Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01838


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Full Text
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A^NNO XXX. N. 56.
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Por 3 mezes adiantados 4,000
Por 3 meses vencidos 4,500
.-**'
QUINTA FE!RA'9 DEMARCO DE 1854.
Por Anno adiantado 15,000.
Porte franco para o subscriptor-
F.M.ARKEGADOS D.V SUBSCRlPt:AO\
Kecie, o proprieUrio M. F. de Paria; Rio do Ja-
neiro, o Sr. Joao PereiraJIartins; Bahia, o Sr. F.
Dup'rad; Macei, o 8r. Joaquim Bernardo de Men-
donca; ParahihaijO Sr. Jos Rodrigues da Costa;" Na-
tal, oSr, Joaqutt Ignacio Pereira; Aracaty, o Sr.
Antonio de Ionios Braga'; Cear, o Sr. Victoriano
AugustoBorges;Maranhao, o Sr. Joaquim Marques
Rodrigues ; Para, o Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS-
Sobre Londres 28 1/4 a 28 3/8 d. por 1JJ00
Paris, 340 a 345 rs. por 1 f.
Lisboa, 95 porcento.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.
Acajes do banco 10 O/o de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de letlras de 11 a 12 do rebate.
METAES.
Ouro. Oncas hespanholas. 285500 a 2955000
Moedas de 69400 velhas. 169000
de 65400 novas.
de 49000. .
Prala. Palacoes brasileiros
Pesos columnarios.
mexicanos .
163000
99000
19930
19930
15800
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
I'.amar. Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas' feiras.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
. PREAMAR DE IIOJE.
Primeira 0 e 30 minutos da tarde.
Segunda 0 e 54 minutos da manha.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e quintasfeiras.
Relacao, tercas feiras o sabbados.
Fazenda, tercas e sextas feiras s 10 horas.
Juizo de Orphos, segundas e quintas s 10 horas.
1-* vara do civel, segundase sextas a meio da.
2." vara do civel, qujrlas e sabbados ao meio dia.
F.PHEMERITJES.
Marco 6 Quarto crescenle as 4 horas, 41 minu-
tos e 48 segundos da tardo.
' 14 Luachetaas4 horas, 14 minutse
48 segundos da larde.
21 Qtiarto minguante as 3 horas 43
minutos e 48 segundos da larde.
28 La nova as 2 horas, 20 minutos er
48 segundos da tarde.
6 Segunda. Ss. Vctor Victoriano, e Claudianu.
7 Terca. S. Tilomas de Aquino doutor da Igreja.
8 Quarta. ( Tmporas } S. Joo de Dos.
9 Quinta. S. Erancisca Romana viuva.
10 Sexta. (Tmporas ) OsmysieriosdaPa^o.
11 Sabbado. ( Tmporas) Ss. Caudido, e Heraelio.
12 Domingo. 2. da Quarcsma ( Eslacao a S. Ma-
' ra em Dominica ) S. Gregorio magno. .
PARTE OFFICUL.
GOVERNO DA PROVINCIA..
o da 6 de marco de 1854.
Offlcio Ao Dr. Jos Nicolao Kigueira Cosa, de-
clarando, 'que o prazo marcado para Smc. entrar no
exercicio da vara crime da comarca de Goianna, lie o
de que trata em priraeiro lbaro artiglo do decreto
n.687 de 26 dejullio de 1830.
Otlicio Ao Exm. Sr. Antonio ron cellos de. Druramond. Tenlio presente o otlicio
que V. Exc. me dirigi em dat de ti de Janeiro pr-
ximo paitado, acompanhado da conla torrente, do-
cumentada com 12 recibos das mesadas que V.
Exc leve a bpudade de se cncarregar de fomecer por
la denla provincia aoestudante Antonio de Araojo
reir Jacobina. E tendo remedido Ihesouraria
vincial a dita conta, para all ser liquidada, ciim-
e-me agradecer V. Exc. a exaclidao o ba \')ii-
com que dcsempenliou essa incumbencia,
aillo ao saldo de -.8)39510 rs. em moeda portu-
, que ftera em poder de V. Exc. at o lim do
panado, qaeira V. Exc entrega-lo ao Sr. Mar-
Lisboa, ministro brasileiro em Paris, i quem
dala escrevo, pedindo-lhe baja de encarregar-se
nnliiiuar a forneccr as mesadas ao dito esldanlc,
que V. Exc. tero de retirar-so brevemente da
Europa, segundo se servio communicar-me no seu
mencionado otlicio. Reitero V. Exc. a seguranca
da minlia mais nerfeila estima e considerara,
(Mliciou-se neste sentido ao mencionado ministro,
e remetlea-se a cunta a referido thesourari,, para
pioceder a Ifquidacao delta confronlandu-a com
a* anteriores e como contrato do supradito esludan-
te, e propr os meio* de se passarem para a Euro-
pa os fondos precisos^ i o suppriiiiento das mesa-
, durante o lempo ei. ie a provincia he obrigada
a fornece-las. ^r*-^ .
Dita Ao Exui- mareclwl com manda tile davar-
mas, remetiendo o otlicio da tliesouraha provincial e
o requerimeulo a que elle se refere, lim de que man-.
de ouvir os cirurgioes empregqdyno hospital regi-
menlal.e bera animo reipeaM^rbolicario. acerca du
djj- |nelwiinwros remecidos pur Braulio Ro-
es Teixeira pira curativo de um soldado do cor-
no de polica.
Dilo Ao chcTc de polica, inleirando-o de liiver
enviado a llicsouraria provincial, para seren pagas
estando nos termos legaes, as duas conlas das despe-
z feitas nos mezes de dezembro e Janeiro ulti-
mo com o sustento dos presos pobres da caJea\dc
Flore. s V
* Dito Ao inspector da Ihcsojh-aria provincial,
iraasmiltindo para servir dejfcse a arremataran da
urna cadete;jjui/e'Conforiiidade com o dis-
"^JJaWlH.1 rfo artigo 11 da le do orcamenlo vigen-
c, tea de ser construida na culade do Rio Eurmoso.
r{amenlo e clausulas, que approvou, e fo-
nm rentettidas pelo director das obras publicas.
Communicou-se a este.
Dito Ao inspector do arsenal de marinlia, para
mandar apromptar e entregar ao commandanle da
estafo naval, urna prensa para o sgnete das armas
imperiiM. luleirou-se ao mencionado comman-
danle.
Dito Ao directo r das obras publicas, approvan-
do, nao s a nomeacao que Smc. fez, do mestre car-
pinteiro Manoel de. onvea c Souza para dirigir a
obra do reforro dos muros de encost da ponte sobre
o rio Piraran, com n vencimenlo de 2^560 rs., mas
lamben! a compra de tres duziase meii de cosladi-
nho de imarello.a 909000 rs. a duzia, as quaes sao
precisas para'a mencionada obra.Commimicou-se a
Uniiarl provincial.
Dito Ao lente encarregado do regislio do por-
to, recommendando, quo continu a mandar diaria-
mente a capitana do porto a parle das entradas e
sabidas embarcacocs no porlo tiesta cidade.
Communicou-se: a mencionada capitana.
Dil Ao commandanle superior da guarda na-
cional do municipio de Goianna, remetiendo a rela-
cao dos cidadaos que obliveram patentes de olliciaes
para oa carpos da inesma guarda uaciotuil, e recom-
mendando que faca declarar em dita relacao, nao so
as ocian encas que at o presente tiveram lugar acer
pranwao de cada um dos que anda exislircm na-
sjnelta comarca, devolvendo-a com brevidade a fin
le af Mbmettido ao conhccimcnto do governo impe-
rial plano para rcorganisarau da supradila'guarda
nacional. ,- .
Portera O presidente da provincia, allemlendo
ao que lite rec/ucreu o tenenle-coronel Hjgino Jos
Coellio, resolve, queseja idmitlidoao servirodoexer
rilo como voluntario por lempo de seis anuos, nm fi-
Itio do mesmo tenenle-coronel leOyveira Cnellio, que foi julgado apto para o tnes-
"" **' '-f fi" "iBfjCt^" .ipiaini o qual perceber'
M vencimentos cbSW"'"* por lei,o premio de
p nos fermos "gulamenlo de 14
de den bro de 18iJ. Fizti as necessarias
conmiHBicaroes. mansana*
COM3HAPDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando daa arma* de
Pernamnnco, aa cldada do Recite, em 8
de mar;o de 1854.
ORMW SO DIA N. 62. *
llavendoo governo de S. M. o im|>crador, deter-
minado por avian do ministerio dos ncaocios da
guerra, de 1 de feverciro prximo lindo, que o Sr.
.i rirursiAo alteres do corno de saudu do exerrilo,
Dr. Jos .Muiii/. Cordciro4iilahy, viesse servir esta
provincia, louo que linalisasse a lirenra que frua'
na iln Babia, e leudo o referido Sr. (iitaliy feilo a
sua apresentarao ncsle quartcl general ; o mareebal
de campo commandanle das armas determina, que
fique adilido ao balalllo n. 9 de infaularia para
nelle fazer o serv ico que Jbc cmnpelir.
O mesmo mareclial de campo determina iaual-
mente, que os Srs. rommandautes de cornos, c
companhia* fixas, rcmettam ao ronselho de admi-
nislrarao do mesmo liatalliRo, que tiver a son cargo
o hospital regimeutal, os vencimentos das praras
que no mesmo csverem cm Iralamento, no dia 5
de cada mez, as 10 lloras da mandila, imprcleri-
velnientc, e se fr friado, no subsecuente as mes-
mas horas.Asignado, Jos Fernandos dos Santos
Pereira.Conforme.Candido l*al Ferrara, aju-
danle d'ordens encarregado do dclalhe.
EXTERIOR
CORRESPOM)FXi:iAS IH^ IARIO' DE PER-
KAMBIICO
Hamhurgo 30 dasjauatro de 1854.
Pouco direi j^Af*flo da questio do Oriente,
porque os si'corres|ioneeiilcs de Paris c Londres
que poThsncscrevcr-llic tres dias mais larde, sodre
ella Idc fallaran c llie danto por consequeneia mais
frescas as ultimas noticias: resumir-me-liei im-
pressao que essa incxtricavel qucstaCtproduz na Al-
lemanda.
Nao se poile imasinar como Iwlos eslao preoccih
pados, c a triste posieflo do commercio e da indus-
ri allcimla: uingucm ousa emprehender. nada, 6
cada um procura realisar os seus r a pilaos jmra nao
se adiar demunido no caso de una guerra gcral."
O espirito publico ua Alleuianlia lio Tranca c
alierlamenle aute-rus-o: osjonnies allemitcs, cen-
surados e debaixo da itifuiencia russa, a|miados ua
opiniao publica, comeeaiu a emaucipar-ae, e a mos-
Irar os deules ao colosso do norte.
Al esle momento a' Austria, to ligada ;i Hiissia,
mostra-sc de aecrdo com as duas potcm-ias do Oc-
riilente. se niio na achilo, ao menos uas negiieiacoes.
O principe de Meltcrnj/ft, qae"iu Je cousullado
[cj>u>i^Ktj^dJ)ffar.Taiiienle partidista di" Vlinu'i dia seguinte a fedre se applacra, desde enlo a bol-
--".e nm modojespanloso.
Nessc oslado de incerteza nio ouso dar-lbc noti-
cias commcrciacs, iiorque nao he dado a ninguem
prever os acontecimentos.
Todava parece que a oroasiao nSo seria ma para
tomarem o ramiiilm da Europa os navios brasilei-
ros, cujo pavilhao nada tem a receiar.
Por aqui mnilo se falla em i-nlonisaeao para o
Brasil, purm at boje aida nada vcio do Brasil
que poilesse animar emigracito para la. Eslou per-
suadido que no Brasil ha muila preciso do colonos
o que qiiauto mais larde se decidir a obrar, tanto
maiores sacrificios sero necessarios fazer.. Quando
no Brasil se arharem eslabelecidos de 50 a I(K) mil
colonos, os cmigraules l irao Icr espontneamente
c i sua -usa, mas nio se devein os Brasileiros fa-
zer illusiics, porque cllcs nao oblerito esses 50 a
100'mil colonos sem fazercm sacrificios para sup-
prir o que demais tem esles a pagar para se trans-
portaran Brasil. No auno lindo .le 185.'!, emigra-
rain da A Memanlia 185,1 M pessoas, para os Estados-
Unidos a maior parle, eal'^uns para a Australia, c
niais teriam partido se hao fosse a raridade, e a
dilliruldade de nbler navios alrm da caresta dos
meamos.
Ora, desse numero quanlos foram para o Brasil?
Apenas 635!
Paris 21 de Janeiro de 1855.
I lepis ila publicaran da circular de SI. Urouvn de
l.huysem que scannnuciava o II ir a I mente a entrada
das esqnadras no Mar-Negro, agnardavamos ver as
nossas rclaces diplomticas suspensas immediata-
menle com aBussia. Nao aconteceu assim : M. de
kissell anula se ada em seu posto. A notificacao dos
sabinetes de Londres e de Paris devia chegar aS.
Pelersburgo de ti at 8 de Janeiro : por tanto a res-
posta official niio pode lardar a ser condecida. En-
tretanto cslamosrcduzidos a conjecturas; mas nem
por isso a situaran deixa de ser gravo, o problema
ser resolvidu pela guerra. A dilliruldade das com-
nunicacOcs, os manejos da diplomacia |ioderao occa-
siona'r alguma demora ; mas fique ccrlo que no pon-
to em que as cousas se acham, a Kussia nao recuar.
Os infaligaveis partidarios da paz nao temdeixadode
aproveilar esla iuterrupcao para procurareni destruir
o effeito da circular de M. Uronyn de Lbuys. lia
quatro dias que um despacho de Vicnna atmuncira
que a conferencia enviara a S. Pclershorgo a aceita-
cao pela Porta da nota do 5 de dezembro, apoian-
do-a enrgicamente junto do imperador Nicolao. Em
consequeneia desta noticia, os carneirns da bolsa fo-
ram atacados de urna febre de coiifianca, e a renda
subi -2 francos dentro de nm qunrtu de hora ; mas no
Duque de H'ellingtn. S. JottocCAcre, Medea. Cij-
r.topt. Se o governo inglez ainda hesitasse, a opiniao
publica o ccnslrangeria boje a ir adiaote. As gazetas
elevam o odio contra a Kussia al o furor. O proprio
povo prororape em manifestaees grosseiras, mais
significativas. Em Edimburgo queimaram em efigie
o imperador Nicolao, e condoziram-lbe o busto em
urna carruagecn tirada por un asno. Lord Aberdeen,
o ministro da paz, a quem influencias de corle sus-
tentaram at o presente, e que nao (em forra para
lutar contra o sentimenlo maioral, parece decidido a
dar a sha demissim antes da abertura do parlamento.
Todas as noticias que nos chegamda Russia annun-
ciam o rnmpimento com a Franca e a Inglaterra co-
mo inminente. A irritaran contra a Inglaterra ainda
be maior do que contra nos. Eis-aqui b que se es-
creve de Sao Pelersburgo era data de nove de Ja-
neiro.
' A Cazela-da Corle publica nm artigo de gran-
de violencia contra a Inglaterra, cauta principal de
todas as coinmo^ea europeas, e malecolomedianeiro
i/ue inspirou aos Turcos um espirito absurdo e e.r-
Iraeaganle de independencia.
Ha poucos dias leram-se em casa da princeza de
Lieweu algumas cartas de S. Petersburgo,que narra-
vain que, ao saber da declararlo dos gabinetes de
Londres e de Paria, o czar dissera as palavras seguin-
les : Estes senderes abusam demasiadamente da
minlia boa fe do meu desojo, de nao qnerer pertur-
bar a Europa as graves circuinstancias em queso a-
cha. Nao sabem elles qoe sou o nico no meu im-
perio que queira a paz. Comprobando que a A uslria
e a Prussia hesitam entrar comigo na luta que se est
preparando: mas tem muilo que fazer entre si; mas
doni ser que so nao illudam. Esta guerra he derla-
rada contra o principio conservador; e quer quei-
ram, quer nao, bao de ser obrgados a se defenderem.
asi proprio.. Eu posso susinho resistir i Franca e
i Inglaterra, as minhas medidas eslo tomadas, e al
os finsde Janeiro, lerei 400,000 na Asia e :t00,000 no
Danubio. ___,
Asseveram que a Austria e a i'russia esto para
publicar urna declararlo solemne de neutralidade,
que deve ser encorporada declararan que tem de
ser feila pela dieta germnica, em nome da confede-
raco. Pela nossa parte reputamos esta neutralida-
de Ilusoria. Assim que se encelar a lula, .a Kussia
ea Franca obngarao estas duas potencias a tomar
parle nella. O seu interesse bem enlendido devera
forra-la- a se unirem com nosco, mas as suas aliiau-
cas e susceptibilidades arrastam-nas fatalmente na r-
bita da Kussia.
anclo.frauroza, o mo ocrulla a sua opiniao de que
a Austria, deve ojipor-so ao doscnvolvimenlo da Rps-
sia como prejudicial aos scus'inlercsscs.
A Prussia, islo he o. aoverno prussiano, parece
estar resol\ ida a conscrvar-se neutra, |>orque sojam
quaes forcm os seus desejos om favor da Kussia, a
opiniao publica se tem declarado (ao unaniiiamcute,
que d.ivei i risco em alfronla-la.
Ao reslo a todo monionlo se espera a nolicia offi-
cial de que o imperador da Russia nao admitle
composirao alguma, porque j se sabe por noticias
lelographicas, quo tal he a sua resolucAo, o o seu
amor proprio se acha tanto mais excitado que as
ultimas haladlas em Calafat, na Valaclda, os Tur-
cos tem destrocado o exercilo moscovita.
A Succia-c a Dinamarca declararaiu-sc offlrial-
nifiilc neutras, o fizoran cutre si um tratado de al-
lianca para fazer rospeitar a sua neutralidade, c pau-
la por cerlo que essa determinarn fui tomada por
influencia da Franca cda Inglaterra.
Se a altencao nao estivesse Uto absorvida pola
qiieslo do Oriente, muilas discusses se teriam Irqg
vado a respeito de um aconlorimonlo puraincnlc
allemao. que acidia de Icr lugar, lima idea (xa
dos l'riis-iano. he lerein una maritilia militar, c
por cousequeuria um porto para a acolhcr.
Infelizmente nao piidoui Icr osse porto cm territo-
rio sen, porque nao tendo territorio no mar do nor-
te, apenas tem dous pequeos portos no Bltico,
cm Stessiu o Dautziq, onde nao se podein receber
se nao pequeos naxios.
O governo Prussiauu (ralava pois de comprar e
obler um porlo no mar do norte, o conseguio qu o
Ducado do Iloldemburgo llie cedesse o porto'de Jad-
de, mediante 500 mil Ibalors (um Uialer vale fran-
cos 375 ch.) c destina urna grande somma de mi-
IhOca para conslrurcao de urna esquadra.
Corre a nolicia de que o imperador .da. Kussia, e
o roi da Dinamarca, que tem dircllos evenluaes a
successao do Himno ducal de Oldcmbiirgo, protes-
lam contra essa cessao de urna parle de territorio:
veremos o que d de si osla qucslao. Olanlo a
mim a occasiau escolhida polo governo prussiano
para realisar esse negocio, he magnifica porque boje
o que nao he qucs'jlo do Oriente nao merece atlcn-
fo nlcuma.
Sera possivel crcumsiTcver a guerra no rionlc?
eis a ques(ao que preoceupa lodo o mundo. O im-
perador da Kussia ha do por ludo om mov imenlo
|iara envolver a Allcmauha na queso, c osse re-
cejo causa o maior transime ao nnnucrcio, ije
nao ousa emprehender nada, c qu 'SiClSsseus
navios.
sa (em
Em verdade er,i~Hlis_ler ser ceg para nao ver. pelo
quesepassa enlre nus7aH((J^omo em torno de nos,
que cada um se prepara paraas\g<'aves eventualida-
des que ameacain a Europa. O
envolve lodos os dias grande aclividadc para armar
o Trident, a Cidade de Marseille, o Algcr, o Du-
i/uesne, o Suffreu, o Duperr, o lleurus e a Ze-
nobia.
Dizem que o ministro da marinlia (hou n ordem
para se laucar ao mar os navios que se estilo conslru-
ndoem Kochcforl, da maneira seguinie : o Loui:
-\fl", a 28 de fevereiro ; o Turetme, 14 de abril, o
litm, a 13 de maio. Trata-so igualmente do armara
corveta a vapor do 300 cavallos o Coligny, que ha-
via muilo lempo que esta em cninraissao de porlo.
Ordenou-se urna leva de 300 carpinteiros afim dse
poder activar os Irabalhos do Turenne. Mandou-se
ordem para os portos do primeiru dislricto martimo
afim de fazer-se nma leva cousideravel de carpintei-
ros, veleirps e calafates. Dizem que estas ordens
mesmas tem causado certa inquietadlo sobre lodo o
liltnral da Mancha, que receia que. esla medida pre-
judique o sea commercio na Terra-Nova, quanlo ,i
pesca do bacalho.
Acerca das tropas de trra, organise-se com activi-
dade 6 corpo expedicionario de 50,000 liomens, que
deve ser enviado i Comlantinopla. O general Cau-
sobert he quem o ha de commandar. Na ultima re-
vista que esle general passou no campo de Marte, el-
le se dirigi aos olliciaes da maneira seguinle : Se-
nhores, lenho para mim que esla revistade a ultima
que passamos aqui a prxima lera lugar em Conslan-
tinopla. aveconduzir comsigo o general Delissier,
homcm de audacia e de aceao, celebre por essa ex-
pedic^o em frica, onde elle enfurnou, como a ra-
pousas, algiins cenlenares de rabes que se haviam
.refugiado n'uma caverna, da qual nao os poda desa-
lojar. Esle corpo expedicionario deve ser escolhido
entre as tropas de flor, que fazem parle do exercilo
d'Afriea. Trala-se alm disso com toda ctividade da
formacito de 8 balalhOes de caradores de Vincennes ipfflatamenl
zem aos proprictarios: Peca ao imperador que llie
pague, n
Depois de alguns dias o imperador lem oslado
doente de rheumalismo n'um braco: elle nao deixa
os aposentos da imperatriz, que tambem est iucom-
modada, esobre ludo andamuitriste,sese deve acre-
ditar nos familiares da corte.
A imprensa ministerial eleva a adulacao aos lti-
mos limites do ridiculo. O jornal de Reims a Con-
corde, n'um artigo longameule motivado, propoe ao
pnvo francez dar imperatriz o sobre nome de Xoj-
sa-Senliora-das-t ictoras, para glorificar o compor-
tamenlo bcllicoso deNapoleau.
Para dar urna idea dos desastres que tiveram lu-
gar no mar, nestes ltimos lempos, o Morning
Chronicle diz que os relatnos recebidos desde o
prfmeiro Ile-ic me/, al sabbado passado,nao dao me-
nos.de 20I naufragios de navios francezes e estran-
geiros. Fisle calculo n.io com prebende o uumero ainda
maior de navios que deram n cosa ou que soffreram
graves (varas.
Um milhio 20,000 carias (passaram pelo correio
de Londres sabbado passado. lie o numero mais
consideravel condecido al boje.
Ha poucos dias, os jornaes inglezes pubicaram
urna pretendida carta da duqueza de Orleans ao du-
que de Nemours para explicar-lhc a sua recusa de
adberjra fusilo dos dous ramos. He evidente para
osespirilos de boa fe e que possuem algum habito do
mundo poltico que esla caria he apocrypha. Co-
mer assim : meu real e caro cunhado... i A du-
queza de Orleans he urna mulhcr mui dislincla, e
estou que au empreara senielliaiilc formula. Es-
ta carta foi evideulemeule fabricada para destruir a
impresso que produzio em Franca a reconciliaco
dosmembros da familia.de Bourbon. Dous jornaes
mi Histeria c> roproduziram-na sem com ni en lar io, juu-
laudo-lhe apenas as reflexoes injuriosas do Times. O
As noticias de Constanlinopla nos annunciam que
as esquadras Contrariadas por um vento violento nao
poderan enlrar no Mar Negro se nao a 6 de Janeiro.
A Itetribulion e o Caire parliram para Sebastopol
TcWj-O-deste, "'"" -''e aonunciar as autoridades russas que as es-
quadras'ciulmiailffy Y" mm aricado no alar Negro
para d,efenderem o territorio e o paVnUmUifirco con-
tra qnalqucraggressa.
laVtUwoJjjrro i
A mor parte desles subditos nem possuem irrtelli-
ecncia, nem fortuna, nem estatura de humens. O Sa-
inovede, o Sakoute pudero ser contados como subdi-
tos ? Improprios para a guerra, pagando por imposlos
algumas pellos de raposa,todas, as suas provincias nao
valem urna aldeia franceza. O Kamscbatka nflo val a
cidade de Brignolles. E alem disso, que difiiculda-
des as communicacoes 1 O corieio s ebega urna
vez, de (i em (i me/e-, do porto de S. Pedro e S. Pau-
lo-ao extremo da Siberia, dizia-me um siberiano
em S. Pelersburgo.
Oiicrom urna prova das basofiasda Russia '.' Ei-la :
ella fa|la das minas d'ooro da Siberia, dos thesouros
accumulads no castello de S. Pedro; e todava quan-
do a Russia Taz a menor guerra, procura conlrahir
emprestnos; lomou emprestado 60 milhoes quando
quiz fazer a guerra na Hongria.
Nunca Ihe fallei em Alcxandre Dumas. Creio que
o condece smente pelas obras delle, cheias de en-
thusiasmo e imagini^o, onde a invcrosimilhanra se
occulla sob o prisma scinlilanle do seu espirito di
mil faces. Pois bem ; ainda he mais curioso conlie-
cer o lionicm do que o escripldr. Flho de um homem
de cor, o que domina nelle, como em quasi todos os
parcenus da sua cor, be a vaidade. Elle sent mu
uecessidade imperiosa de fazer que s falle delle, so-
ja de que modo fr. Meu pai he 13o vaidoso, ,diz
Alcxandre Dumas filho, que se elle possuisse una
carruagem, fora capaz de collqcar-se na parte de traz
para fazer erer que possue um negro, n Depois de
1830, oberado dos favores de L. Filippc, malquistou-
se com elle em consequeneia de algumas phanlasias
republicanas, o que nao impedio que elle recorresse
a bolsa do duquo de Orleans, quando os credores se
llie tornara.-.] demasiado ferozes. Depois da restaura-
cao do palacio de Versailles que'I.uiz Filippe dedi-
cou a todas as glorias da-Franca, conviden elle para
lifico museur Indas asillus-
O a ii^^uraiTrrsdesle magnifico i
duque de Nemours immediatamenle jsasren 9-L, -a^oes da 'poca ; Ale*aiuin? Dums foi esquecido ;
Ouizot, pcdiudo-lhe que n\) Orleans algum dia llieaaretera semelliinle caria.
A nova ufana dcrfiespaiiha morreu depois d
poucos dias de nascidal A raiulia ja pralicou as ce-
remonias religiosas q.ue se usam depois do parlo: ain-
da se receia um golpe (le e-lado.
is aqui um despacho telegiaphico deMadriiUjue
vem confirmar estes retejos.
A demisso de vanos gencraes fui aceita.
O ministro da faztnda foi substituido.
Osgeneraes Concia eO'Donnell foram exilados
para as Ornaras. *" ,
Os passeadores da grande awiidanios^ampos Elv-
seos, ha poucos dias, foramtestemunhasde um.
rienda curiosa,
partido do bairro
avenida cm un-
nm app- 'mos de^rever. Em
grande bavia u-
nnme ,,t c |,yi''
O loy ..nava um veru. ^..a as-
cer/sional nao era suflicicnl tonduz. o experi-
ma islo nao impedio que te se apresenlasse em,
Versailles. Quando Luis Filpp alravessou a gran-
de sala de recepro, A. Dumas aiVedou a mullidao o
lanrou-sc a'is ps d'el-rei, brad.'ulo-lhe: Senhor,
amnislia para todos! L. Filippe ( egou-Ilie pela ore-
Ihe, rndi~se,e Ihe disse: levante N grande discpu-
lo.,. Nunca Dumas perdono real e sangrenta
facera, ,
Elle perdeu no duaue nm amigo e um
proleTor devolj^nTfnias o duque ut Montpensercon-
tinuou^VaTacom cite, as Iradifoei -Jc^JJirfrmuTsa1'8
velo. Obteve para elle em I8i um privilegio de
Ibea'tros nos boulevards : era urna ddiva de porto de
00,000 f. Esles favores deveriam turnar Dumas re-
cousa de dous annos, estabeleceu as suas olHcinas lil-
Icrarias. Talvez alguem me pergunle, que pode fa-
zer Dumas em Bruxellas? Sera elle refugiado pol-
tico '.' Esle (itulo lisongearia bastante o .leu amor
proprio, us elle nao possue direilo algum para islo.
M. Dumas se refugiuu em Brnxellas paca evitar, os
guardas do commercio. lima das suis antigs ami-
gas, primeira dama de drama n'um llieatru do bou-
levard, que elle abando por orna joven e linda
ingenua, para vingar-w* ausou-lhe este incommodo.
Depois do seu rompimerit,cora Dmua;,ella compro*
por urna nagatella um crdito bastante consideravel,
que' o levara i prisao, e esfa espada de Damocles
ob'rigoo o infiel a procurar um abrigo na Ierra es- |
Iraogeira. Desde o -2 de dezembro a casa delle lor-
nou-se o hotel das victimas do golpe de estado, jan-
tam alo como na eslalagem, com a differenca de que
nao pagam nada. Muilas vezes, qoaudo os hospedes
folgam alegremente mesa, Dumas conserva-te fe-
chado no sen gabinete, habilitando como dez ne-
gros, encadenando dramas e romaneos pira pagar o
jantar em que nao loma parte. Com efleilo he nm
homem de urna ctividade devoradr; he o verda- ]
deiro Judeu Errante da lilleralura contempornea,
gaiadando mais de 100,000 francos por anno, e nao
tendo sompre cinco sidos na lgibeira.
Porlanlo, ha dous mezas, osando da faculdade que
o governo Ihe conceder, A. Dumas se fez jonialis-
ta. Deu sua folha o litlo de um dos_seus roraau-
ces mais populares : O Moutquctairc. EtVaq
que modestia elle proprie se aununcia:
O Moutquelaire, Journal d'Alexandre Dumas.
Espirito de Artagnon, lealdade i'Alhot, vigor
de l'orlhos, finura Aratnis, o Mousquctaire re-
ne ludo o que se desperdiga ordinariamente nos ou-
tras folhat.
Se Dumas n3 justificar completamente este mag-
nifico programma, ao menos justificar b sen. titulo ;
com efleilo, como um verdadeiro Mosqueteiro, lem
sempre a espada desembainhads.e muilas vezes icon-
lece ferir um amigo, querendo ferir um a rsario.
O Slousquitaire tem em primeira lugar om certo
triumpho de escndalo, mas afinal se caneara de lau-
to estovamenlo; os assignanles deixa-lo-hSo, e como
cauca aos proprio raalamours dar tal racuo,
esle malamouro logo se ver obrj^d
a espada. P *^
.,. .u,a,u,lCTuui.u..euiii.expe- 2UO,uour. Esles favores deveriam tornar Dumas re-
Lmsugeito.perfeilamenleveido^fSKbeciddr A revolucao de fevereiro moslrou lo-
Beaujon, desceu sobre a gra.de da a^sua ingratidao. -\ gloria polilica de Li-
"'ridade incrivcA, ajudado poi marline impeoio que ejle dormisse : julgou que
Todas as medidas marilimas lem sido ajuslads pe- ofenlador, mas ao menos podia neutralisar os 3|4 do
los dous almirantes, entre quero reina sempre o nwjs'peso.
completne mais leal accordn. Os-navios de cada na- r0i
cao se acham sob o commando directo do respeclivo
almirante ; mas o commando em chele, no caso em
que baja lugarde exercc-lo sob o aspeclo militar, foi
devolvido por tiin accordo commum, e segundo lodos
osTCgulameulos e usanras adoptados em semelhanle
materia, ao vicc-aliniranle Hameliu, que he mais an-
tigo no poslo.
Nao se sabe se a esquadra russa se lera discreta-
mente encerrado no porto de Sebastopol, ou se ousa-
r medir-so com as esquadras alliadas. Por um lado
a pus i can hehumiliadora.e por oulro he perigosa. Se
as esquadras impedem qoe os Russos circulem livre-
meule no Mar Negro, pelo contrario protegem todas
as remessas de tropas, de vveres e de muuices dos
Turcos para o exercilo da Asia e o exercilo do Danu-
bio. Porlanto a Russia ser obrigada, se n quizei
capitular, a recorrer s coriligencias de urna balalha
naval ,e enlo lalvez pagasse caro as suas pintarlas de
Sinope.
Os Turcos tem soffrido alguns reVezes na Asia, mas
as ultimas nolicis do Danubio Ihes sao favora-
veis.
Aqui o soverno esta mui preoecupado da siluaeao
interior.. Nos departamentos particulares a.f-srfa
be rnui grande e o medo da guerra iliji;ufia aslran-
sacrOes commerciaes. O bancttue l-.r.mea se acba
n'uma siiuaro mu critica, ^.*m consequeneia dos
pagamentos consjderfiisdos seus bildetes em nume-
rario, foi offgado a elevar a laxa do seu descont a
5 por cj|0. o escriptorio do descont o elevou im-
FOLHETIM.
OS NETOS DE LOVELACIO. (*)
(Por Amadeo Acb.rd.)
VI
lina
I
O PRINCIPE POMKRANO.
Continuarao.)
dia seguinle o principe corren i casa de Faus-
tina. ,
-J Minha imaml amlaolo incommodada ; Imla-
via enlre. para o senhor olla l em rasa, disse Ju-
heta, quo linda iiislrttccoes ncsle sonliilo.
O principe foi iulroduzido no quarto do Fauslina.
As rorlHa* eslavain adaivada, e olla envi.lla >n
nm perneador liranco trema junio do fugo recosluda
em nina poltrona.
Faustina vollou a caliera lnguida para o princi-
po, o audni-o com um son iso mavioso.
Depois do nma noite de risadas, urna noile ua
qual ludo brilhava, cryslaes. palavras e odiares, essa
metancolia suslou o principe, e mil pergnntas vie-
raiii-lde aos labios.
Meu Dos! nao lenho nada, resnondeu-lde
Fauslina com voz doce, eslou triste smenle.
O prncipe pensou mal naliiralmonle quo se l'aus-
lina fallava-lhe em sua tristeza, era. porque quera
sor consolada, e poz no mesmo instante disposieSo
4eOMa poso:i. suas carrmgens, seus cavallos; s'eu
palacio, eus criados esews mildol's.
Ollerore-me muilo, disse Fauslina comsigo, e
depois em voz alta :
Eis-alti mnila colisas oni urna pliras*. Quanlo
seria o senhor infeliz seeu Ihe pegasse da palana !
Experimente.
Oh I disse ella enmend os hombros de modo a
afastar a musselina do petileailor, bem sci o que
valem lodas essas dedicaee. Quanlos me bao feilo
uflorerimenlos, e qnam poucos tem resistido prova .'
O principe de Zell quiz responder, Fauslina rele-
ve-o com otn sestn.
Tem-se-me dilo tem vezes o que o senhor vai
dizor-me, e cada vez creio menos nisso.Os liomens
romo o senhor (em sempre seus milhes a lanzar-nos
a rara. Mas se en o irruinasse que prnvaria isso!
Muilo, n-spoiideu o principe com mais finura
do que Fauslina esperara.
No ponto de vista da cifra, sim ; mas o que he
a cifra sem o cornejo ? (ornou t.a laucando-lhe um
desses ollmres, que fundem o aro na mo dos aya-
ientes... Oura-mo, ha qttiozeiu dezoilo mezes q'ne
sacrilico-me por Mr. de Fli/.c, amo-o... Pois bem,
-jtilga que elle me comprcliend t Nao mais que o se-
nhor... O* liomens nao sahemamar Os mais amo-
rosos, e fallo daqoellesque pezam-se de adovinhar-
nos, opprimem-nos de vestido* de joias e de casemi-
ras. Elles Iralam-nos como tuecas; mas esquecem-
se do coracao! Somos sita viidade. sua distracco,
seu folguedu, elles nos tem copo um cavallo de raja,
urna carruagem de alio prq-o, urna paizagem de
Ruvsdael, una V
tuna biblia de
nossas tristezas
nao as compre'
vra viml dp
que Indo o lu
soiiliossein at
nhorrin ar
Trazeni-iio-
mola do m
Depnii i
una amar,
pantaram i? principe >
penliiiainciite una lo
nacas, sontimenlais, el.
licas, mu quaes pareca
deTiuen, um Slradivarius,
delicadezas de mulher,
roes para o ideal, elles
I sabem que urna, pala-
s imperio sobre mis do
linali/an Ad se elles
ile urna lagrima! Co-
chorar oui companhia
nao nos dito jamis a os-
que se liram de enlre os melliores soldados dosrOs-
sos relmenlos.
A Tuglalerra pela suerte lairibem nSTica alraz.
No mez de abril prainl, ieri, J7 navios ,-, |le,iCe
promplos a enlra!,0 ijal,ico. 0 aimirantado inglez
procurou platjfcjrcomstanciados cerca de Sebaslo-
P,e dettnsladl. A 17 de Janeiro, por ordem dos
ilJlro altnirantado, allxaram-se edilaes com profu-
sao em Londres, convidando-se os liomens de trra a
entrar na marinln real. Os navios de equipamenlo
sao: Diamanl, Boscaicen, Princeis royal, Frolit,
I O [I
mirada rom um rcenlo,
e una melancola que os-
Fauslina improvisou re-
nte de phrases ternas, cle-
arreiras, maviosase roinan-
wilenlearseii coracao.
O descngitno cobria c.tn seus veos pardos e fluc-
tuanlcs todas essas elfusOiF sorprendidas sua triste-
za. Fauslina nao cria mais em nada, e nao esperava
mais nada. Ella se linda (feridoeni lodos os cspinbos
da viua. linda procurado I o podido ludo i sua mnei-
dade amorosa e Sincera, o dessa primavera rapida-
mcille nassada sreslav' llie a solidiioe o d! ,
Tenlio oilonla am j' disso olla lerininando.
E fallandoass'un, apn'lava a rabeca om um braco,
que linda a frescura dn s rosas.
Suavelliiro me r "a fazer muilas moniniees,
responden n principe, ujos olbos conlomplavam o
braco n de Fauslina
Ah o sondor ere isso? lornou ella dando um
sorriso, no qual a duvii.'a mislunva-se Com a provo-
ca.cAo. '
FajfO mellior, eslo^u convencido,
alio n3o faca. Na verdade nao sei porque
de Armand, ao qual repeli (odas as palavras de
I auslina confuodindo-as com notas explicativas, e
aitgmeulando-as de commeularios.
Conhecia simenle seu espirito, disse elle cm
forma de perorarlo ; mas que coracao !
De cerlo, responden Mr. de Vauvilliers, ella
lem um curasao como nao coubero oulro.
O sentido dessa phrase equivoca escapou ao prin-
cipe de /.ol, o qual s vio nella o que quera ver.
Se conseguir ser amado por ella, conlinunu el-
le, de i ere r no senhor a feliridade de nimba vida.
Sim ; mas ella ama a Mr. de F'lize.
Esla resposta foi como agua fra om um vaso de
asna fervendo. Ella acalmon a febre do principe de
Zell, o qual pnz-se a volver a bengala enlre os dedos.
. Se s se Iralasse de dinheirn! lornou elle.
Som duvida, mas Irala-se de agradar-lhe.
As palavras de Fauslina vnllaram ao espirito do
principe, sen odos pardos illuminaram-se, e om-
perliando-se elle disso:
l'oisliem'. oxpofiiienlarei, saherei ama-la co-
mo olla quer ser amada.
Armand loi ne-sa noile casa de Fauslina, o dis-
so-lhe :
Quo sonala tocn voss a esse podro principe'!
Fauslina lirn do um armario que sorvia-lhe de
bidliollieca um volumede ViclorHugn, abrio-o, pro-
curou um minuto, c pozo dedo sobre a follia.'
Armand inclinou-se. o leu eslas palavras escrip-
ias em frente de urna poesa: Autre guitare.
Vnsse be sublime exclamon elle.
O principe de Zell. Joao Casemiio IX perlencia a
a familia de principes errantes que o Norte enva
que abi demnram-se seis se-
ossa
Paris lodos os anuos
manas, seis mezes. ou seis anuos, e percorrom a Eu-
ropa do capital om capital durante a vida. Seu iti-
nerario esla previamente Irarado: sempre a lngla7
Ierra, a Franca e a Italia, islo he, Londres, Parj,
Milao, Roma e aples; as vezes a Suissa ejrfetos-
sia, nunca a Hespanba. An grandes ridad>'s servem-
Ihes de hospedaras, olios lem feilo suarlla de esli
das margeos do Rheno. r
Alguns criam raz em Parj^~"logo que provam
sua vida inlelliger.ie e fcil, esquecem-se da patria
eomuoolr'ora enviajantes de que falla Homero, de-
fallci-lde como acallo,de fazer ; o senhor nspra-tWti001''* "* cortieffcm o fruclo dos Lotophages.
urna-\m|ialbia. que i iuvol unitariamente dcscorrou- Os man pobres desses viajantes sao pelo meilps mil-
me .os labios. Al-Arniand ignora o que acabo de '-'""arios, muilos tem riquezas chimeneas, dessas ri-
confessar-lde. Se agora 0 senhor liaiar-me de oulra queias. que s enconlram-se nos captulos das Mil e
maneira que nao eom(0 amiga, a quem mo confiarei! "mn noile*. Elles passam como os principes fabulo-
Vide Oiarro n. ".
O principe do Zol
do una vez a"con
ouv i-la chamar Mr,
Quanlo me
romsiao.
O l'oiucriaiio Vi
enfcilirado, e seo
eslava encanlado de lomanho
ira de Fauslina, mas doia-lhe
li Vjuvilliers pelosohre-noine.
flimarO l'-o*lniri lis-e /.lie
Caseiniro* disse eRe

