Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01840


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Full Text
&fc~kAPU A A K. n. 3
diantados ,4,000
vencidos 4
5AbBAUU I I Ut IIIAltyU
I
MPCAO*.
M. F. de Faria; Rio do Ja-
a Manins; Baha, o Sr. F.
Joaquim Bernardo de Men-
Jos Rodrigues da Costa; Na-
lim Ignacio Pereira; Aracaly, o Sr.
Braga; Cear, o Sr. Victoriano
laranhao, o Sr. Joaquim Marques
, o Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS.
Sobre Londres 28 1/4 a 28 3/8 d. por 13500
Paris, 340 a 345 rs. por 1 f.
Lisboa, 95 por cento.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.,
Acc.5cs do banco 10 O/o de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de lettras de 11 a 12 de rebate.
METAES.
Ouro. Oncas hcspanholas. 285S500 a 295000
Moedas de 69400, velhas. 16S000
, de 69400 novas. 1659000
de 49000...... 99000
Prata. 'Patacoes brasileiros..... 19930
. Pesos columnarios. ..... 19930
mexicanos ...... 19800
rc ornan.
Minio das arma* da
a oldada do Recita, na 10
da mar-- MH
lOlli SO DU N. 63.
i' campo commandantc das armas,
uniccfies qae' hontem receben da
sta provincia, fax publico para conhe-
guarnicito, e devda observancia, que o
a de S. M. o I. houve por bem:
ir por aviso do minislcrio dos negocios
) de fevereiro ullimo servir como ad-
ilaltio de infantaria. o Sr. alferes do
ia Gustavo Christiano Desolar :
licenra por avisos de 15 do mesmo
mez de fevereiro aos Srs. primeiro lenle do 4."
-tilharia a p Apolonio Peres Campello
alferes do segundo de infamara
Ctrlos de Otiveira Franco, este para ir a corte
estudar na escola militar o curso da respectiva arma,
la para concluir na mesma escola. o curso
da arma a qae perlence.
minar fmalmenle,por aviso de 15 (anbem
o qae o Sr. segundo cirurgiao alferes do
e sande do exercRo Dr. Rozendo Aprigio
(ioimares, conlnuasse a servir nesla pro-
vincia.
iignado. Jos Fernandes dos Santos Pe-
rtira.
toe.Candido Leal Ferreirji, anudante de
cricarregado do delat;
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas feiras.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
PRE \M \K DE HOJE.
Pnmeira as 2 horas e 6 minutos da tarde.
Segunda s 2 horas o 30 minutos da manhaa. '
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e qnintsfeiras.
Relacao, tercas feiras o sabbados.
Fazenda, tercas e sextas feiras s 10 horas.
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 horas.
1 .* vara do civel, segundas e' sextas ao meio dia.
2." vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia.
EPUEMERID1
Mai.o, 6 Quarto crescenle as4 horas, 41 minu-
tos e 48 segundos da tarde.
14 Luadieiaasi horas, 14 minutse
48 segundos da I:
21 Quarto minguante Is 3 horas 43
minntos e 48 segundos da tarde.
28 La nrrfti as 2 horas, 20 minutos e
48-segundos da tarde.
6Sep;
8 Qu.
9 Qu
10 Sexi
11. Sabb;
12 Domingo. 2."
ra em Domi!
EXTERIOR.
Porto 5 do dezembro de 1853.
tomentos biographicos de S. M. a rdinha
a Senhora D. Mara II.
Magesiade Fidelissima, a rainlia a Senhora
"II., de sempre grata c gloriosa memoria,
i na corte do Rio \Jauero no dia de 1819, e foi baptisada com os seguiutes nomes '
Gloria Joanna Carila Leopoldina Izi-
dora da Cruz-Francisca Xavier do l'aula Miehaela
HBonzaga de Bi atranca c Bourbou.
BT^jlf -*- Q**-*-n- 1). Pedro de Alcau-
^^Wo reino-unido de Portugal,
jftde su esposa a Archi-Duque-
jora D. Hara leopoldina Jo-
(mmeiro frucio ilcstc casamento,
i 13 de maio le 1817. Aprime
ia receben nlao ica ledo
jBiceza onor 1). Joao VI em 10 de mar-
eorllie oa corda o principe real,
titulo de D. Pedro IV. Este mouar-
J Rio de Janeiro, ionio Imperador do
Broa de Portugal na Princeza da
c(o dede maio do mesmo anuo, e
mo raiuba reinante de Por-
oulubro de 1826 assigoou-sc cm
, e na presenca do Imperador o
es entre a joven rainha, repre-
ministro porluguez Rodrigo Ka-
, barao de villa Secca, e o pribei-
nbor D. Miguel, que issignou pes-
ado julho de 1827, et-rei o Sc-
r*dro IV, nomeou oSr. Infante D. Miguel,
regente do reino, e scu lugar lenle.
36 de fevereiro de 18-28 o Sri Infante assu-
regencia, e perante as cmaras
HTjurameulo de fidelidade ao Se-
'.'.i Senhora Mara II, e caria
fa nionarcliia, e mandou que todos
em nome do Senhor D. Pedro" IV.
inte regente dissolfeu a cmara dos de-
13 de marco de 1828, e oonvocou os
^^ft reino, por decreto de 3 de
& ; c ConfonnaiKlo-se com a opiniaodos
, toma o titulo de re, e usurpa, a-cerda
Senhor D. Mara II. ',
ainda, sabio do Rio de Janeiro para Por-
15 de julhp de 1828, e sabeudo em Gibral-
a uova poltica deste reino, desembarcou em
Inglaterra, a 2* de setembru do mesmo
>, e em 22 de dezembro foi S. M. recebida por
>rge IV- em Wiudsor-Castle, com as
honras de rainha.
Usada pelo ministerio inglcz de Weliuglon-
Mhio le novo para a corle de scu pai.
o em Porlsnioulh em M de agosto de
ailada de nova-Iniperatrz do Brasil,
le scu pai.aSenhora 1). Amelia Au-
iuchteinberg, e contiiiuou a acoiupauha-
iz de Barbacena. Chegou ao Rio de Ja-
i outabro do mesmo anuo.
Dgusto pai abdicado a cora Imperial
i_otD o ex-Imperador para a -Euro
i-abril de 1831, e chegou a Brest
hlho, cm Paris se conservou : at
| de 1833, entrn em Lisboa,
ojhusiaslicas acclamaroes. Pela
man augusto pai, regente
Hnnaior pelas cortes, na ses-
^^^K uc ,834-' Desde^essc da,
S[ regia autoridade, leudo pres-
edrtes o juramento proscripto pela
^^^nal.
ro acto foi lanzar ao pesclo de scu
insignias da torre e espada, do
valor, lealdade e mrito. A rainha leve 6 desgasto
de perder scu augusto pai no fatal dia 2* de setem-
bro de 1834, tomando' as redeas do enverno por en-
tre as lagrimas c solueos filaos.
No 1. do dezembro do mesmo anno, rcccbcu-se
conl sua alteza o principe Augusto, duque de l.eu-
chtemberg e Santa Cruz. Em 28 de marco de 1835,
perdcu.o marido que scu pai llic aconselhara, e fi-
cou viuva c sem fillios.
No 1 .o de Janeiro de 1836, passou a segundas
nupcias com o principe D. Femando Augusto de
Saxe Coburgo Golta por procurajao, e em pessoa
no dia 9 de abril do mesrho anno..
No dia 10 de setembro de 1836, e. no meio le
urna commocao popular, presin perante a cmara
muuicipal de l.islma. o juramento constituido de
1822, proclamada na ioitc de 9.
No dia 4 de novembro do mesmo anno, capilu-
lou'no palacio de Belm, com os commicios do
Campo de Ourique, c conlinuou a empunhar o
sccplro cm una uova ordem de cousas.
Durante este novo rgimen, soreu grandes dcs-
gostos, produzidos por tenUlivas revolucionarias,
que cutio terminaram pela convencao de Marcos
Filippe, c desarmmento da guarda nacional.
Sua Magcsiadc jurou a nova constituicao de 1838,
feita pchi congresso cOnstituinle.
Em Janeiro de 1842 annuio restauracao da car-
la constitucional, proclamada na,cidade do Porto
m LOVELACIO. (*
(Por Aaadoo Achard.)
/
'CowinuofaoJ
As cousas correram asim poraTgmfrTiTmpo. Faus-
lna. encerrada em sen desiuleresae. \ia seus recur-
n de dia em lia. o principe de Zell
Eilem na ra da Arcadia, allava d
como da patria doa anjea. Esse amor puro, e
i buclicas, remorava-o, fazi-o
ter vii,
|HparaYa um ultimo golpe a
Janeiro ella annunciua-
da Toor-
nunca representara no tliealro
> thealro dos discpulos da ra
meajnp nrsala Chaulcrei-
i dos lliealros le vaudevil-
itos francos de ordenado i
^^^B ordenado, e que
niiieslre ao sen di-
;des...l, por isso cooiprou a
de todas as ciganas de
m horsonle confuso de
veisdeBoule, de ordana-
. de casemiras in-
qu*ie Ibes abre cla-
canniho de ferro para
a entre cor-
a quaHodaa ai
a saia que Icvanla-
f. qos se*ndo tl^^^H
|n-e desejadas
de prostlUitis,
lezaaasein laler
paraascena,
em 27 do mesmo mez. /
m maio do 181C, vio o scu nrono abalado pela
revnlurao popular, denominada'da Mara da Fonte.
Em 6 de oulubro de 1846, procura salvar o thro-
no, mudando omiaisterio1. Este acto fez rebentar
no Porto a reaccSo em 9 do mesmo mez, que acendeu
no paiz a guerra civil, mesmo s portas da capital ; e
que tertnmou pela inlervcncao estrangeira, e con-
vncelo de Cirainido de juuho de 1847.
Rebeulandona noile de 24 de abril de 1851, um
pronunciameulo no Porto a favor do marerhal du-
que de Saldanlia, Sua Magestadc sujeitou-se s con-
sequencias deste movimento, continuando no thro-
no dos seus maiores d'onde a morte a arrojou sc-
pultuia no fatal dia 15 de novembro de 1853, em
conseqencia de um parto infeliz, deixaudo eternas
saudades aos seus liis. Porluguczes.
Sua Magestadc visitn duas vezes a cidade do
Porto, a l.em 27 dejulho de 1834, na compa-
nhia de scu augusto pai; a 2. cm 29 de abril de
18.52, acompanhada de seu augusto esposo c de sus
lilbos.
Durante o seu curio reinado snffrcu graves desgos-
los como rainha, e militas vezes a imprensa Ihe foi
escandalosamente desairela. Toda a imprensa bo-
je chora sobre o scu tmulo, porque a rainha 1).
Maria II, so foi apreciada, e justamente avaluada,
quaudo.osdpro das acces nao encontrava n'clla
se nao um cadver. Como raiuba, foi victima das
commoros polticas, mas cumpre confesar que
nunca culrcgara aos inimigoso estandarte da liber-
dade, que seu pai c a naro lhe confiara. Do sey,
segundo matrimonio c*fslem vivos os seguiutes
lilbos:
Sua Magestadc Fidelissima, el-rei o Senhor D.
Podro V, prncipe real, hascido a 16 de setembro
de 1837.
Sua Alloza, o Senhor Infante D. I.uiz Filippe,
duque do Porto, nascido a 31 de outubrp de 1838.
Sua Alteza o Senhor Infante D. JoSo, duque de
Bcj, nascido a l de marco de 1842.
Sua alteza o Senhor Infante D. Fernando, nasci-
do a 23 de julho de 1846.
Sua Alteza o Senhor Infante D. Augusto, nascido
a 4 de novembro de 1&47.
Sua Alteza a Senhora Infanta D. Maria Auna,
nascida a 21 de julho de 1843.
Sua Alteza a Senhora Infanta D. Antonia, nasci-
da'.a 17 de fevereiro le 184? fBros Titana.J
Franc*.
Carta da duqueza'de Orleans ao duque de Ne-
mours.
Eisenach, 10 de dezembro de 1&Vt.
. Meu real e querido cimbado Recebi o vossO
ultimo despacho pelo qual me solicitis de novo a
entrar francamente ua fusao que concluistes na vi-
sita a Frohsdorf. ,
e desejaria pelo principio da paz, que he a base da
rcligiao christaa, adherir propo'sla que me acabis
de fazer com lana instancia ; porm os menos
motivos que se oppozcram ao meu consenlimento
quando esta questito foi debatida em presenca da
nossa augusta c querida mai em Clarcmont, d'evem
ainila induzir-me a persistir as minhas refiexes, e
retardar assm a minha entrada, ou melhor direi, a
dos. uieus lilbos n'csla nniao.
( Desojo' explicar-me novi e mais claramente
que fr jiossivcl.
Naodcixo de considerar que vos, meu querido
cunbado, e vossos innaos, me lachareis de tcnacida-
de. Se nicamente se Iratasse aqu de mim, e de
urna paz de familia, adherira de boa voulade ; nao
semeei a discordia e fael me seria .operar a paz.
Mas trala-se dos direitos sagrados de meus filhos;
sao orphaos c nao tcm nrais do que a iiiim para seu
apoo, c lefcndcndo os sena direitos em quauto
puder, defendo u'elles o principio da realeza eleila,
c oriunda da revolurao de 1830 principio que
foi o guia de Fernando, meu infeliz esposo, cuja
memoria me ser sempre querida, e pela manuten-
Co do qual sube lano quanto pela sua aflabilida-
de, gaubar as sympattiiasd maioria dos Franrezcs.
Entrar n'esta aniao, ueste pacto poltico, nao he
utra consa senao o recouhecimento pleno c inleiro
c,as perdidas, que vestem-se de aclrizes e fingem-e
vrgens loucas, tropa vaeabunda, que transforma o
Ihealro em lugar de ezhibicao, e que faz do vaude-
ville o caminho mais curto enlre ojimnibus e o cou-
pc. entre .a mansarda e o primeiro andar.
As'm como em materia de'direito internacional a
AftAdeira conre a.mercadoria, no ihealro a qualidade
cobr^TnPC(i!:iiliy'Ja quem for, be artista, e he es-
sa a aristocracia da galantaria.
Mr. de Flize, Aidand, Adriano Bonsonville, c o
principe de Zell alugaram os camarotes da frente.
Joao (iasemiro envpu todo o club iirrlieslra-e pa-
da legilimidade, e aparte o respeilo que tributo in-
dividualmente, c mesmo pelo meu nascimciilo. a
este principio* lie impossivel que consequenlc eu
possa esqoecer as circumslancias sob a influencia
das quaes vosso pai foi eleilo rci, c sob as quaes
tambem eu ousei, fraca mulber, arroslar com lodos
os perigos de urna excitado momentnea, e apre-
senlar-me na cmara dos deputados, redamando
ah a cora que eu sonbava para meu lillio, e que
ainda sonlio para elle. Os homens e os novos p
dem mudar, a Provideuca impenelravel faz conhe-
cer, ao cabo de lempo de provajao, a sua vnntadc
e eterna juslica no dia de anto-mao assignalado
as snas paginas le ouro. Tenho n'ella bastante
f, e que reparar os prejuizos que hei soflrido,
que lodos solTremos, sem que da nossa parte hon-
vesse falta alguma, etc.
(Assignada)Helena, doqueza de Orleans.
-t~aot Lisboa 3 de Janeiro.
DIAXQGOS HISTRICOS.
Um anuo comer ; mitro acaba.
Que vimos n'esse ?
A imparcialidad!" dos defensores do governo he
extrema. Sao symliolos de toda a pureza, e exem-
plares de toda a virludc. Qucm quizer Justina pro-
cure-a all. Quem desejar cqujdailc superior as pai-
xes e zelo administrativo escusa de ir mais Ionge.
Lcvanlaram ellos as columnas d'Hereules. O nc
plus ultra moderno he a sua divisa.. Abriram tam-
bem armazcm de independencia, com tabolela qae
diz aqui tornam-se em escrivacs e tabelliaes des
e necesiarios os amigos agradecidos, porque amor
com a mor se paga, c ulilisa-sc o orcameulo ser-
vindo a palcira n'umas ferias eternas. E ludo
isto polo amor de Dos e servco do prximo ; ludo
sem perderem um tomo sequer d'aquclla inleirc/a
de carcter que pe as suas antigs opinies inleira-
menle ao servico dos ministros que Ibes despacham
os alilhados ; ludo sem Ibes despegar urna so mo-
lcula d'aquclla severidade de consciencia que lhea
fez approvar e reprovar a decima de reparlicao,
votar no parlamento as rerduras e maldades que
liaviam reprehendido ao ministro do fomcuto, n'um
eclipse de privanca. Favores, elles 1 E a iulcgrida-
de hirta e sem juntas* So l'a/.em conegos, nao he
merefi que peram ncm.dcvam ; nao he consa que
influa na sua conhecda c incxivcl rertidao. Se
recommendam as obras publicas be porque lhcs re-
conbecem a utilidade parlcular. Pols nao vem que
nao peilem para si senao a radeira de depulado,
ganha pelos regedores que recommendam polica.
Onde est aqui o favor ?
Mas se nao he favor, o que lie ?
Se nao he favor he contrato, est visto.
Contrato com a consciencia !
Qual consciencia ?
A da ibtegridade, do carcter, da independen-
cia que oslenlam.
Innocentes! Tudo isso sao palavras.
Sem ideas ?
Sem a mnima idea. Os lorpas he que lomam
'sso a serio : os espertos riem-se.
E a austeridade ?
A austeridade... outra palavra que resume _
demais, A polilca segu boje os adiautamcnlos e
descoberlas da pbysica, da chimica e da mechanica.
Sem isso de que servira o progresso ? Esta provado
que os elsticos sSo excessWamentc' commodos. Pos
a poltica segu as les maleriaes do elaslcrio, cm
vez de seguir a ideologa ridicula da razao, c a mais
flaccida he a melhor. D'aulcs compunha-sc de en-
geohosas anafyses econmicas cbmo as de Adam
Smilh, J. B. Say, e muitos modernos ; de graves
theoremas governalivos, como os de Mr. de Real;
de substanciara dsserla;0es jurdicas, phylosopbi-
cas, adminislrativas, como se acbam em Bonald ,
em Royer-Collard, c nos cheles das diversas esco-
las de direilo publico. Hoje a poltica smplificou-
se,c o processo la sua fabricara o lie todo mecnico :
faz-se de caoutclion. A. gula-percha poltica csi
inventada. Toda essa scieucia decrepita dos Peel ou
dos Canning, dos Rossi ou dos Guizol; dos Necker,
dos Turgol, dos Colbert, dos Mazarin, dos Richc-
lieu, c dos Sully, toda essa fossl e complicada po-
ltica admiltia ideas, c he sabido que a Vegeneracao
uem as (m, era as quer. O cameleao he o timbre
d'esta poltica fcil, commoda, leve, (menos para o
povoa quem manda pagar mais) variada, c ao al-
cance de todos,.
He encenhosa a theoria; mas as consequen-
cias *
As coosequeneias' sao de urna simplicidadc
luminosa. Nao he preciso reOeclir fecc-noniia de
lempo); nao he necessario demonstrar (economia de
palavras). Alllrina-sc que a mesma cousa he branca
ou prela, com um desplante superior ao pejo, con-
forme as inspraroes da consciencia que vola o que
dcsapprovou; c segundo os consellios da indepen-
dencia que despacha os laescscrivaes desnece'ssarios.
Calumniam-se os conlrarios, deturpa-se loda a ver-
dade, mancham-se todos os caracteres ao passo que
liefectjssario malquista-los, sem respeito decen.
cia, s les sociaes, S santa propriedade da honra,
boa fama, e dignidade publica. Faz-se da im-
preusa iim dcspcjadoroNle vilanias, lrans\ i ando-a
na sua missao c fazendc-lhe perder os crditos de
que ella precisa para ser til. Falla-s palavra.
Promellc-se formalmente acensar, n.lo se. aecusa, c
coulinua-so a iuvcrlpar c ultrajar a vctima, como
se os seus aecusadores fossem as crcaluras mais ej-
emplares e escrupulosas d'este mundo. O jornalista
torce lodas as questoes ; desfigura todos os factos ;
transtorna todas as palavras ; conluode todas as
naces ; recusa-se a todo o repto leal ; faz 'da ard-
ua da (iisciissao um campo de riladas ; aluga a dif-
Ires ou qualro Iriumphos, lodos os quaes exallavam
a embriaguez do principe de Zell, elle sorprendeu
Faiislina dormindo no quarlo.
Ella eslava assenlada junto de orna pequea pa-
peleira, em cima da qual va-se urna carta aberla e
urna penna : Faustioa acabava de escrever.
Ella tnha a cabeca deitada sobre o braco, e sua
respirarlo goal e branda como a de um menino, in-
dicava quanln seu somno era profundo.
Faustina tnha os olhos fechados e ouvidos a-
bertos.,
.uUU viuu .iinicMij,!- pa- Mr. de Flize ter-se-hia absldo; mas Joao Casem-
gou um numero en(i.iiii;ik>-apj|((ltr^lrbTFS^*,^ *"'" -"Stsallou sobre a caria com a avidez do galo qu be-
Fauslina appareceo em um rina com scenas des-
unidas, que oblivera do direclor, grabas ao seu or-
denado, t> una visila de um quarto d'hora.
Seu vestuario era engranado, va-se-lhe o eolio al
a baivo dos hombros e as peinas al ao joelbo; os
bracos eslavam mis..
Fauslina, (pie (iiiha urna dislinccjo natural, e na
voz urna dornra, que caplivava quantos a ouviam ;
ella represcdlou quasi sollrivelmenle, seus amigos
applaudram-ua com enlhusiasmo, Adriano rompeu
as luvas, e as palmas encobriram as passagens duvi-
dosas peta precisao de seus ataques, e pela constan-
cia de seus esforros. O successo foi inmenso e o prin-
cipe de Zell ficou embriagado de um successo que
elle mesmo preparara.
Urna ceia reuni lodos os amigos inlimos de Faus-
lina depois da represonlaco, e o direclor assisliii
ambem a ella. Os ramalheles qae ella recebdra na
seena, eos quo lhe mapilaram ao camarote perfuma-
vam a ala, e oruavamlas mesas, os bofetea, o vasos,
e ato os braciw dos candelabros e dos lustres.
Vossc comeeou por Austerlitz, disse-lhe Ar-
mand.
Adrianc_uerturbou-se em ora camprjrnanlo, no
qaal a cornparava com madamesella Mars e a I)e-
jazat.
lia rica! exclamou o director, elevo o seu
ordenado a qualro mil francos.-.
He um tanto caro, disse-lhe Faustina ao ou-
vido.
O principe de Zell nao cabia em si de contente.
auslina achoa debaixo do goardanapo dous brincos
de diamantes, qoe vu.liam de: um aderece de fami-
lia, e cojas rselas valiam seis mil francos cada urna.
Era essa a jprimeira vez qne.JoSo Casemiro dava
antesKle lliepedirem. Fauslina cnmprehendeu que
elle tnha cheaado qaasi ao
leva-lo, e preparou a pr
Tres ou qualro dias di
Mp a que ella quera
-peripecia.
knoite, edpoisde
bW!Si
a MeiTfittnv^rmand, lizia a carta, dirijo-me a
vossd como ao uificrj-amgn, cuja all'eieao p'Jj; soc-
correr-me na deplorave't*^r1 me-achu ; poiscoui todas as appareTiias d tenho um sold.. Bem sei que voss nao" 'le rico co-
mo os cofres do Raneo ; mas emfim se |mdesse uian-
dar-me cinco ou seis mil francos, lirar-me-hiado em-
baraco.
o Voss nao pode crer quanto me custaram os ves-
luanos do vaudeville, cm que eslree!... Meus for-
necedoies andam airas de mim como pardaes api'is as
cerejas. Que. gritara cm minha porta Antes quize-
oa morrer do que dirigir-me ao prncipe de Zell.....
Voss bem sabe se o amo!... Parece-me que de mim
para elle isso he impossivel I Todas as minhas joias
estao em casa de minha lia. como dizem minhas ca-
rneradas quando fallam do monte pi ; mas essa hon-
rada prenla nada mai. tem que empreslar-me.....
Reslam-me ainda esses brincos tao ricos, que deu-me
Casemiro.v mas he a primeira cousa que recebi del-
le 1 posso acaso separar-me delle 1 ~^- _* 1
Meu charo Armand, responda-me logo una pa-
lavra... Sim on nao, simplesmanlc ; amigos velhos co-
mo nos, nao olham para pbrases. Se voss lambem
j deu costa, (que singulares expressoes se empre-
gam nos corredores da opera para exprimir a falta de
dinhero!) esereverei a Jorge. Muito me custar dar
esse passo; mas...'
Neise lugar Fauslina adormecen.
O principe de Zell leve como urna vertigem vis-
ta donme de Jorge 15o hbilmente suspenso no fim
da carta, e lagrima* acudiram aos olhos db honesto
Pomeranano. Que nobre coracao nao tnha essa co-
mediante, qu moslrava sentiraentos to delicados, e
tanta abcegacao 1
Elle paxou pela carleira e abrio-a para tirar al-
guns bilhetes do Banco.
O rogar do papel acordou Fauslina.
famarao brutal aos inleresscs de um bando ; tinge
a alma em fel e a penna em veneno ; pc nomes
oppostos a rousas idnticas segundo a occasiao e a
conveniencia ; traduz a mentira por verdade e a
verdade por mentira: e, no fim, chama a isto il-
luslrar a opinio O ministro divide a conquista
pelos amigos e pelos amigos dos amigos ; faz rela-
tnos que desmente em oulros posteriores ; mala e
ressuscHa o dficit seis mezes cm cada anno econ-
mico ; abre os caminhos de ferro circulacao lodo;
os principios de anno civil, e elles ficam s na inau-
gurarlo dos trabalhos e no ped lorio das prcslarcs-
favorece a evasao dos assassinos e protege assm a
seguranca ; faz" eleijocs com acias falsificadas c
com a urna ladeada de punhacs como em Sanlius
esto metade do lempo em idicladura e manda apre-
goar as medidas que retira ; consom mais de 4000
ronlos de receita extraordinaria, c nao se sabe cm
que ; pede 2000 ronlos para as estradas ordinarias,
dislrahe a primeira presla,ao d'esses 2000 conlos e
.Is estradas estao como d'aules ; d a pousas vcllta*
nomes novos c chama progresso parodia do chus-
ma ; inventa um fomento com tome canina, c hojo
de Charybdes ; dola-lo le invisibilidadc. e d-lhc
em pasto quanto pude haver por todos os modos
lem a honra empalada, e Sea empatado no goveruo;
roncera a comedia cm casa, e vai s cortes con-
fessar que vota ao desr/rezo os seus defensores com
igual impudencia d'elles c d'elle ; apresenta-se
desempeado e secio e arguede absurda a lei ele
toral que propozera; he derrotado n'uma volado
|>clo seu parlamento e, para salvar-se, declara
que falla como depulado, nao como ministro, nao
lendo feilo oulra cousa ncm podendo cm casos tais
separar-sc o depulado" do ministro, sem descobrir
um do in carne una leltra: faz Inda isto o mi-
nistro d'aquellejornalista, como Tez ludo oque tica
exposto o jornalista d'este ministro, e, para nossa
rousolacao, rclatam-nos mbos^ que se goterna
conslitucionalmcntel Arguem-se depos os males
passidos, como se nao fura devenios seus acerbos
censores corrigi-los as prosperidades presentes at-
lestadas pela pralica. Arma-e o puriflcador da es-
ponja e apaga as dalas, as rcsponsabildailcs, as an-
ligas arcusaciie* c os proprios doestos, para absol-
ver os anegos que despacham amigos. Assenta-se o
meslre no estrado, e as suas asserroes lecm forra
le lei : senao, reliram-nos as consolariics da igreja
lo fomento, o traspassam-nos dos seus raios : a ca-
lumnia iuvcnlou-se para islo, c para as occasiocs
de valer aos compadres da fareq. Finalmente cala-
se o que nem ralsilicar-se pode, o o resto nverle-se.
sem ilarsalisfaces. Eis.o que hecerla polilica hoje,
c quaes sao as suas onsequencias. Confundir para
liinguem se cnlender ; ganbar'para flcar iniepen-
dente. Assm, he urna esiicculacao chcia de acci-
dentes venturosos e de benesses inesperados. E nao
he preciso para ella muito cancaro ncm muito eslu-
do. Basla considerar as cousas c os nomes como ex-
pedientes accessorios, sibjcilos variarlo do bar-
metro partidario. Folhear economistas, consultar
escolas, comparar dados, procurar a razao das cou-
sas Para que ? Nao he.mais do que ccrzir nesgas
de (loutrina alheia, segundo a opporlnnidadc, .'ain-
da que se contradigam ; para o mais he siiflicicnle
perder ossentimentos le si c do publico. Sao (retas
c nao lettras que se pedem ah. Moslra-ce una ad-
miracao alvar das cousas mais rndimentaes c sabi-
das ; e nao importo que a irona nescia acense
ignorancia pedantesca.' A idea sobeja : um vocabu-
lario mudavel satisfaz as necessidades da polmica
lacanha, temperado tudo d'uma boa lose de arr-
sancia fingida ou de grosseria nativa.' Estao ahi as
molas lo elstico. Nao be ja urna ciencia; he um
compendio dertiaas orle. Esto reduzida a mate-
ria e he pura os malcraos.
