^a e Mello coma maior fran-
queza e solemnidado declara publifmunle ao Sr.
Manuel Kodrigues da Silva, quo nada lhe dove al o
presente, e que em lempo algum j mais lhe deveu
qualquer quantia por diminuta que fosse.
Attencaa.
Ima [wssus, que tem boa letlra e bastante prati-
ca.do servico militar, scotrerecr a faeer toda a escrip-
turncao de algum hatalhao. da guarda nacional:
qoem rie seu preslimo se qqer utilizar dirtja-se a
ra Nova n. 16. \
compras!
UVA 1)0 QUEIMADO N. 1.
'.Vendem-se 12vasos de om 3 muilo bem
feitos, e por preco commi
DEPOSITO DE CHE mASS\.
Na ra de Apollo, armazem "de Leal
Reis, contina a ter superior c verdadeira
potassa da Russia eda America, assim co-
mo cal em pedra c no* ultimo na-
vio, cujos barri conte'm o peso liquido
dequatro arrobas, tildo a preco razoavel.
Ao publico.
O abaixo assignado, tendo feito annuncins
j. por este jornal, em os qunes offerecia ao pu-
t buco o seo preslimo, como pliarmaceiilico,
em sociedade cun o pharmaceulico Antonio
Mara Marques Ferreira, na botica que foi
I do finado Joaquim -Jos pinto (iuimares, s-
| la na roa Nova dcsla eidade 11.53,nao se leudo
porcominume amigavelapcordo entreaquel-
I Sr. Antonio Mara Marques Ferreira, e o
abaixo assignado, ellerluailo a sociedade an-
| nunciad.i, vem declarar ^ur meio do presen-
. le s ua bol ira rima referida, onde poder ser
procurado a qualquer hora paTa os misleres
desda proflssao, ficando de nenliumelleito,
nunca existissem os anuuncios. e
sociedade j mencionada, que nao chegando
realisar-se pelo motivo supra referido, ne-
nhuin effeito valido pode produzir.
Recife 10 d 1854.
Jofdi Crits Sanios.
^^Btamentu para re-
'.' cravos, igual numero
seu proprielario Feliciano Joaquim dos Santos, roa
n. 21. do Hospicio
mants do voltarete.
Bazar l'ernaniliiir.ino,vendem-
ais finas cartas para- o jogo de vottarele. No
i'precisa de nina molher para o ser-
familia.
i-fera haver diariamente a
i do pasto, em frente do
pondo ao, Sr. Scveriano
o que leve de querer sa-
li para cobrar a
rubro prximo ps-
i aos eslabelecimentos de rarida-
i por muilas vezea, e anda boje 11 do cor-
*W'' lenha Uo a mesma casa, > senipre vi fecha-
di, dizendo-lha alguns tizinhos que o mesmo senhor
e tinha mudado, ex o motivo por que o abaixo as-
sRnado deseja iber onde reside o mesmo senhor, e
nao porque leulia Iransaccao alguma. s
Joio Francisco Teixeira.
Compram-sfi'alguns adornos parauso do meni-
>, como sejam: moeda de ouro,vernicas de S. Joilo,
inha, assim como um par de clcheles : na1 ra
das Flores n
Compram-se ossos a peso : no ar-
mazem da illuminacao, no caes do Ra-
mos, travessa.do Carioca.
em on
VENDAS
Devoto Chtistao.
Sabio a loz a 2." edcjlo do livrinho denominado-
Devoto Christao.mais correcto eacrescentatlo: vnde-
se nicamente na livraria n. 6e-8 da prara ua In-
dependencia a 640 rs. cada exemplar.
Novotelegrapho.
Vendc-se o roteiro do novo lelegrapho qne pririci-
piou a ter andamento no da 29 do corrente, a 240 rs.
cadaum: na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia. v
Vende-se um completo sorlimenln de fazendas
prelas, pomo : panno lino preto a 3S00t>. 43000 ,
6B0a e bSOOO, dito aznl 3000, 43000 e 5-3000. ca-
SHS?^1" "2SS500,8elim preto muitosuperior ,
W? c_4jO00 o eovado, sarja prela hespanhola 25 e
i*>00 rs., setim lavrado prpro para vestidos de se-
nhora a 28600, muilas mais fazendas de muilasqua-
hdades, por prego pommodo : ua ra do Crespo loja
n.ti.
Vendem-se cobertores brancos.de nlgodilo gran-
dos, a 1&440 ; ditos de salpico tambem grandes, a
1J280, dilos de salpicle tapete, a lSiOO: na ra do
Crespo toja n. 6.
Caixas para rape.
Vendem-se superiores caixas para rapfeilas na ci-
dade de Na/arelh, pelo inelhor rabrcanlc desle se-
ero iiaquella cidade, pelo diminuto preco de 15280 :
na ra do Crespo loja n. 6.
Vende-se urna escrava rroula ptima engdm-
madeira : na ra de Ilortas n. 60,se dir quem vende.
Vende-se um mualo, peca, de 18 annos de ida-
de, proprio para, pagem por saber tratar de cavallos :
na ra do l.ivramenlo 11. 29.
Palitos franceses.
Vendem-se palitos rrancezes, de brimde ,,?
