Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01839


This item is only available as the following downloads:


Full Text

Aitnu aax. n. >/.
4,000.
SEXTA FEIRA l UL lYiAKg

F-de Faria; Rio de Ja-
ns; Baha, o Sr. F.
oaquiii Bernardo de Men-
J i Rodrigues da Cost; Ma-
ndo Pereira; Aracaty, o Sr.
aga; Ceara, o Sr. Victoriano
inhao, o Sr. Joaquim Marques
o Sr: Justino Jos Ramos.
CAMBIOS-
Sobre Londres 28 1/4 a 28 3/8 d. por 1500
Paris, 340a 345 rs. por 1 f.
Lisboa, 95 prcento.
Rio de Janeiro,- a 2 por O/o de rebate.
Aecoes do banco 10 O/o de premio. .
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de letlras de 11 a 12 de rebate.
METAES.
Ouro. Oncas hefpanholas. 288500 a 299000
Moedas de 69400 velhas. 169000
de 69400 novas. 169000
de 49000...... 99000
Prata- Patoces brasileiros..... 19930
Pesos columnarios...... 19930
mexicanos...... 19800
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
Caruan'i, Bonito e Garanhuns nos dias 1 o 15.
"Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas sextas feiras.
Victoria, e Natal, nts quintas feiras.
. FREAMAR DE IIOJE.
Primeira 1 hora e 18 minutos da tarde.
Segunda i 1 hora e 42 minutas da manha.
OFFICUl.
+.
-.
I

i

UO 3A JUSTINA.
ft juslica.Rio de Janci-
Km additameiito ao meu aviso
ultimo, em que participe! a V. Ex..
l ao Sr. ministro da tanda copia
e 16 de setembro do auno passado,
uvRIm ahi suscitadas obre o pagamen-
i rio chancellara, no caso de rom|ws-
i partes, valor pelo qnal se deve fa-
, e se parte vencedora ou ven-
ulisfaze-lo ; lenlio de significar a V.
telligcncia, que em solugilo iquel-
lommuicou o Sr. ministro da fa'-
i'datado de honlem o segurte:
fr-xle dons por cenlo-que subsl-
lianoellaria, no caso oxposto, he
rtantia do pedido c vencido, e nao
1 eomposirao reslisada na execngAo ;
Composigocs leriam o mesmo elleilo
ito decreto de 10 de jiinlio de 1K51
itar, quando trata da queslao exlra-judi-
;ra, nao proceden n'juiz no julga-
coniposicao, i vista do citado decreto do
^^B>< artigo 3.", c o de 9 de abril
5 1.; por quanlo de sua senten-
final da cansa, e importando
Maguo judicial, quer na hypollicsc
WJ, quer no artigo 3. do do 18,
elle juiz fazer ell'ectivo s pagamamento do
lito, para prevenir qualqncr fraade:
ntc; que em lodo o caso, a partven-
brigada ao imposto, e contra ella se
ler com a crleririade pomivrl.
le a V. E. Jos Tlioma: .Sabuco de
-Sr. presidente da provincia do Ceara. i
o dos negocios Aa juslica. Itiodc Ja-
8 tle feverciro de 1854.
Exm. Sr. Foi presente a S. M. olmpc-
pflicio de V. E.. datado de Ti de Janeiro
lido, em o quri expip que nao lendo pres-
o quatro tl^s suppleflrtS nomedos
nic*l e' rie orphos de Pe-
detrimento ao servieo da
peclivo juiz rie dircilo que
nuoavel para que os referidos
flp juramento, on allegasscm
lendo riles acudido a esto'rie-
, resolver preenrlicr os quatro lunares
vagos com oulros cidados ; mas reclamando contra
b nico snpplpnte que seachava ju-
allegando r.izes liradas do decrelo n.
novembro de 18111; consulla V. Ex.,
a designando seis cdadaos par o cara
municipal c de orphos de um
^^Btvel logo que lie publicada
n nao Icnliam anda os nomea-
ou se sement se dever con-
_., ira elleilo de ser permanente e
Ss'de lerem os Horneados, por fado
m qunlqrr outro nieio, manifesta-
; 2., se nesta ultima hvpothese, e al-
ijaer dos nomedos motivos legtimos
fde cargo, poder o presidente desig-
l o mesmo lugar ale completar o,nu-
_^Bo por
bem o mesmo augusto senlior appro-
var medida por V. Ei. lomada, sendo1 ecrlo que
n. 619 de 21 de novembro de 1W9, sup-
pe.a i dos seis suppleules preencbda pela cITec-
tiva ace icito e juramento dus Horneados que devem
Pea n prao razoavel, ser avisados, lo-
so dj P^e' feila. Onlro sim, convem
obsertl : forem de novo Horneados para
substili o a'cearamS, serio collocados
nos ai tendo preferencia a estes os que
m escnlhidos, anda qne o nao
ptimeiros lugares.
pEx. Jote Thomaz Sabuco de
residente da provincia do Rio (jran-

nar
roer
primriram
de
i
I8TERIO DA FAtENDA.
i de 1 de fereralro da 1864.
r*las Alagdas, em rcsposla ao of-
m que est,se he ou nnappli-
muiiicipaes, a ordem do
, de udoabonar-se a nenhum em-
^^Helo da data do pagamento do
vo titulo em diante : declara que,
ielhaiile materia novissimainentercgu-
ruccOes dt 16 do mez prximo lindo,
as ao Sr. inspector, nellas euconlra-
prqposla dpvida.
- 8
da Babia, se declara em respos-
fti de novembro rio ann pas-
nas, qnc as faculdades de me-
Laos mc.'_ -dTrmados em
bis o^ue os approvam
, tem a mesma nalareza e
Wna alumnos, e por isso es-
mesmo sello de "xJOOO, do
wgulamenlo de 10 de julbo de
^^ diroito de 4031X10, da la-
\. 2W de 30 de novemoro de 1843,

e os tem pago sempre na reeebedoria do i municipio
os passados pela faculdilde do Rio de Janeiro ; 2.
que os diplomas conferidos pelas universidades es-
Irangeiras lie que s< pagam o sello de 160 rs.. quan-
do ss juntar como documento, 3. que quanto aos
1009 a que siiosujei tos os mdicos; cirurgies e boti-
carios approvados cm escolas eslraugeiras pela vcrili-
cacAorie seos ttulos, oti cartas na faculdadede medi-
cina daquella provincia, devem elles ser pagosna re-
eebedoria, como o sao na curie, c recnlbidos thesou-
raria do mesmo modo que a renda das matricules dos
alumnos da mesma faculdadc.
A' tlicsmiraria do Maranbo, se declara que a
prescriprao em que incorrem as dividas passivas da
fazenda nacional, que nao forem reclamadas dentro
de 5 annos, nao'se cslende aos juros das apolices da
divida publica ; por quanto os no reclamados denlro
do prao legal, tomam a natureza de deposito, pas-
sando para um cofre especial, onde sao guardados al
qneapparera a reccbelosem qualquer lempo, quem
a elles liver dlreilo.
A* llicsnuraria de S. Paulo, que lomandoo tri-
bunal, do Ibesouro conliecmcnto do recurso inter-
poslo pnr francisco Martin* dos Santos, da deciso
proferida pelo inspector, mnltando-o pela folla de
um caixote, notada na conferencia do manifest do
vapor Joscphina, deque be | quesevolnmedo que se traa, foi-jeexporlado(o
que ujo consta dos papis appensos tiAtuti^So dosup-
-plcantc) hem multado fo o meslre* dilo vapor, por-
quauto taes vnlumcs eslo sujeiAs a direitos de
consumo, devem ser tratados como m de novo impor-
tados de portos estrangeirbs. Se fiorcm o volme
ia com caria de guia por conter gneros cslianseros
ja despachados para consumo, 00 generas de produc-
en o nacional, silosnjcilos smente ak expediente em
dobro na forma do artigo 313 do regulamenlode 22
de junbo de 1836 : sendo que dever proceder a res-
peilo do raso conforme Arilicar, que esla elle com-
prehendido cm urna das duas bypotheses eslabcle-
ciila-.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e qnintasfeiras.
Rela^ijo, tercas feiras, e sabbados.
Fazcnda, tercas e sextos feiras s 10 horas.
Juizo de Orphos, segundas c quintas s 10 horas.
l.'varadocivel, segundase sextos ao meio dia.
2.' vara do civel, quartos e sabbados ao meio dia.
Marjo
41 minu-
C Quario crescenteas4 horas
los e 48 segundos da larde.
14 Luacheiaas4 horas, 14 minutse
48 segundos da larde.
21 Quarto minguante as 3 horas 43
minnlos c 48 segundos da larde.
28 Ma nova as 2 horas, 20 minutos e
48 segundos da tarde.
0 Qunm
10 SextaJ
11 Sabbado. (
12,DomingoJ'
- ria em
por, dizendo que, para Icr lugar o pagamento que
Smc. solicita, 1'az-se npiessario que aprsente o re-
cibo da repartirao onde foram entregues os cinco
caixocs com arinamenlo.de que (rala o seu ofllcio de
6 do corrculr, e peni assim a ordem expedida pelo
Exm. presidente das Alagoas para o transporte dos
ditos caixocs.
Portara.Ao mesmo, recommctidando a expedi-
rSode suas onleus para screm transportados para O
co a que as co.ndcmnam, forcosamente, e appareu- Ibc publicidade, lendo de passar forcosan.e.Uc
Maranbiio, no vapor S. Salvador, a disposiro do 'eresses compromcllidos pela arbilrariedade a que
commandante da estarao naval daquella provincia,
os marinheiros Jo3o da Cunha c Telesforo dos Res"
Moncorvo, os desertores do rorpo de imperiaes ma-
rinheiros CosmesDamio, Scverino Gomes da Silva
e Mauocl Kcario Bispo, o foguista da corveta Pa-
racnsc e o grumete criado Joao dos Res, os quaes
sero remcltidos para bordo do mesmo vappr pelo
commandante da eslacjlo naval desla provincia___
Communlrou-sc a este.
Dila.\o direrlor do arsenal de guerra para
maridar apromplar e entregar aochefe do polica,
seis pares de lcenlas com cadeiados.Commuui-
cou-sc ao referido chefe*
EXTERIOR.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 8 de marco de 1854.
Ollicio ao Exm. marechal commandante das
armas, para mandar por cm cxecuio o aviso que re-
melle por copia, expedido pelo ministerio da guerra,
em o primeiro de selemhro ultimo, visto ter o atie-
res do nono halalhao de'infantari Theolono Joa-
quim de.Almcida Korluna aprcsentndo oconliec-
mcnlo da recehedoria ()e renu>s internas, do qual
consla j ter pago os direitos e emolumentos roires-
pondentcs a llrenr de tres meics, que pelo-clado
avjso I lie foi concedida.
Dito Ao inspector da llicsnuraria de faaenda,
Iransmitlnilo por copia o av iso da r^parlic.1 da guer-
ra de 2 de Janeiro prximo findo, pelo qual.se con-
cedeu tres mcr.es de lcenca com sold o elape ao
primeiro tencnle do quarlo*balnlhao de arlilhera a
pe Jos Ignacio Coimbra, para 'ir a corle.__Igual
copia remellen-so ao Exm^ marechal commandante
das armas. -
Dilo Ao mesmo, intcirapdo-o de haver o hacha-
rel Francisco Xavier Paes Brrelo participado, que
no dia 24 de rvcreiro ollimn fura cmpowad no ex-
ercicio de seu cargo de juiz de dreilo dn comarca do
l.imociio, dpixando logo o mencionado exercicio por
ler de tomar asscnlo como riepulado assemblca le-
gislativa provincial. Fez-sr igual commuiicarao
aoEvm. cnnselheiro presidente da relarao.
Dilo Ao presidente do tonselho admnstralivo,
para promover a compra dos medicamentos mencio-
nados no pedido que remelle, os quaes silo necessa-
rios ao hospital militar, devendo assislir a essa com-
pra o boticario do mesmo hospital. Fzeram-se as
necesarias comniiiiiicaers.
Dito Ao chefe de polica, communcando ha-
ver transmillido a thesouraria provincial, para serem
pagas, estando nos termos legaes, as cotilas das des-
pezas fitas com o sustento dos preso pobres da ca-
ricia dcSeriiihflem nos metes de dezembro e Janeiro
< ullimo, e romo tapamenlo de um rombo que appa-
receu 11a mesma cadeia.
Dito Ao inspector do arsenal de marinlia, de-
clarando que as grades de ferro entregues n'aquelle
arsenal,-or parte dos machnislas C. Sitar & C. fo-
ram mandadas fabricar cm consequencia de requisi-
cao do Exm. presidente do Rio Grande do norte,
porlanto .leve ser enviada para a mesma provincia
na prmeira opportunidade, a que aindn existe na-
quelle arsenal. Parlcipou-se ao referido presi-
dente.
Dito.-rA juiz municipal do termo de S. An-
illo, declarando, que o Exm. marcclial somiuaudan-
Ic das armas partcipou, que ia mandar regressar
quanlo antes para e menlc senlpiicario, o soldado do 2 halalhao rio in-
fantaria Anlonio l.iborio ApoHinario que se arba
actualmente destocado na comarca de Garanhuns.
Dito.Ao juz municipal do termo de Cimbres,
dizendo lcar obrado de haver Smc. entrado no
exercicio da vara de juiz de dreilo "da comarca do
Brcjo.l'izciam-se as necessarias roininunicarOes.
flita.Ao cugcnliciro encarregado das obras mi-
lilarcSveara mandar fazer no quartel do Hospicio
os rcparosjjyc forem absolutaincule indispensaveis
para asscio doiriano quartel, e commoddarip
tropa que all csisle>=-Nesle sentido Kzi-ran
conveniculcs commnniclCues-
Dito.Ao agen le da ronii^tbiajKs lia'rcas de va-
OLHETIM.