Admiravel inven^ao na verdade Nem he ne-
cessario crer ncm saber ?
Para que'.'
E o contrato que aluga essas.. arles, cha-
nia-se... '
(Juinlio na influencia. J vem que nao ha
favor, poisque ha contrato". Assm lio-que se pro-
va como o jornalista que nao larga as secrclarias
com prelcn"es (coufissao sua) continua a ser per-
fcilamente indcpendenle, anda que mude todos os
das de opiniao para servir os seus compadres mi-
nistros, ainda que va, calumniador, convicio, sobre
urna sepultura supplicar as suas aleivosia's !
De accordo : he cxplicaco calhegorica. Mas
a radeira,
Qual radeira *
A de S. Benlo.
Ah .essa devem-a aos cabos de policia' que
arrancam urnas lisias e empurram oulras.
Ahi sto.
Ahi est o que :
Ahi se pro va a v.cnalidade.
Qual venalidade Na as leixassem-arrancar
os cidadaos abohoras. Isso prova a sua covardia.
Entao domina exclusivo o direilo du torca e
estamos nos lempos de barbaridade.
Nao ; mas quando a polica violenta o rida-
dSo, o cidadao repelle a policia. Se linha um direi-
lo nao se deixasse csbulhar d'elle. O que Incrou
na usurpado nao fica por isso menos indepcndenle.
Mas se os seus contrarios eslivessem no mes-
mo caso ? _
Eram venaes, est visto... porque eram con-
trarios.
E se o cidadao assallado pelos cabos repelisse
efiectivamento a violencia, ainda que fosse com o
supremo direilo, nao diriam eses Scnhores que se
linha violado a lei, desconhecido a aulqridadc, e
promovido a desordem ?
\ ossd leu minha caria! exclamou ella vendo a
accao do principe. Ah! isso he muito mo !
Fauslina repellio o principe com indignaco, e
lancou-se em urna poltrona com a cabeca entre as
maos.
O infeliz Joao Casemiro recorreu a mil rogos para
ser perdoado de sua indiscricao, e depos 8 mil sup-
plicas para obler que ella nlo enviasse a carta, e so-
bretudo qu nao escrevesse a Mr. de Flize.
Ah I disse Fauslina amarrolando a carta para
lanr,a-la no fogo, voss faz-me fazer ludo oque quer!
O principe agarrn a carta noar, e disse metlen-
do-a debaixo do collele: (
Ella nao me deixar mais! Agora caria por
caria. 6 '
Joao Casemiro assentou-se dianle da papeleira, e
assgnou depos de escrever Ires linhas. as quaes re-
presentavam urna lellra de vinle mil francos sobre
seu banqueiro.
-V.epois que o prucpe retroii-se, Faustina estalou
os ilefts "as maos, e disse a Julieta agitando o papel:
' OrVa he o viburno que comer !
VIH
L'MA PASTORA DE PARS,
Se madama de jrJj*f Uvera algnm lempo de re-
pouso depois da coiiierSKao que o marido provoca-
ra, a diplomacia de FusAV acabava de melterMr.
de Vauvillcrs em embaracosV108 quaes Helena sof-
fria a repercussno. *W
Armand vivia ainda como semW vivera sem con-
tar^ejibedecendo a todas as suas fculasias, nica
rera do sua conduela. Fauslina no,00''a acudir-
lhe, porque represenlava para com o piineipe de Zell
o papel cusloo de um amor desinters48''0 i e"e li-
nha gasto a boa vontade dos amigos Jue lhe resla-
vam. e senta um grande vacuo em torno de si. Mr.
de MonchenoL cuja fama de probidad? severa linha
grande autoridade no club, fura o primeiro a dar o
exemplo. Boatos cantosos adejavain eif torno do no-
me de Armand como esses vapores que il-svam-se as
margens das aguas estagnadas, elles nS> delermna-
vam nada ainda ; mas faziam prever ludo. o circu-
lo de suas relicOes se ia reslringindo carta vez mais.
Elle s visilavaos mais acepticos e osruais corrup-
tos dentro esses ociosos, cuja raocidade ei;t(agada, nu
velhiee enervada contina o curso de urna Bislencia
montona e v5a, na qual os sentidos embotados e o
espirito enfraquecido nem ao menos acjum mais a
apparencta do prazer.
Ettlre e8^fs devasos da (odas n riicja, que itayam
Seguramente diriam : foi o que disseram ao
banco e aos juristas quando estes quizeram protestar
contra o arbitrio e violencia quesespoliaiam, exac-
tamente conio os cabos de polica esnoliaram o'ci-
dadao inerme da liberdade do voto.
Maseniao estamos no caso do adagio velho :\
preso por ter caoe >reso por nao ter cao. O cida-
dao seprqtesta he sedicioso, se resiste he rebelde, se
cede he covarde, e nao cedesse.
Nao ha dimito. Pois n'isso he queesl a es-
peDlqza.
Dos independentes ?
Dccerlo. .
Ncsse caso nao temos que ver: he urna inde-
pendencia invulncravel, urna consciencia que nao
tem pona por onde se lhe pegue, e urna poltica ir-
resislivcl, porque he loda de materia c le> malcra
clstica, a qual materia subslilue ao rasleiro passo
humano urnas cabriolas incommeusnraveis.
Justo. Est defendido o progresso sustentador
da siluacao.
Bem E o fomento ?
Gymnaslca.
E a.resrisao do contrato ?
G\ ninasi ira.
E a linha de leste"?
Gymnaslca.
* E o empreslimo Chabrol.?
Gymnaslca, gymuaslca, gymiiaslicT. Elas-
teria), sallo, cabriola, Irampolina.
E o que dzcm os independenles a ests varia-
ocs, engaos, e phaulasmagoras ?
-, O que lodos -vem. Cantam m liymno cons-
ciencia que cegou o ensurdeceu, c estilo por ludo,
c vao com. ludo participando do lilo, por causa dos
conegos, dos escrivaes....-
t- Dos lahelliaes dpsneccssarios...
E los cabos de polica e Vegedores recommen-
dados. ,
' Mas as autoridades do passdo *
Zombam losReguos, nietlem^bulha os Cales
e culcudemji que o patronato e o nepotismo podem
perfeitomeuleal>racar-se com a famosa independen-
cia, depois dcclaram-se justificados.
Como e porque '
Porque seno jiis'lijicaram.-
Mas isso-he flagellarcm-^se a>i mesn,
Que importa se lhcs nao di"'
Ah! -
^He assm.
Reparcm e digam se nao he exacto este csboci de
algumasdas suas feices I Imprenta e Ii
O PARLAMENTO DA INGLATERRA.
- Hoje 31 de Janeiro abrio-se a sesso legislativa em
Weslminsler, o ahtigo palacio e o Saint-Diniz dos
reis de Inglaterra.
A poca da primeira couvocacao do parlamento re-
monta a muito alto na historia de Inglaterra ; chega
ao periodo anglo-saxonio; mas nbs primeiros lempos
do periodo normando, elle recebeu lambem do sys-
tema fendal urna forma particular. Os.vasiallos im-
mediatos da casa se reunia'm corleares vezes por
anno, peto Natal, Pascua e Penlecosle, para se oceu-
parem em coromum de ses interesses, receberem as
comm.unicac.oes, que o re poda ter para fazer-lhes,
e dirigir-Ibes a expressao dos votos'que faziam.
No reinado de Heurique III, o usurpador Simond
de Monitor!, conde de Leicesler, recorreu, como ni-
co refogo, a urna assembla geral do povo. Convo-
cou (1265) dous depulados da ordem equestre em ca-
da condado e dous outros deputados de cada cidade
real ou de cada povoarao. Era urna innovaco c nao
o resultado de um oso amigo; porm nao deixou de
ser confirmado por Henrique IIT, qnndo, depois da
batalha de Evesham, este principe reconquislou a
cora. As dillercnles ordens se reunam mutas ve-
zes em ama s assembla. Em certas negocios im-
portantes elles deliberavam separadamente e davam
em commum suaresposta ao rei. ,
A separacao das duas cmaras veio a ser urna ins-
ttuicao permanente no reinado de Eduardo II, de
1327 a 1377. L'ma das cmaras comprehendia os
prelados (lordsesmrituaes) e ossenhores leigos (lords
lemporaes;; e a oolra se compnnha dos depulados
dos condados e das povoacoes. Antes de Henrique
VIIIt viole e sele abbades e dous priores faziam par-
te da primeira enmara, independentemente dos bis-
pos e arcebispos; mas a soppressao dos conventos os
fez desapparecer. No reinado de Jorge I, m bil
approvado na cmara alia, limlava a um corlo nu-
mero os pares qjie o rei podia crear; mas a cmara
doscommuns recusou a saneco deste bil por causa
do seo exclusivismo. Em 1829 he quando leve la-
gar a introducta dos pares catholicos no seio da c-
mara alta, e so era 1832 he que foi votado o bil da
reforma, inspirado sem duvida pelo impulso de in-
dependencia, que a Franca linjia pouco depois im-
presso na velha Europa.
Hoje se ha esquecido o que -i a Inglaterra elei-
loral antes de 1832, e j que si^rata de orna nova e
mais importante reforma, eremos que devemos dar
urna idea do paiz legal inglez, como o era sob o an-
tigo rgimen.
A cmara doscommuns era composta de658mem-
bros, sendo 513 pelaTnglaterra e paiz de Galles, 45
pela Escossia e 100 pela Irlanda. A dislrbuico
delles era 15o mal calculada-pelas bases racionaos da
populacho, que o condado de York, com um milbao
de habilautes e u de Ituiland lendo apenas vinle mil,
nomeavam cada um dous depulados! Todos os coa-
dados la Irlanda indiuereulcmcnte nomeavam tam-
do director ou do ministerio de Mr. de Marlig-
nac, -alguna abriam-lhe ainda a bolsa; porm as io-
tas de ouro qr/e dahi tirava podiam acaso matar-llie
aseda inexligguivel incessantemenle excitada por
novas necessidades'/
Mas tanto antes como depois, Mr. de Vauvilliers
dirigia-se a madama de Flize, e era sempre- bem
succedido com os mesmos meios; porque Helena le-
vada pelos seus nobres instinctos, infelizmente des-
viados das vas honestas, nao hesilava sacrificar tudo
ao homem, a quem ella propria se linha^adu.
Havia dias em que ella senta essas veMgens, que
senlem os viajantes ao subirem o cume de urna tor-
re; parecia-lhe. que ludo gyrava em torno de si, e
,seu espirito assustado nao sabia S que poni ron-
fiar-se.
Ella experimentot a esse cansaco, c esse abatimen-
In de nm gastador, que escala una monlanliade rea,
cuja rampa lhe cabe debaixo dos ps. A morle vi-
nba-lhe desse amor, no qual ella procurara a vida ;
linha entregado sua mocidade ao desespero, e sua
malernidade ao remorso; aos vinle annos sua alma
eslava inclinada para o passado como a de um volho.
Mais triste que essa mai, que nao quera ser con-
solada, porque seus filhos nao existiam mais, ella
cborava sobre a cabecj de sua filha viva e de seu fi-
Iho risonho. O sangue mais puro de seu coracao
corra gola a gola assm como o somno de suas noi-
le* desvanecia-se hora por hora.
Era.urna victima resignada que Mr.de Vauvilliers
prenda a s pelos proprios sacrificios que lhe im-
panha.
Ella linha devorado lodos os seus recursos, seus
diamantes eslavam em casa de um ourives, o qual
consentir em einpreslar-lhe urna grande somina
sobre esse deposito; ella nao pagva nada de sosa
despezas pessoaes ha muito lempo; roas as di\
a prodisalidade de Mr^de Vauvilliers eram um >
mo onde Indo desapparecia.
No fim do invern, madama de Flize tinha chega-'
do a um ponto tal, que a paz interior de sua casa de-
penda da paciencia de um fornaccil
Em torno de si, Helena tinha almas dedicadas, que
l-la-hiam salvo ao primeiro apne!
podia drigir-se a seu pai, Mr. da Ch sem
provocar enlre elle e o genro urna explica cao, qoe
leria esclarecido ludo*, e lemia quasi tanto a amizade
severa e perspicaz de Carolina, qual a con'RssSo de
seu embarace teria revelado tudo.
bem dous; os da Escossia e paiz de Galles seje-
giam um.
O syslema deeleico no campo nao admiltia senao
os proprielarios que tinham um rendimento annual
de 40 scbelins; o seu numero variava de 34(condado
de Puble) a 16,000 (condado de York). No primeirp
algumas familias nomeavam, ellas s, dous depula-
dos; no segando, a representarlo era mulo menos
Ilusoria. Entretanto, cousa singular, eram os de-
putados eleitos por alguns votos'apenas, e depren-
les quasi sempre, qae linliam mais independencia no
parlamento.
Anda mais vicioso era o syslema de eleicao para
os depulados das cidades. Primeiramente todos os
lugares, aos quaes a autoridade real tnha concedido
as immunidades conferidas s povoacoes, as capilaes
de provincia e as cidades sedes de hispados nomea-
vam deputados, porque essas povoacoes ou cidades
dependiam immedialamente do re. Mas tal era o
preconceito da qualidade de proprielaro, jue as
cidades de 106,000 habitantes (Brstol) se centava
apenas 50 eleltores, o que permiltia qu as princi-
paes familias, sob cuja dependencia se achavam os
eleitores, dispozessem da depular,ao em favor de um
lilho segando, como se dispoiia em Franca de um
emprego comprado. Os condes Monnt-Edgecomf\
c Felz-William; os duques de Devooshire edeBei
ford e a familia Pelham, nomeavam cada um seis
depulados; oulros nomeavam 10; o duque de New-
castle, o conde de Chichester e lord Jarborough no-
meavam, cada um 15!
Manchesler, Rirminghan, Leeds, Sheflield nao li-
nliam parte na representado. Old-Sarun nomeava
um depulado por meio de sete eleicoes.
Hoje o depulado representa melhor a nacao. O
censo eleiloral he conservado sem dovid, mas pe-
lo menos he generalizado, e a abolico.do exclusi-
vismo territorial tem extendido a'todas as classes
que possucm o direilo de concorrer para a eleicao
dos representantes.
. Esperamos qae a Inglaterra em pouco lempo se
apossar do suffragio universal.
t A cmara dos lords h ainda o primeiro tribunal
de juslica, do Reino-Unido. as causas civis ella
preenche as funcees do supremo tribunal e de rela-
Nas crimnaos, os pares se reunera como jni
ou como jurados debaixo da presidencia do lord
mordwjio-mr. Ninguem ha qae nao possa ser le-
camara alia, 6e por acaso a cmara
dos commuiis ncKra-se aecnsadora. Finalmente
urna causa pode succetoivaraenle ser levada de urna
para oolra cmara. OpKncesso da mulher de Gre-
gorio IV comeeou na camaraNlos lords e d'ahi pas-
s6u para a cmara dos commanVj o que prova que
o principio da separacao dos podekes.he muito mej
nos rcspcilado que em Franja, sem Tflae BoHsf a
Inglaterra dcixe de ter gozado urna somiha de liber-
dade que tem permanecido incgnita i Franca.
A legisIaQao ingleza acensa, depois de uns trinla
annos, urna tendencia nolavel para a codificarlo,
simplilicacno e um grande espirito de reuniao e de
homogeneidades Alguns homens nolaVeis tem sa-
bido imprmir-lhe esta tendencia. Mas pode-se di-
zer que antes de 1825 cada urna le volada pareca
antes um monumento feilo para ficar s-e abando-
nado no caminho do progresso, do que urna das
partes de um todo completo, como deve ser o corpo
das leis, que rgem um povo civilisado.
Pode-se fixar em 1825 a poca do principio'da re-
forma em Inglaterra, e he a Canning, Liverpool,
Roberto Peel, que o paiz deve os primeiros pasaos
dados pelo poder nesse caminho feanndo. Des-
de 1827, lord Brougham, em um discurso qu da-
roa mais de cinco horas, assignalou lodos os vicios
da legislado ingleza, assim como lodo* os abasos,
todas as morosidades qae nella se tinham introduci-
do. E este discurso provocou urna peticao apresen-,
tada ao rei a 29 de fevereiro de 1828, e na qual se
pedia a foruiarSo de urna commissao encarregada de
preparar melhoramentos,
Emquaulo permanecen no ministerio do reino,
Sr Roberto Peel empregou todos os seus cuidados
as leis linanceiras ecriminaes.' A tarefa era dif-
ficil, porque nesses dous ramos da legislacao, nao
era bstenle urna revisao, mas una reforma geral
reclamada de lodosos lados. Somente nao era'an-
da ebegado o lempo de emprehender um semelhanle
Irabalho.
Sir Roberto Peel provou, que comprehendia seus
deveres ua apresenlacao d nova or-anisacao da al-
fandega (acto do parlamento de 5 dejulho de 1825).
Conforme os planos deste grande esladisla, 387 leis
amigas foram abrogadas, e as que as snbslituiram,
em numero de dos, podiam por si sos passar por
cdigos; porque urna se compnnha de 54 paragra-
pbos a oulra le 144. Na mesma data apoliram-
se (odas as autigas disposiroes relativas ao contra-,
bando, c foram substituida por una lei m,107 r-
(igos.
A reforma do jury, approvada sob a -inspirasao
do nicsnii estadista, tem a dala do mesmo auno (22
de juuho). Sessento e qualro disposices legislativas,
las quaes as mais antigs remnntavam ao reinado de
Henrique III e ao anuo de 1244, foram abrogadas,
sendo o novo cdigo composto de 63 arligos. A lei
de 5 de julho de 1823 suppriine a venda dos lugares porque a Fra
da judicatura, osimmeros c privilegios, que eram o
apanagio dos membros dos tribunaes de primeira or-
dem, foram destruidos.' "No anno seguiule, um ac-
to de 26 de maioJdc 1826 fez mudancas considera-
veis no processo criminal, cuja marcha se lornou
Um acontecimeplo qoe podia ter conseqoencias
graves, se Mr. de Flize te achasse em casa, lornou
urna estranha confidente dessas desordena.
Essa estranha linha na familia de Helena urna po-
sico inderminada, que nao era servidao nem con-
fralernilade. Ella era,recebida a qualquer hora, e
ninguem se incommodava dianle della mais do que
urna roarqueza no lempo da regencia se iucommo-
aava vista de sea lacaio. Rica, mas de urna posican
subalterna na sociedade, madama Charpion deixava-
sc tratar como queram, e paracia nao fazer caso dis-
so. Em casa de madama de Flize ella estova quasi
con* urna protegida em casa de Sua protectora.
lima manliia, em que ella seachava casualmente
ah, um fornecedor, ao qual Helena levia urna som-
m.i assos consideravel, foi reclamar seu dinhero pes-
soalineule; quizeram despedi-:to como tinham despe-
dido os caixeirus; maselle insisti, incolerisou-se e
fez grande bulla.
'Madama de Flize assuslada pedio a madama Char-
pion qne entrasse para a sala vizinha, abri a porta
do quarto, e recebeu o mercader paluda de colera
de humilhacao.
O mercador entrou lendo o chapeo em urna mao
e o'papel na oulra.
Qae quer Vroc? pergnntou-lbe Helena."
Meu dinhero, respondeu elle com insolencia.
Vmc. o lera um dia desles...
Preciso delle agora mesmo.
Madama de Flize encarou o mercador, o qnal esla-
va mmovel. Aarroganc desse homem esmagava-a;
ella tinha visto sempre a eUe e seus iguaes to hu-
mildes e tao obsequiosos, que essa revolla abaleu-a
da um golpe.
diste ella corando de vergonlia, nao te-
a inteira boje... Amanhaa, por favo
amanhaa, haseisreezes... Precito
nao sahirei daqu sem o re-
echer.
i lile senta iremerem-lhe ai pernas
-panto, que os criados podiam ouvir
uniforme e despida
zarras, que o en fra
graphos, este acto
quantdade de outros. i
- As leis de 12 de jun
da reforma-ao coracao
dalerrai
leis antigs e at nov|
;io daqucllas
A refifl^^^^^H
proprio
inherentes
utilbare
A re.".
nao s f
reforma eleilor
jiacao dos negn
forja ao pariii
ia fazer a
gressista, q
commercio livrt
e a admirarlo!
Ma%'n3o
passar liceii
indica-los;
I8>3lroxe.
ua da I a
um exam
PARS, j
Temo-
lanles, e coi
que os peri
posse da Ni
A Nova
leguas de
principal, que a
luada quasi debi
Uollanda, e c^
nenie.
Se a noticia
modo peremploj
ella nao
as noli
cesso da missao |
as conlra-pn
insulliyentes;
pei|
jornacs
respeb
conde OrlolF n|
que a notifica^
de Vier/iia, rb^
WTq'ui
sin de i
Mr. de Br|
a lord Cli
- Asetqt
das, tend
ris que o
pelo meo
para qae
rebocamj
Crefll
chegado\
ram de ni
Ofimdei
ejercito
Kalafal. |
O.mtsr
maos im
Belgra^
com en'
fpf|
proteceo,
chele dos 3,
gratficacao
mulo cafo!
mados da
Para!
eos toreos, :
grego-slava,
lar as popul,
grande sold.
cues tortadas.
Continuamos kkflP
cas dtolomalii
ministerio ir.
que publican
esquadras, unaa dirTer
tou Seymour,
ge pelo goven
verno ingle;
governo rus
rao convidar e em!
vios russoj a vol
porlo mais prox
esquadra turca |
aggressiva porp
sas permanec
' Esta ultima
minislro'dos n)
ve-se portante d
com a Russia p
iw-r \om
nota a impr i
Rossia.
Os docdnie:
portante. Consentn
concurso activo, com a entrada daa

Ella fez um forjadesesperado, e dlrigindo-se ao
mercador, disse-lhe i
_,-* noile... daqu a urna horal
Vme. lera ludo, sala, nao tenho nada aqu.
Q*ajB nao lem, nada compra, tornea duramen-
-. le o fe i he amanhaa, nem esta noite.
Ella esperara assim seu naufragio, sua ruina e saa que i ieu dinheiro, he aaora i. Os neao-
vergonhacafladla.e como nao Uvera prudencia pa- cios vio mal, estos'ameaeado deom falimenlo. e
ta prevft-1, niolinlia forc pars evU-ios, I leuliinnm graude pagamc'utoque fuw ao meMia...
Sao onze horas... Com pala
de bilhetes de ban
Madama de i-'
delicade
nervosa
o sangue gelou-si
poltrona mais
Aportado,
entrou vivami
Ven ha cS
Iba pagarei.
Mas, -venda H
Nao,. fl-ij
banojueir
Dizeie
signou.
O mercador,
Madama de Fl
a mo de madama]
mente.
Madama Charpion loenu acampa,,
risla appareceu Irazi ru, que o en
MrdeVauviHj
que Helena ouvira na esc
A camarista ajudou madama Charir
ama, e deila-la de
eseus denles ran
Apenas ella abri o-
Ma
suda
braco.
Se he ou
Um vno rubrar eoiH^^^^^L^^H
e sahte sem respoi
ira lado, apertou
i
Ewb-oo
pin orna
Charpion lomou
assgnou oulra Utra de urna somm ara
pedida.
Madama de Flize envolreu a letlt
mas palavras, e eolregou a carU a c
daotvira do rae madama Charpio:
Mr. de VauvilliB
l-ma febrevintenia declarou-se dorante
tornou-se vidente para todos qoe madama de]^H
eslava ameacada de doenca de pello.
Mamada de Moiichenot que foi aunieaadmi
junto de Helena, nSo enganoa-se: u mal nao eslava
no peilo, eslava no coracSo.
(ConliiMur.eWia.j


Negn
saber
* klaivniuww
^leda Inglaterra fizeram
eompensagjo, exigiam, que
cdodtrum (ralad^lt
sia, fossem di enlao m
a Inglaterra edaFran-
|0t nao propotia en
Ureste tido aarialmtn-
^^^Hpsi< imporUncia.
avor da possibili-
i anto a Inglaterra
meslio, a paixio
almeuta traier, pe-
et pela czar;
orna Rosta. Ora, sahe-se que
da com aporta, sema interven-'
lenlaes, he o que o czar nao (em
|ui.
ata dos incidentes do prin-
n phasc actual da questao,
le histrico, pnrm tao curiosos
lo. que provam al a ultima
sia ni* linha nenhuma queia
. e o objecloda missao era pura
um rompiniento com o auxi-
lio qualquer, coja escolha era enlre-
principe,
do coronel Rose, enlao encarregado
de negocios da Inglaterra, provam com efleilo que a
questao dos Sanios Lugares, foi estabelecida depois.
A 2 d pe Menschikoff fei ama visita
i ver o ministro dos negocios
ava.
la levar a Porta, por este
^^Bp- Nao
indo apenas
elle procuroa ou-
pensou 11 mente na ques-
ires. A 14-de nftrgo, quasi quio-
'le declaren ao en-
*mpre conformo o
ronel Rose, o que con-
loares, comosecun-
quelle momento.
100 conde de l.ei-
lieremptorias ; era
A 10 de marco, o princi-
1 Rose, que as torcas
14o das fronteiras torcas,
a missao do conde de
ilo alisfactorias, que os mo-
insur
loa
:h, operando entao /toe lauto carecemos....
tiara recelar- ao gabinete
il nao transpor-
denados sobre a pretendo de Joaquim Pires Car-
neiro Monteiro.
He lida e apoiada a seguinte emenda.
Emenda ao parecer. .Qm tlcndendo as consi-
derajoes expendidas m sua petirao pelo cidadao
Joaquim Pifwi rarneiro Monteiro e ulilidade que
remita provinda de na pretendo, seja a mesma
pelillo deferida, adoplarido-se nseguinto resolujo.
ir A aaeerobta legilaliva provinda! reaolve:
a Art. t. O presideohda provincia tica aulori-
sadoa conceder urna licenca de tres anuos, com o
repeclivo ordenado.ao ajudante de engenheiro Joa-
quim Pires Carnero Monteiro para que v a Euro-
pa, ou a America do Norte sperfeieoar-so nos es-
Judos de sua prontslo, devendo na sua yolte conti-
nuar no servijo da provincia.