V7 Imito e brelanba, a 33000 e 45 rs., ditos de SrV
iffl alpaca prela c decores, a85e 1tlrs., ditos t&
(k 2 do prec;o e superoridade da fazeuda nin- l
(&L guem deixara de comprar : na ra Nova lo- ft
L ja de fazendas 11.16, dejse Luiz Perera \ ende-so um escravo de nagAo de bonita fisu-
ra : quem pretender dirija-sen ra do Passeio Pu-
blico loja 11. 7,
Vende-se urna escrava de naeAo da Cosa, pro-
pria para vender na ra. muilo fiel, sem vicios nem
achaques: na rna do Rosario da Boa Vista 11. 22, se
dir quem vende.
Vendem-se grammalicas de Sevene : ha ra
Uireila n. 31.
Vende-se urna boa escrava chegada do malo, p-
tima figura e de 18 annos. garanle-se vicios e acha-
ques, com urna cria de 4 mezes, assegora-so ter
muito leite. e propria para crear qualquer menino de
eslimacAo: uo pateo do Carmo, sobrado n. 16.
Redes acolclioadas,
brancas e de cores de um s panno, muilo grandes e
de bom goslo : vendem-se na ra do Crespo, loja da
esquina que volta para a cadeia.
Vendem-se duas meias aguas em Fon le Por-
tas, no becco do Jos Teixeira : quem pretender di-
rija-se a ra dos t'iuararapcs n.3l, eu Fra de Por-
tas, a qualquer hura do dia.
Na ru NoVa n. 10, loja de Manoel Joo
Francisco Dotarte! successor de' Mada-
ma A. Poirspn,
cnconlra-se sempre nm lindo sorlimenln de boas la-
zenrta de moda e de lindos goslos, assim como as se-
gundes, recciilcmeute ebegadas : uros de aples
prclo de varias qualidades, maulas de fil do seda
bordadas, de retroz pretas, sarja hespanhola muilo
boa, meias de seda prelas muilo linas e varias oulras
qualidades, ditas de barra de seda, luvas pretas asse-
linadas para senhoras e bomcns.dilas para meninas,
prelas e de cores, lencos de.relroz ditos ditos, romei-
ras de relrz de cores, mantclleles prclos, ricos e de
cores, chapeos deso <)c seda, ricos, para senhora,
dilos para homens, chapeos de seda para cabera de
senhoras, muito ricos, enfeiles para calieras Je se-
nhoras, chapeos franeczes para homens, "dilos para
meninos, luvas de pellica para homens o senhoras, e
mitras muilas fazendas prelas g do cures, e de muilo
boas quslidades, por preco muilo commodo.
O 39 A.
Vinte e tantas qualidades. '
De boliubos para rli
Con fronte ao Rosario
Numero Irinla c nove A.
Ameudoas e chocolate,
Pastilhas c confetos.
Doces de qualidades
, Caixinhas com enfeiles.
Biscoilps estrangoiros.
Juntamente nacionaes
A'vsta dos-freguezes
Se mostram cousas mais.
RA DO QlEIMADO N. 1.
Na anliga loja doMeia Pataca anda existe algumas
pecas de brelanba de puro liulio, rom fi varas a 25500
a peca, pecas de cambraia lisa lina, com 6 1)2 varas
a 25500, ditas muito fina a 33000 rs., lencos brincos
de cercaduras de cor muilo bonitos a 100"rs., brela-
nba de linho muilo soOrivel a 400rs." a vara, fil de
linho de cor, proprio para cortinados a 320 a vara,
alpaca de seda escosseza, propria para vestidos de se-
nhora e roupes de meninos a 800 rs.ocovado, man-
tas de lil de seda' prela para senhora, e oulras mili-
tas fazendas que se vendem por baralo preco.
Vende-se um terreno, na ra principal da Ca-
punga, com 80 palmos de frente, alguns arvoredos
do fiuclo, um alicerce de pedra e cal, urna cozinba
tambem de pedra e cal, c urna grande cacimba com
excellenle agua de beber: a Iraiar na mesma Capun-
ga, cora o Dr. Nabor.
- Meias de laia para padres.
Vcndem-se'superiores meias do laia para padres,
pelo baratissimo preco de 25000 rs. o par : na rna
do Queimado, loja de miudezas da boa fama, nume-
ro 33.
-*- Vende-se ria rna Nova, Razar Pernambucano
11.33, cortes devenidos do cambraia branca borda-
dos, pelo preco de 5o rs. cada um.
*5feJS993|:SS#jaa^@*
SUPERIOR FAlliXHA DE MANDIOCA.
J!> Vende-sc farinha de mandioca, nova, ebega-
S da de.Sania Calliariua; a bordo do patacho
$5 Clemenlina, por proco commodo : para por- @
@ Cues, no que se far d'ill'erenra de preco. Ira- jj
@ la-so no escriptorio da ra da Cruz n. 40, pri- g
meiro andar.
g.'gjs^&s:s@sss se %,&$ I
Jos Baptisla da Fonseca Jnior, na rna do Vi-
garion. 4, primeiro andar, tem para vender chapeos
depalhadoChil, aba estreflH" e de feltro, pretos
pardos c de cores, a prefo commodo.
FARINHA DE MANDIOCA.
Nos armazens de Antonio Aunes c (azuza, na cs-
cadinlia da Alfandega, descifrregada hoiiteiii, de su-
perior qiialidade, prero commodo, ou a Iraiar com
J. B. da Fonseca Jnuior, na ra du Vigario n. 1 pri-
meiro andar. '
<& Quem deixara de fa/.er m ves-
tido pelo.
