Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01837


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Full Text
o nx. N. 55.
.

es adiantados 4,000.
Por 3
QUARTA FEIRA 8 DE UJ
Por Armo ad
[JADOS ,D A SUBSCRIPCAO'.
^ ario M. F. de Faria; Rio de- Ja-
S^Pereira Martin; Bahia, o Sr. F.
Sr.Joaquim Bernardo de Men-
, o Sr. Jos Rodrigues da Costa; Na-
uim Ignacio Pereira; Aracaty, Sr.
Braga; Caer, o Sr. Victoriano
Maraaho, o Sr. Joaquira Marques
Rodrigues; Pr, o Sr. Justino Jos Ramos.
"""
Sobre Londres 28 1/4 a 28 3/8 por 10O
Paris, 340a 345rs. por i f.
Lisboa, 95 prcente.
Rio de Janeiro, a 2 por 0/0 de rebate.
Accoes do banco 10 O/o de premio.
da companhia de Beberibe o par.
da companhia de segur* ao par.
Disconlo de lettras de 11 a-12Tle*ebaie.
Ouro.
METAES.
Oneas hespanholas. 2855500 a 295OOO
Moedas de 655400 velhas. 1655000
de 655400 novas. 1655000
de 45OOO. ..... 95OOO
Prala. Patacoes brasileiros..... 19930
Pesos columnarios......155930
mexicanos...... 155800
PARTE OfriCUL.
S
WMTERIO DA JUSTINA.
da juatic.. Rio de Janei-
ro, Id de fevereiro de 1854.
e Rvm. Sr. S. M. o Imperador, a quem
a propona de V. Exc. para lentes das
) no seminario episcopal dessa din-
Xtfs n. 1-273 de 21 de novembro
por bem approvar para servi-
rero per lempo de tres annos:
O padre-meslre Fr. Antonio de San Camilla de
g^iWU^.Hngw latina,
lymundo de Souza Bandeira,
V" .eographia.
erieoMiKtao de Freitas Guimaracs.
i Antonio de Figoeiredo, para a de
pliilosopliia racional e moral.
s Manoel Jos da Trindade, para a
o historia sagrada e ecclesiastica.
wtre Dr. Joaquim Francisco de Faria,
para a de thenlogia dogmtica.
meslre bacharel Maboel Tdomaz de Oli
veira, pata, a de Ideologa moral.
arel padre Antonio da Cuntid Figuciredo,
par a de inslilniroe cannicas.
[I padre Jota Antonio Pereira Ibiapina,
para a de eloquencia sagrada.
eslre Fr. Luis da Encaroarao Moreira,
para a do liturgia.
I V. Exc. /oi Thomaz Sabuco de
Araujo. Sr. bispo d Pernambuco.
UN BA PROVINCIA.
* te dli 6 narco da I8M.
Exm. marechal commandante das ar-
commeiidando a expedicao de suas ordens pa-
la commandante da goarda da cadeia de I a ri-
empre qne lite ftirrequsitado peto res-
carcerero.du praras da mesma guarda, pa-
ir qualquer preso que por ventora le-
do presenra das autoridades dcs-
IWWifi^eNao chefejJ4.Polifci".r "
for das obras p"bli:as,commanican-
im. presidente do Ceara participado.
INTERIOR.
PARTIDAS DOS COR
Olinda, todos os dias.
Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas sextas feiras.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
. PREAMAR DE IIO.IK.
Primeira as 11 horas e 42 minutos da manha.
Segunda s 12 horas e 6 minutos da tarde.
C*
**
i.
-<">-
-
lia de 7208000, importancia das seis
5 expreraer mandioca, que foram envia-
du para, aquella provincia no vapor fa/liana.
efe de polica.Iraasliltindo por copia n
:olar de 26 de Janeiro ultimo, pelo qual o
ixm. Sr. ministro dos negocios estrangeiros autori-
dencia a attender, no caso de seren justas,
sque houvcrem de fazer os consoles
isgles estrangeiros, por ler sido ind'evida-
utado para o. exercito ou marinha impe-
rial algam dos seus compatriotas.
,o inspector da Ihesouraria provincial, in-
I de liaver aulorisado ao director das obras
i rceber provisoriamente os concert da
Borda matriz de Santo Amaro de Jaboalao,
le arrematanteManoel Ferrcira dos San-
tal, e reeommendando que, de conformi-
B ana auformarao,mande incluir no quadro
la passiva a imporlancia das prestarles,
cionado arreraalante tem direilo, alim de
er pagaquando a assembla legislativa provin-
arcar quota para essa despeza.Oftlciou-se
isostejjejiido ao referido director.
-A Francisco Miguel de Siqueira, declarando
ndo Smc. al o presente servido bem o lu-
adelogado do primeiro districto da fregu-
ngazeira, nenhuma razan lia para ser demit-
io mesmo lugar, como solicita; podendo porem
achar-se presentemente doenle pastar oexercicio
carao ao supplenle immediato, durante o
or preciso para tratar de sua saude.
i ju7. d paz do primeiro anno da villa
un, dizendo ficar sciente dos motivos por
ti de realisar-se un dia por lei designado, a
fc>I da junta qualificadora, daquella freguezia,
leudando, que proceda immediatamente a
lodos cleitores fim de que se forme a jaula
aO dias depois do respectivos edilaes.
a1A junta qualiliridora de fUmli.accusando
recebida a copia da lista dos cidadaos qualilicados
i 'aquella freguezia, a qual devia vir assig-
,verso de cada follia por todos df memliros da
ia'di junta, o que compre ser observado para
6 futuro.
mar municipal da Boa-Vista, dizendo
copias que remelle, as qoaes foram minis*
l thesouraria provincial, responde ao seu
le estado de ruina em que se acha a
igreja matriz daquella villa.
a municipal de Caruar, dizendo
ifado de havercm sido arrematados em has-
aosdiversos imqpstos, que constilunm a re-
luella niaanicipalidade, ua importancia de
Lra., e declarando que approva semellianle
RIO DE JANEIRO.
Por decretos de 15 de fevereiro:
Foi removido o juiz municipal ene orplios Wen-
ceslao Antonio Pires Uiqoitinhonha do termo de Tres
Ponas para o de Curvcllo, em Minas (jeraes.
Foi reconduzido o bacharel Miguel (oncalves Li-
ma no lugar de juiz municipal e de orpl,Sos do termo
da Boa-Visla, da provincia de Pernambuco.
- Foi exonerado Manoel Francisco Albcrniz do cargo
de seguudo supplenle do ubdelegadr/da freguezia
de Sania Anua desla Cl
Foi nomeado Eduardo Augusto liibciro parTo
go cima.
Por decreto de 17do mesmomez foram nomeados:
Major commandante do esq'uadrao de cava I laa de
guarda nacional da capital da Baha, Francisco An-
tonio de Sampaio Vianna.
Commandanle superior da guarda nacional do mu-
nicipio de Alagoinha, da mesma proviuria, Jos Joa-
quim Leal.
Chefe do eslado-maior da mesma guarda nacional,
Manoel Pinto da Rocha.
Teuenles-coroneis commandantos dos dous bata-
Inoef de infamara difo dito, Antonio Teixeira I.eal e
Manoel Teixeira Leal. .
Major commandante da secro de balalhao da reser-
va, dito dito, Jos Moreira de Uirvalho Reg.
Capilao secretariu-geral do caminando superior da
guarda nacional de S.- Francisco, da mesma provin-
cia, ConutancioJos deQueiroz.
'Capilao quartel-mestre do mesmo commando supe-
rior, Alexandrino Antonio de Teive.
Teiicnte-coroiial commandante do batolhao da re-
serva da guarda nacional do Rio deConlas, da mesma
provincia, Manoel Joaqnim Pereira de Castro.
Major commandante da secrao de balalliao da re-
serva da guarda nacional do muoicipio de Jaguaripe,
da mesma provincia, Ignacio da Silva Lisboa..
Major commandante da serro de balalhao da re-
serva da guarda nacional da villa de Sania Isabel de
Paraguass, da mesma provincia, Rogerio Guandes
Mineiro. _
Majr coMmandanle da secro ue balalhao da re-
seHa4fi^{r.uarda nacional da villa Nova da Rainha,
da mesma provincia, o capilao Joao Avelino Pereira-
Uarle.
(.ommandantc superior da guarda nacional de Na-
saes^jsaris:!.0:".......*^*ts=;tsks:
Lopes l.lma.
Chefe do esUdo-maior di lo dilorJuaquim Cavalcan-
ti dcAlbuqucrque e Mello.
Tcncnle-coroncl commandante do primeiro bala-
lhao de infamara dilo dito, Herculano Francisco
Bandeira.
Teneiile-coronel commandante do segundo balalhao
dilo dilo, Mauoel Carneire Cavalcanti de Albuquer-
que I.a cerda. "
TehenkH-oroiiel commandante do terciro balalhao
dil dilo, Joo Cavalcanli Mauricio Wanderley.
Major commandanle da secrao de balalhao da re-
serva dito dilo, Amar" Comes de Oliveira.
Commandanle superior, da guarda nacional do
l.imociro, da n.esiha provincia, Jos Correa de Oli-
veira.
Chee deeslado-maiozdilo dito, Antonio Gomes da
Silv.a Cumar.
lenle-coronel commandante do primeiro ba-
lalhao dilo dito, Francisco Lopes de Vaseoncellos
Galvo.
Major commandante u -secro de balalhao.da re-
serva dilo dilo, Joao Ferreira Nepomuceno.
Commandanto superior da guarda uaciohal do Pao.
d'Allio, da mesma provincia, Fraucisco do Reg Al-
buquerque.
Chefe de estado-maior dito dilo, Luiz de Albuquer-
que Marauhao.
Tenente-coronel commandanle do primeiro bala-
lhao dilo dilo, Jos Correa de Mello Jnior.
Tenenle-corond commandante do segundo ba-
lalhao dito dilo, Severiuo Gaudencio Furlado de Men-
lonra.
Major commandante da secro de balalhao da re-
serva dito dilo, Manoel Fraucisco Ramos.
Commandanle superior da guarda nacional de San-'
to Anlo, ila iqesma provincia, Manoel Thom de
Jess.
Chefe do eslado-maior dilo dito, o coronel Jos Ca-
valcanli Ferrazde Azevedo.
Tenente-coronel commandanle do primeiro. bata-
Iho dilo dilo, Francisco de Barros Correa.
leneulc-coronel commandanle do seguudo balalhao
dilo dito, Uenrique Marques Lins.
Tenente-coronel commandante do lerceiro balalhao
dilo dito, Manoel Goucalves Pereira Lima.
Tenente-coronel commandanle do balalhao da re-
serva dilo dito, Marianno Xavier Caroeiro da Cunha.
MINAS GERAES.
Ouro-Preto4-2 de fevereiro de 1854. -
Continuam as noticias de desinlelligencias entre as
autoridades doidistrictoslimilrophes desla provincia
com a do Rio de Janeiro, pelo lado do Presidio.
As divisas entre os municipios de Campos e Presi-
dio foram por largo lempo contestadas; o governo im-
perial suppz que evitara essas conleslacfies estabe-
leceodo urna divisa provisoria, que he a determina-
da pelo decreto de 19 de maio de 1843. Segundo
esse decreto a divisa comeca pela foz do riacho Pre-
petinga, no Parahv lia, subindo pelo dito Prepenga
"cima at ao ponto frooleiro i barra do ribeirao San-
no_Pomba.-edahi por nma lilweciTa"
dita barra do Sanio AntoiioTi8SIe'ldo Pglo ribeirao
cima al a serra denominada SapcV onio, e dalii
aum lugar do rio Muriah, chamado Pociando,
correndo pela serra do Gaviao al a raclioeira dos
Tombos, no rio Caraogola, e seguindo a serra do
Carangola "al enconlrar a pruviiicia do Espirito-
Santo.
Para quem encara desspaixonadamente a queslao
a linha divisoria he muilo visivel, pois sao conlie-
cdos os pontos por onde ella deve passar ; mas o
mesmo nao acontece aquel les qne de ludo querern ti-
rar partido a bem de seos commodos ou de suas
paixoes.
A parle da divisa da serra do Gaviao em dianle he
vivamente contestada por alguns individuos que de-
sejam prestar obediencia s autoridades de Campos e
infelizmente apoiadus por eslas ;assim que entndem
que o arraial de Nona Senliora da Conceieo dos
Tombos, aclualmenle freguezia creada por esla pror
vincia, e que demora aquem da divisa, ou antea
quem de um dos principaes pontos poroude ella pas-
sa, a cachoeira dos Tombos perlence i provincia do
Ro de Janeiro ; pois scnSo peosam assim he inqua-
lificavel o procedimento do subdelegado do segundo
dislricto dos Guarulhos quando estende a sua juris-
dicQo al aquelle arraial.
Alm dos fados que j lie annunciei e provam o
quevai enunciado.acrescenlare maisoutros. Aquel-
le sulMletegado mamjp-preder no arraial dos Tom-
os, dos quaes um era oflicial de jus-
tca da subdelegada mineira, e otitro inspector de
quarlerao, e l eslao jazendo ha raais de dous mezes
as cadeias de Campos, edizem-mjB que sem culpa
formada.
A piesidencia, noinluilo de evitar conflictos, e o
chefe de polica, nao fazem seno recominendar s au-
toridades mineiras que evilem represalias ; queserao
responsaveis por ludo quanlo occorrer por se have-
rem desviado da linha de proceder que Ihes lem sido
tragada. ;
Mas as cousas nao pdem conlinuar no estado era
queseacham ; cumpre que a autoridade inlervenha.
e inlervenha quanlo anles,* no intuito de acabar de
urna vez com (aes desaguisados, que em lugares lao
ermos pdem converler-se em lerriveis allentado.
Esperamos do goveruo imperial remedio prompto
e eOicaz, como costurna applicar as publicas necessi-
dades. '
Acaba de chegara esla cidade o Sr. Halfeld, de
volladas suas oxplorac,oes do S. Francisco que Ihe
foram incumbidas.
Ju parlio para o Sabara o engenhero Martiniere,
commissionado pela presidencia para explorar o rio
das Velhas al i Barra, lagar em que se tanca no
S. Francisco, no municipio de Montes-Claros da For.
miga, e nao do Curvello, como Ihe disse em outra
Se o rio fr considerado navegavel, como suppo-
nho, podemos ter por va de um barco a vapor, no-
ticias muilo breves da Januaria, e as grandes distan-
cias da provincia de Minas por aqudle lado terse
desapparecido. (Carta particular.,!
Tribunal do Commwtio, segundas e quintasfeiras.
Relaco, (arcas feiras e aljbados.
Fazenda, tercas-e sexlas feinfc s 10 horas.
fui? ue Qrphaos, segundas c qualas s*10 horas.
i.* vara do civel, segundas e sextas ao meio dia.
2-' vara do dw, quaiias e sabbados aq meio dia.
Mani 6 Quarto crescente as 4 horas, 41 minu-
to* 48 segundos da tarde.
14 Luacheiaas4 horas, 14 minutos e
48 segundos df tarde.
21 Quarto minguante as 3 horas 43
minnlos e 48 segundos da larde.
28 La ijova as 2 horas, 20 minutos e %
48 segundos da tarde.
6
'I
8.03
9,0 io Sea
11 Sabb

