Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:01830


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Full Text
ANNO DE 1836. QUINTA FFaJRA
das da semana.
27 Segunda 8. Ladislao Aud do Jiie*.. do Cr. de
ni. e de u se- ,,a 'l'beatfttrwia Publica e
Cierne, de t a
' SS i'erCaS. Lcao 2. P. jcj. Kel.de ni. aud. do W
,1 O. de I. L. cii a, 51 m. da m.
29 Quirta jj{c S- Pedro e S. Paulo Ap.
30 Quinta S> Mure ti B. He!, dem. aud. do J. do
C. de m. e C'.mc de t. .;
1 *xta .l d' Juilio S. Tlicodoroses. da rli. P. aud.
mJ.deO-'det. ..,,,
SSaba.io >. Visitacaode \. !?. Rel.de m. c aud.
do V. (i. de i etn < Hind.
3 Domingo S. Jacinto-
Tr.do agora depende e nos mennos da nossa prn
Henea. uiO'tVracA, e ener;r1%'Continuemos coma
prrnciSiauos, e .rtemnt Honrados ct>m admira-
dlo enire a .Va^oes oais culta*,.
Proclameca Ha Jttr.mbltn Qtrnl do Krniil
Saliserpre-xe a lOOOrs. mensae papo adiantado.
trata Tipografa, na das Crnzes I). 3, e n Pra-
corfaapondeniai lejraliaada*. e biihuiu .<>- inst-rsjB
do e eie griiii sendo dos propring assi^nantel.
e rindo asnifiradot.
L
O-idre- 17 D. et. poi 1 ctd.oup.ata a 50
por cento d'_- premio.
LUboa 55 por n|o preneo. por muta), N'om.
Franca S60 -55 Kv. por tranco
Hio oe Jan. 6 p. c dr prem.
Moertas de 6..4O0 l3..S"0 13,.4'l0
4..000 T,.OMa7S0Oi
Peaoa I,.4-40
Premio da pra'.a 50 p. o
., da* retiras, por me* 1 6?poro|0
Cobre 15 por cento de descont
ioa nos CORKKIOS.
o( das ao meio ds.
ndra. Parailia, Villa do Conde, Ma
m ii'^unyati /P Hr, lienl de S. Joio. lirejo d'Area
l'a.nl^j fVSnilia!. Nora de Sotiiea, Cidade dajrN'atal*
Vi1 i d/i'iiaiini.li. t Nora na Prineeza, Cidad *
da .'"ortanrza. Villas do Aquir. Monte mor or e
A''.' Caacavel. Canind. Granja, Impera!*!**
. Bernardo, S: Joao do Principe, Sobrar, No***;
glBt-.v. Ico. S. M.'lirns. Hescdo^o aanjrue. d
jAtvnio !.. Jarri'ai, Quexerainobim. Parnahi ^
Sepunilu- e Sexta (eir ao meio Paraiba.' Santo Aatao- Todas as (('illi'ati Ceias da
meio da. (iriiii|fcjs. eHonilonon disn 10 e ao
tic ida me* no meio d:a Plore* -no da 13 '.4
cni'a oick ao meio dia- Cabo. IScrinhaein. Hio Pode
mono, e Porto Cairono dina 1, I I-e !1 de cad*--
mee.
V
PARTE OFFICIAL.

PERNABMUCO.
le provimcial
i856N>a6.
Francisco de Paula Cavalcante de Altu-
qumque, P.esidente da Provincia de Per-
nambuco: Fac<> saber a lodos oh seo#s Habi-
tantes, qo s>einblJ Legislativa Pro-
vincial Ueoreiou e eu sanecionei a Le se-
guintw. .
Ait. i. Cria*- se-h urna, CorMoria.
c Th un, Contador* una Ttaeoureiro das Ren-
da ProviticUf, tim Fifi do Thsrourei-
io, df'ua primeiros, dous e^unlos, edo-
u< tercciios Esciipluratiy, di.ns Aosanu
tules, e utu Coutiouo, que strvira de Por-
leifo.
Ari. 2. Compete ao Contador aopti I
biiige-., qoe pela Lei deqmtro Wu-
(.tbi-ode mil oito centos e ti iota e tiro, fo-
ro dulas so Contador da Thezouraria
Cera" noque I be f ap^licaveJ, alem
di.ito tr a de dar oti despachos necessari-
o"s para setem feitos os pagamentos de
taf.f., qne nao xigirein previos exin,
e informaoe. Vencer tim Cont edu-
setitos mil n* de ordenado.
Art. 3 OTheioureiro ser o Goardi
dos Cofres da ThttooftM i. Pmvincial, pe-
los qtiae^ aera reiponwvel, lecelie-. gu>r-
dar, edestr.b 'i;p toda as rendan Piov.i-
r a '* na f; rm-i du c'tad lUncrtdone, e reocer o ordttudo de
oilO' entos mii reis.
Art. 4- O E'el do Tliezoiireiro ajuda-
r ao Tueioureiro no desempcnb > das -
as funcfea, e u a* suis yetes' nos im-
nediiiu litis. Sera ia escolba do mesmo
Tbezi uitiro, a 'quena sera nspotnavel.
Vencer o ordenado de quiuhenlos mil
res.
Art. 5. O' priffli'irii! E rao t'e o dmelo cada um (ntocentoffcnl
rei-j os s--'.undos, aeis cotilos e utfMti-
ta mil rtis; os lorceiros, quinhenlt mil
res; 09 AiHatiuerises quatrocebtoa joil re-
i.; eoContinao qnaho ceios ivil IW,
Servico detes Empregados sia mar-
cado em as in-.li'uoces, que a esta Re-
patiic'i luretn jiadaa pelo Presidente do
*P i o indi.
Ai. 6. Olnspeclor, e o Procurador
Fiscal ddThexoava a Geral *etfo tanhe^p
Inspector, e Procurador Fiscal da.rrte-
zouriiia Provincia!, c tiesta cxsrccr.io os
meiinos deveris, e attribuicSw, que n'a-
q-iella; salva a exc"epro do Art. segundo
4t L^i.
NTRADO
Art. 7. O Presidente da Provincia fai
as noaicac;5 esta Lei.
Art. 8. "E-ita Lei ter o seu f ff*ito do
piimeiro deJulbo de 836 em diante.
Art. 9. Fica sem efeito a Le Provin-
cial deseis de Jutibo d-nvl >U reo t'se
tiinta ecinco, que creou a Meza das Ran-
das Provinciaes.
Art. Art. 10. Ficio revocadas nesla
Provincia lod^s as disposices em contra-
rio.
Mando por tanto a todasasAuctoiidades
a quem o couhciniento,'Tciecucao da re-
feridh Lei perteucer, que a eJnit>ra>,
e ft-cio cumpiir lio ni' jtamente, c<*mo
nella se contera). 0 Secretario deila Pr.-
vincia a faca in-pri'nir pub'icar, e correr,
Cidade do Recife da Pernambuco aos dz
de Jnnho de mil oito c%ntos etiintae
sfi--. De imo quinto da Independencia c do
Imperio.
Franriaco de Paula Cavalcanti de Albu-
querque. .
L. S.
Carta de Lei pela qual V. Ex. akwlt
esputar o Decreto da AssembkU le^'.sla-
tiva Provincial que hutiv- por f/> soneci-
onar, sobre a creadlo de otnayrneitiiH"-
rriia Provincial, n turmacmt a declara-
da. /
Para y/Ex. Ver.
Francisco Xavit/e Silva a fe>.
Rrgi-Urta *M IvyfoL i.de I, \< Pie
vin. iae-. SertRfjpf da'Prri' inca dt Pci-
nambiico 12 de Jfnho de l83G.
incisco Xavier e Silva*,
Foi sHIai/, a publicada ea I "i ii Se-
cretaria di Provincia d< Peina;iibico em
i2,u Tui.hodei836.

Vrente Tbomaz Pies de Figuciedo
amargo.
guarnecido commandado, bajrendo-me
eu ja entendido com o Exm. Prendt-ote
respectivo a este respuitb do qu V. 6. es-
t informado. Quanio i>orean sua rSj-
vida a respail da euttoridade do Coin-
rnandante d'uquelle Ponto:.com a do Pre-
feito, todaahaimonia, abo iulellieencia
ser mantida entre ambo* HffVnSo limitn-
do-secada utn o circlo de seusdevere
nao orurpar o que a/in'ros rou.pe'e, prea-
tandci-se muluaioaave o servico Publico,
eaatifdzen-lo o conmmid. nt- todas as
requesiroins q^ be fi/e.-o Piet'ito.
Deo< Guardia V. J. Palacio doGo-
Vemo *- ttan.b tc<- 3 de Jiiuho de
1836. Fintisro de Paula Ca*lnti de
*.lb;ir|'ippr]rje. Sur. Jote ra Costa ftebel-
i. Regy^ontro, Commandanie das Ar
mas.