*rse precisar dedinl
olese trata.
rpecliiticlia.
Casa na Estrada Noxn. decente
y,xym muilo bons conmiodos,
uesocio, e d-se omito
no: tiesta lypographta
SACCAS COM FARINHA.
Vendem-se saccas com superior fari-
nha da trra, por menos pcet;o do (pie
em outra qtialqnet parte : na ra da Ca-
deia do Recife, esquifh do becco Largo,
loja n.^2(.
Vendem-se
dous bous cavallos muito novos o carnudos, sendo
um rodado com todos os andares, e nutro muta pe-
queo para menino, carrega baUn, bom galopa-
dor, e manco : no armazem da ra Nuva n. ti".
ATTENCAO'.
>cndem-se duas casas terreas acabadas de pouco
lempo e-edificadas cm una das novas ras do Corre-
dor do Bspo, asquaes rendpm mensalmente 85000
rs. cada urna, sendo o terreno das (lilas casas foreiiv,
e tendo de frente (50 palmos o de fundo 300, coma
vanla-em de poder edificar nos fundos, por estar em
ahnbamcnto com outra rna ; os pretcndenles diri-
jam-se no aterro da Boa-Vista n. <;r>, das 10 horas da
manhSa em diantc, que enconiranlo com quem Ira-
lar; leudo a lembrar, que o dono por ter de retirar-
se com brevidadeas vende por preco mu razoavej.
Armacfto.
Vende-se urna armario de loja.de madera de Ion-
ro eamarcllo, com algum uso, mas em perfeilo esta-
do : a Iraiar na ruada Cadeia do Itccife n. 18 e 20,
.011 na ra do Queimado n. 3 e 52.
No aterro da Boa-Vista n. 8, dcfronle da boneca,
chegaram ltimamente os verdadeiros figos de coma-
dre; por preco muilo,commodo, peras seccas a 480,
am?ixas a 400 rs., passas a 32 e 480 rs., bolacbinlia
de todas as qualidades. cha hyssun o mais superior do
mercado a 18600, 15700 1JS20 e 2560 rs. a libra,
e um completo sortimenlo de lodos os gneros de mo-
Ihados.'por preco muilo favoravet ao comprador.
Na ra do Queimado 11. 46, luja de Be
,,o u liuoimuii u. 10, luja ue ezerra
a a Moreira, vende-se pelo baratissimo preco do S
m 2S}600<>eovado,a mellior eleuilima sarja bes- S
panliol que aqu tem viudo. Franqiieiam-se **
amostras, e lamben! se manda un rarxeiro f
@ eom as pecas para qaem quizer poniprar. ver 0
09M$$ft&^:tt>ttsft)9Q3$
I Iliacos de balauca Romao i\ Compa-
nnia, .,--''
rlipuados ulliniai.ipiile de Lisboa pelo brisue iHirlu-
guez Tan/jo Primeiro. proprios para balean, c por
preco commodo : na rna do Amnrim 11. 54, armazem
ile Macbadu & Pinhcir. ou a tratar na ra du Viga-
rio n. 19, segundo andar, escriptorio dos mesmus.
Cera em velas.
Vende-se cera em velas, fabricadas em Lis-
W boa.em caixas de 100 e 50 libras, e por preco
|$ o mais baralo do que em outra qualquer,par-
le: amado Vgarion. t!),segundo andar, t
escriptorio de Machado & Piuherir. m
etStai.- @
Vende-se o engcnlm Sania Rila, na freguezia
de Iguarassi, moenle e corrente. com 10 ou 20 es-
cravos, 25-hois, S5 besla, safra fundada, com Ierras,
desmaneadas para safrejar 1,500 pa"es, altos frescos,
varzeas todas de barro massap, c partidos de varzea
proprios para se abrir, e ludo muilo perlo do enge-
nh, com porto de embarque; que um carro pode con-
duzir SOsaccos por dia ; vista do pretendenle ve-
rao outroj eommodosque dispensam aqu dizer-s
tambem se arrenda e vendem-se bois c fiestas e a sa-
fra : quem o pretander, tlirijA-se ao mesmo engenho
propriel,
Farinha d'mandioca.
Vendem-se sacras grandes com superior fa-
rinha de mandioca, por preco commodo : na
rna do Amorim n. 54, armazem da Machado
4 Pinheiro, ou a Iraiar na rna do Vigario n.
19, segundo andjr, escriptorio dos inesnios.

Guarda nacional.
Fortunato Correia de Mcnezes, com loja
de cirgueiro na praca da Independencia ii.
17, lem para vender-boas espadas-de metal
principe rom'roroa e sem ella, chapeos ar-
nados a moderna, barretinas, dragonas, ban-
das de franjas de ooro c de retroz, (elins bran-
cas e prelos, e ludo o mais que he preciso pa-
ra os uniformes dos Srs.ofllciaes; por preco o
mais rommodo possivel.
Venderse o sobrado de dous anda-
res-e sotao da ra de Apollo n. 9, bem'
como o dito de um andar da ra da Guia
n. 44 : a tratar na ra do Collegio n. 2i,
segundo andar.
Veudem-serelogio>49,onroe prala, mais
de que em qualquer oirlra parte.:
ica da Independencia 11. 18 e 20.
eos pratos francezes
e de formSrHiais elegante que
Iros de dherirqualidades por me-
1 parle : na ra da Cadeia do
ato.