m dessa visila complelaracn'o
'meiro cuidado foi correr sa
sos dos coi\los das fadas. e deixam as cidades deslum-
bradas rom sua presenta.
O pri ucipe lem substiliiido o lord na inlimidade
das prostitutas, agora he o continente que di os sub-
sidios galanlaria parisiense.
O firincipe.de Zell eslava om l'aris ha qnn/e ou
dBzo'iio nioes, e era essa a maior assisfencia qu li-
te a seis. Ogoverno nao sabe que parti-
do lome para cncher o dficit do lliesouro e occo'rrer
as eventualidades do momento. Dizem que (em o
projecto de vender urna parle dos bens immoveis
perlencenles aos hospicios, avaliados emSOO milhoes,
c quo conven cria em fundos. Ja em 1813 Napolcu
I fora obrigado a recorrer a esla medida um pouco
revolucionaria. Alm disso falla-so eraum empres-
timo de 100 milhoes, qoe elle faria em commum com
o governo inglez.
Grande parle dos operarios de Paris nao poderam
pagaros alugures das casas no mez de Janeiro, e di-
zera na Erando cidade, poslo que estivesse habitua-
do a vir a olla quasi lodos os anuos.
Agora podia-se apostar com seguranza, que elle fi-
caria para sempre ahi.
Elle perlencia pelo nascimcnlo a primeira uobreza
da Pomerania.
Os principes de Zell reraonlavam aos cavalleirns da
ordem teutnica, lindara dado mulheres a mor parlo
das casas soberanas da Allemanha, e essas alliancas
de lamida os haviam misturado com as mais antigs
casas da Saionia, do Bran deburgo, da l.il lua na, da
('.ui laudia ; porm de ludo esse esplendor quasi real,
apenas restava ao principe de Zell urna riqueza gi-
gantesca, cuja origem remonlava s pocas feudaes da
historia do ducado da Pomerania.
Pnuco lempo antes do tratado de Gremnilz. o qual
a-miniii nm 129 aoseleilorcs.de Brandedurgo a
successao da Pomerania no caso da extiuccao da linda
los duques do Pomerania-\Volgal, o principo dj.
Zell tura encarregado pelo san soberano em pagmon.
tullecerlos privilegios hinilo oxteusos.de le\'.n|,ir
o liianler a sua cusa nina fortaleza destinada ,,-prg-
loger as rustas, contra os roubos dos piratas ,|,,e ,.
feslavam o mar Hall ico dedeo serillo d^cirji'o.seguu-
do, e lalvez lambem de vfliar como uni'a sonliiiella
as iuvases dos principes da casa de Br.i'.nielmr-o.
Edilirada o provida essa fortaleza >\e nia arni-
cao paga pelos principes de Zell, um de seus descen-
dentes ublcve de Bogislao XIV om, 1530 novos direi-
los mais ampios sob condien de crear ama onlversi-
dado, cuja manulenco devia P car para sempre a seu
carao.
As cousas subsisliram n.^p ej^o al,10 ir,,an0
de Weslphal.a, o qual dr.u :l prussia a pnrrao da Po-
merania que rontinha a*\terras e o dominio feudal
dos principes de Zell. \
Em. Iroca dos direilos e priv jle^os do s
7+principo ilt 'At'.1. Joiio Wenceslao, |\" reeeb
Com esle apparellin lixadn por tima corroa a urna
cinfa atada por baixodos bracos,foi que o tal sujeilo
desceu sobre a grande avenida e deu a volla em tor-
no do palacio da Industria, dando salios e pulns de
cinco on-seis metros, seguido por urna mullidao em-
bevecida. Concebe-se, com efleilo, que se podessjy-
mossubtrair-nos a lei universal do peso, andaramos
com urna rapidez extrema, prvidos de forjas rr us-
culares, como somos.
Fis aqui urna carta mui curiosa que o Courriert
de Gand receben do seu correspondente de Toulon.
Eis-uos cora a guerra: as esquadras eulrarara no
Mar-Negro, M. Drouin de Lehuys annunciou esle
fado s embalsadas. Assim eslo explicadas estas
palavras dr vice-almiranle La Susse aos capitaes de
mar e gm.ra reunidos a bordo da filie de Paris:
convem proverem-se de boas carias do Mar-Negro.
O bairro S. Roch, assim como o bairro de Bisogue,
islo ho, as familias dos olliciaes de marraba e as dos
marinheiros eslao em movimcnlo. Mas apezardislo
os armamentos nao se fazera com prccipilaciio. ,'
medidas tem sido tan dgm ^nnja.a.iia^gn'iiniir"'
mariuda, (^uajii^stB|iromplo desde moito
0/iKt idade. A salad'armas endura o vacuo de V),
pingardas fornecidas aos Turcos. Tem-se an .a-
do viverespara mais de 5,0000 liomens- 'das as
padarias da marinha em Casligueau c-.tiio e'-n ctivi-
dade. Encaixotarara-se biscoulos para 5Q<*'Whomens
durante seis mezes.
Ce r lamen te as cousas nao lira rain "osle ponto, se,
como diz o Times assustado, e v-arias gazetas de Pa-
ris, a Knssia levantar um exerr-ilo de mais do 2 mi-
lhoes de liomens.
Quem se lembrar do conle-*'" flas cartas de Tou-
lon, ver que eu conheco a B ussia. Serei acreditado
quando disser que nao exisl e na superficie da Ierra
governo mais basolio. Ninr^em pude ir verificar a
exaclidao dos algarismos da ua eslalislica. Prtenlo
elle podo fallar dos 60 milh '*s de subditos.
Mas sei da bocea de um dos ministros do czar, o
da guena, o general Czen'ichell, que a populaco
da Kussia lio de 52 ilbo"* Je almas.
lambem tinlni
Joule "V
necessidade
se quera
dos seus
crT^^^>sltalU^^ir' '' se quera fazer re-
presntenleidOjWvo.
jornal em que insulto'u
povo de l'aris o alcunhou de pan
fumar os charutos do duque de Mon
eleices obleve 300 votos, e era misler
40.000 para alguem ser eleilo. Satis
niculo cora esla pequea litan. Ale*
vollou oulra vez vida litteraria e cRinuouno fa-
brico dos seus romances e dramas atanor. Depois
de haver desperdigado as mais drJdianles facoldades
que Dos lenha dado a um liomeati, depois de haver
esvasiado o seu sacco e o dos sajfs numerosos collabo-
1 a. lores a non \ mos, n'om certa dia se vio obrigado i
devorar-se a si proprji^u, para rallar era estylo
menos figurado, a escre eras suas pronri as memorias.
Foi a Preste que primeiro coniecou esta publicaco.
Esle fado causou escndalo; porque vio-se que o an-
lor.sob o [ir ele vio de srreverassuas memorias,e5cre-
viaasmemorias'delodos,corrigiudo s mais das vezes
a verdade histrica,quando o interesse do romance o
exiga. sprotextos por carias e al pelo ministerio pu-
blico ch'uv ara no escriptorio da l'resse. Ogoverno
descontente das tendencias republicanas que Rumas
pstenlava as suas memoria acerca da revolucao de
1 1830, de que se proclamava modestamente um dos
hroes, aproveitou-se da agilarao da opiniao pobli-
ca para convidar a Pressc a cessar semelhanle pobli-
I cacao.
Mas como niio he boro, mesmo para um governo
aTSt'ulo, malquislar-se com esses grandes gritadoras,
proi'rou-se angariohar o Ilustre escriplor. Qoaodo
se |pssue o poder, e urna caixa bem prvida, he raro
qUese uo encontrara argumentos que arrastem Ale-
xiHn're Dumas. Priuicirameule aulorisaram-no a
ruin.ar um jornal para continuar a publicarlo das
suasmemorias, com a coudicao de nao tralar de poli-
lica depois prometierain-lhe um novo privilegio de
llieal'o. Pr que o que elle obleve pelo favor do du-
,|Ue ,ie Monlpeusier foi devorado desde o dia era qoe
foi encado. Alexandre Dumas lem um estomago
de iii-stru/.: digere pedras. Asmsjinguas at di-
zem q"e ello receben dinheirn : he possivel, mas
eslou convencido que Rumas podo desafiar os seus
iniraigps a procurar a prova material desle fado no
fundo (lo seu balu. Oulro motivo mais poderoso
lalvez de 1"e a influencia das recordares polticas
te Dumas decidi o governo a fazer-lbe proposlas, he
o papd tue clle represente era Brnxellas, onde, ha
|.
%
-t
S. FAITLO.
1< de fevtriro:
Resolv,-que Vmcs. ahi di'corte, estejam em dia
Com os oigocios da Paolica. He por isso que embir-
i'ci qup cada um vapor, que largsse di Santos, le-
vasse 'de presente ao seu Jornal um alinltacadv meu.
Firme ueste proposito,' lenho feilo das flaquezas
frcas pira nSo volter airas, escrevendo-llie por essa
>os clds. fumlou um otlidao de barcas, quo, parece de proposito,
lecahida : masa, agrnpara no porlo de Sabios para col locar-mc era
aperturas.
Hontem enfardei o que pbr ca deparei de mala
vulto, e j lioje se annoncia que a incariaee! Jote-
phina est minha espera. Nao se pode ser 'corretor
de novas com esla insopportavel ausencia de syste-
rrft variavel de partida de vapores. Na presente po-
ca chegam elles com intervallu quasi imperceplivel,
acontecendo que licamos na. Iheoria dos exiremos.
Em certa moneao de cada mez temos um tropel de
correios, que nada trazem de interesse, visto que
pouco adiaolam ; no entretanto que segoc-se um in-
(ervallo de 10 a 12 dias, em que ficamos sepultados
na ignorancia do que vai l pela Corte do imperio.
Trago esta arenga para interpellar os poderes com-
pelen les sobre esle pessimo ivslema de regularidide
e concurrencia, que prejudica anos ea elles mee-
mos. Protesto, pois, era nome de nossas curiosida-
des contra essa volubilidada dos viandantes da car-
reira martima. Seria para desojar que s'goardassc
um nlcrvallo razoavel de quatro oa cinco dias aps
a sabida de um vapor, que nSo appareeesse de cho- -
fre; islo evitara que mais larde fiqassem nesta ci-
dade e na de Sanio os pobres passageiros de bracos
cruzados espera de passagem, e nos lambem le fa-
lla em materia de jornaes.
Parece que a idea uo lie la tao rejeilavel: ser-
viudo, pois, de orgao da opiniao, raco subir esla in-
dicacao com viste a quem tocar. Se fr atlendida da-
remos gracas fortuna; no caso contrario recaa o
mo gosto sobre as proprias coropanhias, qne cada
vez gozam de rais conceito no bom servico ao pu-
blico. .
l
11
grande aposento no bol el Meurice ; porera depoisde-
cidio-se a arrendar um "Olr do bairro de Saint Ho-
ron, no qual gaslou n'aisdednzenlos mil francos, e
que inaugurou com 11111 a fesla, para a qual foram con-
vidadas mais de mil pe ssoas.
No lim de um auno, depois que absorveu por to-
dos os poros os habilAudT.Mla. parisiense, elle com-
prou om terreno 110/ Campos Eitietif'i'lo lado da ave-
nida de Marboeufyescolheu um archilecl o aflamado
para edificar-llie nm palacio.
O principe de Zell linda nessa poca p_c rio de cin-
cocnla airaos, era de estatura elevada, d'e urna eous-
lilnieao rova de todos os vicios, e de un 1 genio ac-
eommoi1 o. cuja alegra e gualdade rt'pousavam
sobre e mil geiras de florestas.
T' a cabrea grande e guarnecida de densos ca-
b'llos j quasi brancas e de espessbs bigodev, os quaes
nciade prelo. emquanlopor una anomaliit'inexpl-
O prii'ripc de Zell pensou uo bilhele que fora s,
eescrev(!U oulro acompanhado deumajoia; porem
a pna foi-''he reenviada com urna caria, na qual Faus-
lina roga va-lhe que poupisse a si mesmo para o fu*
(uro pa-si 's de que ella eslava oll'endida.
Joao C asimiro mandn volter a joia para a luja do
onri ves, procurou oulro meio de entrar em casa de
Fauslir18-
priv ido do nico meio, cojo uso eslava a sua dis-
pnsii-ao elle recorren as alliancas, e dirizio-se a Mr.
de Vau villiers.
Arm "nd previo lodo o proveilo que podia lirar des-
se caprii'ini e respondeu como um homem ao qual
se pcdissi' ma da qua dratura do circulo. Convioha ver, con-
vinha espe rar; o conde do F'lize era cioso como uro
mwios eijreslri(:i-0e*-
cavol deixava aos cabellos da cabrea a cor n alural. J F aUslraa"de sua *llrl* 1'eu uma en''a severa a Ju-
Sotis olhos de azul paludo lirando a cimente ti- f ',ciae ao porteiro, 'ao .?ual pagava mui caro por es-
sua casa, o
beu le Fre-
idura! essa trnala do finura parlirular rai.a slav, j ar crte de"sa mm inie-
Ella annunciou aos seus amioos ntimos que ia es-
Irear prximamente, e '?n,na P.rctexlo de seuseslu-
I dos para atlaslar lodq.,"*0"nccimcn,o1n0V0' .
,:._ j ,,,-oras foram ferdadas ao iiriiiripp
de Zell. '
He verdade que a finia publica pida vem an caso:
quando um impertinente commandanle de navio tra-
ta os passageiros com a riseir descida, quando este-
belece a lei hygienica da dieta, panacea dos allopa-
llias, nao ha mais do que angariar um assignaflo pa-
ra o seu Jornal com gordos caracteres, em que se
manifest ao bSm povo brasileiro que o Sr. Jmtra-
ho Fuao he o prototupo dos commandanlcs, que o
serviro de eu ftarco niafira com o de um barco
britannico, etc., etc.
O caso he que insensivelraenle eslou moralisando,
dando assim materia para que os amigos cada Ierra
me caiam na pelle sem d nem piedad*. O que ma
vale he que nao escrevo para agradar a Pedro ou
Oh.' meus presenlimenlos! exclaraou ella. Eu
bem sabia que sua presenca altrahiria perturbaeoes
em minha vida.... Para que amou-rae o senhor*
para que sobretudo forcoo-me a....
Fauslina parou repentinamente como um menino
que v uma serpenle dcbaixdos ps ; mas um mo-
v mente de sua pupilla hmida terminoa seu Densa-
mente.
A essas palavras n principa seotio cerno um orva-
1 lio celeste innundar-lhe o corceo, prendeu Fausli-
na cora os bracos e allratiio-a a si; mas ella sollou-
se, e correndo para o onlro lado do quarto, disse:
Se o senhor me amasse, teria piedade de mim,
e sahiria.
O principe ficou.
Sahindo da casa de Faustina J0S0 Casemiro foi ao
Motiro. Fo 1 um lahyrinlho inexplicavel de imped- i:af de Paris, onde esperava adiar Armafd ; pois
tleriro lluilberme,' o erando ele. -or, trras inmensas
ricas sobretudo em floralas; o dir,|0 de arvorar sua
daiuleira na forlaleza ao lado da d eleitor, o- o de
aprcscnlacao na esculla dos professot-e9 ,., outrasi
immnnidades foram-lhe conservado ; uas em 1721
depois da grande guerra do Norte lermit .,|, ngio ira.
lado de Nyslad, Frederico V feilo rei da Vrossia to-
raou de'Joao Casemiro VII bsav do princ e ,|e /_c\{t
que figura nesta historia, o resto do anlign -Deudor
fendaf de sua casa, e concedeu-lhe era pa mente
novas Ierras na Pomerania da Suecia, a qual. uilva
de ser reunida ao territorio do reino. |)a ses mMf$ eom a paciencia e a astucia de um (i.
Esses dominios constituidos cm morgados. o li s. gre que espera a passagem de um bfalo n s nosqui
millidos intaclos ao principe ile Zell Joito Casen. O principo de Zell a liulia visto as corridas |e
IX roiidiam-llie perio de tres mildnes por .uino. ** f.dantillv, o alsumas informaees colindas entro q'^g.
erain alm disso incessiveis e inlienavois. He escu- qual perlencia pelo lado na ni.'ii quo fora poloneza ;
11..1. a ohliqiidade da lesla, a arosstira da queixada
inferior ruja lindas carecan! deelegancia, a Rordu-
ra das liocb,ecliaso do queixo que nao linliam ..me/a
nem delicadeza nosconlornos.indieavan bstanlo quo
o principe de Zell nao linda uma inteligencia na al->
lura de sua riqueza.
Prodigo e faustoso as cousas de apparalo, elle li-
nda uma parrimonia extrema as rousas iniudaS ;
dava sem hesitar, mil francos para urna dessas lote-
ras que a philanlropia mundana nrganisa nos saines,
O allorcava com o porteiro sobre os portes das carias;
aborreca a beneliceiirin mysteriosa, e amava a cari-
dade oslrondosa.
Vaidoso de sua riqueza rotossal, ursulhoso de sua
po-ic.oi, ebeio de uma lilleralura que eugolira antes
do que so nutrir, voilairianu i maneira dos'fidal-
gos do scula WUI, era um lempo era qoe o volle-
rianismo nao eslava mais na moda, e julgando-se li-
beral porque falhrVa em urna philosoplua quo. nao
eomprehtndia, o principe de Zell desconfiado por
inslinctn, e crdulo por amor proprio. inspirado pela
sua avareza, mas ceg pelos seus milhoes tinha lodas
as mesquinharias, todas as vaidades e todos os defei-
tos do sua posicSo sem ter a grandeza e a inlelligen-
cia della. Elle usava do ouro como um homem de
fortuna.
T8l era o homem, cuja amizade Fauslina cohienva
sado dizer quo Joao Casemiro I \ nao linda mais ban-
deira om nonhuma forlaleza, nomso ulrnmellia mais
na eseolha de nonlrain professnr.
Chegando a Paris, o principe de Zell nlugnra um
m os momhros do club. Cerlas parlieulari- .
arara-Ihe a curiosidade, elle escreveu pa '
11 Sua visila, o aproseiitou-se Iros illa .
iliela recebu-n o des* ','
EUfli US !! ,
%sa rp-"|steKia longc de desamma-lo irri-
lou-o; pnrq ilo ora ni seu palacio enervado pela
saciedade u fruclo saioroso.
J vimos como JuUbCasemiro iutroduzio-sc uma
noile na pra >i, tao duigalerapo sitiada ; mas era isso
uma loleram ia e nao 11111.1 capilulacao.
JooCascm. iro aproveikiu-se dessa tolerancia para
fazer visites ca da vez mais requenles a Fauslina, e
esperando que a hora da .entrega completa ohegasso
por fim, dava mallos furiosos para preoipila-la. Mas
Faustina havie,. marcado n rircumstancia e o mo-
mento, /
Im di o principe de Zqjl achoii-a toda clinrftsa ;
pois ella i chorar. / I
Mooi Dos! qu e lera?"que houvc'? cxcUmou o
podro enamorado. .
l.-austna den m grlinholde espanto, e fingio-se
embastada! '
~i k'; re' me'.nor!. ,le quem tem mui(o qne contar.
Joan CP,' mtro insisti, rogpu, siipplicou.
Poisyoem! disse ella, como quem loma um par-
tido, Mr/de Flize sorprendert-me ainda agora leudo
um dejfSus bildetes, quiz loniar-m'o, lancei-n no fo-
so, oy^oagaslou-se... Como Iralou-me, meu Deosl
cu ajnava-o anda.... Ol! nao amo-o mais!...
Tuislina escondeu o rosto 110 lenco, e recoslou-se
tirona chorando.
a allilude loria feilo inveja ao engono de Pra-
1er.
O principe do Zell n3tava-e om protesiaces:
mas Faustina ufo dava-lhe ouvidus.
tema que sua alegra o suffocasse, se nao fallasso
nella a alguem.
Armand adevinbou a victoria do t'omoriaiiu poto ar
do seu semblan le. O principe caminhava como trium-
phanle, de cabeca erguida, com o sorriso nos labios o
fronte sohorha ; como o pastor da fbula, elle teria
volunlariamonlo escriplo seu (lato e o nomo do sua-
conquisra nu cliapy. Bom como AlCibiades depois.
ria-lhe sempre, o principe de Zell assenlou-se ao la-
do de Armand.
Mr. de Vauvilliers pegou-lhe da mo, aperiou-a
com o ar de um estudante que rende homenagem
sciencia de um mestre.
A alegra de Joao Casemiru transhordou. ,NSo foi
mais uma couversaco, loi um monologo, um dvlhi-
rambo, uma ode.
Armand ouvia-o eom a cabera enlre as mos eos
colovellos na mesa.
E o conde de Flize? disso-lhe clle repentina-
mente enlre duas eslrophes.
Joao Casemiro saltn como se hnuvesse recebido
um tiro de pislota no peilo, e respondeu :
O conde Flize! jlga que eu queira eeder-llie
Fauslina?... Demais, ella mesma nao o qoereria.
ne justo, disse Armand com gravidade.
Mas como a lembranca de Mr. de Flize nao dei-
xasse repouso ao principe de Zell, elle.vollou casa
de Fauslina para corninunicar-lde os recoios, que o '
nome desse rival aborrido fizera germinar era seu es-
pirite.
Pois agora? disse Faustina lineando um olhar
de repredensao a Jo.lo Casemiro.
Ella submetteu-se sem eendiroes ,1 ludo o que elle
qniz como uma alma que acha sua feliridade na obe-
diencia.
O principo vollou i Armand: a embriaguez de
ostentar sen triumpho exceda o pra/.er dn proprio
triumpho.
Nao bavia duvida que Joo Casemiro ora amado
porsi mesmo. (jiilhiHar-se-lm.-





.