GOVERNO DA VROVijfCl*.
Cont. do Expediente do dia 23.
Respondcndo o nLpio que V. S. hoje
m-' lerajlia participando a nom.acad do
Capita J'>ze Joaijuira da Silv^ S. Ti*g
para comruandar Mjfilarm- nle os Ponto
d'Agoa Pela, e Jacuipe cumpre diner-lhe
ni>> ,:pp!(>vn o nomeacao no qu* !
(Jorommdo de Aj^oa Pr^ti, en.6 deJacui*
pe, Arraial que pertence a Provin. ia das
A'agois, e que de ver aer por gente saa
Offiro 5 Ao Inspector da TIioequ-
a, dizenlo-lhe, que tt'ndo o' Paquete
..-47..-de.-eguir para o Para no dja i5
Jo p. f. Jn.lbo, he precizo que o mis-oo
Inspectoraeentanda como Cnmaiandan-
te a r.spito da carga, e Jeos volututs que
pe F'zenda Pu^lrea tem de ser remetti*
ta pa^ aquella Provinci*, eonvind' que
ttfdo se|.t imbarrado cora niecip>c6, re-
ra*tleiido-se 9fi Gover.no da Provincia umi
le'ac.o" de todos es objectos que se embar-
ca iam.
Ao Prafeito d* Villa do Naaareth,
authorisandoMi pata mandor faer s ta~
li'b-j, co'rrtt, e ttxidud de qoe
oree / a Cadeia 'aquella Villa, trtmo re-
I ,.-| para coiTimii ;;>(/ ', r-andatidc recabar da Thef. ir*-
iia .imp.rte daali d> .-peze, rievendo a fn-
Itia iv:o,
ai n' lio crderAlar .- p-.gamento : di-
?-d- Ihe que as tldvirlaa ptop,sl* por
el1, e sen antecclior j f>ra*n rol*irL*i;
. imw se Ibe particip"0 ; a em fim cois-
tuniaodo-lhe qne a Cmara i es pac i va s*
o 1 i.ifini p-*r* cii tar m< obra da ('a-taja^
iimo-indo qoa tile tome 'esla <*i>i'ff>
aciiv> nterease.
Ao Inspector da Thasouraria, di-
endo-lbeqoearastate*d s MadVcamen-
t'oique exiatiam no Aomiptrnonto de Agn
Pieti foim vendidos a Bento Da Vtar-
Roa pela quantiide 100.^*000 ra. d qm-
s"-.i: letra sobre Jote Pejiro Velloro d+
S:' tira, qoa compre !'..'r obr.ir no tem-
po no ven. uuento, recolhando-sc odinhei-
ro no Tbe/ouio.
Ao mesmo, Iransmellindo-liie aaor-
letis > l'iibunal do Tbezouio de n. 47 a
n. 54.
Porteril : Ao Inspector Geral das O-
bras Publicas, para por em arrenr'lac'5 *
obra acsiradd do wangojiiho e Aflictos
eai conformidade co or^ameato qoe apre-
zentou dando o Gorerno a- preoiza padr
de Fernando, e que quando nao* bajara
lansdoresseja feila por Adrninistraca5,
uVata caco concluida estabelecer-se-b a
t'xa.que propos o mesmo Inspector, co-
brada por Exactores.
Ao I. Tenente J^aquim Joze d
Aguinr, encarregado do Commando da
Sumaca Laurentina em Aommissa5 liba
de Fernando para fazer se de velia no dia
a4do corrente, nao demoiando-se na I-
Ina* niais teinno do que o odespensavel
pira a descarga, a carregameutoda pedra
que para aqu deveconduzir.
- --^
Dia 37.
Oflloio ; Ao Commandanle Superior da
G. N. dizendo-lhe que n'ft Municipio
do ilecitV haj um EsquadruS de caY^lla-
riaieG. N. o msmo (.'ominan lanie" Su-
perior o orpanise rfu rilo rites, tirando na
mtelligancia de que Florencio Joze Car-
iieiroMJn"**bo est n- meado Vfajor Com-
mand.iritBtiffo iuesra-O Esqnadra.
Ao Comniandante das Armas, di-
zendo-lhe q -e par,aja|umprinK .1 1 dos des-
ea, hos do C''nse!hajPlipieino MiiiUr ex-
redo nos requerimenlos de Caetano da
C-sla Moreira, Fcocisco de Paula Salles,
Francisco JLaze do Rr^, Manoel Joaquim
ra ("o-a, e Fe is Fia-.. mo Giumond .nie dks r\rnaaa iuformo
sobre a pre'enva do-- ^ ip< ro < -.
.... Ao Insii.-cior ,':, !he I) f,.f.eni'o- e iti Jes.^a\ e| o pi o-
r-f iim oto dat deligencias do es lo pn-a
1 ga|tdadi ''Os Conti C t>s. vet-das do
p.op o. 'i 'ioTi^cs, nad t- m lug^r o meio,
quif o Pro 'calor l'.-<-l j-opo<-m para
ger rendidji paitic ilacmeotj a galera S
Jo&5 Baptita.
Ao Inspector Ceral das Obras Pu-
blicas, rcm-tt'-i.d -he o'.o smenlo da des-*
peza que ie deve fazer coro o comerlo da
lesp za nue se deve fazer cd* o concert
da fzi'Wia, e dc-pensa da Cadeia.
Ao Crurn.andante das Amias, para
ordeniuar ao (o nirand nile do des'aca-
mento do Ponto d' ^g>a Pelo, que, exe-
gindo de Joze Pedro Carne o da Cun.ba
ex Agente d< Coneion'aquel e Ponto um
caiX'6 em que existem dtierenies cartas,
le utemiz |ieitements a aquella extincta
Vgeticiao faca remettr per mar eta Ca-
pital e entregi^ao Administrador do Co*-
reio Geral B. ut.o Antouio de Seipa Btan-
da.
Ao Administrador do Correio Ge-
ral, cooiui'.ni'cand'* llie o contbeudo do
prccedenle pfli'iio, feto a reqicsica sua.
p Ao CorumanJa;tfc Soporior da G.
N. do Municipio de G liana, communi-
?;h1j !he que foram approvadas as pro-
p'.fttis que remetteu ao Governo dos O*-
MUTILADO
1
, r-


s
DIARIO PE P E B N A M B U C O.
kjsm
^fichies para o Batalba da Villa -Je Goians,
i^>Qo.ariel Medre para a 1.' L-git, e do
SViersroGvral, advertindo que as pro-
nioViil >devem solicitar os seus Ttulos na
Secr\Uua do Governo.
Portala-, Ao Inspector Geral das Obras
Pub!icas,\)'T mandar proceder -o ron-
certoa indefensa veis em um dos Quartes
do Arsenal detMarihba, que se aclna deso-
cupado, parastrvird h.ibilac- ao loge-
nheiro enc**rreg\do daabeilura das Fon-
tesArtezUnas.
Ao InspectorSdo Arsenal da Mariaba
para entregar ReVrlic' das Obras as
chaves da caza deque arada a pieceiident
Portara. ._* \

Para se passar os seguinras Ttulos pela
Secretaria do Governo. x\aW :
A' Antonio Carlos de PinnSiWges Ca-
pitado 3.* Batalba do Mun-Mo do Re-
cife para Major'do I.* ButalhaO.
A' Francisco de H-Ilaml CVndcanti
d'Albuquerque paia Major do Poco il* P a
nella.
A' Florencio Jote Carneiro Montlo
para fcl*jor Comm-ndante do E-quadr'
deCavallaria do Moni, ipio do Renfe,
A' J aquim Cavalc-riti*!!' \!bu..)< r CapiUda extmcta a.* Linha, para Te-
en te Goronei CumnMiida'tile do Dala.bao
da G. V de Jguaiass.
DIVERSAS REPARTlCOEiSS.
, MK7.A DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N* 120.
CORBlO.
O Pataxo Pernarobucano recebe a*rria-
1* paran Rio de Janeiro no dia a de Ja-
lho fucturo.
ARCENAL DEMARlVlU.
Pelo Arsenal de Marinha se avisa to-
das as pes>oas-que com o mesmo Arsenal
tem coritas, que querVio comparecer at
o fim do correte mei ctm os seus respec-
tivos documentos, afim de sjr"?rn pagos.
Areual de Marinha 27 de JunflB de 1836.
Antonio Pedro de Caivalho.
IusMptor do Arsenal.
CBRAS PUBLICAS.
Nos das 13, 15, e 18 do prximo fu-
turo Julho ter logar a arremataca do
concert 4% estiada do Manguinho. Os li-
citantes idrij 5 se Repartic& das Obras
Publicas nos ditos dias do meio dia *t as
2 horas da tarde, habilitados coi fiodores
idneos.
Inspecca daa Obras Publicas a5 de
Junhode i856.
Maraes Ancora.
DIARIO eePF.RN AMBUCO.