WELAOO: (*)
(Por Amedto Achar.)
Vil
*no eslafc cnlao no principio, e essas chu-
uevo.ai simstra. e espessaa qe
mez d ,bro deita rahir de sen manto carregal
nvolv.am a ciriade rom m illIirI;l.
ia ; mas um primavera radiosa hV
principeile7.r||, aqnaldizia ler
Armid.iem Paris, e, Hcinaml
iir ni.ih dellvs.
iu a ordem de aprensar activa-
do palacio dos Oiiiipos-Kliseos
^^H. leFhze. Ella eslava hem .le-
mas parecia-llie que o conde era
prnjectos; ao menos por algu'm
lersonagem, que ronvinha ser
ellarepresenlnva, um ac-
-se em scepacm cerlos iiiinneo-
aclivar as peripecias, cujo
ia tros das.que a Danae da ra da
. quando om dia pelas
ir que o conde es-
111 os bracos em Inr-
orge, e niurmtirou-lhe ao ouvido
Ha
Arcan
erque ocomprehenda,
Que loucura!
Para urna loucura he assjhzsabia, (ornou Jorge.
Fauslina comprehendeu qu/e a conversarlo torna-
va-se seria ; mas Iravada desta maneira devia ir at
ao lim. Como um minislro liabil que nenie bramir a
Icmpesldc parlamentar, ella) corren ao encontr das
intcrpcllaccs.
Eia, explque-se, se q:
excfamou ella.
Como Ihe ngradar.
Deque noivario falla
De um noivario pomerfaniano que est na ler-
cern noile.
Elle sabe ludo, disse c/oiusgo Fauslina.
------Irra iiiiuha rica, coi^flinuou Mr. de l'lize, vp-
se lulo he romo eme Ruherjto. que nunca fazia nada
Completo, nuilizer de sen iimigo Rerlram. Ilepois de
[1111 grande principe, e que
um poln- ronrieziiiliiT,
prncipe
todavia Fauslina nao si
loil um ullimo i sforco.
Ora, meu charo Jor
pergnntpu ella cun ar 111.
Mulocerlol disse e
um namorado do Gymn
huan como o sal.e".'j
Ali! meu Dos da
m.ior indiscreto rio intu
O acaso si'i ?
Essa he han ,
S^Wenlo de fauslin
Be que eu nunca me i
|ierii-lodevir?dsse-lheella.
Jor u o lieijo de Fauslina. e lomando-a pe-
cu clip.
noivado as doeu-
-magou Fai.
ole de
1 rplaninaoo
i dava poi vencida, e len-
;e, esl bem cerlo dsso?
lo serio e meio comicn.
fie dando um suspiro, que
[io Ihe leria nvejado.
tornan ella resolulamenle.
maneira a inas simples. O
lo, o acaso, riissc-nic ludo.
nmou Jorge adevinhando o
. a seu respeito. Vosse l;m
_ 11 formo' do que me diz res-
peilo. r *
. 77 "L" eriladp. disse ) Fauslina vencida por essa
mdillerencu; llia
acalip.
per _milla-me que 'nao o jinile,
Vollando dobai
cm do principe com.
'a... rurcarcl Ta7dssf
isso he de pessimo gu<1
Fauslina nao p,',d
ailmiraciio no sembla
Que minha qu3
excluinou elle. ,
; urna noile destas vi o pa-
'respectiva 'libr em\sua por-
rousas; mas Almavivay^jire!
impedc-se de mostrar sua
da, entilo nao meconhecia?
1 a rrer, confessoo ella franca-
fleo que comer
menlp.
He sempre o q ie acontece a quem moslra-se
Jal qual h*.
(.tue urna pers' licacia to deseonnada unida a
lana philnsophm !
Engana-se em p; arle, e nunca desconfi, creio.
Ah
Sem duviila, descenfiaiic sii serve par ce-
gar ; denlas em mui: ,,s piulheres 8>rece-
l.hlnia. 10 de Janeiro de 1851.
Recebemos dos uossos collcgas da imprensa em
Madrid o manifest que em seguida a este artigo
transcreremos.
.Na Hespanha nao ha liberdade de imprensa. Diz-
se all que a ha; e na verdade jiode fallar-sc de
ludo com tonto que se nao diga nada.
Quando vemos o estado da narflo vizinha lemos
orgullio de ser prluguezes, e de perleiicer ao par-
lido que rescrita.e garante a mxima liberdade de
escrever.
Aqu injurinm-sc e atacam-sc os bomens pbli-
cos, e esses humen-, imam e susteulam a inslilucilo
de que se abusa contra riles. cima das suas pes-
soas eslAo os principios. Esses homcus podem mor-
rcr, pmlcm cabir, mas a ihsUtojeao 6ca e pennaue-
cc. A proficuidade dclla esto provada.. Nao he s.
fonlcdomal, como prelendem os seus inimigos,
tanihem be origcni rio bem. *
Tam ficli pracique ttnax guam mincia ceri.
Se opprme alguinas vezes o innocente, lamliein
o defende constantemente, c aterra sempre os cul-
pados. Se tem as imperleicOes iiibcrentes s insl-
tuicocs humanas, he tanihem um grande instrumen-
to de civilisacAo, e a exoressao constonle da opi-
niac- poblira. Se una vez cabe cm erro, logo se
levanta, c o rectifica; multas vezes o'condemna. '
Aqui damos o cxcmplo de que a mxima liberda-
de he compalivcl com a ordem econ a segnranca
publica. Mostramos ao mundo que o systcma cons-
titucional be possivcl.cque tnica a paz be mais se-
gura rio que quaudo todos peusam como querem, e
publicam o qne |)0usam. Nem sequesiro nos peri-
dicos, iiem Ici de rolbas, discuasflo oppomos 1
riiscussao. calumnia a verdade, injnslica ajusli-
ca, aos errosos bons principios, i lyrannia a llier-
dade, a irrilarao a placidez, ; ambrilo o desprendi-
mciilo, ao eclusivisnio a tolerancia, ao espirito fac-
cioso a imprcialdarie, no silencio a publicidade.
E porque? Porque nao lemos recri de que se
discutara os nossos actos, se apreseiitcm e al ca-
lumnem as nossas iulcncfics; temos faculdadc e
dreilo de oppr deleza ao ataque. A calumnia
perece, o principio lica. O calumniador mrra-se,
o innocente exalla-sc. A opiuiao esclarecida faz
juslica.
Nossos irmaos liespauhocs nao podem fallar nem
de ramnhos de ferro, nem das volares das cortes,
nem da classilcarao Jos senadores c deputodos que
votam contra o gabinete, nem da delieza dos opposi-
conistos, nem da das les fu nri amen taes contra os
ataques do! inimigos dellas nem das dcmissOcs dos
empregados pblicos, nem das emprzas de algn.
fapitalislas, nem emlim de lodas as questOes que
prxima c remotomenle tenham relarso com o
actual gabinete !
Que .resta 1 Nada.
Al probbiram o exame da queso da uniao cu-
tre Hespanha e Portugal.
Podem estar descansados pela nossa parle. Com
tal administrar*^ era cscusodo discutir a uniao.
Se lie porque os seus actos prejudiquem esse desejo,
obram tolvez com juizo. Se he com reccio de que
se lome possivcl a realisarao do plano, o goveruo
uaoseconhece a si proprio, e ignora as anpalliias
que levanta contra elle.
Nao leve a Naro a mal que consideremos a
queslao iIcImio deste ponto de visto. Nao temos
necessdade de ser hypocritos. Ahi vai o manifest
a que alludiiuos 110 principio deste artigo. Dos
abrevie o solTrimento de nossos irmaos, liando-lhes
da de paz e liberdade. A. R. Satnpaio.
Ou ctcriplore da impreiim peridica indepejidenle
a tev le i lores e ao poco.
Os directores e redactores dos jornaes indepen-
eutesda capital nao corresponderan! is obrigac,cs
que leni contiahido cimii seus sulwcriptores,' em
preencbcriaui os tlevcres que Ibes impOc para com
o publico a missao, que sobre si lomaram, de exer-
cer o dircilo consignado no arligo 2. da coustitui-
c3o, se as circunstancias actuaes nao tivessern o
nr de declarar riebaixo da sua i.signalura,-,i ver-
ca lamban forjada de que a imprensa falla aos
seus deveres, cm occasio too critica como a actual,
dspartindo-se das graves queslfies, que se agitar
no campo da poltica, baslariam em todo o caso lia-
ra justificar o presente manifest.
Porcm, arm deslcs poderosos motivos, ja per s
snfllccnles para decidir os escrplores independen-
les a sahircm cm defeza de Sua honra c de seus in-
Taile'tftPHhido estado da imprensa pwonira.
A violarfoToVeoultatos que ICDYfriebrario colO
peridicas, viola-
os seus subscriptores as em'p
rie a apparencia, quanilochega asombra he depois
de passar o corpo de delicio.
Fausljna ardia com o desejo de fazer ao conde urna
pergunta que Ituclaava-lhe nos labios; elle adevi-
nhon-a pelo seu sorriso, e sorrio tambero.
Com vosse sempre cri.
Sempre?
Ao menos logo que pude... na vespera do pri-
meiro dia.
nouve nm momento de silencio, depois do qual
Jorge continunu :
A priori, como dzem os philosopbos, vosse de-
via enganar-me.
Forcosamente ?
Sem duviila... nao era vosse miiiba amante.?
Eslou hem cerlo deque as mpmorios do lempo refe-
rem qne Marco Antonia foi engaado por Cleopalra
lng que foi Marro Anlonio. .
Flis o que be lgico.
Que Ariiiand a amasse... isso era de bom gns-
lo ; pos rie que' servira a anulada senSo de Irabr
11111 pouco? Que vosse amasse a Armand, isso ara de
bom roracao... Sua leruura era um laeo de mais que
nos una, e voss pagava urna divida*rie reconheci-
menlo, desorte.que bavain dous benelicins. Alm
de que era essa a oceupacao de soa vida ; vossf no
quera que a oriosidade a perdesse. e por isso sua
existencia de todos s das era regular romo um l-
vro escriplo em partida dobrada.
Sua approvacao me encanta.
Vossf- merece-a toda inleira. Slcnlio. e be is-
so o que me all 1 g-, i,ma rmua que cpnsuraf-lhe.
." lima so !... he pouco!
He limito para vosse, que devera ser oerfeila
em ludo. Voss tomva muilas precaqres;' e se a
priori, como dzia-lhe .linda agorS^'ao estiyesse
convencido de minha sluaro, sua
me-bia aborto os olhos.
Explique-me isso por favor.
lie cousa mui simples. Voss tinha com Ar-
mand urna ceremonia sem igual, e a essa etiqueto
publica reuna para o servieo de sua inlelligencia
privada um excrcilo de signaes cabalislicos, que.
man grado meu, via-me Toreado a perceber. Eram
flores por aqu, nos de Olas por all, orna sarabnnda
le ramalheles walsanrio de vaso em vaso, cintos de
todas as cores, urna lelegraphi de gestos, que fa-
ziam-mc pona, e em seus dedos um repertorio fahu-
loio de polkas, de nocturnos, do walsas, e de retr-
nenos, cada noto dos quaes tinha una signiticaeflo.
Para engaar a um hornero a, era muila maconaria.
Fauslina estova pasmada. Ella havia lomado o ca-
pricho do espirito, menoiqae isso, a phanlasa de
orna vaidade por um amor serio, profunda e rden-
seaetta sobmeltidaa imprensa, ha oulras causas
mais graves, e que-por mui grande que lossc a sua
reigiiacao para supporlar o estado a que a tem ron-
deninario. os obrigariam a quebrar o silencio, que,
guardado por mais lempo, seria nao s criminoso
pelo lado poltico, mas tamlicm deshonroso e in-
digno considerando-se pelo lado pessoal.
ElTcclivamente, nao he possivel levar mais longe
a moderacao e a prudencia, desde o momento cm
que os orgSos que defendem na imprensa os actos
do gabinete, faltando a toda a casto de considera-
ees, c coma acquesccncia do governo,-ao que pa-
rece, o qual leudo na sua mao a censura nao Ibes
olislou anda que poda fazc-lo por nmVinripio
de juslica, se alreveram a sustentar que o silencio
dos jornaes indepeiidenles be a prova irrefragavri rie
que a situaran aclual nao olTerece motivos para sus-
citar contra si reclamaran alguma, nem anda ria
parle dos seus adversarios: esse silencio he impossi-
vcl desde o momento cm que os peridicos ni'mis-
teriaesse-atreveram, sem enconlrarcm obstculos
de casto alguma, a accumnlar injurias sobre a op-
posicao e a ilesfgurar os incentivos do seu proceili-
mento, abusando das iiimlices a qne cstoo sujeitos
os jornaes, que as suas respectivas opinioes tem-
snslcntado,.e pugnam anda debalde ale agora, a
sua causa; esse silencio be impossivel desde que
descaradamente os jbrnaes que apoiain o gabinete
tiveram a ousada de dirigir seus tiros contra o voto
de nm corpo poltico legalmeiile consumido e con-
tra a materia que o dirlou; esse silencio, finalmen-
te, he impossivel, desde o momento cm que a im-
prensa cslrangeira tqmou a liberdade de atacar o
principio fuidameulal das nossas insliluieocs, con-
vidando ao mesmo lempo o noss govemo, que por
sua parle nao impedio nem dcsapprovou as demons-
trarnos de ulhesao com que acolheram aquellos ata-
ques c este convite os seus oreaos na imprensa hes-
panhola, a laucar-so na poltica dos golpea de esta-
do .seria lauto menos possivel icur silencioso perante
esta ultima consdcre,ao, quanlo he cerlo que ouen-
dc mais directa o lastimosamente do que ncnbuma
outra o nosso justo orgulho nacional.
He, pos, indispcnsavcl, he obligatorio c uniente
para os cscriplores da imprensa indcpcndcnlc dizer
quaes bo as causas que os obrigum a calarem-sc,
na prcscncii destes toctos, nos jomaos que redigem
he mister revelar os motivos que ua espitara de on-
lros devores, anda que menos importantes nem pou
isso menos formaos, caiisa'r'am c causam a irregula-
ridade com queseveemobrigadasas emprezasa salis-
fazer os compromissos que canlraram com os seus
subscriptores. Este be o ilever de honra que. ciim-
prem boje, expondo.sngelamcnle e nos termos mais
moderados possivel a verdade dos fados.
A primera cousa sobre que importa chamar a at-
lencao he oalmso que se faz do dircilo de scqueslra
os jornaes. Conferido ao govemo pelo decreto vi-
gente da imprensa.,
Segundo esse decrelo, procede o dircilo de seques-
tro quando a circulacao dos jornaes possa compro-
mellcr a Iranquillidade publica, ou quando olTender
gravcmciile a moral; quando nelles se deprimir a
dignidade da pessoa do rei ou de sua real familia ;
qmiiido lacarcm a religiao ou o sagrado carcter
de seus ministros; quando ofTendercm a moral e os
bons costuraos; e por nltmo, quando, anda sem
designar pessoas e sem commetter injuria nom luinnto, dcrein luz sem que conceda sua permis-
sao o inlcressado, fados rclalivos vida privada e
de todo o ponto eslranhos aos inlcresses c negocios
pblicos.
Fora destes casos consignados nos artigos 8. e
10. do decreto da Imprensa nao existe a faculdade
de impedir a circulacao dos peridicos.
Porlanto, os abaixo assignados aflirmam debaixo
de sua palavra de honra, e |x>r superabuuriancia do
razi.es teslilicam com exemplares dos nmeros se-
queslrados, que nunca incorreram nos casos marca-
dos 110 decrelo sobre a Imprensa. E sem embargo dis-
so, apenas passa dia, qu o liscal da imprensa'dcixe
de deter sob os mais futeis pretextos urna, duas ou
mais edicoes dos jornaes que redigem, teiido neste
ponto chegado as colisas a prohibr-se leniiinaute-
niente o simples annunco de ler sute recolhdo um
jornal, annunco com o qual cnslumavam as empr-
zas justilicar peraiite os seus-subscriptores o atraso
com que os jornaes Ibes chegavam s roaos.
. Por esle meio ter sido tolvez possivel sorpren-
der a credulidade das pessoas que vivera longe de
Madrid, |>crsuadudo-as de que o silencio da ira-
prensa inriependente nao tinha ontra inierpretacao
qne n.10 "seja a que Ihe alribuiram as fallas que
apoiam o ministerio.'
Poreni,- a censura foi ainda mais adianto, visto
que se negou em mais de um caso a cumprir a obri-
garjo que lle impoc o decreto da imprensa, de de-
nunciar a pedido do inlcressado os jornaes reco-
lbidos.
E n1o si se negou esto dreilo, mais al se impe-
dio que o publico tcnlm couliecimentodc semelliau-
le desacalo da Ici, urna vez que he impossivel dar-
le. Com irona o conde moslrava-lbe a verdade nua.
Issii causa-I lie arimiracao? tomn Mr. de Fil-
ie ; todava he o resultado de um principio, cuja ap-
plicaeao esto em meosjiablos. Quando a geulejie
asss feliz para cncontraNima amante no rido ca-
nunbo da vida, he rio raai?>ssimogosto nao deixa-
la crer que be amada apaixonadaincnle. De todas as
lisonjas be essa a melhor. Isso. d-llies lauto prazer,
e cusla-nos ton pouco!
Essa confissAo abra os olhos de Fauslina,- e reve-
lava-Ihc que em maleria de dissimulacao cHie-se
sempre mais do qoe se semea. S.
.Agora, contnuou Mr.de Flze, as cnusas es-
lao bem mudadas. Voss rasga os (ralados, e quer
alargaras fronleiras. Vosse he livre, eeu reliro-me.
Ilei-niai. urna despedida?
,.,,H* na ahriieacao. Aiiriieo para nao ser des-
tituido.
Mas, lornou ella. Mr. de Vauvilliers laiuheui
ajiilirnu, p todava nao fui destituido.
Es(.a insiimaciio tinha por fim solidar o corado de
Air. de Hize, o qual acab.iva de (iescobrir-llie' pro-
runripzas ilesconlucrias. Fauslina quera saber al
que ponto poda ulilisa-lo na intriga de que alara os
primeiro. los.
Jorge comprehendeu o toco, e disse:
Oh loulros amigos, otros cnslumes! Demais
son como Cesar, preliro ser o primeiro cm una al-
dea a ser o segulirio em itoma.
. Entilo nao vira mais aqu ? '
Ol1! u parecera assim querer-llie mal.
Essa osposla, bem que amarga, Irauqiiillisou
l-.ni-.tiM.-i : porque a presenea rio conde baslav. aos
seus projeclos, e ella lirava senhora de interpretar
essa prespjiea ao seu gosto.
ia estendeu a mao a Jorge.-dizenrio-lhe :
Cumpra sua promessa, qdo eu Ihe perdoarei
ler-me illuilido.
O conde poz-se a rr, e disse levantanrio-se:
Adros, se eu Bcasse aqui mais dez minutos, vos-
s me provaria que aquelle de nos dos que enganou
o oulro fui eu.
Fauslina eoutou essa scena a Mr. de Vadvillers, e
ocrescentou :
Dcpois-dessa conversacao, sinlo-me prestes a
amar Jorge. Julgava-o nm homem de cavallo, e he
um homem de espirito.
He verdade que Jorge, como sempre acontece nm
circumsta ocias absolutos ria vida, exagerara seu ca-
rador. Elle aborreca em Indo o ridculo e a exage-
rarlo, e cm vez de ceder aos movimenlO tumullu
sos, que ferviam nelle .uas momento* em qoe
paixao eslava em togo, afTeclava urna indilli J
profanrip, que ia ale desdem. Em uma Iu|i
por mao do fiinccionario, que o perpetra, o pe-
ridico que assim o iutcnlasse.
Ao mesmo lempo se mullplicaram a tal nonio os
motivos pelos quaes,se julga aulorisado o fiscal ria
imprensa a impedir a circulacao de um jornal, que
a simples alteraciio na ordem das secres, em que
habituahnente se dividem, he baslaute para dar lu-
gar supressao.
Ainda se tem felo mais ; teve-sc tem-ve'a pre-
teujao de variar o sentido e a siguilicacaodos arti-
gos cdiloriaes do jornal, sup--rindo palavras 011 phra-
ses inleira*. introito zindo uovos termos, trun cando
periodos por lodos os meios, cmlim, porque he pos-
sivel obler aquelle resultado.
Por ultimo, ebegon-sc 14 extremo ncomprchen-
stvcl de indicar expressivamentens redacres dos
jorqacs, sob pena de suppressao, de Iratorem quer
essencal que incidentalmente os assumplos se-
gnintes: %
Qucstno de raminhos de ferro.
1 Itiina dscussao e volacAo do senado.
Estadstica e classilicacao dos senadores que emit-
liram o sen vol contra o gabinete.
Defeza do proceder dos mesmos senliores senado-
res e da opposirao cm gem contra os ataques inju-
riosos de certas fallas naciouaes c eslrangeras.
Defcsa das nossas les fundamcnlaes contra os ata-
ques dos mesmos peridicos.
Noticias sobre desltuisoes c demisscs de ruucew-:
narios pblicos .
Contrato com a casa de Clav, Girona & compa-
nbia para a conslrticcao do porto de Barcelona.
E uestes ltimos dias se angmentou o catolago
dos assumplos vedados ao exame dos jornaes iidcr
peudeules, com a|prftbibic.ao de tratar todas as ques-
toes fnoliciasque prxima 011 remotomcute tenham
relajo com a admnislracao aclual e com o pen-
samcnlo da uniao de Hespauha e Portugal, ainda sob
o aspecto em que tem sido considerada at boje pe-
to imprensa bcspanliola.
Estes sm os fados ; este' o eslado da imprensa
dependente ; esta a explicacao da maneira porque
ella agora apparece aos olhos do pblico o da irre-
gularidadc rom que serve os seus subscriptores, l-'a-
zendo esto revelaran cumprimos um dever do honra
que nao pode desconheccr toda a pessoa que nutrir
sentimcnlos de rcclidilo e decoro! Se conjuncla-
menle concorremos para que se aclare a verdarieira
siluacao poltica da nossa patria, teremos descqipe-
ihado outra obrigaraojigualmcnu! elevada e urgente.
Em ambos na casos, a nossa consciehea fica salis-
fela, porque ao resolver-nos a dar a publico este
manifest cedemos s suas mais imperiosas ndi-
cacics.
Madrid 29 rie riezembro de 1853.
Como reilaclores do Clamor fublicoFernando
CorradiJos, de Calvez Cancro Joao Antonio
KasconFlppe PicnAngelo Barmeto.
Pela pocaDogo Coelho e Quesada.
Como redactores da S'aj-ion Jos Ra e FigueT
roaAntonio Romero OrlizFrancisco de Paula
Moiilcmar.
Como redadores das SocedadcsAngelo Fernan-
dos de los Ros Vicente BarrantesLefio Valen-
tim de Bustamantc.
Como redactores do Diario IfespanliolJoAo do
Lorenza naM a noel Ranees e Villanova.
Com reilac/ores rio TribunoAlexo Galilea-
Augusto L'lloal.uz do rcvalo e Gener Vicenta
Gnmerd.
Como redactores
l.uz de Trelles.
gaas de guerra, de parafuso, que a Inglaterra pos-
sue 11 tualmente.
Duque de Wellinslon, rie 130 pecas, 700 cavallos,
esqna,Ira do occidente ; Royal-Georg, 120 pej.is,
101 cavallos, em Devonport ;Saiot-Jeau d'Acrc, 101
pesasHJOeayallos, esquadra do occidente; Agamem-
non, 90 pecas Kl cavallos, no Bosphoro; Casar, 90
pecas, WO cavallos, nao rommissiouado ; Crpy, 80,
pecas, 00 cavallos, em Sbeeraess ; James Watt, 90
peras, 000 cav'allos nao commraionado ; Majestfc,
80 peras, 000 cavallos, dem; Nlc, 90 pecag, 500 ca-
vallos. idem ; Princcss-Royal, 90 pesas 400 caval-
los, em Porlsmoiilh ; Sans-Pareil 70 pecas 350 ca-
vallos, no Bosphoro ; Ajax, 58 pecas. Ijo" cavallos,
em Cork; Blenhem, 00. pecas450 cavallos, garda-cosr
tos cm Portsmonlb ; Hogue, 60 pecas, 450 cavallos
em Devonport; Edimltourgb, 58 peras 450 cavallos,
cm Porlsmonlh ; Aripgant, 47 pecas 350 cavallos,
esquadra do occidente ; Imperieus, 50 Dejas350 ca-
yallos, idem; Amphion 34 pecas, 300 cavallos,
dem ; Horalo, -25 pecas 250 cavallos, guarda-cosas
em Sbecruess ; Tribone, 30 pecas 300 cavallos, es-
quadra do occidente ; Oannlless, -_>l peras, 580 ca-
vallos, eiq Portsmoth; Higbflyer, -21 pecas 400 ca-
vallos.
Todos osles navios sao a parafuso. Pode-se
aceresenlar a esta lista a dos nossos principara va-
poresdeodas, cuja forja c nomes sao osseguinles .
o TcMble, l petas, 800 cavallos, no Bosphoro ;
Sidon, 22 pecas, 560 cavallos, (dem ; Relribulioo,
28 peras, 400 cavallos, dem ; Furinus, 16, pecas,
400 cavallos, idem; Odin 16 pecas, 350 cavallos, es-
quadra dfi occidente ; Valoros, 16 pegas, 400 ca*
vallos, idem ; l.upard. 18 pecas, 556 cavallos, Por-
Ismoulb; Magcicuue, 16 peas 400 cavallos, em
Devonport ; Penlopc, 16 pecas 650 cavallos, costa
occidental d'Africa.
Passamos em claro os navios inferiores.Todos os
que acabo de iiomcar sao formidavyts'. fragatas.
Alcn deslcs,.estile se coustruiulo osliavios apara-
toso, cujos nomes se segaem, ('quaes estarao pro-
vavclmcntc promptos denlro de ilauns mezes.
Roval Alberl, 120 peras 400 cavallos ; Malbo-
rough, 120 pecas ; Couquercr 100 peras, 600 caval-
los ; Orion, 80 pecas, 600 cavallos ; Repulse; 90 pe-
cas,(150 cavallos; Hannibal, 90 pec,as, iO cavallos !
Algiers, 9o pecas. 100 cavallos ; Exmoutb, 90 pe-
tas ; llcro, 90 pecas ; Forte, 50, pecas; Chesapeake,
50 pecas; Curacao :I0 pecas, '150 cavallos ; San Fio-
reijzo, SO pecas.
Aquelles que se apressaram em chamar a guer-
ra, verSo que estamos muito mais promptos do que
na ultima primavera. Entoo o Ballico estova aber-
to ; as nossas torgas navaes nao estavam reunidas,
e as nossas cosas, comparativamente, estavam sem
defeza. Hoje, os nossos armamentos sao ainda mi-
-nimos, c nao podem comparr-se com os csrorcos
rio imperador da Russia, que poz em movimonto a
sua armada, commissionando 40 navios de linha,
pedindo a Igreja i inilhocs slerl., c coraecando pre-
paralivos como se traclra de nma segunda campa-
nba de JVloscow.
a Mas nao poder lamentor-se que a Graa-Breta-
11 ha teuha sido menos viojenla e monos prompto as
suas demonsIratOes hostis, quer seja porque- tenha
esperado a paz ate ao flm, quer porque tenha con-
ladove/rom razSo, com o seu poder. O almirantario
creou um^qdr4_rnasninca composto rie? navios
construidos com toda a perfeieao imaginada pela sci-
encia moderna. .
do Oriente V. M. Cocina
O Sackmal do Porto extracta do Time* o segur-
le artigo : ,
No estado dos negocios externos, he muito in-
leressante para o povo inglez saber o mais exacto
que seja possivel qual he o estado real das forras
navaes que tem a sua disposicao. A julgar pela
actividado eropregada desde certo lempo a esta par-
te nos nossos aranaes, nao duvidamos de que o al-
mirantado estej prompto a prover promptomcnle
a Inilas as necessdaries rio sen ico.
Sabemos que o pensamento do goveVuo he ele-
var este auno a, 53,500 o noniero dos mariuheiros e
soldados de mariuha : he um augmenta de 8,000
bomens, alm dos 5,000 que leve lugar sob a ad-
muislrarao de lord Dcrbv. Pode-se, por conse-
quencia, calcular em 11,0. o numero de.homens
qne se accrescentou ao nosso exercilo de mar desde
1850.
Es,te excrcilo compor-sc-ha de hoje em diante
de 38,000 marinheiros novicos e 15,500 soldados de
niarinba. O pedido cunstonlo ile navios e de mari-
nheiros, que da lugar.o accresciiiio continuo do
nosso commercio exterior, tornar tolvez um pouco
diHkil orecrutamcnlo de homens, que sao necessa-
riosao servieo rio estado; inas.pur outra parle, o me-
Ihnramenlo, da coudicao do niariiiheiro a.mudanca
debahtos o o grito do pajz, favorecei3o os aliata-
mentos voluntarios.
a Uma grande parle dos nossos marinheiros est
constimtemenl longe, e provaveluicnle nao llave-
ra tolvez milis de-20 mil nos portos de Iuglaterra,
tem dos alistados ao servieo do estado.' J'assara,
pos, algum lempo antes que os pedidos do almirau-
lado sejain conhecidos dos bomens a quem elles
inlcressam mais ; roas o recrutomento de cinco mil
marinheiros, que leve lugar no anuo frado, sem
esforcos consideraveis, faz-nos pensar que os mari-
nheiros ugiezes nao faltarao a defender a sua ban-
deira.
Eis-aqui o numero eos nomes dos navios e (ira-
elle bem sabia que a victoria Ihe escapara nevila-
velmenle, quizera ao menos por a graca e o bom gus-
to de sua parle. '
Jorge era um carcter resoluto, e obedeca na mor
parle de suas arenes a um lypo, cuja imagem tinha
comsigo. lypo ao mesmo lempo zombeleiro, e sober-
bo, ebrio de honra como um cavallero dos lempos
da cavallana, e de firmeza como um marquez. Acon-
tecia-lbe muilas vezes procurar muito menos o bom
e o bello do que o fino e o lindo. O bom gosto era
seu cdigo, e seu Dos sua regra e sna fe.
Pouco Ihe imporlava sofTrer, comanlo que o mun-
do nada visse. ecomoacbava qne as oceurrencias,
em que os pandes eslrondos da paixSo podem con-
cordar com o nosso Irage repuxado, e nossos costu-
raos burguezes. sao mui raras, repellia cuidadosa-
mente ludo o qiie.liiih.-i a apparencia mesmo longin-
qua de una scena de melodrama.
Como essa lri"qTie impo/era a .i mesmo, forcava-u
spmprBanJrininar os impulsos rie sua alma, elle ari-
quirira, tolvez i cusa de sua felicdade ntorjor,'um
porier extremo sobre suas spusaroes, rias quaes s va-
se a superficie, e como eouceiilrava lude, chegava s
vezes a uma torca e finura de observarlo, que uin-
guem Ihe leria suspeitodo.
Se alguem admrar-e de que Mr. de Flize Uo in-
tellgente com Fauslina nao'o fosse cora Helena, res-
ponderemos com uma observaran, ruja verdade ser'i
comprehendiria por lodos: uma era sua amasia, a
outra sua mulher.
Oque o conde sabia dasrelares de Armand com
a ruada Arradia, nao Ihe permilliaolhar pira o lado
da ra Bliinrhe. e assim das duas Iraicoesde Mr. de
\ auvilliers uma salvava a outra.
Jorge linha-se casado, porque em sua pos rao con-
siderava o casamento urna deploravel neces.iriade.
Tcnilo-lhe o pai fallado era madaniesella ido Chara-
mamle. a qual linha um nomo honrado e um bello
dote, Jorge casara com ella.
Elle tratara a mulher com as allenefles,. cuidados,
amizade e estima de vidas entre pessoas bem creadas,
s quaes a lei di o mesmo tecto e o mesmo nomfc ;
mas acolhera mui framente os teslemunhos de ter-
nura mais viva, qoe na frescura de ma moi :dade e
de seus sentimentos Helena Ihe prodigalsra ao prin-
cipio.
Jorge nSo ndmitlia o amor no casamenta y, ou ao
menos nao -cria que elle podesse inanifeslai -se sem
ridiculo no comeen e sem pertucbices no fi m.
mezes, elle telilira a n ecessida-
uma ocrupaca para di strahi-la
nem la|a a sorte 1 le sacie-,
_J|^^^B um lurhi Ipao in-
letnepla rencenle de AMMa-iirguiii;, de lo-
Carla ao maretel duque de Saldanha, sobre o
projecto de um Monumento a S. M. F. a
Senhora D. Mario It.
Illm. e Exm. Sr.- He nascido em coraees pr-
luguezes, 110 meio do senlimenlo publico, um de-
sojo profundo de consagrar i melhor das soberanas,
um monumento digno della, da naeao e do secuto ;
moiiuuienlo foimoso, duradouro, p'roduclivo: e pa--|
ra obra tal nao ha temeridade em contar com a
sv inpathia c cooperario de lodos. Ordena porm o
acatamenlo devido s augustas personasen*, para"
quem esto lulo nacional he tambera um luto de fa-
milia, que se nao ouse a homenagem, antes de pe-
dido alcanzado o beneplcito rios res que este fatal
acunlcciment dcixnu Miro, viavo-: onlro, orpho
ambos, atlonitos e inconsolaveis de verem o sceplro
em suas maos.
V. Ex., marechal duque' de Saldanha, nao cede'a
poriiiuuez algm cm auectos de lealdade, V. Ex.
foi segundo pai da cxcclsajirnccza ; acompanhou-
110 exilio : ramarada do Bferoe liberlador e frente
pde prluguezes diguosde taes chefes, abrio-Ibe com
a espada o eamjnho rio Ibrono ; manleve-lh'o com
brago inqucbravel contra tormentas c lormeiilos ;
coufirmou-a na religiao da liberdade poltica, por
el|a too sinceramente prdfessada ; acompauliou-a,
servidor e conselheiro fiel at ao fim; recebeu-lhe
com os seus mais :.nliiiros, o ultimo adeos : trihu-
lou-lhe o primeiro pranto ; e fazendo calar as
suas proprias rioresjofcejou ponlar asprimeirascon-
solaeoes aos herdeiros do seu poder, da sua gloria,
e do seu coragao ; V. E*. contiuua a ser no paco
portuguez o amigo do povo, o amigo da realeza
couslitucional. A ningiiem mellior que a V. Ex.,
competira levar ao rouheciraento e submelter ao
juizo c deciso de suas inagestodes firielissimas, as
ideas, queja livemos a honra de cxpir na presenea
de V. Ex., easalisfacao de ver jior V. Ex. favo-
recidas. Iteiluz-las-liemos, por tonto, a poucas pa-
yras.
O largo, recem-consagrado, nesla cdade ao prin-
cipe aeal, esto destinado a ser, em poucos anuos,
uma praga. senao grandiosa, pelo menos bella, e
de lodas, por ventura,1 mais frequentoda. -Os dous estatua do senho
lados, daquella p
liavercra de ser o
torreando no cent
doobservaloi
lima subscripgi;
lodos os portngue/i
dissem, e com riles a-
Irangeros vivessem enti
zessem coadjuvar
que palriotir
car digiiamenle 11
niimenlo jfa sober
Consistira
lodos oS coi
le. A sua 11
populares, 01
lo o mdhorio
lominicacs ;
usofmcld da
entificos, artisticol
lureza til.
Mauanrial assi
ralisagao e ci
mu querido
generadora
ra II presidira pai**!
influira brios.
nidade aos profeasar
do.exemplar de todas i
savel educadora, a que
grande, de un
g3o eloquen!
ininensamenl
O estrangeir
passados cem on di
dade rie interprete]
Se a devogao pi^
sf o publico instiu
da perfecliliilidade q|
gar, flzessem com q
gamente da edifica^
praga paraa^^H
ilficio correspomleil
extonia, Ihe
complemento,
os conhecmen
sida pa
logares
O bello viri'
O sable rios
e aboba.:
cular. balauslC
-riens-de
riariam cUm as
gestosa :
randa," bojando!
trieaineute coi
bu na aosreciladi
sala.gjrariaro c
que todo o auil
estroiiilo, voltor-l
msica, ora para
qiicncia viesse pr
A este templ
artista, e
de ceo a:
tratos de
alto das paredes!
Ihe o cortejo.
O risco e pa
oceupam aclualij
arrliitecli
nascimen
o que
apresen!
vados igual
snasm
Assim. Illm.
do uma venia,
te, a raiulia n
amores, e rielujj^^^H
te, 0-
asart
ao
dim,
O noroe
este ol
A mai, o pa, 1
milia de mooarcl
deste paiz, achai
ponto eminente
gralriao nacional
ueamente, a pri
segundo, a instri
truegao superior
Senlior, o meo
parte da cid
um raonuuo
de quem era miuj
mria cdade, mas^
maior que
quea*liiji
hoje ; V.
el de cum
do que em
ros voto-
conselho, pelas
forgos, que ante
e .-enja'p
lerias e de concertos emprehendidosem beneficio de
uma mullidaode infelizes, e irrevogavelmente dedi-
cada a todas essas associages phlaulropicas, que fi-
zem dansar a cardade, madama de Flize perder o
^ 'ao!ta^*'-.
oporialewi
rro-^ioodQutea^|
reca-lhe umjogo J
biges acanhaeJas, e
applicra iruenar*
dezas, a tod.
habito, e lalvez tambem o desejo dessa inlimidade, torno de uma esl
cujo contagio o marido temer.
Helena Resistir ao principio ; mas Jorge repelra-
11ie tontos vezes e ero tantos lons, que a vida nao era1
um dyllio e Paris uma aldea, que ella vira-se forca-
da a submetter-se.
No dia em que sna mulher canlou msica histri-
ca cm beneficio da arte, e dansou em proveilo da po-
ltica, o conde julgou-se o mais feliz marido do mun-
do ; porm j vimos o que resullou dessa felicdade.
Todava Mr. de Flze araava sinceramente Hele-
na ; elle leria jeni hesitar sacrificado sua riqueza e
suas amantes ao reponte da mulher, se olives** jiil-
gario ameagado ; elle nuleava-a de resppilo e allen-
i.oes.e prevnaseus desejus-quamlo .ilevinhava-os.
.Porcm linha quebrado o lajB, que devia confundir
suas vidas em uma s como as aguas de dous rio,
que corrom 110 mesmo leilo. Nunca abra orna carta
dirigida i soa mulher, por achar isso de mo gosto;
nunca iulerrogava-a sobre suas acgOes do da, por te-
mer queo accuaassem de ciume.
I.evavsuaconlianca absoluta at 'fatuidade, e
esquecia-se de qne mesmo a mais honesto de to-
das as mulheres deseja que o marido nquele-se de
sua alleigo, e moslre-lhe sen.lo a realidade ao me-
nas a apparencia do ciume.
Jorge perlencia pela sna riquna e hbitos a essa
rlassede bomens, que parecen! coodeinnadvs toda a
vida a munrjer um chicote pela manha, e ai carias
larde.
Elle loha um lugar no camarote infernal da ope-
ra, conhecia por seos no: -., que roem
as herang.a claridade lepois A cla-|
ridade de nm scanario
do qual elle no podesse dizer a ascendencia e r
cendencia.
Todava tinha muila inlelli
nSo romprehender tod
existencia, qoe ia ;
um jockey aos lentos de uma
vergiinhava-se de que
nao era moderada \
guia o declivio em
era sempre fcil conlim
fizera na vespera, e tambem' porque niio
fizeese.
actriz errante
Elle zombava
solTria semprel
livrar-sa della.
Sahndo ria casa
principe de Zell na
U sua victori
res soberbos
e (odas aa iri^^H
Mr. de Fliz* Ir
conlev
baria -
Mil -
qual falln
Sim, r
anda loria 1
Jorge, quanto me a
Elle! Mas qn
dias?
lam em seu .
chorou nessf haW 1
Mr. de Flze nao va alvo ulil para seua esforcos,
na entenda nada de indostria, e alm disso nao ti-
tiha o amor do diuheiro, Ququlo poltica, ella pa-
tanguTdo, disse-lhe em .
Ah! o senlior abe e
Mas ella tinha comprebendi que
podia tirar de Mr. de Flize ; as hiviarn
novos enternecimeulos, que eoiiviuS^^^H^ r o
amor de Jorge licou soapeiuo como a espada de Da-
moctessobreacabecade Jbao Cisemiro.
(Confitrve-Aa.