I
I
Pallo ; vou cumpr indo a minha missSo do raelhor
modo que Vmr. me tem determinado, modelando
minhas conimunirares pela realidade das cuusas ;
razio por que anda nao leulio contra -mim desatTei-
raoque roe de cuidado : um ou.oulro parvo que mo
belisca nao tero vulto.
Eo. que nao kU amigo .los exordios, Ol insens-
velmente orna formidavel cabala : a soa hoohoraia
dari a devida descntpa, assim como os jurado* c.da
nossa Ierra faiem para com o* novatos, que levm
d casa orna cabera de discurso uro tanto matar que
o erp. lstoseja dito do patsagem : nao va a zan-
gar ; e, antes que en procure oulra desculpo, fal-
lando, rerat gratia, sobre as futidos ou pontinhas,
rumo la dtaen, *m que as contaduras, ci da nossa
Ierra, alcumas vezes se rslribnm para prolclar o pa-
gamento das parles, passarei no expediente:
- He mais fcil nesle iiosso orredotiro de presi-
dente ( a forja da expreslo vai por conta c risco do
lr. da Semana); heais fcil, digo, lmrmonisar o
partido saquarema na provincia, do que na poca
corrente noticiar para a ctirte, sem fallar da ques-
Uo semore feryente eleicao de senador. Dando
panigen ao grotesco da comparaco, fallemos do
Inpieo inevitivel, oproveiltndo a materia qoed'aqui
a pmiro j'nao vira era-nosso auxilio: as bbaredas
ja se vio extiogindo.
A Anal est quasi lavrada a sentenra que a reale-
za das urnas proferta sobre esses autos de mil folhas
em que nao menos de quatro advocados esgotaram
recursos que o direito eleitoral oflerece a seus de-
maudistas.
Famosa foK^ausa, renliido o comba. Ignora-
mos o qne mais devenios admirar; se os arrazoados
los combtanles, ou chicana requintada, qne se re-
presenten no grande fna opniao. Esgolaram-se
odos os expedientes que os.praxi>tas so deram ao
imaginar, e os pacientes juies doele-
in de nvir libellos de nova especie,
a de ultino gosto, replicas, Ireplicas.
es dilatorias peremploras e todas essas ar-
i de comer aos deroandistas, e fazem a la-
MtvacSo do rbula travesso e do leguleio em-
pevezadrt.
processo foi longo, innovado e variado; at se
e enriqueceu o syslema do proresso, fa-
adescoberta de urna nova especie dec.r-
o'que jamis passuu pela cabera do'mais pro-
carranca desses q"ue ahi temos na Iragua mili ;
toi excepeo circular que melle inveja a Perira e
, pois lie a mais forte alavaura dos. advogados
desle foro privilegiado.
le vcrdaile. chegamos pojf tantat intrigas (des-
nrronico ; a semana tamliem gasta, e
>nta risco desse phirol, voa-me salvan-
do em occasiao de perico.)
atinfrigas ai faciendo sealares el far-
i triplioem, dizia u, chegamos ao
lentio d
tro. Os qualru balis foram eruolmen-
eolos ; a procelta se oslentoo hur-
; vagas se alevantaram gigantes pa-
eedtaos, mas aps a teropeslade
ica, o co toruon-se lmpido e sereno,
i appareceu o porto da Triplica, que
i hospitaletros e salvou a entrada de
0!, que o destino mandava naufragar,
i tres passageiros cabiam ; um delles
rea arribar.
n que o destino veta a marcar; por
o odos mares : o pobre" Nepluno nada
s cousas), mas o das'or.us, que lie
silenciosamente iuexoravel, assim ti-
^^BCj* eleitores ejecutado.
qual o seu nome 1 Arada
"T; o collegio longi' anS< Franqoei-
re se o lercei. WMn* d '"Plice
) on commei'0'. or*
taietse-, nao qaerianji_*5!'lr Cl"
>s bon cidadaos, ainb?^"'S0S "o
partid >in ttpiicosque nciamlln a reco'-
ica, e, no enlanto, forc,a r que um
porque he dura a lei da sol10' c llc
o detento Caniies:
'.indistintos perigos ;
la vida nunca certo ; '"
rite pfiesua esperam.a
leaha a vida; Uto puca seguranca,
na oceasio em que islo disse o poeta
j.i se tratevi de alguroa senatoria, uu cousa seuie-
Ihaute.
o quadro pera aquelles que ja nao dao
io da Franca. OsSrs. Fonsecu e
(peco da lisia.
O Sr. Foiisec, aquello mesmo que tantas vezes
denominamos o candidato da provincia, foi ornis
votado. J i ODlro xito era de esperar ; realisou-
hecia, que lalvez pfovocasse o, riso
iouberatn aquilatar a ron;a de
i Uve o prazer de ver ratificadas
pela pi wiposiroes que conGei redacrao
do Jornal do Commerc,
is proferidas a esmo: (odo.iquelle
e ceg ua vereda eleitoral liria
iriga que esto hornera seria um dos elcitos. Sim ;
r por sobre gozar do prestigio da
i pertence, alcancaria a palma
i contra a> anima'dverso que se
ivia a intrvencao de uro lipmem respei-
i os lilulos. que na provincia inleira
amo a estima de milbtrres dePaulistas
se Ihe olferecem a mais nobre dis-
s
Appareceu eesc liomem, cuja \ot era de soliejo
sua causa Iriumpliasse. E ella triumpbou.
do combate, quando era precipita-,
repeltido o Paulisla dslincto. se ouvo p'ro-
BWieiir o nome do viscoodode Monl'Alc^re.
Poderla eu deixar de asseverar-lhe o resultado qne
preeeuciamu
lis que nao fui temerario, uem abusei de
siias columnas: quando Ihe communico o que por
aqui vai he quando eslou seguro do acerlo cbm que
fallo.
O Sr.' Nebias, que lem o segundo lugar, recebeu
- calardao 'devido sua dedicado i provincia.
Victima etmagada por seus inimigos.'martyrdo par-
tido, cumpria que a adhesio, da provincia o elevasse
,. aos degrioado throno.
15 de feereiro
nado o dia de boje para' a iiistallacao
Tincial. Alguns deputjdos ja se
achavara na capital e poda haver numeo. Todava
os domos f.fcurgof vieraro enfastiados, ouestenua-
dos de fadiga, pelo pessimo estado de nossas eslra-
a tarca da experiencia propria que al-
a em beneTicio'dcsses labjrinllios,
lioje chamados estada-.
i pois casa para abrir-Be a congresarao
no da aprazado, send* de mister chamar-se os sup-
plentes qne aqui eslavam. Foram admitlidos tres :
o Dr. Vicente Cabra!, Dr. Rphael de Araujo Ki-
kero e Maooel Eufrasio de Toledo.
Ci pelo nosso 9. Pauta, Ierra em que nao faltam
praguentos nada cerr sem um moliio que vai jus-
tilicando. Diataram pois que na capital havia nu-
mero, e 'aero, mas que um circulo de
drputados deitou-se tirar etneasa para qne os subs-
titutos fnkcm chamados.
m se com effeiio liouve estrategia ; ou se nao
passou a usencia denra7.peetoirior he que os Ires supplentes, como diz o Vulgacho, fo-
ram embicando.
. Seria ocioso aventurar' miiiha lioroildeopiiiao so-
lil* a ronliiroacla da reuniao, que parece s arre-
i reiava dos bes supplentes. Mas temo abusar de sua
parieucia, sustentando que em falta de fi deputa-
do*, tjtn supplente que se acha prsenle, como o Dr.
Cabra), he tambem depulado como rerbi grada o
Sampaio; e lie porisso que deixo esla larefa para os
nter nado* : nao sou depulado, nem Dos permit-
a que o seta muilu larde ; por quanlo nao ha ahi
qnem negu que he ioee Correr pela patria. He
ISo doce que a causa de todas as nossas desventaras
esl do artigo Jn'to. He por i-so que as nossas bea-
tas do lempo do capitaes gineratt sustentam com
toda a forca de soa lopica que se se demi'lissem to-
dos ests depulados, e as leis rerogatsem ludo que
cheiasse a tolos, o Brasil caminliaria para aidade
de euro.
16 de Severeiro
O Largo de Palacio esta cm grande gala; o povo
se apiohn na prn^a para ver pausar o prestito presentantes que a fufan legal diz que sao 'seus ; a
msica dos permanentes yrepara-se para fazer subir
aos ares os h\ nipos de harmona a assembla vai
inslallar-se. Assim nos inculca Inda esta pompa, in-
clnsive uns plidos damascos que vestem as janellas
da enliga residencia dos Jesutas do Collegio.
Mas que vio la fazer igreja os procuradores da
provincia ? Ve ouvir a missa do Divino Espirito
Sanio, para que lance seus raios sobre essas cabe-
cas que de tanto auiilo iiccessitam para.que le-
nlian compaixao do pobrpovo, que nao viaja por
qucfngo leiuestradas; que nao temdinheiro porque
ludo val para osorvedouro dos imposlos ; qne n8o
lem vveres porque os atracessadores fazem lano
caso da postura municipal como os nossos fiscaes do
asseo e limpez Assim declamava um a meu lado, que com rato
ou sem ella, continuava a debuxar aorphamlade do
povo, quando rompen o prestito para o sacrificio.
Recetada ahi a terdai/era lu: regressou ao templo
de Minerva, para onde se dirigi o presidente da
provincia, que vai fer o seu relatorio.
Se V. qnizer reservar esparo em sua folha para
que seus leilores -e oricnlem nos pontos cardeaes
do discurso deS. Ex. tamareioeucargo deexlral.i-
l'lS.
Fcz-ee.a eleicJo da mesa da assembla com o
segninle resultado.
Presidenlo, conselheiro C. Carneiro de Campos ;
I. secretario, Francisco Antonio de AlmeidaMel-
lo ; .o dito, Antonio Joaqoim da Hosa ; vice-pre-
sidehle, commendador J. Mame! da Silva.
Os amigos do Dr. ]. Manoel doFonseca prelende-
ram eleva-lo i cadeira presidencial, mas deixaram
de Iraballiar neste sentido porque esse senhor, agra-
ilecendo a considcracao.que se Ihe quera dar, pedu
que declinassem da volacao. Julga-se que um mo-
tivo, de poldez fez que o Sr. Dr. J. Manoel renun-
ciarse essa honra, em deferencia ao conselheiro Car-
neiro, que incessantemenle lem sido cleilo.
ODr. Gavioqu, como Ihe noticie!, foi no mes-
do t substituto do juiz de direito na comarca da ca-
pital, jchegou a esla e est exercendo suas fnne-
cOes. O publico Amfia que este senhor seguir, na
dslribuirao da juslica, osjslema do Dr. Pacheco,
que he inlegerrimo jut, abslendo-se de qualquer
pendor polilico que enchovalha a loga judicriaa,
porque o magistrado nao pode ter cor partidaria ; a
juslica nao se fez so para os merohros do partido que
as alternativas do Estado, esta' no podar.
O Dr. Pacheco j parti para acorte peta caminlio
de-Ierra, de companhiacom o coronel Leile e o aca-
dmico Viauna.
A proposito de acadmico Vianna ; esperava-se
que a Honra interroropesse a sna publicaran, pela
partida de seu redactor ; mas prosegue vilenla. Pa-
rece que deixou algum subslulo apimentado. O
presidente da provincia, o secretario do gnvernn, e
commendador Silva sao as victimas. Se taramos a
Honra attenuariamos a virulencia dos escriptos; ja-
mis se leva em conta os serviros que na imprensa
se fazem a cusa da inimizade e sacrificio. Para que
pois estar sacrificando esses tres cidadaos ? Nem a
redacrSo nem a patria lucra com isso. A Honra que
nos desculpe o conselho ; lalvez nao davessemos dar.
Se assim lie, deixemos este lopico qnanlo antes.
A ordem elrccira de S. Francisco est em pul-
gas. O Dr. Franca, escudado no regolamento que
Ihe manda examinar as ordens terceiras e outras ins-
liliiices, transpoz os arraiaes dos irmaos do santo
padre, e locou um rebate arilhmelico.
Os provedpres de capellas jamis chamram a cori-
tas as ordens terceiras nesta cidade, pojila-frae Ihes
assistisseo direito de lonstr-las.-iuaToacluajnil
municipal quiz deixar a rolina, e adoplou nova mar-
cha, lomando contases irmandades de lodos os an-
.nos preterilos, aindrfroesmo da poca em que eslas
mstituiroes preslaram as derradeiras cnnlas aos visi-
tadores dos respectivos conventos, a quero outr-ora
-incumba esta lar a.
ruram: liveram de pagar.altas
ogundo sou informado, su-
i 'Iuanto naturalmente te-
......v*fi---------
Ero jjuanlo o Dr. Franca;cuida de colcprir a lei,
procede em-fegra ; mas altendendo'-se a certas cun-
sideraroes que o bom senso manda tazer, S. S. deve
modificar sua opiniao.
Prmeiro que ludo he de olar-se que, nao exis
do mais documentos de aftXjO.e mais annos,
da de cuntas se reduz forma
Sei que a ordem Icrceiiji, de S. Francisco nao re
COMO prestar cintas ; ma- apti^consullirsfeilasa,*.
vogados de nome, c- Vs.-o^^.rtr-SToerlo e
Brolero, quizera ujosliCa das exigencias
"teridade.
.u lTeilo nao he de mister ser grande juriscon-
sulto para saber a doulrina corrento qu os ,pro-
vedoresiiao lem direilo para'lomar contassenao dos
ltimos ihannos ; nao lem acrao sobre o lempo an-
lerioT a autn idade do juiz.
Se este principio ollerecido sera escora de'cilarao
de lei nao passa Xuconcusso,la-so a provisode >de
selembro, cilaita por F. Thoroa/ e por J. P. Kibei-
ro no seu ndice cluxonologco, que he expressa para
o caso. \
Estribada rtcsle argunteRlo positivo a ordem recu-
sou pagar cintas de 70 e lanos annos e embargou a
senteuca.
J se v que a ordem nao arvorouto pelidao da
rebelda ; apenas quer mostrar Sen direilo que Ihe
resalva de um pagamente indebilo, recorrendo' re-
lac_o. '--
Todava b Dr. Franja suspendeu a ordem* seques-
(noii-lhe o bens,fundado no fado de nao ter lia uui
compromisso dcvidamenle approvado quanSo he
certo que tambera as do Carmo nao o lem, e nenVper
isso solTreram a mesma sanciao : apenas conseguiram
um prazo dentro do qual devem prster seu compro-
misso.
As ordens terceiras, em virtude da bulla de *ua
creacao,julgaram-se sempre isentas de ter outro com-
promisso alm das regras nella exaradas, e apprc,..n-
das peta temporal. Se ijlo nao he curial devi'a-se
conceder da roesma sorle uro prazo para orgamisar
novo compromisso, como se fez coro as outras irn lan
dades.
Duem-mc que procedeu-se' a sequeslro e suspen
sao antes de qualquer acto de desobediencia ; foi
pois, a medida um resultado da recusa da ordem que!
nao quiz deixar ir em d uas razes a qanlia de OOjj
rs. de cusas, despeza com que nao pode o seu patri-
monio.
Talvez se ponha em duvida a citerao da pro visao
DIARIO DE PERHftlnBUCQ QUINTA FEIRA 9 OE M.RQO DE 1854.
As ordens enea
cusas. As do C,
biram a mais de I
rao de pagar os 1
oreando a receila na quautia de 6993360 e a despo-
za na do 4285*100, subsSIindo o saldo de 2719360.
Muitos beneficios lem esta sneledade derramado so-
bre o povo indigente. No ultimo quartel, constante
do bataneo, sahiram de seus cofres nao pequeas
ftuantias para os lins de caridade. A sociedade sus-
leula, segundo se me informa, 36 pensionistas, com
as quaes se dispendeu em oulobro, novembro e de-
zembro asomma de 310. Alcm desla despeza fixa se
fez o dispendio com enterros, esmolas, soltura de pre-
sos pobres e pagamento de suas mullas, na quautia
de 77,-,.
Se esla sociedaBe, etr qualquer poca, pode dar
grandes serviros, na razio de sua fortaleza, devendo
assim ser animada por lodos os cidadaos dignos deste
nome, na actualidade sobe de ponto a sua necessida-
de, quandua mizeria da gente pequeaa ollerece um
liorrivol quadro. Kesses alvergues que ahi vemos pe-
los suburbios .la cidade, a pobreza he taltjue um pai
carregado de filhos sustenta sua familia, dando-lhe
una s refeicilo diaria; rca-se idea da vida qu cor-
re para essa pobre gente. Muitos pediotcs.coi.hece-
nios que nem proporces lem para sabir esmola.
Nesle estado de cousas, na caresta dos cercaes que
ja vai assustando esla frtil provincia, he que o miio
fado cidiio na choca do mendigo. A caixa pia dava
mensalidades a muila gente poTire, reoonhecida co-
mo(al;deposdachcgadado Sr. D. Antonio Joa-
quim de Mello multas esmolas se suspenderam por
sua ordem. Foi enISo que tivemos occasiao de ver a
pobreza perseguida pela mitra.
Sentimos que oSr. hispo fizesse baixar nina seme-
Ihanle suspensao de esmolas, que de direilo perlen-
cem aos pobres, porque a caixa pia he dos pobres, e
paradles nao se rasgou a pagina doEvangcllio.o san-
telmo da mizeria OViprimida.
Temos f que,o Sr. hispo destruir o conceilo que
as ovellias van formando de sua caridade; pois o en-
viado de Dos nflo pode trazer a desventura para a
casa do pobre, porque a casa do pobre lie a casa de
Deas.
O Sr. bispD sem duvida he victima de informan-
tes : nao se coucebe que urna missao tib nohrc seja
conspurcada pela avareza. Conjura-se a S.'Exc. que
arrepie carreira, para que as ovelbas descridas nao se
(resmalhem do rebanlio.
Cr-se que o prelado alimenta um homcoracao, in-
corrupto pelas materialidades mundanas : lalvez ig-
nore oque se passa tara do seu palacio.
Exm. Sr., as vozes de una provincia inleira valem
alguma cousa ; eu sou chu desses clamores. Aqui
os registro, porque o dever manda qne grave na
publicidade oquo a provincia reclama. Esla ques-
lo he a queslao de iodos, dianle da reltaia os par-
tidos se identificara para pedir que o principe da
igreja siga as pisadas du monarclia magnnimo que
nos governa.
Despertai, Exm. Sr. !() correspondente de S. Pau-
lo acode ao reclamo de milhares de habitantes, des-
pertando estas ideas para que S. Exc! se detenda :
aqui est a nossa peona para palentear que V. Exc.
nao quer o mal dos vassalos da igreja, V. Exc. d or-
dens em contrario aquellas que a igreja repudia ; V.
Ex. he bom, ha de atleuder. Nunca desesperar do
delegado de Dos, que por ventura ignora o mal que
ralaosjieisiftdiocese. (Carta particular}.
muro, a
jornal
r. con-
ollicia!
qne
, PROVINCIA DO PARAN'.
^ParanaguA 7 do fevereiro de 1854.
l)irijo-me gpra a Vmc. com o fim especial de sal-
var o carcter de correspundeMc exacto, que estou
capncilado ler desempciihado alio presente, respon-
dendo s obserVates a que as minhas carias lera da-
do lugar; por so rogo a Vmc. que nao recuse mi-
nlia juitfneae duas linhas do Jornal do Commer-
cin, lano mais que hoje pela ullima vez o pretendo
enfastiar com liinhas carias pois que cedo de bom
grado ao companlieiro a hnujia de ser seu correspon-
dente, condece/ 'lo que esta habilitado a ler com mais
velocidal*e] seguranca noticias que a mim schegam
mais tarde.
lor duas-jez.es molivaram as minhas cartas essas
bservarcs :^i primeira em urna carta de Parana-
vpublicada nb Mercan!-'
'< em umaf"",r-
iiru, a: i
se.
O corre ic... jrcanlil, certa
veio descansar em Lonliba das fadigas do oceany
quiz honrar-me com urna carapur.i que fclizmenl
mui bem Ihe assenla. Diz elle que, em falla de ma-
teria, linha cu em miuha primeira caria feilo pompo-
sos elogios ao contingente que. vmdodessa corte,
parti para Corililia ; e eu digo q'ue, em falta de
materia, o correspondente do Mercanlenxer5uu em
minha caria o desejo de desacreditar esse contin-
gente.
Estar porventura esse descrdito em ler eu avan-
raita qnea tropa era, na mxima parle, composta de
neeros e recrulas, que os remitas, em minha opi-
niao, silo de ordinario indisciplinados, e que a indis-
ciplina da tropa pode tornar-se um flagello publico?
Onde estao aqui os pomposos elogios de que falla
o correspondente do Mercantil t Oude a alleracito
verdade? Oude o desejo de desacreditar a tropa ? A
falta de materia levou sem duvida ocon spondente
do Mercantil a escrever esse lopico de soa caria.
(Juanta a correspondencia do amigo do Sr. conse-
lheiro Conidio, em que me moslra os ttulos que
abonara a prelenrao dcs-e senhor a urna cadeira no
enado por esla provincia, li-a cora teda a llenrao,
>-islo^DfjjrdeUa/a reputar eslranha lal cn-
a, porque einlwldTpallrei ,,essa correspon-
algun) servico prestado peloSr. CJr.ne'' a es-
perio brasilciro. -^.
ue fallera lilulos a S. Exc. para oceu-
ra no senado; digo, acoinpaultando a
vincia, que Ihe faltam ttulos para
, 'Paran. Porque razoS. Exc, queja
foi juiz de fira e ouvidor era Ouro Preto, ouvidor no
Espirito Santo e desembarga'dor das relajees de Per-
nambuco e Bahi, nao ha feilo valer seus lilulos a
senatoria uas vagaT-flue lem havido ppr Minas, Ba-
bia, Pernambuco e Espirito Santo, e se reservou pa-
ra os fazer valer nesta provincia onde, como j disse,
nao lem qnalro conlicciitas '! Nao se recordar o Sr.
nesse caso eu noto que ella nao vem impressa na col Cornelio que temos nos ,pessoas, como o barao de An-
leccao; existe ero manuscriplo, como lirmt lernan lollina, lme tambem piossuero ttulos para formar
quem em seu acreditadsimo Diario holiciasse al-
guuia cousa mais imporlanle, que fosse por aqui
or.oireudo. Se me animo a dirigir-lho esta he ISo
smente ptira rcmii a provincia dessa vergouha, c
para que meus comprovincianos nao sejam acoima-
dos de revoltante inditrcrenlismo. serviiido ao uics-
mo lempo de inceulivo a que oulros de peuna mais
aparada deseropenhem melhor o que s poderei ta-
zer coro nniilo caiihamento pelo meu apoucado en-
genho. Nao lenho a vaiilagcm do talento nem i
precisa illustracAo, por isso nao espere que miuhas
cartas vtfo abarrotadas de fisuras de ihclorica, rasgos
d'eloqucncia e flores de poesa: o que Ihe posso oftarc
rer he urna prosa rasteira, insulsa e milito abaixo
de mediocre ; mas lal qual ella he posso afiam.ar-
Ibo qne ser iscnln de parcialidades, o protesto nar-
rar-lhe a verdade una c erua.
Pretenda encelar a larefa desde o cornejo deste
que vai rorrendo como mn placido rheiro ( excepto
para o rzar, o sultn e as quatro grandes poleueias
europeas), os trabalhos o iucommodos, companbei-
ros inse?paravcis do homem, rae inhibirn); agora
poriu que eslou mais alliviado d'uns e d'outros
vou cumprir a ohrigacao que a mim mesmo impuz,
dando-lhe conta do que vai por este' cantinho do
vasta imperio de S. Cruz, e para principiar ab oro
como dizia o meu mcslrc de latim ( porque apezar
de malulo saiha Vmc. que lenho miuhas presumpeocs
de ser um latinista de primeira forca) dir-lhe-4ie
que nos (ns de ouluhro d anuo passado aportou
nesta provincia o Sr. Dr. Jos Antonio Saraiva pa-
ra bem de mis e mal de oulros : digo bcra de uns
alludiudo aos borneas probros e inimigos dos crimi-
nosos, c mal de oulros rcrcrindo-mc a estes meus
senhores que tem desde essa poac at o presente
andado u'unia donadora ; he o Sr. conselheiro Jos
Benlo laugcndo-os lela, e o Sr: Sarniva.de c, de
mauciraqueja nao sabe um pobre criminoso onde
acoular-se, de mais a mais veio cm dozembro o Sr.
Pacs Barreta entrar no folgiicdo, diver(indo-se em
agarra-los o trancafia-lus na matriz do Schrambach
(nome com que os capadocos haptisaram a cadeia
da capital}: parece que o Sr. Pacs, compassivo co-
mo he, acbava qne. o sol c a chuva taziam mal aos
laes i o iiM.'i-n i i n I ios, que por da c aquella palhn man-
davam um pobre rhrislao gozar da hemavi-uturaiica
eterna Por infelicidad.' dus que inda caram ex-
poslos a intemperie do lempo, l se foi o Sr. Pacs
para a slia comarca do Liraociro, e lie natural que
os sobredi tos com os nlbos arrasados de sandosas la-
crimas Ihe desejem vento fagueiro'c mar a fcisao.
Por s'lcdcsroiichavadoaranzel j Vmc, com o ti.
no de que he dolado, lera adevnhado que eu quero
fallar da seguranca individual .la provincia, porm
a Ungen (,ou penna) me nao a]uda ; mas, fazendo
das fraquezas tarcas, sempre Ihe direi que o Sr. Sa-
raiva, inimigo ligada! de malvados, taciuoras e cri-
minosos, apenas chegon nesla provincia, reconhe^
ecudo que a segurauca individual em alguns pon-
tos delta esteva em misero estado, quiz fazer o mes-
mo que em Pauhy. lia aqui nina celebrrima
comarca, chamada Atalaja, que compachende (res
municipios: dous deltas os de Assembla e Impe-
ralriz sao famosos productores de valeutiScs, que de-
poit de commetterein tantos crims c allcnlados,
qiiantas procsas e faranhas praticou a guarda vclha
de NapoleSo, lomavam por divisa a mesma dos ve-
teranos do grande Homem la garde meurt i,e se
rend pos e resistiam al a morle ; de mancip,
raen amigo, que quasi sempre vinha com urna pra-
ra de menos a escolta incumbida de prender um des-
tes vaWeviuos^_
Aules da dragada do Sr. Saraiva, linha-sc suble-
vado o halalhao da guarda nacional da Imperalriz,
e um soldadiuho em pleno dia assassinou punha-
ladas o capitao que coniniaiidava iiiterinameiite o
batalhao. Ora estes rasgos de valenta, e intrepi-
dez nao toaram bem ao presidente rccero-cbcgado ;
dirigi pdis elle para all es|>ccialinentea sua alien-
cao : roandnu elevar o nunrero de pracas da forca
que la se achava, guarnecer com fortes dcslacameif-
los lodos os pontos, dos referidos municipios, que
coufinavam com essa provincia, Horneando para tees
lugares delegados militares : e como os criminosos
eslavam affeitos- a perpelrarem all se
passarcm-se para l, e vice-versa,
i conselheiro Jos Bento
us i-rimos, e
pedio ao Exm.
que por sua parle guar-
um dos representantes da naco, e parece nao que-
rer deixar o seu quinhao ao vigario; por outra, nflo
quer que algum supplente expectante va ocenpar a
sua cadeira na cmara quatriennal, e valendo-se
de un certo arltauinho do acto addiccional cons-
liluitao do imperio, couvocou extraordnariameole
os escolhidos ullimamente pela provincia para odia
20 de fevereiro, afim de Ihes pedir mudauca do
dia da reuniao ordinaria, que devia ler lugar a 25
do abril, para urna poca mais prxima : seria fa-
zer afronta a sua perspicacia cxplicar-lhe o fim com
que he feilo este pedido. Os bemaventurados elei-
tos reunirain-se para as preparatorias no dia 17 :
levanteu-sc una calunnia nesta cida'dc que o colle-
gio da tamigerada Imperalriz seria annullado c qoe
uhus beatorum, que j linha o seu diploma,
sallara tara etc. ele. porm (mirabile dictu'.} pas-
sou-sc o negocio com luda a calma quem leve di-
ploma lcou c quem nao leve chuchou no dedo.
Agora beque eu rae revista de toda a minhagra-
vidade, bicho as bochechas c ponho-me n as nonti-
nhas dos ps paradizer-lhe com loda a cinphase co-
mo o Phitangelho. O palacete da assembla das
Alagoas he indubiurvelmenle o mais magnifico edi-
ficio deste genero existente no Imperio (parece
que o redactor do Philangelho ou j viajan muilo
ou sabe gegraphia do Brasil como gente) ,nao sei
se elle lem ou nao razao ; porque ero lenho via-
jado uem estude geoarapha ; sou porm curioso
como todo o malulo na praca, e por isso muiii-me
da miuha casaquinha de ver a Dos, bem cscovadi-
nha, e dirigi-me no da i ao dccanlado palacete.
Logo por cima da porte da entrada deparei com o
seguinle dstico cm letlras douradas 1851 Paro
da assembla legislatira provincial na presiden -
cmdoExm. Sr. conselheiro Jos' Benlo dalUutlta
e higueiredo; por acaso achava-se ao p de mim
o meu compadre Teixeira, naluralmcnlc tambem
mcilado pelo demonio da curiosidade (curiosidade
compulsus.i
* Comadre, dissc-lhe cu, cnlo tai cora ctleilo
na administrado do conselheiro Jos Beulo que se
fez este magnifico edificio? Pois nao, relorquio
me o compadre, olhe sua esquerda, ve essa aran-
diosa igreja e mais alm aquelle alto farol, pois to-
das essas obras nao s foram feilas no lempo da
admimslracao daquellc presidente, como at foi elle
quem promoveu o andamento deltas a |>olo de se
acharem no p em que estn. Enlao, lornei-lhe eu,
como ha gente que dizque aquelle presidente s
tez males provincia ? O compadre nao deu-me
resposla, sorrto-se apenas, c levanlouaw hombros.
Nao estude architeclonographia ; ("arre que a
patovra he comprida ) diz porm o redactar do Phi-
langelho que a archilelura desle edificio he de
<> gosto moderno, e seguida cm quasi lodos os pa-
lacetes da Alenianha ,. pode ser que assim seja,
elle que parece ler andado al pela Gcrmaua he
quem o afianca : s o que Ihe posso dizer he que
nao goslei da entrada, que segundo o meu fraco
Desuni poda ser mais raagestosa, lambem nao
goslei da collocacao das escadas, uem de uns cele-
bres vasos deilando tego, ( ou oque quer que seja,)
que estilo assenles sobre urnas columnas nanicas, col-
loca.las entre as tancas de ferro que cercan, os la-
dos da frente do futuro jardim ou passeio : quem
tez ou mandn fazer os tees vasiuhos ( ou fogarei-
ros) c as columnas amias licou com ojuizo a arder
informal am-rtie que o risco do palacete tara dado
pelo mesmo engenheiro que havia feilo o da cadeia
c casa do mercado, nao cnlciido de engenhnria ; dis-
sc-mc porm o compadre Teixeira que lem ouvido
alguns entendidos gabarem aquellas obras: coma
maldita, assoctac.lo de ideas ia pcrdciu|o o lio de
minha narrado, que j vai cheirando a massada,
eslavamos, como dizia, dcfronle do palacete ( cu e
o Teixeira, mo me pill.an. assim com duas razos
cm discordancia ) subimos as tees escadas de miuha
cmbirraucia, e ochando o compadre que he muilo
conve^rsador^ fui eu s embiocar-nie n'am canliuho
la gatna, bem disposto a nao perder urna avilaba
da talla presidencial. A1 l hora da tarde "tendo
chegado e lomado assenlo ua sala das sessocs o pre-
sidenta da provincia, o da assembla proferta ajar, l
rauta.L*Ca imtallada a assembUaJe^-fcttifta pro-
rtntinl das Alagos, e princ.pYou logo S. Exc. a
leitura de sua falla ; porm.-"com una voz lio baixa
que fiquei jejuando a respeilo do que elle disse
a uns pinto*: ( c eu que eslava com um collelc de
seda novinho ) Anda bem, disse com os meus 1k>-
les, ainda bem que nao se ara bou de lodo o bom
cntrudo, aiuda a gente se diverte um bocado.
0 sen correspondente da Paral.) ba sempre ler-
mina as suas iuleressantes e graciosas inissivas de-
sejando-lhe patecos, saude, felicidades e ludo quan-
lo he bom ; acompaiihandu-u nos bons desejos que
elle nutre a sen rwpeito, arrcsccularei apenas que
Dos o livre ele ser perlendente pobre no Rio de
Janeiro. Carta particular.)
esse.tambem os pontos limitropl.es.
n de press rcconhcccu o Sc.Saraiva.que 0lW..mi bo;!nijrT,'para om coHoso ekmgWtrndol
grande mal .dos muu ^TBb assembla e Impe-
ralriz prjwinha. dos criminosos aristcratas, e nao dos
fi.-iiio/as [dbeos; aquelles, rom a mal alquirida iu-
JlueMcia eleitoral, ternaram-sc all polertlados e ser-
Jj>n-se desles como meros instrumentos de suas in-
trigas e vingaiicas: vista disso resolveu oSr. Sa-
raiva corlar o mal pela raz, orde,naudo a pristo dos
criminosos Pclro Manoel, Pedro Nazario, um irinao
desle appellidado Jusa, o celebre Jeaquim Tenorio
c seu hlho l.uiz Tenorio, o os mais ramigerado* cri-
roinososque houvessem ua comarca : Pedro Manoel
o mais importanledclles, pude esrapar-se tlepoi de
preso- osdemis Horneados estao presos excep-
rao lo Jnsa que anda foragido.
O Sr. Paes Brrelo foi ri comarcada Alalaa in-
cumbido pela presidencia de instaurar o processo
contra esses criminosos, e visitar aquelles lugares :
eslas medidas tarara coroadas de bom exilo, os Taci-
uoras que al enlao zombavam la acrao da aulori-
dade, cobraram inedo *se exilaram," Cuando mais
deSBSSOrabrado* os referidos municipios. A segu-
ranca individual nos le mais pontos da provincia,
com quanlo iiifunda'menos receios, nem por isso foi
desprezada, e lem sido niveiiieulemenle garantida^
Tendo havido na provincia cm os mezes de selem-
bro, ouluhro e novembro doze assassii.alos, nos Ires
mezes ullimos apenas coustam Ires!! J ve Vmc. que
os remedios vSo produ/.indo salulares eITcitos: em
oneliisao dir-lhe-hci que nos qulro mezes da ad-
e do i
digo .
par U cade
opinii. desla
ser cleilo p^lo
des Thomaz que a cite.
Porm, deixemos eslas cnosas para o Symlico Sr
Thomaz Luiz Ais r-, a quem indicamos que diriji
umvolo a S.Francisco para que n juiz municipal nS
recoeue a pros sao.
Do interior nada me tem vindo de exlraordin
rio. :
Apenas me noticiara um condiciona villa de Pi
racicaba, em que um membro da familia Witaker ra/,
eebeu algumas tacadas. Esleve em pergo-de vid!
A impunidade contina l pelo interior, e continua
r cmquautoas autoridades livcrem medo de cunl
prir seus deveres : nao foi preso o criminoso. i
A nossa coropanhia dramtica Macedo, que linhl
ido a ferias, ah regressou.
Pcnsavamosque reapparecessej desembargada d
sensivcl taco na de um galn, parle que ella nao leu
O Sr. llenrique em verdade lie hbil para milito
papis, e quando pisa o palco, representando no sei
carcter, no Lopo do Dous Itenegados, Q>. Anlonic
liaracho no Mateara A>jra.salistaz acxpec|a;a.f|m-
bllca mas os melliores e ma^Sgenho,os ,anc
dramticos ficam perdidos es qoandoseu companheiro da s^ns fly. rail |eguas dis.
tente do papel lal qual im3s-aa 0 au(or. ,
,\_rompanhia lal qual se arN. organisl
na. Eraquanto elle no vier afl"r ,\T"ap"" Pla-
ahi se v he ama noite perdi;UD"a rec 4 qi"
_ ,da. ^
Em nome do publico, que -,
celo, pede-se-lhe que proc. 1ner "jnvar o >r Ma-
Porqoe manler um. comp^6 obler 1qe lho fal,-
menlo da prna !.e Uo &*? mmc* M enCana:
A sociedade Amcr f '
5 annos leve nascimenlo,""*-. 1lIe,,a mm de
deira proleclora sbre os d!nlin''" a ,S?ar sua ba"-
He de notar que perdure iT,IWos-
assocaso, pertencendo ao do*1" uma l3 sub"me
era que mais prevalece a/praga<,ini0,le m poca
mais.dmira-se ser ella-itrtilnitff ele's" ; .a,nda
.fe as suciedades sao gerilmenle epem S- P,ul0,'on'
pois, a gloria a seus cheles, que, dorafelner,- f* '
dadeirossenlimenlos deliuinanidide, iPhifer-'
par que lo bella ida.'oo morra na ))!'"'* "T58
lempos. *8eln oie
He esla associa<;So djriglda peta Dr. Ga,
s Knilrigues'dos Sanios, credor de elogio pelat1 '
rai;a.i que manifesla na realisa(3odas vistas qne
parle do senado brasilciro. cojos servidos foram pres-
tados a esta provincia, A que nao pode, como o Sr.
rnnsellieiro,taze-los valere na Babia, Pernambuco, M-
qase Espirite Sanio? K poderemos us preferir o
Sr. Cornelio a esses rameos".' O illuslre amigo do Sr.
conselheiro Cornelio ha de^iois concordar que razao
tem os Paranenses para reputar eslranha a candida-
tura de S. Exc. 4
No que levo dito resnmo a inhiba justificarlo, e es-
to.', certo que V. S. me honrara com a stia publi-
carlo. ,
Para aproveilar a occa^ijo Iransmillo-lhe as se-
grales ttoV\sis^fYtfXUez aiiHa Ihe nao lenha Irans-
miltido o < 'ompaoheiro'.'
Chegou a este cidade o capilo doJ]orto o Sr. Bo-
Hies, e Coriliba o procurador liscaVl,r> Rodri-
gues..
Nanoitc de 10 para 20 de Janeiro lio. um ar-
rombamei lo na cadeia de Coriliba ; mas es. 'o de-
nunciado a lempo por alguns presos, nenl.un. .*ul-
tado leve \j
mi.islracao doSr. Saraiva tarara capturados cenlo
rJ^tenlos criminosos de .norte e delictos graves : ( so
no mea !e fevereiro ultimo tarara presos 2#fac-
uoras!!) Os que 'Jilo foram presos andam foragidos
e sao cfllcazmciilc perseguidos pelas autoridades po-
liciaes. .
A chegada do Sr. Paes BarreilorTai poderosissi-
rho auxiliar para o Sr. Saraiva ; os loijfeja se eu-
lendiam s mil maravilhas, liuhain servidojujilos
cm .Piauhy: a energia e aclivdade desse inclusas el
magistrado he uta coiihecidaahi que he i mi til dizer-
llie que o Sr. Paes Brrelo, como chafe le polica,
prestan relcvanlissimos servidos a esla provincia,
eoadjuvando multa cflicaziiieiile ao presidente na
dilicil terete de expurga-la dos facinorosos e la-
drbes: as cadetes licaram em sen lempo tao atulha;
das, que necesario tai por vezes allivia-las, raau-
dando-sc os sentenciados para o presidio' de Fernan-
do: que mais Ihe direi, o Sr. l'acs Barrete fez-sc
credor da eterna gratidao dos Alagoanos. e arredile
Vmc que elle datura mui saiulosos os que Hesejm c
bem real da provincia.
A' vista do que lenho dito, c doinleresse que pa-
rcro mostrar pete seguranca individual nao vn Vmc
supporquc eu seja algum beleguim ou cerra pala-
cio, nao Sr., nada lisso. Oucn me conla eslas cau-
sas he o Mello Vasconcellos da secretaria de poli-
ca, de quem sou muilo amigo, e lira rerlo cnipre-
aado da secretaria do governo, com quem lenho
feilo comincrrio de amisade para poder pilharal-
suits innocentes segredinhos: sou um pobre matulo,
porm gosto de apreciar aquelles que fazem bem
provincia, c jxir isso eslou sempre pistado Phitan-
gelho para acoropauliar a marcha draiuistraliva do
Sr. Saraiva.
Por fallar emJ'hilangellio, ainda nao Ihe conlei
mo eu, que esperava ter vaste assnnjplo para conver-
sar com o compadre, ancinso esperei pelo primairo
Plulangelho que sahisse ; pois nem o Mello da po-
lica nem o meo amigalhao da secretaria me po-
dan! valer nesle apuro, visto que tambem eslavam
crajejum. O desejado Phitangelho appareceu no
lia 88, e fui loao elle como gata botas : pela
leiliira da talla entend que o Sr. Saraiva convocara
os representantes da provincia para pedir-Ibes: i.
a mndain-a de qne j Ihe fallei, e i." (hoc opus hic
Ja&or e*f,\icrcarao de mais duas comarqunhas,
uma que tetilla por limitas o rio Traipu' c Moxot,
e outra que coraprehenda os dous municipios le
Assembla e Imperalriz.
ciedade quer allingir. Tnho aviste o balando
receila e despeza apresenlado peta seu probo Iheso?
reiro, JoaoCarlos de Mello Franco, comprehenden-
do os metes de oolubro t Janeiro do corrente anno,
O presidente da proviucia, seguramente aulnrisado Tp lle a fullla oficial, e que veio a luz no dia 2 de
peta governo geral, acaba de dar ordem para a crea-
c,ao d i.-orpo lixo da provincia.
O hahilssimo engenheiro, lenle tijrouel llenri-
Beaurepaire liohan oceupa-se agora cora a
activla.le e zeta que lodos Ihe conhecpiu,* era oliser-
^ar as estradas que vo da capital ao lilloral da pro-
vincia.
Os candidatos depulaciio geral conlnuam rom af-
fan a tratar de seus interesses, e a cada passo lulam
com embarazos nos os.
O Drs. Joaqoim Ignacio Silvera da Molla, e Jos
Francisco Correa aspirara tambem a honra de repre-
sentar a provincia, de sorle que nao se sabe ainda
com seguranca quem Iriumphar.
O que eu lamento he que os meus comprovincia-
nos soltera toda a sua alinelo para a cleirao geral,
esquecidos da provincial, que nao deUa de ser im-,
(loriante para ellos. Talvez porm que no momento
ero que eshnhe chegae as ndos lenha cessado essa
ipalliia pela proxitnidade da eleigo.
Eslou cerlo qoe o Sr. Zacaras nao se inlromcller
na eleicao, por que me record que, em suas palavras
proferidas na cmara municipal de Coriliba, S. Exc.
nos promelleu que o constante aleo de todos o$ seus
Wbrcoi e destellos wria encaminhar os espiritas a
h\monia e concordia. Ildem.)
(Jornal do Commercio.)
\ ......
AX.AOOAS.
Macelo' 3 de atareo de 1854.
i e ,..ha parH as Aianoas nSo Y 'r
(|jembro : clirismaram-a logo por Flagello, c o
devia sV. eill l,m ver.ladeiro flagello, sobre ludo pa-
ra miraqV *" potar, 0 sejo-me obrigado a cal.ir
todos os mrt** l'om os meus des tesloes de assigna-
lura, por Iionf^ua firma, lie... atendido, pois ron.
franqueza Ihe.lK", que nao lenho acl.ado muila gra-
ra cm lal periou*ns, porque em vez de se ocupar
das bellas e provcildjs discusses |>oli(icas, angra*
.;a.la> dialrbe-, e gafli'e* lescomposluras, qne
sempre dao gosto aos ainifos tas pacientes, lera-se
orenpado cm Iranscrcvcr oficios e porteras do go-
verno, massaudo-nos com 'a dfranlada queslao run-
so-ottomana, alguns sumos foM'elins, dcseniabi-
las noticias e oulr.,s qnejandas. l'iVrl'.sauddes,
do Tempo, oh 1 sin- aquillo he que era folha : alli
lomava a gente a sua harrigada le riso, lendo as
zeribandas que evavnm- os amigos ele ; alm disso
o Tempo era "" recurso, servia de desatago i mui-
la raivinha porm como nao ha bem que sempre
dure, par e que jaz no abys.no do passado! 1
uguezes residentes nesla cidade quolis-
atiiu de celebrarem exequias solemnes pela
falle .a rainha 1). Maria II, c esforcram-se para
qi; aquelle aclo fosse cflecluado coro a maior pom-
p_?,iossivcl, al mandaram ahi convidar o eloqueo-
,\ /o fnebre: so Vmr. he curioso e pachorrenta poile
ler a massanle descripcao que faz do funeral o Phi-
tangelho o. 20 de qne Ihe fa;o presenta.
4 0 Sr. Saraiva, como Vmc. muilo bem sabe, lie
OsP<
ram-s
D.ssc-me o Luiz que j passou o prmeiro pedido,
sendo marcado o dia 8 prximo futuro para a instal-
la;ao desla sessao or.lii.aria ; licando porm para os
anuos vindouros designado odia l.o Uc marro:
quanlo ao segundo apesar dos arrutes mudo* do al-
guns que se sci.liam ou se iiersuadiam prejudicados
cora a tal divisao, hade passar ; assim me disseram
os rapazes de Anadia ( e elles sao bem fidedignos).
Estou tomando algumas nizinhas para as ouras
afim de preparar-me para o dia 8 : emquanlo me
demorar pela cidade nao hci de perder testas func-
rocs, e prometi coular-llie o que vr e ouvir que
nao sou caita outaihu' deuiuguem. Dcisaudo agora
as cousas do baixo mundo e subindo s clhcrcas re-
gios dr-lhe-bei que lem-se rae raeltido lia das na
cachla um scsma le que hei cobrado grao medo.
Quem sabe se nao rcsuscilou aquelle Phaetanle de
que talla o vclho Naso, e se uao tem ido de nova
pedir ao pater Apollo que Ihe dcixe por um pono
govemar o nammivo.no c corruscante carro, c que
calendo o carraoso pai ao pueril capricho baja en-
tregue s inexpertas raaos as redeas daquelles im-
mortees cavallos Quero nos assegura que o tal me-
iilru,.agora mais sabido, em vez de dar uma camba-
Ihola como djjuJigJK^jT ,^0 ^^ se Jiycrnj,,
cm passar bem juuliuho doTtpsso glolio, cm risco
de iluixar-uos losladiuhos counjsura lllholcs de porco
era liodas c bapiisados Dissc-llu>aue ha lias met-
leo-sc-me esla dea no caco por rauSkdo excessivo
calor que nos abraza, parece que se rehira logo,
loda a vcgctarDo esla eslurrada : no mez pai
vemos nm ou oulro chuvisco ; porm ncra chegou
para asse.ilar o p : a consequencia tem sido cares-
lia de faiinlia. legumcs c os gneros le primeira
uecessidade. Felizmente "nao somos flagellados por
epidemia alauma : as molestias da quadra sao al-
guns aulrazes ou carbnculos, nao fallando das
constantes o fiis bexigas que nunca nos Icsciup-
rara de lodo, e nos ullimos mezes do anuo passado
toinaramum carcter Ufa grave na florcsccule villa
do Passo, que fui necessario que o presidente man-
daste fornecer os soccorros precisos; diz-.nc o Tei-
xeira que boje j vao mais hemguas.
Esquecta-rac dzer-lhe que os santos las do eu-
trudo passaram-se aqui na raaior calma. Por desara-
ra vai-se acabando aquelle bom coslurac dos nossos
matares, do vai-vein das lindas c vanegadas limiuhas
de chairo, que lao bonitas parbolas dcscreviam pa-
ra irein quebrar-sc no pcilo (ou mesmo nos olhos)
da querida amante, os higinicos bauhos cm que se
lafulbasa.o lful ja lodo roloe sudo pela lula, c
islo aosom das galhofas e eslrideules gargalhadas !
Oh como era divertido AquMio he que era brin-
car Infelizmente os bons usos vao-se exlinguindo,
na., sai > que ha de ser de nossos filhos, netos e bis-
nelds. Encorajado ( perdoe o jallrismu i jiela ni-
mia tolerancia los culrudanles a.iimei-mc em um
dos .lias a sabir i lano para dar o meu passeio, en-
contr no caraiiihu i.iii raen velho amigo, o Sontos
Kolba, que andas a Guando o mesmo. Bulan, ami
go, disse-lhe eu, que me dizes dos rapazes de boje,
que molcires I.embra-se Vmc. do nsso tempo ?
Obi nao me fallo: linda agora pensava nisso : o
entrtido naquelle lempo" he que era um folguedo
divertido; tci.cionava a geule motilar urnas mocaa;
ia-se a rasa dellas, o pai que nao quera eraras
(ranrava a porta, arro.nbava-se a jauclla, ou mesmo
a pnrla, cnlrava-se; se havia algum i cniao que se que-
ra ftf pirapao, davam-se-lhe dous cachacoes, e
quer quizfsscm mi na., ficavain as meninas como
urnas sopas: o mais que aconteca era ficar um dos
folgantes de brafo-pu cabera quebrada ou nao esla-
rem as muras preparadasti^'Wa? para o moll.o, e
resultar lelle una suspensao, constipacSo, ou on-
tro qualquer meio de irem mais facilmen* ver se, os
aiijinhas sao ou uSo bochecbudos como nos pintam.
Os rapazes de hoje sao uns bananas e medrosos, que
CORRESPONDENCIAS SO DIARIO DS
PERNAMBUCO.
PARAH1BA.
Mamanfuape 3 de marco de MU.
Algumas oceupacoes extraonlraarias -aro fazen-
do com que deste vei roe loruasse omisso ; porem
com todo sacrificio enderero^be esta, conlcndo
algumas passagens ha pouco apparecidas que lalvez
multo Ihe inlercssem.
Na domiuga ultima do lionancoso, c sempre lem-
brado mez de fevereiro, leve lugar uma reuniao dos
irmaos do Santissimo, no consistorio desla matriz,
afimdedecidir-sesedevia ounao fazerem-se os actos
dasemana Santa: c segundo as esmolas avalladas dos
respectivos jatees, resolveu a mesma irmanilade que
se fizesse com toda pompa que possivcl fosse, visto
a franqueza e o desejo ar.lcnte dos mcsinos juizes.
Esla formal resolucfin alTectou|irauiediatemente
todos, cada um dos negociantes quer ser o prmeiro
que v a praca comprar bellas fazendas, para apro-
veitendo o dissorlime.ito de iras e ausencia de ou-
lros, pillir bons robres ; as seuhoras como nalu-
ralracnte amantes do luxo, c enfcilcs, s conversara
ueste sentido: como poderei este anuo comprar um
ponche 1 De gue qualidnde comprarci ? Queira
Dos meu marido desla vez lenha diulieiro para mo
dar da qualidade que eu quero 1 Nao sei cra-
me dirija a meu pai para pedir-lhe o que perciso a
E ueste Uo grande labyrinlho se achara os de mais,
tasados,solleiros, alfaiales.sapalciros, c al finalmen-
te os vclhos andam soliciteudo por alguroa qualida-
Ic de untura qoe possa, Iransformar os cabellos
hranros em prelos. Aps desla altcrarao seguio-se
o eulrudo, que nao menos alvoroco occasionou;
nos das de domingo, segunda cierra feira, nin-
guem por mal- importante e serio que fosse passava
petas ras livre de ser molbado ; eranefes ampos
de homens de todas as qualidades andavam'cima
c a baixo dando de garra de algum que innocente
passava, c so o solltivam quando rada um salistazia
o seu desejo ; porem este segunda alegra nao foi
lao complete, ou antes nao se ulfimou sem alguns
lssabores : indo parte desles homens na uoite do
dia terca feij- ilhar um capadocta de proa, este
laucn mao ni faca, c.quiz cnlrudar os brin-
cantes com bons I* butoes d'agua vermelha ; e as-
sim nao resulten se nao/o'ram alguns conhecidos do
lal capadocio que s apresenlaram aceommodando ;
c quando ainda se trateva da pacificarao clicgou
nao eslou cerlo qual auli.rid.'de,prenden o desordei-
ro ; nesla inesina uoile outro grupo indo em casa
d'um lal Mcnionra para o mesmo fim este sallou,.
como dizera, com qualro podras as raaos querendo
morder c eslra;alhar ; alera de oulros muitos baru-
lhos que publicamcnta as ras appareceram ; nao
posso soflrer eoin paciencia como se constata la-
maiiha desordem ; e cada vez mais me convence que as mesmas autoridades concorrem directamen-
te quando co.isenlcm esles grupos pelas ras como
loucos. dando grilos espantosos al alia noite, resul-
tando desordeus e malquerencas atara do incorarao-
do publico, sem' ao menos botaren, rondas pelas
mas, que uestas occasies se fazem lao necessarias
merecendo ainda mais este censura a auloridade prI
maria que acliando-*c na vara Ocnltl suis ridit.
Ainda uma oulra cai;uadinha houve em um des-
ses dias : um portuguez chamado Antonio cahoclo,
foi speramente surrado por sua melade; e o molivo,
disseram-me ser mal de I'amour, c elle |>or es-
ta molivo abandono*, i. sua morada e se acha de
nreseirffc-eni casa de um oulro "po4nijuez..iioi^aulo-
noraazia caco apalicando remeJTios as coriiuJ
ses que Ihe resullou -, he para admirar ver este ho-
mem de boa estatura, bem empernado de cara, na
flor da idade, nao ter ao. menos tarcas para nao con-
senlir ser aroitedo por sua inulher C8nu>rianra ;
que figura faz um homem desla qualidade ? este
laclo foi pblico, c al o prsenle ainda a polica
drate.
Nao pretenda j mais repisar q enfadonha histo-
ria los sempre celcb.res, c memoraseis lganos, por
quaut suppunha cabalmente justificada a sna con-
ducta com a apreseularao le alguns documentos
las primeiras autoridades ; mas um dos correspon-
dentes desla villa (que a ser meu antagonista )
querendo a tarca de raarlello reprovar ludo o que
digo, lera, faltando a verdade, manchado"a condue-
la regular dos pobres cigauos, apresenlaudo alguns
tactos por elles praticados, que, se aiuda verdadei-
io tassem, nao erara fados sufllcieules, para o cor-
respondente techar de homens torbuleiilos,e gatunos
e censurar o procedimcnloils autridades.alis pro-
bas e legitimas.
Bem sei que se ternaria melhor, refular circums-
Tauciadamenle cada um dos tactos que diz ol Sr.
concspoiidenlc terem os cganos pralicado ; pu-
rera como a maior parte sao lo insignificantes que
nao merecera allencao.passarei a mostrar a verdade
de alguns que realmente se deram.
O Sr. correspondente pergunlou-nic se rae eram
cslranhos ; a limpeza qne as ganjonaS fizeram as
Iciras de hortaliza no cngeuho Ihtarita contra a
vonlade de seus donos, a venda dos p>s da felicida-
ie, pos que lano causlicaram o cerebro do nobre
rorrespoudeute, a venda de um anebl de lateo que
fizeram a niulher de Francisco Gomes Mina, o cri-
rae que um tal Joilo pralicara, a ni cacan. I o ao neg"
ciante tirita com uma taca, c assim por dianle,
ludo com muilo goslo respondo-llie, que primeira-
menle muitos dos tartos nao sedearam, escudo que
sim, foram 13o occullos que s um curioso como o
correspondente pode-osapanhar; e aquelles mosmos
que se sabe terem havido o correspondente como
que arrasla.lo pelo ceg capricho, nao os descreven
da mancira que realmente se deram; como passo a
publicar : colbcudo iutarmarocs a tal respeilo, pu-
le conhecer que nao existe era dito engenta Gua-
rite as teesleiras peta coulrario o propietario manda
sequer usante raaisalgumasiuuarias.coraprarverdul-as
em oulra parle: ja se vi1 por co.isogtiinlc que este pr-
meiro fado he urna ra caluninia;o insulte que o ne-
gociante Grita sofircu foi de um dos fmulos dos ci-
gauos, c saliendo esles do occorriilo asperameule o
castigaran) c o nao consentirn! vir mais villa ; por
el han l o acl- nao se pode lizer que os ciganos sao
lurlilentasa* unos, pelo contrario deixa-se ver
que sao aman.. ordem, c aiirrajidadc : os fe-
riracnlos produz. '.i^ilrtlm^cm^iTelTcW
lo anda eslavara ,. engenho Ilapisscrica,inda!;a-
do, de alguna pesso dalt, i..rormaram-rae ser anta
ver-tadeira a,fiu.cao; 0 anel5o quc fo vclluillo a
>r. ,lo Sr. l.ima, espondo-ll.e que nao era possi-
vcl sendo as cganas tsperlas clrai);isseirits romo lem
Cidade d'Areia 22/le fevereiro de tS.
^ Nao rae leal fallado desejos de escrcver-lhe desla
cidade, e, por meta dessas missiyas, gozar d'uma du-
pla complacencia : ja por ler de ver as minhas rabis-
cadellas, e pensaroenlos gravados em leltra redonda,
o que nao he pouco para Ifsongearo meu amor pro-
prn; j< final mente por euteuderque, descrevendo
esta cidade, sua posieao topographica, aponan* os
melhoramenlos raateriaes e moras, de que he sus-
wplivel e careceddfa ; e dando publicidade algu-
mas occorrencas c gentilezas daslisat cgpbelludas,
que por aqui assim forem apparecendo, desfarle te-
to um imprtenle servico a esta populosa e rica cida-
de, e sen municipio ; o que tambem ttm muila forra
em meu espirito.
Urna consideraro nnicfcmc eneolla acSoliava,
eraqae\mcs..naqoizessera dar publicidade i mi-
nhas cartas, por mal conchavadas e insulsas; boje.po-
rem, que conheci al que ponto cl.ega apariencia, e
bondade de seus corac,,,es, hoje que lenho lido n-
meros correspondentes d^direrenl'es localidades, e
so de Mamanguapc Ires !^mc a minha nalural re-
pugnancia, depuro mido, apareiuma pemil, to-
mando subre meus hombros uma tifa mytleriosa de
intrepidez e coragem, qual o filho de Peleo, deixei os
prazi.res da ociosidade, e marcho afoulo, nao para os
camiios de Troia, mas para as columnas de eo jor-
nal.
Basta de cavaco, queja este um pouco alm dos
prece.losdarle. Vamos ao asaampto :
Ue collocada esta cidade em uma colina, ramo da
bem condecida Burburema; lem dous templos em
obra ; a matriz que esla quasi acabada, be um lem-
?lo bem eonslruido, e espado, e i igreja da Senho-
ra do osario, cuja capella maior esta proropta para
receber a madeira do ar ; lem bas.e commodas ca-
sas, nao poucos sobrados, c nm eadein nuva. vtot-
frivelmenlesegura para hehiiao dos innocentes, t
da qual me livre Dos. Amen.
Antigamenlefoiconliecidoeste lugar peta nmade
pnsoacaodoBruxax, Irazendo sua origem d'oma
tribu desse nome que aqui habitou ; e, no mea en-
tender quadrava-lhe melhor o litolo de cidade do
Bruxaxa.de que d'Areia, conservaudo-sB assim
nouieprimilivodesua auliguidade. Seosltabaldes
sao monlanhosos e produzcm bem loda aj
do nosso solo ; as aguassao as mais eivslaliBasjabel-
las da provincia ; e o ar que aqui respira-sebe pu-
ro esaudasel, tornando esta habitacaoa mais apra-
zivel, amena e agradavel. Diste da capitel
vincia 8 leguas c por causa du nonio central que
eccupa, lorna-sc o emporio dos serloes dtsdnai prn-
v.ncias irmaas Paral.iba, eKio Grande do Norte. Seu
commercio, a despeito das grandes di filen Idades, e
inconvenientes do Iransporl, he grande, magnifico
e florescenle. \_^^_ ,>\
A epidemia das bexigas, porm, qoe aqui lemgras-
sado em ponto subido e ceifa.ta nflo noucas victimas
tem-lhe trazido grande quebra, e consideravfl de-
crescimento.
Nada amedrenta lano ao matolo, ou sertaneio
como a-pesie.
Existe aqui uma grande reir no dia sabbarta, bada
concotreuma grande mollidao de pessoas, e aban-
dancia de vveres de loda a qualidade. Temo um
asouguediario; bem como multe, ofiras natnraes,
delicadas, de subido valor e de grande apreca : nao
levo tambem omillir-lhes que ba muila mercaaoria
m, e de pessima qualidade.
Se eu livesse a facundia. Aidade de eslylo, ima-
ginacao e talentos d'um Alexandre Damas, ou
mesmo a tobUidajhe-6e, respndeme de Maman-
u pejjjie coni-toda a forca d sua habilidad?
cnptiva, pintnu lao ao rito a ruina de sua velt
matriz, orcasionada pelas senhorai fortnigas et
eu faria d'onlra modo a descripcJo deste cidade
joadro,. Ires forTaVbte, f,,r-me-liia taran
digno de seu Diario e JoTefc\.eitayeL publico ,
l; porm (oh dor !) tai lio escIssTpWnmVii
tureza, que nesou-me com rajo vil o. que prodigali-
sou a oulros com tanta liberalidadel
Conclnindoesta,convmdzer-lhes,queni aspe-
rem de minha parte uma corre*pondcncia-regolar e
per.od.ca, por causa de razoes particulares, o queme
la/.desojar multo um companheiro e at subsliluto.
hs?. betsvionde mora o que quadrava e convinh ; a
senhora dalanceirao nossa Padroeirt, roova-o para ,
tao imprtenle, cuanto uli empreza.
Adeos. Boas noticas e bons patacos Ihes deseja
O Cometa.
___________________ %
PERNAMBl'CO.
<
-'-
confessado o Sr. cor, ulcut fl7esgcm m;||iciu.
smente ora negocio,! Km uenh(,ma ,linicllllla.
le se poda dar rom a, ^^ cs ^^
quaes sao que d entre! os i,,mileros apresenlados
pelocorrcspondenlc n|llil(, C(ls,o ^ ^^
cinienlo. Como be tior,..:.. ,
, Y sposstvel que cora tactos des-
tes o correspondente qi
pobres cigauos ? E ern
teslavan ns seus proco.
poudenlc ralo lera inlci;
Unidades leve pois de h
que, se exislissem nesla ,s
de homens que procedess.
los Mamanguapcnses.
Quiz o Sr. correspondei
do parte de gaialo, faze.id
do-me grarolas el,:., clr. I).
lo aflcclo son ao hoinein qoi
topara criliro, porem aquel
zer, seja cm que sentido f
vulgarmente se "*^ & m Qei natura dat
nemo negare putei. ,
Nao qnero deixar de resp< im.er a pertI(,n,a me
fez onohrccoresp,indenIe: a,|mirn n,1(|l g
nao ler compreiendido o ni U(. ^j^,^ ^
da disse que por sor parle i. me aprcscnlava in
leressado- por quanlo, p,r jaa pro|)rU bocc.i ^
ressou qne quando, em peq cn0i fl)i uissi ,0 (1(.
um padre, este Ihe ensinand imiil;ls cougag> ^ ._
de comprehender a difinico ie ign^ he do afer.
lo que quero he dotado de U^ rarus ,a|en,os s(? 0(._
cupe cm fazer lestes pergunta^. M aiu(la enl(,.
der, torne a pergunlar, que lsen, re me ha,,con.
conlrar prompto a responder.
Por ora o que por aqui neen,,, mais a aUenfao t,e
a suspensao daschuvas, que^^ tornanao mn.
roiras, so servem para andar de charuto vio queixo
e chibalinha na mao !
Nestes e entras edificantes palestras levamos a
larde c j ao anoilecer s ollas araos ao lar domestico,
quando oh prazer! um dos laes de charuto ao fluei-
xo arruma-nos uma seringada que nos dehou como
a conduela dos
dades que al-
oSr. corres-
o destas au-
icar saliendo
nieia duzia
nlo fczes
arla dan-
persiiiila., dirigin-
sal>er S. S. que inui-
aluraliiienle lera ge-
qiic quer se c.intiafa-
,r, nunca lem sal, como
ASSEMBLA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
Sessao' ordinaria ea8 de marco de 1864.
Presidencia do Sr. Pedro Caraleanti.
Aomeio-dio, felaa chamada, acham-te preseates .
H Srs. deputados.
O Sr. Presidente abre a sessao.
O Sr. -2." Secretario l a acia da sessao anterior,
que he approvada.
O Sr. i. Secretario menciona o seguinle
EXPEDIENTE.
, lunoOicio do secretero da provincia, remetiendo
a iiitarmacj! dada pela cmara municipal da cidade
da Victoria, rclalvamenlo ao projeclo a. f do an-
no passado.A' commifgo de eslatislica.
Oulro do mesmo, enviando copia do olcio doma-
jor de engenlieiros Clirisliano Pareira de Azeredo
Coulinho, bem como a planta e os orcamenlos do
quarlelcorpo de polica.A' comraissodobras pu-'
blicas, %
Outro do mesmo, remetiendo copia da informacita
dada pela cmara municipal da cidade da Viclori,
acerca do requerimenlo de Florencio de Souza I.eo.
A' commissao de conlas e orcamento municipal.
l'ra requerimenlo de Antonio Jos Nuit.es do Val-
le, pedindo ; se marque quola pura pagamento da
qnanlia de 313326 que venceu de cusas como ascri-
vao interino do crirae na comarca do Pao d'Alho.
A' commissao de orcamento municipal.
Oulro do bacharel Joaquim Canuto de Figueire-
do, pedindo o pagamento da quaritii de il8l) da
porcentagem que llic pertence orno promotor fiscal
da collecloria de Pao d'Alho.A? precedente com-
inisslo.
Oulro de Anlonio da Silva Gusm3o, arrematante
da illumraaco publica desl cidade; em que pede-
soja aulorsado o governo, a adiantpr-llie um anno
do prcro da mencionada illaminacao, para ser des-
contado na .5" parle da preste;o mensal, que .mes -
mo tem direilo a receber daJbejopTTlili"
O Sr. Presidente -^rTrequer!ment deve ir <
commissao de pe'' i#., ^91
(Contiiiuar-se-ha.l
SfAttiO DEl^RNABtlCO.
A assembla provincial approvou honlem varios pa-
receres de commissao ; e entrando em lerceira ds-
cussao o projeclo que marca limites aos municipios
do Kccife e Pao d'Alho, llcou adiado pe hora, em
primeira discussao. Hoje deve-se Iralar do projeclo
que aotorisa o governo a niandir vr algumasirmas
da caridade era segunda, do que Gxa a. torca policial,
c finalmente de leilura de pareceres e projeotos; con-
tinuarlo da discussao dos pareceres adiados, e do res-
tante da ordem do dia de honlem.
No termo da VIHa Bella, foi preso, por diligencias
do Sr. major Porlella, o. tacinoroso-Jqao Francisco
Teixeira (por cunta Btala^ e acht-se recolhido a
ca.lei| da mesma villa.'
Na povonriio de Salgueiro, comarca da Boa Viste,
foram lan.bem capturados pela tarca ao mando do
Sr. capillo Jos Thomaz llenrique diversos crimino-
sos, enire os quaes se distingue Manoel Domingues,
que a voz publica indgila como autor de varios ho-
micidios.
4