- iS Heoriques : ra do Crespo
n. 5, vendem-se lenco dg cambraia lina e de puro
linho, pelo h.rafo preco d 3$ e 15500 a duzia, sendo
cada iluzia em urna caixinhacom lindas estampas.
OS EXCELLEMES SALUMES DEB0L0MI.4,
receritemente cliegados de (ienova,vendem-se a prego
razoavel : na ra da Cadeia do Recile n. 2:1.
Vendem-se piados fortes de superior qualida
de, fabricados pelo melhrtr autor liamburgoez ua
ua da Crnz n. 4-
IQepoiito da fabrica de Todos oa Santo* na Baha'
Vende-se, em rasa dcN. O. Bieber &C., na ra
da Cruz n. 4, alsoda trancado d'aquella fabrica,
muito proprio para saceos de assucar e roupa de es-
cravos,.por preco commodo.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, h a
para vender, chegado de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, u sesuinte: saccas de' farello muilo
novo, cera cm gruine c em velas com bom sorli-
menlo de superior qualidadc, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, huvissima. %
Vendem-se em casa de Me. Calmont & Com-
panhia, na praca do Corpo Santo 11. I I, o seguillte:
vinho deMarseitlecm caixas cm no vellos ecarreleis. bren em -barricas muito
grandes, aro de miiasurtido, ferro ingles. .
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a lia-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vap&r, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da nveucao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Iterlin, empregado' as co-
lomas inglezas hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento def
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metliodo de empre-
ga-lo no idioma poi-tuguez, em casa de
. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz, ti.'t.
Vendem-se 10 escravos, sendo t lioin carreiro*
nutro dito canociro, 1 escrava lioa encommadeira<
cozinbeira, com bonita,fisura, 1 inulatinlia de idade
de 18 anuos, e 6 ditas ptimas para lodo servico : na
ra Direita n. 3.
Vetide-wiio armazem de James Hal-
lidav, na raa da Cruz 11. 2, o seguinte :
relogipsde ouro sabonfetes patente ingle/.,
sellins inglezes, silhoes para montara de
senhora, arreios para cabriole!, lanternns
para carro, eixos de patente e molas de
51'olhaspaia carros, candelabi-osdebron-
ze de 4 e 5 luzes.
i : >@^e-@@@S
Na esquinada rita do Crespo 11. 1(5. 65
Vende-se nesln loja riquissimos c modernos
* cortes de vestidos de liacges com babados, fa-
zenda.anda nao vista neste. mercado ; pede- ?t
se aaltenc-n das senhoras de bom gosto, afim
O de quecomprem esta linda e inlcrssanle fa-
'zenda. 4?
.@8@:@@S@
Presuntos para hambre.
Na rna d'Aurora, junto a fundirao. anda exisle
um resto do 'famoso presunto para so fazer fiambre!
he por preco razoavel, por o dono nao ser usura-
rio.
Vendem-sc Ires escravos pecas :' no segundo
andar da casa 11. 17 da ra da Cruz"
Rape' Paulo Cordeiro.
Vende-se o verdadeiro rap PauloCordeiro, no
deposito n. 17 da ra da Cruz, primeiro andar.
Vende-sc 1 pardo de idade 20 anuos, um preto
ile idade 40 anuos, um moleque crioulo de. 17, urna
prola da Costa, boa engominadcira e lavndeira.etam-
bem vendem-s 30 travs de pan d'arco de 45 palmos
de coinprido. c palmo terco de largura : quem pre-
tender comprar procure na ra larga do Rosario n.
35 que se dir ijuem os vende.
@,>:@@.@
Cortes de chita l>aratos e bons. @
a vendem-se curtes de vestido de chita de
25 harta, edr fixa, osquacs se lem vendido por @
.-3 2>00 cada corte; vendem-se agora pelo mui-
lo bar-lo preco de 2S(000 rs. > isto para ac-'
bar : na loja do sobrado amaretlb, nos qualro
cantos da rna .do Queimado n. 29. @
5S@:@@y!
Vende-se nia negra da Co4(ili dc mca idade,
que cozinba. lava e eugomuia, c vend na ra : na
da Cadeia do Hecifc, toja n. 64.
Na passagem de linda, no segundo sitio cm
freulc, vende-sc urna canoa uieia aberta.de carreira,
e taiiibem se vendem duas o Ires vaccas gurdas pro-
prias para acuugue, filbas du paslu. ,
Na ra do Crespo 11. lli, vendc-se
urna mulata acaboeolada, com idade de
"O annos, a qual cozinlial engomma e la-
va de sabo e barrella, e com urna cria de'
18 mezes.
@@ @@S;,
Os mais ricos e mais modernos chapeos de y
seda e dc palha para stmburas, se eiicontram &
sempre na loja de moas de roadamc Milla-'-
chau, 110 alerro da Boa- Vista 11.1, por um pre-
comis razoavel do que em uulra qualquer &o
Prte-
Na ra Nova n. 33 Bazar Pernambucano, ven-
de-so verdadeiiq liieo de linho, tanto bra
preto.