der fallar de scieneia propria sem que corra perlgo
de cahir nas.esparrellas de que lem sido victima o
collega do Mercantil, e quem desejo melliores infor-
mantes, mrmente quando se trata ila topographia
do nosso S. Paulo.
Cahio a final o grande coiosso policial. Ja nao
existe a autoridade typo, personalsar;So da vigilancia
e energa; baqucou por entre a glora qne deixou no
termo da viagem, abandonando a seguranca e tran-
quillidade do cidadao a quem mais coragem liver
para carregar vara de ferrado delegado de polica.
Foi coro efteito desrilnido o Dr. Furlado, deixando
na carreira de sua administrarlo, de nm lado, urna
Sode inimigos,fulminados por sua justica, que
applauderrrsliijai2ucda; e do oulro, a grande massa
de cidadaos imparciafe^'c lamenlam a retirada da
sehlinella a vaneada de 9oa"'i'Safanca social.
Esla autoridade deixou registrada as pagii*4 da
historia dadelegacia ser.vicosde natureza tal oue 1""
mas serao obliterados: o povo inleiro da cap18' fal"
la assim em seu favor, e eo, que devo ser o ^'10 o>
aconlecimeutos que aqu se do, posso assev(!rar-,lie
que, seno agora, pelo menos dentro em bi'evc *
dir que a destiluico deste hornera foi urna calami-
dade para nos todos. Collocado cima das paxes
polticas que aqui se debalem no campo polilip0' a
sua iinparcialidade eslava longe de encalhar nai s>r-
tesqueahi vo pelos mares partidarios. Ho?"em
de vontade (irme, de aclividade rara, velava na oh-
grandes quanlias para compra de loucinhos que se
venderam ao povo pelo cusi.
A Honra contestn a parle que esle preslanle
cidadao acaba de tomar no soccorro ao povo, c des-
te modo procura desmentir a noticia que Ihe trans-
mitli. Felizmente a Honra nao sabe o que escre-
veu, e scniprc saio victorioso quando comprovou o
que noticio.
Assevero que o Sr. Ribeiro adianlou urna gran-
de quantia para a-compra em quesUto. Eis como
se explica o fado:
O toudiiho comprado por ordem do governo em
29 do Janeiro subi a 170 arrobas' c 26 libras, que
orc.ram era 1:3669500. Foi enl regu ao Sr. Anto-
nio Jos Dias Leite, talvez o primeiro negociante
que tem desenvolvido seu zelo em favor do povo
ua emergencia actual. Esle senhor se encarregou
da dislriburao pelas familias que procurasem. O
Sr. Biboiro adianlou a quanlia citada, visto qne
nao se poda de prompto pagar pela thesouraria, de
onde nao sabe um real sem que se cumpram as
formalidades e tramites legaes.. lsto gaslava lempo,
e o Sr. Ribeiro, quercodo facililar a provideucia,
adianlou a quantia, que depois recebcu do governo.
Esla he a verdad: claudicou pois a honra, i quem
declaro que quando ncsla correspondencia se pu-
blicar um fado, pdc uellc acreditar, poU que
nao vai a publicida.lc sem que eu o verifique, para
que nao me succeda o que- agora se passa com o
desmentido que nos qniz dar.. Seu lito foi lalvfez
obscorecer o mrito do Sr. Ribeiro; mas ticou bal.
do sen intento pois esto provado que a esle se-
nhor deve a |>opulacao bem grande beneficio na po-
ca actual, em qne a pobreza soffre os horrores da
fome.
.
<:
FOLHETIM.
OSNET0SDEL0\ELACI0.(*)
(Par Araoae* Aefcar.)
CHA PHYSIONOMIA PARISIENSE.
Conlnuacao.l
Trea ilWll|iaudesse -tnnibre Bm;Fanslina ves-
Iw4e para um baH. Seu anim^ qual sorpren-
il-a tirando as meias de seda cmio'asAttdaliiza (|a
rancSo, nao pode reter um gesto de surnreza e ei-
ctoaaoa: '
Oh j:
Sim, dise da. vnwtc Irala-me romo iirosliluta
eu obra como prostituta':
ro de Fauslina eslava nessas palavras.
nulo abaxuu cabeca. \encido por essa fri
cao, elle quiz tirar Fauslina do abvsum, em
a que eu amor a laucara, e sua' resoluco
eo ella lornou-se decisiva. At enlo a
m da familia o linha retido.
lempo depois do ter escripia a os pren-
le etj ando-lhes seu pnijedu, Mauricio ala-
lupor, que ap.inl.aia ao shir de um
meneo no lim de quarenta e oitu'horas,
i crioillo, o correspondente /nandnu por o
eu aposento,' donde ex'piilsrfi Fauslina, a
von de Sua opnlcnciaYisada seno a-
gdw (ornados pressa c jfjruns luizes,
Depois de ouvida a secciio de jUslita do conselho
de eslado loram mandadas execular as sentenras de
morlc impostas sos reos Malaqoias, pelo jury do ter-
mo de llrasanra, em S. Paulo ; Joaquim, pelo jury
de S. Jos dos f inliaes, da mesma provincia, e Cy-
priano Ferreira, pelo jory de Monte-Santo, na
Bahia.
in posto op
que
la carreira, e conli-
que compunliam a sociedade
'irsiu familia associr
!e agente de cambio.
c.ilouascces-
rua do Monl-
por mez, c o
-sokrar seu
da. e
por lo.to
rn.
rendas, que Uajam vestidos de seda desbotada, ve-
Ihos chapeos amarroladoe. diales immundos e sapa-
los rolos, vendedoras do roupa velha, que vendem
um pouco de ludo.
Fauslina almurava um pao de u.m sold, e veslia
casemiras.
Sua consliluiran forle e nervosa sustentou-a nessa
uiizeravel existencias^-
Foi nessa pee'de sua vida, durante a qual Faus-
lina sundava' com toda a profundeza de sua guda
os ah\sinos de Paris, que Mr. de Vauvilliers encon-
Irou-a. /
A eleswncia nativa, e exquisita distinecao de Faus-
lina fizaram-llic impressiio. Ella linha esse espirito
vivo e/ousado.'que agrada muilas vezes, e essa .'rara
provocaule, que realca as menores cousas. Tocava
piano com mulla negligencia para fazer crer que pn-
dia/locar muilo bem; canlaVa com voz entoada e so-
inura as canroes de Alfredo de Miisset postas em mu-
ra por Moupou ; tal lava de linio esobre ludo cu-
lo mulher-que abe um pouco de ludo; era. segun-
do a hora o a circunstancia, sirhpies e digna romo
urna lidnlga, extravagante e temeraria rumo um des-
carregador de lenha. .
Enoautodo de enconlrar urna prostituta, que linlia
as veiassangue ile Marin Deforme. Armand limu-a
da eslalagem, e alnjou-a em urna casa da ra Sainl-
Lasare, ruja mobilia fura posta venda por urna ac-
triz que a Russia rouhava ao Ihealro das variedades.
Fauslina pizna em tapetes deAuhusson, dormio
entre cortinados de seda ; mas esle lino nao a sor-
prenden, poissnnlia-sc uascida para viver nelle.
linha-se ramilirisado com elle antes de te-lo co-
nherido.
Ella panon a primeira primavera :i margin do
iviieuo razendo de lladem sen quarlel-general, a se-
gunda na Ilaha. de Veneza a aples.
Aosprimeiros fros do invern, voltava para Pa-
rs, e desde o da seguinte ao de sua vlta, sehavie
em nlgum Ihealro algoma primeira representadlo,
njo deivava de apresonlar-se nos camarotes da
Fauslina havia abe'rlo um saino, ao qual nao falla-
rain visitadores; porque Armand levou ahi lodo o
club.
S. PAULO.
13 de fevarelro.
A desliluirao do delegado de polica, Dr. Furlado,
e a entrada iriumpha ule do Dr. Jos Manoel da Fon-
seca, fazem hojeas questes do da.
Limilo-me consideraco dellas, pois que o inter-
vallo da minha Ultima at presente nao offerece
negocios para menrao.
Se eu lizesse subir as suas columnas todas as baga -
lellss que por aqui vo passando, por certo que im--
pacientariaaallencSodeseusleitores, e iria profa-
nar osanetuaro das noticias de torna-viagem.
He por .so que no trato aqui senao do que lera
sua race de inleresse, deixando para urna banda a
polmica entre o commandanle superior da guarda
nacional e o tenente-coronel do 2." balalhao, devida
a motivo que alguns julgam frivolo, mas que eu nao
qualifico, pois que nao erendo dessas cousas milita-
res; nao son giiarda nacional, nao tenlio o gostinbo
de trajar d fijurino ; e nem Dos tal permita, por-
que o i Ilustre Ypiranga sobre mim calua de rijo.
I,imiio-me por em quanlo a offerecer ao provocador,
que nao ei qual he, um ramo de oliceira, que ser-
vir para aplacar a tormenta entre dous homens pu-
lidos e delicados; que nada tiram, de urna polmica
inconvenienle, in fundada, inopportuna eal anli-po-
litlca.
Nao fallarei lambem da boa feira ou barraco, pois
que ainda nao visitai eslessantos lugares; reservan-
do meu juizo para a primeira occasiao, quando pu-
A imazia recebia como se nunca houvesse feito
onlra cousa, e agradava todo. Jogava Hiras vezes
porque nao amava as cartas; mas,quando aconteca-
Ihe jogar e perder, fazia-o com urna indoienda mag-
nilica ; quando estiva de humor para conversar, o
que era raro, sabia conversar, e quando quera dan-
sar, dansava rom urna marqueza.
Armand, que rulan eslava inda comelldo se ca-
ptol iiupellia-a resolulamenlenessa eslrada. Elle li-
nha o coraran muilo enervado para amar Fauslina ;
mas ella agradavo-lhe. Vivhm ambo romo snllei-
ros, I amina come um tobrinho zelosu de fazer hon-
ra a um lio prodigo, Armand como artista a quem
nada cnsla produzir urna obra prima.
He minha ultima creaeo, dizia elle s vezes
como quem prev soa ruina prxima.
Depnj que figurava nos Cairlpos-Eliseos, na Ope-
ra e nos Italianos. Fauslina creer para si urna posi-
rao e um passado. *^
lima historinha hbilmente arranjada, a qual ella
recitava com ar ingenuo a quantos aflluiam ao seu
camarim. dava-lhc por p.i e mi partidarios leaesda
monarclna decahida, arruinados pela revoluco de
jnllio, e morios de pezar.
Na inlimidade Armand gracejava as vezes sobre
essa tomilia mora pela dedicacSo, e pergunlava-lhe,
se era da nobreza de loga ou de espada ; mas em
publico denava-a fallar, e finga crer em sua uar-
rarao.
Um da al Iralando-se de um baile em proveilo
dos pensionista da anliga lista civil, elle mesn>
apresenloii um billrete a nm joven depulado, que
viera visitar Fauslina, e disse-lbe com ar grave:
- lome e dame, que he em lieneftrio dos amigos
de ranstina.
r Quanlo isua posirSo ua soceilade, ella escolhera
uia prolissao, que resiune-se eiikuma palavra.
Fauslina eslreava, eslreava ha dous annos, iio
esludava nada, nao Irabalhava, nao ia jamis ao con-
servatorio, nao tnmava nenhuma lcito ; porm isso
n,lo a impedia de fallar sempre. em sua eslrea.
Armand por zorobaria chamava-a urna slreanle
perpetua.
A' forca de follar nella, Fauslina conseguir fazer
muila gente tomar em serio sua estrea. A tardanca
provinlia da malevolencia dos.dircctores, do ciume
das rivaes, da mudanca tas direccOes e de mil on-
Iras causas improvisadas, segundo as circumslancias.
Fauslina, que linha vislo a mizeria e*provado
seus fruclos envenenados, nao quiz tornar a cahir
nella, e rranjou sua vida na previsao de um rompi-
menlo inevitavel. Ella linha urna mobilia, sumptuo-
sa, oias de alto prejo. casemiras, vestidos, e roopa
hranra como umitas lidalgas nunca, lem; purm#ro-
mo fallava-lhe o dinheiru, linha urna rigorosa e'co-
nontia em sua despezas, e assim a desordena rcinava
na superlicie, a ordem no fondo.
Isso nao foi ludo. Ella moslrou-se logo Lio dilTi-
ril em suas rela;es quanlo tora fcil ao principio.
Para ser.adniitlido em sua casa era preciso ser apo-
sentado. Ella suffocuu suas phantasias debaixo do
calculo; mas ceda urna hora e is escondida aquel-
las que a domavam. E|la repellio nuuiifestamenle e
com esirnndo Offerecimentos, que lho foram feitos
quando approxiuava-se a ruina de Armand, e guar-
dn a occasiao que desejava escnlher entre indas.
Semejo recusas paracnlher areilar^fies, dizia el-
la o Julieta que era sua camarista e sua copO-
dento.
que difllcilmente veremos preenchida.
Nada sabemos de positivo relativamente s causas
de sua demisso. Se diz queja ha mezes baixra um
aviso declarando incompatibilidade enlre o lugar de
lente da academia e o delegado. Mas tal aviso, se
existe, nao sabio ao dominio da publicidade. lti-
mamente corre que o goveruo geral reiterou aquella
ordem, em consequencia da qual o Dr. Furlado pe-
dio sua exoneraco. Ignoro o criterio destes bollos,
o que ha de positivo he que esle senhor pedio ha Ires
dias sua demissao.
No juizo que formo do sua vida policial acompa-
nho os homens de bom senso, quando digo que d'ora
avante cada um vige no que Ihe perlence, porque
j nao ha a symbolica palavra Dr. Furlado, qqe aqui
eslaucava a furia de alguns desordeiros.
Reconhcro que algum'desvio leve esle senhor na
sua carreira policial; um ou oulro caso de exagera-
do escrpulo provocou a imprensa ; eu fui o primei-
ro a noticiar em minhas commuiiicarales alguns fac-
i que condemne, porque e opniao publica con-
demnava. -Mas o errar he humano, e os heos que ao
Sr. Dr. Parlado deve a popnlacao paulislana fazem
esq'uecer algumas especialidades.
Fique pois Vmc. bem seguro que aqui regislro o
juizo da opini.lo publica, assignalapdo que a retirada
desta autoridadeenfraquece a nossa seguranca. Ap-
pellemos para o fulure.
Mal linha eu acabado a necrologa do ex-dele-
gado, quando me veio ao conhecimeulo nm horroroso
fado, que por sua natureza provoca toda a ener-
ga das autoridades competentes. O quadro crimi-
noso ainda esl envollo em myslerio; mas o dever
que me corre como seu correspondente pede que eu
o conle com o vago com que se me referi./
Um prelo, escravo de *, r.oricebeu o infame de-
signio de deflorar nma senliora a cuja casa cosluma-
-va ir. Tentou realisar o crirae, e encontrando re-
sistencia da parte da victima, espanco-a horrivel-
mcnle. Levara ao cabo suas intencSes se por ven-
tura a senhora nao grilasse por pessoa da casa, de
quem o scelerado preto se arreceiava. A esle cha-
mado fugio o criminoso, e acoutou-se deulro da
freguezia da Sania Iphygenia.
Logo que se divulgou o fado nos suburbios ila ci-
dade, onde elle' leve lugar, alguns amigos da casa
sedcspuzeramaeffecluara captura desse escravo.
Nao o poilendo couseguir sem nlervencSo da auto-
ridade, dirigiram-sc a um oflicial de quarteirito,
que se fez remso diligencia '.
Incontinente procurou-sc a ntervcnr.ao ilb sub-
delegado Dias Leite, quena occasiao em que es-
crevo activa a prisao.
Viqdo agora queslao, se o Dr. Furtad anda
velasse em nossa seguranca esse criminoso nao esta-
ra ja preso* Respouda o publico inleiro de S.
Paulo, que quolidianamenlo Icslemunhou as mara-
vilhosas diligencias policiacs sola a ordem do ex- legado.
Protesto em nomc de nossa seguranca e moralida-
de publica, que seguirei a pista o procedimento Has
autoridades cm frenle desle escndalo ; e se por
venlura a negligencia figurar ueste drama, pero-
Ihe desde j permissSo para fulminar o remsio,
quem quer que seja a autoridade. Me parece que
em negocios que aneciara lao intimamente a honra
das familias cumpre esUbelecer um precedente
cxemplr. '
Dissc-lhc queoSr. Aulonio Jos Iliheiro da
Silva, menjbro da cmara municipal, na critica
siluacao em que se acliavam os habitantes da capital,
cm frente da caresta que ainda nos opprimc, sahio
a campo, e conlribuio em muilo grande parte para
que se abastecesse o mercado d cjdade, adiantandu
servancia da lei, sem dlslinccao do rico c pobre, &m
allencao ao patronato, sem a relaxacao trivial. '^
E o homem dtsla tempera, necessario na pollii;a
da Ierra, porque sua fama era rcspclada e conlinhf
os crimino*, l.rgoa politiea deixando urna vagaH. Faco pois. cm nome da opiniSo publica, um pro.
(Sjo em honra do Sr Ribeiro.
Cintrada do Dr. Jote Manoel da Foieca.
r- Dr. Jos Manoel he o candidato da pro
vincia. 'ifif^arei Iludido ? A influencia desle se-
nhor na proVJnc|a. as suas unumeras relaeocs serao
sonhadas poi-^nim ? As urnas dentro em breve de-
cidirao, e emquSl}10 "Soo foxem, vou asscverando
que, ou eu sou.uiP proplicla das duzias, ou ua lisia
trplice ha de liguraj' nome de Jos Manoel da
Fon seca, para honra/'8 provincia, para gloria de
seus numerosos amig.08'^ para'salisfaco desle seu
humilde correspondle< *1"e lanas vezes Ihe dis-
se que esle noni.he o "orne synipathico da provin-
cia. Se fosse amigo di' apostas nao se me dava de
fazer upia; c, no inomenl para um canto a |ienna',e correspondeule, corrido e
assombradn peto desmew|*l solemne das urnas. .Mas
se o con Icario icnnlecer.Se li-iuinplio oblivcr, pedi-
Fei caria de pfophela e cantapji "ctoria.
Assim me exprim-a 1 -le-'Tc^rrir0' fluando os
crculos da chapa comeravaiii a app!3ud'r o#scu
Iriumpho, quando a chegada dos col=ios *W;
nlios da capital annunciava que o candidato
seria dcrroldo.
Agora lea Vm. o sesnltado da ejenjao, o deixo as
minhas reflxoes para a seguinte.
Eslou com direilo de Taz-las.
ApuracHa do* collegio* da provincia, faltando t-
mente ot di Franca e ftapeta da Pastan com 42
tleiloret.
Jos Manoel da Fonseca
J. O. Nehias.
Cameiro de Campos.
Silva.
199
m
MI
437
(Idtm.J
Mr. deAauvilliers levou-llae nm dia suas despe-
didas em um aderece, e ella aceilou o adereco e as
despedidas ; mas muito prudente para conservar um
aposento que vira seu esplendor, e poda ver soa de-
cadencia, retirou-se para o lerceiro andar de urna
casa da ra dosJMjrlyres, e assim urna mudanca de
Igumas centonas de passos diminuto seu alugel de
melade.
' Essa especie de retirada do"uma mulher, que sua
belleza, seu espirito e seu luxo tinham posto na mo-
da, sorprendeu o mundo em que vivia. Todos vii.
laram-na em eu calvario, onde alias ella preparara
para si uro bello ninho, cujo principal ornato eram
as ores, que mandavam-lhe de todas as parles, ni-
ca cousa que consenta cm receber.
Muilo de seu amigos qoizeram substituir
mand; mas ella Iludi seus offerecimenlos,
reralar-se.
PROVINCIA SO PARAN'.
Corfclba 5 de fevereiro da I8S4,
Continuo a taris que me impaz de dar-lhc noti-
cias regulares desta provincia ; o que nao deiia de
ser alguna cousa diiTlcl em ama trra pequea e a-
trazada, onde sempre se softre escastez daste genero;
e mesmo porque, pela distancia e pela morosidade
dnsnossoscorreio?, as poucas noticias que .consiga
colher podem por inopporlunas declinar de mereci-
menlo ao chegar a essa corle.
Por fallar em correos, principiarei pelo fado es-
candaloso do roobo da mala que da cidade de Para-
nagua vinha paraesla-capilal. petos pontos interme-
dios de Aiitoniua e Morreles, do qual tivemos noticia
ero principios do mez pasad. A agencia, no dia 25
de dezembro, havia expedido opedeslre-correio, que"
deixando na canda a njala, para ir huma casa prxi-
ma bascar algoma cousa que Ihe fallava, deu lugar
por esle inconsiderado passo a que elfo fosse rouba-
da. O governo, informado do acontecido, recom-
mendou ao juiz municipal do termo que procedesse
como fosse de direilo, o ero consequencia disto foi o
pedestre pronunciado como incurso no arligo69 do
cdigo criminal.
Neste acoiilecimenlo mnilas pessoas enxergam mo
oeculla, poderosa, obrando poresfos criminosos ufeios
para aexecucaode mysterioso planos, nao duvidan-
do sacrificar um pobre pedestre a seus inleresse par-
liculares. Pode islo bem ser verdade ; mas pode lam-
bem sennvencodeparldaros.queaqui no Paran
nao se poupan mutuamente, fazendo-se mailas ve-
zas as mais clamorosas injuslicas. Nao serei eu que
meenvolvaneslelodacalde pequeas e mesquiuhas
conlroversias. As minhas cartas jamis serao o or-
gaodo resentimenlode,pai6es odiosa ; ugo ervi-
rei ao inleresse pessoa I de quem quer que seja.
Cumpria, loda.va, por lermo s queixas que de to-
das as parle se levantavam contra as geodas do
correio : a reforma neste ramo de servico publicoera
altamente reclamada por todo o mundo. Nao havia e
nos agentes ; os pedestres embriagavam-se e exlrav-
avam as malas ; a correspondencia dos parlicularese
os jornaeseram demorados as agendas ve al se di-
zia que o segredo das cariasen em algumas dellas es-
candalosamente violado. O governo provincial, com
o lim de evitara contimiasao de lo graves .(Jamos,
creou urna administrarais geral na capital, adund-
se para esta acto aulorisado peto governo central. Pa-
ra administrador lliesoureiro nomeou o bacharel Au-
gusto Lobo de Moura, pessoa de reconhecido mrito
e probidade ; e ob proposta do mesmo Moura no-
meou para ajudante coulador a Antonio Francisco
Carneiro (subslituindo logo depois por Seraphim de
^Vssis de Oliveira Franca/por ler Carneiro passdo a
ixercer o lugar de escrivao da barrera de Itupava), e
para pralicanle porleiro a Ermelino Marques dsSan-
los- A reparlicao do correio, gracas a esla medida,
vai ja boje inspirando algama conlianca: resla an-
da eslabelecer ama linha mas regalar dos correos,
de maneira a dar ao gyro dasca.rlas a maior possivel
celeridade. O administrador dizerh-me que- traba--
Iha neste sentido, e esluda eqm zelo a necessidades
da reparlicao confiada a seus cuidados.
Com o Hm de imprimir o maior impplsopossivel
ao progresso dos diversos ramos do servico publico, o
governo provincial tem-sc mostrado solicito em.pr-
seao todo das mais palpitantes neeessidads da pro-
vincia, colheodoesclarecmenlos sobre o eslado da
inslruccao publica, agricultura,commercio, minera-
cao e industria. Tem mandado por a concurso di-
versas escolas deiostruejao primara, e prvido oolras
provisoriametiie. Acham-se ja alagadas, por presos
econmicos fazenda publica, as casas que ervm
para a resideucia do presidente da provincia e para
sede da therooraria. Comprou ha dias ao cidado
Manoel Goncalves de Monea Roseira, um bello pre-
dio, quasi acabado, para as sessdes da assejobla pro-
vincial. O tenente-coronel de epgeriheiros Uenri-
que de Beaiirepaire Roban percorre ja a provincia
com o n'm de examinar as suas estradas c organisar
um systema de viasde communicacoes. e habililaro
governo a beneficiar o mais possivel esle ramoUoim-
portaule do mclhoramenlos materiaes.
Pelo lado poltico, o horzone da provincia nao se
mcslra menos animador. A concordia, a eonrilia-
ro, a harmona dos partidos parecem ser o pensame-
lo geralmenle dominante. As potencias, que assim
se haviarn consliluido pela dislancia e fraqueza do
governo, vaoja deixando de ser potencias; a gcnle
honesta e verdadeiramenle amiga da prosperidade ila
su Ierra vai-se ja felizmente arregimentando para o
ladoNla adminislraro publica : osespirilos ambicio-
uielos vao-sedelles segregando nataralmen-
se faz surda equaM impcrcepliyelmcn-
r eleiloral, porem, ahi vera prximo
raebulirjo as paixoes, "e lomar
mas salientes esses lriffi'J)hys'ollon''cos do rgimen
consliliicional.
PRO
i oho-
ia jo-
pa ii i
Ar-
e quiz
Muilo serao os chamados e-pouco os esrolhi-
dos.dizia ella rindo ao circulo de amigos ntimos
que Ihe rogavam para descer do monle Avenlino.
I endo-llie um birao inglez enviado nma rarleira
clieia de banknotes, Fauslina fez vollar a caileira
com eslas palavras ; Em materia de elero os vo-
tos nao se enmpram em Franca, n
Esta resposta, que ella leve cuidado de espaldar,
redohrou sua vpga.
Adriano Bonsonville, lanra.lo as soriedades por
nma heranca. poz-se as fileiras, sem embargo de
ler apenas vintc e dous annos.
He umesludante, e carece de lires, disse el-
la, vou dar-lh's.' *
E acolheu Adriano.
Ao cabo de seis semanas, que custorjm-lhe Irinla
mil francos, Mr. Bousonville enrnntrou rana larde
a amanto subindo em rarruagem de posto para r as
corrirjfla-fle Pompadour.
Quando elle abri a portiuha, Fauslina eslcndeu-
Ihe a mao dizendo :
Adriano, meu amigo, se.voss me houvesse
agradado, eul-lo-hia arroiuado ; agradeca-me... Eu
me reliro.
U poslilho acoulou os cavallos, c.Mr. Bousonvil-
le lirou estupefacto na calcada.
Soube-se enlao que a riqueza nilo'baslava a Faus-
lina, a qual queria lambem espirito.
Armand, a quem Fauslina conliava-se volunlaria-
rnenle, como Fansl a Meplslophelea, comefava a
penetrar essa alma, onde a corrupcao era profunda
como o mar. Urna noile elle perguiilou-lhe a ver-
dadeira causa de seu rompimenlo com Adriano, e el-
la responden com >r desdenhoso :
Oh : era apenas um pobre millionario, sua mi-
na ler-me-hia cusladn muilo caro.
Em summ'a que deseja vosa*. Cleopalra de
cacho?.
i Todo, ou nada..... Um palacio ou urna chou-
Cuidado! pode quebrar o pescoco no caminho.
fc que vem a er isso Morrer no he perder.
Armand comprehendeu que a discipula nao larda-
ra a chegar. e lalvez a exceder o meslre, se j nao
tinha chegado. J
Nesse cmenos o conde de Flize apresentotf-se le-
vado por Mr. de Vauvilliers.
Mr. de Flize linha um bello nome, urna grande
repulacao de Icaldade, ftequenlava a melhor socie-
dade, e sua riqueza era consderavel.
S um molivo de curiosidade o conduzia a casa de
iauslina. cuja fama aturdia-lhe os ouvidos desde
S Uma g? residenci em P" eslran-
Fauslina, rujo recurso comecavam a esgotar-se,
lu.gou acharem Mr. de Flize uma parle do que de-
sejava, Iralon-o mais amavelmente dp que a qual-
quer oulro, e a vaidade do conde, que era grande,
foi lisongeada rom itssasallenres.
Oallradivosubstilnio a curiosidade, elle lomou
OSr. Zacaras vai cautelosamente
mense as cousas, com um lino e persp
veis. Sabe acudir com lempo ao reclamo
sidades publicas; a escolha dos funeciona
por S. Exc. lem sabity agradar geralm
dos.
No dia 15 do passado relirou-se o baro de An-
lonina desla capital, para onde viera enf companhia
do Exm. presidente desde a villa de^Anlonina. onde
o linha ido esperar.
Um numeroso e escomido sequilo, em coja frente
seachava o proprio presdemela provincia, acompa-
nhoa o nobre bario at alnvo lugar chamado Ba-
raguhy, pouco menos de u*fa legua de disUnda da
cidade.. O baraomoslrorf imoilo reconhecido a es-
te signal de eslima ecos/ /erario, relirandorse para
o seusdominios da Pejtuta (razenda sua em S. Pau-
lo) com a cerleza^raeixB na Coriliba profundas
sympathias. S
O baro do Antonna he por certo o homem mais
popular de toda a provincia. Gregos eTroyanos, cas-
cudos e farrapos, todos o procurara, todos o respeilam
lodos os eslimam. Alegre, franco, caval-eiro, suas
maneirasinspiram confianea ; e soa palavra poderosa
lem por mais de uma Vez servido par desarmar pe-
rigosas desavencast A anliga comarca de Coritiba,
boje proviocia de Paran, a elle deve principalmen-
te a saa naoconnagrarion lula armada que se tra-
vou em 182 entre o governo imperial-e os seus fre-
nticos opposicionistas. A procella anarchica. que
roncava por esses plaaos desfez-se ante seus genero-
sos esfor eos.
Procede-se nesla occasiao na freguezia de S. Jo-
s dos Pinhaes,a tres leguas desla capital, s elei-
coes primarias, por nao haVer eleilores foilos para a
elccao de nm depulado geral e a dos vinle membros
da assembla provincial, a que se lem de proceder
eraeleicaosecundariaem toda a provincia no dia
de marco prximo futuro. Segundo as noticias de
l viudas ludo corre mansa e pacificamente : nao
tero havido oceurrencia extraordinaria, que roerera
mencao.e nem que de leve lenha perturbado a tran-
qulllidade publica.
Nada mais lenho a dizer-ihe. Alo oulra vez.
(dem.)
Consta-n
negociante da cidat|
pos se achava recto
por iniciado nos crij
e anssinato a pes
nbecido pela anlon
lenciado pelo jar/
pelo primeiro crB|
districto ; e vem rct
Serra, por ser o mail
rilicar seu julgaroerj
cos e rejeicfM
no dia 12 do mez lio
dias chegado a esta
mar.
A's cinco horas da lard
o Exm. baraode Itapem
denle da provincia, J
versas oulras pessoa
foram aguardar nal
Sr. Dr. Sebasliao Mach
do para esta proviuci
n de Araujo e nui
quaes all edegaram j
do recebido com r^
raudolas, de fogucln
reas.
S. Exc. seguo iroi
desembarcou* no caes d
guarda de honra qu!
cas devidas sua eli
palacio uma hora
A posse ter lugal
camera municipal.
Eni um de nos
mos a prisao de J u
subdelegado de pulid
assassinado seu pro!
28 de setembro de 1
pacirica, districto dj
crescenUr que, in
ter sido seu autor,!
a cacar viadoi
brbaro alten
v clima ainda menos
la-se da organisaco
COBRES
que i
o principe
a ir i casa jl.dla, depois iiiulliidiroii suas'visitas, e
emflm l firou.
Quando Mr. de Vauvilliers soube desse ultimo ar-
lo de un ruudecille, cujas aceas preparara, foi ter
com Fauslina, e disse-lbe :
1 Eslsalisfeila .'
Oh respondeu ella lanca.ndo-ldc um oldar
profundo; de apenas uma muda.
VI
' O PRINCIPE POMERIANO. .
Em ISil. pelo nul'ino, a muda eslava cancatla. J
vimos com qne esforco Mr. de Flize conseguir con-
servar sua posico ; mas esses esforcos nao podiain
nem deviam durar muilo lempo; porque elle nao os
fazia mais por seu proprio impulso, concedja-os aos
caprichos de Fauslina, e ella bem o senta.
Com um pouco de boa vonlade. ella leria prolon-
gado a duraco desses esforcos, e tentou mesmo isso
mostrando no dorisoule a sombra do principe nome-
riano.
Mr. de Flize asssfon-se, porque se Fauslina nSo-
era 0 capricho de sua vida, era sempre sua vaidade
mas a estreanle linda jresoivido emueu espirito
deixar a carne pela sombra, o conde pelo principe.
Mr. de Flize fura sacrificado anles mesmo de crer-s
ameacado.
Emfim edegou o sabbado decisivir, que Faustiua
marcara para seu golpe de eslado.
Armand. Jorge, Adriano e inuilos oulrns seus cr>-
ndecidos foram visila-U no camarote, e o principe
deJjjLsegundaj a propria expresso de Fauslina,
! os ollio em mira-la.
|lo anles do nm do opera,'ella levanlou-se e
desappareceii.
O principe ia precipilar-se uo corredor, quando
Armand reteve-o dizeudo-llie:
-llae lempo de vollar para casa.
Mas perco ama hura! exclamou
devorado pela impaciencia.
Ol! tornou Armand. quem nao se apressu he
quealcansal
Dizendo isso, elle deu-lhe o braco, e levou-o ao
club, dizendo que convlnha apparecer ahi para dis-
sipar as suspeitas de Jorge.
Armand bem sabia que Fauslina eslaria soiinha
essa noile, e todas essas demoras tinham por lim. ir-
ritar o desejo do principe; a final e como vencido
pelas suas instancias, dirigio-se para a ra da Ar-
cadia.
O" principe havia dito uma palavra ao cocheiro, de
sorle que elles rorreraui com uma rapidez infernal.
Eis um homem perdido, dizia coinsigo Armand
senlindn!se levado rom uma ligeireza, a qual, o de-
sojo pareca dar azas,
Julieta rerelaeu-os, e inlroduzio-os no ramarim di-
zendo-lde:
A senliora nao tarda.
E coiqbMr. de Vauvilliers pergiinlou-llie oque
razia, a criada sagaz disse-lhe ao ouvido :
Minha ama se esl desalinhando.
Um'instante depois Fauslina appareceu. Ella linha
feilo em seus vestuarios essa desorden) inteiligenle,
que os artistas amina e procurara, e cuja ascioacao
a gente, tomando esla palavra na .ietpQao, que Ihe
do nas oflicinas, soflre sem comprehend-lo.
Os cabellos levemente laerrissados por dedD habis
eram apenas adornados por uma camelia encarnada
presa em suas trancas soberbas; seu eolio, que linha
a cor do alabastro, longo tempu aquerido pelo sol,
resabia como um lirio dWo. entre as rendas Cap
mussolina, por cima dessa nevoa de estofos vapo-
rosos, que um sopro faziav tremer, ella veslr. uma i
especie de.caraeo de setm com mangas largas, que a
moda adoplou depois.
Um axioma de Fauslina era qne ronvinha nada
mostrar, e ludo deixar ver. Em virlude desse
ma ella decolava mu pouco seus vestidos; ma-
roupnnos eram (ao bem orlados,
maravilhosamenle adaptadas seu r
delgado, que bastava ir vi
convencido da sinceridad
se Taca convencido de un
le demuustrada. '
Assim, sua forme
Perdo
mais a o
O priori|
CflU, o lancari
nlhar sdbrosi olbaitleMr,
P-rg
Principiarei
guns de sei
de Diario
oulroslg/ _
jure
^Xs:ro
lerri que:
pedeslre c
malla des,-
ndes relacoes i
mero de assignaul
lessa capital, ten
lauto que o pedes!
gou aqui cum don'
minislrarao, que >
servico, deve augn
o que seria nielh
a malla em cavai
soUnrelardamend
saber nolidas do v
salgadamenle, e a
f Se a adminislri.
acrescimo de des;
le, por que quer-m
de muito a ase ramo do
qual, no auno pass;
menlo soffrivel.
Eu liquei, como dizei
acosiumado recular
chachei no dedo, sen
neralidade do mal, poisalgj
na receberani.
Tenho .robusta fe na a
dessa, e espero qu remedi^
ua-lo-ha geral, porque
lium tt Pela despeza dido.
Os calmosos refrescararn-
dias de enlrudo, duraule
pestade tal d limas, que q
Mais de uma barcassa
gio. A Aydro-manta ai
soas, e boje pudemos di
topeto de cera de variaid
quias da toes finjas.
Em resultado, a bem d,
duas duzias e meiade conslipaeOes
e uns poneos de suMpo, e chbate
learam la peloVaradouro: que ||
proveilo.
Antes a importante quanlia qu
nualtneutc em uma brincadeiralaii
scira, fosse applicada por cada um
proveilo dosdoenlosdo hospital,-p
villiers, ao qual'ella este
Ihe meldor que um espe!
Ceiatomig? perga
bi(uo.-me aqjecipadame'
A cela preparaj^^H
raais delicados e os "prinn
locou em ludo, con
animada pelo esplei
ambicSo, ella sollou i_______
viudo de Cdampaguc que
recia ferver em suas pala'
Donde Ihe vera lana exa I
pe manvilhado; veja seu cor
os labios.
Sim, mas ensopa o i-
As Ires horas da madr
Mr. de Vauvilliers relirar
lado opaiuel de seu fo:;
Oiiamlo ara sahindo.
mand; mas de maneira
vi-la :
Seu principr-
Ess conlissfao sorprendida a
cipe de Zeli, e Fauslina vio-lheeasa al
EnUo? perguntou-lhe Julieta l
sadiram.
Elle de xaqn
Armand, o qual
mente recouduzir a
Que tem vnss
cipe inlerrompen
as perfeicOes deF
Eslou que se
Eisoquenc
Entretanto i
ancipa
de lisonjas,
I com un
ia Ierra a Pan
ar. nao conle mais ro
ile Zell voliou para casa ebrio de anuo
CoHlinuai-s^ia.