nao se animara a fazer uma daquellasassaltadashe- sen'' e -a,w Prev ll05 gneros que repenti-
namente lornou, por isso crc.o ^ ,,e Ilvariave. es-
te proverbio Nao lia bem qu.l nO se acabei nem
mu que sempre dure -Tente;, ^^ muil0 que
Ihe conur, )>oremagrande.occ. acao mc vei,a,.,lao
rallara occasiao.
Soa seu criado e abrigado.
Carla particular.)
i"
Pete navio inglez Geneciete, que foi portador da
mala do va por ('linda, recebemos ararte do nosso
segundo corresponden te em Paris, a qual publicamos
hoje.
r.""
TDEATRO DE S. ISABEL.
Esla amiunciada para hoje nina bolla solcmmda-
dc dramtica, era beneficio da primeira bailarina
absoluta a Sr." Marieta Badernn. Ser mais um no-
so triumpho para a artista quedan bem dignifica o
nome; ama noile em que nova homeuagem de ad-
miraran ir juntarle Vis palmas que ella ha colin-
do na scena brasileira.
A confisso do mrito real nao he um favor, 1
um dever : e se he fcil a qualquer mediocrida/e
conseguir uma repularjo ephemera, a Sr. Bastarna
nao precisa de semelhante favor ; ella possue a ver-
daderareputatao: o seu nome repetido de bocea'em
bocea; e era a noile de hoje o genio artstico ser
gloi lieailn na sua pesaos. .
As materias que fazem o objecto do esperteculo,
silo de urna feliz escolha. O i>fnoV; lie um dos mais
s
i


>m

r
*
i
y

' *.
bellos vIBdeville tjue couhecemos ; a musir que
o Ilumina lfl ama inspiracao sublime, e o drama
um do fllho mais esplendidos da musa hespanho-
la. Alem do lindo- passo os Janlingiros ,__cm
que a beneficiada oxenla difliculdades plianlasliras'
tercnios de ver pela primeira vez cm o nosso' thea-
Iro o magnifico baile a Paquita urna das mala
bella* romposicOes do Sr. l)e-Vecchv, e-a aureola
ife gloria da Sr. Badn, a.
He- reteme nestas ocoasioes esrrcvereni-sc arli-
ooa pomposos e endeosarem-se mediocridades para
ohlef-sc um Iriumplio pecuniario cusa da verda-
de p do guato, no achamos desculpa plausivel para
scnielnante procedimenlo ; e n3o escrevceiainos
urna linda para convidar os amadores da scena
lra a mtemiiidade de hoje, se a Sr. Baderna nao
bsse redora da mais sincera admiraran.
AS IRMA'AS DE CARIDADE. '
O Diario de Pernambuco ii'.vli^puhUcjpul i os
IrabaJtosJajsssmWca provincial do da 6 do cor-
al um projeclo do Sr. depulado Antonio lJo-
ede Oliveira aulorisaiido o gocerno da provincia
a mandar tir olgumas. irmas da caridade para -
rtm empreadas no* hospilaes de/ta cidade,dispen-
deudo para tal fin, a quantia yue for necessaria.-r
Exlc projeclo lie um dos de mais alia imporlanc
que se possam presentar a considerado da asserot
bla na prsenle sessSo ; e cada doputado, que a setl
favor der o vol, gozar;, para sempre das bencao d J
povo, alm da satisfacHo inlima de haver concomite1
para a realisacSo desse imnorlanlissimrt melhoramen-
o moral nesta bella provincia, digna de (odas as
venturas. Ja as provlucias de Minas, da Babia e do
Rio de Janeiro se acham de posse desse llicsouro
nextimavel.gracas a pia dedicarlo dos virtuosos pre-
lado, os Exms. e Rvms. Srs. 1). Anlonio l'ereira
Viroso (b'ispo de Mariana), e D. Romualdo Anlonio
eSeixas (arcebispoda Babia}, e igualmenlc.do Exm.
Sr. Jos Clemente Pereira. Pernambuco nao pode
cnemdeve deixar do acompanhar cssas suas irmas
o enlhusiasmo, com que abraoarau'essa insliluiciir
ao mesmo lempo religiosa o eminentemente sorir
Aos senhores deputadosprovinciaes da prsenle
re cabera a gloria de dotar a provincia o
rodo beneficio. He por meio do* actos de*
Imrexa que o* eleitos do poro ,e lornarao '-re
'ua tertttacao e acanrarao a grande obra ih
citlitaeao, que s pode consolidarse sobre a basi
eterna da religiao e da moral.
Para avaliar-se a importancia do projerto do Sr.
fritado Oliveira, irei publicando alguns arligos
; salivosa essas virtuosas mulheres eslimadas e res-
> eiladas por loda a parte como o prololypo da cari-
Por hoje basta dizer que o santo instituidor
da Congtegacao da* intuas da caridade, o immor-
-VICENTE DE PAULO, Ibes deu como re-
teg "'"> "rem ordinariamente pa,
tnosleiros, se nao as caas dos doentes; por celia,
fiarte de atuguer ; por apella, a igreja de
arochia ; por claustro, as enfermara* dos
hospilaes; por clausura, a obediencia : por guar-
da. temor de Dos ; por to, urna santa e exala
modestia.
Dr. Sabino
-"Sil mmAo lourn afe Joi, tJ,.u ? "''T le 1>all,e,a ra,sa a Mel An-
tonio Monteiro dos Santos.
:t l-arricas noies, 1 canastra castanhas ; a JoSo
lavares Cordeiro.
4 barris vinagre ; n Anlonio Alvos Barbosa.
1 lata salpici.es, 1 calato vidros.,1 ruinles li"os
a Silva & linilo. '
l barris vinagre, i cauastras castanhas; Manoel
lioujalvesde Oliveira
pipas o i*) barris \intio, I rodas d'areos, U
barris azeile, lo cauastras albos, 07 ancorlas a7ei-
tonas,:lb sacras fejao,^ rahas peras serras, ;15 Mc-
oas ,-evada. 1,jO ditas rolbas ; a Francisco Alvesdi
MARQO OE 1854.