livo, e Ibes
om aquedes
torteo, o,
Dos
Saldanha,
nistros.
puja
is a admirar o nosso tri-
nas partes produe-
Itar roujunctaraeirte
rem liunradamenle a pendencia, qne existe entre a
Russia e a Porta ; mas o gabinete de S. Petersbur-
go, tem commelliilu um granja erro, te por acaso
eos, o, tambem his- se tem revestido de paciencia pela indiflerenca ou
mnoiu ut rtminmoubu jlaih runn iu uc
c de V. Ex.
do novetnbro
W duque de
M Secr
Ufato de Selembro.l
' *
COMMUWCADOS
LAMENTO INGLEZ.
3#*. O eoiide Clmremon a /or Cowfey.
rto do negocios eslrnngeiros 2* de dezembro
de 1853.
aleweski me communicou o
ile Mr. DroUyu de l.huys, o
Jcspacho de V. Exc, datado
Jord,
la ole
' leve a seria alfenjao dogoverno de
lenjoes, e nenhuma precisao teoho
de o dizer a V. Exc, eslo complelamoDte de accor-,
do com as do governn francet, relativamente a injus-
vel eondoela, que conatanlemtnte tem ti Russia na qoeslao do Oriente, o absoluta necessida-
de de prevenir um novo desastre igual ao que j tc-
velogar em Sinope.
Esto necessidade he com effeiln lao evidente, que
o goveroo de S. M. nao duvidou, que as esqnadras
coiribiBadas fossem immediatameote enviadas ab Mar
issirocomo V. Exc. j Toi informado por
despacho de 17 docorrenle, dirigido ao viscou-
deStratford de Redclife, o governo deS. M. nao
e loase necessario novas instrocjfles nesla
circunjstoneia, porquanto tendo-se j dado instruc-
proteger o territorio dosultiio
que, convm execata-las fiel e cotnple-
tamen'-
)S de lord SlraUTord
i qoaes parece que as esqua-
dia t ao Mar Negro, para
ios, ou para proteger em geral
yendo o almirante rnsso em
l da musito, que elles lnham
iuinlcmenle fiz Iransmillir a
ernodeS. M.
gdo a lord Stralflbrd, com
, tambem declare!, que apo-
ar Negro, he qae os governos inglez
triumplmr sna poltica e impe-
sastres scmelhantes ao de Si-
iando-se com as qae o con-
deviam ser dirigidas ao em-
iDslaotinopla; porm o go-
i agorar alm de fazermos
Irascombinaqasopavilhao ollo-
I Turqua, qae os navios russos
rcanto*_ encontrados no Mar Negro,
liados a voltar para Sebastopol.
ade expressamenle annun-
lir qualquer desastre como
ipria assegura-lo por meio de
Mar Negro, seria constante
iodos almirantes o modo de exc-
'5; porm elle,da urna lao alia
os dniH governos obrem
a que as insfrueces dirigi-
les, sejam precisamente
wnpto para adoptar o modo
lenle proposto pelo gover-
to dirigidas a lord Slralfford
os governos da Ingla-
P-'em honra proleser o
im, no interesse da hitraani-
le aceas de horrivel car-
qoellas, de que Sinope Coi
seguir esses dous fins que devem
yes do Mar Negro.
team lempo um servia im-
o de S. M. entrale ctomo
a turca n5o emprehsnda
mliecimenlo e Snc-
hez e inglez, os qu'ies nao po-
lerajes, qae possam oc-
reprovar.
S. M. tambem nao he
i que a Inglalerra e a
m guerra com a
orram e prole-
n actos de aggressao con-
^^^k fosse permiltido a
^Hks 00 transportar
__________ lerrilorio.
tota adoptado sem hesitar a
honra ea dignfdade do
o. dissimula que ella
emola, arraslar a logia-'
ira a Rossia. e er
ira- e i tignida.de das
iraque a paz da Euro-
fonal dos Turcos, que
mo, e poderoso que se-
capa evidenlemenle hoje
no turco.
iria, pois, ao do impera-
la a linh de conduela,
os embulladores in-
lempo eneaaregados
asta i proposla ro-
-atisfactoria,
aes um tratado de
Rossia e a Turqua, sejam
Inglaterra e da Franca; he
ie nada ser proposto em
pido oflicialmenle rejeilado.
a proposla .ao conde Wale-
i ao sea governo, e S.
', que ella foi completamente
leLhuys.
asir C. H. Seymour.
eslrangeiros 27
aucas de Conslantinonla,
e, fizeram saber ao governo
bro orna esquadrs lur-
Sinope, tiolia sido (Tstrui-
superior, perecendo 4,000
sas 400, maisou menos
luaes tinham sido eenduzidus
mi fraocez.
esta espantosa car-
ar, lem sido-geral-
i as dasses dos aubdilos df
laaae grave, desastre sao
-ter que nao naja a esse
Ugencia entre o governo de
argo.
R*To dasesqnsdras comliina-
Teza da Turqua, e nao o
ores e almiranles da In-
nados de qae as
ittilude ofl'ensiva,
Ira toda aggressao
azestes ao conde de Ncsselro-
es, e em que servco
M. O gover-
iesrao, feila
i ttussia, seria suf-
"ii om porto
e desem-
imdes-
t*a-
ileser
* aerte de tanlaa bsim-os,
i de Inglale
> eslivessem prsenles,
nilado com orna falla de firmeza dos gover-
nos dtrrtw-a e da Inglaterra ; quando se (ralasae
da sustentar a poltica, que ellas tem adoplado o
seo e no inleresse geral da Europa.
O gorerno do S. M. nSo Um abandonado a espe-
rance de ver reslabeleelda a paz, mas Su querse
persuadir, que saja impossivel satisfazer apoltica
declarada na Rsala, de um modo compalivel com a
dignldade e iudependeocia da Porta. '
* de Janeiro de)1834.
O governo da S. M. torta eonseguinlemenle visto
com prazer as esquadras combinadas permanecerem
no Bosphoro durante as negociacoes ; mas islo tor-
notf-se impossivel em virtude do ataque da esqua-
dra turca em Sinope. AsvintencOes dos governos in-
Jleze fruneez ha mailo lempo commnnicadas Por-
ta, devem ser firme e fielmente realisadas.
Por islo he tra a Russa, heessencial, que as esquadras combi-
nadas domiuem no Mar Negro (Skould haic Ihe
command of thi Black Sea), e foram dirigidas aos
cmbaixadores e almiranles de Inglaterra e de Fran-
ca inslrucces para esse fim.
Fazendo saber.ao conde de Nesselrode, que estas
inslrucces foram enviadas, vos conformareis com a
linguagem desle despacho, q informareis a S. Ex.
que, para prevenir a repetco de um desastre como
o de Sinope, as esquadras combinadas convidarao, e
no caso de necessidade, forrarao os navios de guer-
ra russos a entrarem no porto de Sebaslopol ou no
porto niais prximo, e fica enlendido que a esqua-
dra torca nao far nenhum movimento offensivo por
mar, em quanlo as cousas permanecerem no estado
actual.
S(nl.elc-. Clarendon.
SitL^Sir O. H. Seymor ao conde Clarendon.
(Reccbida a 22 de Janeiro de 1854.)
Sao Petersburgo 11 de Janeiro de 1854.
Ilonlem pela manliBa, o onde Reizet, primero
secretario da legacao em Franja, chegon a S. Pe-
lersborgo com inslrucces, que ha seis das anco-
samenle esperavamos pelo general Casterbajac. Mr.
de Refzet foi retardado em caminho pela grande
abundancia de nev, que lem cahido na Blgica e
na Allemanha.
Dirgi-me de manhaa casa do general Castelba-
jac, que de bom grado mostrou-me osdousdespa-
chos, que recebeu com a copia das inslrucces diri-
gidas ao almirante Hamelin.
Qoanto s inslrucjoes dirigidos ao general Callel-
bajac, he bastante dizer que sao iguaes as'que V.
Ex. nie ha enderejado em seu ultimo despacho de
27 de dezembro. Poder-se-hia substituir urna pela
.oulra. A nica dilTerenca, que cheguei a f/oltr, he:
qae se convida o embaixador de Franja para confe-
renciar com seu collega de Inglaterra, antes de
communicar ao conde de Nesselrode a substancia das
instroejes dirigidas aos commandantes das esqua-
dras alliadas em Constantinopla : aatorisa-se a ler
o despache, S. Ex. ou a dar-lhe urna analyse del-
las, e se nao cnconlra oas insIrucrSes do governo
francez a phrase ijtae termina as instrucsOes de V.
Ex. prehender por mar nenhuma operajao ofl'ensiva,
em quanlo as cousas permanecerem no eslado. ac-
tual.
Como V. Ex. nao nieaulorisa a ler o seujdespacho
ao chanceller, o general Caslelbajac resolveu nao
communicar as instriicjacs S. Ex., mas dar-lhe
somenle a substancia, deltas, e para qae a cousa seja
feila com mais exactidao, temos notado os ponfos,
aos quaes convem dar importancia. Antes de nos
separar, concordamos, eu o general Caslelbajac, es-
crever separadamente, e sem perda de lempo, ao
conde Nesse!rode,para lhe dizer.qne leudo urna coro-
municacao a fazer-lhe, pedimos que nos fizesse sa-
ber em que .lia e hora lhe convinha receber-nos. .
Escrevi osla caria ao voltar para'a casa.
Sir O. II. Seymor ao conde Clarendon___(Rcce-
bida a 20 de Janeiro de 1854.;
S. Petersburgo 13 de Janeiro de 1854.
Expoz ao chauceller, ai uda fraco e indisposlo, lodo
o mea pezar de me ver na necessidade de lhe fazer
urna commuuicacao peniyel, e fazendo-Ihe observar
que S. Exc. j devia estar preparado, por isso que
eu lhe tiuha teilo presentir, acerca do effeito qoe
o acontecimenlo de Sinope produziria na^gla-
M. S. Pimni a lord Siratford de Itedeliffe.
Pera 4 de Janeiro 1854.
Mylord, de conformidade com a vossa ordem de
boje, fui ver Reteid Pacha o llio informei que ha-
vieis dado ordem ao almiranle Dundas de prolgor a
marinha da porta, assim como seo territorio no Mar
-Negro. t
S. A. disse-me quo tambem (inha recebido urna
communicajao semelliantc do cmbaixadnr da Fran-
ca. Pedio-ine que vos espressasse seu cordeal re-
couliecimenfo poresla iroporlaulc ronimimicarao, e
prevenisse V. Ex. de que elle nao perderia lempo
m faze-la cliegar ao conhecimenlo de seu sobe-
1-ano.
Os cincos navios a vapor turcos que se dispunham
lia dias a se transportaren! ao Mar Negro, parliram
Psla nianliila coip um cerlo numero de tropas e mu-
niedes para Trebisouda. Se navios turcos partirem
aimla nesla direcrao, a Porta nao deixan'i de o in-
formar antecedentemente ao embaixador.
O capoudampacha por conseguale recebeu of-
ficiafincnle a ordem de nao darpasso algura, sera o
ler logo levado ao conhecimenlo da embaixada, e
sem o concurso dos almirantes inglez e franc/jz.
^
IOH.

governo, o qoal cimuecia
tSOes, pelas quaes oa-almi-
a deviam obrar. O
nareconhc
Ierra.
A--esquadra de S. M. foi enviada i Conslanlno-
pla, nao Mmofim de alacar aRussia; mas na nlen-
clo de deffender a Turqua. O governo da rainha
bem desejaria, que nao sobreviesse a' necessidade pa-
ra operacoes marilimas. EsU (vera sido a siluajao,
a nao ser a.catastrophe de Sinope.
Hava-"5e esperado que a rommuoicajo feila.por
mima S. Exc, a 27 de oulubro, leria impedido o
alaque da cosa da Turqua. Se este ataque livesse
(ido lugar em presenta de navios inalezes, estes te-
riam ajudada repelli-lo. Esta esperanja to malo-
grado. Urna esquadra turca pacificamente ancorada
em um porto lurc j foi atacada. Segoio-se d'hi um
terrvel morticinio.
Enfrei em alguns pronicnOres sobre os horrores de
Sinope, e insist sobre o cffcio, que a narraciio desa-
se desasir devja produzirno espirito publico de Iu-
enterra. (I governo de S. M. tevo cuiao'acon-
viccao, de que conviuha adoplar medidas mais rigo-
rosas. Nao se lomoii em bastante consideracao, as
disposicoes concilia.loras do enverno de S. M., nem
o [Nirecer, que fora dadjt amiaavelmente. Conse-
aiuntemeute adoptou-se medidas para prevenir a
repelieao de scenas taes como as de Sinope. Os ua=-
vios de S. M. e tambem os do imperador dos Fran-
cezes (porqnc tem havido uniformWade as ordena
enviadas as duas esquadras e no espirito que as lem
dictado) ciitrarao no Mar Negro, e pedirflo a lodgs
os navios russos, que poderem euconlrar, que en-
(rem em um porto russo.
Peza-mc dizc-lo, senhor conde, que se nao obede-
cere.n a inlimacao >e recorrer forra ; por oulro
todo, o governo da rainl.;), querendo como oulr'ora
elfecluar um arranjo pacifico dasiliniculdades,-|ia de
adoplar medidas que imperara os vasos de guerra
turcos de invadirem.as cosas da Russa.
Porvenlura leudes a certeza, rae diaseo conde de
-Nesselrode, de que essa inleiic;i.oesl consignada em
vossasinslrucces? Sim, senhor conde, lhe respou-:
(K, de outra sorlc nao feria- Tallado nella. Prez.
averdade cjulgaria fallar aq nreu dever para com o
governo da rainha c para comvosco, se reservas!
alguma parle da communicacjlo que tenho e fa-'
zer-n-os ou se'procurasse dar-lhe urna oulra cor
Mmhas insIracQoes se eslendem anda sobre as me-
didas coercelivas me serao empregadas para com a
marinlia russa, como sol)re aquellas que forera adop-
tadas acerca da marinha turca. Em urna palavra,
a Inglalerra lem promelfido cooperario e apoio ap
goveroo-ih-co; ella cumplir fielmente sua promes-
sa. Suas naos se achara no Mar-Negro para pro-
tesorera o lerrilorio e o pavilhao turco.
Nao tenlio ordem de fazer commonicaeao mai-
fesla a esse respeilo: mas cstou prompto para vos
dar lodosos csclarecimenlos que desejardes. Ono-'
de de Nesselrode commnncou a substancia de um
despacho do bario de Brwzou, que tratava. igual-
inentc das tnatrucefiee liadas a esquadra, c era in
leirameuteanloga s inhibas inslrucces.
Depois de urna pequea controversia sobre o it-
reiio do governo da rainha, de se julgar offendido
cora o acoulecimenlo de Sinope, o conde Nesselro-
hie declarou ser obriaa* a dizer, que era urna gran-
de infelicidade. que n aovemo da rainha livesse re-
Volvido adoptar medidas de um carcter lao decidi-
do, e isto no momento eiii que se razia era Vienua
esforjos eneryicos para aasegurar um arranjo pa-
cifico, m
Bata opniun, ose eu, he inteiramente parlilhada ^
pelo governo da rainha, e. nada disso leria Ingar se
rfflo fossf o ataque contra Sinope e os lerriveis iu-
cidentcs, que o a|ignalaram. Todava o governo
i nba qo.ersempre a paz, se ella he possive!.
que o conde de Nesselroda^olTria bastan-
ilinuar a conversajio, me desped delle.
:iie elle, que- presentemente nao me poda
ilo que sedara pressa em le-
var o mais cedo possivel, rainha coiiimuniracilo ao
cimento do imporador, e receber as suas or-
esse reapcilu.
Slralford de Ret
Peca* diplomtica communicadas ao parla-
mento inglTx.
y. 370 Lord Slralford de Redcliffe ao conde
Clarendon (reccbida a 10 de jaueiro de 1851.)
Constantinopla 17 de dezembro de 1853.
Mylord, recebi houlem de lord AVcstmoreland,
conforme s inslrucces de V. Ex., una nota collcc-
liva dirigida Porta pelos representantes das qua-
tro'poleiicias em Vienna, obrando juntos em a
qualidade reconhecida de conferencia renovada.
A carta sellada dirigida a Reschid-Pacha c con-
tendo a nola enuqueslao, me cliegou a mesmo lem-
po cora o convite A. dirigndo-me sua casa com meus collegas, o
embaixador de Franca, o internuncio da Austria e
o enviado da Prussia.
Essa nota, que aconselha urna prompla roncluso
da paz, e convida a Porta a declarar com que condi-
j3o esl disposla a negociar com a Russia, nao le-
na em oulras circuinslancias seiiHo vantageus duvj-
dosas; mas nao hesito era exprimir franranienle acn'
viccao que tenho de que ella nao pode ser entregue
a Porta nesle momento, sem desconcertar nossas
esperancas le paz e fazer a aceilacao do projecto,
que Reschid Pacha receben a 15, do mim c de meus
cpllcgas, mais incerla e mais dillicil do que o nao
he j. He esla a epiniao de meus collegas.
Os lermos da nola sao,_ na verdade, polidos elison-
geiros para o governo turco, mas dao ao mesmo
lempo tanta auiraajao ao partido da guerra, que a
commiinicaraodesta nota nao pode deixar de for.
tilicar este partido c arredar os successos das nego-
ciajcs. Em summa, retardando a entrega dcsla
nola, conservamos cm nossas raaos urna occasiao de
lornarmos a abrir qoestao dasnegoriacoes noca-
so em que fosse rgeilada nossa proposla actual. He
este o partido que me resolv a tomar, c espero, que,
elle obler a approvacao de V. Ex. ?
Slralford de Iledcliff.
N. 401. O conde de n'ettmorcland ao ^onde
de Clarendon (recebida em 17 de Janeiro de 1854.)
Vienna 11 de Janeiro de 1854.
Mylord, fiz saber ao conde Buol o boato de que
falla V. Ex. em seu despacho de 29 de dezembro, a
saber, que o cnsul austraco em Sinope Uvera feilo
signaos lelegrapliicos esquadra russa no momento
de sua enlrad no porto. O conde BuoLdisse que
consderava que esse boato nao poda provir senAo
de urna velleidadc de calumnia contra o governo1
austraco : eonseguinlemenle nao pode oceupar-rse
delle. Elle leve a satisfarn d ver que o governo
da rainha (inha exprimido sua incredulidadc a este
respelo, bem convencido de que loda esla historia
nao mereca: nenhum credilo.
irestmoreland.
N. 104.O conde Clarendonao conde ll'ermorelandm
Ministerio dos uegocios eslraugcroa 17 de Janeiro.
Ueclarei ao conde Collcrodo, que a entrada das
esquadras aliadas no MarNcsro era que o governo
auslraco livesse antcipadamenle commuuicacao.
nao aprsenla urna causa jusladc qucixa; cimiqiian-
10 a Inglalerra e a Franca sejam reunidas com a
Auslria, na negociacao obrara indcpcndcplcniente
della prolcgcndo o lerrilorio do sultoo contra a ag-
gressao.
O.coudc Buol sabe perteilamcnle, ajunteicu, que
os governos de Franca e de Inglaterra nao desejam
precipitar as causas, e satisfetos leram dcixado li-
edr no Bosphoro as esquadras combinadas, al que
as negociaces actualmente pendenles tivessem de
un ou de oulro moilp, chegado a urna conclusao.
Miis desastrosa peleja de Sinope fez islo impossi.
vel. .
L'ma inar.caii mais iouga livera.sido pelas razes
eSposlas ao conde Buol, deshonrosa para a Inglater-
ra e Franja, que sao os nicos juizes competentes
do dever, que Ihcs pescreve sua honra, e se irflo
devia ver cerlamente, que cm urna semclhante
queslno, devsse aconselhar-sc rom urna .oulra po-
tencia. I.ogo que adecisao foi lomada, nao sepcnlcu
lempo cm ra/.e-la chegar ao conhecimenlo do con-
de Buol. Clarendon.
N. 409.Sir G. II. Seymor\ftn conde Clarendon
(recebida cm 17 de Janeiro de 1854.)
S. Petersburgo 9 de Janeiro 1854.
Podis coutar iuteirameiitc com as informajes,
segunlcs a cercados armamentos russos'poslo que al-
gumassejam incomplclas -O 1 c2corposde iufanlaria
slao na PoliiniaV na Lilhuauia. Osbalalhesde reserva
destes rorpos se estao organisaado; rormaiido^-sc2ba-
lalhfies para cada regiment, 21 serao reunidos a ca-
da corpo de exercilo.
Os cavados para a arlilharia, e a cavallaria dos
douscorpos, nao estao comprados, mas d numero
de bonicos exigidos j;i esl reunido. 0 3, 4 e 5
cornos j eslao.em p de guerra ; sua arlilharia e
cavallaria esiao completas: O 6 corpo esl em an-
damento de ser posto cm p de guerra. L'ina divi-
sao se dirige Crimea, c oulra o Caucaso e a ler-
ceira ao governo de Chersn.
E-las tropas vSo dirigir-se ao sen deslino. A
melado da cavallaria desle corpo se dirigen Crimea,
e'a oulra melade ao governo de Cherson.
Oscorpos dedraaes vilo ser organisados em p
de guerra. Dous regiment j foram enviados ao
Caucaso; os oulros seis irao, na'semana vindoia
para os principados. O corpo dos guardas e o dos
granadeiros ,va ser poslo cm p de guerra.
tilda regiment da guarda ser augmentado'de
um novo balalhao ou de um novo esquadrao. Os
gionadciros serao augmentados-de dous halalhcse
11 ni esquadrao por cada reginicuto. O batalhao era
p de guerra coula 1,000 bornase o esquadrao 130
cavados. Os bafnlhes de reserva serao fortes de
600 a 700 homens; os esquadres tambem de reser-
va, de 1.50 cayallos. Quanlo ao excreilo do Cauca-
so debaixo das ordens do principe Woronzofl",' elle,
nao conla menos de 150,000 hoiiicns ; pode ser ele-
vado a 170, ou 180,000 honics.
O cpronel Roste, encarregade de negocios da In-
glaterra eln Constantinopla, ao ministro dos nego-
cios eslrangeiros: (ExtrldoJ.
O principe MenschikolT cm sen primero aclo pu-
blico moslrou um w'7oip'Tei^ da dignidade
c dos dreilos do sulUo, o que junto a'allilude hos-
lil da Russia,. produzio ininiediaiaiucnle a inipres-
sao, de que a missao de S. Ex. tinha um carcter de
violencia e nao conciliajan.
S. Ex., depois de ter feito Iransmillir suas cartas'
crcdenciacs a Fuad-ElTend, se dirigi nooutro-llia
pela inauhaa PorTa-cpm lodo o pessoal de ir em-
baixada, afini de fazer siVvisila ao grao-visir. 0
uso qner que a segunda visitaofllci.il do'qualquer
novo embaixador seja para o ministro dos negocios
eslrangeiros.
intenrSes. Se sua manobra livesse sido completa
mente feliz, o rcsulbulu houveraaidp um grande
tratado de lnkiai-Skile-si. o0 alguma cousa de pe-
or anda.'. (Presse.)
~
ordenado para ir i Europa ou
completar os esludos de sna profiasao.
PEBNAIBIIGO.
Ir. Pisan:.
de 1854.
icl. de que le-
Ipho (la*, oritein ,lcgor'
,_______ Bpgeu territorio no
Negro. Coi Porta
oenviaranavi direejilo, sem que eu o
e inatee nrovamX' 9e'" c0ncoreo So almirante. Urna com-
ajaosemeUiante ser feta suailtcza pela
tem tido este* governos de coa- enjbaixoda franceza. ^
* a 1 jaula. I Assignado: Stratford 4e Redcliffe.
O Bnneipe MenschikolT,'depois de se ler despedi-
do do grao-visir, e poslo que convidado por Kiamil
Bey, introductor dos embajadores, para ver Fuad-
EfTendi, cujos aposentos erao contiguos aos do grao-
visir, recusou confprmar-sc com o uso ; c passando
por diante das alas dos soldados e dos kawas, e da
propria porta de Fuad-Eflcndi, aherla para o rece-
ber, (lerxou o.palacio. A aflVonla era lano .mais
.ullrajanle quando si-liuha feilo grandes preparativos
para se receber o embaUadonda Russia com honras
exlraordiuaiias. e urna grande mullidao, composta
a maior parle de gregos, se tinha reunido para ver
a ceremonia.
Eslc incidente produzio ulna grande r penivel
scnsajBo. O grao-visir nao exprimi sua indisua-
C*o da affronta premeditada, feila a sen soberano, e
a irritaso do soHo foi exlrema. Mr. Benedetli,
ciicarnigado de uegocios da Franja.e cu.sentimos to-
do o alcance e inlcorflo Ua airronla. O principe
MenschikolT tinha querido, desde logo, una influ-
ycia de ameaca e mando, c mostrar que lodo ho-
mem, mesmo um ministro de gabinete, que livesse
ottenddo a Russia, eria humiliado e punido al no
meodhcorte do sultao e sem nenhuma communi-
Ogio antecedente feila a S. Magcsfade.
O principe Mehaclikoff liuha acolhido ahoraem
mais dislinclo do'ministerio, e queria-o bumiliur,
abalee e aubstitnir por om gabinete favoravel as suas
,:. .. .-- ..", :.-:*
BHBaaaaoak.
AREWTBT.fta\ XaaibATIVA
FatovmoiAx..
Sesaae' ordinaria 8 Presidencia do Sr. Pedro Catalcanti.
(Concluso. )
O Sr. Luis Filippe de Souza Leio :Sr. presi-
denle.eu eulendo que este requcrimenlo deve ler
remetldo commis que sendo essa commissao a que tem de lomar co-
nhecimenlo das despezas, & recella confrontando
urnas com outra, melhormente nos inlbrmar se lie
possivel fazer-se a conces.-iio que pede esse arrema-
tante...
O Sr. Mello Reg :He quem pode a vahar das
forjas dos cofres provinciaes...
Vozes :Enlo v a ambas...
O Sr. Barros Brrelo reflexiona que a direecSo
dada pela mesa ao rcquermenlo he a mais conve-
niente, por quanlo que acompissao de peticao he a
mais propria para julgar da justija do que requer o
peticionario, e accresccnta que a comroisso de or-
jamnlo so curaprecontemplar no orjamnlo a des-
peza flue for decretada por lei, ou por delberajao
da casa.
O Sr. Pats Brrelo:Eu cnlendo, que o reque-
rimento deve ir a ambas as commisses, urna para
examinara juslja da prelenjo, oulra para ver se
os cofres provinciaes permilem fazer-se semellianle
concesstin ; e por tanto eu proporia, que o reqneri-
mento fosse as commisses reunidas de petires e or-
jamentos.
O Sr. Mello Reg (pela ordem):Sr. presidente,
cu entendo que o icqucnmcnlo deve ir. somenle
commissao de orjamnlo. O pretndeme o que pede
he um favor que peder ser concedido ou uegado se-
guudo o permiltirem as forras dos cofres- pblicos,
e he fora de duvida que a commissao que deve ser
consultada a respeilo lie a de orjamnlo provincial;
porque he quem lem os dados precisos para conhecer
dos recursos do Ihesouro provincial, he quem propoe
as despezas e he quem sabe que sobras se podem dar.
Por consegrante he lambem ella quem nos pode dizer
se llevemos ou nao adianlar essa quanlia pedida no
rcqueriinenlo, me parece' por tanto que nao he a
commissao de pelices a que dev eserouvida, porque...
I'm Sr. Dcpulado :Para avahar do mrito...
_ O Sr. Mello Reg :Seuhores, o que o peticiona-
rio pede, v-se bein que he um favor...
Um Sr. Deputado :E a casa pode fazer favores ?
Em vista do aclo addicional creio que nao...
O Sr. Mello llego :Nao eslou dizendo, que faja
o favor, nem que nao faja : o que digo he que nao
he a commissao de pelijes a que deve ser incumbida
de apreciar a maleria do reqiierimentn.
O Sr. Presidente:Vai s doas commisse; de
fazenda e pelijes.
A casa assenle opinao do Sr. presidente.
Oulro requcrimenlo da irmandade do SS. da
igreja matriz do S. Jos de Rio Formoso, remetiendo
o seo compromisso, para ser approvado na parle
temporal.
O Sr. Presidente:Creio que ha nm aviso do
governo geral, declarando que ao poder geral com-
pele a apprnvajao dos compromissos, em quanlo as
assemblas provinciaes nao legislarem sobre quem he
a auloridade a quem compete a approvacao d'elles.
Este aviso he do anno pausado, delle se conclue que
s assemblas provinciaes compele o direilo de legis-
lar acerca dea quem deve competir a approvacao dos
compromissos, mas em fim como o rcqueriinenlo esl
sobre a mesa, e lem de se lhe dar destino, vai com-
missao ecclesiaslica.
Sae lidos e approvados'os seguinles pareceres:
A commissao de pelijes leve em visla o reque-
rimcnln,. era-que o professor de msica Thcodoro
Orales pede a esla a-sembla um auxilio pecuniario
para ir Europa esluda a arle que professa, e con-
siderando quo os cofl'res provinciaes nSo comportan)
actualmente esse augmento de despeza, he de pare-
cer que nao seja allendido o dito requcrimenlo.
Sala das commisses 7 de marjode 1854.Luiz
Filippe.Antonio dos Santos Siqueira.
No. incluso requcrimenlo, .Manuel dos Sanios
Leal e Albino de Jess Bahdeira pedem augmenlo
do ordenado qoe percebem como oflicias de juslja
do juizo dos feitos da fazenda provneiai, sob o fint-
damenlo de'que nao esl em proporjao com o traba-
dlo a seu cargo, c que igual favor foi concedido ao
soUiclador e escrivSo dos fellos da mesma fazenda.
n Entende commissao de ordenados, quem fni
prsenle o referido requer imculo, que os vencimen-
los dos peticionarios as especiescusas, commis-
ses e ordenadoque os recursos do cofre provincial
nao permitiera augmentar, sao tima recompensa
proporcional aosseus empregos, e que o argumento
de analoga.em que se fundam nao he procedente;
e por isso he de parecer que seja indeferido o reque-
fimenlo dos peticionarios.
Sala das commisses 7 de marjo de 1851.Ma-
noel Clementino.Barros Brrelo. Epaminon-
das de Mello. 5
, No incluso requerimento o reverendo Frei Lniz
da Encarnaran Moreira, professor de canlo-plano e
lyturga no Seminario de Diinda, pede augmenlo do
ordenado qiie percebe, sobo fundamento de ser infe-
rior a importancia tililidade do servijo do seu ma-
gisterio, e de nao estar em proporjao com o dos ou-
lros professores do mesmo eslabelccimenlo.
a A commissao de ordenadas, i quem fni prsenle
o mencionado requcrimenlo, nenhum juizo segoro
pode actualmente proferir sobre o deflerimnln que
deva elle ler. O governo imperial allendendo ao
eslado de decadencia em que se ochava a insttuijo
do Seminario de Olinda, Irata de reorganisa-la, pro-
porcionando-lhc por pelos diversos os meios necessa-
rios para a sua reforma, entra os quaes so dcslingue o
decreto de 21 de novembro do anuo passado, pelo
qual foram creadas 11 'cadeiras de ensino com os
\encmenlos n'elle marcadosr licando a cargo do
Exra. prelado diocesano a proposla de empresarios
para essas cadcir.-is. Neste assumplo nao tem a com-
missao informajao alguma completa, e sem ella nao
pode convenientemente, dar o seu parecer sobre o ob-
jeclo do requerimento. Nestes lermos prope, que
pelos meios competenlcs, sejaouvidooEim. prelado
diocesano sobre o requcrimenlo de Frei Luiz d En-
carnajo Moreira.
o Sala das commisses 7 de marjo de 1854.Ma-
noel Clementinn.Epaminondas.B. Brrelo.
a A commissao de ordenados, lomando em consi-
ilerajSo o requerimento de craldo Corra Lima, e
Mara Martnha de Miranda Lima, arabos regentes
da casa dos exposlos d'esta cidade, no qual pedem
augmento de seus ordenados, enlende que esla as-
scmbla nao deve lomar delberajao alguma a lal
respeilo sem ser otivida a adminislrajilu dos eslabe-
lecimenlcs de caridarie, por quanlo s ella poder de-
vdamenle apreciar a justija da pretenjo dossuppli-
cantei, e bem assim a possibilidade de comportaren!
os cofres do patrimonio um alintenlo ric'despeza
com o pessoal em seu servco. Em visla do que a
commissao he parecer que, por intermedio da presi-
dencia, se ouja a mencionada administraj.lo acerca
da Jirelenjao riossu|)plicantes.
Sala das commisses8 demarro de 1854.Bar-
ros Brrelo.Manoel Clementino.Epaminondas
de Mello.
a Joo Jos Bar oso da Silva Jnior, professor pu-
blico de in'slrucjo elementar do segundo grito na ci-
dade de Goianna, allegando ser a sua aula frequen-
lada por mais de60 alumnos.pode que selhe conceda
urna gralilicacflo animal ile -JOONMIO rs., vislo ter-se
pelo mesmo fundamento concedido a oulros profes-
sores igual gralificaja'o. A commissao de inslrucjan
publica, considerando qoe semelhanle pedido noas-
seula era nenhuma disposijo de lei, e que o Tacto de
se ler feilo a oulros professores um tal favor, nao au-
lorisa semelhanle concessao. propoe que seja in-
deferida a prclencao do sitppllcanle.
Sala das commisses 8 de marco de 1854.Pa*f-"iv,
BrreloPflrtella. n
Antonio Rufino de Andrade Lima, professor pu-
blico .de inslrucjSo primaria do segundo grao de Fo-
ra de -Portas, allegando ler em sua aula mais de 60
alumnos, pede que se lhe conceda i-nw- gratificaran
de OOSOOO rs. annnaes, como se aclia marcado em
lei, c por ter-se jo concedido igual gralificajao a ou-
lros professores pelo mesmo fundamento.
A cmmissaod#-fllrucjo publica esl persua-
dida, de que ajjafTenrao do siipplicanle nao assenla
em nenbuin>|iTiTsposi{o legislativa cm vigor ; e con-
sideranijat*qiie o /aclo de se ler concedido a oulros
res semelhanle favor, nao pode aulorisar a
prelenrao '
idos-llnidoa
A commissao
applande o louvavel desejo e palrioljsmo de que se
moalra animado o [lelicionario, mas v-se, mno gra-
do seu, obrigada a negar-llie os meios pedidos para
os realisar.
n Ella peosa que nao he conveniente fazer acre-^
ditor que a provincia he obrigada a enviar lilbos cus
a paizes eslrangeiros para ahi se inslruirem; p essa
crenja que j parece ser partlharia pelo peticionario
quando invoca o precedente eslabelecido a favor da
esludanle Jacobina, de alguma sorle seria aulorismlo
se a assemhla com o seu vol approvasse o raqueri-
menlo de que se Irala. Masnao he este o principal
motivo que leva a ammisso a pronuucar-se contra
a preteucjo do supplieanle: o eslado dos cofres pro-
vinciaes. que parece nao ser dos mais lisongeiros Sa
avulladas despezas que o Eira. Sr. presidente recla-
ma em seu relalorin, e aquellas a cuja salisfajao a
provincia se acha risorusamenle ohrinada, cerlamen-
te nao aconselliara que se distraa urna quanlia nao
pequea com um objeclo, embora imporlanle, de re-
mola utilidade. A vista das fazes que acaba de ex-
pender he a commissao de parecer que' se indefira o
requerimento do supplieanle.
Sala das commisses 8 de marjo de 4854.Luiz
Filippe.Siqueira Cacalcanli. u
Vai remedida commisao de consliluicoe pode-
res a seguale indicajSo:
' Indicamos que se nomeic urna commissao para
manifestar a S- M. o I. o profundo pezar, de que se
acha possuida esta assemhla pela infausta morle de
S. M. a Rainha de Portugal.Manoel Clementino
Pinto de Campos, n
Vai mesa e he litio o segrale requcri-
menlo :
Requeiro qae se nemeie urna commissao de (res
nieinbi os.para api e-entar as medidas que julgt con-
venienlessobreo forneciraeoto das carnes verdes nes-
la cidade.Manoel Clementino a
O Sr. Presidente: A mocan do nohrcdepulado
he urna indicajao, e como tal deve ser enviada a urna
commissao ; e como ella diz respeilo ao consumo das
carnes verdes, julgo competente a de negocios de c-
maras municipaes...
O Sr. Manoel Clementino (pela ordem) : De-
pois de declarar que se nao oppde ao desuno, que le-
ve o sen requerimento, observa, que den essa formu-
la a sna raujo; leudo em visla o procedipiento adop-
lado na casa em assumplo idntico, o qual lalvez po-
desseser fundado na disposijao doarl. 110 do rgi-
men lo da assemblca. Dsse que, se lhe nao falha-
va a lembranja, na adminislrajao ))o Exm. Sr. enn-
selheiro Souza Ramos, encelara a casa seu trabalho
sobre al ni eria de sun mojao por um requerimen-
to aprfesenlado pelo nobre depulado o Sr. Dr. A-
guar. .
O Sr. Presidente : Eu creio, que o nobre de-
pulado esl equivocado, esse requerimento existi,
mas foi considerado como urna indicarn, e como lal
remedido a una commissao.
O Sr. Manoel Clementino declarou que nao fa-
zia questao do deslino do requerimento, e que sua
palavras apenas srviam para dar a razao porque lo-
mava a formula d'nm requerimento a sua mojao. .
ORDEM DO- DA.
3. disrussao do projeclo n. 28 do anno de 1852,
que manda annexar ao municipio de Pao d'Alho o
lerrilorio da extincta freguezia de Nossa Scnhora da
Luz.
O Sr. l'eiga Peftoa:Sr. presidente, nao he o de-
sejo do ver-me enllocado frente da presente dtscus-
sao, qaem rao emhalou lomar parle nella oulros
foram os motivos que'a islo me impellliram,oulra he
sem duvida a inhiba arabijao Occupando um dos
assentos nesla casa, tenho contrabido reslriclanienlc
a obrigajao de ser ulil provincia o satisfazer o man-
daloque ella me conferio de representa-la : nesle
intuito eu procurarei envidar lodos os esforjos meu
picanee, para ver realisada esla minha obrigajao,
ou ao menos aproximar-se o mais possivelasua rali-
sajao de accorjlo ceios meus bonsdesejossendo as-
sim solcito em prestar o meu apoio lodas as discus-
ses e medidas que forem tendeles aos seus nleres-
ses vilaes, c as que forem bem da regularidade do
servijo publico, como en leudo achar-se o projecto cm
discus-loseguiodo neste empenho a senda ante-es-
tacionara, que iuconleslavelmente ho de Iridiar as
Ilustra jos, que observo exislirem tiesta casa. -
Rascado, pois, uestes principios, eu aproveilarei,
Sr. presidente, o favoravel ensejo de prestar alguus
esclarecimenlos cm justifica jiio ao projecto; nao s
porqne acho-me um Unto habilitado por ler oceu-
padn o lugar dejniz municipal em urna das localida-
des que o mesmo projeclo diz respeilo; como 'por-
que foi o meu leslemunho invocado pelo nobre de-
pulado que esla rainha direila (oSr. Pinlo de Cam-
pos) na riiscussao anterior: cabendo, aqa, dar a ra-
zio porque naquella uccasiSo clleclivamcnle nao fiz;
por isso mililava o mesmo motivo, quo eniao apre-
senlot o nobre depulado (o Sr. padre Meira), do ler-
nie sido ministrado o projeclo quando enlrei para
este salao, na occasiao quasi de volar-se, e assim nao
poda de chofre preslar-me a esles esclarecimenlos,
vislo que eslava inleiramente adieto discussao.
Sr. presdeme, sendo extincta a freguezia da Luz
pela le provincial n.38de (i de. maiude 1-337, foi re-
l'irl liliv j\ .-Aii Inrps I jiriv nnlni- frA ji .< j-^^ iia^ .1 I l___I_- .a
partido o sen territorio pelas fregaezias da Gloria do
tioit, que por essa mesma lei fora creada, pela de S.
I.onrcneo t Sanio Amaro Jabosiao, licando no en-
Irefanlo. com esla dislribuijao, duvidosos os limites
acerca da adminislrajao municipal e judiciaria, e
nesla permanencia, tem eslado al o presente, resol*
laodo em consequencia cerlos confliclos de jurisdic-
jao, por isso quo nao estando esles limites bem dis-
criminados cconhecidos pelas autoridades Iocaes,
lera necesariamente deserem embarazados em suas
decses com delrimentodn servijo publicoconflic-
los estes que leve occasiao de apreciadlos na qualidade
de juiz municipal de Pao d'Alho.
Vi alli.lqne os arrematantes dos imposios de Pao
d'Allio, queram cobrar os mesmos no* lugares em
que os arrematantes do municipio do Recite lambem
sejnlgavain com direilo cobra-Ios, o vice-versa ; o
desla sorle* apparecia a incerteza de dircilos, che-
gando a lal poni, que recorrendo adminislrajao
da juslja, esla leon igualmenle eraduviria, e entilo
eu na qualladc de juiz municipal livc de consultar
presidencia, que se achava enlao oceupada nessa
poca pelo Sr. Vctor de Olivcra, acerca dos veril a-
deiros limites dos dous municipios, qir me refer.
A presidencia porm vendo-se embarajada tambero
consullou a respeilo a cmara municipal desla cida-
de, e al buje soppnnliii que nada decidi; nao sei s
nesla casa existe algum vereador dessa cmara, o
qual por cerlo havia de ler vislo essa repr.esenlarao.
Desla confusa,! resulla como disse, Sr. presidente,
que os conlribuinles s se furlam ao pagamento dos
imposios, com o fundamento de nao saberem a quem
(levara pagar, e conflictos cnlre as autoridades Jtidi-
ciarias, e lano islo he assim que leralo eu procedido
om inventario cm .Ierras docngenlio S. liosa, os
berdeiros qiieslionaram, fundando-se na incompe-
lencia de juizo ; islo he, qne eu liuha procedido
um inventario dentro de um lerrilorio, que nilo era
de minha jurisdiejao, V.Exc. ha de saber desla ques-
ISo. Por lodas eslas considerajes enlendo que o
projeclo he em si de reconhecida vanlagem, e a elle
preslo o meu voto,msao mesmo lempo, Sr. presi-
dente, me parece, que como esl concebido ainda po-
de nflerecer alguma duvida, e nao satisfazer plena-
menlcao fim aque nos propomos,que he ver dissipa-
rem-se todos embarajos c duvidas de ama raaneira
clara, c positiva; porque diz o projecloPastar pa-
ra a comarca de Pao tAllto todo o territorio que
eompreheniia a antiga freguezia da Luz.
Ora, a extincta freguezia da Luz, vinba a confi-
nar com Ierras dd engenho S. Francisco para o lado
do centrle com parle que hoje perlence freguezia
de Jabnalo, hem perlo desla cidade; lem por enn-
seguinle laes lugares de licnr pcrlencendo adminis-
lrajao municipal ejudiciariaMe Pao d'Alho. da ma-
neira porque se acha concebido o projeclo, resudan-
do alcm de grande distancia os mesmos conflictos,
que ora se dao ; por isso que esla parle da extincta
freguezia que pretende dar para aquella comarca,
perlence a ditas fregnezins, quando devia ficar so-
menlos exactos dessa maleria, porque nao era possi-
vel que preseutasse om projeclo a .eraelhanle res-
peilo,' em ler csludado a materia, sem ler pesado
bem os dados que dev era consultar, sem le -se escla-
recido a ponto de poder esclarecer quem precisasse
ae-lo.
Dsse o nobre dcpulado qne all foi juiz municipal,
qoe paseando o segundo ditlricto da subdelegada da
freguexia da Lnz, para o municipio de Pao d'Alho,
licavam removidos os inconvenientes, vislo que fica-
vatm condecidos os limilcs. Has Sr. presidente, aquil-
lo que serve para limites, ou linha divisoria, entre
disiriclos, nao serve rauilas vezes pa/a os municipios;
porqu nos dialriclos nao ha os mesmos iuleresses,
que nos municipios ; alli as autoridades jndlciarias
nao lem essezelo, esse encontr de iuleresses indivi-
dua es que se d nos municipios, nao se expoem f-
cilmente a enlrar em um lerrilorio duvidoso, para
perseguir esle ou aqnelle criminoso, nao te ne-
nhnm incentivo pessoal que os leve a provocar cou-
fliclos ; mas nos municipios nao acontece o mesmo,
porque ha a arrecadajao dos imposios, e quandu os
limilcs ralo sao bem condecidos, dao-se as duvidas :
aqui ha o jogo dos iuleresses particulares, sao os arre-
matantes dos imposios que litigara, julganda cada um
que a arrecadajao do lugar duvidoso deve ser feila
por elle.
Aqui nesla casa, ja houvc um projeclo, para se res-
taurar a antiga frecueziada l.az......
IIm Sr. Depulado :He o mrthor, que ludo....
O Sr. Mello Rego...E nao sei se isso Iraria vanla-
gens ou nao, porque a divis.lo daqoella freguezia foi
pessimamenle feila : ja nm nobre deputado ponderen
muilo bem nesla casa, os inconvenientes que della
resullaram, e creio que ninguem o cnnleslou. Essa
divis.lo foi tal, que a matriz licou dividida pelo meio
a parte do Evangclho perlence a nina freguezia, e
da Epstola a oulra. Ora, laea inconvenientes he qoe
eu quero evitar ; pelo menos pejo esclarecimenlos,
pejoque se examnem as localidades, pojo i com-
missao de eslalstica que nos minislre. os 'esclareci-
menlos em que se baseou, afim do podernios votar
com conhecimenlo de causa.' Por um mo projeclo eu
nao quero volar, e no estado de duvida cm que me
acho voto contra lorias as allerares proposlas, nao
por m vontade ao projeclo, mas porque nao posso dar
o meu vol, emqiianlo nao liver esclarecimenlos que
me convenjain de que devo volar a favor.
O Sr.Paes Brrelo -.^-St. presidente, nao livc a
salisfajflo de nuvir ao nobre deputado, que falln em
primero lugar, e por isso nao sei quaes os fundamen-
tos em que baseou o sen artigo substitutivo; eulrc-
tanlo direi V. Exc. que no meu entender e artigo
substitutivo nao piconche o fim, i|tie o projecto leve
em vista, ouao menos que eu lve em visla, uando
vole por elle em segrala discussao. Eu creio, que
o fim do projeclo he acabar com os embarajos e du-
vidas, que se lem couslanlemeiile oscilado a respei-
lo da arrecadajao dos imposios, nos I usares a que se
refere o mesmo projeclo, e lambem pf um termo aos
conflictos de jurisdiejao, que lodos os das se dao al-
l entre as autoridades dos municipios do Rccifc, e
Paoid Albo. Tcmacnnleciriumuilasver.es, qtij um
individuo chamado para responder por seus artos pe-
ranle as autoridades de Pao d'Alho. se exima, decla-
rando perlencer ao municipio rio llecife, e vice-ver-
sa : s autoridades mesmo eslo.sempre em conflictos,
porque tiflo saliera ao cerlo at orate chega o lerri-
lorio de sua jurisdiejao. Ora, para evitar laes incon-
venientes dos quaes lodos nos temos noticia, e. forum