Na roa do Trapiche n. 14, primeiro andar
vende-se o seguinte :pasta de lyrio fi
mellior artigo que
branquece-os a forl
-
sarar sai
prelos e 1
presos c
Taixas para
Na fundicao' d [
Rowmann
do o cli.-if"'.' BrJntn !i ver um
completo sortrr>enttf de taixas de feri"0
Tundido e batido de o a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em caiTO
sem despeza ao comprador.
Moinhos de vento
'ombombasderepuxopara regar borlase baixas
de capiu. na fundicao de 1). W. Bowmaiu na ra
do Brum ns. 6. 8 e 10.
VINHO DO PORTO MUITO FINO. '
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisdei., 5. e 8.: no armazem da ra
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar no

ulessem obter. fa-
.BHptoda'ltristol.
Eis- 1 que os Srs. A. B. D. Sands es-
nn dia 20 ,jc abril.de 1852.
Dr. C. C. Briflol.
'
. SALSA I'ARRILIIA.
Vicente Jos de Brilo, nico agente cm Pernam-
buco de B. J. I). Sands, chimico americano, faz pu-
bfico que lem chegado a est prae,a urna grande por-
p5o de frascos de salsa parriiba dc Sands, que sao
verdaderamente falsificados, e preparados no Bio
midores de lao precioso talismn, de caliir neste
engao, lomanjjo as funestas cousequencias que
sempre costumam Ira/.er os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela mito daqueltcs, que aulepoem
seus interesses aos males c estragos da huinanidade.
Portanto pede, para que o publico se possa tivrar
desla fraude e distingua a verdadeira salsa patrulla
de Sands da falsificada e reccntcmenlc" aqui chega-
da ; o aiinunciaiile faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua bolica, na rna da Cnnceirtlo
do Bccife n. 61 ; e, alm do receituario que acom-
panha cada (rasco, tem' cmbaixu da prmeira pagina
seu nome impresso, e se achara sua firma" em ma-
nuscripto sobre o involtorio impresso do mesmo
fracos.
nos r^^^^^H
ir a esta ci
/ ur. Aiiiouio jse i
escriptorio de >ovaes & Companhia, na afamada casa de sande na C
___ J. T^.__:1___ti llt SilWriiin <* niiroiri i
ra do Trapichen. 34-
Padarja.
Vende-se urna padaria muitoafreguezada: a tratar
com Tasso limaos.
Aos senliores de engenho.
Coberlores escoras de algodao a 800 rs., dilos mui-
lo graudes e encorpadns a 500 : na ra du Crespo,
luja da,esquina que volta par a Cadeia.
Vende-se farinha de mandioca mui-
lo superior, em saccas, e chegada recente-
mente : 110 armazem de Machado & Pi-
nheiro, na ra do Amorim n. 54, ou a
tratar no escriptorio dos mesmos, na ra
do Vigario 11. 19, segundo andar.
Na ra da Cadeia Velha n. 52, em casa de
Deane Voule & CompanTiia,
vende-se um carro americano dc 4 rodas ; pode ser
visto na coclieira de Poirricr. no aterro da Boa-Vista.
(J Deposito de vinho de cham- )
pague Cliateau-Ay, prmeira qua- ^
iidade, de propriedade do condi ftft
de Marean, ra da Cruz do Re- ^
cife n. 20: este vinho, o mellior ^
de toda a champagne vende- W
se a 3b$000 rs. cada caixu, acha- ^
se nicamente'em casa de L. Le- "
comte Feron d; Companhia. N. B. W
As caixas sao marcadas a fogo ($5
Conde deMarcuil e os rtulos @
das garrafas sao teues. @k
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, tem
venda a.superior flanclla para furro desellius, che-
gada recntenteme da America.
ONCj
l.e A anguidade1
claramenle provada, :
eque a de Sands so
Sual este droguista n,
rislol.
2. c A superoridade d
he incontcslavel: pos
renria da de Sands, e de nm1
paraces, ella lemmantidoa
si toda a America.
As numerosas experi
salsa parriiba em lo
pela impureza dr-
a corte pelo III
academia imperial de
Dr. Antonio Jos
h
) Vendem-sc reiogids de ouro, pa igt
/. ten-te inglez, por commodo pre-
TT 00! na ra da Cruz n. 20, casa de y?
- L. Lecnte Feron & Companhia. ($
. Vende-se sola boacni pequeas e grandes par-
tidas, cera do carnauba pi-iineirn sorle, [lelles de ca-
bra de diversos preeos,esl eiras ile pallia de carnauba
e pciinas de euia : ua ra da Cadeia do Becife n.*i9,
primeiro andar.
Vende-se selim pro tn lavrado, de muito bom
goslo, para vestidos, a 2>S00o eovado: na ruado
Crespo, loja da esquina q ue volta para a cadeia.
.A5S000P.S.APECA. '
INa lojade tiuimaraestillenriques, ruado Crespo
n.5, veudem-sechitas di; cores escuras, com um rs.
queno loque de mofo, pe o baralo preco do J-JOOOiie-
a peca, com 38 covados.
Velas de carnauba.
Veudem-se caiuinhas com superior velas de cera de
carnauba pura, fabricadas no racacy, e por commo-
do preco; na ra da Crnz, armazem dc couros e sola
n. 15.
Cera de carnauba.
Vendc-se em porrao r a retaltio : la ra da Cruz,
armazem de couos esola 11. 15,
Vendem-se saccas com feijan. iniilalinlin ilo
muilo boa qualicUidc : na ra da Oidcia do Recife,
loja 11. 5.