]2EB>
Reflexes Fal'a do Ex o. Rigente do
Impeiio na Abertuia da aclual Ses-
fo d'Asscmblea G^ial Legiflati-

va.
Quem d o devldo apreco ao termo
C'tholeciimonao pode desconhtci-r, que
* Uuidade- he osen piincjpal, e esseucia*
Jissimo carcter, seni o qual deixaria a
Religib' d,e J. C. de ser oque sempre foi
isto henica, Santa, Catholica, e Apos-
tlica. Se he da sua essem ia, que se ja u-
nica, de nectusidade deve hav.r um cenlio
desta unidade: e qual e.-te cantro, se nao
o S'ic-essor de Pedro, em quem seco*
nheee todo o Cafholeciajno o Piimadona
s de Honra, como de Juiisdicio?
Pi-, pois consi leraiemos e-da quesla
primero, pelo lado Tiieolog V>, e lti-
mamente pelo poljtico. Transcrtvauos
porem as proprias palav!-.- Ja Falla do
Throno. INio pns*o coro ludo occnllar-
vos que StuS^niidade, depois dedousan-
nos de esplicacts reciproca*, resol veo
nao aceitar a A;:presentadlo Imperial do
Pispo Eltito debta Oiocaae.
O Governo tem do seu lado a lei e a jos-
tica ; mas Sua Smlidadc obedece a sua
conciencia. Depois desta deeisSo juignu*
se cGnveino desonerado de ter cond^s-
reiid^ncias rom a Santa S, s:m com todo
faltar jamis ao respeito e obediencia de-
vida ao CMefe da I; reja Universal.
Em vossas ir.Sos est livrar oCatho'ieo
Braiileiro da difliculdude e militas vezes
imposibilidad^ de mendigar to Ion ge", re-
cursos que Ihe nao devem ser negados den-
tro do Imperjo.
He tao santa a nOBfa Religio, to bem
calculado o systema do Governo Ecclesi
astieo, q>'o sendo compatv:l com toda a
ca-!a d: -Governo Civil, pode sua discipli-
na ser modificada pe'o riteresse do Esta-
do, sem jumis compromeller o esseuai-
al da mesrua Relig'So.N
Ue bem sabida a liMoria, que se re-
fere pste topyeo da Falla do Throno: S.
Santidade eolsudim nao tem querido dar
as Bolla de Cun6rrcac"o ao Bispo eleito do
Rio de Janeiro: os motivos, qie para is.
(o tem oSumsoo Padre nem o sbenos,
r>em nos importa discutir; o que nos iro-
po\U od'gar he, se ao Chefe visivel da
Igreia ao Su'PS'Or de Pedro, so Vigario
de J O.- Pedra angular da Igreja Mi-
litante compete eoa yirtode do seu inque-
tionavel Vrmado de honra, e jurisdiccio
o direilo np cormar, ou reprovar a e-
leico dosB\$pos de todo o Oibe Citho-
]i,o.
Para nos convencermos deste direito
inherante^aoJ*,^, basta que recorramos
fis Livros Sagrados do Novo Te-tamen-
to, tmdicfo enn-vante, e aos Faltos da.
Igr ja. Todo o Catbdlico reconbece, qare
em oCap. 16, v. i?, 18, ei9deS. Ma-
theos he que est clara, e expressa a in^-
tiluicao do Episcopado. E o que vemos
ahi? Como quer que P*i*-o acabasse de
confessar a Divindadw -de J. ^., este para
recompensar a sua fe, Ihe dee\ra, qneel-
le ser o fundador da au.i Ig<)> fjeatus
es, Simn Bar-Jona, qnia cara et sn-
guis non revelavit tihi sed P.'te meus,
qni in rccs eJ: et wjo deis lun, quia
tu es Petrr*, et super banc petram ardi-
ficabo Ecclessiam meam.... Et tibia-
b-> clavesregni coelorum : et quodeum.
qae 1'gavei is sop.-r lerram erit ligatum
n etinroils; el quodeumque solveiis so-
per teiram eit solutuui et ia coe-lis.
Ditoso e-t, Simio, filho de Joa; poique
a car ti- eosangu-? nao te revelaia e.-tas
cousas; porem sim iihu Pai, que est nos
Ceos; e en le digo, que l-u s Pedro, e
sobre esta pedia fundarei a minba Igreja...
e Eu tedarei as chaves do R ino dos Ce-
os. e ludo que ligares na '-'.ira, ser li-
jado nos Ceos, e todo, que" desligues na
trra, ser de-ligado nos Ceos.
Rrub'.la se h'tn na loica singular destas
palavras-- et tibidio --en te digo t, a
tO be quedou as chaves d-> r ino dos
Ceos. Ninguem ignora, que as chaves na
F*ci ptnra to o syailiolo d* soberana
donde se segu, quoTOa Pudro he, qoe
J. C. comeiteo todo o seu poder, sen ex-
cepeo nem limites; elle o eslabeleo su lugar para li^ar, e desg^r, suhstitu
ihiIo-o pira assim o dizer, tm lo Jos os
lAeus direitos; e aquelle que di.sea, que
Todo' o poder Ihe i'-.ra dndo ilus Ceo, e
na trra, confia a-: Piincipe dos Ano <
los e-se poier infinito, que at o tim dos
lempos dev-f constituir a f'rQ4 e ser a
sal vacio da Igreja. Diqui lien exaii.i-
mente sero'iclue, que toda a juialcc6
Eeolesiasti'-a he huma U'tecipaCaS Jas
chave-, que s a Pedro FuFS dadas, pe-
la que he elle a nica ionte dessa jun.d.c
cao, to hs; queda plenilude do seu po-
der dimana toda a iioctoiida ie espiritual,
como no-Io en-inao Tertuliano, Santo O-
ptaio, S. Cypiian-, Santo Ago-tinlio, S.
Greguiode Nissa, e innumeraveis Padres,
Theol-'gos, e Concibo-.
S. Jofo C'nisostomo, c-se Padre to
sab o, tao eloqumte, e lio r hodoxo,
declara expresamente, que Pedro tinba
lodo o direilo deescolher hum'SuCcesso
ao discpulo traidor (Jadas) dueilo funda-
do n'primazia, daqaal o meaujo Pedrc,
eos piimeiros Sucessoresde Pedro usara
ao depi'is, ou quando f' ndaifo I^rejas
por todo o Occidente, e eslabelecerao an-
tes da !o;lo o Concilio Bispo<<. a quemad
signfro boina poicad do rebanlio, que
devuo governar, ou quando desiqnar.t
para terminada,* regies huma S, cojo
Bi/po devia preiidir aosonlros poraucto-
ridade Apostlica.
Avi>ta pois de tantas provas, e tesle-
munh'.ifr, que nutra CbUsa se pode con-
cluir, se nao que a Santa S be afonte de
toda-a )uii;di'c5o Eclesistica? E em ver-
dade se i- S. Pedro reojpo a* Chives pa-
ra ascoimniunicar aesoutros Pastorea, de
quem as-receber estes, > q|0 a^ tpiise-
rcm rcebec de Pedro? Recebe-las o da
Igrej i universal ? Mas esta, cm qu-mto se
II.e alfiboa urj-idiccn, p he oulra rou-
sa, se nao o rorpo dos Pastores. St*
estes, quese da5 as Chaves a si meamos?
Se assim he, seg-se, que ells tem-.s,
e ns.8 a- tem ao ramo lempo : por que a
qoi st*5 lieaber'-sede qoem as a5,d c.ber. Po le dar se maior dbntrdclro ?
Nolr-se bem este encadesmento. S Pe-
dro recebe as chaves, nao pira entregar a
suaplenj e inteira dispnsQa5* mas para
comreunicaro seo uzo aosoutros Pastores.
go osontros Pa-lores esta prjvados das
nnves al que ashaja r.'ochido de Pedro.