Arl. 2." Antes de enrar no gozo da referi-
da licenga, o sobredilo ajudante de engenheiro as-
signar um termo perante o presidente da provincia,
pelo qual se sujeite a todas as condijes que mes-
mo presidente cutender necessarias para garantir o
bom resultado da concessao que se Ilie faz.
b 3." O presioflo da provincia eucarreaar ao
agente diplomtico, brasileirp residente no paiz cm
que for estudar aquello ajudante de engenheiro, ou
a qualquer outra pessoa de. sua confianza para vel-
lar no aproveilamento do mesmo, e caso nSo se-
jam satisfatorias as informaces, devera revocar a
liceuca concedida. Ficam revogadas as disposioes
em contrario.
v Paro da assembla provincial 9 de marco de
185*. Brandan. "
O Sr. Brandao : Sr. presidenle,uSo era inten-
jo ininlia principiar os trabalhos, que como repre-
sentante da provincia, (enho de. azer nesta casa,
disoulrndo interessesiniduaes. Pretenda enunciar mi-
abas ideas sobre objeclos queinlerressassem ge ramen-
te provincia,sem referencia a esto ou aquelle in'di-
vidua;ejhepor essarazao que me lenho conservado em
silencio at ao presente; mas boje pela forja de mi-
nhas convicccs, sou levado a lomar a palavra e a
combaler o parecer da nobre commisao de pelijes,
apresentando a emenda que acabaste, de ouvir 1er
nao obstante tratar-se da pretendo de um indivi-
duo; se porem assim procedo he porque o objecto
da petcan sobre que versa o parecer, lemuma
intima e immediata relaro com o syslcma que
pretendo religiosamente seguir em todas as ques-
toes particulares, que leuderem derramara instrue-
jao na provincia e no imperio ; visto como sou de
opiniao, que sem este elemento poderoso nao nos
ser posaivcl marchar na carreira da civilisajao, do
MWzini para
iados danubianos. E a
icios da Franja, que
tasa d questao do Mon-
tas declararles e destas
uea missao do principe
um carcter delermina-
para crear um pretexto
imento, cedendo
B^BjDeslo dos Sautos
o protectorado, e,
o de cansa, estabeleceria
a que seno pode
despachos do coronel
B^BVse na sessJo de
ai sobre a liberdde da
(Preste.)
temor*
dosftV.
qoe era
pedem
ajuelte
reduzl.
qual os


DE
8.
ifyor_ causa da
I n liad o pela ra
ripalidade, e princi-
B^Bfas, enlre ou-
el, da palavra
ootra mal toante, com a
dos; e, mea
B^BBe se nao'an-
soffrido meus
mente o Me-
quaea cmdos que
* meus devotados,
ontla-rae que um
H^Hjndado, por
^^^Hkranhidores
Je lgica, se
/nssrvacno, certa-
oslravam que
; ucargo. E
as inconse-
oestes, (lina lei-
to. Quanlo aos
flre-los, par
H^Hja vezes eu
'aligraphia, sou co-
ia a franqueza de dizer
eu o entendemos, mas
^^^Hm conigo, e passe-
inalleravel; e os
icias suas.
lor continua com
^^Bn continua, o pei-
onsomo, pelo que
a da meia quaresma,
r slf*e de auctori-
BBBseus grandes ne-
to tem podido
a do Cravatd esl
i lana ptrido e infecto, no
um ped-/i(M'o ma
o mdicos como hy-
exhalacQes delle
lear ar naquellas im-
iesalubridade, ou
fole est nesse es-
i abono da verdade devo
HBBiima nao se iocom-
atiandiy em cujo pleno
mana de cavar potos,
irrtal, e
as, on innoxias sao
liada pepolacSa em pi-
;m que a illastrisaima
intestinos, se accommo-
in oossas obras pu-
que diga algotna
zem-rhe, qne com
. ob a inspec-
iroporlancia dispe
igar em qae
Udeslacaea, hequan-
mudar
da nos-
ida nao hou-
^^^^^^^^^^Bp seu futuro.
, O Sr. Sigueira Cacalcanli: A commissao nao
nega isto.
' -.'' Uoze coulos,
rem-roe qoe vai ser
te a podre gaiolla,
izcm oa entendidos
BHpb de Menta por todoaaa icapeteeo, loa-.ante di
DrO\ i MIM IfW.
O $r; Brandao : Qiiaudo o nobre deputado ti-
ver a palavra dir o que Ihe'parecer....
O Sr. Siqtfeira Cacalcanli: Hei de respon-
der-lhe.
O Sr. Brandao : Srs., de qne se trata 1 trata-
se de um uosso concidadao, de um patricio nosso
que quCr aperfeifo'ar a sua intelligencia a bem da
provincia, emum paiz eslrangeiro onde se encon-
tram lodos os meios precisos, para que a esphera
do entendimenlo se possa alargar c adq'uerir "conlie-
cimentos especiaes, que s nao podem qbter na uos-
sa provincia. Sabis, Srs.,quc as scicucias polyte-
chnics tem feito progressos espantosos na Franja,
na Inglaterra, na Allemanha e mesmo nos Estados
liuidos ; e quando ris tratamos dos melhbramcn-
tos maleriacs da provincia; quando procuramos de-
senvolver'as fbntcs da sua riqueza ; quando faze-
mos esforcos para facilitar .ios nossos agricultores
meios de poderem melborar a siluajao em q
acham; nao he por.certo nessa ocrasiao qnoy^leve-
mos negar auxilio a um noso conci.ladatvque q'uer
iuslruir-se naquellas scieucias mclqrrrir conheci-
mentos aonde elles existem m abundancia ? Se
em oulro tenipo, a assemWea provincial de Per-
nambuco mostrou o^desejo generoso, e tendencia
evidentemente cv^sadora de fazer com que os -
Ihos da provincijse illustrassem ajudando-os nesta
a>ftJoiiya\i>Jr; colno 0 f^ em jftjo, ,;, cfadSo
Jacobinart)Un> a expensas da 'provincia esludou ehi
Coimera e se echa continuando os seus estudos cm
Pars, donde tem de seguir para a Allemanha, e, di-
go eu,#se a assembla mostrou essa tendencia gene-
rosa aquella poca, nao vejo razao para qu hoje
decida o contrario ; para qne retrogradando, admit-
a o principio opposto a aquelle que adoptar cm
1849.
Mas diz-se, e a nobre commissao aflianca: que a
provincia nao tem recursos qne possam comportar es-
ta despeza ; e que por'conseqaencia o cidado que
mostra o nobre desojo de insUruir-se, deve desistir
delle, porque quando nao ha dinheiro nada se pode
fazer. Eu porem contesto ,i Bpbre commissao a ve-
racidade delta idea fundamental em qae se estriba o
parecer, e o fajo nao s porque a reputo incompeten-
te pan pronunciar seo juizo sobre as forjas do the-
touro provincial, o que perlence a commissao d'orca-
meoto, mas tambem porque entendo, que a nossa
provincia nao est em tanto atrazo, que nao possa
|,comportar urna despeza tao pequea, como he essa.
Senhores, muitas provincias de l., 2., e al de
3. ordem leem mandado um, dous, tres e mais de
seusfilHos a paizes eslrangeiros adquirirem conheci-
mentos que em si nao encontrara: a do Cear, a da Ba-
bia, a do Maranhao assim o ptaticaram, e no entanto a
commissao de pelijOes enlendc, que a nossa est cm
posieJo Uo mesqinha, acha-se tao pobre, Uo falla de
recursos, que nio pode, fazer com qne um de seus fi-
llios v estudar com o ordenado que actualmente per-
cebera nao posso concordar com semelhante opiniao,
lano mais, porque entendo, que a commissao nao es-
lava habilitada para enuncia-las
Senhores, o tbesouro provincial nao esl netse es-
tado de indigencia, que a nobre commissao suppOc,
pelo conlrario, se atlendermos ao qne diz o Exm.
presidente, te olharmos a marcha das cousas, eonhe-
ceremos que o estado de Pemambuco se nao appre-
senlaum grande-progresso, ao menos nao he retro-
grado, e desanimador.....
O Sr. S. Catlcani: Do relatorio consta o
contrario.
O Sr. Brandao : Se a provincia vai em regres-
so declaro, que eu o nao aei: por ora estou conven-
cido de que ella marcha progresivamente, aqui na
casa ha pessoa moito habilitada para o dizer, que he
o Sr. inspector da thesooraria....
O Sr. A. de Oliceira : Ha um saldo de 200
contos.
O Sr. Brandao : Ha um saldo de 200 contos,
oucoeu aqui dizer, a favor dos cofres, e a ser assim,
creio que nSo vamos em regresso, como parece en-
tender a nobre commissao.
Aqui, senhores, nao deitarei de fazer urna ob-
servacao que se refere ao cabecalho do parecer; ncl-
le ae diz, que se louva procedimenlo do peticionario,
quando procura aperfeicour-se para prestar servicos
a provincia ; c pois, se o empenho desse cidadao he
louvavel, se elle mostra desejos de instruir-se, para
ooncorrer com um maiorcontingente aoengrandeci-
menlo de sua provincia, he ioiquo repellir-se a sua
dedicajao, e deixar-se de approveilar a capacidade,
que por ventura elle potsua....
V Sr. s. Catalcanti: Para qae traz a discos-
s5o para esse terreno....
O Sr. Brana&o : Eu nao estou aqui dando di-
reegao inconveniente a discusso: se a commissao re-
conbece qne o peticionario nao he um desses homens
imitis, se nada disse contra a sua aptidao, por que
razao se ha de negar os meios de poder elle appli-
car-se a estudos uteis, e necessarios provincia ? Es-
sa denejacao, desarrazoada como he, me parece inao-
raissivel, tanto mais por nao estar de accordo om o
espirito de civilisaco e patriotismo que deve impe-
rar na asiambla 'provincial.
Porem diz anda a nobre commissaonao convem
eira alguma que te saiba.e qae se faca acredi-
provinca he obrigada a mandar tilhos seus
irangeiros para ah se inslruiremSenho-
nao be ama obrigaco rigorosa estabelecida as
n dever de todo povo qoe as-
adquirir conlie-
hisloru antiga o prova
, e a moderna no* mostra
Mi grande paiz, so tem empenba-
olarieme.a:io s\stema de :
aSSEMOBUBA BQISIaATXV Jk.
PBOVIAfGIAXa.
8*aM' rilhurta .m9 aarco da 1864. '
Prtdtna do Sr. Pedro Cavalcanti.
(Concloso.)
Discojsao do parecer adiado da commistao de or-
pede ; te sao nos be poatvei man
a Rassia, mandemos i
vamos idea da nobre commissao, quando diz que
te nao deve fazer acreditar que a provincj precisa
mandar Blliot seut esludarem no ettrangeiro....
O Sr. Souza Lto : A commissao diste maito
bem.
O Sr, BnmiSo: E eu entendo que distemui-
lo mal; yo sabis, tenhoret, qae maitoi tientos
por ah existem, V]oe deixam de ser uleis, por falta
de meios para se aperfeicoarem; se pois a provincia
podesse coadjuvar a todos nSo estaramos em om es-
tado muito mais prospero 1 A civilisaco nao se adia-
ra mais amplamente distribuida enlre a nossa pc-
pulajao 1 certamente qoe sim.
Mas porque nao podemos mandar 10 ou 12 dg nos-
concidadkoi estudar, segue-se que nao 'devemoa
soccorrer umque sollicilado poder legislativo a seu
generoso auxilio ?...
O Sr. Souza Leao : Nlo hasta isto.
O Sr. Braniio : Nao tel o que basta.
O Sr.- S. CalalcanK : J que me provoca para
essef (errend, eu lhe darei a resposta.
O Sr. Brando: D a que quizer, na certeza de
que roe explicare! convenienle.
Joaquim Pires, dizSenhores eu lenho principios
da sciencia de engenharia, estudi as escolas pu-
blicas da provincia, aprsenlo documentos do meu
aprovejtameulo; mas estando lioje como estou em-
preado no corpo de engenheiros, quero bem servir
a provincia que me vio nascer, quero alargar a es-'
phera dos meus conhecimentos, para aplica-los em
proveilo d'ella, por tanto vos peco que me concedis
a faculdade de poder estudar, onde aquelles conhe-
cimentos abundara, para que quando voltar a minlia
patria lhe possa ser duplcadamente til. Ha desejo
mais nobre? certamente que nao. Como pois a com-
missao acnnselha que elle seja repellido ?
A propria commissao e lodos nos reconhecemos que
o desenvolvimento inlellectnal dps filhosda nossa pro"
vincia he urna necessidade .imperiosa para a nossa
civilisaco; e por tanto nodeixare de combater com
todas as mlnhas forjas o parecer da commissjo; prin-
cipalmente porque nutro a convido de que he lem-
po de possuirmos habililajoes nossas, para nao es-
larmos a merce do ettrangeiro, todas as vezes que
prelendermns realisar qualquer obra que demande
conhecimeutos especiaes.
Foi muito de proposito, senhores, que eu redigi a
resolujo que ja foi lida na casa, na intenjo de ti-
rar todas as dun idas que possam haver na concessao
de que se trata, consignando as clausulas conslafites
do art. 3 que diz: (le.)
D'este artigo resulla que se dando ao presidente da
provincia urna autorisajao semelhahle, esl garanti-
do o bom xito da concessao pedida, visto ficar acau-
telado que se esse cidadao nao corresponder at in-
lenjOes generosas da provincia, se se aproveilar da
referida concessao, como um-meio de especulajao de
quoonojulgocapaz, se nao salisfizor as vistas da
assembla provincial, o presidente da provincia de-
veri immediatmente cassar a licenca. e suspender o
auxilio que se houver de conceder. Por tanto, com
tal garanta me parece que roto deveri haver a me-
nor duvida em altender-se ao justo pedido do nosso
comprovinciano. A concessao negada a priora) co-
mo quer a commissao.d sem duvida a entender, que
esla-assembl est resolvida a nao ajudar os filhos
da provincia em tuas louva veis e uteis aspira roes, o
que nao he convenienle, mesmo porque nao vejo ra-
zos solidas que aulorisem urna semellianle opiniao.
VmSr. Deputado :Em quanlo nao poder, nao
deve fazer.
O Sr. Brandao:Repito pois, que achando-se o
presidente da provincia armado pelo art. 3. da
resolu jan que offerec com os meios precisos para evi-
tar qualquer abuso da parle do concessionario,o que
espero que nao aconteja, porque sei que sendo elle
probo, e de cosfumes irreprehensives, devem censar
todas as perplexidades, lodos os escrpulos a respeito
la concessao...
"vfliuteda:A commissao nao olhou a
questao por esse lado...
O Sr. Brando :Sao ideas minbas como D...
Um Sr. Deputado :Kespeito-as.
O Sr. Brandao :Nao desejarei por forma algu-
ma que a minha provincia gaste o seu dinheiro indi-
vidamenle, tanto mais quanto sei, que ella precisa
cuidar dos seus melhoramentos materiaes; foi pois
por essa razao, que anda fiz consignar na resolujo
que npresentei urna outra deapreventiva, qual a que
se acha no art. 2, parecendo-me, como em verdade
me parece, nao ser do justija, e mesmo de ulilidade
publica que esta assembla se recuse a fazer a con-
cessao que se lhe pede, garantida como fica ella pela
citada resolujo. ,
Senhores, eu concluo as observajes qoe liaba a
fazer contra o parecer da commissao, dizendo: que
bem como eu, vos conheceis a necessidade que temos
de ampliar o circulo de nossas habililajoes, necessi-
dade esta to palpilnl e urgente comoqnalquer ou-
tra de primeira ordem, e que por conseguinte se aqui
vos adiis reunidos para promoverdes a prosperida-
deda provincia na parte material, o moral nao de-
veis jamis approvar.o parecer da commissao que se
acha em discusso. pelo conlrario cumpre-vos votar
contra elle e adoptar a resolujo que o substilue, na
certeza de qoe te assim o rlzerdes pralicareis um
acto meritorio do qual a provincia clheri proveilo.
O Sr. Sigueira Cavalcanti: Sr. presidente,
nao foi o desejo de fallar, qne moveu-me a pedir a
palavra, mas sim o dever que lenho de sustentar o
parecer'em discusso, Sr. depulado que prece-
deu-me, fallou sobre diversos objeclos, mostrou
muila illustrajao e os. muilos conhecimentos que
possuc, mas permillir-nie-ha que diga-lhe que nao
refulou o parecer.
Sr. Prndente:Trataret laosomentcde justi-
ficar o parecer da commissao. O.Sr. deputado dis-
se: a historia mostra que a Russia e ontros paizes
mais aujantados do que o nosso tem mandado seus
filhos estudar em Franca e nos Estados-Unidos:
mas que lem isso com a questao de que nos oceu-
pamas? Se essas najOes assim praticam segue-se que
nos tambem o pratiquemos? nao, e d mais se ellas
mandam he porque o podem fazer, e nos nao po^
demos.
O Sr. Brandao:Mandam muitos-
O Sr Sigueira Cavalcanti:E nos nao pode-
mos mandar um.
Sr. presidente, a commissao de pclijScs esludou
esta questao e vio quaes as consequenrias que po-
diam resallar de senconcedida a pretenro do sup-
plicanle: j o peticionario invoca em seu favor o
precedente do eslit^le Jacobina.
Mas, Sr. prcsideSK, se nos atlendermos um pou-
co, havemos de concordar, que o peticionario nao
esl as circumstancias do saludante Jacobina, este
qnaudo pedio a esta assembla, que lhe consignaste
urna quola, para continuar com os seus estudos,
eslava jio quinto auno de ma Hiemal cas da univer-
sidade deCoimbra, j iinha mostrado talento e apro-
veilamento, e me parece que lendo a provincia ne-'
essidade de eneenheiros, nao seria muilo. conveni-
ente que essa assembla ronsenlisse que um mojo
de lana capacidade corlasse o fio de sua carreira;
o mesmo juizo nao se pode anda fazer do peticio-
nario. Disse o Sr. depulado que entendo que a pro-
Nincia deve concorrer para que os cidadaos receban!
luzes, oblcnham instruejao. Senhores, eu nao ne-
g, al sou da mesma opiniao, mas pergunlo, o pe-
liionarioesC'i no caso do csludanle Jacobina? Nao;
o peticionario frequentou um curso regular de ma-
Uiematicas' nSo ; e se u5o frcquenlou qual a razao
pela qual invoca o precedente da ca6a em favor do
estudanle Jacobina, se o parecer for regeilado, a
cmara ig^-se-ha na rigorosa obrigajao de conce-
der, a todos quanlos requererem, igual avor; e nao
ser isso aggravar os cofres provinciacs! por certo
que sim. Senlioies, eu tambem tenho vdulade de ir
a Europa mas reeonhejo que nao hastam os bons
desejos.
Vm Sr. Depulado:lie nielhor nao eulrar om
personalidades.
U Sr. Sigueira Cavalcanti:Em que lem e pe-
liciDario mostrado esse talento raro qae obrgoe a
provincia fazer un sacrificio.^ O nobre depulado
he quem Irouxe a questao para esse terreno. O no-
bre deputado foi quenaprovocou. Senhores, eu invo-
co o teslemunho dos meus notres collegas que lem
assento nesta casa, que,sao engenheiros, elles pde-
nlo hem informar da capacidade do peticionario.
Um Sr. Depulado :Sao os mais aptos, para dar
iuformacOes casa.
O $r. Mello Reg:Eu sei, que elle he1 ajudan-
te de engenheiro.'
iqueira Cavalcanti:O nobre depulado
a commissao a provar, que os cofres pro-
acsnaoeslao cm estado prospero. Eu a'cbo
I-je-o nobre depulado nao pode provar o contrario.
ir deputado naturalmente ha de ter lido o re-
t do Sr. presideiite da proviucia, e sendo assim
reflicla o nobre depulado sobro o que ello diz, que
concordar que a commissao bem andou, quan-
do asseverou, que os cafres da provinda- nfte estao
em estado prospero.
Sr. presidente, eu estou em duvida, se o nobre
depulado leu o relatorio da presidencia.
'r. Brando:Tenho-o lido urnas poucas de
Wr.es.
O Sr. Sigueira Cavalcanti: Nao parece, por-
que, nelte ve-se qae as despezas oreadas pelo enge-
nheiro da provincia , saveis) monlam a 410 oontos o corpo de polida em
mais de 120, v o uohre dcphtado que topara ai
obras indispensaveis n com a^MNan de a-
tar-sc mais de 500 contos, afora as matrizes qne es-
ISo em ruina e que esta assembla deve dar-Ibes al-
gnm dinheiro para seus reparos; fm dte crear di-
versas caddras de inslrucco primaria lem de te.
jiagar os ordenados dos empregados da provincia, as
jubilajocs que os profesores tem direilo; o aug-
mento dos ordenados ; a aposentadora dos emprega-
dose oulras muitas cousas que deixo de memorar.
Pcrguntarei ao nobre depulado quando as obras em
cornejo nao poderem ser concluidas, por nao haver
dinheiro, quando a provincia reclama- obras indis-
pensaveis, he que se ha de onerar os cofres provin-
ciacs com a despeza de mandar-se um cidadao a
Europa estudar! Qual ser de mais vaptagem, a
conclusSo do hospital Pedro II e da cadeia, on o
mandar-se o peticionario a Europa? .
O St. Brando: Os beneficios materiaes nao
sao os nicos de que a provincia precisa carece
tambem de moraes.
O Sr. Sigueira Cavalcanti:Eu nao neg; mas
que digo he que sao os melhoramentos materiaes
de que a provincia carece, muilos; he delles de que
ella lem mulissima necessidade, os outros mais lar-
de virao.
Disse o nobre depulado que convioba fazer-se esta
concessao: mas o nobre deputado ha de lembrar-se
de que ah esl a chegar o estudante Jacobina, e que
s depois de sua chegada, he que nos praticamente
podemos avaliar, se a assembla tirou vantagem des-
sa concessao, s depois he que pode conhecer, se he
conveniente mandar oulros. De mais, quando esla
assembla devesse fazer taes concessoes, s ellas de-
viam ter applicajBo para aquelles, a respeito dos
quaes j houvesse presumpjOes de aproveilamento e
nao para mojos ioexperientes, que s tem a seu fa-
favor bons desejos. Senhores, eu tambera sou pa-
triota assim como, lodos : note o nobre deputado que
o patriotismo nao consiste s em querer ir estudar na
Europa i cusa da provincia" he preciso mais alga-
ma cousa; supponho que lodos os meus collegas con-
cordarao comigo. ,
Sr'. presidente, visto o nobre depotado nao ter ap-
presenlado razoes, quanto a' mim, que demovam a
assembla a regeilar o parecer, eu entendo que elle
dove ser approvado.
Sr. presidente, ao Sr. depulado que precedeu-me
em nao duvidaria, dar urna quola para ir estadar
em paiz eslrangeiro, e sabe qual a razao. he por se
conhecer nelle muito talento. O Sr.deputado nao apre-
sentourazoes que me fizcssamraudardecoavicj5o,nao
Iratou a questao.superficialmente retiro a expres-
sao se oflende) s fez ap'resentar os exemplos das ou-
lras oijoes mais adiantadas do que a nossa, e s fez
repelir que quando as giras najoes procurara adian-
tar-se,he quando nos quercm artazur ; admirei-me
quando ouvi o nobre depulado dizer que a provinda
eslmuito florescente.e que esti com estado maito
prospero.o nobre deputado hade perdoar-me oeucon-
lrarar-lo ; eu provarei com documento official (que
deve merecer toda a consideraban da casa) com o re-
alorio do Exm. presidente da provincia, que o no-
bre deputado est om erro : o Sr. presidente da pro-
vinda receia que oppareja um dficit de 124 contos;
creio ler demonstrado, com esse dficit e cora despe-
zas necessaria s que a provincia nao pode sobrecarre-
gar-se com mais essa despeza, e creio tambem que ,o
nobre depulado est convencido de que o estado da
provincia nao he prospero.
Eis-aqui o que diz o rdatorio : (le).
Dir-se-ha, que esse recelo do Exm. presidente da
provincia nao est provado, bem; mas emquantse
nao recoahecer o contrario, nos nao podemos asseve-
rarque os cofres provinciaes estao florescentes.
Sr. presidente, en concluo dizendo, qne a provin-
cia tem necessidade de obras, que a agriculiura tea-
cha em atrazo, e que nos nao lhe temos feito os me-
lhoramentos que era para desejar, por falla de recur-
sos pecuniarios, ora, se nos nao temos dinheiro.para
oindispensavel, como fazer-se essa concessao 1 a vis-
ta do qne tenho exposto, contino a votara favor do
parecer.
O Sr. Brandao : (Daremos era outro nu-
mero.)
O Sr. Luiz Philippe: Sr. presidente, apezar de
ter de sueceder a um membro desta cata tao distincto
e Ilustrado, apezar do meu acanhamenlu, que sera-
pre mecompanha, e que nesla occasiao anda mais
me persegue, apezar mesmo do caminho am poaco
inconveniente, que tem letrado a discusso, vlslo qae
se lem enllocado no trrenoslas odiosidades e perso-
nalidades, apezar disso, digo, eu anda nan desani-
me! de poder fazer com .que esla Ilustrada assembla
approve o parecer da commissao, e para isto me con-
vem estabelecer a questao em seu verdadeiro p. De
nada mais se trata do que de saber se a provincia po-
de ou nao mandar Europa ou aos Estados-Unidos
o peticionario estudar, te he conveniente qae o faja.
Eu, pois, entrando no desenvolvimento deslas d.das
proposijoes, reservar-me-hei para responder aos ar-
gumentos apresenlados pelo nobre deputado que aca-
ba de fallar, depois que o houver feito. En entendo
que a provincia nao pode mandar o peticionario
Europa, e isto baseado no relatorio do Sr. presiden-
te da provincia, por quanto tecorde-me, que nelle
ha um periodo que se refere thesouraria, eqe he
escriplo sob informajoet do Sr. inspector da mesma,
no qual se diz oseguinte : (l).
eom aleilura que acabo de fazer, lenho provado
que nao ha essa abundancia de dinheiro que se figu-
rou ao nobrp deputado, c por conseguinte cahe toda
a sua argumentado relativa possibilidade, ou an-
tes conveniencia de se fazer essa despeza, visto que
ella se baseava sobre (al affirmajao.
O nobre deputado disse que a commissao de peli-r
J5es, nao poda ter conhecimenlo do estado dos co-
fres provinciaes; mas, senhores, o nobre depulado
cahio no mesmo defeilo, mostrou tambem, que en-
trou na'indagajao dessa quesiao, mostrou, que linha
procurado confrontar as cifras do oreamenlo ;mas di-
rei que a commissao nao precisava de ir perscrotar
os archivos da thesouraria para ter conhecimenlo do
estado dos cofres, bastava referir-se ao que acaba de
dizer esse relatorio, porque elle para mim, merece
muila r, e, ou os rola lor os dos presidentes valem de
alguma cousa, e devem ser cridos, oa enlo nao va-
lem nada, e neste caso devemos nao atlender ssuas
informajes ;e assim me parece, que valndo elle
deve acreditar-se que oeslad dos cofres provinciaes,
nlo he muilo lisongeiro, e que esse fundamento do
parecer, quando dizque a provincia nao pode man-
dar o peticionario esludar na Europa he verdadeiro.
Occupar-me-hei agora do segundo fundamento: dis-
se a commissao que nao he cbnveniente fazer acredi-
tar, qne a provincia tem obrigajao de mandar seas
filhos estudar em paizes eslrangeiros, porque dalri re-
sultaran! inconvenientes, e digo mais, que se estabe-
leceria um precedente perigoso, ji pelas odiosidades
qae Iraria, j pelo immenso dispendio qae accarrela-
riaaps ti; porquaulo abrindo-se nm campo vastissi-
mo (como he natural) em que se devesse escolher a-
quelles que se quizessem instruir, seguir-se-hia, ou
que a provincia leria de mandar todos, e neste ca-
so verificava-se o segundo perigo que eu euxergaei
no precedente; oa leria de escolher poucosdenlre
os muilos, e assim veriVicava-se o primeiro. Bem sei
que este se pnderia evitar eslahelecendo-se um con-
curso, onde os diversos prelendeiites moslrassem sua
habdilajo,talento,ect, etc., mas nao se lala dislo a-
goraf e o que rae parece exacto he, que se a assem-
bla deferiste o requerimenlo de que se lem tratado,
muitos outros teria que deferir, se quizesse mostrar-
se coherente, porque muilos ontros appareceriam.
Creio.Sr. presidente, ler sustentado o segundo fun
damenlo do parecer.
Passarei agora a responder aalgonsdos armamen-
tos do nobre depntado. A commissao diz ?fn eu pa.
recer, que o precedente invocado pelo*e",ciollar0i
rela.ivameuleaoestudaule Jacobin^ao ,nha ,.