Ageac: 'a do Edwla BSaxr.
Na rua.de Apolh n. 6, armazem de Me. Calmen
& Companhia, acha-se constantemente bons sorli-
mentos de taixas de ferro coado ebatido, lano ra-
sa como fundas, mor ndas inetiras todas .lo ferro pit-
ra animaos, agoa, e!i ., di la, para a miar em made-
ra de todos oAiuaii htHe uiwleius osiiiaismoderos,
nai'lifln lluruiontal para vapor com torea de
i cvanos, rdcos, passaiteiras de ferro eslnhado
para rasa de purgar por menos preco queuS'de co-
bre, esco vena para navios] Rsrro "iia Suecia, e fo-
Ihasdc llaudres ; tu do por barato preco.
Na ra da Cadei; 1 do Recife n. 00, arma;
zem del lenrique Gibson,
vemlem-se relogios d e ouro do salioneic, de patenle
inslez, da mellior qt talidadc, e fabricados em l.on-
d res, por preco com nodo. ,
POTASSA.
No antigo deposito da 1 ua da Cadeia do Becife ,
ariiia/cm 11. 12, ha pa a vender milito nova potassa
da BusSia, americana e hrasrle'ira, em pequeos bar-
ris de. 4 arrobas; a boa qunlidade e procos mais bar
ratqs do-que em outra qualquer parle, seallancan
aos que firecisarem ce anprar. No mesmo deposito
tambem ha barris com cal de Lisboa em pedra, pr-
ximamente cliegados.
Vende-se a /erdadeira salsa paroi-
Iha de Stends: na t tica f'ranceza, da ra
daXruz, em frente rao chafariz-
Na tua do Vgarion. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quuarilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas, tudo modemissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
Charutos de Ilavana.
. Vendem-se verdadeirps charutos de Ilavana por
preco muilo conimado : na ruada Cruz, armazem
POTASSA E CAL.
Venderte potassa da M.ussa e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,"
tudo por preco ibais commodo que em
outra .qualquer parte : na ra do Trapi-
chen. 15, armazem de Rastos limaos.
Comtoque deavaria. *
Madapoln largo a 3*200 a pera : na ra do Cres-
po, loja da esquina que volla para Cadeia.
Muita attencuo.
Qassns de quadros muilo largas com 12 jardas a
25400 a pera, cortes de ganga "amarella dg quadros
muito lindos a I JjO, corles de vestido de cambraia
de cor com fi 1]2 varas, muito larga, a 2Jj800, ditos
com81|2 varas a 3&000 rs., cortes de ineia casemira
para calca a 33000 rs., e oulras muilas fazendas por
preco commodo : na ra do Crespo, tuja da esquina
que volla para a Cadeia.
PARA AQUARESMA.
Um lindo e v;triado'- sortimento de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Panno lino preto a 33000, 33200, 4J.500, .59500 e
69000 rs., dilo azul a 298OO, 35200 e 49OOO rs.. dito
verde .1 298OO, 39000, 9500 e 58000 rs. o eovado,
casemira prela eufeslada a 59500 o corte, dita fran-
ceza muito lina c clstica a 79500,89OOO e03000 rs.,'
setim preto macn muito superior a I9200, 49000 e
59500 o eovado, merino preto muito bom a 3320U o
eovado, sarja preta ninilo boa a 29000' rs. o eovado,
dita hespanhola a 29600 o eovado, veos pretos de fil
de linho. lavrados, muilo grandes, fil prel lavrado
a 480 a vara, e oulras muilas fa/enda* de bom gosto:
iw na do Crespo, loja da esquina que volla para a
FARINHA DE TRIESTE.
Prmeira qunlidade.'
TassoTrmos avisam a os seus freguezes, que tem
para vender farinli de 1 1 m > chegada ltimamente
de Trieste, senilo a uiiira nuva
dencia exisle no mercado .
Vendem-de cobertor es de algodao arandes a 640
rs. e pequeos a 060 rs. : ua ra do Crespo nume-
ro 12.
Cdei
^S'
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recomnien-
da-se aos senliores de engenho os
seus bons ell'eitos ja' experimen-
tados "^na ra da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
: Vendem-se pregos americanos, em
barris,. proprios para barricas de assu-
car, e alvaiade dezineo, superior quali-
dade, por preros commodos : na ra do
Trapiche Novo, 16.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
ra do Brum logo na entrada, e deli oti-
le do Arsenal d-Maiuha ha' sempre
um grande sortimento de (dichas lauto'
de fabrica nacional como estranje.i:i,'
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
existem qujndastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
precos sao' os mais commodos.
Vendc-se um grande sitio na estrada dos Aulie-
os, qunsi defronte.da igreja, o qual lem militas ar-
vores de fruclas. Ierras, de planlacoes, baxa para
capim, c casa de vivenda, com bstante* coininu-
dos: quem u pretender dirija-se au mesmo sitio a
entendei-se com o fir. Antonio Manoel dc Jloraes
Jlesquila Pmeiilel, ou a ra do Crespo n. 13, no
escriploriu dupar Antonio da Ciiuha c Kiguei-
fcredo. _- /
Vende-se em casa de S. P. Jonh-
ton & Companhia, na ra da Senzala Nos
va n. 42.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Cherv, em barris de quarto.
Sellins para montara, de homem e se-
. nhora.