Mas dizem a'guns, q.ie a Igreja dar as
chaves aos Hispo. E quem (pergonta-
mos n ) as dar ame ma Igiej ? O^ S'n-
tos Padi es no-Io ensina: ir j. C. .lenas
chaves a Pedro, e por elle Igreja. Lo-
go nada adian'a o que rerorrein I^e-
ja, a na5 pre-upporem o condenso de Pe-
dro. Ponliatnns porer de parle todas
estas inde:trKctivas raznens, ,e pergunte-
mossomente: que Igreja be essa do'ada
de jurisdiccad, de qm-ro 5 de os Pasto-
res* receber as chaves ? Na5 ha que varil-
lar : sao os otesmos Pastores, demaneira
que veni a susteniar-se simultneamente
estas duas proposiges Os Pastores
nao tem as chaves- e os Pastores dar-se-
a a si mesmo8 as chaves : alo be ; pe-se
a plenitude da pirisdrQa5, onde se tem i
siipposto a ausencia de loda a jurisdicca,
pp. r ns serec oihecerem os direitos da
Sania S ultraj5-se os diieitos do hora
sean*
Mas be preciso b>mbrar, que quero es-
labelece humuJpo pn'ncipio nalne poem
limites a sen bel -prazei. O ecro ha se-
iiielhanle a e-sas plantas paras}'!*, que
va-se alando se-'ry vt. ehgarem anru-
me d'arvore, a qoil^ptialQ e s>Jfoca em
seus ^bracos moi taes. Ex temiendo hum
pMico e-se sy-tema absurdo, que temos
r*>ibalido, qu-m embarga, per ., que
os ladres julgoem. que Uro bem lhs be
permitido instituir otros l'sdres, e con-
fenrnVs podere> ? Poc nos s>.r os Pa-
dres mav cstriclamenle obri^ados a rece
beb's dos ti.sp's, (loqueos Hispas do Pa-
a ? Sera XMihordmaca menos ordena-
suris. <*> qunr a oulroa? Ou a rasa5
por jju^ y vendo a Esc.riptura, e a
Tra.-Jiccao deciodo claramente, ijue os
Pa.'r-s devem rech-^r cW<"ii Cliefe a mis-
a, ficou em nc< r^.^yg quem divem
rereber os Bjsp'-s ? cerUmente bem
e.-paiil6*so que D- os kubessa esUfbelecer
con clareza o principia fundamental do
Governo da sua Ijr ja /Jfl,s quera ouza-
da a
ser
ria proferir tal blasfemiT? Que
taria tal absurdo contia a joutiina d-s
Santos Padres, da Tradiph, e-contra os
meSTio principios Ho bom reaioiem de
qualquer aooifoad.e ? Logo a no haver no-
va revelacaft, ilovo Evangelho, novo C.-
Miolecisrco, que estaheiec.o octru ordem
divtraa da que eMal>eleceo J. C. devrhos
lecnheccr, que todo o Ib po nao ui.-t lui-
do pelo Papa, ou por sen consentimeoto,
n- tem mut>&, n tem auctoridade, e
ronceguinteneute ndo pertence a Igreja
Catholica*
l nao lie isto o que pretente a Falla do
Governo ? No reoommenda elle Assem-
blea, que rompa com S R.mna, e se
s-pare da obediencia do Succes.cr de S.
P. clro, do Vigano deChiislo, e Clufe su-
prtuioda Igreja ? Oucaroos ainda o i>rande
t-i.-suet no seu Sernuo .-obio a unidi-de
da Jg'eja. Pedio (niz elle) parece o pr-
meiro em ted's os modos: primeiro
em confessar a lj primeiro na obriga*
c5 doexercer o aioor, primeiio de i>>-#
dos os Aposlolo, que vio o saJvad.r | t recieta Jos nca Astscjubla a rtspeito O
Resusciindo, assim como iVa a piiinei-
ia testemunba sua perante o tuv0: ]
prim o ti.* dos A poslulos, piimeiro quecon-
firmouaf por hum miUcre, drimei-
ro em convetter oViudcus, primeiro em
< c nverter os gemios, primeiro em tu.
do O p-id'r dado a muios tem a soa
re-triccao na sua parlilha, em vez de
que o poder dudo hum s, e sobre t0.
dos, e sem excepced importa a pleni-
tude. J. C. comega pel. primeir.-. ,.
'ne ie. pn'mriro dtsenv.dve todo, ;tn
d-que sai) amos, que a auctoaid'\'e Ec-
cbtoiaatica, grimeiramentjl e-taheleeidj
na peasoa de b in s. n- li espalhada,
so nao S' b cndic-i5 dr ser sempr.e leva-
da ao principio da sita unidade, e que
todos aqjuelles, que tire re m de a exer-
cer -levem estar inseparavelmente un-
dos mesma ,?------ ps a rav poc
que/is oss08 pie i.cs-ores (os Bispos
<( de Meaux) iliaiaS -ue cbraao em no-
tmedeS. Pedro, pela aucl iida !e dada
todos n.s Bi.poi na rs=o- d S. Pedro
o 'como Vigarios de-S. Pedro.
Finalmente he niaxma ,-.r,t.1da por
lodosos rbeologosj que os Rispos s Su-
cessores dos A pistolas no Episcopado, e
nao no Apollado, o qu.d foi huma n-
-s e-pecia!, poder extraordinario, que
encerrava o direito de fundar Igrejas. e
instituir Bi.-poi. Mas se este p-der (diz
osibio Cardeal Gcrdil) devia acabar com
os Apostelse se s era ordinario em S.
Pedro, segue-se neces-ariamente, queso
aos Sucessos de S. Pedro pertence e.-sa
suprema auctoi idade, que consiste em po
derexercer poi todo o mundo o Minate*
rio Apo.stolioo, nao s aun uncan do E-
vangelho, cadromi.-lrarjdo os Sacra met*
'os, cmo ta bem iostiluindo as Igiejas,
cieando Bispos, e extandettdo por loda a
parte asna paternal solicitud*!.
Em nada. pois iollirna esta doutrina
orthodoxa, esegura os tiemplo- aponta-
dos por algn* Theologos latiludiu. rjos, e
peloenudt i Antonio l'veira na s^a ten-
tativa Theolegi' a (obia feita, como de en-
comen i., para agradar ao Sulla,nismo do
Marqiui d- Pomb!)'-Xeniplos de Pijpos
instituidos peLs ApostOI'is ; por qiianio cs
s s tnba p traordinai ia, finda a qul e st jutisJicca5
neressariami nte devia devolver para
Sania S Apostlica, qual ta smenle
outoigouj. Cwpjfs chavea, i-tobe; o po-
der ordnario d goveriuu a sua Igreja.
B^m [olramos accr. etr para reta
proplKlo innuiuep-s fados, inundas au*
ctoridades, mas seiia mi-ter para isto c
lar t'da a historia E :, Ks.a t;ca, mui'os e
repetido-Concilios, ea pequenez de ba
Peridico nao permite boma dsartaca5
lao estirada, Contentar nos* hemos de pro-
dim'r hum f.u {p bem sabido, sobre o q<*>l
pedimos se applii|ue toda a refl-xa. Ki-
lo. Lmz i4 de Flanea. levai.'o das su-
ge.dSes do seu Ministro Colbeit', decretou
a convocaci do Cbro Francor, a qol
prodozio a celebre Deca -cao de iG8a
Equal loi o reau!tadode- de se pri tnulgava em bu rn d >s.-. utfai^gos,
o.' dtpendtr d S de liorna a coid'nma-
ca dos Rispo.-, ? O Papa lonocencio la
j(latamente irritado d>-s*a iunova^', re*
cusou Bullas aos Bispos humeados pelo R i,
queaviaoaasislido a esa Assembla, como
i) pinados da segunda ord de .lorigas cnrre-pouifencias (te parte a pu-
le, Lui/. 14 caiiio em si. FUnd-s, a II s-
panns, e Italia clama''i contra e.i ui
comprehenuivl vherracad da 1 Cathoir*!
ca 5 e a Igreja de Hungra decarou-a b-
tarda, ^ detesta v] por iiom de.ieto d'As*
senihlea Nacional de 2j da Ortvbro de
iriSjl ; e a mesma Soibona recuaou rega*
l pois 1 edeo a> u't m a- admoe tat da
Santa S; eos nesm-s Bispos anclotes
da Dt car, ci, dirgiio an '^ '>- Su-
premo SegomtH Ca I. I'iOit.ado- aos pij-de V. Sanctvdrile vi-
nio exprimir a anaega dor^ ci qua
istamos penetrados o-> Ionio de no-sos
i irai i"fs e do o'je be possivel expn-
'< rii- em raso do que se p-u n'As*
s^mblea ( de 1682 ) e que giandemeii-
^e desagrailai > a V. S.mcnda'de e a<>l
us predec-ft ir.s. P^ra con-equentia
i< algurrs ponto- se poderlo coercida ar
I
MFLHOR EXEMPLAR FNCOI


D I AmR 10 DEPERMAMBCO. .
n
i
. u 'poder bCclia>ticd e aucton '?o Pon-
lificia ri/* os temos- como nio derre-
lados, e declara-no* .que jr taes de-
vem ser < onriderados.