Plicajo para o de que se traa ; ea^ i5l0ja fosse
resPdd.do em conlrario 3 .jj"^do nobre de .
dopelomeucollega.eu djfei, que esse esludanle,
tendo frequentado regularmenle um<.0r50 malheina-
tico em Coimbra, paM-onde fo mandad() a e sa9
de sua familia, vio-fe privad0 de poder con(raoar, ou
antes de podernclair seu5 estado, que ja se aclla-
*ammo';oad,atados, edahi resollara grande ma|
para elle, e inijrcciamenie para provincia que se
vera privada c|os seus honsservijos; nestas circums-
tancias recorreh a assembla, e esta animada dos bous
desejos de protw ra mo,.,, d5linei0i que ,JDha
mostrado ler tLm aproveitemento frequentado um
curso de aialhin,;,,!,^ quiz cooceder-lhe nm bene-
ficio, para qj|ea provincia aprovetlast tambem ;
peticionaro/p0rem ao ,^(,1 nsl!ls cireumstandas,
elle vam co{ atiejudos, qae eu nlo chamarei graci-
osos, mas iuedrei, que pouco provam, e qoe no
podem servir de bate para se formar um juizo seguro
cerca ds/snas habililajoes, e alguna ha, que nada
absolutamente pr0vam, como por xemplo o de um
tal Sr. t^acellar, ettadanle, que diz o seguale (l).
W&r. Pinto de Campot)-Ora, este Sr. Baeellar
rtfetteu-se ern boas. (Ruada).
O Sr. Luis Filippe:Ora, senhores, o simples
bom sent he bastante para conhecer que semelhan-
te documento de nada vale, nao sai qdem den i esle
senhor autoridade passar certificados, mas, podia ter
instado pelo coliega, e ptssa-lo ; o que entreunto de-
ve admirar, he qu peticionarlo o produzisse comd
umt peca mallo valiosa.
Com estes documentos, para mim he liquido, qut o
pelicioonrib n5o tem provado que st acha habilitado
para matricalar-se em um corso regalar ; na escola
central de Pars, por exemplo, onde se exige de fre-
qoencia menor espajo de lempo, tres anuos. Ah,
posto que s se exija, como acabo de dizer, tres an-
nos, he comtudo preciso que o alumno entre com Um
cerlo cabedal de conhecimeutos, que, segundo tenho
ouvido dos entendidos, nSo se pode adquirir em me-
nos de oulros tret; e depois de concluidos os esta-
dos theoricos, he roister que o alumno faja delles ap-
plicjo, para que possa tirar um resallado de seas
trabalhos; supponhamos qoe estes estados praticos
poderffo ser hitos era 2 anuos, vem em resultado o
peticionario a estarfra 8annos, que trarao provin-
cia o desfalque de 9:W)08, sendo o lempo da licenja
pedida excedido'em 5 annos. utro inconveniente
ainda resultara, o qual he, que (naturalmente) em
quanto durasse a ausencia do engenheiro que a pro-
vincia subvencionava, nao se engajada oulro, com
detrimento dos melhoramentos materiaes da* provin-
cia. Se precisamos de engenheiros, engajemo-los ja,
e nao esperemos 8 anos.
Por este lado ainda me parece ler provado a incon-
veniencia da medida.
Disse ainda o nobre deputado. que provincias de
segunda ordem lem feito o qne elle agora deseja que
esta faja ; que importa que ellas sejam de segunda
ordem, e que o tenham feito"' podem ter una rcei-
la muito favoravel, o superior a despeza, entretanto
que com esta isto nSo se d, e nem por isso ella des-
merece snas irmas.
Sr. presidente, creio ler sustentado o parecer da
commissao, e respondido aos argumentos do nobre de-
pulado ; a casa me relevar por lhe haver roubado o
lempo, altendendo a que isso fui mpellido por for-
ja de minha posijao d membro da commissao de pe-
lijes.
Encerrada a discusso, he o parecer sbmetlido i
approvac.no. ,
Contina a discusso do projeclo n. 28 de 1852,
qoe bavia iicado adiado pela hora na sessao pas-
sada.
O Sr. Manocl Clementino requer a retirada do
sea requerimenlo, sende em seguida approvado o
projeclo.
Entra em i. discusso o projeclo n. 2 deste anno
que autorisa. o governo a mandar vir algumat ir-
mas de caridade.
O Sr. Oliveira :Sr. presidente, quando eu for-
mule, e live a honra de tubmetter considerajao
da casa o projeclo que ora se discate, julzuei que
elle fosse unnimemente recebido ; mas como vejo
reinar o silencio em ambos os lados da casa, crre-
me, oomo sea autor, a obrigajao de dar as razoes,
em que me fundei para apresenta-lo.
Senhores, eu estou persuadido, bem como -o no-
bre administrador da provincia, de que se esta as
sembla promover a vinda de algnmas irmas da ca-
ridade, para serem empregadas nos nossos hospi-
laes, em breve estes apresentarao um aspecto me-
llior do .que o actual ; e a assembla nao lera de ar-
repender-se, por quanto, lodos nos sabemos que pa-
ra certos servijos, taes como o de tratar pobres en-
fermos, he preciso ler-se urna propenso quasi natu-
ral, e muila dedicajo pelo bem do prximo. E,
senhores, se as provincias do Rio de Janeiro, Baha
eMinas ja hoje desfructam os inapreciaveisbenefi-
cios, que essas Glhas da caridade costumam prestar
humaoidade enferma e desvalida, porque razao
nao havemos nos de seguir este exemplo de tanta
edificajio ?
Sr. presidente, entendo que a despeza qoe se hou-
ver de fazer com a vinda dessas filhat da caridade
ser urna despeza productiva, bem como he a que
se faz com os religiosos capuebinhos italianos...
O Sr. Souza Carvalho : Muilo mais.
O Sr. Oliveira:Algoem poderla dizer, que,
tendo nos enfermeiros, escusado he mandar vir essts
mulheres, mas a isso respondera eu, qae, tambem
nos temos religiosos regalares e seculares, e que,
por consequencia, era escusado ler esta assembla
promovido a vinda dos capuchinhos : mas os nossos
religiosos se preslam aos duros e pesados trabamos.
que de boa vontad sesujeilam os capuchinhos'.'
de cerlo que nao.
O Sr. Pinto de Campos:J me vai tocando
por casa.
O Sr. Oliveira : Ou por defeite deeducajao,
ou porque a maior parle delles preferera antes os
encargos polticos aos ecclesiasticos.
O Sr. Pinto de Campoi i Nao apoiado ; islo
he urna satyra aos padres.
O Sr. Oliveira: Nao be tal satyra; eu ape-
nas estou fazendo nma comparadlo. ^
Senhores, a despeza que se faz com os missiona-
rios capuchinhos he urna despeza productiva, por-
que elles correm a qualquer canto da provincia,
quando a necessidade o exige, prestando servijos,
nao s a religio, com sociedade civil.
Quando, en> Janeiro de 1851 rebentoqpiesta pro-
vincia urna sedijio por causa do reguiamento da
le do censo, sedico que ia tomando urna face asss
aterradora, os missionarios italianos, correndo co-
marca de Po-d'Alho, e i outros lagares em que ex-
isliam os sediciosos, cooseguiram somente com a
Cruz do Senhor, e as suas palavras evanglicas o qne
o emprego' da forja publica nao linha podido obler.
Os sediciosos depozeram as armas e restabelecen-se
a tranquillidade publica. Senhores, o nosso povo
acredita muito as palavrat dos capuchinhos, por
que praticamente lem cenhecidu, que elles sao ami-
gos da humandade.
O Sr. Pinto de Campos :Entretente qae os ou-
lros n?o sio ? ,
O Sr. Oliveira : As vezes mostrara que.no
sao lano.
O Sr. Pinto de Campos :--0 nobre depntado es-
ti sahindo da queslSo. ,
O Sr. Oliveira: 5o estou tel, fazendo estas
considerajOes, n8o he minha intencao oOeoder ao
nobre depulado, nem aos mais eccteslaslicos que
tem assento na casa, estou apresentando fados, que
nao podem ser contestados.
Entendo pois, Sr. presidente, que a assembla,
votando a resolujo, que se disrute, faz um servijo
importanliaslmo provincia.
Scnlores, nos nossos hospl.ics, os docules nao a-
cham o conforto, que costumam prodigalisaras irmBs
da caridade ; e pergunto eu, a despeza, que se hou-
ver de fazer com ellas, ser tan avullada; que nos
impossibilite de votar pelo projeclo ? do cerlo que
nao ; ellas farao como os capuchinhos, que, lendo
ha poucos annos, esta assembla projeclado aug-
mentar-Ibes as diarias.'dcclararam.queestavam a-
tsfcilos com o subsidio, que percebiam.
As irmas de caridade virao exercer a sua uobre
pnilisao nos hospilaes dusla ciclado, por onde serao
alimentadas, c os cofres pblicos pouco dispende-
rao com ellas. Espero, porlanlo, que esla assem-
bla, quando nao se ade ainda resolvida a 'ygtr
pelo projeclo, nao o mate logo no nnfctfro : d-
Ihe rrujb alguns dias de exislesJT'
-Encerralida^a discusso, he o projeclo approvado,
sendo dispensado o requerimenlo do Sr. Oliveira
do intersticio para ser dado para ordem do dia.
.Tendo dado a hora
O Sr. Presidente designa a "ordem do dia, e le-
vanta a sessao.
8|
tres
w
Vi mesa e he approvado b seguinte requeri-
menlo.
Requeremos que se nomee U'
merabros desta casi, f ara en
ra ao E
preslades a esta pro Paei Barrete
tella. ApHgio. Machado Stfea. ,v
Otieeira.mqutird CaoulcantBarr'.
luiz Filippe.Jos Pedro. Bar u a,
Oliveira. Vtiga Penoa. Varejo. Neiva___ao, meiI,
casas, quando esl
Bpaminandat.-Costa Goma.-s f
noel Clementino. Castor. -Pereiraderito.- ale effeil0 ^
Mello Reao.-Carturo da Cunha^-Sousa Carca- rio, a, beneficencia
"o.silva Braga.
O Sr. Preidtnte: Na forma do regiment, esta
mocSo he urna mdieaeao, que deve ser remetllda a
urna commiarto. (Continuar-se-ha.)
CMARA MUNICIPAL DO RECITE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DO 1. DE MAR-
CO DE 1854.
Presidencia do Sr. baro de Capibaribe.
Prsenles os Srs. Vianna, Mamede, Gameiro e
Rodolpho JoSo Barata de Almeida, que presin o ju-
ramento do estylo, abrio-se a sessao, e foi lida e ap-
provada a acta da antecedente.
Foi lido o segninte
EXPEDIENTE.
Um ofdo do Exm. presidente da provincia, re-
metiendo o desenhorelativoaalterajaoa fazer na
planta da cidade, qae a cmara reqaisitou em 22 do
corrate. Que fosse remetlido ao engenheiro cor-
deador Vara tirar copia delle.
Oulro mesmo, de 27 do mez lindo, recommendan-
do qae a cmara mandasse preparar a igreja matriz
na fregueziadeS. Fre Pedro Gonjalves, fimdece-
lebrar-se nella a missa oliva no dia 1. de marco
corrente, por occasiao da abertura da sessao ordina-
ria da assembla provincial.Inteirada por assim se
ter feito. '
Oulro do mesmo, remetiendo approvada proviso-
riamente a postura addicional, que acamara lhe en-
vin com officio de 22 do mez. lindo. Mandou-se
publicar e expedir-se as ordens convenientes abs fis-
caes.
Oulro do procurador, remetiendo o.mappa dos ca-
dveres sepultados no cemiterio publico, durante o
anno prximo findo. Que fosse remetlido ao Exm.
presidente da provincia que o exigi.
Outro do vereador supplente, Simplicio Jos de
Mello, aecusando a recepjSo do desta cmara, con-
vidando-o a ajud-la nos seus Irabalhos, e dizendo
qne, por inoommodo em sua sade, nao podia com-
parecer hoje nem mesmo sabia quando o ra-
da.Inteirada eoue sechamasse o imraediato.
Outro do fiscal do .contrato das carnes verdes rii-
zendoque,achan^ embarajado na fiscalizo aa caridade, e o ora.^? e.tedl
das carnes expostas venda nos ajougues partcula- -"--
res, por resldirem.B maior parle delles, familias,que
o impedem de p^nelraf'xJnterior dos mesmot
examinar se ah tem outra^aue, que nj^rf
quepagon os direilos, pedia lhe e& a can
ra se, em v.sta d arl, 15 e 16 do inJteS das pos- vincia, e de joven. quT.gora %%*
ue.\nTrm ab',arenVfamIa' ^ aSa- ^"'.queporelenio'livo.ehodel
fh. /niT ^' T"M PrOV!deocM1ne /" salisfazer a exp.c.acSo publica, nao h"
lhe cumpre tomar, nm de bem preencher a, sua, 'd apptov.r nnauTmemente o pro ecto do
obngajoes, semoffensa das mesma, posluras.-Qae s de Oliveira, qo* autorisa o averno
Vv TtW|.ar
filas, pto
oconU.f r 1
zeria^^H
prestados at irmlas,
corro de que dio
de alliviar a mi
Pdn que respeila as esc___
sejam eslabelecidas seOao
bres, San-Vicente com lu
permitlio qoe nellas se recebessen
elevadas; porin isso tmente
seria absolutamente impossivet qi
sem alguma instruejao em ootra parte
elle quer que nSo haja especie
no modode entino, nem ntente
lem. as escolas as irm&as da
meninat a ler, a escrever, orthograpl
cas diversas prendas raaooaes proprii
e condiejao, mas o ensino religioso he
da oulrasciencia. Quanlo as menii "
to, d mais a mais itfluslriadas nos
sa; o mesmo acontece com os meoij
.Em muitas ciclados de Franja as
dade tambem estao encarregadaa
chamada asylu a lendo por ob,
nios, que nao tem idade batt
cola, a ler, contar eos primeir
os rapazas como as raparigas oelles se a
de a idade de tret, qualro annos (e ainda i
a idade desete. lie nm tystema da inslrucr
lado era Franja, dealgunt annot a esta par
mente aceito, e qae prodaz grandt
A instruejao desees meninos qae *|
dizer, brincando, nao tm sido o fim
seus instituidores se nao proposte' I
mas sim, o de os afaslar cedo
mal, inculcando-lhes ao mesmo tem
ludo.
a A visite das priset larr|bajaJH|
pias das irmas da caridade; ajudtda, i
beneficenles que depositm tuas esmolas
mos, ellas acham meios de alliviar i
sijo dos infelizes presos aisIqD
bem sua alma.
Em summa, ludo quanto he miseria e
direilo segundo San Vicente, i solicilude
da caridade, e o nome que elle di i
- alm d'este porque sio couhecidas,he o
pobpet,-
A assenblt provincial da Pernambl
em parte de cidao1ft(clpeitaveii por as
pobre teta ^
tvat inttat.
respondesse que, posto nao exista nat' posturas, nem
m_ ,- .... ---------'------ "lyumo* irmuas aa canaafe, ainii
mesmo nos a igos citados, probibijo expressa de fosse oecessario dsiphaer aiultada
morarem faroleas nn amcionc,,, ij., ___i______ ,
morarem familiat nos ajougues, todava, sendo essas ,
casa, comprehendida, no arl..21*do cod. crim., pa- j
recia cmara qae podiam ter ella, varejadas nosen-
,j..____ .... *--------------- scl* ""><* que suuicienietuenw
lim da lei *** '*" ^^ f,C0S"ue lem de ^^
vincial da Babia em circufflste
que a de Pernambuco, |em
fim da lei.
OuUodoadmini.tradordocemterio,commancan- q, ,
tZlZ ,1^ >Tn ilBm' re8ressoud0 considere, na reeeite dan!
raude hospital de caridade para o mesmo cemiterio, volar unnimemente um cr
por se achar bom o Africano livre, de nomeJ.ques, ras para a vinda d'ssas filh
tel^ de~ZimiTV' D? n,e"D0 hSP" Patt'- E' P0"' a "** h
un, o de nome Sal.Inteirada. .^,w.i:._. .
n,. u nos Patriotismo se encontr e
Outro do engenhe.ro cordeador, participando que, sembla provincial de Peni
em virtudeda ordem, que lhe fura expedida, manda-
ra executar os concertos das duas.casinhas da ribeirn
de S. Jos, que esliveram oceupadas com a praja de
farinha.cojas chaves entregara hoje ao procurador,
importando os concertos na mesma quanlia orjada
de 45JW00 rs.Inteirada.
Outro do fiscal de S. Jos, remellendo-o m ppa do
gado morto para consumo, na semana de 20 a 26 do
corrente, sendo (48 rezes.) inclusive 56 pelos parlica-
lares.Que se archivaste.
Outro do fiscal do Pojo da Panella, participando,
ifimdeqaeacamaraprovidenciasse, que a compa-
nha de Beberibedeixira urna larga e profunda val-
la na povoajoda Apipucot, que nao s, no lempo
uvernoso, se torna um charco d'aguaslnfeclas, como
embaraja o transito por all.Mandou-se offidar a
companhia para fazer inutilisar dita' valla.
O Sr. Gameiro mandou a mesa o seguinte requeri-
menlo :
Constando que se acha embalsamado em casa o
eadaver de Antonio Manoel de Moraes de Mesqala
Pimental, e nlo sendo pralcavel que Os corpos neste
estado fiquem em asa das familias, e antes sao elles
inhumados dentro de caixes de chumbo, de oulras
malcras preservadas de ar, para se nao corromperem,
requeiroqu a cmara municipal, apreciando seria-
mente semelhante fado, o leve ao conhecimenlo da
polica, para proceder convenientemente.
Posto em discusso foi approvado, menos na parle
em qne manda levar o facto ao conlerimente da po-
lica, resolvendo a cmara, requerimenlo do Sr.
Barate, que u fiscal da Boa-Vista se dirigisse ao lu-
gar em que este o cadver, e Pizcase ver i familia,
que elle, nao podia continuar ah, por nao ser isto
pralieavel, marcando-Ihe o prazo de 24 horas para o
sea deposite em jazigo publico; e do occorrido desse
parl.
Esleve pela lerceira vez em praja obra do novo
matadoaro, e apenas recebeu-se urna proposla. do
meslrepedreiroAudr Wilmer, compromellendo-se
a executar parle da mesma ebra, constante smenle
do.aterro ealicerces pela quanlia porque est oreada
de 41:1499900, com o abale de 10 por cento ; dizen-
do qae darte fiador idneo no cato de ser aceite a sua
proposla ; da qual deixou a cmara de tomar por
ora conhecimenlo, at ver se apparecem, ontras.
Despacharam-se as petijes de Domingos Barbosa
ver, e por nossa vez concorrer
Rodrigues, de Fox Brothres, de Joao Leile de Az cl,c8acao ponte culminante*
vedo, de Luiz Manoel Rodrigues Valenja, de Manoel ",C "esl mareado V*Xa orde"j
Alexandre de Souza ; e levanterb-se a sessao.
Eu Manoel Ferrcira Acciol a escrevi no impedi-
mento do secrelario.
DIARIO DE PERMBICO.
Sessao' ordinaria em 10 de marco de 1854.
Presidencia do Sr. Paes Brrelo continuada pelo
i Sr. Carneiro da Cunha.
Ao meio-dia, feila a chamada, acham-se preseples
26 Srs. depulados.
O Sr. 'residente abre a sessao. ,
') SK*" Secretario l a acia da sessBo antece-
dente que be approvada.
., O Sr. 1." .S'ecretaro^uenrioua o seguinte
EXPEDIENTE.
Um requerimenlo de Antonio de Castro Pereira,
arremtame das medidas das feiras de Pi d'Alho,
em qoe pede a este assembla o abate da quinta par-
te do preco porque fez aquella arrematej3o. A
commissao de orjamento munidpal.
Oulro dos proprielarios c habtenles Je diversos
engenhos' de Nazareth, em que pedem ma resolu-
jo pela qual fique pertencendo villa di i Pao d'A-
lho o lerrilorio daqoellas propriedadet, vlslo este-
rera ellas mais prximas aquella villa do qu e a Naza-
reth. a commissjo de estelistica. ,
Depois de ter appprovado1 diversos pareceres, re-
menea hontem a assembla i commissao'de consl-
luijao e poderes, urna indicajao assigoada por 24
membros, afim de se nomear urna commissao com-
posla de tres, para, em nome da mesma assembla,
agradecer aoExm. Sr.visconde de Olinda os serv jot
prestados a esta provincia.
Entrando na ordem do dia, aprecioa em segunda
discusso o projeclo de forja policial, a qu
recida ama emenda creando urarcompTSnwdVc-
vallaria, cuja discusso Gcou adiada pela hora.
Poilido e approvado o parecer da commissao de
.SSsHniaa^^es,^^ a indicajao cima men-
cionada, sendo norogados membros da commissao es-
pecial os senhores, Paute Baplista, Paes Brrelo e
A guiar.
A ordem do dia marcada para a sessao de hoje he
a continuacodade hontem, e mais a primeira dis-
cusso do projeclo n. 3, que crea urna cudira de pri-
meiras lellrasem Tigipiei.
O Rvm. prefeilo do hospicio da Penha, Fr. Caela-
no deMessina, queem setemhro de 1852 havia sa-
hido desla cidade. em companhia do reverendo se-
cretario particular do Exm. hispo diocesano, para
missionar e xercer as funejoes de delegado do mes-
mo Exm. Sr, bispo, chegou-ao seu hospicio na ma-
algumas trinos da caridade, ainda
vincia muitc lemdelocr*comepr
ios da ca ndora; e a despeza qae
seri mais que sufiicienlemenle sal
Dr. Sabino OUga
CORBESPOi
Senhores redactores :
em pratica, se fazer patente
pelos peridicos, a morte de
peilavel, por Isso, eu nao .
dao, e por este seu'acreditado
le ao mesmo publico, e, por
inleiro, que foi Dos servido
guns mezes de padecrmenlos,a sua
5 do corrente mez, o Sr. Dr. Jos
va, cidadao de reconbecida intelligei
corarao bem fazejo, sendo oa seus reste
positados em urna catacumba do cemita
da veneravd ordem lerceira do palriarcha
cisco desta cidade, da qual era elle irmio,<
no ministro uo corrente. anno, na tard do
mesmo corrente mez: lie pois senhores n
bastante sentida a morte do' finB
que perdeu a patria que o vio ni
prcslimoso, um bom e carinhoso esp
cero amigo; fazendo pois assim
publico o fallecimenTo do Srt Dr.
Paiva, resla-me agora pedir ao|
mundo, que perdoando os seud
reino fio Ceo, que eu como hoa\
religio catholica e apostlica ro
nhas fracas orajGcs orando ao nn
alma, e assim o pejo a toda creatura
o faja.
Recifc 10 de marro de 1851.
Srs. Redacloree. Folgandc pdo dj
lo tao rpido quao maravilli
concatenados' a ella pefas ma:
zando no sen porvr o maisda^
outro Potos, nos embalamos, na
cm breve ser ella o emporio da!
jflo deste provincia.
Alalaia vigilante contra t
brar o seu brilbo sempre crescew
hbil palinuro, que ontre syrtw e
ra esgueirar o seu lenho em__
porto, lodosos nossos esforjos coa
nhndodia9do corrale, tendo yndo embarcado" achamcollocados; mas
da provincia das Alagoas, por onde regressou do
centro desta provincia de Pernambuco, na qual em-
pregon ptrto de 18 mzesde continuos e relevanlis-
simos trabalhos,qae por vezes lem sido noticiados por
esla Diario
COMICADO.
. AS IRMA'AS DA CARIDADE.
San tcenle de Paulo reuni as rmas de cari-
dade pira o tervijn corporal e espiritual dos pobres,
desde a idade a mais tenra (os meninos engelados,
os orphSot), at a Idade a mait provecta. Os doen-
(et, os invlidos, os desacisados, os velhM, lo nos
hospilaes, os objeclos dos seus cuidados e ahi sao el-
les mantidos custe dos ditos hospilaes.
Aleta do cuidado dos doenies as salas, as irosas
despeito da coallisao de ofj
ti mentes.
Neste nosso constante
praacr assomar com fulgor ;
reboes dc'sles dias amenos,
lemeule, que aprolecjo Divina v _
desuno, e que os elementos conspiran
mais felizes.
Sob os auspicios de disposijoe
por amaceno de -circnmstari
villa com todo arodamcnlo I
o roleamcnlo dos seus exti
dos senisJD^ferlet;
loda sorte de sen
prcsSIo de qualquer
ia massa extraordinaria de
Is, as qaaes fazciido-umi,
uclos d'oulras paragens, .
lima va de transporte dos m
scduzido c allrabido, como imn
commercio acliio c Oorescenle : realisaiu.
arle todas as operacites que a sciencia econ
tem previsto : a par da industria, da Hqu
lelligencia conquistando seus frbs, tem infiltrado
nd'coracito da nossa rooridade o amor s Ielfras, e
boje podemos dizer, >|UC^^^B
Irajao.
Nesta siluacao, pois,-j)^^|
quer maneira o livre .
povo, nao seria s um aclo i
neslo desvio datboa i
oipios humanitarios,
res, aos vossosco'
preteudamos entrar
listando a nossa fi
pulo patatamente
lliadas pela pureza do I
do de lodo rescaldo de
algum servijo a quem del|
Quando o primeir
(rabalho, e iio se m melle* ser
chronisla dos Tactos que fossein ocorrodo, applau-
dimos o seu procedimento, o louvamos, per qb co- .
nheciamos perfeilumente. que faria elle relevantes
servicos, urna vez que nao se de
que lhe eslava tragada pela verd
conveniencias publicas : mas lcmo
sei mais o que, fez sui
pondentes, que acolliici
ressante-Onro, deixarai
los alguma animosidad.
cOes; mas confiados na
a tao dignos escriptores, nuu



que atiesa porfa, conducidos ao estadio da compe-
tencia iliteraria, procurariam alcanzar o pareo do
prestigio edi vicloria, pelos roetes que sabe sugge-
rir urna nlell'gencia lucida, fecunda, e entregue
aos vosdos eus pensamenlos, e as assiduas vigilias.
Alera disto, o primeiro correspondente marcou a
distancia de urna qninzeua para a sua correspon-
dencia regular, o assirn mesmo, os seus afaieros pa-
recia que nao llie davam tempo para a escrevcr de
maneira que latisfuesse ; ootro correspondente, que
o auliliaate, ngo era portaulo inrongruente e ei-
temporaneo, e a sua aceitarlo nos foi Ksongelra.
Maso que vemos Que foturo pode resultar de
semeltumlo caminhar?
No dominio das prevenooes ellea vem os objectos
pelo prisrai das sua impressoes: abandonando ques-
tSes de alto colhurno, qul, entre oulras, a que se
agiten sobre a intervencao dos poderes do estado na
co da exporlaeSo da farinlia, quejto cajo
scientifico o publico esperavn com avidez,
mmarauhar em acrimoniosas insinuacftes,
se mutuamente, e com argumentos pro-
prU l Kominem acoimam as auloridades de
'Ira peripattica, e sem duvida menos
suas hites, c do carcter imparcial que
hrv O que para m he un possesso,
o he um archanjo: Isto he deploravcl.
embales, nestes encontros hosts, on tata e reflectida lie naturalmente substilui-
l pelo principio reaccionario vilenlo, as pai-
imam serlas posicoes, aiaWam suas bateras,
e nesta pugna, impropria de cavalleiros honrados,
qualquer que seja a sua sorte, escrcve-se mais urna
pagina uo livro da discordia.
intaatfeas pintara?, nao sao os arrou-
i ImaglnarSo potica, he o crchro correr
dos tartos, que 18o modernamente, nSo podem es-
capar as reminiscencias: he o discernir ordinario de
qualquer inlelligencia, ainda do mais curto alcalice.