Vaiiuetas de lustre para coberta de caiTOS.
que daquella proce- Rel^os dfi lu.0 p^nte injjlez.
Vendem-se lonas,brinzaC, brin'se meias lo-
nas da Russia: no armazem de N. O. Bieber &
Compauuia, n ra da Cruz 11. i.
OAVIDWIf.l.lAM BOWMA>, enconheiro ma-
clnnista e fundidor de ferro, mur rcspeitoyimenle
anuuncia aos senliores proprietarios de engenhos,
fazendeiros, e aorcspeitavel publico, que o scu esta-
bcleeimeiilo de ferro movido por roaeliina dc vapor,
na ra do Urum passando o cbafaiiz, contina em
effectivo ejercicio, ese acha completamente montado
com apparclhos da primeira qualidade para a per-
eila conrerpa das maiores pecas de machinismo.
Habilitado para empreheuder quaesquer obras da
sna arte, David AVilliam Bowman, deseja maispar-
tipularmetito chamar a altenrad publica para "as se-
guinles, por ter deltas grande' sortimenlo ja" promp-
to, em deposito na mesma rundirs, as quaes eons-
truidas em sua fabrica podem competir com as fabri-
cadas em paz estranzeiro, tanlocm preco como cm
qualidade de materias primas e ma dc obra, a
saber:
Machinas de vapor damclhor construirn.
Moendas de calina para engenhos dc "lodos os ta-
maitos, movidas a vapor por agua, ouanimacs.
Rodasde agua, moinhos de vento eserras.
Manejos independen tes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzes e chumaceiras.
Cayilhoese parausos de todos os tamauims.
Taixas, pares, crivos e bocas de fornalha.
Moinhos de nandioca. movidos a ma ou porani-
maes, e prensas para a dita.
Chapasdc^fuga e Tornos de farinha.
Canus de ferro, torueiras de ferro e de bronze.
Bombas para cacimba e de repuxo, movidas a
man, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchosr? macacos.
Prensas hidrulicas c de parafuso.
Terrascus para navios, carroso obras publicas.
Columnas, varandas, grades,e portos.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de maue arados de ferro, etc.. ele.
Alm da superoridade das suas.obras, ja' gcral-
mentc reconhcida, David William Bowman garante
amis exacta conformidade com os moldes c dese-
llius remllalos pelus senliores quese disnarein dc
fazcr-Ihc encommendas, aprovetando a occaaia pa-
ra agradecer aos seus numerosos amigse freguezes
a preferencia com que tem sido por ellcs honrado,
Dr. Saturnino de Oliveira,
por varios otitros.med
clamar altamente as virl
rilha de Brislol vendc-se a
O deposito desta salsa
frauceza da ra da Cruz,
FUNDICAO' D'AR
Na fundipo d'Aurora acha-sc
completo sortimenlo de
I 'a lia como de'baxa pre-
approvados. Tambera Se apromi
da de qualquer forma que se
maior presteza. Habis omci
para as ir asseutar, e os fnbr
coslume alianram o perfeilotra!
ponsabilisam por'-qualqner defe
apparecer durante a primeira sal
as de vapor construidas nesto,'
eslado em constante servico nesl
eal 16 annos, e apenas lem e
cantes reparos, algumas ate
te, arcrescendu que o consuinnio
mui inconsidcravel. Os s
e nutras quaesquer pessoas
chinsmo sao respeitosain
estabelecimento em Santo A
DR. P. A. LOBO j
Vende-sc a mellior de
Tiomcopalhica sy O NOVO
JAHU _fi3 Iraduzido era
A. I.obo Moscozn, contendo u,
portantes expricarOes sobre a a^
dieta, etc.', elf. pelo traductor t
cadern,id"S em dons
Diccionario dos termos i
lomia, pharmacia, etc. |
nado
Urna carteira de2i medcamen
eos de tmcluras idisifens:
Dita de 3G ."
Dita, de -58 .
Urna de GOtobriscom 6 frascoiJKjj
Dita de 154 com ti dto J^\
Cada carteira he c<>^^ n
das iluas obras cima n
Carleiras de 24tuuvs|r
beira ......
Ditas de 48 ditos ....
Tubos avutsos de glbulos
Frascos de miaonca detinJ
Ua tambem para vend^
tubos de crystal muito fino,
manliqs.
A superoridade destes1
lodos reconhcida, e por i>
N. B. Os senliores que
obra do JAIIK, anles de
dem mandar rece'
augmento deprBJJ
respeitosamente, annunciam que B_
labelecineulo em Santo Amaro, conlii
com amaorperfeicaoeprompl:
de marliinismo para o uso da
raoemanufactura, eque par
seus numerosos freguezes e do
aborto em om dos graudes ari
tana ra do.Brum, atraz do
um
DEPOSITO DE MACI
conslroidas-no ditosen estabelecim
.'. lli acharo os compadores' m)
menlo de moendas de cu
ramcntosfalsuus delles nov
experiencia dc muitos anpl
sidade. Machinas de va_
taixas de lodo lamauhe
car. machinas para moer
to, fornos de ferro bal i
fenv da mais approvada
alambiques, crivos e Dorias
inlinidade de obras de fi "'
enumerar. No mesmo di
mnos to
eussegura-lhesqucnaopouparaesforcose diligen- taWKwnle e habaiUd
cas para continuar a merecer a sua conlianca.
t eijao.