Se o grande Luir. r4 esse Re podero-
6-siiiio e tio eioso de poder, que dizia ,
que a Lei era el e > tcxceo de seos ca-
p ix.os, e reconheceo a necess'ul..de dees.
tjf pelas douftinas urtbodoxa ;. como lie,
que se induz a As-embla do Brasil para
levar a aF ito, o que nao pdeconsegir
liOrn Estado lio gigantesco c->mo he a
Franca ? Quern nao sabe que o infamo
pretende o Conquistador e qimte om-
n potente N^p'.Iko, e vio se na naressi-
dade 'te accomodas se com S Apostli-
ca sobre a confi> ro;>co do- Bi-ps P
Ti{mos. tracUdo a questio pelo lado
Tli ologicu : eocaremo-la u'timamente
pilo lado polilic". A nossa Constituido
no A't. >. do'i^t. i.diz, queaRe-
ligo Catimlca Apostlica Romana con-
tinuar a ser a ReJgi$p do Imperio : e se
esta corop e rieiessari.-mente de Dog-
ma de Aloral,'e Disciplina geral, segu-:
s'- qe q.ialquep detes pontos cousliiuem
a Relgiio do P to quer Se corn ideie a ronfirmaco los
Bsposeomo e-sencial ao Piiro;td> d- u-
idi vio e touseguqteinente ponto L)o-
heo, (segundo enteride-motj quer
Incideie como ponto de Descip'ina
f (segundo qierero o> G.illicano-) qu- m
toriioii a Asse.mblea Legi 1-itiva do
E.sil a huma rnmiio de le^jos desli-
nda de iodos os caracteres de Concilio
.ira overler ou alterar a Disciplina da
'i'ieja ? Que commissio tiverio os Sena*
dores, e Depilados paia se^ngeriiem em
. negocios Ecclesiastico, e que dr*m res-
I p-ito ao loro da Con-cieocja dos Povp ?
Julgar-se- a Asstmhlra do (irasil "revesti-
da da ulica omnipotencia que se an -
goujo Parlamento Ingls? IJi ella bum
Poder conslituinte ou constituid ? Se
Os MUS actos nao podeui ser se nio leis ,
se a lei he a ex prestid da vontade grial,
por orille conslou o Governo que o bom
e Cttholiio Po-vo do Bra-il quer mudar
da R< ligU* dv scua P*i quer acatar rom
a I) (iplina da Jgreja Calhohra e co-
rn. l'o* esa larea aosseus Representantes
Poli tiros ?*
k Em vos-ss mos est ( diz a filia do
(< Tlirono ) livrar o Catholiro Brasileiro
da difficuldade e muitas veze* iinpo,-
8bilid'le de mendigar lio Ion ge recur-
aos que llie nao devem ser negvlos
(ient-o dolmp. ri. as mos dos Re-'
pi escotantes poltico! da Necio, jurisdi-
rea.) di-i plinuf da Ij;re.t Que extranlu
Imgoaeem 2 E ?e he ndubtavel, que a
As ernblea nao tem jui isdii-cao sobre pb-
jectos quer de Dogma quer de Di-cip'i-
na d.* Ig-ejrf tareco que fies expre<-
6&es tii) ule rusias de s-.liiio ou querem di-
}*i Em vossas roaos r.sl romper a uni-
o'd.d-, e sabir da rommnnho Caiholi-
ca Aposiolii-a Romana I !'
ConlerSa o Governo pie > rn s-a Regi-
So lie lo s-neta., tan bem calculado o
pystema do G,reino E1 clt&iastic r-ue
sendo compativel corn t. di s casta de w> !
vpruo civil p ,|je ,sua disciplina s< r ino-
lifira 'a^p'lo interestf d- E-lado &. lie
ludo i-to'^erilade ; inss anda cirisd'ilo,
que o ponto em queslio l.e disciplinar,
Ct>nced'da a .nerevaidade de mndifii-r a
Di'MJp'iiia Gerl d,a I^reja ser coiniie-
leole A"i-tor'dade pia o faZer huma A->-
af-mblea d>>tilirida de coinrai-.-so e nicra-'
mente Polil'ca ?
O" Bra.Mljnimirienti minie Catbolicoes-
( em 'spic'C io,. e e-pera si le ocioso-, e
m'lan'oiiio o Ufocediwenlo dos stus Re
p esenlaol>s.
po Xegislahvo dis^ipar Os males', que
nos opprirnem e pret-neher I- li/.mente
as esperance, que a mesma N<;io con-
cebeo, quando por se voto o prefro
dicaco dos iiii.'io- apto- para as remover :
e intimamente conv-.-ntido dos esfbrcos ,
que Vo.-sa Magest^de Imperial em prega
em arraigar nossaslnstilaicoes', em seg-
para temporariamente je^er o Imperio na rara tranquillidade publica, e em aug-
Meuoridrtde de Vossa Magotade Impe- mentar afoi'una dos Cidados, protesta
na/.
Muito se compraz h Senado'com Vossa
Magostad' Imperial pela com.ounici-cio
da boa inlelligenri i e harmona, que
subsiste- entre este Imperio e as Potencias
Amii'ns mornunte peas demonstra!5 s
do vivo ileress?, que 4omao naconser-
v*clo do'l'hr. no Gonsttuciooal de Vossa
Maguale Imperial.
He ciifD ludo doloroso para o Senado
siber que a melindrosa ci:-n-t ie'nci. *i<*
Son Santdade 1 lie nao coriserile conl"nmr
a ApripenUcio do Rispo para esta D.oce-
se ; tddayia a certeza que Vo.-s* Mages-
ta'i> Ibipeiial d de que cou'fini.o as ie-
la<5e ao.igavcis com a Coi te de Roma,
o reepeto e obediencia que Vossa Ma-
g^st.d IcQperuJ pi otala ( como era de es
peor ) ao Santo Padre como Cbefe vi-
sive1 na fgr do brru fund idHs esperaneaH He que a
Pendencia e Sabedoria do Governo d-
Vossa Migestade Imperial ainda ach'ai'o
suaves meins que Sem mingo? da Dig-
nidade da N^co conciliario esla diacon>
dtncia dispen-audose assim o Senado
de propor por agora medidas eflicazes pa-
coadjuvar, quan'o em M couber os pa-
trioti-'qs desejos de Vossa Mage-lade Im-
perial para que deata mutua coopera i lo
resulte o b>-ro geral da Nscso e est '
drde d(; Tnrono de Vossa Mage^tude im-
perial.
Pepcsta.
Fico certo do bons senlmentos do Se-
nado.
opiuio do paiz ; ni- a siticcrnlade da sita
devi.tnciy sua abni(;a.o de todo o :u'e-
r-sse pessoal a confianza do publico ni
sua enegia. po tica e no poder da sua von-
ta.de Cfiamria a elle todas ai pessoaa
bem intencionadas e- o ekrro alta
i dig'iida:ie que boje ocrupj.
Sem rluvida que, meltj'r 'selsrecido pe-
lo uiao suc e so da sua cruzada p:na apod.'-
r*r se da Dictadura, ellt- tem reoon/ie- i lo
i.qie, na &tuar>5 actual do BratiL obra
lud' .'epois da it-forma no s?n*'d j rcderal,
o uncu nr-io'que o Gcve >y le ter para
' operar sbi e o forp. politice, li-a lega! i Ja-
de. E^lL meio lie uto- o Rrazil, lem
s-us incove-ii 't.t. s i- t^-^a qua nos o-
Continuacco do n. z antecedente.
ane CatU'ira dos Sonedles.
Sr.Ntii.R. O'gics fiis dos puros sen-
timentos o., Cenado nos somos enviaddi
naia de sua arte significarmos a VoSSi
Magstade IrfWiial, quanloellese con-
grsiula com VWa Magestade Imperial
pela lei'Uo da kssembia Gerai Legisla-
tiva, na Grme conv'k0Co de que o Regen-
te / ero Nome de Vo^,, Magestode Impe-
rial faerido propor a ;e lulas que O
estado da-NacSo i eclama .coadjm ando ,
e fiendoeAecuUr as (ue deciet^r o Cor-
INTRADO
r% siisient.ii- o d-'tro, e direitos ,do
Throno de Vosa Magtstade Imperial.
Tm bem v oS-nsd< couj a mn:. en-
tianbaiel dor o qundio d s horrore*srom-
mettidos as ProviruiaS do Para e de S.
Pedro do Rio Giande do Sut, producto
funesto do disptes dos vinculo* soiaes j
mas arredila que o GoTei'lO de V'os;a ,\!a
geslade Impeiial valendo-se dos recur-
sos, de que pode lacear n>ao e anda'
mala stimuliirido n espirito Narorial ,
qoo anima os corse s verdaderamente
Brasilei.os consegui mediante o au-
xilio >la Divina Providencia algemar a
fe-'T'd.ide que resalta da anarrhia, res-
tabeecendo aordem, e rom el'a o soce-
go e cii.-onlio i nica os Cidados.
Muito confia o Senado que a AssombVa
G-t.iI Legislativa levantar diques deso-
bidi mi-i, e impunidade; pois he Cor-
coso io onherer que as pai\es so se so-
peso por Leis repressjias t u.< fi I exe-
cnco quando os b imens pela revolu-
qSo dos lempos, ou pe'a devafsdo dos
eos'nmes nao resp-ilio os preceitos da-Re-
ligio e nio seguem os d ciamos da Mo-
ral que devem de rolos dadas Lzer .
b^se da rducacio puhijea e que sao en-
tre os Povos civilis..d' so manaucial da il- |
luslracio, e prosperidade dos me-mos.