N6 vos escandalize, Sr. correspondentes, a nos-
sa linguagem Uto candida, tilo pura como o fogo de
Vesta : as nossas intenroos inonensivas, c fi-
nias das sympathias que vos tributamos, ngo miram
oulro flm que dispertar-vos, que um ddalo cali-
> vos anteaba neste escorregadico, no qual
marchis, talvez insensivelmente.
todos vos do louvavel cmpenho de sor
bella trra, nito tenho diflinildadc cm
", quenflo queirais de modo algum roncor-
para atear as intrigas, que lanos males nos bao
e que felizmente vam-sc arreltecendo';
que ngo queirais retardar o nosso progresso ; que
nao queirais animar e auxiliar a robustecer o tem-
plo da corrupcSo : fazemos-vosjustca, como a pri-
meira virtude, a primeira necessidade dos homens
na evpressAo d'um sabio moderno.
inlura podis olvidar, que a arma meneada
no campo das recrniinacoes lem dous gumes, c
(ere de parceria ; e qual oulra bocla de Pandora
tem seus cardos Fazei, pois, urna modesta relira-
da, cntregai os tropheos dessa victoria ingloria e
caminos, a quem impensadamente delles pro-
curar o alarde ; paulai o vosso proccdimeiilo pola
vosa* honra, pela vossa illustracao, e conlai seguros,
que na tranquillidade das vossas consciencias, e no
menlo publico encontrareis o laurel mai|
glorioso daavossas frutillas c esteros.
o vos faltamrecursos inicllccluaes. nflo vos tal
S desenvolver, nflo vos fallam fac
dignos de serem referidos, nem necessidades a n
clamar em beneficio, da_nossa trra : al
C:'la eadeia immuoda, padrflo de vergonha,
po vivo de tristes verdades,
los, sao jungid/c* ao posle
lo .rnv4 altos crimes, na idade
as vossas vozes, ped ao
da lei que mandou construir
a nest* villa: reclaroai por lanas nutras
s que havemos de mister, que o vosso
goo. Nao vos seja mesmo eslranha
Ka Ierra ; refer os fados que Ihe
ncernentes ; trazci ao couhecimentodo pi-
biieoo furor satnico com que so procura boje ino-
cular o scepticismo em toda parle, coudemnaiulo-se
rios os melhoros sen dores do estado,
a aquellos que em todas as pocas, e em lodas as en-
rolado relevantes serviros a causa publica.
t este/iyslema de discussoes esteris c
iciaes, que vos vai preudendo : fallai em ludo
a verdade, que ella serapre cloquente o seductora,
le mal accjhida, nunca perder seus dirc-
los, poto que como disse o profundo Mirahcau, nao
as (acuidades dos homens despoja- la da sua
nalureza.
*do assira, obrareis judiciosamenlc, obrareis
e a natureza das cousas, que segundo Mon-
aiau e o celebre Clark, adversario de Leibnitz,
fa o^obrmr bem, e tereis as heneaos dos vos-
licipes, que vos imprecaran innmeros bens.
a trama bondade dos Srs. Redlbtores espera
a inseraao da prsenle
A untinclla,
Mamanguapc de marro de 185!.
0IAR1U
UTTEMTlgA.
/-
Franklia e a passagem do
noroeste.
Colomho revelou a Europa a existencia
a, quando o desojo de adiar ao norle des-
ae Ierras um camiuho directo- para as ricas
a das especiaras, as quaes os Portuguezes
leahavm de chegar pelo caminho do Oriente, le-
a navegantes at urna laliludc bstanle alta ao
l das costas da America reptenlrional. De 1494
firmaos Cabol exploraram as margen, queos
-Unidos possuem hoje no Atlntico. Porm
porluguez Corte Real descobrio Terra
lfo, onde desagua o S. I.oiirenro : de-
Mido as praias do Labrador al o pon-
ise eucerram para o norte, formando
meridionaes do estrello e do mar, que
depois o nome 'de.'lludson, julgou ter
igem tao desejada e voltou a for-
rando saa deseoberla.
lornon a partir para a verificar,
inulilmenle sua volla.
^Hkos, um de seus irmaos, ten-
piieaapareceu por urna vez sem
as passagens devastadas do norte,
trdeui do re, que enlflo rcinava
^^Rir que um terreiro c ultimo
parlilhar o (lm myslerioso de seus
irmaos mais vellios.
i abri para as soladas regiOesdonorodes-
Ica, urna lisia especial de martyrcs da
qual desde enlao, cada geracao lem c-
ente, e a nossa nao pode resolver-
ever o nome de Sir John Franklin,
depos de seis anuos de esperancas.
la dado sua passagem suposla o
'Eimplanto os Hespaohoes procu-
kcidenlalao norte de suas posses-
. aventuraros como Vdauiclta,
telonio c Maldonado pulilicavaui
navegacoes atranca dos golfos, dos
c dos cstreilos imaginarios que desaparecern!
:osts do Canad e do Oregou (liante dos pas-
aos dos viajantes modernos, marinheiros dignos (les-
te titulo se esforcavam em adiar as aguas geladas,
as costas inhspitas da Allanlida o caminho nd-
!U antecessor portugus.
do florentino Verazano, que desde
t, visitn por ordem di; Kraucisru I. as
praiai fias pelos irmaos Caliol e ahi arham
a murte i o pelas pelles vermelhas, a geogiaphia
inte ao malino Jaques Caslier a cx-
ploracao exacta ile,S. I.ourcnco, que elle subi |.ur
4tw*eMi at os seus lagos; ao inglez Forbisker,
urna aota'nocande Oroelandia meridional, eo-
i antes pelos scandinavos
esquecida da Europa, depois da lef-
ia peste negra u secuto IV ; final-
meirtfc a Davi, um reronhecimeoto mais perfeilo
dessas mesmas regines e do vaslo ranal, que separa
suas costa oecideulaes do arcbpelago de Cumber-
seculo XVII, Hudson,
procura da msma pas-
*ae,n. c logo em direilura do
iiorte, foi o primeiro que chegou a immutavcl bar-
jue defendem as npproximatoes do
ido na Nova-Zambla e
iaes da Alia, soadesviou,
ilzberg, at os rabos me-
(iroelaudia, eujo ancoradoro ella pro-
mariiibeiro levou intilmente
['oterslidos dos monles de gelo;
^^^Kni de ff2 pndelos, li-
neal excedeu. RepeUi-
clle
toruou a Groelanda, achou, emigrando par o oc^
cideute, o eslreito do golfo mmenso, ondo Corle
Real jolgn tercucaulradoum caminho para o Oca-
no Pacifico.
Depois de ter seguido c examinado suas margena
Mamosa a sem saluda, Hudson, como os navegantes
portugaezes, ah achou o scu tmulo ; mas pelo
meuos obUe por csse preco a honra de Ihc impor
seu nome. Mais infeliz que elle, o dinamarquez
Joo Muner, que, pouco maisou menos pelo mesmo
lempo explorava as mesmas paragens, nao escapou
as lempcstedes, aos recifes e aos gelos da baha de
Hudson, aos horrores do invern cm praias deshabi-
tadas, nao sobreviven a toda a, sua equipagem, ar-
rebatada pela fome.pelo fro e pelo cscorbulo.senao
para com a razaodesvairada por lautas prova;Oes,vir
morrerpelo sumicidio no porto de Compenhague.
A' estas exploracocs succederam-sc as de Jand c
Fox, os quaes lentaram abrir um caminho entre os
montoes de arca e rochedos cementados de gelo, que
formam o que asearlas cbamam os arcbpelagos de
Cumberland e de Soulhamplou; mas o pergo des-
sas tentativas, vaas quanto ao fim proposlo, e p re-
sullado da grande viagem de Badln, que tendo fei-
lo a volla da baha polar,, rcduzirnm a navogacao
uaqucllas paragens;, ao que ella lie presente-
mente, islo he as rommunicacoes que a compa-
hia inglcza de pelletera, cada eslo, c o governo
dinamarquez enlretem ; esle com os plidos em-
brides coloniacs, qne reconlarcs histricas o tem
levado a plantar as costas occidenlaes da roclanT
dia; aquella com suas feilorias ao longo das mar-
gen da baha de Hudson.
Desde enlao os projeelos c as esperancas de lodos
aquellos, que liuham interesse na deseoberla de
urna passagem ao noroeste da America, se vollaram
para as margeus desse continente, as-quaes fcam
fronteiras s exlremidades oricnlacs da Asia, que
agora mesmo aventuraros cassacos, abandonando-se
declinaran dos gelos c das correnles acabavam de
contornear felizmente.
Mas depos queo commodoro da India Bering, hab
marinueiro dinamarquez ao servico da Russia, deli-
milou exaclameulcaposcaoe as margensdoeslreiloi
que separa osdous hemsferios,uma,que elle tambem
pagou coma vida.assim como o sabio francez.Bclis-
de LaCoyre.quc o acompanhava;depois que os mais
illuslres navegantes da Inglaterra, Hespanha e
Franca, homens taes, como Cooi, Malaspina, tlua-
dra, Vancouver e Lapeyrouse, liverem trabado com
cuidado toda a linha das costas noroeste da Amrica,
sondado todas as suas baldas, investigado lodas
as suas tortuosidades; quandq finalmente Hearnc
e Mackensie, partindo o primeiro da baha de Hud-
son, c o segundo do Canad, tveram cheg.id-air
margens do-occano gracia!, moilo alm do^jfrculo
polar, sem ler encontrado o men/r^ucar^rde mar,
lornoii-sc evidente que a passagem objerto de
lanas invesligaees e desejos, naoipoilia existir se-
n9o em urna lalitude _que, ns condiees physicas
actuaos do globo^prbliibcm seu uso permanule
marinim mefrane.. Desde enlao tambem na solurao
a deslc pohlcma, nao se vio mais que
derderala.de que a sriencia so se oceupa
horas de descanco, e sobre o qual ella chama
impaciencia o examc e o analyse.
Tal era ha qnarcuta annos o estado da questao ,
quando a paz universal, que'succedeii a*grandes
guerras do principio desle mundo, loaudo a acli-
vidade do pensaucuto humano sobre todos os ra-
mos da sriencia e da industria, fez os geographos
disculirem a possibilidadc e as vanlageua de um a
passagem, que condula dos porlosda Europa aos da
China pelo norte da America e o eslreito de Bering. \
l'm derrelimento extraordinario dos gelos, que
formam a cintura do polo, phcnomoiio que, cora-
quanlo pertenca ao periodo gcolozico actual, na0
esla anda suflicieutemcnle explicado em suas can-
sas, nem cm sua periodcidade, apressou e momen-
to, emqueas hipotlieses, suscitadas de novo, deve-
ram sersubmellidas a sua verificarlo.
Na primavera de 1848, o governo iuglez fez par-
tir quatro navios, divididos cm duas espedices, que'
ile\iam obrar conjunctamenlo.
A primeira tinha por mssao procurar .a passa-
gem pela Baha de Baffin; asegunda abrir direc-
tamente um caminho para o estrilo de Bcriug, dn-
grando directamente ao norle de Spitzberg.
Os mimos dos officiaes que rommaudavam esses
qualro navios lornaram-sc clebres c ficaram liga-
dos a geographia das regioes polares.
EramJolmRosseEduarPairy; dos dous navios
destinados baha de Baffin.
Edos que foram expedidos ao mar Glacial, Da-
vid linchan o Juliu Franklin.
Sabe-se como a primeira expedicSo, segnindo os
veslgosde Baffin, reroiiheccu as costas visitadas
por all, rectificou nimios erros de longilude, devidos
aos melliodos erapregados em seu lempo, e verifi-
cou a existencia de um vaslo braco de mar entrando
para o oeste; gabe-se tambem como o chefe dcsla
expedicao, peraule esse canal livre de gelos, onde a
sonda moslrava urna prouinddade de 700, a 1,000
bracas, acrommcltido repentinamente de urna Iiesi-
acSO inexplicavel em um carcter do sua tempera,
voltou para a Inglaterra sem proseguir na deseo-
berla.
Quanlo aos navios commandados por, linchan c
Franklin, o capilo Bcchey, que tinha fcito parle
da expedicao, fez salior ao publico, era 1843, as ter-
riveis peripedas; mas mp.ilo aules dessa puhlica-
C8o, o nome de sir John Franklin era Ilustre o po-
pular.
Nascido cm 1786, elle linha principiado na-idade
de qualorze aunos, nessa escola de bord, onde se
tem formado os matares marinheiros da Inglaterra.
Como Cook e Nelson, Franklin-tinlia principiado |or
ser grupicle. Tiuba-sc distinguido nos combales de
Compenhague, Trafalgar, Nova-Orlcans, cuo nter-
vallo destas acees clebres, se linha assignalado na
viagem de deseoberla cinprcbcndjda pelo capilao
Flinder ao redor da Nova Hollaoda.'
Taes eram os servaos, que tinliam valido a
Franklin, mancebo ainda, o poslo de leueute e o
eliminando de um dos navios da expedicao de Bu-
chan. (Monileur.)
%
SABBADO II OE MARCO DE 1854.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 10 DE MARCO AS 3
HORAS DA TARDE;
CotacGcs officiaes.
Descont de leltras de 1 mez12 K ao anno
ALFANDEA.
Rcndimcnto do dia 1 a 9.....78:6139881
dem do dia 10........9:082903o
87:6959916
Descarrega hoje II de murro.
Barca iuglezaGeneviecemercadorias.
. CONSULADO ERAL.
Rendimeno do dia 1 a 9.....2I:630$957
dem do dia 10........ 689879
de 27o toneladas, capillo Manoel Luiz dos Sanlw.
equipagem 14, carga velamen ; a lialtar & OlivelK
ra. Passageiro, Sabino Jos de Vasconcellos.
Xaviot Mido no mesmo (fin.
MarselhaBarca francesa Normanit, capilao Va-
lentim, carga assucar.
Riodojandro pelo AssuPatacho brasileiro Bom
Jenu, rapitao Manoel Joaquim Lobato, em lastro,
Bahia-i-Galera ineleza John Biblty, com a mesma
carga que Irouxe. Suspenden do lameiro.
CorkBrigue inglez Onega, com a mesma carga que
Irouxe. Sospendeu do lameirio.
ParahibaHiate brasileiro Pagete, meslreBernar-
dino Jos Bandeira, carga varios gneros. Passa-
geiros, Candido Gregorio dos Santos Siqueira. Jos
Goncalves.de Medeiros, Rufino O. da Cosa Ma-
chado.
EDITAES.
i O Illm. Sr. inspector da Ihcsouraria provincial,
em cumprimcnlo da resolneao da junta da fazenda,
manda fazer. publico, que no dia 23 de marco pr-
ximo vindouro, peranlc a junta da fazenda da mes-
ma Ihcsouraria, vai novamente a praca, para ser
arrematada a quem por menos fiter a obra dos
coucerlosdacadciada villa do Cabo, avaliada em
8259000 rs.
A arrematarlo ser feita na forma dos arligos
24 e 27 da le provincial n. 286 de 17 de mao de
18l e sob as clausulas esperiacs abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerema esta arremataran
comparceam na sala das sesses da niesma junta no
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcsouraria provincial de Pernam-
buco 21 de fcveriiro de 1854.O secretario, An-
tonio Ferrara d'Anntinciariio.
Clausulas especiaes para a arremataro.
1. Os concertos da cadeia da villa do Cabo far-se-
hao de conformidad!; com o orramento approvadn
pela directora cm cousclho, c apresentado a appro-
varao o Exm. presidente da provincia na inipor-
ancia de 82J000 rs.
2." O arremalante dar principio a obra uo prazo
de quinze das, e dever ronclui-la no de tres me-
zes, ambos contados de conformidado com oarl. 36
da le n. 286.
3. O arrematante seguir!! na execueao tildo o que
me lor proscripto pelo engenheiro respeclivo nao s
para boa execueao do Irabalho como em ordem de
nao niulilisar ao mesmo lempo par o servico pu-
blico lodas as parles do edificio.
4. O pagamente da iiiiporlaiiciaOtjtfrerntliria
vcri(icar-sc-ha cmduas prestares, guaci: a primei-
ra depois de fcilos dous tercos da obra, e a segun-
da depois de lavrado o termo derrccebimenlo.
o." Nao haver prazo de respoiisabilidade.
b." Para ludo o que nao se ada determinado
as presentes clausulas nem ni. orcamenlo, seguir-
sc-ba o que dispe na lei n. 286. Conforme. O
sccrelano Antonio Ferreirg tTAnnunciaraa.
V Illm. Sr. luspeclor da Ihcsouraria provin-
cfjj, em cumprimento da ordem, do Exm. Sr. pre-
si!h"l"" P*'.' Je 23 docorrente, manda fa-
zer puBTiro, que nos das 21, 22 c 23 de marco pr-
ximo vindouro, peraiileajuntada fazenda da mes-
ma Ihcsouraria, se ha de arrematar a quen
menos hzer a obra, do acudo na povoara de
guciro, avallada cm 2:5309000 res.
A arremataran ser feita na forma dos artiaoss
2* c 27 da le provincial n. 286, de 17 de mam de
Mtol, e sb as clausulas espeeiaes abaixo copiadas.
as pessoas que se propozerem a esta arremataran
comparceam na saladas sessocs da mesma junta no
das cima declarados, pelo meio dia, competente-
mente baboliladas. r
E para constar se mandou afllxar o presente, e
publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial de Pcruam-
S mS?Tr mi-- etario, An-
tomo btrrexra AnnunetarSo.
Clausulas esperiacs para arremataras.
1. As obras desle acude serlo fcilas de ronfor-
midade com as plantas e orcamento apresentados a
.ipprovacao do Exm. Sr. presidente da provincia, na
importancia de 2:5009000 reis.
2. Estas obras deverao principiar no prazo de
dous mezes, ----------:
quem por
22:3203836
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeno do dia i a 9...... 2:2279542
dem do dia 10. ,-. 1819120
2:4089662
Exportacao'. .
Rio de Janeiro, barca americana Datid Lopsley,
de 333 toneladas, couduzio o seguidle : lastro de
areia.
Parahiba, hiato nacional Paquete, de 31 toneladas,
couduzio o seguidle : -* 143 voluntes de gneros es-
Iraugeirus, 6 ditos de ditos nacionaes, 315 arralis de
carne.
Aracaly, hiate Capibarilie, ronduzio o seguinle:
174 voluntes do inoluados,8voluntes ferrugeiiseiniu-
dazas, t>) lutos fazendas.
BKCKBEUORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimentodo dia 10.......1:516SW6
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeno do dia 1 a 9 ".....14:787*772
dem do dia 10......... 7449970
15:5328742.
reir de
depois
MOVDIENTO DO PORTO.
Kaviot entrados no dia 10.
Km Grande do Jiorte4 das, lancha brasileira Fe-
liz das Ondas, de 29 tonelada, meslre Miguel
Araujo da Costa, equipagem 3, carga assocar; a
Jos Candido de Barros, Passageiros, Romualdo
Gomes da Silva e 1 criado, Joaquim Pasteeula.
Rio de Janeiro21 das, brigue dinamarquez Ag-
, nes, de 23o toneladas, capito J. Moos, equipa-
gen 11, era lastro ; a Dean Youle & Compaubia.
CoDenhagae e Varmonlh76 dis, e do ultimo 31,
brigue dioamarquez Frigga, de 146 toneladas, ca-
piiao Ole Sonne, equipagem 11, carga f.zendas e
'man genero ; a Rolhe Bidoulac
Jersey--28das, brigtM inglez C. T. Sulton. de 190
tonelada, capitao George J. Dorev, equipagem
11, carga bacalhao; a Schramm Whalely & Com-
panbia.
Assu-r5 das, hiate brasileiro Anglica, de 82 (one-
ladas, mestreJo Joaquim Alves da Silva, equi-
pagem 7, carga sal ; a TfiaoRhilo Seve & Compa-
ahia.
lo pata o sudoeste, ton-l Jilo de Janeiro--S3 has, barca owileira ipojuca,
e serao oonrluilas no de dez mezes a
contar couforme a lei provincial n. 286.
3." A importaneia desla arrcmalac.So ser pasa
era tres prestares da maneira sesuiitc : i A dos
dous quintos do valor total, quanio liver conclui-
do a metade da obra: a 2." ignal a primeira, de-
pois do lavratlo o termo de rcccbimcnte proviso-
rio : a.!., Iinalmeiite de um quinte dcitois do rc-
cchiraeuto definitivo.
4." O arrematante ser obligado a communicar a
reparlic,ao das obras publicas rom antecedencia de
nula das, o da lixo cm que lem de dar principio
a execueao das obras, aftm como trabalhar se
sui.lamenle durante quinze dias lint de que possa
0 engenheiro cncarregado da obra assistir aos pri-
meiros trabalhos. ,"
5." Para ludo o mais que nao eslver especificado
as presentes clausulas scguir-se-lia o que dispiic a
ci 11. &(>. Conforme. O secretario, Antonio Fer-
rara' d Annunriarao.
O Illm. Sr. contador servindo do inspector da
uiesouraria provincial, cm cumprmento da ordem
uo fcxm. r. presidente da provincia, manda fazer
publico, que 110 dia 6 de abril prximo vindouro,
peraule a junta da fazenda da mesma thesouraria,
vai novamente a praca para sor arrematada a quem
pormcuos lizer, a obra do melhoramcnto do rio Goi-
anua avahada cm 50:6009000 rs.
_A arremalai-ao ser feita na forma dos arte. 24 c
27 (te le, provincial n. 286 de 17 de mao de 1851, e
son as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalacao
en.npareoam na sala das sessoes da mesma junta 'no
da cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas. .
E para constar se mandou afuxar o presente o pu-
blicar pelo Diario. '
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
liuco 4 de marco de 1854.-0 secretario, Antonio
terretra da Annunciarao.
Clausulas espeeiaes para a arremaiarS.
'" As obras do melhoramcnto do rioGoianna
ar-se-hao de conformidado com o orcamenlo pla-
as c perfis appovados pela directora em couselho, c
apresentados a approvacao do Exm. Sr. presidente
ua provincia na importancia de 50:60(te00l) rs.
.' O arrematante dar principio as obras 110 pra-
zo de tres mezes e as concluir no de Ires anuos,
ambos contados pela forma do arl. 31 da lei 11. 286.
>, Durante a execueao dos Irabaios o arrema-
tante sen obligado a proporcionar tranzilo as ca-
uoas e barcacas, ou pelo canal novo ou pelo leilo
actual do no. :_
4. O arrematante seguir na oxecucao das obras
a ordem do Irabalho que Ihe for determinado lelo
engenheiro. *^
5. O arremalante sera obrigado a aprcsenlar no
um do primeiro auno, ao menos, a quarla parle das
obras prompta, c oulro lano 110 Ion do segundo an-
uo e rallando a qualquer dessas coudicOes pagara
urna mulla de 1:0009000.Conforme.(i secretario,
Antonio Ferreira da AnnunciarSo.
,, r"m: Sr- routador servindo de inspector da
1 esouraria provincial, cm comprimento da ordem
do Kxm. hr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que 110 da 6 de abril prximo vindouro,
peraule a junta da fazenda da mesma thesourafta,
vai novamente a praca, para ser arrematada a quem
por menos fizer, a obra do agudo da povoacBo de
Bezerros, avahada cm 3:8419500 rs.
A arremalacao ser fela ua forma dos arls. 24 e
27 da le proviucjal n. 286 de 17 de maio de 1851, c
sob as clausulas espeeiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalacao
comparceam na sala das sessoes da mesma junta no
da cima declarado, pelomeiodia, competentemen-
te habilitadas.
E,para constar se mandou afllxar o presente e pu-
blicar pelo Diario. ,
Secretaria da Ihesourara provincial de Pernam-
buco4 de marco-do 18510 secretario, Antonio
Ferreira da Annunciaro.
Clausulas espeeiaes para a arrematarlo.
.V ODras Jesle "Sude serao feitas de' confor-
midade rom a planta e orcanicnto approvados pela
irorlona em couselho, e apresentados a approvacao
2 I:84i9.j00 rs.
-" O arrematante dar romero as obras no pre-
so de 30 dase terminar no do sois niezes, conta-
dos segundo o artigo 31 da le 11. 286.
** t,.P?>nicnlo da importancia da arrcmalarao
sera dividido em Iros parles, sondo urna do valor de
dous quintos quaudo'hover leilo melado da obra,
oulra igual a primeira qnanilo entregar provisoria-
mente, e a terceira de um quinte depois de um anuo
na occasino da entrega definiliva.
?. Para ludo o mais que nao pstrver esperifirado
lias presentes clausulas scgtiir-se-ha o que determi-
na a lei n. 286.Confn ino.t serretario, Antonio
Ferreira da Aniiunriaruo.
O illm. Sr. inspector da Ihesourara provincial,
em cumprimeiilo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, rnaiula fazer publico,' que no dia 16
de marro prximo vindouro, vai novamente a praca
para ser arrematada a queni por menos fizer, a obra
do acude da Villa Bella da comarca de Paje de Flo-
res, avaliada em 1:0019000 rs.
_A arremalao.o ser feila na forma dos arligos 24
27 da lei proviucial 11. 286 do 17 de mao de 1851, e
sob as clausules espeeiaes abaixo copiadas.
As pessoas qoe se propozerem a esta arremalacao
comparceam na sala das sessoes da junta da fazenda
da mesma thesouraria, no dia-eima declarado pelo
meio dia, competentemente hahiiir^ ^ _,
E para constar se mandou affixar o presente a pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcsouraria provincial de Pcrnam-
buco J6 de fevereiro de 1854.-^0 secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciarao. .
. Clausulas espeeiaes para a arremataran.
1. A obras desle arude serao feitas de confor-
midado com as plantas e orcamento apresentados
nesta data i approvacao do Exm. presidente da pro-
vincia na importancia de 4:0049000.
2.i Estas obras deverao principiar no prazo de
2 mezes, e serio concluidas no de dez mezes a con-
tar conforme a lei provincial n. 286.
3.' A importancia desta arremalacao ser paga
om 3 prester/ie, da maneira seguinle : a primeira
dous quintos .do valor total, quando livor concluido
a metade da obra ; asegunda, igual a primeira, de-
pois de layrado o termo do recebunento provisorio ;
srcera, finalmente de um quulo depois do rer
cehimenlo definitivo.
O arremalante era obrigado a commnicr na
reparticao dabras publicas, com antecedencia do
Inota das, odia fixocmque lem de dar principio a
execueao das obras, assim como trabalhar eguida-
mente durante Jg> dia,um de que possa o engenliei-
ro encarregado da obra, assistir aos primeiros Ira-
balhos. 1
5> Para todo o mai qne nao esliver especificado
as prsenles clausulas, seguir-se-ha o qiie determi-
na a le provincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
Conforme.. O secretario,
Antonio Frreima d"Annunciaro.
O Illm. Sr. inspector da uiesouraria provincial,
em cumplimenta da rcsolucab da junta da fazen-
da, manda fazer publico, que no dia 23 de marro
prximo vindouro, peraule a juuta da fazenda da
inesnia thesouraria, vai novamente a praca, para
sor arrematada a quem por menos fizer a obra dos
concertos da cadeia da villa de Pao d.Alho, avaha-
da em 2:8603000 rs.
A arremalacao ser (cita na forma dos arligos 24
e 27 da le provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas-espeeiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalacao
romparecam na sala das sessGes da mesma junta no
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para con Mar so mandou afllxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do Pernam-
buco, 21 do fevereiro de 1854.<) secretario, Anto-
nio Ferreira da Annunriarao.
Clausulas especiaes'para arremataro.
i." As obras dos reparos da cadeia da' villa do
Pao d'Alho serao feitas de conformidade com o pla-
no o orcamento approvados pela directoria em con-
cibo e aprosontados a appnnaran do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia na importancia de 2:860a000
ris.
2." As obras comcearao no prazo de trinla das c
serao courluidas 110 de qualro mezes ambos contados
de conformidade com o que dispoc o artigo 31 do
regulamcnlo das obras publicas.
3. A importancia da arremalacao ser paga cm
Iros preslaccs, sendo a primeira de dous quintes,
paga quando o arrematante liouvcr feilo a.metade
das obras ; a segunda igual a- primeira paga no lim
das obras depois do reccbimenlo provisorio ; eja
ultima paga depois do auno de responsabelidade,
o cnlrega dfiniliva.
4." Para ludo o mais que nao esliver determina-
do as presentes clausulas, ou no orramento seguir-
se-lia as disposi^iics da lei n. 286 de 19 de maio de
1851.Conforme.O serretario, Antonio Ferreira
da Annunciaro.
~-~-* al, om cumplimente darCSnklao da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, qunay^a 23 de mar
ro prximo vindouro, peraule a juunVda tazenda
da mesma thesouraria, vai novamente TpNfa para
ser arrematada a quem por menos lizer a olffcv dos
concertos da radeia da villa de Scrinliacm, ava
0111 2:7509000 rs.
A arrematagao ser feita na forma dos arligos 24
c 2/ da le provincial u. 286 de 17 de maio de 1851,
c sob as clausulas espeeiaes ahaixo copiadas.
As pessoas que propozerem a esta arremalacao
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
da cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas. .
E para constar se mandou afllxar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 21 de f' vereiro de 1854.O secretario, Anto-
nio Ferreira da Annunciarao.
Clausulas especiis para a arremataro.