No armazem do Sr. Gufrra dcfronle do trapiche
do algodao, lem para vnder-se fejao nmlatinho
mnilo novo, e em saccas glandes : a tratar na ra da
Cruz n. 15, segundo andar.
Fazendas de seda e panno lino.
Na loja do sobrado aniarello.nos quatro can-
tos da ra do Queimado u. 29, vndem-se
g corles do vestido prclo bordados, sfetim maco
jgc |roprio prra vestido, velludo preto uperior
R para dito, a verdadeira sarja de seda*Hiespa-
g nhola, los pretos de seda bordados, mantas de
fR seda ditas, meias prelta de seda de peso, su-
^peror panno prelo inglez e francez piova de
tlimiio, casemira prela elstica muito fina,
cortes de collete de velludo pretu com palmas
bordados de relroz, o mais rico possivel, ditos
jg, de casemira preta bordados, djios do selim li-
m su e iavradu, e oulras multas fazendas de gos-
i& lo que se vendem por preco de agradar aos
compradores.
comoiendas, etc., etc.,
do com a rapacidade de sal
e pericia de seos ofliciaes,
execntar, com a maior |
conformidade com
Coes que the furem forn
Na rna do Vigario, C;
Icqninho proprio para pagel
c'ravos para servico de caSa e
ESCBAVOS FGID
Pianos.
Os amadores da msica achan) continuadamente
em casa de Bruuu Piacger&Compinliia. ra da Cruz
n. 10, um grande sortimento dc pianos rolles c forles
pianos.de difiranles modellos, boa cunslruccau e bel-
las vozes, qne vendem pop mdicos preces; assim co-
mo loda a qualidade de instrumentos para msica.
Vinho Bordea n x.
Brunn Traeger &- Companhia, ra da Cruz n. 10,
recelteram iillimamenlc St. Jolien e M. margol, em
caixas de urna duzia, que so recoiuiueudam |r soas
boas qualidades.
ARADOS DE FERRO.
I'iuidicao' de C. Starr. & C. em
Na
m;principi de janei
desppareceu do lugar Ala;
ca da Paralaba, um esrrai
nado, oqiial tem de idade
denrio. altura regular, cb
guma cousa sollos, rosto r
riz um tanto gro.sso,
helide u'um olho abaixo
eanlo d'olbu, lado inleriur,
o Iterife, paca ver se poda
car ser bem recojo
i de Mello.
Desppareceu o m
rente niez, de idadr 35
alio, pernas coiiipridas,
chalo e rrluzcnte, he e
levou camisa dealgodilo
bem de algoiUloziuho, i
una corrente em W&J
seu senhor o tenenle refo;
Barros l.ima, na Boa-Vi:
r.'i gratificado. A corrente.!
ito-por tstar pouco segurt
' ,Nos fins do inez de
passado, desappare
de S. I-ourenco da
ine ltogerio. que re|>resl
punco mais ou menos
xo,-serr, do corpo, roslo
barbar, rom falla de
santo Amaro acha-se" para vender ira- pos porein sollos, ceni
dos de ferro de supe iur qualidade. 'endoos olhos qoasi d
! um goilo de -/fdbas. ;
ga-se pin (auto a la
bric.ir novos edificios, i|
leirosqueiram olM^^H
,- MOENDAS SPERJQRES.
Na liindicao de C. Starr & Companhia
em Santo' Amaro, acha-se para vender
moendas de eannas todas de ferro, de um
modello econstruccao muito superiores.
Couro de lustre
de boa qualidade; vende-se por menos do que em
oulra qualquer parle para liquidar conlas: na ra da
Cruz n. 10.,
Obras de oltru,
como sejam: adereces e meiosdto's, braceletes, brin-
cos, alfineles, boloes, aunis, correles'para relogios,
etc. etc., do mais moderno goslo : veudem-se na na
da Cruz n. 10, jasada Bruna Praeger & Companhia.
ANTIGU1DADE E SUPERORIDADE
DA
SALSA-PARRILHA DE BUISTOL
sobre
A SALSA PARWLHA BE SA1VDS.
Attoncao'
A SALSA PARRILHA DE BRISTOL data dos
de 18fc, c tem ronslantemeuie manliJo a sua re-
pulacao sera necessidade de recorrer a pomposos
annuncins, dc que as preparacues de merlu podem
dispensar-se. O successu do Dr. liRISTI. lem
provocado infinitas invejas. e, entre nutran, as dos
Srs. A. R. 1). Sands, de ew-Vork, preBjradoie-
e proprielariiis da salsa parriiba coiihecida pelo nos
medeSauds. .
Estes senliores ultcilaran a agencia de. Salsa par-
oni os signaos .irin^iaaaaj
os senliores queco
liara o que lem ello umita
factores deesliada*, ou el
fin que possa elle ser admi
lajam de u apprcli
l'ua Vista aoSr. Jo
lo ao niencionadi
sen senhorabaixg^^H
car."o de.lOgra. A
nos passados andn
orcullo nossuburbi
abajxo a
quem <|iprel>e
Anua, qiie de-
ximo liiuio, lee
ro, a qual lee
nos, c ri
pelo qne
beicos al
fula,han
esta piar
a levar a estrada noN
meira casa azul, reci
* para iiciitio, e o*
puucu
urnas marca-
junto no (or-
- para osla-
Para.iTi. d M. T, < IVla.18M.


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