IIh mui lisongetro para o Serndo a ira-
n.f stacio de que o nossn Commerc^ipios.
pia pilo augrtif uto progrssivone nos-
sos productos ; sssim c si'lisfzern as desposas puMicts ; e o Se-
nado agradara a V'o-:a Mepestade Lupe
ril O de.-v.'Ip que loma em promovi-a
og'ictfRu'a, ern fomentar a laduslria ,
em animara inlroduix-io das Artes, o
dos meliiorameiitoj. Corn laea aOStlios o
Commeiclo dar vida a novas BspecuU-
C s e a .riqueza pobli as- o. v.-r H-
qutl'e grao, a que a NatO^ei* lbertl-
l x ule nos convida.
O Se tado ;) ito convenciJo He que o
nosao Exerci'o precisa se. organizado,
a Marinha memorada, pr-m.-vi -i quan-
io i ver no ciriaTo novas urosidtflcas, que an>em, e lir-
mem a disciplina, nico meio, qne I i
com que bum mnl inevitvel os socie la-
de", p*'la de p-.ndio de vidas, e dinhei
No momento em
bir da lejjalidade pasa supprir a ladina
que a ab hracio de D. Pedro, caso im-
prei-to na (' nsiinco deixava nomo-
vniento poltico, a Cmara mesmo se as-
s'islo'u daqneile acto ineopstitaciotisl : n-
p-as eleita n Resencia Provioria., ella
eBtrou r.o limites da Coistitui. fez
da legaliddde buma relgiio pica Imu
dogma sagrado, de que niiifse sl'asiou
bum o paso. Alm disso ella repelo
secouveita ejn firme gafante d,i se- Cmara electiva.
em nisso ella rene
toda a jilea de banraro'a, sanceionou lo-
do- o direitos adquidos, abst< vn-.-e de
eii'pnstimos de tratados que especifica-
se! n vanla:er!s c ma riaco r>alanc,ou as despezas rom as
recettss e finalmente licetic-ou o exer-
cilo linio mui p'-sido pirare Tiesou -
io e para populacio e fco d<- nvo-
luves incessanles. Mus hum novo mal
(|ii si anm'quou as e-persneas de hum
mellior futuro, que lepreharsva por tan-
tas re-obu oes sabias. O Governo, p'i-
vado de Toica militar, fo assa'.tado "le nio-
tins exctidos pela soldadesca dekconlen-
te e as f.zesdas cli-.-es baixas, por hnm
partido de ambiciosos apeados e tfw ab-
surdos demcratas: foi enio que Fej ,
Ministro da lus'ica inlerpz a sua vori-
tade pndefhsj', e a audacia de *uascon-
-ppges espontaneas. A Guarda NacioosI
foi por f'' improvisada ; e a Guarda
Municipal Permanente e assoldadida a-
prsar da iep> gnancia da Caroar0, Ihe foi
concedida deb-ixn da sua palavia e jus-
tificou quarno bavfa previsto ; por quan-
tu depms se leconhcceu ser ella o nico a-
poio do Governo e a nica gaian'ia da
enn-enacio da tranquillidade pub' a. Em
huma palavra a nova ordem de cousas
acbju-se constituida e o triurepito ^o
poder civil aobie o poder militar para
sempie decidido. 0Rra7.il deven a Fej
e-t grandioso resollado ; porm o que
Dos Us dicer este homem extraordinario
lie nis dmado de genio, do que de '.um
jiii/.o redo be o Din ler elle mesmo com-
prebe'idido "t di a loca introseca e todo
n ateaoce dos actos que h.ivia conpletsdo.
Atacado mais Urde pelo arti lo cli.mado
Conservador daaulori'lade de I). P-dro,
sotnbra dessa bgalldade t cujas bases ti-
nhn lio foi I'iqi tile consolidado, v ndo >
espirito publico ex ti aviado a Guard i Na-
Cli nal abalida o Senado ho til vle-e.-pe-
r ni da sal Vacio fio E-!ado que elle ti-
nlia alta lo pintn em iium relitorio
A-sembia de iSy-2 a sjloscio d p*ii com
corea dewuii '. %,! nielancnl-'cas jul-
"U que nio luvut refugi senio em me-
didas e:;t!a-couslitucionaes e oicliitoriats ;
| e sua d mi io que .vra-tou a do Minis-
terio e da RegeUCta veio sem causa suf-
; lii ie.iteT, en her de espanto a capital e a
l- lie-
brigaS a di Regencia de Fe j lodos os brh.-ntes resul-
tados, ruja lisonja perspectiva nosapresen-
ta o autor do ," ligo. \ ad.ninstrac tirilla
decahido tanto, edetal maneraaggravado
huma m-posCi5, que ser muito o tor-
nara montara raolae reconquistar a iuflu-
ein i i qne tinlia deixado e-cipai; eon||u Jo,
se mui'ji, causas se oppoem no Rrazil a
bum vo rapi'lo e nnt.ivei de prospe iilade,
muifasnutras mlilaQt'm favor ci da ordem e mesmo da cuntinti hum progresso punco sem.ivel, por n
rerto, para bum augment > de raiiea.
N' indicaremos aqui .- huma d>sascau-
ss lavorave'-, resiivando-nospira em ou-
tra oceasiafi vollarmoa analy.se de humas
c dp o"lras.
No Braz.il n ;5 h.i na pipu!.ivv5classe
que tenn.o inleresses cpp"-tos : iiho lu,
pnpriameute f. II. mo, sen. o senho'ie* e
r sera vos, nao sendo a elasse proletaria da
impo lancia alguma, sobre ludo n s Pro-..
vimias p> < ponderantes. Ora os e-cr^voi
rihd entrafl na publica, e os -enlrmes lea
tam.'iiho inte, ess na -e c.o'ligarem cent i a
eiles, e em se ene 'st.-rem a hum cent'o de
nutoridade geral, que, por pouco que o
Governo mo-tre bom senso e firmeza, e
seja sccessirel ao espirito de propres-o, que
boje em todos os paizes (ende a penetrar
por todos os po^OS da civilisicaS, pde-so
predizer qne o Brazil ae adiantar lamber
no caroiuho dos melborami utos, naQ, sem
duvid e-Mi a rapidez e o brhanlismo (jue
o autor do artigo quer lazer acrred>Ur(
mas de huma roaneira sssaz nolarel e assat
segura p.ira animar ocoinmercio e a indus-
tria em todas asepeculaga5esqucquezercm
empieliender.
Se vos dignardes, Sr. Redactor, da
arolher estas observac5es, p le ser que a
v-nos dii jamosainda'oulra vez p>raen-
trarm^s em novos de tafites sobre as negoci-
os do Braz.il, a curiosa e aalutar ofluencia
rio systema ccn-li'Uv'iooal na cunservacaS
da sua ntegr dtde, e da sua trar.quili lade
poltica, corisi'lerada de biTma nt.ru ira ge-
i a1, e finalmente sobre o sen joven Impera-
dor, e a educaba ue a N^caS Ihe manda
(lar em huma tendencia ta liberal quan tu
sensata.
Recebei, if. T.
(Do Jornal do Coinmercio do R. de Janei*
ro.
10
guranc exlerna, e Iranquillidade inter-
na.
O Senido exinioar, com Codicioso
escruptb', as Leia Provincines, euipre*
ga ido i" 'O o esmero a q .e oum suas de< i-
,0 oos- IFio miiifjoi de providencias
m ueeessida |es l-.ica-s uiem o desejo na
tnrjl de eii-aicbai-autboridade ern-or-
te ou alargue as raas tracadas pelo Acto
Addicional. A trela he espinhosa ; po*
icol mais era s cuti ,Ju rales ij.u: pr}-
\ierefn da indecisio.
O S.-nado ra com nfldida att-n-
cio os Watorio dos Minist M*s esa legalidade quese queria dani
I br depois de Ihe hav r cimentado a* bi-
ses acbou .-c mais fot le do que os eslor-
Cos reiiu.idosde todos os na lidosq lecoos
pira vi o Ico o Ira ella, seus an'igos aggres-
soies loi r'. o se seos d'-ferisore.-^ s>u-au-
hgos d feo sores por hum momento ag-
giessfies a-s.istro-'sc ila .- a ;. opria
audacia : lulos se ai/r?io de'-aixo (las
suas r-z..ii e por bum coropiomis-o sem ea>
etUj i O 3 Regencia, leiio^deuJu, i nuiu
outia vea huma auloridade que a lei nao
ict milicia senio nella.
S a ambicio e uio o patriotismo t-
jerentes Repartufies e a expozieo das vis-e dictado Feij hoiti passo nmppor-
uecoi-aies publicas, aatia oowo a 'ti- | tuno., ell< eitsrie parisemprc perdido o.<
O DE

Em louvor da Peca que no dia2 de Julho
se trpiesenta no Tin alio de Pernam-
buco, dedicada aos Ararlemicos Ra-
biarlos jj> i reflauracio da
Liuliia.