moni corre
idmiuislrajilo e
aso que' em lat
i aes de-
rmonia, e que
perfeitamenle.
*
K.MV.ivvi>uun.- nttitii.i,!-, IIUilllUU UCVI1 IIC.iT 50- -.,! T'\. 1**11 i a. 1*
menrMneravado o municipio na freguezia -te-S,-"- A"0, P"Uou,m*
t ~JT \ ^T ?*~irr-1n;ese. le rao ansre erados
he de parecer que seja indefe-
L1B.
a Sala das commisses 8 de marco de 185!. Paes
BrreloPortilla.
A commissao de iuslrucjo publica, a quem foi
presenleo requerimento de Vcenle Ferreira Coelho,
em que pede para retirar um oulro requerimento que
dirigir a esla assemhla, solicitando o pagamento da
gralificajao i que s"e julgava com direilo por ler ser-
vido por mais de 12 auno- como professor publico
he de parecer que seja alstenla a prelenjo do sop-
plicante enlreganrio-se-lhe o mencioaado requeri-
mento.
Sala das commisses 8 de marjo de 1851.Paes
BrreloVarejaoM. I'orlelln.
He lido, jolgado objeclo de deliberajao.e mandado
imprimir o segrale parecer e projeclo:
A commissiio de nstrurj.lo publica examnou a
represenlajSo, que a esla assembla riirgiram diver-
sos individuos moradores emTigipm.Peres.e Barro da
freguezia dos A logados, solicitando a creacao de urna
cadeira de ioslrnr jao primara em qualquer daquel-
les povoados, os quaes conlm para mais de 300 casas,
e por conscguinle urna populajo numerosa, que se
acha privada dos beneficios da inslnircao pela grande
distancia em que eajo as aulas publicas, daa quaes a
mais prxima nSo fica a menos de legua e meia fe Ma
julgando dignos de allenjo os mttvos alegados pe- wefarecimenlos que desejava, he que lem o dever de
los peticionarios, tem a honra de snbmeller appro-
vacao desla asemhla a segu ti le resoluj&V:
A assembla legislativa de Pernambuc re-
solve:
Ari.'l. Fica creada na povoajao de Tisipi fre-
guezia dosAfogailos, urna cadeira de inslrucjSo ele-
mentar do primero grao para o sexo masculino, e re-
vugadas as disposijes em contrario.
Sala das commisses 8 de marjo de 185*. Paes
BarretaVarejaoMachaAo Porlella. .
He lido e fica adiado por haver pedido a palavra
o Sr. depulado Brandao o seguinle parecer :
e Foi presente a comrassinde pelijes o requeri-
mento. em que o eidadao Joaqtiim Pire* Carneiro
Moqteiro, ajndanle de engeoheiros d'esla provincia,
pede que se lhe conceda Iras unos de liteoet com
LntrenroV.
le i iiliTln r~"____J|> lilil i convenienl
presenlar um arlig>jfcstilutivo, que tenha por fim
razer perlencer ao lerrilorio de Pao d'Alho,'a parle
da freguezia exlinela que comprefu-nde o o riislric-
lo da obdeleeaca de S, Lourenjo, o nesle sentido
elaborei a emenda, que mando i mesa.
Vai a mesa, c he apoiada para enlrar em discussao
a seguinle emenda substitutiva.
Arl. subslnlive. Fica perlencendo ao municipio
de Pao d'Alho, iodo o lerrilorio que per-
c comarca uc roo u^ttuo, iouo o lerrilorio que per-
lence ao segundo dislricto da subdelegada de S. Lou-
renjo ; c rejugadas as diiposices em contrario.S.
R.l'eiga l'essoa.
O Sr. Mello Reg : Sr. presirienlc, asreflexes
que acabada fazer o nobre deputado que me prece-
deu, acerca do projeclo, e a puncas oliservajes de
V. Exc., caria vez roai me convencer de que* o pro-
jeclo nao ptM ser approvado. J na segunda dis-
cussao volei contra elle, e agora nao s vol colilla
elle, romo cnulra a emenda : o nobre depnlado que
acaba de fallar tet;ainlar muilo bem, os grave in-
convcraenles queraveria, em nassar-se para o niu-
nicipii ile Pao d'Alho, lodo o lerrilorio da anliga fre-
guezia da Luz, que segundo elle diz, rhegava lio en-
aeiibo S. I'r.incisco e a oulros ramios punios que se
achara muilo (troximos desla capital, e que Indo per-
lencerao municipio de Po|d'Allin, sern causa de
graves incpmraorios para os moradores desses lugares,
que lerao em suas necessdadescivisde recorrer a se^
de daquelle municipio muilo mais distante du que o
Recite. M
He, pois, esla, niadas razes que me levam a nao
volar pelo projeclo, como se acha concebido...
O Sr. Pinto de Campos: Enlao, aprsente urna
emenda;
. O Sr. Mello Reg-: Nao possoapresenlar emen-
ila, porqne sou ignorante da materia, e tal me con-
fesso :-ralo colillero essas localidades cnnvenienle-
MaV[cor vf de apresenlar emendas ?
,..ssal> que esliidou a queshlo, queobteve os
litigioso licasse i erlsnceraln um municipio. Mas
o nobre depulad vco'rn o seu artigo subslilulivoo qae
quer ? Quer que somenle parle da freguezia da
Luz, que petlence a S. Luurenco, passe para o mu-
uicipinde Pao d'Alho; donde resuda queeonlinuarao
os inconvenienlu que al aqui se lem dado, porque
parle do lerrilorio da freguezia da. Luz, e sobre a
qual lambem ha duvidas, tacara pcrlencendo a Santo
Amaro, que he do mtiuiciajjo do Recite ; ou enlao
direi, que diminurarin mu pnenos inconvenientes
que exisiem actualmente nao acaba com lodos como
he para desojar.
Eu enlendo, que nesla maleria, o qne convm de-
cidir-se, he que ou a anliga freguezia da Luz fique
(oda perlencendo ao Beci fe, ou loria a Pao d'Alhr).
O nobre depolado falln em segundo lugar, disse que
nao julgava conveniente o projeclo, porque alguns
lugares da freguezia da Luz, firavanr mais prximo-
do Recife, do que de Pao d'Alho, o que os morado-
res estes lagares iam sollrcr com a divisao eslabel-
cida no projecto,' Deio, due alguns lugares do ter-
ritorio da exlinela freguezia da Luz, (nao de cerlo
o engenho S. Francisco que perlence Varzea)
ficam mais prximos do Recife, mas a maior
parle fica mais prxima de Pao d'Alho, e nes-
te' caso creio que se deve aflender ao inleresse
do maior numero. Se nos livessemos esclareci-
menlos completos a respeilo dessas localidades 'po-
deriamos fazer urna divisao lalvez melliur, sem lo-
mar por base a ariliga freguezia da Luz, nesle caso
eu voltaria mesmo, para que o projecto voltasse
commissao, ou soflresse alguma alterajao ; mas em
falla de esclarecimenlos, me parece que a base dos li-
mites da anliga freguezia da Luz, deve ser presen-
tada ; isto he, ficar lodo o lerrilorio que oulr'ora
formava aquella freguezia, perlencendo ao munici-
pio de Pao d'Alho, como amigamente.
f.m Sr. Depulado :E os limites da anliga fre-
guezia sao bera conhecidos?
O .sr. Paes Brrelo -.Devo suppor que sao ; por
que a'le que dividi essa freguezia, bu a que a cre-
ou osdevia bem definir. Mas a assembla julgando
conveniente acabar com essa freguezia, dvidi.-ulo-a
era 3 parles ; deu tima parte a S< Lourenjo, oulra a
Gloria, o'ulra a Sanio Amaro, cora o que rslabele-
ceu limites lao obscuros e mperfeilos, que dahi por
diante appareceram a confusao e a desordem a que
me tenho referido, e de qae lodos lem noticia.
O-oobre depulado disse ainda, que nao sabe seos
anligos limites da freguezia da Luz, serao os me-
Ibores, se mesmo nao sera conveniente, que nos es-
labelejamds novo limilcs ; a essas freguezias e aos
municipios rio Recite e Pao d'Alho ; mas o uobre de-
pulado,. tem bastantes eonhecimenlos deslas locali-
dades para organisar urna divisao isenta de incon-
venientes
O Sr. Pinto de Campos : Tanfos, que j colo-
cou o engenho S. Francisco na Luz e ( risa-
das.)
OSr. Paes Brrelo : O nobre depolado no-
lou lambem, que o nico inconveniente que-se d
na divisao actual, he a respeilo da nrreculajao dos
impostes, he nm engao ; nao ho s na arrecadace-5
dos imposios que appatecem duvidas e embarajos,
elles se dao igualmenle na ajlmiiiislrarao da juslira,
esao esles os que principalmente devenios ter em v'is-
la. Quanlo a arrecadajao dos imposios, pnuca impor-
ta que seja ella feila pela collectoria de Pao d'Alho,
ou pela do Recife, por qne afinal a renda ha de vir
ter a lhesuiiraria ....
Um Sr. Dcpulado : Trata-se do direilo dos arre-
matantes....
O Sr. Paet Brrelo: Bem, mas,\> que eu digo,
he que a adminislrajao da juslira, he quem sollre
mais. Entendo. que o projeclo Como esl rediaido
evito todas as duvidas e confliclos, porqne da lorio o
do do|
execran-
do de Peruai
8 Mi da lhe j
De mais as
crlpceseecle
As freguezias couco
oleas genes c provii
vera de base orgal
seus subdelegados s__
E nao seria Uo incoheri
dicial exercesse jnrisdlL
judicianas ? Kao ser umi_
organisajo judiciaria, s
renco da Malla, por exei
liver de dar sentenjas de pi
d#s aos juizes municip;
segundo as diflerenles por
que habilarcm os individuos
dos 1 i
Se na divisao judiciaria devess
mente razio da proximidade -I
guir-sc-hia que o lerrita^^^H
ria eslar enmprehendido nt
mies de segunda instancia
vincia fosse mais prxima;
ayezinliasse mais a^^H_
a parle meridional
mais prxima dal!
ver perlencer ao dislriclo
quanlos parte sepleulrional de\
relajosle Pernambuc.
Se quizermos por termo os coi
jan que se notain enlre as aulorii
c rio Recife, cnlendo que o
restaurar a freguezia da Luz,
c da-la ao municipio de Pao i
rar qne as freguezias de Sanio.,
San-Lourenjo da Malla ficam p.
mente ao municipio do li
larmos que perlenjam ao M
os territorios das freauezia d
Jaboaloque fizeram parle da
las freguezias ficarao sempre \
cendo ao municipio do Recife
r isso uma cemplicajo para'
geographia, e que, sempre qL
assemblas provinciaes devem evj
de laes divisesde.territorio'.
E, scnbores, cu observo que'"'
divises.ecclesiaslicas e judicir-
pcnsamenlo meu, he uma id
adoptada nos pajzes cvilisad
emplo, eslabelecem as leis l)ue l__
de paz tenha pelo menos una parochia.
ludas eslas razes voloconlra o projej
cute.
Vai mesa e he apoiado n asco
mente:
Requeiro que u projecto el
da subsluliva, sejam reiuellida
lislca e divisao civil, para que,
vo, d sobre elle o sea parecer.
lino.
O Sr. l'eiga Pessoa : -Pa
que toda lei equivoca, he injusta,
com o attigu substitutivo sauara o e,
fusao, que me pareca dar-se com o i
se achava concebido, como ha pone]
monslrar, mas em-visla da le..que f
ler. e da discussao, que tende a lo
te projeclo de lana utilidade eu i
a retirar a minha emenda, uo
quererei ouviros esclarecimenlos da<
pede a emenda que arana de serapp^
do-me para esla occasiao : vot pon ]
OSr. Meira: Sr. presid
jeclo era quesiao se achava em |
discussao, eu ped a palavr
rlarexiuienlos a respeilo,
lerrilorio da extincta freguezia a um s municipio ;
por isso"volo por elle.
O Sr. Pinto de Campos : Cornejo por agrade-
cer ao nobre primero secretario o favor e ajuda qoe
acaba de preslar ao projeclo da commissao, subminis-
trando casaos mais luminosos csclarecimenlos acer-
ca da maleria ; e, prevenido nesla parle pelo illuslre
mcmbro,_apenas vi.ti repetir as razeos que levarara a
commissao a apresenlar esle projeclo, c mostrar des-
le modo ao nobre dcpulado que allou em segralo
lugar (vollanrio-se para o Sr. Mello Reg; que nao
foi mero defeiloria commissao, neni o prurido de di-
vidir e subdjvidr, que a moverara nesle negocio. -
Esta assemhla se ha. de recontar de que o ex a.,^:.
nislrador da provincia, .Sr. Vctor de Oliven;,' foi
zendo-se orgam dos clamores excitados JM*"confi'i"
sao_eni_qoe.se arhavam os limites rieste__t_^,cpiu co^
remover esses males que eslou aponlando. Como
ia dizendo, en ralo sei se o remedio proposto pela
commissao, sana os inconvenientes, que se prelendem
sanar : neslas divises. devenios sempre procurar os
lmites roiihecirios.ns naluraes.islo he, laes como ros,
mntese nonios conhecidos, que evlem essas llovi-
das, esses confliclos, essas invases de um municipio
em territorio do oulro. O nobre deputado sisnala-
rio de projeclo, nao nos deu esclarecimeutoianenhuns
qne nos podessem guiar a esle respeilo.
Um Sr. Deputado :Sendo assim, o nobre depo-
lado devia apresenlar esses esclarec memos...
OSi. Mello Reg :Eu nao tenho obrigajao de
o, porque ignoro absolutamente quaes aSo esse li-
miies ; o nohrt deputado he, que dvt ter cobneci-i
^...a legislativa, que
leimo aos reiterados cj_rJ__._OT rie jrit(1cj5o
,l4LVi"n' er co,^qencia da ohscuridade
da linha diflB"1-'- -Vdtntnlssao de eslalslica, lo-
mando em cnslilfiratao o negocio, procufou infor-
mar-se das pessoas cThecedoras daquellas localida-
des sobre o poni lilitioso ; procuran mesmo saber o
que havia de ofllcial ra secretaria do governo que a
podesse orientar ncsc examc. vislo nao poder recor-
rer fontcs mais puras; dedois le oblidos os neces-
sanos esclarecimenlos, rEanisou ella o projeclo qoe
se discute, como meio mico de sanar o mal que todos
rccojiheciam.
Ora, creio que ninguem de boa f, exigira que a
commissao fizesse mais o que fez no presente caso ;
e admira, sem duvida, que o nobre depulado c
aprsenle acora fazendo'tantas exigencias opponrio
lautas duvidas, sera que' nada aprsenle de liquido
sobre a materia Se o obre depulado fosse medico
dava cabo do genero hunano; por que, ronbecendo
a molestia, lhe nao saberla applirar os remedios (ri-
sadas). O que quera, pota, que fizesse mais a com-
misso ? Salvo se quera qme ella nioulasse a cavado,
e percorresse lodos esses Jlugares, para enlao dar o
sen parecer.
AIem diste, senhor presiillenle, a commissao, inler-
pellanrio o nobre ilepulailb, que foi juiz municipal
de Pao d'Alho, o Sr. Veigaj Pessoa, esle senhor expli-
cou-se sobre a materia co^n lorio o conhecimenlo de
causa : se por ventura na o se fez bem entender por
algum Sr. depulado, que c-nipa lera a commissao '!
A visla do potiro que le- ,u dilu, continuo a volar
pelo projeclo ; por que n' ausencia delle tiSo vejo
nada inelhor.queremerieic o nron.veuienles com que
lulam o dous municipios. Em summa, o projeclo
he imporlanle, he o salus p, -ypuU uoPo d'Alho (ri-
sadas.)
OSr. Souza Carmino: Sr. presidente, nao len-
nonava lomar parle nesla discussao, nem mesmo,
confesso. julgava que ella h, e tvose lugar, e he-
lante maior o meu recete, q. anlo a opimaoqilete-
nho a esle respeilo nao se c mbina com nenhuma
das que lem sido expendid.il testa rasa. Eu vnlo
conlra q projeclo, quacsqttrr ( ie sejam os esclareci-
menlS que a commissao c o, pbreex-jurz municipal
de I ao-d Albo nos possam da. r, por quanlo o projec-
lo eslabelece uma confusao d< divises, dando com
limites do municipio de Pao Albo uma freguezia
que ja nSo existe e fazendo c h que nina parte, tan-
to da freguexia de San-LoureV ijoda Malla, como da
de Sanio Amaro Jaboato flqn e perlencendo ao mu-
nicipio de Pao d'Alho, ao passt > que a parte mais im-
portante ficar ligada ao mun Mpio do Reeife.
Eopeosoqueem um naizct a forma geral e furawjmenlal d a adminislracllo pu-
blicabea unidade hisfarchica debaixo da qual a
adminietraclo exprime e repret jenta a mala alta gen
^^ tellr^^.awS^t ,*7!,,^ >neapdk- ralidade dos intereses publi eos. eoord.naj.do-o,
ao. dotouo uznoro afwnluiami*nfa n,.a >. .. '
lodos iran mesmo sjslema, ero um paizque profes-
lli iodo ana rellgSo, no ql os inieresses da religio
Irala do munici.
do o Sr. padre Pinlo de
reciraenlos, invocou o-
Pessoa, e quando eu e
cesse a respeilo rio projecto,
que infelizmente nao pud
rechuplos que o nobre i
bem pelo contrario vi que
jeclo, porquanto disse que
jusla, o sendo equivoco oni
liluio, por essa razao elle be___
Um Sr. Depulado : He'ej
limites.
O Sr. Meira:Seja a r
mais o ponto principal da
go o projeclo he equivoco,
bre deputado, e por o
itegar-lhe o raeu vol, e^_
o nobre depulado lhe^^H
que eu lambem nolo.
Um Sr. Depulado: Mas
oulro niellior....
O Sr. Meira : Nao eslonj
mas nem por isso eslou inhil
jiara volar eonscienciosamenl.
Sr, presidenle, nao tratemos dj
qne nao-existe ; esl freguezia
da em 3 ou 4 como quer que f<
esso territorio que compreheodi
Luz, perlence hoje a 3 fregui
guezia foi dividida por (res, e:___
bem o sen.terrilorio. Mas que di
que ao municipio de Pao d'AlbpJ
a anliga freguezia da Lnz ; logo |
d'Alho lodo o lerriloria,que h___________
guezias. Aqui pois se traa da fregu!
esta freguezia nao existe, e P0a________^
mos nella ? Tornemos o projectj
terminante e mais espressi
deve perlencer a esse mu
pareja oequivoca>. esetermtiBL
fusao, que exislia;vislo como o mi
do qne fni juiz municipal
que o projeclo nos termos L.
do be imcomplelo e nao saljs
cao, motivo porque olfereceu ,
que esl em discussao. Parecan
qne por qualquer minio fosserm..
sendo que n'esse intuito volei coj
meira e segunda discussao. e
go o meu voto, pois que me nao
racmenlos aprescutarios pelos n'rsi
rae precederam ; c assim concia
arijamente:
O Sr. l'/ics Brrelo.
liara dar uma l.revcjt_j____________H
lado, que ha pouro cooiJH
pero ronvenre-lo da utilidade
porque o houiario inembrn prii
o, declarando logo que lhe
quaesquer que fossem os escl
apresenjassem, cntretaiilo prc
projeclo merece a approvajo
Ojirinripal fuudaueulo "era
ilcpulado a sua opposicao,
lo, bem longe rio simplilicaj
tlica-la aindamis, augm 4
oje existe na ariyniuislraja
cao de iiniKisIns, nos lugi
gumenlos com i
monslrar esla pro
O Sr. Sonzaf
nioslra que ni
territorial.
. O Sr. Pafs Rarrelo:
que os cmliarajos que evii
imposios c na aifrainislrajilo
lamente ifa coufusao da .divisi
rato pude enraprehenrier a des______________|
do ineinbio, c para desfazc-la bastar (
13o'. A anliga freguezia da Luz pe'
cipio de Pao d'Alho; depois de
para o municipio do Recife, c
ueira, que liceo perlencendo- d
Ires freguezias, e ludo islo rio l_______________|
c com limites loo punco claro
le comejaram a appare
i-iriadesdo Recite c P_j d'Alho c
cao dos imposios duvidas o i
couliniiain A dar-sc. Agora, o que faz o projeclo'!
faz dcsappareccr a causa dessa csafuso icslabelc-
ceudo o que antes exslia, islo he, tlclcmiiuaudu
lodo o lerrilorio ria exlinela freguezia da Luz
paca o municipio de Pao d'Alho con;
mente. He fcil de couiprchcndcr i
medida cm vez de augmentar a C0J________H
o nobre depulado, lem por fito ai
si.ijeilando lorio o lerrilorio letigios
risdicao. Approvado o projecto li. aben-
do qn- municipio perlence reguezia ria
Luz, e neressarianiete lerao il
vidas e confusao que acliiaUne
Mas, diz. o nobre depulado,
rao he que o lerrilorio pcrleio
ziasha ile reverter para o iiran
Declaro que nao onxerg^^H
de, porquanto sendo ronhork
freguezia da Luz. nao l>______________|
nexa-la ao municipio de I ___
quanlo cora isso lulo
exslia- anles ria div'
nientes 'que lorio* _
d,i-se actualmente, i
que nao se sabe vet
que con lie a caria i p a_iii
se dividi a fregm
cante ao civcl, poi pete,
da comarca rie pao
He verdade que o
quanlo a divisao e mas pelo que diz res-
peilo div i- riesappare
com e com i que se tem
tratado. Po mnlir
as cousas, simplifica e allince o lim|que liveram era
vista os seus attlqres.
Sr. presidente en lambe:
cussescivis eslivessem em b
s'uislcas; qne ora termo o c
de freguezias que Ibes perli
mas se o uobre depolad
ol" que se leslaure a ao
aria toda ella per Se
verio nobre dep