\." Os concertos da cadeia da villa de Se'riuhaem
far-sc-hao de conformidade com o orcamenlo ap
provado pela directora em ronselho aprcseiitado
approvacao do Exm. presidente, na Importancia de
dous eonlos sete ceios, e ciucoenta mil ris.
2. O arrematante dar principio as obras no
prazo de um moz c dever conclui-las no de seis
mezes, ambos contados na forma do artigo 31 da
lei u. 286. v
3. O arrematante seguir nos seus trabalhos lu-
do oque lhc for del torminal lo pelo respeclivo enge-
nlioiro. nao s para boa execueao das obras como
em ordem do nao inutilisar ao mesmo tempo para
o servico publico lodas as parios de edificio.
4. O pa2ame11.u1 da impoi lancia da arremata-
Cao lera lugar em tres prestares iguacs ; a primei-
ra depois de feita a metade da obra, a secunda de-
pois, da culrcga provisoria e a terceira na entrega
dilinitiva.
3." O prazo de responsabilidade ser de scis'mc-
zcs.
6. Para ludo o que se acha determinado as
presentes clausulas e no orcamenlo seguir-ae-
lia o que dispoe a respeilo a lei provincial 11.286.
Conforme. O secretario Antonio Ferreira
O" .tniiunriaro.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, em virtude da resoluto da
junta da fazenda, manda fazer publico qne no dia 6
de abril prximo vindouro vai novamente a prasa
para ser arrematado a quem mais der o rendimeno
do imposto do dizimo do gado cavallar nos munici-
pios abaixo declarados:
Limoeiro avallado' annualmenle por 589000
Brejo 509OOO
A arremalacao ser fela por tempo de tres annos,
a conlardo i. de iulhode 1853 ao lira de janho
de 1856.
As pessoas que se propozerem a esta arremalacao
comparecam na sala,das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia, competentemente
habilitadas. .,
E para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesonraria provincial de Pernambu-
co 4 de marco de 1854. O secretario,
Antonio Ferreira iTAnnunciacao.
0 Illm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, em virtude da resolneao da
junta da fazenda, ujaiida tazer publico, que em cum-
prmento da lei se ha de arrematar por arrenda-
meiilo, iterante a m"^a junta, nos dias 14, 15 c 16
do crrante, a quf la der. o sitio do jnrdim bo-
lanico da cdade <-. .da, avaliado anuualnicnte
em 1518000 rs. f
O arrendameulo syi fcito por tempo de 27 me-
zes, acontar do primeiro de abril do crrante anuo,
an fundo juuho deJ850.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
rlo comparecam ia sala das sessocs da mesma jun-
ta nos dias cima indicados pet meio dia, compe-
tentciucnte habilitadas.
E para constar se mandou oOixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcsouraria provincial de Pcrnam-
buco 2 de marc,o de 1854. O secretario, Antonio
ferreira de Annu.nciaco,
O Dr. Custodio Manoel da Silca Guimares, juiz
de direito da primeira tara do chel nesta cidade
do fecife de Pernambuco, por S. M. I. e Cons-
titucional o Sr.D. Pedro 1, que Dos guarde,
Facb saber aosqueo presente edilal virem. e delle
noticia liverem, que no dia 27 de marco prximo
cguinle se bao de arrematar por venda,a quem mais
dr, em praca publica desle, juizo, que ler lugar na
casa das audiencias, depois de meio dia, com assis-
leneia do Dr. promotor publico desle termo, as pro-
priedades denominadas Planga e Tabalinga, sitas
da freguezia da villa de Iguarasai, perlencenles ao
patrimonio das recolhidas do convento do Santsimo
Coraen de Jesusdaquella villa, cuja arremalacao te-
requerida petas mesmas recolhidas em virtude da li-
cenca que obliveram de S. M. I. por aviso de 10 de
novemhro de 1853,do Exm. ministro da justica; para
o producto da arremalacao ser depositado na thesou-
raria desla provincia al ser convertido em apolices
da divida publica. A propriedade Pitangaem alten-
(.lo as destruices qne lem soflrido suas malas, e 4
qualdade da matar parte das trras, avahadas por
10:0009000 de rs.; e a propriedade Tabalinga por
serem urna estrada que oft'erecemuita vantagem.com
um riacho permanente, e urna casa de taipa coberla
de telhas, ainda nova, avaliada por 1:0009000 ; sen,
do a siza paga a costa do arrematante.
E para qne cbegite a noticia de todos, mandei pas-
sar editaos que serao publicados por 30 dias no jornal
demaiorcirculoslo, e afiliados nos lugares pbli-
cos.
Dado e passado nesta cidade do Recite de Pernam-
buco, aos 13 de fevereiro de 1834.Eu Manoel Joa-
quim Baplista, cscrivao interino o subscrevi.
Custodio Manoel da Silva Guimares.
DECLABA^OTS.
--------
o S. Vicente, e regressar do Rio do Janeiro o mais
lardar no dia 24 de marco, domorandoise na Ba-
bia somonte 12 horas tanto na ida como na volla,
na sua torna viaeem para Liverpool (orar em S.
Vicente e Madeira, devendo rlicaar naquelle o mais
tardar 110 dia 6, e ueste 110 dia 12, em Lisboa 15, e
Liverpool om 20 do abril.
A ramificaciio da linha do Rio da Prala ser fei-
ta pel-*Bpor La Plata, que deve partir de Liver-
pool nodia 10 de marro, chegar uo Rio de Janeiro
no dia 5 de abril, deitinrandn-aa. all rnente dous
dias para receber carvao, deveudo chogar em Mon-
tevideo no dia 12, e cm Buenos-Ayres 110 dia 14,
regressando para o Rio de Janeiro em lempo para
eouduzir os passageiros da Brasileira 00 da 24 do
mesmo. '
Pela subdelegada da fregnezia do Sanio Anto-
nio desla cidade foi apprehendida a um prcta, por se
desconfiar haver sido furtada, urna cadeia de ouro
para relogio,seu dono comparara na mesma subdele-
gara- Jfc
Pela subdelegada d Sanio Antonio dsta cida-
de foram apprhcndidos, como uspeifos de haverem
sido furlados, um cavallocastanho rabao. um poldro
alasao, oulro dilocaslanho, e dous quartos tambem
caslanhos: seus donos comparecam peraule aquella
subdelegacia para jiistficarem scu dominio.
Pela subdelegada da freguezia da Boa' Vista,
termo do Recite, se faz publico que foi encontrado
as ras tiesta freguezia um quarlo castanho com
cangalha: quem se julgar com dircilo ao mesmo,
compareca nesla subdelegada, onde lera de dar os s.
gnaes certas. Subdelegacia da freguezia da Boa-Vis-
ta o de marco de 1854.
Peta subdelegacia de polica de S. Jos do Re-
cite se annoucia a apprehensao de 11 chita franceza, que um pretoescravo andava venden-
do por 640 rs., e bem assim um par de estribos de
lato, qoe foram achados na escada de om sobrado
no aterro dos Afogados : quem direilo liver a laes
objectos compareca nesla subdelegacia para Ibes serem
entregues.
Companha brasileira de paquetes de
vapor.
As passagens dos escravos qne emharcarem nos va-
pores da companhia brasileira, ficam sendo d'oraem
diaule para o Rio de Janeiro, a 229000 rs. ; para a
Babia a 109000rs.; e para Maceta a 49000 rs. ; as-
sim como se dar passagem a lodos os escravos que
forem munidos de passaporte legal da auloridade
competente. Os passageiros para o Rio de Janeiro
em qualquer estarao do anuo he de 1209000rs. na
cmara, e 22JJ000 rs. no convez.
BANCO DE PERNAMBUCO.
Oconselho de direccao convida aos se-
nliores accionistas do 'banco de Pernam-
buco a realisaretn de fr5 a. i de marco do
corrente anno, mais 20 por 100 sobre o
numero,de aceffes com que tem de icar,
a levara eli'eito o complemento ao era-
do banco de dous milcontosdere'is,
conlonh&^jresoluoao tomada pea assem-
ble'a gerai deS^fj de setembro ultimo.
Banco de Pernambuco 11 de fevereiro de
1854.-O secretario d-consellio de direc-
SOUTH AMERICAN.
AND
GENERAL STEAM .NAVIOATION COMPANT,
NOVA TABELLA DE PARTIDAS K CHEGADAS
Prinripiando rom
BRAWtXEIHA
110 din 24 de mareo.
Partida de Liverpool.
Liverpool. parle'
Lisboa.
Madeira.
Periiaiubuco. u
Baha deve chegar.
(( partir.
R. de Jan. chegar.
(( a a partir.
Montevideo. chegar.
II.-Ajes. K n
Partida para Liverpool
De cada nwz.
21
i
12
14
10
20
21
29
1
5-3 s Bueinis-Av res deve partir.
I a el {Montevideo. o a
a 'Rio de Janeiro deve chegar.
pertir.
Babia a '. chegar.
partir.
Pernambuco.
S. Vicente.
Madeira.
Lisboa.
De rada
Liverpool.
chegar.
partir.
chegar.
V l;u,i,l,"'ia' qne dnvia partir de I
pool no da 24 de fevereiro nao locar na "
mes.
12
15
20
29
2
4
6
' 13
19
21
22
2T
iver-
' Para a Bahia segu com presteza o
veleiro' biale nacional Fortuna, eapitSo
Jos Severo Moreira Ros ; para o resto da
carga ou passageiros, trata-se com os con-
signatarios A. de AlmeyiB^Gomes & Com-
panbia, na ra da Cadcydo ei{e n. 47,
primeiro andar.
PARAJJJrT) DE JANEIRO.
i;ao.Joao rgncio de Medeires^ego. ~T_Segufjcom toda a brevidadeomuito
Em conformidade do artigo 4. doseslaratasjla, sjerro brigue brasileiro Dous Amigos,
mnanhia Parnq>nk..i.nA n .m_h.~. .1- a!___.-. i
companhia Pernambucana, o conslho da directo
convida aossenhores accionistas atealisarem com ur-
gencia a primeira prestacao de suas assignaturas, que
tai marcada em 25 por cento ( mais lardar al o dia
1 dp corrente) afim de se poder encommendar o pri-
meiro vapor. A pessoa encarregada de receber laes
prestares he o Sr. F, Coulou, ra da Cruz n. 26.
Antonio Marques de Amorim,
Secretario da-direccao.
_I)e ordem do Exm. Sr. direcler geral da ins-
(ruccao publica, fajo saber a quem eonvier, que S.
bxr. o Sr. presidente.da provincia, em portara de"4
demarco, creara urna cadeira de instrucQaoelemcn
lar do sexo femenino na freguozia de Ilamarac, a
qual esla em concurso com o prazo de tiO das, conta-
dos ta data desle. Directoria geral 0 de marco de
1854.O amanuense archivista.
Candido Eustaquio Cesar de Mello.
Pela subdelegada da freguezia de Sanio Anto-
nio desta cidade foi apprehendida urna cadea de ou-
ro para relogio, por se desconfiar haver sido furtada:
seu dono compareca peranle a mesma subdele-
gacia.
Santa Antonio 6 de marco de 1854.
Antonio Jos da Costa Ri,beiro.
Pela adminislracao dos eslahelocimenlo de
candado se faz publico a todas as pessoas,que liverem
exposlos em sua companhia. de os.appresentarem na
casa dos mesmos no dia 15 do corrente pelas 9 horas
da manhaa afim de serem czamnados pela'cominis-
sao da higiene publica.
CONSLHO ADMINISTRATIVO.
O conslho administrativo, para forhecimenlo do
arsenal, em virtude da aulorisacSo do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, tem de comprar os objectos, se-
gunles, para a bolica do hospital regimenlal :
Assucar refinado, arrobas 4, assatelida, ncas 4, al-
cassus, libras 16, allhea, libras 64, abutua, libras 2,
amendoas doces, libras 4. acido azotico, libras2, aci-
db chlorhvdrico, meia libra, acido actico, libras 2,
acido oxlico, meia libra, addo benzoico, mea libra,
avenca, libras 2, aleerim, libras 4, aztalo de polas-
sa, libras 8, aniz estrellado, libras 2. arsnico bran-
co, meia libra, acetato de potassa, meia libra, bi-car-
honalo de soda, libras'.2, borato de soda, libras 2,
histeria, libras 1. belladona (folhas), libras 2, bi-cr-
bonalo de polassa. libras 1, bi-iodOreto de mercurio,
oilavas 4, bi-chlorureto de mercurio libras 1, banha
de porco, libras32, bejoin, libras 2, carbonato d'a-t
moniaco, libras 2, carbonata de soda, libras 4, car-
bonato de polassa, libras 4, cevadinha. libras 2, cas-
cas de raiz de romeiras, librase, caroba, libras 8,
vas 4, cotaquinlidas, libras 1, eascarrilha, libra 1,
cravo da India, libra 1, crcuma, libras 2, digilalis-
libra 2, deuloxido de chumbn.libras 4, extracto d!a-
cassus, libras,!, extracto deguaiaeo, meia libra, ex-
Iraclo desalsaparrilha, libra 1, extracta de ralanhia,
oncas 4, essencia de rosas, oilavas 4, essencia de li-
bras 2, fumaria, Jibras 2,gramma, libras!, genciana,
libras 2, guayaco razuras, libras 4, gomma de batata,
libra 1, gomma hedra, libra 1, hera terrestre, libras
2, lterva doce, libras 2. herva cidrera, libras 4, hys-
sopo. libras 2, iodo, libra 1, incens, libras 4, jalap-
pa, libras 4, kermes mineral, onca 1, lycopmlo,
meia libra, losna, libras 2, limalhas de ferro", libras ,
mann, libras 32. nos moscadas libra urna, nos vmi-
ca, meia libra, oxido de zinco, onens, oleodelnha-
S_a, libras 32, oleo de amendoas doces, libras 32, opio,
libras 2, ponas de viado, libras 4,. poli gula de sene-
ka, libra I, prolo chlorurelo de mercurio, libras 2,
pastas de jujubas, libras 2, phosphoros, oncas 4, pe-
churim, meia libra, papel para filtro, resmas 8, dito
Cardo; resmas 8, ruibarbo, libras 4, rezina eleme, li-
ras 4, robe d'amoras, libras 2, robe do sabuaueiro,
libras 4, rezina de batata; libra l.sementes d'Alexan-
dria, libra 1, scilla martima, libras2, scamone, li-
bras 4, sipo de chumbo, libras 4, salva, libras 2, sul-
phalo de soda, libras8, salsaparrilha, libras 6!, sal
purificado, libras 8, sebo puro, libras 16, dito de rim
decarneiro, libras 8, sahlo branen para opodeldoc,
libras8, slora'que, libras 2, strykmna, meia onca.
limbo, libras 2, tqrbllli, libras 2, larlalo acdulo de
polassio, libras 4, valeriana, libras 2, vinagre, garra-
fas 32, vidro de antimonio, meia libra, vidros a es-
meril de duas libras 50, ditos ditos de urna libra, 50
ditos ditos regulares de bocea larga 30, ditos de boc-
ea, larga de 4 libras, trinla,ditos dito ditos de oilavo
com rolha 30, ditos para opodeldoc, duzias 12, vasos
guiares 2. ditos dilos pequeos 2, ditas de porcelana
2, ditos dilos pequeos 2, sp'atulas de marfim 6, ditas
de vdro 6, machina pelular 1, pedra para emplastro
1, licor de labarraque, garra tas 20, capsulas gelati-
nosas de copaiba, caixas. 20, mercurio vivo, li-
bras 8-,
As pessoas que liverem os objectos annunciad'os
poderao com parecer no dia 17 desle mez na secreta-
ria do couselho administrativo. Hospital militar 28
de fevereiro de 1854.Jos de /rito Inglez, coronel
presidente, Bernardo Pereira do Carmo Jnior,
vogal e secretario.
2it. RECITA DA ASS1GXA1LUA.
TOVFEIRA i\ DE MARCO DE I8S4.
ANNOS DE S. M. I. A IMPERATR1Z.
Ser cantado peranle o busto de S. M. I. o li> ni-
o nacional pela senhora Deperini e a companhia
dramtica.
Seguir-se-ha a represenlaco do exceitento vaude-
Ville era dous actos ornados do msica, intitulado
No inlervallodo primeiro ao segundo acto ser can-
tado pelo Sr. Bibero e a senhora 1). Gabriela a arta
e o duelo do
Finalisar o espectculo com o aparatoso baile em
tres actos
3 rj=>- -*=;-
0) bilhete adiam-se desde ja
rio do Iheatro-
10 eieripte-
SA
0 DE AFOLLO.
1 J)&MA8C0 1)E18d4.
BENEFICIO DA.ACTRIZ
Manoella Caelana Xood.
Terminada a axecuco de um
ra, subir.i acea pela pr:
etcellenle drama m 3 ar
Srs. Hedarun
bastante n.
pa ; leull
marca, 011
o presente;
nosso corre
FRE luiz DE SOI
'4cM|*. '
Manoel le Sonza. .
M. Magdalena de Vilheua .
D.MrideNoronha.....A Bei
Fe. Jorge Coutinho.....sr. Mendes.
O Romeiro........ Coimbra.
TelmoPaes........ Cotia.
Prior de Bonifica.....* Sania Rosa.
O irmaoconverso j.....n Pereira.
Miranda......... Rozando.
O arcebispo de Lisboa ... N. N.
Dorolhca........m N. N.
Findo o *ma o Sr. Iliheiro, por obsequio a bene-
ficiada, cantar com a mesma, em, porloguez, um
lindo duelo da opera
COLUflELLA.
Seguir-se-ha o vaodevilleem laclo,
A YOLTA A SIMA.
Personageni. J Actores.
Seneville......r. Sr. Bezerra.
Franlz....... Costa.
Bully.........i, Monteiro.
Henrique, criado de Seneville. 11 Santa Rosa.
Werner........ I). Amalia.
Kelly. ........ A beneficiada.
Terminar o espectculo com a opera cmica em 1
acta,
O BEIJOi
Os prindpaes papis serito desempeuliados pelo
Srs. Costa, Monteiro, Ribero e a beneficiada.
Com este espectculo espera a beneficiada merecer
do publico a coslumada prolec$ao. si(
Osbilbelesacham-ae das 10 horas da manha as'5 ?!
da Urde, no Iheatro de Santa Isabel, em mo do Sr.
Wanderley caixeiro do mesmo Iheatro.
AVISOS martimos.
soprata^^^^^H
lida. c
contra
do exlcn-
de
A sup
iler as
enca, .
nao, prend
zerfogq sol
do (expressoes de
s levara chicote
causa aquolle p.i
lam v,lo ci;
all se leml
historia de
lagre, outr
a cusa do
|me ler si
rrVo, q
entre a
ventano
paraenli
mollc : ois o moj
ment do corvo,
loria do^^^H
por terquasi todo o carregamento promp-
,to, qiiem no mesmo quizer carregar o
resto, ir de passagem ou embarcar escra-
vos a fi-te: entenda-se com o capitaoJo-
sEzequieGomes da Silva, naPrar/a, ou.
com o consignatario Manoel Alves Guerra
Jnior, na ruado Trapiche n. 14.
PARA LISBOA E PORTO
segu com toda a brevidade a barca finita Senio-
ra do Bom Successo, por ter parle de seu carrega-
mento : quem na mesma quizr carregar, ou ir de
passagem, para oque lem excellenle?eommodos, di-
rlja-se a Francisco Alves da Cunha i\- Companhia,
na ra do Vigario n. 11, primeiro andar, ou ao capi-
lao na praca.
PARA CEARA-, GRANJA' E ACA-
KACII'
sai no dia 11, a escuna San-Jose,
pbr ter-parte da carga prompta : para o
vesjo da carga, trata-se ta ra ra Cruz
ado Rccile, 11. 33, em casa de Sa' Arau-
J-
PA RA O RIO DE JANEIRO.
O brigue nacional Finir segu em poucos dias ;
ainda recebe alguma carga iniuda. passageiros e es-
cravos a frele : lrata-e com Machado ; Pinbeiro,
consignatarios do mesmo, na fu do Vigario n. 19,
segundo andar.
Cearn', Maranliao Para'.
Segu em poucos dias por ter a matar pari da car-
ga engajada, 11 brigue escuna nacional Graciosa, ca-
pilao Jos Manuel Barbosa; o restante e passageiros,
para os quaes otTerece oplimos commoaos, trata-se
com o consignatario J. J. da Funseca Jnior, na roa
do Vigario n. 4, primeiro andar, 6a com acanilo
na praca.
A barca nacional Firmeza deve
chegar Jioje ouamanhaa do Assti, e depois
de urna demora de-poucas horas seguir'
para o Rio de Janeiro : recebe passagei-
ros e escravos a frete: a tratar com Manoel
da Silva Santos na ra da Cadeia do
Rcife n. 40.
Para o Aracaly segu com (oda a brevidadeo
hiate Dtividoso ; para o resto da carga e passagei-
ros, trata-sena ruada Cruz n. 15, segundo andar.
LEILO ES.
Brunn Praeger & Companhia farSo
leilao de um excel lente sortimento de fa-
zendas de diversas qualidades: terra-fei-
ra, 14 do corrente, no seu armazem da
ra da Cruz n. 10, as 10 horas em poni.
C.'J. Astley & Companhia trausi'e-
riram, por causa dchuvanodia 10,o seu
leilao de esplendido sortimento de fazen-
das, para segunda-feira lodo corrente, as
10 horas da manhaa em ponto, quando
tera' lugar no seu armazem, ra do Tra-
piche Novo.
" LELAO'NO HOTEL NA PASSAGEM DA
MAGDALENA.
Francisco Antonio Coelho far leilao,por inlerven-
rao do agente J. Galis, sabbado->5 do corrente, as 11
horas da manha em ponto, de toda a mobolia e mais
perlences do seu hotel da Passagem da Magdalena,'
110 principio da estrada nova, a saber: cadeiras de
Jacaranda, ditas de oleo, ditas de amarello, e dita
americanas, mesas redondas com pedra e sem pedra,
dita elstica, consol com pedra a sem pedra, sofs
de Jacaranda e de oleo, marqnezas. um rico morador
de Jacaranda com pedra, e mais perlences, lvate-,
rios, banqunhas para jogo, urna secretaria, comino*
das, urna cama franceza de Jacaranda, um berro do
dita, um guarda-roupa, jarros e vasos de porcelana
para cima de mesa, tapetes ele. ele; ; assim como
um excedente jogo de buhar, e dous oplimos caval-
los de sella com os competentes arreios.
AVISOS DIVERSOS.
Resumo dos premios da quarla e ultima parte da
guara lotera, a facor das obras da igreja de
N. S. do Rosario da Boa-l'isla, extrahida em 10
i* mareo-de 1854.
2982............4:000000
20B8............. 2:OOIR>000
3065.......*.... 8008000
611............4009000
MI ..........OO9OOO
14:113409-3652........ 1O080O0
36 336ld8i30.V1....... 5OS000
17- 124- 159- 163- ',>:>- 631 ) .._
675 892121133-28.....1 "P1,
53 :r,(_-S32 88610561210
122.51229161321062190321)9 \ 108'DOO
3352:li.!3197379739:193991 j
Precisa-se de urna ama de meia' idade que saU
ha engiJmmar, cozinliar e lavar, e que d liartor de
sua conduela : quem quizer dirija-sa a ra dos Mar-
U rios n. 14,
yiesiiarmoma,J^^^^^H
vtef, mas sir
TeVeulinos.
que sl^eU n,
publicar ei^^^^^H
e espapcado
bem no cor
rao sotre a 1
mal inftirm
de pwo na porta
reico, sim, porir
0 mo appari
dos aos pn.
1 tnoutota!
rne de pe
. 'eiacl
o cOrvo,
en. .lesliarmonia
nflo
Utos
porque
muito
I lie n qne occoj
Pao d'Alho Ti
Em prii
deiappareceu
ca da Pan"
nado, o qui
dencio, altura]
auma cousa si
rizum tanto
lietide ii'mn
canto d'otlto.l
o Recite, para
gar ser hem
de Mello.
Pr.
cortar massa aa
do na padariaj
Burgos :;queme!
ma:
Ko fio dj
passado,
de S.Loureoc
me Ho^^^p
pouco m>is
xo, serco do
barbar, com
pos pdreml
lendoosoil
um geilo
'i a -se pul
hricar 1 *
leirosqoi
com os si;
os senhi
para o
faclore
em que poi
hajatn de o
Poa V
lo no
son sei
cacao de 5
nos passadi
occullono*
11 iic "t^^^^^^m
- j.j.1
neiro a sua
LOTERA
O cante
Ao publico.
Oabaiioassignado, leudo leilo anniiiicios
por este jornal, eut os quaes ollereri^ ao pu-.
hlicooseu prestimo, como pharmaceiilird,
em sociedade rom o pliarmacrnlico Antonio
Maria Marques Ferreira, na botica que- foi-i
do finado Joaqun Jos linio Ouiniai
J. la na ra Nova desla cidade 11.53, nao se leudo,
porcommum e amteavlaceordoenlr
le Sr. Antonio Maria Marques Ferrei
abaixo assignado, eBectuado a sociedade aa-
uunciada. vem declarar por meio do
que se acha s, e e>u
botica cima referida, ond"
procurado a qualqi
tle sua proDssflo, lirando de nen'hnm
e como se nunca exislislem os anm
sociedade j mendonada, que niio el
ir-se pelo motivo supra referido, ne-
I iilnim cITeito valido pode producir.
Recite 10 de mar?o de 185
Jos d% Cruz Santo
avisa ao respeila^
cautelas estilo es
me,epagaoli'j
grandes sem
Bilhetes intehrof
Meios
!.:::::
Vigsimo ....
Precisa-se de>j
e interno de urna i
se uma crioula te(
Torre n
eseja-ses I
pondenlt tlt
nhaCampeli
senhor ; quem tai
A viuva e m
lo UuintarSes I
curador nesta \
Frei las Ta vare
e roga a lodo* I.
brevidade possivi
rio passar
a lei faculta.
Pedro Marr
da provincia as si
cabras.
O abaixo a
tarta dos'bent a,
I.uiz de Soma; j
julgar credordxl
dte inventario,
zaro de ser attend
Siqueira
neiro os seus (
Aos senhc
publk
Ouemprci
desempenhar loda t i
cb fazer, por ler sido s
a esta typngra;
ndela, Ouirina, r....... ^
No
ras da manr!
mercadorias pa
finado sub'
deOliveira, ti
ra do Vi;;
juiz de alise:
guefc, ,
Aluga
algum escriptorio de advogadt
colrocadi no t-eiitit) d;
|ii'etHndiT, dii
Na ra. da Cadeia
de ("uijiImo n.~J
ra e Ju-s|aii
AVISO JIKIDll
inda edlr^So
Tem de so arrematar em praca. publica, na por-
ta do juiz de paz de S. Jos, no dia 13 do corrente,
as 4 her da tarde, 50* rolos de fttmo. 10 dnzia de
ligella, 2 dnziasde pratos. rheiS pipa de vinagre de
Lisboa com 40 caadas : quem pretender, dirija-se
lio dia marcado as mencionada
O Sr. Antonio Francisco de Miranda lenha a
bondade de ir a leja da ra do Oueimado 11. 29.
J. M, Lopes,
-mente a liai
artholomeu F ta, to-
dem-e pilulas vegetaes ven.
be l'affecteur verdadeiro, salla de Sa
verdadera, vermfugo inglez (em vii
verdadeiro,vidros de bocea larga
lha de 1 ate 12 libras. O annunciant.
nanea a quem iteressar possa a veracida-
de dos medicamentos cima, vencKdos fin
sun Ixitica.


4
Ir rto 5. armo do curso ju-
cademicoa quinta-
no anno torrente
on'omia
Direito CivH Br;.
----
DIARIO OE.PERNAMBUCO SABBADO II DE MARCO DE
vt, a do Collegio n. 2,
e m completo sortimento
' lazendas, tinas e grossas, por
is baixos do que emou-
ite, tanto em por-
o, auiancando-
* compradores um s preco
todos : ste estabeleciment
se de combinarao com *
rte da cafas commerciaes
s, francezs, ailemaas e sis-
~a vender fazendas mais em
loque se tem vendido, epor
ierecendo elle maires van-
. tagenii do que outro qualquer ; o
rtante es-
todos os
m pe-
ara qu venham (a' bem d*os
uteresses) comprar fazendas
o armazem da ra do
de
Jiz dos Santos & Rolim.
trovai a Porlngal,
l negocios da casa a J oa
1
signado, no diaj 7 do
alo, de.id/del8
lo para o scrlilo do Sirid VJ'onde
qual escravo
Leoncio Correa de Mello, e cst.com-
> Feliz, e.tem os signaes seguhiles :
W ^8'"' cabellos nnelados e
J*, 01 principio de barba, ollis
pequeos ; levoa camisa He
isemira de alsod,1*""
|e 1evt-|n i roa do'Livr ,
9, que sera recompensado.
tntonio de Mell.