Cimba 4 (',.
4.cni\as linbas de barca:
Oliveira.
50 rodas de arcos, l sacro dinbeirn
Juvcucio da Silva.
a Mauoel Igpaeio de
a Joaquim
le 17o
carga
Terra iNov.i_38dia. brigue jngle Barkhill,
onelad. capilSo T. Eales. equipasem 10,
jMealh.no ; a James Crablree & Companhia.
n,.- ,fr* snh"10 mesiho dia.
I ara e porlos intermedios-Vapor brasileiro 5k' ?(""
tador commandanle o 1. leneil,e Aitonft Jl,i|-
q-nm de Sania Barbar. Passageiro, deslr '"""-
3
vincia, Manoel Jos Snares,
Sal.
?seira
a quem por
EDITAES.
1 barrilvinagn-, 1 raito diversas fazendas, la-
la doce ; a Jos Autonio da Cimba Innao.
rl n'" J M' ,aiIil ,m,bilia 5 a'"o Jos de
Larvallio Moraes.
17 cauastras albos, .'> calxas castanhas; a Domin-
gos Rodrigues de Andra.le & C.
3 lalassalpicos ; a Antonio de Azevedo Maia.
* raixas iieras seccas 16 ditas amellas ; a Jos
remandes rcrrcirn.
1 barril cnxadas, 10 .Jilos azeile, paroles fio
porrele, I caixa ferros de engommar ; a Thomaz de
Aquioo Fonsera & Fillios.
ilaUssalpicoes; a Jos Joaquim da Costa Maia.
Mcia pipa, c barris vinbo ; a Xovacs A C.
.llramlias ile pao ; a Antonio de Sorna Hilarle.
j*i itams presos, 3 cabs fcixes pedrezes 1
es, 1 caixa palitos e miudezas, 30 cauastras bta-
la, a IlioniazK-ruandrsda Cunda.
15 barris azeile ; a Foutc & Irtolo.
i raixas miudezas ; a Jos Anlonio Bastos.
*(KI liaras de vimos, *M> aucoretas azeitonas, 8
barris azeile. 4 saccas iollins de lomo ; a Justino
'Antonio Piulo,
O raiuislras castanhas; a Antonio Copos l'ereira
He Mello.
15 cauastras albos ; a JoHo l'err-eira Mondes Gni-
naraes. <
I oaixa rorbinilbos. e nobroza ; a JoAo Piulo Rc-
'sdehouza.
I caca miudezas, I dila panno do lindo, loaldas,
ncdins. 1 barrica revada, i sacras feilo e reva
; a hiquoira & Pereira.
00 ancorelas azeilonas. 2 ,.;lxas (orilciras ; -, ,i_
icrliailuras, 1 dila riilurnos, lindas e pauM), I
'le linda do barqiiiulia. 2 ditas lio porrfte, *
as nozes bolcs de 0880, fc resteas I caixa ferros de engommar, 1 dita c I cnde-
nos. ctfja, coebins, e i>cdra, (i cajastnts a-
; a Barroca iV; Castro.
II cauastras albos, 100 ancorlas azeilonas, 2rai-
jOos corliins, caixas linbas de barqun, :t .lilas
lerha, luras.j.^.MauocI Joaquim Ramos o Silva.
o,;-*> relroz.'.dila panno de Mullo e luvas, 1
.lilao bras de prala, ..tita obr;
ciiojipi "'".> (olumes e.capad
Braga C. v^
1ca_'*o doce o serrabnlB
Alilom Jos de Siqno.ra
OIk -rj-is azeile, f caixa r
imageu s.1' wuoros de i
neImTilln'''ri,'1 SL' 'a 'lp "''en.alar
2ie dTl!?''30 **'' fei,,, ,,a forn ''"^rlicos.s
mente liabclila.la. V',ei,""el ,lla- compctcnle-
E para constar se mandn affl.,
publicar pelo Diario "r W**** ,
Secrelaria da lliesouraria provine
litnniin. .1.. Ju'l
Para a companliia de cacajiTia
Coluro,, par.s 46, sapalos. pare46. penachos 60.
Para o t/uarlo balalhao de arlharia.
bucC d feVere'irttfeiBST"^
tomo Ferreira <' '_____*-
al de Pernam-
secretario, An-
d' Annunciacao.
Clausulas especiaes para arremataran,
II..
Jftiro, 1 livro
a-se ; i Rosas
vinagre; \
lilas
narro.
'"es, :10 meias ,,,
no.lrigiios.
as fijao, oaslanlias r
j"xa,gora-SC; ;l fa
ilMiido; aMiuioel
Olegario Ludgero Pin/u
CORRESPONi
Srs. redactores: Ti
rn$rcio de 17 de fevcrci
lliesoureiro gcral do ihe
tifirando um couimunic
nal a respeito de urna -
tal.do C
acional, cm qiinVrV loixes cai
olido mi.li
nina
li nar
(iiisei-lo no mesmo Jor-
..aejao verificada em par-
1-5000 rs. quc.foi reme'llida
a thesouraria desla provin-
o. mesmo SrMlresoureiro gcral que pa-
Ktr a ceratlr foi-ldo entregue no dia
+ de fcveriro, um raixolc, sem nenlmni indicio de
arrombanicnlo. competenlemente pregado, lacrado
e sellado, o qual foi immedialamenle abcrlo em
l wia presenra c na do commandanle do- vapor ,S'.
VaJrador portador do dito raixolc, londo-se apenas
enconlraitaT&.jOOgnoOr!,. fallando 20:.V)Or00O rs.
falla que o* mesm Sr. lliesoureiro gcral allribue a
engaiio meu, devido talvez pressa com que encai-
xotei o dinbeiro, lu^.le meu rigoroso dver lambem
ujeolararque ncudurt engao houvedemiiiliavparle,
na couUbelidadc, eiicaixolamenlo e rcmessa desse
dinheiro.
4 de feverciro comparerendo na (licsonra-
ria desla provincia oSr. commandanle do -vapor S.
Sallador,em sua presenra conlei a supradila q.ian-
100:1)003000 rs. rujas notas foram verificadas,
adas e pbstos os rollilos polo primeiro osrrip-
m oontadoria Jos Francisco (ionCalves,
! me servia de escrivao, c cm presenra d'o pri-
meiro escripturario da mesma Conladoria JosBfa-
silioo da Silva que nessa orcasiAo se achava na the-
souraria. Depois da verilicarflo e ainda pcranle o
sobredito Sr. commandanle, ciii-aixolci pregme, lacrou-se e scllou-se o caixolc do qual
te entrega, assignando aquello os conbecimentos.
sem declaracAo de que ignorava o couteu.to c a
A vila dcsta simples exposicao do occor-
ndo, julgo-me com o diroilo de declarar que nao
inda parte, o menor engao ou omissaq,
nao podendo, portauto, correr por niinlia conla a
choque se encontrn no tbesouro. c da qual
n ngo po^o assignalar oresponsavcl.
Recire 8 de marro de 1854.
Domingos Affonso Stri Ferreira.
ras ilc
Ilnarle
cai
Ibas, I
I bar
rozo.
- !*?.comJ MnJnaTio,
lili.
-s, 4 raunslras ro-
gos Al V Malbeus.
.reir da Silva Tar-
imagons o aprestos,. 1
doceta d. >e ,, a Cuiz Antonio do Siq'ueira.
5 eaiM 'Imbas ; Tartoz^A C.
1 (r^Vcapachos, I Affonso >erot.
- O Illm.Sr. inspector da tdesouraria nro "'"
nal. em cumprimenlo da ordem do Exm Sr lrc"
sidenleda provincia, de 6 do crrenle, manda r **
publico, que nos dias 7, 8 e 9 de marro nm. i0 approvarao do Fxm r "., ::-".-"'pioseuiauos a
"Estas ollSkfverao, P/incipiar no prazo de
para o Cabo, avallada maBSiT "'""* ** '
A arremalacao ser.-i feita nfmVnia dos arts. o e 07
da le. proviuc.al... 86 de B ,,e ma0 de ,':,-' e -
as clausulas especiaes abah copiada. '
As pessoas que se prjxp'ozerem a esta arremalann
omparesamna^la.da^sessoes da mesn a jun "S
artesa** pei me -ssc
&!*Xe mandou m presen,e e p-
Antonio Ferreira dAnnunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
A t. aS,,,-*' a"o ,la """cacao da e irada
do cubo far-se-hao de conformi.la.le Vom a pa, ...
SXlht. H'S riSr"S. al'Provailus Pela directora en.
cor.se lio e .presentados 3 approvacao do Exm. pre-
sionle, na importancia de 29:2689.
a J^?!r,re'V,',a",e dar,,PrirPio' as obras no prazo
de uto mez, e devera conrlui-las no de dezescis mc-
zcs, arjibos contados na forma do arl. 31 da lei pro-
viiwial)". 28(>. '
3. O paga.nenlo da
dous mezos, c scraorom"l!li'1.:ls uo ue dez'mezes a
coular conforme a lei^oviucial u. 286.
*. A importancia d"cTa arrcma'Sr1,,-Sf'.,"
em .res prestarnos da nira fule Ti^dos
lo^r.?!'0 ,alr ,0,al'.1ua'' "ver cnnrlui-
o a melade da odra : a 2." igual a primeira, de-
? t-lfu"'0." ',r'V0 'le ^Wmenlo pniso-
.110 .1.1.', finalmente de um quinto depois do rc-
cebimento definitivo. ^
rO,!'.!.10,arr,e"U"""e spni tgado a communirar a
SSSX n,.rlaS |,"',li,as '""> a""o . ^- 'a llXO C'" f"e tera oa1- l"-i""ipio
ni 2;, aS 0i,,ras- ass',n ,0,"u "al'albar se
o ;,: e a,"e V'Te dias lim <><" POW
;ss,r,Te?a,l"a.*isiJ"ri-
.nsnresem^1'.' ^ q"C """ eslVPr *PeeBwad0
eT ^.- -laUrS'llaS sc-'"i'--so-l'a oquedispoea
reir f,Z,f"r0r-me- se'relali- -""<"''" her-
letra a.innuiiilarao.
O Illn
Brim branco'liso pararaicns, vam/^is*'iiodiln-
nho para cqmisas. v.ras 92.,, l,,Xlld^
.vado 5. esleirs .170, bolees (? cud '
gros.is:iO, dilos pretos, dilas:t6,pares U0"aMTosn'
grvalas de courode luslre 10. &K,|Sr
Para o hospital regimt,,iai
Brimde Irahn fino paracamislas,Aars au ...:,,
para col.crtas, covados 117. bacas '1^?^ i.
20, bule, de loura 12, pra.os de diu.m "^ ','8'
pires de dita, cawes 36, colheres de '
azucareros de louca 12, bacas de lo
Para a fortaleza de llqjLfaK,
Bandeira imperial de 6p3nio/jr,j|eie j
ACo^mi^S.^^.r^-t,Ua5
grasura arroba W$p*^- "> Ipoliegada de
oba.1 }fL>dilo em barras chalas com 1(4
' I-. nnlle aielal lino 60,
ca 13.
importancia da arremalacao
.'r"i-"7 ""' i>'fo prestaces iguaes i a l.
depois de fe. 00 primeiro Ierro das obras ; a 2.a de-
jiois de concluido o segundo terco; a 3.a a occa-
uepois 4.a Seis mezes depois de principiadas asobeas de-
memitale proporcionar transito ao publico
em toda extenrao do lauco.
na^ani,ara,""1.0 ""f8 P acl,ar elerminado
as presentes clausulas nem no orramrnlo, seuir-
se-l.a o que dispoe .1 respeiloa lei provincial ... 286.
L'>nroe.-0 secretario, ,./fo/iio Ferreira d'An-
nuuciaraa.
O Illm. Sr. insperln- da thesoiiria provincial,
em ru.npr.mento da ordi do Exm. Sr. presidente
da pioviiuia, manda a/ r publico, que 110 dia 9
V1'"T >'r,,x'Tl,,>i,,,l'uco;-V;iiuyamoiiu3 OTars
fX&bttt T" '"""'-""^-'Prant
a la mesma Ihesouraria a obra
do acude de Pajc de t'"|'ores
avallada mn 3:1903008
11JZ "' Sr- ''?llla,1or sorvindo de insperlor da
Zv^r'ZJ'my,n'!'hC"! "''"l-'-i.ue.ito da orden
do Era; Sr. presidente da provincia, manda fa/or
MiWico. que no dia 6 do abril prximo vir.douo
, mllJ'm.1,,)arai!e,',,a ,la *" Uwwwia
o!l i c C ,'r;"-'a '';lra "''e.nalada a que.,
no menos l.zer. a obra domolboranieulo do rio tini-
anna avalrtda em .VI:600S0IIO rs.
A ari-cmalarao ser fcila na
i~ da lei provincial n. 286 do 17 do inai ,|
0OOS0OO rs.
forma dos arls. 2i o
w" do inaio de 1851. o
sob.as clausulas especiaes abaixo copiadas.
m!.|*fsuas 1" Propozerem a esta arremalacao
STiSES*?*" *.*?" mps'"aJ!a 'no
ddii"iada 'ra '' "K'"''"''' ,ol"l,^l<'"'e^
E para constar se mandn afiixar o presente c pu-
blicar pelo Diario. '
i, Swrelaiia oa tdesouraria provincial de Pernan.-
nSfl^t7l?a ***0 secrcUirio, Antonio
rIII eir da Amiunruira
ira da Aiinunclarao.
Clausula* especiaes para a arremalacao.
_mcM.oi-amri.lo do rio Goiam.a
*r^ *ia-~Ti^IaI "" m> '' ,7 ""o '""io de
ci |X ssf as clausulas especiaos abaixo copiadas.
as pessoas que se propozerein a esta arremalacao
18I,
1 Tardo rapados
r.uizde Oliveira ^zcvb>
viudo
Antonio
v
' .r-'Mxo roebins < Antonio
uio ValonHin da Silva
Tups, 2 barris vindo; Joa-
\os caixas a
quim de Oliveira Maia.
10 caixOes fcijao ; BeP'ariHno Francisco de A-
zcvclo Caninos. \
I caixao obras de prata '< Moroira & Pilarlo.
.0 aurorlas azoitonas,\jO cauastras batatas ; i
Manuel Fcrnandes Cucdesr
2l cadeiras ; Jos Anl.n"io do Canallio.
1 caixao paiuiodo lindo; f'homacde I-arias.
14 ranaslras ceblas: ,V Antonio Joaquim de
Sonza Ribeiro. i
1 raixolc loco ; a Antonio Carvall.o de Almcida.
I raixote doce; |). <;;,. m.".iiiki Moraes 'Sar-
niento,
I raixote doce ; Kr. JnHo'dns Marlvrcs.
1 barril salpicos ; a Bc-nrdino domes de Car-
valbo. ;
I caixolc dore, passas c petinas; i 1). Mara Joa-
quina do Corarao de Jess-
66 cauastras albos, 2 fardos .capachos ; \ Domin-
gos Rodrigues de Andrade
1 raixilo doro, meias e (i ivds : a Jos Joaqun, de
rana Machado,
1 caixao hiedas ; a Manc'ol Antonio.
2 caixas fazendas; i J( laquim Antonio Dias de
Castro. '
1 darril xinlio ; Jos 1 \nlonio Cocido.
I canastra- castanhas ;' llemique Bernardcs de
Oliveira.
1 caixao, I ru.il.cto. 1 arco, o 1 fardo ignora-so,
I sacio rolda de huiro ; i Anlonio Joaquim Vaz de
Miranda.
1 emdrullio ignnra-se ; a Jos Joaquim de Cas-
tro Moura.
1 en.li! i.llni ignora-se i; \iclorlno de Castro
Moura.
-8 latas de Tolda ; Ant onio da Cosa Pereira de
Mello.
1 feixe.de Ionio ; Man ncl Ribeiro Bessa.
30 resteas de relilas, I sacro meias ; Manoel
Jos de Azevedo. '
I bocola doce ; a Born .rilo (oiiralves de Mallos.
I saco louro ; Antn' '' Jos de Agniar.
Brigue nacional EMrai viudo do Rio-de Janeiro,
consignado a Machado (' Pinbciro maiiifcslou o
sei'i.inlc
co.nparorain na sala das sessocs da mesma junta no
da dCHiia declarado, pelo meio dia, compelctemen-
ic iiab.liladas.
hl^."'".''0,';-11": sc mall,|0" afligir o prsenle e pu-
oiicar pelo Diario. '
huen"-.11!1"'r'la ,l.",S0l1,r*"a .provincial do Peniam-
ni/Fel^T7" C P$ scire,;lri. ho-
mo 1 erreira da Annunriarao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
m, '. ?s''" ,au,le ,|B Vw" ,le r|oVes serao
nrrl C|n,,r,,,"" aiH-oseuladosaapprovarao do Exm. Sr. prndenle
da provincia o importancia do 3:1909000 ris
2. Estas obras devora., principiar no prazo de
ou inczes, e serio concluidas no de ,{,,. niczes -.
contar conforme a le provincial n. 286.
3." A importancia desla arremalacao so'r.i p
em tres prcslacoes da inanoira scgiiinie: a prinieiro
os .lous quintos do valor da arretnalacao, quanda
livor concluido a niola.le da obra: a segunda igual
a primeira. depois de lavra.lo o termo de recobi-
nienloprovisorio; a torcoira linalmonlc de um quin-
to depois do re. ol.in.oulo dclinilivo.
4." O arrcmalanlc teta
las
PLBLICACAO A PEDIDO.
*
A-
O corarao do bomem puro nao blasfema, apena
meditar.0es, do passudo.da prsenle, e do fnluro;
envolvido 110 lamaral das luchas, vendo de
|m quaudo sua mizeriac aalheia; v o imin-
Kiifiercnte do que o vulgo ve o
precia o pouco qiieNH^je buin, e despreza nborre-
cidamenlc o immenso c grandnxlominiero dos mos
............ e alti tica quasi como eiivoTffr-iriR-J-jrn-
veis tempestades, que de momento a momento o
euvolvo nos lorbuJhocs das lerriveis ondas pesliferas
do apuro que o immenso cspa'sso faz verter: diz, oh
leos, sois incOniprcheusivef; e por ronsequencia,
la obra. Ao descera campa elle s v em sua ima-
ginacao sombras risonhas, sorri, vc-se cercado da
, lilhos e amigos, realca en. sen semblanlc
ctividado, parcce-lhe que a Divindadc jaso
a a acutnpanha-lo a vida eterna, c assim
re despede-sc da esposa, lidio e amigos, romo
m vai gozar da hemavcnluranca : e a l.umani-
dadeaeseja imita-lo. F.
amem perverso \ o mundo como um manan-
gloria, croque ludo foi aparelliado para elle,
indo nao pode gozar, dosespora, blasfema, e
la vista da victima, saciar seus desreglados
les ; invade o templo, deslioura a orpha, desa-
credita a viuva, roubalhe seus beus. al a propria
existencia ; iulroduz a maior das pesies, (a guerra)
e no meiodesles horrorosos llagellos, parcce-lhe que
se eleva^acima da ivindade, que poucs vezes a
recoufiece; intenta incendiar o mundo ju.gaiido-sc
iseuto do incendio; ah porem quando.'tem de
^haixar acamp,ve-se no apogeo das aniicocs, nao ha
praia opporluna ni.de se acolba.desespera.blasfcma,
-naovesposa.nflo ve (ill,os,nao v amigos;a propria
nalurcza elleaborrcive; o que e ao redor de si! vdia-
boscom diversas e enorme figuras a qnereretntraga-
sV lo.assim como elle tragn; v6 um regiment de demo-
nios aps si,a acompanha-lo para suascavidadesinfer-
nae : a esposa, lilj'os e amigos nao o qiicrem
e afinal toda huuianidade o maldiz....
Ol mocidadedifferenrai o Iwm do mo, senui a
vereda da honra, obra de Dos ; que tereis as bon-
i cJosdaquolle los lameos; li.areis sendo em vida
fe na mnrle bem dilos pidos mesinos ; e assim lo
, aroosellui aquello que aspira chegar ao grao da vir-
lude. /._
100 (lipas vasias, 136 ro los de fumo, 1200alquei-
ros farinha, 1 caixao chati 'eos, 10 saccas fariuda; a
ordem. t-----"~
2 caixas cha ; a Novaes I & C.
Vapor brasileiro S. Salivador, viudo dos porlos do'
sul, manifeslou o seguin.el :
1 caixa;a Amorim Irm Sos.
1
m & Fildo.
.e.
reir de Oliveira.
Jos do S Araujo.
Siqucira.
encapado ; a T. Mousen
9 ditas ; a Viuva Amori
1 dita ; a Manoel Villan
1 pacota; a Antonio Pe
I einhrulho ; a Mauoel
I dito ; a l.uiz Anlonio
1 dilo rezina crdele,
Vinassa. '
1 caita ; a J. Dencker.
i cndete; a Frcilas Bs
i dito ; a Ricardo Frei
- t v"liinic ; a P. Nascli.
2 sarcos ; a Gustavo J.
' 1 volume; a R. T. Pif
i caixa ; a Johnston "
Hiite AragSo, viudo
Vicente Ferreira da Cos
850coiiros-salgados; a
ndia.
12 barricas arca de m oldar ; a R." Francisco de
Oliveira.
Brigue inglez Tijro, v indo de Lisboa, consisnado
a Dcane Voule & Compai ihia, manifeslou o segunte:
190 meiosde sola*;-ao mesmns consignatarios.
.da de Jersey, consignada a
lia, manifeslou o seguinte :
., 5 barris salmn, 10 barri-
os- consignatarios.
1)0 OERAL.
7.....16:86i5457
. .4:1919181
rbosa. J
las i- Compandia.
js do Reg.
es de Figuciredo Camargo.
aler & Compandia.
da Parahiba, consignado a
1, manifeslou o seguinle:
Johnston Pater & Compa-
Barca ingleza Iris, vil
Mr. Calmonl & Cnmpanl
2, I0 barricas bacalhi,
cas arenques ; aos mesm
CONSIiCA!
Rendimento do dia 1 a
Ideni do dia 8 .
ver,
COMMERCIO.
PRACA 1)0 RECIFE 8 l)E MARCO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colacfies ofliciaes.
Assuear masravado escolhidoa 13800 por arroba.
AI.FANDEGA.
Rendimento do dia 1a"'. 62:508S42
dem do dia 8 .......3:0169*49
19:0059638
1>I VERSAS
Rendimenln do dia I a '
dem do dia 8 ,
IlECEBEDORIA DE R
RAES DE ]
Kendimenlo do dia 8.
CONSOLADO
Rendimcnlo do dia t a
dem do dia 8 .
AS,
1:5429537
2859013
1:8279580
4S GE-
. 1:689-3318
.NCIAL.
. 11:549*897
. I:6l5silll
13:1659107
MOVIMENTiD DO PORTO.
-1
65:1678291
Navios i" irados no dia 8.
Parnhiba2 dias, hi.'.ie br asid uro Tres IrmBos, de
30 ..meladas, mestre.low Di i.irle de Snuza-, eqni-
-pagfin 4, carga l.i"os de man: pie ; a Joa.|uim Du-
arle de Azevedo. i*a sageiro', Nicolao Francisco
da CjMia. ...
dem2dias, hialej'rasil iro fardo Brasil, de 28
toneladas, meslre'loaqjii m Ai. Ionio de Figueiredo,
"loipagem 5, carga loro s dei nangue ; ao meslre.
l'assageira, Candida Mai -ia da Conceico. .
dem2 oas, i.ialj irasiU \ta Ai'agao. de 31 Innela-
das. meslre Henip.e dr SouzsMaflra, equipagem
*. carga loros d/ naug le a Vicente Ferreira I.o-
P". Passagein Anr a l.eopoldina do Espirito
arr nina Maria da Conceico,
Anlonio dos Santos.
ingleza- John ibby, de
loma/. Oates, equipagem
" .ule & Companhia.
ca jngleza Iris, de
Descarregam hoje 9 de marco.
bate inglszatenetece mercadorias.
Birca ingltuIrisbacalho.
>Brcaportuguea'-N. S. do Rom Succesiodiver-
sas mereadorias.
Brigue bratileiroKcrapipas vasia e fumo.
Escuna brasileira.Titaniao resto.
Import&cao -".
Barca portugneza S. 8. do Bom-Sitr^iiso,vindado
Porto, consignada a Francisco A Ivs da Cunda &
C, manifeslou o seguinta :
: 20 rodas de arcos, 1 caixote mallos, o 1 onclui ; a
Jos do Santos Pereira Jardim.
6 meias pipas viudo ; Deane Youle & C.
Santo e 2 fildos,
Joanna Eleule
Liverpool30 d
549 toneladas,
95,-Mrca carv;
Jersey e Plymon
22i toneladas, t
H, carga bac^raPllao
Br.dport34 ,.ia
na!"0"* equipagem
Mc.Calmont^ompaiidia.
Rio Grande d^e* Companhia. Seguiopffi
New-Vork90 ,'- -, ,
442 toneladas ""\ '" a,e americano Baynty. de
15fem lt" "P"* J- Wardle- equipagem
Veioacslenj CM 'ni. Cnduznm passageiro.
para CaliTorp0 co a8ua berl,i se" deslin he
Sania Calbario,
ultimo
in porlo^,1"
peloR
de 137 lonela
pal
ldes. eouipi em,0-
a Francisco, ves ,j;
io de Janeiro2S dias, e do
cbo brasilir Clemcnlina,
las, car .i.-in Jos de Campos Maga-
carga farinha de mandioca
1 Cunhs & Companhia.
obrigdo a communicar
a reparlirao das obras publicas com anlecedencia
de nula das, o da lixo em que Icm de dar prin-
cipio a exerurflo das obras, assim romo Irabalhai
scguidanicnle durante quinze dias, afini de quopos-
sa o ongonlioiro encarregado da odra assislir aos
primoiros lialialdos.
5. Para ludo o mais qne nao esliver especificado
as presentes clausulas segiiir-so-l.a o que determi-
na a lei provincial n. 286 de 17 da maio de 1853___
O secretario, Anlonio Ferreira da Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da tdesouraria provin-
cial, em rumprimcnlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico, qiic na
lia 9.1o marco prximo vindouro, icraiile a junta
da fazendada mesma thesouraria. vaiuovameiitc o
prara para ser arrematada a quem por menos lizer
a obra do acude na povoacao do Buiqui, avadada
em 3:3003000' rs.
A arremalacao ser fcila na furnia dos arls. 24 c
27 da lei provincial 11. 286 de 17 de maio de 1851,
c sob as clausulas especiaes abuso copiadas.
As pessoas qnese propozerein a esta arremalacao
conipareram na sala das sesses da mesma junta no
dia cima declarado, pelo nieio dia, rompcteulc-
menlc habilitadas. '
E para constar sc mandou afiixar o presente *e
publicar, pelo Diario. Secretaria da thesouraria
provincial de l'ernanibuco 3de feverciro de 1851.__
O secretario. Antonio Ferreira da Annunciarao.
Clausula* especiaes para arrenialaro'.
1" As obras do acude do Bi.ique serao foilas de
coiiformidade com a planta c orcanicnlo appiova-
dos pela directora cm conscllio e apresculados i
approvacao do Exm. piesi.lenlc na importanria de
3:3003000 rs.
2" Estas obras deverSq principiar 110 prazo de
sesseula dias, e serao ronrluidas 110 de dez inozes,
roldar da data da arremalacao.
3 A importancia desta 'arremalar,ao ser paga
em Ires prcslacoes da maneira seguinte : a primei-
ra de dous quintos do valor lolal, quaudo liver
feilo melade da obra, a segunda igual a pri-
meira depois de lavrado o termo de recobimcnlo
provisorio ; a terceto linalmcnle de um quinto de-
pois do loccbinieiilo definitivo.
4" O arrematante sera obriga.lo a rnnimunirar a
repartirn das obras publicas co.n antecedencia de
Irinla dias o dia lixo. em que tem de dar principio
a execucSo das obras, assim como Irabalhar segui-
damente quinze dias, afim de que possa o engenhoi-
ro cucarrezado da obra assislir aos primeiros Iraba-
ll.os.
3 Para ludo o mais, nao que esliver especifica-
do as presenil rlausulas seuuir-se-ha o que de-
termina a lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851.Conforme.<0 secretario, Antonio Ferreira
da .timunciaro.
O IJlui. Sr. contador serv indo de inspector da
thesouraria provincial, em virlude da resolurao da
junta da fazenda. manda fazer publico, que cu', cum-
primeuto da lei sc 1.a de arrematar por arreuda-
nieiitu, |icrante a mesma junta, mis dias II, 15 e 16
do correute, aqucni inaisder, o sitio do jardim bo-
tnico da ridade de Oliuda, avaliado anuiialmoulc
0111 I.5I3OOO rs.
O a'rrendamenlo ser feilo por lempo de 27 mo-
zos, acontar do primeiro de abril do crrenle auno,
ao tlmdc junbo de 1856.
As pessoas que se propozercm a osla arremata-
do comparorant na sala das sessocs da mesma jim-
ia nos dias cima indicados pelo meio dia, coinpc-
Icnlemcule habilitadas.
E paca constar se mandou oflixar o prsenle c
publicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihcsmirnria provincial de Pornam-
buco 2 de marro de 1854. O serrelario. Antonio
Ferreira de Jnmnciaraa.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
cm ruinpi in.rulo da resolurao da junta da fazenda,
manda fazer publico, que 110 dia 23 de' marro pr-
ximo vindouro, pcranle a jimia da fazenda da mes-
ma thesouraria, vai novamcnlc a praca, para ser
arrematada a quem por menos fi-'.er a obra dos
concertos da cadetada villa do Cabo, avallada .cm
8259000 rs.
A arremalacao ser, fcila na forma dos arligos
21 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851 e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que sc propozercm a esla arremataran
coniparec.am na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado, pelo meio dia, compelen.e-
monle habilitada-,
E para constar so mandou afl'.xar o prsenle e
publicar (icio Diario.
Secretaria da (ttesoujrariii provincial de Pernam-
hiioo 21 de l'everriro de 1851.Oserrolariu,. An-
lonio Ferreira d'Anniiiiriariio.
Clausulas especiaes para a arremataran.
1. Os ro.ice.-.os da ca.leia da villa do Cabo far-so-
han di* conformidad.' pela direeloria em conscldo, e apresonla.lo appro-
varao do Exm. presidente da provincia na inipor-
aucia de 8259000 rs. ,
3." O arromalantc dar principio a obra no prazo
de quinze dias, c llover conrliii-la no de Ires ma-
lea, ambos contados de ronformidade rom o arl. 36
da lei 11. 286.
rt\ou:
2. Oarrcinalanledarprmripifcasobrasno p,
zo de Ires mezos c as concluir fele tres os,
ambos roldados pela forma do arl. 31 bW.'
3." Duraiile a execuca.. dos Irahalhos o arreiua-
lanlo sera odn-ado a propononar tranzilo as ca-
aZr^7,rS,OU1,el0 mUt 'W0UU "el0,C'
- i." O arrcmalaiile segnini na execurao das obras
cn'-cnheir i" 'm "'C f("' ,l.e,ei"1'ull'|o l'clo
>.'I O rroinatanle sera obrigdo .1 aprcscniar.no
, lo pr.mc.ro anuo, ao menos, a quarla parle das
i ESSS e "l!u """ o lim do segundo an-
c f.i ando 4 qualquer dessas condicoes pagara
Anlonio Ferreira da .liiniindarao.
0 Illm. Sr. contador sorvindo de insperlor da
Ihcsoiirana provincial, em ro.nprhnenlo da ordem
lofcxin. r. presidente da provincia, manda fazer
publico, que no da 6 de abril prximo vindouro.
pcranle a jimia da fazenda da mesilla thesouraria
-'- V- g?"-i. folha de serra de mao com 4 ps
de cornpi ne.fb I, ferros dobradoa para galopas com
2 Ii2p gelas com 2 poUegadas de largura 4, dilos desbasta-
dores cm II pojlegada e 3 quarlns ditas 3, formoes de
ac sonidos l^fgrosas cm 12 pollegadas de compri-
menlo 2. gbivaeslreilas de ac 4, ditas de meia lar-
aura i, dilslakgas, limas Iriangulares de 6 polle-
gadas 6, maJTcl..de ferro para quebrar podras com
12 libras cad-auaa 12, parafusos demadeira-2, pre-
gos de assoalhoLOOO, ditos balis grandes .500, ditos
pequeos tM), dilos de rame com 2 pollegadas de
cumprimenlo, luirs 2, ditos de dito com 1 1i2 polle-
gadas de dilo, ljbras 2. ditos de dlo com 1 pollegada
hbras 2, verrumas sorlidas 21: qem quizer vender
laes objeclo, aprsenle suas proposlas em carta fe-
chada na secretaria do consell.o, as 10 horas do dia
10 do crreme mez. Secrelaria do conselho adminis-
trativo para foH.ecimento do arsenal de guerra 4 de
marco de 18.54.Jos de Brito Inglez, coronel, pre-
sidente. Bernardo Pereira dn 6'armo Jnior, vo-
gal secretario. ~
De ordemdo"2MTr>>iSr. director gcral da ips-
Iruccao publn:/, faco saber w}u>aoonvier, que S.
txc. o Sr. pre'iden.e. da provincia, ei5r>aBaria de i
de marco, crtira urna cadeira-.le iustruccao elStunen-
lardosexo fimenino na freguezia de Ilmaraca,
qual esta em-oncurso com o prazo de 60 dias. couta-
,o*l le" Uircdiria geral 6 de marco de
1N>.. ama ense archivista.
__ adido Eustaquio Cesar de Mello.
1 ela rali egacia da freguezia dos Afogados se
taz publico, qu acha deposilado um cavallo, o
qual foi remet a noite du dia 4 do crrenle, a esta
suiHielegac.a, 0 sr. lente Manoel Zeferiuo de
Lastro Pimcntel r)r |cr adiado dentro de sua nro-
pnedade sem co UC|0r, pei0 que qilem se julgar
com due.to com, ,rc(;a para Iheser entregue, depois
de prce.icl.idas 1, formalidades da lei.
Subdelegacia da freguezia dos Afogados, 6 de mar-
co de I80. ;l,,-,,-,. /,m;,
Companlii;
pcilavcl publico sja.escriplorio do Ihealro, desde as
10 horas da inaiihSa,em dianle.
THEiTRO DE APOLLO.
SABBAJK) 11 DE MARCO DE 185i.
BENEFICIO DA ACTBIZ
Manoella Caelana Lucci.
Terminada a execuciio de una ex'ccllenle ouvert-
ra, subir a scena pela primeira ver. nesle Iheatro o
excellenlc drama em 3 actos, composiio do Sr. (iar-
"fre miz de mu.
LOTERLi DO RIO DE JANEIRO.
Resumo du e\tra<;ao dos premios da sti-
ma lotera comedida para melhora-
mento do estado sanitario da capital c,
mais povoaeiies do impeip, exlraliida
. em 17 de evereiro' -de 185i.
Personagens.
Manoel (Fr. Luiz) de Souza.
D. Magdalena de Vilhena .
I). Maria de Noronha. .
Fr. Jorge Coulinbo.. .
O Bomeiro......
TelmoPses......
Prior de Bemf.ca ....
O irmaoconverso ....
Miranda.......
O rcebispo de Lisboa .
Dorolba......
Findo o drama o Sr.ltiheiro, por obsequio a bene-
ficiada, cautar.i com a mesma, em porloguez, um
lindo duelo da opera

------- > y hiAnriii(|| |||.
va. novan.eiile a praca, para ser arrematada a quem
.or monos hzer a obra do acude da povoacao de
Becerros, avahada cm 3:844^00 rs.
A arionialacilo ser.-', feita na forma dos arls.-H e
27 da le i.rovMicial n. 286 de 17 delnaio de 1851, o
son as clausulas especiaes'abaixo copiadas.
A pessoas que se propozercm a osla arreinalaco
SK5* *mm+ mosm'a jun.a no
tenabinfadasf ^*P n'C0,lia' mP<>ticmC-
l,lir.,''^ir<"n!i,rsc ,"iln,lou fflMir o presente o pu-
nlicar pelo Diario. '
h..T'!, FrieJ,, "T ,te .*<>-> rctario, Anlonio
J-eneira da Annunciarao.
Clausulas especiaes para a arremalacao.
3:844^300 rs.
sn2il-ma!'rC",a,.a"le.,l!"'ii<'orae,:oas obras 110 pra-
so de 30 dase lenninar o de seis metes, couta-
'Pereira Lima.
Lrasileira de |>aqiietes a
upor.
- O vapor Imperador,
commandanle o capi-
lao leucjile Mancebo.
deve chegar dos porlos
do norte a,13 do cor-
rente, e seguir Pdr9 Macei, Babia e Bo de Janei-
ro no da Mguide 4o da entrada : Irata-se na agen-
cia, ra lo TrapicTic n. 40, segundo andar.
T xc u* **' <'e"oveva Maria da Conceico Perei-
ra de Mello.-queira comparecer na adminislracao do
correio desla cidadc1, alim de receber o recibo da car-
ta que Segaren em t3 de juldo de 1852, Irazendu a
caulela que se llie enlregou. v
Pela subdelegHcia da freguezia de Sanio Anto-
nio desla c.dade foiappreheiiilida urna ca.leia de ou-
ro para relog.o. por ^e desconfiar haver sido furtada:
seu dono comparer^perante a' mesma subdele-
gada: ---.
Sanio Anlonio 6 de marco de 1851.
^.......w"'<"" /P'' Costa Ribeiro.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Pela secretaria do tribunal do commercio da pro-
vincia de Pernambuco se Taz publico, que no cr-
reme mez. malriciilou-se nesle tribunal, na qualida-
de de rominercianle de grosso Ira.o e a rclalho. o Sr.
Joo V .clono Faria de Mallos, cidadao Brasileiro do-
miciliado na cidadcde.San-l.uiz. provincia do Mara-
oso, e bem assim qun sc malricularam igualmente
no mesmo tribuual os Srs. Manoel Jos da Silva-Bra-
ga. Manoel Antonio Hibeiro. e. Joo Baptisla de Ue-
rieiros.ridadaos Brasileiros, dominados nesla praca
na quahdade de administradores de armazense dep-
sitos rorma do redigo commercial.
Secretaria, 7 de marco de 1851.
No impedimento do secretario.
Joao Ignacio de Medeiro* AJ90.
Actores.
Sr. Bezerra.
i). Joanna.
A Beneficiada.
Sr. Mendes.
o Coi 111 lira.
Costa.
SanFRosa.
i) Pereira.
" Rozendo.
N. N.
. N. N.
1
1
I
1
6
10
20
N. ->nii........
.. 175........
.. 5*8........
.. 500.........
175, 57(i 57!)
1-267,, 130<>, 1(457
Seguir-se-ha o vaudeville em 1 aclo,
actores.
Sr. Bezerra.
Costa.
Monteiro.
Santa Kosa.
I). Amalia.
A heoeliciada.
ou
A VOLTA A
Personagens.
Seneville. .. '. .
Kranlz.......
Rnltv.........'.
Ilenriquc, criado de Seneville.
Werner.......
Kelly. ........'
Terminara o espcclaculo com a opera cmica em 1
acto,
O BIJO.
Os 1 .j-incipaes papis serao desempeuliados pelos
ars. Costa;.Monleiro, Bideiro ea beneficiada.
Com osle espectculo espera a "beneficiada merecer
do publico a vostumada prnteccao.
Os bilhctes ach^.ni-se das 10 horas da manlia as 2
da tarde, 110 Iheatru de Sania Isabel, em mo do Sr.
W andei-ley caixeiro do mesmo Iheatro.
AVISOS m:\ritimos.
Roga-seencarecidamer
>r tcrtjuasi lodo o earregamento promp- que tem contas
, quem no mesmo qu.iy-.er -'cm-reffarr> nados, 1
dos segundo o artigo 31 da lei n. 286.
se,'; ,iiV-r,:aDle"!" da i"'l">ll-'oia da arremalacao
?l. i n C"' ,r1cs1l,arles. WHto una do valor'dc
is quintos quaudo houver feito nielado da obra,
o lie'e"; .(:,,.,,r'me,'ra q""",lu 0""'c-ar Provisoiia-
l \ '- 'eira.,lc '"" !......Iu '"epoisde um auno
if CI,,r,'ga deliniliva, .
....rl..'1"1',' "!ais 1"e nao esliver especificado
KlV T1? '"--st-ha o quJdclormi-
/>rre .",,rW,;-<-0".ror:"e<> secretario, Antonio
terrena da .tnniinaarao.
0 ?r;.C''$tod' Manoel da Silva Guimaraes, juiz
2 d'n!'.dajrimtn vara do cicelnesla cidade
da fecife de Pernambuco, por S. ./. /. e Cons-
titucional o Sr.D. Pedro II, que Dos guarde,
nJ'ia:-C'\S1'ber aos1ueo Presente edilal virem. e dcUe
Z ,ia1n"'e,e-,m'.qUeno dia 27 ,,e n,arC I*
der 5 ue,a"nalar |H.r venda.a quem mais
casa S ^ PUbl":a J. 1" lera Jugar na
casa das audiencias, depois de meio dia, com assis-
' 1 ? D,r- Promotor publico deste termo, as pro-
nedades denominadas Pitanga e Taballnga, sitas
w reguez.adav.Uade Iguarass.i, perlencenles ao
patrimonio da rccolhidas do convento do Sanlissimo
Corarao de Jess daquella villa, cuja arremalacofo-
requenda pelas mesms recolhidas em virlude da 1-
eenea que obliveram de S. M. I. por aviso de 10 de
novembro de l,S53,do Exm. minislio da justica; para
o producto da arremalacao ser depositado na thesou-
raria desla provincia atser convertido em apolices
da divida publica. A propriedade Pi.ngaem alten-
cao as ..cstruicOes qne tem sollrido suas matas, e a
ISSukwmlu** parle 'las- l.erras- 8valia,,as Pr
10:000-30110 de rs.; e a propriedade Taballnga Lr
serern urna airada q.ie*orferecemulla vanlagem.com
um riacho permanente, e urna casa de laipa' coberln
de le has, anda nova, avahada por IrOOOSOOO sen.
do a siza paga a cusa do arrematante.
E para qnechegiie a noticia de lodos, mandei pas-
r cdilncs queserflo publicados or :10 di i.n .,...
sar editaos que serao publicados por 30 lias no jornal
de maior circulacao, e afiliados nos lugares pbli-
cos.
Dado e passado uesta cidade do Bccife de Pernam-
buco, aos 13 de fcveriro de 1851.Eu Manoel Joa-
quim Baplista, escrivao interin o subscrevi.
Custodio Manuel da Silva Cuimaraes.
QUINTA-FEIILA 9 BE MARCO DE ,854.
t.BA.NDE E VAKIADO ESPECTCULO ije DE-
CLAMAC.XO, CANTO E BAILE
em beneficio da primeira bailarina absoluta
MARIETA BADERNA
Depois da erchestra haver desempenhado urna das
mellmresoiivcrtiiras.suhir scena o encllenle van-
dev ill em 2 arlos, ornado de musica, in.ilutado,
Adores.
DECLARACO ES.
.1." O arremalanle seguir,, na execujao tildo o que
llie for prescnplo pelo eiigeiibciro resperlivo nao s
para boa execurao. do Irabalho como cm ordem de
nao inulilisar ao mesmo lempo para o serviro pu-
blico todas as partes do edificio.
4." O pagamenlo da importancia da arremaUcao
venlicar-so-ha em duas prcslacoes iguaes: a primei-
ra depois de Jeitos.dous tercos da obra, e a segun-
da depois de lavrado o termo de rceebimenlo.
. Mo liaver pruzo de responsabilidad?.
- Para ludo o que mo sc ada delermiuado
as prcKE"Jos clausulas ncm no orcamento, seguir-
se-ha o qncQ^poe na lei n. 28fi.Confunie. O
secretario .i'V'o Ferreira d'Annunciacao.
O IIL'_f*.r- iospeclor da Ihesouraria provin-
cial, em ijJipriraeuto da ordem do Exm. Sr. pre-
sideule .'roviiicia, de 23 do-corrente, manda fa-
zer pu8R que nos dias 21, 22 c 23 de marro pr-
ximo JP.uro. pcranle a junta da fazenda <|"n mes-
t BANCO E PERNAMBUCO.
O conselho de direceSo convida aosse-
nliores accionistas do banco de Pernam-
buco a realisarem de 15 a 51 de marro do
crtente anno, mais 20 por 100 sobre o
numero.de accoes com que tem le licar,
para levara ell'eito o complemento ao ca-
pital, do banco de dous niilcontosderis,
conforme a resolurao tomada pela assem-
blea geral de 20 de setembro ultimo.
Banco de Pernambuco 11 df'evereiro de
185 i.0 secretario do conselho de direc-
cao.Joo Ignacio de Medeiro Reg.
Em oonfonnidade do artigo 4. dos estatutos da
companhia Pernambucana, o conscldo da dirrco
convida aos senhores accionistas a realisarem com ur-
gencia a primeira prestaran deslas assignaluras, que
foi marcada em 20 por cento (o mais lardar al o dia
I. do crrante) ahni de se poder encommendar o pri-
mero vapor. A pessoa encarregada de receber laes
piesiac.irs |,e Sr. B, Conloa, ra da Cruzii. 2fi.
Antonio Marques de Amorim,
Secretario da direrrau.
Conselho administrativo.
I conmino administrativo ern virlude da aulorki-
rao do Exm. Sr. presidente da provincia, tem de
comprar os objcclos seguinles:
Para a botica do hospital regimental.
Rezina de angico, lihrasS, espirilo de vinbo, caixas
>, azeile doce, garraas 24, alambique de zinco (se-
gundo souberan) I, baianca de pcdeslalcom pesos 1,
madapolao lino para emplasto adb., per;as 4, haciasde
pode pedra para ungento i, alguidares de barro
vidrado i, machinas para eslender emplasto 1, lesou-
-a grande para corlar raizes 1, dilas pequeas pora
papel 2, alcalrao. arrol.a I.
Para o arsenal de guerra.
Algodanzinho varas 243, hollanda de forro.covados
l'ersouagens.
D. Carlos, joven cslravagante, sobri-
nho de l>. Calalo ..'....
D. Diogo, coronel do deposito de Al-
cal ..........
I). Ca lisio, velho e rico proprielario.
Aplonio, criado de D. Carlos .
Corri, cabo do deposilo de Alcal .
To Emelcrio, estalajadeiro de Al-
cal ..........
D. Venancio, procurador de D.
Ignez..........
D. gnea, sobrinha de 1). Calislo ."
1). Sabina, noiva de I). Calislo, de
00 anuos, rica, de um genio afie-
lado e ridiculo.......
Joanna,cria.la de D: Sabina !
Caradores, paizanos, soldados eremitas.
No intervallo do primeiro ao segundo acto, a bene-
ficiada e o fer. Ribeiro daiis'arao o lindo e jocoso pas-
so, composijao do Sr. De-V ecchv, que tem por ti-
tulo, '
Sr. Amodo. -
Bezerra.
)i Costa.
>' Monleiro.
' Meu'des.
Piulo.
Rihairo.
D. Gabriclla.
Amalia.
Orsal.
Para a Bahia segu com presteza o
velejro,hiale nacional F-ti/ria. capito
Jos Severo Moreira Rio pra o resto da
carga ou passageiros. traale com os con-
signatarios A- de Almeida'.;ornes & Com-
panhia, na ra da Cadeia de Recie n. 47,
primeiro andar.
PARA 0 RIO DE JANEIRO.
Segu com toda a brevidade o mutlo
veleiro brigue brasileiro DousAmigos,
poi-
to, >jiu ni nu uicouio t|ui/.ci ^caiTes
resto, ir depassagem ou embarcar escr
vos a fi-ete: entenda-secom 0 CapitaoJo-
se Ezequiel Gc^^SIva, jiaPrat^a, ou.
u atrio Manoel AlvesGuerra
Jnior, na ra do Trapichen. 14. *
Para o Rio de Janeiro segu no im
da presente semana o bei u conhecido par
tacho Valente por estar quasi carrega-
do ; .para o resto di car{ 'a, passageirs e
escravos a Irete, pana o < jue tem eNcellen-
tes commodos," truta-st: com o capitao
Francisco N.cqla de Araujo, na praca.
ou com os consignatario s Novaes A" Com-
panhia, na ra do Ti api che n.'Si,
PARA LISBOA E PORTO
segu com toda a brevidade ; i barca Notut Senho-
ra do Bom Successu, por ler pa re de seu cafrga-
menlo : quem ua mesma quiei carregar, ou ir de
passagem, para oque tem ev .-e lenles commodos. di-
nja-se a Francisco Alves da C unha cv Companhia,
na ra do Yigarjo o. 1,1, pri mniro andar, ou ao capi-
tao na prara.
PARA CEARA', G UANJA' E ACA-
RACU'
sai no dia 11, a est uuia San-Jose, >
por ter parte da carf :a pi-cmpta : para o-
resto da carga, trata-se na ra da Cruz
do.Recite, n. 35, era casa de Sa' Arau-
jo-
Sai para o Aracaly in iprelcrivelmenle no dia 9
do rorro n i.-, o hiele Capilutribe: o resto da carga ou
passageirs, trata-se na ra < lo Vigario n. 5.
60
207,
1501 ,
5698 ,
5657.
146,
777,
23I ,
2081 ,
5266 ,
372 ,
'.075,
496
2552
4650
1185
2006
W01
o!oo.o
10:000-
1:000^
2:000.S-
1:000-
400S
771
856
2791
V80,
85o ,
2750 ,
5065 518 ,
4245 4311 ,
4594, 4721,
5821 ....
57,71,513,610, 642,
721, 727, 765 783,
785, 857, 025. 1004,
1085, 1442, 1614 ,
1695, 1759,
1879, 1921,
2184, 2191 ,
2540, 2415,
2509 2607 ,
2638 2714
2845 5051 ;
5259 55-57 ,
200*
5882, 5911
100 de.
1800 de.
292 ,
4772 ,
5009 ,
5393 ,
5502 ,
5871 ,
44084
4773 ,
5546 ,
5129,
5584,
5944.
855
1967
2335
2466
2616
2740
5146,
5811
4254
4423
4992
5562
5431
5755
100S
40s
20&'
2000 premios.
Acham-sea'venda os bilhetes daott:
lotera.das obras publicas de Nictlieo
Thomaz de A quino Carvalho esl
para vender o jogo da bolla e mais pettenc
(el em Cachana : as pessoas que si
fazer esle ftegocio, dirijam-se ao aler
na-serrari^n. -2\.
Precisarse de ua ama pira o ser
externo do urna casa de pequen
Camboa do Carino n.38,'prjmei
LEILO'ES.
OS JARDINE1R0S.
ial Mmo. Depcru.i e o Sr. I
neficiada cantarSo o eugr
1)0 COLUMELLA.
Kindo o qual Mine. Depcriiii e o Sr. Rjboiro. p
obsequio a beneficiada cantarao o eugrarado duelo
da opera
*j0, casenura verde, covados 60, eiemplares de li-
nlias curvas e recias 20,.caisa com vidros 1, sola gar-
roteada, melos 50, mantas de lila ou cobertores de
papa 209, panuo morluario I, travs deonsl
de :10 a 3.) palmos de cohiprido 6, chinelas ras,
hadamos de meia oilava de pollegada 6, ariei
lencoes de cobre de ti a 7 pollegadas 8, copos
.Iro -2',. pares de sapalos 1,-JKl, linleiros 16.
5,|'*Ad0!',-l)aT0 nlorluar'o I travs deonslruccao
re .U a j.> palmos de eomprido 6, cliinelas rasa 200,
es de meia oitavajle pollegada 6, arieiros 11.
de vi-
Para as offietnas da quinta classe.
Solacortida, meios 100.
Para o recrutas em deposito no segundo bata/lulo
de infatuara.
Bonetes 50, grvalas 50, brim lirauro liso para fr-
delas e calcas, varas 375, algodnozinho para camisas,
varas 250, sapalos, pares 50, hollanda de forro, cova-
dos 2i, maulas de lila 50, esleirs 5(1, Itoloes brancas
de osso, gro;as lo, dilos pretos dilas 10.
finalizara o especlaculo eom o novo e aparatoso
baile em 3 actos, que lanos applaosos mereceu no
K.o de Janeiro (por esparo de dous annos que fre-
qucnlemenle andou en scena) nSo s pelos ricos e
novos veslirarios, bellas scenas e lambem pelos difii-
cultososc engranados passos que lerdo de ser etecu-
tados pela beneficiada, o Sr. Ue-Vccchy e todo o cor-
po de hade, intitulado.
Extrahido.lo p.eusainei.lo seguinte :
Na idade media usavam as ciganas roubar as filhas
meiuires mira as inslniirem e acoslumar a dansar as
pracas publicas, o cornposilor aproveitando o pensa-
.nenlo ligurou PAQCTTA roubada na idade "de
i annos. do innao do govornador de llespanha. vin-
00 a ser reconhecida afinal por una mcdalha de fa-
milia que Iraz ao pe.-coco.
Personagens.
I). Copes, governador hcspanl.nl,
pai de..........
1). Serafina, pro.nellida esposa a ".
Erdil
Di'lribuirao.
Sr. Piulo.
' C. J. Astley & i Companhia larao
le.lo por inlei-venrao d. i agente livejra,
do mais apropriado sort imento de fazen-
das para este mercado: sexta-feira 10 do
crlente, as 10 horas da manhaa em pon-
to, no seu' armazem, i ua do Trapiche
Novo.
0 AGENTE BORJA GERALDES.
Quinla-feira 9docor-
rei.le. as 10 > horas da
i IV.nidia, no seu arma-
: icm, ra do Colleaio n.
I'.. Tara leilo de dous
'ricos sanctuarios com
imagens, 2 pianos ingie-
res, urna ptima flauta
i logranadilhoromScha-
- es, una rbeca, e di-
versas obras de marcenara, c orno bem, sofs de jaca-
randa, ditos deamarello. mes s redondas de jcaran-
da com pedra e sem ella, dila sde amarello, consolos,
caileira. e commodas de amai filo e Jacaranda, guar-
da vestidos de mogno do melt ior goslo possivl, car-
teras de mogno, dilas deliar ir... marquezas, guarda
lencas, apparadores, lavatorio s, cadeiras para meni-
nos, loucadores, banquinhasd..' .amarello, camas frau-
eczas, mesas dejanlar, dilas paira cozinha e oulras
mudas obras, etc., etc., candieir os Trnceles e ingle-
zcs, candelabros, serpenlinas, la nlernas, mangas de
v.dro, diversas peras de vi.lro e cristal, um lindo
roquete de labyrintbo para padrle, pon-Jo de bicos e
rendas da tetra, relogios de pared: e. ditos de algibei-
re lambem varias obras de duro e prata ; eao meio
da cm ponto irao em leilo varios; escravos pelo maior
preco que se obliver, urna grandf por^ao decacbim-
pOsda Arabia o um ptimo carro, dequatro rodas.
Scita-feira 10 do crrante, as 11 horas da ma-
nhaa. o agona Anlunes far leihi i em seu armazem.
ra da Cruz n. 25, do seguinte :- -Mesas redondas,
consolos, cadeiras usuaes, dilas de balanco, sofs,
marquezas, commodas, loiicadorcs., banq'uinhas para!
jog.., lavatorios; cabides, lanternasl candieiros para
meio desala, candelabros,, aparell ios "de porcelana
para cha, quadros diversos, um pal anquin. derebnco
da Babia, clices para licor, I. uleir; s de vdro, garra-
fas para viuho, compoteiras, urna p orcao de charutos
da Babia de difiranles marcas, 8 ca ij'as de velas de
carnauba, urna purcan de sabonetes linos perfuma-
dos, vinho branco de Lislma engarra fado, dilo tinto
do Pono, tainliem engarrafado, e ou Iros muilos arli-
gos que serao vendidos a quem mais der.
Brunn Praeger & Companhia. farao leilao, por
inlervencao do agente Oliveira, de gi ande e variado
sorlimenlo de miudezas e ferragons finas, as mais
prnprias desla mercado : quinlf,.reri. 9 do correute.
as 10 horas da manhaa em pon'.o. no seu armazem',
ra da Cruz.
com oseaba i i
na ra do' Crespo n.
i"SUMe}s dbitos para assim
cessarfb recorrer aos^hi
Mano.?' Gome Leal i
0 Sr. FilipfW Nery dos
lo drande do Suirooescriplij
reir BalUr, rna dt CB "-^
O abaixo assignado, sWni?
lida de Leopoldo Jos da Cos
senhores credores para toir.pt_____
lorio, primeiro andar da casa n _
ahm de rereberemo dividendofeito.i
e obteve aulorisavjab .la juizo para p
lando para esse lTeilo crditos, ou o instrumento que|hou!
sua validada Me conformidade ao
lieo 179do regolamcnto n. 738. de
de 1850. Vojc Bu
Roga-se aoSr.I-. A. V. S.'qpe-
a quantia que nao ignora, na ra
prazo de tres dias, do contrario
extenso ueste Diario, at o real
Pi.,
. ynem t.ver dividas as villas de-Souza,
Pianc e Pombal, na provincia da Parahiba,^
zer mandar cobrar, annuncie.
Antonio Jos .le Oliveira o Miranda, que foi
escrivao ajudante do carlorioda rzenda,sMcha pn>-
visionado para solicitar causa nos auditorios desla
cidade ; e por isso qualquer pessoa que do seu pres- i
imo precisar, dirija-se a ra da Santa Chu, no
bairro da Boa-Visla n. 46.
Ainda nao esl vendida a escrava de 23 annos,
boa engommadeira e ejeettente oozinl.eira. ja expe-
rimentada as suas-habilidades, e mu'K diliftnle '
para o servico de pessoa de commercio que leohacai-
xe.ros : os prelendenles achara nao ser boniU de
cara, c alguns delles nao chegarao ao preco ; qem
a pretender, falle com o Sr. raajor f ormino, loja n.
11, no Passeio Publico.
Precisa-se de um rapaz de 12 a 11 annos, .
aiguma pralica de negocio, dando pessoa que abone
sua conduela : dirija-se ao deposito confronte o Ro-
sario, casa n..4.
' RETRATOS PF.LO ELECTROTVPO I
g Aten-o da Roa-Vista n. 4, t.
ceiro and ^
# A. Litarte, lendodese i o 9
correnle para as partes dosul,avtsa aoresneiu- ,
8 vel publico, que quizer uliiissa-se desea pres- @
timo, d approveilar os poi ;e "tem m
de residir aqui; o esUbeic i aber- &3
* lo das 9 horas da manhaa ,&

N. N.
Cantarefl!.
Sra. Pessin.
Sr. Riheir.
- Ilc-Vechy.
Sra. Ila.lerna.
Cener.-d II. Krdil.pai de ...
Luciano ofiicial ....'.""
Dr. Robarlo, amante nao correspon-
dido de Serafina ......
Iigo, rapo das zngaras.....
Paquita, sobrinha do general 1). Er,
i'1'" '..'.-. ." '' nr
Corpo de baile, figurantes, iganos, gnerreirm,
cami-onezes etc. ele A secunda e ultima scena sao
novas c pintadas pelo Sr. Doruellas.
DENOMINADO DOS ACTOS.
1. Festejo para o casamento da filha do governa-
ZZl" 1 i'8' ,,:uc','-""lebailado hespanhol
dai sado pela beneficiada, Sr. e-Vecchy e corpo de
i ~'r A .morl de ,nie envenenado, solo pola
beneficiada. r
3. Reconhecimento da Paquita, grande bailado
imajfcdansado pela beneficiada, todo o corpo de baile
c figurantes de ambos os sexos, ludo composioo do
Sr. De-Veechy.
A beneficiada espera eom a escolha desle especia-
culo, salisfazer a speclaliva do inusitado publico
desla cidade, de quem tem recebido constantemente
as maiores pravas de cordial affeicao ; e desde j llie
agradece com lodos oseniimenlos de sua alma o a-
poin que ainda conta receber em a noite de sen be-
neficio : pede ao respeilavel publico de descolpar o
Sr. Pinlo por qualquer falla que involuntariamente
elle commetta, yisto que he a primeira vez que enlra
em espectculos mmicos, e a faz somulc por obse-
quio especial a beneflciada : o resto dos bilheles es-
lo a dispnsicHn do respeilavol publico em casa da
beneficiada, ra da Aurora, casa .inmediata a do
Illm. Sr. desembargador Rocha Bastes, segunda
andar.
O reste dos bilheles rham-se a disposicilo do res-
Aluga-se um sitio com solTrivel-
de Jo3o de Barros, confronte a casa d
a tratar no sitio ao pe do que faz oute
Olho (Jo Boi.
Quem quizer comprar nm bom cavallo, dirija-
se a ra do Crespo, esquina que volta para a cadeia.
A quem Ihe fallar um par de
queira annunciar para Ihe ser entrego.
Furtaram un dia fi do correnle, na rOa Impe-
rial n. 79, da casa do major PorlelU, de cima de nm
consolo, um par de casticaes de prala com tulipas, c
urna lesoura de corlar pavio de vela, com sna bande-
ja lambem de prata, e ludo con. a firma J. N. S. IV
adverle-se que o ladrao com a pressa deixou na escad'
um par de estribos de Jalao qne (razia leomsigo: ser
bem recompensada a pessoa que entregar esle roabo'
ou denupciar-quemo tem.
Precisa-se de um preta hlosa, forra u captiva,
para o servico de cozhihs e carapras de orna casa de!
pouca familia : da pateo do Pilar n. 13.
Aluga-sc urna casa terrea muitefresca, na ra
do Brum, a primeira do lado esqnardo, adiante do
chalar, a qual est pintada de novo, e tem os s- '
guiles commodos eicclteriles para familia:"'Jos
salas, seis qusrtos, casa indeperdeute para escfavos
tem no centra urna arca, cacimba e quintal, no fun-
do com sabida para a maro pequea : na mesma ca-
sa cucoolrarao os prctendentes com qoetn tratar
Deseja-se rallar ao Sr. Joio Francisco Belem
na ra Nova o: O.
Na madrugada de 7 do cdtrente mea de ir~a**E*
furlaram na estrada de Belem, sitio em qne mora W^
Manoel Jos de Azevedo Amorim, dous qoartos cas-
Irados, um ruco cardSo grande, canda ripada com o
ferro cruz abrindo no pe para os lados a especie da
o, de
gue pe-
AVISOS DIVERSOS.
; Jos Soares de Azevedc >, profesor de
l.ngua franceza no Lyceu, t. ?m aberto em
sua nova residencia, ruu. lar. -a do Kosario
n. S, li-i-ct-iro andar, um c ursu de rher
lorici: <; (Kietica, e oillrodc u ?n;ji-api.a '
historia. Bode ser procurado i qdososdias
uteis, desde as 7 ate as l hon M da na-
nhiia ; e de tarde a qitalquer lio va.
Otiereoe-se una mullier para ai. a de leile:
na ra das Cruz.es, loja n. 18.
Ilesos
ua larga do
Os artistas Jos Flix l)e-Vecrhj, i l">a-
briella da Cunl.a De-Vecchy, lendo ro. bido 1
pelo ultimo paquete a i.ifausla noticia da
| morle losen mnilo presado compadre, aml-
[ goe collega, Jos Candido da Silva, a ivi- \
daui a todos os seus collegas, e nos senh ores
I "professores da orrhestra, para ouvirem i una
missa por alma desle digno pai de falft", 'lia,
bom cidadflo. o oxrellenle arlisla, no dia 10 I
do rartcnte, as 9 horas da manhaa, na igr. ja
de S. Francisco.
O Cosmopolita.
Sabio o numero 14, e acha-se a venda na roa de
Crespo, loja do Sr. Anlonio Domiusues.
ATTENCAO.
Ao Illm. Sr. passageiro do vapor S. Salvador,
fo. encarregado no Rio de Janeiro de entregar urna
SSLl! Ve-Veccl., pede-se-ll,e*eDcare-
edamente de annunciar a sna morada para ssi- pro-
nA nanto Ti" r" d* ***** <1" "*" dp **-
De Vwch? Pr"ne'r 'lnd,,r' re,id'",,fl> *S Jos*
meia la, na perna direita o on.r
meio, cambilo das pernas, urna nj
ga da lesla e vai alargando al i
manchas sem cabello na lugar
as autoridades do polica que I.
mapdem app. eliender e levar ;
Rosario n. 36. botica de Bar
Souza, ou no mesmo sitio en. que foram furia
que ser salisfeila qualquer despeza.
Vindo Francisco de Soura Mello para o ltecife,
f.irlarain-lhe, perto da povunco de ci.'l^onrenco, no
dia 8 do correte, pelas 'i horas da madrugada, um
par de caixas de pregara de cor preta a pouco usa-
das, as quaes viul.aiu 15SO00. rs, em sedlas e dous
cruzados novos de Portugal, akumaroupa e.um ma-
co de papis de importancia ; quem apprehender di- |
los objeetos, pode licar co.n o dintie.ro e levar o mais. i
.-i roa do Crespo n. 16, loja de Magalhies d Silva & '!
Irmao.
O Sr. Joaquim Cavalcanli de Albuqurrqne
Mello, dS engeuho Aragusri, queira ler a hond.i.le '
de apparecer n ra do Vigario ... 10, a negocio que
Ihe di/ respeito.Uuilkermr dos Santas Snzes.
A 11 do nrrente irfl a praija por execurao,
ante n juiz da segunda vara civel. oscrivauCunb. e
depois da respectiva audiencia, Joo, negro voltio, ,!
Rila, negra de meia idade, e Jos, moleque de 10 an- !
1 lihurcio Antones de Oliveira embarca para o
RiojJeJaneira o seo escravo Sebasligor.de uacSo.
. fferece-se um moco para caixeiro ou teilo de
engenho, do que tem baslanle pratca ; na ra da
Guia, sobrado n. 9. J^^^V'-'
Desappareceu iKinlem do poder do abaixo as-
signado m escravo, crioulo, de nome Jos, Je idade
20 anuos, pouco mais ou menos, baixo, com os ps
baslanle curtas e carnudos, e quando anda parece. J
que manqueja, com as palmas das nios vastante
brancas e a pelle que nao parece do natural; levou
camisa e calca de ganga azi j meia desudada, cha-
peo redondo de abas largas sem pello, urna Irona-
com roupa e urna rede ; quem o pegar ou liver no- '
licia do mesmo. dirija-se i ra do Cabug, loja d (
miudezas n; 1 B, que ser generosamente recompon-
sado. Esle escravo he perlcncente ao padre Jos Ja- |
nuario Pereira J.ima, da provincia da Parahiba. '
Jos Alces da Sa.
O abaixo atsigoado retira-se para fraMo Im-
perio, e mura na roa do Amorim o. 37,- aonde pode
ser procurado para qualquer negocio.
Antonio Jos de Souza CuimarZes.
O abaixo aasigflado por ter-se despedido, deixa
d e ser caixeiro do Sr. Jos Francisco do Lima desde
o dia 8 do crrante ; eem occasiao mais opporluna




DIARIO OE PERNAMBUCO QUINTA FXIRA 9 DE MRQO P/E 1854.
~~ J'a 28 do mez passado deseppareccram do ,
engento Mmhocas, freguezia de Sanio Anto, os -
! seguinles:Manoel. mulato acabralhado, ea-
hellararapinhadn, baiio, cheio do corpo, porm es-
guio para baixo, espadando e eio de rara ; ltfale-
la, crionl.-i.nnullierd l>oacatalura, clioia
: I'ra
nilo e caracii
tilo, estatura;
ls escravns i|"
da 4 do corr
so prolesla-se;
das e dainos,
le ; e peil.
de polica o? ca^^H
de Antonio l
do Sr. .Manuel joaquii
muitobem
. ~ O Unte da 1. cadeira do ." anuo do curso ju-
rdico deOlinda, avisa aos Srs. acadmicos qukita-
nislas, que as suas prlerroes no anno' correnle
Mpde ter por base os*Elementos de Economa
rWilicaque se eslo iroprimindo na tvpoizraphia
do Sr. Ricardo de Freltas Rtheiro. en cuja livraria
c-tabelecida na roa do Collegio. poden deixar os seus
mues e morada*... No. mesmo lujiar podo mbscre-
ver maisquero quizer, sendo o preco da subscrip-
QSo 53Q0On'.. pagos na oacasao da entrega da abra.
Ah mearon, e em OHnda em casa do Sr. Luix os
moraga vendem-aeus elementos da I'ra tica do Pro-
cesao, eas insfiluicoes de, Uireilo Civil Brasileiro,
oomposiclio flo mesmo.
i los broncos iwi
oa estatura, bo-
lo, innao do
^^Htia qui
jrodc enlrarain no
pdris-
o por per-
rigor das
pregados
eolio, que
AO PIBJICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, na do Collegio n. 2,
de-se tim completo sortimento
fazendas, finas e grossas, por
s mais baixos do que em ou-'
-a qualquer parte, tanto em por-
mo a retalho, afliancando-
ompradores um s preco
est estabeledimento
inbincao com a
maior "parte das casas commerciaes
aBglezas, francezas, allemaas e sliis-
a, para vender fazendas maii em
tinta do que se tem vendido, epor
isto ofercendo. He maiores van-
- doaueoutro qualquer ; o
jrietariQ. .deste importante es-
nto convida a' todos os
lo, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a'bem dos
seus iuteresses) comprar fazendas
o armazem da na do
"I de
kSantos&
a casade pouca fami-
e portas a dentro : na
obrado o. 5.
)ias de Castro vai a Portueal,
i negocios da casa a Joaquim
dsde n. 70, se alaga o bem co-
ra servir em casas estr
losl^mado.heliel
he diligente.
*"& H&
a W>> ^ id,,dc ,8
"* do Suido d'oude
lanos, o qual escravo
i de Mello, e este eom-
, e\em. os signaes segrales :
LtJpo rrEular, cabellos annelailos e,
,'.anda, eom principio de barba, olhus
; pea e naos, pequeos; levou camisa de
e casemira de alsodio
cto-Io a ra do l.ivra-
impcnsado.
ou'o,rfe Meli
OPATHIA.
RIZS S. 28.
r liomopaih-
la por
RIS.
fcOTEKIA DE N. S. 1)0 ROSARIO.
No th\i 10 do corrate andaiu as rodas
desta lotera com todo e qualqiicr nume-
ro de hilnfete* que ficar por vender, e.S.,
se vende ateo di.i i.Othesoureiro,
Silvestre Porcira da Silva tuiimaraov
Paulo Caignoii, dentisUi.
pode ser procurado a qualquer hora emsua casa
na ra larsado Rosario u. lit, segundo andar.
Iosda*t,!e13docorrene, que he a ultima
praca. se ha de arrematar depois da audiencia doSr.
Iir.juizdeorpliaos, por tres anuos, a renda da cas
de om aadar esolao, sita na rua'das Cruxes desla ci-
dade. n. Ni, avaliada por 3000000 rs. por anno. .
Precisa-se deatguns offleiaes do alftiale: na
roa da Madre de leos n. :!(>, pnmeiro andar.
Precisa-se de urna ama para cuidar de nm me-
nino : a tratar na ra do Vigario n. 33.
IWcisa-se atugar urna preta que enlcnda de
vender na roa, e qne seja de bons coslumes; quem a
tiver, dinja-se ;i praea da Boa-Vista, botica n. 3.
- No dia 27 de fevereiro prximo passado dcsap-
pareceu da casa do abaixo assiguado, urna preta de
nacao, por iiorhe Cecilia, reprsenla ler ;!o atioos,
pouco ruis ou menos, estatura regular, pslargos e
chatos, pernas tortas para dentro ; levou vestido de
chia. e panno prelo lino: roga-se a qualquer pessoa
ou capililo decampo que delta Hver noticia nn a pe-
gar, o favor de leva-la ao seu legitimo senhor, no
alerro da Boa-Visla, loja n. 14, ou ra do Pires, que
sera generosamente recompensado, e tamben) se pro-
testa contra quem a.tiver oceulta, urna vez que o nao
face publico.Joaquim Jos Dio* Pernea.
,Precisa-se de urna ama paral todo serv de
casa de urna pequea familia ; na ra do Hospicio
0.34.
Precisa-se de urna ama para todo o serviro de
casa de orna pessoa : na Iravessa de S. Pedro "n. 2,
segundo andar.
Jos de Paiva Ferreira Juuior vai' a Europa
Iratar do seus negocios, e deisa em seu lugar, fazeu-
dosuas yezes, durante sua auseucia.por seus bastan-
tes procuradores: em primeiro lugar o Sr. Manoel
Lniz Ferreira, em segundo ao Sr. Jos Moreira da
Cosa Maia, e em tercejro a seu pai o Sr. Jos de Pav-
va e Souza. .'
Arrenda-se o engenho Leao, silo na fi cguezia
da Escada: os prelendentes pdemapparecer no ater-
ro da Boa-Visla, sobrado n. 53, segundo 4ndar, que
acharao com quem tratar, ou na fregneiia da Escada,
no engenho Y cenle Campello, com Manoel tiooral-
vesPereiraLima.
Para a guarda nacional.
Pelo ultimo navio chegaram loja de Joao Fer-
nandes Peranle Vianna, na ra Nova n. 0, as espa-
das prateadas do padrao do ligunno approvado, que
ha mullle esparavn! ; os senhores ofliciaes que fi-
zeram encomoveniSi^venham quanto aules escolher
na referida luja\anles\qac se acabem.
No aterro da Bna-Viala, loja de mindezas Sr. Manoel Cahral.te Medeirds n. 72, se dir quem
di oOOQOOOrs. corj.liypolheca em rasas terreas.
Jos Baptisl Braga vai a Porlugal.
Precisa-se de orna mulher prela ou parda, for-
ra, de maior idade, para tralar dos arranjos de urna-
casa de pouca familia ; quem estiver neslas circums-
tancias, querendo dar abono de sua conduela, diri-
|a-se ra de S. Francisco, sobrado n. 8.
-Urna pessoa de toda a coniairra, com
lfteorrWliJ"ta pratica de guarda-livros,
especialmc'nle, ole lojas a retalho, se of-
ferece.a l'azer qua'mjer escripturaro mer-
cantil, em partidas tteferadas ou simples,
com toda a regularidadee^gida^jelp c-
digo commcTcial do Brasil; quem preci-
sar, dirija-se j rita do Queimado, loja de
miudezas n. *1\, que se dir' com quem
se trata.
O mnibus l'crnambucana-principia as
suas viagwis para Ulinda, nn dia 15 do
curren te ; partir do liedle as '.) horas da
manhaa, e regressa de Olinda ao meio
dia ; fusta a assignatiira 20JJ rs. mensaes paga adan-
lado, bem como as vingens avulsas a l.;(K)(i rs.
Salnstiano de Atfuido Ferreira aluga um sitio,
doMondeao a Estrada Nova, e do Manguind, Ca-
pnnga, i Ponte de licboa, que seja bastante plantado
e tenha boa casa, bata, com capup ou que a lenha
para se plantar, comeadas proporces,de400>) al 5005
rs.: na ra do Trapichen.36,segundo andar, das y
horas da manhaa as 4 da tarde.
Na ruA do'Jueimaclo n. 71, se dir quem ven-
de urna escraya, abra; com urna cra muilo luzida,
|Mir pre?o con\mo DISTO Yt SEMPRK APPABEGE.
QiapOS de scf'para scnlioras, avariados no forro
para as mocas dfiabilidaile comterlarem, de modo a
servir : vendemJe a *500, SOOO, 300 e 5000
rs. osnieUiores :Aiu Nova n. VI.
CPOSITf DE^ CAL E POTASSA.
Na ra djf Apollo, anna/.cm le Leal
Rei^, continuaPtcr superior everdadeira potassa da
.RuVia eda AnWica, assim como cal em pedra, che-
gada no ultimo iWi". cojos barr conlcm o |>cso li-
quido de quatro arribas; ludo a prero razoaveJ.
Vende-se urna i\V$* da Costa, de mela idade,
que cozoba, lva e eugoTrm*< c veu,le l,u rua: "*
da Caricia do Recife, loja rr,fv-
Bom negocio parafii'1|jclP,antei-
Para qemquizer principiar cYm P0DCO dnheiro,
oflerecc-se um bom negocio, como-sJ*' ". ve.n
_ Vende-se um quarlo proprio para viagem ou
para carro : na rua do I.ivranienlo n. 1(1.
Feijao.
$o armazem do Sr. Guerra delYontc ilo trapiche
lio alcodilo, lem para veoder-se fi-ijio niutatinho
inoito novo, e emsaccas grandes : a tralar na rua da
Cruz n. 15, segundo andar.
Vende-se um eaixSo grande para deposito de
bolacha ou assucar.c mesmo para taberna, niuitobeni
feito e pre(o barato, e urna chapa de togao do ferro
de 3 boceas, tamben) em cohla: na rua da Senzala
Velha n.48.
Vendm-se aito arrollas de fumo da trra em fo-
Ihas para charutos, por preco commodo : lia rua da
Madrc.de lieos u. 36.
Na passagem (de Olinda, no segundo sitio em
Trente, vende-se urna canoa mea aberta de carreira,
e tambem se vendem duas ou Ires vaccas gordas pro-
prias para a^ougue, filhas do pasto
Y'ende-se urna escrava crouJ^0 -)( a r annos
de idade, que sabe cozinhar, erjinmi)rj coser, lavar
cSundo andjy
, que achara com quem
taberna n. 2, na esqoiia do'oilSo (I? ma,"i ,la Bo.:" .
Vista, muilo afreguezada para a leu*' c p"1 a-f.V?|l)e sabaoj a^^JJx6^.*"!-^, rUil dasTrin-
bom local, conleuil apenas quinlientsc ,los. m"
risde fundos os preiendenlesdrij!m-s''/!, ,0Ja "
3, da rua do Cabugu, que acharo col mlf'" l^alilr
prometiendo fazer-se lodo o negocio.
Quem tiver bomgosto venhlver c com"
piar.
Na rua Nova n. 33, Bazar fernarabucano ,
os mais lindos e verdadeiros chales dB,0U1ui" dB co"
res bordados a maliz. lindos torbai,e ou enfeiles
para cabera de senhoras os mais modCTI>08 e. 'lo me"
Ihor goslo possivel, cortes de vestidos ,le diffcrenles
goslos, chales de relroz Iwrdados, roi06"88 ,,e ''lln
ditas dilodel hranco acardnale, dladedilo pre-
tas, lalhos para vestidos, prelos,brance,ie do Monde,
alguns delles bordados de prala.meia'1 d's,,a bra""
ca para meninas de 3 a 5 aunos, setiii1 de diirerenies
cores, fil de linhobranco, liso e de p"-': *J"
prelo bordado,, marabs para cabecai- enrel'es e
chapeos de senhoras, ekene de diflere ,,ei cores.frocos
com rame, e sem ell?, luvas denell^",,,'.Jnuv"1
Me/cimenlo, que s assim comprar" a seu co"
A rendem-se pianos fortes de superior qualida
de, fal iricados pelo inelW autor hamburgoei: na
rua d; i Cruz n. 4. '
Bepcxi lo da fabriea de Todoi o Santo* na Rabia-1
Veni le-se,emcasa de>. O. Bjcber &C, na rua
da Cn iz n. 4, algodaO trancado d'aquella fabrica,
muilo| >roproparasaccodeassucar e roupa de es-
cravos, por preco commodo.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, h a
para ve nder, chegado de Lisboa presentemente pela
barca '0/impi(i,o segniulc: saccas de farcllo muito
novo, cera em grume e em vcls com bom snrli-
menl o de superior qoalidaile, mercurio doce e cal
de i. isboa em pelra, novissima.
#^. Vende-se sal do Ass moito bom, mais 400
mol hos de palha de carnauba, a bordo do hale .i.
JnaO. fundedo defronle do caes do fiarnos: a tralar
a uo^docom o meslre, ou na rua da Madre de lieos,
a.ji toja.
TO-scein casi deMc. Calmout & 'Cont-
ado Corpo Santn. 11, o seguinte:
linhas
muilo
-Vtnlo.
chcira's n. 48'; se
tralar.
. Vende-se urna negra boa coznheira, engomraa-
deira e mais servico de urna casa : na rua do Quei-
mado n. 44.
. Saccas com farinha.
Vondem-se saccas com farinha da Ierra hoa : na
rua da Cadeia do liedlo, nasinjasn. l3c18,por pre-
*.n commodo.
Guarda nacional.
Fortnalo Correia de Meuezcs, com loja
de cirgueiro na praca da Independencia n.
17, lem para vender boas espadas de mclal
principe com enroa e sem ella, chapeos ar-
mados a moderna, barretinas, dragonas, ban-
das de franjas de ouro e de relroz, lelins bran-
cos e prelos, e ludo o mais que he preciso pa-
ra os uniformes dos Srs;ofliciaes; por preco o
mais commodo possivel.
panliia. na pr
nhoVeMrs:el*ai:ai*as 1,e 3 a 6"'; "
m novcllus ccarr&.hr,eu ,em .ba7im
_a rua do Crespo nume-
'e balcSo, penei-
di.1
Da
Aos amantes do voltarfte"
Na rua Nova n. 33,Bazar l'ernaml 3^
se as mais tinas carias para o iogo d. ulUnle- *
mesmo Bazar se precisa de urna mu r para **r-
vico de una casa de familia.
- Vende-se 1 pardo de idade 2T ""|s' "m 'irel
de idade 40 annos, um moleqoe cri, ,le. -1' "na
preta da Cosa, boa engommadeira -'vadeira.etam-
beiii vendem-se 30 travs de pao d co ,ie ^ lMlraos
de comprido, e palmo e terco de la ^ur.a : u""em Prc"
ender comprar procure na rua lar*" Hsar' "
35 que se dir quem os vende. ., -,.
- Vende-se urna prela eriou' .''e '"de 2., annos,
connha, eose.eengomma : na rja da lra,il ":3:-
Bracos de balanza R. n5 & Compa-
1 nltia, .
chegados ullimamenlo de l.isl ,a ,el l!r,*,.e Prlu-
guez Tarujo Primeiro, prop,os. R*ra b'ca0 e.Pr
preco commodo : na rua do \inor*m M' arma*e">
de Machado Jj Pinheiro, ou a l'ra'ar "" rua ,lu N '5a-"
^" i orn ilit^ t...
no n. 19, segundo andar, cscripi
bro dos mesmifa
Y'ende-se um escravo moco, muilo sadio c pos-
sautcscndflcanncirne com principio de marinheiro e
padeiro: bordo do hinte .s'. Jo le do caes Dos1, loja n. 34.
Ao barato.
Na loja de Guimaraes & Henriques: rua do Crespo
n. 5, vendem-sc lencos de caiubraia fina e de puro
linho, pelo barato proco de 55 e i950b*a duzia, sendo
cada duzia em urna caixinhacom lindas estampas.
Y'ende-se um armazem de sal. na rua imperial
n. 63: a tratar ua mesma rua n. 53.
Vende-so a taberna n. 43, na rua do Rangcl
com fundos de 4I&>00: para ver, e lraUir.niimesili(-
rua, casa n.25. <<<*"..''
Vende-se urna canoa ,;em construida c nova,
que pega 800 lijlos de l.\;iiaria grossa, e nm raval-
lomnilo bom para fa na rua dos Marlvrios
vi
grandes, ac de inila6so.rl"1'' ^"-'"^"h, fi,n
- Vendem-se col-orlo rc<,e..al_Seao,?a.n?elf.0
rs. c pequeos a 560 rs.
ro 12. ^,
Ao barato.
Bracos de Romao naralialanca
ras de rame para padaria e relina,'"es e"'*3"1-
nhas de laiaopara reparticOespublicas, perf"mi'1^1r,c'
de lalao, hesouras para costuras, grande* e Petlucl1, "
dilas para corlar cabellos, dilas para un""' eouira
para applicacoes differcnlcs, caivetes fii.'0* "c j"
as quaidades, pedras para aliar naalba da.- maJ*
as que tem vindo ac mercado, navalhas o o'" r"
muitos gneros que s com a vista sedar a expiii atao
necessaria, ludo do melhor que se encontra no ie*"
cado, veinie-s por preco commodo : na loja'de .e "
ragens da rua da Cadeia ito Recife n. 56-A.-
AGENCIA
ur-dicao' Low-Moor, Ru?
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua
ver um completo sortimento de
das e meias moendas para engenbo, ma-\
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
c coado, de todos os tamaubos, para
dito.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a v nda, em latas de 10
libras, junto com o netliodo de etnpre-
rja^iv-.-QP.jdiojn |7ol;ti iguez, em casa de
N. O. Bieber & Comp inbia, na rua da
Cruz, n. 4.

24 medicamehlos.
.59000
arleiras e caixas
aulios por preces conuno-
nholns avnlsos .
i ent de Untura a
COMPRAS.
ido- da rua Collegio do
opria para taberna : a
narello da rua do Quei-
mco Machado da Rocha, en-
aignou este Diario para o Sr. v-
liaa estalypo-
itura, visto que o
n isso.
na de te le, forra o capli-
l rua dasTriucheiras
rimeiro andar n. 19.
Ferreira de Mello,
ii de Olinda, lem urna caria na
a da Independencia.
Itimo gosto.
dorios da nova loja deo urives
unte ao pateo da ma-
dico em geraluiu
^^^Bas de ouro de mui-
desagradarao a quem
-am por qualquer
ola com fespon'-
^^^m do ouro de 14
^^Bos por qualquer
f/in&/im3o. ,
Compram-se alguns adornos para uso de meni-
no, como sejam: moeda do ouro,verouicas de S. Jos,
e tiguinha, assim como um par de clcheles : na tua
das Flores n. 23.
Compram~s ossos a peso : no ar-
mazem da illuminucao, no otes do Ra-
mos, Iravessa do Girioca.
Compram-se4 ponase8janelloes em segunda
nio, assim como algniu laboado velhp ; ua Soleda-
de, sobrado defronte da igreja.
Compra-se um diccionario de Moraes da 5.
ediro, ou um de Fonscca, que estoja em bom uso :
ua casa do sacrista da ordem lerceira de San-Fran-
cisco.
Compram-se escravos de idade 12 a 30 annos,
assim como receben) de commissao : na rua Uircita
11.3.
Compram-se acn es do Banco de Pernambuco: a
fallar como corrector geral M. Carueiro.
Comprase um diccionario de Couslancio : na
rua d'Assumpeao u. 16, segando andar.
\ende-se nm prelo caiador *WWi8'i*0'' Pre-
co commodo, assim como urna c/nua nova, aberla de
carreira, c bem construida : na iua do Cbug n. 18,
se dir quem vende. I
Vende-se a taberna sila ni nla do* Acougui-
nlios n. 20, com lodos os fundos pella exislenles, oii
com os que fizer coula ao compador : a Iratar ua
mesma.
' d fa?er um ves-
tido prSto.
g Na rua do Queimado u. 46, loja de lkzerra )S
m> & Moreira, vende-se pelo baratissimo preco do i
,^ 2^600 o covado, a melhor c legitima sarja'bes- S
** panhola que aqui tem vindo. Franqueiani-se
amostras, e tambem so manda um raixeiro
com as peras para quem quizer comprar, ver. S
g>:?CS?$l;@K:^SS@S:?:ifS;
Fazendas preta para a quaresma.
Los prelos muilo linos pelo barato proco de 69000
rs., mantas de blondc a 7000 rs.. sarja prela muilo
boa a 28000 rs., dita muilo tina a2o240, uvas pretas
delnrral parasenhora a l-SOOOrs., dilas para honicni
a ISKX) rs., casemira prela muilo fina a 25000 rs.,
setim prelo mnito bom a ISOOOrs., e oulras militas
fazendas: na loja do barateiro, na rua do Queimado
n. 9, dp Antonio Luiz de Olivcira eAzcvcdo.
Vende-se o engenho Uous Bracos, oa freguezia
de Serinliaem. :> a i leguas ao porto de gnhaiqne.
moen ecorrete, muito bom d'agua, copeiro, com
varzeas sufllcicntes para dous a Ires mil pes iTasgo-
car: quem o pretender drija-se a Iravessa do Quei-
mado oubecco do Peixc Frito n. 1,.du ao mesmo en-
genho.
Vende-se um deposito somente rom armaran e
pertences propnus para qu'lquer eslahelecimeiitn,
principalmente para fabrica de eharutos,por,ser a rua
muilo publica e ler commodos para familia ecumniiV
do aluguel, vende-se por o dono se retirar para Tora
da proviucia: na rua do Ara gao n.8.
@K5C.-53?::-*Sa@#t@
* Cera em velas. @
Vende-se cera cm velas, fabricadas cm I.is- W
* hoa.em caixas de 100 e 50libras, e por prec*
moe'n"
Na rua do 'trapiche n. 14, primeiro andar
vende-se o seguinte :pasta de.lvrio flora^kio, o
melhor artigo que se conliece para iimpar oVInles,
bfanquece-os e fortificar as gengivas, deixando bom
goslo na bocea e agradave cheiro; agua de mol
para os cabellos, lintpa a caspa, e d-llic mgico
lustre; agna de perolas, esle mgicoeosinelicopara
sarar sardas, rugas, e embeilezar o roslo, assim co-
mo a tintura-imperial do l)r. Brown, esla prepara-
rlo faz os cabellos ruivosnu braucos.complelamenle,
prelos e macios, sem daino dos meSmos, ludo, por
precos commodos.
Taixas para engenhos.
Na l'undicao' de ferr de D. W.
Bowma%n, na rua do Brmn, passan^;
do o chafati/, continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea,, as quacs acbam-se a vegda, por
prcro commodo e com prpmptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem dspeza ao comprador.
Moinhos de vento
'ombombasderepuxopara regar borlase baixaa
decapira, nafundicaode U. W. Bowmau: na roa
doBromns.6.8elO.
V1NHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisde4., 5. e 8.: no armazem da rua
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar'no
escriptriode Novaes & Companbia, na
rua do Trapichen. 54.
Padaria.
Eis-aqui a carla^que os Srs. A. R. D. ^auds es-
creveram ao Dr. Brislot no dia 20 de abril de 1842,
e que se acha cm nosso poder:
Sr. Dr. C. C. Brislol.
Bfalo, &c.
Nosso apreciavel senhor.
Era todo o auno passado lemos vendido quiii-
dades consideraveis do extracto de Salsa pardilla de
e pelo que ouvimos dizer i rindes
quelles que a tem usad .da da
Se Vmc.
eremos qne,
tanto a nos como a
nos responda
a esla cidade
ndhante, leamos
olkd, rua d Ful-
dila medicina se augmeutar
quizer fazer um eonetni(
nos resullaria mu^^^H
emus muilo^^^H
snbreeste assumpli
daqui a ura niez, ou con
muito prazer em o ver em i
Um, m. 79.
Fiwni as ordens de Vmc. seus seguros servidores.
(Asdgnados) A. R. D. SaMW.
j CONCLUSAO".
I.5 A atUiguidade da salsa- parrilht de Brislol he
clarjinienle provad^ pois que ella dala desde S32,
e qi ,'e a de Sands so appareceu em 1842, poc
qua! este droguista tio pode obler a agencia
Bri4lol.
'-:.c A superioridade da salsa parrilha de Brislol
he. ncoulcslavel: pois que nao obstante a
reiicia da de Sands, ede orna porco de. oulraspre-
pa rares, ella tem mantido a sua reputarlo era qtia-
ni toda a America. .
. As numerosas experiencias feitas con o oso da
a; ilsa parrilha em lodas as enfermdades originadas
ela impureza do sanaue, e o bmn exl
i corle pelo Illm. ^r. Dr. Sigaod, idete da
e cadema imperial de medicina, pelo rdo Sr.
i! )r. Antonio Jos Peixolo em sua
. ifamada casa de saude na Gamboa, pe
Dr. Saturnino de livelra, medico <
por varios oo'lros mdicos, permillem h
clamar altamente as vhrtodes ellicazes da salsa
para
Vende-se urna padaria muilo afreguezada: a tralar 1 rilha de Brislol vende-se a 58000 o vidro.
O deposito desla salsa mudou-se para a botic-
franceza da rua da Cruz, em frente ao chafariz.
com Tasso & Irmaos.
Aos senliores de engenbo.
Cobertores escuros de algodao a 800 rs., ditos mui-
lo grandes e eucorpados a 1;400 : na roa do Crespo,
loja da esquina que volta para a Cadeia1.
Vende-se farinha de mandioca mui
to superior, em saccas, e chegada recentt
mente : no armazem de Machado & I'
pjieiro, na rua do Amorim n. 54, o
t^tar no escriptorio dos ntesmos, nai
do^'Sar'on- 19, segundo andar.
Na r\j? da Cadeia Velha n. 52, em casa
vDeane Youle & Companhia,
vende-ieNlf" carr0 americano de 4 rodas ; pdt. ser
vislo na coclie'ra de Poirrier. no aterro da Boa-V isla.
_ ^ cnde-sem mualo pc;a de boa conducta, de
''annos: na rua da Cadeia do Kecife loja
.. i. Cunta & Amorim.
Vende-se na rua Nova, Bazar Pernambocano
n. :13, corles de vestidos de cambraia branca borda-
dos, pelo preco do 58 rs. cada um.
Livros pira a quaresma.
Semana sania, manual da missa, dito abreviados
manual do chrislao, mez de Mara, horas, inai ian-
ua ele, estes livros ha com goslo ua encadernacao o
melhor que podc-se encomiar, lauto por serem de
velludo iln dillcrenles cores, ruino em linas eslampas
douradas, tamben) ha para menos alor : no paleo
do Collegio loja de liVros n. 6, de Joo da Costa
Dentado.
OMA,
confronte ao Bosario de Sanio Antonio, avisa ao rs-
peilavel publico, que alem dos biscoilos ingle/es e
francezes, constantemente se cncontiar.i vite e lan-
as quaidades de holinhos para cha, cavacas'e pao-
de-l turrado, chocolate, miscelania, pastilhas, entre
estas ostelaa-piraenla, amendoas e coufeitos, ricas
caixinhasparaos mesmos, chocolates diflerentes, lu-
do in pul rao c a retalho, e o nielhor de lodos os do-
ces que se allianea a qualii.'ade, preco fixo he seu
costume.
SALSA AMLfi>-^
Vicente Jos de Brilo, nico agente em l'crnani-
buco de B. J. D. Sands, chimico americano, faz pu-
blico que lem chegado a esla praca urna grande por-
Cao do frascos de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados, e preparados no Bio
de Janeiro, pelo que se devem acautelar os consu-
midores do lilo precioso talismn, de cahir ncsle
engao, lomando as funestas consequencias que
sempre coslumam trazer os medicamentos falsifica-
dos e elaborados-pela maodaquelles, que anlepoem
seus iuteresses aos males e estragos da liumanidade.
Portanlo pede, para que o publico se possa livrar
desfa fraude c disliugua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada e recentemente aqui chega-
da ; o annuncianle faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua botica, nn rua da f.onreirao
do llecile:. (11 ; e, a lem do reccituario que acom-
panba cada frasco, lem cmbaixo da primeira pagina
seu nome impresso, e se achara sua firma em ma-
nuscriplo sobre o iuvollorio impresso do mesmo
freos.
DepPf
pagne l
idade,
de "'
se .tiosOt
se itiiciini,
comte Feroi
As caixas sao
Conde deMai :uil
das garrafas su? a.zues.
de vinlio/de chaW/-
"u-Ay> primeira quaj-
^jretlade, do condli
la da Cruz do Bfiv
vinho, o melhc >r
mpaghe vend12-
cada caixa, acb a-
em caga de L. I .e^
Companbia. N. B. .
Marcadas a fogo
e os rott ilos
Saru'a do Vigario n; 9- priyieiro andar, tem
venda a superior flanella Para fo,r/o desellins, che-
gada recenlmenle da Anf'er"" -^f^*^v~s^K_
Vendem-se alhumas v sWWras.e novillia^
bstanle gordas : nosilioL> lorreem Belnm, de ma-
nila ale as8 horas e a Ui ,le das o horas em dianle.
;.-; o mais barato do que em oulra qualquer par- J
jg le : na rua do Vigario n. 19, segundo andar, ig>-
@ escriptorio de Machado & Pinheiro. og)
VENDAS
!.Ldgero Piulio mu-.
da roa'de S. Francisco
iricuHe Jepianos.alina
e concerla com toda aperfeico, leudo chegado rc-
:enlmenl :ropa, de visitar as me-
endo ganho nellas lodos
tica de couslruccoes de modr-
ete o et prejlimo ao respeitavel pu-
) ipara qualquer concert e'ilkacdes coni lodo o
lo toda a certeza que uda licara a dese-
* )em brevidade como em mdico preco ; na
1' 41 n "

previne-se
qualquer pes
e^p
ro de
t preheuder.e h
senhores relojqeiros, ou a
r offerecido um relogio de
abonele.com correte de on-
34028,1475, deo ap-
laudas de Azevedo
^^^^B. I, ou na sua resi-
1 andar da casan. :t,
. dodiaSdemarrp; assim
inleiro dos segundos do
1 quebrado o lado inferior, e
si.que entregar odito relo-
N
i Bi 33 Bazar Pernambuian, ebn-
iriadoaorlmento de fazendas fran-
propras ri lempo, como
dos, lalhos de bcos di-
imeiras de fil ditos, chales de relroz bordados
I ditos, ro eas de seda ditos,
_romeiras de iln de bico ditas, eami-
s de rambi. nicos .de blond, de se-
ivalinhas para senhoras, flores finas
ra peilo e caliera de dilas, lilas do mullo bom gos-
>es para meninos, panno muilo
liapos de pello de sola,
.iilrnsinuilos ob-
.reciados.
rente desappareceu
lado, m sua casa na rua Jo Bangel
ouro abnele snisso, rom mos-
trador de prata, cylindro rom o 11. 14,645, leudo una
cadeia da ouro e -e que quem
o furlou, uo sado peasoa desla cidade, queira, pa-
ra relirar-se, fazer com elle algum negocio, ou paga-
* menlo, com esperialii lieira ; por isso ro-
ga-se a qualquer pes fr offerecido dilo
relogio, o i pprahender e levar ao abaixo
1, ou ao Sr. JofloArgenio Bas-
Meliheu, no seaundo andar da mesrna casa, que
ntereconipe
Thomi I^pen de Senn,
e quarla-feira de- ciuza perdeu-se
;e eui direilu a al
a ponte crian correnle do bracelete he
que tinge dez coraces en-
pa he um pouco
grande para o lamenfio da cWfeeie, pouco oviida, e
lem no centro am nao pequeo diamante soore follias
todas esmaltadas de.azul, sendo a craTago dodii-
maate de agarra: roga-se a quem a achou, leva-la
ua por delraz do Corpo Santo, casa 11. 52, segando
udar, junto a botica do Sr. Luiz Pedro das lSeves,
rule se dar com generosidade o competente adiado,
se fr exigido ; e previne-se' aos senhores ourives e
quaesquer oulras pessoas, queu'apprehendam so Ihes
fr ofloferida por venda.^ni para algum oulro lim,
entregandu-a em dita casa.
O Sr. Antonio Ferreira da Costa
Hraga queira drigir-se a praca da Inde-
pendencia, na livraria n. (i eH, a negocio
'iz ytwv>ito.
Devoto Cluisto.
Sabio a luz a 'i.' edirao do livrinho denominado
Devoto Cbristao,mais correcto eacrescentado: vnde-
se nicamente ua livraria 11. be 8 da praca da In-
dependencia a (iil) rs. cada exemplar.
Nov telegraplo.'
Vende-se o roteiro rio novo lelegrapho que princi-
piou a ler andamento 1 jo dia 29 do correnle, a 240 rs.
cada om : na livraria 11. 6 e S da praca da Indepen-
dencia.
A bella rapaziada.
He ciiegada a quare sraa, e todos devem fazer a sua
casaca, calca e collete preto, para assislirem aos actos
da Paixo do Nosso B.edemplor; por lano nao de-
vem dcixar de ir a ru.a Nova n. 33, Bazar Pernam-
bucauo, comprar o uo m panno lino prelo, a boa case-
mira dila, o'bomcollcto dito, eo melhor chapeo de
seda dos que nicamente recebe no Hio de Jaueiro
Mr. Valeslin. Aln 1 destas fazendas exislem mais as
melhores meias de s eda curtas, piuladas e brancas,
grvalas de differeiijtes quaidades, bulOes para ca-
misa, ditos para coll etes, enfelles de ouro para relo-
gio, luvas de juuyiu., braucas, cor decauna pretas,
um completo sortim enlode ubjectos de porcelana,
lindos vidros para el leiros, e oulros muilos objec^is
que eslarao palenle a vista dos freguezes.
SUPERIOR F 4KINnA DE MANDIOCA. sC
Vende-se farir ihaiJemandioca, nova, chega- W
9 da de Santa Crntharina; a bordo do patacho
Clemenlina, po r preso commodo : para por- O
_ cues, no que se far dilVereuca de preco. Ira- $|
9 la-se uo escripU irio da rua da Cruz n. 40, pri- {3)
meiro andar. !
PABA A QUABESMA.
Vendem-se luvas de seda prela para humera e se-
nlinra. lambem meias de seda preta para senhoras,
ludo de muito superior qualidade, e recebido pelo
ultimo navio de Inglaterra : no armazem de Eduar-
do H. Wyall, rua do Trapiche Novo n. 18.
Vende-se o engenho Santa Rita, na freguezia
de Iguarass, moenle e correnle, com 10 ou 0 es-
cravos, 25 hus. 25 bostas, safra fundada, com Ierras
desmaneadas para safrejar 1,500 paes, allos frescos,
varzeas ludas de barro massap, e. partidos de varzea
proprios para se abrir, e ludo muilo pcrlo do enge-
nho, com porto de embarque, que um carro pode con-
d u/ir SO saceos por dia; 11 vista do pretendente ve-
r3o onlros commodos que dispensan) aqui dzcr-s ;
lamliem se arrenda e vendem-se bnis e beslas e a sa-
fra : quem-D pretander, dirija-se ao mesmo engenho
para Iralar com o proprielario.
Fat inha de mandioca.
Vendem-se saccas grandes com superior fa-
rinha de mandioca, por preco commodo: na
1 -uado Amorim n. 54, armazem da Machado
& Pinheiro, ou a Iratar na rua do Vigario 11.
Iil, segundo andar, escriptorio dos mesmos.
I
Vende-s e no armazem de James Hal-
liday, na rua' da Cruz n. 2, o seguinte :
rlogios de ou ;ro sabonete patente inglez,
sellius Lngleze s, silboes para montara de
srahora, arre ios para cabriolet, lanternrs
para carro, ei\os de patente emolas de
"jlblliaspara carros, candelabros de bron-
ze de 5,1 e 5 luzs.
Vendcm-i e 4 bnis para canora, muito bons: na
cocheira do bec co do Ouvidnr.
Vende.su upo molequinho de 3 annos, muilo
boniliuioe miaiti 1 esperto : quem o pretender, dri-
ja-se a rua do I ,i\ raincnlo n. 4.
Para quem esta! de luto
Papel de' peso ile marea pequea, rom tarja de mu-
da, envehippi-s 1 lilo, obreias prelas ; no paleo do Col-.
legio, loja de Ir .ro n. I, de Joo da Cusa Domado.
Dianos nuticos
Veiidem-spi ,0 paleo do t'.ollegio.loja de livros 11. ti,
de Joo da O ,sla Uouradu.
Venden i-se 10 ejcravos, sendo 1 bom carreiro,
outro dito c jnoeiro, 1 escrava boa engommadeira,
coznheira, 1 om bonita figura, 1 mulalinha de idade
de 18 anuos /, e C ditas ptimas.para lodo servico : na
rua Direila 'n.:.
Nan ia Nova 11. 33 Bazar l'ernambucano, ven-
de-se verd .adeiro bico de linho, tanto hranco como
prelo.
los Iaplinlada Fonscca Jnior, na na do Vi-
nario n. i, primeiro andar, lem para vender chapeos
depalha do Chili, aba eslreila, c de fellro, pelos,
pardos ; de cores, a preco commodo,'
FARINHA DE MANDIOCA.
Nos 1 uia/i-ns de Antonio Aunes e Cazuza, na es-
cadinh 1 da Alfandega, descarregada honlem, ile su-
perior qnalidade, preco commodo, ou a Iralar com
J. B. 1 la Fonsefo Junior, na rna'da Vigario n. pri-
meiro andar.
A 48500 a peca. ,
Ve adem-se cliilas rxas de cores lisas sem defeilo
al gur o a 5t)0.a peca de 38 covados : na rua Nova,
hija 11. 16, de Jos l.uizPereira & Flho.
Vende-se uro preloperilo padeiro, assim como
din b raco de batanea de ifoinflo & Cnmpnba e dous
pesos, do duasarrobas ; na roa do Crespo n. 10.
PAI.ITO'S FRANCEZES DE ALPACA E
PANNO FINO.
Vendem-se palitos francezes de alpaca prela de
cores a 80O0 e ftljOOO ti., dlosde panno lino a 1.59,
188 e 20000 rs, ; vita do preco e superioridade
da farenda ningoem deixar de comprar; na rua No-
va n. jG, lojt de Jfls [,uiz Pereira A Fillfo,
Vendem-se as casas lerreas 11. t>8 e 106 da rua
das Cinco Ponas ; u. 67 da rua do Jardim ; n. 72
da de Santa Rita, e n. 81 da rua Velha : ua rua Di-
reila o. 40, seguudo audar.
Vende-se a taberna.sita na rua de S. Francisco
n. 68, propria para um principiante por ler poneos
fundos, e tambem se vndese a armaran, querendo-;
a tralar na rua da Concordia 11.26.
Na esquinada rita do Crespo 11. 1. t
Vende-se nesta loja riquissimos e modernos
t corles de vestidos de. barges com habados, fa- &
zenda anda nao vista nesle mercado ; pede-
55 se a aliene io dasseulioras de bom goslo, alim i
y; de que coraprcm esla linda e jnleressante fa- C;
;!>- zenda. {,
@@39@:S@S@@@S
Veode-s leite puro, dando-se a menos de 200
rs. a garrafa, a quera lomar para mais do urna caa-
da : na ruada Concordia, taberna 11.6.
Vende-se um lido mulato, moco e de boa fi-
gura, ptimo para pagem : na rua da Concordia
11. 26.
Vende-se urna escrava, crioula, moca, de bo-
nita figura: na rua da Cadeia do lien fe, |pja de fa-
zendas u. 51.
Presuntos para Hambre.
' Na rua d'Aurora, junio a fundico, anda existe
um resto do lamoso presuuto para se fazer fiambre,
he par p'recu razoavel, por o dono nao ser usura-
riq.
Vende-se urna boa escrava que cozinha. lava
de Mibilo eengomma, tambem cose cliiu, adverte-se
que a vista do comprador se dir o motivo por que se
vende: na rua do Trapiche 11. 2(, loja de charu-
tos.
Vende-se urna prela de naco que sabe cozi-
nhar, erigommar e vender na rua : na rua da Guia
11. 2U, primeiro andar.
Vender um cavallo caxilo, mellado, gor-
@ do e grande, proprio para^abriolet: a Iratar
; na rua do Queimado 11.29. vi
S@5?S: 8 8 S
' Vende-se urna mulata moca de bonita ugra,
ensaboa, eugomma e cuzinha o diario do urna casa ;
o motivo da venda se dir ao comprador : quem a
pretender dirija-se a rua Augusta n. S.
. Vendem-se, por junio ou separado, unsarreos
(obra prima vindos de Inglaterra, era virlude deuma
encommeiida, lano pnianinso cavallo, romo para
una parelha : na rua da Cadeia'do Recife 11. 62, ca-
sa ile Fox Brothers. _>.'
Rape Paulo Cordetro.
Vende-se o verdadeiro rap Paulo Cordeiro, no
deposito o. 17 da rua da Cruz, primeira andar.
Vende-sc rap de Lisboa, o mais novo do mer-
cado, a 39OOO rs., por fallade troco : na rua da Sen-
zala.Velha 11. 70, segundo e terceiro andar.
Vende-se um mualo com 18 anuos de idade,
urna negra com 20, outra dila com 24, oulra om 25,
oulra com 35, prxima a parir, e urna fillin mulali-
nha de 4 ams, urna dita com 6 para 7 annos, um
mulalinho rom 13 annos, um negro com -2-2. alfaiale
p carniceiro, oulro dilo rom 32, de uacilo : na roa
da entila Velha n. 70, segando e terceiro audar, que
se dir quem vende.
Vendem-se tres escravos peras np segando
andar di casa n. 17 da rua da Cm/.
$ Os mais ricos e mais modernos chapeos de ;:,
JJ sempre na loja de randas de madame Millo- *+
chau, nn aterro da lina-Vista 11.1. por um pre- ;
::.;. co mais razoavel do que em oulra qualquer Q
parle. @
&@@gt@ @@@
Vende-se sola boa em pequeas o grandes par-
tidas, cera do carnauba primeira surte, pelles de ca-
bra de diversos prccos.esleiras de palha do carnauba
e pennas de ema : na rua da Cadeia do Recife n. 40,
primeiro andar.
Vende-se setim prelo lavrado, de muilo bom
costo, para vestidos, a 25K00 o covado: na ruado
Crespo, loja da esquina que volta par,a a cadeia.
Vepdem-se saccas grandes com superior fari-
nha de mandioca ".na rua do Vigario n. 12.
VcmlAn-se velas de cera do carnauba pura de
muilo superior qnalidade ; ua rua da Cadeia do
Recife. u. 40, primeiro andar.
Vendem-se rlogios deonroe prata, mais
barato de que era qualquer outra parte:
na praca da Independencia n. 18 e 20.
Chapeos prctos francezes
a carij, os melhores ede forma mais elegante que
tem vindo, e oulros de diversas quaidades por me-
nos preco que cm outra parte : na rua da Cadeia do
Recife, 11.17.
9tR
NAVALHAS A CONTENTO.
Cliegaram ltimamente navalhas
de barba, superiores a todas (nau-
tas ate ijjoraseter- fabricado,-por
serem de aro tao lino e de tal tcm-
Sera,que alm de durarem extraor- |
inariamentc, nao se sen tem no
rosto na aceao de corlar ; sao feitas
pelo'hbil fabricante de cutileria *
que mereceu o premio na exposi- a
rao de Londres, e no agradando
pdem os compradores devolve-las
ate 15 dias depois da compra, e se
Ihes restituir o importe.
Vende-se cada estojo dedus na-
valhas por SjjOOO -s., preco lixo :
no escriptorio d Augusto C. de
Abreu, na rua da Cadeia db Recife
n. *8.
o sobrado de dous anda-
mia de Apollo n. 9, bem
' Vende-se
res e so tao da rua de
como o dito de um audar da rua da Guia
n. 44 : a tratar na rua do Collegio n. 21,
segundo andar.
A 53000 RS. A PECA.
Na loja de Guimaraes & Henriques, rua do Crespo
n. 5, vendem-se chitas de cores escuras, rom um rs.
queno toque de mofo, pelo barato preco de 59000pe-
a peca, cora 38 covados.
Velas de carnauba.
Vendem-se caixinhas com superior velas de cera de
carnauba pura, fabricadas no Araraly, epor commo-
do preco ; na rua da Crira, armazem de couros e sola
n. 15.
Cera de carnauba.
Vendc-se em porcao o a retalho : na rua daCruz,
armazem de cquros c sola n. 13,
Vendc-e na rua Nova 11. 33, Razar Pernam-
hucano, Irez cvcellenles' caixas de msica eum realejo
armnico, Indo por proco commodo.
Vendem-se saccas com feijao mulalinho de
muilo boa qnalidade : na rua da Cadeia do Recife,
loja 11. 5.
Agenciada Sdwln Naw.
Na rua do A pollo n. 6, arma/.ein\!e Me. Calman
$ Coinpauhia.. acha-so cnu-datilerai-ulc bous surl-
uieiilos de taixas de ferro ruado e halidiC, lauto ra-
sa romo furnias, nioeudiw inelias Indas do Ierro pa-
ra ananaes, auna, etc., ditas para a rmar era madei-
ra de lodosos lamaithns modelos os mais modernos,
machina horisonlal para vapor eom torca de
4 cavallos, cocos, paladearas de ferro estanhadu
Sara casa de purgar, por menos preco que os de co-
re, esco vena para navios, Ierro da Suecia, c fa-
llas do flaudres ; ludo por- barata preco.
Na rua da Cadeia do Kecife n. GO, arma-
zem deHenrique (iibson,
vendem-se rlogios de ouro de saboiiele, de palale
inalez, da. melhor qualidade, e fabricados era Lon-
dres, por preco'commodo.*
TOASSA.
No anligo deposito da rua da l.oleia do llccifc ,
armazem 11. 12, ha para .vender muilo nova polassa
da Russia, americana e brasileira, em pequeos bar-'
ris de 4-arrobas; a boa qualidade e pieros mais ba-
ralos do que em outra qualquer parle, se afllanra-jn
aos que precisarm comprar. No mesmo deposito
lambem li.-diarrs com cal de Lisboa em pedra. pr-
ximamente chegados.
Vende-se a verdadeira salsa _parri-
Iha de Sands: na botica francesa, da rua
da Cruz, em frente ao chafariz.
FAttlN'HA DE TRIESTE.
Primeira qualidade.
Tasso Irmaos avisara aos tet) fregueze-, que tem
para vender farinha de Irigo chegada ultim.am.eote
de Trieste, sendo a unir nova que daquella prot
dencia esisle 110 mercado.
( Vendm-se rlogios de ouro, pa
i ten-te ingle/., por commodo pre-
w ro: na rua da Cruz n. 20, casa de Tf
^ L. Leconte Feron & Companhia. ($
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violo e'flauta, como
sejam., quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas, tudo inodernissimo
chegado do Rio de Janeiro.
Charutos de I lavana.
Vendem-* verdadeiro charutos de Havana por
preco muilo commado : na ruada Cruz, armazem
n. 4.
POTASSA E CAL.
, Venderse potassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo por preco mais commodo que em
outra qualquer parte : na rua do Trapi-
ylicn. l, armazem de Bastos limaos.
Coni tocpie de avaria.
Madapolao largo a 38200 a peca : na' rua do Cres-
po, loja da esquina que volta para a Cadeia.
Wuita attenco. *
Cassas de quadros mullo largas com 12 jardas a
2.-'00 a peca, corles de ganga amarella de quadros
muilo lindos a 13500, cortes de vestido de cambraia
de cor com 6 1|2 varas, muilo larga, a 23800, ditos
roms l]2 varas a :)3000rs., corles de mea casemira
para calca a 33000 rs., e oulras militas fazendas por
prejo commodo : na rua do Crespo, loja da esquina
que volta para a Cadeia.
PARA A QUARESMA.
Um lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas e de todas as quaidades.
Panno fino prelo a :iSO00. 3JB0O. 4500, 53500 e
63000 rs., dilo azul a 23800, 33200 e 43000 rs., dilo
verde a 23800, 'JS600, 43500 e SJOOO rs. o covado,
casemira prela entestada a 53500 o corle, dila fran-
ceza muito lina e elstica a 73500,83000e 03000 rs.,
setim preto macn muilo superior a 33200, 43000 e
53500 o covado, merino prelo muito bom a 33200 o
covado, sarja prela muilo boa a 23000 rs. o covado.
dila hespanhola a 23000 o covado, veos prelos de Ol
do linho, la\ rados. moito grandes, fil prelo lavrado
a 480 a rara, e oulras omitas fazendas de bom goslo;
na rua do Crespo, loja da esquina que volta para a
Cadei .
B POTASSA RRAS1LEIRA.
^ Vende-se superior potassa, fa-
(&, bricada no Itio de Janeiro, che-
aft gada recentemente,, recommen-
S. da-se aos senliores de engenho os .,*,
3? seus bons ell'eitos ja' experimen- Jg
w tados : na rua da Cruz n.-20, aiv-
4g) mazem de L. Leconte Feron. &
Companhia.
DWIDWII.M\M ROWMAN, enaenhciro raa-
chinisla c fundidor'r'e ferro, mui respeitosamcule
aunuucia aos senhoi 'es proprielanos de engenhos,
fazendeiros, c ao resp-!ave' publico, que o seu esla-
belecimenlo de ferro mov'idopor machina de vapor,
naruadoBrum passand <"> ehaTaiw, continua em
effeclivo excreicio, es< ?c' na completamente montado
com apparelbos da prim "ira qualidade para a per-
feila confccca das maior. M P^3* de maehmismo.
Hbililadpara empre ,,e"der quaesquer obras da
sua arte, David Williain Bowman, deseja mais par-
ticularmente chamar a at lensa publica para as se-
guinles, por ler dellas gra n<1e sortimento ja promp-
lo.em deposito na mesma fnndica, as quaes cons-
truidas emsna fabrica pod em competir com as fabri-
cadas em paiz estranseiro Unto em.preco como em,
qualidade de materias primas e mao de obra, a
Machinas de vapor dan *n conslrocao. ,
Moendas decannapara engenhos de lodosos la-
manhos, movidas a vapor por agua, on animaes.
Rodas de agua, moinhos de ven loe serras.
Manejos independenles; para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzes e.ch umaceiras*
CavilhOeseparafusosde' todosostamanhos. .
Taixas, pares, crivos e I >c*? de Curnallia.
Moinhos de mandioca. 1 "vidos a mao 01 porani-
maes, e prensas para a dila .
Chapas de foaaO e fornof de forraba.
Canosde ferro, tornelras de ferro e de bronze.
Bombas ;para cacimba de repuxo, movidas a
man, por animaos ou vento
Guindastes, guinchse r nacacos.
Prensas hvdranlicas di: parafuso.
Ferragens'para navios, c arrose obras publicas.
Columnas, varandas. gr^ 'des e porlOes.
Prensas de copiar cartas] e sellar.
Camas, carros de maOeaoos de ferro, etc., etc.
Alm da superioridade das suas obras, ja gcral-
mente reconhecida, David >V illiam Bowman garante
a mais exacta conformida erom< moldes e dese-
nhos remellidos pelos seu ,ore. qne se dignaren! de
fazer-lhe encommendas, ai 'roveilando a occasiaO pa-
ra agradecer aos seus num erosos amigse freguezes
a preferencia com que les"1 s|d pof elles honrado,
e assegura-lhes qoe naO p aupara esforcose diligen-
cias para conliunar amere1 a 8Ua conhanca.
Vende-se ua ruaNo-'3' BaMr Pernambucaiio
n. 33, camizinhas de mea abonas, para recemnas-
cidos, pelo diminuto- preco Je 63000 rs. a duzia, a el-
las aules que se acabem. ._._____(
Oleo de buhara em botijas.
V'eiule-se na botica de Barlholomeu ". de Sonza
na rua larga do Rosario n. 36.
FUNDICO' D AURORA.
Na rundicao d'Aurora acha-se conafi
iiiiplelo sortimento. de machinas
illa como de baixa pressao de inodell
provados. Tambera se apromplam de
de qualquer forma que se possam'd
aior presteza. Habis omciaes serao
ira as ir assenlar, e os fabricantes como U
oslume aliancam o perfeitIrabalho dellas, e i
lonsaliilisara^or qualquer defeito que possa
ipparecer durante a primeira salra. Muilas machi-
nas de vapor construidas ueste cslabelecimenlo tem,
estado em constante servico nesla provincia 10, 12,
e ale 16 anuos, e apenas lem exigido mui iosgnili-
canle-. reparos, e aigumas al nenhuns absolutamen-
te, aerrescendo que o consumnio do conbuslivel he
mui inconsideravel.' Os senliores de engenho, pois,
e oulras quaesquer pessoas que precisarm de raa-
chinismosao respeilosamenle convidado*
estabelecimento em Sanio Amaro.
m (^SUTORIO HOMEOFJlTHICO
M. P. A. LOBO IflSCOZO.
\ ende-se a melhor de lodas as obras de medicina
Tioinopalhica %& O NOVO MANUAL BO DR.
JAI1R -gr tradiizido em porluguez pelo Dr.P.
A. Lobo Moscozo, coolendo um accresciino d
porlanlesexplicacoes sobre a applicarSo das de
dieta, ele., ele. pelo traductor : quatro volom
cademados em dous
Diccioua'rio dos termos de medicina, cirurzia. ai
lomia, pharmgcia, etr pelo Dr. Moscozo: ei
nado
Urna rarteflra de 2i m camenloscom d
cds dejiicuras indispens. ca
JUU'dc 36.....
Dita, r'e 48 .
Urna de 60tubnscm 6 f >s de linduras. ,';
Dila de 114 cora (i dilos -.......__
Cada carleira he acomp, hada de um
das duas obras cima mciu- '3-.-i
Carleiras de 24 tubos peqj ...os para
boira .........
Ditasde48 ditos ...... i
Tubos avulsos de glbulos .
Frascos ile raeiaonca delinclura .
Ha tambera para vender grande quanlid;
tubos de cryslal muilo lino, vasios e de diversos ta-
manhos.
A superioridade desles medicamenlos est boje por
lodos reconhecida, e por isso dispensa loa
N. B. Os senhores que assignaram oucpm
obra do JAlllt, antes de publicado o 4' volme, pi -
dem man'dar receber esle, que sera entrega
augmento depreco.
Vende-se om braco de bannea Romao era per-
feito estado, um cauau grande para a
Iros mais pertences de taberna, assim ci
lano de folha'comu de pao, um lernu de pesos, de
libras a ,'.' quarta ; no aterro da Boa-Visla, taber-
na n. 49.
Redes acolchoadus,
brancas ede cores de um s panno, moito grandes e
de bom goslo : vendem-se na rua do Crespo, loja da
esquina qne volta para a cadeia.
SgQQB
ESCRAVOS FGIDOS.
Fa/.endas de
}g$ Na loja do sobrado an irello.nosqualrocan-
8 los da rua do Quema. lo 11. 29, vendem-se j
corles de vestido prelo I lordados, setim maco 1
proprio prra vestido, v Iludo prelo superior;
para dilo, a verdadeira sarja de seda hespa- 1
iiliohi, los prelosileseda bordados, maulas de
seda dilas, meias prela de seda de peso, su-
perior panno preto ngl'ez e fmiccz prova de
limao, casemira preta elasiica mnilo lina,
corles de collete de velludo prelo com palmas
S bordados de relroz, o ra. lis rico possivel, dilos
3 de casemira prela bordtidos, ditos de setim ti-
W lie lavrado, e oulras 11: uilas fazendas de gos-
Ik lo que se vendem por | ireco de agradar aos
compradores.
um grande sortimento
de fabrica nacional
Vendem-se pregos americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e aivaiade de /.ineo, superior quali-
dade, por precos commodos : na rua do
Trapiche Novo n. 1G.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundico' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de JMaiinha ha", sempre
de taiehas tanto
como estraugeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e finidas ; e em ambos os logares
etisleni qi|indnxles, para carregar ca-
noas, 011 carros tivres de despeza. Os
precos sao' os mais commodos.
Vende-se um grande silio na estrada dos Afili-
los, quas defronle da igreja, o qual lem muilas ar-
vores de fruclas. Ierras de planlces, baixa pa(a
capim, c casa de vivencia, com baslantes commo-
dos : quem o pretender dirija-se ao mesmo. sitio a
entender-se com o Sr. Antonio Manoel de MosaeS
Mosquita Pimenlel, ou a rua do Crespo n. 13, no
esiiiplorio dopadre Anlojiio da Cunha e Fignci-
redo.
-Vende-se em casa de S. P. Jonh-
ton & Companhia, na rita da Senzala Nos
va 11. M.
Vinb do Porto, superior qualidade, en-
garrafado, fc,
Vinho Cherv, em barris de quarto.
Sellins para" montara, de hornera, e
nhora.
Vaquetas di; lustre para coberta de car:
Rlogios de uro patente inglez.
Na rua daCjnz n. 15, segnndn
dem-se 179 pare* de columos de cor
400 dilos br.-inros e 50 ditos de lAius;
preco commodo. / ^^
Vendem-se lonas, brinzw, hrins^fc^eiag lo-
'. as da Rassia : no armazem de N, 0,-% euer j
Cnnipaiihi, na rua da Cruz n. 4. ^ ,
Os amadoi
cmcasadeB
11. 10, ura gra
pianos.de dille
las vozes, que
mo toda a o-
)S.
acham conlinuadamenle
: Companhia, rua da Cruz
1 de pianos fortes e Cortea
os, boa conslruccao e bel-
iodicos precos; assim co-
1 -lmenlos para msica.
dea 11 x.
nhia, rua da Cruz ni 10,
Julien e M. margol, cm
rcconimeudam per suas
nara vender ara-
ior nnaliilade.
Brur
recebe,
caixas de .
boas qualidauvs.
ARADOS Z FERRO.
Na fundico' de Starr. & C. em
Santo Amaro acha-se
tos de ferro de supe ior qi
M()i:\D\S SUPF.RIOKKS.
Na fundico de C. Sla rr A-.^o.iipanhia
eiu Sanio Amaro, aclis .-se para' vender
moendas de caimas todas de ferro, de um
modello e cons-uccao m uito superiores.
Couro de.lus tre
de boa qualidade; vende-se pe r menos do queem
oulra qualquer parle para liquid. ir conlas: na rua da
M Obras de 011
como sejam: aderecos e meiosdi
eos, alliiieles, botOes, anneis. coi
ele. ele, do oais moderno gaslo
da Cruz n. 10, casa de Brnnn Pr a
ANT1GHDADE E PfpE3
A
MIIU rt r.
s, braceletes, hrin-
nles para rlogios,
vendem-se na rua
ger & Companhia.
IOKIDADE
SALSAPA1
1.
E BR1STOL
ven
luslre
udo por
HA
sobre .
PARRlLHl DES^DS-
.. SALSA PARRILHA DE Bh ,i(j a sua re_
de 1S, c lera couslanlemenle m.i.rer .,0ll,.l0S0i
planlo sera necessidade de recoir meril0 podPm
anuuucios, de que as preparares d- jjmsxOL lem
dispensar-sc. O successo do Dr ^lras, as ,|os
provocado infinilas nvejas, e, enli'.j. pr0.,;ir;idore-
Srs. A. K. I). Sands, de ^-VoiV^^^' ,0 lI0S
e proprii'lanos da salsa parrilha con'
me de Sands. .u)e SaI< )ar.
Estes senliores snlicilaram a agenc !SC)n 0i,|er, fa.
rilha de Brislol, eromo nSO -o pod
bricarara urna imitoeBotie Brislol,
Desappareceu na madrugada do dia 6 do cor-
renle de um sitio na estrada dos Afflictos indo roon-
tado'cm um cavallo que liroo da estribara de seu se-
nhor. o escravo Joaquim, com os signaos seguinles :
pardo, cara bexigosa, feices regulares, cabellos cres-
pos e grandes, olhos um tanlo encarnicados", U
estatura baila, idade de mais de 30 annos, lene bra-
co direilo um lano curvo por ler sido quebrado, om
dos dedos mininos encolhido, 'proveniente de urna
culilaila, intima de valenta, lem as pernas finas e
arqueadas, e gusta de andar calcado;
de algodao riscado azul, caifa de liria i hranco,
jaqueta da mesma fazeyda. e qoa^^H
dado, e chapeo prelo ; sendo os signa
era que foi montado os sesuinles :2^H
Trente aberta, bebeem branco, pcq^^H
lado, calcado de todos os 4 ps. carrea
de passo, temiera nm dos quarlos o fen
senla ura A e N pegado, eesl cm boas carne*
poe-se ler ido eiu ossu e com cabreslo : rog
tanto, a lodas as pessoas e autoridades que
possam ler nolieia, ou de quem possa ai
o obsequio de manda-feo prender ecouduzirac
do sillo, na estrada dos AQlclos, que se salisfaru lo^
das as despejas, e muilo se agradecer oobsequtyfi
no becco do Carioca n. 9.
Desappareceu ao ainaiilicccrjte-dia i. di
rente mez de marco, o cscca.o," crioulo, de noroe
Marcos, comoniciojit-pedrJro, o lem o ai;
Syinles^eslaf^fg mais que regular, corpo
bem feilo de ps e mSos, roslo descarnado,
arailes, sobrancelhas bem fechadas, bocea e naris
"regulares, beicos grossos, denles alvos
pouca barba, porm usa desuissas que acompaubam
abaixo do queixu, lein.oma cicatriz ao pt
junto a urna das claviculas, cuja cicatriz pode
ser vista mandando-se-lhe desatacar o cellrioho, pa-
recendo assim ler sido proveniente de bala ou pu-
nhal; cosluma andar vestido de calca e jaque
peo preto ou de palha do Chile de abas larga;
escravo foi da Paralaba d'oinM^H
roga-sc. porlanlo, as autoridades ffcllciae e:
de campo o apprehenderem e lava-lo aos A|
a Joao Francisco do Reg Maia, ou nao
ruada Cadeia em Sanio Antonio u. 5, aoncjl
recompensados com generosidade.
Conliiua a estar fgido desde o di
zembro de 1853 escravo Antonio, de id
anuos, |Kiuco mais ou menos, estatura regular, per-
nas linas, roslo bastante descarnado, ji pinla de ca-
bellos hranros, pouca barba, nariz chalo, tem urna
cicatriz na Tonle procurando o roslo, que par
sido qiieimadura.heosignal maisvistvel que .pude
aprrsenlar ; deseo lia-se estar Irabaihando a alguein
a lilulo de pasar semana, dizem que j Irabalhou no
sitio chamado Fazenda, para parle de Boa-Viagem,
corlando lenha : por isso roga-se a qualqifyiessua
do povo, capilaes de campe ou autoridades pon
que o prendara, ou quera delle der noticia i
son senhor Francisco Cavalcanli de Albuquerqo
rua do l.ivramenlo, loja n. H, ser generusan'"
craliiicado.
'.Esl fgido desde a nuile de 18 de fevereiro,
prelo, rrioulo, de nomc Manoel, eslalur regular.,
cheio do corpo, cara beiigosa, com falla de qualro.
denles na frente superior: roga-se a quem o pegar";
leve a fabrica de caldeireiro, rua do Hrnra n. 2S,quia
sera recompensado.
Un sitio das Roseiras do major Joaquim E
le Maura, desappareceu no dia -~ do lido mn
fevereiro do rorrele auno, 11 sen escravo Ad;io<.uif-
la-IVira, mo oilirial de sapaleiro, rom os sitnai
guildes : estatura mediana, cor fula, nar.iz inuif)
chato c grosso na pona, muilo brulo ira fallar, fei^
de cara, e principia a barbar, lem as maos bstanle*!
calosas de aperlar a linha doofficio do sapaleiro, I
discpulo do mostr Vrenlo ; quem o pegar 00 delU
souber. dirija-se ao dilo sitio que.era bemrecom-!|
pensado.
Est Cocido desde o da- 18 de Cevereiro o prel--3
Manoel, crioulo, de idade 30 anuos, baivo, grossso d
corpo, com marcas de bevgas no roslo e fallas de
denles na parle superior ; desionfia-sp ler ido para o
Cabo: roga-se a quem o pecar ou delle der noticia,
dirija-se 1 rua do Jlrum n. 28, fabrica de caldeireiro,
quesera recompensado.
O abaiso assiguado gratifica com .ri0S0nOrs. .1
quem apprehcnder a sua escrava. rrioula, de nome
Auna, que Uesappareceu no dial.) de fevereiro pr-
ximo findo, lendo ido vender Cructas em ura tabolei-
ro, a qual lem os signaes seguinles: 40 e laitos an-
uos, e representa ler mais idade pela falta de denles,
pelo que lem as bochcchns meitidns para dentro, e o
beiros abalidos, altura regular e niaara.cdriim pouco
l'ul.barrigaumpoiicoqnebradaparjifra.umas raarca
de Toveiro em urna ou ambas as pernas junloao lor-
nozelo, os dedos mnimos dos pos torios para osla-
dos, loma labaco c gosla de a.euardinte ; levou ves
tido de chita e panno da Costa usados, h provavel
que esleja ocrulla nesta praja on mesmo rara : quem
a levar a estrada nova, adianle da Magdalena, pri-
me-ira casa' azul, recebefci a quanlia cima olTeitcida.
Joao Antonio l'illa-Secca.
rmi^-Tff. I". Ferta.-lW.


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