*
he urna fregu*!* imaginaria como disse, porque Os
m sao eonhecidos.....
uza Caroalho:Mas nao existe coruo
fregu?
la o nobre de-
siste, o mata
. que si
limo territorio o
tjje^V?^* epotadc, petaTe qQ lh0
tieo, panpte he Isto que
i* 3 i T ntono da ""''a"
in I .ourenro e
* claro assim,
fipo que fax
'; cis-aqui Icn
trretp: Estes aparte mo conven-
onfusilo do que eu sup-
o lie mais til do que me pa-
e ho que esse territorio que fui
Sitn l.ourenc nito pertcnej todo
ii o projecto ? acaba com os con-
*, marcando o municipio a que
^eue territorio.
! At o nobre deputado mostra
!" a par da diviso.
Beto: -* Nao dnvido; mas o qfte
ivm acabar com essa desarmoua,
M o territorio qae perlonce aetualmen-
ios, pertonea a um s, que lie justa-
da determina o projecto.
do raembro que me preceden, que
sao os limites da treguezta da Luz.
M eslo marcados n lei que dividi a Ire-
iiiz, e a lei aqu sl sobre a mesa, seo
e quizer, podele-la, e desSemodo des-
vanecer-as 6as duvidas.
: Qual a razSo de conveniencia
r anles Pao d'Alho do que ao Kecife esse
Xarrtto: O nobrr- deputado 'signa-
do projecto, quando fallou sobre amatoria,
oqual a nllliilado desja preferencia, e o por-
i esle territorio a Pao d'Alho. c islo em
a un aparte do nobre deputado que agora
;r a mesma pergunta do seu lugar.
r. Meira: Mas tai contestado.
lrrelo: Euj.i respond a essa cou-
imal; se a razito que dei nao satisfaz
lado, como paderei agora dar-lhe
slhor Eu disso que portia ser que
rn ponto da freguezia da Luz licaSso mais
U'Allio do que do Recife, e portanto
I com u projecto parte dos habitantes
to, mas que a maior parle nao, ccreio
laltender antes nos interesses da maioria,
de um ou outro que lique prejudicado ;
i, a grande utllidade do projecto lie evitar
ifasoes, as desordena c os conflictos que liojc se
rijo....
Jfira jjj>Eu quero s saber porque a me-
dial he conveniente.
;Paes Bar reto: Senliores, eu nao acbo
fular esta inaneira de discutir; os nobres
i cliegam aqu, declaram que niioeslflo
eslOes o poem os uniros como que em siba-
orque pertence tal lugar? ser til* a fre-
lica?
i Pedro: Islo nSo he fura de regra.
es Barreta: Isto he urna verdadeira
sabatina....
m Sr. D$pulado:~ Qucm aprsenla um prejec-
estar preparado para isso.
a Brrelo : E quem discute devo es-
larado para a discussao, devo fer estallado os
pcajeple, .
Ueira:Mas nao lem os mesmos dados ?
Pies Brrelo :Mas que dados pode ter a
i que nao possam ler os iwbres depulados
Bf desta.materia? onde quer onnhredepu-
a commissao vn encontrar dados para ob-
ssta'ordem? nos lemus aliuma eslalislica ".'
rcforrnuces a respeiln '? o que alguns pdem
do queoutros, lie o roiiliccimculo das locali-
ter andado por ellas; mas as inCormacoes
""~ lo qur, esKlo tanto ae alcance da
qualajier-mcinbro da casa...
|ertvqueu lenho feitn.
:Os nobres depulados que-
S> de eslalislica conhera eiacla-
Jades, o qae na verdade he im-
..FW Jmnpos:Querem que traga para
^^jalles.
arreto :Urna das fonlesonde se po-
inlrar esclarecimenlos sobre a materia
l lie a lei que creou a comarca de Po-
t nella que se achata designados os
n de que tratamos, mas esses dados
__todos.
ailo que fallou em ultimo lugar dis-
rWUlo projecto.porque elle aiimeu-
j existe, e pergunlandu-llie em
ByMr esta asseveraran...
:tlissSnjue parecia nao terminar.
telo :Bem, he isso ; mas o nobre
a fundamentar estaidea, disseeu re-
rJBiz municipal de Po-d'Alho; mas
miado nSu deve aceilar assim as opinies
jateos sem as examinar e reconhecer -que sao
exartas.
Meira :He um testcmunho muilo valioso
para mini *
aet Brrelo :A esle respeilo lano piVde
ibre deputado corno qualquer ri.e nos.
ido, direi que a cnufusio que boje exisle
i territorio perlencera diversos municipios,
o havec mesmo certeza as divisOes ; o projecto.
eabi com todas essas duvidas* porque faz com qite
o territorio Oque pertenecilo a Um s munici-
reslahelece os limites anllgos, que s9o conhe-
cidof.
Sr. Souza Carcalho :. E al eslabelece um
bello HUfays eleirOes de enmaras.
twarreto : O nobre deputado para
t o projecto fui tirar argumento da creara
Ven) com a eleirao das cunaras
Hfesse inconvcnieiile que alinde o
m em muilas parles c eal preve-
as freguezias perlencem a dlver-
l, fn-se a elcicao lomando-se' os votos
i, c rcmellendu-se para o municipio res-
pecliv i
^mfarcalho da um aparte.
tarrelo :Froponlia o nobre dcpula-
^^^eguezia da Luz.
clarando que continuo a votar pelo\>ro-
s me parece que os argumentos apresen-
elle nao lem pande valor ( pero liren-
usar desla franqueza com os nobres deou-
lo de CamjKis : E que/remedio lem
ellas".'
JHanoel Ciem-ntino reconhecc a necessi-
lomar urna resolueflo para bem regular
lefrilorial entre os municipios do Kecife.
i'Atho, e por termo a confusao, em que se
as limites, e referi om facto succedido
le oa qualidade dejuiz municipal da 1.a
i desla cidade, que prova a confusao,
i a-divisSo daquelles municipios,
liando convencido da conveniencia
Ipada pela casa no sentido de de-
tao, nao pode entretanto volar pela con-
sto em.rtiscussa, porque nao esbi bem
! procedencia. Enlende que a
"""'rmaeOes mais posilivas, como
i estado de sua discusso, e
anda se lem tornado depois
luliv oll'crecida a considerarao da
Bue se volasse no sentido do
/que fosse melhor eianiina-
;ou que essa decisAo seria lano
mo o projecto so ochava era
lio. que nao devia ser encerrada lia-
sobre o objeelo dclla.
3o lica adiida pela hora.
denle designa a onlem do dia, e le-
vanta a sessao.
DIARIO
M. diarif para 800 rs. e o estado dos
lies n5o permilte a repelirgo cootlnua
eza.
dea 9 de marco de 1854.Epa-
Barrto. Manocl Ciernen-
i
Usarla em 9 de marco de 1854.
ca do r. Pedro Cacalcanti.
ilaa chamada, acham-se prsenles
aaessao.
itcrior he approvada.
*". I." Secretarlo menciona o seuuiule
EXPEDIENTE.
lereUrtodaprovincia, acompanhan-
l*!(n ira municipal de lngazeira.-.A' com-
'rcamenlu municipal,
nresmo, Iransmltlimio o bataneo da re-
a cmara municipal de Olida, re-
nno de .V2 a "i3_, bem como o orri-
A' mesma coin-
^Pemessa das posturas da
I da Boa-Visla,A' rummissao de
^^B os sevuinles pareceres:
sd Paixii.prnfessor de pri-
/ de l'amlrbe, desajando
Hida a curso de direilo
traerte a esla assembla li-
leixar cm seo lugar
ima pessoa habili-
percebendo entre-
inlose tirandores-
^^Htessoa que o substituir.
niblica louvando o
^^^Hffe inslruir-se, senle
avel. nao sii uorqne a
/i a lei, mas anda pre-
m favor
r que
^^Hkssor de primeiras
co de 854- Paet
ulgado objeelo de delibera;ao e mandado
V commissao de iuslruccao publica, lendo em
vista a representacao da cmara municipal da villa
do Limoeiro, dirigida ao presidente da provincia, e
por esle remettida a assembla provincial, em que se
pede a creacao de uma cadeira de primeiras Ultras
para mental.*, allcgando.se a crescida populadlo que
conlem i.quell.i villa e os inconvenientes que mes-
ma populara resultan) da falla da mencionada ca-
deira, e considerando a commissao que a esle respeUo
convem lomar uma medida mais geral, lem a honra
de tubmetter a approvaco desla assembla a seguin-
Ic resolucao :
i A assembla legislativa provincial do Pernam-
baco resolvo:
Arl. nico. Em todas as villas desta provincia,
haver nina cadeira de primeiras ledras para meni-
nas, Picando revogadas as disposicocs em contrario.
Sala das commissoes 9 de marco de 1854.Paes
Brrelo.Portelta.
He remedido commissao de consliluirao c pode-
res a seguinle indicarao:
Indicamos que so cbamcm lanos supplenles
quuntos forem necessarios para supprir as faltas dos'
depulados que ainda nao comparecern).vonm
Carcalho.Luiz Filippe.Siqueira CacaUanli.=
Epaminondag. (Conlinuar-tti-ha.l
-. mm^- '
VILLA DE K.IAISSL.
6 de marco de 1854.
.Intequam incipiapi devo dar aos seus composito-
res o agradecimenlb pelo favor, que me fizeram de
Iranslornar a onlem dos periodos de minba caria, o
que a compromellendo-me com n Longuinho, que
veio lomar-mu salisfaro, por eu dizer, que elle me
informara, que se fizeracorpo- de delicio nos cadve-
res clos que morreram da febre, o que na verdade se
concluc pela lcilura de minha dita carta, tal como
se acha em seu Diario de 2 do^ corren le; como, po-
rm, esse benemrito ofcial la justica j se acha ac-
commodiidn, c eu cerlo de que os seus operarios .me
livrarao para outra vez da durindana do mcirinlio,
continuo cm micha espinhosa trela.
lim correspondente neste paiz nao lem mais do
que aparar a penna, porque os relos nao fallam
cibui o sen correspondente doMaranho de uma car-
ta de oulro da Europa, e ao mesmo lempo qneixa-sc,
de que o mesmo nao possa dizer. Agora Tara Vmc.
idea do quedirei eii, qu lenho um Ihealro lao limi-
tado, para escolher aceas que llie inlcressem. Seu
noliciador do Maranhao com a penpa na mo corre
toda uma provincia, e uma provincia que lem co-
marcas baralhentas, que tein Casias para- sempre
minislrar-lbe occasiao de molhar a penna, e eu noli-
cio-lhe o que se passa n'um ranlynlio da provincia, o
que me poe s vetes em apertoslaes, que desejo, (l)eos
me perdoe), que alg'um barullfc baja, de que resul -
lem ferimentos, processos, diligencias, para cu ler o
priizer de cumprir enm os deveres de ineu encargo,
p nao Ibo parecer que sou p(eguirosoos seus olhos,
mea amigo, e aos olhos do respeitavel. Nto llie min-
io, se llie disserque uma occasiao vi-me em ll pe-
nuria de noticias, que fi: promessa para que algum
doudo dsse com a cabera as paredes, e a arreben-
lasse por seo Rostof c al j me veio a Icmbraiicn,
quando se fechou o jury, dar conta dos irabalhos da
amara municipal, e publicar os discursos do meu
amigo Geraldo, que fallou-me respeito, e dar publi-
cidade aos Irabalhos dos juizns, fazendo de minha
caria ora pataco de gazeta dos Iribunaes ; mas o
Longuinho atouselhou-mc, que nao lizesse tal, por-
que euifini...elle la se enlende.
Esla qmnzena, porm, como chamam a corres-
pondentes de alto colhurno, que eu busco arremedar,
lm sido 13o frtil, que eu nao lenho de que qucixar-
me ; os crimes se amonlnam, os processos rolam, e
o sanguinario correspondente regosija-sc, porque fi-
nal lem com que cucher algumas paginas. Entremos
na materia.
Noliciei-lhe em minha derradeira os ferimentos de
Ilapirnssii ; porm com talpressa, que nao pudedi-
zer-llie lado o que sabia i respeilo. Conlam esa
historia de diversos modos : hiis dizem, quequalro
horneas iam i Testa de Ilapissama, vestidos certamen-
'e com lodo e bm gosto rustico, e que enconlcando-
se com o pobre malulo no aportado caminho, niio
poderam levar bem que esse /tinguen, nao se enr-
vasse anle sua faceirice, fazendo o cavallo carregado
aliar por cima da barreira ; oatros dizem, que o*
qualro, que foram feridospelo matulo, veram che-
gando successivamente. O cerro, porm, he, que por
causa da etiqueta, o malulo ferio gravemente a qua-
lro, dos quaesj morreuum, e levemente a oulro,
que se piiz ao fresco e foi mimoseado com tres tiros e
uito Tacadas, que nao o deixaram padecer.
O delegado mandou immediatamente um sen sub-
delegado com algumas praras. Disse-me o Longui-
nho, (Srs. compositores, cuidado!) que se fez o com-
petente corpo de delicio, e que se conservam enidla-
pissuma alguns soldados guardando inferidos, que
devem .couvalescer na cadeia desta villa.
Em dias do mez prximo passado, nm mari'lo
I. para as bandas de Piedadc bumbantio a mnlher, le-
vou um liro do cimbado, que veio em defeta da ir-
maa ; porm nao foi ferido, ou porque a arma men-
lisse fogo, ou porque a ponlaria fosse mal dirigida,
nao sei bem; o bom irmilo por via das duvidas poz-se
fra do termo, deixaodo cm branco as diligencias da
polica, que no eniendeu poni de honra como o
tal cunhado.
O enlrud por aqui nao foi dos mais divertidos,
e digo-lhe o porque.
Na seguiida-Teira, uma sugeila brincando oenlrb-
do na lha de Ilamarac, porton-sc com lanU liber-
dade, que seu homem jnl^oa que era de mais. e leve
suas zangas. No oulro dia aman beren a mpHier mor-
a, e com signaes laes, que nao parecia lr fcilo va-
gem l muilo por seu gosto. O que admira he que a
polica da illia nenhnma providencia Icnlia loitlado,
como llie ordenavam os indicios do crroe, e a Tuga
daquelle, sobre quem re bem as suspeila; de ma-
ueira, que nem sequer una vistura mandou proce-
der n'o corpo.
Na lerra-fera, j i noife, honve ncsla villa um
desaguisado, qae a lendo bem Irisles consecuencias
Um moco, alias estimado por lodos.porsuasmaneiras
aBaveis, atrou nma lima de azeile em ora rapazinho,
seu contiendo, e esle a seu turno bolou-lbc uma
seringada de ourina ; o primeiro zangou-se, edn
no oulrocom ain sipo, c porqu seu adversarlo ofe-
rto levemente na testa com o cabo da seringa, puxou
por uma Taca e corren atrs do rapaznlio, que pode
escapai-llie.
Dsse-me u Ungoinhos (pero a alieno dos Srs.
compositores), que o juta municipal instaurou pro-
cesso, para coohecer do qlie heuve punir o delin-
quenle.
Ha aqui o pessimoco ilnme de andar a maior parle
das pessqas, mesmo.aquilias de quem devia parlir o
xemplo, armada de urna faca de pona, que Bao d-
zendo nada de Tavoravel das inlencoes de quem Ira,
subministra occasiao de commetyr seu portador ac-
ea, que npjivao dicta no momento',porm que a re-
llexaorepelliria.
A polica para a tal respailo providenciar, julgo-a
impotente, pela razo de que os criminosos dcsa
nalureza sao, como j Ihe .disse, as pessoas, de qucm
eu o outrbs esperamos exemplu, e porque nao seria
decoroso anda-las apalpando a cada instante.
V Vmc. que os hom ro, que nSt foi bissexto. rom que Cmhirram os ve-
llios, andaram bem deserakararados. como consla das
noticias que li mi sen BBn.:ii : Bc/.prros est no pri-
mi'iio plano rom suas seis iiiorlu-, e loso mi segundo
oaconleciinento de Ililpirussn ; neguem-se para en-
cher o quadro essas bogalrMas, que se encontrara a
cada [i.-isso, nao rollando- uo assassiualu do infeliz
ridi, que por si so oceu|>.a um quadro bem irapnr-
lante pelo escndaloe-circe imstancias, que servem de
cortejo illsse desgranado c rime, que lauto lem occo-
pailo as altencTies-
Basta poi.hoje; fico a pesca de Dovida,des para
llie enviar.
, Saudee felicidades lhc Jesejo snceramenle.
(Carta particular.)
avcrgnacoespoliciaesjiordem do subdelegad
freguezia da Boa-Visl, os pardos Lino Jos do Na35j
cimento, Paulina Mara da ConeeirSo, e os prelos
Tliomaz Ventura dos Anjos, e Libania, escrava de
Antonio Annes, todos sem declarajao do motivo; e
ordem do subdelegado da freguezia do P050 da Pa-
nella, Cypriano Francisco da Silva, para reeruta.
Dos guarde a V. Exc. Secretoria da polica de
Pernambuco 9 de marco de 1854.Hlni. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Benlo da Cuuha e Figueiredo,
presidente da provincia.Lxiiz Carlos de Paita
Teixeira, chefe de polica da provincia.
A assembla discuti e approvou'Iionlem o parecer
da commissao de pejicoes, adiado da sessao passada,
denegandealicenija pedida por Joaquim Wre Carnei-
ro Monlciro para ir a cusa da provincia i Europa
ou aos Estados-Unidos aperfecoar-se nos estudos de
engenharia; approvou mais cm 3. discusso o pro-
jecto n. 28 de 1852, qae fixa ns limites dos munici-
pios de Pao d'AIho e desla cidade, e em primeira o
de n. 2 do prsenle anno, qne aulorisa a presidencia
a mandar vir algumas irmiis de raridad, dispen-
sando o intersticio do mesmo para entrar em se-
gunda.
A Ordem do da de boje lie a segunda discusso do
sobredilo projecto n. 2, e a coiiliiiuacao da de lion-
lem.
SEXTA FEIRA 10 OE HIRCO DE I
DIARIO DE PERMBICO.
CORRESPONDENCIA.
Srs. Redactores.Em virludcda promessa quefiz
no Diario n. do 1. do corrente passo a mencionar
osnomedos Srs. Ignacio Jos d'Assumpcao, Pedro
Joaquim de Lima, Jos Nunes de Oliveira, Peilro
Paulo dos Sanios, Antonio Kloripcs Raposo, Joao Pa-
checo de Qoeiroga Jnior, Antonio de Barros FaicSo,
Jvino Carneiro Machado Uios, Antonio Cetario Mo-
reira Dias e Jos Bernardo Ventura, os quaes, como
inspectores de qarteiro, muilo se dislinguiram
quando se Iratou de nerseguir e capturar o crimino-
so Pedro caboclo. ,
Queiram, Srs. Redactores, fazer inserir mais esla
correspondencia, no que muilo obsequiara ao seu
constante leilor
. Antonio de A/oraes Gomes Ferreira.
COMMERCIO.
PRAGA 1)0 RECIFE 9 DE MARCO AS 3
HORAS DA'TARDE.-
ColacoeSf ofTiciacs.
Cambio sobre Londres ^-"i 28 114 il. 60 drv.
Assucar mascavado regulara t$riUOpor arroba.
Sal de Lisboaa 930 rs. por alqueire velho.
ALFANDEA.
Keiulimcnln do dia 1 a 8 .
dem do dia 9......
5:4678291
13:1465590
78:6I3&S8I
Descarregamhofe 10 de marco.
Iirimic inglez Barl.ilbacallio.
Barca inglezatritidem.
Barca inaleza(Jcnetiecemercadorias.
Barca portugueza -A'. ,s'. do Bom Succcssoo resto.
------------------------ y- '"t
texecucao do Irabalho como cm ordem de
Hip mesmo lempo para o serviro pu-
gljl'f^l do edilicio.
amento da ininoi tanca da arremalai;ao
verilicar-se-ha cm duas pstuHI igiiaes: a primei-
ra depois de-feilos dous terco da obra, o a soguu-
da_depoj9 de lavrado o termo de recebimento.
5." No baver prato de responsahilidade.
fi." Para ludo o aun nao se acha determinado
as prsenles clausttl.ts. nem no enrmenlo, segnir-
sc-ha o que dii>ae tth lei n. 286. Couforme.
secretario Antonio Ferreira d'Jnnunciarao.
0 Illm. Sr. inspector da lliesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidenle da provincia, de 2:t do corrente, manda Ta-
ZP1- publico, que nos dias 21, 22 e 23 de marro pr-
ximo vindiiiiro, peranlc a junta da fazmda da mes-
illa lliesouraria, se lia de arrematar a quem por
menos lizr a obra do acude na povoarao de Sal-
guciro, avahada em 2:5305000 reis.
A arrcmtae,ao seni Teita na forma dos arliauss
24_e 27 da lei provincial n. 286, do 17 de maio de
1851, e sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que >e propozerem a esta arrema Urjo
compareram na saladas sessoes da mesma junta uo
das cima declar.ulos, pelo mel dia, compclenle-
inenlc habcliladas.
E para constar se mandou adUST o prsenle, e
publicar peto Diario.
Secretoria, da lliesouraria provinrial de Pernam-
buco, 27 de fevereiro de 1854. O secretorio, An-
tonio Ferreira d'Annunciarn.
Clausulas especiaes para arremataran.
I." As obras deslc aguda serio tejas do confor-
midade com as plantas c orcamenln aumentado* a
approvarao do Exm. Sr. presidente d provincia, na
importancia de :50lfc}000 reis.
2. i Estos obras deverao principiar no prazo de
dous mezes, e serflo ronrluitos uo de contar conforme a lei provincial n. 286.
3. A importancia desla arrcmalacao ser pan
em lrcs prcslaroes da inaneira sectale : 1.a, dos
dous .plintos do valor lolal, quando tiver conclui-
do i nictadc da obra : 2.* igual, a primeira, de-
pois de lavrado o termo de recebimento proviso-
rio : a 3.", finalmente de um quinto depoi do re-
cebimento deitaii i \o.
4. O arrematante sera ohricado a com mu ni.ar a
reparlicao-das obras publicas com antecedencia dfc
trala dias, o da fixo em que lem de dar principio
a eumeno das obras, assim como Itabalhar se
auidamenle (luanle qiihize dias i lim de que possa
o cngeiiheiro cucarregado da obra assistir aos pri-
meiros Irabalhos.
3." Para Indo o mais que nao esliver especificado
cas presentes clausulas soauir-sc-ha o que dispc a
lei i. 286.Conforme. O secretario, Antonio Fer-
reira tV Atmunciarao.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
lliesouraria provincia), em cumprimenlo d. onlem
do Exm. Sr. presidente da provincia, .manda fazer
publico, que no dia 6 de abril prximo vindouro,
peante a junta da fazeutla da mesma lliesouraria,
val novamclile a praca para ser arrematada a quem
por menos lizer, a obra do uiclhoramcnlo do rio Goi-
anna avahada ciu 5('-'i(K)3000rs.
_A arremataran sera teita na forma dos arls. 24 c
27 da lei provinrial 286 de 17 de maio de 1851, e
sob as rlausulak especiaes abaixo copiadas.
.As pessoas que se propozerem a esla arremalarao
rimiparcrain na sala das sesgues da mesma junto no
lia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandn anisar o prsenle c pu-
blicar pelo- Diario.
Secretoria da lliesouraria provincial de Pcrnain-
huco 4 de marco de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciarao.
Clausulas especiaes- para a arremalarao.
l.a'As juras do melhoramento do rioGoianna
_
tharina pelo Rio de Janeiro, consignado a Francisco
Alves da Cuuha & Coropanbia, manifeslon o se-
guinle : .
4,160 alq'ueires farinha de mandioca, 12 saceos ba-
tatas ; aos consignatarios.
Brigue escuna nacional Graciosa, vndo do Ma-
ranhao, consignado a Jos Baplista da Fonseca, ma-
nifcslou o seguinle :
9 barris verde monlanha ; a J. R. Lasserre.
6 cafxas linha dernris e panno de linho,' 7 ditas
amendoas ; a Novaes& Companhia.
10 barris carne ; a Joaquim Ferreira Valenlc.
103 saccas arroz ; a Tasso .Trmos.
1 dila dito ; ao l)r. Sabino O. L. Pnho.'
6 loros de roadeira para marcincro ; a .Manuel Al-
ves Guerra Jnior.
I caixa livros vcllios, 997 saceos farinha de mau-,
diuca ; a orden i '
Brigue inglez Barkhill, vindo de Terra Nova,
consignado a James Crahlree i\ Companhia, mani-
feslou o segninlc :
2,279 barricas bacallio; aos mesmos consignata-
rios.
CONSULADO GERAL.
Bendimenlodo da la 8.....19:0555638
dem do da 9 .......2:5750319
21:6305957
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenln do da 1 a 8......1:8278580
dem do dia 9.......... 3995952
2:227.532
Esportacao'.
Marsclha, barca franceza Sormandie, de 316 to-
neladas, cnndiizin o seguinle : 39800 saceos com
19.000 arrobas de assucar.
ECEBEDORJA E RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PE11NAM1SUCO.
Kenilimentn do dia 9. ...... 7763705
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dial a8.....13:1659107
dem do dia 9:........ 1:6225665
Importacao .
Palacho nacional Clementina. vindo de Sania Ca- ""-se-haoTle conformidade cora o oiramenlo plan-
ncisco ,s e perfis PPvaus V'a directora em conselho, e
Dr. Simplicio Antonio Uorges.
O jurados supplenles :
l)r*. Simplicio Antonio Mavig'iiier.
Luiz de Franca e Mello Jnior.
Joaqun Jos de Abren Jnior.
Joao Carneiro l.ins Soriano,
Dr. Jojo Jos Piulo,
r. Jos dos Sanios Nunes de Oiveir.
Foram mellados em 3-408000rs. cada un os ju-
rado elt'eclivos seguinles:
Manoel Ignacio de Oliveira.
Jos Francisco de Barros Reg.
Manoel Vaz de Souza Leo.
Francisco Manoel Beranccr.
Jos Francisco do Reco Barros Jnior.
Manoel Antonio da Silva Santos.
Em 3208000 r. cada nm os jurados supplenles :
Jos Joaquim de Oliveira.
Antonio Jos d Castro.
Manoel Ignacio de Oliveira Jnior.
Antonio Augusto Bandeira de Mello.
Foram multados em3008000 rs. cada um dos ju-
rados supplenles :
Jos Guncalves da Silva Bastos.
Leandro Ferreira da Canba.
Joao Jos de Faria.
Joaquim Duarle de Azevedo.
Joao Jos Gomes. .
F'rancisco Antonio F'erreira.
Jos Jacome dcAraajo.
E para constar maudei passar o prsenle, que sera
publicado pela imprensa.
Dado e pasaado nesla cidade do Recite, aos 4 de
marc de 1854. Eu Joaquim Francisco de Paula
Esleves Clemente, cscrivao-o escrevi.
Alexndre Bernaraino dos Reis e Siloa'.
DECLARARES.
SOUTH AMERICAN
GENERAL STEAM NAVIGATION COMPANY.
NOVA TABELLA DE PARTIDAS E CIIEGADAS
Principiando rom a
BHAS1XE1RA
no dia 24 de marro.
Partida de Liverpool.
parle
De cada mez.
24
i a .le I!
-5 | i | Buiios-Av res deve partir.
i= i Montevideo. .
j (Rio de Janeiro deve rhesar.
' pi-rlir.
Babia M rheaar.
parlir.
S. Vicente. B
11:7878772
MOVIMENTO DO PORTO.
Narins entrados no dia 9.
Assu8das, brigue brasilcirn Pello:, de 201 tone-
ladas, capitn Jo9o Joaquim da Costo Fernandas,
cquipagem 13, carga sal ; a Machado & Pinheiro.
Veio largar o pratico e seguiu para os porlos do
sul. '
Cede43 dias, polaca franceza Conten, de 174 to-
neladas, capitn Byson, eqnipagem 11, carga sal;
a ordem. ,
Calho de Lima82 dias, brigue inglez Onega, de
229 toneladas, capito G. Ke.iv, equipagem 9, car-
ga guano ; ao capitn. Veio refrescar e segu pa-
ra Cork.
Macei24 horas, vapor inalez de coerra Sharp
Shooper, enmmandanle J.E. Parlan.
Maranhao pelo Ceara17 dias, brigue escuna G'ra-
cinsa, de 168 toneladas, capilao Jos Manoel Bar-
bosa^ equipagem 13, carga atroz e mais gneros;
a Jos Baplisca da Fonseca Jnior. Passageiro,
Jos Belizario Henriques da Cimba e 1 escravo.
Porl-Phelip76das, barca maleza Thomaz Harri-
son, de 356 toneladas, capilao John IloUyday,
quipagem 18, carga liia e mais gneros ; ao capi-
lao. Velo refrescar c segu parn Lun.Jres com 36
passageiros que Irouxc.
Dundee50 dias. brisue inglez Buthenia. do 224
toneladas, capitn David Scotl, equipagem 10, car-
ga rarvio; a Deaue Voule & Companhia. Ficou
pela reparlirao da saudc 4 dias de quarenlena por
nao trazar carta de saude.
Baha18 dias, barra hrasileira Saudade, de 335
toneladas, capilao JosMaria Reis, equipagem 16,
em lastro; a Amorim Irmaos. Ficou de quaren-
lena por'6 dias.
f/aeio tahido no mesmo dia.
GibrallarPolaca franceza Marguerele, capilao
Boery, carga assucar.
EDITAES.
DA POLCIA-
9 demarSo.
imces, serv
L^LW de