MSN. 2-8..'
cssor homor-,,,11,.
ndajir r '
1IL SEIS.
: medicamentos.
.... 53000
^H carleiras e caitas
uta. laa",r*< P' PS tommo-
! r d? toblo avu
(_Jo co de ^ Msa de ((ntura
500
aooo
sobrado da ra Collegio do
nova, prdpria para taberna : a
> aroarelkda ra do Quei-
i ordern de 298000 rs. de um mez
do hrgue inglez Anua,
o mesrno, e aceita pelo Sr. J.
8 ao mesmo Sr. Garrolla de
rdadeiro dono queja oayisou.
J. Jane,Dentista, '
iva, primeiro andar n. 19.
iceuo Ferreira de Mello,
- Oljnda, tem urna carta na
e 8 da praca da Independencia.
Ultim gosto.
mio assigoadot, donos da uova loja do urives
, cnnfronle ao. pateo da ma-
ranqneiam ao publico em geral um
triado sortimerilo de brasele ouro de mui-
os,e presos que nao desagradarlo a quera
leamos s obrigam por qualquer
e venderem a passar urna -conta com respon-
indo a qualidade do ouro de 14
(cando assiin sujeitos por qualquer
davic Seraftm & rmlo.
9 (tfl^^l
Ho l.udgero Pinho mu-
i da ra de S. Francisco
no.
*
res relojoeiros, ou a
^^do um relogio de
n correte deou-
28, 1475, de o ap-
o Mathias de Azevedo
ou na sua resi-
ndar da casan. 3,
^^^E2 demarco; assim
o ponteiro dos segundos do
tirado o lado inferior, e
a pessoa que entregar o dito relo-
t Pernambucano, con-
le fazeudas fran-
jroprias do lempo, como
Jilos, talhos de bicos di-
i, chales de relroz bordados
(os, metas de seda ditos,
le bico ditas, cami-
de blond, de se-
a senhoras, dores linas
as de muito bom gos-
pra meoinos, panno mnilo
a. chapos le pello de seda,
o, e oulros moilos o>-
irio ser apreciados!
a casa de algum ho-
para fra dolm-
mn.37, aonde pode
6ou3a Guimaraes.
ntista,
uer hora em sua casa
S, segundo andar.
correte, que he a ultima
depois da audiencia dn Sr.
i tm aonos, a renda da casa
a na ra das Cruzes desla ci-
por .1509000 rs. por anno.
Iclaes de alfaiaie : na
oeiro andar.
f prximo psssado desap-
signado, urna prela de
la ler 35 anuos,
ra regular, ps largos e
tro ; lvou vestido de
a qnalquer pessoa
i ver noticia ao a pe-
-J*V legitimo senhor, no
, ourua do Pires, que
nbem se pro-
iraa vez.que o nao
na fieguezia
mappareeer no ater-
^^^K andar, que
i a da Escada,
^^^Hk Manoel Gonral-
do Monda
puosa.
a qurn
metmo Dr.
ara civel.
ditscil, J
ilugu um sitio,
iuguinho, Ca-
t!! '' islanle plantado
na ii que a ten ha
1009 at 500
, das 9
!-e e metlidoo
la eslreita do
. Madeira, e
uaifdo desceu
- esiribos.pelo
los os raesmos
r, e quereado
lecucSo,
mha, e
velho,
10 an-
r Descja-se fallar ao Sr. Joo Francisco Belcm:
na ra Nova n. 50.
Aluga-so urna casa (errea mnilo fresca, .na ra
do Brm, a primeirn do lado esquerdo, adianle do
,cjiafari. i esccllentes par familia: duas
epecdenle para escravos,
iba quintal, nO.fun-
to^tL *. (n para an>ar.pequea na mcsina ca-
itio os prclendeotes comqum Iratar.
idosa, forra ou captiva,
Jiopras de urna Casa de
pouca familia :.da pateo do Pilar n. 13.
Farlaram uo dia .6 do corrcnte, na roa Impe-
rial n.79,-d. ,jor Porlella, de cima de um
t"0401"' "m de prata com lulipas, e
ama lesoura de corlar pari de vela, com sua bande-
ja lambem de prata,* todo com a firma J. N. S. P.
adverte-se que o ladcao com a pressa deiiou na escada
um par de estribos de lato que trazia comsigo: ser
bem recompensada a pessoa que entregar esle roubo
ou denunciar quemo tem.
A.quem llie faltar um par de estribos de lalao,
queira anuuuciar para llie ser entregue.
J&
. --v^.'i^'X^s
M|^BMtfaBM
=
l RETRATOS PELO ELECTROTYPO
Aterro da Boa-Vista n. 4, ter-
ceiro andar. @
9. A. I.elarle,leudo dse retirar no diallido
correle para as parles dosul,avisa aorespeila-
vel publico, quequizer ulilisar-sn deseu pres- 9
|i limo, de approveilar os poucos dias que lem
w de residir aqu; o eslabelecimento est aber- @
9 lo das 9 horas da manhaa al as4 da larde. $
a com o
M!P* na especie de
o Umoem r.
) das peroas, urna risca br
_ac
pldae* de polica que leftdo noticia delles os
ipprerMUdwre- tarar no Recite, roa larga do
r 36, botica de Barthorotneu Francisco de
no mesmo sitio ero que foram. furlados
oita qualquer despeza.
mprar um bom cavarlo, dirija-
lfidoCrepo,quipaqBevolta i
Aluga-se umsiliocom soOVirel casa, na estrada
de Joo deBarros, onfronlo a casa do Sr. inspeclor:
a Iralar no sitio ao p do que faz quina no becco
lho do Boi. I
Roga-se encarecidamente a os sen lio-
res que tem con tas .com os abaixo assig-
nados, na na do Crespo n. 9, de sakk-
rem seus debito* para assim nao ser ne-
cessario recorrer aos meios jndiciaes.
Manoel Gomes Leal & Com pan h i a.
Precisa** de urna pessoa forra ou captiva, ho-
rnera ou mulher, que saiba cozinhar bem, pelo me-
nos odiarlo de orna casa de pouca familia : quem es-
liver nestas rircunislancias, dirija-se ra da l"niao,
junto a typographia, casa nica, cujo soto lem duas
ellas.
A pessoa que se offerece por esle Diario para
cobrar dividas ila Paralaba, queira anouociar sua
morada, ou dirija-se ra do Collegio d. 1.
Aluga-se um bom e' grande sitio denominado
Cordeiro, em Sanl'Anna, com casa de viveuda, oer-
lencenle ao casal do finado commendador Antonio da
Silva ; a Iralar na ra do Vigano, casa o. 7.
O abaixo assignado faz scienle aos seohores ne-
gociantes, e com especialidade aquellos que coslu-
mam comprar algodo em sua prensa, que o seu cai-
xeiro Jos Carlos de Souza Lobo est aulorsado a
comprar e venderlos algodes que llie forem remedi-
dos para a sjjgfprensS^^oTtii'n Jos Ferreira.
enda-sc um silio na eslrada do Arrai.il,
lasa de lijlo, duasTsMas, gabinete separado,
,3lro qoarlos, recraio adianle co-asseiito, ptima
cozinha, quarlo para feilor, esUibaria,~ prelos, boas'larangeiras, nimios pos de SSpjlis, ja-
queiras, boas, mangas, jasmins, condenas, ariVjW- -zJUUla<(ip moda e de lindos goslos, assim como as
--* ^.v,.v.-r .4.. I- ,1, i,,'.. ,1^ -.,i.i!r I.... ClllIllaC lnririnliifim.il.-. i.l>.k-l.. __ t- T .
ap. cnqueiros, immensldade de ps de cajciros, boa
agua de oeber, baia para capim, lugar para qualro
vaccasde leile de verao a invern, muita Ierra para
ser plantada : uo aterro da Boa-Vista, loja de sellei-
ro n. 58, de Manuel Coelllo da Silva, dir quem ar-
reada.
&
*>
O br. Carolina Francisco de Lima Santos \
aqui de novo se acha no exercicio de sua i
profissaoilc medico, e residindo como estii '
eOectivamcnle na ra .Nova n. 69, continua \
a preslar-se ao publico e a pobreza no quan- /
lo esteja a seu alcance, nao s no que res- *
peila as molestias do interior,' como na arle,
deparlejar, e mais-opfiracOes, cora especia-
lidade as que reclaman) as infermidades,
das vias ourinarias.
Arrenda-se o engenbo l'rescondim, na ribeira
de Una, moenlo e crreme, com safra.creada para
o vindouro anno,' com estufa e asseulamento para re-
lame, e serra d'agua, com 2i escravos, igual numero
debois, c-iti beslas : quem o pretender, dirija-se a,
seu proprietario Feliciano Joaquim dos Sanios, ra
do Hospicio o. 21. .
Domingos Rodrigues de Andradeembarca para
o Rio de Janeiro a sua escrava Isabel, crioula.,
O Sr. Severfauo Jos de Moura que morou
as Cinco Ponas, queira declarar onde be a sua re-
sidencia, que se Ihe deseja fallar a negocio de seu
inlcre.se, ou dirija-se Fra de Portas, ra dosGua-
rarapes n. 34.Joo Francisco Teixeira.
Alugam-se ss lojas da casa n. 44 da ra da
Guia ; a tratar com Souza Jnior, ra do Collegio
o.ii, segundo aodar.
As passageos dos escravos que embarcaren) dos
vapores Jacompanhia brasileira, ficamsendod'ora era
dianle para o Rio de Janeiro 22}000 rs.; para a Ha-
ba 105000 rs. ; e para Macei 48000 rs. ; assim co-
mo se dar passagem lodos os escravos que forem
munidos de passaporte legal da autoridad* compe-
tente. Os passageiros para o Rio da Janeiro em
qualquer eslarao do anno he 1203000 rs. na cmara,
e 22(000 rs. no con vez.
No dia 11 do corren le, depois da audiencia da
segunda vara d civel e commercio, se nao de arre-
malar 5 escravos, 4 cavallos.e urna porco de prata.
porexecujao de Joaquim Mauricio .Wanderley, con-
tra Fraocisco de Paula Marinhn Wanderley.
O Sr. Antonio Marques de Albu-
querque queira dirigir-se a prca da In-
dependencia, liviana n. 6 e 8, que se llie
precisa fallar.'
Nq paleo do Terco n. 21, precisa-se de urna
ama que tenha bom leite, forra ou captiva.
Na Ponte de Felina, no sitio de Antonio Mar-
ques de Amorim, se necessitadeumaama para criar;
deseja-se urna mulher livre, c cujo leileseja novo.
O Sr. Antonio Joaquim de Almeida que nego-
cia ou negociou com escravtls, lem urna caria na li-
vruria n. ti e 8 da pracada Independencia.
' No dia (i do correle dcsapparecu o preto Cae-
tano, de nario, perlencente aos orphaos de Jos Ma-
ra de Jess Muniz; devera ser encontrado pelos
bairros de Santo Antonio e Roa-Vista, e costuma
embriagar-seve fallar muilo ; quem o pegar leve-o
ra do Brura n. 28, fabrica de caldeireiro.
Aluga-se o lerceiro andar da casa da ra do
Vigario n. 5 ; a Iralar na de n. 7.
Bom negocio para principiantes.
Para quemquizer principiar com pouco dinheiro,
oflerece-se um bom negocio, como seja, a venda da
taberna n. 2, na esquina do oilao da matriz da Boa-
Vista, muilo afreguezada par a trra, e em muilo
bom local, conlendo apenas quinlicntosc lanos mil
ris de fundos os pretenden les dirijam-se a loja n.
3, da ra do Cabug, que acharao com quem tratar,'
prometiendo fazer-se todo o negocio.
* O Sr. Francisco da Cunha Pedrosa c o Sr. Jos
Frederico de Arce, tem cartas na ra do Crespo n.
19, viudas da cidade do Porto.
Severiano.Jos de Moura responde ao annuncio
do Sr. Joao Francisco Teixeira, dizendo, que nenhu-
ma Iransairao tem com S.S., e pode declarar por
esle jornal o negocio que diz ler de seu interesse, de-
clarando qual seja; o mesmo Severiano declarar a sua
residencia.
. Jos Cicilio Carneiro Monteiro roga a pessoa
que meiou com elle em meio bilhele da lotera de
N. S. do Rosario que correo hontem, o qoal foi fir-
mado pelo anuuuciaiile, queira declarar sua morada.
USr. F. A. P. B. apparepi na ra do (jueima-
do n. 49, para liquidar o negocio que nao ignora,
islo no prazo de 3 das, da contrario se publicar seu
nome por extenso.A. T. de Azetedu,
Arrenda-se o engenho liba, situado as grandes
vaneas do Cabo, muilo bom de produccao, com boa
casa de viveuda, e ludo mais: quem pretender ar-
rendar, 'queira dirigir-se Ponte dos Carvalhos, a
tratar com o proprietario, ou com a Exma. Sra. Mar-
queza do Recite, na ra do Scve.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
A loteria pitava das obras pubticas de
Nietberov corrett de 8 a 10 do os bilhetes abham-se a venda as lojas do
coptume, e as listas deveni eliegar do dia
16 a 21 ; a' entrega das quaes sao pagos
os premios.
O abaixo assignado anuoncia a quera convier,
que acha-se legalmente empossado do cargo de laln-1-
liao publrc'o de notas desla cidade, para o qual fura
nomeado por carta imperial, e acha-se em exercicio
de boje em dianle na roa do Collegio, loja do sobra-
do o. 17.!Francisco Baplisla de Almeida.
COMPRAS.
Compram-se alguus adornos para uso de meni-
no, como sejam: moeda de puro,vernicas de S. Jos,
e (guiaba, assim coinoum par de clcheles : na ra
das Flores o. 23.
Compram-se ossos a peso : no ar-
mazem da iliuminacao, no caes do RaT
mos, travessa do Carioca.
Compram-se eseravos de idade 12 a 30 annos,
assim como recebem de commissao : oa ra Uireila
'----------------------------1-------------------------_j_____________
VEBIDAS
Devoto Christao.
Sahio a luz a 2. edicto do livrinho denorainido
DevotoCliristao.mais correctoe acrescentado: vende-
se nicamente na tivraria n. !6e 8 da praca da In-
dependencia a 040 rs. cada exemplar.
Novotelegrapho.
Vende-se o roteirodo novo lelegrapho que princi-
pila ler andamento no dia 29 do crrante, a 240 rs.
cada um: na l'maria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Armacao.
Vende-se urna nrmato de loja;dc madeira do lou--
ro e amarello, com algum uso, mas em Derfeilo esta-
do : a Iralar na ruada Cadeia do Recite n. 18 e 20,
ou na ra do tjueimadn n. 3 e 52.
Vende-se um moleque rrioulo de 9 para 10
annos.de bonila figura : qaem pretende* dirija-se na
ra de Apollo cs n. 2 B, primeiro'andar, onde
achara coro quetn tratar.
FilA.
No aterro da Boa-Vista 8. defronlc da lioncca,
chegaram ullimamenle os verdaderos figos ile coma-
dre, por precomoilo commodo, perasseccasa 480,
ameixasa400 rs., passas a 320 e 480 rs., uolaehinha
de todas as qualidades, cha hysson o mais superior do
mercado a 18600, 18700, 18920 e 28560 rs. a libra,
e um completo sorlimenlo de lodos os gneros de mo-
tilados, por preco muin favoravel ao comprador.
ATTENCAO'. ,
Vendem-se duas casas terreas acabadas de pouco
lempo e edificadas em urna das novas ras do Corre-
dor do Bispo, as quaes rendem meusalmente 88000
rs. cada urna, sendo o terreno das ditas casas foreiro,
e tendo de frente 60 palmos e de fundo 300, com a
vanlagem de poder edificar nos fundos, por estar em
alinhamenlo com oulra ra ; os pretendenlc's diri-
jam-se ao aterro da Boa-Visla n. 66, das 10 horas da
manbaa ero dianle, que encontraran com quem tra-
tar; tendo a lembrar, que odoDo por ler de retirar-
se com brevidadeas vende por preco mui razoavcl.
SACCAS COM FARINHA.
Vendem-se saccas com superior fari-
nba da trra, por menos preco do que
em outra qualquer parte : na ra da Ca-
deia do Recife, esquina do becco Largo,
loja n. 26.
Vendem-se
dous boi cavallos muilo novos e carnudos, sendo
um rodado com todos os andares, e oulro mullo pe-
queo para menino, carrega baixo, bom galopa-
dor, e manto : no armazem da ra Nova o. 67.
Quepecbincba.
Vende-se orna boa casa na Estrada Nova, decente
para qualquer familia, com muilo liona Commodos,
em um local muilo bom para negocio, e d-se muilo
barata por se precisar de dinheiro: nesla lypographia
se dir onde se (rala.
DEPOSITO DE C\L E POTASSi.
Na ra de Apollo, armazem de Leal
Res, contina a ter superior e verdadeira
potassa da Russia oda America, assim co-
mo cal em pedra ebegada no ultimo na-
vio, cujos barris con tem o peso liquido
de quatro arrobas, tudo a preco razoavel.
Vendem-se duas mcias aguas em Fra de Por-
tas, no becco do Jos Teixeira : quem prelcnde,v Si-
ruase a ra dos Guararapes n. 34, em Fura,de Por-
tas, a qualquer hora do dia. .-'
Na ra Nova n. 10, Ioi*-deManoe Joao
r rancisco Duartcv^uccessor de Mada-
ma-A. Poirs
encontra-j8jenip"r um lindo sorlimenlo de boas la-
Na ra do Crespo n. 16, vende-se
urna mulata acabocolada, com idade de
50 annos, a qual cozinha, engomma e la-
va ile sabao e barrella, e com urna cria de
18 mezes.
Vende-se um molequinho^e 3 annos, muilo
bonitiulin e muito esperto : quem o pretender, diri-
ja-se i ra do Livramento n. i.
Para quem esta' de luto.
Papel de peso de marca pequea, com tarja em ro-
da. envelopps diio, olnii:j prelas ; oo paleo do Col-
legio, loja de lvros o. 6, de Joo da Cosa ourado.
Diarios nuticos.
Vendem-seno'paleo do Collegio.toja de livro n. 6,
de Joao da Costa Dourado.
Vendem-se 10 escravos, sendo 1 bom carreiro,
outro dito canoeiro, 1 escrava boa engommadeira,
cozinheira, com bonila figura, 1 mulatinha de idade
de 18 annos, e 6 dilas ptimas para todo serviro : na
ra Direila o. 3.
Venderse no armazem de James Hal-
liday, na ra da Cruz n. 2, o seguinte :
relogios de ouro sabonetes patente inglez,
sellihs inglezes, sillines para mpntaria de
senhora.arreios para cabriolet, lanternns
para carro, eixos de patente e molas de
folhaspara carros, candelabros de bron-
ze de 5, A e 5 Juzes.
Na esquinada ra do' Crespo n. 16.
9 Vende-se nesta loja riquissimos e modernos S
* corles de vestidos de barges com babados, fa- @
zenda ainda nao vista neste mercado ; pede-
se (alinelo das sen horas de bom goslo, afim @
') de que comprem esla linda e inleressante fa- ''
zenda. @
guinles, recentcmenle chegadas : grs de aples
preto de varias qualidades, manas de fil de seda
bordadas, de relroz prelas, sarja hespaohola muilo
boa, meias de seda prelas muilo finas e varias nutras
qualidades, dilas de barra de seda, luvas prelas asse-
tinadas para senhorase biimens,ditas para meninas,
prelas e de cores, lencos de retroz ditos ditos, romei-
ras de retroz de cores, mantelleles pretos, ricos e de
cores, chapeos de sol de seda, ricos, para senhora,
dilos para homeDs, chapeos de seda para cabeca de
senhoras, mallo ricos, enfeites-para caberas de se-
nhoras, chapos francc7.es para bonicos, ditos para
meninos, luvas de pellica para homense senhoras. e
oulras muilas fazendas prelas e decores, e de muilo
boas qualidades, por preco muilo commodo.
039A.
Vinle e (Sotas qualidades.
Do bolinhos para clin
Con fronte ao Rosario
Numero trila e nove A.
Amendoas e chocolate,
l'aslilhas e confeilos, -
Doces de qualidades
Caixinhas com enfeilrs.
itisroilos eslrangeiros,
Jilntamente nacionaes
A'visla dos freguezes
Se mostram cousas mais.
' RA DOQUEIMADON. 1.
Na anlga loja do Meia Pataca ainda exisle altzumas
peeas de brotan ha depuro linho, cm 6 varas a2$500
a pera, peras de cambrnia lisa fina, com ( lr2 varas
a 2800, di las mni l o fina a 38000 rs., lencos brancos
de cercaduras de cor muilo bonitos a 100"rs., breta-
nha"de linho mito sofTrivel a 400 rs. a vara, fil de
linho de cor, proprio para corlinados a 320 a vara,
alpaca de seda escosseza, propria para vestidos de se-
nhora e roupoes de meninos a 800 rs.ocovado, man-
tas de fil de seda prota para senhora, e oulras mui-
las fazendas que se vendem por barato precio.
RA DO QUEtMADO N. 1.
Vendem-se 12vasosde lour,a, grandes e muito bem
feitos, e por preco commodo.
Vende-se um terreno, na roa principal da Ca-
punga, com 80 palmos de frente, alguos arvoredos
de frui'lo, um alicrce de pedra e cal, urna cozinha
lambem de pedra e'cal, e urna grande cacimba com
xcellenle agua de beber: a tratar na mesma Capuli-
na, com p Dr; Nahor.
Meias de.laia para padres.
Veodem-se superiores meias de laia para padres,
pelo baratissimo prejo de 28000 rs. o par : na ra
do Queimado, loja de miudezas da-boa fama, nume-
ro 33.
OS EXCELENTES SALLASES DEBOLONHA,
recentcmenle chegadosde Genova ,vendem-sc a preco
razoavel : na ra da Cadeia do Recile n. 23.
A bella i-apaziada:
He chocada a quaresma, e lodos devem fazer a sua
casaca, casa e collele preto, para assistirem aos actos
da Paixo do Nosso Redemptor ; por tanto naotde-
vem deixar de ir a ra Nova n. 33, -Bazar Pernain-
bucano, comprar o bom panno lino prelo, a boa case-
mira dila, o bom collele dito, e o melhor cita peo de
seda dos que nicamente recebe no Rio de Janeiro
Mr. Valeslin. Alm deslas fazendas existem mais as
melhores.meias de seda curtas, pintadas e brancas,
grvalas de diffcrenles qualidades, holOes para ca-
misa, ditos para rolletes, enfeites de ouro para relo-
gio, luvas de jouvio, brancas, cor de canoa e pretas,
um completo sorlimenlo de objectos de porcelana,
lindos vidros para cheiros, e outros muitos objectos
que eslarao patentes a visia.dos freguezes.
Presuntos para fiambre.
Na ra d'Aurora, junio a fundiro. ainda exisle
um resto do famoso presunto para se fazer fiambre,
he por preco razoavel, por 0 dono nao ser usura-
rio.
Vendem-se tres escravos pecas : no segundo
andar da casa n. 17 da ra da Cruz.'
.. > Rap Paulo Cordeiro.
Vende-se o verdadeiro rap Paulo Cordeiro, no
deposito n. 17 da ra da Cruz, primeUv -\aar.
i Aos unrtites do voltarete.
Na roaNoA' n. 33,Bazar Pernambucano,vendem-
se as man finas carias para o jogo de voltarete. No
mesmo Bazar se precisa de urna mulher para o ser-
.ico de una casa de familia.
Venderse 1 pardo de idade 20 annos, um prelo
de idade 40 annos, um moleque crioulo de 17, una
prela da Cosa, boa engommadeira e lavadeira.elam-
bem Yeridcm-se 30 travs de po d'arco de 4 palmos
do comprido, e palmo e terco de laranra : quem pre-
lender comprar procure na roa larga do Rosario n.
35 que se dir quem os vende.
Quem tiver bom gosto venha ver e com-
Jirar.
3, Bazar Pernambucano ,
os mais lindos e verdadeiros chales de lonquin de co-
res bordados a matiz, lindos turbantes ou enfeites
para rabera de senhoras os mais modernos e do roe-
Ihor goslo possivel, cortes de vestidos de diffcrenles
goslos, chales de relroz bordados, roineiras de dilo
dilas dilo de fil lira neo a cardinale, dilas de dilo pre-
las, talhos para vestidos,pretos,brancos,,e de blondo
alguns delles bordados de praia,mcias de seda bran-
ca para meninas de 3 a annos, setim de difiranles
cores, fil de linho branco, liso e de cIkivscos, dilo
prelo bordado,, marabs para cabera, ou enfeites de
chapeos de senhoras, crep de difiranles cres.frocos
com rame, e sem elle.^luvas ile pellica de jouvin
para senhoras, e oulras muilas fazendas que s com a
vjsla se poderSo apreciar.parao que silo convidadas as
senhoras de bom gosto a frequeotarem aquelle esla-
belecimento, que s assim comprrao a seu con-
tento.
SUPERIOR FARINHA DE MANDIOCA.
}:? Vende-se farinha de mandioca, nova, chega-
$ da de Santa Calliirina j a bordo do patacho
Clementina, por preco commodo : para por- @
@ coes, no que se far dirfereora de preco. Ira- @
*; la-se 00 escriptorio da roa da Cruz o. 40, pri- *>
meiro andar.
:^
Jos Baplisla da Fonseca Jnior, na roa do Vi-
gario n. 4, primeiro andar, lem para vender chapeos
de palha do Chili, aba eslreita, e de fellro, prelos
pardos e de cores, a preco Commodo.
FARINHA DE MANDIOCA.
No- armazens de Antonio Aunes e Cazoza, na es-
cadinha da Alfandega, descarregada hontem, de su-
perior qualidade, i preco commodo, ou a iralar com
J. B. da Fonseca Jnior, na roa do Vigario n. 4 pri-
meiro andar. '
Quem deixara de fazer um ves-
S tido preto.
igj Na ra do Queimado o. 46, loja de Bezerra"
^ cVMoreira, veode-sepelobaralissimo preco de 5
@ 23600ocovado,a melhorelegilima sarja lies- S
panhola que aqu tem vindo. Franqueiam-se ^*
amoslras, e lambem se manda um caixeiro ft
copijspecas para quem quizer comprar, ver.
pa-
1
cozinha, cose e engomma : na rpa da Praia 11. 32.
Bracos de balanca Romao & Com
' nbia,
chegadosllimamenle de Lisboa pelo brigue portur
guez Tarujo Primeirn, proprios para balcao, c por
preco commodo : na ra do Amorim n. 51, armazem
de Machado & Pioheiro. ou a Iralar narna. do Vica-
rio n. 19, segundo andar, escripT6riq.dos mesmoi.
Vende-se uro preto caiador e canoeiro. por pre-
so commodo, assim como una canoa nova, aberla de
carrira, e bem construida : na ra do Cabug u. 18
se dir .quem vende.
@S :@@@@
Cera em velas.
Vende-se cera em velas, fabricadas em Lis-
f? boa.em caixas de 100 e 50 libras, e por preso
o mais barato do que em oulra qualquer par-
0 te : na ra do Vigario n. 19. segundo andar,
escriptorio de Machada & Pinheiro. -^
eS^:@@-f@@
Vende-se o engenho Sania Rila, na frcgtiezia
delgurass, moenle e crranle, com 10 ou 20 es-
cravos, 25 bois, 25 bcslas, safra fundada, com Ierras
desmaneadas para safrejar 1,500 pes.'allos frescos,
vaneas todas de barro massape, e partidos de varzea
proprios para se abrir, e tudo muito perto do enge-
nho, com pOrlo de embarque, que um carro pode con-
duzir 80saceos por dia ; a visla do pretendcnle ve-
rao outros commodos que dispensam aqui dizer-se
lambem se arrenda e vendem-se bois e beslas e a sa-
fra : quem o prelander, dirija-se. ao mesmo engenho
para tratar com o proprietario.
tmmsmmmmmM
Fai mha de mandioca.