Se pode a mnhs voz dbil, e fraca
S rprigoeira, Anlonio dos de-iinctos
Louvotis leus, pe raite, sim permite,
Qae eu os ilica paientes.
Muza de ti precizo bate as zas,
As atasiavoitaea, e o Rindo va :
Ao iNume Doli a Lira de uro per>,
Que a ai una heissouante.
Fu s com ella afoilo cantara
O nom- de-te alumno suo imado
(^m: com tanta euergi.i repieientl
C .-........___
l ro me causa oveja nein espanto
O la i ozo Voilaireo Gri.< Corn-ho,
EoUtroS que.-iuhoje na Tiagejia
Mu.or.ieMtu niuiutt*
MUTILADO
."'




DIARIO DE PE R,NA M B U C O.
J <
Tu calcaste o Coturno aquello mesmo
Que Eurpides calcou na sabia Giecia
Feliz a tu a Mu a que se.dieve
A locar o sublime.
I-.'MBjgA Je inim o lvido v. neno
J\ oididj lizoD/.a.: ti sou sincero,
M<.u eorafio i/euto u int ce
Que lern alma^ daada?.
Tu fzrs ;e*ov.r aamig* hnloria
Da Opolettla Bibia : patt ntei s
Os Birbaro-. cosiumesdos Tapias
FeWes e tiranos. '
D'entreelles lu djseobres pira a-anmpto
Da Tragedia tjue subi compnzeste
Pai;guisi, gentil i'irasosa e b U
Filha de I apata.
Mas b"je Calhenna se aprAiJa,
Donde acusa da Torre lem origertj
Aquella ih bre casa dominada
Por hum hroe iilu-l <*.
Esfeft.folie hroe que he ascend ente
De mil hroes, que todos fl >}'-ce. a j
Njs ai luis, e as le (ras, tod- s dignos *
De flu na g!oi u e fama.
He Dio^o o grande hroe que rant.*9
Aquellequede Lina t/parado
Nos porlos do Bratil acnso buen da
Naufragou deaditpso. "
Que depois de ter vi>to o Serlo vasto
Levou Para.gua.-sii a ver a Franca
Ondg ella setnstruio na Ledo Cbristo
Recebeo o Baplismo.
Da America Ranha eotio se aclama
Pcrem esta merca nao a demora ;
Ella torna oulra tetaos patrios lares
Onde verse deseja.
Ao lado de D'ogo seu Consorte
Que goslo, e que praser lhe banha o ptitol
Todos fulg' de vella no seu Clima
S Sergipe lamenta,
Em outros bracos vendo-a desespera
O roedor eiume Ibe devora
As enlieoh-is; porem nada consegue
Fina mente elle moi re.
Nao descanr.es Antonio emprega o lempo
O tem o que I geiro corre e p.ssa
Ein c.'ii! a vn tude : abate o vi< io
C-uj/a de tintes males.

Assim he quesera leu nomeeseriplo
Nos etei nos voluntes da niemoi ia
Para inveja daquelles que murmurio
Das tuas beUs obras.

E se lano ajudar-mc engenhn e arte
Eu nunca cessare de engrandecer te
Deate ii.do as l.-is cun pro de aniizade
Recta justica talgo,
Por Didoro Joze de Lima natural da Baiiia.
mu i
AVIZOS PARTICULAR !-'.
Porcauza de molesth, por isso o abi-
X > assigmdo, nocompaiec eo na entre/
do seo Batalh, ao novo Coram-indanle,
mas por nieio desta fz as suas despedida
aos briosos Snrs. ObViaes, e Okiaes In-
feriores, e Guardas iMacionaes do valeroso
Bitulhio N. 4 d Varzea. Eu sou desata
zadamenle agradecido, a todos os muivi
duosde^te Corpo, pelos relevantes serri.
( cosque p'es'aroa N>cio, cora prompi-
dio, artiiidade, espeito, egr-tnde sber.
dinaco, durante o lempo que Urea honra
de seraelleiio, e reell. ilu seo Tenerife Co-
Tonel, fc rommari'ir.los. Icuvoies ejao d i-
doa tio beneim ritos Guardas Nacional s
do Batalho N. 4agrad. cimentas da minh:.
parte pelo ronceito e estima que de iriim
sempre fizero. Passo a rogar-Ibes que
praliquemda mesini sort- com o *eo no-
vo Commandanie, e espero ouvir elogios
o bora desempenlio deseos deveres futuro!.
Queiiiu aceitar as mirihas ternas ewu :>-
z-s despedida, e nao digo adeos, por ser
Guarda Nacional e dever prebeneher
taiubcm asfill iras deste' BtUlliio, e par-
lUhar as fadigis comur.s, querido a Paliia
exigir.
Jo. quim Canuto de F gutredo.
Quem precisar de a50$ res a ju-
ros dirija se c Foia de portas venda n. 95.
V^ Os devedoie- do caz I do finado
Clemente Joze Ferreir "da C-'-'a queirio
vir paj.:r erem'r seos crditos no-, Liidei-
ros do mesmo Bnadn residente* ae*ta (ida-
de Antonio J< > Fe'ij, morador na rda
da Ood, Joze Maiia da Costa Caivaiho
rom Inja de tonca ii ra Nova, Anjonio
Alves de Sou/a Ara ojo na ra d.s Ciur.es
sarmasem de mullalos, e em (ioiatina a
-Clemente Joze Fereira'da Co-ta, c.-.d.i
hurfi daa'quaes se achio huus peles uulios
auclt risaoos urn semelliantes cobiaujas,
e liqii laeSes.
*t*P Quem anrjunvi.u precisar d
200 .po de un ;inno, e com boas Gruas, /'iiijii-
aealojaa Serigueiro^ia riarya di U iao
junto ao Kelojoi io.Saboia, que se dir
quem os d.
%L$ Precisa- se de. fvilor para sijo pi r-
lo d.- praea, procure em cu-a d<' J o 01-
< h.im & Cono* ra d<< Cadeia vellii do
Recife.
%C^ P.ecsa-se de un moleque p-iri
sirvito de casa quem o tiv0-, e o quiser alugar aiinuncie.
C3^ Roga-se ao Sur. Manoel Bentu d
Macado morauor nesla praca, que annun-
fi* a sna mosada pua ser procurado ne-
gocio "le inleiesse.
V3t" Avisa-se as pelas, boceteiroa de
nomesMan'.i do Rosario, e Ronnna Mara
Feneirado Bozaro queem Novembro do
BOtlop. p. deXHi(> dois penhores na ra
do Queirna quaiilo antes 'o contrario se'io vendidos
para pagamento da divida poi j passa de
lempo.
^Cat Precisa-sde urna ama que tenha
bom leite, sem cria, riem outia obliga-
5u por fora : quifa sfiver nesfas cir< un--
tan* ias ditija se a ra d'Alegria Baaa junte
a oul^aou tem nm mi\p.nfe,
&9* Quem aiiooc'ouvo Diario de Ter-
ca fei^a 28 do correte pe^cisar de i0$
i>. a juros de pir canto i,I>re hipoleep
de hnma escrava dirija-ae a na do Pires
!). 4.
*3J" Qs Srs. Joicl Ignario Preira e
Maiioel^B Medei'OS queiio ler aborda
de de anunaarem as >uas morada* por e-te
Diario p.ua ae li.es fallar a negocio deseu-i
intt-res e.
%.jfc>" jQoem percizar de Imm bom
caxe-ro pan qu.ilquer u'-gorio exrvplu
audo-se renda de molbados procure na
r^i do Qi.eimarlo D. 2 ein eaza de J,a-
riuim Joze liuiri) onde o dito aseste.
IjQP O acta! AfiViidor do Municipio
avisa a todas as pessoai que u-o os *>> -
so>
VENDAS.. #
Boiispypingardas ranceasde uro e dois
canoa propias para casatr : na ra Nova
de fer*agem loja D. 10.
%0. Umy batanea grande com o pezo
de 3'arre.uV.s al una q,naiita': ao entrar
da ruado R^ rige I loj^D. 37.
U'n moleque crilo de 10 a*iaan-
no.s, sadio, e de bonita ligra : r\apracada
Bort-villa Botica I). 16.
|^r* Toboas de piuho de todas a- largn
ras, grosuras, e cumpriaenttisj a preco
rouito tofiiio'lo, 'cerno rnnguem vende :
ESCRAVOS FGIDOS.
Mana do gentjo de Angola, porem parr.
c crila, moca;baixa, com argolas de ou-
10, ou sea ellas, com alguna bjgnaes de
readaspehs rostas; fgida no da 27 do
crreme, e anda com uui vestido azul u
paooda costa, e levando afd m.is loan*
osaprehendedoresl -vem-oa as 5 Ponas ca-
za de JUZ Jirtoujrn Tarar
1 lecom pensados.