^^^1
BEPABTICAO
Pana do da
Illm. e Exm. Sr.-Particjpo a V. Exc. que das
ecebidas nesla reparli^o, consla terem
a ordem do subdelegado da freguezia
edroGouealves, o port'qguez Joao Jaeto-
[edeiros, por erime de eslupro, a prala An-
n.aemeiada Arinnn.tiao, lem deciaracit do
mom 9, Benedicto Alves d< a Santos, por farlo, Jos
Soasa os dos S; intos, por d esordem ; or-
dem do-subdelegado da fr. ,guezi. de Santo Antonio,
.encano J. Vahylhe, por\"embriaguez, o pardo
[rerrer
. Wr vadio, Joan Jos
rilo, e JoSo'Duarte^de Olivera, par
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
lliesouraria prov iiicial, cm virlude da resolurao da
junto da tazenda, mauda fazer publico, que em cum-
plimento da lei se ha de arrematar por arrenda-
mento, peanle a mesma junta, nos dias II, 15 e 16
lo crrante, a quem mais der, o sitio do jardim bo-
laniro da cidade de Olinda, avahado animalmente
em 1518000 rs.
O arrendamenlo ser fcilo por lempo de 27 me-
zes, a contar do primeiro de abril do corrente anuo,
ao lim de juiibo de 1856.
- As pessoas que se propozerem a esta arremala-
rao compareram na sala das sessocs da mesma jun-
to nos ilias cima indicados pelo meio dia, coiupe-
lentcmenlc habilitadas. jh -
E para constar se nianjlorj oflivar o prsenle e
publicar pelo Diario. .,
Secretaria da Ihesoiiraiia provincial ile. Pernam-
buco 2 de marco le 1854. O gecrctariug Antonio
Ferreira ,/r rfmumetitfn.
0 Illm. Sr. iuspecliir da lliesouraria provincial,
em cumprimenlo da resolurao da junta da fazenda,
manda fazer publico, que no na -i de marco pr-
ximo vindouro, pera ni o a jupia da fazenda da mes-
ma lliesouraria, vai novaineule a praca, para ser
arrematada a quem por menos lizer a obra dos
roiirerlos da radeadu villa do Cabo,' avahada em
8259000-rs.
.A arremalarao ser fela na forma'dos arligos
24 e 27 da lei*provincial n. 286 de 17 de maio de
1851'e sol as clausulas especiaos aballo copiada.
As pessoas que se propozerem a esla anemalacao
compareram na sala das stssf.es du mesma junta no
dia cima declarado, pelo meio. da, compelenjti-
menle habilitadas. ~ *":..**\
E para constar s mandou affixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 21 de fevereiro de 1854.O secretorio, An-
tonio Ferreira d'.InnunciacSo.
Clausulas especiaes para, a arremataran.
1 Os ronrcrlos da cadeia da villa do Cabo far-se-
hao de couforinidade -com o orcanieoto approvado
puto directora cm conselho, e apresentado i ap|iro-
vacao do EVfli.. presidente da provincia na impor-
;aiicia,de833tJ0pO.rs.
2." O arrematonle dar principio a obra no prazo
ile quinze- dias, e devota conclui-ta no de tres me-
zes, ambos contados de couformidade com o arl. 36
da le u. -286. !
3. O arrcnvilunlc seguir na execucao ludo o que
ihe ter prescri|to pelo engenheiro respcciivo nao s
iiprcscutodos a approvacao dli Exi'n. Sr. presidente
da provincia na importancia de 50:6008000 rs.
2." < > arrematante dar principio as obras no pra-
zo de tres mezes e as concluir no de lrcs anuos,
ambos contados pela forma do arl. 31 da lei n. 286.
3." Durante a cx'ecurao dos liabalbos o arrema-
tante ser' obriuado a proporcionar -tranzilo as ca-
noas e burearas, ou pelo canal uovo ou pelo lelo
actual do rio.
4.a O arremalaulc seguir na exerurao das obras
a ordem do Irabalho que Ihe for delermiuado pelo
enaeiiheiro.
5." O arrematante sera nhriaado a aprescu^ar no
lim do primeiro auno, ao menos, a quarla parle das
obras prompla, e oulro tatito no.lim do segundo au-
no e faltando a qualquer dessas condiees pagara
uma multa de t_:0008000.-=-Couformc.O secretario,
Antonio Ferreira Ja .tiinitnciacao.
O Illm. Sr. contador servando do inspector da
(besoiiroria provincial, cm comprimeulo da ordem
dnExm. Sr. prcsidcnlc da provincia, manda fazer
publico, que no dia 6 de abril prximo vindouro,
peraute junto da fazenda da mesma lliesouraria,
vai nnvanieiile a praca, para ser arrematada a quem
por menos lizer, a obra do -atilde da povoarao do
Bezcrros, avahada em 3:8448500 rs.
A arremalarao ser feila na forma dos arls. 24 c
27 da lei provincial n. 28 de 17 de maio de 1851. e
sol as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalarao
rompari-ram na sala das sesscs da mesma junto no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario..
Secretaria da lliesouraria provincia} de Pernam-
buco 4- de marro.de 1854.O secretorio, Antonio
Ferreira da Annunciacao.
Clausulas, especiaes para a arremutaciio.
I.a As obrasglcic acude scrao teilas de' confor-
midade rom a planta c orramculo approvados pela
directora em conselho, e apresontados a approvacao
do Exm.'Sr. presidente da provincia importando cm
3:8445500 rs. ,
2.n O arrematante dar romero as obras no pra-
so de 30 dias.e terminar no de seis mezes, conla-"
dos segundo o artigo 31 da lei n. 286.
3." O pagamento da. importancia da arremalarao
ser dividido em tres parles, sendo una do valoi-'de
dous quintos quando nouvor feito mclade da obra,
outra igual n .primeira quando entregar provisoria-
ineiile, e a lerreinTde um quu|p depois-de un auno
na occasiao da entrega definitiva.
4. Para ludo o mais que nao esliver csperifirado-
nas prsenles rlausulas secuir-sc-ha o que determi-
na a lei n. 286.Conforme.O secretario, Antonio
Ferreira da Annunciarao.
O Dr. Custodio Manoel da Silea Guimaraes, juiz
de direilo da primeira cara do cicel nesla cidade
do Recife de Pernambuco,por s. M. I. e Con*-
tilucional o Sr.D. Pedro II, que Dos guarde,
etc.
Facosaber.aosqueo presentecdital virem. e delle
noticia liverem, que no dia 27 de marco-prximo
seguinle se bao de arrematar por venda,a quem mais
dr, em praca publica desle juizo, que lera lugar na
casa das audiencias, depois de meio dia, com assis-
leneia fio Dr. promotor publico deste tormo, as pro-
priedad.'S denominadas Pilanga e Tabalinga, silas
da freguezia da villa de Iguarass, perlencenles ao
patrimonio das recolhidas do convenio do Sanli-sinm
Coraco de Jesutdaquella villa,' cuja arrcmalacofo-
requerda pelas mesmas recolhidas em virlude'da li-
ceitca quo obliveram rio S. M. "I. por aviso da 10 de
novembro de 1833,do Exm. ministro da juslica; para
o producto da arremalarao ser depositado na Ihrsou-
raria desla provincia al ser convertido em apolices
da divida publica. A propriedade Pitangaem atlen-
cjlo as deslruirocs que lem sollrido suas malas, c a
qualiriade da maior parto das Ierras, avahadas por
10:0008000 de rs.; e a propriedade Tabalinga por
serem uma estrada que offerecemuila vanlagem.com
um riacho permanente, e uma casa de laipa cobcrla
de lelbas, anda nova, avahada por ):p008000 ; sen-
do a siza paga a cusa do arrematonle.
E para qnecbegue noticia de todos, manriei pas-
sar edilaes que sern publicados por 30 dias no jornal
de maior circulacao, e allixados nos lugares pbli-
cos.
. Dado e passado nesla cidade do Recife de Pernam-
buco, aos 13 de.fevereiro d 1854.Eu Manoel Joa-
quim Baplista, escrivao interino o subscrevi.
Custodio Manuel da Silca Guimaraes.
O Dr. Alexndre Bernardino dos Reis c Silva, juz
de direilo da segunda vara criminal da comarcado
Recife, e presidente da primeira sessao ordinaria
do jury no corrente anuo, por S.M. o Imperador
qne Dos guarde, ele.
Faco saber em virlude do artigo 286 do cdigo do
processo. que lendo sido convocada para o dia 13 de
fevereiro do crrete auno, a primeira sessao judicia-
riado jury desle termo, inslallou-se no da 15 do di-
to mez, lendo sido jolgados nella dez processos con-
tando 11 reos presos, a que foram assiduosos Srs. ju-
rados seauinles :
Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Manoel Gonralves Pereira.
.Manuel Joaquim Carneiro Leal.
Manuel Joaquim Ferreira Esleves.
Manuel l.uiz Guncalves Jnior.
.Manoel Figueira'de Faria.
Pedro de Carvalho Soares Brandan.
Dr. Jaaquim Francisco de Miranda.
Manoel Camello Pessoa.
Manoel Joaquim Ramos c Silva.
J tirados supplenles :
l.mtaero Teixeira Lopes.
Maximiano Francisco Duarle Rigneira.
Manoel Eugenio da Silva.
Jos Francisco de Souza Lima.
Jos Caclaun de Medeiros.
Frajrcisco de Paula Lopes Res.
Jos Nicacjo da Silva.
Joo da Silva Loureirn.
Francisco Sergio de Mallos.
Manoel Pereira Caldas.
Manoel Piulo dos Santas.
Jos lnnocencio Pereira da Costa.
Jos Domingoes Cariecejra.
Joao Gregorio dos Sanios.
Dr. Francisco Bernardo de Carvalho.
Dr. Manoel Jos Domingoes Cadeceira. -
Capilao Manoel Fernandes da (>u|.
Nicolao Tolenlino'de Carvalho.
Joaquim Teixeira Peixolo.
Miguel" Carneiro.
Manoel Goncalves Ferreira e Silva.
Luiz Gonralves Agr.
Dr. Luiz Lopes Castalio Branco
- Que foram menos (asiduos poa motivos jnslincado
os Srs. jurados afleetivos:
Luiz (le Pitillo Borges,
Liverpool.
I.isba. ii 29
Madeira. a 1
Pernambuco. 12
Babia deve chegar. 14
j n parlir. 16
= 15 R. de Jan. rhegar. 20
=--/ "' partir. 24
2 s -f.jjj MoiiIevido. clicaac 29
"-" IB.-Ayres. }
Partida para Liverpool.
De cada mes.
19
15
20
29
2
6
- 13
Madeira. a 19
Lisboa. chegar. 21
n parlir. 22
Liverpool. a rhegar. 27
. \. II. A Lusilania. que devia parlir de Liver-
pool no da 24 de fevereiro nao locar na Madeira
c S. Vicente, e roaressar do Rio de Janeiro o mais
lardar no dia 24 de marco, demorando-se na Ra-
bia somante 12 horas lano na da como na volla.
na sua loma \ iaaem para Liverpool tocar em S.
Vicente e Madeira, devendo chegar naquellc o mais
lardar no dia 6, c ncsle no dia 12, em Lisboa 15, e
Liverpool em 20 de abril.
A ramifledeto oa \\a\a ,i0 Rio da Prala ser fei-
la pelo vapor La Plato, que deve parlir de Liver-
pool no da 10 de marco, i-heaar no Rio de auoiro
no dia S de abril, demorando-se all simiente dous
dias para receiier carvao, devendo chegar cm Mon-
tevideo no dia 12, e Pin Buenbs-Ayrcs no da 14,-
rearessando para o Rio de Janeiro ni lempo para
conduzir os passageiros da Hrasileira no da 24 do
mesmo.
Pela subdelegada da fregaezia de Sanio Anto-
nio desla cidade foi apprcheiidida a um prelo, por se
dcscouliar haver sido tortada, uma cadeia de ouro
para rclogio.seu dono compareca na mesma subdele-
gacia.
Pela snbdelcgacia de Santo Antonio desla cida-
de foram apprehcndidos. como suspeilos de haverem
sido furlados, um cavallo caslanHo rabao, nm poldro
alasao, oulro dilocaslanho, e dous quaruios lambem
caslanhos : seus dimos compareram perante aquella
subdelegacia para justiearem seu dominio.
Pela subdelegacia da freguezia da Boa Vista,
termo do Recife, se fa2 publico que foi encontrado
nas ras desla freguezia um quarlo caslanbo com
cangalha: quem se julgar com direilo ao mesmo,
compareca nesla subdelegacia, onde lera de dar os sir
gnaes certas. Subdelegacia da freguezia'da Boa-Vis-
la 5 de marco de 1854.
Pela subdelegada de'polica do S. Jos do Re-
cife se annunca a apprehensaode 11 covados de
chita france/.a, que um prelo escravo andava venden-
do por 640 rs., e' bem assim um par de estribos de
lal,"io, que foram achados na Oseada de om sobrado
ne aterro dos Afogados : quem direilo tiver a laes
objeclos compareca nesla subdelegacia para Ibes serem
entregues.
Companhia hrasileira de paquetes de ,
vapor.
As passagens dos escravos que embarcaren) nos va-
pores da companhia hrasileira, (iran sendo d'oraem
dianle para o Rio de Janeiro, a 2-.?000 rs. ; para a
Babia a 10000 rs. ; e para Macei a"49000 rs. ; as-
sim como se dar passagem a torios s escravos que
terem manidos de passaporle legal da auloridade
competente. Os passacciros para o Rio rie Janeiro
em qualquer estaejio do anuo ho de 1205000 rs. na
cmara, e 22J000 rs. no convez.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O conselho de direccao convida aos se-
nliores accionistas do banco de Pernam-
buco a realisarem de l a ol de marceo do
corrente anno, mais 20 por 100 sobre o
numero de acroes com que tem de /car,
para levara elieito ocomplemeuto aoca-
pittl do banco de dous mil con tos de reis,
conforme a resolurao tomada pela assem-
bla gerl de 2(j de setembro ultimo.
Banco de Pernambuco 11 de fevereiro de
185i.O secretario do coni>elliode direc-
e5o.Joao Ignacio de Medeiros Reg.
Em couformidade do artigo 4." dos estatuios da
companhia Pernambucana, o conselho da direccao
convida aos senliores accionistas a realisarem com ur-
sencia a primeira prcslac.lo de suas assgnaluras, que
foi marcada em 25 por cento (o mais lardar al o dia
15 rio corrente) afim de se poder encommeudar o pri-
meiro vapor. A pessoa encarregada de receber laes
prestares he o Sr. P, Coulou, ra da Cruzn. 26.
Antonio Marques de- Amorim,
Secretario da direccao.
Conselho administrativo.
O conselho administralivo em virtmtc da autorisa-
rao do Exm. Sr. presidente 'da provincia, lem de
comprar os objeclos segrales :
Para a botica do hospital rcgimental.
Reziua de ansien, libras8, espirito devinto), caittas
5, azeile doce, garrafas 24, alambique de zinco (se-
gundo souberan) 1, balanra do pedestal rom pesos 1,
madapolo fino para emplasta adh., peras 4. bacas de
pfde pedra para ungento 4, alguidares de barro
virirado 4, machinas para estender emplasto 1, tesou
ra grande para corlar raizes I, ditas pequeas para
papel 2, alcalrao, arroba 1.
Para o arsenal de guerra.
Algoriozinho varas 243, bollanda de fnrro.covarios
550, casemira verde, covados 60, ejemplares de li-
nbas curvas e rectas 20, caia com vidros l, sola gar-
roteada, meos .V), mantas lie 1.1a on cobertores de
papa 200, panno morluario I, travs ds conslmcrao
de :M)a STpalmos de comprido 6. chinelas rasas 200,
hsihimcs de mcia oilava de polleaada (i, areiros 11.
lences de cobre de 6 a 7 pollegadas 8, conos "de vi-
dro 24, pares de sapalos 1,26:1, linleiios 16.
Para as olficinas da quinta classe.
Sola rortida, mcios 100.
Para os recrulas em deposito no segundo balalhao
de infatuara.
BonelesO, grvalas 50, brim brinco liso para fr-
delas calcas, varas 375, ntaodflozinbopara Camisas,
varas 250, sapalos', pares 50, bollanda de forro, cova-
dos 25, mantas de laa 50, esleirs 50, holoes braucos
de osso, grosas 15, ditos prelos .lilas 10.
Para a companhia de rarallaria.
, Coturnos, parta'iO, sapalos. pares 16, penachos li.
Para o guara liaia/liSu de artilharia.
Brim hranru liso para calcas, varas !I25, alaod.io-
zinho para camisas, varas 025, bollanda para forro,
covados 185, esleirs 370, bolees brincos de osso,
grosas 30, ditos prelos, ditas 36, pares de sapalos 370,
bravatas de couro de lustre 40, mantas de la 40.
Para o hospital regimenlal
Brim de linho Tino para camisolas, varas 881, chita
para cuberas, covados 117, bacas de rame sortidas
20, hules de hinca 12, pralos de dila 60, chicaras e
pires de dila, casaes 36, colheres de metal fino 60,
assucareiros de loura 12, bacas de louca 13.
Para a fortaleza de Ilamarac.
Bandeira imperial de 6 pannos de filele 1.
Para a colonia militar de Pimenteiras
Aro de milito, meia arroba, ferro sueco em barras
qundradas com 2 pollegadas, arrobas 5, dito em Hilas
com 1 pollegada 2, dito redondo com 1 pollegada de
grossnra, arroba 1 1)2. dito em barras chatas com I i
de groasura e 2 1|2 pollegadas de largura 4, dito em
.lilasrom 3 oilavas de grossura, krrubas 5, coknpassos
de 12 pollegadas 2, folha de seera de mfio coir. 4 ps
de comprimenlo 1, ferros dobradbs para galopas com
2 1|2 pollegadas de largura 4, ferros para plaiamsiu-
gelas coro 2 pollegadas de largura *, ditos desbasta-
dores com 1 pollegada e 3 quartss ditas 3, formoei de
ac sonidos 12, grasas com 12 polleiiadas de compri-
menlo 2, goivas estrellas de ac 4, ditas de meia lar-
gura 4, dlas largas4, limas triangulares de 6 polle-
gadas 6, marreas de ferro para quebrar pedras com
12 libras rada uma 12, parafusos de madeira 2, pre-
gos de assoalho 1,000, ditas balis gr.. : v ditos
pequeos 500, Jilos de rame cora 2 ponefdM de
comprimenlo, libras 2, ditos de dito com 1 1]2 polle-
adas de dita, libra2. ditos de dito com 1 pollegada,
Iibras2,vmufna*adgfto24: quem quizer vender
sm cj
chad na secretaria do co iso[*
10 do corren le mez. Secretal
Iralivo para forneciment
marro de 183*.Josdcff,
iWenle.Benvtrdo Pereira d\
gal secretario.
I)e ordem do Ezm. Sr.
Iruccao publica, I
E*c. o: i
quales
dos da
1854.(
C:
Pela subdele
faz publico, que se acha depositado um cava!
qual foi remetlidoa noile dodia 4 do rorrete, a esla I
subdelegacia, pelo Sr. lente Manoel Zeferioo de
Castro Pimentel, poc ler adiado dentro He sua pro-'
priedade sem conductor, pel que quem se juta.ir
com direilo, compieca para Ihe ser entregue, riepois
de prcenchidas as formali.ladea da lei.
Subdelegacia da freguezia dps Afosados, 6 de mar-1
co de 1854. Pereira Lima.
Companhia brasilcirn de paquetes u
vapos.
O vapor Imperador,
commandante o capi-
lao lenle Mancebo,^
deve chegar dos porlos
rio norte a 13 de cor-
rele, e seguir para Macei, Baha* e Bio de Janei-
ro no dia seguinle ao da.entrada : Irala-se na agen-
cia, rna Pela subdelcsaca da freguezia de Santo Anto-
nio desla cidade foi appreben.lida uma cadeia de ou-
ro para relogio, por se desconfiar haver sido tortada:
seu dono compareca perante a mesma subdele-
gacia.
Sanio Antonio 6 d marco de 1854.
Antonio Jos da Costa Ribeiro.
THEATRO DE APOLLO
SARBAO II DE MARCO DE lS.Vt.
BENEFICIO DA. A*CTBIZ
Manoella Caelana Lucci.
Terminada a execucao de uma exceileiile ouverlO-
ra, subir scena pela primeira vez ueste Ihealro o
encllenle drama em 3 actos, composico.do Sr. Gar-
rel,
LOTERt/
Hojc
concisl
ment
SiW
aores.
Sr. Bezcrra.
1). Joanna.
A Beneficiada.
Sr. Merides.
n C.oimbra.
n Cosa.
8 Santa Rosa.
Pereira.
Kozendo.
i. Ti. N.
t. N.
FRE luiz de
Personagens.
Manoel (l'r. l.uiz) de Souza. .
I). Magdalena de Vlbena .
D. Mara de Noronha. ...
Fr. Jorge Conlinbo ... .
O Komeiro '.......
TelmoPaes....... .
Prior de Henifica .
O irmSo converso......
Miranda. ........
O arcebispo de Lisboa ....
Uorolha........
Findo o drama o Sr.ltibero, por Obsequio a bene-
ficiada, cantar com a mesma, em portuguez, um
lindo duelo da opera
COLITItf ELLA.
Segoir-se-ha-o vaodevilta em 1 acta, '
./fetore.".
Sr. Bezerra.
)> Cosa.
Monlero.
ii Santa Rota.
1). Amalia.
A beneficiada.
10
20
77:
OL
A VOLTV { SliISSA.
Peysonagem.
Seneville. :..... .
Franl/..........
Kully.........
Ilenrique, criado de Seneville.
Wcrner........
Ketly. .... .
Terminar o espectculo com a opera cmica em I
acto,
O BEIJO.
Os princjpaes pipis scrao descinpeuhados pelos
Srs. Costa, Monlero, Ribeiro ea beneficiada.
Com este espectculo espera a beneficiada merecer
do publico' a costumada prnteec,ao.
Os bheles aclism-se das 10 horas da nianbaa as^ 2
da tarde, no Ihealro de Santa Isabel, era mo do Sr.
Wanderlej caiseiro do mesmo Ihealro.