Vendem-se saccas grandes com superior fa-' M
rinha de mandioca, por preco commodo : na |k
ra do Amorim n. 54, armazem da Machado |jf
& Piuheiro, ou a Iralar na ra do Vigario o. ja
'" ; segundo andar, escriptorio dos mesmos. W
Cortes de chita baratos e bons.
g Vendem-se corles de veslido de chita de
** barra, cor fixa. os quaes se tem vendido por @
28300 cada corte ; veridem-se agora'pelo mui-
lo bar-to preso de 28000 rs.; islo para ac- @
bar : na luja do sobrado amarello, nos qualro ,':;
::; cantos da roa do Qrieioiado o. 29.
@@e:@ @@#
' Vende-se orna negra da Costa, de meia idade,
que cozinha, lava e engomma, c vende na ra: oa
da Cadeia do Recife, loja n. 64.
ri DISTO KEI SEIPRE APPARECE.
Chapeos de seda para senhoras, a\ anados uo forro
para as muras de habilidade consertarem, de modoa
servir : vendem-se a 18500, 28000," 38000 e 58000
rs. os melhores : na ra Nova u. 42.
eijae.
No armazem do Sr. Guerra defronte do trapiche
uo algodao, lem para vender-sc feijSo mulalinho
muilo novo, e em saqcas grandes : a Iralar oa ra da
Cruz n. 15, segundo andar.
Na passagem de Olinda, no segundo sitio em
freute, vende-se urna cauoa oieia aborta de carrira,
e lambem se vendem duas ou tres vaccas gordas pro-
prias para ajougue, filhas do pasto. -
Vende-se o sobrado de dous anda-
res esotao da ra de Apollo n. 9, bem
como o dito tje um andar da ra da Guia
n. 44 : a tratar na ra do Collegio n. 21,
segundo andar.
Vendem-serelogios de ouro c prala, mais
baralo de que em' qualquer oulra parte:
na praca da Independencia n. 18 e 20.
Chapeos pretos francezes
a carij, os melhores e de forma mais eleganle que
tem vindo, e oulros de diversas qualidades por me-
nos preco que em oulra parte : na ra da f adeia do
Recife, n. 17.
, Ao barato.
Na loja de Guimaraes & Henriques: ra do Crespo
n. 5, vendem-se tensos de cambraia fina e de puro
linho, pelo baralo prero de 58 e 18500 a duzia, sendo
cada duzia em urna caixinhacom lindas eslampas.
Vende-se a taberna sita na ra dos Asougui-
nhos n. -0, com todos os fondos nella existentes, ou
com os que fizer conta ao comprador : a tratar na
mesma.
Vendem-se pianos forte de soperior qualida
de, fabricados pelo mclhor autor hamburguc: : na
oa da Cruz n. 4.
BtjMiiito da fabrica de Todo* os Santo na Baha'
Vende-se, em casa de N. O. Bieber &C, na ra
da Cruz n. 4,'algoda transado d'aquella fabrica,
muiloproprinparasaccosdeassucar e roupa de es-
cravos, por preso commodo.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, h a
para vender, chegado de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, o seguinte: saccas de farello muito
novo, cera em grume c em velas com bom sorli-
menlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, novissima.
Vendem-se cm casa de Me. Calmonl & Com-
panbia. na prara do r.nrpn Santn. 11, o seguinte:
vinho dcMarseillecm caixas de 3 a 6 duzias, linhas
em novel los ccarreleis, breu cm barricas muilo
grandes, aro de milasorlido, ferro inglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabeecirrJento continua a lia-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
cliinas^U; vapor, e taixas de ferro batido
("Oetodos os tamaubos, para
dito.
AOS SENH6BES DE ENGENHO.
O arcano da fnvencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Be\-lin, empregado as co-
lonias inglezas e hollandzas, com gran-
de vantagem para o melboramento do
assucar, acha-e a venda, em latas de^O
libras, junto com o mejtbododeemp^-
ga-lo no idioma portu^uez, em casa de
N. O. Bieber & Companbia, na ra da
Cruz, n. 4..
SANDS.
SALSA PABRILHA.
Vicenle Jos de Brilo, nico agente em Pcroam-
buco de B. J. D. Sands, chimico americano, faz pu-
blico que lem chegado a esla praca urna grande por-
c, de frascos de salsa parrilha de Sands, que s3o
verdaderamente falsificados, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem acautelar os consu-
midores de t3o precioso talismao, de calor neste
engao, tomando as funestas coosequeocias que
sempre costumam trazer os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela mio daquelles, que anlepoem
seus inleresses aos males e estragos da humanidade.
Porlanlo pede, para que o publico se possa livrar
desla fraude e dislingua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada e recen temen te aqui ebega-
da ; o annuociaole faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua botica, na ra da Cnncciclo
do Recife n. 61 ; e, alm do receituario que acom-
panha" cada frasco, lem emhaixo da primeira pagina
seu nome impressu, ese achara sua firma em ma-
nuscripto sobre o involtorio impresso do mesmo
freos.
Na roa Nova n. 33 Bazar Pernambucano, ven-
de-se verdadeiro bico de linho, lano branco como
preto.
Na ra do Trapiche n. 14, prirm
vende-se o seguinte repasta de lyrio fl
melhor artigo que se conhece para limpar
brauquece-os e fortifica
goslo na bocea e agr
para oa cabello*, limpa. a caspa,
luslrc; agua de perolas, este mgico Cosmtico para
tarar sardas, rugas, e embellezar o rosto, assi
moa tintura imperial do Dr. Brown, esla prepafa-
So faz os cabellos ruivosnu brancos.completamente,
prelos e macios, em damoo dos mesmos, todo por
presos commodos. ^
Taixas"
sr

to dia 20 de abril de 1842,
der:
Dr. C. C. Briol.
W.
para engenhos.
Na fundicao' de ferr de D.
Bowmann, na ra do Bruin,
do o cliafariz continua baver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acbam-se a venda, por
preco commodo e com promptidao'
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Moinhos de vento
omhombasderepuso para regar hortase baixas
decapim. nafund<-ade D. W. Bowman:na roa
do Brumos. 6. 8el0.
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisde4., 5. e 8.: no armazem da ra
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companbia, na
ra do Trapichen. 34. '
Padaria.
Vende-se urna padaria muilo afreguezada: a Iralar
com Tasso & Irmaos.
As senhores de engenbo.
Cobertores escoros de algodao a 800 rs., dilos mui-
lo grandes e cncorpados a 18400 : na ra do Crespo,
loja da esquina que volla para Cadeia.
Vende-se farinha de mandioca mui^
to superior, em saccas, e chegada recente-
mente : no armazem de Machado & Pi-
nheiiio, na ra do Amorim n. 54, ou a
tratar no escriptorio dos mesmos, na ra
do Vigarion. 19, segundo andar.
Na rua da Cadeia Velha n. 52, em casa de
Deane Youle & Companhia,
vende-se nm carro americano de 4 rodas; pode ser
visto na cocheira de Poirrier. no aterro da Boa-Vista.
paadf
Vigilier a esta c
^^^Hhanle, feranos
na de Fui-
servidores.
D. SaNDS.
w
Vendem-serelogios de ouro, pa
ten-te inglez, por commodo pre-
co: na rua da Cruz n. 20, casa de
L. Leconte Feroxi & Companhia.
Guarda nacional.
Fortunato Correia. de Menczes, com loja
de cirgueiro oa prasa da Independencia a.
17, lem para vender boas espadas de metal
principe com coroa e sembla, chapeos ar-
mados a moderna, barrea "^tragonas, ban-
das de franjas de ouro e d< H^, telins bran-
ff he
eos e pretos, e tudo o m* ..TOhe preciso pa-
ra os uniformes dos Srs.L '"
mais coniinodo possivelJ
ra os uniformes dos Srs.t^ciaes; por preco o
Veodem-se as casas terreas n. 68 e 106 da rua
dai Cinco Ponas ; o. 67 da rua do Jardlm ; n. 72
da de Sania Rila, e d. 81 da rua Vcllia : us rua Di-
reila n. 40, segundo aodar,
Vende-se na rua Nova, Bazar Pernambucano
n. 33, corles de vestidos de cambraia branca borda-
dos, pelo preso de 53 rs. cada um.
<$($ g@@
@ Os mars neos e mais modernos chapeos de @
seda c do palha para senhoras, se encontram
9 sempre na loja de modas de madama Millo- @
chao, oo aterro da Boa-Visla o.,1, porom pre- @
S mais razoavel do que emv oulra qualquer f*
@ parte. g.
@@@ @@
. Vende-se sola boa em pequeas e grandes par-
lidas, cera de carnauba-primeira sorle, pelles de ca-
bra de diversos presos.esteiras de palha do carnauba
e pennas de ema: na roa da Cadeia do Recife n. 49,
primeiro andar,
Veode-se seliro prelo lavrado, de muilo bom
goslo, para vestidos, a 28800 o cov ado : oa rua do
Crespo, loja da esquina que volta para a cadeia.
' Veodem-se velas de cera de carnauba pura de
muilo superior qualidade ; oa rua da Cadeia do
Recife o. 49, primeiro andar. ,
' A 58000 RS. A PECA.
Na loja de Goimar3es& Henriques, rua do Crespo
u. 5, vendem-se chitas de cores escuras, com um rs.
queno toque de mofo, pelo baralo preco-de 58000pe-
a pesa, com 38 covados.
i Velas de carnauba.
Veodem-se caixinhas com superior velas djs cera de
carnauba pura; fabricadas no Aracaty. e por commo-
do preso; na rua da Cruz, armazem de couros c sola
n. .15.
Cera de carnauba..
Vende-se em porcao e a relalho : na rua da Crnz,
armazem de couros esola 0..15,
Vendc-se na rua Nova n. 33. Razar Pernam-
bucano, Irez excedentes caixas de msica eum realejo
armnico, ludo por preco commodo.
. Vendem-se saccas com feijlio mulalinho de
muilo boa qualidade : na rua da Cadeia do Recife,
loja n. 5.
Agencia de Edwln Kaw.
Na rpa de Apollo o. 6, armazem de Me. Calmon
& Companhia, acha-se constantemente bous sorti-
melos de laixas de ferro rnado e balido, tanto ra-
sa como fundas, moendas iueliras todas de ferro pa- -
raanimaes. agoa, etc., dilas para a miar em madei-
ra de lodos os lainanlios enldelos os mais modernos ,
machina horisonlal para vapor rom forra d< 3
4 cavallos, cocos, pussadeirns de ferro eslnhad. >
para casa de purgar, por menos preco que os de co -
bre, esco vens para navios, ferro ta Suecia, e fo-
Ibas de (landres ; ludo por barato preco.
Na ra da Cadeia do Recife n. CO, arma
zem deHenrique (bson,
vendem-se relogios de ouro de sabonele, de patente
inglez, da melhor qualidade, e fabricados em l.ou-
d res, por preso commodo.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para-piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, sebo-
tickes, modinhas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
Charutos de Havana.
Vendem-se verdadeiros charutos de Havana por
preso muilo commado : na ruada Cruz, armazem
n. 4.
POTASSA E CAL.
Vende-se potassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo por preco mais commodo que em
outra qualquer parte : na rua do Trapi-
chen. 13, armazem de Bastos Irmaos.
Com toque de a varia.
Madapolao largo a 3200 a pera : na rua do Cres-
po, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Muita attencao.
Cassas de quadros muilo largas com 12 jardas a
28100.a pesa, corles de ganga amarella de quadros
muilo lindos a 18500, corles de vestido de cambraia
de cor com 6 1\2 varas, muilo larga, a 28800, dilos
com81|2 varas a 38000 rs., cortes de meiacasemira
para calca a 38000 rs., e oulras muilas fazendas por
preso commodo : oa rua do Crespo, loja da esquina
que volla para a Cadeia.
PARA A CUARESMA.
Um lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Panno fino prelo a- 38000. 38200, 48500, 58500 e
68000 rs., dilo azul a 28800. .38200 e 48000 rs., dilo
verde a 28800, 38600, 48500 e 58000 rs. o covado,
casemira prela en testada a. 58500 o corle, dila frau-
ceza muilo fina e elstica a 78500,88000 e95000 rs.,
selim prelo maeo muito superior a 38200, 48000 e
58500 o covado, merino prelo muilo bom a 38200 o
covado, sarja prela muito boa a 28000 rs. o covado,
dita hespanholn a 28600 o covado, veos prelos de fil
de linho, lavrados, muilo grandes, fil preto lavrado
a 480 a vara, e oulras muilas fazendas de bom goslo;
na rua do Crespo, loja da esquina que volla para a
Ciidci .
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeiraqua-
lidads,.de'.propriedade do condi
de Marei, rua da Cruz do Re-
cife n. 20< est^inho, o melhor
de toda a champagne vende-
se a 56$000 rs. cada ca4m^_acha-
se nicamente em casa de
comte Feron & Companhia. N.
As caixas sao marcadas a fogo
Conde de Marcuil e os rtulos
das garrafas sao azues.
i
POTASSA.
No anligo deposito da rua da Cadeia do Recife',
armazem n. 12, ha para vender muilo nova potassa
da Russia, americana e brasileira, cm pequeos bar-
ris de 4arrobas; a boa qualidade o preros mais ba-
ratos do que em oulra qualquer parte, se aJliaocam'
aos que precisaren! comprar. No mesmo deposito
tambem ha barris com cal de Lisboa em pedra, pr-
ximamente chegados.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
lha de Sands: na botica franceza, da, rua
da Cruz, em frente ao cliafariz.
FARINHA DE TRIESTE.
Primeira qualidade.
Tasto lynaos avisam aos seos freguezes, que tem
para vender farinha de trigo chegada ullioiameoW
de Trieste, sendo a nica nova que daquel la proce-
dencia exisle no mercado.
Vendem-se cobertores de algodao grai ides a 6W1
rs, e pequeos a 560 rs,: na rua do Cresi mj nurae-.
ro 12. i ,
POTASSA BRASILEIRA-
(A Vende-se superior potassa, fa-
(A bricda no Rio de Janeiro, che-
a\ gada recentemente, recommen-
2L da-se aos senhores de engenho os
' seus bons ell'eitos ja' experimen-
' tdos: na rua da Cruz n. 20, ai^
W/ mazem de L. Leconte Feron &
@ Companhia.
&SSSSSS=sssss
Vendem-se priegos americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e avaiade dezinco, superior quali-
dade, por precos commodos : na rua do
Trapiche Novo n. 16.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro; e tambem no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Mantilla "Jia -sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em_ambos os logares
existem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
precos sao' os mais commodos.
Vende-se nm grande sitio na estrada dos Afflic-
los, qtinsi defronte da igreja, o qual tem muilas ar-
vores de fruclas. Ierras.'de plantaroes, baixa pira
capim, e casa de viyenda, com bastantes commo-
dos; quem o pretender dirija-se ao mesmo sitio a
enlender-se com o Sr. Antonio Manoel de Moraes
Mesquila l'iinriilel, ou a rua doCrespv n. 13, no
escriptorio do padre Antonio da Cunha e Figuci-
redo. .
Vende-se em casa de S. P. Jonh-
ton & Companbia, na rua da Senzala Nos
va n. 42.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
grrala do.
Vinho Chery, cm barris de quarto.
Sellips para montara, de homem e se-
nhora.
Vaquetasdelustre para coberta de carros.
Relogios de uro patente inglez.
Veodem-se lonas, brinzaO, bros e meias lo-
nas da Russia : no armazem de N. 0. Bieber &
Companhia, na rua da Cruz n. 4.
Narna do Vigario o. 19, primeiro andar, tem
vcoda a superior flanella para forro desellins, che-
gada recentemente da America.

DAVID WILLIAM T10WM,VN, engenlieiro ma-
rhiuista e fundidor de ferro, mui respeilosamente
aunnncia aos senhores proprielarios de engenhos,
fazendeiros, e aorespeitavel publico, oueoseu esla-
belecimenlo de ferro movido por machina de vapor,
na rua do Brum passando o rhafaiiz. contina em
elfectivo exercicio, ese acha completamente montado
com apparelhos da primeira qualidade para a per-
feita confeccao das maiores pesas de machinismo.
Habilitado para emprehender quaesquer oleras da
ana arle, David William.Rowman, deseja mais par-
licularmenle chamar a aUensa pblica para as se-
guinles, por ter dellas grande sortimento ja' promp-
to, em deposito na mesma fundicao, as quaes cons-
truidas cm sua fabrica podem competir com as 'abrir
cadas em paiz eslrangeiro, lano em pres como em
qualidade de materias primas e mad de obra, a
saber:
Machinas de vapor da melhor conslrusaO.
Moendas de canna para engenhos de "todos os ta-
maitos, movidas a vapor por agua, ou animaos.
Rodas de agua, moinhos de venlo e sorras.
Manejos independeotes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhes, bronzes e chumaceiras.
Cayilhoes e parafusos de lodos os t.imanbos.
Taixas, paroes, crivos e bocas de fomalha. '
Moinhos de mandioca, movidos a ma ou poraoi-
maes, e prensas para a dila.
Chapas de fogao e fornos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de bronze.
Bombas para cacimba e de repuxo, rpov idas a'
ma, poraoimaesou veoto.
Guindastes, guinchos e macacos.
' Prensas hydraulicas ede parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras publicas.
Columnas, varandas, grades e portSes.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros de raaO arados de ferro, etc., etc.
Alem dasuperioridade das suas obras, ja' geral-
menl_c reconhecida, David William Bowman garante
amais-exacta cooformidade romos moldes c dese-
ohos remellidos petos senhores que se dignaren! de
fazer-lhe encommendas, aproveilando a occasiao pa-
ra agradecer aos seus numerosos amigos e freguezes
a preferencia com que lem sido por elles honrado,
e assegura-lh'es que nao poupara esforsos diligen-
cias para ronlinuar a merecer a sua confiansa.
Vende-sena rua Nova, Bazar Pernambucano
n. 33, camizinhas de meia abenas, para recemoas-
cidos, pelo diminuto preso de 60000 rs. a duzia, a el-
las antes que se acabem..
Bfalo, &c|
Nosso aprecia>e|
\dodei i
Vmc,
H
dita medicina se aoi
quizer fazer
nos resul
Vmc. Te
sobre esle assun
daqui a um mei
muito prazer em
tOD, i. 79.
Ficam s ordeos d
(Assigna
CONCLUSAO'.
l.c A anliguidade da salsa, parrilha d<
claramente provada, pois que ella
e que a de Sands s appareeeu em t
qual esle droguista nao pode obter al
Brislol.
2. = A superioridade da salsa pa
he inconlesiavel; pois que no'obst
rancia da de Sands, ede urna porc3o de
pararoes, ella lemmantidoasua rpulaco e
si loda a America.
As, numerosas experiencias feitas
salsa parrilha em lodas as enferraidades
pela impureza dosangue, eo boro xito obtid
la corte pelo Illm. -r. Dr. Sigtur
academia imperiat^e medicina, pelo
llr. Antonio Jos flbxoto em na clinic
afamada casa de sude na Gamboa, pi
Dr. Saluruino de Oliveira, -medico do i
por varios oulros mdicos, permitiera h
clamar altameole as virtudes efficazes da i
rilha de Brislol vende-se a 59000 o vi
O deposito desta salsa mudon-se para a botie-
franceza da rua da Cruz, em frente ao
FUNDICAO'D'AURORA.
Na fundicao d'Aurora acha-se conslanle nenie um
completo sorlimenlo de machinas
d'alla como de baixa presso de n
approvados. Tambem se apromplam dej
da de qualquer forma que se possam '
maior preslcza. Habis omci.i
para as ir assenlar, e os fabricantes
coslume afianram o perfeito Ira bal I
ponsabilisam por qualquer defeilo que
apparecer durante a primeira satra. Moil
as de vapor conslruidas neste oslabelecme
estado emconslanle serviso nesla provincia 10, 12,
eat 16 annos. e apenas tem exigido mui
canles reparos, e algumas al nenhuns absr
le, accrescendo que o, consummo do coa
mui mcousidcravel. Os senhores dee^^^H
c oulras quaesquer pessoas qne precisaren <
chinrsmo sao respeilosamente convidados
eslabelecimento em Santo Amaro.
M CONSILTORIO HOIEOPAIH
dr. p. k. Loee \mm.
v ende-se a melhor de todas as obra*, de medicina
rionicopalhica tsr O NOVO MANUAL DO
JAHR .ss Iraduzido Cm porluguez pe
A. Lobo Moscozo, coulendo um accrescimo
portantesexplicas&es sobre a applic-
diela, etc., ele. pefo traductor : qualro ..
cadernados em dous
Diccionario dos termos de medicina,:
omia, pharmacia, elcy pelo Dr. Mo
.ado ,
Urna carleira de 2i medicamentos i
eos de linduras indispensaveis
tDila de 36.......
Dila, <'e 48......
Urna de (iOtuboscom 6 frascos de'lincti
t)rrrde 144 com 6 dilos
Caila carleira he acompanhada de u|
das du^s^objaajgj^naypeiicionadas.
Carteiras de 24luDosTiequenos par
beira ...
Dilas de 49 dilos .
Tubos avulsos de glbulos____
Frascos de meiaonra de lindura
lia lambem para vender grai|
tubos de cryslal muilo fino, vasios]
manhos.
A superioridade destes i
todos reconhecida, e por j
N. B. Os senhores que a^
obra do JAHR, antes de pul
dem mandar reeeber este, ai
augmento de preso.
Fazendas de seHji e panno lino.
Na loja do sobrado amarello,nos quatro can-
I tos da rua do Queimado n. 29, vendem-se
! corles de vestido prelo bordados, selim maro
proprio prra veslido, velludo preto superior
I para dito, a verdadeira sarja de seda hespa-
\. nhola, los prelos desfila boida'dos, manas de
; seda ditas, meias prelas de seda de peso, su-
perior panno prelo inglez e francer. prova de
| limSo, casemira prela elstica muilo fina, !
I corles de collele de velludo prelo com palmas
bordados de relroz, o mais rico possivel, dilos |
de casemira prela bordados, dilos de selim li- !
! so e lavrado, e oulras muilas fazendas de gos- [
to que se vendem por preso de agradar aos i
[compradores.
Pianos.
Os amadores da msica acham continuadamente
em casa de Bruno Pracger & Companbia, rua da Cruz
n. 10, um grande sortimento de pianos fortes e forles
piauos.de difiranles modellos, boa coostrocrao e bol-
las vozes, que veodem por mdicas presos; ssim co-
mo toda a qualidade de instrumentos para msica.
Vinho Bordeaux.
Bruno Praeger & Cqmpanhia, rua da Croz n. 10,
receberam ullimamenle SI. Julien e M. margol, em
caixas de urna duzia, que se recommendam por suas
boas qualidades.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Sanio Amaro acha-se para vender ara-
dos de ferro de superior qualidade.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em. Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
modello e construcco muito superiores.
Couro de .lustre
de boa qualidade; venderse por menos do que em
oulra qualquer parle para liquidar Conlas: na rua da
Cruz n. 10.
Obras de ouro,
como sejam: adcresos e mcos dilos, braceletes, brin-
cos, alfineles, bolies, andis, crranles pira relogios,
ele. ele, do mais moderno goslo : vendem-se na rua
da Cruz u. 10, casa de Bruuu Praeger & Companhia.
ANT1GU1DADE E SUPERIORIDADE
DA
SALSAPARRILHA DE BRISTOL
sobre
A SALSA PARRILHA DE S.WDS.
Attencao'
A SALSA PARRILHA DE BRISTOL dala dos
de 1832, e tem constantemente mantido a sua re-
pulacSo sem oecessidade de recorrer a pomposos
annuncios, de que as preparardes de mrito podem
dispensar-se. suecesso d Dr. BRISTOL lem
provocado' infinitas ovejas, e, entre outras, as dos
Srs. A. R. O. Sands, de New-Vork, preparadore-
e proprielarios da salsa parrilha conhecida pelo nos
me de Sands.
Estes senhores sblicitaram a agencia de Salsa par-
rilha de Bristol, ecomo nao o podessem obter, fa-
bricaran urna imUacSo de Brislol.
Redes ac
brancas e de cores de um s p|
de bom goslo : vendem-se na
esquina que volla para a cadeia/
respeilosamente anoonciam qu
labelccimenlo em Sanio Amaro, coolin
cowa maior perfeiro e promptido,lod|
de machinismo.para o uso da^^^H
rao emanufactura,.e que paro
seus numerosos freguezes e do poblico|J
aberlo em um dos grandes armazens'
la oa rua do BraK atraz do a;
um
DEPOSITO DE MACj
conslruidas do dilo seo
Alli acharao ^os com
melo de moendas de
ramn los (alguos delles novos ~i.
experiencia de muilos annos tem mol-,
sjdade. Machinas*de vapor de baria o
tai xas de lodo tamaoho, tanto b^^^H
carros de mo e ditos para condo'zi
car, machinas para moer mandioca, prej
lo, fornos de ferro batido para farinl
ferro da mais approvada conslru
alambiques, crivos e portas para
iulinidade de obras de ferro,
enumerar. No mesmo deposito ei
inlelligenle c habililada parar
commehdas, etc., ele, que e$_!
do com a capacidade de suas c
e pericia de seus ofliciaes, se
execntar, com a maior presteza,
couformidadecom os modelos ou
roes que Ihe forem forneri
Na rua dn Vigario, casa o
lequinho proprio para pagem, e diven
cravos para serviso de casa e de campe
ESCRAVOS FUG
esaeb
istrnc*

Desappareceu ao amaoh
rente mez de maso, o escr
Marcos, coro olrlcio de pedreta,
cuinles :estatura mais que
bem feilo de ps e oaos, rd
grandes, sobrancelhas bem fe
regulares, beisos grossos, d<
pouca barba, porm usa desu^^H
abaixo do queiso, lem urna cicatriz
junio a urna d claviculas, coj
ser visla mandando-se-lhe dej^^^
recendo assim ler sido provenij
nhal; cosluma andar veslido di
peo preto ou de palha do Cliilej
escravo foi da Parahiba d'on
roga-se, porlanlo, as aulorid
de campo o appreherrae
a Joao Frahcisco do Re
rua da Cadeia em Sanio
recompensados com gene
Desappareceu o neg
renle mez, de idade 35 an
alio, pernas compridas, ani
chalo c reluzenle, he ejj^H
levou camisa de algoda^^Hiraoco.
bem de algodaozinho, chapeo de palha'j
nina crranle em um p :. quem o .pesai
seu senhor o lenle reformado Joaquim
Barros Lima, na Boa-Visla, rua da Saudade, que se-
ra gratificado. A crrante pode ser que a tenha lira-
do por eslar pouco segura.
Desappareceu honlem do pody do abaixo as-
signado um escravo, crioulo, de nome Jos, de idade
20 annos, pouco mais eu menos, be
bstanle curios e carnudos, e quando'i
que manqueja, com as palmas
brancas e a pelle que nao parece* ,:
camisa e calsa de ganga azul j
peo redondo de abas lai
com roupa e urna rede .
liria do mesmo. diri
miudezas n. 1 B, quesera gene otaeu-
sado. Esle escravo he per'
nuario Pereira Lin
Jos
O abaixo assignado gratifica com ,V
quem apprehender a sua escr,
Auna, que desappareceu no dia l de fevereirn
zimo findo, lendo ido vi
ro, a qual lera os signa
os, e representa ler mais idade* pela falla de denles,
pelo que lem as bochechas medidas para dentro, e os
beisos abatidos, altura regular eraagrajCorum pouco
fula.barriga um pouco quebrada para rVa.umssmarea*
de foveiro em orna ou ambas as pernas junio ao
nozelo*o> dedos mnimos dos'pes lorlos para os la-
dos, loma tabaco e gasta de aeuardenle ; Jevou ves-
tido de chita e panoo da Costa us.-
que esleja occulla nesta prosa ou mesmo fi
a levar a eslrada nova, adianle da Magd.
meira casa azul, receber a quanlia cima olTerecida.
JoUo Antonio r'illa-Seccu.
y-
'Fra.T.a*.F. FarlaUM,
'


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