, medid.is, vaias e rororios, e man a-,
que do 1. de Jolito em dimite H pr/ici
[>io as -as afe" ic >ens e reristas na casa de
sua r* -i lencia n>-aw-rro da Boa viaja
do di> norte 33, e principia
Ta-
oras da manh ateas 5 da tarde.
*ty* Mara Anua da Conre ci p' rt n#
de biootecar huma Casa sua cita na < m
el iMondego j n. ~ 31 a ; .pua mdalrar
todo e qualq i-r detiuibarai>t6 faa fs'a
anuncio paia intit*l
publico ; pois que se h elgum in, icil.O ,
apanca 11O pra:0 de 5 di.L.
Aluguns pe d?:cTrrpwrol pvi pos pa.
ra se plantanal ; quem os. tiver anniincie.
^tf A'g'inia vacca ciiula. Que Aeja
l>.r el 1 de ^nsco, e que sjade b tac.i :
na rua aira/, da Matriz da Bua-vjbtj D. i4.
LDILAO.

llcrrissens La t ha 10 > Bibberl faz le Ja o
de lazendas avarjadas no.
  • sua resuencia," rua da AanJega velha n.
    9-
    ^p-
    es, qqe rio
    enaclojTl.ss,m.
    b.que, .dude p. ucoTS< 0u it|Il,a A0 '
    .0, 'cimo liintiiem vende : anuos, gorda, alta, p-z enN;wJo!1 .,
    o falescido Henfo'.Jdze da quena e cora f-lta^dealgu,, denfea^Sa" PP" f
    eurau'a de Jlo 'Pluimaz. ie le sima, nariz punco balo /evoiJ ^'"
    no aimasern d
    Co-ia junio a se
    1*3r Umadzia da caderas decondu
    ni coral o asse'nto de palhin^a com,pouco
    uzo: na rua do laivrameritu I). i5.
    3* Urna negra mossa, sem vicio, ou
    molestia, piopiia para o campo: ua rua*
    do R >sai io lig, Inja do Safnico.
    >y Lin qu de pinolillo azul ainda
    noy, para Municipal; daca rallar ia :llraz
    da Matiiz de Santo Antoei D. 3.
    Va** L'm neg>a da costa j de idade,
    bo vendediia, e p.ir preco commoOw :.
    na iua do Ai< 1) $7.
    *y* Cavalloae Mullas por preco como
    do, cheija os ultin,menle de Bu nos A'-
    r s no Brigue Ingle/. Mares : na rua d-'
    fcliZalla \elfia 11. r em-casa de Henric|Ui
    l'r-tei & Comp. a tractar com o Capitn
    do mesmo Brigue.
    %ry Un negro mogoe bern sadio para
    q'i-bjuer serviyo e mullo pinciplmente
    |)na ai tu,sem de asocaq|e tocar csixas :
    na ruadfi Alf indar.
    tra>f* Na mesma casa se vVnde a loja de
    miudesasd.i rua da cadxia defronte da loja
    de J.io CardosoJ Aires com um cont de
    rebate.
    tj^y Vende-se, ou aluga-se um bom
    piano: na padaria da iua da San/ab'a ve-
    lha n. 5i.
    9r^" Urna venda com poneos fundos :
    no atierro da Boa-viei'D. 55 da parle do
    Norte : na mesma.
    tCy Ucp negro de 25 anuos, sem vicio, .j
    borri canoer e b uii.i lig'ira : a rua do
    Nicolao na casi de Francisco Joze ("ezar.
    ^Cy O fuudos e mais 'a-secjoiios de
    huma serrara eslabeieci la em a rua da
    P.aia com grandes cmodos para o mes-
    mo trauco ; fallar co o Joaquina Antonio
    de S. Tugo Lessa em o senaria que fo
    de Antonio Rebello ecnj a mema rua da
    Praf.
    |JB Urna cscrava bom moca sem vicio
    algutn cuziiilia engama bem poza e
    Ufoserv'C) le um.i cnv.n\ na rua di Ca-
    dexa ern S. Antinjo sobrado D. 8, de Can
    los Vanjz.
    C2>" Huma acrava de naci da Costa-,
    de d.itV 2(j a 28 anuos c >'>.inba o dia-
    rio'den\jia caza, lava de I arrela e de
    abata) \ide oa roa muito fiel sem
    vicio al, um : no principio d "\ ;ei ro d >
    Afigido"'sobnlo de hum andar defroute
    do viven< do Vuui/.
    tP3T* Hum rto|;i o de i'ade jO 21
    anuos b.n robi^t--, e b-m nurilieiro ,
    a rua do Colegio.b>tica de.Cypriano
    L iz d* Paz.
    ,'2?" Hum c.irrifino s-m'def ti nlgu-m
    com Iodo9*0vaeus peVerices em muito
    bu'1 uzr^ por prec > cornVio, e lau iero
    se troca per a'grj 1 esci'av.i um an une-.
    vacar e oavallar con Ib'.-me o aiu le
    que se lizer : 00 arnuzem de 1 iihos
    da ma N va.
    trj Dan negro moco e. sadio nrjprio
    p.ira ojnalquer aervico asswn romo para
    A'iiid.-em de ncn- as-u.a>a e tocar i-a xa*,
    na rua da \ f.udega velha caza .1. c 1 '2.
    andar.
    *fy A loja de mude/as. At fronte de
    Joao Cardn Aires com o rebat de Rs.
    i.0()v5<)00 na mi-ma Caza cima.
    l------------------------------- '--------------------------------------------------
    .....-1 'cura ves.
    t.do de h,U azul de a^,8ge j Tej,l0 c
    g.oapertu de um mezclo si,0 lia le.
    djde que pe. tenceo ao drfunlo Joze R0,
    berlo. Dclbna, tnolala,.rr alva, olhca
    reos, e nao grandes, carlina li>sepre-
    t-;S, b-.caordiii riaco;ni;i,;, de dois den-
    les nfrente de airna, tem uraa malbabi-
    c* na. costa da mo ea^uwda, p,z ,,eqUe.
    nos^fliea do^corpo. altura regular; fu.
    eonoeii., 22 de Abiil do trrenle alio
    l-voi. vestj.loazul escuro com polniasama'.
    lias, liles p.la checa de cor cimenta
    ve'ho, einaisMpima rnpi em umalioo-
    xa deroupacle diferentes cor,es ; natuia
    de Porto Calvo. Ju!ga-se ser d.senea-
    libada por um pardo oVpeli lo Cazilta
    cial de ca-pina, morad, r no M^/za,
    quern a aprtheruler ou ddUa^ibVr le
    ao>ilioa^imH ou na roa daCadn'a a<
    do Sur. Joze TIiIhih de Cainp< s t^uai
    rua de quem leceber urna generosa giai
    iicavo.
    1
    Ta\oas das mares cheias no Pono de
    Pernambu&o
    14-Seguala 5b. 4a m
    gi5T: } 6-30 >
    J 16Q: 7~,
    ^ i7q-. s- 6
    i8-*S: 8-54 ,
    19-ft:. ir<; -*- 9+*^*
    20-D: 10- 03 >
    Tarde
    XOJICIA8 MARTIMAS.
    Navio enlraio no da 26.
    HVMBRGQ? 59 da ; Es-. Hambu-
    "gneza Caliste, Cap. Nis B nidenser : varios
    gClfeida: a Inanen. P*s,agi,o 1.
    Dia-J7. *
    RIO de JANEIRO; ,0 da*: B. lnf.
    Mo.ys, Cp. (-. f{. vV*u8>y: lastro, e ea-
    Va
    11 US.
    li.
    Ton. 23.
    ALUGUEIS.
    Aluga-se urna prela parida de pouco, e
    ecun bom leite; eomcVi^ ou seru ella: na
    pidariada ruada S.-riz-ll-^ velha n. ."ir!
    t'^ Aloga-se urna ca a terrea na (da-
    de de Ouda na rua do Amparo dtfront-
    do passo : a fallar defronte da ntenn case
    Saludos no mesmo da.
    .P. V'L'l-[VUiK ;Patax:. An. Columbi,
    M. John Word: as.-urar. P.sai-iroi.
    POBTOj Galera l'ort. Fi." du forlo.
    Cap. Jo Joze ?'iena tiorg*/: vaiijs
    genero*.' Passa^eifoa 3.
    Da 28.
    *
    BAHA j S Gntil Americana, M. Ce-
    mente'Joze Rudiigues: varios g' eros.
    Pa.-sugeiros 1. ,
    ' AVIZO.
    Esta1 Typog-rafia a,cjia^e riViti-
    da oulra do mesmo fkroprietario,
    na rua das Cit.Z'-: do iaiiro (le
    Sinto AulMiio D* 3^/'ii(l'! os Sis.
    Subscriptores e niai/pes-oas ihle-
    ressadas desa nlW, pudein reme
    ler seus annuiickis etc.
    1
    pin. ka nf., nr. M. F. r* Faau. l8>'^
    MELHOR EXEMPLAR ENCONTRAD


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