,")0
100
1800
di-
de
-2000 premie
Ach^^H
loteriii

AVISOS MARTIMOS.
Para a Bahia segu com presteza o
veleiro hiato nacional Fortuna, capitao
Jos Severo MoreiraRios para o resto da
carga ou passageiros, trata-se com os con-
signatarios A. de Almeida Gomes & Gom-
panhia, na ra da Cadeia do Recife n. 47,
primeiro andar.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu com toda a brevidadeomuito
veleiro brigue brasileiro Dous Amigos,
por terquasi todo o carregamentopromp-
to, quem no mesmo quizer carregar o
resto, ir de passagem ou embarcar escra-
vos a frete: entenda-se com o capitaoJo-
sEzequiel Gomes da Silva, naPrara, ou
com'o consignatario Manoel Alves Guerra
Jnior, na ruado Trapiche n. I i.
Para o Rio de Janeiro segu no fm
da presente semana o bem conhecido pa-
tacho Vatente por estar <|uasi carrega-
do ; para o resto da carga, passageiros e
escravos a fete, para oquetemexcellen-
tes cotnmodo's, trata-se com o capitao
Francisco Nicolau de Araujo,- na pisca,
ou com os consignatarios Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche n, 34,
PARA LISBOA E PORTO
segu com toda a brevidade a barca Nota Senho-
ra do Bom .S'-ucceiso, por ler parle de seu carrega-
menlo : .quem na mesma quizer carregar, ou ic de
passagem, para oque lem eiccllentescomraodos, di-
rija-sc a Francisco- Alves da Cunba & Compaohia,
na na do Vigario n. 11, primeiro andar, ou-ao capi-
lao na praca.
PARA' CEARA", GRANJA' E ACA-
RACL
sai no dia 11, a escuna San-Jos,
por ter parte du carga prompta : para o
resto da carga, trata-se na ra da Cruz
do Recife, n. 55, em casa de Sa' Arau-.
JO-
PARA O BIO DE JANEIRO.
O brigue nacional Blcira segu em poucos dias ;
anda recebe alguma corga miuda, passageiros e es-
cravos a frele : lrala-e com Machado & Pinheiro,
consignatarios do mesmo, na ra do Vigario n. 19,
segundo andar.
Ceara', Maranhao e Para".
Sesfle em poneos dias por ter a maior parle da car-
ga encajada, o brigue. escuna nacional Graciosa, ca
pilio Jos Manoel Barbosa ; o restante e passageiros,
para os quaes oflerece oplmos commodos, Irata-se
com o consignatario J. J. da Fonseca Jnior, na ra
do Vigario n. 4, primeiro andar, ou com o capilao
na praca.
A barca nacional Firmeza deve
chegar hoje ou ananhaa do Ass, e depois
de uma demora de poucas horas seguir'
part o Rio de J.metro : recebe passagei-
ros e escravos a fi-ete: a tratar com Manoel
da Silva Santos na ra da Cadeia do
Recife n. 40.
l'arav Aracaly segu com loria a brevidade o
hiato uDiivdoso ; "para o resto .la carga e paeagei-
ro?, Irata-se na ruad a Croz n. 15, segundo andar.
"leilo'esT--
C.-J. Astley & Companhia Jai-So
li-ilo por interv'eiieSo do agente Oliveira,
do mais aproitritido ortiinenlu de lazeu-
das ptlfa este mercado: sexta-eiru 10 do
corrente, a'S 10 h.oras da nanlia em pon-
to, no seu arniazem, ra do Trapiche
Novo.
Sesla-feira 10 i lo corrente, as 11 horas da ma-
iihaa, o agento Antu es far leilao em seu arm
ra da Cruz n. 95, d o seguinle Mesa-
consolos, cadeiras ns uaes, ditas de bal;
marque/as, commoda s, loiiradores, banq
jogo, lnvatortos, cabii ks, lanrernas, c
meio de sala, candela bros, op.arclli
(laraclu, quadros..
da Haba, clices p
a vinho, cor
i de diereu
.a, uma purcu > d sabonele finos
gesqi.
leilao
zendas de diversa.-
14 do corren
3 u erque
ependei
a far
No dia
ma|
porl
Ira Francisco
As
vapores|d
dianle para
iiia 1O0OOOrt,:
mo se da
munidos
qiia
^^
3 AIuS
(iuia :
n.21, segunda
Quem
e meio por
predios, al
OSr.
nas Cinco l1
sidencia, qo|
uleresse,
rarapeB n.
Dmioi
o Itinrie
-Qu
seja engmm]
nuncie ou
orada, enja
Praia. .
Arrenda4
de Una, moenl
o vindouro aol
lame,-e serraj
debois,e26i
seu propriell
do Hospicio n.
9 O Dr
\ aqui
profiss.
eflecli>
a preslar-se ao
lo esleja a seu
peila as
de par:
lidade
das \
Uesappait
rente m
alto, pe
chalo e
levou <
bem i
Barros I
r gralii
-rio por e
Al
|uatra q
nucirs. Deas i
fjueires.
aguada oeber.
ra,
ra
AVISOS DIVOBH
- A1*i
Yigarro n."
i o lercei ro andar
a Iratar ova de n. 7
da ti da ra do
. sem vicios nem
gando andar.
Aluga-se nm bom e gra
Cordeiro, em Sanl'Anua.
tencenle ao casal do finado cotmiftdador Aatonio
Silva ; a tratar na ra do Vigario, casa o. 7.


-------------
O lento di
DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 10 OE MARCO DE 1854.
' >~.9>A
atttglB* t&
* de l'.
anno do curso ju-
-ninla-
rrente
iiuniiB
rapia
^^^^^rraria
MH
O mnibus l'ernambucana principia as
snas viagens para Olinda, iw dia 15 un
correnle ; parJir%do Recite as horas da
inaiiliA, o regressa de Olinda aomcio
tent
ossas, por
que em ou-
mto em por
i, alliancando-
lores um s preco
te eslabelecimento
xanbinaco com a
te das casas commerciaes
^Hezus. francez.as, alletnaas e suis-
|-~sas, para vender fazends mais em
i o que se tem vendido, epor
Iferecendo elle maiores van-
em dos
izendas jj
ra do
de
dos Sanios & Rolim.
obra
sabi!;
muilo se es per
am eDcomroen
KM
tusa de pouca fami-
rlas a dentro: na
slre-va a Portugal,
da casa a Juaqnim
ad
aloca o bem rn-
fiel, coziuhaODi-
sisnado, no dia 7 do
l'anln, de idade 18
do Sirid d'ondo
qu.il escravo
Mello, e esle'eom-
laes seguinles :
annelados e
u> de barba, olbos
n :camisa de
eawmira de algodao
ra do Livra-

o de Mell.
II
JL 28.
k>r. homopalh-
la por (
JRIS. ;
licameiilos. i
.J3000 ,
iras' e caitas
ros commo- (
500 *
15000 .
na Collegio do
ira taberna : i
krellu da ra do Quei-
da Rocha, eiw-
par n Sr. vi-
a a "esla lypo-
kaaaaaaiHUo nue o
o andar n. 19.
i de Mello,
tem urna carta na
pendencia.
i seo unves
i(e ao paleo da ma-
em geral um'
uro de mui-
uttriio a quem
por qualquer
om reepoiir
do ouro de 14
i por- qualquer
^Hlho mu- f)
Francisco $
leiros, ou a
um retogio de
orrente de ou-
^MS, U7-i, deoap-
p^Malbias de.Awedo
ya n. I. ou na sua reji-
lo andar da casan. 3,
2 de marro; assirn
na segundos do
> lado inferior, e
ir o dito relo-
tarnambucano, con-
gele faondas fran-
fras do lempo, como
^^Blhos de bicos di-
te relroz bordados
^^H" de seda ditos,
le bico ditas, carni-
^^Hb> blond, de se-
as, dores linas
de mullo boro gos-
pannn muilo
de pello de seda,
, e oulros muiros ob-
apreciatlos.
casa de lgum bo-
.47.
* para fi'ira dolm-
, aonde pode
ocio.
za GuimarHet.
enlista.
r hora em sua tasa
^^Hp1 andar.
[te, que lie a ultima
da audiencia doSr.
la da casa
idas Cruzes desta ci-
|ioranno.
S' de alfaiate : na
ro andar.
issado desan-
ima preta de
r 35 anuos,
, pslargos e
u veslirjo de
cr pessoa
licia ou a pe-
senbor, no
lo Pires, que
ibero se pro-
erque o nao
I Am'rii.
l,,c.,.>i. ~ ...~w .... uiiiiii., tu IIK'IO
[tira 23 rs. mciuacs paga adian-
ado, bem tm as viagens avulsas a 1JJ00 rs.
, Saliwtwn le Aquino 1 erreira alogo om sitio,
i Se "o ",-
doili Nova, o do Manguiilio, Ca-
i bstanle plantado
inouquo a lenlia
>orcoes,de 1008 at 300
, segundo andar, das 9
lo-se e mettidoo
^ten eslreita do
Madeira, e
esceu
i o cavaiio e ., 0s estribos, pelo'
que pede a polica, e a quem tor oBrtcidos os mesmos
estribos, a captura da pessoa que o tiver, e querenrio
levar casa do mesmo Dr. ser recompensado.
FYancico Mauoel Coelho. -
A 11 do corronte irao i praca por execncao,
ente ojoiz da segunda vara eivel, escrWSo^Gunha, e
depois da respect(va:j>diencia, Jo.lo, negro vellio,
Rita, negra de meia idade, c Jos, moleque de 10 an-
nos.
Na madrugada de 7 do correnle mez de rearen
furlaram na estrada de Bclem, sitio em que mora
Manuel Jos de Azevedo Ainorim, doasquartos cas-
trado^ um ruc,o cardSo grande, cauda ripada com o
ferro cruz brindo no p-para os lados a especie de
meia la, na perna direita ; o outro tanioem ruco, de
meio, cambiin das pernas, urna risca branca que pe-
ga da testa c vai alargando at o'beico. com varias
manchas sem cabello lio lugar da caugallia : roga-se
as autoridades de polica que leudo noticia delles os
maiidein appieliender e levar no Kecife, ra larga do
Rosario ik lili, botica de Bartlioloincu Francisco de
oaza, ou no mesmo silio em que foram Turtadus,
que ser salisfeila qualquer despeza.
' Ocscja-se fallar ao Sr. Jo francisco 'Bclm :
Ha ra Nova n. 50.
Aluga-se urna casa terrea muilo fresra, na ra
do Brum, a primeira do lado esqiicrdo, diante do
chafari7, a qual /?sl pintada de novo, elemossc-
guintes coininoilos eiccllcntes para familia: duas
salas, seisquarlos, casa iudeper.deote para escratos,
-tem no centro una arca, cacimba equinlal, no fun-
do com sabida para a maro pequena: na inesma ca-
sa encontraran os preleudeutes com quem tratar.
Precisa-so de om preta idosa, forra ou captiva,
para o servido de coziulia c compras de urna casa de
pouca familia : 'da paleo do Pilar n. 13.
Furlaram uo dia 6 do crrenle, na Tua Impe-
rial n. 79, da rasa do inajor Portella, de cima de um
cousolo, um par de caslicacs de prata com tulipas, e
urna lesoura de corlar pavio de vela, com sua liaudc-
ja lamber it? piala, e ludo com a firma J. S. 1'.;
adverte-se que o ladraocom a pressadeixou na escada
um par de estribos de falo que trazia coinsigo: ser
bem recompensada a pessoa que entregar este roubo
ou denunciar quem o tem.
A quemllie fallar um par de estribos de latao
queira amiunriar para Iheser entregue.
Quem quizer comprar um bom cavalto, dirja-
se a ruado Crespo, esquina que volta para a cadeia."
. Aluga-se um silio com soflrivel casa, ni estrada
de Joao de Barros, confronte a casa do Sr. inspector:
a tratar no sitio ao p do que faz quina no becco
Oiho do Boi.
g RETRATOS PELO ELECTROTYPO
Aterro da Boa-Vista n. 4, ter-
9 ceiro andar.
. A. I.clarn, leudo de so retirar no dia 16 do
@ correnle para as partes dosol,avisa arespeila-
vel publico, que quizer utilisar-sc de scu pres- _
} timo, de approveilar os poneos das que lem fe'
de tcsidir aqui; o eslabelecimento esta aber- "
^j lo das 9 horas da manhaa at as 4 da tarde.'
Precisa-sc de um rapaz de 12 a 14 anuos, com
aluunia pralii-a de. negocio, dando pessoa que abone
sua conducta : dirjale ao deposito confronte o Ro-
sario, casa n- i-
'Anda nao esln vendida a escrava de 23 anuos,
boa cngomnladeira e encllenle cozinheira, j etpe-
rimenlada as suas habilidades, e milito diligcnle
para o servido de pe-soa de coinmcrcio que leo lia cai-
xeiros : os prelendcntes acharan nao ser bonita de
cara, o alauns delles nao ehegarao no preco ;'quem
a pretender, falle com o Sr. inajor termino, luja n.
11 ..no Passeio Publico.
Roga-se ao Sr. F. A. V. S. que vqnba salisfazer
a qtinulia que nao ignora, na ra da Cruz n. 21, no
prazo de tres dias, do conlrario ver o sen nome por
extenso nesle Diario, al o real embolso.
Miguel Fernande* Pinto. .
Quem liver dividas as villas de Souza, Calle;
Pianc e Pombal, na provincia da Parahiba, e as qui-
zer mandar cobrar, annuncic.
Antonio Jos de Ohveira c Miranda, que fo'
escrivao ajudanle do rartorjoda fazenda, se ada prn-
visionado para snlici'lar causas nos auditorios desta
cidade ; e por isso qoalquer pessoa qoe do seu pres-
Jiriio precisar, dirija-se rUa da Santa Cruz, no
bairro da Boa-Vista n. 46.
Manoel Gomes Leal & Companhia.
O Sr. Filippc Nery dos Sanias, lem cartas do
Rio tirande do Sul. no escriptorio de Eduardo F'er-
reira Bailar, ra da Cruz n. 28.
0 abaixo assignado, administrador da irfassa fal-
lida de Leopoldo Jos da Cosa Araujo, convida aos
I senhores credores para comparecerero no seu escrip-
Norio, primeiro andar da casa n. 4 da ra do Vigario,
afim de rerokeremo dividendofeilo.quefoiapprovado
e oblevc autorisarso do juizo para pagar, appresen-
lando para esse elTeito os ttulos originis de scus
crditos, ou o instrumentS que |houver reconliecido
sua validade ae conformidade ao que dispOe o ar-
tigo 179 do regulamenlo n. 738, de 25 de novembro
de 1850. Jos Baptisla da Fonsca Jnior.
, Thomaz de Aquino Carvallio est outorisado
para vender o jogo da bolla e mais pertenecs do li-
le! em Cachang : as pessoas qoe se propozerem a
fazer este negocio-, dirijam-sc ao aterro da Boa-Vista,
n serrara n.21.
Prccisa-se de urna ama para o servico interno e
externo de una casa de pequena familia: a tralar na
camboa do Carmo n. 38, primeiro andar.
Roga-seencarecidamente aosseulio-
resquetem contas com os abaivo assifj-
nados, na.rtia do Crespo ti. 9, de salda-
rem seus dbitos para assim nao ser ne-
cessario -ecorrer aos meios jndiciaes.
N ra do Crespo n. 1(, vende-se
urna mulata acabocolada, com idade de
' timos, a qualco/.iiiha,_en;jomma cla-
va de sabaO e barrella, e com urna cria de
18 nie7.es.
S
io aervi^o de
i do Jlospicio
na fi eguezia
recer uo ater-
ir, que
riscada,
aaaaaaaaonral-
to Fer-
is espa-
leas do
COMPRAS.
Compram-se alguns adornos para uso de meni-
no, como sejam: moeda de ouro,vernicas de S. Jos,
e flauinha, assim como um par de clcheles : na ruii,'
das Flores n. 23. \
Compram-se ossos peso : no ar-
mazem da illuminacao, no caes do Ra-
mos, Iravessa do Carioca.
Compram-se escravos de idade 12 a 30 annos,
assim como receben! de connnissao : na ra Uireila
n. 3.
Compram-se acedos do Banco de Pr-rnambuco
fallar como corrector geral M. Carneiro. .
Compra-se um diccionario de Constancio :
ra d'Assumpcao n, 36, segundo andar.
i: a
na
VENDAS
a Por toga
dher preta ou
mitidezas n
te trata,
cums-
sua conducta, diri-
f. Francisco, sobrado n. H.
pessoa de toda a conanija, com
[lita pratica de guarda-livfos,
retallio, seot-
obralas ou simples,
\i};!da peb co-
l Brasil ; quem preci-
ua do Queimudo, loj de
. 2'i, tpie se dita' com quem
Devoto Chtisto.
Sahio a luz a 2. edicao do livrinho denominado
Devoto ChrisUto,mais correcto eacresceutado: vende-
se nicamente na livraria n. 6e 8 da prara aa In-
dependencia a 640 rs. cada exemplar.
Novo telegrapho.
Vende-se o rotelro do novo telegrapho que princi-
pioua ter andamento iodia 29 do correnle, a 240 rs.
cada um : na livraria n. 6 e 8 da prara da Indepen-
dencia. ,
Na ra Nova n. 10, loja de Manoe Joao
. Francisco Duartc, successor de Mada-
sau A: Poirson,
cncontr-se sempreum lindo sortimenlo de boas la-
zendas de moda o de lindos gustos, assim como as se
cumies, receutcinente chegadas : grs de Npolc
ipreto de varias qualidades, mantas de fij de seda
bordadas, de relroz prelas, sarja liespanliola muilo
boa, meiasdeseda prelas milito linas e varias mitras
qualidades, (lilas de barra de seda, luvas pretas asse-
liuadas para seuliorase bomeiis.ilias para meninas,
prelas e decores, lencos de relroz ditos lito*, romp-
as de retro/, de cores, mantelleles pretos, ricos e de
cores, chapeos de sol de seda, ricos, para senhora,
os para liomens, chapos de seda para cabera de
senhoras, muilo ricos, enfeites para cabecas de se-
nhoras, cilancos fr3nce7.es. para liomens, ditos para
meninos, luvas druellica para'homense senhoras, e
oulras militas fa/ndas prelas e de cores, e de muilo
boas qualidades, por preep muilo commodo.
39 A.
' e lanas- qualidades.
De bolinbos para cha
Confroute ao Rosario
Numero Iriula e nove A.'
Amendoas e clneaiatt,
Pastllhasccoofc
Doces de qualidades
:aiinlias com c.
Biscoilos estrang
Juntamente nacioiiaes
A'visla dos freg:
Se mosti
BIJA DOQUEIHAi
Na antiga foja do Meta
pecas de bretnha il
a peca, peras de en 1
8.98500..dilas muMn fina a
de Cercar
nba de Ifciho muilo solTrivel a, 40
IhAo de car, proprio para
alpaca drseda escotara, propria para vestidas de se-
nhora e roupes de meninos a 800 rs.ocovado, man-
ta de lil de seda prela para senhora, e unirs nim-
ias fazeudas quo se vendeni por barato preco.
RUA DO QUEIMAUO N. 1.
Vendem-se 12vasosde louca, grandes e muilo bera
feitos, e por preco commodo,
0
vm
Ci-tes de cbjta baratos e bol
Veiidem-se corles de vestido de chita de
barra, cr'fisa, osquaes se lem vendido por
2&>00 cada corle ; vendem-se agora pelo mu- @
to bar-lo preco de 2SOO0 rs.: isto para ac- @
bar: na luja do sobrado amarello. nos quatro Jj
lueim.ido n. 29.
Vende-e um terreno, na ra principal da Ca-
puvga, com 80 palmos de frente, algans arvoredos
de fruclo, um alicoreo, de podra ccal, urna cozinha
lambem de pedra e cal.e urna grande cacimba com
excellente agua de beber: a tralar na mesma Capun-
com o Dr. Nabor.
Mcias de laia para padres.
Vendem-se superiores meias de. laia para padres,
polo haralissimo preco de 5000 rs. o par : na ra
'" Queimado, loja dqjniudezas da boa fama, nuine-
33.
ga
do
ro
OS EXCELLENTES SALLAMES DEBOLONHA,
recenlemenle chegadosde Cenova.vendem-scapreco
razoavel : na ra da Cadeia do Reclc n. 23.
A bella rapaziada.
lie chegadaa quaresma, e lodos devem fazer a sua
casaca, caiga e collele preto, para assistirem aosaclos
ua laixao do Nosso Redemplor ; por tanto nao de-
vem deixar do ir a ra Nova 11. 33, Bazar Pernam-
'mcano, comprar o bom panno linonrelo, a Ima case-
11ra ma, ohom collele dito, eo nHbor chapeo de
seda dos que nicamente recebe no Rio de Janeiro
Mr. i aleslin. Alcm deslas fazendas existem mais as
memores mcias de seda enras, pintadas e brancas.
grvalas de differentes qualidades. bolf.es para ca-
misa, ditos para colletes, enfeites de ouro para relo-
gio. luvas de jouvin, brancas, cor decanna e prelas.
um completo sortimenlo de objeelus de porcelana;
lindos vidros para cheiros, e oulros muilos objeelus
que estarao palentes a vista dos freguezes.
issea8:sssjisfissi^
S SUPERIOR FARINHA DE MANllToCA.
w Vende-se farinha de mandioca! npva, checa-
da de Sania Catharina ; a bordo do patacho
Clemenlina, por prero commodo : para por- g
r;oes, no que se far (iillerenra de preco, |ra- @
la-se no escriptorio da na da Cruz n. 40, pri-
@ meiro andar. eg.
Vende-se no arma/.em de James Hal-
I'tday, na ra. da Cruz 11. 2, o segttinte :
relogios de ouro salmp^tes patete 'ingle/.,
scllins inglezes, sillioes para montara de
senhora, arreios para cabrioIel,"lanternps
para cano, eixos de patente e molas de
5 Colijas para carros, candelabros de bron-
/.e de i e 5 luzes.
. "T yende-se um molequinho de 3 annos, muilo
bomliuhoe milito esperto : quem o pretender, diri-
ja-se a ra do I.ivramonto n. 4.
Para quem esta' de lulo
, Papel de peso de marca pequea, rom larja cin ro-
da, enveloppes dilo, obrejas prelas ; 110 paleo doCol-
legio, loja de liyros n. 6, de Joao da Costa Dourado.
Diarios nuticos.
Vendem-se no pateo do Collfgio.loja de livros n. 6,
de Joao da Costa Dourado.
Vendem-se 10 escravos, sendo 1 bom carreiro.
oiitrd dilo canoeiro, 1 escrava boa engommadeira.
cozinheira, com bonila Agora, 1 mulalinha de idade
de 18 anuos,, e 6 ditas ptimas para ludo servico : na
ra Direita n. 3.
Jos Baptisla da Fonseca Jnior, na rna do Vi-
cario 11. 4. primeiro andar, lem para vender chapeos
de palha do Chili. aba eslreita, e de fcllro, |irelos,
pardos o de cores, a prego commodo.
F-ARINHA DE MANDIOCA.
Nos armazens de Aplomo Aunes c Cazuza, na es-
radmha da'Alfandeca, descarregada liontem, de su-
perior qualidade, preco commodo, 011 a tratar com
J. B. da Fonseca Jnior, na ra do Vigario 11. 4, pri-
meiro andar.
A 4&300 a peca.
Vendem-se ehitas rosas de cores fias sem defeilo
algum a 49500 a peca de 38 covadns : na ra Nova,
loja n. 16, de Josa^uiz Percira & Filho.
Vende-se um urelo perilo padeiro, assim como
um braco de batanea de Romao & Companhia e dous
pesos de duas arrobas ; na ra do Crespo n. 10.
PALITOS FRANCEZES DE ALPACA E
PANNO flNO.
Vendem-se palitos francezes de alpaca prela e de
cores a 83000 e 108000 rs., dilosde panno lino 15,
183 e 208000 rs, ; vista do preco e superioridade
da fazenda ninguemdeixar de comprar ; naruaNn-
va n. 16. loja de Jos I.uiz Per'eira & Filho.
@fS@:*@@S@g
(Juem deixara de fazer um ves-
!, ti do preto.
t N*rua do Queimado n. 46, loja de Bezerra fl
^ & Moreira, vende-se pelobaralissimo preco de %
25600 o covado, a melhor e legitima sarja bes- S
panhola que aqui lem vindo. Franqoeiam-se
amostras, e- tamben! so manda um raixeiro
com as pejas para quem quizer comprar, ver. Ss
*@@@:@@S:@@
Vende-se orna prela crioula.de idade jannos,
cozinha, cose e engomma : na roa da Praia n. 32.
Bracos de balanca Romao & Compa-
nhia,
chegadosollimamenle.de Lisboa pelo brigue porlu-
guez Tarujo Primeiro, proprios para balcao, e por
preco commodo : na ra do Amorim u. 34, nrmazem
de Machado & Binheiro, ou a Iralar na ra do Viga-
rio n. 19, segundo andar, escriptorio dos mesmos.
Vende-se um prelo caiador e canoeiro, por pre-
CO commodo, assim como urna canda nova, .iberia de
carreira, e bem construida : na roa do Calmea n. 18
se dir quem vende.
@@@@f?:g@@g
Cera em velas.
Vende-se cera em velas, fabricadas cm Lis-
?p boa.em caixas de 100 e 50 libras, e por preco
o mais baralo do que cm oolr qualquer par-
te : na ra do Vigario n. 19, segundo andar, @
escriptorio de Machado & Pinheifo. na
@@:@@@g^
PARA AQUARESMA.
Vendem-se luvas de seda prela para liomem e se-
nhora, lambem meias de seda preta para senhoras,
lodo de muilo superior qualidade, e recebido pelo
ultimo navio de Inglaterra : no armazem de Eduar-
do H. Wyatt, roa do Trapiche Novo n. 18.
Vende-se 6 engenho Santa Rita, na fresuezia
de iguarass, moente e correnle. com 10 ou 20 es-
cravos, 25 bois. 25 beslas, safra fundada, com trras
desmaneadas para safrejar 1,500 paes, altos frescos,
varzeastodas de barro massapc, e partidos de varzea
proprios para se abrir, e ludo muilo perto do enge
nho, com porlo de embarqoe, que um carro pode con-
duzir 80 saceos por din ; a visla do pretendenle vc-
ro oulros conimodos que dispeusam aqui dizer-se
lambem so arrenda o vendem-se liois e tiestas e a sa
Tra : quem o prelander, dirija-se ao mesingo engenh
para tratar com o proprielario.
Fai inha de mandioca.
Vendem-se saccas grandes com superior fa- *
j rinha de mandioca, por preco commodo : na 39
i ra do Amorim o. 54, nrmazem da Machado |
& Pinhciro, ou a Iralar na roa do Vicario n.
19, segundo andar, escriptorio dos mesmos. -
Isumgs
'-* varas
Vendem-se as casas terreas n. 68 e 106 da ra
das Cinco Ponas ; n. 6Tda ra do Jardim ; n. 72
da de Santa Rita, e n. 81 da ra Velha : ua ra Di-
rcila n. 40, segundo andar
Vende-se a taberna sila na ra de & F'rancisco
n. 68, propria para um principiante por ler poucos
[andas, c lambem se vende s a armaejo, quercudo ;
a Iralar Ha roa da Concordia n.26.
@@:S@gSS
Na-esquina da ra do Crespn. 16.
|$ Vende-se nesta loja riquissinios e modernos
9 corles de vestidos de barges rom babados, fa-
zenda anda 1140 vista nesle mercado ; pede-
@ so aatlencio das senhoras de bom goslo, alim
:: do <|ue coinpreiu esla linda e nlcressaute la-
7.; zenda. (t
4^e : s@ y #
Vende-se leile purti. dando-so a menos do 200
rs. agarrafa, a quem lomar pira mais ile una calla-
da: ua ra da Concordia, taberna 11.26.
Vende-se um lindo mulato, moco e de boa li-
gura, oplimo para pagem : na ra da Concordia
n. (i.
Vende-se urna escrava, rrioula, moca, de bo-
nila figura: na ra da Cadeia do liedle, loja de fa-
zendas 11.51,
Presuntos para fiambre.
Na ra d'Aurora, junio a fundiro, anda exisle
lo famoso presunto pora se fazer fiambre,
1 razoavel, por o douo n5o ser usura-
ria boa escrava que cozinha, lava
urna, lambem cose chao, adverte-se
comprador se dir o motivo por que se
ruado Trapiche 11. 26, loja de charo-
la de naro que sabe cbzi-
e vender na ra : na ra da Guia
Jar.
' tres escravos pecas -. no segundo
ia casa n 17 da ra da Cruz.
Vende-se urna mulata moja de bonila fiugra,
ensaboa. engomma e cozinha o diario do urna casa ;
o motivo da .venda se dir ao comprador: quem a
pretender dirija-se a ra Augusta 11.8.
Rape Paulo Cordeito.
Vende-se o verdadeiro rap Paulo Cordeira, no
deposito d. 17 da ra du Cruz, primeiro andar.
Vendem-se, por junto 011 separado, nnsarreios
obra prima) viudos de lucia ierra, cm virlude deuma
oiieummcnjla, lano para um-o cavada como para
urna parelba : na ra da Cadeia do Recite n. (!2, ca-
sa de Fox Brothers.
Aos amantes do voltarete.
Na rna Nova n. 33,Bagar Pcriianiburano,vendem-
se as mais linas carias par o jogo de voltarete. No
mesmo Bazar se precisa de urna mullier para o ser-
vico de urna casa de faro
Vende-se 1 pardo de idad 20 annos, um preto
de idade 40 annos, oro moleque crioulo de 17, urna
rela da Costa, boa engommadeira e lavadeira.etam-
em 1 ndem-se 30 Iraves do pao d'arcn de45palmos
de comprido, e palmo e terco de largura : quem pre-
tender comprar procure na ma larga, d Rosario n.
35 qoe's dir quem os vende.
Quem tiver bom gosto venlia ver e com-
prar.
Na rna Nova n. 33, Bazar Pernambucano ,
os mais lindos e verdadeiros chales de louquin de co-
res Ihirdados a matiz, lindos turbanls ou enfeites
para cabera de senhoras os mais modernos e do me-
lhor goslo possivel, corles de vestidos de differenlcs
cusios, chales deielroz bordados, romeiras de dilo,
dilas dito de lilTiranco .1 cardinnle, ditas de dilo pre-
las, lalbospara vestido', pretos,bramos, e de blonde,
alguns delles bordados de prala,meias de seda bran-
ca para meninas de 3 a 5 annos, selim de differenles
cores, fil de linio branro, liso ede chovlscos, dilo
prelo bordado,, marabs para rabeo.' ou enfeilesde
chapeos de senhoras, crep de dill'ercnles cres.frocns
com rame, e sem elle, luvas de pellica de jouvin
para senhoras,. eoutras muilas fazendas que s com a
visla se pinlern apreciar,parao que sao convidadas as
senhoras de Ixim goslo a froqueninrein aquellocsla-
belecimento,' que s assim compraran a seo con-
tento.
Rom negocio para principiantes.
Para quem quizer principiar rom pouco dinheiro,
oderece-se um bom negocio, como seja, a venda da
taberna n. 2, na esquinadooitan da matriz da Boa-
Vista, muilo arrezuezada para a Ierra, e om tuuilo
bom local, conlendo apenas quindenios e tantos mil
res de fundos' os prelcndentcs dirijam-se a loja n.
3, da ra do Cabug, que icharq rom quem Iralar,
prometiendo fazer-sc lodo o negocio.
Vende-se orna negra da Cos, de meia idade,
que cozinha, lava e engomma, e vende na ra: na
da Cadeia do Recite, loja 11. 64.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA-
a i-a de Apollo, armasen! de Leal
Reis. continua a ler superior e verdadera polassa da
Russia eda America, assim como cal em pedra, etae-
gada no ultimo navio, cujos barris conten o peso li-
quido de quatro arrobas; ludo a preco razoavel.
DISTO \EH SEHPRE APPABEGE.
Chapeos de seda para senhoras, avariados no forro
para .as mocas de habilidadc rooserlarein. de modo
servir : vendem-sc a 18500. 28000, 3K)C0 e 55000
rs. os melhures : na roa Nova 11.42.
ama do Queimado n. 7J, se dir quem ven
de urna escrava, cabra, com una cria muilo luzida
por piejo commodo.
..
reijSo.
No armazem do Sr. Guerra defrunle do trapiche
do alcodao, tem para vender-sc fcijao mulalinho
muilo novo, e em sacras grandes : a tratar na ra da
Cruz n. 15, segundo andar.
Na passagem Tele Olinda, no secundo silio em
frenle. vende-se urna canoa meia aborta de carreira,
c lambem se vndem.duas nn tres vaccas gordas pro-
prias para aeoucuo, Tilhas do pasto. -
Vende-se urna negra boa cozinheira, engomma-
deira e mis servico de urna casa : na raja do Quei-
mado 11. i .
Saccas com larinba.
Vr.ndem-se saccas com farinha da Ierra boa : na
ra d Cadeia do Itecife, naslojasn. 13c I8,pur pre-
Co commodo.
-* Vende-se a taberna sila na ru dos Aoougui-
nhos n. 20, coro lodos iw fundos nella existentes, ou
com os'que lzer conla ao comprador': a tratar na
mesma.
Vendem-se pianos fortes de superior qualida
de, fabricados pelo melhor autor bamburguoz ua
ra da Cruz n. 4.
Beporito da fabrica da Todot o Santos na Baha*
Vende-se, em casa do N. O. Bieber &C, na na
da Cruz n. 4, algodaO Irancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para saceos de assucar c rouy* de es-
cravos, por preco commodo.
Na na do Vicario n. 19, primeiro andar
para vender, chegadu de Lisboa pretenlemenle pela
barca>0;mpi'a,oseguinle: saccas de farello muilo
novo cera cm grumo c cm velas com bom sorli-
merrtq de superior qualidade, mercurio doce e^W
de Lisboa em pedra, novissima.
Vendem-se em casa de Me. Calmonl & ConV-
panha.na pracadoCorpo Santo.n.11,0 seguinle:
vinho de .Marseillcoin caixas de 3 a 6 duzas, linhas
em novellos c cairelis, breu cm barricas mu to
grandes, aro de milasurtido, forro inglez.
Vendem-se cobertores de algoito grandes a 640
rs. e pequeos a 560 rs. : na ra do Crespo nume-
ro 12.
Ao bara lo.
Bracos de Romao parabalanc,a de balcao, penei-
rasde rame para paitara e rclinacoes, escrivanl-
nhas de laiaopara repartirles publicas, perfumadores
de latao, hesouras para cosloras, grandes e peqoenas,
ditas para corlar cabellos, dilas para onhas, e oulras
para appUeaeoei dillerenles, caivetes finos de todas
as qualidades, pedras para afiar navalhadas mais fi-
nas que lem vindo ac mercado,, navalhas oulros
mullos generosque s rom a visla sedar a explicarao
ncressaria, ludo do melhor quo se coconlrn 110 mer-
cado, vende-seipor proco commodo : na loja de fer-
ragens da roa da Cadeia do Itecife 11.56-A.-
, AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a lia-
ver um completo sortimento de mpen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e tai xas de Ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito. >
AOSSENFIORES DE ENGENHO.
0 arcano da invenc_ao' do Dr. Eduar-
do Stolle era Berln, empregado as co-
lonias inrjlezas e liollandezas, com rjran-
de vantagem para o mellioramnto do
assucar, aclia-sc a venda, era latas de 10
libras, junto com -o metbodo de empre-
ga-lo no irlioma portuguez, em casa'"de
. O. Bieber Cruz, n. i.
Na ra Nova 11. 33 Bazar Pernambucano, ven-
de-se verdadeiro bico delinho, t.-.nto branco como
prelo.
,Narua do Trapiche n. 14, primeiro'andar
vende-se o seguii florentino, o
melhor artigo que os denles,
branqi \ando bom
goslo 1 1
para os cabellos,
iislre; agua ile perola-
sarar sardas, rugas, e 011
mo a tintura impo
Cao fax os c:
pelos e macios, sem dainno dos mesmos, ludo por
precos commodo.
Taixas para engenhos.
Na fundiqao' de ferro e D. \V.
Bowmann, na rna do Brum, passa-
do o chafam continua baver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido.de a 8 palmos de
bocea,'as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
mbarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Moinhos de vento
'om bombasderepuxo para regar borlase bailas
de eapiii, na fundicao de \>. \V. Bowmau:na roa
do Brum ns. 6. 8 e 10.
VINHO 1)0 PORTO MlTO FINO.
Vende-se superior vinlio do Porto, em
barris de-i., 5. e 8.: no armazem da ra
do Azeite de Peise n. 1 i, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
rita do Trapichen. 54.
Padaria. ,
Vende-se urna padaria muloafroguczada: a traltr
com Tasso & Irmaos.
Aos senhores de engenho.
Cobertores esenros de algodao a 800 rs., dilos mui-
lo grandes e encornados a 400 : na roa do Crespo,
loja da esquina quo-volla para a Cadeia.
Vende-se farinha de mandioca mui-
to superior, em saccas, e chegada recente-
mente : no armazem de Machado & P-
nheiro, na ra do Amorim n. 54, ou a
tratar 110 escriptorio dos mesmos, na ra
do Vigario 11. 19, segundo andar. '
Na rna da Cadeia Velha n. 52, em casa de
Deane Voule & Companhia,
vende-se um carro americano de 4 rodas : pode ser
vislo na cocheira de Poirrier. no aterro da Boa-Vista.
. R. I). Sauds es-
de abril.de 1842,
". C. Brislol.
m^mstm^^f
Ounrda nacional.
Fortnalo Corfeia de lilenezos, rom loja l
de cirgueiro na orara da Independencia n.
17, lem para vender boas espadas de metal
principe com coroa c sem ella, chapeos ar-
mados a moderna, barretinas, dragonas, ban-
das de franjasde ouro ede retro/., li-lins Illan-
cos e pretns, e ludoo mais qiie he preciso pa-
ra os uniformes dos Sts.ofiicies; por preco 1
mais commodo possivel.
Vende-se um escravo moco, muilo sadio e pos-
sanie sendo canoeiro e com principio de marinheiro e
padeiro: bordo do hiale .">'. Joiio, tundeado defron-
(e do caes do Ramos: a tratar na ra da Madre de
Dos, loja n. 3i.
- Ao barato.
Na loja d (iuimares & Henriqics: ra do Crespo
n. 5, vendem-se lencos de cambraia fina e de puro
linbo, pelo baralo preco de53 e 1*500 a duzia, sendo
cada duzia cm urna camnhacoro lindas estampas.
Vende-se na Tua Nova, Bazar Pernambucano
i. 33, corles de vestidos de cambraia branca borda-
dos, pelo preco de 58 rs. cada um.
Livros para a quaresma. .
Semana sania, manual da missa, dito abreviados
manual do cbnsto, mez de Alaria, lloras mar an-
uas etc., estes livros ha com goslo na eiicadernaono o
melhor que pode-se encontrar, kinlo por seren de
velludo do dillerenles cores, como em finas eslampas
douradas, lambem ha para menos valor : no paleo
do Collegio loja de livros n. (i, dt Joiio da Cosa
Dourado.
Os mais ricos e mais modernos chapeos de ^,
eda e de palha para senhoras, se encontram gp
@ sempre na loja de modas de madame Millo- @
@ ehau, 110 alerro da Una-Vistan. 1, porum pre-

