Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01835


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Full Text
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Y"
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nutro.
Iliinrm
AUgU*
Rudrii
BSO.RIPCAO'.
Furia; Rio de Ja-
Manins; Baha, o Sr. F.
Kei, o .Sr. Joaquim Bernardo de Men-
rshih, o Sr. JosBodriguea da Coso; Na-
quim IgnaoPereira; Aracaly, o Sr.
i Braga;.Cear, o Sr. Vicloriauo
; Maranho, o Sr. Joaquim Marques
> Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS-
Sobre Londres 28 1/4 a 28 3/8 d. por 1900
Paris, 340 a 345 rs. por 1 f.
Lisboa, 95 porcenlo.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.
Aceces do banco 10 0/q de premio.
da companhia VUeberibe aopar.
da companhia de seguros ao par.
Risconlo delettras do i i a 12 do rebata.^
SEGUNDA FEIRA 6 DE MARCO DE 1854.
Por Anno adiantado 15,000
METAES.
Ouro. On$as liespanholas. 288500 a 299000
Moedas de 655400 velhas,. 169000
de 69400 novas. 169000
de 49000...... 99000
Prala. Valacoes brasileiros..... 19930
Tesos columnarios. ..... 19930
mexicanos...... 19800
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda, todos os dias.
Caruar, Bonito e Garanhuns nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Visla, Ex c ricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segundas e sextas fciras.
Victoria, e Natal, as quintas feiras.
' PREAMAR DE IIOJE.
Pnmcira as 10 horas o 6 minutos da manha.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da larde.
M"
omciii.
O DA PROVINCIA.
Xlilli asareo d* I8K*
km. presidente do Maranho, acol-
lonas collecr,cs que S. Esc. rc-
* legislativos promulgados pela as-
slla provincia em sua sessao ordinaria
panado,
im. director geral -da inslrucro pu-
mdo a aulorisarao que pclio,para man-
ir 300 emplarcs dos mappas, cujo* mo-
dela* devolve.
Ao Exm. marcclial commandante das armas,
lo-o de liaycr aulorisadn o inspector da Hie-
nda a insudar indemnsar o capitiio
io de Souza Camisao da qoanlia de
Ixc. em seo oflicio de liolem.
amo, para conceder alguus dias de li-
eommaadanle do destacamento do
s Lzaro de Carvalho pard vir a esla
iuspector.da Ihesouraria defazenda.lra.is-
re-orcamenlo par o concert da co-
atem n. I da alfandega desla cidade,
iia do cilicio coni que o 'director das
Micas eiiviou o mencionado orcamento.
lesmo, remetiendo pniaxerem o conve-
119 cxemplares do nlmanak dos ofti-
das difieren tes ctasses do cxcrcilo no
dente do conselhn administrativo,
compra dos ohjectos mencionados
melle, vislo seren necessarosaoar-
pra sttisfazor diversas requisicOes
cao nest provincia do hospital
ateza de Ilamarac.Fizeram-
nica roes
P" fioKcia, rejjalmVcmlaitdo a ex-
Jen'para-^Se o subdelegado da
6 niaiulcJapreseiilar diarjim'
as um soldado da guaw
r o transito do povo
fesiSo fazrndo para coHoeagao
pateos, da mesma ribeira, Pe-
es.Commuuicou-se ao met-
remetlendo copia do aviso do ministerio da juslica de
.11 de Janeiro ultimo, relativamente an parecer que
S. Etc. desaceren da desprouuncia dnjuiz munici-
pal, hachare! Drummond.
DitoAo juiz municipal do termo de Cimbres,
enviando o requerimenlo de Jos Correia (lomes dos
Santos, para que informe com precisao sobre as in-
juslicas de que Se qneia o supplicante, dando logo
as providencias que couberem em suas attribucoes,
alim de que o quexoso obtenha reparadlo do. mal
quedizse Ihc ler feilo.
DiloAo capullo de Trgala Filippe Jos Ferrei-
ra.Respondendo ao ofllciodo 1." do corrente, em
que Vmc. me parlici|ia ler de passar na forma das
ordens imperiaes o commando da estacan naval
desla provincia ao cu pililo de mar e guerra JoSo Ma-
ra WaiidcnLiilk, que j se aclia nesta capital, cum-
pre-melouva-la pela solicitada e inlefligenca com
Ifne sempre se porlou no desempenho do referido
commando.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e qninlasfciras.
Rclacao, tarjas feiras e sabbados.
Fazcnda, tercas e sextas feiras s 10 horas.
Juizo de Orplmos, segundas e quintas s 10 horas,
l'vara docivcl, segundase sextas ao meio dia.
2.' vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia.
KPlUJlMipiflS
Monjo 6 Quanocrescenteas41ioras, 41 minu-
tos c 48 segundos da tarde.
n 14 La elisia as 4 horas, 14 minutse
48 segundos da larde.
21 Quarto minguanle as 3 horas 43-j
minutse 48 segundos da larde.
28 La nova as 2 horas, 20 minutos c
48 segundos da tarde.
regimt
do arsenal de marinha, appro-
o que Sn*c. fez com o meslre do pala-
h), paracoriducr.aodl' 30 barris ile pol-
la corle, Com deslino no Cear, e reme-
com que deve ser cnlregiie all a rete-
.Ofliciou-se a repcito ao Exm. pre-
I sidento fl'aquelta provincia.
Mismo, para que a vista do oflicio que
Exm. presidente do Cear, informe Siuc.
I corte no brigue fortuna do Sorle, os
cionados na reltciio anneta ao cilado
oflicio que ser devolvido.
Exm. juiz de dircilo da comarca de San-
, dizeudo licar inleirado de liaver S. Exc.
loa Ignacio da Silva Coiilinho do exercicio
w de esrrivo do jury, das execuroes crmi-
eijo d'aqneila enmarca, Horneando pa-
y. inlerinamente o mencionado oflicio a Fe-
llcaali de Albuquerque Mello.
director daa obras publicas, para man-
ibrevidadeo arrombamenlo que nlli-
eram os preso da cadeia da cidade de
% i respectiva enxovia.Comniunicou-se au
cltefc de polica.
Mamo, aulorisando-n a comprar pelos
os na relaco que Smc. remetleu, os
mencionados, os qtiaes silo precisos pa-
pante provisoria do KecifeCommuni-
K a Ihesouraria provincial.
inmindanle superior da guarda nacio-
inicipio, para mandar dispensar do ser-
la mesma guarda nacional a Candido Af-
a caixeiro da casa commcrcial do Sr. Jo-
ai AJkMaa Morcira.
ntidor da Ihesouraria provincial, di-
(irado da achar-se Smc. cxerceinlo o
paclor il'aqnella Ihesouraria, por haver
tinento na assemWca legislativa desla
acia.
laNomeando professora da cadeirade in-
aenlar da villa do Bonilo, a l'.uilhermina
aradas Celio, que lora plenamente ip-
wieur-o que se proceden para provi-
nelhante eadeifa.Fizcram-sc as nc-
cummunicarjes.
siendo a Luiz Sinfronio Olympio de
Hartins Pereira, a demissito que pedio
iUjmlmoxarifedo arsenal de guerra.
MlCdo, de conrormdade com a propns-
lo arsenal de guerra, Andr Ave-
i n, para o lusiir de liel do
Izeram-se as necessarias com-
i II povoaro de Cabrolni a
lenieiilar da l'assagem do Joa-
erain-sc s necessarias com-
lia de Me
>
exe
a pon
o Exm. presidente nometdo para a pro-
usando recebido o Oflicio em que
i haver (ornado posse centrado no
Id'aquclla prooincia e res-
ylo. I
lellieiro presidente la relarilo,
t
rita.
A pressa com que fora inserido o relatorio do Exm.
presidenleda provincia, deu losar a cscaparem al-
gurM ncorreccoes no Diario n. 51 que vSo notadas :
ERRATAS.
Columna 2.a, lindas 43,reconstruir; porque
leia-sereconstruir : digo reconstruir, porque. '
dem, Ts. 82,a convir#que nrnliumaleia-sea
convic em que nculiuma. f
CnN|3.', Is. 5i.desesperad^ da religiosidade
leia-sedesesperado da coadjovaco.
dem, Is. !)">,piipulncao-dn parecer e soccorros
leia-sepopulacu dos conselhos e soccorros.
Col.4.", Is. 30,iiidividuoscommettidosda fehre
leia-seindividuos acommetlidos da,febre.
dem, Is. 60,clamado, e para o queleia-se
clamado, e par roja exlinccan. '
CoL .=, Is. 47director da inslrur;aoleia-seo
zer algumas al I craees
a-soe mesmo Tazer alterado?.:
Pagina 2., col. 3.a, Is. 25cnrados..'^_.melbora-
dosleia-se,curadas.... meliioradasele. '""-.
dem, Is. H8a estrada dos expostosleia-s
enlrarem muilos dos exposlos.
Col. 4.", ls. 54ao proscenioleia-seao pal-
co. Y
Col. ., U. 9saccas fosse feta porlca-se~sac-
cas fossem feilos por.
Col. 6., I. ultimamulla de vin ate sessenta
leia-semulla de vinle ale sesscnli.
l'ag. 3., col. 1. Is. 35que sufggrissemleia-se
que susgerissem.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartal teneral do commando daa armas da
Fernambueo, na cidade do Recite, em 6
de marco de 1864.
OE3IMDO DIA N. 61.
O marecliai.do campo commandaiile das armas,
determina que os requcrimentospnrajiisiiiicaces de
cadetes e soldados particulares, s deveraoser remet-
lidos ao qnartel general pelos senlmres commandan-
lesile corpos, quando lslruidos com lodos os doca-
menlos exigidos'por le, e que as informaces que
devem dar acerca dos prcleudenles, declaren! qual a
conduela dos mesmos, como he expresso no g 12 do
artigo 2. do regulamenlo de 8 de majo de 1843, e
recommendado por ordens especiaes do governo.
_ Assignado. Jos Fernanda dos Santo Pe-
reira.
Conforme.Candido Leal Ferreira, ajudanle de
ordens encarcelado do delalbe.
kilog.; caf de 50 a 64 Ir. rada 50 kilog.O mer-
cado do Irico eslava parausado. A grande quanli-
darJe de nev que bavia cabido, c interrupcAo com-
pleta de lodosos meios de commiminicgo tanto pela
estrada, como pelo rio ou canal, lornou o mercado
dos departamentos frouxo. Pelas cotarocs que exis-
liaiii, lonhecia-se que o proco do Iriso era mais su-
hido'no norte, em Vosges e na Alsacia do que em
Paris. Oprccoinais inferior era na baixa firela-
nba. O mercado do vinho em Bcrcy eslava parado.
As chozadas por consignacao haviam sido inlerrom-
pidas por mar em consequencia do lempo, mas nao
obslanle os presos foram suslcnlados quanlo aos v-
nbos inferiores. A mellior qualidade, comludo,
osla cscassa c cara.^ AIrihis negociantes do. agur-
denle haviam comprado do bronco, c vinlio tinto
para mandar para a Brclanba, e para o interior de
Franca. O prero lam variado de 45 a 50 fr. o bar-
ril de 240 litros do branco, c de 70 a 80 fr. do lin-
io. A agurdente licava colada em Paris em 210 fr.
210 berlolitros, sendo a baixa de 5 fr.
(The F.eonomista.)
T Ten;a. I-
8 (Juarta
9 Quinta. S. Er
10 Sexta. (
11 Sabbadn
12 Dotnig
ria em Domii
EXTERIOR.
'pBTillX
OSlTOSBWOVEUCIII.e)
(Por Amadeo Aehard.)
IV
*
DEPOISpOKOIV.ViO.
(ConlinitaeTln.) ~
llepnis de veslir-se. madama de I-liza puxoir o
i rumpiiinlia, c oolro loque de rampaiiilia
deu a esse.
isla entrn.
irlo de me marido, Annica, enrevi-
qne ilesejo fallar-lhe antes do almoro, disse
Uto Annica ia sahir, lniltiim levemente
o camarista do Jorse. manda
aeahora pode recebe-lo agora me*mo.
feit, senhora, tlisso Annica.
i 'lessus duasvnnliides perturhoii lie-/
:lar, e como para dominar sua prc/-
, ella vollou-se para o criado e rr-
FRANCA.
Os ltimos mezes do anuo que acabou foram
ponfo fclizes para o commercio de Paris: Todos
guanlaiain as soas compras para os ltimos instan-
tes, e nicamente no din 30 c 31 de dezembro se
notoli niajor arlividade to armazem o bazares dos
boulevards. Consta que a importancia das vendas
OBI Paris na dia 31 de dezembro foi milito maior do
que /i que corresponde o anuo de 1852; mas quasi
todos os arlisos lo alio prcc,o oflerecidos venda,
licaram em poder de sous donos. O commercio
continua extremamente parausado desde o dia de
nnno lioin.
. A baixa enorme no valor de todos os penliores
iieuociavis ua Bolsa, em consequencia da difllcul-
dades extensivas, lein lado tugar a una ilesfavora-
vel maneira ile encarar o negocio, mais particular-
mente agora, por isso que os conimcrcianles linham
os sous capilaesempresadosem oulras transaccOes,
esperando apioveilar-sc do fim do ailo, para olber
sens pagamentos.
Haviam queixas eeraes entre todos os nesocian-
les, e muilos manufartiireiros acliaram islo conteni-
ente para diminuir as suas despezas, desembara-
cando-se de militas operarocs.
Os maiiufaclureiros da provincia eslao soUrcndo
isualmeiile. i'i exceptlo dos de I.eao, que lem rece-
bido consideraveis ordens de sedas, lauto de Insla-
lerra como de Ilcspanba. A seguinle rolarao mos-
Irando o aiismcntnde preco as necesidades prin-
cipaesila vida emfParis depois do lim do anuo, deve
dar una idea do que soflro quein estii sujeilo a iin-
poslos. Farinba, um sacco. de 157 kilog., a 58 fr.
em 31 de dezembro de 1852, 100 fr. em dezembro
de 1853: trigo, o sacro de'120 kilog. de 29 a 53
fr.; carne,"de 91 cent, a 165 kilog.; azeile, de 82a
122 fr. o birtolilro; iissHCnr de 54 a 60 fr. rada 50
, '*" ----
er a Mr. de Flize, que pode
o depois Jor
ge entran.
[da, diste elle
motivo, ima-
I*o..;i
pedir-lli -
^iforqoe en mesma ia
com um gracioso sor-
nido ; evilei-lhc o in-
ordens. (Jim. lem a di-
me de loururas... mas fal-
"Drinrnndiiroin Um lac;o d
lita esquecid sobre um movel, venho para um ne-
gocio erave. r %
-r-' De veras ?
Muito grave; Irala-sc de especulacin
Ali! meu Dos !
E venho pedir nina assignatura.
minlia'.'
Avidenlemenle... Nao supponho que Annica
lenha c!|pilaes para emprestar-me.
A jpenna e a inflo perleucem-llie.
, V'olsse he adoravel!
< devo nsssnar?
le papel, disse Jorge tirando da algibeira
urna fqflba de papel com u sello real em bnixo.
as, disse Helena rnin a man suspensa iluas
polkc^diis .listante do papel, jaque faZ-me a lion-
lialar-me como cmara de depulados, ao me-
e justo qiie cu saina a que einprego deslina o
|U que vou volar'.'
Tumei nao sei quanlas acees eni um raminho
erro... Ha inmensos beneficios que realar, e
pn/ciso de cem mil francos para iqicrar o pagamento.
F.uWo vai sanliar sommas fabulosas?
Sommas plianlaslicas .'
Tenhn menos pezar enloMe confessar-lhe meus
eecariinhos.
Ali! disse Jorge com um sorriso, ha pecca-
dinlios?
Seinpre. ,,
Rendas e joias, chales e aderecns '.'
V.isse lie fcilicero, disse Helena com o sorriso
nos laidos e a morle no coraran. <
Pois he! diga-mo a importancia desse lindos
perrados, lornou Jorge.
yualorze mil francos.
Nem mais nem menos?
Justamente.
EntSo em vez de cera mil, lomaremos cont
vinle mil... Assigne.
Eu son 'capitalista? disse Helena assisnando.
He prpprielaria, minha querida amiga, e va-
mos bj polliecar suas Ierras de Clovellcs.
Obemdcraeus filbos! ecamou madama de
Flze.
Anle? de Ires mezes essa bypnlheca ser desfei-
la, apressou-se a responder Jorge, o qual reconhece-
ra a voz da mili nesse grilo.
.Iiira-meisjo?
Amos tanto quanlo vosse, e prnmelln-llie.
pennaineiilo do futuro del-
les comproniciiidoj||ou-rae.
Nos Eslados-L'nidos coiilinuam a oceupar-se das
divenas passagens. que, atravez da America Cen-
tral, pussam eslahelerer canununicacoes facis a
regulares de um a oulro ocano.- Consta que duas
rompanliias perlendcm levar a cffeilo urna commu-
nicaeflo peloisthmo de Tbuaufepcc, fazendo valer
I lulos mais ou menos su jeitos a contestarles. Urna
deslas rompaiibias, Sloo & como", acaba de veri-
ficar o deposito de 600,000 piastras, exigido pelo go-
verno mexicano como garanta i execurSo das suas
emprezas. O Fchn do Parifique diz sobre a sita-
cao c projeelos da companliia, Sloo, o. suguiule :
A companhia de Tchuanlcpcc acaba de adoptar
certas medidas, cujo efTeitoser abrir ao publico
certas communicaroes coi um prazo que nao deve
exceder a-um anuo.- Desla maneira, com o auxilio
dos capitaes subscriptos pelos principaes capitalistas
d'Inglalcrra, lesla dos quacs est a celebre casa
Baring, grandes preparativos leem j sido poslos
em pralica para o comcro immediato Ilios.
VerJflomr-ee um contra com mr. James Sikes
& comp., de Scheflicld, para a construcrao de
estrada lana, que deve seguir o trucado do
fuluftstamiuho de ferro, concluindo-se no espado
de um auTrTr,,SJfaJiallios do caminho de ferro,
comecaiflo immcdialamener-4lc^Sloo% comp.
lem jiVtoiuprarfn barcos a vapor desliTairas nave-
gacflo do rio Uoalzacoalcoz, e a Iransporlairrspc-
rando que o transito csteja abcrlo, os (raballiailofes
e maleriaes para a conslrurco dadila estrada.
O numero dos olircros nao ser inferior a mil,
que serao mandados para o Isllimo. logo que a es-
lacao o permita. Assegura-se lina luiente que eslao
concluidos arranjos deflinilivos com os pripcipaes
constructores dos Estados-Unidos, afim de obter,
quaudo terminada a estrada, os vapores que devem-
navesarcm rada um dos ocanos, superiores em
capacidade e rapidez, aoi que navegam actualmen-
te as liulias de Nicarasua, c de Panam.
Esles preparativos, sobre os quacs se nao pJe
enlrarem duvida, da tima base sufuciciiie para o
publico coiilar que, dentro em um anno, ou em de-
zoilo mezes, lera urna commuucac.ao mais rpida
do que aquellas que ao presente existen). '
A distancia effectiva de New-York a S. Francisco
lelo Panam, he de 4992 mihas ; por Nigara lu-
de 4531 milhas; por Teliuautcpec, de 3,804, de que
resulta una economa de caminho de 1,188 millias
sobre a primeira estrada, e de 727 sobre a segum
Admitlindo, como he possivcl, que a viagcni
Ir S. Francisco, c o porto ulteriormente designa-
do no Pacifico, seja feila em oilo das ; a passa-
gem do Istliuio em dota dias ; a de Goalzacoalroz
a New-York em sete cffeclua-sc o trajelo, no es-
paco de dezesete dias ; c a menos que a cifra apre-
se uInda niloolleieca cxaggeracao, ser apenas neces-
sario Ireze dias, o mximo, para ir a Nova-Orleaus,
podendp mesmo admiliir-se o eelahelecimeulo de
uovusli'lcgrapliosatr NCw-Yorfc. (Jornal do Hacre.)
O VAPOR OI.INDA DE LIVERPOOL PA1
O BRASIL.
Pelo paquete que acaba d chdgar de Soulham-
|it.on, rrcebeu-sc um despacho telcsanphieo de Li-
verpool datado de 27 de Janeiro dizeudo ; que o
vapor Olinda deu na costa periodo Holybead, e
que a Iripolacao e passageiros se achavam salvos.
Desla participarlo, necssariamentc lacnica, se po-
de inferir que seria talvez impossivl desencalhar o
vapor em lempo para seguir a sua viagem de car-
reira, e como a companhia pode achar impossivl
despachar oulro.vapor desde j, em lugar do Olin-
da, previue-se aos Srs. passageiros ajustados em
Lisboa que podem lomar a receber na Agencia (ra
do largo do.Corpo Sanio n. 9) a importancia das
passagens pagas, no caso de iiao'desejarcm esperar
para o seguinle vapor da cqi-npanhia.
Consta pelos jumaos, que o Olinda sabio de Liver-
pool no dia 26, e que se levaulnu naquelle dia nm
temporal que dcslruio muilos uavios. A perda
do Oliuda, vislo que si> salvaran) as vidas, smenle
pode causar embaraces i companhia com re lucilo
ao vapor da carreira para Janeiro, vislo que a Lusi-
tania se espera lodos os dias para a carreira de fe-
vereiro, segurado em marco o Brasileira, e em
abril o novo vapor Haitiana de 1,700 toneladas ; e
alm deslcs barcos, a companhia tem contratado
um outro de 2,200 toneladas com a forja de 450
cavallos. Portante um desastre inesperado, como
este, nao impede que a carreira mcnsal dcsta com-
panhia deixc de continuar regularmente."__Agen-
ca da compaubia South American & General
Sleam Navigation. o
Lisboa i de feverciro de'1854.
nicardo Knowles.
m^m
_Jorgc Iranquillisou a mtilher pela sua conversa-
cao crlvada de milhoes; elle quera para seus lilhos
urna propriedade, que fosse o dobro de Cloyeltes, e
avenlurava essa somma para o bem de ambos.
Veja, disse elle, essa febre que domina a Fran-
ja, e a faz lorvelinhar como douda em torno da Bol-
sa! O corncao de Paris bale asora na pasta dos agen-
tes de cambio, e cada urna de suas pulsares engole
ou prodigalisa urna mullido de milnes. Eslou na
/osle... deixe-me tirar. O Pactle n.lo lie mais um
syrabolu, he urna verdade. Tocava aos sectiles chris-
laos realisar a chimen da effl pasaa. Temos no club
dez hanqueros ricos, que fazem e desfazem rail-
ways. como se diz "em eslylu brilannco ; elles me of-
fereceram pares de acrles por cenlemn. Ames mes-
mo ta ailjiidicacio tas liiilias, essas urres oegoriam-
se a premio... Nilo me alrevo a cnlculr quanlo ga-
nharei. Se vin- alguin desarranjn, e veni sentpre al-
gn) cedo on larde, no estarc ruis U. .Meu; benc-
lirios realsatlos se li oisformaro en? florestas. Se
voss soubesse quaninialacios j edificados lem sa-
liido da praja da Bol:91
Mr. de Flize, laucado no terreno das espectila-
i;es, fallou muilo lempo nesse lora. Suas palavras
scintillavam como diamanles falsos, e faziam brilhar
monles de ouro aos olhos deslumhrados da mulher.
Os temores dt? Helena applacaram-se, e Jorge re-
lirou-se.
Mr. de Flize corren i casa do hanquero de sua
familia, o qnal enrarregou-se de fazer lomar a hy-
pollteca, r adiauloii-lhe oscento e vinle mil francos.
Clnyelles alia mais de quindenios mil.
lima hora depois Helena receben urna caria do
marido; o qual enviava-lhe vntenittetes de banco
em vez do qualorze, que ella pedir, c dizia :
Sao meus prsenles a seus peccadinhos.
Helena estremecen da cabeca at aos p. e poslo
que eslivessesosinha senlio-se corar : a confianza de
Jorge, e esse amigavel gracejo cnchiam-na de con-
fusiio. Ella embrulhou csses bilhctes, que abrazam-
Ihe os dedo, e levou-os a Mr. de Vauvillers ; por-
quanlo precisava do prazer de salvar um ente para
applacarsua vergonha, e adormecer sua dor.
Mr. de Flize dra um sallo da casa do banqueiro .-i
loja do ottrives. Toda essa historia de esperulajoes,
de caminhos de ferro e de recebimen los. que olle nar-
rara Helena era um cont misturado de um punen
de verdade, vomo militas historias desle mundo.
Ello linha rom ell'eilo subscripto um grande nu-
mero de arges nesse momento em que a febre das
especnlscoes de cambio domlnava (odas as caberas,
OalS
A companhia tas Indias Occidenlaes e da China
na conforniidadc da pralica annual, ptiblicoii o qua-
dro comparalivo to movimento dos navios tanto in-
gleses comb cslraugeiros, que lem commcrciatlo
com osi>ortos comprehemlidos ua sua carta durante
os-annos.de 1852 c 1853.
O movimento desla navegacao, quanlo a entrada,.
pelo que loca ao po'rlo de l.oiidres,-olIcrcce no anno
de 1853 um augmento tic sele navios, comportando
27,900 toneladas; diflcreiiea entre 711 navios da
capacidade de 384,531 toneladas em 1853, e 704
navios com 356,G22 toneladas em 1852. Para Li-
verpool o augmento he tic 52 navios com 46,672 to-
neladas, ilifferenra entre 255 navios com 155,741
toneladas em 1853, o 203 comportando 109,069 to-
neladas em 1852.
I'ambem se nota algum augmento, anda que em,
menores proporrocs, nos porlos de Bristol e Hull;
islo he, 6 navios, com 2,356 toneladas ; as clicgadns
era 1852 torara de"30 navios, da capacidade de
11,613 toneladas, cmquaiito que em 1853 subirn) a
* navios com 13,966 toneladas, {ara Clydc, nota-
se ao contrario urna diuiinuicao de 7 navios, com.
3,281 toneladas, dilleronca entre a cifra de 39 na-
vios com 1.4,5// toneladas em 1853, e 46, da capa-
cidade de 17,858 toneladas em 1852.
O relatorio da icouipaiilia da em resultado geral
um augmento na pslrada, de 58 navios com 73,656
toneladas ; c eflcctivamenle em 1852, apenas entra-
ran! 983 embarcaccs comportando 495,162 tonela-
das, chegados dos porlos ta campanilla, emqwmlo
que em 1853, subi a 1041 navios com 568,818 to-
neladas. Os portos que mais contribuiram parosle
augmento sao Sydney, Rombain Madrasta e Ccv-
lAo.
Tratando agora tas sabidas, adiamos quanlo ao
porto de Londr* 6 nolavel augmento de 31-2 navios
com 144,412 louebidas, differciica enlre a cirra tic
95* navios e 485,972 toneladas era 1843, com a de
M2 navios e 342,560 toneladas cm 1852. O augmen-
to em Liverpool he menos coiisideravel, ainda que
seja digno de notar-se. Em 1852 sahiram 376 ein-
barcacoes comporlando 227,5.56 toneladas; csi cifra
cxcedeu.139 navios do porle de 52,498 toneladas,
Peto resultado le 1853, e durante este anno sahirairi
515 embareacoes com- 280,054 touelailas, Rrislot c
Hull ligiirara com um augmento tic 18 navios cora
2,894 toneladas, tendo as,sahidas em 1853 sitio do
"-Lnayios' da capacidade total 21,888 touoladas, e
em 1852"lc?r na^jjjs_j6mente comportando 1,991
toneladas. As sahidartroOytTesffeecein pela sua
parle nina differeca de 103 ciiiba^Q&tsNL do
26,138 loncladas^a favor de 1853,. scudo o confu.
gente dcste anuo 188 navios c 61.552 toneladas cou-
ira !)., embareacoes e 41,414 toneladas cm 1*52.
O augmento geral, na sahida, lie de 572 ombarra-
tocs com 2|8,942 toneladas ; a cifra de t852 foi de
1.6/8 navios comportando junios 832,466 toneladas,
emquiralo que era 1853 subi a 1.106 navios com
W>l,->2i toneladas. Eslc anzlenlo, quasi que na
tolalidade, lem relarao com o dcscnvolvirticnto das
transatroes com as colonias australianas e a Nova
Zelandia. ___<_Jormil do Uatrc.)
EXPOSICAO UNIVERSAL DE NEW-YORK.
Aspriiiieiras apprchciices a respeito do concurso
iiithislnal nao se rcalisaram iuleiramenlc. As re-
messas tic protlurtos nao cssavam desde o tlia da
abertura, e, apesar da proximidatle do encerrameu-
lo, que ludia sido determinado para o primeiro-d
dezembro, chegavam coiistantemento novas fazons
das ao palacio de cryslnl.
Os fabricantes franeczes nao pareccra ter dado mar-
ta importancia ao convite que Ihes dirigiram osamc-
ncanos,ou porque receiassem cnvolvcr-se em despe-
zas considerareis, porque hesitassem, vista .la
distancia e la difliculdade de acompanhar os scu-
protluctos, ou de os fazer representar conveniente-
mente, ou finalmente por nao lerem litio a necessa-
na confianca na empreza ; o tarto he que a maior
parle dos nossos primeiros fabricantes, geralmcntc
deixavam de concorrer. Nolaram-se faltas sensiveis
de rertos ramos muilo importantes da induslria
rranccza.As manufacturas defilasdeSaint-Eeninc,
as tabricasde velludo de.alzodao de Amiens. o as
orncinas de metaes, naoenxiaram nenhuma amostra
dos seus productos.
A ausencia dos apparelhos mecnicos explica-se,
com ludo, mais fcilmente pela cqmplicacSo dos a-
contlicionameiitos, e a difliculdade de mandar ope-
rarios esperiaes, encarregados de presidir arma
cilo das machinas.
A induslria do alzoilao foi a menos'bem repre-
sentada enlre todas as que liguraram no palacio .lo
crystal de New-York. Tres fabricanles, dos quacs,
so um de Mulhcuse, mandaran! algumas amostras e
nenhumas appareceram dos estabelecimentos da
Normandia.
A industria tas lilas oceupou relativamente, um
logar muito importante. Alcm de urna-grande
quaiilidatle de tapete* pode-sc notar a presenca d
cinco ou seis producrj|Bs de pannos das nossos_bri-
ras do norte.- Os de Carcassoiinc, Rcdarieux, l.n-
deve, Clcrinont, Roder, Salnt-Aflrique, Saiiil-Pons
ele, etc., nada enviaran). Tres fabricas de cobcr-
toies maudaram algumas amostras.
As fazendas de seda, francezas, hrilham mais, tle-
press pela qualidade, do que pela quanlidadc dqs
ohjectos exposlos, c nao he sera alguma sorpreza,
que se vio urna industria, cujos arligus oceupm
o |.rimeiro lugar na somma tas iraportaeOes france-
zas nos Estados-Unidos, ser tao somonte representa-
da por dez fabricanles.
earrebalava lodosos espirilos-, mas nao havia paga-
mentos que fazer pela mor parle deltas, porque Jor-
ge eslava em retaceo pelo club com lodos os grandes
capitalistas, que obravam sobre a Bolsa, esse larzo
"uinhao1" a ,r'nCl,ar a C8mara,,a8em Hiederaseu
m.^T-VU.I,^oei,be"0' e eIle Pfelendia sincera-
mente destruir a hypolheca feila sobre os beus da
raiiiiicr, receber diversas outras sommas que empres-
tara precedentemente, e empregar o resto em lime
oos unios em alguma empreza rendosa e segura.
Bem como o inferno, o coraran de Jorge eslava
calcado de boas iiilenres, e quasi sempre s fallava-
llie a torca, ou a occasiao .le ptVIas em exerurrm.
A|u*n>i mrlteu a hocetinlta de joias na afgibeira,
Mr. .le l-hze roiren casa de Fauslna.
One 1 j exrlainou ella vendo-o.
Lis o que me far p>rdnar minha visita, res-
ponden elle dcpoiidn a borelnhade marroqum ro-
to sobre os joelhos de Fauslina.
Nao, eu ganhara mais se voss me esquecesse.
osse nuuca faz as cousas a proposito.
Mas, em compensacao, taro-as complelas, tor-
linl'ias gC a"d da al!iil,eir" oulr;,s lluas boejB-
Fauslna abrio-a?, relleclio repentinamente que
lrompimento aom Mr. de Flze seria um pnuro
prematuro, e dissc-lhe:
Pois bem, per.loo-lhc. He a primeira vez que
Vosee lem o espirito em act;ao.
Di/.endo isso, ella enfcilou-se com suas joiils, poz
os braceletes em seus bracos ns, enrolou um veo de
tilo nos cabellos como un turbante, arresacnu as
mangas, sollou o roupo, alou urna fila na cintura e
delou-se aos pos de Jorge como u.na odalisca.
Improvisando esse Irage oriental, ella desenvolva
ero-cada um de seus movmenlos a graca mmica
donde Ihe vinha o sobre-nome de Faust,' que seus
amizns ntimos Ihe haviam dado em memoria do
grande feiliceiro.
Assim dedada, ella lomou lim cachimbo, cujo ca-
nudo llexivel caba sobre o tapete, acendeu-o, e lan-
con do lado de Jorge tongas espiris de fumara uzul
e fra.
Oh I Jorge, disse ella, lodo os prncipes do
cundo nao le valen), c decididamente nao receberei
um so!
Ah! meu Heos exrlamnu Mr. de Flize, cle-
se, seniio julgarei que hao de vr qutro esla nni "
laustipa escorregou al os joelhos de *
As porcelanas, os bronzes, os crystacs, as obras
d'oiirvcsaria, e os movis; is rendas, as Invas, as
modas, ,c lodos os arligos de gosto, rram' os ohjec-
tos que oceuparam a maior parle do espato reserva-
do i secrao fraiiceza. Tambera se Ibes deve juntar
oscspelhos deSainl-tiobn, os couros, asquinquillia-
rias, e principalmenlc os inslrumenlos de crurga,
que snslciilam diguamcnle a re*iii(acao da Franra.
Resta ainda fallar de exposicao das raamitacluras im-
periaes tlcSevres, dos (jobclins, e de Beauvais. Os
producios nolaveis tpie foram enviados Ncw-
\ork causam gcralmeule a adrairacao dos america-
nos, c os v izilanles allluein sempre ao re'parlimcnto
especial destinado a esles estabelecimentos.
As obras de escultura franreza oceupam certa-
mele o primairn lugar no palacio de crystal pela
quanlidadc, vai iedade, importancia dos assuraplos,
e increcimenloda execoc;ao. >A quasi lolalidadc tas
grandes obras cm niarmore, bronze, zinco e gesso
que ornam o palacio, foram enviadas pelos nossos
artistas, os quaes, terroso be confessa-lo, proporcio-
nalnicnle contribuiram mais que os fabricantes, a
sustentar o noinc da Francaneste concurso indus-
Irial e arlistiro, oflerecido a todas as naces. A ga-
lera de pintora, anuexa ao palacio, enriquecc-se
igualmente com um grande numero de quadros, en-
tre os quaes se nolam alguna originaes que represen-
lam honrosamente a escota franceza, lao |Uco co-
nhecida na America.
Se os productos san punen numerosos, disliiigucm-
se gcralmciile pelo bem acaliatlo do Irahalho," e re-
vetara como scmpie,' o ruiiho do bom gosto, c da
tlistinccao que forma o carcter particular dos rti-
cos francezes.
Fazcm-lhe porcm a justica que. mereccm, e a ai-
liiviao .los visitantes afflne cora urna nolavel prefe-
rencia ao local reservado aos nossos expositores.
Os motivos que, segundo parecc.impediram os fa-
bricanles franrezes de ssislir em maior numero a
solomnidadc industrial de New-York, liveram igual
influencia sobro os fabricantes d.1s oulras nares da
Europa, e, a este respeito, os directores da empie-
za soflreram grande deceptao as suas esperanras.
A Inglaterra, com effeilo, aiuda qne mais vasta-
mente representada do que a-Franra nq palacio de
crystal, ainda est hcnilongc tle alli oceupar o lugar
proporcionado i sua importante industria.
As produejcs principaes, laes como os (ecidos de
algodao, alli figurara lao escassameule que ser dif-
ficil citar mais de Ires fabriranles de chitas. As in-
duslrlas ingieras que mais contribuiram para a ex-
posicao de New-York. sao os pannos de Irlanda! as
porcelanas ordinarias, as louras v dratlas, as obras
to ourives. a quinquilliaria, saculellaria, as armas;
[os pannos, e os tapetes. Notam-se alera disto, algu-
lSrfazeTliaS-de seda, nm pequeo numero de pia-
nos, alguna movis,, fi^apparelhos mecnicos, c al-
gumas obras de correeiro. "~"~ *"-_-.
A Blgica raandou um sorlmeulo soffriverrar-J
masdeLiege. quadros, (quena porcao de pauqps, e
quasi nenhniis algodoes. Em qnanlaos pannos de
lnho, fazendas de seda, porcelana, Irahalho de ou-
rivesana, c apparelhos mecnicos, faltara completa-
mente.
A Austria, c os Estadas do ZoUverciu, a Suissa,
ca Italia tambera ollereccram una exposicao muilo
limitada em algodoes, linhos, tazendas de laa, de
seda, e armas. Paremos rom ludo urna excepro a
favor da Suissa, cajo sorlimcnto tle chitas lie muilo
nolavel, e denota progressos muito.serios ueste ra-
mo.
Os arligos italianos, c os alcmfics fornam-se no-
laveis por nm grande numero degibras de csc'nlttr-
ra, e de pintora. i^
Notronlos tambera as colouias inglezas. despa-
lilllas, choltandezas, taescomo a Guianiia, ilhatle
Cuba, c a i llia de Java, bem como o imperio de Hai-
t, que estao representados por collecroes curiossas
e variadas de productos exoclicos do sen solo. O
Canad ma niln algumas especialidades da sua Indus-
tria, tees como colierloresde laa, pclles.couros, tre-
nos de oto, c curiosidades indgenas.
Os Estados-Unidos lie qnem naturalmente ocen-
pam maior lugar no palacio de crystal. A quarta par-
te do esparo foi-lhc reservada, e os fabricantes, e
mercadores americanos soubcram tirar d'issopara
Iklo. J lizemos notar que a |iar tic arligos insig-
nihcaulissimoshavia outros.disnosde seria attencio.
Classilicamos nesta |cathegoria totlos os productos
fabricados na Unan, e a osle respeito a exposicao
anierirana merece um exame profundo, e um Iraha-
lho especial.
As fazendas d'algodao figuran) naturalmente em
primeiro lugar entre as especialidades da industria
aniel icanii. Todos os fabricantes do norte mauda-
ram amostras desle fabrico, que vai tomando um
dcsenvolvimenlo espautoso. llevemos notar prin-
cipalmente as chitas que* se distinguem j pelas ex-
cellentes quididades do tecitlo e estampado, e tas
quaes algumas pecas nao serian) de certa engeita-
das pelos grandes fabricantes de A'satc.
Os americanos estilo ainda mais atliantatlos na
conslruccao das armas de fojjo, das quaes apresen-
laram urna variedade inlinitn de syslema c formas.
A este respeito podem competir com as naces mais
adianladasda Europa, c as collecces que oceupam
diversos repa rumen tos no palacio de crystal, tornara
de certo esta secrao ura dos ramos mais iuteressan-
tes d'aquella exposicao. ,
Os aparclhos mecnicos tambem sao numerosos
u'uma galera especialmente construida para os re-
ceber. All, mais do que- cm qualquer outra parte,
'
volvendo-se como urna gala com a m3o no queixo.
disse:
Sex-oss me amasse, nao me fallara assim.
Ah. E que Ihc dira ?
Nati; vosse me creria.
Porm taco mellior ainda!
Oque?
Nao olho nem interrogo nunca.
EnUlo desconfa de ludo.
' Essa he boa I he para nata adevinhar.
Essa indiflerenca plilosophca era cerlamenle urna
tas cousas que mais olTeiidam a Fauslna, privan-
do- do mais vivo prazer que as mol heces de sua con.
diciio, e nlsiimas oulras lambem achara na inlideli-
dade: o prazer da difliculdade vencida, e essa privd-
ctMdla uo poda perdoar a Mr. de Flze. Assim,
ella prcrntelleu a si mesma fnrci-4o a ver aqnllo pa
ra o qual elle nem mesmo quera olhar, e sinti qun-
sj au ser j sabbado.
Emqtianlo a conversacatl prolousava-se cm rasa de
Fauslna. Helena eslava ua ra Chaucha! em casa
deMr.de Yauvilliers.
Madama de Flize nao ia abi nunca senio em carro
dealusuel, que ella mesma ia lomar ero suas esta-
ces, lendo bem cuidado de abaixar um veo sobre o
rosta. Ella fazia entrar o carro debaxo da pora),
descia rpidamente, e entra va era rasa de Armand
com a mysteriosa rapidez de nina sylphde.
A apparicao sorprenden Armand com a caheca
entre as mns, paludo e triste,, leudo penna, piple
(na dianle de si em urna mesinha.
Elle vira passar o carro, e lomara urna allitude
conveniente |iara receber Helena.
Que eslava fazend* percunlon ella.
Oh! nada, respndeu elle, punlia ordem'em
meus negocios.
Helena, magoada pela tristeza do sorriso que
acompanhou essas palavras esludadas, lancou-sc nos
bracos de Armand, dizendo-Ihe com urna voz que a
eiiiocn lornava trmula:
Mas voss est salvo! ,rf
Armand tleixnu cahr o envoltorio, que .onliniia
os bilhelesde banco, e aperlou Hrlcug ^ol>reo co.
racao com um impulso apaixo^aK
A vida he nada .c,am0II e||e l,eijau.iIo-llie a
fronte, mas voss ^rintie a honra !
Como hatol amedianle que en. Armand sabia
"l'^lr&sasphrases para oefletln.
iillma delerminnii em madama tle Flize um
desses acressns de ternura, que se resolten! em lagri-
mas. Ella j^evio como claridade de um retam-
podem ver-se lodos os systqpias de machinas. Ira-
balhando visla dos visitantes, allcstar o cngenbo,
a pralica, e o espirito inventado que tanto caaacle-
risa os americanes. Todas as machinas que fignram
nesta galera sahiram das oflicinas da Uniao, c todas
eslo perfei lumen te acabadas.
Os fabricanles americanos fazem desde muito lem-
po as matares diligencias para a producto dos pa-
nos, e as amostras por elles exposlas moslram que
os'seus esforcos nilo leem sido inuleis. Os seus pan-
nos silo aiuda muito inferiores aos nossos, c apre-
scnlam bastantes defcllos ; roas os fabricantes vao
gradualmente aperfeirnantlo os seus producios, e he
uconteslavelqned'aqui a alztins annos os sens pan-
nos poder.;. rhalisar com os inglezes, cujo svstema
leem adoptado.
As carruagens oceupam um tos matares espacoi
no palajio de crystal, he um dos ramos mais impor-
tantes da indiislri a tos Estados-Unidos ; eslii cou-
venientemeote representada ua exposicao.
Os americanos applicam muilo os^ meios mecni-
cos o, agricultura ; o costume de se servirem de ap-
parclhns era quasi lodos os trabalhos do campo, lera
prodnzido ideas que se Iraduzem em toda a casta
de invcncoes ; he preciso ver os instrumentos de
lavoura exposlos no palacio para ler urna idea do
talento .los americanos para este ramo da mecni-
ca. O arligos franeczes tem vindo pouco a pouco,
tomar os sens lugares, c a eccao dos nossos pro-
ductos est cortamente longe de ser a mais comple-
ta ta exposicao, pela variedade c merecimenlo dos
objeclos.
Os expositores franeczes pela demora que honve
na abertura da exposicao sofreram despezas consi-
deraveis quanlo aos producios que chegaram en
abril e maio, despezas de qne nao serao compensad-
dos. Apezar dsso nao seria exacto dizermos que
mo lirarao vantagens. Alguns tlclles ja elleclna-
ram vendas, pequeas he verdade mas, a demora
aqui dos objeclos pode para teluro ollercccr c\-
ccllentes resultados. Os fabricantes francezes que
vicram pessoalmcnte acompanhar. os seus produc-
tos, principalmente aquellos cuja especialidade con-
siste cm arligos de gosto laes como procelanas finas,
cryslaes, bronzes, modas, c|c.,etc, liveram urna p-
tima ocrasio para cstudar as necessidades do paiz,
fizeram-se conhecidos, e- hnje sabem quaes sao os
gneros furnias,, c disposicoes que mais particular-
mente convela a venda local ; lomar retacees, re-
ceberam ciicommcndas para se aiiroraplarcm cm
Franra, c finalmente cslabelcceram as bases de re-
laccscommcrriaesque poderao rerompensa-los dos
sacrificios agora feilos, c faz-Ibes apreciar de um
lionto mais elevado a viagem que elles hoje t-m
virludc de aprehensoes nao queran) cffecluar.
Os direciores da empreza dirigiram aos exposito-
res urna circular relativa a prolonnacaoiiideluida da,
exposicao : dizentlo na circular que desde o primei-
ro de dezembro os expositores potliam "lirar
suas fazendas do palacio, mas que em corlsequencia
da demora qucliouve na aberiura, e a opiuao ge^
ra!raelite^nmreslada a ex,,osi.:i,., sera intlefioida-
menlc prolous.i ram como expositoreg puderao conservar o espajo
que Ibes foi concedido, e renovar os seus arligos
at ao ciicerramcnlo definitivo. Com ludo ser-lhes-
ha permillido relirar-sc antes d'aquollc termo |*c-
venjndo por cscripto sessenta dias antes a adminis-
Iracao. D'ora avaulc he permillido userever os
procos sobre cada artizo. A associarao nao pagar
os freles, nem premios de seguros martimos sobre
fazendas i i ii por lat as.
A direrco oceupa-sc ueste momento da organi-
sacao do jurados para a distribuirlo das medallias,
e mencOes honrosas.
Este jury ha de ser comiisto de quinze jurados,
visto que lodos os productos induslriaes e artsticos
foram divididos cm quinze Iclasses. As listas para
os jurados ainda nao eslao oftleialmenlc conhecidas.
Assegura-se que a Franca ser representada era
catla una das commisses do jury.
O cncerrainciito da exposicao universal tei fixado
para o primeiro de dezembro, c desde esse dia o pa-
lacio de crystal mudar de destino, para ser trans-
formado n'um immenso bazar, onde as Iransaccoesl
cortimcrriacs serao permit idas.
Em resumo, se a cxposirio de New-York est
tange de ter realisado as esperancas dos americanos,
serta comludo. injusto rccusar-lbe lodo o carcter
de interese.
Gcralmeule os fabricantes ta Europa acolheram
framente a chamada que Ihes foi feila, masa Fran-
ca he ainda de todas as naces a que mais figura
no palacio de crystal. Todo o espaco reservado aos
nossos expositores eslava completamente emprea-
do e a maior parte dos"arligos de gosto pode dizer-
se que foi sufiicienleraenle representada.
O aspecto geral do edificio he elegante, e gran-'
dioso; a conslruccao be vastamente couhecida, mui-
lo leve, c bem escrutada. As distribuiroes foram
bem determinadas.; as disposiees. e dlvisoes inte-
riores mellior calculadas de maneira~que evlaram
a cnifusao. c facilitaran! a circulacao em todas as
parles leste inmenso edifiaip,
C Chronica do commercio exterior).
( Jornal do Commercio de tisbpal. )
Hll.l
CORRESPONDENCIA SO DIARIO BE
PERNAMBUCO.
Paris 6 a"e fetereiro de 1854.
Inglaterra. Abertura to parlamento. Em o nosso
vclho continente a altcucao se lera fixado uestes l-
timos lempos de orna maneira iuleiramenlc parti-
cular sobre a abertura das cmaras. -as circums-
tancias acune
manifeslacao publ
no lao importante
Aguardavam-se fl
lancaria cm Westmir
gente das public>.
Desde a vespera S. M.
vado ao qual assistam o
Grandville, presidente,
ler; o duque de
o conde de Aberdi
lord Jouli Hussell. i
viscontle Palmcrslon.
do interior, o con:
lado dos nei;
lie secretari
ham,-primeiro lonl
Wood, o mui noL"
lado da.guerra, Sir
rommissario das ol
Speucer, lord int^^^H
primeiro gentilhomes
Ernesl Brucne,
desle coiiselho qui
so da ranha para abcrliii
Terija-teira, a rainliii
esposo deixon. os i
cortejo e do cere^^H
riiuto%e dos .gra-
do a espada,a
do ella sentou-se no II
lords, o official da vara|
chamar a cmara -
minutos, urna voz sahida di
riores annunciou
variqs-membros
chanceller tle joelhos a|
qne ella leu:
" My-Lords e ^r^
achar-me cm
te occasiao he
solicito a voss'i
A esperanca
que a dillerenca q
ta Oltomana em brevr
lisou, e pesa-medi,
guerra.
a Tenho continu
cordeal do impera.
que tenho feilo com <
var e reslabelecer
raides, posto que a
por um feliz rcsuUajJjJ^
laule. ,'jrSk
--
orno a conlini
fundamente sohre
Eurofa, julg
ras de Ierra e
representar/es e conlrihu
restahelecimcnlo da paz.
Ortlenei qne'os papcij
coes que tem lido lugar a;
cmiiinuiiicados sem
O oroameulo do ami<^
cunto que o acharis de h^
do servico publico,
segundo os sabios ]
A Providencia no aun
concedeu o beneficio de i
preco dos viveros el
ses pobres augmenli
do exemplai
Irou, ao reduzir as
primeira neci
para manter
Tenho a saliste
ci do paiz he
portaedes tem augnienal
raveis, eqne as rece i i,
as exigencias do sen!
u Recomend i x
di preparar para abrir
aos navios de toda
salsfarao no nteraa|
das ultimas restricpje
cao estrangeira. As
em as noasas leis civil
lente ; este surcesso |
severar na estrada el
verno vos aprsenlas!
transferir dos (rib
nacs civis o con
actos testameaUj^^H
pago sinislro o erpo ensangiienlado de M_r. de Vau-
villers morto pnr um suicidio, e desfez-se em la-
grimas.
Mil palavras confusas explravam-lhe nos labios, e
seu amor excitado pelas agitanes de sua vida exha-
lava-se em solutos.
Armand mostrou-se tal qualdevia ser, grave e
cheio de urna tristeza apaixonada, que assenlava em
sua siliiacAo; puncas palavras, essas entrecortadas de
beijos uas maos ardcnles de madama de Flize.
Elle era como um homem levantado de um cam-
po de balalha gravemenle ferido, tornava i vida,
inassemrrer uela anda.
Apenas madama de Flize relrou-se, Asaiand den
nrdVnva sen camarista de preparar um rabrioll, ves-
lioe com ura esmero e um cuidado particular, niel-
leu tlnhero ua alabeira, e doze liirheles de mil fral-
eos na carleira, ralfoii tovas brancas, e sahio mais
radioso do que umdepuladn da npptisicao depois de
um voto, que derrihou ti ministerio.
O pagem saltan atrs do cabriol! mais ligeiro que
um galo, .e Mr. tle Yauvilliers dirigo-so para o bar-
ro de Sainl-Honor, onde morava o principe dcZell.
Ainda no erara Ires huras, e o principe eslava
cm rasa.
O senhor ueste bairro e a estas horas? disse o
principe.
Venho da casa de Fauslna, respondao Armand,
e da ra da Arcadia ao bairro de Saiiit-llonore he
um sallo.
Em sen Inaar eu mo o (eria dado.
Ali! nao deixou ainda esse capricho !
Um capricho,'meu charo, dig uin:i_^fuo!
Eis um substantivo hem nmliicjat
Infelizmente he urna \efHH
Est 'bem cerlo dii
O principo tle /cj^ncarott Mr. de Vauvllicrs co-;
mo um honi^.-q-ue n3o comprehende.
Utrf^cbarn principe, conlinuou Armand, a
irtc nao sabe essas cousas seniio depois. Ha cerlos
amores como volces, cuja-forca s se conhece depois
da erup;ao.
Pois bem dase o principe, lenho o Yesuvio
dehaixo docollcle.
Entilo lenha cuidado que esse Yesuvio uo le-
ve soii morgado.
Oh disse o principe comum ar proriindamen-
le desdenhoso; se elle mo ti veste de ciislar-me mais
que unir provincia, eu a daria esla norte.
lrra! meu charo, o senhor me interessa... Ho-
mes dTsua tempera sao raros, e tenlto grande de
iilaram. masa
is laxas impnst
buiraes dos tribuna
As leisrelaxa-
ram rerentemenle
ular, mas ha urna tiestas
vossa seria alicurco ; a lei
liberdade de traball
diminuida sem inc
augmentar os fructos das a
pilal e do trabalho Ihes
mente estimulado,
apresentadas para >^^H
presentacao tos mun
Urna experienc
misler adoptar precaur/oc
fraudes e comiptao eleili
evereis igui
nao sera possivel d
aos principios do a
sejo de apreseula-l
mente para ver
E o senhor o.__
Esl em miolias mal__
dade, hesito.
E porque?
Oh! em atiendo ao
Mr. de Vauvilliers rindo; parece-me
mandou a'Pars para perder seu r
ciuhos.
Essa he boa lornou n princi
lina roer um canto' de mnhas
que he o principal.
Fallando assim, <|rmand liri
Hieles de banco, elargra sobre
A proposito, creio que devo-llte
francos; ei-lus.
' Acaso o senhor veio por essamieef
Ion o Pnmeriano contando os hiMieles:
Depois acrescenlou:
Mas, meu charo, aqui eslao doze !
Doze? he justo... Tirei-os
leira, disse Armand com ar indolente, e
dous billie(e> em qualro melleu-os na
calca.
Coran sabemos, Arman
lar; essa neglicen
calculo, devia
pri
ier
cela de matad
voltou <
E Faiistna, ve-la-hei emfim 1
Se o qtier absolltamenle.
' He um favor.
Pois bem! va ia nr^^^H
Ella estar 1.,
. Sem duvida.
E o senhor me apresenlara ? Bj ^
l-'arei mellior, leva-lo-hei a cajBBj
represenlac;ao.
O principe de Zell aperlou a mjo de Mr. de Vao-
villiers com tanta energa, que este vio niss o presa-
gio de um credrto iIIimitado sobre a P
Naquella mesma noile, Armand foi l
lina e Prepare-seo inimigo aceita 'cmbale.
. Bem, estarc debaxo d'armas.
Conlinnar-f-lta.




umniu uc
acao do povo no I dar smenle a entrada das esquadras no Mar N'e-
jgro. Nada piule mudar as tletcrminares tomadas, i
mide- i Cinco navios francezes e cinco navios inglezes cru-
^^^Hevcaii-' zifbefrimte'de Sebastopol um navio turco c 011-
dianea geral na
de s instiluiroes do
ii da ranilla.
a poltica do
iran da
ja rceti-
diras
no, de autoi-
* ns pontos por
menos puros, fa-
una barca cujas amar:
o flujo c o refluxo
.ta> fatigados
espondencias ab-
etjociece* O .onjectiiras arris-
notiticaooe* ilu-
: hasta de meias
acto.
i ate scmelcm sla
de 5: Pclershurgo con-
ao saber a cu-
itar Negro, o impe-
que ludo julgou dever pedir
i'ies calliegoricas acerca
is medidas que os dous
eui dada assuas esquadras. Do
lirsrAes depender o seu cern-
s declararles da-se por "cerlo
enovado a una personageni
lo seu amor para rom a
era cxpUcac,es satisfactorias so-
relativas aos principados da-
Orloff, conlldente intimo to
111 irado as sua intenscs no
f a Austria e|a Prnssia queiram tomar
da mediacao. A Austria c a Prnssia
seiilaroes em favor da paz, c a inissao
S Orlofl prese indicar que o czar as
Konsideracito. -ft
que a questao anda parece arraalar-sc
a rellexao indasatodavia que
Jera a essa solucao Uto espe-
ivel manuteiicao defequili-
>r meio dos annos quer |ior
vra, qual ser o futuro deste
pode-ser para sempre
ida precaria pelos exerctos
.i> grande* potencias accidentaos;
i trinebeira inonienlanea llic
. far elle respeilar os Irala-
o czar tente urna compnsa-
lo que indicamos, a resistencia
dmenle seria urna chiiuera,por-
runiento da Porta lie qqe se liga
ulerese da diflerenca. Para
r> rr|iresciilantes das quatro potencias,
lirigio urna nota em que, ao esla-
oes, o sultiio declara a firme
tolver com efllcacia o seu sy sic-
as incthorameiilos interiores
fuer snecesridades e i justa esper-
es. Ser realisavel esta pro-
imcaeas russas forem removidas
), podeni a Turqua nicamente
llar um da com felicidade
c nao lera ieeessidade
SJbaevilar que nao
'inleiiieule renovado'! nllk sera a
" apenas nm impon
----r
rcmwmDuu
ituunuA rtiwt o
una nagao homognea, lim-
aras disliuctas c iniiigas. Urna do-
n.i. a outra escravisada e
e da conquista, se lev
i Europ,nc|n por isso deixou
ata. be mais que a le, reprsenla
iri.i e'a f religiosa, o
nenie todos os hatil-
lo n3o prevafeeerao contra a pala-
K questao do Oriente est toda
asscraelharan nacao
fazem com os gregos
hesmo poyo ; neslc caso onde
o pretexto para a Kussia se nlrometter nos
' lie porque existen) ray-
lem sempre Iludido a
i mu cerlo o progresan c
' Podeni liaver nos cousolhos
itrlar/ies das grandes ]>o-
meus iutelligeutes que se es-
contra o (intuido musuiniano.
B* de elementos de urna slua-
ronstrangida, que n3o
Nao devenios esquecer
de quatro secutes de do-
em a forma ide, o genio, as ar-
rio, a iuslruccaii, a nia-
e aos Gregos, que boje assim
a Turqua s pertence aos Tur-
cnquisU. qun tirn aos (ircaus
por direilo de trabalhn e
lia 10 on tl'milliyes de
iiilelligentesque se
nilhues de Turcos
verdaderos creules nao
ras sol 6 India!ho dos
:rer que para'comhaler as'luc-
ilo czar, 3 Europa leria lalvez
:,io a competente eman-
1 lien dos Rayis. A Eu-
wa importancia exterior
seos deslinos,
idades e da diplomacia
-u/nados eda guerra, eis
)s Bussos passaram o Danubio em
bo delles consiste em marchar
|elt exercilo que opera em
a ala dircila sob o
sliakofTem. pessoa oceu-
^^Ba Valachia, a ala es-
tafar e Tsmail situadasso-
importauteslorla-
- o cotillo do
DO.
r.herson e Tauris
perdurar a guerra divid-
Bug ; o priu-
iveruador da mar-
ueral Osscn Sacken da
arabia. Os dous
guerra c sDo
i disliuclos.
i or escala, organi-
i o corpo dos gra-,
^^^Hinia he- posto sobre o
s arredores se for-
000 soldados
mamen-
soser com-
inil liiinieiis
kamen ser
na til
Iro e||pciose aelwn m> porto de Sinope. Dous ua-
vios deaqmdra reunida vao para fiatoum, oilo
cruzam dufrontedeTrebizonde, > teDun-
;im- iIm est defrouteds Sebasto ,] Mit_
iiua noticias o almirante Hamelin estadefronle de
Baloum. Os vapores liirecs que apparelharam com
quadm combinadas contluzem rerorcos priu-
mente destinados a Baloum e oo forte de
ketil que. linlia grjfcdo uecrs'sdadc de liomens,
de muuieae Eslava gravemente amet-
cado pelos Russos que prclcndiaui reloma-lo a lodo
o cnslo. Os cniliaixadores de Frati(ac de Ingla-
leira Communioiram Porta as iiislruccoes que re
ceber.liii relativamente ao papel que as esquadras
tcm a representar; as instrucces llies ordeua'mque
aciimpanliem os navios turcos e os defendam, com
a eondirao de que estes se nao afastem das costas
ilo 'imperio, na distancia de mais de quatro milbas.
No caso em que os Russos os alaquem dentro deste
limite, as.esquadras combinadas doverao roinha-
te-lus. No caso de conflicto, le o almirante Ha-
melin que dejre commandar em chefe:
A Servia continua a armar-se para fazer respei-
lar a sua nculralidade, e sejam qaues forem as pro-
postas do governo ttomano, nSo be verosmil que
se ronslraujam os Seyios a representar um papel
activo na guerra.
llpittta. Talvez que a situaran nanita lenlia
sido wo grave, desle o eslubclecmeulo do governo
coustilucotial. Dcpois da ultima crise parlamen-
tar, c da descaberla de una conspiracao que linha
por lim deilar abaixq a rainha, as resoluccs mais
enrgicas devam ser lomadas peles ministros. Fal-
la-se na supprcssao dos ronselhus reaes, na dissolu-
j3o do senado c d'uma Iransformacao completa uo
svslema eleitoral, e na convocai;ao das cortes cous-
liluiules. Espalbou-se igualmente oboalodcqoc
o ministerio abandonara o poder, porque n5o se sen
t* com forja para resistir a lodos os elementos sem-
pre contrarios lei ;iiidigitava-se ogeucralCor-
dova como chefe do novo gabinete que sedeviaor-
sanisar, c que nao poda ser senSo um ministerio
de transicao. Em lodo o caso se deve proceder a
renovaran por melado das dcpulacoos provnciaes,
am de que a iuslallacao Icuba lugar no primeiro
de abril prximo. "
Os geucraes I). Mauocl de la Concha, F). Leopol-
do O lliiunell foram mandados para as Canarias.
Os"i;eneraes D. Jos de la Concha e D. Facundo at-
lante para as ilhas Baleares, o sencral Armero pa-
ra l.con. O general Boiguez subsllue osle ultimo
como capiao general da Extremadura. Jos
de Castro y Orosco deixou o ministerio da juslica i
Jwe de Zaragosa o goveruo da i>rovucia de Madrid.
Este ultimo he substituido por D. Xavier do Quin-
lo, alcaide corresedor de Madrid., O conde de
Mirasol he nomeado capilao general da Andalazia.
D. Antonio Mara Illanco da provincia de Valcnca.
M. Antonio Armero den a sua demissao de niem-
bro supplcnte do supremo tribunal da guerra c da
marinha. M. Villa Canessa snhstiluc o bario de
Mcer na presidencia deste tribunal ; o emule (".le-
are ser nomeado vice-presidenle. M. M. de la
Tore Trascera Arleasa y I'alofox, Cabrera, jl/ore-
na Martnez, Baldasano y Ros, Van Halen couda
de Peracamps, Peray, Cabileiro, de Nasera, Men-
eos e Arniero y Pciiavanda lambeiu tem de fazr
parle em a nova ordem de coasas.
Franra e Portugal^ Um decreto imperial em
dala de 27 de dezembro de o>1 contm a promul-
ga^ao de um tratado de commercio e'de navega-
cao entre a Franra c Portugal. Como o tratado
concluido a 9 de mareo de 1853 Icnlia sido approva-
do pelos dous govcinos, c como os actos de lalil-
cacao j leoham sido trocados, a Frauda, e Portu-
gal dfio a este tratado a sua plena c inteira execn-
{8o, afun de consolidar cada vez mais as relacoes
de boa iiitclligencia, estender as rclacOes commer-
ciaes c martimas, colimar os pavilhoes respecti-
vos e n'um pe de perfeila igualdade, quanto ao que
loca aos unoslos de uavesacao, e cmfim regular
os direitos, privilegios c inmunidades concedidas
aos agenlesconsulares de urna ou outra parte.
estabelecc cm inlcira rcciprcidadc
a completa f oustanlc proteccao das pessoas e das
|.ropiie^,fa>SI aceesso perantg_os lf-'l
l.unaes de juslica, a inlcira ejsjigii--(ifis'7ic!is si-
tuados n'um e n'oulro paiz ; estahelece rgubi-
inentos especiaos ao commercio dos vinhtts do Uou-
ro-e a cxporlarao dos sacs de Sclubal; a isensto
de qualquer especie de direitos para os navios dos
dous paizes. ele. ele,
Oltlhimode Panam.Dao-se fados que por sua
importancia iulcressam nao sao continente oudcelles
se passam, mas ao universo intero. lim projecto
americano para cslabelecer" urna junecao entre os
ocanos atlntico c parifico por nicio de una estra-
da de forro esta em execdfgo c prosegue com ener-
ga, A rompauhia obteve do governo de Hondu-
ras o direilo de passagem. A estrada projectada
lem li> millias de um a outro mar, e a sua cons-
lruci;ao aprsenla poucus obstculos, e s se lem
a construir duas pontcs de Irinta pes de compri-
menlo. O ponto de embarque levo ser no golfo
do Mxico em Puerto Cabello,e sobre o Pacifico no
porto de Fonscca. A estrada ao' partir de Puerto
Cabello alravessa una Savnna quasiem linha reda,
n'umaexlenraoil30milhas aleo confluente dosrios
UUttire Uumulla, ealravessar dcpois as planicies dt;
Comayagua, seguindoa direcc.lo de (uarcoron para
lermiuar-se, no golfo de Fonseca junto da Iba de
Tigre.
He um aconteciincuto consideras el para as com
mtinicaces cnmmerciaes.
Refuta Dramtica. Os llugcniols, o N*c-
uienlo de Moliere, os M^nsquiteiros.
Releva remontar-se estrea de Duprez para se fazer
iimaida quasiexalado prodigioso movimentodecu-
riosidade, doiiileresscverdadeiramenlc sy-mpatbico e
verdaderamente extraordinario que excitara na 0-
pera a primeiraapparieao de Mcll. Cruvcllijno papel
de ValcBlna. Ucsde que Mcll. Falcou, esta bel-
la e grande artista abandonara este papel escripto
para ella, a magnifica creacao de Mcyeibecr nilo
linha sido realmente interpretada.
M. Cruvclli iiao podia pois soldar a cadeia de urna
Inulicrao que nao existia ; ella creou o papel com
urna felicidade c um triunipho sem precedente.
Nao ronlou dmente a msica do Ilustro ,maestro
com urna amplidao, com urna forra, com esplen-
dor magnifico, resliluio persoiiagem de Valentina
a alma e a vida, o sopro e o enthusiasmo, a gran-
deza, a dignidde, a nobreza, urna scusibilidade
exquisita, urna melancola dolorosa, urna firmeza
heroica nos combates lao crueis que o amor e o de-
ver pelcjam neste coradlo lao dilacerado, a paixao
que Irasborda irresislivcl, impetuosa e ardeulc no
momento do perigo, c emfim aexallacao na dedica-
cao, a resisnacao na dor e a sublimo sereuidade
do inarlvrio.
crrenles senm poetas e artistas para render feste-
miinho frateniidaqedasdiias rlese saudar o gran-
de nomo.
Rcpele-se to liteatro da PortaS. Martin, esta.ve-
iha epopea da inocidade dos Mousquileiros, este ro-
mauee universal de Alexandro Humas, tem-se visto
estes quatro hroes chcios de enlhusiasmo, de grara
e de v.alAr, de urna qjaravlliosa hisjoria que se co-
uliucc oni toda a parte, que penelrpu a cabana do
eanipouex assim como as aguas-furladas do opera-
rio, quedstrai os lrablhosdos campse das offici-
nas, que faz esquecer aos pensadores a* nial inda-
garies, ao ministros as suas pastas. Albos, esle ter-
riv el conde de I.'a/cre que julga os euveliamenlos a
nole em nina casa no meio de umjcampn deserto,.e
que faz exceular a senlenca de morlc n'um lempo
de rerracao s margens do l.ys, una alma triste c
fria. Aramis, namoradoe valenle, padree mosque-
teiro, creacao encantadora ; Armisquc volta inces-
sanleuienlc as follias de um breviario rom una es-
pada, Anus que tinhaanjos em todas as duquezas
e duque/as nos anjos. Porllms, um hroe de Homero
que nao lem imasinacao. mas que tem recursos,
nao tem espirito, mas coracjlo, a forja bruta euuo-
hrecida e idcalisada. Dartognau, soldado obscuro,
dev otado de urna forma pal he tica aos rcis, s rai-
nhas e aos duques, a urna palavra, a um aceno. a
um olliar. Na pcrsonagcni de Dartognau, Mclun-
gue tem toda a viv acidado, toda a llexibilidade, to-
do o espirito, loda n graea, toda o coragm que a
personagem comporta, fo acolbido com bravos e
gritos de alegra. 0 Odeon vai repetir a Honra e o
Dhtheho de Pousard.
O (iymmarc que perde Bressan, contina as re-
presentacocs de Oeand te Lyt com M. Bcrton, que
havia deixado em Paris bellas rerordaci.es que chc-
gou de S. Petersburgo e ealrenn da forma* mais bri-
Ihantc. ,;. .

PERNAMBICO
. : ,,,(. W
HNjj
iTTrT-

t) Do com Marccl tanto lempo inapercebido foi
ama verdadeira creacao. A caulo^i finlia una la-
grima em cada nota e Iransporlou o auditorio. Hcs-
labe'lcccu c cantn deliciosamente o encanlador ro-
mance que abre o quarlo acto. No fim deste mos-
ino acto cada transporte da joven trgica arrancn
ao.publico bravos e. grinalds de flores. 0,qunlo
acto complelou o.triumpho mais unnime, o maior
mrito quclenha lia.ido; as coras e ramallicles
juncaiam toda a scena.
He una rarae preciosa acqusicao para a Opera es-
sa voz de urna prcdigio. gnea, adaniravelmenle aliada, Uto ebeia, lao ma-
cis em as olas graves, como pura, enrgica e vi-
brante nos agadissimos. Alcm de ludo isto a emi-
nente cantora lem belleza, a niocidade, o gesto in-
trpido, o andar altivo, o olliar-magnetico, itatlrati-
vo, o feilico, o poder dramtico-, possue fogo si-
gradnquese coiuinuiiicu a ludo oque a escuta e
que isuilla em vivas faiscas sobre o auditorio elc-
clrisado. '
A quiuzeua dramtica coala csnecialinenle como
jlemnidade o aiiniversario do nascimento de Mo-
fala da gloria tliealral, urna fesla da lit-
ra. urna fesla fr.inceza celebrada em Pars.
kaa obras primas do grande homcm repre-
e rio Odeon, a 15 de ja-
Irtha 'io dos
ociajao dos artistas dramati-
-cltWjjWadc- atraes,
'a*rWimj|ir Seribe o
i da lellras louvu>l4jJie
usom o actor emincmt*lkt}vou Mo-
im reconhecimenlo e dellcad*
os mais bellos nomes que i
nais lenha escripto na memoria
mes de cmicos: Shakespeare
iliosa convierto estas ul-
Molire,
la no-
nhar-se ? a
ete de Moliere entrar
i enca, Todos os con-
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
Sessao' ordinaria em 3 de marco de X8S4-
Presidencia do Sr. Pedro Cacalcanli.r
(Conctusao.)
O Sr. Pae Brrelo : Eu nao me opponho ao
requerimento do nohrc depnlado ; mas como autor
do projecto, devo dar algomas explicarOes casa.
Segundo o regulamento de 12 de maio.de 1831, da-
do pelo Sr. Souza llamos, quando presidente desla
provinaia, os ordenados dos profesores de inslruc-
So elemenlar, tanto do interior, como da capital
foram augmentados, ficando todava esse augmen-
to dependente da approvaco da assembla : submet-
lido a esla assembla o' mencionado regulamento,
nao Coi logo approvado, e al entrou em duvida se
lindamos direilo de ciamiua-lo e fazer-lhe allera-
es: estas du vidas lizeram com que a parto do re-
gulamenlo relativa ao acrescino dos ordenados, que
dependa da nossa approvaco, nao passasse, ficando
cnlrelanlo os profesores gravemente prejudicados
com isso, vislo que passaram a ter mais obrigacoes
sem nenhuma vantagem. Entendo, pois, que para
remover esse inconveniente devia-se approvar a par-
le relativa aos ordenados, e deixar o exame e refor-
ma do regulamento para serem feiloscom maior va-
gar ; e neste sentido furmulei o projecto quo se ach^
em discussao. Pareceo-me, Sr. presidente, um pou-
co injnslo, que augmenlando-se largamenle as obri-
gacoes dos profesores nao se Ibes desse urna com-
pensac.no, e que somentc se csaculasse o rcgulamen-
lo>na sua parto onerosa.
Agora o nobre dcpulado requer que volle o pro-
jecto coinmissao de iistruci;ao publica e com elle
O regulamento para ser reformado ; mas esle regu-
lamento ja foi duas vezes rommisso^ c as refor-
mas por elle propostas tem sido sempre adiadas para
o anuo seguinlc...
O .Sr. fpaminondas : E a oommissao nada lem
feilo ?
i' Sr. Paei Brrelo:Nao, sen'hor, a commissao
lem aprescnlrdo trahalbos...
O Sr, Epaminondas : E
llios da commissao'.'
OJ>!>> 1832; como em 1833 apresentou trahalbos, que de-
vem, existir na casa, e al, se nao me engao, ha
um projecto de refor.ua apresculado o anno passado
pelo Sr. Maciel Monleiro, que altera o regulamen-
to em nimios pontos, e augmenta os ordenados dos
professores, anda mais do que havia feito o Sr. Sou-
za Ramos. Existe esle Irahalho, mas a materia he
tito diflTcil e complicada, que em minha opiniao o
melhor be deixar o regulamento como esl, mesmo
porque, segando leulm ouvido a pessoas entendidas,
elle nao lie nnio, e duvido que as reformas que huu-
vermos de fazer o lorncm melhor...
fila um aparte.)
Eu estou simplesmente dando os motivos que me
leyaram a otlereeeV eslo projecto, porque muitos dos
nobres deputados n assistiram sessao do anno
passado; entretanto, repito, nao me oppoulio ao re-
querimento.
Sr. Jos Pedro: Sr. presidente, pela manei-
ra por que est redgido o projecto que se discute,
parece que a assembla tem reconhecido que o re-
gulameuto a que elle se refere, nao esl dependente
do sna approvaco : eu so'u tambem desla opiniao,
porque se deu ao governo aulnrlsacao sem restric-
to para reformar a inslrncc.no publica. Considero,
pois, este regnlamenlu como urna lei.em vigor, es-
lando smenle dependente da approvaco da assem-
bla dous dos seos arligos, os que dizem resucito aos
ordenados, e ao preso das matriculas. O projeclo
quo se discute, limitando-se approvaco destes ar-
ligos, (ulhe-noso inlcrvir na reforma do regulamen-
to...
Vm-Sr. Diputado : Pode reforma-lo quando
julgar conveniente.
O Sr. Jote Pedro: O projecto pela maneira por
que esl concebido, nao nos permute entrar nesta
reforma, somente concede-nos discutiros dous arli-
gos, de que fallei ; mas eu julgo necessario entrar-
mn-. na apreciacao deste regulamento, c o meio que
temos para isto he o pruposlo pelo mu requerimen-
lo. Sem duvida, approvando-se este requerimento,
a commissao de instrucrSo publica lomar debaixo
"de oulro ponto de'vista a queslao, isto he, conside-
rar o regulamento como urna lei que riao est mais
dependente da approvaco.da assembla, eexamina-
r se deve ser ou n3o reformada.
Um Sr. Diputado : Pode o nobre dcpulado fa-
zer um projecto reformando-a.
O Sr. Jos Pidro : Eu quizera que esla refor-
ma partisse da commissao, alm de que be impossi-
vel fazer agora sobre a perua um projecto para subs-
tituir o que'se discute.
O nobre dcpulado a quem respondo sabe que al-
guma colisa ja existe feita : o auno passado com-
missao de instrucrao publica Iratou de reformar o
regulamento de que trato, e apresenlon neste sen-
tido um Irabalbo importante, que entrou em dis-
cussao, e nao foi por dianle, nao sei porque moti-
vo. Agora oflerece esto projeclo isoladamenle, sem
consideraro a esse Irabalbo, e como uno he elle pa-
ra desprezar, jolgo que conveni cons'nlcra-lo de no-
vo. Eu mesmo tenho de apresentar algumasemen,
das que parecen necessarias para acabar-so 'com
mu lo trabalho superfluo, que acarretou este regu-
lamento minha repartidlo, o que se conseguir
sem prejnizo da insIrurcSo publica, c direitos dos
professores. Por todas estas razoes, parere-me que
deve ir o projeclo commissao, para reconsiderar cs-
as emendas do anuo passado, < propor a reforma
de que be siwvptiv el o ri-giilanienlo em queslao, e
licar elle sem os defeilos e lacinias que se llie nolam.
O nobre depulado, fnlellgenle como he, e aasidun
nefta rasa, som duvida niio se sublrahir a esle Ira-
halho, e estou cerlo que o far salisfatoriamentc, e
por isso peco-llie que vol pelo requerimento.
O Sr. Pait Brrelo: Eu nao duvido que o
regulamento de 12 de maio lenha defeilos, mas en-
lendo que a occasio opporlunn para traannos de
corrigi-lo, ser quando elle entrar em discussao, oo
furem examinadas s reformas apresenladas pela
commissio o auno passado; eis-ahi urna occasio
para discutirmos o regulamento sem ser preciso adiar
o projeclo, cuja ullidade alias nao se conlesta.
Supponha o nobre deputado que anda nesla ses-
sao nao lio possvel Iralar-se defiuilivamente desla
malaria, ou pela sua diftlculdade ou por onlra qual-
IpwHrazllO, ser justo que fiquem os professores an-
da um anno^perdendo as vantagens a que tem direi-
lo '! Ado qiie"-i>Jiielhor lie approvarmoj esle prq-
jecto, permiltindo o^S)>fieaores pereebam os
seu ordenados, edepois cornTrll, paos P rellexao
que a materia exige, trataremos de corrigir o regu-
lamento, porqu emfim, qualquer dporJ>p6de
propor as alteracSes que julgar conveniente, e o no-
lodasas
reformas que, segundo dise7}f^^^^^|
meu recelo he, que anda um anno w pi
a providencia tomada no regulamento acarea
ordenados, lenha execucio, porque acho duro que,
quando seaugmentam ai obrigacoes e os onus dos
professores, nao se Ibes d urna compensato, que
de cerlo o presidente leve em vista, quando sujeiluu
os meamos profossores a daveres que anteriormente
nao liuliam... (Apoiadot.J
Parecia-roe melhor approvar o projeclo, edepois
reformar o regulamento com toda a pausa e refle-
xao ; entretanto, se a assembla entende que o aug-
mento dos ordenad* est por tal forma ligado a to-
das as reformas que se tero de fazer, que nab po-
dem ser tratados separadamente, vple pelo requeri-
mento.
OSr. Jguiar : Sr. presidente, commissao de
instruccjjo publica, se bem me record, deu o anno
passado um parecer, e mesmo olferceeu um projecto
tendo por base esse regulamento que agora se qner
approvar, e creio que esse Irahalho soll'reu alguma
discussao...
O Sr. Pae-i Barrito : O projeclo approva so-
mente parte do regulamento, nao he no lodo.
0 Sr. Aguiar: Mas cu estou persuadido de
que a assembla lem direilo nao s de approvar ou
rejeitar a parte que diz respeito aos ordenados', po-
rem anda a parte identifica do rcgulament?. por-
que a autnrisaco que a assembla -deu ao governo
nao podia ser lao ampla-que Ibe lolhesse o direilo
de examinar esse irahalho urna vez feilo pelo gover-
no, o reforma-lo no caso de assim o julgar conveni-
ente ; por eonsequencia, entrando ein discussao es-
ses artigos isoladamenle, parece que vem a flear um
Irabalbo imperfeilo, e por isso acho mais convenien-
te que entre em discussao o regulamento' com o pro-
jecto, bem como o da commissao de instruccao pu-
blica do anno passado, que contm umitas allera-
coes e reformas.
Eu pens com nobre primeiro secretario, que nao
he juslo que por mais lempo a classe dos professo-
res fique privada desse augmento de ordenado, que
Ibe foi concedido pelo regu lamen lo que se ar ha em
execuco, mas tamhem nao sou de opiniao que se
facam leis separadas, tendentes ao mesmo ohjecto,
quando ludo pode ser acautelado e providenciado em
urna s lei. Estando nos no principio da sessao co-
mo estamos, nao acho diflicil que a nobre commis-
sao de insiruccao possa reconsiderar esse Irabalbo, e
apresentar as suas ideas ainda em lempo de se po-
der disentir o regulamento, sem o menor receio de
que fiquem sem approvaco os artigos que dizem
respeito aos ordenados.
Eu nao vol pelo requerimento do nobre depnla-
do, que se seola do meu lado, tal qual se acha; en-
tretanto que so ello qoizer modilica-lo, u votarei:
estou persuadido de que um adiainenlu assim inde-
finido vira fazer com que o projeclo morra, e que
nada se faca ainda este anno; e desejando en que
alguma cousa se conclua a este espeilo, nao duvi-
daria dizer ao nobre deputado que, se quizer modifi-
car o seu requerimento, dando um cerlo prazo para
dentro delle a nobre commissao apresentar um Ira-
balbo qualquer...
Um Sr. depulado : Isso he dar ordens com-
missao.
O Sr. Aguiar: Eu nao digo que se ordene
commissao que dentro de tal lempo faja o Irabalbo,
mas que at cerlo lempo aprsente um Irabalbo ; en-
tretanto que o nao fazendo, nem por isso licassemos
inhibidos de proseguir na discussao.
Por tanto, se- o nobre depulado quizer admillir
essa modificarlo ao seu requerimento, eu Ihe presto
o meo voto, quando nao, votarei contra. Pedirei
mesmo ao nobre presidente da casa, que antes de lu-
do de solucao a seguinte queslao : se esle projecto
pode ser discutido soladamcrite, ou se devo ser
acompanhado das alleraces propostas pela comrnis^
sao de instruccao publica do,anno v>aS5aitr7"'^pre-
cendo-me o segujrito alIMfe mallo mais convenien-
te, pijf^aeirlrabalho J -i-i seria mais fcil, poden-
nlao qualquer membro da caja apresentar na
discussao as emendas que Ihe parecessem razpaveis.
O Sr. Prndenle: O projeclo entrou em 1.
discussao, e foi substituido pela emenda d# com-
missao em 1853 ;i e leudo entrado em discussao essa
emenda, houve una proposla, visto que o projecto
conlinha um s artigo eludo o mais eram paragra-
plios, para que estes fossem considerados como ar-
tigos ; e ento, lornando-se a queslao mais prolon-
gada, nao passou ; mas o projeclo esl em 2." dis-
cussao, faltando ser dado para ordem do di*.
O Sr. Jost? Pedro responde ao orador que o pre-
cedeu, e sustenta o sen requerimento com novas ra-
zes.
Encerrada a discussao he o requerimento [submel-
tido a volac.au e approvado.
Entra em primeira discussao o projecto n. 33, que
he Concebido nos seguales termos:
A assembla legislativa provincial de Pernam-
bucoresolve: ,.
Art. I. Ficacreada urna comarca na villode
Tacaral, Icndo por dislriclo o termo da mesma
villa.
- a Art. 2. Ficam revogdas todas as leis em con-
trario.
Paco da assembla legislativa provincial dePer-
nambuco 2 de maio de 1833.Jote Filippt de Sou-
za Leao. .
Vai a mesa e he apoiadoo seguinte requerimento:
n Bequeiro que o projeclo em discussao v a com-
missao de estatistica para dar sobre elle o o seu pare-
cer.Paes Barreta.
Nao havendo quem tome a palavra, he suhmellido
volacao e approvado.
Entra era primeira discussSo o projecto que segu :
As commisses reunidas do negocios ecclesiasti-
cos, e de cmaras municipaes, examinaram com a de-
vida allencao os requerimentos das irmandades do
Divino Espirito Santo, do palriarclia S. Jos d'Ago-
na, de Nos,sa S^nliora do Terco, e de Nossa Senhora
da Conceieao, nos quaes fazem ahumas reclamaroes
contra o regulamento de 23 de novemhro de 1832. E
adiando as commisses reunidas, que sao razoaveis
os fundamentos das alesaccs apresenladas pelas di-
tas irmandades em seus requerimentos, menos quan-
to a revosacao do art. 6G do precitado regulamenlo,
porque niio existem os inconvenientes apontados, em.
lace da Icgislacao que vigora sobre o imposto do sel-
lo fixo; adiando por outro lado, que de forma algu-
ma se devem por embaraces e difliculdades a manu-
tencao e desenvolvimnto das associacoes religiosas,
antes pelo contrario se Ibes deve facilitare dar toda
1 amplidao e progresso possiveis; sao as commisses
reunidas de parecer que se delira s peticionarias, e
para isto oflerecem o seguinte projecto de lei:
Art. 1. Todas as irmandades, confrarias, 'eor-
densreligiosas, que tiverem catacumbas no .cemile-
rio, podero conduzir os cadveres dos seus rmaos,
ein carros proprlos, e da qualidade que quizerem,
pagando por cada cadver que conduzam a laxa de
lOOO rs., que ser recolhida ao cofre da cmara mu-
nicipal corrto renda sua.
Art. 2. r'ca reduzda a 3, a laxa de "OOOrs.,
de que trata o arl. 0%-do regulamento de 23 do no-
vembro de 1832.
n Art. 3.<> O governo determinar o melhor modo
de arroeadar-sc a taxa do art. 1.
Pago da assembla legislativa provincial de Per-
nambucoaos7demaio de 1833.Antonio Epami-
nondas de Mello.Antonio Jos de Oliveira.__Pa-
dre Vicente Ferriira de Siqueira lartjo.Fran-
cisco d'Assis di Oliveira Maciel.Cosme de S Pe-
rda, a
iona o seguinte
NTE.
lim reqoerimen noato Mavignier, retra-
tista pensionista de S. M. o Imperador, offerecendo
a assembla quatro retratos do mesmo augusto senhor
para serem collocados em difieren tes repaHic^es pu-
blicas, mediante a relribuicflo de .3008000 rs. cada
um.A' commissao de pelicoes.
Onlro d Jos de Mello Cesar de Andrade, procu-
rador da cmara de Olinda, pedindo a nomea^ao de
ama commissao para verificar as canias daquella c-
mara durante o lempo em que exerceu aquello caffb,
e oflererendo i consideraro da casa varios documen-
tos.A' mesma commissao.
Outro de Joaquim Pires Carneiro Monleiro, aju-
danlc'dc engeiiheiro, pedindo um auxilio pecuniario
i assembla para completar na Europa os seus esta-
dos.A' mesma commissao.
He lido, e fica adiado por pedir a palavra o Sr.
Mello Bcgo, o seguinte
PARECEB.
A commissaode estatistica, convidada por esla au-
gusta assembla a dar sua opiniao acerca da materia
do projeclo que eleva cathegoria de comarca o ter-
mo de Tacaral, designando a villa do mesmo noroe
para sede da mesma enmarca, passa depois de um ma-
duro exame, a expender as razes e motivos que snp-
pfie aulorisarcm a conveniencia ullidade do citado
projeclo :
Entende a commissao que o projecto he conve-
niente, porque favorece com loda a efllcacia os inte-
resses daquellcs povos, que collocados na immensa
distancia de quasi cincuenta leguas dacaheca da co-
marca de Flores, a que civilmente pertencem, e onde
residem as autoridades judiciarias, s a multo custo
e com penosos sacrificios pdem participar das van-
tagens da communhao social ; aconlecendo nao raro
deixarem de concorrer i dita comarca as occasies
de seus pleitos o conflictos ; assim como de eompare-
cerem as reunios do collegio eleitoral, nao conlri-
huiudo por tal modo coni os seus votos para a tepre-
senlacao nacional, como se esses povos ao (icrtcu-
cessem grande familia brasi Ir ira !
Entende a commissao que he til o projeclo, por-
que vai crear naquelle imporlantc ponto da provio-
cia um fcode civilisaraoe moralidade, consequen-
cia natural da inslituicao de novas autoridades' su-
periores, cuja precenca permanente aeompanhada do
cortejo, que motiva a considerado e o respeito, Irar
em resultado a modiflcacSo dos instinctos, o melho-
ramenlo dos coslumes e os hbitos de obediencia to
raros uaquellas paragens.
A commissao recorda ainda a esla augusta assem-
bla os graves embarazos com que o governo tem l-
timamente lulado no termo de Tacaral, no tocante
punicao dos crimes, perpetrados nao s por indivi-
duos da mesma comarca, como por baudoleirns dos
municipios vizinhos, que acossados pelas respectivas
autoridades \3o adiar asylo seguro no territorio de
Tacaral, como muibis vezes succedeu com bandos
facciosos de Serra-Negra, pela facilidade com que se
passavam para o teio de Abraham, como impropria-
mente o dizim.
He evidente pois, que se as autoridades de Flores,
ineansaveis como foram no lempo da revolla, na per-
seguidlo dos criminosos, fossem secundadas pelo lado
de Tacaral, a rebelliao seno teria prolrahido all ao
infinito, nem lao pouco causara os estragos que ainda
hoje afleclam o bem-estar daquellcs povos,
vorecidos pela Providencia, que os
solo frtilsimo sob um^iwpeWhiiTa ir mais sau-
davel. ^"^^^
EnleijHrfinalmente a commissao que, quanto mais
inscriptas forem as jurisdices civis, lano maior
ir a facilidade e promptidao com que a acro da
Justina publica se derramar no seio da populacho.
Esle principio, que nao solTre contestacao entre as na-
es mais cultas, he de recooltecida evidencia em um
paiz como o nosso, onde as vas de commumeacao,
quasi todas impraliraveis'ainda, embargam aexecu-
cao rpida das leis, que quasi sempre sSo orculos mu-
dos nos lugares em que o seu imperio he mais neces-
sario. Combinadas as forcas vivas do estado enr um
systcma de providencias promplas e reciprocas, o cri-
me ser haiiido .da sociedade, e esla ganhar terreno
na marcha da civilisacao. Ncstes termos, a commis-
sao he de parecer qoeseja adoptado o projecto que Ihe
foi subraellido, ltenlas as grandes vantagens que
delle resullam.
Sala das commisses h de marco de 185-f. Pinto
de Campos.Castor.Silca Braga.
He lido, julgado ohjecto de deliberacao e mandado
imprimir o seguinte projecto:
^ A assembla legislativa provincial de Pernambu-
eTresolve:
Art. 1. A forja policial para o anno finauceiro
de'183i a 1835 compor-se-ha de 400 pracas, que em
circunstancias extraordinarias podeao ser elevadas
a (iOO, com a organisajao qoe actualmente lem, dada
pelo regulamento de 2 de dezembro de 1853.
a Arl. 2. Os vencimentos das referidas pracas se-
ro regulados pela tabella annexa ao mesmo regula-
mento, o qual fica approvado, menos na parte relati-
va ao cirurgido-ajudante e capellao do crpo.
Arl. 3. Para o (ratamente das pracas enfermas
observar-se-ha o disposto no art. 6 da lei n.259 de 11
de junho de 1830. '
Pajo da assembla provincial 4 de mir^o de 1854.
Franciito faphael de Mello figo.Soza Car-
talho.o
fConlinuar-se-ha.J
com u^^^^^B
por alguma1
ciadas, por i
mos que carr
punha, lendo-se isso recusado, segundo nos consta,
os membros de diversas confrarias. Nao
lo deliberadamente que os dignos tarceiros francisca-
nos filtaram naquella parte ao promaltido : fui pelo
Inconveniente apontado, e que alias ho pode ser re-
mediado por um esforro, visto que, sobr serem mul-
los e pesados os andores, ja a procissio havia Iransi-
lado pelas roas da Boa-Visla, o. que necessariameme
delerminoun fadiga e c.insaro dos que os eonduzi-
ram. Escusado he dizermos qu a allluendia de po-
vo foi extraordinaria : a cidade nessedia atlrahio to-
dos os que se acliavam dislrahidos pelos arrabaldes ;
e quer as ras, qur as varandas esliveram apiuba-
das.
Fallando da procissao de Cinja, quehe o inlroitn di
quaresma. devemos prevenir bs leilores de que, se
bem principiou esla, melhor nos parece dever lermi-
nar. Conlavam todos com a Semana Santa que se lem
de celebrar na matriz de Sanio Antonio, mas nao
julgtfjnu isso bastante ; e logo depois enrreu que os
religiosos carmelitasTjslavaui resolvidos a sciemnisar
lambem em seu convento a grande semana, noticia
com qoe maissalisfeita ficou a populaco. Agora po-
rro consta-nos mais que os esforjados religiosos fran-
ciscanos igualmente esto deliberados a recorrer ao
fervor dos fiis para rom o seu auxilio levarem a ef-
feito aquella grandiosa solcmnidade, e devemos pre-
sumir que o conseguirn. O zelo e o fervor daquel-
les dignos religiosos em prul da religiaoe do bem de
sua ordem, acabam de nos ser palenlendos pelos es-
forjos por elles fei(os para reediticarem por assim di-
zer 6 scqjemplo, que ameajava ruina. Essescsfor-
cos foram coreados de feliz eiilo, porque os les reco-
nheceram a sinceridade dos que os faziam, e a igre-
ja de S. Francisco acha-se buje, t orno por milagro,
inteiramenle reparada e embolecida. Honra seja fei-
ta ao distincto prelado daquella commuuidade, e a
todos quantos em 13o meritoria empreza u auxilia-
ran!.
No dia I. do correle, abri se a assembla legi
laliva desta provincia, sendo nossa occasio lido pe-
l Exm. presidente o importante relatarlo, cuja lei-
lura ja proporcionamos aos nossos assignantcs, e em
geral ao respeilavel publico-
O successo mais notavel porque se assgnalou esla
primeira semana de marro foi a captura do famige-
rado Pedro Caboclo, indigilado como assassi.io do
infeliz Fidi, a qual pode efleduar a polica no lu-
garda Turre, no tliayj do passado. Foi um grande
servicu prestado soi*dade, e que lodos unnime-
mente reconheceram.> lima semana vio caluro vic-
tima, a outra inmediata vio ser conduzido i cadeia
o indiciado assassino. Eis um fado de feliz agouro,
e que Dos permita nab seja nullificado, bem da
juslica e da humanidade ultrajadas.
?o mesmo dia 27 entrou dos porlos do norte o va-
por Impiratri, tendo deixado em socego lodas as
provincias desse lado. A noticia de maior importan-
cia por elle vinda foi o ruhior que corra no Para -
cerca de ama tenia I iva, de i uva
L^LVrara
S fei-
dos na r
eho o lu
Aquella mu
passadas cartas fra
gou o Exm. presid
dias cruelmente eshordoi,
tanto que este eoabe est.
uttenlado, que corauei
go que se Ihe aprese
e mandou agarrar
(em podido ser cnlhido por es:
da diligencia, que em rompen
no chilindr.
Oj dias do entrado passaram-se con;
phrenezi, apezar de terem d;'
dores desa anda hoje ISo festt
muilas victimas do furor popn
vos que vieram matriz recebet m
e que concluida a ceremonia
Miados as aguas lurvas d^^H
lodos os anuos asmesmas cala
vos so nao cmejidam.
Muilo sent nao poder esle a
ra vez a procsso de Cinza, no q
do pelo Jos do Egypto, que de
disso nos livrou o mo resullai
o escessivo uso de pimenlas ma!
obstantet'Miz elle, Ibes penloa o n
bem qoesabem.
As feiras lem sido abundantes
ltimos, as chuvas, copiosas, ej os
com, as searasaloulam, c a salubrid;
v o aspecto com o desapparecimento
xigas.
Tem sido mui sensivet a falla de un|
substitua o velho telheiro onde sao
destinadas para o consumo publico
provincial marcando urna qnota no
nicipal pacp essa obra, j foi arrema
dous annps, e al boje nao se sabe ao
lugar ser levantada. O mais para da
ra nao ha o que contar alm dq expeiii
(Carta parta
COMARCA DE GARAXHl.\S
2% de avereiro de 186.
Nao Ihe escrevera urna s linha por a
nao me corresse aobrigaro de commu
triste oceurreucia : nunca o en can
gesto e desinteresse ha algum ten
noliriar-lhe osaconleeimentos
comarca, pesuu como agora
bre o meu corceo 1
Possuiamos entre nos un
seu carcter, por suas virti
giosidade com que costuma
rentes aoytargus poijlicos, ,q
alguns AmericanosdoTiorte, ulr'ora ertencCTtcTs I e"*1* listineJ^osll
celebre expedjc^te-frfia de Cuba.
O governo da-
quella pr^incia achava-se bem disposlo e prepara-
receber os invasores do nosso rio, e nao havia
de que levassem elles a sua avante.
Tambem ehegoa da Europa no da 2 do correte
o Secer inglez, trazendo-nos a noticia de liaver nau-
fragado as coslasda Inglaterra o vapor Olinda da
companhia de Liverpool, pelo qual esperavamos. So-
br a queslao russo-tarea nada ha ainda de decisivo.
As duas partes contendoras conlinuam as suas esca-
ramuces, sem darem ballha alguma de "alcance. Ca-
da dia appareciam novos symptomas da conflagragao
ou guerra geral ; mas apezar def ludo, nao faltava
quem pensasse que. a pendencia' se arranjaria antes
de chegarem as cousas a esse ponto. Tal he o mdo de
que se arbam, e com razo, possuidas as potencias
interventoras. As lellras liavim perdido um homem
celebre, com a morte do Ilustre prisioneiro de Sp-
clberg; mas o nome do auor de Francisca da
Itimini, da Mil Prigioni, i dos Doteni dtlC nomo,
esse nunca sera perdido. A Franra acha-se ameaga-
da de oatra perda igual, scuao superior que soflre-
ra o Piemonle. .
No dia 3 encerrou o jury a sua primeira sessao do
presente anno.
Enlraram durante a semana 25 embarcarles e sa-
hiram 21.
Bendeu a alfandega 8:8999315 rs.
Fallecern) durante a semana 44 pessoas ; sendo
10 homens, 10 mulheres e 15 prvulos livres ; 4 lio-
mens, 1 mulhere 4 prvulos escravos.
bre deputado lef occasio. de

'
O Sr. Augusto de Oliceira :Sr. presideule, pa-
recia-mo conveniente que a cmara ninuicipal fosse
ouvida acerca da conveniencia d'esle projeclo he
olijerln de pura economa municipal, sobre a qual a
assembla nao pode legislar sciuouvr'a cmara; e
por isso faro o requerimento que vou mandar
mesa.
Vai mesa,e he apoiado o seguinte requerimento:
v Bequeiro que sobre este projeclo seja ouvida a
cmara municipal,S. B,A. de Oliveira,
Nao havendo quem faca observces, sobmelle-se
votacao c he approvado.
Enlram era primeira discussao, e sao approvada8
sem debate as postoras municipaes das cmaras da
Boa-Vista, Garanhuns, Tacaral, Ex, e Victoria.
Esgotada a ordem do dia, o Sr. Paes Barrete, re-
quer dispensa do intersticio para serem amanhaa dis-
cutidas as posturas approvadas em primeira discussao
o que he approvado pela casa. ,
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e levanta
a sessao t hora da larde.
Soasae' ordinaria em 4 de marco da 1884.
"Presidencia 4o Sr. Pedro Cavalcanti.
4.0 meio-dia,folla a chamada, acham-sepresentes 25
r*^ denotados.
RECIPE 4 DE MARQO DE 185*.
A'S 6 HORAS DA TARDE.
RGTBOSPECTO SEHAAL.
Passou o carnaval ou enlrudo, e .achamo-nos em
quaresma. Aquelle diverlimeulo, de que oulr'ora
nao se podia fallar sem ter tambem algum desastre a
referir, lornou-so este anno inteiramenle pacifico, e
esteve bello e interessanle. As mascaras que o anuo
passado haviam-se a presentado em pequeo nmero,
com o itilcnto de distrahr a populacho e afasta-la do
pernicioso folguedo d'agua, foram no presente mui-
lo adianto; e se nao conseguiram fazer desappare-
cer de lodo o brbaro coslume, dcrain-lhe pelo me-
nos um rude golpe, nao Ihe deixando esperanzas de
a elle sobreviver. Mui limitado mesmo e circums
cripto fo o uso das limas de ckeiro : as bandejas i
taboleiros enroutravam-se repletos muilas vezes na
mesma ra ; c se nao falharam as regras da economa
poltica, podemos allirmar que a tal mercadoria des-
een considcravelmenle de preco, e ainda asata-can.-
sideraveis prejuizos devem de' ter soflrido os seus for-
necedores, ou anlesas suas fabricantes: A crise bem
podia ser prevista, e o mal evitado.
Quatro bailes mascaraJos tiveram lugar, alternada-
mente, nos Iheatros de S. Isabel, e do Apollo ; e nao
nos consta que em algum delles fossem infringidos^os
regu lamen los poliriaes, nem 13o pouco que a harmo-
na necessaria a laes renniOes houvosse sido pertur-
bada por qualquer infrareai) da decencia publica, ou
do respeito devido s familias c aos proprios indivi-
duos. O que porm houve de mais interessanle e
divertido, foram os passeios dos mascaras pelas ras
da cidade, ora a pe, ou a carro, ou a cavado, e al-
guns dos quaes eslenderam-so at os mais prximos
arrabaldes, (runos numerosos desses eslranhos per-
sonagens, onde as phantasias porfiaram por apresen-
lar as figuras mais burlescas, ou as mais elegantes,
desafiavain as vslas da popnlnco, a sua allencao,
ou o sen riso. .Sollriveis epigrammas apparrepr.im o
mas nada houve deindividual; ente olTensivo, sendo
as allusies geuerras, e.s revivas a cortos usse
costunies. Entretanto o que mais parece ler enlre-
lido u povo e caplivado o seu interesse, foi sem du-
vida a imitaran dos coslumes dos africanos, na ma-
neira porque fazem os seus ordinarios diverlimentos,
os seus tnaraculs. \ imlaoo com efleilo foi fiel,
e os caracteres figurativos nao podiam ser mais ex-
pressivos. Xfr um desses grupos mascarados, e ver
em diado Rosario o re de urna nacao africaoa,'de-
baixo de grande umbela, acompanhado de seus sub-
ditos masculino? femeninos, a fuzorem-lhc mil fes-
tas, dansando c saiaroteando ao som dos mais cxdru-
xnls inslrume'ntos, craver a mesma cousa, sema
menor dilferenoa.
Assim passou o carnaval. O Iriumph das masca-
ras sobre o enlrudo d'agua, he um bem apreciavel :
os coslumes nao se amenisara nem se purifican) de
outra sorle, as transieses sao indispensaveise inevi-
laveis ; e o que hoje vence, por menos barbar e pre-
judicial, amanhaa ser vencido.
Concluido o enlrudo,, foi-nos solemnemente an-
nunciadoo principio da quaresma no da seguinte,
pela procissao de Cinza, que fizeram os rmaos lercei-
ro da ordem de S. Francisco, e que, alm da toa
pompa t esplendor, foi sobretodo apreciadaeapplau
COMARCA DE PAO'D'ALHO
, 1. de marco de X884.
Apezar da reslriccao que tenho observado na ex-
posicao smente dos fados mais nolaveis deste terri-
torio, nao posso agora prescindir de um incidente,
queleye lugar na ultima dala em que Ihe escrevi, e
qae por enlao guardei silencio, esperando nao passas-
se de mera Irvialidade. Fallo de um jantar dado
por certa pessoa, no qual se acharara lodos os seas
collegas e varios outros amigos, celebrando-passagens
da vida de cstudanles; e esse mal julgado exclusi-
vismo dea lugar a qu alguns individuos ressenlidos
por nao lerem parle n'aquella folganca, se raostras-
sm despeitosos para com os convivas, a pouto de
mal|rala-li.s com escriptos injuriosos afiliados em
lugares pblicos, nao respeilaudo a vida privada e o
decoro das familias, e, o que lie mais, propagando a
incendiaria calumnia, de que os douloret se acliavam
predispondo para escravisar a gente livre.'! Conheci-
dos os autores desse famoso|libello(que dizemeura di-
rigidos por nm tal mestre escola 1 convieram os mais
prudentes dosoflendidos desprezar 13o inslito proce-
dmeato aguardando a accHodapolica,que foj Iludi-
da, ou como outros querem Ilusoria, e a agilarao
que originou a imprudencia de alguem, que quiz ha-
ver maior desaggravu, leria causado algumas desr-
deos se nao fosse a eflicaz dissuasao de algumas pes-
soas conceiluadas e das autoridades, que ento des-
pertaran).
J que fallei de desordens e de autoridades, bem
he que Ihe commum'que o que a este respeito me
traiismiltio com toda a auloridade o curioso Jos do
Egypto, que vive em contacta com esses funeciona-
ros, de quem eu me lemo para nao ir parar- no andar
terreo da cas da.cunara.
Acha-se o foro desla villa anualmente com seis
advogadosrqtiatred.os quaes sao bacliareis formados,
o que he grande vantagem; purqqo nao ha muilo
lempo um nico rbula exereja essa prolissao, c as-
sim as partes cousliluiam procurinhires sem uococs
algumas do andamento do processo, -*sses procura.
dores desenvolvan! urna (Aieana nunca usada^nreeo-
chendo tedavir as funec^es de advocados, para o^ue
os juizes conferiam loda a faculdade. Diz o Jos do
Egypto que, se aqu estivesse nesse licito lempe, nao
leria tanto consumo a officira do Berardo.
O.Campello acaba de instituir una )lotitriiy nova,
que foi logo admiltida no juizo de paz dcstaf villa, e
vem a ser ella a cnmbinacSo do processo siintmarissia
mo com o ordinario, islo he. aecusada a citacao em
audiencia, nao havendo conciliario, soguirem-se as
provas pelas quaes o jniz dar urna djlacao ao tinlor e
oulra ao reo. Nao Ihe esquera es aprovcilavel
jpai extremoso de onorosate na
um descendencia conhecj^ I
anuir nao menos notavel';
dedicado at o sacrificio, porn
la, desde logo pouco depois, i
do Craual nesta comarca,!
Cabo, onde, fura proprietej
driies, aqui conhecidos, t
delle exigiamcomo au
de,e ossegundos pyqoe 1
perpelrarem assassinalos dentro \
queriam lavrar,morar,destruir con
nos fossem, cerlo que a una e ootn
prudencia (lonpra lias mais do qoe
por amor de sua paz domestica o bem|
familia.... lauto queso cunsliluio sua i
cente. Escrevo entre os Garanhunser
cios, e estou que nenhum d'cnlre c
za. O cidadao de qne trat, he <
s Bazilio de Freilas Pcixolo, delega
cipal supplentc neste termo, conde
annos com o habito de Cbristo, por f
dos ao estado em oulras pocas nesta mesma
ca, onde, e em oulras parte, sempre soabe ti
credor da eslima e considerado dos boa
sinado no domingo ultimo 19 do crtente, po
cravo a mandado desses mizeraveis aquein :
ro, seus gratuitos, cobardes e barba:
morte do finado commandante (assii^^^H
qui o tratavam) Jos Bazijio.tem i
leada, e bem publicas foram as mai
senlimentoSua desolada familia, i
rosa orphandade, ergue os ollios para l)ec
na-se, confiando, por forra de suas
educarao, e proprio natural, que nunca
arrastrar convicca* do implo : virtud
mera ; juslica punitiva urna irrisao!Fo
fessar, porm, que a polica >ai lou\
prindo o seu dever, procurando cap
deslo atientado e de outros, qne iofe
ceden) nesta comarca : assim sejam os seus
coroados de bom xito.
Foi rccolhido a prisao um dia destes
rio Joaquim Lelo Machado Dias, r
rente. A razo deste acto da |
me consta, a presuniprao de ter Ma
cipacouo assassioalode um lat Ant
depara-se, entretanto, urna circuii
mui significativa neste negocio, o |
lento, cerlo e ha muilo scient de que]
prender, deixou-se estar em' sua casa
eulrcgou-se a polica : consta-me, oul
le diz alto e em bom som, que nada I
porque est de. consciencia tranquilU
s.io os implicados nessa morte ; aguar I
so e a t K nao nos h e licito aven turar
liontcm c hoje Icm-secollocadtf no n
fesla e povo as lesouras e fre^^H
capella-mr da nossa matrx,
ascra obra auviliaila pelos cofr pjj
rprompla.
Na seguinte prosegairei obre i
sumplo de minha precodoql
Desejo a^Vnic. tiuQH
inlerslicio para entrar hoje em disenssao
que fixa forra policial para o anno se:
lembranra, quando for reimpressu ein sna lyptWr^ "* or DIABlO
oresu e appro-
A assembla provincialregeilot
ii. '!2 do aniio passado, que eqai
que percebem o porleiro e
do govcrnoj dos escriptora
addiouo de n. 3lique :
porgles dc'lerreno ao la
edificaeao de casas para
vo o de n. 28 de 1852, que^e
P.io-d'Alho a pnrraodo territorio que' partencia ,i
fresuezia da l.uz.
Approvou em seauoda' dScussiin as posl
nicipaes da comarca da Boa-Visla; aldiou as i
rain alquoseiam cnivciiicntementeredi
respectiva commissao, o approvou afa
de Garanhuns.
A requeriinenlo do Sr. livcira foi di
A
phia o cdigo dos juizes de paz.
A primeira sessao ordinaria do jury deslc auno foi
convocada para 20 do crrenle.
Em lins da semana pastada foi rrjeilada pelo
juiz municipal urna preraloria vinda do jniz do civ
ilessa capital, para ser sequeslrado o patrimonio
ca pella vaga de Santa Bosa de l.ima desla villa, edi
zem-me que o fundamento.desse despacho foi a i o-*
competencia do juizo iteprecante. Seja porm 'como
for, mais dia menos dia lera esse patrimonio de ser
arrematados enlao veremos profanado o sagrado edi-
ficio, que comportando o peso de 120 annos, e nao
podendo resistir a accao desinlidoi a do lempo, i qual
nem una reparacaose oppz, baqueou deixando ex-
posta irreverencia o augusto recinto onde dom-m
as einzas de tantos varoes conspicuos.
NSo ha muitos das foram vizitadas essas ruinas
venerandas, e foi enlao uotavel o desabrimenlo com
que dous jovens e dislinctos cavalleiros inyesliram
montado para o fund da capella-mr, aflm de vo-
rem ama sepultura, que lia poucos dias all fra aber-
ta. He assim que to fcilmente degeneramos dessa
f primitiva com que furam educados nossos maiores,
que Uto desvenados foram efn Iransmitir-ne-la, le-
gando-nos para conservado de sua saudosa mci
esse monumentos que atteslam a gfandewi ^^H
virtudes christaas!!
projectos -e pareceres, discossao do parecer addia.
primeira discussao do projeclo de forra polir
posl uras addiadas'.
iOlHU^ICADO.
Funeral da rainha de Pe
No dia 21 do rnrrente inez. celehr
wdade as exequias pelo ropouso etern
s\.M. Fdelissima, a Senhora 1). Ma
dNlurtugal, de saudosissima
Esle!to cheio desenlimen.
lugar na igvcja matriz de 5. Fr.
Itecife, i exjaensa de alguns
sendo nomcailavjiara o le-
composta dos sen I
n'nt, Jos TeizeOt/t B
rillarouco, eslabel
Na verdade, o funer a!
dedicado.
A cotnmiaso e os potyaguc'
vem dar-4etpor mu sal
ultima iionieDaa-
A igrrja inleramenl
bbbbbbm illnmioada.
m


t
qualifl-
bpic* *k o fas-
como un protesto solemne
publica ; mas nio seria un
ortanlo policia a mais adi-
ados aquelles a quem cumpre
ter a paz da sociedade, e vingar a< lei* ultraja-
que sejflqi incasaveis na perseguido desse
11 criminosa.
I
i
I

y"
I
J
es o primitivo
idarle real, e o<1
1 tironas laIvraes
tib m
as quairo
itinham era
un os pavi-
nha a aples, siiz-
qualro nacOes, cujas cajas
le Portugal.
o urna quarla parle da igreja,
l7j>auuos qudrados, 55 de altura, e
51evado do chao, sendo alm dislo circu-
ra grade bem disposta com duas oseada,
10 lada do altar-mr, e a oiilra para a en-'j
i pal do templo,
do catafalco havia urna era menor tambem
atro columnas toda forrada de velludo roxo,
(tanbados de seda da mesma cor elegantemente
da. e conlinha no centro alm do (maulo sus-
ir quatro lees, as insignias reaes, o man-
velludo carmesim matisadn a ouro fino, e so-
iuma almofada da mesma fazenda com'gran-
i tambem de ouro, onde se viam co lloradas
steplro, cobertos de um longo veo preto;
TnasBo desla eva n'um cpula ele-
>fma elliplica, ein cojo cimo pairava urna
fitnca, symbolisando o nolavel acontecimen-
Jo era Lisboa na occasiao do enterro c pas-
n doreat enrpo de S. M. a Rainlia para S. Vi-
cente do fra.
mor e os lateraes cstavain igualmente co-
is depreto, e disposta com simetra a illumina-
lo templo, apparecendo no alto do primeiro urna
i|em do Redemptor Crucificado,c embaixo
Evangelho nm rtocel tambem do velludo,
nado, coberto de crep, o qual representava o
thrnnn dos monarehas portugnezes.
a grave dos padres acompanbdo dos sons
Oda Serafina, a msica terna, barmoniosa e
sentimental do Maestro Oslronobe.ss tardas e as con-
es que luziam ao clarao fnebre tas lochas,
lentes com vestes de luto, davam ao todo
ceremonia religiosa, um aspecto lgubre mys-
Icrioso e tocante !
ia na nrmacilo e na concurrencia, um app.irn-
ie pompa misturado ao mesmo lempo do senli-
religiao e respeito.proprios do acto e moti-
vo a que eram consagrados.
a ao fuoeraLp Eiro. e Kvin. bispo
brosdo cabido da Se de Olindav e
s|gosas, o Exm. presidente da pro- !vezes 1ue foi interrogado, que .cometiera o crime
PBBL1CACA0 A PEDIDO.
Illm. Exm. Sr. j A cmara municipal da villa
d'Atalaa, usando do direito que a conslituicao po-
litica do imperio concede qualquer cidadao, vem
representar a V. Exc, como primeira auloridade da
provincia, o quem incumbe a guarda da mesma
conslituicao e dasleis, contra a perseguivao feita ao
vercailor da mesma cmara, o cidadao Luiz Tenorio
IcAlbuquerquc. Quando a autoridade, Exm. Sr.,
mareba no camidlM^recto da justira, puuindo o cri-
me e castigando aoterdadeiro delinquente, de con-
formidade com as Icis do paiz, sem espirito de
prseguicao ou m vonlade, deve ser acatada como
om santelmo, um aujo de paz, o todos os cidadSos
sao obligados a prestar-lhe o seu apio e co^aidera-
C-ao, porque sem castigo nao lia correcrSo, e sem
c,mcuda nugmenla-se o vicio, e corrompe-se a so-
ciedade ; masquaudo o cidadao sollrc injustamente,
quando be victima da mais negra calumnia, e a aulo-
ridade ostenta cm pcrsogui-lo para salisfazer pai-
xOes ruins, nao he s o dever que resulta da coni-
munhao social, lie tambem, o amor do prximo, a
caridade quentnos obriga a dcfcnde-lo. Tal acon-
tece hoje ao cidadao Luiz Tenorio de Albuqucrque.
Eis o facto. Ha seis para sele anuos, pouco mais
ou meuos, assassinaram no engenlio Jardiin, dcsle
termo, propriedade do cidadao Jos Gomes de Mel-
lo, a um individuo de noirie Manoel do Reg, e
logo, depois foi preso o assassino e instaurado o
competente processo pela auloridade policial, o, in-
terrogado orco Antonio Sevcrino, {assim se cliania-
va o assassino ) confessou que elle linda sido o mu-
co autor do delicio, porqu1 b infeliz Manoel do
Reg lhe havia chamado ladrao de mandiocas: os
prenles do infeliz Rceo eiopregaram lodos os meios
para que o assassino confessasse se havia alguma
pessoa mais compromeltida n'csso crime, e o reo
Aotouio Severino responda senipre que elle llzera
a uiorte de sua livre vonlade, sem ser por mandado
de pessoa alguma: as leslcinuulias desse processo
s depozeram contra Antonio Severino, c a voz pu-
blica se pronuiicioCcnntra ello.
Foi o reo Antonio Severino submetlidaia julga-
mcnlo peranle o tribunal do jury dcsle termo, con-
fessou o delicio, e de condemuado a pena ultima :
pro tostn para novo julsamelf'io, c foi confirmada
a pena do mofle, declaraudo sempre, cm toda as
elario, os Exms. comrcandaiile das
Fo Pacheco, desembarcadores da re-
nonicipai, deputados, cliefe de pol-
inte das forjas navaes, a sua ofllci.ili-
'o do porto, commandantes e ollici.ies
lacional e da primeira iinha do exercilo,
:orpj consular lando a seu lado o con-
dissima, acompanhado do vice-con-
gundo lenle da armada real portugueza
rigue Izaac oschefes de diflerenlas rcli-
E*-e os teuaempregados, juize, lentes,, aVvo-
bcorpo do^onroercio nacional e eslrangeiro,
miras pessoa gradas da provincia, que en-
lemplo em numero de mais de mii.seudo
a entrada por urna commissao de 9
n pdltuguces para cfe fim esco-
o dia 1, as fortalezas e as embarcacoes
os navio mercantes nacionaes c eslran-
:uarnicao da prara, fizeram as donra's fu-
ylo, salvando as primeirasde dez em dez
bem como os consolados eslrangeiro. es-
cora as respectivas bandeiras a nfeio
isicao do cnsul pnrlHguez, com quem a
directora sempre se enleudeu e esteva
sccordo, marchou toda a tropa disponivej
armas em funeral, commandada pelo lenen-
I Qjrginp'JoB Coelho para o lugar e iinme-
lemplo, onde um parque dearlilharia sal-
n de dez ero dez minutos duraple a cele-
xequias, as quaes principiaram pone
is dez lloras da manhaa, e fiudaram pelas
cinco e raeia da larde.
Ta freguezia de S. Fre Pedro Goncalves
officiou, nao pudendo pontificar pelo sen es-
ide, o Exm. bispo diocesano, que todava
se protn a olficiar no eattrvm dotorii.
liebre foi recitada pelo prosador da ca-
pel! rial.o reverendissimo padre Joo Capistra-
Mendonca. '
foi execotada pela primeira vez esla ci-
pelo restre Pedro Nolasco Baptisla, a misma
em Lisboa as exequias de-S. H. Impe-
ne de Braganca.sendo oflerecida a cocamis-
dnprofesor Jos Marcelino da Cosa, uni pes-
soa que a possuia.
neaexesucao da irmacao sao do armador
Higuel Esleves Alves que mui bem
tq de todos, desempenhou os aeus traba-
dlo.
le dia lodos os eslabelecimenlos pblicos, e os
mercio nacional e eslrangeiro, esliveraid fe-
foi, einlim, um dia de dor e de verda-
nlimcnU para o bous portugoezes e brasilei-
imissao directora, o cnsul porluguez, o Exm.
lie, as autoridades braiileiras, e lodos os iute-
nuilo coneorreram para tornar oleado dig-
(a personasen!, por qdem dirigiam ao Todo
Poderoso os seos sinceros rogos.
ra c louvores com especialidade a commissao
inembros, que pela sua parte nao poopou
aemraforcos para a realisac,ao do funeral com
decoto devidos a sua augusta soberana,
que excedeu a expeclativa publica, e fi-
lesma snrle dignos de elogios os Srs.
c Antonio de Souza Povolide, os
xiliaram a mesma commissao com os
vi^os o presumo.
i4. *
mmm.
sss8o cstabeleceu um direilo uddirinal do um
por gnllao sobre os espiritos dislillados ua.Esr
roas este imposto perfeitameiite juslilicado, nao de
lalque prejudique o movimonto do fabrico progres-
V caresta do gr3o exerce sem duvida esle
Como una influencia mnito resnela.
O seguinle quadro aprecia nos dous paizes o re-
sultado das modifleacoes legislativas de 182, em rc-
larao as bebidas distilladas.
lie IKOOa 18ii m^lmivc. p
abat (o.:!, isclITCii
-,-r,o,ooo r.,ois,oai :.,i.-iji
=
JjMWW dlslllad-K.
(rtll-'fi impuslo*.
GtHe timBiimiJo.
nircilos ri'cchl !-.
Tit.o mcilitt do di-
reilo rufel'ido por
IjalUo.
I.r.!t,noo
i,i::i,ooo
1,997,000
9 (lili.
s.cl.ooo 7,iat,on;i
S,0I,0!W s.i-k,ouo
.ios.iioo t,i76,oqo
9,415.000
8,->,0OII
i,'i".,ooo
idndno qne ama o sen
a qu as leis sejam mantillas, cm
slade, cfcve denunciar os criminosos
procure captura-Ios c a pnni-
i^^^His eflectiva c vigorosa.
prximo passado deu-sc um
-
contri
chamado ladrao : o para que nao causasse matar
vergonha aos homciis, solVreiido a execurao da pena
de morle qne lhe fira imposta, foi Heos servido ti-
rarallie aoxislencia, acliando-se nessa occasiao preso
na cadeia da cidade de Maceirt. No dia 18 de dezem-
bro prximo passado, foi preso a ordem do chere^lc
policia dcsta provincia o Dr. Pacs Brrelo, o con-
duzido para a cadeia dessa cidade o cidadao Liiiz
Tenorio de Albuqucrque, o roi com sorpreza, Exm.
Sr., que vimos na parle oflicial do Dr. chefe de po-
licmdiripida V. Exc, em dala de 20 Je dezem-
bro, a qual acha-se publicada no siipplcmenlo ao
u. (i do |erioilico Phitanyelho, que o cidadao l.uiz
Tcurio de Albuqucrque linda sido remedido pelo
delegado il.'AtaIaia, por se acb'ar indiciado em cri-
me de morle nesle termo, e mais anda nos sor-
prendeu e a lodos os luibilantes deslc municipio a
noticia que logo se espalhou nesla villa, deque a
morte pela qual era aecusado o cidadao Luiz Teno-
rio de Albuqucrque fra aquella reil* ua pessoa do
infeliz Reg no cugciiho Jardim, de que cima aca-
bamos de rallar. Espcravamos que com a edegada
do Dr. chote de policia a esta villa, como fe dizia,
fosse restituida a boa fama e reputadlo do cidadao
Luiz Tenorio de Albuqucrque,' \ creador da cmara
dcste municipio,.porque como auloridade- superior
e livre das intrigas c iulerjsses mesquinhos de loca-
lidades, procedera' com uiparcialidade c justica.
No dia 17 de Janeiro crrenle chegou a esta villa,
devolladailnperaiiiz.o Dr. chefe de policia Paes
Brrelo, e uo dia ISprincipiou a iuquerir leslemu-
nlias pela morle rcita na pessoa do infeliz Reg, c
foram chamados para jurar nesle novo processo,
com exclusao dos; homens de bem deslc municipio.
individuos que nao gozam da menor reputacao o
conceito algum. e muitos delles sem meta de "vida,
como sejam Carlos Francisco S, Joaquim Pereira
da Rosa e Manoel Meudonca, e os quaes esUo habi-
litados jurar ludo quanlo se llies ordena : he pu-
blico e notorio uesta villa, que Antonio Joaquim
Soares, sendo notificado para depqr como'testcmu-
nha,.qne a morle fra feita pelo caboclo Antonio
Severino, que isso mesmo ouvira do proprio Anto-
nio Severiuo, quando foi interrogado na occasiao
da prisao, e que o Dr. cheta do polica ameacara a
essa (esteinunha, dizendo quo o liavia de prender,
porque no jurou contra Joaquim Tenorio c seu
Sitio l.uiz Tenorio de Alhuquerque. Do que aca-
bamos de referir, Exm. Sr conclue-se evidentemen-
te, que foi.violada^ conslituicao poltica do impe-
rio, inslaurando-sm processo lindo: que nao foi
cumplido o art. 112 do cdigo do processo, que or-
dena que o delinquente, estando preso, ass'ista i iu
quirico das tesleiriiinhas, queo Dr. chefe de policia,
inslauraudo um processo em segredo. nao proceden
com aquella imprcialidade, que deve Icr qualquer
juiz na iudagaeao de um delicio Uto grave : que fi-
lialmente o cidadao Luiz Tenorio de Albuqucrque,
veredor da cmara municipal desla villa, esl sof-
frendo urna violencia contra o seu direilo de libcr-
dadecrcpulacSo, c sendo victima de urna pcrseguicSo
calculada. Acamara municipaldesla villa,Exm.Sr.,
confiada na illuslrac.lo, principios dejuslicnc oulras
uobres qualdndcs que oriiam a pessoa de V. Exc, c
convencida de que V. Excjiao reta esla provin-
cia para perseguir aos seus liablanlcs ; mas sim pa-
ra administrar juslica, e oulorgar-ldes os' lieui-lli ios
de urna sabia administraran, espera que V. Exc.
lomara na devida consideracao o que acaba do cx-
pdr i V. Exc, alun de que n'admiuislrarao de V
Exc, nao se praliquc um arlo de tanla iniquidade e
tyraunia. Dos guarde V. Exc por muitos ali-
os. Paco da cmara municipal da villa d'Alalaia,
26deJaneiro de I8W. IHm. Exm. Sr. Dr. Jos
Antonio Saraiva, presidente da provincia das Ala-
gas. Francisco Sinioes de Assis Braca, pro-presi-
dente, Joaquim Jos da Gama, Pedro Viera da
Costa, Joao Francisco Maia, Pcilro Manoel da Silva.
hil. (i i. g f. 5 ,. 8 p.
IJornal rfo Commercio de Utbda.)
COMMERCIO. ~'
PRACA DO RECIPE DE MARCO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colasocs ofllciaes.
Cambio sobre Londres a 28 1|8 d. 60d|v.
Eito sobre Francaa3Mrs. por f. D.
ALFANDEGA.
Uendimcnto do dia 1 a 3 '.' 38:3589236
dem do dia 4........tt:58i6T32
4"i2S9G8
*, Discarregam hoje t de marro.
tarca americanaDar.id Sapuleyfarnlia de Iriio.
Barca portugueza A'. .V. do Bom Succestodiver-
sos gneros.
Brigtie nalez(redanbacalho.
Ilrisue inglczAlinnncarvao.
Brigue sardoItimachpipas de viudo.
Brigue hrasileiroUomJemis -plvora.
Importacao".
Sumaca Flor do Angelin, vinda de Colnguiba,
consignada a Manoel Jos de S* Araojo, manifeslon
o seguinle:
1.200 saceos com assucar; a Bastos Irmaos $ C.
Patacho nacional tinm Jess, vndo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Novaes & C, manifestou o se-
giihil*
9 pipa vazias, 1 barrica cadinlos, 1 caxa cha. 2
latas ervilha, 48 barricas lanuda, 3 caixas rap, 40
rolos fumo; a ordem.
Brigue inglez Albana. vindo de Dundee, consigns-
do a Adamson Ifotvie & C, manifestou o seguinle :
284 toneladas caiv.io de pedra ; aos mesmos con-
signatarios.
Brigue americano Ceorge OH*, vindo de New-
York, consignado a Me Calmen! & C, manifestou o
sesiiinte:
1061 barricas farinha, 200. barris breu, 40 meios
barris, 49 qoarlos de dito e 51) fladres bolachiuhas;
aos mesmos consignatarios. '
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 3.....6:6829214
dem do da 4........ RBaTtMi
7:51OJ!920
PlVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 3. 749-St8
Id em do dia 4 .........168J899
9189.557
Exportacao'.
Parahiba do norte, lancha Conceico Flor das
l'irludes, conilhzjo o seguinle:79 volumes genero
nacionaes e 150 arrobas carne.
RECEBEDOK1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Uendimcnto do dia 1.......1:1169750
CONSULADO PROVINCIAL.
Henilimenlo do dia 1 a 3 ..... 4:714S8I2
dem do dia 4......... 8499368
rtO-j*.
5:5649180
|uo nao pi'nle deixar de
de lodoaquelle que sabe apre-
iras, qneeostumam Wa:cr o socego ca
Irauquillidade publica.
i da noitatjouando no eogenho No-
inliaem, pe, JoSf) (|( ^.^
ramonic assassiuado um mula-
anuos, cscravode Silvcrio Joaquim Mari
uro daquelle Sr.
r. Frats, em cuja casa acha-
M Sr-, Siiverio passando a
o ao eugenho, afim de dslrair-se
om ella liavia descidu o infeliz, mu-
laymundo, que risonho e innorciilemciil.?
bucea da forualda, onde esbiva de ser-
| do proprielarin.daquelle eugoudo.
o que Antonio Boln, lal he o nonie pi-
ecido o assassiuo) dingio-se i bocea , e perauntando quem eslava all, obteve
resposta, que era o pelo Alhflhisio. D'ahi
les ouvio-se um lira, que poz emlilar-
famdia, que se arhav no engndo, <
lagar a causa daquelle Uro,
niulalinho assassiuado com nma
illar os milos.
p-le sabor pela idade da victima, ella
lirado faci, que lhe ncfreuwMm
H'eito, examinando-sc, escrupulo-
lie-saJ
para o ptet Allianasio (ior
ciliado, oassassinoa-
irlu, no engendo
io, c a
lado passo,
VARIEDADE.
Fabrico e consumo dos espiritos desde
1800 a 1852 na Inglaterra.
A quanlidade dos cspirilos dislillados "em Ingla-
terra na poca comprcliciulida iiaqucilcs anuos.
aprsenla um nolavel resultado. O fabrico longo
de se desenvolver, lem declinado. A cifra mais su-
ila-se no primeiro dos annos indicados (em
1800,1352,788 gallesi emquauto que no anuo de
1825, l|: muilo inferior dos auno precedentes,
;2,o;l9#71 gallOcs). Esta di'erenca esplica-se pe-
las alla-ares que com frequcules inlcrvallos se faz
uanlo ao rgimen dos ridos,
fonlar de 1826, -o i1ireil> diminuio, desde enlao
PRAt,A DO RECIFE 4 DE MARCO DE
1854. AS TRES HORAS DA TARDE.
Rersta semanal.
Cambios Sacou-se a 344 rs. oor fr. sobre Pa-
ris.e a 281|8 d. por 1$ sobre Ingla-
terra com algum prazo; e como ha
falla de diiihciro talvez suba.
Algodao Smenle enlraram 268 saccas, mas
os procos soll'reram baixa, venden-
do-e de 55600 a .5E6O0 por arroba,
sendo o ultimo para o escull ido;
e em consequencia das ms noti-
cias viudas da Europa, de prova-
vel que ainda teuha de beixar.
Assucar- -,- Veodeu-se o branco fino a 25900
por arroba, e de 29250 a 29600 as
oulras quali lades, e o mascavado
. de 19650 a i^jt, ambos sem sac-
, co. A'venda da semana foi infe-
rior i entrada, por isso o deposito
. cresceii. As noticias nao foram a-
nimadoras, por isso e por se con-
tar com a guerra, podem-sc dzer
que os precos sao nominaes, por
os compradores cstarem receio-os
do grande perda.
Couros -----------A'"da.sao procurados a 160 rs. por
libra dos seceos salgados.
Bacaldo Chegou um carrecamnnlo, que por
ser superior, dizem veudera-se de
133800 a 119 por barrica. Reta-
Mioii-so de 133 a 1.53', e licaram
boje em ser 3,500 quinlaes ou bar-
ricas.
Carne secca Vendeu-se de 39500 a 49000 por
arroba da do Rio Grande, da qual
existen 32,000 arrobas em ser.
Nao ha da do Rio da Prata.
Canfn-------------"Vendeu-sc um carregamento a 153
por tonelada. Consta que os pre-
cos lornaram a subir, em Ingla-
terra.
Farnda de trigo- Do* carregamenlos entrados a se-
mana passada um segoio para os
partos do su I, e o mesmo destino
leve oulro, de quatro estrados iia
semana que linje lormina; ilcslesiun
dNevv-Yorkvendeu-seaFreco bai-
xo.por ser de m qualdade; e dous
se eslo relalhando. Os precos sao
menos firmes, vendondo-se a rela-
Iho a 219 da de Richemond, a 219
da de Ballimore, de 2'!3 a 249 da
de l'hilailelpliia, a 239 da de No-
va Orieans, a 21-3 da de Eonlane.
de ZS$ a 24 da de Trieste SSSF.
Ficaram em ser 14,700 barricas.
Massas ----- Venderam a 53 por arroba.
Manteiga----------O mercado est bem supprido, c os
compradoras pouco animados.
Vinagre- Vendeu-se de 909 a 1008 por pipa
do le Lisboa.
Vinlios------------dem 1709 por pipa do de Ilespa-
nha. e de 2003 a 2209000 dos de
Lisboa.
Discernios O branco rebaten a 11 por c os
par indares de 12 a 15 por %. lia
falla de dinbeiro, e o banco rejei-
1 lodos os das letras por falla de
dinlieiro para os disconlos; e bem
que elle lenha aulnrisarao para
augmentar seu fundo com mais
mil contos, s tem exigido parle,
seja por descoiitianca, que nao pos-
sa realisar lodo com brevidade, se-
ja por sustentar a alia do juro, co-
mo suppa o commercio; o que
porm he induhitavel, he a insufi-
iencia do fundo existente para as
precisos da prava, e a necessidade
de oulro estabelecimenlo que lor-
uc franco o disconlo.
reles ----- Fcz-se nesla semana um frclamen-
to para o porlos ingieres do Ca-
Jial a 70.Esperam-se poucos na-
vios, e como ha falla delles nos
porlos do sul, he provavel subam.
Ficaram no porto 55 embarca jves, sendo : 6 ame-
ricanas, .30 brasileas. 1 dinamarquesa, 2 francezas,
5 despalilllas, 4 inglezas, 4 porluguezas, 1 russa e 2
sardas.
una nota falsa do valor de
ira estampa, primeira serie,
que oi
uda de Pernam-1
buco 2 do marco de 1854. aior, Emi-
lio Xacier Sobrrifa i M
TERMO DE EXAME.
Aos Irinta (lias do jnez de Janeiro de mil u oito
ceios e cincoenta c quatro, na thesouraria de fa-
zenda da provincia do l'ar achando-se presentes os
fiis do Sr. Iheseureiro interino da mesma lliesou-
rariaabaixo assigiiados.rcceberamdorefiridoSr. Ihe-
soureiro umii-iiolade 59 rs. da torceira estampa.pri-
mcira.serice numero 15048,com|assigiiali-.radeRirar-
do Pires Ferrelra; para se proceder a ex.'.-uio e verifi-
caran da dita nota, por haver suspeila de ser falsa,
e leudo os mesmos fiis feilo lodos os exames, e
romhinarocs neccsssarias.concordaram no seguinle :
A ola de cinco mil rs da lerceira estampa primei-
ra serio e n. 45048, com assignalura de Ricardo Pi-
res ferrara, he falsa, porque tem todos os siunacs
caractersticos, que as distinguen! das verdadeiras,
os quaes mu salientes sao, o papel fino e ordinario,
o emblema iinperfeilo,a tarja superior c inferior rom
sombreado mais claro que na verdadeiras, c do la-
vor diflerente.assim como as ledras da palavra ciu-
co,c mesmo o algarismo repelido lias mesillas tarjas,
niaiorcs pelo sombreado grosso que aprsenla, c a
mesma imperfei^ao se observa no lavor.e lias leltras
das palavras cinco mil reis, do lalfio; nos quairo
calilos, o lavor que orenpa os ceiros dos quairo
circuios,'he de di lloren o Irahallio e o sombreado
menos escuro : os algarismos da numerario mal
usurados, as palavras cinco mil res escripias cm
leltras mu miudas na fila sao quasi ilegiveis pela
imperfeicilo de escripia, o espasso cm cuju centro
esl a corda imperial rom as leltrcs P II, tem o
sombreado mais claro que o dos qudrados, no qual
existe no centro o algarismo cinco, sendo vico-vera
as verdadeiras ; a assignalura assemollia-se um
pouco a verdadeira, accresceudo'que o assignatario
das iiolns Ja dita estampa, serie e numero quarcnla
e cinco mil c um a quarenla c seis mil e quinden-
ios, don to de cuja numeraran se conten a referida
nota, foi Manoel Jos de Aran o Costa, e nao Ri-
cardo Pires Fcrrcira, quo na dila serie smente as-
signou as de uumeros setenta mil o um a setenta e
lineo mil, como.se veda rclacao dos assisnalarios
das referidas notas, enviada a esla thesouraria pela
respectiva caxa de amorlisacjlo; em firmeza do que
se lavrou este termo que vai cscriplo por um dos
fiis c por ambos assiguado. Thesouraria do fazen-
da do Para 30 de Janeiro de 1854.Joaguim Pedro
Mcxandriito, fiel encarrecado do Irocif.Theoiosio
llernardes Rego,el cm arregado do troco.Conifor-
me, Joo Silceira de Souza, secretario do governo.
Conforme, Antonio IMle de Pinho.O oflicial
maior, Emilio Xavier Sonreir de Mello.
O IHm. Sr. contador servindo de inspector da
Ihesouraria provincial, cm virtude da resolurao da
junta da fazenda, manda fazer publico, que cm cum-
primenlo da lei se ha de arrematar, por arrenda-
mento, pcranlo a mesma junta, nos dias 14, 15 e 16
lo correle, a quem mais der, o sitio do jardim bo-
lanco da cidade de Olinda, avallado annualmenle
em LilQOOOrs.
O arrendamento ser felo por tempo de 27 me-
zcs, a contar do primeiro de abril do corrente anuo,
ao limdc junboilc 1856.
As pessoas que se propozerem a esla arremata-
dlo comparecan na sala das sessocs da mesma juu-
la nos das cima indicados pelo mcio dia, compe-
tentemente habilitadas-.
E para constar se mandn oflixar o prsenle c
publicar pelo lUario.
Secretaria dinhesouraria provincial de Peruam-
buco 2 de marco de 1851; O secretario, Antonio
erreira Je AitnunriacBo.
O Illni. Sr. cortador servindo de inspector da
llieseurana provincial, em cumprimcnlo da ordem
do Exm. Sri presdeule da provincia, manda fazer
publico, que no dia 6 de abril prximo vindmiro,
pesante a junta da fazenda da mesma thesouraria,
vai iinvameule a prava para ser arrematada a quenr
por meuos lizer, a.ohra do mellioraiileulo do rio Goi-
anua avaliada em-5O:60O3lHK>rs.
A arrcmalacao ser feita na forma dos arla.- 24 e
27 la le provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, c
sob as clausulas especiaes aliaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalac,ao
coinparecain na sala das sessoes da mesma junta no
lia cima declarado, pelo incio dia, conipelentemeii-
le habilitadas.
E para constar se mandn afiixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diarfo.,
Secretaria da lliesourrfria provincial ilo Pcrnam-
huco 4 de marco de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira da Anundanio.
Clausulas especiaes para a, arrematariio.
I." As obras do nlelhoramenlo do rio Goianna
far-se-dao de con||riuidadc coin o orcamento plan-
tas e perlis appovados pela dirccloriaem conselm, e
apresenlados a approvaco do Exm. Sr. presidente
l'ro'c'a ua jinporlanci de 50:600J)00'J rs.
2.8 U^rremalaule dar principio asobeas no pra-
zo de tres mezes c as coucluirii.no de tres anuos,
ambos contados pela forma do art 31 da lei n. 286.
3.a. Durante a execurao fts Irabalhos o arrema-
lanle sera obrigado a proporcionar Irauzilo as ca-
noas e barracas, ou pelo canal novo ou pelo leito
actual do rio.
4." O arremalanle seguir na exeruvao das obras
a ordem do traballio que lhe for determinado pelo
engenheiro.
5. O arrematante sera obrigado a apresentar no
hm do primeiro auno, ao menos, a quarla parle das
obras prnmpta, e oulro tanto no fim do segundo a-
ilo ,c fallando a qualquer dessas condices. pagar
urna mulla de 1:0009000.Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira da Aiinundanlo.
O Illm. Sr. cuidador servindo de inspector da
Ihesouraria provincial, cm eomprimento da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que no dia 6 de abril prximo vindmiro.
pe-ante i junta da fazenda da mesma thesouraria,
vai nov menle a prava, para ser arrematada a quemJ
por menos lizer, a obra do acude da povoarao de
Bezerros*, avaliada em 3:8459500 rs.
A aiTcnialacao ser feita na forma dos arls. 24 c
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, e
sol as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrcmalacTio
comparecan na sa|a_. das sessocs da mesma junta no
da cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou afiixar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tlicsouraria provincial de Pcrnam-
liuco 4 de marco de 1854.O secretario, Antonio
Ferreira dit Aanuiidaao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1." As obras dcste acude scrao feilas de' confor-
niidade com a planta c orramento appruvados pela
directora cm conscllio, e apresenlados a ajiprovaco
do Exm. Sr. presidente da provincia importando cm
3*4*9500 rs.
2.a O arremalanle dar comeco as obras no pra-
so de 30 dias.e terminar no de seis mezes, conta-
dos segundo o artigo 31 da lei n. 286.
3. O pagamento da importancia da arremalacao
ser dividido em tres partes, sendo una do valor de
dous quintos quando liouver fcilo melado da obra,
mira igual a primeira qnaudo cnlregar provisoria-
menle, e terecira de um quinto depois de um anuo
na occasiao da entrega definitiva.
4. Para ludo o mais que nao estiver especificado
as presentes clausulan seguir-se-lia o que determi-
na a Ici o. 286^Cniforiuo.O secretario, Antonio
Ferreira da AnnundarSo.
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, em virtude da resolucao da
junta da fazenda, manila fazer publico que no da 6
de abril prximo vindouro vai novameule a praca
para ser arrematado a quem mais der o rendimento
do imposto do dizimo do gado cavallar nos munici-
pios abaixo declarados: ,
Limoeiro avahado annualmenle por 583000
Brejo = .. 509000
A arremalacao ser feita por tempo de tres annos,
a contar do l.".de juldo de 1853 ao fim de junlio
do 1856.
Ai pessoas que se propozerem a esta arremalacao
compareram ua sala das sessoes da mesma junta no
dia -ima declarado pelo mcio da, competentemente
habilitadas.
de geometra, fraqcez e inglez ; e nn da 11, alm
da inglez, haveri de gcomelria e lulira ; o oflicial
que serve do secretario Tara nffinr csic no lugar do
rostume, c publicar pela imprensa depois de ngistra-
aculdad de direilo de Olinda, 4 de rnffco de
1854.O director interino, Dr. Antonio Jos. Cae- GRAMtE E V
Iho.
do, assim como ao ib
mente guio.
01 ilKTHEIBA. nmtitT
blico em geral, a quem he eler- do merca
EIRA 9 MKfci
MAt-iU. CANTO' t BAi
too mer
praada
nda fl
DECLARACOES,
Em observancia do rtispslo no arl. 19 das ins-
trueces de 31 de Janeiro de 1851 se-bao de arrema-
lar em lias! publica a quem iimis der depois da pr-
xima audiencia do Sr. Dr. juiz dos fcitos da fazenda
e por exesuco da mesma os bensseguinle : nma ca-
sa de.madeira e barro sita na nova estrada da Sole-
dade para o Manguinho com .10 palmode frente,'43
de fundo, cozinlia fora quintal e cacimba em- rfiso
proprios por 4009000, peuborada i Antonio Jos l'e-
eir Lima; 13 balde grande de conduzir agua,
sendo 7 de madeira amarello, e 6 de pipa pintados,
8 pare de ancoras d* mesma madeira, ludo por
29900l\ Heraldo Jos Pereira; umn armaco de
toja de madeira d* pind, por 89 rs. Antonio Pe-
reira Tranno ; um eseravo crioulo sadio e em vicio
que representa de idade 25 annos por 5009000,
viuvadeJos Machado Freir Pereira da Silva ;
renda annual do eugenho Abreu .silo na comarca de
Nazarelh, moente e corrente. por 8009 rs. Joa-
quim Francisco de Mello Cavalcanli ; quem pre-
tender arrematar laes ubjeclos dirija-so a Bala das
audiencias no da e hora do costunie. Recite 4 de
marco de 1854.O snllicilador do juizo dos feitos,
Joaquim Theodoro Altes.
BANCO 0E_ PERNMBUCQ,
O Wnsellio d direccio convida aos se-
nlior3S accionistas do banco de Prnam-
buco a realisarem de 15 a 31 de marqodo
coiTente anno, mais 20 poi- 100 obre o
numero de acces com que tem de fica,
para levara ell'eito o complemento ao ca-
pital do banco de dous mil contos de res,
conorme a resol nciin tomada pela assem-
blea geral de 26 de setembro ultimo.
Banco de Pernambuco 11 uefevereiro de
1834.O secretario do conselho de direc-
c3o.Joao Ignacio de Mdeiros Kego.
Pela suhdclegacia da freguezia da Boa-Visla,
lermo do Recfe, e Taz publico, que foi encontrado
pelas palmillas querondavam na noile do dia 21 do
corrente, um quarto alasao : quem reilo ao mesmo. comparece uesla subdelegacia aonde
lera do dar ossianaescertos.
Pela subelegscia da freguezia da Boa-Visla,
lermo do Rccife, se faz publico, que se acha reculhi-
do cadeia dcsta cidade, desde 25 de novembro de
1853. o prelo Patricio, o qual iliz ser eseravo de Gas-
par Mauricio : quem se julzar cun direilo ao mes-
mo, rompareca nesla subdelegacia tiondedever apre-
sentar os competentes ululo. ^
O arsenal de marrana compraM-regos de cobre
de costado e de forro de diversas pollbdas, ferro an-
illo, dito da Suecia e nglez em vergalhML barras de
diflorenies polfgadas e vare de cobrepaSw cavildas
de 6 a 10(8 : as pessoas a quem convier a yenda de
laes'objectos, compareram nesla secretaria nb1 UrB>
de marco vindouro, com as suas propotas. Secreta-
ria da inspecvSo do arsenal de marinlia de Pernam-
buco 26 de favereiro de 1854.So impedimento do
secretario. Manoel Ambrosio da Conceico Padilltu.
O Dr. Luiz Carlos de Paiva Teixeira, juiz de di-
reilo edefe de policia e auditor de marinha, d au-
diencia de marinda na segundas e quarlas-reira,
na secretaria de policia.
OcoDselho de qualificacao da freguezia de S.
Fr. Pedro Goni;alves do Recife' principia a sua se-
gunda reunio no dia 1:1 do corrente pelas 9 dora da
mandila em dianle ; quem pols se julaar com direilo
a fazer qualquer reclamarlo, pode apresentar-se com
seu requerimento, ou pessoalmente. na iareja do Cor-
poSanto, no referido dia. Recife 1. de marco de
1854.Jos Gomes al Jnior, 1. lenle "secre-
tario.
Em con formulado doarlico i." dos estatutos da
companliia Periiambucana, o onsclho da direcriio
convida aossenhores'accionistas a realisarem com ur-
gencia a primeira prcslacao de sins assignaturas, que
foi marcada em 25 por ccnlo-m mais lardar ale o dia
lo do corrente) alim de se poder encommendar o pri-
meiro vapor. A pessoa encarregada de rcceber'lae
prestacoes He o Sr. K. Coulou, ra da Groan. 26.
Antonio Margues de Amorim,
Secretario da ilreccao.
Conselho administrativo.
. O conseldo. administrativo em virtude da atitorisa-
jao do Exm. Sr. presidente da provincia, lem de
comprar o objeclos segoinles :
Para a botica-do hospital regimental.
_ Rezina de angco, libras8, espirilp.de vindo, caixas
5, azeite docqparrafas 21, alambique de zinco (se-
gundo souberiin) 1, balanca de pedeslal com pesos I,
madapolao fino paraemplasloadd., pecas 4. hacia de
po de pedra para nnguenlo 4, alguidares de barro
vidrado 4. machinas para eslender emplasto 1, lesou-
ra grande para corlar rai/es I, ditas pequeas para
papel 2, a lea! rao. arroba 1.
Para o arsenal de guerra.
Algodnzinho varas 243, liollauda de forro.covados
550, casemira verde, covados 60, exemplaras de li-
ndas curvas e recias 20, caixa com vidros 1, fila gar-
roteada, meios 50, mantas de laa oo cobertores de
papa 209, panno morlnario I, Iraves da construccao
de 30 a 35 palmos do comprido 6, chinelas rasas 200,
hadamos de meia oilava de pollegada 6, arieiros 11,
lencesdecbredeoaTpollegadas 8, copo da vi-
dro 24, pares de sapalos 1,263, lnteiros 16.
Para as ol/icinas da quinta classe.
Sola cortida, meios 100.
Paraos recrutasem deposito no segundo balalhao
de infamara. '
Bonetes50, grvalas 50, brim bramo liso para fr-
delas e-calvas, varas375, algodaoznhopara camisas,
varas 250, sapalos, pares 50, hollanda de forro, cova-
dos 25, mantas do laa 50, esleirs 50. boloes branco
de osso, grosas 15, dito prlosditas 10.
Para a companhia de encallara.
Cotornos, parts 46, sapalos, pares 46, penacho 60.
Para o guano balalhao de artilliaria.
Brim branco liso para calca, varas 925, algodao-
zinho para camisas, varas 925, hollanda para forro,
covados 185, esleirs 370, bote brancos de osso,
grosas 30, ditos prelos, ditas36, paresjdc sapalos 370,
grvalas de cauro de lustre 40, mana de laa 40.
Para o hospital regimentat
Brim de linho lino para camisolas, varas S8i, cdila
para caberlas, covados 117. bacas de rame sortijas
20, bules de louca 12, pralos de dita 60, chicaras e
pires de dila, casaes 36, colde'res de melal fino 60,
assucareiros de louca 12, bacas de louca 13.
Para a fortaleza de ltamarac.
Bandeira imperial de 6 pannos de lilele t.
Para acolonia militar de Pimenleiras
Avo de railo, meia arroba, ferro sueco em barras
quadrads com 2 pollegada, arrobas 5, dilo em ditas
com 1 pollegada 2, dilo redondo com I pollegada de
grossura, arroba 1 t|2. dilo em barras chalas com 1(1
de grossnra e 2 1|2 pollcgadas de largara 4, dilo em
ditas com :l otavas de grossura, arrobas 5, compassos
de 12 pollegadas 2, folha de serra de mao com 4 pes
de eomprimento I, ferros (obrados para galopas com
2 112 pollegadas de largura 4, ferros para pa i ras sin-
gelas com 2 pollegadas de largura 4, ditos desbasta-
dores com 1 |Ki|legada c 3 quarlas ditas:!, fumines de
ac sordos 12, grosas com 12 pollegadas de eompri-
mento 2, goivaseslrelas de aci> 1, dilas de mvia lar-
Eura 4, ditas laraas i. limas Irianuulares de 6 polie-
erliiras.suliii.i
me i
dev
D. Cari- ravagnle, -
filio de D; Calino .
. Diogo, coronel do'deposito de Al-
cal ..........d Bezerra.
D. Calillo, vcldo e rico proprietario. Costa.
Antonio, criado d D. Carlos Monteiro.
Corteia, cali do deposito de Alcal Meodes.
To Emelerio, eitalajadeiro de Al-
cal .......... Pinlo.
D. Venancio, procurador do D.
Ignez.......... n Ribeiro.
D. Ignez, sobrinha de 1). Ca lisio 1). Gabriella.
D. Sabina, noiya de D. Calislo, de
50 annos. rica, deum genio affte-
lad e ridiculo....... Amalia.
Joaniia,criada de 1). Sabina ... Or-at.
Cacadore, paizanos, soldados e recrutas.
No inlervallndo primeiro ao segundo acto, a bene-
ficiada e o*Sr. Ribeiro dainwn o lindo e jocoso pas-
so, composico do Sr. De-Vecchy, que lem por li-
luto,
OS JARDIHEIROS.
Findo o qual Mme. Deperini e o Sr. Ribeiro, por
obsequio a beneficiada canlarao o engracado duelo
da opera
DO C0LINELL4.
.Finalizar o especlaculo com o novo o aparatoso
baile em 3 actos, qne lanos applausos mereceu no
Itio de Janeiro 'por espado de den auno que fre-
quenlemenlcaudou cm'sccua) nao s pelos ricos e
iiuvos vestuarios, bellas scenas e tambem pelos diffl-
culloso e engracados passos que lerao de ser execu-
lados pela beneficiada, o Sr. De-Vecchy e todo o cor-
po de baile, intitulado.
Extrahidodo pensamento seguinle:
Na idade media usavam as ciganas rondar as lilhas
menores para as instruirem e acoslumar a dansar na
pracas publicas, o compositor aproveilando o pensa-
mento lgurou PAQUITA nubada na idade de
4 annos. do irmao do governador de llespanha, ^in-
do a ser rcronliecda'alinal por urna medalda de fa-
milia que Iraz ao pescoceo.
Perso,nagens. Distribuidlo,
t. Lope, governador hcspauliol,
I' D. Serafina, p'rometlida esposa a D.
Erdil........... n N. N.
General D. Erdl, pai de .... Cantarelli.
Luciano oflicial.......Sra. Pessina.
Dr. Roberto, amante nao correspon-
*- Iigo; capo daa-siqaaras..... De-Vechv.
Paquila, stibrinha db-general D. Er-
dl. ; .'-, x. Sra.Baderna.
Coflio de baile, figurantes, cigtios, guerreirs,
ramponvzcs, etc. elc% A segonda e ulima scena sao
nova e pintadas pelo Sr. Dbrnrilas. s-
ESO>ACAO DOS ACTOSTV
. 1." Festejo para o casamento da lilda do goveTJja-
dor com o ollicial Luciano, grande bailado hespanlu5+
dansado pela beoeliciada. Sr. De-Vcccdy e corno de
baile. -
2. A morle de tnigo envenenado, solo pela
beneficiada.
3. Reconhecimenlo da Paquita, grande bailado
final dansado pela beneficiada, todo ocorpo de.baile
e liguranles de ambos os sexos, ludo composico do
Sr. Dc-Vocchy...
A beneficiada espera coma escolba deslc espect-
culo, salisfazer a especfaliva do lluslrado publico
desla cidade, de quem lem rerebido constantemente
as maiores pravas de cordial atleicao ; e desde j lhe
agradere com todos ossenlimenlos de sua alnia o a-
pmn que anda conla receherein a noile de lea be-
neficio : pede ao respcitavel publico de desculpar'o
Sr. Pinto por qualquer falla que involuntariamente
ellecommella, visto que he a primeira vezqucrnlra
em especlaculo mmicos, e a faz someule por obse-
quio especial a beneficiada : o resto dos bildeles es-
lilo a disposirao do respeilaVol publico em casa da
beneficiada, ra da Aurora,. casa imrhediala a do
Illm. Sr. desembargador Rochad Bastos, segundo
andar.
THEATOO"DE APOLLO.
SABBAOO 11 DE MARCO DE 18o4.
BENEFICIO DA ACTRIZ
Manoella Caelana Lucci.
Terminada execucao de urna excedente ouverlO-
ra, subir scena pela primeira vez nesle Idealro o
excellenle drama em 3 arios, composico doSr. Gar-
rel,
FRE LUZ DE MIZA.
Personagens.
Manoel (Fr. Luiz) de Souza.
D. Magdalena de Vildena .
I). Mara deNoronda. .
Fr. Jorge Coutindo .
O Romeiro......
Telina Paes......
Prior de Benifica'. .
O irmao converso ....
Miranda.......
O srcebispo de Lisboa
Dorotha .' '. ,
Findo o drama o Sr. Hi
ItfOVIMENTO DO PORTO.
lem estado quasi invariavel. lima legislavao per-
maueule, va moderada paula, produzio una dupli
cadii (afluencia, augmentando ronsideraveliiieule,
lauto as cifras das quantidades disladas romo nos:
prrtductos do acido. O fabrico subi a 3,209,011
galioesem 1826, a 6,63,27#em 1852; que d em
resullado um aiiL'mento de 100 p. c. A rcceila do
9Cido, sem lev igualmenlc sido na mesma proporrao,
cesenlio-se comtudn do^eseiivolvimenlo concedido
^aos dislilladores do paiz.
Se at 1824 o quadro rclalivo Escossia longe de
fazer sentir, como os que dizem respeilo no pesio
de Ihlaterra, um movimenlodecadente, fazao con-
Irario notar um vsjvcl progresso, Lmtporque aquel-
la industria ua,, eslava ujeila, usla patle da-Graa-
Brelauha, ao mesmo encargoy's mesms^reslric-
C6S fiscaes. Efleclivamenle desde 1800 al 1824 o
direilo sobre os espiritos nao exceden nunca a 9
scdil. 4 e meio peuces, cen 1823 deseen a 2 schjL
4pncese 3quartos.
Com o favor deste j-egimen moderado, o fabrico
doscspintos na Escossia toinou um rpido desonvol-
vimento, e duraule a nova poca de 1815 os melho-
lugmeniram desde entao, nicamente o
omejon a ser mais inferior. Esta appar-
auomala explica-se pela circumstancia, de
je as quantidades que nao sao consumidas no paiz
i Inzua para Inglaterra.
Sacio entrados no dia 4.
Rio de Janeiro18 dias, paladn hrasileiro Itam ,/e-
sas, de' 170 toneladas, capilao!Manoel Joaquim Lo
balo, equipagem 11, carga plvora e mais gene-
ro ; a Novses & Cnmpanhia. Passageiro, Fran-
cisco Jos Anloiiio le Araojo.
ColnguibaOdias, sumaca brarileir Flor do Ange-
/fm, de 99 toneladas, meslre Bernardo de Souza,
equipagem 9, varea assuvar ; a Teixeira Bastos.
I'assageiros, Josv Joaquim de Oliveira, Anlnnio
FreirO Seabra de I.elrpis.
Ballimore38 das, hrisde escuna americano Flora,
de 162loueladas, capitn Williain lliilibard, equi-
pazem8, carga farinha de Irigo e mais genero ;
a Deane Youlle &Companhia.
Sacio whido mt mesmo dia.
ParalabaLancha brusileira Conceico Flor1 das
* l'irtudes, meslre Joao Alves de Far'ias, carga fa-
rinha de triso, carne secca e irais genero.
Nado entradas- no dia 5.
Rio de Janeiro25 dias, brigue hrasileiro Paraguas-
*u', de 218 toneladas, capitn Antonio Jos dos
Saolos Pereira. iquipagem j4, em laslro ; a Fer-
reira & Araujo; Vejo recebr pratico e segu pa-
ra o Assii.
dem20 dias, lfrigue despanlinl restaurador, de
202 toneladas, capillo Antonio Funtanills, equi-
pagem II, em laslro; a Amorim Irmaos.
CapeTovvn25 dias. brigue dnamarquez Betty, de
220 tonelada, capitiio J. Clanscn, equipagem 12,
em lastro ; a Scliramm Whately & Companbia.
Samo sabido no mesmo dia.
Boenos-Ayres por MontevideoBrigue hespanliol
Paquete de Terragono, capilao J. Guardiolas,
carga agurdente e assucar:
EDITAES.
_0 Illm. Sr. inspector da lliesouraria de faten-
prnvihria manda fazer publico, -para que
o couhevimeuto de luda as pessoas inlc-
....._, o termo de exame abaixo transcripto, a
e a paula notada ua ultima t que se proceden na Ihesouraria de fmula da pro-
o 11
iij.
E para constar se mandou afiixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial dttfta-nambu-
co 4 de marco de 1854. O secretario,
Antonio Ferreira d'Annanciariln.
O Dr. Jos Uaj mondo da Costa Menezes, juiz mu-
nicipal suppleule da segr/nda vara do commercio
"desla cidade do Itecife por S M.J. e C. etc.
Faco saber aos que o prsenle edital virem que no
dia 29 do correnle se hade arrematar por venda, a
quem mais der depois da audiencia dcsle juizo na ca-
sa das audiencias um sobrado de um andar, silo ua
ra do Pillar n. 116avaliada por 2:0004000 em.vis-
la do estado de ruina em que se acha o djo predio,
pendorado por exeruvao de Jo.lo l.eile Pita Orfi-
gueira liuor dos menores lildos de Antonio lUdri
gr.e Lima contra .Manoel Anlero de StHll Reis.
F. para que.rhegtie a noticia de Indos ui.-indei pas-
sar ediliics ipie sern publivadns pelos jornaes, cafli
xados na praca do rniumerrio e rasa das audiencias:
Dado e passado nesla cidade do Recife aos 3 de
marco de 1851. Manoel Jos da .Molla escrivilo o
subscrevi. Jos /tai/mundo da Costa Menezes.
O Dr. CiLslodio Manoel da Silva Cirnaraes, juiz de
direilo da primeira vara do cvel e do commercio
nesla cidade do Recife porS. M. I. e C. ele.
Faco saber aos que o presente edital virem que no
dia segunda feira 6 do crrente, depois da audiencia,
na sala da mesma, se bao de arrematar por venda a
quem mais der, os escravos secuinlcs : Jacinllio
criouUade29 anuos dv. idade com urna inrhacao cliro-
niefnapern.i din-i la e o p ja cora principio dearis-
tim, offical de inarcineiro avaliadoem 270$rs.; Ma-
noel de narao Angola de idade de50 anuos, rendido
da verillia direita, oflicial do marcineiro, avahado
em 3205 rs.. pendorado por execucao do Exm. se-
nador Francisco do Paula Cavalcanli d'Albuqucque
contra Joaquim Carneiro Leal; cuja arremalacao
nao leodo sido possivel elTecluar-se no da designado
por impedimento deste juizo, foi transferida para o
dia snpra mencionado. O presente se passuu por bem
da pelieo e met despacho que Pica em poder do es-
crvffo que esle subscreveu. Recife 1. le marco de
1854. En Joaquim Jos Pereira do Sanios escrivo
o subscrevi.Custodio Manoel da Silva Guima-
raes.
Faco saber a quem convier, que no dia 6 do
correnle, alm da geographia, llavera exame de geo-
ilm de rhelorca, lera tu-
exame de francex ; no dia8, alm de ph"
Itavcr esme de lalim; nodiai lera
liciaJa, cantar com a
lindo duelo da opera
Adores.
Sr. Bezerra.
D. Joanna.
A Beneficiada.
Sr. Mendes.
Coimbra.
Costa.
anta Rosa.
Pereira.
Rozendo.
i N. N. .
N. N.
iro, por obsequio a dene-
em portoguez, um
Seguir-sc-ha o vaodeville em 1 aclo,
or
A YOLTA A SlilSSA.
Personagens. Actores.
Seneville.....' Sr. Bezerra.-
Franlz....... i> Costa.
KuRy. ........ n Monlern.
Henrique, criado de Seneville. n Santa Rosa.
Werner........ 1). Amalia.
Kelly. ........ A beneficiada.
Terminar o especlaculo com a opera cmica em 1
aclo,
O BEUO.
Os prncipaes papis serao desempenhados pelos
Srs. Costa, Monteiro, Ribeiro e a beneficiada.
Com este espectculo espera a beneficiada merecer
do publico a costumada proleccao.
Os bildeles achi.m-se das 10 horas da manha as 2
da tarde, no Ihealro de Sania Isabel, em mao do Sr.
Wanderley caixeiro do mesmo tbeatro.
Oiffl
pequeos 500, ditos de rame com 2 pollegadas de
comprimcnJn, libras 2, ditos de dilo com 1 1)2 polle-
gadas de drm, libras 2, ditos de dito com 1 pollegada,
libras 2, verrumas sorlda 24>: quem quizer vender
laes objeclos, aprsenle suas propostas em carta fa-
chada na secrclaria do conselho, as 10 horas do dia
10 do correnle mcz. Secretaria do conselho adminis-
trativo para fotnecimenlo'do arsenal de guerra 4 de
marco de 1854.JosdeBrito I nglez, coronel, pre-
sidente. Bernardo Perdra do Carmo Jnior, vo-
gal secretario.
^t
s:.
brujante espectculo.
' 21. RECITA D.\ ASSKiXATITIA.
TERCA-FE1RA, 7 DEMARCO DE 1851.
Execulada pela orchestra urna excellenle ooverlu-
ra, subir a scena pela primeira vez, o excellenle
vaudeville em 2 actos, ornado de msica, composi-
co do insigne maestro Uespanhol D. Raphael Fer-
nando,
AVISOS martimos.
Para i Babia segu imprelerivelmentn no dia
8 do corrente a veleira garopeira Mvrcaao ; para o
rcslo da carga Irata-se com seu consignatario Do-
mingo Alves Matlius, na roa da Croan. 54.
Para a Babia segu com presttfta o
veleiro liiate nacional Fortuna, capitiio
Jos Severo More-ira Kios para o reato da
carga ou pasageiros, trata-se com o cpn-
signatarios A. de Almeida Gomes & Com-
pnnliia. na ra da Cadeia do Itecife n. 47,
primeiro andar.
Seguem viagem para a cidade do Aracaly os la-
lianos Domingos de Moracs, Jos (jravina, Miguel
Lacorle.' Vicente Ponsul.
Para o Rio de Janeiro segu no Gm
da presente semana o bem con decido pa-
tacho Valente por estar quasi carTga-
do ; para o resto da crga, passageiros
escravos a frete, para ojue tem excellen-
tes cmmodos, trata-se com o capito
Francisco Nicolau de Araujo, na piara,
ou com os cousi^nalarios Novaes iv Com-
paubia, na na do Trapiche 5%,
LELLO'ES.
no qual lomam parte os Srs. Amof-do, Bezerra, Cos-
ta, Monteiro, Pinto, Ribeiro. D. Gabriella, II: Ama-
lia, I). Orsat, etc. etc.
.Cassadores. paizanos, soldados, ele.
A acc.lo he em 1849.
Seguindo-se orna aria pela Sra. Deperini.
Depois da qual ser exeutado o quarlelo, tirado
da opera de liuildermeTcll, composiiiilo do Sr.
Vecchy, no qual se dislinguiro a -Sra. Badi
Ribeiro.
Dar fim o diverlimenlo com uma^flva cavatina
cantada pela Sra. Deperini.
Com esta recita fintiSjffalgunsdosSrs.assignantes
a ua assignatnr, aq|,e||M q0e quizercm conti-
nuar haian. >and,r rehova-las al o ilia do espee-
lav- iprczario puder dispor daquelle que
pessods que lem pedi
o empreiario a roadjuvi
sensores assignantes, e
'qmtn.bllta qe
Jos Duarle das Neves, tendo de relirar-se para
fra da cidade, far loitSo por inlervenrao do agente
liorja (ieraldes, ler;atfeira 7do correle, as 10 llo-
ras da niandaa, em sua casa na roa do Crespo, n. 10,
egundo andar, de loda a mobilia e mais movis, In-
do do melhor costo, roiisislindo em ui
Jacaranda, nma ouira de amarello.
guarda roupa, nina ptima secrclaria deji^*^
commodas, marque/as, appa^adoresJg',*w, '
um excellenle cama franceza
lences, diversos quadros
mo c coloridas, an-*"
na para aln< cryslaesv*^ario objectoapara str\
diurHohras de prata. como bem, I
eres, ele, ele.
LEILAODECIIARITOS $V
MITE.
di
cadeir
da vestidos _
teiras de mo|
louca, appa'r> T
no, loeadoret.
cezas, mesa dejj
militas obras, e.fl
zes, candelabros,
vidro, diversas!,
roquete de l
rendas da t-
ra e tambem V
da em nonti
precoque J
bo da Aral
C. J.
lervncilo
po de vidro,!
nho : quart
oliSa, no^arn,
' Quinla-f
nhaa, o agente
ra da Cruz 4
consolos, ci
marqueza,
jogo, lavar
maio de
para cha, qu
da Baha, cali
fas para vindo.
da Baha de
carnauba, um _
dos. vinho branrn
do Porto, lambel
go que serao vend
~ AVISO!
Jose'Soareij
I i ngua franceza
sua nova residen
n. 28, treeiro
torica e potica,
toria. Pdew
uteis*
nhaa ; e cfs la;
Sabio o numero]
Crespo, loja
A abaixo an
(cujoiome por coi
at o lim do
nhores, poitqo
lem decorrid'
ra certa, que
res vendidos
que se vencerem, fij
reilo alsom
sujeita igual i
completar o ;
Precisa-*
ra da Madre_di
PreciaJ_
sadnr. que enl^
ra Imperial,"
.0 abaixo.1
nao lem a sua
rcsponsavel, _
lura appartfa
falsa.
Aluga-se
com cmmodos
para qualqi:
Caldeireiror
em dianle.
INos dia 6,9 e I
Srara, se ha de arreo
t. juiz de orphaos,
denro aadar esotSo. I
dade. n. 16, avaliada
O bacharcl tT"
agradece cordialmej
provincia, quo o ho
deputailo provincial
simo prestimo.
Prcisa-se de
a 12 annos, sendo
vramenlo n. 38.
Perdeu-se na tarde d
urna pulceira de ouro de
Rangel at o largo
querendo restituir, di
tica n. 15, que ee II,
licar.
Deseja-se mniln fallar
ji de livros n. (i, de
Srs. Joao Francisco di
s, Julio Barbosa d
canli de Oliveira
r Se algum
estar de morada
21, rom nma peqi
tar da casado 1^
tem, e da conservar''
do dar fiador r
ja-se a ra de S. Y
quem vai para ai
ajuste.
Desappareceu nodil
sitio de capini a sqaord^
vndo da Passageni
os sgnaos seguiut-
almelados, o olln
lar e um pouco afinado,
quenos. em orna da perl
nienle de morded
altura baixa, e uro j
palha de carnau!
azul, calca de ai__
lura cinto de sola,_
nella urna rede, aii
e mais alguma ro
a captura desle es1
duza-o ao sitio cima l mente pago o seu Irabalti
O abaixo assignado
quem apprvjiender a sua
Auna, que desappareceu 1
xirao findo, tendo ido ve i
ro, a qual temos
nos,- e representa I
pelo que lem a be
beicss abatidos, altura ri
barriga um pouco quebra,
de foveiro em urna
nmelo, os ded
do, loma tabaco e so
lido de chita e panno
que esteja oceulta r.esi
a levar a estrada n
meira casa azu
Pede-se ao Illa. Srj
cnsul de Portugal. q<
houve na leva de
conla das despezas
O abaixo
despedir-se p
amisade, pela ine
esle jornal para i
soas e offereci
da Baha.F
Precisa-
comprar par;
pateo do Car
Precisa
Direita i
:la rae4

O agente Borja GersH'
mda-l>irafi do corrente.
r,. no sitio Ja
gund
no sen armaiem. na ra m
grande | 9R&S qtia
lio nuiorprr
da,
lmenle tfattctnu e nusta, a mais proprUa


i
DIARIO DE PERHAWBUCO
SEGUND AFElft* 6 DE IMRQO DE 1854.
pessoa que i:i uoit.e de 28 dupa*-
Hkft baile musculado no theatro de
^Hh^HL^u.pescoru deum mus
mande-' levar na pi
ii un. ti. do contra
oque nao se I
i meato
as, por
nou-
anto em por-
liancand-
um s preco
stabeleci ment
ombinac&o com a
is commerciaes
illemaasesuis-
ndas ma! em
vendido, epor
inaiores vn-
qualquer ; o
mportante es-
a' todos os
ico em ge-
>' beta dos
! fazendas
nazem da ra do
1 Santos &Rolim.
para taberna, que
iu Monleiro, em casa de
Bichas.
toHiiugos jse aa Losta peto pie
lara, que tem dissolvido amiga-
ollectiva quetinha
odioso do Amara!
Brandao, em ttl^loja de miudezas sita na1
ra do Queimado desta cidade, e que des-
de ja' o mesmoSr. Pedroso nada mais tem
com a gerencia de dita leja, bem como
com os dbitos qur activos que'r passi-
vos, coritrahidos na constancia da mesma
sociedade. Outro sim declara, que tica so-
lidariamente responsavel para com os di-
versos credores de dita loja.-sem tjue o
mesmo Sr. Brandao possa ser emtempo
algum obrigado a pagar nenhm dos d-
bitos cotrahidos sob a firma Pedroso &
Costa.
Na ra Nova n. 63, vcitem-se figuras para pro-
cissoes, com aceio e por preco commodo ; e lambem
alugam-se azaschegadas ltimamente da Babia, e de
muilo tioiit oslo.
Pcrdeu-se urna cnrleia com 1408000 rs. *, qnem
a achmi, leve-a i casa do Sr. Antonio uarte de Oli-
veira llego.-hecco da Madre de Dos, que elle dar a
conla da olas que lem dila carleira, e d-se 40S00
rs. de adiado.
Pede-so ao Sr. Francisco Muniz de Almeidao
favor de apparecer na ra da Madre de Deosii. 5,
primeiro andar, a negocio. ,
Antonio de Paula Fernanda Eira.'.
Oflerce-se nm moco para caheiro de ra ou
de escripia pois lera boa lellra : na ra Direila n. 33.
Precisa-se de urna ama para casa de pequea
familia ; na ra do Hospicio w.'.'t.
Perdeu-se lio dia quarla-feira do cima um alfi-
nele de peilo de ouro eem peilra, apenas com alguns
raminhos iberios a buril, da ra do Bangel e pelo
beccu da mesma al a do Livramenlo; a pessoa que
o liver adiado, esua conscicncia pedir de entrega-lo,
leve-o a mesma roa do Ransel n. :lli, segundo andar,
que ser geiierosamenle recompensado.
" Os directores da companlii.v Utilidarie Pnblica
dcstaddade abarlo assignarios, declarara aos senho-
res commerciantes, que elles se acham aulorisados a
lomaren) riscos sobre carga ou embarcacoes de qual-
quer lotarao on bandeirn alca qaanlia de 10:0 rs. em oni s(i navio, anulo melade por coula desta
corapanbia, e melade p"or conla da companbia de se-
guros martimos da ciliado de Lisboa,denominada Fi-
delidade, por procuradlo do 11 de fevereiro prjimo
passado.Luiz Antonio P'ieira, Manoel Joaquim
Ramos eSilra.
Antonio .loaquim Vidal mudon (!c residencia,da
rua do Bruin para a| rna da Cadci do Recito n.60,
uo dia primeiro do correrle.
Aluga-sc melade de urna casa na rua de Sanio
Amaro, propon para rapaz solleiro : a tratar na rua
Nova, taberna n. 30.
' P-fcisa-se de una negra forra ou captiva para
servico de urna casa do lioiuem soltciro eslrangeiro:
leJaboaUoalrataf>m5'ruaNoVgn. 4| |irjmeiro andar.
Precisa-so de urna ama que lenba bom lcile :
no aterro da Itoa-Visla, loja n. 30.
Koubo.
A pessoa quo I iverum sobrado para alagar,pre-
fere-*e com sotan, o as seguntes ras: 'Collei'io,
Crii7.es. Ilusorio on ijneimad, pode aniumciar ou di-
rigir-sqpi ma do Collegio n. 1.
gfi llontiin, i de morro, no votlou paraca- {A
(S) de45 a be bai,vn. $}
una (*i
ne;n); J
andav m o dinheiro O
da sen os, e caminba /A
mu preanicosanipiile : quera o pegar le- %
ve-o.noabaiso nssiHnado, na rua de San- (g
Francisco (Mundo Novo), 11.68A, que so- t
(r bem recompensado. wf
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinito. jSj
O abaiio assignado avisa ao publico que lem
aborto um a^ouaueno lugar-da Venda Grande, onde
lodos os (lias se cupor venda carne da melhor qna-
lidade posvel, e por prec,o tilo commodo que faz
muila coala mandar-se da cidade compra-la all mes-,
no, tima vez que para este fimsercunam lanas pes-
suas quantas baslem para que o preco da conduejto
sejii iiisianificanle, nina vez repartido para iodos co-
mo ja esl disposta a fazer muila gente que no-quer
comer carne magra, c est cantado de comprar da
gorda que na cidade se vende por alio prec.o. A car-
ne do ai;ougue do abaixo assignado lem alm disto a
vanlagem de ser mais saudavel visto ler alli logra-
donros proprios a conservar o gado em perfcia sau-
de c completo descarfeu. Os prelcndculcs dirijain-
se a roa de S. Jos n. a, em casa de Joaquim Fran-
cisco dos Sanies,para fazer as encommemlas. As libo-
ras cmeia al as 7, os donos queiram por portadores
scus receberem no lafgo da praca da Independencia,
quaudo alguns se descuidem em mandar buscar na
bora cima declarada, dirijam-so casa cima na
mesma rua, que ser-lbe-liacnlregue. Venda Gran-
de, 4Vlc fevereiro de 1834.
Francisco Mendes de Mello.
Roga-se aos scnborcs vendedores de bilbcles,
que nao paguem qualqner premio que.saliir noquar-
to p. 288 da stima lotera do Estado Sanitario, pois
foi perdido; e como estja assignado com as firmas
de Francisco de Borja e de Antonio Jadnllio de Mel-
lo, por isso faz-se o presente anmmcio : adverlindo-
sc aos mesmos vendedores que s paguen) a algum dos
socios.
In-
hiebas: na pra^a da
rua das Cruzes n. 10.
lamento de um- engenlio de
do liecife 5 leguas,
^^^KLde bum caminlio,
cavallos al a casa
Iticientes Ierras de caima,
ar, ele. etc., muilo
as bons cercados de
e nova casa de vivenda de
m alpendre de columnas
i lo fresca, e com al-
is de engeubo, caldeira,
cribara, ludo do pedra e
e em inailo bom.es-
s |irclos, casa de fari-
lcessario ; excelleale banho
triada, naftas virgns
moros fnicliferas, inclusive
o ; bons sitios de lavrado-
o do mito bom assucar, e
"dem-se as cannas novas,
pratendentes diriiam-se
COMPRAS.
ura a de Goianiji Manoel
e Silva, perdeu entre
i Mangabe^ra.uma carleira
jorque lodo esse di-
s5)JHSf, 200 e 100 rs.,
ftlrtiu, no caso de app.i-
rftlulas desles valores, sem
r: pelo que oflerece o re-
quem tlie resti-
e 5008000 rs. a quemde-
-a,e se possa reliaver o
nenie agredo \n\ iolavel
: quera, pois, tiver noticia
q'ielfa cidade, rua do Am-
ia Boa-Vista n.47, sc-
la rua Collegio do
ropria para taberna : u
ftarello da rua do Quei-
oTetiro Macliadw'la Rocha, en-
te Diario para- o Sr. v i-
aujo. venlia a esla lypo-
; assiiiualura, visto que o
ATHIA.
ma a dar consultas todos o
pichen, ti.
lentista, '
iva,, primeiro andar n. 19.
DE JANEIRO.
^BOOOders
i resto de bilhees
stadb Sanitario, cu-
i hoje do Itiode Janei-
premios serao
tas listas.
JANEIRO.
0,000.
q na tro cantos da rua
\iste urna pequea
meios, quartos, oita-
a lotera do Estado
cga at o dia 27 no
s, se querem tirar
am bom cozinlieiro,para c-
i, dirija-se ruadoTra-
e adiara com quem tratar.
erreira de Mello,
lem urna caria na
Independencia.
i gasto.
os da nova loja deo urives
nifronte ao pateo da ma-
blico em geral um
- obras de ouro de mui-
que nao desagrartaro a quem
nesmus se obrigain por qdalquer
una conla com respon-
aalidade do ouro de 14
.issiiii Sujeilos por qualquer
aftmOilrmao.
:huu iiniiv atara de ouro com um
tden-ge do principio da rua l)i-
armo, e principio da rua
nda restituir, dirija-sc a
rado n. 35, que ser rc-
ario l.udgero Pinlio mu-
le da rua de S. Francisco 5S
iro a juros rom pcnbores de
ario n. 7.
le Castro Azevedo, com
ia rua Nova n. 52,
nssima cmara
ao respeilavel publico,
freguezes jjue se
lento de clia-
s lauto para bo-
esi vendeh-
ir nmito mc-
^^^^^^Btote, e.na
ommenda c
que alm da
n todo o aceio
iSp lera nada a
unas pessoas
er compras e
decimenlo a-
nile, e es-
om as suas
Previne-se a lodos os nhores relojociros, ou a
qualquer pessoa a quem for olfececido uin relogio de
ooro palele inglcz, desabonelc.com correule de ou-
ro do pouco preco.e lina.de ns. 34028, 1475, de o ap-I
prebender c leva-lo a seu durto Malinas de Azevedo
Villarouco.na na do Crespo.loja n. 1, ou na sua resi-
dencia,rua do Oneimado, sepundu andar da casa n. 3.
d'onde roifiirlado namanbailoilia^rteinarro-, assim
como faz-se si-ieulo que o ponleiro dos segulidos do
memo relogio so actia quebrado o bulo inferior, e
ser recompensada a pessoa que entregar o dilo relo-
gio. on descubrir o ladr.lo.
Hoje pelas 10 boras do dia foi o' abaixo assig-
nado roubadn em um relogio e 1MKH) rs.. em sed o-
las. O relogio be patente suisso,- desabnele de ouro.
e lodo elle bordado, levando juntamente urna cor-
reule elstica de cabello guarnecida de ouro. leudo
mais io p do gando urna medalliaziuba de corna-
lina, um peixc lambem de ouro muciro o um rele
da mesma massa com arco de ouro. O abaiso assig-
nado.rnga encarecidamenle aos senhores ourives e
relojoeiros a apprebenso desses objectos, caso Ibe se-
jam oflerecido, bem como recompensar com 503 rs.
a quem Ibe descubrir o individuo, que Jio audaciusa-
incnte o aCaba de rouhar em sua can, na rua das
l.arangeiras n. 5. segundo andar. Recife -2 de mar-
jo de 18j5.hrancisco Joaquim Gaspar.
Na tarde de quarla-feira de cinza perden-se
um bracelete desde a ponte do Recife em djr.eilura at
a 1 ua Nova junto a ponte da Ifoa-Visla, qne urna
crUlnca levava noHiraco. A correnle do bracelete be
toda lavrada, e de forma que linge dez cora^Oes en-
grasados uns nos oulros, ti. a chapa lie um pouco
grande para o tamaito da correte, pouco ovada, e
tem no centro um nao pequeo diamante sobre Tullas
todas esmaltadas de azul, sendo a ra vacilo do dia-
mante de agarra : roga-se a qum a achou,' leva-la i
roa por delraz do Corpo Sanio, casa n. 5'2. segundo
andar, junio a botica do Sr. Luiz Pedro das Neves,
onde se dar com generosidade o competente adiado
se fr exigido ;"osjrevine-se aos senhores ourive e
quaesquer oulras pessoas, queaappreliendam se Ibes
fr oflerecida por venda, ou para algum outro fim,
enlregando-a em dita cas.
Jos Joaquim da" Cunha Gnimares relira-se
para Portugal a halar d. sua sande, e deixa por
seus bastantes procuradores :\1. oSr. Dioso Jos l.ei-
le Guimares ; 2. o Sr. .loo Antonio Antunes; 3.
o Sr. Joilo.Ferreira da Silva, e licando o segundo
procurador entregue de seu estabelecimeulo de larla-
rugueiro com inleresse na melade dos lucros.
O bacnarel Kuino Augusto de Al-
meida continua a advogar no civel e cri-
me : pode ser procurado das 8 horas da
Compra-se urna salva de prala sem feilio, que
oceupe 4 copos para agua ; na rna eslreita do Rosa-
rio, loja de ourives n. 7, junio a igreia do Rosario.
Compra-se urna geographiadttiauTticrem fran-
cez ; no Passeio Publico n. 13.
Compram-se'alguns adornos para uso de meni-
no, como sejam: moeda de ouro.veronicas de S. Jos,
e liguinba, assim como um par de clcheles : na rua
das Flores n. 23.
, Compram-seeiiravos de ambos os sexos de 10 a
20 anno. para dciilr -fra da provincia, lendo boas
figuras pagam-se bem ; na rua Direila n. mi.
Oimpa-se o Diario de ns. 1 a 13 de marro
do ISittno alerro da Boa Vista n. 60.
/ Compram-se ossos apesot: no ar-
mazem da illuminacao, to caes do Ra-
mos, travessa do Carioca.
Compra-se um'scllim inglez em bom uso; quem
tiver aiuiuncie.
- Cmnpra-se urna escrava sadia c de bons roslu-
mes, do meia idade, com as habilidades necessarias
para arranjos de urna casa ; na rua do Livramenlo
n. 19, se dir quem precisa.
Compram-se 4 portas e 8 janellocs em segunda
nulo, assim como algmn laboado velbo ; na Soleda-
de, sobrado defronle da igreja.
Compra-se um cavallo que seja muilo bonito e.
bom andador: na rua do Crespo, loja da esquiua que
volla para a cadeia.
I Vende-se na rua Nova. Baza
I n. 33, Cortes rtc vestidos de eambraia branca borda-
dos, polo preco de 53 rs. cada um.
Vende-te a luja de barbeiro da rna da Cruz do
I Recife ii. 13. propria para qualquer ulllciua ; quem
I pretender, dirija-se mesma, para tratar com seu
dono.
Veiulem-se dooi molques. cfioulos, bonilas fi-
guras, um de l3oulraile l(i anuos: quem os preten-
der dirija-se a rua de Santa Rila casa u. .90.
Livros IMira a quarcUna.
Semana sania, manual ila inia, dilo abreviados
manual do rbrislo, mez de Maria, horas marian-
naselc.-, estes livros ha com yslu na evcadeTnagilo o
melhor qu pode-so encontrar, lano por scrcm.de
velludo do dillerenles cores, como em linas estampas
douradas, lamliem lia para menos valor : no palco
d Collegio luja de livros n. 6, de Joo da Costa
Honrado.
O 39 A,
confronte an Rosario de Sanio Antonio, avisa ao res-
peilavel publico, qno alc'in dos biscollos inglezcs c
fiancezrs, coiislaiileinciile se encontrar viole e tan-
las qualiibidcs ile liolinbos para cha, caracas e po-
de-l torrado, chocolate, miscelania, paslilhas, enlro
estas ostehla-pimenla, amc'nduas e confeilos, ricas
caixinhas para os mesmos, chocolates diflerenles, lu-
do em porteo c arclalbo, c o melhor de lodos os do-
ces que se affianfa a qualidade, prejo lixo he seu
coslume.
S5Ss@@@@ @@
Os mais ricos e mais modernos chapeos de @
9 seda c do pallia para senlioras, se encontrnm @
sempre na loja de modas de inadatne Millo- j
SJ chati, no aterro da Boa-Vista n. I, porum pre- $j
ro mais razoavcl do que em oulrn qualquer $$
Parle. @
@@3>$@$$ S@@S@
vende-^iesula boaem pequenas c grandes par-
lidas, cera de carnauba primeiro sorte, pellos de ca-
bra de diversos precos.esleirs de palha do cTirnauba
e peonas de ema : na rua da Cadeia do Recife n. 49,
primeiro andar.
Calcados franceses de todas as qualidades.
Borzeguius. sapates, sapalos de lustre de entrada
baixa com sallo.* sem elle, botrns c sapales de be-
zerro lano para liuuiem como para menino, e um
completo sorlimeiilo de calcados lano para hornera
romo para meuinose meninas, ludo chegado ulliina-
mente e por prc^o muito commodo, afim de se apu-
rar dinhriro ; no alerro da Boa-Visla, loja defronle
da boneca.
Calcado a 720, 800, 2,000 e Ti.OOO rs.,
no aterro da Boa-Vista, loja defronte
da boneca. ,
Troca-se por sedu|aa anda mesmo velhas um no
aposito di. Samtoaa* Bahi.
Vende-se. Bieber & C, na rua
da Cruz n. 4, algodaO trancado d'aqueUa fabrica,
mniloproprioparasaccosdcassucar a roopa de es-
cravos, por preco commodo.
Na rua do Vigarlo
para vender,
barca Olim
novo, cera em gru
ment de superior qualidaoe.
mullios de palha de carnauba, a bordo do luate .
./nao, fundedo defronle do caes do Hamos: a tratar
a bdMocom omeslrc, on na rua da Madre do leos,
ro andar, hn
^^^Hklemenle poli
tarello muilo
,n bom sorli-
rcurio doce e tal
de Lisboa em~peJraYno.\: i i.
Vende-se sal do Ass muilo-bom, e mais.40O
luiwledo defronle do caes doTtamos : a
bcon
n. 3 loja.
Ao baVato-
' Bracos de Romao para balanca de Jialcao, penei-
ras de* rame para nadara e refinacOes, escrivani-
nhas de laiaopara repUrlicoespublicas, perfumadores
de lalao, hesouras para costuras, grandes e pequeas,
ditas para cortar cabellos, ditas para unhns, e oulras
para applicaccs diflerenles, caivetes finos de todas
as qualidades, pedras para afiar nava Iba das mais li-
nas que lem viudo ae mercado, navalhas e oulros
muilos gneros que s com a vista sedar a explicarlo
necessaria. rado do melhor que se encanten no mer-
cado, vende-se por prec.o commodo : na loja de fer-
ragens da rua da Cadeia do Recife n. 50-A.-
Na ruada Cruz n. 15, segundo andar, vendem-
se por prec,o commodo, suecas grandes com feijSo
milito nov, ditas com gomina. e velas de carnauba,
puras e compostas.
Vcndem-seem casa de Me. Calmonl & Tom-
panhia, na ptaca do Corpo Santn. 11, o seguinte:
vinho de Marscillec/n caixas de 3 a 6 duzias, linlias
em novellos e cairelis, brea em barricas muilo
grandes, ac de inilafpsorlido, ferroinglez.
AGENCIA
-.-r..^,,.
lle, por sen
i oa de
Da
da
*
VENDAS
pianos,afina
lo re-
s m-
todos
manhaa ate as da tarde em seu escrip-
torio, na ruado Collegio n. 25, segundo
andar.
Torna-se n pedir ao Sr. Jno Francisco da Lapa
o favor de anparecer na travessa da Madre de Dos
n. 5, primeiro andar, a negocio.
.Antonio de Paula Fernandez. Eiras.
Precisarse alugar lima escrava para o servifo
interno de casa, menos cdzinbar c engommar ; no so-
brado defronte da ordem tercena de S.Francisco on-
de foi a Apuflinea.
I.OTERIADL'N.S. DO ROSARIO.
No dia 10 do corren te andaui as rodas
desta lotera com lodo e qualquer nume-
ro, de bilbeles que licar por vender, eso
se vende ateo dia 9.Othesoureiro,
Silvestre Pereira da Silva Guimares*
Francisco t'oni;alves Braga, porlugnez, relira-
se para o Rio de Janeiro, onde vai residir, levando
em sua companbia para o seu servico, os sens escra-
vosAnlonio, pardo, a Benedicto cabra.
Precisa-se de um esclavo para fazer o servico
externo de casa, o qual nao oceupar lodo dia, e
piule ir para casa de seo senhor aomeio dia, queren-
do : no sobrado defronle da ordem lerceira de S
Francisco onde foi a Apollinea.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Joaquim
Ferreir-a de Azevedo, a negocio de seu inleresse :
queiraannunciar sua inorada para ser procurado, on
dirija-se rua da Praia, armazrm n. 34.
Precisa-se de um ccixeiro para taberna, de 14
a 10 anuos de idade. anda que tenb pouca pralica,
dando conhecimento a sua conducta ; na rua da Sen-
ala Nova n.39.
A pessoa que precisar de nma ama para coz-
nhar e eugommar para casa de boinein solleiro. diri-
ja-se a rua da Assumpclo casa junto ao'nicho do
Noia n^4 ; na mesma se offerere urna mullicr para
eugommar e rozinhar era sua casa.
Paulo (iaigrou, dentista.
pode fr procurado a qualquer bora em sua casa
na rua larRa do Rosario n. 30, segundo ailar.
__ A pessoa que na noile de K do mez passado,
no baile masrarado do IhealrodeApollo, perdeu una
cabeleira, dirija-se ao BazarPernamhurano, que dan-
do ossignaes Ibe sera enteeguc.
Novo telcgraplio.,
Vcnde-s o roleiro do novo lelegrapho qne princi-
pinu a ter andamento no dia 29 do correnle, a 240 rs.
cada um: na livraria u. 6 e 8 da praca da indepen-
dencia. .
Fazendas pretaspara a quartrsma.
Lis prelos muilo finos pelo barato preco de 03001)
rs., mantas de blondo a 7.-000 rs.. sarja prela milito
boa a23000rs dila muilo lina a 23240, luvas prelas
de lorcal para senhorn a 13000 rs.. ditas para hornera
a I.3OOO rs., casemira preta muilo fina a 9000 rs..
seliiii prcio limito bom a 33000 rs., c oulras militas
fazendas: na lojdo baraleiro, na rua doQneimado
11. 9, de Antonio Luiz de Oliveira c Aa^edo.
Vendem-sas casas terreas n. 08 lti da rua-
das Cinco Ponas : n. 67 da rua do Jardim ; n. 72
da de Santa Rila, e n. 81 da na Velba : ua rna Di-
reila 11. 40, segundo andar.
Vende-se farinha de mandioca muilo barate,
para cria;3o, tanto em porgao como a re albo ; na
rna do Amorim n. 36, taberna.
Vende-se urna escrava de nacao, boa qoilandei-,
raf ntuiluJiel, sem vicios nem achaques : oa roa de
Sanio Anfaro, taberna do Sr. Pimenlel, se dir quem
vende.
Vende-se um bonito carro de 4 rodas em mnilo
bom uso, e por pnr;o commodo ; na rua da Aurora
n.26.
Estampas de santos e santas.
Na toja de miudezas da rua do Collegio 11. 1. anula
existe nma porgue de estampas ehi po-it pcqueuo e
grande.
Vernicas milagrosas.
Na loja de miudezas da ruado Collegio 'o. I, existe
um complete sorlmenlu de vernicas ds seguintes
noraes: N. S. das Dores, SS. Corac/ies- de Jess e de
.Mana S. Francisco de Assis, Senhor Craxilicado, N.
S. do Bom Parto, Anjo da Guarda, S. Miguel, N. S.
do Carino, N. S. da Conceigo, assim como entras
muilas que se deixam d annuncinr.
Ligas para senlioras.
As melhores ligs de seda que tem viudo a este
mercado ; vendem-se na loja de iniudazas da ruado
Collegio n. 1.
Redes acolclioadas,
brancas e de cores de um s panno, muilo grandes e
de bom goslo : vendem-sc na rua do Crespo, loja da
esquina que volla para a cadeia.
Vende-se tima commoda em bom uso ; qbenj
pretender comprar, dirija-se rua da Senzala Velha
n.46.
Vende-se um' cardan de ouro de lei, feilo 110
Porto.com o peso de 85 oltavas : quem pretender
comprar, dirija-se rua das l.arangeiras 11. 4.
vo c complete sortlmenlo dos lien) couhecidos sapa-
les do AracaU a 700, 800. etc., botins a 2&000 rs.,
e sapales de lustre da Balda a 38000 rs., assim co-
mo um novoe completo sorlimento de calcado*, fran-
cezes de todas as qualidades, lano pa,ra homein co-
mo para senhra, meninos e meninas, e um comple-
to sorlimento de perfumaras, ludo por preco muito
commodo, afim de se apurar dinheiro.
g8<&&:fC $@'
> Para a guarda nacional.
Vende-se panno fino azul superior, para far- '
@ das da guarda nacional a 3# c 40000 rs. o co-
@ vado: na rna Nova, loja 11. 16, de Jos Luiz '
Pereira Filbo..- @
@@--@<:S@
Vende-se a laliema 11. 2 da ruadla matriz da
Boa-Vista, com qiiinbciilos c lanos mil reis de fun-
dos, c era muilo bom local por ler frente para duas
mas : os pretendcnles dirijam-se rua do Cahug, lo-
ja n. 3.
Vende-se selim prelo lavrado, de muilo boni
goslo, para vestidos, a 23800 o covado : ua rua do
Crespo, loja da esquina que volla para a cadeia.
Vende-se cera de carnauba ;' no armazem de
Tasso lrmaos.
Vendem-se velas de cera de carnauba pura de
muilo superior qualidade ; na rua da Cadeia do
Recite n. 49, primeiro aojar.
Vendem-se relogios de ooro e prala, mais
baralo deque em qualquer oulra parte :
na praca da Independencia n. 18 e 20.
I CHAMPAGNE
o mellior pie lia nomercijdoe por preco
commodo : na rua do Viga'rio, n. 19, se-
gundo andar, escriptorio de. Machado &
Pinlieiro.
Na rua do tjucimado n. i6, loja de Bezerra &
Moreira, lia para vender um esplemlido sorlimento
de pannos pretos e casemiras de varios presos c qua-
lidades, e lambem corles de colleles de casemira pre-
la bordados, ditos de gorgurao prelo de sedjjiorda-
dos, fazenda muilo moderna, chapeos a car JpVditos
com aba eslreita, dos mrlliores que ha no mercado,
c prometiera vender porxrecusmnitocommodos.
Chapeos pretos francezes
a carij, os melhores e de forma mais elegante que
lem viudo, c oulros de diversas qualidades por me-
nos preco que eii.i oulra parle : na rua da Cadeia do
Recife, n. 17.
Fundicao' Low-Moor. Rua
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a lia-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e luisas de ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de yantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda ,.ejn latas de 10
libras, junto com c\ metbodo d empre-
ga-lo no idiqma por^tuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companbia, na rua
Cruz, n. 4.
H
da
O."
SALSA PARBILIIA.
Vicente Jos de Brilo, nico agente em Pernam-
buco de B. J. D. Sands, chimico americano, faz pu-
blico que tem rhegado a esla praca urna grande por-
cao de frascos de salsa parrilha de Sands, que sao
verdadeiramcnle falsificados, c preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se ilcvcm acautelar os consu-
midores de 13o precioso talismn, de cahir ueste
engao, lomando as funestas consequeheias que
sempre coslomam Irazer os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela mao daquelles, que anlepocm.
s<;us interessesaos males c estragos da humanidade.
Prtenlo pede, para que o publico "se possa livrar
desta fraude c distingue a verdadeira salsa, parrilha
de Sands da falsificada e rccentemcnlc aqui chega-
daj o annuucianle faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente em sua botica, na rna da Conccicao
do Recite n. 61 ; c, alm do receiloorio que acom-
pan|ia cada frasco, tem embaixo da. primeira pagina
seu nome impresso, e se adiar sua firma em ma-
nuscripto sobre o invollorio impresso do mesmo
fracos.
sssssss* ^ssssss
} Vendem-se relogios de ouit>, pa ^
^ ten-te inglez, por commodo pre-' JX
' co: na rua da Cruz n. 20, casa de
^ L. Leconte Ferou & Companbia. @5
NAVALHAS A CONTENTO.
Chegaram ltimamente navalhas
de barba, superiores a todas quan-
tas ate agora se tem fabricado, por
serem de ac tao lino e de tal tem-
pera que a lem de durarem extraor-
dinarianienli!, nao se sentem no
rosto na accao de corlar ; sao feitas
pelo hbil fabricante de cutilcria
que mereceu o premio na exposi-*-
cao de Londres, e nao agradando
pdem' os compradores devolve-las
ate 15 dias depoisda compra, e se
Ibes restituir o importe.
Vende-se cada estojo de duas na-
valhas por 8<00() rs., preco lixo :
no escriptorio de Augusto C. de
Abreu, na rua da Cadeia do Recife
48.
Fiz-sb publico par que ninguem possa al-
legar ignorancia, que o engenho Santa Maria,
n seos pertenece,afra eescravos, o qual divide
5 com o,encenlios Sibir de Scnla Cruz, Ca-
S chocira, Oucluz e Gapi, na comarca do Ca-
bo, acham-se hypoltiecados ao abaixo assig-
nado, a qul hvpolheca tem prazo "fixo, que
finalisarcni 1 lileselembro do correnle anno:
nessa poca importar o debito em 34:30:i3o80
/uesda Costa Soo
9

i, lu
de Soiiza"^rcia, protesta, como 1he
Sitra o ani
"i e D.Quiteria Mara*ln,Jesus. pelo qual
uar com o negocio darr^J da rua
' C, e 2 1), que perlenciam ai
eslando os_bens_ proindiviso,-"
Quem deixara' de fazer um ves-
tido preto.
j Na rua do Q'ucimado n. 46, loja de Bezerra *.",
, & Moreira, vende-se pelo baralissiino preco de J^
S 23600 o covado, a melhor e legitima sarja lies- g
panbola que aqui tem vindo. Franqueiam-se
amostras, e lambem se manda um raixeiro @
Sj) com as peras para quem qnizer comprar, ver. ;:-C
3Se:*:S
Vende-se nma carrosa para cavallo com seus
competentes arreios : a tratar na rua do Pires, sitio
do Sr. Manoel Joaquim Carneiro Leal, junio a caixa
d'agua.
Na na da Madrede Dos n. 36. vande-ae nma
porcao de sola com pequeo loque de avnria ; assim
como se vende ccraainarella ede carnauba, por pc-
eo commodo. y
Guarda nacional.
Fortnalo Correia de Menczes, com loja
de cirgueiro na prac,a da independencia 11.
17, lem para vender boas espadas de niela!
principe com coroo e sem ella, chapos ar-
.niados a moderna, barretinas, dragonas, ban-
das de franjas de ouro e de retro/., lelins bian- ^
eos e prelos, c ludoo mais que he preciso pa-
ra os uniformes dos Srs.ofliciaes; por preco o
a mais cnminndo possivel._______________
Saccas com iariuba.
Vendem-se saccas com familia da terra boa : na
rua da Cadeia do Recife, lias tejas n. 13 e 18,por pre-
co commode.
Vende-se um cavallo de carro, de cabriole!, e de
sella, lio em ludo muilo bom. principalmente de ca-
briole!, tem (odas as excedentes i|ualdades que se pro-
cura em um animal por ser minio manso, ramio no-
vo, muilo maniendo, muilo si ande e bonito. .- sendo
a pessoa contienda il-sa para evperime.nla- iik dias
qiiequizer : ua estribara de Augusto ATclier na
rua da liuia.
Vendem-se na rua Nova loja 11, 2, casacas de
panno prelo............10300(1
Dilasde cores........ KHIKM)
Sobrecasacas depaniio decOres.....123IMH)
Ditas prelo.....123000
Vendem-se 10 escravos, sendo "J de meia idade,
um dellesbom cauoeiro.etidilos mocos com algumas
habilidades : na rua Direilo 11. 3.
Vende-se 1 negfinba de6 aunse I moleque de
8, ambos muilo lindos, 1 negra de 28 anuos que en-
gomina ecozinha bem, 1 dila quilandeira e lavadci-
ra, 1 molecao peca de 20 anuos, de boa conduela. 1
dilo de 22 anuos por 450J00O rs. por estar com prin-
cipio de friahtade, e lodos por preco em conla ; na
rua Direila n. 66.
$$@-$$9
Palitos francezes de brim de linho,
alpaca e panno ino.
Vendem-se palitos frtncezes de brim de li- 4
S. nho e brelanlia a 33 e 43000 rs.. dils de al- I
Vende-se o sobrado de dous anda-
res esotao da rua de Apollo n. 9, bem
como o dito de um andar da rua da Guia
n. 44 : a tratar na rua do Collegio 11.21,
segundo andar.
A 53000 RS. A PECA.
Na loja de (iumanles& licnriques, rua do Crespo
11.5, vendem-se chitas de cores .escuras, com nm rs.
qiieno loque de mofo, pelo barato preco de 53000pe-
(icca, com 38 covados.
Velas de carnauba.
Vendem-se ramullas com superior velas de cera de
carnauba pura, fabricadas no Aracaly, e por commo-
do prcc,o ; na rua da Cruz, armazem de coures c sola
n. lo.
Cera de carnauba.
Vende-se em porcao c a relalho : na rea da Cruz,
armazem de couros esola 11. 15,
Na rua do Vi gario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
sejam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
. Cbarutqs de Havana.
Vendem-se verdadeiros charutos de Havana por
preco muito conimado : na ruada Cruz, armazem
POTASSA E CAL. ,
Vende-se potassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo .por preco mais commodo que em
outra qualquer parte: na rua do Trapi-
che n. 13,'armazem de Bastos lrmaos.
Com toque deavaria.
Madapolo largo a 39200 a peca : na rna do Cres-
po, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Muita attencao.
Cassas de qnadros muilo largas com 12 jardas a
23100 a peca, cortes de ganga amarella de qoadros
muilo lindos a 19500, corles de vestido de eambraia
de cor com 6 1*2 varas, muilo larga, a 2800, ditos
coiiiS 1|2 varas a 33000 rs., cortes do mei casemira
para calca a 33000 rs., e outras moitas fazendas por
preco commodo : na rua do Crespo, loja da esquina
que volla para a Cadeia. 1
PARA AQUARESMA.
Um lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Panno tino prelo a 33000. 3S20J, 43500, 53500 e
63000 rs., dito azul a 2381X1. 33200 e 43000 rs.. dilo
verde a 238OO, 3o600, 43500 e 5O0O rs. o covado,
casemira prela entestada a 58500 > corte, diln fran-
ceza muito lina e clstica a 7&500,$8000c 93000 rs.,
selim preto maco muito superior a '13200, 4JO00 e
53500o covado, merino prelo muilo bom a 33200 o
covado, sarja prela mnilo boa a 2000 rs. o covado,
dita hespanhola a 28600 o covado, veos prelos de fil
de linho. lavrados, muilo grandes, ril prelo lavrado
a 480 a vara, e oulras muilas fazend a de bom goslo;
na ruti do Crespo, loja da esquina jue volla para a
Cadei ,
fazende ros, e aorespei._
Je ferro mov
na rua do Brum passando ,
etrecllvfexercicio, esc ach*^
com apparelhos d,
feila confcccao das 1
Habilitado para emprcliender .quaesquer obras da
sua arle, David William Bovinan, deseja m|s par-
ticularmente chamar a nltcncao publica para as sc-
guinles, por ler dellas grande sorlimento ja' prump-
lo, em deposito na mesma fundirs, as quaes cons-
truidas em sua fabrica podem competir cora as fabri-
cadas em paiz eslrangeiro, tanto em preco como em
qualidade de materias primas, e*ma& de obra, a
saber:.
Machinas de vapor da melhor conslrucon.
Moendas de caima para engenhos de todos os ta-
mauhos, movidas a vapor por agua, ouaniniaes.
Rodas de agua, moinhos de vento eserras.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas,dentadas.
AiruilhOes, bronzes e rhamaceiras.
Cavilhes e parafusos de todos os lmannos.
Taas, parees, crivos e bocas d fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a ma ou por ani-
maos, e prensas para a dita.
Chapas de fogo c foruos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de bronze.'
Bombas para cacimba e de repiixo, movidas 1
mao, por animaos ou ven lo.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensashydraulicas ede parafuso.
Ferragcnspara navios, carrose obras publicas.
Columnas, varandas, grades e porles.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de ma e arados de ferro, etc., ele.
Alm da superioridade das suas obras, ja' geni-
mente reconhecida, David William Bovraau garante
a mais exacta conformidade cornos moldes e dese-
nhos remedidos pelos senhores que se dignarem de
fazer-lhc encormendas. aproveitando a occasiao pa-
ra agradecer aos.seus nu/nerosos amigos e freguezes
a preferencia com que lem sido por elles honrado,
e assegura-llies que nao poupara esforcose diligen-
cias para continuar a merecer a sua contianca.
Na roa da Cruz n. 15, segundo andar, ven
dem-se 170 pares de coturnos de couro de lastre
400 ditos broncos e 50 ditos de bolir.s; tudo por
preco commodo.
Na rua do Trapiche n. 14, primeiro andar
vende-se o seguinte.:pasta de lyrio uorcnliuo, o
melhor artigo que se conhece para impar os denles,
branquece-os < fortificar asgeugivas, deixando bom
goslo na bocea e agradavel cheiro; agua de mel
para os cabellos, liuipa a caspa, e d-llic mgico
iuslre* agua de perolas, este mgico cosmtico para
sarar sardas, rugas, e embellezar o rosto, assim co-
mo a tintura imperial flft Dr. Brown, esla prepara-
rlo faz os cabellos ruivosViu hranros,completamente,
prelos e macios, sem daino dos mesmos, ludo por
pregos commodos.
Vendem-se lonas. brinzaO, brins c meias lo-
nas da Russia : no armazem de N. O. Bieber &
Companbia, na rua da Cruz n. 4.
Tacas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de I). W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua baver um
completo sortimento de taixas, de ferro]
fundido e batido de 3 a 8 palmos de|
bocea, as quaes acham-se venda, por|
preso commodo e com promptidao'
eml>arcam-se ou carregam-se em carn^
sem despeza ao comprador.
Moinhos de vento
'ombombasdcrepuxopara regar borlase baixas
de eapin. na l'iiiulicao de 1). W. Ilowmanriia rna
do Brum ns. 6. 8 clO.
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vjnho do Porlo, em
barrisdei., 5. e 8.: no armazein da rua
do Azeite de Peixe n. 14, ou a -tratar no
escriptorio de Novaes *5l Companbia, na
rua do Trapichen. 54.
Padaria.
Vende-se urna padaria rauiloafreguezada: a tratar
com Tasso & Irmos.
Aos seuhores de engenho.
Cobertores escures de algodao a 800 rs., ditos mui-
lo grandes e encorpados a 19400 : Ha roa du Crespo,
loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vende-se farinha de mandioca mui-
to superior, em saccas, e chegada recente-
mente : no armazem de Machado & Pi-
nlieiro, na rua do Amorim n. 54, ou a
tratar no escriptorio dos mesmos, na rua
do Vigarion. 19, segundo,andar.
COM PEQUEO TOQUE >E AVAR1A.
Algododesacco.esicupiramuitoencorpado a 100,
120, e 140 a jarda: na rua do Crespo loja da esqui-
na que volla para a Cadeja.
onrtn lign-
Maitre-de-
^^Btalinho de
^^B do Recite,
(iiiua < baver vanado sol
cezas de muito bom goslj
sejam vestidos prelos, v^
los, romeiras de fil dilo>
titos, romeiras de dito i
romeiras de fil branco,
zetas de eambraia bord
Ua c de linho. gravalin
para pcito e caber
loe qualidades, roe',
lino preto, casemira'prel
os melhores que ha no ni__
jeclos que s com a viste po|
Vende-se na rua NoL
11. 33, camizinhas de meia
c.idos, jielo iliminulo preco de
las antes que se acabein.
Fazendas de seda e rj
Na loja do sobrado amarellu,ncL_
*{g bis da rua do Queimado 11
^ corles do vestido prelo bordado,
jgjproprio prra vestido, vello.
S para dito, a verdadeira surja de sed
g* nbula, los prelos de seda bordados, ;_
X^fseda ditas, meias pre^^^|
^fperior panno prelo ii
$ lima, casemira preia
^ corles de rllele de velludo i
>ot bordados de retroz, o mais ric
2 de casemira preta bordados, di)
H '< lavrado, eoulras mu
J lo que se vendem por proco
jSi compradores.
SALSA
As numerosas experien
alsa parrilha em todas as eufcri
pela impureza do sangue. e o
(orle pelo Illm. Sr. Dr. Sigaud,
lemia imperial de medicina, pe*.
Antonia Jos l'eivolo em sua el i.
inada casa de saule na Gamboa, j
Saturnino de Oliveira, medie
rios nitros mdicos, permitiera h
allainciile as virtudes elficazes da
SALSA KRRiLH
de
BRISTO
ola.Cada garraa conten dj
do, c a salsa parrilha de Brislol
puramente vegetal sera mercurio,
O deposite desla salsa mm
franceza da rua da
l.eg*ilima sarja hespanhola da melhor quali-
- dado que aqoi lem viudo, dila um pouco mais ^
a bailo, selim prelo para vestidos.rrles de se- f
da prela lavrada para vestidos; fazenda supe- @
rior, vellido prelo, chales e manas de fil de _
seda bordados, romeiras de retroz preto tara- **>
bem bordadas, meias de seda prela de peso, *
lauto para homein como para senhora, e 011-
Iras militas fazendas proprias para > lempo da
qiiarcsma ; na rua do Queimado 11. 46, loj -
de Bezerra & Moreira. O
Afnela da Edwla Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de'Me. Calmon
& Companbia, ucha-sc conslanleinenle bons sorli-
menlos de laisas de ferro coado-e balido, lano ra-
sa como fundas, moendas, inctiras todas de ferro pa-
ra aniniaes. agoa, ele, dilas para a miar em madei-
ra de lodos os tamauhos e modelos os mais modernos,
machina horisontal para va|>or com torca de
4 cavallos, cocos, passadeiras de ferro estnhado
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, oseo vena para navios Ierro da Suecia, e fa-
llas de llaudres': ludo por barato preco.
Na rua da Cadeia dn Recife 11. 00, arma
zem delleini(|ue libson,
icndem-se relogios de miro de sabonele, de patente
inalcz, da melbur qualidade, e fabricados era Cort-
il res, por preco cominodo.
POTASSA BRASILERA. I
Vende-se superior potassa, fa- j
bricada no Rio de Jam jiro, che- |
nada recentemente, recommen- (
da-se aos senhores de e ngenho os
seus bons eleitos ja' e xperimen-
tados: na rua da Cruz 11. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companbia.
Deposito de vinho de cbam- I
pague Chateau-Ay, primeira.<|ua- 1
lidade, de'propriedade do condi 1
de Mareuil, rua da Cruz do Re- t
cifc'n. 20: este vinho, o melhor
de toda a champagn|, vnde-
se a 56s'00Q i*s. cada caixa, acha-
se nicamente em casa de L. Le-
colnte Feron ; Companbia. N. B.
As caixas sao marcadas a fogo
Conde de Mareuil e os rtulos
l das garrafas sao azues.
respeitesamente annunrl
tabelecimenlo em Sanio
cora a maior pcrfei$3o
de macliiiiisnio para o uso'
ciio e manufactura, e que pal
seus numerosos freguezes e rio
aber.lo em um dos grandes ar
la na rua do Brum, atraz do
um
DEPOSITO DE MACH
construidas no dilo seu eslabelecimen!
.Alli acharo os compradores nm ej
ment de moendas de canna, coip 1|*
ramentos {alguns delles novos
experiencia de muilos annoajj^^H
sidade. Machinas de vapot^^^H
la i vas de todo temanbo, tanto baliJ.
carros de mao e ditos para
car. machinas para moer man i
lo, fornos de ferro batido par
ferro da mais approvada conslruccao.
alambiques, crivos c portas para fornj
inlinidade de obras de ferro,
enumerar. No mesmo depe
intelligenle c habilitada par
eoiuniendas. ele, etc., que oa aiu-uuci
do com a capacidade de suas ofloinas el
e pericia de seus ofliciaes, se comprim
evecutar, com a maior presteza, perfej
conformidade rom osmodelosou desen
es quetUie forera fornecidas*
ANINCI MTTEI
Continua a Vender-se a obra de]
do dos Urpliaosinleressante, e
zes. escrives e advogados : na loja'
do Collegio n.!l e 20 do Sr. RicardoTSfT
preco de 303000 rs.
ESCRAVOS FUGIDC
-r Vendem-secoberlorcs de alg ide grandes a 610
rs. e pequeos a 560 rs. : na rua 1 lo Crespo nume-
ro 12.
Vendem-se pregos americanos, em
barris, proprios para bal-ricas de assu-
car, e alvaiade dezinco, superior Vpiali-
dade, por preces commodos: na rua do
Trapiche Novo n. 16.
TAINAS DE FERRO.
' Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Marinha ha' sempre
ide sortimento de Unidlas tanto
Na rua do Vicario il. 19, primeiro andar, tem
i venda a superior llanclla para forro dcsellins, che-
gada recentemente da America.
Vendem-se alhumas vaccas sollciras.e novilhas,
bastante gordas: no sitio da Torreen) Belem, de ma-
nhaa al as8 horas, c a larde das "> olas era diaute.
Vende-se um sobrado de dous andares em
cbflos proprios, no liairfc do Recite, por 3:0008000
rs: quera o pretender, dirija-se rua da Senzala
Nova, taberna n. 7, que ah se. dir aonde be o dilo
sobrado, c quera o vende.
NO ARMAZEM DE C.J.ASTLET
E COMPAA; MA DO TRAPICHE \ 3,
ha parai vender o seguinte :
Oleo de linhaca em atas'-de 5 galocs.
Champagne, marca A. C.
Oleados para mesas.
Tapetes de lita para forro desalas.
Copos e calix de vidix>oidinario.
Formasdcfolba de ferro, pintadas, pai*a
fabrica de assucar.
Ac de Milao sortido.
Carne devacca em sulmoura.
Lonas da Russia.
Lazarinase clavinotes.
Papel de paquete, inglez.
Brim de vela, da Russia.
Cabos.de linho da Russia.
Cemento tle Hamburgo (nov) -
Relogios de ouro, patente inglez.
Craxa inglcza de verniz para arelos
lo iiudunMU

POTASSA.
''para prela e de cores a 8 o 10J006 rs., ditos
ifiardeiro. sem af#5.Pnno lind prelo a lj, 183 e 20$OOO rs.; a
nto dS WflfnyC* '''s,, (lu preco e superioridade da
^^^a, pre!.
1 ,odos. e licen-
^^B>- He-
lenba pralic.
J, qi '
___,nda, iim;eni deiiar de comprar ; na
niNova _deJost.Uiz Pereira &
l'ilhn.
' luvas de seda prela p
lambem m*ia de sed prela
tt
no alerro ^hi Boa-1 tudo de muilo superior qualidade
fie "eRhiles, se dir qwlbpre-'l ultimo navio de Inglaterra : noan
do 11. Wvatt, rua do Trapiche No
-p-p
No anligo deposite da rua da Cadeia do Recife.
ai-inir/eni II. 12. ha para vender milito nova potassa
da Kussia, americana ebrasileira, ora pequeos bar-
ris de 4 arrobas; a boa qualidade e precos mais la-
ralos du que em outra qualquer parle, se ainancam
aos que precisarcm comprar. No mesmo deposite
lambem ha barris com cal de Lisboa em pedra, pro-
limnmente chegados.
Vende-se ;i verdadeira salsa parri-
lha de Sands: na botica franceza, da rua
da Cruz, em frente ao chafariz.
Vendem-se na rua da Cruz n. 15, segando
andar, boas obras de labyrmlho feitas no Aracaly,
conslando de loalhas, enjos, coeicos, rodas de
saia, ele.
FARINHA DE TRIESTE.
Primeira qualidade.
Tasso lrmaos avisara aos seus freguezes, que lera
para vender farinha de Iriso rhegad. ltimamente
de Trieste, sendo a nica nova que daquella proce-
dencia eiisle no mercado.
Vendem-se pianos fortes de superior qualidn
-los pelo melhor aulor hnrohureuez ua
n, 4.
rrcios para um e dous Cavallos,
cidos de-prata ede lalui
Chicles larhpeiies para carro e Cabrolel
Couros de viaao de lustre para coberlas.
Cabecadasparamontara, para scnlnira.
Esporas de ac prateado.
Couro de lustre
de boa qualidade; vende-se por menos do quel
mitra qualquer parle para liquidar cotilas : n.i iual
Cruz i!. 10.
Obras ajjour,
como sejam: .-ulereos e meios dilos, braceletes, hrin'
eos, allinetes, bolOes. aunis, rorreles para relogios,
ele. etc., do mais moderno uoslo : vendem-se na na
da Cruz n. 10, casa de Brunn Praegcr & Companbia
um gra
de fabrica nacional como .strnngejra,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
c.istem qiiindastes. para carregar ca-
noas, ou carros livres de despV.a. Os
precos sao' os mais com/nodos.
Vende-se umgrandesitio nnestrada dos AUlic-
los, quasi dcrronlo da igreja, o qual tem rauitas ar-
vores de frpclas, Ierras de plantaees, baila para
capim. e casa de vivenda, com bastantes commo-
do : quem o pretender dirija-se ao mesino sitioaa
enlender-se cora o Sr. Antonio Manoel de Moraes
Mesquila Vimentel, ou a rua do Crespo n. 13,' no
escriptorio do padre Antonio da Cimba e Fignei-
redo.
Vende-se em casa de S. P. Jonh-
ton & Companbia, na rita da Senzala Nos
,va n. 42.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Chcrv, em barris de quarto.
Sellins para raontaria, de liomem e se-
nhora .
Vaquetas delustre para coberta de carros.
Relogios de uro patente inglez.
Pianos.
0 amadores da msica nrham continuadamente w
enicasa.leBrnni.l'raei-er1J(:..iiipanhin,riia.lat.riiz V mlio IlOleau.
n I uinarande sortimento de pianos fortesg||rtes Brunn Praeger &; Companbia, ruaida cruz i. ni,
piano,dc ilillerenlcs raodellos, boa lon-lrn.-c^fcel- WWI uliuamenle M. Julien e M. mar".i
las vozes, qne venitem por mdicos preeos*, m/pro- \ caixas de una du/.ia, que se recoinmendam
mo luda a qualidade de instrumentes pura msica. tifas qualiitedes.
i
No dia 26 do correnle fevereiro,.
do abaixo assignado o escravo,
com 17 para 18 annosdeidade
o ps grandes, as pernas lorias I
chamara ipiehraniangue, por
qnenos, rosto redondo, cabellos j
orelbas pequenas, nariz regular
resacado para cima : quem o pej
perial, que ser pago de sen IrS
abaixo assignado roga a quem | _
faca prender.Antonio da i
Do sitio das Roseiras do ma]
de Mnura, ilesappareccn no dia j
fevereiro do correnle anno, o sen i
la-feira, mo ofllcial de sapaleiro,.|
guiulcs : estatura mediana,
chalo c grosso na pona, muilo brut^
de cara, e principia a barbar, tem
calosas deapertara linba do ol
discpulo rio mestre Vicente ; qued) al
soiibor, dirija-sc ao ditoa^^^J
pensado.
No dia 26 de fevereiro
2 horas da noile, evadio-se
anuos de idade, cora os signi
beca, cabellos crespos, rosto redondo,
ri meia erande, beic,os roios a grosi
e linos, pestaas comnridai. nariz ai
du c rom siunaes de bexigas, pu
que foi raptada pelo nula
cravo do Sr. do encenha d
risco de Paula MarintH
signaesseguinlesicab
testa, e lem a perna |
gado iu perna, e quarid
dedos do p, e bola um |
e be da cintera par ci
pruvenieules de muilas facadla
urna oulra cicatriz no carb
lo esquerdo ao direilo tem tan
pimlial : assim roga-se as lutorlilailcs policiaes e aos
eapiues de campo, que facam piclider a muala eaa
dilo mulato, c recollie-los a cadeia, porque o annuii-
cianlc lem do proceder contra o dilo mualo, desen-
aabecador de sua escravarfr
Est fgidoitesieo **t-\
Manoel, rrioulo, de idade
corpo, com marcas de be%
denles na parle superior ; d J
Cabo : roga-se a quem o pe
dirija-se rua do Brum n. *"
larne- I"1, seri' rcmpensado.
ossso do
I'do
'ra o
vnaos de te-
MOENDAS SUPERIORES.
Xa fii'ndicaode C. Starr \ Companhiaj
em Santo Amaro, acba-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
modello e construccao muito superiores.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro acha-se para vender
lO.s'OO rs. de _
A qnem apprehender o pardo Mar
pouco mais ou menos 40 anuos; algum J
estatura recular, bstenle barba, com i
ridas nas pernas. He natural le Per
leude lignina rousa d fabricar
ri alfaiale. Esto escravo foi de Ji
Cruz, e hoje lie de Joaquim I.hiz
rarior no lugat denominado Balii
da cidade de <3bo Fri. No caso
oppreliendido para, o lado mu
visto no lugar chamado llabapnaro
. de Campos, sera remellido |
IregaraoSr. Bernardo A Ivs
S. Pedro n. i I), o qual e
e pagar toda e qualquer
espeiio, ou a sen
,sV
liraio,ni*u-da(-rul,'':!'
_ licsaSlUeceii. indo
dos de ferro de superior qualidade.
boleiro, no|
me Aiu
de denles, pe
um pouco eres
mas dos ps vir.
em urna ou ambas'
do que lem pela
chita e panno da
ara- e por isso pode ser pei
eslilr imitada por ais

gola
em
mr suas
com toda torca da lei:
certa della, recel
nbor, no sen silio na es
dalciia. primeira casa
Parta, iT?. 4a *. F. a


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