do
^p ler-
fpfar hoirivounente insup-
m novidado
linatocamso
un-me assim expressar-
* l**,aaril rir; infdiz-
re, pelo que
a dar laca especta-
aais quem os aaaisto e concurra.
uoslo, e cada goslo para seu ea-
marjo m suas dispusieses
t"'T.o 1110 disse, la pelo Varadouro, oni
i patrono, de quem'recfbeu o:
ni nos dar esperanras de chovas, o
BWB-e*timaria
Eu qaiwra ojalar a palinodia ao senbor fevorei-
m o mereca, mas nao quero fallar na
0 anonymn, como cosluina Jazer uillj
^^^HL que exporta sem insultos para a
Levita, e uero bonele, apezar de
ede 'no dominio das conjetluras.
Aquellas ricas produccoes eucaminhadss d'aqui
.ci do erudito, honesto, inmUneracel
quando lit ajada o nico luzeiro
le que dison, Ihe da a nllima de mo e polirneu-
I s lew por n insultar arrieiralmenle, sem res
**a (mi que os homens ten de mais
i provincia sozam
-ua hoiiestidadc, do que uo-
u cynico e crapuloso autor,
> que o patarecusa |>or urna
apparo! 'jo para rom o publico.
idos eni urna provincia
roiihcoidos, Individuos que
ararao ; e quando disso me
as.
8 correspondente nao publica
l calumnias '! O Argos recusar-
1 le niaUa covardia, lie milita
So. devo lembrar-se, que aqui
a villa, e qiiB a consiguaeSo de taes
i mover represalias, e... e..'. o...
ra, de que a indignacilo me lia-
, dir-llie-hei que nilo lemos inuila con-
ra com que se desculpa milito desato-
1 enbor marco, com o qual os autisos ji.em-
rtrot a quaresma, lempo magro de
ca, que primeiro sotTre urna re-
eui atlencao aos n'ossos cisio-
nis a robustez, e torca diges-
lempos. Oulr'ora havia ceuo-
a pao e agua una quaresma de
lizer entrar nessa experiencia
Avario. Eu nao tenlm mui-
es do undoso elemento,
recipe pomo gasto Ibes fajo.
I goslo mu i lo la cadavrica
sde que me euleiido, sempre
iodos.
que nao linbamos procissao de
bou sempre eom a de Corpus Chris-
la pela cmara illuslrissima raliio
i .a de Triumpho de sexta feira
avocava a prara quanlo s-
lelo interior da provincia, quau-
mrfueja anda linda cocegas de
feo, adornado de sen penle de
le palmo o meio, sua redoma
grosso maso de colares, e seiis
reliquias adoradas de sua
igualadores 'de dilTereiiIrs
(desuso, tracas ao progresso ;
i, rosseiros, ou tabareus perde-
ade comer p&> con man leqa, sua
,e beber urna pareRia de copos de
vimo-i,'' restabfecida, com toda a sua
ino, e ai,' porta* JM convenios e rr-gressa.
">eu eoiui\l> fosse menos hurtes-
irSo lifH/ras bufariolieiras do
! portaguez so pe'rffcsse iilcii amento
\ que se nao lortiasse'"""fculos ac-
liei o que de mais ridic, 'o e e-on-
l^quella proeissSo, de cunte anliso.
sais respeitavel. Dos qu^f* ^ue
io liquelu tentis, como ''<-_
postaras muniripaes, que vei.
procissOes, para que os
A. Tormem um juizo de nos me-
to que merece o nosso bom seuso,
^Htos cousas.
o por um anjo, ou figura deb-
ite arbusto em una mo ebeio de
cubicaveis a vala, no qual re ol-
venlo, e sem proporcOes; e na
a espelo. Figurava sem din ida
a mal; mas a qualidaile dos
1 inuito coulra o bom gosto de nqj-
, ou dava omito in idea i\r sua
le innocencia no paraizo ler-
bellos e saborosos fruclos havia, se-
i allirma a Escriplora.
n*o lomara a mal que me veilas-
fracos de lao m casca, que ao [olmo
\ oilis-coriU.
iam Adao c Eva,' aquello arma-
I, esta prcguioosamonle liando
licslao, desusadamente enrudiUiada
ktlio alm de camilla, era cor (le
eitona, e bempouca pu-
Ua visla urna parellia de per-
iiam messas s de qualquer esqueleto.
de" que nao descomi daquelle
rocisso um pouco agudo, eu
la^o de taes pais da liiiniauida-
ijiilc aos Brasileiros. Al buje,
uibron de por enidu>iilaa
iros l>ais.
am aquellas duas iudividualida-
ro de Imlio represnlava os
que Ibes rbegavam aos ps, e urnas
o esquulidas c nojeutas complta-
la
' da liunianidade lie muito ridi-
eilaveis !
psAdao e Eva viulia o diabo com
' e sua lingua de/ogo, boje
litas, que elle azia, o que
faier perder o resperlo
substituido por um gran-
eado de suas follias, c
iCTiodico Argos I'araliibam,
m farricoco. Anda ignoro o que
iqueHearroredolc nova especie. Ou-
iii lettras redondas, que aquel-
la penitencia. Se a velliinlia nao
fsso deteobrir a causal da dependu-
salvo se quizeram r-eoi-
' da secea, vinbam dozc figuri-
cabecas semi-fradescas,
le panno, on remend
las, o de (imA*,
lislro \ estillo 'de cn-
^^^Kou capole, c urna
io. O tal iifslriao
i a qual caretein-
Ue vez em quan-
lia a cor-
i gilvas
. flgijra de
omento em
i golpe
uoao, que a
la (iolle
O liis-
furibundo vellela-se am*ara
"ia duzia da arela aos
lo espevava, que se
-Quaulu ao rorpo da procigsSo, nao honve que no-
Esleve soflrivelmenle{koa.
Fouca tropa a acompunliou. e nolei a exqoislire
de pcde-la urna musical marcial de.jm sanos, nSo
ma ; porm que, por falla de uniforme, fazia pes-
sima visla. Mais val a coinpiola falonoia de corlas
cousas, ilo que una substituirn incompleta.
rodemos dizer que a procissao priucipioii e aca-
bou burlesca. Teria havido mais unidade de pen-
sameuto'se (al msica l'osSe logo diante da arc-
te do bemcdovial. O bom desejo do mestre de
ostentar su* obra nao reloi* a monsli uosdade no-
tada.
Keoirdci-me, apenas vi aquello mixto hicleroge-
ueo, do haver lido, ou ouvido, que em serte parte
do mundo ja se apresanlou um lmtalbao de guardas
uacionaes, com urna msica de rebecas, loruaudo-
se nolavel a conduvio do rebecao, que despreudia
sons ora firmes, ora ralbos conforme a oscillaso do
conductor se combiuava ou nao, com a do tau-
gcdoi.
Basta de procissao, e passemos ao mais.
Os thnggs ronliuuam em tregoas coin a humani-
dade, e pouco, ou quasi nada, teem eilo n'estes l-
timos lempos. \
A Iranqullidade publica nao promette novidade,
e us-especuladores da supressao dos das santos es-
lito em combinacao de plano ; mas nada transpira.
(>s permtenles de cavallos aibeios, confiados no
jubileo, couliuuam em sua industria lucrativa; mas
quem nao gosta de audar a dous pes tem cuidado
com os seus quutro, e os prende com peas de ferro.
Eu nao temo que me furlem a cavalgadura, mas
receo que a impossibilitem da faculdade ambu-
lante.
Os vveres conlinuam cscassos e caros. He o
ventre a parte mais dispendiosa que temos, c nem
por isso anda muito lisongeado. O frtil e fecun-
do Mamanguape anda nos Irala como* enteados,
(asta por I sua abundancia farincea, e deixa-uos
aqu enfardaudo mis carolos mofados de balate
mandioca, que, fetos aos sopapos, nos mandam
para nosso regalo.
Este j vai baslanle tonga, c por sso faco pon
aqu. Sude e quanlo hi bom lhc desejo, lau
quanlo manda a caridade para mini.
^o
PERPAMBUCO
ASSEWBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
Sessao" ordinaria em 4 de mareo de 1854.
Presidencia do Sr. Pedro Cacalcanti.
(Concluso.)
- ORDEM DO DT.
Diseuaso do parecer da commissao de eslalistca,
que approva a elevacao de Tacarat calhegoria de
comarca, adiado da sesso anterior por haver pedido
a palavra o Sr. Mello Hego.
O, Sr. Mello Reg: Sr. presidente, quando a
casa resolveu que sobre este projeclo fosse ouvida a
commissao de estatistica, eu enlrei em duvida so es-
sa direccao era a oais acertada, porque me pareca,
que ronlendeudo o projeclo com divisan civil e cri-
minal deum termo, era mais razoavel ser ouvida a
commissao de juslica civil e criminal: mas agora sou
forrado areconhecer, em visla do parecer que se dis-
cute, que aquella direccao foi a mais acertada ; por
isso que a nobre commissao aceitando com prazer a
larefa, assegura qne fez um maduro exame sobre a
materia, c depois de pesar todas as considerarnos que
devera lerem vista, prope que o tcrmo.de Tacarat
seja elevado a comarca, por urna serie de razOes que
se acbam consignadas no parecer. Entretanto rae
permillira a illuslre commissao que anles de pclir-
llicalsiimas explicaroes que sirvam para dissipar as
duvidas que lenho, e qne aqu-llas'razes nao destrui-
rn!, eu fura urna especie de reparo.por no lere'-
la em negocio desla ordem proposlo 'que fosse ouvi-
da a iipiniao do governo provincial, na qualidade ile
senle do poder central, que no pode ser eslranlioa
essas crea^iies de comarcas. Me parece que quando se
lomde lomar urna resol ucao da qual rcsullamdespezas
para oscofres geraes, nao devein as assembias pro-.
viuciacs lomar laes deliberaees sem ouvir priuigif-
menlc o-delegado do governo scralJ^aiwr 'mesmo
quando nao bouvessem ulra>nzsae conveniencia
que aconselbasscm^*frprocedimenlo,esla que acabo
de dar por si sdbfl5a para mostrar que devemos con-
sultar* o ^vjrno da provincia a tal respeito ; e be o
""*4 roni, i
i non
seu maduro exame podia dispensar ess-a
fo. ... tidade.
Prescindinilo mesmodisso, eu me vejo embarazado
para dar o meu voto em favor do projeclo, apezar do
maduro exame que a commissao assegura ter kilo
sobre a materia, e que creoo-lhe a couviccao de que
o projeclo he\'anlajoso, visto que uao lenho a fortu-
na de possulr os dados e documentos precisos que a
nobre commissao pode consultar ; e por isso deseja-
ria obler alguus esclarecimenlosqueme hablilassem
a dar um voto consciencioso.
Me parece que o termo de Tacarat nao est as
condicoes que sao necc trias para ser elevado i ca-
lhegoria de comarca : n termo lao peqdeno que
apenas da 20 eleitores, st ouho que nao tem popu-
lacao.suulcienle pera sTcVjarca. Alm disto, eu
nao se se creando-se umaconia : em Tacaral, nao
seria talvoz conveniente unir-lite parte das comarcas
do liranbuns e Boa Visla, que lambem lem terrenos
muito arredados de sua sede, eque licam mais prxi-
mo de Tacaral. O argumento de distancia a que se
soccorre a commissao n3o he por si so 13o valioso como
isso, e se elle prqyaleccso ver-nos-Mamos obrigads^
a crear rilis urna comarca em algum (crino da Boa-
Visla, ijue nao fica menos distante, se nao rica mais,
da sede desie.do que Tacaral lc Villa Bella :.ma
eu creio qoe para laes ereacfies se'nao deve' alender
somente as distancia^, porque comarcas ha 'em oulras
provincias que teem termos em distancia de 70 e 80
leguas....
O Si-. Pues Brrelo: O que he um grande mal
para a adminislracao da jslica.
O Sr. Mello Reg : Blas quando o governo ge-
ral ve que existem outros termos em Piauby, por
cxemplo, oyaz, Matto Srosso, muito mais distantes
de que Tacaral, da sede da comarca, nao se ha de
sujeitar de boamenloi essa creara? e'.asdespezas della
resellantes...
O Sr. Pinto de Campos: He ella de convenien-
cia 1 .
O Sr. Mello Reg :. Eu j disse, que um termo
que d smenle viole eleitores, nao he teu populoso
como isso...
O Sr.PaetBarr&to : Fazenda Grande tambem
perleuce ao lermn.
O Sr. Pinto tfe Campos :Por isso nao, que Ta-
quarilinga deu 1:10- eleitores e boje d 9.
O Sr. Mello Reg:. Isso he em meu favor, po-
de ser ainda que Tacaral nao deva dar nem 20 elei-
tores ; o que nao admira, porque lie sabido que o
numero de eleitores do sertao he sempre exage-
rado....
O Sr. Pinto de Campos : He em teda a
parle.
O Sr. Mello Reg : Tanto melhor issohe a
meu favor, repito.
0 Sr. Pinto de Campos: Isso n5o deve servir
de*ase ao nobre depulado.
O Sr, Mello Reg: > Mas o nobre depulado re-
feri-so popularan, e a nobre commissao acha que
he muito seusivel, que os habtenles desses lugares
nao concorram com os seus sulragios, para a repre-
senlacao nacional como se no fizessem parte da
familia brasileira. Concordo que isso he muito de
lamentar ; mas a culpa nao he nossa, e nem esse h o
nico melhor remedio para g mal. 0 nobre depula-
do retatov da commissao que tem assenlo na assem-
bla gerai, proptuilw a creacSo de um collegin ele-
ral em Tacaral, que he nuis razoavel do que a me-
dida proposla.J As assembias provinciaes devemser-
muilo cautelosas nsIascrea^Oes...
Im Sr. Depulado: Este b lem sido.
O Sr. Mello Mego : lie verdade, honra Ihe se-
ja feite feita.e he mesmo para que ella se nao ateste
docaminho que at hoje lem Irilliado que eu faco es-
las reflexfles. Por isso mesmo que as despezas com
as creacoes i.o comarcas nao correm por nossa conta,
he que davem ler grande escrpulo na sfla decrela-
c#o. Quando menos, eu peco Sr. presidente, que
teja ouvida a presidencia a respeito desla crearan ; e
por emquaojo voto contra o parecer.
Sr. Aprigio : "Prevenido pelo honrado colto-
gaque me precedeu, comeco por declarar, qne roe
".o quanlo a ser onvida a presidencia
em discussau : nao posto, porm,
ne ao mesmo honrado collega em
relacSo Kquagiveo jeu obre o parecer em discB-
Disse a honrado collega que a raigo de distancia,
ie era razio para que se creasse a comarca projec-
tada ; eeu nlendo qne he ella umaraao mnilo va-
liosa sena capital, para a ereacao de una co-
:marea...
O Sr. Mello Reg : Il<
O Sr. Aprigio : Se nao he eapitiT, disse en, he
urna razao muilo valiosa....
. Knlendo tmbem com os nobres signatarios do pa-
recer, que he um dogma a vantagem de circumsera-
verem-iie os circuios administrativos e judiciarios;
por islo voteraiaempre pela reajao decomarca,urna
vez que nao vao de involla nessas cresces interes-
as individuses e desarrazoadas exigencias lo-
cis.
Em conseqienca do pouco que acabo de diier,
vol pelo parecer, (al qual se acha redigido, adietar
naado-lhe idea de ser ouvida a presidencia a res-
pailo ; mesmo porque me parece que a razao da po-
pulacho he cspital.'e nesle caso, o parecer fallecenesle
ponto de que alias nao podia prescindir. Eslou que a
presidencia ter dados eslalislicos a respeito e nos o-
ricnlar convenientemente ; nesle sentido lenho de
mandar nm requeriineolo mesa.
Vai mesa e he apniado o segointc requeri-
mento:
Requoiro que seja ouvida a presidefcia sobre "o
objeclo do parecer em discusso. tprigio.
O Sr, Paes Brrelo declara achar-sc na ante-sala
o Sr. depulado Paula Baplisla, queenviou i mesa o
seu diploma; em consequencia do que, o Sr. presi-
dente convida a respectiva commissao a dar o seu pa-
recer sobre elle.
Pouco depois, blido e approvado o eguinte pa-
recer :
n A commissao de consliluic,au e poderes, a quem
foiprcsenle o diploma do Sr. depulado eleilo Fran-
cisco do Paula Baplisla, tondo-o combinado coin a
acte geral da apuiacaodos deputados provinciaes ap-
prnvada por esla assembla, e acbando-o conforme
com a mesma acte e com as formalidades do eslyto,
liere parecer quo o mesmo Sr. seja reconhecido de-
pulado, e se |he d conseguintemenle assenlo nesla
casa.
Sala das commisss t> demarco'de 185i.Figttci-
ra de MelloAguiar
S. Exc. ho inlroduzido ua sala Com as cusluma-
das formalidades preste juramento e loma as-
senlo.
O Sr. Pinto de Campos : Sem que me uccup'e
em demonstrar ao nobre depulado que fallou
em primeiro lugar, se o exame a que procedeu a
commissao be maduro o verde (riso), dir-lhe-hei
apenas que, parlilhando com os meus collegas da
commissao, a idea de ser ouvida a presidencia da pro-
vincia acerca da materia sugeila, provando assim,
que queremos marchar de accordo'com s condicoes
do justo e do honesto, aguardarei esses novos esla^
recimenlos, para que, unidos aos queja lenho sobre
o objeclo, musir com evidencia a necessidade de
crear-se urna comarcaem Tacarat, enlo mostrare!
lambem quo debis sao s duvidas e objec^des do
nobre depulado; duvidas, que espero em Dos, pul-
verisar. ..
O Sr. Paes Barreto : Esclarecer...
O Sr. Pinto de Campos : Vem a ser urna e' a
mesma cousa : portento, emprazo o nobre depulado,
que impugnou o parecer, para>quando vierem os ,_s-
clarecimenlos da presidencia ; e pdc ser quo^nessa
becasiao o nobre depulado do rom irnico m que
por mais de urna vez fallou no maduro evame da
commissao, como que dovidando da madureza desse
exame. que alias saber logo se foi jjmduro ou cer-
de. (Risadas.) v ,
l.imlo-me estes ligeiras rallexoes, volando pelo
requerimenlo para ser ouvido presidente.
Encerrada a discusso, be o requerimenlo appro-
vado.'
Entra em pruneira discusso o projeclo que lixa a
torca policial para oaunofiftauceirode 1854 a 1855,
cujo texto foi publicado na sesso de honlem. '
O Sr. Aguiar : Sr. presidente, pedindo a pa-
lavra na primeir^. discussSb desle projeclo, j v a
cmara que no prelendo^onlestar a sua ulilidade,
visto que a uxac.au dij^lfca heum acto necessario eln
virludo de prcccjJ**emaiiado do arto addicional;
porm, referMHto-se o projeclo ao regulamenlo nl-
linfimente'dado pela presidencia ao corpo de poli-
cia^tt-dsejava saberse por ventura esse regulamen-
lo j existe na casa; e se a nobre commissao de torca
policial, leve em consideracau as disposires do mes-
mo regulamenlo, quando coufeccionou o projeclo que
se discute....
O Sr. Mello Reg : Isso esla claro.
O Sr. Aguiar : Enlau. quero pedir ao Sr. pre-
sidenle.para que mande distribuir esse reculamente,
Dril de que seja conhecido c possa ser apreciado pe-
los membrosda casa, visto a correlacao que lem elle
com o projeclo de lixacao de torcas. ,
Desejo lambem saber, se esse regulamenlo precisa
ou nao da nossa pprovacao, pois creio que foi elle
dado em virtude da autorisacao qne ao governo foi
concedida,
O Sr..Mello Reg : Aqui ?
O Sr. Aguiar : A dar esse regulamenlo, e nem
podia deixar de ser, porque nao esteva na espliera do
governo faze-lo sem previa aiilorisacao. Assim oqiie
convm saber be, se esse regulamenlo fieou, ou nao
dependente de ulterior approvaco da assembla, e
para oexame-dislo, he que peco ao Sr. presidente da
casaque o mande distribuir, aura de que seja tema-
do em consideraco na segunda discusso do pio-
jeclo.
O Sr. Mello Reg : O nobre depulado qbe me
precedeu desoja saber primeiro, se o presidente es-
lava autorizado a dar o regulamenlo a que se refere
a commissao, e em segundo lugar, se a commissao
leve em vista esse regulamenlo no projeclo que est
em discusso. O artigo G da-le vigente diz : (fe)
A' vista disto, he tora de duvida que o governo es-
lava aulorisado a dar o regulamenlo que deu. Ago-
ra, se a commissao consol ion ou nao esse" regulamen-
lo, o nobre depulado v do projeclo, que a commis-
sao se retorin do s tabellas a elle annexas, necessa-
riamcnle havia de te-lo consultado, a menos que se
nao supponha que a commissao procedeu leviana-
menle, e se refera a um Irabalbo que nao examinou
nem vio....
O Sr. Aguiar di um aparte.
O Sr. Mello Reg: Masnote o nobre depulado,
que no artigo -2 a commissao propfte que (iquem ap-
provadas >iao smente as tabellas, nao he o regula-
menlo.
O Sr. Aguiar: E as tabellas fazem parte dellc.
O Sr. Mello -llego: Mus he so a esta'parte que
a commissao so refere; o mais he objeclo que se po-
de apreciar dev idamente na segunda discusso e nao
na primeira: sao certos delalbes cm que nao pode-
mos apreciar bem agora.
Enlendo que nao be conveniente approvar j o
regulamenlo, e assim fechar-se a'porla a qualquer
alterarlo, qoe seja necessario ao governo fazer-lhe
OJWiO OE PEBMiBUCO QUURT* FtlM
8 OE
MIR(e HE
-,fi:.:.^ -..-^ :-.-..:-
esMdiseiMao se elle nao necessita.
cao. escravo di
O Sr. Mello Reg: Eu disse semelhante cousa ?
O Sr. Paes Barreta : Creio ler ouvido ao no-
bre depulado dizer, que na aqguuda discusso trata-
ramos do regnlamento.
O Sr. Mello Reg : ,Qnando se dsculisse o se-|
gundo artigo foi o que eu ilhse.
O Sr. Paes Brrelo : Bem, enlao o nobre de-
putedu concorda em que o regulamenlo foi legti-
mamente expedido eque por tanto nao lem que en-
trar em discusso I
O Sr. Mello Reg : Mas quem poz isso cm du-
vida ? .
ero algumas de suas disposires. Ao qne se deve
deixar a presidencia a liberdade de modificar alte-
rar aquillo que a pralica e a experiencia aconselhem,
eseja reclamado pela ulilidade do servido publico, o
que redmente nao se poder fazer se a assembla
disnea fita approvad* regulamenlo. Comludo,
a commissao cnlendcu que essa liberdade nSo devia
ir al a parle que diz respeito aos soldados; .por isso
aceilando.as alleraces proposUsna tabella destesap-
prova-a, e assim corla a faculdade de poderem ser
modificadas pelo governo. Creio que lenho salisfei-
lo ao nobre depulado, se bein o comprehendi.
O Sr. Paes Barreto : Sr. presidente, nao me
|iarccc conveniente que se encerr este discusso
sem que solvamos as duvidas apreseutedas pelo no-
bre depulado quo fallou em primeiro lugar. Esse
honrado memhro parereu duvidar da legalidade
rom que foi expedido o regulamenlo do corpo de
polica, por falte de autorisacao, e por sftu iuterpe-
lou a rommiss.no para que ella dedarasse se o
projeclo aprovava o mencionado regulamenlo. En
enteudo que na lei do anio passado que lixeu a tor-
ca policial, existe a autorisacao em virlude da qual-
o presidente retbrmou o regulamenlo do corpo de
polica. A le diz o scguinle : O governo dar
o necessario regulamenlo ]iara a boa cxccucao
d'este leora, o presiden I.- enteudeuque para a boa
cxecucSo da lei era preciso reformar o regulamenlo
existente; logoeslava no seu direilo fazendo essas
reformas. Digo mais, expedido o regulamenlo por
virtude de urna autorisacao ISo expressa como a que
se acha conlida na lei do anno passado, nos nflo
podemos submellc-lo a nossa aprovajao, enem d'el-
la precisa para ser executado ;cu admiro-me por
lano que o Bftbre depulado memhro da commissao
dissesse que o regulamenlo seria discutido em outra
occasiao.
Or., Mello Reg : Eu nao fallei n'islo.
- O Sr. Paes Barreto : Mas qual lie a opinio
da comroisslo a este respeito ? O regulamenta
precisa ou nao de ser approvado ? Qiianto miiqj
enlendo que um regulamenlo dado jielo governo
em virlude de urna ampia autorisacao da assemblca
tem toa-de lei e nao necessite de aprovacao para
ser executado.
O Sr. Mello Reg : Mas quem disse quetfb ?
O Sr-. Paes Barreto : O nobre depuladTfcsc
e era pieciso disculir o regulamenlo; pira que
O Sr. Paes Barrio: O nobre depulado, que
fallou em primeiro lugar.o honrado memhro quando.
O Sr. Aguiar : Peco a palavra.
O Sr. Paes Barreto : Eu ped a palavra por
que pareceu-me entrever no modo porque expri-
mirn! os nobres depulados duvidas acerca da auto-
risacao que tinha o presidente para dar o regula-
menlo ao corpo de polica ; mas como os honrados
roemhros declarara que uenhupia duvida teem se-
inelbanle respeito,nada maisaeresreiilarei.
O tr. Jos Pedro depois de notar que a discusso
he extempornea por se tratar somente da ulilidade
do projeclo, enjille o seu parecer acerca da redaeco
do mesmo projeclo, achando-a conforme, nao s com
a autorisacao que se deu i presidencia, para dar um
regulamenlo ao corpo de polica, seno lambem com
a inlervencSo que pode 'er a assembla na approva-
cro deste regulamenlo.
O Sr. Presidente: Enlendo que a discusso
vai marchando regularmente, porque, Iratando-se
na I. discusso de avaliar da ulilidade do projeclo,
pode a casa entender que elle nao he til, eobri-
gar assim a commissao' a apresenlar oulro, embora
a doiitrina do acto addicional que torna necessaria a
lixacao da forra policial.
' O Sr. Aguiar: Sr. presidente, cu professo o
mesmo principio que V. Ex. acaba de enunciar, dis-
cord por consequencia do nobre depulado, g faj-1 ro^TOm'e'rnn
teu em ultimo lugar, quando julga que a ffisosso1-'
he extempornea eque o que se lem dito al agora
nao asscnla bem na prtgreira discusso. Ainda mes-
mo qfje-fe&e adilrissivel o pensamenlo enunciado pe-
lo nobre depulado, nao sera islo preparar o camp?
para segunda discusso? Eu creio que he conve-
niente saber-ise primeiramenle se por ventura esse
regultimenio.a que se refere o projeclo,esla approva-
do, o, fe precisa ainda da cnnfirmaco desla assem-
bla ; se eslo ou nao na casa, e se cada um dos
meinhrqs da casa ja lem coohecimento das disposi-
coesdesse acto .do execulivo provincial: eu decla-
ro rni solemnemente ao nobre* depulado, que he
pnifiero secrelario, que cu nao enlrei aqui na ave-
rignaco daquestu, se o presidente eslaya ou nao
au lorisado para dar regulamenlo ao corpo de polica,
eniive muito distante disso, quando ped a palavra ;
as minhas pergunlas, dirigidas commissao redaclo-
ra do projeclo, limitaram-se, primeiro a saber, se
por ventura a mesma commissao tinha lido em viste
quando organisei o projeclo, lodas as dispesicoes do
regulamenlo, e se o dava como approvado, porque eu
va que a commissao se linha referido a urna tabella
que faz parle do mesmo regulamenlo : por lano
abstrabi inteiramenle da queslan da competencia do
governo para promulgar um semelhante acto. Quan-
lo a miro, me parece, que embora o presidente da
provincia eslivesse aulorisado (queslao em que nao
enlrei) para dar o regulamenlo, com ludo, parte del-
le ainda depende de approvaco desla assembla,
porque referindo-se alguus arligos a augmento de
despeza, e estando esses augmenlos consignados n'u-
ma tabella, e fazendo esta parte do regulamenlo, he
terrosamente necessario que para ser urna aprova-
da se approve o oulro, de que faz parle intgrame
a tabella.
Por lano, aceite o nobre depulado a roinha de-
clararlo ; nao live, repite, em visla entrar na ques-
lao de competencia ou nao competencia do governo,
e sobre ludo porque me parece que agora nao he oc-
casio propria para essa queslao.
O Sr. Paes Brrelo : Enlao, o djte por nao
dito.
Encerrada a discusso, lie o projeclo submellido
volaran e approvado.
Contina a discusso das posturas do Ex, que
havia ficado adiada da sessao anterior.
He lido e approvado o rl..ll.
Arl. 11. Fica prohibido crear-se gados e nni-
maes cavallares, e* oulras creacoes nos lugares desu-
ados para'agricultura: o contraventor pagar por
urna cabera 2J> rs., ficaudo o direilo salvo ao dono
da lavoura de cobrar os prejuizos que sollrer, do do-
no do animal.
Entra,em discusso o arl. 12.'
redores desla villa na distancia de meia legua dev-
rao fazer nos seis mezes, depois da publicado des-
las posturas, cercas de varas cnlrancadas ao correr
da estrada as testadas dos mesmos sitios, de forma
que fique urna s cerca desde o sitio Gamelaira, at
o de Santo Ignacio : o contraventor nao poder
mailralar os animaos que prejudicarem, nem co-
brar os prejuizos soflridos; o caso maltrate, ou des-
encaminhe, sourero os dono* ,dos silios *800 rs.
de mulla, e pagaro os animaes o damno que causa-
rem anles. n
Vai mesa e he approvada a seguate emenda,
que he approvada em lugar do artigo.
Os proprielarios dos terrenos qne licam nos ar-
redores desla villa em distancia de meia legua, de-
vero fazer dentro de seis mezes depois da publica-
cad das presentes posturas, cercas de varas entran-
radas ao redor da eslrada as lesladas dos mesmos
terrenos, de manotea que fique urna s cerca, desde
o sitio Gamclcira al o de Sanio Ignacio : os contra-
ventores sofirerSo a multe de 45000 rs. e o duplo na
reincidencia.Oliceira.
Entra,em discusso arl. 13.
Arl. 13 Emvquanlo nSo lizerem-se- casas na ra
da beira do rio desla villa, nos lugares vagos, os do-
nos dos terrenos sao obrigados a lerem os mesmos
cercados de maneira que nao cntrern por elles ani-
maes que destruam-es lavouras ; o contraventor pa-
gar 15000 rs. por cada um animal e por cada vez
que os mesmos causarem darano aos herradores.
Va" a mesa a scguinle emenda, que he approva-
da em lugar do artigo.
11 Em quanlo se nao construirem edifeios nos ter-
renos devolulos, que existem na rna da beira do rio
desla villa, os proprielarios dos mesmos sao obriga-
dos a te-Ios cercadas, de forma que por elles nao
enlrem animaes que deslruam as lavonras : os con-
traventores suffrerao a mulla de 29000 rs., e o du-
plo na reincidencia. Oliceira. n
He lido o arl. 1i, cujotheore o seguinle.
a Arl. 1>. He permitlido ter as immedtacOes
deste villa, vaccas e cabras de leile pera uso dos ha-
bitantes della ; assim como os macbosda raca lan-
gera para servenlia do consumo.
Vai mesa e he approvada a seguinle emenda.
Supprima-se o arl. 14. Oliceira.
O art. 15 he approvado sem alleracao.
a Art. 15. Ninguem poder locar fogo as mal-
las, que esliverem maduras, de conslruccao, ficau-
do o contraventor sujeito a mulla de65000 rs., e oi-
to das de cadeia, (cando salvo o direilo o dono das
maltes (quando torem alheias) de cobrar o prejuiz
judicialmenle.ii
a Arl. 16. Quem liver gados ou animaes em pas-
tos alheios, ser obrigado a pedir licenca ao dono da
fazenda, e qual nao Ihe ser negada, e quando seja, poder* o
dono dos gados e animaes pegar meltendo-os iiosrur-
raes da fazenda para all tirar o que for sen, r. nao
ler lugar desencaminliir os alheios : o contraventor
pagar peta primeira vez, 4^000 de mulla, e o du-
plo na reincidencia, e oite dias de cadeia, ficaudo o
direilo salvo ao dono da fazenda de cobrar o damno
que sofTrer era tees pegas de gados.
Depois de algumas reflexoes, he o arl. 16 appro-
vado com a seguinle emenda.
Quera liver gado, ou animaes em pastos alheios,
na occasiao de os pegar participar ao dono ou quem
suas vezes flzer; devendo era lodo o caso recolher
os auimacs ao curral da fazenda para escolher os que
Ihe perleneerem : p contraventor pagar pela pri-
meira vez 419000 r. de mulla, e o duplo na reinci-
dencia edous dias de cadeil.-JS. R. Paet Br-
relo, j.
Verificou-se nao haver casa,
O Sr. Presidente designa a ordem do di* e ta-
ranta t sesso s 2 horas da tarde.
pfrdo Manoel, .pens3oannu.il de 1:000 r.. a vinva do intjHi,
IboPaes de Andrade, erabirgadc mes Machado. Hem.-n
a requerimenlo do senhor, e o prelo Claudino escra-
vo de Miguel Nogueirn do* Aojos, para averiguado
policiaes; ordem do'subdelegado da freguezia da
S. Jos, Joflo, escravo de Fructuoso Jos Pereira
Dulra, por andar fgido, os pretes Antonio e Domin-
gos, escravo* d Manocl Cardoso da 'Fonseea, e Mi-
quilina, lodo* por desordem, e Silvino Gomes da
Sil/a, para avetiguacoes policiaes; ordem do sub-
delegado da freguezia da Boa-Vista, o prelo I.uiz,
sem declaracSo do motivo, o. a patila Mara Joaqui-
na qa I.uz, poriMnltos; ordem do subdelegado da
freguezia do Pojo da Panelta, o prelo Eugenio,
Ambrosio, e Alexandre, escravos de D. Mara Pires
Ferreira, a requerimenlo desla ; e ordem do subde-
legado da freguezia da Murbeca, os pretes .Manuel
Jos dos Aojos, Joao Severo Rodrigues, e o pardo
Amaro Jos Teixeira, todos para averguac,es po-
liciaes.
O ileleaado supplenle do termo do Bonito, era of-
ficio de 28 de fevereiro lindo, agora recelado, me
tez as seguinle parliciparoes:
Que no da 12, no districlo de Bezerros, tora feri-
do com um tiro Jos Francisco do Nascimcnlo, es-
lando este dormindo, e supposto nao dedarasse o
delegado quem fosse o autor do delicio, nem se
foi, ou deixou de ser preso, todava affirma qoe se
eslava procedendo ao respectivo processo.
Que no da 21, Jos l.ourenco de Gouveia, rom
3 rmelos d nomes Serafim, Francisco, e Miguel e
um escravo, por intrigas particulares de Ierras e de
lavouras, foram a casa de Vctor de tal, e seu irmgo
Joaquim, onde se achavam outros irmosecunhados,
ahi iravaram urna lula fogo, resollando della a
morle do dito Jos l.ourenco c de seus Ires temaos e
a do referido Vctor de tal e seu irm3o Joaquim, cs-
capando-se depois disso o escravo dos primeiro* e os
cimbados e irmaos do segundo, accrescenlaudo o de-
legado que a respeito deste faci se eslava proceden-
do nos termos da le, e se haviarr dado as convenien-
tes providencias para serem capturados os criminosos
fugitivos^
Que no'dcslrialo do Verde no dia 14, Sebastiao
Roque de Freilas, matou a mulher com urna mSo
de pilo, ilcpnis do que se evadir para oulro termo,
e que a respeito desle facto eslava o respectivo sub-
delegado formando o competente processo.
Que 110 mesmo districlo um individuo'de nome Jo-
s Gola, estando de emboscada para assassinar a ou-
teo-dc-trPte Joao Jaciiilbu, saliendo disto o inspector I do 200 pracas do 1.-bila
do quarleiro de Pirangi, *.mMlltij^frlfrrrnr pma escolW^qne sendo avistada pelo dito Gola sobre
ella tez tojo;-resultando sabir gravemente ferido um
soldask, que est em risco de perecer, icndo que a
esconFfazendo lambem fogo sobre o mencionado
Gola o matara.
Nesla dala recommendo ao delegado que a respeito
deste faci faca instaurar o competente processo,alim
de se enlrar no conhecimenlo da verdade.
Na mesma dala de 28 do fevereiro parlicinou-mc o
delegado do termo de Brreteos, que pelo inspector
de quarleiro do Kiaebo da Malte, Ihe tora commu-
nicadoem dala de 14, que doilando duas guerrilbas
para prender dous desconhe.cidos armados, que de
noile Irausilavam por aquello lugar, fazendo-se sus-
peilos de quererem commeller algum crime, succe-
deu que cid urna das guerrilbas em que se elle acha-
va com seis paisanos na eslrada do Bal lar,as 11 horas
da noile do indicado da, parassem dous individuos
armados que pareriam os que se esperava e que dan-
do-ae-lhes ordem de prisflo um delles desviando-se
rpidamente da eslrada disparen sobre a (ropa um
tiro que apenas ollendeu ao facao do paisano de no-
me l.uiz Jos de Miranda, qu no mesmo continen-
te disparou sua arma sobre o desconhecido que Ihe
atirou e correo, resultando disto cahir morto esse
infeliz depois do que reconheceu-sc ser o morto o
menor de 12 annos Joao Jos, lilbo do pardo Jos
Dmaso que vinbam iuexperadamente deumacacada
de porros do malte.
Accrescenta o mesmo delegado, que seno proce-
deu a corpo de delicio pela tenga distancia em que
fica o quarleiro em que se deu o tacto, e por
ler este cnegado a sua noticia 4 dias depois, mas que
ficava instaurando-o competente processo, alim de
eolrar na inleira indagarlo da verdade.
Deo* guarde a V. EMr-Secrelaria da polica de
Pernambuco 6 de marco iteTrrTTH iVlm eExm.
Sr. cunselbeiro Jos Benlo da Cuuha e Figoeiredo,
presidente da provincia.Vuiz Carlos de Paica
Teixeira, chele de polica da provincia-
THESOL'RARIA DA FAZENDA PROVINCIA!.
Demoiutrarno do saldo existente ua caixa do ex-.
ercicio de 1853 a 185* em 28 de fetereiro de 1854.
Saldo cm 31 de Janeiro
p. p. ...... 240:2599703
Reccita no correnta mez. 54-2783044
----------------294:537i(747
Despeza dem .... 59:6503132
Saldo,
Em cobre .
nulas. .
503615
234:8373000
234:887361 >
23I.-8878615
O Ihesourciro,
Thomaz Jos da Silca tlusman' Jnior.'
O escrivio da receila e despeza,
Antonio Cardoto de Queiroz Fonseea.
Demonstrara do saldo existente na caixa de de-
psitos em-J&dc feecreiro de 1851.
Saldo em 3i de Janeiro
P-P-......
Recoila no correute mez.
Despeza idem.....
Saldo. '. ,
Em cobre. ... .
notes. .
tetras .
139:9273241
5973OOO
140:5213^41
93000.
7*13000
I39:774241
140:5243241
140:5243241
O tbesoureiro,
* Thomaz Jos da Silca Gusmao' Jnior.
O cscrivo da mocita e despeza, ,
Antonio Cardozo de Queiroz Fonseea.
Demonstraciio do saldo existente na caixa especial
do entrmenlo das ras desla cidade, em 28 de
(ecereiro de 185*.
Saldo em 31 de Janeiro ,,,
p.p. .....8:1588500
Receila no correte mez. 986$I73
1 9:1443673
Despeza idem 1:2009000
Em cobre.
olas.
Saldo....... 7:9443673
1059673
7:8399000
7:94i&673
0 tliesuincirn,
. Thomaz Jos da Silca Gusmao Jnior.
O escrivao da receila e despeza,
Antonio Cardozo de Queiroz Fonseea.
Denwnstracao' do saldo existente na caixa es-
pecial da construvt&o da ponte do Recife em 28
de /ecereiro de 185*.
Saldo em 3t de Janeiro .
P- P....... 31:6830319
Receila no crrenle mez." 4069630
---------------- 22:0919819
Despeza idem........ 3:0003000
Saldo.
Em cobre.
olas .
101*849
18:9909000
19:0913849
19:0919819
* O thesooreiro,
Thomaz Jos da Silva Gusmao Jnior.
O cscrivo da receila e despeza,
Antonio Cardozo de Queiroz Fonseea.
Contrato das carnes verdes.
RelacSo das pessoas que mataram rezes, mediante
a multa de 108000 rs. por cabera, na confrmi-
dade do art. 9- do contrato das carnes verdes, e
resoluro da presidencia de 21 de dezembro do
anno prximo passado, sendo ditas mullas dos
dias 27 e 28 de fevereiro prximo passado e do 1
a 5 do correnle marco. .
Total.
6
(ti
3
O
RSFARTXCAO' DA POLICA'
Pan* do dia 6 demarco.
Illm. eExm.Sr.Participo a V. Exc. qua da*
partes honlem e hoje recebida* asta repartiera,
consta lerem sido presos : i minha ordem, o pardo
Jlo Antonio Baplisla, indiciado na morle do porlu-
luguez Fernando Antonio Fidi; ordem da sobde-
c

- 5
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'I
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E S.
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pn mil___ ____
quer el
Foi confirmada pelo governo a proposla teila pelo I
Exm prelado desla dlocete, pata fcules el
dti seminario de Olinda, como vertios leilores nal
parte official qua hoje publicamos.
Variosdeipacliosliveram logar para o* posto* da
guarda nacional desla provincia, e que lambem dei-
samos Iranscriptos na aobredlla parte oflit
Por aviso de 16 do passado foi horneado o Sr. 2.
lenle da armada Euzeliio Jos Antune,paraocar-
go de secretario e ajudante deordensdocommandaii-
teda eslacao naval desla provincia.
- OSr. Carlos Pinto de Figoeiredo, 2. escriplura-
rio da primeira contadura do Ihesouro, foi nomea-
do 2. ofBclal da secretaria de estado dos negocios da
fazenda.
Foi aposentado oSr. Pedro Jos Pinto de Cerquci-
ra, no lugar de escrivao da atfaiidega da corle.
O Sr. l.uiz Garca Soares de Bivar.foi nomeado pe-
la mordomia-mr pora servir ooflicio de escrivao dos
brazoes e armas da nolireza e lldalsnia do imperio.
Fallecer no dia l*do pasudo o Em. cftrlselhei-
ro JosBernardesdelFigiieirlilo, decano da magis-
tratura brasileira, e prndenle aposentado do supre-
mo tribunal de justii;a.
Wondava achar-se nomeado cnsul geral do Brasil
na BelgiJKo Sr. Osla Molla.
DerKiis^*iijjida;s*cco de juslica do conselho
de estado, foaamoandadas executar as senlenras de
morle impostas aos reos Malaquias, pelo jurv do ter-
mo de Braganca, cm S. Paulo ; Joaquim, pelo jury
de S.Jos dos Pinhae* da mesma .provincia ; o Cv-
priano Ferreira, pelo jury de Monto-Santo, na Ba-
bia.
Corria que a companbia de Soulhamplon resolve-
r eslabelecer duas linhas meusac* para o Brasil,
devendo sabir a segunda no dia 2* de cada mez; e
crescenlava-se" qne essa nova tinlia devia comejar
no dia 2* Jo correnle marco, sendo inaugurada pe-
lo vapor La Piala de primeira marcha.
Conslaya que o vapor Jotephina, da carreira de
Santos, fora frelado pela coinpanliia de paquetes pa-
ra fazer as viagens para o norte, passando a substi-
tuir o Guanabara, que fura a* viagens da linha do
Sul.
Devia* sahjr no dia 23 do passado para o Rio da
Prata o vapor de guerra Recife. levando a seu bor-
do 2 5 pracas do 1 ".l..i3n.?n a. fujiflimn, qrr
nossa esquadra all estacio-
nada.
No dia 15 do passado os esludantes da academia
militar, aeompanhadqs dtenle que dirige osexer-
cicio* pralicos, o Dr. Jardim, foram visitar os Ira-
balhos da eslrada de ferro do Man ; enzeram um
ensato em que a locomotiva, com um dcimo de sua
rora' percorreu 5 milhas em 10 minuto;.
Acabavam de sabir luz os primeu-as numeras da
Iltuslrarao Brasileira e da Patria, jornal ooposi-
ciouista. "
M-se no Correio Mercantil de 17 .lo passado :
Tendo o Jornal do Cnmmercio de honlem no-
ticiado que em urna rcmessa teila pela Ihesouraria
da provincia de .Pernambuco se encontrara urna
falla te rs. 10:000900% o Sr. tbesoureiro geratenau-
dou redaccao dessa folha a seguinle reclificarao,
de que nos renieltcu Copia.
a Sr. redactor.Em seu jornal de boje se diz
cm um arlieo romniuiiic^do com o titulo detrans-
formares e subtrawesque em urna remessa teila
pela lesourara da-provincia, de Pernambuco peto
paquete S. Salvador, rhegado a 13 do rorrele, se
encontrara em vez da quantia de rs. 100:0009000,
que devia ler viudo, a de rs. 60:0009000.
Para reslabelecer a verdade, c para que nem
por momento paire sobre alguein- infundadas sus-
peilas, devo declarar que nesta lliesouraria foi en-
tregue cm o dia 14 do correnle, pete Sr. com man-
dante do dito vapor, um raixole, sem ncohum in-
dicio de arrombamento, conipeteuleriieiite pregado,
lacrado esellado, e que, abollo inmediatamente, e
verificado o diubeiro ua minlia presenca e ua do di-
jo Sfc commandaulc, se enronlrou a quantia de rs.
79:5009000, o que faz crer que a falla de 20!5009, e
nao de 40:0009, procede de engao do respectivo
tbesoureiro daquella provincia, dc\ido lalvez pres-
sa eom que encaixotou o diubeiro,
Thesouraria geral, emAftde tevereiro de 1854.
Antonio Henrigues de Miranda Reg.
Do mesmo jornal (cm nmeros diversfisexlrabi-
mos mais o seguinle:
a No lugar denominado Arcal, em llanca, muni-
cipio de Nilherohv, alguus individuos reunidos em
urna taberna banqueleavam-se na noite de 19, nao
saltemos sob que pretexto. Alterados por excesso*
de mesa Iravaram desordem, e cin pouco lempo
roncavn no recinto urna grossa tempeslade deSoceos
e hoteladas. Unf dos taladores arremessou no seu
furor .um ropo que eslava ao eu alcance contra o
nico lampean quo Iluminara a arena, e a escuri-
dSo veio anda aggravar o caso. O dono da casa
lenlou um golpe decisivo, e tomando urna espumar
da carregadacom chumbo disparou-a sobre o ponto
em que a lula era mais renhida; um iuteiiz lalvez
dos mais innocentes receben o tiro em cheio n'um
dos bracos que Ihe con despedazado! Com slo
cessou o cpnfliclo. Por tolla de medico 110. lugar
corre risco a vida do ferido, pois utormam-nosque
perder urna immeiisa quanlidade de sanguc,
Na freguezia de S. Jos{de Lcuuida, "niuniripio
de Campos, acaba de repelir-sc nina dessas secnas
muilo commuus enlrc nos cm lempos de oleicoes.
A mesa parochial dossa freguezia leudo, no lim
da apuraran das lisias que recebera para a elcicao
de eleitores para um senador, adiado diflereura
eulre o unmero "de votos oblidos pelos candidatos'e
as lisias recebidas, resoliel fazer nova apurai;ao.
Como j era larde, fechou-se e lacron-se a urna, c
ficou ella confiada, durante a noite, guarda de oilo
cidadaos. No dia seguiote, porm, quando se pro-
curou pela vestal, havia ella desapparecido. Caula-
ram os guardas que durante a noite se haviam in-
lroduzido dous vultos fia igreja, c que, depois de
apagadas as luzes, carregaram com a urna antes que
houvesse lempo de corlar-Ibes os passos.
A' visla dessa oceurrencia imprevista rcsotvcU
a mesa mandar ao governo provincial o resultado
da vniacao lal qual era conhecido anles da duvida.
Consta-nos que o Sr. presidente da provincia, j
mandn syndicar do facto, dcixando ao poder com-
petente a aprectacao da legitimidade da eleicao.
n l'ma outra scena eleiloral, c sem precedentes,
passou-se tambem cm Mambucaba.
respectiva turma, c leve porlanlp, segundo a lei,
de convidar para companheiro urna pessoa de sua
confianca- -
Durante cinco diasandou o pobre de Ileroiles
para Plalos, e por fim, cont lodos se recusassem,
leve de declarar que nao se lembrava de mais nc-
nhum Cyrenen. Como a -lei mo prevente lal cir-
cumslancia, ficou a eleicao -adiada, t
Nos finidos de una casa na ra do Saccodo Al-
teres, em um lelbeiio, Irabalhavam dous individuos
cm fazer foguetes. Alguna desles, que ja estavam
promplos; e tinhnm sido enllocados prximos ao le-
Ibeiro, iucendiaram-se pela accao do sol; c tendo
cnmmiiiiicado o fogo aos pilos,'% don o lelbeiro. O
chefc de polica, que acudi ao logar, mandn re-
colher os dous individuos, que licaram gravemen-
te fridos, ao hospital da Misericordia ; c urna
grande porcao de plvora e fogueles, que eslava
escondida na casa da habiturao. ao arsenal de
guerra.
o Ilontcm, das 10 lis 11 horas da nolc, foi adia-
da no Campo de Sania Anna, entre o Ihealro Pro-
visorio, e a ra do Salan, urna innocente creaturi-
nha que all fora abandonada. He um lindo meni-
no, claro, bem nutrido, c de typo eslraogeiro. Tra-
zia presa a um cadarco na cintura urna lita de pa-
pel que conlinha escripto o segrate :
a Rio 18-de fevereiro de 185*. Mando para a
it da Santa Casa meu lilbo Joilo, queja est bapli-
11 sado, para a-to 11 'Sr lodas as despezas.
Por islo, que revela o amor de una mai infe-
liz, que eugeita, iiorcm nSo renoga seu lillto, se v
3uo a mao barbara, a quem foi confiado o cuidado
e ir por este infeliz sob a prolcccao da caridade pu
blca, teria elle Jedevcr a sua morle, a nao ser o
feliz acaso que por aquello lugar cnduzio urna
pessoa cariciosa.
Aos cuidados dessa pessoa, cuj nome com pe-
zar ignoramos, pxirqiKiJeVtemos prazer em chamar
sobre ella as heneaos dus~Toltiuw>bom formados,
se acha entregue aquella desveniutaja creanca,
qne chou era seus braco nina compens)cao aosca-
rinhos maternaes, a cuja falta eslava quas coudcin-
uada. o
Cdebraram-se no dia 20 do passado, no toiosteiro
de San Benlo, as exequias de S. M. F.. mandadas fa-
zer pela lesacan de Porlsal; e pelo paquete Vreat-
Wcslern foi dirigida a el-rei regento urna meosa-
aem de psames, assignada por 950 sftbditos porlu-
guezes. 1
O Jornal do Commercio publica, o seguinle.
Iddo Junior,
do lambem
desla
Honlem ala:
varia* pessoas, cnl
Souzn, aconla^^^^^^^H^
vira*e o aveiro, perece
lar T*** ** 5 bor*,'*ta.'lafe Dt,
Em seo r. de 2 do torrente noticia
Ata o (eguinto :
Honlem reunirara-e em si
casa do banco eommercial
resultando desla reuna a ap
fcila pela din |ue sal
o prendo al 6 por cento naslelaraj
zes, podendo a direccao fater
ci as leltra* pagaveis al 6 1
liouver necessidade.
jNessa occasiao propoz o Sr. j,
o lianco aceilasse qualqutr qufln
se Ihe levasse, dando em pagad,
podesse ser traaiigido com mais
coulececem a moeda melaair*
'O Sr. presidente remo
aquella proposta par
Em Macei instal
no dia 20 do passado, a ssembl
na,- aflm de providenciar acerca :
novas comarcas, urna que lenli
Taip e Moxol, e'outra que 1
nicipios da Imperatriz e A**el_
meira por sede a povoac3u de Pal
_, ca
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Nao tendo havido honlem sessao da assembla
provincial, a ordem do dia de boje be a rdesuu de*
signada.
Peta vapor S. Salvador, chegado honlem do sul,
tivemw jornae* do Rio de Janeiro ato 25 do passado,
da Babia at 4 do correle, e de Alagdas at5.
Continuara inalleravd a tranquillidad* em lodas
as provincias dese lado do imperio.
S. M. o Imperador concedeu do seq bolsinbo! 1
C0M1UICAD0.
1*' hvpoUaese af
O contrato das carnes verdes.
Ocitemos a ultima sonda S
do nos devora o solTrimento, e veja
sivel enche-lo,- dando tresnas ;i no*
ca, e a do pub1er>j-c*;nada
e por demais fastidosa. He
ral de 13 de fevereiro ultimo, que ni
nesle momento, depois de havermo* r|
parle do mesmo artigo, como se vi- do
nambuco d 4 do actual. Conlinu;
analyse, exponhamos as razDes do i
de combaler; ei-las :
n Exislia concedamo-lo de barato)
urna impossibilidade de cumprirem
contrato (reconheceu a commissao); mal
sibilidade era nopiescntc, e em
E como a populacao nao devia soffi
telar sobre essa impossibilidade,
trate, nao por atlencao aos mrate!
mas por atlencao ao poco no pn
Os pareceres da commissao toram ai
claros e terminantes. Bem v o
que ha muita diiTerenon entre
these.'
Temos em primeiro logar o pri
nobre redactor do Liberal nfin
pela franca eleal confissao, qoe laz.d.
ficaees ao contrato foram por
presente e no futuro, e nao por
tratadores no pastado, quando elle hav
nanlemente que as citadas modifleafoeg
do por fim o beneficio dos contralsor)
o bem da populardo 'Liberal de 5 l
limo, 1." pagina., 2. columna, linhas<
um esforco ua verdade digno de grand|
que, ausentando a opposico do IMerat
de que o povo linha sidarielima de um
reconheceB-slifllo stjUus*Fa^|
havia equivocado,^ agora n
como um triumpho da verdade;
e nos lh'o agradecemos eonA
do pesseal.
Todava eslabelece o Liberal do
primeira retere-seao passado dos conl
segunda ao presen^ o fu toro da
haviamos dito que o presidente, uu ;
dillcaco alguroa no contrato de 6 del
millr o caso de forca-maior.'ilim i
cnlraladores a cumpri-lo sera um
infattieel; mas o Liberal diz que ht
vatecer, porque assente na confuso
o presente e com o futuro; e
do tora o resultado de faclos dos
se crearam a dilllcil siluaco em quo
que por esse passado eram ellas reVp
assim, que as cautelas, que se devia;
relativas ao prsenle e ao faturo,,
viam ler cm comideraego qova* garantas
povo.
Enlrelanto, asseveta o Liberal, i
fez. S. Exc. absolveu o passado do* con Irala
Exc. conceden modjfieaoSc* extraordinarias <
dos cnlraladores ; mas S. Exc. confundi
lacio com o hospital Pedro II, e mi
acerca de garantios para o poco, a ]
pequeo Iredio, que dcixamos
Ierra os nossos agradecimentos, porque
desfez com os ps o que tinha frito coa.
Ora, podia o i'6era/dizer*jd*di7i
mente'em dous periodo* seguido* t nSo, p
ria barlar-M de simesmo,oo cabir
Iradiccao.mulo mais quando a su*
objeclo do nosso agradecimenlo, til
ca e lao clara, que nao deixa a raen
Se ha, pois, conlradicio,
na juslica eu injuslica das mocil
fnsSo das palavras--passado,
que usa Liberal paradescriraii
as uiodificacoes deviam ser taitas,
i urna queslao de opportanid
foram teila* para o passado,
ceilo, se fixsera para o presente
boas. Ura, o Liberal assenla que m
ram somenleneilas para o pass
fe-la*em favor doscoiitratadores,confu
lacao com d hospital Pedro II, e nada aa
cade garanta* para o pavo.
0 Libetal nao admiti nada pra o
contraladores; mas quMho o pasado, de qi
Liberal 1 naturalmente as fallas, que coi
em virlude de torca maiur, islo he, deixai
tr 900 e tenias rezes, dentro do nume.i
pan o consumo, em um periodo de don* o
este falla tinha sido reoonhecida peta
mo filha de um caso fortuil*. n A
meiro parecer, foi augmentada pelo
do, que (razendo a deficiencia de
embar acavaa comlucflo da gado*
cessariamente a quanlidade que po)
circumslancias favoraveis, ele. i> Eis ai
cao das fallas do contrato ; mas o ca-
tadores nao abrange somente asfaltas en
ram.senao limbem as perdas solTrid
das mesmas causas, que origjnaran
Com elleito, continua a commraaa rilado
parecer.ee De ludo islo resulla que o gado tenhasidn
vendido nos ltimos mezes do verti por^M-eco mui
subido, e muilo alm do calculado par* se vender a
carne pela Jaxaeslabelecida.e que assim o coi'
tenha toffrido perdas paramanler a-laxa eiii,
da. o O passado por tanto dos conlraladotgte-
duzido duas.clausulas bcjmJjsJiatriT, isl lo
tas couimeltidas em virludo'do caso fortuito da jec-
i-
uida em
ca, e petate* *Uridas em virtade do mesmo ca* tor-
Roubo e fuga.Charles Horne.caixeiro dos SrtL m
Guimaraes e Klell, desta praca, desappareceii, depotr sa,to- .
Combine agora o Liberal o qoe fica exposte eom o
guile paragrapho do artigo 4. do contrato de 6 de
jitolio : 110 governo se eompromette garantir rom
toilSte as suas clausulas e rmidices, e os cratra'
res sckpbrigam solidariamente ao exar
lo do dbnlralo por si e seus bens, fico
que se rWrvam o* casos fortuitos de guc
vncia, Wa ou peste, e de serem al
pusisoes poklrtetct a* imposisOes or
bre este objjfto. r}er provinctaes
de ter roubadoa seos palrOes" 10:0009.
Terca-feira nao comparecen Horne no escViplorio.
mas a sua ausencia nao excilou suspeilas.. Salindo-
se porm honlem que no paquete Great tfeslern,
sabido terca-feira, linha ido de passagem l.uza Hor-
ne que pissnva por sua mulher, foi procurado Hor-
ne, e, como ninguem desse delle noticia, iralaram s
Sr*. luimaraes e Klelt de averiguar se linhamsido
roubados, e viram que Ibes faltava urna leltra de
10:0009* vencer a 3 de marco, que tinha sido sdb-
Irahida da carleira de um do* socios.
Procedendo logo indagacao, vieram no conheci-
menlo de que Horne se servir dessa ledra nara- cau-
cionar um eropreslimo de 9:0009 que em noie 11 *,0"'"' <><>*>\ll*m ieUt* auM
souspatroes pedir aos Sr. Comes & SI oraos, u vincia admitlin/i as moJificart
Fra uilimamenle publicado o regulamenlo, para
a lei das Ierras que Iranscreveremos cm o prximo
numero.
. Na Baha linha-se installado, no dia primeiro
do correnle,. a assembla legislativa.
Por noticias vinda de Santo Amaro conslava que
all grassavam febres de mo carcter.
Tendo apparecido a bordo do navios orlos no
porto da capital alaun* casos de febre amarella. man-
douoExm. presidente da provincia abrir de novo o
hospital, de Monl-Serrale, afim de serem odie reeo-
Hiida*, e u-alidas as pessoas atacadas deesa lerrivel
epidemia.
Foram pronunciados pelo juiz municipal da pri-
meira vara da mesma cidade, no processo de moeda
falsa por elle instaurado, como faliriranles os Srs. :
Jose^Ciume, Villarinho, Joao da Costa Junior, Joao
Baplisla do* Res, Jos Manoel de Azpvedo, Pedro.
Jote de Uraga, Joaquim Antonio CorreiaNegro, Pe-
dro Joaquim Carreta Negrito, Bartholomen Joaquim,
de Oliveira, Joaquim lanado Furtedo, Franoheo
Antonio Piboii-o (pintor), Virginio Augusto daSitTfl
o
M
dem a reparar-sih o* elteilos de urna
habililar os contr.tdores a cumplir
um prejuiz cert *; infalHvtl-
O qoe se segu de.' ludo hlo ? lie qt
caso fortuito da secta;, e um preju;
os contrttedores direifii a* iaodilic;i
e o governo da provinera a oteigalt.iu moi
do admilll-> 1 a repara,
torca maior, e liabtUter os coutraf
contrato sem um prejui o.eerto e infai:
reparar os effeitasda fotra maior,
tiam esses efleite*? aa* fallnis-conuneUida* peta^^H
IraUdores, por consequenciaNna
foram imposta*; o o nico. meioVd-
foitas en absolver* contra 1 adore
mao do processo, viste que a* citadas multas
adiavamem grao de exrcucio. Em q anto tsperdas,
que ao a segunda daosula do pessa do dos contratar*
*


DllfftQ DE PEflHUiBUCO, QUART* FEIR 8 DE MARCO OE 1854.
ilore nao o ptfvecr da comminao como cita-
do artigo do contrato do lambem muito expresaos.
E, porm, esta perdis, le por um ledo se fondam
am cato pretrito, devcm ser raparadu para o futu-
ro, porque o presidente he ubrigldo a admllir modi-
ncacOes para habilitar os conlraladores a cumprir o
contrato sera um prejuize certo e ufallivel. Lofs as
modificac.ua nao eram Taitas pan reparar o pas-
sado, como tambem para pricenir o fitturo ; reas l
.prevengo ilo luturutipodia recahirtufara factospas-
tado, como :wui etlac8o, perdat aoffrldas, ou' qual-
quer cato fortuito conliecido e "amada, e tolo he
verdadelramente o que a pode chantar patudo. Lo-
so, desde qua o Liberal nao admita a reparaco do
pastado, e tmenle a pwncio do faUi um perfeilo bsardo, porque o Tutoro nao pode ser
prevenido sein que os fados payados hbil tem ou
jmllnquem a prevnolo; sem caso fortuito anterior
nao pode haver ruociiQca^o algunia, enlende agora
o Uheralt
Bit- ah) neis provado com argumentos ihconlesla-
vais o que diisemos anteriormente, itto he, qne a
lo Liberal era devida confusilo das
palavraspastado, presente, futuroque elle ha-
via applicado ten dittinccao, como te te iralasse.ni-
camente de orna questo de lempo. Agora deve o
l.iberil coovapcer-te, que pisto andou 13o fora de
lat como era ludo s mato que lem dito at aqu, e
que ainda posta dixer para o futuro, porque nada
mato poder adiantar sem um estudo profundo .da
materia, irabalho rude "e enfadonho, a- que s nao
entregar de cerlo sem Oulro interesse 'mais que urna
polmica de gazeta.
O Liberal, que nada quer do passado, desoja Indo
para o presento e para o futuro, e asteijta que so se
doviam tomar cautelas para assegurar novas garan-
tas para o povo. Logo o Liberal queria unicamen-
>-" te que o presidente reduzisse as modilicarues, ou se
limitaste fiscalisarfio sobre a liel execuc,ao do con-
trato... Oque fez porm o presidente? fez justamente
o que Uie aconselliou a commissao de iuquirito, jsto
ha, admiltio modificacaet razoaceis not preros das
carnes, e estabelceti garantios otis efficazes para
%rf o fitl cumprimenlo do contrato, creando urna nova
ltcalisicito alera da que exista, e encarregando della
Licia. Oque mais pretendia o Liberal.' Quaes
. erar as novas garantas que dse java'.' Talvez quizesse
nina commissaq permanente, composta das mesmas
Das, que fnrmaram a commissao de iuquirito,
ram triis um tnembro sen, que faltou i primeira
oomeaoSo ; desta arte nao seria o Sr. presidente um
exclusivista qumid mme, e as cousas marcharamos
ravllhas!! Foi um erro da presidencia, con-
fettamo-lo; mais resta ainda saber, se o nobre re-
ifacter do Liberal querena ser fiscal ou agente das
carnet verdes' *
Conclue o liberal este artigo, e a sua resposta, pe-
la teguinte aposlrophe a nos dirigida : Sr. Justas, toado.
o Sr. presidente devia, lalvet, admitlir modificares
no sentido de remover qualqaer crise ; mas nunca
% passado 8o contrato ; mas nunca sem dar
m de execueao ao novo contrato por parle da
popularlo; mas nunca sacrificando a populacao e
obrigaiidn-i ou a comer carne magra e pesiima, ou
a pagar para o hospital Pedro II ; mas nunca collo-
povo em 18o lerrivel dilemma. Desconhe-
cemos nesla* ultimas palavras o Ilustrado redactor
do, lberal; pois que se nao lie uiu insulto ao tenso
cometan), he urna injuria, que nos irroga, moitro-
pliando-iiosportemellianlo maneira. /S
V'olla o Liberal sua teima do pastado, que, diz
elle, frira nbsoivido pelo presidente. Ja dissemot que
oaobre redactor so equivoca, tomando como paapa-
do do^fctUl.te-tquilWaytue fura apenas motivo para
(o-; e se o presidente era obrigado a re-
parar na etTeilos de urna torca maior. em ordem a
habilitar os con tratadores a cumprir o contrato sem
uro prejuize. certo e infallivel, Ke evidente que nao
absolvea o pastado, mas reparou seus effeilos em or-
dem a prevnir o futuro no sentido de remover qual-
qusir crite. Eraquanlo as garantas de execueao por
S^^^ parte da populacao, judisemos a etse respeito quan-
lo era postivel dizer-se. Ufemos que o Liberal nao
letobrar cuusa mellior do qtoe fez o presidente, a se
julga-te habilitado para inais, era do sen dever te-lo
dito, desde o principio(Juando e como obrigou o pre-1
, tideate o povo a comer carne magra "ara quews-
tet palavroes, que nada signilicam, que nada querein
dizer teoSo urna falsa argido'.' onde est o artigo
das modficaces, que maude ou consulta malar car-
ne magra, ou obrigue o povo a compra-la '.'
e ha falso que o presidente obrigasse o povo a co-
mer cante magra e pessima, he falsissiruo que o
obrgaaae tambem a pagar para o hospital Pedro II.
Exitliam desde o principio do contrato as multas dos
I inarchinles.que pertenciam aeecootratadores; a uni-
" ca alleracao, que liouve, foi que as mullas passaram
pela modlicacties para o hospital; e se os marchau-
les vendema carne mais cara, isso faziam entao, co-
mo fazem agora, e xeram-no o auno prximo passa-
do quando nada pagavam pela generosidade dos ion-
tratadores ; resallando que pelas uiodilcacoet nao
foi o poro gravado com um ceilil, ao passo que s lu-
croo o hospital de caridade em beneficio desse mesmo
povo, quedizeis sacrificado.
Entreunto, fomos completamente sorprendidos
ti do artigo que respondemos. Esta.-nna
i diz o Liberal, a discutir com o nobre e
'ftut; mas atienda o Sr. communicante
Soaccusamos o contrato tem ot contratado-
res ; mas sim ao Sr. presidente que, querendo pdr-se
fra do combate, nao v que est recebando tiros de
urna o ontra parle. Oh'. pois nao arcutais o contrato,
,Wa*T'nrm at modificarles o objectn da primeira ag-
t ^Jr gressaa? nao aecusaw os conlratadores, e acabis de
wt^ dixer quo o povo he obrigado a comprar carne ma-
gra e pestima '( pois be o presidente quem mala o
garlo magro, e quem vende carne pessima ? Se nao
aceotato o contrato nem os cootradores, n que vem
ueste cato a presidente 1 So o vosso preilo be s com
o presidente, porque nao comcrastes o vosso libelo
peloa artigot das obras publicas, da polica, da (s-
* calisaeSo das rendas, do recrulainenlo, da seguran-
' mjif1" jn pnlilirn etev, etc. ?
Se "o aobre redactor do Liberal tinha que ver so-
menle com o presidente, e nao com o contrato, dc-
Korliido oulro campo para as suas escura-
ra deve.couossar, queerrou o alvo, pois
Irao presidente, ferio o contrato, ou
RrelPB^aattnor sua vez linham de
-se de orna injusta aafSJo ; tu passo que
fomos envolvidos na pelejn dBUL(i~-orpre-
za, quando menos o esperavamos, talvez poreJUe t\-
nliamos demasiada eontciencia do nosso acto. O
bre tadactei' do Liberal nao pode deiar de ccJmr-f-
P^__,. eia que. na nossa petifto melindrosa, faria oulro
tanto, hto he, defenderla osen acto, no so como
advocado, senao como humem honesto e leal, em
flm como eavalheiro.
a nossaarespotla, larefa pesada e enfa-
donlia, que tanto not incommodou, nao s pelo lon-
aballio que tivemos, como porque fomos obri-
... gados a irayar lula com nina pessoa a qnem estima-
mos ; e creia o nolire redactor do Liberal que. sem-
/ pre ejod tivemos de responder as suas aruni.;6e, e
^ alj mesiuo algumat oflensas nao provocadas, rlaemo-
lo pondo sempre de parle sua pessoa, qne em nada
desmereceu por slo do grande conceilo em que a te-
mos ; pedindo a Dos com fervorosas preces, que
nunca lenhamos oecasiSo de arrepender-nos, ou de
perder a teo respeito i doce llluso qne conserva-
I moa. Jmltis.
1
deracoes tendentes a mostrar quanlo he louvavel a
auloridade, que procura punir o rriine. caso em que
no so arharri aquellas, que na villa d'Alalaia lize-
ram as pritoes dos Tenorios.pai,o fillio pota
que envergara V. mes. nessas prisoea perseguicao
poltica.
E bem considerando ludo quanlo acabo de refe-
rir, e que se le no teu tupracilado officio, devo di-
zer-lhes }
ni. Que foram V. mes. completamente Iludidos
porquera lliesdeclarou haver violceo daconslilui-
c8o na i nstanraf3n de un processo contra Luiz
Tenorio, porque ainda nao respondeu elle ao jury
pelo rrime de que he aecusado, caso someule em
que nSPo podara ser da novo processado : nao sen-
do motivo para extinccSo de loda a aeran criminal
pela morle de Manuel do Reg a declararlo que fez
Antonio Sevcrno de 1er sido elle s ajilor do rri-
me, pois que sabem V. mes., que essa declararilo
podia ser falsa, e que- a presurapcSo de ser ella talsa
augmenta muito no municipio d'Atalaia, onde, co-
mo gcralmentc se er, os Tenorios doniinavain ajus-
lica, c podia m promeltor'a Severino fuga, ou a liso I-
vijo em troca da dcclaraco a qne V. mes. sesoc-
correm para ver violacao, da consliluicAo, onde nao
Se d senao aecnsaro de criminosos, que al liciri
punco lempo cscaruccram das autoridades e da lei
nao s comeltendo criuies, porm prolegendo es-
candalosamente a quautos malfoilores se soccorriam
jieijmal.c!iro \ alimento, 1,1o fatal n muilos cidadaos
honrados c pas de familia.
2." Ouc a presidencia lera o chefe de pJfe? iio
melhor conceilo, e que nao ie conhece em taes
prisies outrn inlercsse que nao soja o da jusliea,
pois que uflo est elle envolvido as intrigas d'Ala-
laia, sendo qne podem V. raes., romo ainanlis de
sen municipio declarar i aquella auluridade quaes
os facinorosns inimisos dos Tenorios, sua parciali-
dade c as provas de seus criiues, que serao%lles tam-
bem presos como o foram os individuos a favor de
quera iizeram V. mes. a represcnlacSo, que res-
pondo. *
3. Que, me parece muito cslranhavcl que a c.1 -
mar municipal d'Atalaia, que minea fizera n pre-.
siileneia una reprcscnlarjlo a favor da seguranca in-
dividual do sen municipio, que uunca se lembnirn
de pedir ao governo da provincia providencias para
que n scu municipio dcixasse de ser victima dos
allozos cri mes cominetl i Jos all publicamente por
pessas bem conhecidas, se lenibre agora de lomar
a defeza dos criminosos processados pelo rhe'fe de
poliria. valendo-sc do ftil pretexto de suplosla in-
fraccao da cousliluioao. quando lodo o mun-
do sabe nesta vincia, que o chefe de polica
nao lera podido prender era Alalaia lodos quarr-
los criminosos l existem,' que nao pode ser ab-
solutamente censurado pelas firisoes que ha clfer-
-
co
o.
IM1ACA l)0 RECIFE ?H)E MARtO Af 3
, HORAS DA TARDE.
CotacOcs olllciaes.
Assucarmascavadoescolhida lj$82Upor arroba.
AI.I"AM)EtiA.
Rendimenlo do da I a ti.....56:0Vj30S6
dem do da 7 ......6:4(J5b75C
B2:4,V)!)8J
Descarregam hoje 8 de marro.
Barca nglezaGeeciecemercadorias.
Jlarra portugueza A". S. do Bom Succesiodiver-
sas mercadorias.
lli iaue americano Angln Soj-ohtahoado.
Escuna brasileiratitaniadiversas mercadorias.
CONSULADO ERAI..
Rendimenlo do dia 1 a 6.....13:535-26
dem do dia 7 ....*. .' 3:329l9.
16:86i9*S7
PIVERSAS PROVINCIAS.
Rendiinentododia I ali......i&lW.H
dem do dia 7......... 30OS6O3
t:.-i25.j37
Exporta cao".
Rio de Janeiro, hrigue amerirano Ceo Otis, de
i toneladas, conduziu o seguidle : 200 barris
breo.
Valparaizo, brigue inalez Anne, de :il-2 toneladas,
ronduiio oseguinle : i,800 saceos com 24,000 ar-
robas de ass'iear. '
KECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do'dia 7.......2:612J328
CONSULADO PROVINIAIi.
Rendimenlo do dia 1 a C .. 9:23888
dem do dia T.........2:310jfs74
1(:5I9X97
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 7.
Lisboa28 das. b(iguc Wigler. 7 yrc, de 147 lone-
, ladas. rapitao H. W. Lo>d. equipagem 9, carga
sal ; a Deaue Voule & Companbia.
Rio de Janeiro20 dias, brigue brasileiro lilcit
2," O arremataolo dar principio a obra no prazo vai novamente a praea, para sor arrematada a quem
(le quinze das, c devora conclu-la no le tret me-1 por" rueos trer, a obra do aendc'da ivoacao de
/.es, ambos contados d conforiiiidade com oarl. 3(i llezerros, avaliada em 3:8448500 rs.
da le n. 281).
3. O arrcinaianle seguir,, na execurSo ludo o que
llieor prcscnplo pelo engenheiro respcclivo nao s
para boa execueao (lo Irabalho como em onlora de
nao muiihsar aa mesuio lempo para o servieo pu-
blico todas ai parles do edificio. I *
*. O pagamento da importancia da arremalarab
verilicar-se-ha em duas preslaroes guaes: a primei-
ra depnis de fetos dous tercos ta obra, c a segun-
Oadepois c lavrado o termo de recebimenlo.
5. Nao liavcra prazo de responsabilidade.
6." Para (udo o que nao se arlia determinado
as presentes clausulas nem uo orcamento, secuir-
se-ha o que dispoc na lei n. 286. Conforme. O
secretario Antonjo Ferreira Annuntarao.
O Illm. %f. inspector da tbesoura'ria provin-
cial, em riiiiiprinicnto da onlem do Exm. Sr. pre-
mileute da provincia, de 21 do rorrete, manda fa-
zer publico, que nos dias 21, 22 e 21 de marro pr-
ximo vunlour, perante a junla da fazenda d'a mes-
illa ll.esouraria. se ha de arrematar a quem por
menos (izer a obra do acaule na povoac-ao de Sal-
guciro, avahada em 2:530?000 rcis.
A arremataran sera feita na forma dos arlgosg
2 e 27 da le provincial n. 386, de 17 de maio de
in.il, c sob as clausulas especiaos abai\o copiadas.
As pessnas une se propozerem a esla arremalai ao
eoraparecain na saladas sessws da niesina junta "no
das cima declarados, pelo nicio dia, compelcnle-
menle habcliladas.
E para copslar se mandou afflxar o prsenle, c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peruam-
huco, 27 de foereiro de 1854. o secretario, An-
tonio terretra d'Anituncianm.
Clausulas esperiacs para arremataras.
mi!i'a.i,'?i*T^K*s ,leslc au'lp scra" fcilils ,lc coflfor-
,ml ,L' 1'",BU"li's e orcamenlo apresentadot a
u, l ,,? ,l0,hY'J- "sidcnle da provincia, na
importancia de JOOWKHI reis.
-. Estas obras devorao principiar" no-Graia.de
eoX'oouV "*."*** .ledez^sa
couiar conforme a le provincial n. 2B6.
,; An*rtaiicia Jcsta arrematcao ser pa=a
era tres prestaroes da nia.ieira segumle : l... dos
-:'i:i .ar ''". 4-'o ver con'did-
piiis degrado termo ..e^eeliluSV'roVt
cebimcu-ddtoUK:C,IC ^^^ ?**" "u r^
r-m-0-,3"?"11"?"'0 8Cril ow-'gado a communicar a
re rt.cao das obras publicas com antecedencia,le
tunta das, o da lixo em que tcm de dar principio
a execueao das obras, assiiii como Irabalbar se
Biii.lamcnte durante quinze dias lira de que possa
o eiigeiiheiro encarregado da obra assistir aos pri-
meiros Irahalbos. '
5." Para ludo o mais que nao esliver especificado
lias presentes clausulas secuir-sc-ha o que dispf.c a
le ii. 28b. Conforme. O secretario, Antonia Fer-
reira a Aniiuiiciaro.
um, Sr. inspector da llicsouria provincial,
s
*
CORRESPONDENCIA.
- Como a pessoa que inaiidou publicar n'esli; jor-
nal a representacio da cmara municipal d'Alalaia
contra o rhcfe de polica, que outnu prender e prn-
cettar os celebres Tenorios, se esquecesse de faz-lu
acoaipanliar da resposta que i mencionada i-ainarj
dirigi o digno presidente das Alngas, nao seria
fora de proposito suprir semelliaulo falla dauda
eonhecimento aos assignautes do Diario d'essa res-
posta, qn tel na pacte ofueial do I'hilangelho n.
17 te 9 de fevereiro p. p.
Se o patraa dos Srs. Tenorios julgar convenien-
te estabelecer ama discussao sobre a legalidade e
n que procedeu o ex-chefe, de polica das
i pode Ccar certo de que nlo se. achara s.
tea,
de 181 toneladas, capilao Jo.iquim IMnlo de veira eSilva, equipagem 12, carga lastro e farinba
de mandioca ; a Machado & Pinheirn.
dem20 .dias, galera portugueza Porluense, de 430
toneladas, capilo-Joaquim Das de Fre las, equi-'
pagem 29, carga assucar. caf e mais gneros ; a
Dliveira \- Irmaos. ConduztOO passasciros. Veio
reparar-se e refrescar, e segoio para Lisboa e
Porto.
dem e portoi intermedios9 (lias e 18 horas, e do
ultimo porto 18 horas, vapor brasileiro S. Salva-
dor, commandanle o 1. lente Antonio Joaqoim
de Sania Barbara. Passageiros, commendador Joo
Jos de Azevedo Mello Pitada f I lilbo. Constan-
tino da Costa e Silva, Diniz ignacq,dos Prazeres,
Marros Antonio Riteiro Monteiro de Barros, Ma-
noel Coelbo Cintra, Ouslavo Julio Piolo Parca e
1 escrava. Dr. LuizCerqueira Lima, Antonio Ifap-
Itota tiilirana da Costa, Luiz Antonio Mesqoita
Falcao, Julio Cesar Accioli jo Brilo e 1 escrvo,
Dr. Jes Muniz Cordeiro tiitah), toa senbora e I
escravo, Jo.io Anlnnes de Alencar, Pedro Elias
Marlins l'ereira, Manocl Jos Marinbo da Cuoha
Jnior e 1 escravo. Francisco Jos da Silva Al-
meida e t escravo, JoSo Bernardo de Hagalhes
et escravo, Salusliano Percira da Molla, Aurelio
Ferreira Espinlieiro, Agrario de Souza Menezes,
Francisco Jos Cantoso Guimares, Fernando Pe-
reir Hermun, Amonio de Aracao Bulco e 1 es-
cravo, Manoel Coelbo Bastos do Na'scimento, lito
da Silva Machado, lenle Candido de Souza Re-
quiao, Antonio Joaquin'Correa de Araujo, Manoel
Jos dos Reis Jnior, Annibal Andr Ribeiro.e t
escravo, Angelo da Malla Aitdrade e 1 escravo,
Antonio da Rocha Vianna, .Manuel Cnrneiro de
Oliveira Ju'nqueira, Benjamn Pinto Ngueira,
Joao Ribero Bornes, Braulio RomOlo Bolonia, Jo-
s Jorge Carvalhal. Antonio Lourenro de Araojo,
i_>_Mauol de Araujo dos Santos Pereira, Rav mundo.
AToT.io Jl*^ Cmara, Agostinbo Jos ViaimT,
Francisco Mafins ^WKgi^A_n|oiU'.Jaquim
de Magalhaes Caslrd*e J escravo, Francisco Jos
de Souza Lopese 1 escrtvo, Jos Francisco de t-
cenla e 1 escravo, Boaventura de Quada>i Rilan-
' rourl, Jos Miguel Ferrfira, Franeisso Tavars da
Costa, Manoel Pereira 'faradio, Manoel Joaquim
da Silva e 1 escravo, Epamiuoiidas da Rocha Vici-
ra e 1 escravo, Benjamn Constantino Fernandes,
Jos Nunes(inimarAes. Candido Jos lunario Cas-
lello Branco. lente Vicente Ferreira Gomes, ex-
Eraca Joao Cadellio e sua mutber, cal) Manuel
inlo Ferreira, ex-prara de marinha Raymundo
Nonato, ex-praca Antonio Raj^nundo Dias, i Ben-
jamn Constancio Fraaco de Si e 1 escravo, Jos
Carvalbo da Silva, major firorkzmbum c sua si1-
nlmra, Frederico llolagens,2, sargento do 11 ba-
latlian Je/uinn AnloiiK) da Silvcira, soldado do II
batalhao Juf Romano. Antonio.
Nados salados no mesma dia.
PortoBrigte portuuz lifperanra, capitn Anto-
nio Jos Dias Branquinho, carga assucar e mait
gneros.
Buenos-Ayres por MonlevidoPolaca bespauliola
Joven Adela, rapiai'Pablo I'l. carga assucar e
agurdente.
AsanBrigue brasileiro feliz Destina, capilAo Bel
miro Raplista deftqjuza, em lastro. *
Rio de JaneiroBrigie americano (ieorge Otis, ca-
pilao E. W. Brey, rga parle da que Irouxe.
, -------... ..n ini.-iini IflUOi
oo acude dcPajciide Flores, avaliada em 3:1905000
.J-A. an'cnialai.ao ser fcila na forma dos arls. 24 c
i la le provincial n. 286 de 17 de maio do. 1851,
< sol as clausulas espciaes abaxo copiadas.
As pessoas que se propozerera a esta arreraalarao
coniparecam na sala das sessos ,1a mesma jimia 'no
le lab'n ,ccli,ra E para.conslar se mandn artizar o presente c pu-
blicar pelo Diario. '
Secretaria da Ihesouraria provincial de Reriiam-
buco, 3 de fevereiro de 18'i.O secrelario, Anto-
nio ferreira da Aniitinciarn,
Clausula especiae* para a arrematanio.
t*u'* ? ?*?8 o '"(,n "e ,,aJ1'1'1'le Flores serao
unas te eonforradade rom as plantas e orcamenlo
apreseuladosaapprovacao do Exm. Sr. presidente
ta provincia na importancia de 3:1908000 res.
z." listas obras deverao principiar no prazo de
mus raezes, e serao concluidas no de lez raezes
contar conforme a lei provincial n. 286.
3." A mporutneia desta arremalacao ser, paira
era (res preslacoes da maueira segunlc: a primeira
uos dous quintos'do valor da arremalacao,, quando
"ver concluido a motado da obra: a segunda igual
a primeira, depo^t le lavrado o termo de recehi-
ineiilo provisorio: a lerccira linalinenlc de um quin-
to ilepois do rerebimenlo definitivo.
*. O arremalanle sera obriiado a communicar
a reparticao das obras publicas com antecedencia
de Irinla dias, o da lixo em que tcm Me dar prin-
cipio a execueao das obras, assi'ni como Irabalbar
scguhlamcfile durante quinze dias, ali i n de que pos-
sa o engenheiro encarregado da obra assistir aos
primeiros Irabalhos.
5." Para ludo o mais qne nao esliver especificado
as presentes clausulas seguir-se-ha o que determi-
na a lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1853___
O secrelario, Antonio Ferreira da .Innunciaro.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
Ihesouraria provincial, em virlude da resolucao da
junta da fazenda, manda faZer publico que no" dia 6
de abril prximo vindouro vai niamente a prara
para ser arrematado a quem mais der o rendimeno
do imposto do dizimo do gado cavallar nos munici-
iosabaixo declarados:
.imoeiro avaligrMtanuualmenle por 589000
Brcjo .JOJXXH)
A arremalacao sera feila por lempo de Ires annos,
a contardo 1. de jullio de 1853 ao lim da junbo
de |s>)(i.
As pessoas que se propozerem a esta arremataoo
compareoam na ala das" sessiies da mesma junta "lio
dia cima declarado pelomeio dia, competentemente
habilitadas.
E para constar s* mandou aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario. ,
Secretaria da ihesouraria provincial de Pernambu-
co4de marco de 1854. O secretario,
Antonio Ferreira d'Annuhciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumplimento da onlem do Exm. Jsr. pre-
sidente da provincia, de 6 do correle, manda fazer
publico, que nos dias 7, Se'Jde marco prximo
vimlooro, perante a juma da fazenda da mesma Ihe-
souraria, se lia de arrematar a quem por menos lizer
a obra do 4-lanco daramilicacao da estrada do Sul
para o Cabo, avaliada em29:2685.
CAES.
- cA cmara'municipal da villa d'Atalaia.Rece-
o ofHcio de V. me, datado em 26 do pastado em
que representas contra o chefe de polieiada provin-
cia por kaver elle violado a consttuicao do impe-
rio, cuja guarda Coi confiada a V. mes., processaudo
om vereattor desoa cmara pela morle de Manoel
do Reg, sobre a qual j se liavia instaurado pro-
ceasocm que taluo criminoso Antonio Severino, que
em todo os termos do mesmo processo declarou
que t elle, tinha sido autor da morle do referido
Manoel do Reg ; conclu ndo V. me, por cons-
0 Illm. Sr. iiisp.
em comprimento d
manda fazer publi
ximo vindouro, per
na Ihesouraria, vi
arrematada a que
roncertos da cadea
825*000 rs.
A arremataefio
24 e 27 da le",
1851 o sob as i'
As pessoa
compa recara
dia cima d<
mente hablf
flor da Ihesouraria provincial,
rosoluoflo da junla da fazemla,
( que no dia 23 de marro pro-
nto a junta da fazenda da mes-
novameple a praea, para ser
por minos fizer a obra dos
a villa do Cabo, avahada em
ara feila un forma dos artigos
ncial ii.-286 de 17 de maio de
especiaos aqaixo copiadas,
propozerem a esla arremataran
la das sesses da mesma junla no
lo, pelo meio da, competenlu-

E para conslay SP mandou aflixar o prsenle e
publicar pcionjario.
Secretara da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 21 de fevereiro de 1854.O secrelario, An-
tonio Ferreira fiAnminciaro.
Clausulas etpeciaes para a arrematanflo. '
i.' Osconcer(,o8ilacadeiadavilla do Cabo far-sc-1
lulo de runforrr,idade con o ornamento apnrovado
pela directora >am consslhi). e aprrsculado appro-
vacjlo dnExni; presidente da prov incia ua impor-
ancia de 825000 rs.
A arrematarn ser feila na forma dos arls. 2i e 27
da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, esb
as clausulas especiaes abaxo copiadas.
As pessoas que >c propozerem a esta arremalacao
comparecam na sala das setsoes lia mesilla junta os
das cima declarados, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se nundou auixar o presente e pu-
bliear pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial do Pernam-
buco 8 de fevereiro do 1854.O secrelario.
. Antonio Ferreira i'.Innunaaeao.
Clausulas especiaes para a arrematacSo.
1. As obras do 4a lauco da lamilicaro da estrada
do Cabo, far-se-hSo de conformidade coma planta,
perfis e mais riscos approvados pela directora era
conseibo e apresentadus a approvara'j do Exm. pre-
sidente, na importancia de 29:2683.
2.a O arremalanle dar principio as obras no prazo
de um mez, e dever conclu-las. no de dezeseis. me-
tes, ambos contados na forma do arl. 31 da lei pro-
vincial n. 286.
3. O pagamento da imporlfficTa"Nfalfreniatacao
realisar-se-ha em qTWrtfipreslac.Oes iauaes a l.
ifeTOTnT^-eTfO^priineiro lerjo das obras ; a >.' de-
pois de concluido o secundo terco ; a 3.' na occa-
sioda entrega provisoria ; e a 4." depois do recehi-
menlo definitivo o qual dever verilicar-se um anno
depois do recebimenlo provisorio.
4." Seis mezes depois de principiadas as obras de-
ver o arrematante proporcionar transito ao publico
em loda extencao do lauco.
5." Para ludo o que nao se adiar determinado
as prsenles clausulas nem no orcamento, seguir-
sedia o que dispoe a respeito a lei provincial n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira nunciacao.
O lUm. Sr. conlador servindo de inspector da
Ihesouraria provincial, em cumprimeiilo da ordem
do*Exm. Sr. prasideple da provincia, manda fazer
publico, que no dia 6 do abril prximo vindouro,
peanle a junla da fazenda da mesma Ihesouraria,
vai novamente praea para ser arrematada a quem
por menos lizer. a obra do inelhoranionlo do rio Coi-
anua avaliada em 50:6003000rs.
. A arreinalacilo ser feila na forma dos arls. 24 e
27 da lei provincial n. 28Gdc_ 17 de maio de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaxo copiadas.
As pesso'as que so propozerem a osla arremalacao
comparecam na sala das sesses da mesma junla no
dia cima declarado, pelo meio dia, competnlcmen-
le habilitada-. '
E para constar se mandn allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diariv.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peruam-
buco 4 de marco de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira da AiinunciacSo.
Clausulas espeeiaes para a arremalacao.
1." As obras to melhoramcnlo do rio Gnianna
far-se-hao de conformidade cpm o orcamento plan-
tas c perfis appnv ados pela directora em consol lio. e
apresenlados a.approvacao do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia ,de 50*00JtfJt rs.
2." O arremalanle dar principio as obras no pra-
zo de Ires mezes c as concluir no de trj's anuos,
ambos contados pela forma do arl. 31 da lei u.286.
3. Durante a cxecuc.1 dos Irabalhos o arrema-
tante ser obrigado a proporcionar trauzito as ca-
noas e barcacas, ou pelo canal novo ou pelo leito.
actual do rio.
4." O arrematante seguir na execueao das obras
a ordem do Irabalho que llie for determinado polo
engenheiro.
5." O arremalanle sera ubrieado a aprcsenlar no
fim do prmero anuo, ao menos, a quarla parle das
obras prompta, e oulro tanto no lim do segundo au-
no e fallando a qOnlquer dessas cundirnos pagara
urna multa de 1:0009000.Conforme.O secretorio,
Antonio Ferreira da Amtnneiai-ao.
Illm, Sr. contador servindo de inspector da
A arremalacao ser feila na forma dos arls. 21 e
27 da lei provincial u. 2M6 de 17 de nlaio de 1851, c
sob at clausulas especiaes abaxo copiadas.
As pessoas quo so propozerem a esta arremalacao
comparecam na tata tas sessfics da mesma junta no
dia cima declarado, pelomciodia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
huco 4 de marco de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira w Aitiiuuciacao.
Clausulas especiaes para a arremalaco.
i.' As obras desle acude serao feilas de confor-
midade rom a pnula e orcamento approvados pela
directora enr roselbo. e apresenlados a approvacflo
do Exm. Sr. presidente da provincia importando era
3:84485001*.
2." O arremalanle dar romero as obras no pra-
'so de 30 dias,c 'terminar no de seis mezes, conta-
tos segando artigo 31 da le u.'286.
3. O pasamento da importancia da arremalacao
ser dividido em Ires parles, sendo urna do, valor de
dous quintos quando bou ver fcilo' melade da obra,
ontra izual a primeira qn.ydo entregar provisoria-
mente, e a lerccira de um quinto depois de um anuo
na occasiao da entrega definitiva.
4." Para ludo o mais que nao esliver especificado
as prsenles clausulas seuuir-sc-ha o que delormi-
na a le u. 286-Conforme.O secrelario, Antonio
Ferreira da AnminciarSo.
O Illm. Sr. inspector ta Ihesouraria provin-
cial, em cumprimenlo ta ordem do Exm. Sr. pre-
sidente ta provincia, manda fazer publico, que na
dia 9 de marco prximo vindouro, peranle a junla
da fazenda ila mesilla Ihesouraria, vai novamente o
piara para ser arrematada a quem por monos lizer,
a obra to acude na povoacao do Buiqui, avaliada
em 3::tOOSOtX) rs.
A arremalacao ser feila ua forma dos arls. 24 c
27 la le provincial u. 286 de 17 de maio de 1851,
c sob as clausulas sipcriae!, abaixn copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrematado
comparecam na sala das scssoes"da mesma junta no
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou afflxar o prsenle c
publicar pelo Diario. Secretaria ila Ihesouraria
provincial de Pcrnaiubuco 3 de fevereiro de 1854.
O secrelario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para arrtmalrtO
1" As obras do acude do Buique sent' feilas\ de
conformidade com a.planta c ornamento approva-
dos pela directora em couselho e aprcseiitadof
appiovaran do Exm. presidente na importanciaVlc
3:300*000 rs". A
2" Batas obras deverao principiar no prazo^de
sessftila dias. e serao concluidas no de dez mezl
contar da dala da aireinalaruo.
3 .A importancia tiesta arremalacao sera pas
em Ires prestaees da mancira seguinle : a priinci-
ra de dous quinlos ilo valor lolal, quando liver
feilo melado da obra, a segunda mial a pri-
moira depois dfr lavrado o termo de recebimenlo
provisorio ; a lerccira finalmente, de um quinto de-
pois tlu recebimenlo definitivo.
i" O arremalanle sera obrigado a roraniunirar a
reparticao tas obras publicas com antecedencia le
Irinla dias o dia lixo, em qne lem de dar principio
a execueao das obras, assim romo habalbar segui-
damente quinze dias, alim de que possa o engenhei-
ro encarregado da obra assistir aos primeiros Iraba-
lhos.
5" Para ludo" o mais, nao que esliver especifica-
do as presentes clausulas seguir-se-ha o que de-
termina a le provincial u. 286 de-17 tic maio de
1851.Conforme:O secrelario, Antonio Ferreira
da Aiinunci'jrao.
O Illm. Sr,. cuidador servindo de inspector da
Ihesouraria provincial, cni virtudc ta resolucao da
junla da fazenda, manda fazer publico, que ci cum-
primento da le se ha de arrematar por arrenda-
iioniu, perante a mesma junla, nos dias 14, 15 c 16
ilo correnle, a quem mais der, o silio do jardim bo-
tnico da cidado de Ulinda, avahado animalmente
era 151*4)00 rs.
O aiTcndanicuto ser feilo por lempo de 27 me-
zes, a conlar do prmeiro tic abril do renle anuo,
ao funde jando de 1856.
. As pessoas que se propozerem' a esla arremata-
cao comparecam na sala das sessocs ta mesma jun-
la nos dias cima indicados pelo meio dia, coinpe-
leiileinenle habilitadas.
E para constar se mandou ofllxar o prsenle c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peruam-
buco 2 de marro de 1854. O secrelario, Antonio
Ferreira de Annnrilaa.
A cmara municipal manda publicar para co-
uhecimento de lodos, alim de que soja observada a
postura addicional abaxo transcripta, approvada pro-
visoriamente pelo governo da provincia em 27 de fe-
vereiro ultimo.
Paco da cmara municipal do Recite, em sessao do
1" demarc de 1854.llar Se de Capibaribe, presi-
dente.No impedimento do secretario, Manoel Fer-
reira Accioli.
POSTURA ADDICIONAL.
Arl. 1. Fcam prohibidos os anteparos de made-
ra, de ferro, ou de oulra qualquer materia, que se
cos urna enllocar as va randas dos sobrados, lomando
a vista dos predios lalcras : os existentes serao reti-
rados logo depois da publicado da prsenle postura.
Os i n Tractores pagaro a mufla de 103000 rs., e o du-
plo na reincidencia.
Arl. 2.a O ferro em barra e varfles de qualquer
grossura, nao podero ser conduzidos em carros se
nao amarrados em feixes, sobr cama de palhas. Os
infractores pagarao a multa de 53000 rs., e o duplo
na reincidencia.
Pajo da cmara municipal do Recife, em sesso de
22 de fevereiro de 1854.AVaro de Capibaribe, pre-
sidente.Jos Mario Freir Gameiro.Gustavo
Jos do Reg.Dr. Cosme de S Perei<-a.Fran-
risco Mapiede de Almeida.Antonio Jos de Oli-
veira.
Apnrovado provisor amento. Palacio do governo
de Pernambaco, 27 de fevereiro de 1851.Figuei-
redo.
Con forme. O ofiicial maior, Joaquim Pires Ma-
cliado Porlella.
O Dr. Custodio Manoel da Silva Guimaraes, jja
de d i re lo da primeira rara do ciel nesta cidade
do Hecife de Pernambuco', por S. M. I. e Cons-
titucional o Sr. D. Pedro 11, que Dos guarde,
etc.
Faro saber aosque o prsenle cdlal vrerh. e delle
noliria liverem, que no dia 27 de marco prximo
seaiiintc se bao de arrematar por venda, quem mais
der, era. praea publica deste juizo, que lera lugar na
casa das audiencias, depois do meio da, com assis-
tencia do Dr. promotor publico desle Ierran, as pro-
predades denominadas Pilauga e Tabansa, silat
ua fregtiezia da villa de Iguarass, perlencenles ao
patrimonio das recolhidas do convento do Sanlissimo
Corarlo de Jess daquella villa, cuja arremalacao foi
requerida pelas mesmas recolhidas em virlude da l-
cenca que obliveram de S. M. I. por av so de 10 de
novembro de lR53,do Exm. ministro'da jusliea; para
o producto da arrematacSo ser depositado na ihesou-
raria desta provincia at ser convertido em apolicag
da divida publica. A propriedade Pilonga em alten-
cao as 'dcsIruicCes qne lem solfrdo suas malas, ft g
qiialidadeda maior'parle das Ierras, avaliad.c, por
10:0003000 de rs. ;,e a prorjri^ne'TRruatinga por
sr em unta t~,trada que offerecemula vantagem.com
um riacho permanente, o una casa de taipa robera
de leNiafr^Ad^nava, avalitda por 1:000000 ; sen-
r,V a siza paga a cusa do arrematante.
E para qnecbcgiie a noticia de lodos, man,le pas-
sar edil nos que sern publicados por 30 dias no jornal
de maior circuaco, e acusados nos lugares pbli-
cos.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Pernam-
buco, aos 13 de fevereiro de 1851.Eu Manoel Joa-
p de pedra para ungento 4, alguidjires de barro
vidrado 4, machinas para eslender emplasto 1, lesou-
ra grande para cortar mizes 1, dittt pequeas para
papel 2, alcatro, arroba 1.
Para o arsenal de guerra.
Algodaozinho varal 243, bollaiida de forro,covadot
550, casemira verde, covados 60, excmplares de li-
ndas curvas e.rectas 20, caixa com vidrot 1," sola gar-
roteada, meiot 50, manas di 13a ou cobertores de
papa209. panno uiorluaro I, travs de couslmcco
de 30 a 35 palmos de comprido 6, chinelas rasas 200,
badames de mca oitava de pollegada 6, arieiros 11,
Iciices de cobre de 6 a 7 pollegadat 8, copos de vi-
dto 24, pares de tpalos 1,263, linlciros 16.
Para as offieinai da quinta ciaste.
Sota corlida, meios 100.
Para os recrutas em depotito no segundo batalko
de infanlaria,
Bonetes 5S, grvalas 50, brim brinco liso para ftr-
delat e calcas, varas 375, algodaozinho para camisas,
varas 250, tpalos, pares 50, hollanda de forro, cova-
dos 25, manas de 13a ;), esleirs 50, Coloes brancos
de osso, groas 15, ditos prelos ditas 10.
Para a companhia de cacallaria.
Col unios, parca 46, tpalos, pare} 46, penachos 60.
Para o guari batalhao de artilharia.
Brim branco liso para calcas, varas 925, algodao-
zinho para camisas, yiras1925, Imllanda para forro,
covados 185, esleirs 370, bulos brancas de osso,
grosas 30, ditos prelos, ditas 36, paresjde sapalos 370,
grvalas de rourode lustre 40, mantas dela 40.
Para o hospital regimenlal
Brim de Moho fino para camisolas, varas-884, chita
para roberas, aovados 117, bacas de rame surtidas
20, bules de louca 12, pralos de dii.i 60, chicaras e
pires de dita, casaos 36, colheres de metal fino 60,
assucareros de louc,a 12, liacias de louc 13.
Para a fortaleza de llamarac.
Bandeira imperial de 6 pannos de ltele 1.
Para a colonia militar de Pimenleirat
Ac de mlao, meia arroba, ferro sueco m barras
quadradas com 2 pollegadas, arrobas .5, dito era ditas
com 1 pollegada 2, dito redondo com 1'pollegada de
grossura, arroba 1 1|2. dito em barras chatas com l|4
de grossura e 2 112 pollegadas de largura i, di lo em
ditas com 3 oitav.is de grossura. Arrobas 5, compassos
de 12 pollegadas 2, folha de serra de mo com 4 ps
de romprimento 1, ferros dohrados para galopas com
2 1|2 pollegadas de largura 4, ferros para plainassin-
gelis com 2 pollegadas de largura 4, ditos desbasta-
dores com 1 pollegada e 3 quarlas ditas 3, tormoes de
ac sortidos 12, grosas com 12 pollegadas de compri-
mento 2. eoivas estrellas de ac i, ditas de meia lar-
gura 4, ditas largas 4, limas triangulares de 6 polle-
gadas i!, marrlas de ferro para quebrar podras com
12 libras cada urna 12, para fosos de madeira2, pre-
gos de assoalho 1,000, ditos balis grandes 500, ditos
pequeos 500, ditos de rame com 2 pollegadas de
comprimento, libras 2, ditos d dito com 1 1|~2 polle-
aadas de dito, libras 2, ditos de dito rom 1'pollegada,
libras 2, verrumas surtidas 24 : quem quizer vender
taes objectos, aprsente suas proposlas em caria fe-
chada na secretaria do conselhe, as 10 horas do dia
lo correte mez. Secretaria, do couselho adminis-
trativo para fornecimenlo do arsenal de guerra 4 de
^arco de 1854.Josrde Urito Ingle:, coronel, pre-
nle.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, yo-
lecrelario.
ordem do Exm. Sr. director geral da ins-
iiihlici. faro saber a quem eonvicr, que S.
Exe."o rVfesidente da provincia, em portara de 4
le marco, reara urna cadeira > tar do sexo ^femenino na fregueza de llamarac. a
qual esl eniCpncurso com Qjpraro de 60 dias, conta-
dos da data dftfto. Directora geral 6 de marro de
1854.O amamjiense archivista,
jtd i da Eustaquio Cesar de Mello.
No dia 9 do\corrcnle, as 11 doras da mandaa,
lem decomparecerNpdosos credores do fallido Bento
Joaquim Cordeiro Lnoia, na casa do Dr. juz munici-
pal supplente da segunVla vara e do s Raymundo da Costa Wenezcs, alim de se verificar
os crditos e nomearem v>s administradores. Recife
7 de marro de 1854. V_ O escrivao,
Pedro TZcrtttliano da Cunha.
Pela subdelegacia da IreWezta dos Afosados se
faz publico, que se ada dfposilaWk um cavallo, o
qual foi rcmelldi) a noeilo dia 4 donirrenle, a esla
subdelegacia, peloWnnenle Manoel75tfcrino de
Castro Pimenlel. pur ter,adiado dentro del^a pro-
culo, satiifazer a especia ti va do Ilustrado publico
desla cidade, de qrji tcm recelado conslanlcmeriU
as maiures pravas ll'eirao ; e desde j toe
agradece com Judos otflHmienlos de sua alma o a-
poio que ainda couta recelier era a imite de tu be-
neficio : pede ao respcilavel publico de desculpar o
Sr. Pinta* por qualquer falla que rnvolantariamenle
ellecommelta, visto que ha a primeira vez que nlra
era espectculos mmicos, e a faz tomento por obse-
quio especial a beneficiada : o resto dos bilheles es-
blo a disposicao do respeitavol publico em casa da,
beneficiada, ra da Aurora, cata inmediata a do
Illm. Sr. desembargidor Rocha Bastos'-,- segundo
indar.
THEATEO DE APOLLO.
SABBADO 11 DE MARIjO DE 18.H.
BENEFIAO DA ACTRIZ
Manoella Caetana Lucci.,
, Terminada a execueao de urna excellenle oaverl-
ra, subir tcem pela primeira vez netle Ihealro o
excellenle drama em 3 actos, composico do Sr. Gar-
re!,
FRE luz de souza.
Personagens.
Manoel (Fr. Luiz) de Souza.
D. Magdalena de Vilheia .
1). Mara de Noronha. .
Fr. Jorge Coulindo .
0 Romciro......
TelrooPes......
Prior de Bemfica ....
O irmao converso ....
Miranda.......
O arcebispo de Lisboa .
Dorolhca
LOTERA do r
Resumo i;
uta lot
ment do ertatio
mais povoaroe* v.
em 17 de fevereiro d
Actores.
Sr. Bezerra.
D. JoannA
A Beneficiada.
Sr. Meudes.
w Coimbra.
)> Cotia.
o Santa Rota.
Pereira.
Rozendo.
N. N.
N. N:
Findp o drama o Sr. Rbeirnvpor obsequio a bene-
ficiada, cantora com a mesma, em porloguez, um
lindo duelo da opera
priedade sem conductor, pelo que quem se'SJJIgir
comdireilo, compareca para Ibeser entregue, awoit
de preenrhiilas as formalidades da le.
Subdelegacia da fresuezia dos A togados, 6 d
co de 1&54. Pereira ti
Correio geral.
As malas que lem de/Banduzir o vapor San-Sa.
cador para us por tos do norte serao fechadas boje (8)
a urna dorada larde, e depois ilessa hora serao rece-
bidas lodasa s correspondencias com o porte du-
plo.
* Cnrtassegurasvindas do sul para os senderes:
Francisco Carneiro Machado Ros, Jos Carlos d'Oli-
veira Franco, Thomaz de Faria.
Seguir-se-lia o vaudeville em 1 acto,
yo
M
OU
a veLT\ \ mm.
Personagens. Actores.
Senevlle: ....... Sr. Bezerra.
Franlz........ Cosa.
Butty......... Monleiro.
Delinque, criado de Senevlle. >> Santa Rosa.
Werner....... D. Amalia.
Ketly. ........ A beneficiada.
Terminar o espectculo coro a opera cmica em 1
ae,lo,
O BEIJO.
Os principaes papis serao desenvendados pelos
Srs. Costa, Monleiro, Kiboiro ea beneficiada.
Com osle espectculo espera a beneficiada merecer
do publico a coslumada prolecijao.
Os bHieles achani-se das t horas da manha as 3
da larde, no Ihealro de Sania Isabel, em mao do Sr.
Waoderley caixeiro do mesrao Ihealro,
AVISOS martimos.
Para a Babia segu com presteza o
veleiro liiatc nacional Fortuna, capitao
Jos Severo Moreira Rios para o resto da
carga ou passageiros, tratar com o con-
signatarios A. de Almeida Gomes & Com-
panhia, na ra da Cadeia do Recife n. 47,
primeiro andar.
PARA O RIO DE JANEIRO-.
Segu com toda a bfevidadeo muito
veleiro b'igue brasileiro Dous Amigos,
por terquasi todo o carregamentopromp-
to, quem no mesmo quizer carregar o
resto, ir depassagem ou embarcar escra-
vos a fete: entejjjlu-se com o capitoJc-
U_uiel Gomes da Silva, na Piara, ou
corWficonsignatario Manoel Alves.Guerra
Jurriorv na ra do Trapiche n. I i-
1 N- 200
1. >. 17o.
1 -i 3*2. .
1 r, 3,100. .
(i ., t75, 5-i
1267

2966 4901
-20
777 853 , 856
* 2531 2750 , -)"7Q i
2081 3003 ,
3266, 4245, 4511
V372 459* ,
MW5
00 .) 57,7:
7-21, 785, 8

1085
1095, 1759,
1879, 1921 ,
2184, 2191,
2540 -2
2509 2607 .
2058, 2714.
2845 5051
3259 34
5882, 5911 ,
292, 4408.
772, 4773,
5009, 5546.,
5595, 5429.
5502 5584.
5871 594*.
100 de......
1800 de'......
V
^mios da seti-
meUiora-
capital e
mov
1:000
JO*
- pVa o Rio de Janeiro segu no lim
da presa, le semana o Bem conliecido pa-
tacho 1 lente por estar quasi caiTega-
Companhia brasiltra de paquetes a do; para o resto da carga, passageiros e
vapor
O vapor Imperador,
commandanle o capi-
lao lenle Mancebo,
lleve clicunr do porlos
to norte a 13 da cor-
rente, e_seguir para Macei, Baha e Rio de Janei-
ro no dia seeuinte ao da entrada : trata-se na agen-
cia, ra do Trapiche n. 40. segundo andar.
A Sr. D. Genoveva Mara da Couceic3o Perei-
ra de Mello, queira comparecer na administradlo do
correio desla cidade, alim de receber o recibo da car-
la que segnrouem 13 de julbo de 1852, trazando a
cautela que se lhe enlregou.
^K^DE
SI*
quim Baplista, escrivao interino o subscrevi.
Custodio Manuel da Silva Guimarae
DECLARACOES.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O conselho de direci^o convida aos se-
nliores accionistas lo banco de Pernam-
buco a realisarem de 15 a 51 de marco do
corren te anuo, mais 20 por 100 sobre o
numero de accoes com pie lera tic licar,
para levar a elleito ocoinplemento vjjo ca-
pital do banco de dous mil cont de'i*g,
conforme a resolucao tomada pela assem*
b|a geral de 26 de setembro ultimo.
Raneo de Pernambuco II de fevereiro de
185 i.O secretario do conselho de diivc-
<;5o..lofio Ignacio de Medeiros Reg.
1)1 INTHEIRA 9 DE MiRlirnE 1854.
tiKA.MlEE VARIADO ESPECTJVI.0 1)E 1)1
CLAMACO; CANTO E BAILE
em lionelirio da primeira bailarina absoluta
* MARIETA BADERNA.
Depnis da nrchestra haver de-empeuhado urna das
melhoresouverluras.sobii scea o excellenle vtu
dev lile era '2 actos, ornado de msica, intitulado.
apitao
escravos r ^mei para o que tem excellen-
tes comrj^__^itrata-8e com o" ca
Francisco Nicolau
ou com os consignatar
panbia, na na do Trapicli?
PARA LISBOA E PO
legue, com loda a brevidade a barca Ni>s\p Settko-
ra do Bom Successo, por ter parte de sen < carrega-
mento : qnem na mesma quizer carregar, bu ir de
passagem, para oque tem encllenlesconinDodos, di-
rija-te a Francisco Alves da Cunha & Companhia,
na ra db "Yigario n. 11, prmeiro andar/ou ao capi-
lao na nraca. '
lo na praea.
i^,
PARA CEARA', GRANJA"" E ACA-
RACL" /
sai no dia 11, a esoujra San-Jose,
por ter parte da carga prompta : para o
resto da carga, trata-ge na ra da Cruz
do Recife, n. 33, en casa de Sa' Arau-
jo.
Sai para o Atacar
do correnle, o hiale C\
passageiros, trata-te
imprelerivelmenle no da II
iriM: o resto da cajga-on
1 do Vigarion. a.-'
2000 premios. .
Acham-se a' venda os hiU
lotera das obras pi
' Srs. fedaeloret. Lentlo na
anBo o artigo reparlirao
parei com o aviso le etlar
picurn'-meirim da provini
cravo de nome Jo
Francisco Antonio da S
0 o, todos concordara com ot
bailo astignado, com a difleroj
abaxo assignailn chama-tr'
annos, c esto fgido lia
nha barba (Uaudo
lem na lsla, no de aba:
o lado direlo e muito pronn)
te ; e entao se i Sr. chefe de
quizer Ccomo espci
der mandar por q |
lo ao hico Jo peil^^^H
una cicatriz provenitjBte
levou quando rap.i
tirara a uao fazer
que Vnies. tero a
para ver se chegar i
de poliria do Maranli
Bella, 21 dTevert
Semeio '^^^|
Tlmmaz de Aquj
para vender o jogo
le em Cachaog:
na serrana n. 21,
Precita-teaj
externo de umj.
Camboa de C,r|
-r5:
res qaCtein contai
na*S7na roa!
\^a seus deb!
^ujeessario recoi"
Manoel
O Sr. Frtipp
Rio Grande do sul
reir Bailar.
' O abaxo atsi^
lida de Leopoldo j
senluires crejiores par
torio, prmer
a fim de reca*
e obteve aotoi
lando para esse effei
crditos, ver
sua validade, e
tigo179do
de 1850. .
Roga-i
a quanlia ql
prazo. d1tc<
esiefito netle Dia
)'ES.
Sch
Personagens.
D. Carlos, joven cslravaganle,
nbo de 1). CalisloJ|i*r'
D. Diojp.r
a .
D. t'.alisto,
Antonio, cri,
Correia, caho.
To Emctcro,
calo .
D. Venancio,
Ignez. j
II. Ignez, sobri
o diJ'osito de At
~**~T*'.
rico proprietario.
I). Cirios '. .
psito de Alcal.
ajadeiro de Al-
Jcurador de 1).
it te O. Calislo .
D. Sahna, novW Vi). Calislo, de
JO annos. rica. i., lam genio affec-
tado eridcolo.l ......
Joanna.criada de lV>. tabina .
Caladores, iiaizak-
No inlcrvallo do |
Bezerra.
Costa.
.Monleiro.
b Mendes. ,
)) Pinto.
Ribero.
II. abridla.
Amalia.
()r-al.
ficiada e o Sr. Ribeil
, toldados e recrutas.
iciro ao segundo acto, a bene-
lansarao o lindo e jocoso pas-
e-Vecdi), que lem por li-
so, composico do Sr.
lulo,
osramos.
lindo o qual Mine. perini e o Sr. Ribero, por
obsequio a beneficiada, nlaro o engraciado duelo
da opera
DOCOi MELLA.
Finalizar o espectacuV
baile em :t actos, que laif |
Rio de Janeiro (jior espaco
qucnlcmenle andn em sed
iiovos vestuarios, bellas scev.
cultosos e engracadoa paatol
lado- pela beuelieiada, o Sr.'
po de baile, intitulado.
ani o novo e aparatoso
applansos merecen no
dtuis annos que l're-
. nao s pelos ricos e
' e lambein polos dilli-
e toro de ser execu-
fecchy e lodo o cor-
Kxlraludndo peii-amonlo seg
Na dado meda usavain a- cil
Cela subdelegara da froguezia da Boa-Vista, menores para as nslruirem ear
dp
hitos p,
2
Ihesouraria provincial, em comprinienlo da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que no dia 6 de abril prximo vindouro,
perante junta da fazenda da inetnut Ihesouraria,
tormo do lenlo, se faz publico, que -foi rnroiilrado
pelas palmillas que rondavam na-uoile do dia21 do
correnle, um quarto alaso : quem se julgar com di-
relo ao mesmo. compareca nesla subdelegacia anude,
lor.'i rio dar os siauaes certo-.
Peta subdelegara da fregueza da Boa-Visla,
lormo do Recife, te faz publico, que te acha rerolbi-
do a cadeia desla cidade, desde 2."> de novembro de
IKY1, o prelu Patricio, o qdal diz ser escravo do Cas-
par Mauricio : quem se julzar rom direilo ao met-
,mo. rempareca nesla subdelegara anudo devora apre-
seutar us ruin plenles lulos.
Em conformidade do artigo 4." dos estatutos da
companhia Pernambucana, o conselho da direcrao
convida aos senhores accionislas a realisarem com ur-
gencia a primeira preslaoao de suas assignaluras, que
foi marrada em 2"> por cenlo (o mais lardar al o dia
I") do correnle) alim de se poder encommendar o pr-
meiro vapor. A pessoa encarregada de receber taes
preslacoes he o Sr. F, Coulou, ra da Cruz n. 26.
Antonio Marques de Amorim,
Secretario da dreccao,
Consellio administrativo.
O conselho administrativo em virlude da autorita-
ria do Exm. Sr. presdante da provincia, tem de
comprar ot objectos seguinles :
Para a botica do hospital regimenlal.
Rez.ina deangico, librasS, espirito devinho, raixat
5, azeite d
giindo son
madapolo fino paraemplilo adh., pecas 1, bacas de
ule:
i;i, riinbar at lilhas
li'uiiar a ilansar as
(iracas publicas, o compositor apffvvilando o penta-
melilo lgurou PAQUITA VouSiada na idade de
I annos. do irmao do governador de -llespanha, vin-
do a ser reconherda afinal por una i nedalia de fa-
milia quo ira/, ao pescoco. .
Personagens. f Distribuirao.
I). Lopes, governador hetpanhol. /
pai de. ........ Sr. Pinto.
I). Serafina, promellida esposa al/
Erdil........ L N. N. .
Ceneral D. Erdil, pai de L lmlarelli.
Luciano ofllciil.....>- Sra. Festina.
Dr. Roberto, amante nao correspon-
dido de Serafina ......
InigOjCapo das zngaras.....
Paquita, sobriuliado general I). Er-
dil...........
Carpo de baile, figurantes, cigan
camr-nnezes, ele. ele. A segunda e u.
noval e piuladas pelo Sr. orncllas.
DENOMINADO DOS Af OS.
1. Festejo para o casamento da fill ja do governa-
dor com o ofiicial Luciano, grande hai (ado hetpanhol
dansado pela beneficiada, Sr. De-Vec -t e corpo de
baile. f
2. A morle de Iigo envenena. .A solo pela
beneficiada. i\
3. Reconhecimento da Paquita, grande bailado
.final dansado pela beneficiada, todt .o cur[io de baile
doce, garrafas 21, alambique de zinco (se-< c figurantes de ambos os sexos, luif ( composico do
abaran) 1, lialanca de pedestal com pesos t, Sr. De-Vecchy.
A benaBeiida m^-'- -- la jetie especla-
_ _j Companlda farlo leilito porin-
risenle Oliveira, de um explendidn Sor
fazendas, principalmente suissas, alle-
Ffrancezas. loda prnpras do mercado ; quar-
, 8 do correnle, as 10 horas da raanhaa.Mio
veii arnia/eui, ra da Cruz.
0 AGENTE BORJA GERALDES.
Ouiila-teira 9 do cor-
renle. as 10 ,',' horas da
manhaa, no seu' arma-
zem, ra do Collegio n.
44, lar lelo de dous
ricos sancluarios con)
iraagens, 2 pianos ingle-
zes, urna ptima flauta
de graiiadilhocom Scba-
ves, urna rahece, e di-
versas obras de marcenara, como bem, sofi'is de jaca-
randa, ditos deamarela, mesas redondas de Jacaran-
da com pedra esem ella, ditas de ainarello, consotos,
cadeira, e commndas de amarello e jacraiid, guar-
da vestidos de mogno do melhor goslo postivel, ear-
teras de mosno, ditas decharo. marqoezas, guarda
toncas, apparadores, laratorios. cadeiras para meni-
nos, toucadotes. hanquinhasde amarelb, camas fran-
cezat, mesas de janlar, ditas para coznha o outras
militas obras, etc., ele. candieiros francezet e ingle-
zes, candelabros, serpentinas, lanleriias. mangas de
vidrQ, diversas pecas de vidro e cristal, um .lindo
roqnele de labvrinlho para padre, perrito de bcot e
rendas da larra*, relogint de parede. tilos de algbe-
ra e tambem varias obras de ouro e prata ; eao meio
dia em ponto irao em leiliio variot escravos pelo maior
preco que se obliver, urna (jfnde porr,ao de cachim-
hot da Araba e um opliiiu carro de qualro rodas.
C! J. Atlley& Companhia farao leilao por in-
tervengo do agente Autunetide 33 canas com co-
pos de vidro, grandes e pequeos, para agua c vi-
nbo : quarla-feim 8 do correnle asi I hora da ma-
nhaa, no annazemdarua da Crus n. 17.
Sexla-feira 10 do correnle. as 11 hora da ma-
nhaa, o agente Antones far leilao em teu arniazem.
ra ila Cruz n. 25, do seguinle :Mesas redondas,
consolos, cadeiras usuaes, ditas de lialanco, totas,
marque/as, conimodas, toucadores, banquiihaa para
jogo, lavatorios, cahides, lanlemas, candieiros para
meio desala, candelabros, aparelhos de norcet
parach, quadrosdivemes. um palunqumderefJ
da Babia, clices para licor, fruleiras de vidro, garra-
fas para vinhn. compoleiras, urna porcao de charutos
da Babia de diftorenles marras, 8 caixa* de velas de
carnauba, urna porcao de slameles Anos perluma-
dos. vinho branco de Lisboa engarrafado, dito linio
doj'orlo, lamhem engarrafado, e'mitros muilot arli-
got que serao vendidos a quem inait der.
ty-unn l'raeger A Companhia, farao leilao, por
nlerveneaodo agento Oliveira, de grande e variado
sorlime'nio de miudezas e ferragens finas, at mais
propras desle mercado': qlnla-feira do rorrete,
as 10 horas da manhaa em ponto, no seu arroazem,
ruada Cruz.
. Quem tiver Pionc e Pombal, i
zcr mandar Cobrar.
Esl fgido
prelo, erioulo, de nome
ebeo do corpo, cara hexi-
denles na frente sui
leve a fabrica de caldcin
ser recompensado.
Perdeu-se desde
Cadma do Recife. nuu c.
Irinla e lanos mi
zentotmil res, duas nola|||||mii
cada urna, e urna
con lia-te ter sido f urlada.se huu
adiado dita carleira ou I
dita carleira, nrome!
cando ua ra do Col I
Arrenda-.se o erige
da Escada: ot prelendenlq^'"""""""H
ro da Boa-Vista, sobrad
achara com qnem tr
no engenho Vieanie Caraj
ves Percira Lima.
O abaixo assignado graltlic
quem pegar e trooxer i
Magdalena, primeira casa
la, de nome Anua, que (
do correte auno de 185
em um laboleiro, ella tata s^
o tantos anno? de Idade,
muilo desdentada, e ter at"
dentro e os beiros
lo rulo muito prelo c
barriga quebrada para "
urnas marcas te fovei
junto ao tornozelo, ut
para ot lados, magra, tomo lifcue
gurdente, levou vestido da c
j usados, he de so ppor'quaaHBa
Joao
Para a guar!
Pelo oltimo nato cbesaran
nandes Perante Vianna,
das prateadat do f
ha muito se espera
zenm encommendti ve-
na referida toja, anlet q
No aterro da Bt>a-V i
Sr. Manoel Cabral de Met
di 5003000 rs. com Ir
Na ra da So^[[[[[H
nliecido moleque J<
geiras. ao qoe
pra, nao lem vj
Jos Ba|
PVec
ra, de maior
Casa de pour
laudas, qnerendi
ja-se ra de I-
r. Ribero.
De-Vechy.
jra. Baderna..
s, goerreiros,
lima trena sao
AVISOS DIVERSOS.
Jost;SoaresdeAzevedo, pi-of'esSorde
lingua francesa no Lyceu, tem aberto em
sua nova residencia, ra larg do Rosario
H. 28, tercero andar, um cui?o de rbe-
torica e potica, e outiftde geApbia c
historia. Pode ser procurado todos os dias
ufis, desde as 1 at as 9 horas da ma-
nhaa ; e de larde a qualtiuer hora. *
Anda nao ett vendida a e-crava de 23 annos,
boa engommadera e excdlente cozinheir, ja etpe-
riinenlad.i as suas hfbilidades, a milito diligente
para o servieo de ptala de commerco que leaha cai-
xeiro! : ot prelendentet ,-icliaran nao ser bonita de
cara, c alguna dellet nSo chec ocp ; qnem
a pretender, falle com o Sr. i no, toja n.
11. no-Paseo Publico.
Precia-e de un rapaz de \i a 1 i anno, rom
alguma pratiea de negocio, dando pottoa que abone
tua conduela: dirija-ie a djipofla eonfronle o Ro-
sario, casi n, \.
^^^^^at ao
i quem
^Bbnio-
LnBBBnHrin-

^, for-
!e ama
rvnn^
I niii ulessoa de loda a conlanra, com
theoria e umita pratiea de gnai-da-livros,
espjcabnente sobre lojas a retalh, se of-
frcea fa/.er|ual|ueresciip
cantil, em partidas dobradas ou simples. .
com toda a i-egularidade exigida pelo co-
digo commercial lo Brasil ; iuem -
sar, dirija-se < rita do Queimado, |oji
miudezas n. "2
se trata.
O mnibus Per na m
corren aada
rusia a assignatnra 20 rt. mami paga adian-
anana* u"
"^Hainlii
dado
leoha
at 500
dar, das t
N
dia.
lado, h
Sauliino i*---------
do Moadr
punga, i
etenha I
para se ^aB^BBBBBBBBBBBB|
rt.: na ra
horat di mantisa as
Antonio Jos de < l, que ro
escrivao ajudant'e do carlorinWaseoda.iaacha pro-
vWonadoparatotkltar causal nos auditorios desta
cidade ; por ist qualquer pessoa que do saa pres-
umo precisar, dh-ija-te ru da Santa Cnu, no
bairro da Boa-Vista n. 48.


MMBUCO QUA
No da 9 do mz^assndo desappareceramdo
engenho Mmhoca, frer3&ia de Sa*juoAoSo,*s es-
cravo seguinte:--Muoel, mnlaluacakfirSSuo, ca--------
bello caripinhado, tuno, cheio do corpa, porcm es- criar** tovavn
guio para l)iho.*padiidp e feio de cara ; Manoe- Moda I.
. moca, boa estatura, cii
laesde caballosbranco>
Hilo i:
dilo, ,u> J
m im|
da doi
o pro
das c
e oede-

casa
i CUS
deSr
rio
ilo d. auno ducurso ja-
Srs. acadmicos quitila-
las pnleccoes oo nnno corrente
iiae osseusElcmenlosde Econumia
i imprimndu na lypographia
itas Hibeiro, em eja^ivraria
Collegio, podein deixar osseus
is. No mesmo lugar pode subscre-
ilrer, sendo o preco da subscrip-
ijcasiiio da entrega da obra,
i Olinda em asa do Sr. Lu Jos
-eos elementos da Pralica do Pro-
cesto, o a iosliluigoes de Direilo Civil llrasileiro,
K.'
No armuem de Amadas bara-
' tas. ra do Collegio n. 2,
vende-e um completo sortimento
de fazenda; grossas, por
| preco* mais baixo* do que em oih
, tanto em por-
-^^M Iho, amancande-
>mpradores um s preco
: este estabelecimento
mbinacao com a
da* cata* commerciaes
-.as, allemaas e suis-
-r fazendas maii em
conta do que tem vendido, epor
offerecendof elle maiores' van-
ado que Otro qualquer ; o
etano deste importante es-
cjmefto convida a' todos os
cios e ao publico em ge-
ra que venliam (a' bem dos
K*eu* interettes) comprar fazendas
rmzem da ra do
dos Santos & Kolim.
.enlo de uro engenlio de
e.dislantedo Reeife 5 leguas,
ca meaos de roeia de bom caminho,
'Ai os carros de cavallos al a casa
u e suflicienles Ierras de canna,
io, arroz, caf, ele. etc., inuito
engenho, .doos bons cercados' de
Teita e nova cas de Nivenda de
lea. eom alpendre de columnas
i ferro, mpito fresca, e com ale-
rasas d engenho, c.ildeira,
e e-lribaria, Indo do pedra e
I I lnces, e em moilo bom es-
talas para os prelos casa de fari-
. eieejjenlB hauho
apropriada, mallas virgens
ras fructferas, inclusive
; bons sius de lavrado-
Ie muilo bom assucar. o
Vendem-se as caimas novas,
i prelendenles dirijarn-se
i Amara de Jaboalito a"Iralar
rovirJB de todo
X.
*HIA.
ME^. 28.
professor liomcopalli
venda por
!IL RES.
!X medir/menlo*.
.... do de carleiras e caj*as
Lmannos por precos comniO-
de glbulos avalaos .
'i frasco de % onca de tintura a
.........
500
I3O0O
N tarde de cjuarla-fcira de cinz.i perdeu-se
nm bracelele desde a poni do Recite em direilura al
a na Nova junio a ponto'* Boa-Vista, que urna
a no braco; A trrenle (lo bracelele be
e de rrma que finge dez coracOes en-
nosonlros, o a chapo, he ubi pouco
grande para o lamanho da corrente, pouco ovada, e
io um nao |>equeno diamante sobre follias
todas esmaltadas icao do dia-
mante d agarra: ,( leva-la
ra por delrai do Corpo Sanio, cata n. 52. seguudo
amlar.junto lrUc do Sr. Luiz Pedro das Revs,
onde se dar com genei osidade o co i hado,
se Mr exigido ; c previne;* aos scnbores ourivea e
quaespaer oulras pessoa, qqe a apprehendam se Ibes
for oflerecida perrvenda, ou para algum outrp liro,
entregando- emita casa.
~ A Pf a noile de 8 de nm passado,
baile ma-rarado do Ihealro d'Apollo perdeu orna
cabellaira, dirija-se ao Bazar* Pernambucano : que
dando os signaes llie ser entregue.
Atera de n. s. do rosario.
No dia' 10 do crtente andam as rodas
dcsta lotera com todo qualquer nume-
ro de billietes pie ficar |>or vender, e S
e vende ateo dia 9.Othesourero,
Silvestre Perera da Silva Guimarve*''
Paulo Gaignou, dentista,
pode ser procurado a qualquer hora emsua casa
na ra larga do Rosario O. 36, segundo andar.
0 Sr. Antonio Ferreira da Costa
Braga qtteira dirigr-se a prara da Inde-
pendencia, na livraria n. e 8, a negocio
que lhe diz respeito.
Perdeu-se uns enfeiles derelogio : quem achnu
equizer entregar na ra das Cru/es, taberna n. 21),
ser generosamente recompensado. "
Precisa-se de um forneiro a padaria da] ra
l)ireitan.2i.
Precisa-se alagar urna escrava para cozinhare
comprar para urna pessou : quem tiver, dirija-*e ao
pa(eo do Carino n. 8, que achara com quem tratar.
Se algum porluguez de pouca familia quiter
estar de morada no silio da Iravessa dos Remedios u.
\, rom urna pequea paga, e com a ruiidirao de tra-
tar da casa do mesmo sitio, das plautas qne uelle e\i>-
tem, e da conserv.irao da cerca que o cerca, queren-
dodar fiador a sua capacidade e boa conduela, diri-
ja-se a ra de S. Francisco, sobrado n. 8, como
quem vti para a ra da Florentina, para Iralar do
ajaste. ,
Oeseja-se muilo fallar no paleo do Collcgio, to-
ja de liy.ro n. (i, de JoSo da Cosa Dourado. com os
Srs. Joo Francisco de Ainaral. morador em Iguaras-
su, Julio Barlrasa canti deOliveira Jlactl.
mmmmmsmimmmmM'
Fannha de mandioca. U.
Vendem-se aaccasgrandeaicom superior fa- JR
rinha de mandioca, por pfejo commudo : na-8S
roa do Amorim n. ,"ii, armav.em da Machado JH
l'iulieiru.ou a iralar na ra do Vigario n. t
e il, sguudo andar, escriptorin dos mesinos. m
\ endem-seas casas terreas n. 68 e-liitiilarua
das Cinco Ponas ; I). *>7 da ra do Jardiui ; n. ~,-
da de Santa Rila, en. 81 da ra Vclha : ua ra l)i-
reita n. 40, segundo andar.
Vejide-se fariqjia de mandioca muilo barata,
pancriaco, lano em porcao como a realho ; na
nw do Amorim n. 36, taberna.
Venderle urna escrava de nacan, boa qnitandei-
ra,mullo fiel, em Vicios nem achaque : na na vle
Sanio Amaro, taberna do Sr. Pimentel, sc'dir quem
vende.
Vende-sa um bonito carro de 4 rodas em muilo
bom uso, e por preco commudo ; na ra da Aurora
n. 6.
Estampas de santos e santas.
Na loja de miudezasda ra do Collcgio n. 1, anda
exisle una porcao de estampas em ponto pequeo e
graude.
Vernicas milagrosas.
Na loja de miudezasda ruado Collegio n. 1, existe
uui completo surliruenlo de vernicas dos seguidles
noiuei: N. S. das Dores, SS. Crales de Jess e de
Mara. S. Francisco de Assis, Senhor*Cruxillcado, N.
S. do Boro Parlo, Anjo da Guarda, S. Miguel, N. S.
do Carino, N. S. da Conccicao, assim como unirs
mailas quo se deixam de aiiiiouciar.
Ligas para sen horas.
As melliores ligas de seda que leui viudo a c.le
mercado ; vendem-se na loja de miudezas da ra do
Collegio o. 1.
Redes acolchadas,
brancas e de cores de um s panno, muilo -grandes e
de lioui goslo : vendem-se na ra do Crespo, loja da
esquina que volla para a cadeia.
Quem deixara' de fazer um ves-
tido preto.
^ Na ra do Queimado u. 46, loja de Bczerra S
^ & Moreira, vende-se pelo bar a lissi mo prejo de S
^ MMiUO o covado, a melhor e legitima sarja lies- 2
panhula que aqui tem vindo. Franqueam-sa
amostras, e lainbeo se manda um caixeiro
com as pecas para quem quizer comprar, ver. %j
BTA Fm* 8 DE HUBCQ HE &*
m m
-**-

.....
llonlem, 4 de marco, nao voltou para ca-
sa o escravn Antonio, de nacAo, de ida-
de 45 a 50 minos, he baixo, grosso. feio.
lem um inchaco no pesenro e lambem urna
cicatriz, caracteres que bmodislinsucm';
andava no ganho, e fugio com o dinheiro
da semana ; tem os ps grossos. e caminha
mui preguicosamenie : quem o pegar [fi-
ve-oaoabaixo assignado, na ra de San-
Francisco (Mundo Novo), n. 68 A, que se-
r bem recompensado.
l)r. Sabino Olegario l.udgero Pinito.
' Precisa-se de um menino para caixeiro, de 10
a 12 annos, sendo dos chegados agora ; ua ra do Li-
vramenlo n. 38.
Nos dias 6,!) e 13 docorrenle, que he a ultima
praca, se ha do arrematar depois da audiencia do Sr.
Dr. juizdebrphaos, por tres annos, a renda da casa
de nm aadar e solo. sila na ra das Cruzes desla ci-
dade. n. 16, avaliada por 350$000 rs. por anno.
O abaixo assignado declara pelo prsenle que
nao lem a sua lirma em ledra de qualquer valor, como
responsavel, e assim qualquer lellra qoe por ven-
tura apparera com a firma do abaixo assignado, he
falsa.; Julio Portella da .Silca. '
l'recisa-se de um bom forneiro e de um amas-
sadnr que entendam bem d#ollirio : na padaria da
Tua Imperial, defronte do cliafariz, n. 37. _
Precisa-se de alguns ofhciaes de alfaiale a
ra da -Medre de Dos n. 36, pruneiro andar
Precisa-so de urna ama para cuidar-'). ,
nio : a Iralar na ra do Viga rio n. ^3. '
7- Vendem-se oilo arrobas de fumoda*lerraem fo-
lhas para charutos, por preco commod : na ra a
Madre de Dos n. 36.
Na passageni pie Olinda, no segundo silio em
freute, vende-se urna canoa meia uberla de can eir,
e lambem se vendein duas ou tres vaccas gordas pro-
prias para acougue, ftlhas do pasto.
Vende- urna escrava crioula de fi a 27 annr
de idade, que sabe cozinhar, engomiuar, coser, lav
de sabao : quem a pretender dinja-se a ra das T ,-
chciras o. 48, seguudo andar, que achara com quem'
7~\ Vende-se urna negra lioa coziolieira,/ugomma-
Saccas com farini
Vendcm-sc saccas^coni farinlia da Ierra boa : na
ra da Cadeia do Reeife, has lejas 11.13 e 18,por pre-
co commodo.
s*r>:tiss*? ->:.'*' v**,;]"^
- (itiarua pacioiml.
Forlunalo Correia de Meneies, comloja
de cirgueiro na prai;a da Independencia 11.
17, lein pura vender linas espadas de metal
principe com cnrOa e rail ella, chapeos ar-
mados a moderna, barrelinas, dragonas, ban-
das de franjas de ouro e de retroz, telina bran-
| eos e flretos, e ludoo mais que he piQciso pa-
I ra os uniformes dos Srs.ofliciaes; por pi
rilis commodo possivel-
. Vende-se um escravo moco, mufld sadio c pos-
sanie sendo canoeiro e com principio de marinheiro e
pdeiro : bordo do hiate .V. Joo, fondeado defron-
le do caes ilo Ramos : a tratar na ra da Madre de
lieos, loja n. 34.
Ao barato.
Na loja de Gniroaraes fi Henriqucs: ra do Crespo
n., vendem-so lenjos de cambraia fina e de puro
linlio, pelo bando preco .">> e 1$500 (ilu/ja, sendo
cada duzia em urna caixinhacom lindas eslampas.
Vende-se um armazem de sal, na ra Imperial
n. 63: a tratar na mesina ra 11. 33.
Vende-se a taberna n. 43, na roa do Rangel
com fundos de 4I6#000: para ver, e Iralar na nicsiua
roa, casa 11. 3.
Vende-se urna canoa bem construida c nova,
que pega 800 lijlos de a 1 venara grossa, e um caval-
lo muilo bom para carga : na ra dos Marlvrios
n. 22.
Vende-se um mualo pera de boa conducta, de
idade de 22 annos: na ra da Cadeia do Reeife loja
11. 50 de Cimba & Amorim.
Vende-se na ra Nova, Bazar Pernambucano
11. 33, corles de vestidos de raiubrain branca borda-
dos, pelo preco de 59 rs. cada um.
Livros para a
Semana santa, manual da
manual do christo, mez de Mara hora marian-
uas etc., esles livros ha com gosto i;, ecadernaco o
nilhor que pode-se encontrar, nlo por serem de
velludo do_ diflerenles cdresycomo em finas estampas
doaradas, 'lambis- ll=V-para menos valor : no paleo
do CjUcsio--1oja de livros 11. C, de Joo da Costa
Dourado.
O 39 A,
confronte ao Rosario de Sanio Antonio, avisa ao res-
peitavel publico, que alem dos biscoilos inglezesc
fra -cezes, cnnstaiilementc se encontrara vinle e lan-
deira eamiis servico de ama casa : n
mado 11. 4i.
a tfia do Quei-
Cera em velas.
J* Veude-se cera em velas, fabri
boa,em caixas de 100 o .501ibi
tgp o mais barato do que em outr,
i$ te : na ra. do Vigario n.M'.l
^ escriplorio de Machado
das em |.is- *
epor pre5o
ulquer par- &
gundo andar, @
inheiro. ^
las qualidadesde holinhos para cha, cavacas e pn-
denlo turrado, chocolate, miscelania, pasljlhas, entre
slas oslela-pimenla, unendoas e confeilos, ricas
caixinhas para os mesmos, chocolates, dillerenles, lu-
do em porcao e a relalho, c o melhor do Iodos os do-
ces que se allianca a qualidade, prc^o fuo he seu
costume.
Vendem-se pianos forles de superior qualida
de, fabricados pelo melhor autor liambnrgucz B*
roa da Croz 11- 4.
Depoaito da fabrica de Todo* o lutoi na Babia.
.Vende-se,emcasadeN.O. Bjeber &C, na ra
da Croz 11. 4, algodao trancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para saccjtde assucar e roupa de es-
cr*\os,DorpreocomitlK H
Na ra do V andar, ha
para vender na presentemente pela
barca Olim/ aeca de farello muito
novo, cera em anime e cin vela* eoin bom sor l-
menlo tle superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, novissima.
Vende-se tal do Assi'i muilo bom, e mais 400
molhos de pnlh de carnauba, a bordo do hiato S.
Joo, finid edo defronte'do caes do Ramos: a tratar
a bordo com omestre, ou na ra d Madre de Dos,
n. 3* loja. *
Vendem-se em casa de Me. Calmont & Com-
panhia. na praca do Corpo Santon.11, o seguinle:
vinho deMarseilleem caixas de 3 a 6 duzias, linhas
em novellos ecarrcleis, brea era barricas maito
grandes, ac de milaosonido, ferroinglez.
Vendem-se roberlores de algodao grande a 640
rs, c pequeos a 560 rs. : ua ra do Crespo nunie-
ro*12.
Ao barato.
Bracos de Roma parahalanca de balean, penei-
ras de rame para padaria e rclinacies, escrivani-
nhas de laido para repartieres publicas, perfumadores
de lato, hesouras para costuras, grandes e pequeas
ditas para corlar cabellos, dilas para unhas, eoulras
para applicarres dilferenles, caivetes finos de todas
as qualidades, pedras para aliar navalba das mais li-
nas que lem viudo ac mercado, navallias e outros
muilos gneros que s*com a vista sedar a explicaran
necetsaria, ludo do melhor que se encontra no mer-
cado, vende-se por preco commodo : na loja de fet-
ragens'da ra da Cadeia do Reeife ii._5.tjfA:-
Pa^l-mwllfrnV Low-Moor. Ra
^f Sezala nova n. 42.
missa. dito ajbjevTlor Neste estabelecimento. contina aba-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e tai xas de ferro batido
e. coado, de todos os tamauhos, para^
dito. '
AOS SEMIORES DE ENGENHO.
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, -empregado as co-
lonias inglezas, e hollandezas, com gran-
de vantagem para o melboramento do
assucaj-, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metliodo de emprc-
ga-lo no idioma- portuguez, em casa de
_ @@
9 Os mais ricos e mais modernos chapeos de
seda e de palha para senboras, se eiicuulram g
f, sempre na loja de modas de madaine Millo- @
@ chau, no aterro da Boa-Vistan. 1, por um pie- jj
ijg eo mais razoavel do que em oulra qualquer @
parle.
da
Na ra do Trapiche n; 14, primeiro andar
vende-se o seguinle :pasta de'lvrio floreni;
melhor artigoqae se conliece para impar osl^^H
hranquece-os fotlificaV as gengivas, deixandi
goslo na bocea agradavel cheiro; agua de mel1
para os cabellos, limpa caspa, e da-lhe mgico
lustre; agu anelico para
r o sto', assim co-
mo a -la prepara-
cao fa/.
pretoce'reacios, si-
eom modos.
Taizai para enger
Na undir^ao' de ferro de D.
Bowmann, na ra do Brum, patwi-1
do o cliafariz continua baver um
completo sortimento de taisa1* de fefol
fundido e batido de 5 a 8 palmos d
bocea, as quaes acbam-se a venda, por
preco commodo e jcom promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despez ao comprador.
Moinhos de vento
'omhomhasderepuxopara regar borlase bailas
derapim. na fondieao de t. W. Bowman:na roa
do Brum ns. 6.8 e 10.
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisde-., 5. e 8.: no annazem da ra
do Azeite de Pixe n. 14, ou a tratar no
escrptoro de Novas & Companhia, na
ra do Trapichen. 34.
Padaria."
Vende-se urna padaria raaiioafreguezada: a Iralar
com Tasso & Irmaos.
Aos senbores de engenho.
Cobertores escuras de alandlo i K00 rs., ditos mui-
lo grandes e encorpados a 19400 : na roa du Crespo,
loja da efqtiina que volla para a Cadeia.
Vende-se farinlia de mandioca mui-
to superior, em saccas, e chegada recente-
mente : no" annazem de Machado & Pi-
nheiro, na ra" do Amorim n. *54, ou a
tratar no escriptorio dos mesmos, na ra
do Vigarion. 19, segundo andar.
CM PEQUEO TOQUE DE AVARIA-
A Igodo desacco.e sicupira muilo encorpado a 100,
120, e 140 a jarda: na ra do Crespo loja da esqui-
na que volla para a Cadeia.
Bal
Em lo!
dairt eatt
Fkam
, A. R. D. Sawls es-
to de abril de 1S12,
". Brtol.
lo qvmti-
imo a
- responda
K? i* esta idade
^t leriamus
^^B* -de Ful-
ervidorrs
para carro
aly o sub-
OSr.
ador,
^SaH
gario diz qn
Prtdfttd.
do da na Collegio do
opria para taberna :
io amarello da ra do Quei-
So Machado da Rocha, en-
lesle Diario para o Sr. vi-
ujo, venlia a esla t\ po-
-iiatura, visto que o
com isso.
^^H irra ou capli-
, dirija-seS,"'- das^Triucheiras
l^^^^^^^^vser prncu
Dentista,
primeiro adaroN^-
reir de Melis.
dor ua pataagem de Olinda, lem urna caria na
a praca da Independencia.
osto.
luados, dorios da nova loja dco urives
fronle ao paleo da ma-
iarr ao publico em geral um
klimenlo de obras de ouro de mui-
ie nao desagradarao a quem
os mesmos se obrigarn por qnalquer
cunla com respon-
, ualidade do puro de 14
^^Hmjeiloa por qualquer
*Strafim & Irihuo.
.; Seguo viagem para a cidade do Af'
dilo italiano Anlooio Lopes.
v^ Pteci'a-;i"uS. n>a prcla qo^renlenda de
vender na ra, e que seja de liona cnslu^. onpm a
liver, dirija-se praca da Boa^Vi^-^ irYcV n 32
l'erdeu-se a 4 do aodanfcp>^- wrmluiDeo^ena^STecendo-se c3m raSados
"JiDello alguma cnuaa comprido,
ainada desbolada em urna anca ;
xiae Minerva : quema achou ou del-
r k*""^ ,e *'ruil das-Cruzes n. 40, ou na ra do
Cabuga-i. ;it tercro andar, que se recompenara.
N dia 27 de fevereir prximo passarfo desap-
l|?ceu 'da casa do abaixo assignado, urna preta de
nacao, pt,r ontne Cecilia, reprsenla ter 35 annos,
pouco ma.s u menos, estatura regular, ps largos e
chatos, perNjigj |or(as para dentro ; levou veslido de
chita e.panijy, pre(0 f,no : r0ga-se a qnalquer pesoa
ou capililo de\,ral(0 que aej|a |ver 110|cia ou a pe-
gar, o favor de'yeva.ia ao re legitimo senhor, no
aterro da Boa-Vrsya, i0ja n. M> ou rua do pjres que
sera generosamenteVcompensjdo. e |anlbem se prr>:
testa coa ra qaem a Irwf cculla, urna vez que o nao
face publico.Joaauwt j-os Diu Pereira. .
Precisa-se de urna ilnlB para lodo servir,, de
casa de urna pequea famma Da rua no Hospicio
II. i>4ja *
O abaixo assigt>,a(l0 respeitosamen-
ft^gra^ece ao Illm. Sr. Lacaze a appre-
lienc^>ll!e ra-em ^.firelogio que lhe
furtaram> Juntam^nte o empenliu que
tomou pai'a^air asprisao de quem
oconduzia, o qual8eacha~a^4*P0*',,0d
lllm. Sr. Dr. subdelegado de Strato Anto-
nio para as averigtiacoes necessai-ias\
Francisco Joaquim Gaspar.'
i nualfluer i
___ario Ludgero Pinho mu- f
cele da rua de S. Frauciscb
undo novol n. 68 A.
no
us com penbores de
-rio n. 7.
ibricanle Jepianos.Alina
^^^^^^^^^^^^KBUgfto,. tendo chegado re-
iropa, de visitar as me-
lendo ganho nellas lodos
eclujen ose pralica de conslruccoes de moder-
i seu preaUmo ao respeilavel pu-
r90' la^Oes com lodo o
nada licar a dse-
lo em mdico preco ; a
^^Hnar.
juer de leitura.
ara resliloir os livros em
i prazo de leitura, para o
Sdias. Reeife 1. de mar-
guilar.-i. secrelario.
[urna ama de bons
co>"nhar e faner.
&a ca:a de pequea
) servido agra-
do Rosario n:
uem de loara, ter-
B* aBnliores relojoeires, na a
qualquer pessoa a quem lnr oll'erecido um relogio de
oaro*,'?6^P,e' cle.com eerrcnle de ou-
r0,le -S, 1475, deoap-
albiasde Azevedo
i. I. ou na sua resi-
andar ila casa n. 3,
d'oni! rurao^^^^^^^^Bn ponnUro dos segu'ndos do
ruesrao calogio'ta aeha quebrado o lado inferior, e
casa de ama pessoa: na Iravessa
seguudo andar;
Jos de Paiva Ferreira Jnior vai a Europa
Iralar de seus negocios, e deixa em seu lugar, ,fazen-
dosuas vezes, duraote sua a usencia,por seas bastan-
tes procuradores: em primeiro lugar o Sr. Manoel
l.uiz Ferreira, em segundo o Sr. Jos Moreira da
Costa Maia, e em terceiro a seu pai o Sr. Jos de Pai-
va e Souza.
Precisa-se de um caixeiro qoe lenha pralica :
no pateo da Sania Cruz, padaria n. 106.
na rua do Livi.menlo n. 16.
Noarmazem dofia^l5erra defroute do trapiche
do algodao, .tenp**f>ira \nder-e feijao inulalinho
muito novo^Sn saccas grandes : a Iratar na rua da
1 a. ttftfsegundo andar.
.. ide-se um caixao grande para deposito de
bolai j ou assucar,e mesmo para taberna, muito bem
e''f prec/i barato, e urna chapa de fogfio de ferro
'le Ixiccas, tambem em conla: na rua da Senzala
cliia n.48.
Fazendas pretaspara a quaresma.
us prelos muilo linos pelo barato preco de (5000
rs., mantas de blonde a 7.-J( rs.. sarja preta muilo
boa a 2^000 rs., dita muito lim a2^240, uvas pretas
delorcal parasenbora a l^OOOrs., ditas para hornera
a 19000 rs., casemira prela muito lina a 29000 rs.,
selim prelo muito bom a 38000 rs., e ou'lras militas
fazendas: na loja do barateiro, na rua do Queimado
n. 9, de Antonio Luiz de Oliveira e Azevedo.
Vende-se o engenho Dous Bracos, ua freguezia
de Serinhilem, 3 4 leguas ao porl'o de embarque,
moenle ecorrefile, muilo bom d'agua. copeiro, com
varzeas suflicienles para dous a tres mil paes d'assu-
car : quem o pretender dirija-se a Iravessa do Quei-
mado oubecco do Peixe Frilo n. 1, ou ao mesmo en-
genho.
Vend-sc um deposito somenle com armaran e
perlences proprios para qu-lquer eslahelccimenlo,
principalmente para fabrica de charutos,por ser a rua
muito publica e ter commodos para familia ecommo-
do aluguel, vende-se por o dono se retirar para fora
da provincia: na rua do Aragao n. 8.
PARA A QUARESMA.
Vendem-se lvas de seda preta para humem e se-
nhora, larobem meias de seda prela para senhorasj
ludo de muito superior qualidade, e recebido pe*
ultimo navio de Inglaterra : no armazem de Eduar-
do H. Wyatt, rua do'Trapiche Novo II. 18.
CUITAS BARATAS.
Vendem-se chitas de cores lixas, e padroes claros c
oscuros a 120,160, 180, 200 e 240 rs. o covado'; ha
rua Nova, loja de Jos Luiz Pereira & Filho. .
. Vende-se o'engenho Santa Rila, na freguezia
de Iguarass, moenle e corrente, com 10 ou 20 es-
craos, 25 bois. 25 bostas, safra fundada, com Ierra*
desmaneadas para safrejar 1,500 pAes, altos frescos,
varzeas ludas de barro massan, e pariidos de var.zea
proprios parase abrir, e ludo mu I ^to do enge-
nho, com porto de embarque, que um afro pqdecon-
duzir 80saceos por dia ; vista do pretndeme ve-
rao outros commodos que dispensan aqui dizer-se ;
lambem so arrenda e vendem-se bois e~beaUi." a sa-
fra : qaem o prelander, dirija-sc ao mesmo i'ageuho'
para Iralar coln o proprielario.
Fazendas para a quaresma. ,'
Vende-se superior sarja preta hespanhola a 29400
eijbOO o covano, selim preto macan a 29400, 29600,
39000, 39500 e 5<8000 rs. o covado, superior casemira
a-sede urna ama para lodo o serviroXI SS S^' T"" 1S'wUea'^ S|*0?' '^'
. a i>.rfr .i 33jO e 49000 rs. o covado. panno lino preto muilo
csjd ue a. rearo n. _, 8,ln,rnri.._>Kii(i juiKI. jvVwi.'isumit. K N. O. Rieber & Companhia, na rua da
Cruz, n. 4. "
Vende-se sola boa em pequeas e grandes par-
tidas, cera de carnauba primeira sorle, pelles de ca-
bra de diversos procos,esleirs de paflia ite carnauba
e peonas de ema : na rua da Cadeia do Reeife n.'49,
primeiro andar.
Calcados francezes de todas as qualidades.
Borzcgiiins, sapaioes, sapatos fie luslrede entrada
baixa cora salto e sem elle, bolins e sapaioes de be-
zerro tanlo para homeni como para menino, e um
cmplelo sortimento de calcadas tanto para hornera
como para meninos e meninas, ludo chegado ltima-
mente e por proco muito commodo, afim de se apu-
rar dinhriro ; no aterro da Bua-Visla, loja defronle
da boucea.
Calcado a 720, 800, 2,000 e."5,000 rs.,
no aterro da Boa-Vista, loja delronte
da boneca. -
Troca-se por sedulas ainda mesmo vclha um no-
vo e completo sortimento dos bem conhecidos sapa-
ioes do Araraly a 700, 800. etc., bolins a 29000 rs.,
e sapaioes de lustre da Babia a 39000 rs., assini co-
mo um novoe completo sortimento de calcados fran-
cezes de todas as qualidades, lano para homein co-
mo para senhora, meninos o jiieniuas, e um comple-
to sortimento de perfumaras, linio por preco muilo
commodo, afim de Se apurar dinheiro.
Vende-se selim preto lavradn, de moil bom
gosto, para vestidos,- a 29800 covado : na rua do
'Crespo, loja da esquina que volta para a cadeia.
Vende-s cera de carnauba ; no armazem de
Tasso Irmaos.
COMPRAS.
^rflnc
^d'ni
Compr-se uina salva de prala sem feilio, que
oceupe 4 copos para agua ; na rua eslreila do Rosa-
rio, luja de ourives n. 7, mito a igreja do Rosario.
Compram-se alguns adornos para uso de meni-
no, como sejam: moeda de ouro,vernicas de S. Jos,
e liguinha, assim como um par de clcheles : na rua
das Flores n. 23.
Compram-se ossos a peso : no ar-
mazem da illuminacao, no caes do Ra-
mos, Iravessa do Carioca.
Compra-se urna escrava sadia e de bons coslu-
mes, de meia idade, com as habilidades necesitaras
para arranjos de urna casa; na rua do Livramento
n. 19, se dir quem precisa.
Compram-se 4 portas e 8 janelles em segunda
mfto, assim como algum laboado velho ; na Soleda-
dc, sobrado defronle da igreja.
Compra-se nm diccionario de Moraes da 5.J
edirao, ou um deFonscca, que os teja em bom uso :
na casa do sacrislflo da ordem lerceira de San-Fran-
cisco.
Compram-se eseravos de idade 12 a 30 anuos,
assim como recebem de commissilo : na roa I)ireila
n.^3.
Compram-se ac^Oes do Banco de Peruanibuco: a'
fallar com o corrector geral M. Carneiro.
vendas!
insada a pessoa qne entregar o dilo reo-
-rscubrir o lariro.
arnbucauo, con-
a a baver va :ento de fazendas fran-
islo, propcias do lempo, como
seja^^^^^^HVelos. veos ditos, lalhos de bicos rdadbs
eda ditos,
ranco, lalhos de cami-
le sj-
dajinho, gni (^
MBp cabee d*dita, litas de multo bom gos-
labdades, roupoes para meninos, panno muilo

liera de
do aban
pello de seda,
- muilos ob-
lesappareceu
rava, parda, de no-
14 annos; quem a
idencia, qae rece-
le desappnrecea
na ruabas Rangel
USaaaaaaB m>-
.Klouma
llla-l qoe qnem
dade, qoeira, pa-
_ negocio, eo paga-
e em cochira ; poflfeo ro-
a qoem- fr olferecido dilo
lerider e levar ao haixo
^^B rao Sr. JoSoArgonio Bas-
tos Mellbeu. no seguudo andar da mesma casa, que
ser goerosam(!Dte recompensado.
''ho'mi Lopes de sena,

superiora 2*800, 49000, 49500,59000, 69Oe7l|O00
rs. o covado, merino prelo muilo lino a 39000 rs. o
covado, alpacas finas a 600, 700, 800, 900, I9OOO e
19200 o covado, prtnceza muilo superior a 800 rs. o
covado, lencos e grvalas d,c selim prelo maco a 29
(.29500, meias de seda prela para senhoras, eoulias
fazendas proprias para a quaresma, que se vendem
barntas : na rua Nova, loja n. 16, de Jos Luiz Pe-
reira & Filho.
Na rfajdaCadeia Vell^i^^jem casa de
Deane^Youle^i.'Coii
vende-se um carro americano de
visto na cocheira de Poirrier, no 3
Vende-se a lber.ia sila na
n. 68, propria para um principi.
landos, e tambera se vende s a
a Iralar na rua da Concordia 11.
V
Vendem-se velas do cera de carnauba pura de
muito superior qualidade.; na rua da Cadeia do
Reeife n. 49, primeiro andar.
Vendem-serelogos de ouro e prala, mais
barato de que em qualquer nutra parte:
na praca da Independencia n. 18 e 20.
CHAMPACNE
o melhor que ha no mercado e por.preco
commodo : na rua do Vigario, 11. 19, se-
gundo andar, escriptorio de Machado &
Pinheiro.
Chapeos pretos francezes
a carij, os melliores e de forma mais elegante que
lem vindo, e outros de diversas qualidades por me-
nos preco qae em oulra parle : na rua da Cadeia do
Recite, n. 17.
SALSA PARRILHA.
Vicenlc Jos de Bci(ov nico agente em Pernam-
buco de B. J. I). Sauds, chimico americano, faz pu-
blico que lem chegado a esla praca urna grande por-
cao de frascos de salsa parrilha de Sauds, que silo
verdaderamente falsificados, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os consu-
midores de lo precioso talismn, de cahir nesle
engao, lomando as funestas consequencias que
sempre coslu mam Ira/.er os medicamentos, falsifica-
dos e elaborados pela inflo daquclles, que antepoem
seus injeresses aos males e estragos da humanidade..
l'orlanto pede, para que o-publico se possa livrar
desla fraude e distingua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada erecentemcnle aqui clicga-
da; o anuuncianle faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua botica, na roa da Conceico
do Reeife 11. 61 ; e, alm do receiluario qoe acom-
panha cada frasco, lem embaixo da primeira pagina
seu nome impresso, e se adiar sua firma em ma-
nuscriplo sobre o iuvollorio impresso do mesmo
freos.
(^ Vendem-se relogios de ouro, pa
i teii-te inglez, por commodo pre-
TT co: na rua da Cruz n. 80, casa de
L,. Leconte Feron & Companhia. ()
Na-rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
Charutos de Havana.
Vendem-se verdadeiros charutos de Havana por
fjp Deposito de vinho de cliam-
@ pagne Chateau-Ay, primeira qua-j
** lidade, de prop.rieda.de do condi
A de Maretiilj-rna da Cruz do Re-
^ cife n. 20: ste vj'nho, o melhor
de toda' a champ agne vende-
* se a 56j|000rs. cada caixa, aclia-
- se nicamente em casa de L. Le-
9 comte Feron^t-Cmpanhia. N. R.
As caixas sao marcadas a fogq
gfi Conde deMarcuil e os"rotulo*
^ das garrafas Siio a/.ues.
Na rua*do Vigario n. 19, primeiro andar, lem
venda a superior flauella para forro descllins, che-
gada recntenteme da America.
Vendem-se alhumasvacca solleiras.e uovilhas,
bstanle gordas : no silio da Torre era Belem, de raa-
nbaa at aahnwi i ,1 Innb das 5 horas em dianle.
1.c A anligaidade da sal
claramente pfovada, y.
e que a de Sands s apparece
qual esle droguista nao pode o|
BrLsloi:
2. A superioridade da
he incouleslavel; pois que
rencia da de Sands, e de ni
pararOes, ella tem manlido a q
ti loda a America.
As numerosas experiencias
salsa parrilha em loda as enfd
pela impureza do singue
ta corte pelo Illm". 'r.
academia imperial jle med
UTjA n Ionio Jos Poixok j
ar^nSmTTasa de saude na
Dr. Sauarnino de Oliveira,
por varios oulra* medicas,,
clamar altamente as virtud
rilha de Bristol vende-se a 5|
O deposito desla salsa ntl
franceza da rua da Croz. em fren
Oleo de linliaca ei
Vende-se na botica de Bartln
na rua larga do Rosario n. 36.
FTJNDICAO D'AUH(
Na fundiio d*Aurora acl
completo sortimento de
d'alla como de baixa prt
approvados. Tamben se aprom
da de qualquer forma qae se p
maior presteza. Habis nmciaes
para as ir assenlar, e o fabril
cosame afiancam o perfeilo traba
ponsabisam por qnalqner defeilo
apparecer durante a primeira salra
as de vapor cooslru idas nesle esli
estado em constante servico uesl p
eat 16 annos, e apenas lem exigid.
cantes reparos, e algumas at nei
le, accrescendo qne o consammoi
mui inconsideravel. Os senbores
e oulras quaesquei pessoas que pri
chinismo sSo respeilosamcnte convidadi
eslabelerimenlo em Santo Amajo.
NOCONSlLTORlOHeM
DR. P. A. LOBO 1!
\ ende-sc a melhor de todaa^^^H
Tioinopaihica *3r O NOVO ^^H
JAHR JH Iraduzido em pnrlug.
A. Lobo Hoscozo, contendo um
podantesexplicacoes sobre a a)
dieta, ele, ele. pelo traductor :
cadernados em doo>
Diccionario dos termos de mediehl
lomia, pharmacia, etc. pelo Dr. Mi
nado
Urna carteira de 21 medicamentos
co'd Dila dK36........
Dita, 'e .48.......
Urna de (iOlnboscom 6 frascos dclincli
Dila de 14* coirr diliVs ....
Cada 'carteira he campanhada di
das.duas obras cima mench jlas. ,
Carleiras de 24 lubus pequeos para
beira .......
Dilas de 48 ditos.....
Tubos, avulsos de glbulos
Frascos de nieiaou^a detinctura
Ha lambem para
lhe
,i ; pode seTi
/ Boa-Visla.
S. Francisco
.por ter poneos
o, querendo ;
NAVALHAS A CONTENTO.
Chegaram ltimamente avalbas
de barba, superiores a todas quati-
las ate agora se tem fabricado, por
| serem de ac<#to lino e de tal tcm-
Sera, que alem de durarem e'xtraor-
inariainente, nao se sentem no
rosto na accao de corlar ; sao feita*
pelo hbil fabricante de cutleria
que mereceu o premip na exposi-
cao de Londres, e nao agradando
pdem os compradores devolve-las
ate 15 dias depois da compra, e se'j
Ibes restituir' o importe.
Vende-se cada estojo de duas na-
valhas por 8&'000 rs., preco li.vo :
no escriptorio de Augusto C. de
Abren, na rua da Cadeia do Reeife
n. 48.
preco muilo commado : na ruada Cruz,
n. 4. '
POTASSA E CAL.

Na esquinada rua do f pon. l(j-
Vende-se nesta loja riquis s e modernos
cortes de vestidos de barges n babados, fa-
zenda ainda nao visla nesle ercado ; pede-
se aallenco das senboras i bom goslo, afim $j
de que coinprciri esla lind; 'inleressanle fa- $
zenda. *
Devoto. Chiisto.
Sabio a luz a 2.a edicilo do livrinho denominado
Devolo Christa.mais correcto e acrescenlado: vnde-
se uuicameuiu na livraria n. lie 8 da praca ua In-
dependencia a'610 rs. cada exeniplar.
. Novo telegrapho.
Vende-se o roleiro do novo telegrapho que princi-
pion a ter andamento no dia 29 do correnle, a 240 rs.
cada um : na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
, Jos Baplisla da Fonseea Jnior, na rua do Vi- '
gario n. 4, primeiro andar, lem para vender chapeos
depalha do Chili. aba eslreila, c de fellro, pretos,
pardos c de cores, a preco curomqdo.
FAR1NHA DE MANDIOCA.
Nosarmazens de Anlouio Annes Cazuza, na es-
cadinha dajjUfandega, descarregada houlein, de su-
perior qualraade, preco commodo, .ou a Iralar com
J. B. da Fonseca Jnior, na rqa do Vigario u. 4, pri-
meiro andar. -
* A 49500a peca.
Vendem-se ehilas rdsas de cores lixas sem defeilo
algum a 49500.a pera de 38 covadog : na rua Nova,
loja n. t6, de Jos l.uiz l'erka & Filho.
Vende-se um prelo perlq^adeiro, assim como
um braco de Dalanca de RordSo% Companhia e dous
pesos de duas arrobas ; na roa "do Crespo n. 10.
PALITO'S FBA.NCEZES DE ALPACA E
PANNO FINO.
Vendem-si palitos francezes de alpaca prela cores a 80000 e 108000 r., dilosde paouo lino a 150,
189 e 21IJKKX) r>, visla do preco e superioridade
da fazenda uinguemdeixar de comprar ; na rua No-
va n. 16, loja de Jos Luis Pereira & Vile.
Vende-se leite puro, dr
rs. a garrafa, a quem lomar p
da : na rua da Concordia, la'
Vende-se um lindo mu
gara, ptimo para pagem'
n. 26.
Vendem-se saccas g
nba de mandioca : na rn
Vende-se urna esc;
nila figura : naruadaC
zendas n. .11.
Presuntos
Na rua d'Aurora, j
um resto to famoso p
he par preco raz'oa* '
rio.
' Veude-se uina
de sabao e engomo
que a visla do corap
vende : na rua d
los.
Vende-se ;
nhar, eugomma
11. 29, primeiro |u,i
o-se a menos de 200
1 mais de ama cana-
na n. 26.*
.0, moco e de boa fi-
na rua da Concordia
des com superior fari-
0 Vigario ii. 12.
1, crioula, moca, de ho-
a do Reeife, loja de fa-
ara hambre.
1 a fiindic.lo, 'ainda exisle
fulo pora se fazer liambre,
ir o dono nao ser usura-
scrava que
^^jem cost^-hao, ai
^afinl>VU- fapiehe n. 2I>, li^al
coziuha^ lava
ads'eii i--se
1 que se
de cliaru-
Irela de nacao pie sabe cozi-
nder na rua : na rua da liuia
r.
na, superiores, e cal virjem de Lisboa,
tudo por preco mais commodo que em
outr-qualquer parte : na ra do Trapi-
chen. 15, armazem de Rastos Irmaos.
Com toque deavaria.
_Madapolo largo a 3*200 a peca : na rua do Cres-
po', loja da esquina que volla para a Cadeia.
Muita attencao.
'Cassas de quadros muito largas com 12 jardas a
25400 a neja, cortes de ganga amarella de quadros
muilo lindos a 19500, corles de veslido de carobraia
decir com B 1|2 vara, muito larga, a 29800, dilos
com81|2 varas a 39000 rs., cortes de meia casemira
para calca a 39000 rs., e ou Iras militas 'azendas por
preco commodo : na rua do Crespo, loja da esquina
que volla para a Cadeia.
. PARA A QUARESMA. _
Um lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Pannu lino preto a 3O0. 39200, 4&5O0, 59300 e
69000 rs., dito azul a 29800. 39200 e 4JO0O rs., dilo
verde a 29800, 39300, 49500 e 59000 rs. o covado,
casemira prela entestada a 59500 o corle, dito fran-
ceza limito fina e elstica a "9500,89OOOe99000 rs.,
selim preto maco muito superior a 39200, 49000 e
59500 o covado/merin prelo muito bom a 39200 o
covado, sarja prcla muilo boa-a 29000 rs. o covado,
dila hespanhola a 29600 o covado, veos pretos de fil
de liaba, lavrados, muilo grandes, filo prelo lavradn
a 480 a vara, e oulras militas fazendas de bom goslo ;
ua rua do Crespo, loja da esquina que volla para a
Cadei .
vender gr
Y'.Wlff^mUgBPmWKGIJWBtahmo m.i- 'nos de cryslal muito fino, vasios ,
chinista e fuudidor. de ferro, mui respeilosamcnle
annuucia aos senhores proprielarios de eugenhos,
fazendeiros. e aorespeilavel publico, que nseu esla-
belecimentft de ferro movido por machina de vapor,
na rua do Brum passaudo o chafaiiz, contina em
efleclivo exercicio, ese acba completamente montado
com apparelhos da primeira qualidade para a per-
feila coufercaO das maiores pecas de machiuismo.
Habilitado para emprehender quaesejuer obras da
pa arte, David William Bowman, deseja mais par-
ticularmente chamar a attencao publica para as se-
grales, por ter deltas grande sortimento ja' promp-
lo, eni deposito na mesma fundicao, as quaes cons-
Irnidas em sua fabrica podem competir cora as fabri-
cadasem p'aiz eslrangeiro, tanto em preco como em
qualidade de materias primas e 111110 de obra, a
saber:
Vende-se potassa da Russia America- .Machinas de vapor da melhor construye.
' \l flPIlrl Mi; ra f nina Tjr aiinniihiu' iln tiirl
Moendas de caima para engenhos de todos os to-
matillos, movidas a vapor por agua, ou animaos.
Rodas de agua, moiuhos de vento e serras.
Manejos indcpendenles para cavallos.'
Rodas denudas.
Aguilliues, bronzes e cliumaceiras.
Gavilhoes e parafusos de^odos os lumanhns.
Taixas, pardee, crivos e bocas re fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a niao ou por ani-
maos, e prensas para a dila.
afChapas de foga c fornos de farinha.
Canos de fen-o. lurneiras de ferro e de bronze.
Bombas para cacimba e de repnxo, movidas a
ma, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
' Prensas hydraulicas ede parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras publicas.
Columnas, vanadas, grades e porles.
Prensas de copiar carias sellar.
Camas, carros de maoe arados de ferro, etc., ele-
Alm da superioridade das suas obras, ja' geral-
menlereconhecida, David William Bowman garaule
a mais exacta couformidade com os moldes e dese-
mauhos.
A superioridade desles meilicamei, 1
lodos reconhecida, e por isso dispensa
N. B. Os senhores que assignaram
obra do JAHR, ante de pobjicarto
dem mandar recebar este, que sera ea
augmento de preco.
Vende-< um braco de balanra Bol
lejo eslad, um caixao grande par
Iros mais perlences de labertia, tj^^M
lano de folha como de pao, um lera
i libras a i quarla ; no alcrro da Boa-
11a n. 49.
ESCRAVOS
nbos remedidos pelos senhores qoe se dignarem de no beceo do Carioca n. 9.
Desappareceu na madrug
rente de um sitio na estrada dos All ..
lado em um cavado que lirou da tslrib;
nlior. o escravo Joaquim. cora os signa!
pardo, cara bexigosa/felcdes regulares, i
poa e srrandes,.olhos um lano encanije,
estatura baixa, idade de mais de 30annj
cu direilo um (auto curvo por ler sido^
dos dedos mininos eueolhio, provenicn
rutilada, intima de valenta, tem as perna
arqueadas, e gosta de andar calcado: levou
de algodo riscado azul, caifa de brini li
jaquela da mesma fazenda. e qae foi fanta
dado, e chapeo prelo ; sendo os sigues^ avallo
em que foi montado os seguinles :-
frente aberla, bebeem bYaiij
lado, calcado de lodos os 4 I
de passo, lem em nm dea quaitos 1
senta um A e N pegado, e sl en
poe-se ler ido em ossu e com cabj
lano, a todas as pessoas caulorid
possara ler noticia, ou de quera p
o obsequio de manda-lo prender <
do silio, na estrada das Aflictos, 1.
das as despezas, e muilo se agradecer j
4
Vende-se Um cavado caxilo, mellado, gor- tS
do e grande, proprio. para cabriole! : a tratar
p na na do ttueimado 11.29.
.>$"s:3t a a
^vende-se na muala mora de bonila liugra,
ensaboa, engom, ,a e cozinha o diario de nina casa ;
o raolivo da ve Hla se dir ao comprador: qnem a
prelender dirija-: ? a rui Augusla 11. S.
Veudem-se_.por junto 011 separado, unsarreios
(obra prirolT ndos de luglalerra, em virlude deuma
'.anlo paraums cavado, como para
na rua da Cadeia do Reeife n. 62i ca-
Sers.
1 pe Paulo Coideiro.
o verdadeira rap Paulo Cordejro, no
deposito n. 11 Ua rua da Cruz, primeiro andar.
Vende-s rap de Lisboa, o mais no#o lio mer-
cado, a 39OOO i., por falla de troco : na rua da Sen-
zala Velha D.' o, segundo e terceiro andar.
Vende-se um mualo com 18 anuos de idade,
ama negra cor 20, oulra dila com 2, oulra com 25,
oulra com 35,, r o lima a parir, ( urna filha mulali-
uha dei anms urna dila com b para 7 anuos, um
mulalinho con \; annos, um negro com -21. alfaiale
e carniceiro, 7 ro dilo com 32, de naci : na rua,
Ifl Senzala Ved
~^=>^Vende^se o sobrado de dous anda-
res e sotao^a ^rra-de A[K)llo n. 9, bem
como o dito de um andar da rua da Guia
n. 44 : a tratar na rii^u^^CoiJwgW Jfc21,
segundo andar.
A 59000 RS. A PECA.
Na loja de I lujniaraes & llenriques, rua do Crespo
n. 5; vendem-se chitas de cores escuras, com um rs.
queno loque de mofo, pelo barato preco de 52000pe-
a peca, com 38 covados.
Velas de carnauba.
Vendem-se caixinhas c,om snperior velas de cera de
Carnauba pura, fabricadas n Aracaly. e por commo-
do preco ; na rua.da Crnz, armazem de couros c sola
n. 15.
Cera de carnauba. '
Vende-se em porfo e a rctalho : na rua da Cruz,
armazem de couros esola n. 15,
Vendc-se na rua Nova n. 33, Bazar Pernam-
hucauo, Ircz cxcellenles caixas ile msica eum realejo
armnico, tudo por preco commodo.
Vendem-se saccas com feijo mulalinho de
muilo boa qualidade : na rua da Cadeia du Recite,
loja:'.".
t Asenclae Hdwln Kav.
Na rnaale A pollo n. ti. armazem de Me Calinon
c\ Compaiibia. acha-se i'onslantement! bons ssirli-1 batulas,
menlos de taixas de ferro coado o balido, lano ra-
sa como fundas, moendas iueliras Indas de ferro ph-
raaniraacs, agoa, ele., dilas para a rmyr em madei-
ra de lodos os lmannos enldelos cismis mmleinos,
machina horisontal para vapor com forra de
4 cavallos, cucos, passadeiras de ferro. eslanha para -casa de purgar, por meuos preco que os de co-
bre, esco vens para navios. Ierro (la Suecia, e fo-
chas de flandres ; ludo por barato preco.
POTASSA RRASILEIRA.
f Vende-se superior potassa, fa-
I brcada no Rio de Janeiro, ebe-
l gada.recentemente, recommen-
da-se aos senhores d engenho os
sus Ikns ef'qitos ja' experimen-
tados : na ua'n'a Cruz\o..20, ar-
mazem de L." Leconte Feron &
Companhia
fazer-lhe encommendas, aproveilando a occasiad pa-
ra agradecer aos seus numerosos amigos e freguezej
a preferencia com que tem sido por elles honrado,
e assesura-lhes que nao poupara esforcose diligen-
cias para continuar a merecer a sua coniianca.
' Vende-se na na Nova, Bazar Pernambucano
o. 33, camizinhas de meia abenas, para rbcemnas-
Desappareceu ao amanhercr
rente mea de- marco, o escravo,
Marcos, comoflicio de |iedreiro,
guiules :estatura mais que regoj
bem feilo de ps e mSo, roj^^H_
grandes, sobrancelhas bem fechadas,
regulares, beicos grossos. denles alv
encommenda
urna parelha
a de Fox Brc
I
Vende-s
Na rua da Cadeia do Reeife n. O, arma;
zem deHenriqie (bsou,
vendem-se relogios de ouro de alinele, de palenle
inelez, da melhor qualidade, e fabricados etn l.on-
d res, por preco commodo.
POTASSA.
No ango deposito da rua da Cadeia do Reeife .
armazem n. 12, ha para vender muilo nova potassa
,dii Russia, americana e hrasileira, em pequeos bar-
ris de 4 arrobas; a hoa qualidade e precos mais ba-
ratos do que em oulra qualquer parle, seafliaucam
ao que precisarem comprar. No mesmo deposito
lambem ha barris com cal de Lisboa em pedra, pr-
ximamente chegados.
Vende-se a verdadeira ajalsa' parri-
Iha-de Sands: na botica franceza, da rua
da Cruz, em frente ao ehafar?.
FARINHA DE TRIESTE.
Primeira qualidade.
Tasso Irmaos avisara aos seus freguzK, que tem
n. 70, segundo e terceiro andar, que
se dir quem veri te. b> .
Vendem-se tres eseravos. peras: no segundo jle Trieste, sendo a nica nova qnejdaqueUa proce-
aiidar di casa ll, 1 da nm da Cruz, Hdeneiaesislenomercadu.
Vendem-se pregos americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e alvaiade dezinco, superior quali-
dade, por precos commodos : na rua do
Trapiche Novo n. 16.
TAIXAS DE FERRO. .
Nat fundicao' d'Aurora era Santo
Amaro, c tambem no DEPOSITO na
rua do Rrum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Maiinha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
lundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; < em ambos os logares
existen, quindasles, para carregav ca-
noas, ou carros livres de despezn. Os
precos sao' os mais commodos.
Vende-4e umgrande sitio na estrada dos A tlie-
los, quasi defronle da igreja, o qual lem muilas ai-
vores de fructas, Ierras tic plantarnos, baixa para
capim, e casa de viveiula. cora bstanles comniu-
dos: quem o pretender dirija-se ao mesmo sitio a
enlender-se cora o Sr. Anlonio Manoel de Moraes
Mesquila Pimentel, ou a rua do Crespo n. 13, no
escriplorio do padre Anlonio da Cunta e l'iguei-
redo. __
Vende-se eni casa de S. P. Jonh-
ton & Companhia, na rua da Senzala Nos
va n. 42-
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Cherv-, em barris de qtiarto.
Sellins para montarla, dehomem.e se-
nhora. .
Vaquetas delustive para coberta de-carros.
Relogios de uro patente inglez.
Na rua da Cruz n. 15, segundo andar, ven
dem-se 17 pares de colarnos do cauro de lustra
Vm dilosbraucos e ,riO ditos de bolins; ludo por
precd commodo.
Vendcm-sc lonas, brinzas, brinse meias lo-
nas da Russia no armazem de N. O, Kieber &
Companhia. na rua da Crin n. 4.
cidos, pelo diminuto preco de OJOOO rs. a duzia, a ol- \ Pooca barba, porin usa de suissi
las antes que se acabem.
fmm&Bi&Bmpg>m____
Fazendas de seda e panno fino.
Na loja do sobrado amarello.nos qualro ran-
^ los da rua do Queimado n. 29, vendem-se
M corles de veslido prelo bordados, selim maco
k proprio pr'ra veslido, velludo prelo superior
H para dilo, a verdadeira sarja de seda hespa-
w* nhohi, los pretosdeseda bordados, manas de
IM seda dilas, meias pretas de seda de peso, *u-
6 perior pajino prelo inglez e franecr. prova de
'0, limao, casemira prela elstica muito'lina,
gj corles de col lele de velludo prelo com palmas
< bordados de relroz, o mais rico possivel, dilos
g de casemira preta bordados, ditos de selim li-
so e lavradn, eoulras muilas fazendas de gos-
lo que se vendem por preco de agradar aos
Pumos.
Os amadores da musir acliam conlineadamenle
em casa de Brumi Pracsor & Companhia. mi da Crnz
n. 10, um gr.-inde sorlinienlo de pianos fortes e forles
pianos,de dillerenles modellos, boa consiruceflo e bel-
las vozes, que yetidem po/r mdicos precos; saim co-
mo toda a qualidade de tislromcnlns para msica.
- Vinho Rioi-deaux.
Brunn Praeger & Companhia, rua da Cruz n. IO,
receberam nltimameiite SI. Julien e M. inargol, em
caixas de orna duzia, que Ve recummeiidaui por suas
boas qualidades.
ARADOS rk FERRO. '
Na fundicao' de,C. 5tarr. & C. em
Santo Amaro acha-st para vender ara-
dos tle ferro de superior qualidade.
MOENDAS SBPERIORES.
Na fundiijio de C. "Starr & Companhia
em Santo Amaro, aolia-se para vender
_______-j#j_ __ .i_____
abaixo do queixo, lem urna cical|
junio a orna das clavicula
ser visla mandando-se-lhe I
recendo assim ler sido prov
uha I; costuma andar vestido i ,
peo preto ou de palha do Chile de abas tari
escravo foi da Parahiba d'onde diz elle serna!
rooa-e, portmlo, as auloridailes polici.i.
de campo o apprfhcnderem e leva-lo aos
a Joo Francisco do Rgn Mai, ou
rua da Cadeia em Sanio Anlonio -
recompensados com geuerosl
Contina a esl
zembrode
anuos, poocojrais ou menos-,
nss UkBfSHnlo bastante desear
bejffisnranco. pouca barba, ni
alriz ua fonle procurando o
}m> queimadura, be o' signal mal
apresenlar ; desconfln-se estar (ral
a titulo de pagar emana, dixeru
silio thairuido Fazenda, para prles di
corlando lenha : por isso roga-se a qoalquei {
do novo, capiles ile carajio ou autorhhi
que u prendam, ou quem dellc der
seu senhor Francisco Cavalcanli de Albuquerque, na
rua do Livrameuto, Wja n. fj, ser generosamente
gralificado.
No dia 6 docorrenle fevereir, desappareceu
do abaixo assignado o escravo, pardo, de n
com 17 par 18 anuos de idade, de boa estatura.raaos
e ps grandes, as pernas lorias nos joelhos, ao que lhe
chamara quebraniaiigne, porcm no.nailo, albos pe-
queos, roslo redondo, cabellos quasi carapinhaauv,.
orelhas pequeas, nariz regular 'e alsiima roo r-
regacado para cima : quem u|iegar lve-orna Im-
perial,'que ser pago de sen trabadlo, e o mesmo
abaixo assignado roga a quera delle souber, que o
Tara prender.Antonio da Silra .'iixmi).
Do silio das Koseiras do major' Joaquim Elias
de Mi.lira, desappareceu un dia 27 do lindo me re
(evi-reiro ilo correnle auno, o sen escravo Adao-Quin-
la-feira, mo ofcial de sapaleiro, com os signaes se-
guinles : estatura mediana, rr fula, nariz, muilo
chalo e grosso na pona, muito brillo no tallar, feio .
de cara, e principia a barbar, lem as mos bastante
calosas de apertura linlia douflicio de apaleiri
discpulo do ineslre Vicente ; quemo pegara
souber. dirija-se ao dilo silio qae ser 1
moendas fe caimas todde ferro, de um
modello e construccao 'muito superiores.
Como de'Histre
de boa qualidade; vende-se por menos do queem
oulra qualquer parle para liquidar cotilas: na rua d4 pii^ado."" 'J" '
Cruzn.lt). Esl fgido desde o ilia'
Obras deopi-u, Manuel, crioulo, de idade SOannos, baixo, gr|
como sejam: aderecos e meios !]itos, br.icelelfs. hrin-' corpo, com marcas de bexigas no roslo e _fa|
eos, altineles, hotoes, anneis. rjorreules para reluaios, denles ua parle superior ; deseo
ele. etc., do mais moderno goslo : vendem-se na rua Cabo: rpga-se a quem opee
da Cruz n. 10. casa de Brunn Praeger Companhia*
ANTICUIDADE E SUPERI0R1UAUE
DA
SALSA PARRILHA'DE BRISTOL
. sobre
A SALSA PARRILHA DE SASDS.
Attencao'
A*SALSA PARRILHA DE BRISTOL dala dos
de 1832, e lem conslanlemenle manlido a sua re-
putaco sem necessidade de recorrer a pomposos
apnuncins, deque as'prcparacflcsde mrito' podem
dispensar-e. 0 snecesso do ljr. BRISTOL lem
Srovocadn infinitas iuvejas, e, entre oulras. as dos
rs. A. K. I). Sands, de Now-York, prepardore-
e proprielarios da saha parrilha ccinhecida pelo nos
me de Sands.
Estes senhores solicilatam a agencia de Salsa par-
rilha ;de Brislol, e romo nq. o pod,es$em obler, fa-1
bi ii'aran) una mitorito de Brislol.
dirija-se i rua do Brum nt 2K, fabrica de caldeireiro,
que ser recompensado.
O abaixo "assignado gratifica com OSgOOrs. a
quemapprehender a sua escrava. crioula, de nome
Auna, que desappareceu no di t de fevereir
xirao findo, lendo ido vender froclas em um lablei-
ro, a qual lem os signaes seguinles: 10 c tantos an-
uos, c representa ler mais idade pela falja de denles,
pelo que lera as bochechas medidas para dentro,
beicos abatidos, a llura regular e magra,edrum pouco
fula,barriga om pouco quebrada parafr,orr.ismarca
de foveiro em urna oh ambas as peinas junio ao lot-
uozelo, os dedos minimos dos'ps torios para os la-
dos,'loma tabaco e sosia de agurdenle ; lovou ves-
tido de cirlla e panno da Costa usados, be provavet
; que enteja occulla nesta procilou memo fra : quein
a levar a estrada u il da Masdalena.
meira Casa azul, receliera a qn
Jujio .mo,
Pe.i-T. M. F. Parta.- WM,


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