parle. Z,
Vende-se sola boacm pequeas.e grandes par-
lidas, cera de carnauba primeira sorle, pellos de ca-
bra de diversos prcros,esleirs de palha do carnauba
e penuas de ema : na ra da Cadeia do Recife n. 4U,
primeiro andar.
Vende-se selim prelo lavrado, de muilo liom
costo, para vestidos, a 25800 o cavado: na ra do
Crespo, loja d esquina qoe volta para a cadeia.
Vendem-se saccas grandes com superior fari-
nha de mandioca : na rna do Vigario n. 12.
Vendem-se velas de cera de carnauba pura de
muilo .superior qualidade ; na rna da Cadeia do
Recife n. 4'J, primeiro andar.
Vendem-se relogins de ouro e prala, mais
barato de que em qualquer oulra parte :
na praca da Independencia n. 18 e 20.
Chapeos pretos francezes
.1 carij, os melhores e de forma mais elegante que
lem vindo, c oulros de diversas qualidades por me-
nos preco que cm oulra parte : na ra da Cadeia do
Kecife, 11.17.
Vende-se o sobrado de dous anda-
res e sotao da ra de Apollo n. 9, bem
como o dito de um andar da rita da Guia
n. 44 : a tratar na ra do Collegio n ~$\,
segundo andar.
A 55000 RS. A PECA.
Na loja de 1. u miara es Ov llenriqucs. ra do Crespo
n. 5, vendem-se chitas de cores escuras, com nn rs.
queno loque a peca, com 38 covados.
Velas de carnauba.
Vendem-se eaixinhas rom superior velas de cera de
carnauba pura, fabricadas no Aracaly, e por commo-
do prero ; na ra da Cruz, armazem de couros e sola
n. 15.
Cera de carnauba.
Vende-se emporoao e a rol albo : na ra da Cruz,
armazem de couros e sola n. 15,
Vcndr-se na ra Nova 11. 33, Bazar Pernam-
bucano, trez cxcellenles caitas de msica cum realejo
armnico, ludo por preco commodo.
Vendem-se saccas com feijq mulalinho de
muilo boa qualidade : na ra da Cadeia do Recife,
loja 11. 5.
Aseada de Bdwla ZOaw.
N.i ra de Apollo 11. ti, anuazeni de Me Calmon
& Cnnipnihi, acha-se conslanle.inenlr bous sorli-
inenlos to lai\as de ferro eoado o balido, lano ra-
sa romo fundas, moendas neliras ludas de forro pa-
ra animaos, agua, ele., dilas para a rotar 0111 madei-
ra de lodos os lamanbose modelos os mais modernos,
mncbiua liorisoulai para vapor" com forra de
4 cavallos, edrejg, passadeiras de ferro eslnhado
Sara casa de purgar, por -menos preco que us de co-
re, eseo vens para navios, ferro da Suecia,, e fo-
Ihas de fiaudres ; ludo por barato proco.
Na ra da Cadeia do Recife n. O, arma
/.em deHemiipjeGibson,
vendom-se relogios de miro de sabuucte, de palale
inglez, da melhor qualidade, e fabricados em l.on-
d res, por preco commodo.
POTASSA.
No anlign deposilo da ra da Cadeia do Itecife,
armazem n. 12, ha para vender muilo nova polassa
da Russia, americana ebrasileira, em pequeos bar-
ris de 4 arrobas; a boa qualidade e precos mais ba-
ratos do quo em oulra qualquer parle, se afiianeam
aos que precisarem comprar. No mesmo deposito
lambem lia barris com cal de Lisboa em pedra. pr-
ximamente cliegados.
.
Vede-se a verdadeira salsa parri-
Iba de Sands: na botica franceza, da ra
da Cruz, em Frente ao chafariz.-
FARINHA DE TRIESTE.
Primeira qualidade.
Tasso Irmos atrisain aos seca freguezer, que tem
para vender farinha de trigo chegada ltimamente
de Trieste, sendo a nica nova que daquella proce-
dencia esisle 110 mercado.
SALSA PARRILHA.
v cenle Jos do Brito, iinico agenlc em Pernam-
buco de B. J. D. Sands, chinden americano, faz pu-
blico que lem chegaMo a esla prara urna grande por-
Cio de frascos de salsa pan Iba de Sands, que sao
verdadeiramenle falsificados, e preparados 110 Rio
de Janeiro, pelo que so devem acautela* os consu-
midores de lilo precioso talismn, de caliir ueste
engao, lomando as funestas consequencias que
sempre coslumam Irazer os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela maodaqneties, que antepoem
seus inleresses aos males e estragos da homamdadc.
Perianto pede, para que o publico se possa livrar
desta fraude c dislingua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada c recenlcmenl' aqui chega-
da ; o aiiiiunciaule faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente cm sua botica, na nm da Couceirao
do Recife n. fil ; o, alm do receiluario qoe acom-
panha caila frasco, lem embaito da primeira pagina
seu nomo impresso, c se achara sua firma em ma-
imscripto sobre o invollorio impresso do mesmo
fracos.
Vendem-se relogios Ue ouro, pa
ten-te inglez, por commodo pre-
co: na ra da Cruz n. 20, casa de .
L. Leconte Feron & Companhia. ()
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violao e flauta," como
sejam, tpiadrillias, valsas, redbwas, scho-
tickes, modinhas, tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
Charutos de Havana.
Vendem-se verdadeiros charutos de Un vana por
preco muilo coiumado : na ruada Cruz, armazem
n. 4.
POTASSA E CAL.
Vende-se potassa da Russia e Americaa-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo por preco mais commodo que em
outra qualquer parte : na ra do Trapi-
chen. 13, armazem de Bastos Irmaos.
Com toque de avaria. .
Madapolao largo a 3?2tlO a peca : na ruado Cres-
po, loja da esquina que volta para a Cadeia.
Mutta attencao.
Cassas de quadros'muilo largas com 12 jardas a
25100 a peca, corles de canga amarella de quadros
moilo lindos a 1$500, corles de vestido de cambraia
de cor com (i 1|2 varas, muilo larga, a 258OO, dilos
com81|2 varas a 330IK) rs., corles de meia casemira
para calca a 32000 rs., e oulras muilas fazendas por
preco commodo : na ra do Crespo, loja da esquina
que volla para a Cadeia.
PARA A QUARESMA.
Um lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Panno fino preto a 38000, 39200, 49500, 5900 e
fWOOOrs., dilo azul a 29800. 39200 e 4*000 rs.. dilo
verde a 29800, 33600, 43300 e 59000 rs. o covado,
casemira prela entestada a 59500 o corte, dita fran-
ceza muilo fina e elstica a 79500,83OOO e 99OOO rs.,
selim preto maciio muilo superior a 39200, 3OOO e
595OO o covado, merino prelo muilo bom a 39200 o
covado, sarja prela .-nuilo boa a 2JO0 rs. o covado.
dita despatillla a 29600 o covado, veos pretos d fil
de linbo, la\rados, muilo grandes, fil prelo lavrado
3 480 a vara, e oulras muilas fazenda' de bom gosto;
na ra do Crespo, loja da esquina que volta para a
Cadci .
POTASSA RRASILE1RA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
da-se aos senhores de engenho os
seus bons ell'eitos ja' experimen-
tados : na ra da Cruz 11."20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companlia.
. Vendem-se pregos americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e alvaiade dezinco, superior quali-
dade. por precos commodos : na ra do
Trapiche Novo, n. 16.
TAINAS' DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
ra do Rrum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Mar inha ha' sempre
um grande sortimento de taiclias tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batic(as, fundidas, grandes, pequeas,
razas, c fundas"; c cm ambos os logares
evUtem quintlasles, para canegar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
precos' sao' os mais commodos.
Vede-se iimgrandc silio na estrada dos Aduc-
ios, quasi defronleda igreja, o, qiial tem muilas ar-
vores de Crudas, Ierras de -planlaees, baixa para
capim, c casa ile vivenda, rom bstanles commo-
dos: quom o pretender dirija-se ao mesmo silio a
enteuder-se.com o Sr. Antonio Manoel de Muraos
.Me-quiln l'iiioulol, ou a rna do Crespo n. 13, no
escriplorio do padre Antonio da Cimba e Figuei-
E
Deposito de vinho de cham-
)agne Chalpau-Ay., primeira qua-
idade, de propriedade do condi
de Marcuil, Vua da Cruz do Re-
cife n. 20: eite vinho, o melhor
de toda a cluunpagne vende-
se a,o6000rs. cada caixn, adia-
se nicamente emeasa de L. Le--
comte Feron & Companhia. N. R.
As caixas sao marcadas a fogo
Conde de Marcuil e os rtulos
das garrafas sao a/.ties.
.Na rna do Vigario n. 19, primeiro andar, tem
venda a superior flanella para forro desellins, che-
gada rerrntemcnle da America.
fVsW
P-4VID WIUJAM BOWMAN, engenlieiro ma-
chinisla e fundidor de ferro, mui respeilosamcnle
artiiuneia aos senhores proprielarios de engenhos,
fazcdciros, e ao respeilavel publico, que o seu esla-
belecimento de ferro movido por machina de vapor,
na ra do Brum passando o chafaiiz, contina em
etTectivo ejercicio, escacha completamente montado
com apparelhos da primeira qualidade para a per-
feila ronfeccaO das maiores pecas de machinismo.
Habilitado para empreheuder quaesquer obras da
sua arle, David William Bowman, desoja maispar-
licnlarmenle chamar a atlencan publica para as se-
guintes, por ter deltas grande sortimento ja' promp-
to, em deposito na mesma fundicao, as quaes cons-
truidas cm sua fabrica podem competir com as fabri-
cadas em paiz eslrangeiro,- tanto em preco como em
qualidade d materias primas e ma6 de obra, a
saber:
Machinas de vapor da melhor cnnstruraO.
Moendas de canna para engenhos de lodos os U-
manhos, movidas a vapor por agua, ou animar.
Rodas de agoa, moinhos de vento e serras.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas. .
Aguillides, bronzes-e chomaceiras.
Cayillioes e parafusosde todos os lamanhos.
Taixas, paroes, crivos e bocas de fornallia.
Moinhos de mandioca, movidos a ma& ou porani-
maes, e prensas para a dita.
Chapas de fogao c Tornos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de brnze.
Bombas para cacimba e de repuio, movidas a.
maO, por animaes ou vento.
Cuindastes, guinchse macacos.
Prensashydraulicas ede parafuso. '
Ferragenspara navios, carros e obras publicas.
Columnas, varandas, grades e portos.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros de mas e arados de ferro, etc., ele.
Alm da superioridade das suas obras, ja' geral-
mcnle reconhecida, David William Bowman garante
a niaisexacla conformidade cornos moldes c deso-
dlos remet idos pelos senhores qoese diguarem de
fazer-ih encommendas, aproveilando a occasiao pa-
ra agradecer aos seus numerosos amigos e freguezes
a preferencia com que tem sido por lles honrado,
e assegura-Ihes que naO poupara esforcose diligen-
cias para continuar a merecer a sua eonfianca.
Veridene na roa Nova, Bazar* Pernambucan
n. 33, camiziiihas.de meia abenas, para recemnas-
cidos, pelo diminuto preco de 69000 rs. a duzia, a el-
las a*nles que se acabem.
sobre este asaviBDtB 1 ^ V>v
1 Fieam as or
vAasigoa
COM
1.SA antsuidade da
claramente prvida, pois
c que a de Sands s apparec
Jual eslp drogoista nao pode obt
rislot.
2. A superioridade da sal
lie incote*lave! : pas qne 1
reucia da de Sands, ede om
paracots, ella tem manlide a suaj
si loda a America.
As numerosas experiencia _
salsa parrilha em todas as enfl
pela impureza dosangue, eol
la corle pelo llm. Sr. Dr.
academia imperial de medie.
Dr. Amonio /os Pelo en
afamada casa de saude na tia
Dr. Saturnio de OHveira, mcd
por varios oulros mdicos, ponnil|
clamar altamcnle as virtudes pfne
rilba de Brislol vende-se a 3*^^H
O deposito desta salsa nM^^H
franceza da ra da Cruz, em freal
FUNDICAO" DAD]
Na fundirilo d'Aurora acha-se cr
completo sortimento de machinas de
d'alta cerno de baixa presso
approvados. Tambem se apromplam
da de qualquer forma qoe se r
maior presteza. Habis orne
para as ir assentar, e os fabr
coslume afiancam o perfeito traballt
ponsabilisam por qualquer defeilo L
apparecer dorante a primeira salra.^
as de vapor construidas neste
estarlo em constaule servico ne
eal 16 annos, e apenas tem
cantes reparos, c algurnas at i
le, accrcscendo que o consumio di
mui mcnsideravel. Osscnliore >H
c udtras quaesquer pessoas que
chinismo sao respeilosamcnle con
eslabelocimeolo em Sanio A ni
M COMLTOINIHOMEJ
v DR. P. A. LOBO
V ende-se a melhor de todas as1
Tiomcopalhicn cf O NOVO
JAI1R a Iraduzido em
A.I.obo Moscozo, coulendo um _
'portantesexplicacocs sobre a applici
dieta, etc., etc. pelo traductor : qua"
callentados em dous
Diccionario dos termos de medicina, cirj
tomia, pharmacia, ele. pelo Dr.""
nado
Urna carteira de 21 medicamentos
eos de linduras indispensaveis
ila de 3$ .-"......
Dila, .'e 48.......
Urna de (iOlubiiscnm ( frascos delinc
Dila de 14*com ti dilos ....
Cada carteira be acompimhada rj
das duas obra cima mencionadas.
Carteiras de 24 tubo pequeos par
heira ._ .
Dilas de 48 ditos ....
Tubos avulsosde glbulos
Frascos de meiaonra iletini
Ha lambem para vende:
Jubos de crystal muilo lino,
manhns.
A superioridade desles medi
lodos reconhecida, r por isso di
N. B. Os senhores que
obra do J-AI1R, antes de pul
dem mandar recebrr esle,
augmento de preco.
Redes acole
brancas ede cores de nm so 1
de bom goslo.: vendem-se I
esquina que volla para 1
Fazendas de seda e panno lino.
Na loja iln sobrado amarello,nos quatro can- '
los ila ra do Queimado 11. 29, vendem-se
corles de vestirlo prelo bordados, selim marao
proprio prra vestido, velludo prelo superior J
para dilo, a verdadeira sarja de seda hespa-
nbola, los prclosdeseda bordados, mantas de
seda dilas, meias prelas de seda de peso, su-
perior panno prelo inglez e francez prova de :
limao, casemira prela elstica muilo fina,
corles de rollete de velludo prelo com palmas
bordados de relroz, o mais rico possivel, dilos
de casemira preta bordados, ditos de selim li- ',
so e lavrado, eoutras militas fazendas de gos- ;
to que se vendem por proco de agradar aos
compradores.
respeilosamcnle annunciam que
labclecimcnlo cm Sao Ama
com a maior perfeicao e promr
de machinismo para o uso da
cao e manufactura, e qoe para
seus numerosos freguezes e do pub|
alierlo em um dos grandes an
ta na roa do Brum, aira di
um
DEPOSITO DE
construidas no dilo seu estab
-v lli arharo os compradores
melo de moendas de canna, I.
ramcnlos (alguns delles novos e
experiencia de muilos anuos lem
siitade. Machinas do vapor de.
laixas de lodo lamanho, lano batu_,
carros de mao e ditos para coi
car. machinas para moer mandil
lo, fornos de ferro batido pa(
ferro da mais approvada co
alambiques, crivos e portas
iulinidade de obras de
enumerar. No mesmo .
inlelligenle e habilitada
eoinnieiidns, etc., ele, que
do rom a rapaeidade de suas
e pericia de seusolliciaes,
exceular, com a mior prest. _
conformidade com osmodetosou
Ces qoe Ihe fbrem fornecidas'
Na ra do Vigario, casa n. 7,
lcquinho proprio para pagem, e "
cravos para servico de casa e de
Vendem-se di|as meias aan
las, no becco do Josf Teixcira
rija-se a ra dos (iiararapcs n
las, a qualquer hor do dia.
ESCRAVOS
t Pianos.
0>amadores da msica acham ronlinuadamenlc
em casa de Briinii Praeger&Companhia, ra da Cruz
11. 10. um grande sortimenlo de pianos fortes e fortes
pianos.de dillerenles modeUos, boa eooslruccav e bel-
las vnzes, que vendem por mdicos precos; iissim co-
mo toda a qualidade de instrumentos para msica.
' Vinho Bordeatix.
Brnnn Praegcr.tS; Companhia, ra da Cruz 11. 10,
receberam ullimamcntc St. .lulien e M. margol, em
caixas de urna duzia, que se recommeudan por suas
boas qualidades.
redo.
- Vender em casa de S. P. Jonh-
ton Si Companhia, na ra da Senzala Nos
va n. 4-2.
Vinho li Porto, superior qualidade, en-
, garrafa do.
Vinho Chery, em barris de quarto.
Sellins para montara, de liomem e se-
nhora P._ St
Vaquetas de lustre para coberta de carros.
Reiogios de uro patente ingle/..
Na ra da Cruz n. 15, segundo andar?ven
dom-se .179 pares de coturnos de rouro de lustre
400 ditos brancos e :() im-
preco eonimodo.
los de bollos; ludo por
Vendem-se lonas, brin/a, brins e meias lo-
nas da Russia : 110 armazem de N\ 0. Bieber &
Companhia, mt ra da Cruz 11. 4. "
ARADOS DE FERRO,
fundiro' de C. Starr. & C. em
Amaro acha-se para vender ata-
dos- de ferro de. superior rp'alidude.
Na
Santo
superior (|
MOENDAS SUPERIORES^
Na ruiiilii-rui de C. Starr A Companlia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todajyltH'erro, de nm
roodellb e construccao Jmuito superiores.
Cotiro de lustre
de boa qualidade; vfiide-sejpor menos do que em
oulra qualquer parle para liquidar contas : 11,1 ra da
Cruz 11. 10.
Obras de ouro,
como sejam: aderecos meins dilos, braceletes, brin-
cos, allineles, botos, anneis. correales para relogos,
ele. ele., do mais moderna cosi : vendom-se na ra
da Cruz n. 10, casa de Brunu Pracger t\. Companhia.
AMHillllADE E SUPERIORIDADE
DA
SALSA.PARRILHA DE BRISTOL
solire
A SALSA PARRILHA DE SADS.
Attencao'
A SALSA PARRILHA )E BRISTOT. dala dos
de 18:12, e.lem constantemente mantido a sua re-
pulacao sem necessidade de recorrer a pomposos
annuncios, de que as preparaeoes de mrito podem
dispensar-sf-. O surcesso do Dr. BRISTOL lem
provocado infinitas iuvejas, e, entre oulras, as dos
Srs. A. R. I>. Sands, do ew-Vork, pre|Kiradoro-
e proprielarios da salsa parrilha oonherida pelo nos
me de Sauds.
Esles senhores solicitaram a agencia de Salsa par-
rilha de Brislol, cromo nao o podesseiu. obler, fa-
brearain una imilirSo de Brislul.
Desappareceu ao amanj
rente mez de marcp, o
Marcos, com ofticio de pedre:
cuinles :eslalura mais que ri
bem fcilo do ps e maos, rosto1
grandes, sobrancelbas bem fecha]
regulares, beicos grossos, denti^
pouca barba, porm usa desuissas
abaixo do queiio, lem una cica
junio a urna das claviculas, cuj
sor visla mandando-se-lhe di
receiulo assim ler sido
uhal; costuma andar veslidi
peo preto ou tic palha dojCbil
escravo fui da Parahiba ifon
roga-se, porlauln, as aiilortd
de campo o apprehendereiu e lev___
a Joao Francisco do Reg Maia, o
ruana Cadeia cm Sanio Amonio M,
recompensados com generosidade.
Esl rugido desden noile de 18 de fovorei:
prelo, crioulo, de uome Manoel. eslalura 1
ibeio do rorpo. cara bexigosa,.rl>iii falla d
denles na fenlo superior: roisa-se a quen
h-\e a fabrica de ealdeireiro, 1
ei.reooiiipeiisadn.
Desappareceu hordeni d. : ......
signailo um escravo, criou
-i') anuos, ponen Inais ou 1
bastante curios c carnudos, quaoi'
que jnanqueja, rom as palma-
brancas e a pello que nao parce
camisa e calca de ganca azul j.i ov
|i redondo de abas larca-
rom rnupa e una rede : 1
liria 1I0 mesmo. dirij
miudezas n. I B, qn
sado.1 Este escravo be peri
nuaro Pereira Lima, da |
Josr
O,baixo assignado
quem apprehender a sua
Anua, que desappareceu no dia 15 1
limo fl|ido, lendo ido vender fructa
ro^aqual lem os sfcnaes seguimos: 40e lanos an-
nos, c representa ler mais idade pela falta de denle
pelo que lem as bochoclias medidas para dentro, e os
' hcica* aba I idos, altura regular e inagrater um pouco
fula,barriga umponcoquebrada para fra.unjasmarcas
de foveiro em urna ou ambas as pernas junio ao lor-
uozelo, os dedos mnimos dos ps lorlos para os la-
dos, loma I abaco cgosla de agurdenle ; levou ves-
tido de chila e patn d Cosa usados, he provavel
(|iie leja occulta nesla praea ou mosmo fM((iur
a levar a estrada nova, adiante da Magdaleaa, nri-
inoira casa azul, recebar a quaulia cima oOetr
J0S0 Antonio filia-Si
I
na imUiri
?m.iTjr. da *t. f. 4* TairU UM,


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EV68NETB5_PM0UU6 INGEST_TIME 2013-03-27T15:26:03Z PACKAGE AA00011611_01839
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES